[CENA 1] Porque toda Lenda tem um Início

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[CENA 1] Porque toda Lenda tem um Início

Mensagem  Scorpion em Qui Out 16, 2014 2:34 am

GENERAL ZOD

Superman, como era conhecido o antigo general de Krypton, sempre conseguiu manter a paz na Terra desde que se estabelecera como o Homem de Aço. A amizade com Luthor sempre rendeu bons frutos, assim como o romance com sua esposa, Ursa. Entretanto, foi numa tarde fatídica que o mundo de Zod desabou.
Ele encontrou-se com Luthor em sua torre, no centro de Metrópolis. Um verdadeiro monumento aos céus. O assunto era simples: Paz Mundial. E para isso, o gênio precisava da ajuda do Homem de Aço. Porém, o que Luthor chamava de paz, Superman entendia de uma forma completamente diferente. O plano de Alexander era simples, porém, muito bem arquitetado. Ele havia plantado bombas de potência nuclear em diversos pontos do planeta. Então, ele havia chantageado os grandes países do mundo a responderem somente a ele e ao Superman, cessando as guerras, fome, miséria e distribuição de renda. A negação seria a detonação das bombas naqueles países. Superman não concordou com aquilo e tentou impedir Luthor, até sentir sua força deixar o seu corpo. Luthor  já havia se preparado para o dia em que o Superman não ficaria a seu lado e revestiu a estrutura do prédio com Kryptonita e chumbo. Não havia nada que o Homem de Aço pudesse fazer. Com países como a Índia e o Irã se recusando a curvarem-se perante Luthor, o maníaco atacou. Uma guerra mundial estourou e não havia nada que o Superman pudesse fazer para impedí-lo. O mundo chegaria a um triste fim, até que tudo se tornou um grande clarão...

MANTO NEGRO

O homem louco conhecido como Alexandre, ou King Size, vivia sua nada interessante vida em Niterói, uma cidade em que nada demais aconteceu/acontece/acontecerá. Ele revirava uma lata de lixo em busca de comida quando sentiu uma forte dor de cabeça. Tratava-se de uma garrafa quebrada por estudantes playboys da universidade que estavam afim de espancar um Mendigo naquela fatídica noite. Jumbo Cat latia, mas tudo o que conseguiu foi um chute que a fez ganir e se encolher. A dor era muita. Os jovens gritavam coisas como "mendigo de merda!" e "favelado filho de uma %$#@!". Por mais que King Size tentasse sair, as pancadas só cessaram quando ele estava ensanguentado no chão. Foi quando um dos jovens teve a brilhante idéia de incendiar a cadela de Alexandre.
O jovem não soube explicar, mas sombras se formaram e começaram a atacar os jovens, matando-os de forma cruel. Ele olhou com o único olho bom para sua cadela, também no chão, mas Jumbo Cat não se mexia... então,o Rei de Niterói chorou, pois sua amiga não havia suportado tanta dor. Como que um grito por vingança e justiça, as sombras se espalharam pelo chão, apagando luzes, postes e até faróis de carro. Então, tudo ficou escuro... e depois tudo ficou claro...

GAVIÃO NEGRO

O líder dos Gaviões fazia sua ronda naturalmente, ao lado de sua esposa, Shiera Hall, por cima dos prédios da cidade iluminada naquela noite. Parecia não haver nenhum perigo, porém, longe dali, um novo ritual era realizado. Insatisfeito com o destino que lhe foi dado, um ocultista conhecido como Grodd havia perdido tudo por conta de sua forma bestial de Gorila. Então, ele reuniu tomos e mais tomos para conseguir reverter o mundo ao seu estado normal, que Cheetah havia criado. Porém, Grodd não havia feito bem a sua lição de casa e algo deu muito errado.
Enquanto voavam despreocupadamente, as penas de Shiera e Carter começaram rapidamente a cair. O casal perdeu a estabilidade no vôo e Carter caiu na cobertura de um prédio, mas Shiera não teve tanta sorte e bateu-se contra a parede do mesmo prédio, ficando pendurada pela faca de metal enésimo, espetada na parede. Ela pediu a ajuda de Carter, mas quando este esticou o braço para pegá-la, seus dedos falharam e Shiera caiu para a morte 25 andares abaixo. Carter gritou de desespero, mas não adiantou... até que tudo pareceu ficar mais claro e mais claro... e uma luz branca engolfou o Gavião Negro.

GELO

Tora havia voltado de um assalto que cometeu sozinha. Ela andou pelo apartamento de seu namorado, aproveitando-se de que tinha a chave. Não queria voltar agora para a casa, pois poderia ser perigoso. Guy era um canalha, mas ao menos o relacionamento dos dois confortava Tora quando ela queria um pouco menos (ou mais) de ação. Tora andou pela cozinha e abriu a geladeira. Estava faminta e ia ter de jantar uma pizza gelada de ontem que ela e Guy dividiram. Foi quando ela ouviu um barulho suspeito, como um gemido masculino, vindo do quarto de seu namorado. Ela achou estar ouvindo coisas, mas as duas taças com um resto de vinho em cada entregavam tudo: Havia alguém ali!
Tora foi de fininho até o quarto e entreabriu a porta, mas não conseguia acreditar no que via. Seu namorado estava com a cara enfiada no pescoço de uma mulher nua. O rosto desaparecia por trás de cabelos tingidos... de verde! Tora não conseguiu acreditar! Ela entrou no quarto, surpreendendo os dois com violência, enquanto Guy gritava ofensas machistas, colocando a culpa daquilo em Tora. Beatriz não falava nada, só mantinha-se em choque e parecia estar muito bêbada e sem entender o que se passava ali. Quando Tora foi para cima de Guy, este a recebeu com um bofetão no rosto. Aquilo enfureceu a jovem que, num grito de ódio mortal, congelou todo o quarto, prendendo o namorado e a amiga em uma prisão de gelo que logo os mataria. Ela voltou para a sala em choque, sem saber o que fazia, quando seus pés tocaram um frasco debaixo da mesa. Guy havia drogado Bia com algum alucinógeno... e agora a amiga estava morta. Tora viu sua mente ficando confusa e confusa... e tudo ficou branco como a mais límpida neve...

BESOURO NEGRO

Issamu acordou cedo e pegou o jornal para ler. Na capa ele viu algo que lhe assustou muito. uma foto do Kamen Raider atacando policiais e destruindo locais públicos. Ele sabia que aquele não era ele e resolveu investigar. Pilotando sua moto, Issamu foi aos locais atacados pelo Kamen raider falso e viu a destruição. Ele interrogou pessoas no local e até um policial que estava na área. Issamu descobriu que o tal vilão havia atacado sem provocação e matado pessoas inocentes e aquilo o irou bastante. Ele foi até um beco e se transformou, mas quando se deu conta, já estava destransformado, em meio a um shopping com várias pessoas gritando e 2 seguranças ensanguentados no chão. As pessoas olhavam assustadas para ele e gritavam, enquanto fugiam.
Não demorou muito até que uma das tvs do shopping começasse a passar um video gravado no shopping do Kamen Raider assaltando e matando naquele mesmo local. Então, o Kamen Raider se destransformou, tomando a forma de... Issamu! O que estava acontecendo ali? Porque ele não conseguia se lembrar do que fazia como o Kamen Raider. Ele fugiu para sua casa, não acreditando em toda aquela loucura. Issamu lavou o rosto e olhou-se no espelho... e sua visão embaçou... ela foi ficando mais turva e mais turva... até que tudo ficou branco...

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TODOS

Os heróis apareceram em meio a um local estranho. Parecia uma vila deserta. Para todos eles, o ambiente era desconhecido e sinistro...


Os heróis encontravam-se totalmente nus e Tora foi a primeira a se cobrir, menos sendo a menos desconfortável com o frio. Gavião Negro, por sua vez, estava sem suas asas Thanagarianas. Todos os heróis encontravam-se desarmados e Issamu estava sem o seu cinto de transformação. Os heróis se entreolhavam incrédulos, até que um homem de aparência estranha saiu por uma das portas da vila e andou até os heróis.


???: Saudações, visitantes. Eu aguardava vocês. Meu nome é "N", ou ao menos é assim como todos me conhecem. Vocês devem estar confusos sobre tudo isso, mas eu logo explicarei. A questão é que eu tenho algo que todos vocês querem, mas para isso, vocês terão de fazer algo que eu preciso. Eu trouxe vocês de suas respectivas Terras, pois delas existem muitas, onde em suas respectivas, vocês enfrentavam grandes problemas. Não se preocupem quanto á condinção de vestuário de vocês. eu vos garanto que ninguém irá nos interromper.
Ele então andou para a frente de cada um e falou olhando profundamente nos olhos. então, ele tirou do bolso de seu casaco vermelho um baralho que lembrava um tarô. Ele puxou a primeira carta e entregou a Zod. A carta mostrava um rei com a coroa em suas mãos. A carta então transformou-se em luz e atingiu o peito de Zod, criando uma espécie de armadura, com o símbolo rústico da família Zod...


N: O REI. Sua bondade e prosperidade fará com que todos o amem. Você tem grandes poderes, mas se usá-los para o mal, poderá atrair o ódio de seus súditos ao invés do amor e do apoio. Essa armadura que você veste lhe dá acesso aos seus poderes. Sem ela, você não passa de um reles mortal. Este é um mundo repleto de magia e tudo o que vocês trouxeram de seu mundo não pode passar pelo portal. Eis a razão de estarem nus e de não conseguirem usar seus poderes. Se aceitar me ajudar, Zod, eu lhe garanto uma coisa. Seu amigo Alexander Luthor não fez o que fez sozinho. Ele tem sido manipulado há algum tempo e ele não pode ser culpado pelo que não controlava. Eu lhe prometo contar quem é o responsável pela manipulação de Luthor e ainda mais! Eu o mandarei de volta alguns dias antes da Terra ter sido destruída pela Guerra Nuclear. Se você for rápido e esperto, poderá impedir que seu mundo seja devastado e ainda poderá livrar seu amigo. O que me diz?

