DEFCON 5: Do fim ao começo

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Administrador em Ter Jun 25, 2013 2:06 am

Louisiana. Esse é o território do Gavião Negro. Em outra circunstância, ele teria vindo para deter Grundy. Mas ninguém tem notícias dele há semanas. Por acaso, a Mulher-Gavião veio conosco para refrear Grundy. 
Ela é muito diferente de Sharon Hall ou Kendra Saunders. O nome dela é Shayera Thal, uma policial alienígena oriunda do planeta Thanagar. Ver ela em ação resgatou a lembrança da morte de Kendra. 
Eu não estava presente quando Kendra morreu nos Alpes Suíços. Na ocasião, Gavião Negro e a Liga enfrentaram o assassino de Kendra, o odiado Johnny Pranto. Talvez esse seja o motivo do sumiço de Carter. Mas sinto que há algo mais por trás disso do que o luto. Por ora, a Mulher-Gavião está suprindo a ausência dele. Só espero que ela não tenha o temperamento explosivo dos Gaviões, porque estou empenhado em usar uma outra abordagem para lidar com Grundy.
Curiosamente, Grundy está agindo como a vítima da história. O monstro disse que não permitirá que ninguém o machuque. Demonstrando que caso isso aconteça, ele se defenderá como achar conveniente. Será que é assim que Grundy nos vê? Como sujeitos malvados que o machucam sempre que ele aparece? É como a fala de uma criança que sofre abusos. Já encarei versões mais perversas de Grundy, como naquela vez em que ele perseguiu Courtney. Se ele ressurgiu do mundo dos mortos novamente, talvez essa seja sua nova personalidade.
Seja como for, eu optei por conversar primeiro. Então fiz sinal para que os outros não atacassem. Um confronto desnecessário nas ruas de St. Roch só vitimaria inocentes desavisados. 

- Calma! Nós não viemos aqui para te machucar! Mas não é justo que você destrua a cidade! Se for para um lugar onde não incomodará ninguém e nem será incomodado por ninguém, nós não te causaremos nenhum mal! Você quer paz, não quer? Grundy quer paz?

Se Grundy não concordar em retirar-se pacificamente, nós não teremos outra alternativa senão lutar contra a criatura. Eu estou torcendo para que isso não aconteça, pois sou péssimo quando o assunto é controle de danos. 


Última edição por Homem-Hora em Ter Jun 25, 2013 9:56 pm, editado 1 vez(es) (Razão : Correção de Concordância)

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Convidado em Ter Jun 25, 2013 8:20 am

J'onn aguarda Tim se "apresentar", falar com Diana e Arthur e depois espera Superboy dar as boas vindas ao amigo.

Ele aguardará Aquaman sair do satélite e se dirigirá á Robin e Superboy:

- Olá Robin, á tempos não te via. Fico feliz em ver que mesmo com tantas coisas "pessoais" você atendeu o chamado da Liga.
Preciso da ajuda de vocês dois, tenho um caso inacabado pra resolver e temo que será difícil fazer isso sozinho.
Ambos representam a nova geração dos dois maiores heróis da Terra, e sei que suas habilidades irão ser de muita ajuda no que nos espera á frente.

Caso os dois aceitem em ajudar J'onn, ele se dirigirá á Poderosa.

- Kara, antes do incidente com Clark, estava no meio de uma investigação, algo que um grupo de vilões estão buscando, e isso envolvia nossa convidada daemonita Vodoo.
Preciso ir á fundo disso, creio que há algo envolvendo o atentado á Supergirl e a morte de Lois, com o que eu estava investigando.
Se você assim permitir, preciso da ajuda do Robin e do Superboy para que possamos achar Libra, a "ponta solta" desse emaranhado de mistérios. Também levarei Vodoo comigo, para descobrir um pouco mais sobre ela.

J'onn também queria ter a linda mulher por perto, assim poderia protegê-la caso algo acontecesse.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Ricardo Sato em Ter Jun 25, 2013 5:28 pm

Leonid aguardaria pacientemente a conclusão do diálogo,deixando claro sua intensão com um mero menear de cabeça.

Porém estaria preparado,começando imediatamente a observar os arredores procurando o que precisava....

Seu plano era simples,se Grundy não ouvisse a razão(que estrela nem sabia se ele tinha no momento) e começasse a atacar o povo ou os
outros heróis ele tomaria a ação em suas mãos.

Partiria em direção ao monstro correndo,no último instante usaria de sua velocidade para tomar as costas do monstro.

Em seguida com sua força,agarraria Grundy pelas costas e levantaria vôo com ele, arrastando-o até um ponto isolado de pessoas,um rio, pântano,parque,mar....o que estivesse mais próximo serviria para evitar que pessoas e construções fossem danificadas.

Sua posição evitaria que sofresse muitos golpes,e mesmo que recebesse algum se manteria firme até arremessar o zumbi contra o solo.

Já havia recebido golpes poderosos antes...incluindo de boa parte dos novos titãs em seus encontros iniciais...não cairia facilmente.

Leonid realizou o impossível diversas vezes ao lado dos titãs,o meramente improvável não deveria ser tão difícil ao lado de heróis do calibre dos que tinha agora ali.

Mas algo lhe dizia que os problemas só estavam começando......

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Leo Rocha em Qua Jun 26, 2013 7:00 pm

Homem-Hora, Liberty Belle, Estrela Vermelha, Homem-Borracha e Mulher-Gavião:

Homem-Hora toma a dianteira do grupo e decide dialogar com o zumbi:

:arrow:Calma! Nós não viemos aqui para te machucar! Mas não é justo que você destrua a cidade! Se for para um lugar onde não incomodará ninguém e nem será incomodado por ninguém, nós não te causaremos nenhum mal! Você quer paz, não quer? Grundy quer paz?

Grundy para e o olha por uns instantes. Seu olhar transmite uma espécie de loucura e um vazio preenchido por um desespero patente. A criatura responde então com voz doída:

Arrow Não há paz para Grundy! Só dor! Todo mundo machuca Grundy e agora Grundy tem que acabar com todo mundo pra poder ficar em paz!

Um carro dirigido por uma mulher desavisada entra na rua logo atrás de Grundy. Ela tenta retocar o batom enquanto dirige e não percebe até estar de frente para o monstro o quão perigoso pode ser se maquiar no trânsito. Ela grita e ele acerta um soco no capu do volks dirigido por ela. Em seguida, ele o levanta e arremessa na direção de um loja. O Homem-Borracha então se lança para impedir o impacto, gritando:

Arrow Deixa essa comigo! Alguém bota o walking dead pra dormir, por favor!

Liberty Belle diz:

Arrow Vou tentar fechar o perímetro.

