Capítulo 0 - Prólogo.

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Capítulo 0 - Prólogo.

Mensagem  Drako em Sab Ago 11, 2018 12:47 pm

O Reino de Sarabi, a maior nação do mundo.


Localizado bem ao meio do continente, próximo a rios e a “linha continental”, um caminho em que as nações usam para troca e venda de seus bens, produtos e serviços. Estando em uma posição privilegiada, Sarabi continua a prosperar por anos. Porém, há algumas décadas, o reino era pequeno e humilde, sem muita expressão. Até que  Andragoras III assumiu como Rei.


Andragoras era o filho único do Rei Gotarzes II e foi criado a vida toda para liderar assim que seu pai falecesse. Porém, Gotarzes era considerado um fracassado aos olhos de seu filho, que nunca teve a intenção de ser como ele. Voltou sua atenção na arte da guerra e como prevalecer nela. Aos 10 anos matou um leão e se tornou membro do exército do país. Aos 13 lutou em sua primeira batalha, se tornando condecorado entre seus companheiros, construindo uma lealdade com seus soldados que lhe seria útil no futuro. Quando tinha 25 anos, seu pai faleceu e Andragoras III se tornou o rei de Sarabi. Sua primeira ação como rei foi de expandir e assim o fez. Foi quando ganhou seu apelido de “O Conquistador.”

Ganhou cada uma das batalhas que entrou e anexou todo o território dos reinos a sua volta, sempre estando na ponta da lança de seu exército. Venceu guerras que não tinha a menor chance de sair vitorioso. Alguns diziam que o motivo de sua sorte é que tinha vendido a alma ao diabo, mas a verdade é que era um estrategista sem igual. Quando se tratava de guerra, ele entendia como ninguém.

Mas quando o assunto era se socializar, ele era péssimo.  Casou-se duas vezes, a primeira esposa e mãe de seu primeiro filho, Hilmes, adoeceu e morreu quando o garoto tinha apenas 9 anos. Andragoras nunca apareceu em seu aposento para lhe dar suporte. Sua segunda esposa, Tahamine, atual rainha e mãe de seu segundo filho, Arslan, é uma mulher fria e impassível, que não mostra sentimentos, a não ser para seu filho. Ela era conhecida como a mulher mais linda do mundo e foi oferecida para se casar com o rei para evitar o confronto com o reino vizinho e a anexação fosse amistosa.

Esse tipo de acordo estava cada vez mais comum, com reinos no caminho da expansão de Sarabi tentando de tudo para não serem dizimados em combate. Principalmente após a “Batalha do Sol.”

Batalha do Sol, assim foi conhecida a primeira batalha em que os recém-formados 12 Guerreiros do Sol participaram. Não durou muito, o exército rival não teve nenhuma chance contra as armas mágicas e o incrível poder de fogo daqueles doze soldados. O reino foi derrotado, anexado e os espólios de guerra divididos. A notícia correu rápida, Sarabi tinha se tornado a maior potência do continente. Ninguém tinha coragem de enfrenta-los.

Escolhidos a dedo, os 12 Guerreiros do Sol eram aqueles que sobressaíram durante os anos de guerra em que Andragoras participou. Cada um deles foi dado um signo para lhe condecorar e uma arma mágica, produzida de forma misteriosa pelo Meistre real. Passaram a viver no palácio, em suas câmaras, preparadas especialmente para cada um.

Alguns anos depois, a ameaça do reino era grande demais para ser desafiado e Andragoras III estava mais velho, sem aquela energia e vontade de conquistar. Eles viviam em paz e o reino prosperava. Exportavam diamantes, frutas, ouro, açúcar, metais, minerais, e lã para outros povos.

Duas décadas depois de assumir após a morte de seu pai Gotarzes II, o Fraco, Andragoras III, o Conquistador, tinha transformado seu pequeno e humilde reino em uma potência através da guerra.

Aos 44 anos Andragoras III foi encontrado sem vida em sua cama. Ninguém sabe o motivo da morte, mas não havia evidências de luta ou dor. Dois dias depois, seu funeral foi feito a portas fechadas. Nos portões do Palácio uma multidão se amontoava para prestar respeito ao homem. Apesar de não aparecer em público, era amado pelo seu povo. Ou pelo menos a parte do povo que já tinha esquecido as atrocidades que foram feitas ao seu reino original.

O portão principal se abriu e Hilmes, o herdeiro, apareceu. Ele anunciou que iria organizar uma festa de sua coroação e que convidava os reis de todo o continente para comparecer, pois era o inicio de uma nova era.


Pela primeira vez em toda a história, Sarabi abria as portas para os outros reinos vizinhos. Era um evento importante, todos sabiam disso, mas ninguém sabia o motivo. O que fosse acontecer naquele palácio, para o bem ou para o mal, valeria a pena estar lá para ver ao vivo.
Contem aqui a história do seu personagem. Quem era ele? Como ele entrou para o exército? Como se sobressaiu em batalha? Qual tipo de lealdade ele tinha ao Rei e ao Reino? Eles são de um reino anexado? Qualquer dúvida só me chamarem.

Lembrando, ao final do histórico seus personagens são fodas, eles são o Top do exército do reino, mas não quer dizer que pelo mundo exista gente mais forte.
Daryun, Guerreiro de Libra, é o líder de vocês, sério e correto, mas amigável. Kaiser, Guerreiro de Leão, é um mistério até entre os 12 guerreiros, ele está ao lado do Rei quase que 24/7. Eles são os 2 mais fortes do grupo.

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Re: Capítulo 0 - Prólogo.

Mensagem  Wesker em Dom Ago 12, 2018 1:53 am




Poucos sabem a respeito das origens da Guerreira do sol que representa o signo de Peixes.

A não ser aqueles que ja ouviram dela mesma.

(Isso apenas afirma a questão acima, uma vez que ela conta uma origem diferente a cada vez)

Até aonde se sabe com certeza, Capitã Liliana herdou/encontrou/roubou/ganhou/comprou/construiu... Um navio e lançou-se ao mar. Ah sim, o mar. Longe de tratados, conquistas, territórios, onde o que decide a maioria das questões são resolvidas apenas com golpes de espada!

O nome de Capitã Liliana se tornou conhecido, a medida que a jovem derrotava outros piratas e distribuia suas riquezas por onde passava. Preocupando-se apenas em mostrar que era a melhor, armada apenas de sua lingua tão afiada como sua espada e o fato que...Bom, ja ouviram falar que "Vaso ruim não quebra?"

(É dificil se livrar dela, em todos os sentidos)

A mesma parece não temer nada ou ninguém, literalmente pintando os mares de vermelho com sangue...De seus inimigos e boa parte, seu. Conhecida por suas investidas "suicidas" em claras desvantagens numéricas, comenta-se que ela seria imortal, uma vez que inúmeras vezes ja foi alvejada, apunhalada, esfaqueada e indiferente disso nada foi capaz de tirar o sorriso do seu rosto enquanto fica triunfante em seu navio.

(Como ja dito, ela mesma conta sua história, não reparem)

E logo veio a Batalha do Sol. Os 12 guerreiros foram lentamente escolhidos um a um,vitais nos planos de expansão do Rei.

Andragoras era brilhante, sabia da importância de ter um homem de confiança no mar. Armado com o Sabre magico capaz de manipular o oceano formando tempestades, moldando as gotas de chuva em centenas de agulhas de gelo capazes de criar uma verdadeira nevasca fazendo em pedaços frotas inteiras e todas as suas tripulações (ahn...Então, a narração ainda é dela.) os outros reinos não teriam chance! O nome escolhido não poderia ser outro a não ser...

James K. Renhard. Capitão da Guarda Imperial.

Contudo, o mesmo não pode ser localizado. Havia tido um "incidente" e havia perdido toda tripulação junto com seu barco durante um repentino ataque ao porto.

Então foi apenas uma questão de tempo até escolherem...

Darius Von Karsen. Maior espadachim da frota nautica.

Entretanto, o mesmo estava se recuperando de um grave ferimento na mão, sofrido em um duelo contra...Uma garota.

(Essa parte costuma a ser longa, vamos em frente)

Mesmo parecendo uma decisão arriscada, Liliana foi indicada como o 12 Guerreiro do Sol, ficando a seu cargo a liderança dos navios aliados e a expansão nautica.

(Vai ver acharam que ela não aceitaria...)

Armada com o sabre "Blue Destiny", Capitã Liliana tornou-se uma pirata basicamente invencivel, sendo parte importante da expansão do território.

(Dizem que tentaram pegar de volta...Não foi uma boa idéia)

Capitã Liliana (Ela corrige qualquer um que não coloque "Capitã" antes de seu nome, até mesmo Kaiser) parece ter uma lealdade completa ao reino (Ou apenas gosta do conforto, destaque e renome de sua posição para mante-la) e com seu rei, que via sua natureza pirata como um reflexo de seu governo sempre em expansão (Ou talvez apenas gostasse de saber que ela ficava bem longe de terra firme sempre que podia)

A "Câmera" de Liliana é como todas as demais dos 12 Guerreiros é verdadeiramente unica: A porta de acesso, leva a um quarto quarto que apesar de bastante luxuoso, não parece muito diferente de um quarto típico (Ok, o uso da diferentes tons de rosa é uma constante naquele quarto) mas a porta no outro lado leva...A um convés no meio do oceano! Sua câmera é na verdade uma espécie de "acesso" ao seu navio pessoal, onde a mesma passa a maior parte do tempo: Navegando, explorando e defendendo os interesses náuticos de Sarabi.

(Provocando briga com todo mundo que cruza seu caminho, claro)

(Ou dormindo, comendo, se bronzeando, tomando banho enquanto a tripulação procura alguém para o criterio acima)

Contudo, a coroação do novo regente esta perto, e certamente a Capitã mais (Maluca) intrépida do reino estará a postos juntamente dos demais cavaleiros para garantir que nada de errado.

(Garantir que nada de errado... Antes dela chegar la para...Fazer dar errado)


Última edição por Wesker em Ter Ago 14, 2018 10:20 am, editado 3 vez(es)

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Re: Capítulo 0 - Prólogo.

Mensagem  Ricardo Sato em Dom Ago 12, 2018 2:03 pm

Mordai Khan foi um dos primeiros e ao mesmo tempo um dos últimos guerreiros do sol,quando o ainda não rei, mas afamado militar Andragoras III tinha apenas 20 anos o sonho da conquista já ardia em seu peito e talvez por isso ele tenha se voluntariado para uma missão de caça a bandidos num deserto próximo a fronteira, tal empreitada o levaria a um conflito com uma pequena mas muito territorialista tribo de poderosos guerreiros que vivia em uma montanha as bordas do deserto.Apesar da vantagem numérica e tecnológica a batalha foi difícil e culminou numa espantosa e longa luta entre próprio herdeiro Andragoras III com o chefe guerreiro local Khan Vulkosh, após a qual a tribo foi finalmente subjulgada.Para os poucos soldados vivos o combate tinha sido um desperdício de recursos e vidas, mal poderiam eles saber que o posto avançado fundado ali por Andragoras seria vital para a expansão que viria 5 anos mais tarde, foi com espanto também que os soldados viram o futuro rei tomar o recém nascido filho do chefe Khan ,agora orfão, para ser criado por um de seus mais leais tenentes,quase como um "refém" da nobreza e nomear o posto avançado em sua honra, forte Vulkosh.