Após a resposta de Zod, N se encaminhou para Alexandre. O homem mostrou uma carta para ele que lembrava uma silhueta negra e tremida, cercada por 2 candelabros apagados. A carta brilhou e atingiu Alexandre, fazendo-o brilhar e sofrer uma transformação.


N: A SOMBRA. Por muito tempo você foi tratado como louco, Alexandre, mas você é apenas incompreendido. O que você fez há pouco foi a manifestação de seus poderes adormecidos. Com a máscara que está em sua fase, você pode usar os seus poderes o quanto quiser, mas tenha cuidado com as sombras que espreitam o seu desejo pela escuridão. Em seu mundo, você é só um louco, entretanto, você na verdade é descendente da antiga Sociedade das Sombras. Seu passado e sua história não estão onde você estava vivendo mas neste mundo! Se você me ajudar, eu posso ajudar você a descobrir sua história, sua origem. O que me diz?

Depois da resposta de Alexandre, N foi-se até o Gavião Negro. Ele mostrou uma carta que continha um soldado com uma águia em seus ombros e um sol sob sua cabeça. Como nos outros casos, a carta brilhou e transformou Carter.


N: O GUARDIÃO. O seu cuidado para com os outros e necessidade de fazer o bem o faz um guardião dos homens. Alguém que lutará pela paz e pela justiça, defendendo o fraco e apoiando o inocente. Eu sei o que aconteceu em seu mundo e pude sentir a sua perda. Se optar por me ajudar, eu posso enviá-lo de volta a seu mundo e frustrar o Gorila Grodd antes que ele destrua os poderes dos Homens Animais... e antes que sua preciosa Shiera morra. Você pode ter ela de novo... o que me diz?

Logo após, ele foi até Gelo. Ele mostrou a ela uma carta de uma mulher de vestido roxo, com um chapéu e um casaco. A carta brilhou e atingiu Tora.


N: A BRUXA. Uma carta poderosa. Você possui grande poder interno dentro de você, mas assim como seus sentimentos, parece incapaz de controlá-los em sua plenitude. A bruxa vive em perfeito e constante aprimoramento, pois suas capacidades podem mudar o mundo. Assim como Alexandre, você tem origem neste mundo, Tora. Foi levada a outro mundo quando bebê, mas seus verdadeiros pais vieram daqui, inclusive você nasceu aqui. Em sua ânsia de raiva, você matou sua melhor amiga que era inocente por conta de você ter se apaixonado pelo homem que não lhe serviria. Se vier a trabalhar para mim, eu posso não somente te apontar nas direções certas para descobrir suas origens, como, caso você opte por voltar para casa, eu posso trazer Beatriz da Costa para casa, o que acha? Parece bom acordo?

Depois, N foi até Kamen Raider. Ele mostrou a sua carta e nela mostrava um leão com cabeça de dragão, de leão e de bode. A carta brilhou e chocou-se contra o jovem, que logo ganhou vestes também.


N: A QUIMERA. Você é uma pessoa em constante mutação, Issamu. Assim como a Quimera, você não sabe o que pode esperar no dia seguinte. A sua armadura não pode existir aqui, mas não se preocupe. Você está agora vestindo a armadura dos Besouros Azuis deste mundo. Uma ordem antiga da qual a sua armadura em seu mundo descende. A que você veste tem milhares de anos e você pode invocá-la pela jóia em seu cinto. Você deve ter reparado em coisas estranhas que aconteceram ultimamente. A verdade é que as armaduras de Besouro possuem vontade própria e com o tempo desejam tomar total controle de seu hospedeiro. Se me ajudar, eu posso fortalecer a sua vontade a tal ponto que o seu gafanhoto jamais conseguirá dominá-lo. Você virá conosco, ou quer ir para casa?

Por último, N voltou sua atenção para o esverdeado Jon Jonz, Ele mostrou uma carta para o marciano e nela havia um homem com roupas de frio, de costas, andando para o horizonte. Havia um Sol e uma montanha na carta também.


(Ignore a espada)

N: O ANDARILHO. Esta é um conceito complexo. O Andarilho é aquele que não possui mais casa, família ou bens. Ele deixou tudo o que perdeu para trás para seguir o seu caminho rumo ao horizonte, entretanto, o Horizonte nunca pode ser alcançado. Então, o Andarilho caminhará por um tempo sem fim, até que suas sandálias estejam desgastadas e seus ossos não possam mais suportar o peso da viagem. Então, o Andarilho viverá seus últimos dias apenas com as memórias que adquiriu. Você perdeu tudo, Jon e, mesmo que tente, nunca conseguirá deixar os fantasmas que te assombram para trás. Há luz no fim do túnel para você, monge. Se aceitar me ajudar, eu posso ajudá-lo. Eu não possuo o poder para trazer seu planeta de volta, mas conheço muito bem os segredos da vida e da morte, e posso trazer sua mulher e filho para passarem o resto de seus dias com você na Terra. Você aceita?


Então, N ficou encarando os heróis e aguardando respostas...


Última edição por Scorpion em Ter Out 21, 2014 2:07 pm, editado 3 vez(es)

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Re: [CENA 1] Porque toda Lenda tem um Início

Mensagem  Ricardo Sato em Qui Out 16, 2014 7:22 pm

Dor...esse era o mundo de Zod agora,aos poucos a dor corporal foi passando e sem essa distração uma dor muito pior surgiu,a dor da alma.
Alexander....Lex era como um outro filho para ele,como ele podia ter desistido da luta e criado tal situação?

Logo um homem estranho começa a falar e chama a sua atenção,ele falava de enganos e maquinações e contava sobre uma manipulação ao seu amigo.....Zod queria acreditar,mas será que era sensato fazer isto.

O homem lhe entrega uma carta,que lhe veste em trajes antiquados da terra,mas até aquele momento ele nem havia se dado conta de sua nudez,havia coisas demais em sua mente.

N queria uma resposta e teria uma.

Gostaria de saber se possível um nome completo,como confiar em alguém que já começa sua apresentação com uma mentira,e se o único a minha frente tentando manipular pessoas para seus objetivos é você mesmo?

Mas agora quanto a sua proposta tenho uma coisa a dizer,se no fim o responsável pela loucura de Luthor for você,ou se o que deseja de mim seja algo para o mal,não importa se sou apenas um homem comum...você irá pagar.

Se suas palavras forem verdade porém,eu tenho de tentar.....afinal as vidas de bilhões estão em perigo.

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Re: [CENA 1] Porque toda Lenda tem um Início

Mensagem  Drako em Qui Out 16, 2014 10:04 pm


Já faz dois anos que eu estou preso dentro do corpo desse cara. Quando tive a ideia de levar caos a esse mundo pacato dos humanos, achei que se eu desse meus poderes a um maluco ele sairia por ai fazendo atrocidades. Mas não, ele não FEZ NADA!

E o pior, eu não sabia que quando um demônio faz o pacto com o humano, não pode sair de dentro do humano até que ele morra. Então estou aqui! Como fui burro!!! E pensar que estava entediado no inferno.


Alexandre:
Caaala essa boca, Umbra! To tentando descolar um rango aqui prá nós.

Ele ouve minha voz em sua cabeça e age com a maior naturalidade. Não é atoa que chamam ele de maluco.

Alexandre:
Ei ei ei ei, sem você não vivereeei! Todo amor que eu te deiiii...

Minha vida se resume a isso agora, ficar com esse cara, enquanto ele canta, toma cachaça e xinga os outros. Não podia pedir por um hospedeiro pior. Minha época na brincadeira do copo era mais divertida. AARRG! E o pior é que comecei a me afeiçoar a esse panaca! As vezes me pego chamando ele de Alê.




Alexandre:
Também gosto de você, rapaz. Por falar nisso, já te falei que sou o King Size, senhor das Terras do Rio?

Não começa! Já perdi as contas de quantas vezes já escutei essa história. Deu até pra montar um samba enredo. Continue a procurar por comida ai.

Alexandre:
...Teve a capacidade de escalar a minha existência...

Ele continua, vou ignorar, é o melhor que eu faço. A rua onde “moramos” está vazia, mas fica no caminho para uma boate aqui perto. Vira e mexe uns merdinhas vem mexer com o Alê, mas ele não faz nada, só xinga mesmo. Da última vez ele gritou para eles algo como “Oh FILHO DA P*T@, VAI TOMAR NO C*, FILHO DE UMA P*T@, VAI EMBORA DO AMÉRICA SEU FILHO DE UMA P*T@”. Os caras não gostaram nem um pouco. Mas sabe como é, cão que muito late—

Alexandre:
AAII!

Eles voltaram! Esses merdinhas voltaram e quebraram uma garrafa na cabeça do Alê! Jumbo Cat, a querida cadelinha dele late muito, mas foi chutada para longe. Alexandre, se mexe!

Alexandre:
Ai ai! Jumbo, não façam isso com a minha Jumbo Catizinha!

Eles batem mais e mais nele! Alê,  use meus poderes! Ou me deixe tomar o controle! Você vai morrer!

Fascistinha de Faculdade 1: Mendigo de merda!

Fascistinha de Faculdade 2: favelado filho de uma %$#@!

Alexandre: Eu não moro na favela, filho da p*t@!

Mesmo tomando porrada ele ainda tem forças pra xingar os caras. Os caras só param quando ele está todo ensanguentado. Acho que agora vão embora, pelo menos ele ta vivo. O que aquele merdinha ta fazendo com aquele isqueiro? Não!

Fascistinha de Faculdade 2:
Vamo tacar fogo nesse vira lata!!

Alexandre: Não... por favor...

Chega, Alexandre! Eu vou entrar!