Ela sai rapidamente e ao mesmo tempo em que a heroína parte, Estrela Vermelha começa a correr na direção de Grundy. Se lançando às costas do vilão, ele consegue levantar vôo com ele. O zumbi é grande e se debate com força admirável, dificultando que Leonid o leve muito longe, no entanto, ele consegue carregá-lo até a área dos diques que protegem a cidade. Nessa altura, Grundy começa a se debater tanto que fica difícil de segurá-lo, então Leonid o arremessa contra o chão.
A criatura se levanta e grita com toda intensidade. Um urro feroz e selvagem. A anúncio de uma ira que arrebentava e que os heróis teriam dificuldade de conter.
*********

Ao ver que Estrela Vermelha levantava vôo com Grundy, a Mulher-Gavião se aproxima do Homem-Hora e diz:

Arrow Aceita uma carona?

Caso ele aceite, ela o segurará e os dois acompanharão de perto a trajetória da dupla até a área dos diques. Ao ver o grito da criatura, ela dirá:

Arrow Acho que ele não está muito pra papo hoje.. Você tem mais algum plano ou vamos partir pro bom e velho combate?

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Leo Rocha em Qua Jun 26, 2013 7:49 pm

Gladiador Dourado, Besouro Azul, Poderosa e Lanterna Verde:

Jayme finalmente descobria a motivação da aversão do escaravelho ao Lanterne Verde e do ataque empreendido. A criatura havia sido considerada uma ameaça para a tropa dos Lanternas pelo seu poderio bélico, mas seria só isso?
Vencendo mais um conflito interno contra a criatura, ele retoma o controle de seu corpo a tempo de ver que estava tentando acertar o Gladiador Dourado com a espada formada em sua mão. No entanto, não havia conseguido cumprir o intento porque seu "mentor" havia criado um campo de força ao seu redor.
Jayme olha para os heróis que se encontram à sua frente e diz:

Arrow Jefe... Me tira daqui, jefe! Por favor. Eu não consigo respirar! Por favor, jefe! Me tira daqui...

A fala do garoto parecia sincera e fazia o herói do tempo se sentir culpado por vê-lo naquela situação. Michael não aceitava a falta de Ted e menos ainda o fato de que o escaravelho que deveria protegê-lo agora está preso ao corpo de um garoto e o está fazendo sofrer a cada vez que perde o controle. Michael queria retirar aquela coisa do garoto, mas Jayme tinha lhe dito que conseguiria manter a coisa sobre controle. Será que ele realmente conseguiria? Será que Michael saberia como livrar o garoto daquilo se a coisa se descontrolasse de vez? Ele tinha a cabeça cheia de dúvidas e de dor. E o pior é que Ted não estava lá para lhe ajudar a achar as respostas certas...

Kyle ainda tentava assimilar o que estava acontecendo: Prime estava solto e com um Lanterna renegado. Um grupo de heróis espaciais havia aparecido falando sobre uma possível invasão ao nosso universo. A aparição de uma espécie de kryptonita que afeta a Poderosa da mesma forma que ao Superman e agora encontrar uma raça simbionte hostil no satélite da Liga. Ele observa o garoto parar o ataque e pedir ajuda ao Gladiador e percebe que ele venceu esse round contra a programação do simbionte. Mas será que a batalha havia terminado?

Poderosa chega no momento em que a situação é dominada. Ela se aproxima dos amigos ainda em dúvida se a vinda do garoto ao satélite foi algo prudente. No entanto, ele chegara com o Caçador de Marte e Gladiador. Ela não via o garoto como uma ameaça, no entanto, depois de todo o corrido, como ela se sentia ao ver a batalha entre ele e seus amigos? E o semblante do Gladiador que assumira a responsabilidade por orientar o jovem? Seria essa uma compensação pela perda de Ted? Ela se deparava com essas perguntas, quando recebeu o contato de Jonzz falando sobre a investigação infiltrada e, na sequência, o informe de Ray Palmer de que a sala para testes da Kryptonita estava pronta. Ela se lembra então do pedido que fizera a Ray e Ryan para testar sua resistência à Pedra. Chegara o momento, mas seria agora que ela encararia esse desafio?

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Administrador em Qua Jun 26, 2013 10:01 pm

Dialogar com Grundy não surtiu efeito. Onde eu estava com a cabeça? Eu fui um idiota! Desde quando conversar com um zumbi resolve alguma coisa? Já vi episódios de Walking Dead o bastante para saber que só tem uma maneira de lidar com zumbis. Pelo visto, Estrela Vermelha tem a mesma opinião, já que iniciou um confronto com o monstro. Enquanto isso, Jesse e o Homem-Borracha cuidavam dos civis. Os dois eram realmente os mais indicados para conter os danos, pois a velocidade de Jesse e a elasticidade de Homem-Borracha eram úteis nesse sentido. Todos são heróis experientes e já sabem como proceder nessas situações. Então não era necessário ditar instruções. Por outro lado, havia uma informação que eu tinha sim de compartilhar com o grupo, mais especificamente, com a Mulher-Gavião.

- Mulher-Gavião! O metal enésimo do Gavião Negro já feriu Grundy antes! Não sei qual é o nível de poder de Grundy no momento, mas vale a pena tentar essa alternativa. Por acaso, você teria alguma arma desse metal com você?

Independente da resposta da Mulher-Gavião, eu já estava pronto para unir forças com Estrela Vermelha no embate com Grundy. Então ativei o dispositivo em minha manopla para que Miraclo circule mais uma vez pelo meu corpo. Algo me diz que essa batalha pode muito bem durar uma hora!

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Ricardo Sato em Qua Jun 26, 2013 11:03 pm

Estava razoavelmente longe de civis e prédios,então tentaria evitar danificar as barragens lutando no espaço entre elas e a cidade.

Como inicialmente estaria só contra a criatura usaria sua forma energética até que os outros chegassem,causando danos a criatura com os punhos ao mesmo tempo em que a queimava.

Provavelmente usar pontos de pressão seria inútil contra uma criatura morta viva,porém tendo uma forma humanoide suas juntas ainda deveriam ser algo a se explorar.

Usando sua velocidade e mobilidade superiores,Leonid circundaria a criatura atingindo joelhos e cotovelos sempre que possível ,esperando uma boa oportunidade de atingi-la com força na cabeça e talvez tira-la de circulação.

Acertar ao máximo enquanto evitava ser atingido,parecia um bom plano,afinal o zumbi não parecia ser capaz de lutar com habilidade,parecia só distribuir golpes ao léu.

Não deixava de se perguntar porém se toda aquele papo sobre perseguição e esse ódio para com tudo ao redor eram naturais a criatura ou não.

ArrowOra senhor Grundy,a essa altura já deveria saber que causar dor aos outros jamais apaziguaria sua própria dor.