Mordai filho de Khan foi criado pelo futuro capitão Amir e desde a mais tenra idade demonstrou espantosas habilidades, com apenas 11 anos ele chamou novamente a atenção do monarca que o enviou para treinamento com um pequeno grupo secreto,espiões e assassinos, o tipo de tropa necessária mas jamais digna de atenção.Durante seus anos anônimos naquele esquadrão das sombras Mordai era apenas conhecido em sussuros pelos inimigos do rei pela máscara que usava.

Anos depois quando o grande rei anunciava a primeira batalha de seus 12 guerreiros do sol todos estranhavam a ausência de um deles, ninguém tinha ideia de quem mais seria agraciado com aquela honra, até que de última hora um jovem desconhecido surgiu e se pôs ao serviço do rei...o último a chegar,porém poucos sabiam, um dos primeiros a servir.Assim começou a vida de Mordai longe das sombras.

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Re: Capítulo 0 - Prólogo.

Mensagem  Lib em Dom Ago 12, 2018 8:28 pm

A criança abriu os olhos lentamente. Sua visão estava embaçada, o que não era surpresa... Afinal, era a primeira vez que ela a usava.

Elliot Olsen: Você... - A voz chegou arrastada e pesada aos seus ouvidos. - Pode me ouvir?

A criança sacudiu positivamente a cabeça. Seus olhos finalmente se acostumaram à luz, e ele pode ver o homem à sua frente. Ele estava ferido e pálido.

Elliot Olsen: Graças aos deuses, deu certo! - O homem tossiu violentamente, gorfando sangue sob os pés da criança. - Não tenho muito tempo... Por favor...


O homem esticou o braço, num gesto que pareceu doloroso e cruel em seu estado, e tocou o ombro da criança.

Elliot Olsen: Por favor... - Ele repetiu. - Cuide da minha filha. - A criança olhou nos olhos do homem. Ele chorava. A criança não entendeu o motivo. - Ela é frágil e doente. E eu não vou estar lá para cuidar dela. Você vai precisar fazer isso por mim...

O homem despencou. Não tinha mais forças para superar o próprio peso.

Elliot Olsen: Cuide da minha Ellisa... - Ele sussurrou. - Estou contando com você... - O homem respirou fundo. Tomando fôlego para dizer o que, ele sabia, seriam suas últimas palavras. - Ellijah... Cuide da sua... Irmã.

***

Meu nome é Ellijah Olsen...


Pra falar a verdade, eu não sei bem quantos anos eu tenho. Minha lembrança mais antiga é do dia em que meu pai morreu na minha frente, e isso já fazem 5 anos. Eu sei que meu pai era alguém importante. Ele era o Guerreiro do Sol de Gêmeos. Era um guerreiro poderoso. Mas, no dia em que ele morreu, ele me passou uma missão...

"CUIDE DA SUA IRMÃ!"

E é isso que eu faço. Todos os dias, desde então. Minha irmã, alguém me contou uma vez, é uma guerreira desde o primeiro dia que nasceu! Ela lutou muito para viver naquele dia. Mas, já naquela época ela mostrava os sinais da força de vontade que tinha! Afinal, ela não desistiu! Minha irmã é a pessoa mais corajosa e determinada que eu já vi. Sua mente é afiada e determinada... Só é uma pena que seu corpo não consiga acompanhar.

Isso porque ela é... Frágil. Ela não pode fazer exercícios intensos, sempre desmaiando no meio deles, e está bem abaixo do tamanho para alguém da idade dela. Ela precisa de uma dieta bem equilibrada, do contrário tem dores de cabeça e vômitos. Ela nem ao menos pode tomar muito sol... Mas isso nunca a fez perder a vontade de explorar o mundo. Ela passa os dias lendo sobre tratamentos médicos, dietas e nutrição.

"Um dia eu vou achar a cura para o que eu tenho, Ellijah" ela me diz. "Vou achar a cura e vamos explorar o mundo todo juntos!"

É... Essa é minha irmã. Eu não sei o que o futuro reserva pra gente...

Eu só quero estar ao lado dela e garantir que ela esteja bem.

E, olha lá... Aí vem ela.


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Re: Capítulo 0 - Prólogo.

Mensagem  Scorpion em Seg Ago 13, 2018 3:01 pm

Olha de Virgo, a muitos quilômetros da Costa Oeste.

Mestre de Rituais: Agora, chegamos a etapa final do desafio de Virgo. Diversas de nossas campeãs disputaram com coragem e habilidade, mas apenas duas se sobressaíram em todos os desafios. Aproximem-se, Gabrielle Kaldorei e Isabelle Alexandris!

As duas amazonas se aproximaram. Elas portavam suas vestes e carregavam espadas e escudos. As guerreiras de Virgo eram como amazonas. Homens não eram permitidos na ilha, nem mesmo o imperador adentrava na cidade, sendo sempre recebido num estabelecimento construído na praia. Nem ao imperador era confiado a localização da cidade das virgonianas.

Mestre de Rituais: Agora, iremos ao nosso último duelo, onde ambas devem enfrentar o Gorgon! Vocês estão prontas?



Isabelle: Estou pronta, grande Madre!



Gabriele: Sim, grande Madre!

Mestre de Rituais: Liberem o Gorgon!!!

As outras Virgonianas iam a euforia. Quando o portão subiu, um enorme Touro feito de pedra com quase 4m de altura saiu bufando e tentando atacar as garotas. Ambas desviavam com muita agilidade. Gabriele era mais metódica enquanto Isabelle era muito mais imprudente.

Gabrielle: nós podemos vencer ele se lutarmos juntas, Isabelle.

Isabelle: Agir junta-se porque? Somente uma de nós poderei dar o cinturão de Virgo... e essa serei eu!

Gabrielle: não seja tola! Nenhuma de nós poderá usar o cinturão se estivermos mortas!

Isabelle: Pois me observe!!

A rival correu para cima do Touro e quando ele foi pisotear ela, Isabelle saltou para o lado e enfiou o seu gládio no olho dele. A criatura começou a urrar e a sacolejar furiosa. Isabelle ergueu os braços para a plateia, sorridente!

Gabrielle: Isabelle, cuidado!

Um coice muito forte atingiu a moça em cheio, que voou e quebrou a pilastra.

Gabrielle: Isaaaa!!! Droga! Afaste-se dela!

O Gorgon ia pra cima de Isa, mas Gabrielle se colocou entre eles e provocou a criatura. Ele vinha furioso para cima dela. Gabrielle esquivava e atingia a criatura em pontos vitais que a faziam verter um sangue negro. A criaturas já estava quase vencida, porém ela tinha a sua arma final. Seus olhos emitiam um brilho esverdeado, porém eles não mirava em Gabrielle.

Gabrielle: Isabelle!!

Ela correu saltou, tirando a amiga da linha de fogo. Enquanto fazia isso, ela jogou sua espada dentro da boca da criatura, atingindo seu núcleo e acabando com o Gorgon, que caiu em pedaços.

Mestre de Cerimônias: Virgo escolheu sua campeã.

*******************************************************

Naquela noite, a mãe de Gabrielle foi até ela se desperdir da filha. A mãe era ninguém menos que a líder das Virgonianas e a mestre de cerimônias.

Mãe: Filha... estou muito orgulhosa do que você conseguiu hoje. Virgo sorriu pra você. Entretanto, tome muito cuidado fora desta ilha. Amanhã, você irá embarcar para se tornar um dos 12 guerreiros do Sol. O Imperador a convoca para entregar o cinturão de Virgo. Faça bom uso dele e lembre-se... mantenha-se virgem, ou perderá o direito de usá-lo.
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Re: Capítulo 0 - Prólogo.

Mensagem  Pedro H. Oliveira em Ter Ago 14, 2018 1:27 pm


Sufer era filho de um comerciante que vivia numa pequena cidade portuária no leste. Como de costume entre as famílias mais simples e pobres, o garoto desde pequeno começou a viajar com o pai e a aprender como vender, comprar, negociar e varias outras técnicas comerciais importantes, e o garoto era muito bom no que fazia! Ele conseguia entrar em acordos com pessoas que eram bem difíceis de negociar e tratar, além de sua carisma que conquistava as pessoas com o tempo.

Querendo um futuro melhor para o garoto, seu pai o vendeu à um poderoso senhor feudal de outro pais que prometeu cuidar e ensinar ao garoto tudo que poderia para torna-lo um homem importante no futuro. Sufer foi criado como um filho pelo homem que o ensinou filosofia, politica, alquimia e como lutar como um verdadeiro guerreiro.

O garoto não era muito bem visto pelos conselheiros do Senhor, mas ele ao longo dos anos foi provando que era um grande negociador, visto as mais diversas soluções que encontrava para os casos mais absurdos e improváveis de solução. Além disso, ele sempre demonstrou coragem para enfrentar qualquer um que estivesse a sua frente e, por causa disso, recebeu o titulo de BraveHeart - Bravo Coração - entre seus companheiros.

Quando Andragoras III foi às Terras do Leste para expansão do seu território, Sufer foi chamado por seu pai para encontrar uma solução que não envolvessem guerras ou mortes. Sufer então propôs uma unica batalha entre dois guerreiros, um de cada reino e o vencedor iria determinar as regras do acordo, quando todos aceitaram a ideia, o jovem se prontificou a lutar. Ele sabia que seu pai queria a união entre os países, visto que seria muito bom para os negócios.

Confiante de sua vitoria, o guerreiro de Andragoras III foi facilmente derrotado por Sufer que, no instante de sua vitoria, foi questionado quais eram suas demandas, o garoto disse que queria um lugar nos exércitos do Conquistador que não pensou duas vezes em incluir o homem em seus exércitos, principalmente entre os 12 Guerreiros do Sol que obtiveram diversas vitorias ao longo dos anos.

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Re: Capítulo 0 - Prólogo.

Mensagem  Guima em Qua Ago 15, 2018 4:51 pm

Anos atrás...

O caminho de São Saladino era uma peregrinação de autoconhecimento e espiritualidade. Diz a lenda que aquele que fizesse todo o trajeto de São Saladino ao chegar no final da peregrinação receberia do proprio santo a benção e o direito de resposta a uma unica pergunta. Se isso é verdade ninguem sabia pois o caminho de São Saladino era muito extenso e muitos desistiam antes de chegar ao fim.

Andragoras III decidiu certa vez fazer o caminho de São Saladino no intuito de saber se a lenda era verdadeira. Ele gostaria de poder conhecer o Santo pessoalmente... Saladino foi um grande e sabio guerreiro. No terceiro dia da peregrinação junto de sua guarda composta de seis homens, Andragoras fora atacado por saqueadores nomades. Esses saqueadores eram conhecidos por "lobos da estepe", cruéis e sanguinarios, os lobos não faziam prisioneiros... Apenas matavam e roubavam todos os pertences daqueles que cruzavam seu caminho.