O corpo dele começa a ficar negro, um negro absoluto, com uma sombra fumacenta saindo dos poros sudoríparos. É uma sensação orgástica ver os merdinhas que agora mesmo batiam nele, se borrando de medo.



Pego o primeiro, manifestando a sombra como uma estaca afiada, empalando ele de cima para baixo. Ela sai do anus até a boca, enquanto o garoto se contorce e geme de dor. Não consigo não sorrir. Faço a parte da sombra que está no seu tórax criar vários espinhos bem longos, que atravessam a carne dele. Os outros dois estão caindo no chão, assistindo o amigo morrer agonizando. Na mesma velocidade que entrou, a sombra sai, tombando o corpo morto daquele jovem. Seus companheiros choram e pedem perdão e clemencia. Eu sorrio e sussurro.

Umbra: Não.



Eles correm, mas as sombras vão até eles, pegando e arrancando seus membros, ao mesmo tempo. É um banho de sangue, digno de um filme do Tarantino. Deviam ter ficado em casa, seus bostas. Libero a mente doida do Alexandre. Ele olha para a cadelinha e se arrasta até ela, a pobre coitada não resistiu. O jovem grita, de dor e tristeza, manifestando meus poderes, fazendo a sombra se espalhar, apagando todas as luzes ao redor. Pelo visto, inconscientemente acionei algum tipo de plug que liberou os poderes adormecidos nele.

Porém, depois da escuridão, veio um clarão! Argh! Doi!

Quando Alexandre abre os olhos ele está em uma vila bizarra. Além dele, tem mais quatro pessoas, e estão todos nus. Somos recepcionados por um cara que se apresenta como N. Deu uma explicação estranha sobre sermos de Terras diferentes e um papo meio doido.


Alexandre: Eita Giovana!

Alexandre, pare de olhar para a mulher, você não notou nada de errado?

Alexandre:
Notei que aquela mulher está pelada.

Ok, não tem como racionalizar com você de qualquer maneira. Tá vendo aquele cara de vermelho, ele está falando com você.

N:
A SOMBRA. Por muito tempo você foi tratado como louco, Alexandre, mas você é apenas incompreendido. O que você fez há pouco foi a manifestação de seus poderes adormecidos. Com a máscara que está em sua fase, você pode usar os seus poderes o quanto quiser, mas tenha cuidado com as sombras que espreitam o seu desejo pela escuridão. Em seu mundo, você é só um louco, entretanto, você na verdade é descendente da antiga Sociedade das Sombras. Seu passado e sua história não estão onde você estava vivendo mas neste mundo! Se você me ajudar, eu posso ajudar você a descobrir sua história, sua origem. O que me diz?

Alexandre: O que?

Sua origem, Alê!! Sua origem!

Alexandre:
Quero.

*Faceplam* Ok, eu vou te guiar, não se preocupe. Ele agora está vestindo uma roupa medieval e uma máscara que, pelo que o N disse, dá acesso aos meus poderes aqui nesse mundo. O cara falou também que o Alexandre é descendente da antiga Sociedade das Sombras. Será que tem alguma coisa a ver com aquele papo maluco de King Size dele? Será que foi por isso que fui atraído até ele?

Alexandre:
Certo, súditos, eu sou o KING SIZE, senhor das terras do Rio! Sou por direito o líder de vocês, e farão o que eu mandar. Cabeludo que mais parece uma mulher, parece que você saca dos paranaue, será meu conselheiro, então lhe nomeio Sir Traveco. Você, homem de asas grandes, suas asas serão bem úteis em meu reino, será o meu abanador real, lhe nomeio Sir Galinha Pintadinha. Você, homem de barba, vejo que é forte e aguenta bastante peso, admiro sua força incrível, fará o papel de minha cadeira, pois um rei não pode ficar de pé, lhe nomeio Sir Troninho. Chifrudo! Sinto um grande potêncial em você, bem maior do que os outros. Seu papel será importantíssimo para mim. Será o bobo da corte, trate de me contar uma piada boa, dignas do cazalbé de nobregz, lhe nomeio Sir Prassodia. Mulher, será minha esposa, trate de lavar a louça e quando precisar de seus serviços, vou te chamar. Lhe nomeio, Queen Size. E hoje a noite se prepare, que eu vou lhe usar. Agora, aos seus afazeres. Obrigado, de nada.

Não acredito nisso.

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Re: [CENA 1] Porque toda Lenda tem um Início

Mensagem  Renata C. em Sex Out 17, 2014 10:57 pm

Ao ver aquela cena, Tora sentiu, dentro do peito, seu coração partir. Havia sido traída.. duas vezes. Para a maioria das pessoas, sentir ódio é como queimar... Mas não para Gelo. Ela sentiu raiva, e tudo ficou frio. Antes que pudesse perceber o que estava fazendo, o quarto inteiro estava congelado.

Que merda eu fiz? Eu não consegui me controlar, eu senti tanto ódio... - Tora estava sentada na sala de Gardner, ainda em choque pelo que havia feito. Sentiu que seus poderes eram uma maldição, ela nem podia controlar aquilo. Sua amiga estava morta por sua culpa.
A jovem sentiu as lágrimas escorrerem pelo rosto, não tentou limpá-las, ficou ali olhando para um ponto fixo na parede. Gelo não fazia idéia de quanto tempo passou ali chorando, quando sua vista ficou embaçada e de repente tudo ficou branco.

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Estava em um lugar totalmente estranho, um cenário que lembrava algum vilarejo de filme de terror... Estava frio... então foi que ela percebeu que estava sem suas roupas! Logo percebeu que havia outras pessoas ali, corou de vergonha. Tentando se cobrir da melhor maneira possível. Estava incomodada principalmente com o olhar de um dos homens...

Logo apareceu uma figura misteriosa, que se apresentou somente como "N". Ele falou que cada um deles tinha sido tirado de seu respectivo mundo, em um momento difícil, que teriam que fazer algo para ele. Logo o homem estava diante de Gelo, lhe entregou uma carta de Tarô que fez surgirem roupas bem diferentes do que estava acostumada. Mas, de certa forma, ela havia gostado.


N: A BRUXA. Uma carta poderosa. Você possui grande poder interno dentro de você, mas assim como seus sentimentos, parece incapaz de controlá-los em sua plenitude. A bruxa vive em perfeito e constante aprimoramento, pois suas capacidades podem mudar o mundo. Assim como Alexandre, você tem origem neste mundo, Tora. Foi levada a outro mundo quando bebê, mas seus verdadeiros pais vieram daqui, inclusive você nasceu aqui. Em sua ânsia de raiva, você matou sua melhor amiga que era inocente por conta de você ter se apaixonado pelo homem que não lhe serviria. Se vier a trabalhar para mim, eu posso não somente te apontar nas direções certas para descobrir suas origens, como, caso você opte por voltar para casa, eu posso trazer Beatriz da Costa para casa, o que acha? Parece bom acordo?


Gelo fitou o homem por alguns segundos. Os cabelos dele eram brancos como os dela, mas isso não queria dizer nada. Aquele lugar em nada era familiar para ela. Era estranho pensar no que o sujeito dizia, que os pais verdadeiros dela vieram daquele lugar... mas da mesma maneira haviam os poderes da jovem, que não podiam ser explicados no lugar que ela considerava seu mundo. Mas nenhuma dessas coisas era o que Gelo considerava mais importante no momento. Se havia um jeito de trazer a Beatriz de volta, seu coração ficou um tantinho só mais leve. Talvez nem tudo estivesse perdido.

- Se você puder trazer ela de volta, tem minha palavra. Eu farei tudo que for preciso. Eu também gostaria de aprender a... controlar esses poderes. Eu não quero machucar mais nenhum inocente. - O semblante triste da jovem se tornou um sorriso sincero.

Talvez fosse ingenuidade de Tora acreditar de primeira em tudo que o homem dizia. Mas ele havia mostrado alguns truques, ele parecia saber algo sobre ela.. e, diabos, ela queria acreditar.

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Re: [CENA 1] Porque toda Lenda tem um Início

Mensagem  Guima em Dom Out 19, 2014 7:19 pm

Issamu estava perdido, não conseguia entender o que havia lido nos jornais e o que tinha visto recentemente. Um outro Kamen Rider parecia estar atacando Tóquio. Seria ShadowMoon? Se fosse ele iria pagar por aquilo. Issamu corre para um beco e se transforma em Black Kamen Rider... porem algo estranho acontece e quando ele se dá conta ele esta destransformado dentro de um Shopping. As pessoas olham pra eles atonitas pedindo para que não as matem. Mas qual o porque disso? Issamu havia prometido proteger as pessoas.... Assustado com aquilo ele olha pra uma vitrine das lojas e vê um noticiario mostrando ele atacando os civis e tirando suas vidas. E isso tinha acabado de acontecer minutos atras... Aquilo não era real, não podia ser... era um pesadelo... Issamu rezava para que fosse...

Em desespero Issamu correu até sua moto e pilotou para sua casa... entrou no banheiro e no espelho viu que estava palido. Molhou o rosto com um pouco de agua e percebeu que sua visão começar a ficar embaçada gradualmente....

Tudo fica claro como um branco enovoado... E quando as nevoas se dissipam Issamu percebe que está num local estranho. Uma viela que parecia ancestral, medieval como nos contos ocidentais. As casa de madeiras rústicas e arvores retorcidas davam um clima sinistro e funebre ao local. E ele estava nu... Sua cabeça doía... E Issamu tambem percebeu que não estava sozinho... o que o deixou mais constrangido ainda... Das sombras um homem de pele branca e roupas vermelhas diz

Saudações, visitantes. Eu aguardava vocês. Meu nome é "N", ou ao menos é assim como todos me conhecem. Vocês devem estar confusos sobre tudo isso, mas eu logo explicarei. A questão é que eu tenho algo que todos vocês querem, mas para isso, vocês terão de fazer algo que eu preciso. Eu trouxe vocês de suas respectivas Terras, pois delas existem muitas, onde em suas respectivas, vocês enfrentavam grandes problemas. Não se preocupem quanto á condinção de vestuário de vocês. eu vos garanto que ninguém irá nos interromper.