Essa é a saída dos covardes....e a vida seria patética se fosse tão fácil se livrar de seus problemas.


Ao observar a aproximação dos outros ele somente pergunta.

ArrowAlgum de vocês já enfrentou Grundy com essa personalidade?

Ele parece estar sofrendo e querendo vingança de tudo,isso é bem próximo do comportamento do verme que nos foi explicado.

Esse comportamento é normal....ou seria possível que aquela coisa afetasse até um morto-vivo?

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Convidado em Qui Jun 27, 2013 12:29 am

Não tinha como deixar de sorrir ao ver o Superboy. Ainda que fosse um sorriso de canto de lábios, lacônico e discreto... Mas ainda assim, um sorriso verdadeiro.

Vê-lo inteiro, mesmo depois de passar pelo velório de Lois, de ver Clark tão quebrado e agindo daquele modo, ali aguentando tudo... Era no mínimo admirável. Já tinha passado por situações parecidas, e infelizmente não foram poucas. Em todos os casos, não tinha conseguido lidar tão bem assim. Sempre tinha optado pelo isolamento, aceitando no máximo Bruce ao seu lado, e ainda assim, acabava terminando com uma dose extra de agressividades nas ruas. O típico ditado policial se tornava realidade: “Pressão aumenta em casa? pau canta na rua”.

E contra todas as probabilidades, ele estava no meio da Liga ajudando, independente de como se sentia. No final das contas, naquele ramo, quem tinha tempo para luto?

Tim estendia a mão, cumprimentando o amigo e companheiro de equipe – É bom revê-lo, Conner. Oráculo me passou a situação e pediu para vir ajudar... – Disse, sentia uma repentina vontade de desculpar-se pela ausência... Mas ela era rapidamente reprimida. Não era o lugar, nem o momento... Na verdade, ao imaginar Bruce naquela situação, ele nem mesmo sentiria vontade de desculpar-se. Mostraria arrependimento liderando a equipe e lidando a situação na melhor forma possível... Assim o arrependimento seria mais do que palavras. E sem sombra de dúvidas, era a coisa certa a se fazer no momento. Que o vendaval que andava por sua cabeça nos últimos meses deixasse para soprar depois... Ao final daquilo, saberia se iria se “aposentar” ou não.

Após cumprimentá-lo, caminhou na direção de J'onn, uma vez que ele aproximava-se, colocando a mão no ombro de Superboy ao passar por ele. – Obrigado pela consideração, J'onn... – Disse ao estender a mão para cumprimentá-lo também, com um meio sorriso. Em seguida, olhava para Conner por cima do ombro, voltando o olhar para o marciano – Acredito que podemos lidar com a situação. – Olhava rapidamente para Aquaman que já dirigia-se para o teleporte, Diana e para o Marciano, os três eram membros fundadores, era um pouco estranho ver a Poderosa os liderando. Novo para ele apenas, nada contra ela. Por fim, voltava-se para a kryptoniana – Posso entrar em contato com os Titãs também, caso precise de mais pessoas. – Os olhos logo procuravam o da loira, a frase não soava como alguém que procurava aprovação. Queria apenas o serviço feito.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Convidado em Sex Jun 28, 2013 10:31 pm

O Homem Hora ofereceu ajuda para tratar de Grundy, ela prontamente aceitou a oferta, já que o obstáculo era sim maior do que ela viu na hora, afinal aquele oponente já “bateu de frente” até mesmo com seu primo, sinalizou com um sim com a cabeça aceitando o que o herói proporá.

O Gladiador também encontrou um modo rápido de ir de encontro ao Besouro Azul para conversar com ele, enquanto o mesmo estava confrontando o Lanterna, Kara ficou preocupada, pois, ambos não queriam machucar o usuário, mas, ao que tudo parecia aquela coisa controlava totalmente as ações de Jaime.

O Estrela Vermelha foi curto na resposta, mas, firme, sabia que poderia contar com ele, mesmo aquele território não sendo o seu lar. Mas, seria bom vê-lo em ação, já que o rapaz fora citado como um possível futuro membro da Liga da Justiça, veríamos como ele se portava em equipe, com a Mulher Gavião e o Homem Borracha.

Lanterna Verde também, estava preferindo o dialogo na cena com o Besouro, não queria ferir Jaime, contudo, se fosse preciso era evidente que teria de revidar, não notou mais a presença do Aquaman ali na sala onde estavam as telas, em que eles observavam Grundy e o lado externo da nave com o Besouro, Lanterna e o Gladiador. Ela supôs que talvez, Arthur tivesse ido para a enfermaria a fim de verem seu estado mental, devido ao controle do verme, horas antes.

Poderosa acabava chegando a tempo de ver o Besour disparando contra os outros dois, aquilo estava ficando feio e as palavras de ambos não surtiam efeito na mente de Jaime, alguma atitude mais drástica teria de ser tomada, ou alguém ia acabar saindo ferido dali. Ela ficou observando o Michael criar um campo de força em torno do novo parceiro, evitando assim que ele pudesse efetuar novos disparos. Ela ficou atenta ao que acontecia la dentro e por alguns instantes viu o Besouro ficar estático, e em silencio, não demorou muito para que ele tornasse a falar com Michael, pedindo por ajuda.

- Graças... – Falou num tom de voz baixo, com um meio sorriso estampando, ao menos aquele ponto tinha sido resolvido sem ninguém se machucar. Era um fardo pesado também no ombros de Michael cuidar daquele novo Besouro Azul, pois, era difícil concluir acertadamente se ele conseguiria controlar a “armadura” sem que saísse atacando mais uma vez algum dos heróis que considerasse uma ameaça. – Leve ele para dentro, Michael. – Ela recebe um chamado do Caçador, enquanto fala com o Lanterna. – Lanterna, depois precisamos conversar, quero saber mais sobre esta rixa de vocês e como isso pode ser resolvido. – Ela volta pro interior doo satélite e vai encontrar-se com Jonzz.

- Hmm... Podem ir, Jonnz, mas, por favor, mantenha contato conosco, sempre que puderem, não quero mais ver nossos membros sumirem estou preocupada com os velocistas, não temos noticiais deles ainda, não é? – Notou a presença do Robin Vermelho ali, acenando um olá para ele com a cabeça, estava séria, mas, mostrava um pouco de alivio.

- Ajude no que puder Connor, conto com vocês pra resolver isso, quem sabe assim tendo mais respostas cheguemos mais rápido a quem esta querendo nos prejudicar desta forma. – Olhou novamente para Jonzz. – Leve-a, então e tomem cuidado, os quatro! – Foi firme nesta frase, estava decidia a não perder mais ninguém. – Por hora estamos com um bom pessoal, mas, se puder deixar seu pessoal de sobre aviso, eu agradeço Robin. – Seria uma boa equipe caso precisassem de mais ajuda em breve.