O combate fora iminente, e embora a guarda do rei e o proprio rei fossem lutadores da mais alta estirpe, o numero de saqueadores suplantou a experiencia dos homens do rei. Por fim só sobrou Andragoras que lutou bravamente tirando a vida de varios lobos, porem o mesmo estava cansado e era impossivel para ele lidar contra vinte homens sozinhos. Demonstrando sinais de cansaço ao empunhar sua espada, o lider dos saqueadores debochava.

Lider dos Lobos: Você luta com paixão, homem civilizado. Posso ver pelo seus brasões que você deve ser da alta sociedade ou até mesmo um rei. Mas aqui no meio do nada, titulos não o salvarão. Tirarei sua vida, mas prometo ser rapido...

Subito o zunir de vento sendo cortado irrompe a audição de todos....O chicote avança pelo ar criando um borrão e cortando três dedos da mão do lider dos saqueadores fazendo-o derrubar sua arma no chão.

???: Você deveria agir mais e falar menos. Disso o homem misterioso que serpenteava o chicote no ar.


Grave o nome de seu executor, seu saqueador cretino. Auron Lasher! Depois disso, Auron ceifou a vida do Saqueador com um golpe rapido de seu chicote no pescoço degolando-o...

Os demais saqueadores ao verem seu líder morrer fugiram restando apenas alguns poucos que decidiram vingar a morte do lider, mas a essa altura o numero de oponentes era algo que Auron e Andragoras podiam lidar. No fim os dois guerreiros estavam em pé sobre os corpos dos saqueadores...

Andragoras: Obrigado, Auron. Devo minha vida a você.

Auron: Você não me deve nada... Eu só estava passando por perto e vi que precisava de ajuda. Detesto esse tipo de gente: saqueadores.

Andragoras: Não, eu preciso te agradecer de alguma forma. Mas antes preciso terminar minha peregrinação.

Auron: O caminho de São Saladino? Sinto muito mas tudo que você ira encontrar no fim dessa jornada é uma pilha de pedras que marcam onde Saladino morreu, tudo o que você ouviu sobre é lenda ou boato de fé cega. Volte para seu reino, rei. Seu povo precisa de você.

Andragoras: Você me conhece? Você ja terminou o caminho para dizer isso?

Auron: Não o conheço, mas a julgar pelas suas vestimentas, brasões, postura e armas você parece ser rei. E sim, ja fiz o caminho de São Saladino.

Andragoras: Então venha ao meu reino, Seja meu cavaleiro. Tive o prazer de lutar ao seu lado e reconhecer suas habilidades. Você seria uma peça indispensavel,

Auron: Sinto muito mas não me curvo a ninguém, nem a Deuses e nem a reis. Minha natureza é nômade e sou um homem livre.

Andragoras: Entendo. Aceitaria minha amizade?

Auron: Sua amizade? É sempre bom ter um amigo...

Andragoras: Então como um convite de amigo, venha comigo para o meu reino. Você tambem parece sujo e cansado. Um pouco de descanso e uma boa alimentação não fará mal a ninguem

Auron consentiu com a cabeça. Andragoras sorriu e depois de enterrar  seus soldados com a ajuda de Auron, laçou os cavalos dos mesmo e partiram para o seu reino.

Os dois firmaram uma grande amizade, e Auron com o tempo acabou aceitando ser um dos cavaleiros do Sol de Andragoras, mas com a exceção de que essa responsabilidade não o impedisse de ser um espirito livre e nomade como ele sempre foi. Mas por conta da amizade entre os dois, Auron sempre respondia ao chamado de Andragoras.

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Re: Capítulo 0 - Prólogo.

Mensagem  Nasinbene em Qua Ago 15, 2018 5:09 pm

Harold sempre fora forte como um touro, desde garoto. De grande porte e afeito ao trabalho na fazenda, o jovem seguia sua vida em paz, ajudando seus pais nos afazeres e pensando em cortejar a jovem da fazenda vizinha. Constituir família, herdar a fazenda... Enfim, nada grandioso ou espetacular. O rapaz tinha, de fato, uma vida invejável... Até o dia em que seu pequeno paraíso foi despedaçado brutalmente.
A fazenda dos pais de Harold ficava bem na divisa entre dois reinos: o poderoso e expansionista reino de Andragoras III e um pequeno (mas irredutível) reino ao norte. No momento em que a expansão começou, a pequena fazenda de Haroldo foi pega no fogo cruzado e desapropriada pelo reino defensor com toda a brutalidade possível. Seu pai foi morto tentando defender suas terras, sua mãe e irmãs brutalmente violentadas e mortas diante dos seus olhos... os campos, incendiados depois de ter toda a colheita possível roubada (para que os invasores não pudesse se reabastecer, disse um oficial)... Diante de toda essa barbárie, Harold explodiu em fúria: como um touro fora de controle, Harold atacou violentamente, e mesmo com as mãos nuas, matou cerca de oito guardas e continuava avançando. Quando o exército de Andragoras chegou a fazenda, o rapaz já havia matado quase o batalhão todo, apesar de seu olho direito ter sido arrancado por um soldado apavorado. Aparentemente, nada poderia aplacar a fúria do rapaz. Quando ele se preparava para atacar os soldados de Andragoras, ele percebeu que a jovem da fazenda vizinha estava junto com eles, amparada pelos soldados. Eles tinham chegado à fazenda vizinha algumas horas antes e tinham conseguido impedir que ela fosse morta. Quando Harold viu a garota viva e bem, desabou, num misto de lágrimas sangue, colocando para fora todo aquele sentimento de impotência ante ao tempo e ao destino.
O capitão daquele destacamento ficou muito impressionado com o que um jovem naquela tenra idade tinha conseguido fazer contra soldados profissionais e ofereceu ao jovem um posto no exército Sarabiano. Sem muitas opções e tomado pelo ódio que sentia contra o reino que havia dizimado sua família, Harold prontamente aceitou, galgando posições na hierarquia militar como nenhum outro soldado havia feito antes dele. Dono de uma força incomparável, uma destreza fora do comum no manejo de armas brancas, a única desvantagem de Harold eram seus rompantes de fúria, capazes de fazer fazer batalhões inteiros dos exércitos inimigos caírem aos seus pés. Os que não morriam diante de tamanha fúria, fugiam, garantindo a Andragoras muitas vitórias fáceis... bastava que seu nome soasse no campo de batalha para que os homens fugissem como crianças... ninguém queria cair frente à espada do "touro do norte", como ficou conhecido.
Quando chegou o momento em que os 12 Guerreiros do Sol fossem escolhidos, prontamente o nome de Harold foi citado. E, passados alguns anos desde sua tragédia, Harold agora ocupava um posto de destaque no exército, sendo o mais jovem a ter ocupado tal patente. E assim, numa cerimônia junto aos outros 11 cavaleiros, Harold foi agraciado com o item Eye of Destiny, um item capaz de fazer com que Harold parasse o tempo parar por alguns segundos... Foi isso o que o Meistre de Andragoras havia prometido. O próprio Andragoras esteve presente na cerimônia, já que ele e Harold haviam vencido muitas e muitas batalhas lutando lado a lado, praticamente sozinhos... Isso foi determinante para a escolha de Harold como o Cavaleiro de Touro, ja que o rei tinha visto in loco a bravura e poder daquele guerreiro.
No momento da entrega do item, foi a última vez em que Harold derramou uma lágrima... o oficial que o tinha resgatado anos antes, tinha agora sido destacado pra lhe conceder a dádiva, embora ele mesmo estivesse agora numa patente inferior à de Harold...
De posse do Eye of Destiny, o já assombroso poder de Harold subiu exponencialmente, e se antes ele já era difícil de ser detido, agora era praticamente irrefreável... Leal ao rei Andragoras, Harold dizimou reinos e reinos na campanha expansionista de Sibaria (embora muitas vezes bastava sua presença no campo de batalha para que o inimigo se rendesse...)

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Re: Capítulo 0 - Prólogo.

Mensagem  Drako em Qui Ago 16, 2018 9:08 pm

O sol castigava a cabeça e as costas do povo do Reino, mas nada impedia que a rotina daquele lugar continuasse como sempre.

Sarabi abrigava mais ou menos 100 mil habitantes. Era viva, barulhenta e quente durante todo o dia. Pessoas andando pelo comércio, com os vendedores gritando e anunciando suas mercadorias, enquanto crianças correm e brincam pelas ruas e becos. Os guardas do exército faziam rondas montados em seus cavalos por todo o reino, evitando furtos e crimes mais graves, que mesmo assim aconteciam de tempos em tempos.

Todo o lugar estava eufórico com a novidade, apesar de ninguém saber o que esperar. Pela primeira vez em toda a história, Sarabi abria as portas para os outros reinos adentrarem sem correrem o risco de serem conquistados. A ideia que passava é que se iniciava uma era feita no diálogo.

O cenário percorre todo o reino e se aproxima do gigantesco palácio real. A medida que a morada do rei vai chegando, as casas vão se tornando mais nobres. As pessoas com maior riqueza procuravam residir próximo do homem mais poderoso do Reino.

O Palácio do rei era um monumento criado ainda na época de Gotarzes II, que gostava de arquitetura mais do que governar. Gigantesco e imponente, era realmente uma morada digna de um conquistador que Andragoras III foi. Adentrando o portão, o primeiro aposento é o enorme salão do trono que podia ser visto logo da entrada.

Eram dois tronos. Um grande, para o rei, e um menor, para a Rainha.

Sentado de forma relaxada, mas de postura correta, estava Hilmes, que seria coroado esta tarde.


Hilmes tinha a personalidade parecida com a de seu pai, era frio e não mostrava seus sentimentos. É um exímio combatente, mas, diferente do falecido, ele não ia para o campo de batalha. Haviam dúvidas no reino de que tipo de rei ele seria, pois a verdade é que ninguém o conhecia direito.

Ao seu lado, sentada no outro trono, estava Tahamine, segunda esposa de Andragoras III e atual rainha.


Era considerada a mulher mais linda do mundo quando se casou com o rei de Sarabi. É mãe de Arslan, segundo filho de Andragoras. Só se mostrava uma pessoa feliz quando estava próxima a seu filho, fora isso sempre mantinha um rosto impassível. Os burburinhos que corriam pelo palácio era de que ela se tornou frígida ao viver com o rei.

Algo impossível de não notar era o que ficava atrás dos dois tronos. Mais parecia uma estátua ou um manequim com armadura. Tinha dois metros de altura, era visível atrás de onde o rei sentava, e sua armadura reluzia como ouro bem polido.

O mais forte dos 12 Guerreiros do Sol.

Kaiser de Leão.