Ele diz se chamar N. Um nome um tanto quanto estranho, mas não mas estranho do que aquela situação. Sem minha Kingstone não posso fazer nada a não ser observar... Ele inicia um ritual estranho mostrando uma carta para cada uma das pessoas que estavam ali. E a carta parecia dar " poderes " a seus escolhidos. Ele chega em Issamu por ultimo e entrega a carta da Quimera. E ele explica ...

A QUIMERA. Você é uma pessoa em constante mutação, Issamu. Assim como a Quimera, você não sabe o que pode esperar no dia seguinte. A sua armadura não pode existir aqui, mas não se preocupe. Você está agora vestindo a armadura dos Besouros Azuis deste mundo. Uma ordem antiga da qual a sua armadura em seu mundo descende. A que você veste tem milhares de anos e você pode invocá-la pela jóia em seu cinto. Você deve ter reparado em coisas estranhas que aconteceram ultimamente. A verdade é que as armaduras de Besouro possuem vontade própria e com o tempo desejam tomar total controle de seu hospedeiro. Se me ajudar, eu posso fortalecer a sua vontade a tal ponto que o seu gafanhoto jamais conseguirá dominá-lo. Voc~e virá conosco, ou quer ir para casa?

O poder liberado pela carta me transforma num cavaleiro de armadura. A sensação é parecida quando me transformo pela Kingstone... E apesar de eu não parecer um besouro agora me sinto tão poderoso quanto. Mas ele me diz algo que eu começo a temer... Diz que os besouros tem vida propria e podem dominar o hospedeiro. Não quero que isso aconteça. Não é isso que prometi a meu pai... Preciso aceitar o convite desse homem.

Sim. Se você honrar sua parte do trato pode contar com minha ajuda. Preciso que me ajude a fortalecer minha vontade como você mesmo disse...

Na verdade Issamu não tinha muita escolha, mas esse era um risco que ele teria que correr.

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Re: [CENA 1] Porque toda Lenda tem um Início

Mensagem  Convidado em Seg Out 20, 2014 10:29 pm

Voávamos em patrulha. Já parecia algo sincronizado. Tão natural. Erámos o par perfeito. Até que: começamos a cair. Grito:
-Shiera!!
Minha esposa fica presa apenas por uma faca. É tudo tão rápido. De repente, sinto meu corpo enfraquecer e sou jogado em outro lugar. Estou de frente com um ser cuja calma é imensa, assim como seu poder. Penso em começar a ataca-lo, amassar seu crânio até sentir o gosto do sangue. Mas é como se meu corpo pesasse toneladas. Não consigo mexer nada. De repente, percebo que meu equipamento sumiu. Estou nu. Ele me entrega uma carta e eu recebo novas asas. Meus poderes retornam. Eu me sinto forte novamente. Me viro para ele e digo:
-Já percebi que não adianta enfrenta-lo. Eu vou lutar em sua cruzada, mas ouça minhas palavras: se você machucar alguém que amo ou descumprir sua palavrar, não me importa seu nível de poder. Eu vou esmaga-lo com minha maça. E não vou parar de bater até que você seja reduzido ao nada. Marque o que digo.

Fico tentando ouvir seus batimentos, perceber algo que mostre se está dizendo a verdade

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Re: [CENA 1] Porque toda Lenda tem um Início

Mensagem  Scorpion em Ter Out 21, 2014 2:48 pm

N ouve todo o tipo de comentário dos heróis, desde ameaças até concordâncias bondosas. Ele parece impassível, mas demonstra ser paciente e inteligente, sintetizando as dúvidas em respostas para todos.
N: Vocês estão no Mundo de Tallma`ran. Este lugar existe como um ponto de convergência para os mundos de vocês e os de muitos outros. De fato, muitos dos mundos puxam sua energia diretamente de Tallma`ran. Não há necessidades de nomes complexos neste mundo, Zod. Assim como o "S" em sua armadura tem o seu significado em seu mundo, o "N" possui também sua significância neste. Eu sou um dos cinco deuses que regem este mundo, o responsável por manter a ordem e a sua estabilidade. Vocês logo perceberão que as palavras e a vontade possuem grande poder neste lugar, assim como as profecias. Estamos falando agora de uma profecia que pede o auxílio de 6 guerreiros de mundos distintos para que ela se cumpra.
Ele se foca em Zod agora.
N: Se eu tivesse interesse em fazer o que você teme eu ter feito em seu mundo, porque eu o traria aqui, Zod? Eu posso te adiantar algo... Um inimigo implacável que deseja a destruição de seu mundo é o responsável pela corrupção de seu amigo. Ele é a maior mente de seu universo e se autodenomina BRAINIAC. Ajude este mundo e eu o ajudarei a combater este inimigo.
Então ele se foca em Gelo.
N: Aqui você terá boas oportunidades para aprender a controlar seus poderes e sua fúria. Não se engane, isso não será um treinamento. Suas capacidades e vontade serão testadas ao limite, mas se você passar, acredite, terá um poder que nunca sonhou antes.
Ele olha para o Gavião Negro.
N: Eu não tenho intenção de ferí-lo e nem a quem você ama. De fato, este sentimento de amor me deixa entediado, pois sou pouco capaz de compreender os sentimentos humanos.
Gavião Negro pode perceber que não existe batimentos ou respiração partindo de N. Ele parecia mais um robô ou morto-vivo que um humano.

O anfitrião começa a caminhar com os heróis pela vila, até que chegam ao fim do vilarejo. Eles avistam uma estrada feita de terra e ao longe uma montanha com uma cidade em seu cume. A cidade parecia negra, com nuvens ainda mais escuras sobre ela e uma chuva torrencial.

N: Eis seu primeiro objetivo, viajantes de outro mundo. Aquele é o Reino de Gotham. Uma vez governada pelo Lorde Thomas de Wayne e sua Rainha Martha aquele já foi uma cidade de luz. Entretanto, desde que seus pais foram assassinados, o jovem Bruce tem governado com mãos de ferro. Agora, o povo deste Reino sofre com a tirania do jovem governante e de seu guarda, o Cavaleiro das Trevas. Vocês devem trazer o jovem Bruce para a razão. Seu destino é ser mais do que um usurpador que governa seu povo pelo medo. Ele está fadado a fazer coisas grandiosas, mas para isso, ele deve ser libertado do mal em seu coração.

Apontando dessa vez para o leste, N continua.

N: Entretanto, este não é o único primeiro objetivo de vocês. Ao Leste, seguindo pela trilha por dentro da floresta de Eros, vocês devem procurar a ajuda da Oráculo. Achar esta mulher não será nada fácil. Atualmente ela é cativa de seu ex-marido. Ela acreditava que o homem estava morto, mas enganou-se, como nunca faz. A Oráculo será capaz de dizer a vocês onde encontrarão o caminho secreto para o Reino Esmeralda. Quando descobrirem isso, então estarão prontos para o seu segundo trabalho. Vocês não possuem tempo hábil para irem a uma e depois irem a outra missão. Devem dividir-se... se forem todos encontrar a Oráculo, uma pessoa importante de Gotham morrerá e de nada adiantará sua estadia aqui. Se forem todos a Gotham, a Oráculo morrerá... e o caminho para o Reino Esmeralda estará para sempre fora de seu alcance. Dividam-se para conquistarem seus objetivos. Quando for a hora, eu retornarei para vocês.

N aguarda pouco para caso os heróis tenham mais perguntas e depois começa a ficar translúcido como um fantasma e some no ar.
Cabia agora aos heróis se dividirem nas missões. Conseguiriam eles libertar o Lorde Bruce de Wayne e achar a Oráculo há tempo?

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Re: [CENA 1] Porque toda Lenda tem um Início

Mensagem  Ricardo Sato em Ter Out 21, 2014 10:16 pm

N falava mais e mais,Zod já havia decidido cooperar em nome das vidas perdidas na guerra e de sua família que com certeza estaria lutando nela.
Brainiac......Zod buscava lembrar-se de qualquer menção a ele que alguém tivesse feito,mesmo que Luthor.

Seu devaneio era cortado pelo homem que se chamava de deus e finalmente dizia o que esperava deles,a princípio realmente não parecia nada de maligno.
Intrigado quando recuperou seus sentidos Kryptonianos e não ouviu os batimentos do coração de N,Zod fez uma averiguação usando sua visão de raio-x para certificar-se de que aquilo não era um construto.

Ainda intrigado pelas respostas que obteve dessa averiguação ele responde ao homem.


Essa mulher precisa de ajuda,mas ao que parece é uma simples questão de derrotar um criminoso,e isso cada um aqui parece capaz de realizar.
Pode ser até egoísmo de minha parte,mas estou cansado de ver jovens de enorme potencial e responsabilidade se perdendo para a escuridão em seus corações.
Seguirei adiante para esta cidade,afinal salvar o coração de um líder pode salvar uma nação por gerações.


Peço porém que nos reencontremos aqui quando acabarmos nossas missões,estamos em território desconhecido e será melhor que nos mantenhamos unidos.

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Re: [CENA 1] Porque toda Lenda tem um Início

Mensagem  Renata C. em Ter Out 21, 2014 10:53 pm

Após N ter sumido Gelo ficou alguns instantes olhando para baixo, para si mesma, tentando se acostumar com as "roupas novas".