Ela ouvia Ray falar sobre a sala de testes estar pronta, era chegada a hora de ver o quanto ela aguentava aquela coisa. -Michael, siga com Jaime para a Enfermaria, veja como ele está... E por favor, se houver anotações de Ted... Sobre a armadura seria uma boa hora para verificar, deve haver algo explicando o porquê deste comportamento agressivo contra o Lanterna. – Voltou-se para o Lanterna e disse. – Vou para a sala de testes, preciso ver o quanto aguento desta kryptonita, pode ficar de olho no grupo que está com Grundy? Eles podem precisar de ajuda. – Era visível a preocupação dela no momento, deu um passo para trás despedindo-se de todos. Após ouvi-los ela iria pra sala de testes, e enfrentaria seu maior medo, confiava na equipe que fora atrás de Grundy, Michael cuidaria de Jaime, Jonnz teria um bom reforço com o Robin e Connor, e o Lanterna ficaria de olho em Grundy também.



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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Leo Rocha em Seg Jul 01, 2013 8:10 pm

Aquaman:

Arthur estava triste. Ele se sentia mais uma vez incompreendido por aqueles a quem chamava de amigos. Sua proposta de inspirar o mundo a ser melhor do que era foi refutada como uma sugestão da imposição de uma ditadura. Ele sabia que era uma forma de enxergar as coisas sobre um prisma diferente e sabia que alguns heróis concordaram com ele, mas havia perdido a argumentação e se sentia cansado de sempre tentar se adequar ao padrão norte-americano de gestão.
Ele andava por sub-diego com traquilidade. Queria apenas se sentir um "peixe dentro dágua" em algum lugar. E tudo parecia ir se ajeitando quando aconteceu: ele sentiu a cabeça girar como se uma energia houvesse lhe atingido e atravessado sua alma. Ele fecha os olhos e quando os abre, vê o habitante das profundezas à sua frente. A criatura lhe diz então:

Arrow Arthur, o momento chegou. A claridade diz que você precisa se preparar e se unir aos demais reis guerreiros. Vocês são os guardiões dos portadores dos poderes que valem. O podre está se fortalecendo e trama para incorporar um avatar forte o suficiente para destruir quem se opuser a ele. Você precisa encontrar o portador e protegê-lo. Ele estará mais próximo e ao mesmo tempo mais distante do que imagina.

O habitante das profundezas continuará a conversa por alguns poucos instantes e desaparecerá subitamente, deixando Arthur com mais dúvidas do que antes da conversa iniciar.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Leo Rocha em Ter Jul 02, 2013 8:50 pm

Homem-Hora, Liberty Belle, Estrela Vermelha, Homem-Borracha e Mulher-Gavião:

Homem-Hora e Mulher-Gavião pousaram perto do local onde Grundy enfrentava Estrela Vermelha. Ao ouvir do líder da Sociedade da Justiça sobre o efeito do metal enésimo sobre o zumbi, a Mulher-Gavião deu um sorriso e disse:

Arrow Então está na hora dele provar um bom pedaço da minha maça!

Ela se lançou contra o zumbi no momento em que este enfrentava Estrela Vermelha em sua forma energética. O herói russo circulava a criatura, atingindo-a nos joelhos e cotovelos. Grundy urrava, mas tentava a todo custo se manter de pé. Em determinado momento, ele cai apoiado em um joelho, Leonid se aproxima para tentar acertar sua cabeça dizendo:

Arrow Ora senhor Grundy,a essa altura já deveria saber que causar dor aos outros jamais apaziguaria sua própria dor. Essa é a saída dos covardes....e a vida seria patética se fosse tão fácil se livrar de seus problemas.


Mas Grundy não lhe responde, ao invés disso, o agarra com uma mão e, mesmo sentindo a mão queimar com a radiação do herói, o joga contra o chão abrindo uma cratera. Ele pisaria a cabeça do herói se não fosse a Mulher-Gavião chegar com sua maça e acertar a cabeça de Grundy, que cai por um instante. Porém, ele se mantém acordado e irado. Ele se levanta e ao mesmo tempo retira um pedaço do chão, arremessando-o na direção da thanagariana. Ela consegue se esquivar por pouco e retoma à ofensiva, se lançando na direção do monstro, que dessa vez agarra a sua maça e lança ambas na direção de um dos diques.
Estrela Vermelha se levanta, sentindo a dor do impacto e perguntando:

Arrow Algum de vocês já enfrentou Grundy com essa personalidade? Ele parece estar sofrendo e querendo vingança de tudo,isso é bem próximo do comportamento do verme que nos foi explicado. Esse comportamento é normal....ou seria possível que aquela coisa afetasse até um morto-vivo?

Enquanto os companheiros lutavam, Homem-Hora ativava o Miraclo em sua corrente sanguínea e se preparava para entrar ativamente na luta. E ele estava prestes a fazer isso, quando ouviu uma voz dizer:

Arrow Se afastem do monstro. Nós vamos cuidar dele de forma que ele não machuque mais ninguém.

Ele mal consegue acreditar ao notar que chegara ao local a nova formação dos Combatentes da Liberdade e que junto ao grupo estavam Cyborg e Magog. Este último, o responsável pela frase que acabara de ser proferida.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Scorpion em Ter Jul 02, 2013 11:04 pm

Finalmente o Besouro Azul havia tomado o controle... mas a vida no Espaço não era mole para um adolescente mexicano e ele logo desmaiou.
Michael sentiu-se aliviado em ver que havia esperança para o garoto no time. Eles só precisariam trabalhar mais neste ponto, o que infelizmente, para Michael Jon Carter, ele não era um grande exemplo.
O Gladiador assentiu para Poderosa e pegou Jaime nos braços, levando-o para dentro.
Ele o colocou numa das macas da enfermaria e pediu para que um dos enfermeiros cuidasse dele.
GD: Dá uma ajuda pro garoto aqui. Qualquer problema, eu prefiro que você me chame primeiro que aos outros, ok?
Então, antes de sair, ele cobriu Jaime com o lençol do leito hospitalar e sorriu.
GD: Muito boa, garoto. Muito boa...
Então, saiu para ter com os outros membros da Liga.
GD: O garoto já está seguro, Poderosa. O que temos pra hoje?