O único que conhecia a história desse guerreiro tinha falecido há alguns dias atrás. Só se sabe que é o guardião pessoal do Rei, pois Kaiser nunca disse uma palavra para ninguém da corte ou para os outros Guerreiros do Sol. Comunicava-se apenas com Andragoras. O que todos, não só de Sarabi, mas dos outros reinos, sabiam muito bem era a sua ferocidade em batalha. Aqueles que cruzaram seu caminho foram eliminados.

O portão do palácio se abriu e um homem bem condecorado entrou no salão. Era Narsus, o conselheiro real e estrategista do reino. Foi pupilo do próprio rei e aprendeu todo seu conhecimento, além de incluir coisas aprendidas por ele mesmo. Era um bom homem, porém não muito humilde. Gosta de pintar em seu tempo livre e apesar de achar tudo que faz maravilhoso, ele é péssimo na arte.

Andou até antes das cinco escadas que subiam até o trono e se ajoelhou em frente ao futuro rei.


Narsus: Os 11 Guerreiros do Sol já estão todos reunidos, Majestade. Não foi fácil de encontrar Auron de Aquário, mas consegui traze-lo a tempo.

Hilmes: E quanto à filha de Elliot? Está morta?

Narsus: Não, Majestade. Ela vive com o irmão adotivo aqui mesmo no Reino. Ordenei que os soldados a enviasse o convite para comparecer a cerimônia para honrar os serviços que o pai dela prestou ao Rei Andragoras III.

Hilmes: Pois bem. Procure entre os soldados do exército alguém se sobressaia, já faz muito tempo que não temos um Guerreiro de Gêmeos.

Narsus: Tem razão.

Hilmes: E mandem achar o meu irmão pela cidade, eu quero que ele esteja aqui para ver meu coroamento e não fique perdendo tempo com a plebe.

Narsus: Farei imediatamente.

O conselheiro se levanta e passa pelo salão até a saída. Hilmes apenas vira a cabeça para o lado para a Rainha.

Hilmes: Ainda tenho que resolver a questão de quem será minha rainha. Ainda dá tempo, Tahamine, que tal?

Ela continua impassível, sem dizer uma palavra ou mudar a expressão.

Hilmes: Pfff. Foi uma brincadeira, eu não tenho interesse em nada que foi daquele velho, a não ser o Reino. E você não iria me servir, eu preciso ter herdeiros. –Ele volta a olhar para a entrada do palácio.—Bem, vamos esperar nossos convidados chegarem.

Off: Todos foram ordenados a comparecer no evento que irá acontecer. Digam o que faziam até então e finalizem o post no salão do palácio. Nenhum de vocês tem relação com o Hilmes ou com a Rainha, só sabem o que eu disse no post. A personagem do Lib irá receber o convite para comparecer no evento e o personagem do Guima será encontrado pelos soldados do exército para ser convocado.

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Re: Capítulo 0 - Prólogo.

Mensagem  Ricardo Sato em Qui Ago 16, 2018 11:06 pm

-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Dentro de uma mansão de bom tamanho mas estranhamente silenciosa, cravada em uma parte próxima do palácio mas ainda sim mais isolada de seus vizinhos e cheia de saídas "discretas",uma casa onde a maioria dos serviçais apenas vinha prestar serviços quando chamados e mesmo os fixos moravam em lugares separados na propriedade, vivia Mordai Khan de Áries.O casarão era mais uma prova de sua posição do que um lar e era raramente visitado por outros com excessão de seu pai adotivo quando ainda vivo.

Mordai sentava-se em uma cadeira enquanto apoiava uma de suas pernas em outra,estava pensativo enquanto segurava um copo de vinho e observa um objeto sobre a mesa, um objeto que a muito não via e que normalmente jazia muito bem escondido.



Quantos homens poderiam dizer que haviam encarado a si mesmos?Aquela fôra por muito tempo a sua única face....a máscara da morte pela qual poucas pessoas o conheciam.Sua mente vagava para tempos que pareciam muito distantes, tempos sombrios.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------
6 dias antes da Batalha do Sol...

A figura corria pelas sombras sem som ou alvoroço pelo campo inimigo,com um breve salto a silhueta já percorria os telhados de madeira da base improvisada para a futura batalha, em segundos o quarto do comandante estava sob seus pés, com movimentos precisos o feno era retirado deixando a armação a mostra, assim como o corpo inchado pela bebida do capitão abraçado a duas jovens nuas e com correntes nos tornozelos.
Um fino fio com um tubo oco na ponta descia pelo buraco e flutuava sobre os lábios do homem e logo um líquido escorria para sua boca...uma leve virada foi a única reação....a última reação, e o feno já estava recolocado.

 Dali a figura singrou a base mais uma vez,dessa vez para um local onde já estivera e havia preparado algo, um guarda tinha saído de seu posto e se prostava em seu caminho, ao virar seu pescoço o guarda viu uma máscara demoníaca que lhe fitava pelas costas a uns poucos centímetros...ele teria gritado mas o garrote já lhe cortava a respiração e as veias do pescoço.A figura escondeu o corpo e ascendeu o pavio antes de sumir nas sombras, quando já estava a meio caminho do lugar de onde saíra ele pôde ouvir o alarme e ver a fumaça, que sabia, vinha do barracão de armas.

Outra figura encapuzada o esperava "não precisa retornar,a chefia tem outros planos.Apresentesse nesse local em seis dias....sem a máscara", ela disse.A figura então sumiu e o homem na máscara continuou ali por um tempo até retirá-la.



....Sem a máscara é ?O que você quer de mim agora sua majestade?

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Mordai sorvia mais um gole, conhecia sua história, toda ela...mas até onde sabia, ninguém além do próprio rei tinha o mesmo conhecimento.O guerreiro desconhecido havia conquistado seu respeito entre seu grupo, havia visto aquela que teria sido a sua tribo prosperar no comando de forte Vulkosh, conhecia a história de seus pais, dos dois e sentia orgulho das duas...orgulho mas não amor, nunca amor.A verdade é que ele sempre fez o que precisava fazer, nunca se arrependeu, mas tudo aquilo que fazia seja lutando nas sombras ou a frente de batalha não era a sua luta.Mordai filho de Khan nunca teve os próprios sonhos, só a missão....quem sabe não fosse a hora de mudar isso, havia servido, provavelmente mais do que a maioria...será que não seria a hora de fazer seu próprio caminho,agora que Andrágoras não mais vivia?

Era algo a se pensar, se aposentar ou quem sabe adquirir ainda mais responsabilidades, haviam tantas opções....todas as opções, mas amanhã seria a coroação, amanhã no mínimo, Mordai de áries ainda existiria.

------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Dia da Coroação...

Um funcionário aflito corria pelos corredores.

Funcionário real:Algum dos guerreiros so sol já chegou?Tudo tem de ser perfeito....

É então que ele salta tendo se assustado com uma sombra que surgira a suas costas.

Mordai Khan de Áries se apresentando....qual será o planejamento?Devemos nos reunir em algum lugar antes ou apenas adentrar a sala do trono a medida que chegamos?



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Re: Capítulo 0 - Prólogo.

Mensagem  Lib em Sex Ago 17, 2018 3:37 pm

Véspera da Cerimônia de Coroação:

Ellisa cantarolava enquanto escrevia.

Ela sempre fazia isso, na verdade. Sempre que estava totalmente imersa em seu próprio mundinho, ela deixava escapar um cantarolar doce, suave e levemente fora do tom. Um cantarolar que Ellijah adorava ouvir, principalmente porque significava que a irmã estava bem. E, de forma geral, para Ellisa, "estar bem" significava estar em meio aos seus muitos livros de medicina, perdida em esboços do corpo humano, diagramas dos órgãos internos, e complexos estudos sobre reações medicinais. Tudo parte da extensa lista de volumes que compunham a exuberante biblioteca da chacará simples em que viviam.

Hoje não seria diferente. Lá estava ela, rabiscando anotações em sua mesinha sob a janela. Do outro canto, brincando com um livro de colorir, Ellijah fingia não prestar atenção em cada mínimo movimento que a irmã fazia. Cada vez que ela se curvava, ele se preparava para pegá-la, caso viesse a cair.

Ellijah: Onee-chan... - Ele disse em tom preocupado, mas tentando soar casual. - Como vai a leitura?

Ellisa: Hum? - Ela disse olhando pra ele, como alguém que acabou de sair de um transe. - Ah! - Respondeu abrindo um sorriso. - Vai ótima! Sabia que os pulmões humanos são divididos em segmentos chamados de lóbos? O pulmão esquerdo possui dois lóbos e o direito três.

Ellijah: Legal... - Ele disse sem conseguir disfarçar o desinteresse. - O que acha de fazer uma pausa para tomarmos um chá?

Ellisa: Não posso parar agora, Ellijah! - Ela respondeu empolgada. - Mas eu aceito chá! Pode fazer pra gente?

Ellijah: Sozinho? - Ele olhou para ela sem reação por um instante. Era naqueles momentos que a coisa que ele mais odiava no mundo se apresentava diante dos seus olhos: não estar no mesmo cômodo que a sua irmã. Não tê-la em seu campo de vista para protegê-la caso ela precise. - Eu... Po-posso.

Ellisa: Obrigado, nii-san! - Ela abriu um sorriso cativante e maravilhoso. - De cereja, por favor!

Ellijah foi para a cozinha, e ela pode ouvir seus passos pesados soarem pelo assoalho, seguido do som da chaleira sendo enchida de água vindos da cozinha. Ela sorriu apenas ao imaginar o irmão no outro cômodo. Sabia, é claro, que ele odiava não estar perto dela, mas reconhecia o quanto ele se esforçava para dar espaço pra ela.

O som das batidas ecoou da porta da frente. Ellisa se esticou em sua mesa para ver se o irmão tinha ouvido. O som do chá sendo preparado não parou, o que a fez presumir que ele não tinha ouvido as batidas. Foi até a porta e girou o trinco, se deparando com um homem vestido com trajes militares formais.

Soldado: Senhorita Ellisa? - O soldado perguntou em tom jovial. - A senhorita é a filha de Elliot Olsen?

Ellisa: Sim, senhor... - Ela respondeu curiosa.

Soldado: A você e seu irmão foram convidados formalmente para a cerimônia de posse da sua majestade. - O tom agora era totalmente formal, como quem repete um discurso cuidadosamente decorado. - Haverá uma homenagem em honra ao senhor, seu pai, por isso sua majestade convidou-a para um lugar de honra, junto aos 12 Guerreiros do S--

Ellijah: Ela não vai! - A voz veio do outro lado da sala. Ellijah tinha uma expressão severa no rosto e segurava uma bandeija com duas xícaras de chá que exalavam um arama maravilhoso de cereja.

Soldado: Senhor?

Ellijah: A cerimônia será no meio da tarde. - Ele disse no mesmo tom severo. - Nessa época do ano, o sol e o calor vão ser intensos. Ellisa não pode ficar no sol. Ela vai ter dores de cabeça... Vai passar mal. Nós não vamos. Vamos ficar em casa... E tomar chá.

Ellisa: Eu estou bem! Não tenho mais dores de cabeça por causa do sol! - Na verdade, ela estava com dor de cabeça AGORA, mas não contaria isso para o irmão. - Não podemos recusar um convite do rei!