"Nada mal... Mesmo" pensou olhando para os sapatos. Era uma atitude um pouco narcisista, pois ela parecia muito distraída, os outros poderiam até duvidar que Tora havia prestado atenção nas palavras que N acabara de dizer. Mas Gelo também estava pensando no que fazer. Sujeito estranho, esse tal de N. Os heróis, se é que Gelo poderia ser chamada dessa forma, teriam que se dividir para realizar duas tarefas ao mesmo tempo.

- Ok, eu vou pro leste ajudar a tal da Oráculo. - decidira somente porque queria livrar a mulher da aparente situação abusiva que se encontrava. Gelo não se sentia disposta a ajudar um homem a encontrar a nobreza em seu coração, mas bater num desgraçado que fazia uma mulher de refém lhe pareceu uma ótima idéia. - Eu sei que a outra tarefa parece bem mais complicada, por isso vou entender se ninguém quiser ir comigo. Talvez eu possa lidar com isso sozinha.

Gelo aguardaria a decisão dos demais, para então seguir rumo ao leste.

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Re: [CENA 1] Porque toda Lenda tem um Início

Mensagem  Leo Rocha em Sex Out 24, 2014 11:40 am

Jonzz se mantém calado enquanto ouve as palavras de N e das outras pessoas próximas.
Ele não estava tão habituado a conviver entre um grupo tão mundano quanto aquele. Desde que chegou à Terra e encontrou o templo, viveu lá junto aos monges e não estar lá agora o deixava um pouco confuso e, pela primeira vez em bastante tempo, ansioso.
Ele se esforça para tentar entender quem são aquelas pessoas e, ao se concentrar para tentar atingir suas mentes consegue suas primeiras impressões:

O primeiro homem é um soldado. Assim como ele, é um militar vindo de outro mundo. Liderou homens e carrega o peso de um mundo em suas costas. Ele sente nesse homem a dor de perder um planeta e o medo de perder outro. E por um breve instante, se vê nele.

O segundo também é um líder e lutador. Um homem que se esforça em conciliar seus instintos e sua racionalidade. Jonzz sabe bem o que é isso e mais uma vez se vê no homem.

A terceira é uma criança. Uma mulher que tenta encontrar seu lugar. Que não sabe do que pode ser capaz e teme isso. Ela não é uma guerreira, mas Jonzz sabe que sob as condições certas, pode se tornar.

O quarto é um homem com uma missão que não escolheu e um fardo a carregar. Jonzz sente um forte senso de responsabilidade nele. Sente que o homem não se sente completo e isso pode atrapalhar a qualquer guerreiro que esteja a seu lado se ele não superar essa sensação.

O último homem age como um louco, porém... Jonzz se sente mal com a sondagem a ele. Há uma segunda presença naquele homem e ela é muito forte. Algo preocupante. Mais ainda do que estar ali.

Como esperado, ele não consegue realizar a sondagem em N.

Ele então se mantém quieto até o momento em que os destinos começam a ser decididos. Jonzz sente o impulso de ir à cidade, se unir aos guerreiros e impor um fim à tirania, mas alguém precisa acompanhar a mulher e salvar a tal Oráculo. Ele ainda não estava pronto para tantas emoções intensas quanto as que a ida à cidade traria e isso ajudou em sua decisão. Pela primeira vez desde que fora levado à presença daquele grupo, ele fala. Talvez pela primeira vez desde que foi enviado acidentalmente de seu planeta e sua voz soa grave e poderosa:

Arrow Eu irei com a mulher até a Oráculo.

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Re: [CENA 1] Porque toda Lenda tem um Início

Mensagem  Drako em Qui Out 30, 2014 10:22 am

Todos te Ignoraram, Alexandre. E fizeram o certo, não se dá papo para maluco. O que você está fazendo? Por que está indo em direção a mulher? Não!

Esse doido tenta agarrar e beijar essa mulher, que parece se chamar Tora. Espero não ter problemas, então vou intervir. Alexandre pare de tentar agarrar a moça, olha ali uma mariola!


Alexandre:
Onde?

Pronto, ele foi procurar o doce, enquanto eu presto atenção no que o N diz. Temos que escolher se vamos salvar o jovem governante se seu próprio destino ou uma jovem oráculo, que está em um cativeiro. Alexandre, vamos para onde tal Bruce de Wayne está.

Alexandre:
Não achei mariola nenhuma.

Não tinha nada, só queria—

Alexandre:
Você me enganou.

Escuta, vamos com o tal Zod ajudar o garoto, talvez ele tenha algo a ver com você.

Alexandre:
A propósito, não nomeei o feioso ali. Vejo que seremos grandes amigos, e por isso lhe chamarei de JumboCat, em homenagem a minha cadelinha que morreu.

Ok, ninguém se importa! Só diga que vai encontrar o jovem governante e pronto.

Alexandre:
Não quero ir com o Sir Troninho. Vou onde minha mulher for, não é amor?

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Re: [CENA 1] Porque toda Lenda tem um Início

Mensagem  Convidado em Qui Out 30, 2014 12:57 pm

Impressionante. Sem batimentos, nada que indique um ser humano. Como alguém pode ser desse jeito? Seria ele um deus? Um automato? Ou simplesmente muito talentoso? O importante no momento e a missão. Existem 2 rotas: tentar convencer o Bruce dessa dimensão a se tornar o que ele deve ser ou salvar a Oraculo dessa dimensão. Apesar de termos sido aliados por muitos anos,eu e Bruce nunca fomos amigos. Depois que ele se tornou um morcego gigante confronta-lo foi difícil, mas muito mais facil do que enfrentar Dinah, por exemplo. Mesmo assim, eu nunca fui bom com as palavras. Depois do quase apocalipse eu me foco cada vez mais em sobreviver e acertar meus alvos. Definitivamente não vou ser bom em convencer Bruce de que o que ele faz em Gotham não faz parte dele. O melhor seria salvar Barbara. Muito mais direto, faz mais meu estilo. Eu acabaria esmagando a cabeça do riquinho e tudo estaria perdido. Fora que não posso garantir que minha transformação não vai sair de controle.E, se ele não se tornou Batman e domina Gotham, deve ser justamente o que ele fingia ser: um menino rico e mimado, algo que eu definitivamente não vou ter muita paciência para lidar. Digo para o misterioso N:

-Eu irei procurar Oraculo. Acredite em mim, menina. Pode ser complicado para você, mas facilita muito as coisas para mim.

Preparo meu armamento: lança, maça. E agora podemos prosseguir.


Última edição por Jor-El em Sex Out 31, 2014 11:04 am, editado 1 vez(es)

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Re: [CENA 1] Porque toda Lenda tem um Início

Mensagem  Guima em Sex Out 31, 2014 11:02 am

Issamu ouvia com atenção as palavras de N. Havia dois caminhos distintos... Um era pra ajudar uma mulher que poderia ajuda-los. O outro para salvar um lorde que afundou em suas próprias trevas. Issamu lembrou-se do que havia acontecido com ele antes desse tal de N o convoca-lo. Ele estava sendo engolgado pelas trevas do mesmo artefato que lhe dava poderes. Mas N havia prometido que daria a Issamu conhecimento para ter controle sobre esse poder. Talvez Wayne precisava dessa ajuda também.

Irei a Gotham. Embora o local me de calafrios acho que é o certo a se fazer...

E com passos firme iniciou sua caminhada até aquela cidade obscura.

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Re: [CENA 1] Porque toda Lenda tem um Início

Mensagem  Scorpion em Qua Nov 05, 2014 1:27 am

O grupo decidiu não se dividir de forma homogênea. Enquanto Zod e Isaamu decidiram rumar para Gotham e colocar um pouco de juízo na cabeça do jovem Bruce De Wayne, Alexander, Jonzz, Gelo e Gavião decidiram rumar para a floresta ao leste para encontrarem a tal Oráculo e a libertarem, só assim poderiam encontrar o Reino Esmeralda. Decididos, o grupo se separou como queriam.

GOTHAM

Os dois heróis subiram a montanha com seus próprios pés. Zod pôde perceber algo muito estranho nesse mundo: Ele não conseguia voar. Por mais que tentasse, ele podia dar grandes saltos, mas não conseguia se manter fora do chão por mais do que poucos segundos. O motivo daquilo ele não sabia, mas talvez o misterioso "N" tivesse a resposta.
Quando começaram a se aproximar da cidade, os heróis puderam notar que o clima tornara-se escuro e uma garoa insistente e triste começava a cair na região. Quando deixaram a companhia dos outros heróis, estavam sob campos verdejantes e um céu claro como poucos viram. Entretanto, as proximidades de Gotham eram sombrias e com uma aura extremamente pesada. O clima ruim era quase que sentido na pele pelos dois heróis e os calafrios de Isaamu só faziam aumentar.
Foi quando a estrada de pedras levou os dois até o alto da montanha. Lá, eles podiam ver que Gotham fazia jus a seu nome... e que a cidade parecia estar a morrer por dentro.



Logo na entrada, os dois encararam um corpo magro e quase comido pelos corvos e morcegos. Ele estava pendurado num poste pelos braços. Em volta de seu pescoço, uma placa com a inscrição: "Richard Grayson, Traidor".
As portas das casas estavam fechadas, assim como suas janelas. Entretanto, a cidade não estava abandonada, pois os sentidos hiper aguçados de Zod captaram vozes dentro das casas, como se as pessoas estivessem orando.
Porém, estes não foram os únicos sons ouvidos pela dupla. Eles logo escutaram passos ligeiros e o bater de cascos contra o chão. Um jovem encapuzado virou a esquina, correndo como o diabo correria da cruz. Quando esbarrou com os heróis, ele arregalou os olhos, de apreensão e derrapou, antes de atingir Isaamu.


Jason: Pelos céus! Estou se saída!

Os perseguidores do jovem logo apareceram. Tratavam-se de 7 cavaleiros, usando pesadas armaduras de aço negro, com capas que lembravam asas de morcego. Em seus tórax, um emblema de morcego prateado reluzia.