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Administrador em Qua Jul 03, 2013 2:11 am

É a segunda vez que uso Miraclo hoje. Isso em um curto intervalo de tempo. Já havia aplicado uma dose um pouco antes do incidente no cemitério. Geralmente, eu uso apenas uma dose de Miraclo por dia. Mais do que isso é prejudicial. Nem sou capaz de mensurar todos os possíveis danos para a minha saúde. Já é um milagre que meu coração não tenha parado logo após a segunda aplicação. Mas eu luto do lado de deuses o tempo todo. Como estar a altura deles? Sem Miraclo, eu sou inútil para a equipe. Então terei de correr esse risco.
Na Torre de Vigilância, eu comentei com Poderosa que seria preciso mais do que o Homem-Borracha e a Mulher-Gavião para deter Solomon Grundy, mas eu estava errado, pois nossa melhor chance de vitória reside agora nas mãos da heroína thanagariana. Durante o embate com Grundy, nosso convidado, o herói russo chamado Estrela Vermelha, sugeriu que talvez Grundy esteja sob o efeito do mesmo verme que alterou o juízo de Aquaman no cemitério. Mas eu sinceramente não acreditava nessa hipótese.

- É uma boa teoria, Estrela Vermelha, mas não acredito nela. O ódio de Grundy parece generalizado enquanto que o verme induzia intolerância a meta-humanos. Você não viu como Aquaman agiu depois que teve contato com o parasita? Ele passou a questionar a conduta dos demais super-heróis. Grundy não está visando apenas meta-humanos. O monstro está atacando qualquer um que encontrar pelo caminho. Eu acho melhor finalizarmos essa luta antes que...

Eu não tive tempo de concluir o meu raciocínio. Não porque fui atingido por Grundy enquanto falava. Teria sido engraçado e mais fácil de digerir do que a chegada triunfal dos Combatentes da Liberdade, que agora trabalhavam com Magog. Embora seja novo na equipe, o cretino falou como porta-voz dos Combatentes, demonstrando sinais da sua arrogância. Se já estava sendo difícil lidar com Grundy, agora tínhamos que aturar "penetras" que não estavam interessados em colaborar conosco, pois Magog deixou bem claro que ele tinha uma outra visão de justiça.

- Está tudo sob controle aqui! O armamento da Mulher-Gavião já demonstrou ser eficaz contra Grundy. Não precisamos do auxílio de mais heróis. Então se nos dão licença, temos trabalho para terminar.

Não sei qual será a reação dos Combatentes, mas eu dei meu recado. A última coisa que quero é brigar com outros heróis enquanto há inocentes para salvar e ameaças para combater. Orgulhoso como é, Magog não irá embora de mãos abanando. A mídia transformou o cara no rei da cocada preta. O pior é que ele acredita na propaganda que construíram em torno de sua imagem. Não gosto do sujeito, mas estou mais preocupado com Grundy nesse momento. Só espero que Magog não nos atrapalhe.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Nasinbene em Qua Jul 03, 2013 9:57 am

Os esforços do Lanterna Verde e do Gladiador Dourado em fazer o Besouro Azul retomar a consciência haviam surtido efeito. O rapaz tinha conseguido domar o escaravelho e logo desmaiou devido à falta de costume ao ambiente espacial. Gladiador então com uma visível expressão de satisfação no rosto tomou o rapaz nos braços e o levou de volta ao satélite. Kyle se manteve por perto quando o Gladiador o levou à enfermaria e percebeu que este estava mudado com a morte de Ted. Aparentemente, Michael havia amadurecido muito e agora adotava uma postura um tanto quanto paternalista com relação ao novo Besouro. Enquanto o Gladiador saía da enfermaria, Kyle o acompanhou de perto e agradeceu pela ajuda com a situação:

- Gladiador, obrigado pela ajuda com o Besouro lá fora. Eu realmente não queria ferir o rapaz e estava ficando sem opções. Se precisar de ajuda para lidar com ele, me avisa cara. Como eu disse pra ele, sei bem o que é ter um poder alienígena nas mãos. Qualquer coisa, me dá um toque...

Kyle então segue com o Gladiador até o local de onde Poderosa coordenava a emergência atual. Quando este pergunta o que tem pra hoje, Kyle aproveita pra saber se seus companheiros espaciais deram alguma notícia:

- Poderosa, sabe se Magtron e Strange deram alguma notícia? Pedi a eles para averiguar um sinal captado pelo meu anel e até agora não deram mais sinal de vida... Estou começando a me preocupar com eles...

A ausência de noticias de Magtron e Adam Strange não podia significar boa coisa... Um mau pressentimento se apossava de Kyle, algo muito grave poderia ter acontecido... E o Lanterna Verde não iria abandonar seus companheiros...
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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Leo Rocha em Qua Jul 03, 2013 11:40 am

Gladiador Dourado, Lanterna Verde, Besouro Azul e Poderosa:

Após a remissão da ameaça do escaravelho, Kyle e Michael levam o jovem Jayme para a enfermaria. Ele não se sente fisicamente mal, mas se sente desconfortável por tudo que acontecera nos últimos minutos. Michael o deixa sob os cuidados de um enfermeiro e segue com Kyle em direção ao local onde Poderosa estaria. Eles a encontram séria e concentrada. Ela acabava de responder a Jonzz sobre a missão de infiltração e parecia se dirigir ao laboratório quando eles a encontraram. Ao perguntar sobre os próximos passos, ela informa sobre o grupo que havia sido designado para enfrentar Grundy e sugere acompanhamento da situação. Kyle fala sobre os heróis espaciais Magtron e Adam Strange que tinham ido investigar a assinatura energética na Índia. Ele não podia afirmar que havia ocorrido algo, mas o sumiço destes era algo no mínimo curioso.
Os três teriam que decidir qual seria a melhor alternativa a seguir na instante: auxiliar no combate a Grundy ou iniciar a busca pelos desaparecidos?

************

Após a conversa com Gladiador e Lanterna, Poderosa se dirige ao laboratório. Quando cruza a porta do local, ela vê Ray e Ryan que a esperam com as devidas roupas de proteção e com a sala organizada. Ray então diz:

Arrow Iremos realizar uma bateria simples de testes. A intenção é mensurar os efeitos da proximidade do mineral e os agravamentos do tempo de exposição. Você irá executar algumas tarefas rotineiras enquanto é exposta à pedra e faremos o comparativo do declínio de suas habilidades. Como parâmetro, usaremos os resultados equivalentes aos da exposição do Superman à Kryptonita. Iniciamos quando você estiver pronta.