Ellijah: E eu não posso desobedecer as ordens do papai! - Ele rebateu. - Nós não vamos.

Soldado: O que devo dizer ao rei?

Ellijah: Que nós NÃO vamos!

Ellisa: Que nós vamos!

A voz dos dois soou pela sala ao mesmo tempo. Ellijah apertava a bandeja com tanta força sob seus dedos que sentiu o metal amassando. Uma frustração subiu pela sua garganta, e um sentimento de quase desespero tomou conta do seu coração ao imaginar a irmã vomitando e passando mal. Ele deixou a bandeia cair, ignorando o chá quente derramado. Correu na direção da porta e se virou para o soldado que o encarava.

Ellijah: Porque você tá aqui?! - Ele gritou para o homem que o olhava sem entender. - Nós não queremos você aqui! Ninguém quer! - Gritava cada vez mais alto. - Vá embora!

O silêncio pairou por um segundo. Que virou um minuto. Que pareceu durar uma eternidade.

Ellisa: Peça desculpas, nii-san... - Sussurrou.

Ellijah: Não! - Ele continuou gritando.

Ellisa: Peça desculpas! - Ela levantou a voz.

Ellijah: Não, não, não e não! - Ele segurou a porta, pronto para batê-la na cara do soldado que os encarava sem entender o que estava vendo.

Ellisa: Peça desculpas! - Ela gritou. - EU ESTOU MANDANDO!

Ele sentiu um calafrio pela espinha. Um sentimento como uma corrente elétrica tomou conta do seu corpo. Sua expressão facial mudou imediatamente. Seu olhar, antes enérgico e até mesmo ameaçador, deu lugar à uma expressão vazia. Ele olhou no fundo dos olhos do soldado. Se curvou.

Ellijah: Me desculpe, senhor. - Ele diz. A voz completamente monótona.

Ellisa abriu um sorriso, cruzou os braços sentindo-se vitoriosa.

Ellisa: Viu só? - Ela diz orgulhosa de si. - Não é sempre melhor sermos educados?

Ellijah: Sim, Ellisa. - Ele continuava curvado. A voz ainda monótona.

Ellisa: Me desculpe, senhor soldado. - Ellisa volta a olhar o homem na porta. - Pode confirmar nossa presença.


Última edição por Lib em Seg Ago 27, 2018 8:00 am, editado 1 vez(es)

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Re: Capítulo 0 - Prólogo.

Mensagem  Scorpion em Sab Ago 18, 2018 5:46 pm

Orfanato

Gabrielle estava sentada no pé da cama de um dos jovens daquele lugar.

Gabrielle: Você sabe que isso era errado, Ian... Você tem que devolver o que pegou.

Ian: Mas senhorita Gabrielle... Se eu for devolver, os guardas estarão me esperando.

Gabrielle: Eu irei com você, Ian. Ninguém irá lhe fazer mal.

Ian: Você promete?

Gabrielle: Prometo. E você me prometa que nunca mais irá roubar nada.

Ian: Eu... eu prometo.

Gabrielle: Muito bem, então. Vamos?

Ambos se levantaram e foram descendo. Ian carregava um saco de moedas que ele havia roubado e ela o apoiava segurando em seu ombro.
Quando saíram pela porta, quatro guardas estavam ali, esperando o jovem.

Guarda: Foi bom você sair, ladrãozinho!

Guarda: É isso mesmo! As masmorrar têm um lugar especial para pequenos delinquentes como você.

Gabrielle: Eu já conversei com ele, guardas. Ele irá devolver o que roubou e nunca mais roubará na vida.

O menino se escondia atrás do manto de Gabrielle.

Guarda: Você não decide nada, dona!

Guarda: Nós vamos levá-lo e se você ficar em nosso caminho, levará um corretivo também por obstruir a justiça!

Os guardas sacaram a espada e um deles disse.

Guarda: Pegue o garoto, Finn!

Guarda Finn: Eu... eu não consigo me mexer! Mas que brilho é esse?

Havia um brilho róseo estranho em torno dos pés do Guarda Finn... e em torno dos pés dos outros... e nos olhos de Gabrielle.

Gabrielle: O que foi que aconteceu, soldados? As armaduras não podem estar tão pesadas para homens tão fortes! Sabem... a prisão não é o lugar ideal para um jovem assim. Ele não assassinou ninguém. Só foi mal instruído. Com carinho e dedicação, ele pode se tornar um bom cidadão.

Foi então que um mensageiro chegou correndo, abaixou a cabeça e entregou uma mensagem

Mensageiro: Senhorita Gabrielle, A Guerreira de Virgem...

Guardas: GUERREIRA DE VIRGEM?!

Guarda: Oh, nos perdoe, senhorita Gabrielle!

Guarda: Sim, fomos uns tolos! Não a reconhecemos com este manto.

Gabrielle: Está tudo bem... podem partir e deixem esse garoto em paz.

Guarda: S-S-Sim, senhora! Vamos rapazes!

E se colocaram em disparada.

Ian: Obrigado, Senhorita Gabrielle!

Gabriella: Agora, me faça o que prometeu! Seja um bom garoto, trabalhe e lute pelo que você quer. Vá devolver isso que você roubou que não é seu!

Ian: Sim!

E saiu correndo...

Mensageiro: Senhorita... O novo rei a convoca! Todos os doze cavaleiros devem comparecer ao palácio.

Gabrielle: Muito bem... o dever me chama.

Ela colocou o capuz para evitar que seu corpo voluptoso chamasse mais atenção e se dirigiu ao palácio.

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Re: Capítulo 0 - Prólogo.

Mensagem  Wesker em Sab Ago 18, 2018 6:19 pm

Talvez o sol fosse um problema para muitos. Ou para aqueles que não estivessem em seu navio, ouvindo o barulho das ondas e a brisa suave do mar.

(Especialmente aquelAS deitadas se bronzeando usando apenas bikini e...Bem, o chapéu)

- Capitã Liliana! Capitã Liliana! Um navio se aproxima.

O Chapéu cobria todo o rosto da jovem capitã, que resmungava de forma preguiçosa dobrando uma das pernas.

- Faça o de sempre 2a imediata Camille...Afunde o navio deles. Estou... ocupada.

- Ma-Mas...Capitã. Eles tem a bandeira de Sarabi! Eles...

A mão da capitã ia até o chapéu, revelando apenas o suficiente para um olhar poucos satisfeito de Liliana, que parecia ter o efeito de um disparo de canhão.

- E-E-le é um me-mensageiro! Disse que veio a mando do herdeiro do rei. Achamos que gostaria de falar com ele!

Liliana deu um pesado suspiro e sentou-se. Noticias ruins viajavam rapido, ouvia os rumores agitados a respeito da coração a vários dias, da mesma forma que havia notado a movimentançao  de navios cruzando constantemente o território para visitar Sarabi, tendo como destino a cerimônia de coroação.

(E detestava. Afinal aquele era SEU mar. Seu território. Vai por mim, é melhor não debater)

Ao levantar-se, recolheu ali próximo seu sabre com a bainha que estava ao lado, a medida que os pés delicados se deslocaram pela madeira quente do convés.

O mensageiro ja havia ouvido (acredite, fizeram QUESTÃO de fazer ele ouvir até demais) sobre a pirata, seus feitos e maneirismos.

Era apenas uma questão de ir até la e convoca-la. Estava pronto

(Mas o coitado não esperava uma pirata de bikini. Não mesmo)

- Sabe...Meu rosto fica mais para cima.

- Me...Perdoe Calaveira do Sol! Sua presença é requisitada para a coroação de Hilmes! Nós...Eu...

- Eu vou repetir apenas uma vez antes de joga-lo ao mar: Meu rosto. Aqui.

- Ahn...Certo! De qualquer forma, todos os cavaleiros devem se reunir! Pela primeira vez os outros reinos estaram lá e...Sua...Presença.

Antes que o mensageiro conseguisse disfarçar, uma onda aparecia de forma sobrenatural erguer-se na superficie outrora pacifica da água, para em seguida deixar o oceano e ir até o navio. Essa onda projetava o mensageira para fora do barco, deixando apenas um envelope com o brasão real que ela conhecia tão bem. Liliana guardava o sabre na bainha enquanto se aproximava de Camille, que a auxiliava com seu sobretudo.

- 2a imediata Camille, cuide de tudo. O reino mais uma vez precisa dos 12 cavaleiros.



XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX


As pesadas portas se abriam denunciando a chegada dela: A intrépida, temerária, popular, megalomaniaca (insira aqui uma série de outros adjetivos adequados, e outros nem tanto ) Capitã Liliana! Nada mais era ouvido a não ser o som de suas botas contra o solo de pedra dura e fria do salão. Ela andava a passos firmes: Sua postura era um reflexo de seu comportamento: Ousada, desafiadora. Mantinha o sorriso assim como o sabre em mãos abaixado enquanto aproximava-se cada vez mais da rainha e do futuro rei.

(Ninguem anuncia a maluca, ela gosta de entradas triunfais)

Contudo, ela parava na distância correta, guardando o sabre na bainha e retirando o chapéu com a outra mão, curvando-se.

Muitos esqueciam, mas mesmo se tratando de uma pirata, a representante de  Peixes sabia muito bem ter o comportamento de uma nobre quando queria.

- Minhas sinceras condolências rainha. O pai de seu filho será eternamente lembrado por tornar Sarabi no que é hoje.

A voz era gentil e ponderada. Não esperava respostas. Sabia que não viriam. Mas mantinha a cabeça baixa enquanto permanecia sobre os joelhos. Criando um instante de silêncio.

Respeito ao rei que havia nos deixado. E escolhido aqueles que logo estariam reunidos ali.

Liliana erguia o olhar em direção a Hilmes. Falava com um tom levemente mais forte:

- Da mesma forma, venho reafirmar minha lealdade. Com o reino e seu rei, assim permanece o cavaleiro do sol de Peixes alteza.

Não fazia questão de mudar o genero, e curvava a cabeça ao principe herdeiro.

Aguardaria caso este dissese algo, e levantaria-se devagar. Recolocaria o chapéu e encararia Kaiser por alguns segundos.



(Calma, nem ela é assim tão maluca)

Faria uma nova referência antes de se posicionar no local indicado.

Aguardando...Aguardando...

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Re: Capítulo 0 - Prólogo.

Mensagem  Pedro H. Oliveira em Seg Ago 20, 2018 1:51 pm


Em uma floresta nas proximidades da Capital, Sufer estava diante de uma serie de guerreiros segurando espadas, escudos e lanças. O guerreiro estava em posição de combate com sua espada pronta para atacar.


Todos estavam em silencio, apenas aguardando um dos lados tomar alguma atitude para iniciar o combate. As marcas em azul no seu corpo começam a brilhar e chegam até suas mãos e, nesse instante os soldados partem correndo na direção do Guerreiro, porém eles podem ver a lâmina em sua mão começar a brilhar e emanar uma chama vermelha.