Cavaleiro: Estes foram seus últimos passos, Todd! Você se juntará a seu amigo Graysson pela manhã.
Os cavaleiros encaravam os heróis por baixo de seus elmos negros. O jovem estava entre a dupla e os sete cavaleiros.
Cavaleiro: Vocês dois! Não pertencem a esta cidade! Devem vir conosco enquanto levamos este verme traidor ao Castelo Wayne! Se o nosso Lorde não gostar do que tenham a dizer, terão destino semelhante! Ninguém entra em Gotham sem a permissão do Barão!

Cabia aos heróis decidir o que fariam a partir de agora...

_________________________________________________________________________________________

FLORESTA DE EROS

Então foram juntos Gavião, Alexander, Gelo e Jonzz.
Os heróis seguiram por uma bela trilha. Para alguns deles, este mundo era extremamente reconfortante. O ar era puro, o céu limpo e o vento fresco. Muito diferente do mundo de alguns, como o de Gavão Negro, repleto de prédios e poluição, ou o antigo planeta destruído de Jonzz.
Quando chegaram a uma encruzilhada, os heróis puderam ver uma placa que indicava a Floresta de Eros. Após algumas horas de caminhada, o grupo avistou as grandes árvores que formavam aquela floresta. A estrada levou-os diretamente a uma trilha de terra úmida e os heróis logo se viram numa floresta verdejante. Gavião no caminho notou que, ao tentar voar, só conseguia graças às suas asas, mas diferente da sua manobrabilidade corriqueira, voar ali era algo um tanto desajeitado e que exigia um grande esforço do bater de asas.



Após caminharem um certo tempo, o grupo encontrou um riacho cortando a mata. De todas, Gelo era a que estava mais debilitada pelo calor, afinal, ela não estava acostumada a passar tanto tempo em um local com umidade tão baixa. Porém, antes que alguns dos heróis pensassem em se refrescar, uma risada feinina ecoou pelo local. Não parecia ser uma risada ameaçadora, mas sim uma risada doce e gentil. Era como se as árvores a volta deles rissem.
A voz então disse.
Mulher: Ora, ora, ora! Viajantes moribundos na minha floresta! Que casualidade mais excitante!
Então, uma mulher de pele esverdeada e longos cabelos vermelhos surgiu de uma árvore. Ela fazia movimentos graciosos e lentos, quase como se acompanhasse o vento. A visão dela era estonteante, especialmente para Alexander, que já havia se interessado em Gelo, mas que agora via talvez a mulher mais bela que já havia visto em sua jovem vida. Aquela seria a tal Oráculo?


Entretanto, a atenção da moça não foi para o jovem carioca, mas sim para o Gavião Negro. Ela aproximou-se do grupo e tocou o tórax do policial, esboçando um sorriso curioso.
Mulher: Que belo espécime você é, guerreiro! Acaso, não gostaria de me fazer companhia por um tempo?
Alexander começou a se sentir extremamente tentado pela mulher. O perfume dela estava tirando-o do sério! Entretanto, quem estava realmente tentado era Gavião Negro. Seus sentidos aguçados já havia captado o cheiro da mulher desde antes ela aparecer e ele estava quase tendo sua mente nublada. A vontade de ficar ali com ela para sempre era grande e talvez aquele grupo só fosse atrapalhar. Então, ele apertou forte o cabo de sua lança, começando a pensar na possibilidade de devastar seu grupo e deixar seu mundo para trás, ficando com aquela mulher para sempre... como seria bom.
Já Gelo e Jonzz não se sentiram afetados da mesma forma. Jonzz sentiu um estranho cheiro, mas ele julgou que poderia ser apenas mais um aroma terráqueo. Já Gelo sentiu o perfume, mas por ser mulher, aquilo teve um efeito reverso. Ela começou a sentir asco da mulher e uma forte vontade de mandá-la para bem longe dali...
Foi quando Gelo e Jonzz sentiram vinhas grossas começando a se enroscar em suas pernas, como se estivessem vivas...

Mulher: Ah! Vocês acordaram, minhas bebês...

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Re: [CENA 1] Porque toda Lenda tem um Início

Mensagem  Ricardo Sato em Qua Nov 05, 2014 1:59 am

A caminhada era desoladora,a cada passo mais e mais o mundo se tornava sombrio,além disso existia a constatação de que ele não podia voar.
Entrando na cidade as coisas pioravam ainda mais,virando-se para aquele que o acompanhava Zod explica a situação.

Meu jovem,a cidade está repleta de pessoas mas todas parecem apavoradas demais para aparecer,é como se apenas rezassem em suas casas.
E considerando que recebeu o mesmo tipo de aparato que eu devo avisá-lo,N não foi totalmente sincero eu não posso usar todos os meus poderes com esta armadura.
Eu não consigo alçar aos céus e nem me atrevo a especular o que mais estaria faltando....talvez lhe falte algo também,tome cuidado. 


Nesse instante a visão dele capta o homem pendurado,a princípio sua mente tende a mante-lo afastado afinal poderia ser um criminosos.
Porém a moral de Zod venceu sua mente,mesmo que as regras e punições daquele mundo fossem diferentes do seu aquilo era demais.
Em um único salto ele alcança o alto do poste e liberta facilmente o homem descendo ao chão.


É nesse instante que vários homens surgem em perseguição a um rapaz que tromba com o besouro,Zod entrega o rapaz ferido ao seu companheiro e sussura enquanto os soldados o abordam.


...Você conseguiria fugir daqui com os dois rapazes?....tencionava me entregar e chegar direto ao barão mas claramente existem coisas que devemos descobrir.


Virando-se para os soldados de forma sutil o general usa uma invisível linha de calor saindo de seus olhos para cortar os arreios que prendiam as selas aos cavalos.
Caso os homens partissem em perseguição só conseguiriam cair ao chão,se conseguissem se afastar talvez os dois jovens aldeões tivessem as respostas de que precisavam. 
Era preciso recuar,a cidade não aparentava somente mal guiada por um lorde,aquilo havia se tornado um inferno e era preciso descobrir porque.

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Re: [CENA 1] Porque toda Lenda tem um Início

Mensagem  Convidado em Ter Nov 11, 2014 4:03 pm

Fica meio dificil voar em local como essa floresta. Devem ser as arvores. Fico sem poder manobrar muito bem. O calor começa a incomodar bastante. Achamos um riacho, algo que pode nos dar energia para mais algumas horas de caminhada nessa maldita floresta. No entanto, começo a sentir um cheiro intoxicante. Um cheiro que que consegue me atrair em segundos. Meus sentidos estão enlouquecendo. Sinto como se as arvores me mandassem descansar. Com aquele água fresca e cristalina e toda essa paz, para que continuar? Para que voltar para um mundo quase morto? Sinto que começo a soltar minha arma. E então, vejo a mulher mais linda do mundo. E ela me escolheu. Me envolve. Shaiera quem? E aquelas pessoas que queriam estragar a minha felicidade. Me impedir de continuar em lugar tao maravilhoso? Eles merecem a morte. Aperto minha lança e me volto contra eles.

Gavião Negro:- Aqui também querem roubar minha felicidade. Seus abutres! Por que continuar a lutar? Quando posso ficar aqui?! Tudo porque um imbecil mandou! E vocês são como a Mulher-Leopardo! Querem roubar minha vida! Mas não vão! Eu vou matar todos que ficarem entre mim e a verdadeira felicidade!

Avanço rapidamente contra aquele garoto que usa sombras. Ele estava olhando para a minha mulher! Pego a lança e avanço com toda a velocidade. Vou impala-lo de uma vez. Quero ver esse moleque tentar alguma coisa agora!

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Re: [CENA 1] Porque toda Lenda tem um Início

Mensagem  Leo Rocha em Qua Nov 19, 2014 4:03 pm

A bela floresta se revelava uma armadilha mortal quando Jonzz avistou a mulher e seu efeito em seus companheiros.
Ele sentia que as emoções ali estavam estavam extremadas e isso o preocupou.
Pela primeira vez em muitos anos ele se deparava com um espectro emocional tão denso e caótico. Ele esteve acostumado por tanto tempo à paz dos monges que esqueceu das possibilidades de interações emocionais que os humanos traziam.
A garota de gelo sentia asco pela mulher à frente, o guerreiro sentia desejo e o louco... Esse ele tentava não se aproximar desde que percebera a segunda presença nele.
As vinhas se enroscavam em seu corpo tentando prendê-lo. O mesmo acontecia com a garota de gelo.
Jonzz se sentia mais fraco naquele lugar, mas, ainda assim, sabia que precisava agir.
Ele viu os dois homens começarem a disputar a atenção da mulher e decidiu como procederia.
Ele se conectou à mente da jovem e disse:

alien Essa mulher exerce controle sobre as emoções de vocês. Precisamos derrubá-la. Vou usar meu poder para te libertar e você cuida dela, enquanto tento ajudar aos nossos companheiros.

A telepatia para ele era mais cômoda.
Falar ainda não era um hábito e se comunicando diretamente com a mente da garota, ele sabia que seus planos não seriam ouvidos.
Em seguida, ele concentra sua força em romper as ervas que prendem a ele e à garota. Ele então se vira pra mulher misteriosa e diz:

Arrow Você exala o mal. Liberte estes homens de seu jugo e nos deixe continuar nosso caminho, caso contrário, se arrependerá de ter nos atrasado!

Era uma fala incisiva e ele sabia disso. Esperava com ela atrair a atenção da mulher tempo suficiente para que Gelo pudesse agir.
Quando a mulher voltasse sua atenção para ele, o marciano tentaria contato telepático com o Gavião Negro:

alien Ela brinca com você e o considera fraco. Uma mulher como essa só se dobraria a um homem com capacidade para subjugá-la. E este homem não parece ser você.