Ela começa a sequência prevista, que consiste em executar uma ação de vôo e acertar uma placa para medição da força. Após as primeiras 3 vezes, o recipiente de chumbo que contém a pedra é aberto e um robô a leva para dentro da sala de testes. Ao sentir a radiação, Poderosa começa a ficar mais fraca e lenta. A medida que a pedra se aproxima, ela começa a ter dificuldades de concentração e em determinado momento passa a sentir fortes dores em seu corpo. Ela lembra de já ter visto Clark passar por isso e pensa que agora sabe o quanto dói. Ray pergunta se devem interromper o teste, mas ela nega. Queria saber o quanto aquilo poderia lhe fazer mal. Ela já não consegue se manter em pé. Menos ainda voar. A sensação é a de que a morte havia se personificado em uma pedra. Uma coisa ridícula que ela esmagaria se não fosse tão letal. Seus sentidos estão confusos e ela sente a impotência de não dominar mais seus poderes. O suor escorre por seu corpo ensopando o uniforme e colando seus cabelos no rosto.
Vendo que ela estava a beira de um desmaio, Ray dá o comando para que o robô feche o recipiente e recue. O teste havia acabado e a heroína precisava de descanso.
Ryan lhe oferece água e, com uma agulha comum colhe uma amostra de sangue. Em poucos minutos, o resultado é apresentado:

Arrow Os efeitos são similares aos sofridos pelo Superman quando exposto aos destroços de seu planeta natal. Lamento Poderosa, mas alguém conseguiu de alguma forma trazer os destroços de seu planeta... Eu recomendo que você descanse um pouco e tome muito cuidado a partir de agora.




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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Leo Rocha em Qua Jul 03, 2013 11:58 am

Mulher Maravilha, Caçador de Marte, Superboy e Robin Vermelho:

Depois de falar sobre a intenção de retomar as investigações com Poderosa, Jonzz e os heróis que o acompanhavam resolveram definir a melhor estratégia para retomar a inserção no submundo.
Enquanto iniciavam a discussão, Mulher Maravilha emitiu um comunicado pelo sistema de rádio da Liga, convocando Vodoo para o local onde estavam se reunindo.
Ela então se vira para Jonzz e diz:

Arrow Como você pretende retomar o contato com Libra e o Calculador? E o que você pensa referente a inserir Vodoo na investigação? Será que ela está preparada para isso?

Esse era o momento de definir a estratégia a ser usada e partir para a ação.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Nasinbene em Qua Jul 03, 2013 12:22 pm

A ausência de notícias era realmente preocupante. Poderosa também não tinha idéia do que poderia ter acontecido aos heróis espaciais, o que agravava a situação. Talvez Kyle os tivesse enviado para um grande perigo, talvez estivessem correndo risco de vida. Um pensamento perturbador passa pela sua mente: Magtron era um Novo Deus. O que teria poder suficiente para ameaçá-lo?
Determinado a saber, Kyle se volta para o Gladiador:

- Cara, eu vou até lá ver o que houve. Tenho certeza que o restante da Liga pode lidar com Grundy sem problemas. To com um mau pressentimento, posso ter mandado aqueles dois para a morte. Não quero me sentir culpado por isso. Se quiser me ajudar com isso, agradeço. Vou buscar o Fantasma e partir...

Kyle então se dirige ao refeitório, onde estava o Fantasma do Espaço e o põe a par de seus plano. Em seguida, partiria em direção ao ponto indicado anteriormente por seu anel, onde mandara Magtron e Adam Strange. Sozinho ou acompanhado, Kyle lidaria com aquela situação. Se algo tivesse acontecido aos heróis espaciais, Kyle não pegaria leve com o culpado...
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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Convidado em Qua Jul 03, 2013 4:28 pm

Já perdi as contas de quantas vezes me desliguei da Liga da Justiça, assim como das vezes que retornei a mesma, não sei porque ainda insisto... mas todas vezes eu sinto como se fosse a coisa certa a fazer.

Finalmente retorno as águas, sinto o mar me abraçando e me sinto em casa, a tensão diminui, fico mais a vontade. Nunca gostei da base da Liga ser num satélite fora da Terra, ficamos muito longe de nosso planeta e tudo que acontece nele, mas isso reflete o pensamento dos seus membros, eles se sentem algo à parte, como se não fossem responsáveis pelos rumos que o planeta toma, um observador distante e exterior.

Ao passar por Sub-Diego vejo como a vida de seus moradores mudou depois do acidente, a taxa de criminalidade abaixou consideravelmente em relação a superfície, afinal, aqui armas de fogo não funcionam e o dinheiro não é mais utilizado. Seus habitantes aprenderam a coexistir com o meio ambiente, adotaram um estilo de vida mais sustentável. Isso tudo sem o apoio de seus governantes da superfície, passar por aqui aumenta minha esperança e confiança naquilo que eu devo fazer.

Sigo em direção ao farol, pois preciso pegar meu tridente, mas antes que eu me aproxime, minha mente é inundada por uma energia aconchegante, uma sensação ainda melhor da que eu senti ao entrar no mar. Eis então que me deparo com uma figura misteriosa e reclusa, o Morador das Profundezas, ele fala em enigmas, o que me deixa ainda mais confuso.


Aquaman: Quem são estes Reis Guerreiros? E contra o que teremos que lutar? O que é este podre? Quem é esse portador? Fale diretamente, me poupe de seus mistérios.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Ricardo Sato em Qua Jul 03, 2013 5:26 pm

Que aparição interessante essa,embora não tivesse falado pessoalmente com a maioria,com certeza conhecia os heróis ali.

Leonid não podia deixar de se sentir feliz,afinal extensos relatórios sobre essas pessoas lhe foram entregues em diferentes situações,mas o objetivo era prepará-lo para um possível confronto.

Aqueles em sua maioria eram heróis conhecidos por seu patriotismo,o que ao mesmo tempo que os tornava os heróis mais parecidos com ele mesmo,também fazia deles seus mais prováveis oponentes no campo de batalha.

Por isso Leonid abençoava esses tempos onde não mais havia uma guerra,mesmo que fria, a torná-los seus inimigos.

Leonid porém estranhava a aparição de Magog,alguém que tinha uma postura no mínimo radical,a princípio achou que aquilo seria uma questão de segundas chances.

Obviamente eles eram agora um "grupo" ,seria bem improvável que todos tivessem topado uns com os outros e decidido aparecer juntos.

Sua opinião pessoal por Magog era estranha,ao contrário da maioria dos heróis Estrela não era totalmente averso a matar,mas sempre que foi obrigado a faze-lo foi sob ordens e como um oficial legalizado do estado.

Nunca como civil,nunca como um titã,Leonid se adequava as regras e a disciplina,seguindo os preceitos daqueles com que se aliava.

Magog por outro lado era um civil que tomava para si os papéis de juri e executor,e pela sua fala não parecia estar sendo instruído pelos outros heróis em um caminho menos violento....na verdade parecia o contrário.

Cyborg em especial era estranho naquela figura....com certeza ele acreditava em mudanças,ele próprio tinha sido envolvido em um problema e se tornado um "consultor" governamental por causa disso.

Sem contar sua época como robô desalmado em que o próprio Leonid o havia ajudado junto dos titãs,mas com sua mente no lugar Victor abominava tudo o que Magog representava.