- Taiyō-shin no Geijutsu: Suwarō no tsubasa (Estilo do Deus Sol: Asas da Andorinha)!!!!

As chamas ao redor da espada tomam conta de todo o corpo de Sufer, fazendo com que ele se transforme num gigantesco pássaro de fogo que passa por todos os soldados sem quem qualquer um pudesse fazer algo além de ficarem imoveis enquanto a criatura passava por eles. Do outro lado, num piscar de olhos, o guerreiro permanecia parado, até que alguns segundos depois fez o movimento de guardar a espada em sua bainha e, quase como se fosse tudo sincronizado, os guerreiros caíram no chão derrotados.

- Esse é uma das técnicas do Estilo do Deus Sol, um estilo de luta desenvolvido vários séculos atrás pela Família Real do Leste. - Ele se vira para os guerreiros. - Essa em especifico é a mais poderosa de meu pai, porém eu a utilizei com um poder reduzido em 100x apenas para demonstrar para vocês, mas acho que ainda assim foi exagerado haha

Os soldados então se levantam e começam a rir junto de Sufer que parecia desconcertado pelo fato de ter exagerado com seus alunos. Enquanto explicava para eles um pouco de sua técnica de luta e como ela funciona, o guerreiro percebe a aproximação de alguns soldados do Rei vindo para o campo de treinamento. Ele sabia o que aquilo significava e despensa os alunos do treinamento.

____

No dia da coroação, Sufer vestia trajes mais formais do que apenas sua armadura e espada, afinal de contas, aquele era um evento oficial e de extrema importância para todo o reino. Ao chegar ao local, ele cumprimenta os demais companheiros dentre os 12 Guerreiros e se posiciona próximo aos demais.

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Re: Capítulo 0 - Prólogo.

Mensagem  Guima em Seg Ago 20, 2018 6:51 pm

Em alguma estalagem de alguma fronteira do reino Auron bebia uma cerveja antes de descansar e tirar o pó da estrada. Auron de aquário era um dos doze guerreiros do sol a serviço do rei, mas por conta de sua amizade com Andragoras ele tinha " direito a liberdade" não que os outros não tivessem, mas era costumeiros os demais sempre estarem nas proximidades de sarabi. Auron não, o lar de Auron era a estrada...porém onde Auron estivesse ele atenderia o chamado de Andragoras... E fora o que aconteceu a pouco quando emissários do reino entregaram uma carta a Auron e comunicaram que o rei precisava dele mais uma vez. Mas o rei em questão não era Andragoras e sim sei filho: Hilmes. Embora fosse amigo próximo do rei, Hilmes era um completo estranho para Auron. Mas em respeito ao rei falecido, Auron concordou em voltar com os mensageiros...

Preparou suas coisas e celou seu cavalo de viagem "passplargo" e iniciou a viagem de volta à Sarabi.

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Re: Capítulo 0 - Prólogo.

Mensagem  Nasinbene em Sex Ago 24, 2018 5:18 pm

Fronteira norte de Sarabi, dias atrás...

A luta tinha sido breve. A planície nevada à frente estava toda coberta de sangue e entranhas, e permaneceria assim por algum tempo ainda. Era bom, serviria de exemplo para que futuros invasores pensassem duas vezes antes de ousar ameaçar o reino. Sentado em uma pedra, no alto de uma pequena elevação, Harold limpava o sangue de sua espada e a afiava continuamente, como num ritual para voltar à calma após a carnificina que havia perpetrado. Na maioria das lutas em que ele participara, sua mera presença bastava para evitar o conflito e o derramamento de sangue. Dessa vez, os bárbaros rebeldes tinha sido tolos o bastante para tentar fazer frente à fúria de Harold de Touro. Um grave erro, devidamente punido com a morte. Seus comandados tinham lutado bem também... apesar de jovem, o Cavaleiro de Touro era um excelente estrategista e muito severo no cumprimento das ordens... Seu pelotão tinha uma devoção quase fraternal pelo seu comandante e uns pelos outros, esses homens e mulheres se cuidavam e se protegiam como uma verdadeira família, como se todos fossem apenas um. E isso fazia deles um dos pelotões mais mortais de Sarabi. Todos se conheciam bem, sabiam de seus pequenos "rituais" pré e pós batalha, e respeitavam esses momentos. Então, quando Harold vê seu segundo em comando vindo em sua direção, ele sabia que algo sério tinha acontecido:

- Com licença, meu Capitão...

- Algo errado, Garen?

- Temo que sim, Senhor... o rei...

Harold para de afiar a espada e olha diretamente para o rosto de Garen. O homem estava, lívido, como se houvesse visto um fantasma. Era um dos homens mais valentes do pelotão e poucas coisas eram capazes de deixa-lo abalado daquela forma. Preocupado, o Cavaleiro de Touro se põe em pé e rapidamente embainha a espada em suas costas. Prevendo algo realmente sério, ele apenas diz ao comandado:

- Fale logo, homem...

- O Rei Andragoras, Senhor... Morreu na noite passada. Um mensageiro acabou de trazer a notícia.

A notícia atinge Harold como um soco no estômago. Surpreso, ele fecha o olho bom para tentar organizar os pensamentos. Garen então continua:

- Tem mais, Senhor... O Senhor foi convocado a se apresentar na capital do reino para a coroação do príncipe Hilmes. Ou melhor, rei Hilmes agora...

- Muito bem. Mande selar meu cavalo... partirei para a capital imediatamente

- Que devemos fazer nesse meio tempo, Senhor?

- Sigam o plano. Vocês vão para o noroeste e abafam a suposta rebelião separatista de que ouvimos falar. Aja como de costume, ofereça a eles a chance de se renderem. Se recusarem, esmague-os.

- Eles só se rendem quando o Senhor está presente, Capitão...

Harold aponta para o campo ensanguentado à sua frente com a mão espalmada e diz:

- Nem sempre, Garen. Nem sempre...

Capital de Sarabi, dia da Coroação

Harold tinha viajado por dias, parando apenas para deixar o cavalo descansar e para dormir um pouco, não se detendo por nada. Andragoras era um guerreiro nato, Harold já havia lutado ao seu lado muitas vezes e sua morte o entristecia. Agora, seu filho Hilmes assumiria o trono e Harold não tinha a melhor ideia do que esperar do novo soberano. Assim, quando ele chega ao palácio, ele deixa seu cavalo aos cuidados dos cavalariços e parte imediatamente para a sala do trono. Ele gostaria de ter se limpado um pouco mas o tempo era curto... Esperava apenas não estar muito atrasado...
Quando chega a sala do trono, praticamente todos os Guerreiros do Sol estavam lá. Harold cumprimenta a todos e toma seu lugar junto aos demais. Estava um pouco sujo, é verdade, de pó e sangue dos inimigos, mas não havia muito o que fazer. Harold era um soldado, um guerreiro antes de mais nada... E soldados não são famosos por sua classe e elegância...
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Re: Capítulo 0 - Prólogo.

Mensagem  Drako em Sab Ago 25, 2018 1:47 pm

Enfim, pela primeira vez, anos após a Batalha do Sol, os 12 Guerreiros se reuniriam novamente. Na verdade, apenas 11 deles, já que o Guerreiro de gêmeos havia falecido não fazia muito tempo. Um a um eles iam chegando ao salão real.

Mordai Khan de Áries, a “Sombra Sangrenta.”

Harold Highborn de Touro, o “Touro Indomável.”

Sufer Breveheart de Câncer, o “Retalhador Ruivo.”

Gabrielle Kaldorei de Virgem, o “Anjo Mortal”

Auron Lasher de Aquário, a “Serpente do Deserto.”

Liliana de Peixes, a “Louca dos Mares.”

À medida que chegavam, se ajoelhavam em frente ao Rei Hilmes, com exceção de Auron, que não se curvavam perante a ninguém. O Guerreiro de Aquário ficou de pé, apoiado numa pilastra distante.  Kaiser de Leão, a “Fúria Divina,” seguia de pé atrás do trono, sem demonstrar reação.

Os seis guerreiros não eram amigos, cada um tinha seu próprio caminho e motivações, mas conheciam bem uns aos outros. Alguns minutos depois, o portão se abre novamente e mais alguns guerreiros do sol adentram.

O primeiro é Griffith Femto de Escorpião.


De Cabelo brancos e olhos azuis, sua beleza era inigualável entre os homens do reino, fazendo inveja até mesmo algumas mulheres menos afeiçoadas, tamanha era a sua beleza. Sua armadura prateada refletia o aposento de tão polida que era. Usava uma capa que se arrastava pelo chão. Embainhada, estava sua espada, Kardia, que tinha o poder de manipular o sangue daqueles que ela cortava. Griff é conhecido como o “Assassino Divino.”

É um homem calmo e cortês, dificilmente perde sua compostura. Não tinha amizade com os outros guerreiros, o mais próximo disso seria Harold, que compartilham da mesma idade e lutaram em muitas batalhas juntos, antes de se tornarem guerreiros do sol.

Junto com ele estava Tigrevurmud Vorn de Sagitário.


Rapaz alto, esguio, de cabelos vermelhos e inocentes olhos de cor avelã. Apenas pela sua aparência, ninguém apostaria que aquele era o maior arqueiro do reino. Tigre é um homem honrado, de valor e justiça que lutará para proteger a Sarabi de quaisquer ameaças inimigas, mais por sua responsabilidade e amor pelo seu povo, do que lealdade à coroa. Com ele não há segundas intenções, apenas a segurança da população. É conhecido como “Arqueiro das Estrelas.” Seu arco, Sísifos, lhe dá a habilidade de materializar flechas mágicas.

Em seguida entrou Clare Youma, de Capricórnio.


Uma mulher de olhos prateados e cabelos louros e curtos, Clare é uma guerreira muito fria que priorizava seus deveres sobre tudo. É leal ao reino, mas não tem muito interesse no bem estar da população. É a guerreira perfeita, que cumprirá a missão dada pelo rei sem questiona-lo. Usa armadura em locais estratégicos para que possa ter mais mobilidade durante a luta. É conhecida como “Relâmpago Dourado.” Sua arma, a Claymore, é uma espada longa capaz de conjurar relâmpagos.

Eles se cumprimentam e se colocam em posição. Forma 2 filas no caminho frente às escadas que dão ao trono do Rei. Kaiser e Auron saem de onde estão e se colocam em posição também, pois a cerimônia estava prestes a começar.

Tigre: Onde está o Daryun? Nosso líder deveria ser o primeiro a chegar, não acham?

Griff: Ele está pela cidade, já deve estar chegando.

Nessa hora um soldado informa a chegada de outra pessoa.

Soldado: Desculpe a intromissão, Majestade, mas a sua convidada especial chegou acompanhada do irmão.

Hilmes: Mande-a entrar.

O soldado sai do salão, ordenando que a menina entrasse. Ellisa e Ellijah Olsen, duas pequenas crianças caminham pelo tapete vermelho que dava até o Rei, olhando, curiosos, para tudo a sua volta. Os dois andam até o corredor feito pelos guerreiros e param, intimidados. Gabrielle, percebendo que as crianças estavam amedrontadas, se aproxima para acalmar os dois. Narsus, que tinha voltado após cumprir as ordens do Rei, também chega até eles.