Ego.
Essa foi a ruína dos marcianos.
Jonzz esperava que fosse também a dos humanos e que neste momento fosse a salvação de tudo que existe...

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Re: [CENA 1] Porque toda Lenda tem um Início

Mensagem  Renata C. em Dom Nov 23, 2014 9:11 pm

Gelo observava as considerações dos heróis antes de partirem para realizar a missão que N havia lhes dado, até que então um dos homens, o maluco que havia a chamado de ~Queen Size~ vem em sua direção e começa a agarrá-la, tentando lhe dar um beijo. Tora mantém ele afastado o quanto pode,  usando os dois braços, morrendo de medo de usar seus poderes para se defender e acabar machucando o infeliz.

Até que ele responde a alguém, e sai procurando alguma coisa. Mas ninguém havia dito nada! Coitado, provavelmente estava ouvindo vozes em sua cabeça, então procurou não ficar com muita raiva dele.

- Alexandre.. Se quiser que eu seja mesmo sua mulher vai ter que me provar que é digno, e não tentar ficar me agarrando por aí! Tente me beijar de novo sem minha permissão e eu te congelo os beiços! - tentou usar um tom sério, mas na verdade estava achando a situação até engraçada. Gelo não era uma pessoa carrancuda, e tentava ver o melhor nos outros.

Logo os heróis se dividiam e seguiam os rumos indicados por N. Desejou boa sorte e um "até breve" aos que iriam a Gotham.

---
- Vocês não são muito de puxar papo, né?

A floresta onde estavam tinha uma paisagem muito bonita. Gelo não costumava ver tanta natureza em seu mundo. Mas junto com a bela paisagem, sentiu um calor que castigava seu corpo, acostumado com o frio. Enquanto andavam, as bochechas de Tora tingiram-se num tom levemente avermelhado, ela pensava em usar seus poderes para se refrescar quando...

... Sentiu um cheiro de perfume barato. E ouviu uma risada de mulher. Aquele maldito perfume estilo "penteadeira de puta" fez Gelo sentir-se enjoada, mas percebeu que não tinha causado o mesmo efeito nos colegas. Uma garota verde nua, exceto por algumas plantas que estavam dispostas sobre o seu corpo, apareceu diante deles. Em especial o Gavião, parecia disposto a brigar com Alexandre pela atenção da vadia verde. Plantas prenderam as pernas de Gelo, e de Jonzz, que eram os que não haviam sido afetados pelo perfume enjoado.

- Nossa, se é assim verde imagina quando amadurecer... - Gelo fazia uma péssima piada e tornava o ar à sua volta mais frio, foi quando ouviu a voz de Jonzz em sua cabeça. Legal, não sabia que ele podia fazer isso.

"Por favor, cuide pra que esses infelizes não se matem." pensou em resposta ao marciano, se seu plano de libertá-la das vinhas, que a mulher chamou de "bebês", funcionasse, então seria hora de enfrentá-la. Aproveitando a distração momentânea que o marciano causava falando com ela, Gelo parte pra cima da mulher verde, tentando acertá-la no rosto enquanto uma grossa camada de gelo se forma em volta do seu punho.

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Re: [CENA 1] Porque toda Lenda tem um Início

Mensagem  Scorpion em Ter Dez 16, 2014 7:05 pm

FLORESTA DE EROS

Presos naquele local estranho, Gavião Negro viu ali a possibilidade da felicidade. Ficar naquele lugar seria muito melhor do que ficar nos braços de sua amada Shiera. Entretanto, ele podia ver os olhos de desejo de Alexandre, que já se aproximava da mulher de seus sonhos. Sendo assim, o policial alado não perdeu tempo e atacou o jovem brasileiro pelas costas. Se não fosse pelos reflexos rápidos do jovem, este poderia ter sido seu fim. A lança não chegou a empalar o jovem, mas pegou de raspão, fazendo um corte profundo no garoto, que caiu com a dor. Então, Gavião Negro montou nele e começou a tentar enforcá-lo com o cabo de sua lança. A situação para o jovem estava começando a ficar complicada.

Enquanto isso, Tora e Jonzz tinham seus próprios problemas. Diversas vinhas tentavam enroscar a dupla, como cobras constritoras. Jonzz usou sua força para se livrar delas, mas ao despedaçá-las, ele via que pelo buraco de onde saia uma gosma verde, logo uma nova vinha crescia e atacava com mais força. Tora, por sua vez, conseguiu uma solução mais efetiva. Esfriando o ar à sua volta, ela viu que as vinhas pareciam ser repelidas pelo aumento de temperatura e ela logo se viu em paz, para atacar a mulher.
Jonzz tentava se comunicar com o Gavião Negro, mas ele percebia que o Gavião não estava sendo controlado mentalmente. Por estar sobre o efeito de um psicotrópico, Gavião mantinha sua lucidez, mas estava convencido de que queria ficar com aquela mulher.

Tora então avançou e criou uma camada de gelo sobre seu punho. Ela deu um belo soco no rosto da mulher que caiu, segurando seu rosto. Tora logo viu que o sangue da inimiga era como uma seiva, demorando a escorrer. Ela levou a mão ao rosto, com os olhos vermelhos em fúria.

Hera: Você! Como se atreve a magoar meu lindo rosto?

O murro de Tora fez com que a mulher cessasse a emissão de feromônios e Gavião e Alexandre logo pararam de lutar.

Hera: Você vai se arrepender disso! Eu ia deixá-la viva, pois não costumo matar mulheres, mas agora eu a matarei com prazer!

A ninfa então emitiu um grito fino e o local logo começou a tremer. Então, uma gigantesca planta carnívora brotou do chão, fazendo com que os heróis tivessem que saltar para não serem atingidos pelo impacto.


Hera: Hora de acordar, meu amor! Venha e proteja a mamãe!
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GOTHAM

Zod saltou e libertou o jovem que estava preso, mas foi em vão. Ele logo viu que o jovem há muito não tinha mais vida e não era mais do que uma jovem carcaça. Então, ele cogita se o Besouro poderia tirar o jovem dali, mas o Besouro nada responde. Por baixo daquela máscara, era difícil conseguir julgar o que o companheiro pensava. Zod decidiu então usar sua visão de calor para cortar os arreios dos cavalos.
Quando seu puseram a fugir, os cavaleiros atiçaram seus cavalos para que fossem atrás deles, mas todos tombaram ao chão, por conta das selas soltas nos lombos dos cavalos. Aquilo deu tempo para que os três corressem.
O garoto então pediu que os heróis o seguissem. Eles correram até um beco , com uma porta de ferro, onde o garoto bateu. Não muito depois, um velho de bigode grosso abriu e arregalou os olhos.

Homem: Jason?

Jason: Estamos em apuros, Xerife! Deixe-nos entrar!

O homem afastou-se para que os heróis entrassem e fechou a porta. Poucos segundos depois, os heróis puderam ouvir os barulhos dos rebites de armaduras passando perto dali, onde os soldados gritavam para que os visitantes se mostrassem, ou seriam punidos.
O homem pediu que os heróis se sentassem e serviu a eles um pote de café a eles.

James: Por favor, sintam-se em casa. Qualquer amigo de Jason é meu amigo também. O que traz dois visitantes a uma cidade esquecida como Gotham? Nós já tivemos dias menos sombrios. Quando eu era o Xerife de Gotham, tínhamos crime, mas não era oprimidos por nossos governantes. Mas e então, o que posso fazer por vocês?

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Re: [CENA 1] Porque toda Lenda tem um Início

Mensagem  Ricardo Sato em Qua Dez 17, 2014 12:24 am

Uma fuga seguindo o rapaz termina em um local estranho com um homem que parecia ter sido o antigo rosto da lei por aqui.
O homem lhe servia uma bebida e os recebia de braços abertos,algo que Zod não esperava naquele lugar.

Meu bom homem eu sou o general Dru Zod de Krypton,e lhe digo que somos a prova de que este lugar não foi esquecido por todos e de que ao contrário das aparências essa cidade é de suma importância para o mundo.
Deixarei que meu companheiro se apresente,e depois lhe peço que no conte sobre o mal que se abateu sobre essas paragens.

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Re: [CENA 1] Porque toda Lenda tem um Início

Mensagem  Renata C. em Qui Dez 18, 2014 11:30 pm

Ao notar que havia acertado a mulher, Tora sorriu.

Isso pareceu a deixar bem irritada. E as plantas dela pareciam não gostar do frio. Isso era uma vantagem. A mulher verde então se levantou, emitindo um grito agudo que fez Gelo tapar os ouvidos, apenas por um instante, pois logo era obrigada a saltar de qualquer jeito, pra evitar que a planta enorme que brotava do chão a erguesse uns bons metros.

Após a manobra evasiva desajeitada, que terminou com Tora caindo de mãos espalmadas no solo pantanoso, ela rapidamente se levantou.

"Amor? Mamãe? Cara, mas que MALUCA!" pensou, sabia que apenas Jonn a ouviria. "Eu vou tratar de manter a boca dessa... coisa bem fechada"

Lançou então então um jato congelante na direção da boca daquela coisa, torcendo para que os (muitos) dentes não se arraganhassem novamente tão cedo. Voltou em seguida sua atenção para Alexandre e para o Gavião Negro:

- EI, VOCÊS DOIS, QUE TAL UMA AJUDA AQUI AO INVÉS DE FICAR BABANDO POR ESSA P... DISTINTA SENHORA???

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Re: [CENA 1] Porque toda Lenda tem um Início

Mensagem  Drako em Dom Dez 21, 2014 7:44 pm

Essa mulher que o Alexandre tentou agarrar parece ser sensata, dando uma resposta boa pra esse maluco que fica tentando agarrar ela.

Alexandre:
Sou o mais digno dos dignos! Sou o King Size! Vou provar meu valor, oh minha donzela! Após isso teremos seis filhos, três meninas e três meninos. Kézia vai adorar! A propósito, já lhe contei como virei o King Size?