Sem abrir sua guarda ao zumbi Estrela se ergue e antes de voltar a luta fala com os recém chegados.

Bem camaradas de minha parte se puderem ajudar a proteger as pessoas e prédios,toda ajuda é bem vinda ,mas como Homem hora disse,essa luta não deve durar muito mais.

Talvez mais combatentes só causem confusão.

A propósito é um prazer vê-los combatentes da liberdade,capitão átomo e a todos os heróis que os acompanham.

Companhias interessantes cyborg....em vários sentidos,espero ter a chance de....como vocês dizem....colocarmos o papo em dia, DA.


Sinceramente Leonid esperava que a palavra herói,englobasse a todos....mas ele tinha suas dúvidas.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Pedro H. Oliveira em Qua Jul 03, 2013 11:35 pm

O Caçador de Marte conversava com a Mulher-Maravilha sobre alguma investigação que eles haviam feito. Eu sinceramente estava perdido nesse assunto, por isso me dirigi aos dois sobre esse detalhe:

- Me desculpem, mas o que esta acontecendo? Acho que eu e Red Robin podemos estar um pouco perdidos sobre o assunto de vocês e queremos ajudar de alguma forma..

Isso me lembrou de outro detalhe!

- Mulher-Maravilha, o Lanterna Verde me trouxe uma informação que queria discutir com você: Aparentemente o Prime escapou de Oa e esta vindo para a Terra. Eu gostaria de, se possível, reunir uma equipe para investigar isso. Provavelmente serei mais útil lidando com alguém como ele do que numa missão mais sorrateira.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Scorpion em Dom Jul 07, 2013 4:20 pm

Gladiador pensa um pouco sobre suas opções.
GD: Pra falar a verdade, não enxergo muito bem onde eu possa me encaixar neste ponto, Lanterna. Eu não me dou muito bem em empreitadas espaciais e provavelmente isso pode acabar enveredando pra este lado. Entretanto, acho que a SJA é perfeitamente capaz de cuidar do Grundy e ir pra lá seria apenas fazer volume... mas acho que ainda é a melhor opção. Boa sorte com os desaparecidos. Eu vou ajudar a SJA. Alguns deles não são Super Poderosos e Grundy é peso pesado. Meu campo de força pode ser útil contra ele.
Dizendo isso, Gladiador vai ao teleportador e se manda para junto da equipe do Homem-Hora para lutar contra Solomon Grundy.
Antes disso, ele deixa Skeets na oficina para que seja consertado pelos engenheiros de plantão.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Phelipe Peregrino em Seg Jul 08, 2013 2:26 pm

Acordei. O curioso é que eu nem me lembrava de ter apagado mas, seja como for, acordei na enfermaria. Pelo menos, me pareceu uma enfermaria. O surreal disso tudo é que eu ainda acordo tentando identificar se tudo o que está acontecendo não passou de um sonho. Mas isso tem ficado.

O que aconteceu?

Khaji-Da: Acalme-se, Jaime Reyes. - A voz de Khaji-Da em minha cabeça soava cada vez mais familiar e amigável, e isso estava começando a me assustar. - Você passou por um exaustivo stress mental há pouco. Eu coloquei você em estado de sono temporário para preservar sua integridade.

Quer dizer que, você me reiniciou? Como fazemos num computador?! Que maravilha.

Khaji-Da: Foi para o seu próprio bem, Jayme Reyes.

Certo. Temos que sair daqui. Não acredito que eu desmaiei no meu primeiro dia na frente da Liga da Justiça. Consegue fazer contato com o Gladiador Dourado? Pode localizá-lo?

Khaji-Da: Há uma forte criptografia nas ondas de radio emitidas da Torre, Jaime Reynes. Invadir esse sinal é possível, mas não há como prever o tempo que isso levaria. Poderia levar horas.

E o que você sugere?

Khaji-Da: Vou ampliar a nossa recpção de sons e filtrar pelo padrão do Gladiador Dourado.

Espera, espera! Quer dizer que eu tenho super-audição?! Tipo o Superman?! Isso é muito legal!

Khaji-Da: Buscando...

Começo a ouvir uma infinidade de sons, que vão desde o estalar mudo das maquinas processando informações, até a respiração ofegante das pessoas ao meu redor. Passos e atividades corriqueiras que ecoam na minha cabeça como explosões. Vozes altas como trovões que se tornam tão violentas como um vulcão. E então, o silêncio apenas preenchida com a voz do Gladiador.

"Gladiador Dourado: Para falar a verdade, não exergo muito bem onde eu possa me encaixar neste ponto, Lanterna."

Eu me levando da maca e vou caminhando à passos rápidos na direção da voz, sem dar muita atenção às maravilhas tecnológicas que saltavam na minha frente a cada corredor que eu dobrava.

"Gladiador Dourado: Boa sorte com os desaparecidos."

Continuo seguindo pelos corredores. Mas a cada porta que se abre na minha frente eu descubro que ainda estou longe de chegar. O lugar era como um labirinto de túneis e passagens. Eu passo por um grande hall com estatuas em tamanho real de heróis, passo por uma ala com computadores que vão até o teto, mas nada era familiar. Até que cheguei num corredor que, se minha mente não estivesse me pregando peças, me levaria ao local da reunião de mais cedo. Era de lá que a voz do Gladiador vinha.

"Gladiador Dourado: Eu vou ajudar a SJA."

E então eu o perdi. Não ouvi mais a voz do Gladiador. Em parte alguma.

Khaji-Da: Jaime Reyes, acredito que o Gladiador tenha deixado a torre utilizando o teletransportador.

Besouro Azul: O quê?!

Não acredito que ele me deixou para trás! O que eu vou fazer aqui sozinho?!

Assim, andando à esmo e sem prestar atenção aonde ia acabei esbarrando em alguém. Ergui os olhos. Era o Lanterna Verde.

Khaji-Da! Por quê não me avisou que ia esbarrar nele?!

Khaji-Da: Por instruições sua, Jaime Reyes. Você foi claro ao classificar o lanterna em questão como "não ameaça".

Besouro Azul: Er-- Perdão, jefe. Sr.--Lanterna. - Eu respirei fundo, estava me engasgando com minhas palavras e isso já seria vergonhoso de mais. - Eu estou procurando o Gladiador Dourado? O sr o viu?

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Nasinbene em Seg Jul 08, 2013 6:33 pm

Após falar com o Gladiador, Kyle se dirige ao refeitório, onde estava o Fantasma para avisá-lo de que iria buscar saber o que houve com o restante dos heróis espaciais. No caminho, Kyle esbarra com um esbaforido Besouro Azul. O rapaz aparentava estar distraído com alguma coisa, e bem sem jeito por conta da situação em que se envolveram anteriormente. No entanto, logo o Besouro recupera sua compostura e pergunta do Gladiador. Kyle então lhe diz:

- Ih, rapaz, está atrasado... O Gladiador acabou de partir para combater Grundy... Você me parece meio deslocado. Ce ta bem, cara?