Narsus: Obrigado por virem, crianças. Vossa majestade queria que estivessem aqui para honrar o pai de vocês, que foi um nobre guerreiro que serviu o nosso Rei anterior. Por favor, se posicionem ao lado daqueles dois guerreiros.

Ele aponta para Harold e Sufer, o que não foi muito reconfortante para as crianças, visto a cara de poucos amigos do Guerreiro de Touro.

Aqui é onde farão as interações entre vocês. Podem ter mais de um post nessa rodada. Caso queiram falar com os NPCs, eu respondo em um post menor antes da próxima atualização.




No centro de Sarabi, um rapaz de cabelos prateados e olhos azuis corria pelos mercados. Ele vestia farrapos que cobriam todo o seu corpo. Com um sorriso estampado no rosto, o garoto passava entre os vendedores e os fregueses, esbarrando em alguns durante o seu trajeto.


Mais adiante, ele tromba com um vendedor, que deixa uma maçã cair. O menino rapidamente pega a fruta, dá uma bocada e sai correndo com ela, despertando a ira do homem.

Vendedor: LADRÃOZINHO!! VOLTE AQUI!

Ele olha para trás rindo enquanto mastiga o pedaço de maça. Até que bate em alguém e cai para trás.

Era Daryun Marzban de Libra, conhecido como o “Furacão Fulminante,” o líder dos 12 Guerreiros do Sol. O homem mais leal ao Rei Andragoras III, o mais honrado soldado que já passou lutou por Sarabi.


Daryun: O que está fazendo aqui, Arslan? Hoje não é um bom dia para essas brincadeiras.

Arslan: Desculpe-me Daryun.

Daryun: Escute, eu sei que você gosta de estar aqui com o povo, mas tem que entender das consequências desses atos.

Arslan: Eu sei.

Daryun: Vamos... seu irmão está prestes a ser coroado e nós temos que estar lá. Não posso desapontar o novo Rei.

Arslan: Você é tão sério com seus deveres. Nossa família tem muita sorte de tê-lo ao nosso lado. Não sei o que seria de nós se você fosse um inimigo.

Daryun: Nunca diga isso, Majestade. Não há nenhuma possibilidade disso acontecer.

...

...

...




Num futuro não tão distante.

Daryun: HILMES!!


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Re: Capítulo 0 - Prólogo.

Mensagem  Ricardo Sato em Sab Ago 25, 2018 5:31 pm

Mordai chega cedo e seguindo as orientações adentra a sala do trono ajoelhando-se e cumprimentando os regentes, nunca teve tempo para frivolidades na corte e por isso pouco conhecia sobre Hilmes e Tahamine com excessão de suas famas, o que ao menos no caso da beleza da rainha era algo a muito confirmado por seus olhos.

Mordai Khan de áries se apresentando...é uma honra vossas majestades.

Sem perder muito tempo ele se coloca em posição e cumprimenta cada um dos guerreiros que adentram com um sorriso e uma leve reverência...a "sombra sangrenta" era sua máscara, o que ele fazia e não quem ele era, sabia em seu íntimo que caso tivesse de matar alguém dali em uma missão ele não teria dúvidas ou tristezas, mas era afortunado que aqueles poderosos guerreiros estavam "do seu lado" ao menos pelo tempo presente.

É um prazer também rever meus companheiros de armas após tanto tempo....que a sorte os veja com bons olhos.

Ele continuava a cumprimentar os recém chegados, mas ainda evitava puxar conversa (mesmo estando aberto a elas), pela falta de intimidade com os outros, ainda mais sendo ele quem era.Mas não deixa de trocar o sorriso educado por um mais expontâneo ao ver as crianças adentrarem e acena para elas quando nota seu constrangimento.  

Sejam bem vindos jovens...podem se acalmar, o coronel de Gêmeos era um homem muito respeitado, é apenas natural estarem aqui em seu nome nesse dia a ser lembrado.Nós não mordemos...(é quando lembranças e rumores de alguns de seus companheiros passam por sua mente)...ao menos a maioria com certeza..

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Re: Capítulo 0 - Prólogo.

Mensagem  Scorpion em Sab Ago 25, 2018 6:08 pm

Gabrielle Kaldorei aproximou-se dos guerreiros, posicionando-se no local devido de virgem... que estava com os dois lados meio que "desocupados", tendo em vista que Leão estava próximo ao rei e Libra não estava ali.

A primeira coisa que ela fez ali foi ajoelhar-se, reverenciando o rei e a rainha. A rainha era uma mulher de beleza inigualável... uma das poucas mulheres mais belas que o Anjo Mortal. Gabrielle trajava roupas típicas gregas... uma espécie de toga que era quase transparente, mas que escondia seus dotes com uma espécie de "top" de couro. Braçadeiras e Caneleiras forjadas pelas próprias Virgonianas, sandálias no estilo grega e uma tiara metálica de louros. Porém, o que mais chamava a atenção era um cinturão feito de gemas preciosas... o cinturão de Virgo.

Ela ficava ali e observava os seus companheiros. Não precisava dos poderes telepáticos de Virgo para ler alguns deles... Touro deveria estar irrequieto como sempre, or exemplo. Com exceção do Leão... era um tanto difícil saber o que ele transpirava, visto que nunca tirava aquela armadura.

Foi quando duas crianças entraram no lugar e estavam notoriamente assustadas. Gabrielle tinha um carinho especial por crianças. O fato de que nunca poderia ser mãe despertava isso nela, esta era a razão pela qual vivia visitando orfanatos e ajudando com o que podia. Ela tinha o verdadeiro jeito com elas.

Aproximou-e delas depois de Áries e tocou no ombro do primeiro guerreiro do Sol. O toque dela era leve como uma pluma e levemente gelado, com unhas delicadas. Era quase impossível dizer que aquela era a guerreira mais feroz das Virgonianas, as Amazonas daquele mundo. Ela sorriu para o guerreiro de Áries e disse com a sua voz angelical, que poderia fazer um tigre ronronar...

Gabrielle: "Morder"? Ora, querido Mordai... que escolha infeliz de verbo para dois convidados tão repentinos? Você não tem muito jeito mesmo...

Sorrindo, ela ajoelhou-se, olhando para a jovem menina. Gabrielle tinha os cabelos louros, perfeitamente amarrados num coque por dentro da tiara de louros e olhos tão azuis e calmos que pareciam piscinas.

Gabrielle: Olá, garotinha. Você e o jovenzinho ali devem ser os jovens de gêmeos? Sinto muito pelo seu pai... foi um grande guerreiro. Se vocês foram chamados, não têm o que temer. É uma grande honra servir ao Rei e tenho certeza que ele está ansioso para conhecer vocês. Eu sou Gabrielle de Virgem. Qual o seu nome... e o desse lindo rapazinho?

Depois, quando eles foram convocados para o seu local, ela também voltou para o seu.

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Re: Capítulo 0 - Prólogo.

Mensagem  Wesker em Dom Ago 26, 2018 6:52 pm

Ah sim...Todos estavam ali mais uma vez. Ou quase.

Tigre: Onde está o Daryun? Nosso líder deveria ser o primeiro a chegar, não acham?

Griff: Ele está pela cidade, já deve estar chegando.

A "Loucas do Mares, Capitã Liliana balançava a cabeça negativamente:

- Nosso sempre leal líder... Deve estar garantindo que tudo esteja em paz na cidade antes da cerimônia.

Porque era assim que Daryun era: Duro, porém justo e honrado.

(Se fosse Liliana atrasada, provavelmente estaria dormindo)

Mordai Khan: É um prazer também rever meus companheiros de armas após tanto tempo....que a sorte os veja com bons olhos.

A capitã sorria:

- Mordai...É bom estarmos reunidos após tanto tempo... - Mas o olhar provocativo ainda ia para Kaiser, que se colocava em posição.

(Alguém parece bem disposta a provocar até conseguir uma reação...)

Liliana saudava todos os chamando pelo primeiro nome, mesmo que não a respondessem, ela era formal e educada.

Era quando chegavam os filhos de Olsen. Aquilo era um golpe duro da realidade. Os 12 guerreiros originais jamais se reuniriam novamente. Estavam longe de serem como ja dito, grandes amigos entre si mas com certeza a morte dele era algo que tinha seu peso. Havia sido um duro golpe, e ela havia sabia muito bem disso.

Mordai Khan: Nós não mordemos...Ao menos a maioria com certeza..

Longe de ser uma pessoa que não gostava de chamar a atenção, a Capitã esperava que os olhos da garotinha passassem por ela e batia os dentes do força, sorrindo.

(Louca dos mares, louca na terra...)

Gabrielle: "Morder"? Ora, querido Mordai... que escolha infeliz de verbo para dois convidados tão repentinos? Você não tem muito jeito mesmo...

Liliana se aproximava enquanto Gabrielle falava com Elisa, parando próximo de Elijah falando calmamente. Sua voz tinha um certo tom de tristeza contido em meio as palavras:

- Seu pai era um bom aliado, talvez o melhor de nós. Leal, justo, humano...- Após a cavaleira de Virgem se afastar, Liliana se aproximava próxima de Elisa da mesma forma - Você me lembra muito ele! - Colocava a mão cuidadosamente no cabelo da garota, piscando para ela e se aproximando mais das duas crianças, susurrando para que só eles ouvissem - Se qualquer um aqui fizer qualquer coisa com vocês, podem me avisar que eu faço ele andar na prancha, combinado?



Permanecia sorrindo, para em seguida levantar-se arrumando seu chapéu, virando na direção oposta de maneira triunfal enquanto seu sobretudo dava uma enfase mais "dramatica" ao movimento, esvoaçando como uma capa antes de voltar a fila.

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Re: Capítulo 0 - Prólogo.

Mensagem  Lib em Seg Ago 27, 2018 9:24 am

Os dois irmãos foram deixados em uma luxuosa antessala, com elegantes tapeçarias espalhadas pelas paredes e mobílias ricamente adornadas. O tempo todo, Ellijah verificava como a irmã se sentia, mas a menina dava pouca atenção à preocupação do irmão. A verdade era que o castelo era supreendentemente bem arejado, apesar do calor intenso lá fora, e uma servente simpática havia servindo-lhes chá de folhas de limão, então Ellisa estava incrivelmente bem disposta.

Finalmente, os dois foram convidados à presença do rei. Ellisa se adiantou com passos confiantes, mas Ellijah rapidamente se colocou à frente da irmã, disposto a defendê-la de qualquer possível perigo. Ellisa demonstrava certa tranquilidade, mas isso só durou até as gigantescas portas que davam acesso ao salão real serem abertas, e eles avistarem o corredor formado pela elite dos guerreiros do reino.