Alexandre nunca muda.

Partimos em viagem e pelo visto o maluco que incorporei resolveu ficar quieto pelo menos uma vez na vida. Deve estar cansado. Entramos floresta a dentro, um local bonito e agradável, até pra mim que sou um demônio. O Alexandre fica embasbacado com alguma coisa, mas me enganei ao achar que era pela floresta.

Mais a frente vemos uma mulher linda, e era isso que prendia atenção do mendigo doido. Para o azar dele, a bela se interessou pelo Sir Galinha Pintadinha. Não decorei o nome deles, a culpa não é minha. O que o Alexandre está fazendo?! Ele foi até o cara das Asas, cutucou ele no ombro.

Alexandre:
Te desafio a um duelo pela dama!

Alexandre ergue os punhos em guarda e começa a fazer uns movimentos doidos.


Tipo o que o seu madruga ta fazendo ai.

Quando o jovem vira de costas, num desses movimentos malucos, o cara das Asas dá uma porrada forte por trás com a sua lança, que faz o Alexandre cair urrando de dor.

Alexandre não era um lutador, era um cara normal. Estava sentido aquela dor e se não liberasse o meu poder, poderia morrer. Esse cara me irritou. Alexandre, me deixa tomar conta das coisas aqui.

Alexandre:
AAARGH! TÁ, SÓ FAÇA A DOR PARAR! TÁ DOEN—

Entrei, agora sou eu que dou as ordens agora. Me levanto calmamente, pego no bolso um pequeno pedaço de pano e prendo o cabelo do Alexandre, que ele sempre deixa solto e desarrumado. Passo a mão no cabelo, arrumando ele do jeito que eu quero.

Pronto!




Umbra:
Você se meteu com o Mendigo errado, seu merda!

Eu estou pouco me lixando pra essa planta carnívora gigante que apareceu agora pouco ou para os gritos de ajuda dessa mulher que o Alê apelidou de Queen Size. Ninguém mexe com o meu maluco de estimação! Ninguém!

Lanço 4 estacas perfurantes de sombra pra cima dele, duas para as asas, tentando prender ele, e as outras duas para o tronco, tentando sempre acertar o coração desse bosta.


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Re: [CENA 1] Porque toda Lenda tem um Início

Mensagem  Leo Rocha em Qui Jan 01, 2015 5:58 pm

"Amor? Mamãe? Cara, mas que MALUCA! Eu vou tratar de manter a boca dessa... coisa bem fechada"

Jonzz esboçou pela primeira vez em muito tempo algo que lembrava muito vagamente um sorriso. Por um instante tão breve quanto o tempo que o louco mudava sua postura. O monge marciano então responde para a garota através de seu canal telepático:

alien E o que tem se aproximado da sanidade em toda esta história desde que chegamos a este mundo? Você consegue resfriar uma área maior? Talvez precisemos mudar de estratégia. Você consegue deter a flora ao nosso redor. Talvez seja mais interessante que você faça isso, enquanto eu tento entrar na mente da mulher que comanda este espetáculo bizarro.

Ele então nota o ataque de Alexandre ao Gavião Negro. Havia muito a fazer e pouca ajuda para tal. Jonzz sabia que os dois homens poderiam se matar e sentia que isto se tornava cada vez mais próximo de uma realidade a medida que as trevas que sentira em Alexandre finalmente se manifestavam. Ele podia tentar separá-los ou tentar deter a mulher... Mais uma vez o guerreiro falava mais forte e ele se decide: ele usa sua intangibilidade, que ele nota estar mais fraca, para se desvencilhar de alguns dos galhos e cipós. Ele se colocará na frente da mulher e dirá:

Arrow BASTA!

Ao mesmo tempo, tentará desferir um golpe no rosto da bruxa, de modo a desacordá-la. Caso tenha sucesso, ele a tomará nos braços e descerá até o grupo dizendo:

Arrow ACABOU. VAMOS CONTINUAR.

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Re: [CENA 1] Porque toda Lenda tem um Início

Mensagem  Scorpion em Qua Fev 11, 2015 3:16 am

FLORESTA DE EROS

Os ânimos começaram a ficar cada vez mais tensos naquele lugar. Tora estava sozinha lutando contra a planta carnívora gigante. Ela disparou rajadas de gelo dentro da boca da criatura, criando uma grossa camada de gelo na cavidade bucal. O Gelo se formava, mas logo a criatura fazia forca e mastigava o gelo. Tora estava ficando sem opções de ação. Foi quando o Marciano resolveu agir, atacando diretamente a mãe da criatura. Ele usou sua intangibilidade para se desvencilhar dos cipos. Logo depois, ele golpeou a Hera de maneira que ela logo desacordou. Entretanto, ela talvez fosse o menor dos problemas.
Com a derrota da sua mãe, a criatura ficou ainda mais furiosa e outras plantas, menores, mas mesmo assim muito grandes surgiram. Tora estava sozinha contra elas. Enquanto o marciano segurava Hera nos braços, Alexandre e Gavião Negro lutavam por uma mulher que nem mais la estava. Alexandre havia sido ferido e o seu lado sombrio surgia. Gavião Negro estava se recuperando da crise de identidade que teve, quando Alexandre o atacou com estacas de sombras. Duas das estacas foram lançadas contra as asas dele, mas não surtiram efeito, pois as asas eram revestidas com metal enesimo. Entretanto as que foram atiradas contra o tórax dele foram bem lesivas. Apesar de não perfurarem o coração, uma pregou no tórax e outra na barriga, fazendo muito sangue jorrar.
Gaviao Negro estava ferido, mas os problemas agora aumentavam e os dois teriam de resolver suas diferenças outra hora, pois as plantas estavam atacando a todos. A planta agora tinha uma boca enorme e mais quatro menores. Elas avançavam sobre os heróis, com mais fúria do que antes de Hera ser nocauteada...

GOTHAM

Zod se apresentou, mas o Besouro resolveu manter-se em silencio. Desta forma, O xerife Gordon continuou.
James: Um General? Isso é impressionante. Acaso então estão preparando uma invasão a Gotham? Quantos homens seu exercito possui.
Depois, James Gordon continuou.
James: Nossa cidade já foi uma grande cidade para se viver. Quando o Lorde Thomas de Wayne governava, Gotham prosperava. Ele se preocupava com a saúde e a segurança de nossos cidadãos. Nesta época, eu era membro da guarda de honra da casa de Wayne. Porem, o casal Wayne foi assassinado por homens encapuzados enquanto dormiam. Eu consegui salvar o filho deles, o jovem Bruce. Porem, a morte dos pais e subida ao poder quando jovem fez com que o jovem Bruce ficasse perturbado e cruel. Visando acabar com todo o crime na cidade, ele instituiu uma lei marcial e desfez a sua guarda. As pessoas perderam o direito de se expressar, ter privacidade e qualquer coisa que pudesse incitar a falta de obediência total. Como nos não fomos capazes de salvar seus pais, ele desfez a guarda e enforcou muitos dos bons homens que serviram aos Wayne. Ele então trouxe uma força chamada de Os Cavaleiros das Trevas. Sao cavaleiros muito perigosos e muito bem treinados, que possuem carta branca para punirem quem bem acharem que deve ser punido. Este jovem é Jason Todd, um batedor das ruas que, apesar de não ter um trabalho muito digno, tem sido de grande ajuda nas ruas. Entretanto, um de nossos mais valorosos companheiros, Richard Grayson foi capturado a pouco com outros companheiros. Ele foi enforcado e pregado na entrada da cidade, como devem ter visto. Nós estamos com poucos homens, mas com a ajuda de um General, creio que podemos vencer esta batalha. Precisamos de alguém com experiência em guerras e um bom estrategista. E então, podem nos ajudar? Planejamos uma invasão ao Castelo Wayne com pouca gente, por um túnel que Jason descobriu. Precisamos atacar Bruce de Wayne e tira-lo do trono. Nosso único problema é o seu guarda costas... O maldito Homem Morcego.

(OFF) Jogadores que não postam no turno não possuem direito a esquivar-se, como foi o caso do Gavião Negro nessa rodada.
(OFF2) estou sem computador e atualizando pelo tablet, então relevem a falta de acentuação e a diagramacao sem cores.

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Re: [CENA 1] Porque toda Lenda tem um Início

Mensagem  Ricardo Sato em Qua Fev 11, 2015 5:33 pm

 Infelizmente meu bom homem a muito tempo....me separei de meus soldados,viemos de terras mais distantes do que imaginam.
 Mas cada um de nós possui habilidades singulares que serão de valia em sua empreitada.


 Antes de qualquer coisa deixe-me ver seus plano e rotas,gostaria também de uma avaliação mais profunda da habilidade dos inimigos e das suas tropas.
 Creio que com um pouco de trabalho podemos aprimorar nossa estratégia......além disso se não estiverem bem armados tragam-me o que puderem de metal e madeira,qualquer objeto serve.


 Zod estudaria cada rota e cada homem,amigo e inimigo e daria tudo de sua habilidade em estratégia,incluindo ataques que seriam desconhecidos para alguém daquela época mas lugar comum para as forças de elite e de guerrilha de seu tempo,tornando o ataque o mais eficaz possível.
 Além disso usando de sua força,velocidade e visão de calor ele transformaria objetos simplórios do dia a dia em arcos,flechas,lanças,espadas e armaduras,dependendo das substâncias disponíveis quem sabe até pólvora,no mínimo coqueteis molotov.
 Daria também as capas dos homens uma pintura camuflada,usando sujeira e fuligem,e os indicaria a levar panos e água,caso fosse necessário usar de fumaça como vantagem seus homens estariam muito mais seguros quanto aos efeitos dela que seus inimigos.
 Restava apenas descobrir onde sua presença e a de Besouro seriam mais necessárias.

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