Kyle sabia bem o quanto era intimidante estar com a Liga pela primeira vez. Ainda se lembra do quanto se sentiu constrangido e deslocado. Só ficou um pouco melhor quando um amigo que ja fazia parte da Liga o deixou mais a vontade. Seu nome? Wally West. Era hora de Kyle fazer sua parte:

- Olha, sei que esse lance de Liga é um pouco intimidante no começo, já estive no seu lugar. E não se preocupe sobre o que aconteceu antes... É mais normal do que pensa... Agora, se estiver pensando em como ser útil, estou partindo numa possível missão de resgate. Gostaria de me acompanhar?

Seria bom poder contar com o poder do Besouro na Índia. Kyle não sabia o que tinha pela frente e por mais que o garoto fosse inexperiente, tinha certeza que este conseguiria ser útil. Além do mais, a jovialidade do Besouro seria bom pra contrastar com a seriedade do Fantasma Espacial...
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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Convidado em Seg Jul 08, 2013 10:37 pm

Michael mal havia acabado de cuidar de Jaime e viera pedir para ela o que poderia fazer naquele dia, que estava ficando cada vez mais pesado. Ela tinha algo que lhe deixava muito tensa em frente, enfrentar a droga daquela pedra lhe deixava angustiada, que acabou não fazendo com que ela prestasse muita atenção no que eles falavam, em sua mente a palavra krytonita ecoava. Contudo, ela não fazia idéia de onde Strange e Magtron poderiam estar, negando com um gesto da cabeça que não tinha nenhuma informação acerca deles. O Lanterna foi atrás dos dois desaparecidos e o Gladiador fora atrás do grupo que cuidava de Grundy ela apenas desejou boa sorte para ambos, e dirigiu-se para a sala de testes, ouvindo com atenção o que Ray lhe dizia.

Poderosa respira fundo e inicia a sequencia prescrita por Ray.

Socou a placa com força por três vezes, contudo, na quarta quanto à pedra foi exposta, começou a sentir dificuldades em concentrar a direção dos punhos no local que deveria bater, depois os braços iam perdendo a força a medida que aquela porcaria ia sendo posta próxima a ela, Kara fraquejou pela primeira vez em muito tempo e não era de fazer isso, por mais que apanhasse.

Seu corpo a doer, como se cada musculo fosse atrofiando-se e não demorava a perceber que o efeito era rápido, ela tentava resistir, mas, deixou de voar, foi para o chão, tentou ficar em pé, não conseguiu. Acabou ajoelhando, mas, forçava para levantar, não conseguia, a frustação era quase tão grande quanto a dor, além da raiva que explodia em seu peito, por algo aparentemente tão ridículo acabar daquela forma com ela.
Começa a suar muito, seus cabelos colam na nuca, e seu rosto parece ter sido acabado de lavar sem que secasse, as mãos não lhe obedecem, as pernas muito menos, tudo parece gira, dera negativa para que o teste fosse parado minutos atrás, contudo, agora ou eles parariam ou ela acabaria morrendo por causa de um pedaço de seu extinto planeta. Aquilo é que lhe matava mais, apertava seu coração saber que um pedaço do que já foi seu lar era a causa de seu único temor de Morte.

Bebeu um pouco da água que Ray lhe ofereceu, sua garganta estava seca, seu peito ardia em pura raiva, e havia angustia em sua fala, olhava apenas pro chão, ignorou a picada da agulha, que em outros momentos sequer teria entrado em sua pele e ouviu tentando prestar atenção ao que lhe ia sendo relatado.

- Quem... Teria tecnologia pra... Merda... Pra isso? – Falava com certa dificuldade, não saberiam se era o cansaço mesclado com a dor física, ou se era apenas ela falando com a boca cheia de ira. – O motivo sabemos... Querem me neutralizar ou matar... – Ela esboçou um riso contido, cheio de desaprovação e ironia com suas próprias conclusões. – Vou descansar sim, mas, me mantenham informada da batalha contra Grundy, se houver problemas maiores, me informem... – Ergueu-se com dificuldade, sua respiração parecia de um touro bufando de raiva, era difícil discernir se o que mais lhe doía era o corpo ou seu orgulho. Querendo ostentar ou não aquele “S” preso ao peito era sim motivo de orgulho, de honra, e agora uma pedra acabava com tudo isso dentro dela.

Ela iria se dirigir para um alojamento e tomaria banho, depois tentaria dormir ou ficaria pensando no que passou, e no que estava por vir. Não recebeu resposta alguma de Ray se poderiam localizar seu primo, ela precisava muito conversar com ele, mas, isso implicava em ausentar-se a liderança, e este era outro problema agora, liderar. Por sorte contava com Diana, Jonnz e Arthur, mesmo que ele tivesse saído dali muito magoado, era visível isso nele, ela errou em duvidar tanto. Kara estava cansada e o dia de um enterro nem havia terminado.




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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Phelipe Peregrino em Qui Jul 11, 2013 8:34 am

Lanterna Verde: Ih, rapaz, está atrasado... - Ele responde num tom mais amigável do que eu realmente esperava. - O Gladiador acabou de partir para combater Grundy... - Ele partiu?! Não dá pra acreditar o que eu vou fazer agora?! - Você me parece meio deslocado. Ce ta bem, cara?

Besouro Azul: Eu acho que vou ficar, jefe. - Respondi em um suspiro. - Eu te devo desculpas pelo que aconteceu. Acredite, não foi por querer. Eu só estou usando essa coisa há alguns poucos dias e nem sei bem o que ela pode fazer nem como controlar tudo certinho. - Desviei o olhar. - Todo esto es muy confuso. Estou entre os maiores heróis do universo, mas não sei o que fazer! Quero dizer, achei que o Gladiador fosse me ajudar nessa, mas entendo que hajam coisas mais importantes no momento. - Eu volto a suspirar. - Mas eu vou dar conta do recado. Só preciso me acostumar.

Lanterna Verde: Olha, sei que esse lance de Liga é um pouco intimidante no começo, já estive no seu lugar. E não se preocupe sobre o que aconteceu antes... É mais normal do que pensa... - ¡Dios mío! - Agora, se estiver pensando em como ser útil, estou partindo numa possível missão de resgate. Gostaria de me acompanhar?

Besouro Azul: Missão de resgate?! - Abro um sorriso. De repente a perspectiva de ajudar alguém me animou. Sei lá. Entrar num país estranho para salvar pessoas das quais nem conheço. Vai ver eu pirei mesmo. - Eu adoraria ajudar.

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