Imediatamente ela encolheu atrás do irmão, sentindo os olhares de todos aqueles homens e mulheres sob os dois. Ela se sentiu frágil e inadequada, e agarrou com força a capa vermelha que o irmão trajava, sentindo o veludo entre os dedos. Ellijah, por outro lado, tentou parecer maior e mais imponente. Tentou parecer alguém ameaçador para que todo mundo ali soubesse que ele não deixaria ninguém encostar na irmã.

Ele engoliu em seco e começou a andar. A Ellisa se encolhendo, observando tudo por cima dos ombros do irmão. Quando um dos homens se adiantou na fila, Ellijah instintivamente se colocou em prontidão para combate. Um gesto de puro reflexo que deve ter soado cômico aos olhos de tão experientes guerreiros.

Mordai Khan: Sejam bem vindos jovens... Podem se acalmar, o coronel de Gêmeos era um homem muito respeitado, é apenas natural estarem aqui em seu nome nesse dia a ser lembrado. Nós não mordemos... - O homem parou e pareceu se lembrar de alguma coisa. - ...ao menos a maioria, com certeza.

Ellijah ouviu a palavra "morder" e imediatamente pareceu assumir uma posição de combate. Ellisa olhou nos olhos dos homens ali, alguns mascarados e de expressões severas e austeras e imaginou o quão fácil eles poderiam arrancar seus membros com dentadas. E se encolheu mais, tremendo assustada.

Foi só quando a guerreira de Virgem se aproximou que eles se sentiram tranquilizados pela primeira vez desde que colocaram os pés no salão.

Gabrielle: "Morder"? Ora, querido Mordai... Que escolha infeliz de verbo para dois convidados tão repentinos? Você não tem muito jeito mesmo... Olá, garotinha. Você e o jovenzinho ali devem ser os jovens de gêmeos? - Ela disse se ajoelhando para ficar na mesma altura que ela. Ellisa abriu os olhos e respondeu com um tímido aceno de cabeça. - Sinto muito pelo seu pai... foi um grande guerreiro. Se vocês foram chamados, não têm o que temer. É uma grande honra servir ao Rei e tenho certeza que ele está ansioso para conhecer vocês. Eu sou Gabrielle de Virgem. Qual o seu nome... e o desse lindo rapazinho?

Ellisa: E-eu sou Ellisa. - Ela disse abrindo um sorriso. A moça diante de seus olhos era, certamente, uma das mulheres mais lindas que ela já vira. Ela tinha um sorriso tão cativante, tão contagiante, que Ellisa sentiu vontade de abraçá-la sem nem entender o porque. - Esse é meu irmão Ellijah!

Liliana: Seu pai era um bom aliado, talvez o melhor de nós. Leal, justo, humano... - A capitã se aproximou, e Ellisa se viu deslumbrada pela presença cativante da pirata. - Você me lembra muito ele! - Colocava a mão cuidadosamente no cabelo da garota, piscando para ela e se aproximando mais das duas crianças, sussurrando para que só eles ouvissem - Se qualquer um aqui fizer qualquer coisa com vocês, podem me avisar que eu faço ele andar na prancha, combinado?

O rosto de Ellisa radiava de alegria, não apenas uma, mas duas guerreiras de elite!

Ellisa: Viu só, onii-chan?! - Ela se virou para o irmão, que ainda olhava para tudo desconfiado. - Duas mulheres guerreiras! Eu disse que eu poderia ser uma guerreira um dia!

Ellijah: Ellisa... - O menino sussurrou.

Olhou feio para a guerreira de Virgem e de Peixes. Ele tinha plena certeza de que a mente e o coração da irmã era tão afiados quanto os de qualquer um ali. Na verdade, ele achava a irmã a pessoa mais corajosa e determinada de todas. O problema não estava na mente e no coração... Estava no corpo. Por isso, ele odiava saber que o sonho da irmã era lançar-se ao perigo em aventuras, e odiava mais ainda as coisas que lhes davam esperanças de que um dia alcançaria esse objetivo. Por isso, naquele momento, ele odiou as duas mulheres que, tão inocentemente, encheram o frágil coração da menina de esperanças.

Ele pensou em dizer alguma coisa, mas uma voz ecoou novamente pelo salão.

Narsus: Obrigado por virem, crianças. Vossa majestade queria que estivessem aqui para honrar o pai de vocês, que foi um nobre guerreiro que serviu o nosso Rei anterior. Por favor, se posicionem ao lado daqueles dois guerreiros.

De cabeça baixa, Ellijah caminhou até o local indicado, totalmente oposto ao caminhar quase saltitante e confiante da irmã.

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Re: Capítulo 0 - Prólogo.

Mensagem  Guima em Qua Ago 29, 2018 7:52 pm

Solenidades... Solenidades... Era fato que Auron tinha um grande apreço pelo rei mas não por seu reinado. Quando se vive muito na estrada certas coisas perdem o sentido e solenidades era uma dessas coisas.

Mas Auron era honrado e não poderia ficar de fora. Nunca teve contato com Hilmes ou os outros cavaleiros... Ja tinha ouvido falar dos seus feitos, muitos até pareciam ser maiores do que as lendas que contavam sobre eles...

Auron não deixa de reparar em Kaiser que assim como ele não se prostrou em nenhum momento diante do novo rei. Chegou até pensar em conversar com o mesmo mas a postura inexorável e estóica de Kaiser mostrava q ele não era um homem de diálogos...

Auron então se pôs a esperar o que viria depois disso tudo.... De bravos cruzados ele se pôs a observar e analisar os que ali estavam. Mais do que nunca ele queria que aquilo acabasse logo.

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Re: Capítulo 0 - Prólogo.

Mensagem  Ricardo Sato em Sex Ago 31, 2018 1:46 am

Mordai não sabia se estava falando demais ou não, a verdade é que ele era tão bom com situações sociais quanto Auron ou Kaiser....a diferença é que ele pelo menos tentava.Começou a sentir-se mais calmo com sua escolha(de falar...não necessáriamente confiante nas palavras em si)ao ou vir a voz da sempre respeitável Gabrielle...e depois se sentiu um pouco menos seguro vendo "a louca dos mares" entrar na conversa.A verdade é que Mordai a achava divertida ao contrário de muitas pessoas, o que talvez fosse o correto, ou talvez viesse do fato dele ser ruim com pessoas.Estava porém feliz com a intromissão das belas guerreiras, já que os garotos pareciam mais calmos...ao menos a menina Ellisa.

Olhava ao redor e pensava quem seria o próximo a partir e se seria por escolha própria ou acaso do destino...seria ele com sua "aposentadoria"?
Na verdade pouco sabiam sobre as próprias posições...os doze acabariam com eles?Seriam passados hereditáriamente?Escolhidos sempre pelo rei?Por um conselho militar?

Nada era certo e talvez isso fosse o mais aterrorizante sobre este dia....

...nada mais será como antes....

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Re: Capítulo 0 - Prólogo.

Mensagem  Nasinbene em Seg Set 03, 2018 5:58 pm

Harold se mantém em seu lugar na sala do trono, mantendo a expressão séria durante todo o tempo em que estivera ali. Sabia que tais formalidades eram importantes para se manter um reino coeso, mas garantir as fronteiras e sufocar rebeliões também o eram. Embora tivesse total confiança em Garen e suas habilidades de combate e estratégia, temia o inesperado. Afinal, o capitão dos soldados do norte não estava presente. E, numa situação como essa tudo poderia acontecer...
Cumprimentava com um breve aceno de cabeça todos os companheiros que entravam, sempre mantendo a postura séria. Afinal, não era ele Harold de Touro, aquele que lutou ao lado do Rei Andrágoras, o temível Cavaleiro de Touro? Alguns estereótipos e histórias vinham bem a calhar em determinados momentos, especialmente quando Harold estava preocupado e precisava pensar... Mesmo Griffith, o mais próximo que Harold tinha de um amigo ali é cumprimentado com esse gesto. O cavaleiro de escorpião conhecia bem o temperamento introspectivo de Harold, e o cumprimenta da mesma forma.
É quando as crianças entram. Logo fica claro que se tratava dos filhos do Cavaleiro de Gêmeos... Alguns dos Cavaleiros se adiantam e os tratam com carinho e respeito... Harold apenas se mantém em posição, pensando em o quanto suas vestes manchadas de sangue e surradas do pó da estrada poderiam ser intimidadoras pra esses jovens.
Logo, Narsus indica aos garotos o local em que deveriam se posicionar: bem ao lado de Harold... O Cavaleiro de Touro observa em silêncio enquanto as crianças se aproximam e tomam seus lugares... Sem nem olhar para eles, Harold se dirige a eles, com sua voz clara e retumbante:

- Fiquem tranquilos, ninguém aqui vai ferir vocês. Isso eu posso garantir...

Isso era o máximo de simpatia que conseguiriam arrancar de Harold. O Cavaleiro de Touro era muito hábil com suas armas... as palavras nunca tinham sido seu campo de atuação...
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Re: Capítulo 0 - Prólogo.

Mensagem  Drako em Seg Set 03, 2018 8:26 pm

Com exceção de Daryun, todos os Cavaleiros estavam presentes, aguardando o inicio da coroação, que começaria em algumas horas. Aproveitando o momento, Hilmes decidiu indagar seus soldados sobre sua lealdade. Ele se levanta do trono e anda até o inicio das filas que eles formavam.

Caminha entre eles, olhando-os nos olhos, um a um, buscando suas reações ao mesmo tempo. Ele vai até o fim do corredor formado pelos Cavaleiros se vira para a direção do Trono.

Hilmes: Vocês foram soldados escolhidos a dedo por meu pai. Lutaram ao seu lado inúmeras vezes, jorraram sangue por ele em suas batalhas. Se Andragoras os escolheu, é porque há algo de especial que os diferencia dos outros. Disso eu tenho certeza.

Torna a caminhar de volta ao seu assento real, enquanto fala.

Hilmes: O que quero de vocês, senhoras e senhores, é saber se posso contar com a sua lealdade de agora em diante da mesma forma que meu pai o fez por todo esse tempo. Não me conhecem tão bem, é claro, como igualmente que não os conheço, mas peço o voto de confiança como o futuro rei.

Ele sobe todas as escadas e se senta novamente.

Hilmes: Quando meu pai lhes tornou Guerreiros do Sol ele lhes deus suas armas mágicas. Em troca de sua lealdade, ofereço um desejo. Cada um de vocês pode me pedir algo agora mesmo. Claro que há de ser um pedido que eu possa conceder. Isso também inclui vocês, pequenos filhos de Gêmeos.

Hilmes apoia o queixo com a mão e braço no apoio do trono.

Hilmes: Então, o que desejam?

Off: Usei essa atualização para me dar tempo de escrever a próxima. No próximo será a coroação e vou ter que introduzir mais 7 reis e fazer o plot andar. Provavelmente será o último desse capítulo, deixando apenas para ver as reações dos personagens.

Quero saber também, e isso é importante, o alinhamento dos personagens de vocês quanto ao Rei e ao Reino, então coloquem nesse post de agora.
Preciso saber se eles são leais ao Reino e ao Rei, se honram o juramento deles acima de tudo. Também quero a resposta de eles vão jurar lealdade ao rei atual.

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