Ato 1: Bem-vindos à Gotham City

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Ato 1: Bem-vindos à Gotham City

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Sab Abr 29, 2017 2:14 am


O trem naquele dia chegou cheio de esperanças na sombria cidade de Gotham, as notícias eram pesadas.
A passagem pela cidade tinha se tornado obrigatória há alguns anos para quem vinha do sul do país em direção ao estado de Nova York desde o terremoto que separou a cidade nos anos 90.

Era um dia de um céu alaranjado em Gotham City e alguns policiais caçavam bruxas nos telhados de um dos prédios. Lilith e seu marido estavam apenas de passagem, enquanto Kor rodava o país atrás de mais informações sobre a história dos apaches e um último xamã lhe falou sobre uma antiga família próximo ao grande rio da cidade que guarda alguns registros da formação da sua reserva. No dia da Independência Nacional, eles chegaram até a juntar algumas pessoas para falar da importância da cultura apache na formação do país.

Entre todos os usuários do trem até a cidade, com certeza eram as figuras mais peculiares, porém não as menos surpresas com acabaram encontrando ao chegar.

A estação estava bloqueada, cheia de policiais. De seus vagões, Lilith, Terry e Kor veem pelas janelas vários corpos ao chão e quando descem tanto eles quanto alguns passageiros mais próximos ouvem a conversa entre os agentes da lei investigando o local e um repórter que se aproxima.


Ellen Yindel: -Que temos?

Tenente Ferreira:-Ao que parece são dez corpos, os rostos foram arrancados... Como se fossem escalpos. Pelo que o legista diz a morte deve ter ocorrido por volta das 7:41 da manhã de ontem e foram jogados aqui na madrugada de hoje.

Nessa hora o repórter investigativo ali próximo se colocou a falar

George Karther: -Exatamente o mesmo momento que o observatório de Gotham viu que a Torre Satélite desapareceu? Curioso isso, não?

Ellen Yindell: -O senhor pode ficar atrás do cordão de isolamento? Quem o deixou entrar?

George Karther: -Qualé, Ellen? Sabe que tenho razão! O horário, a data... Vai dizer que não faz sentido?

Ellen Yindell: -Alguém por favor quer tirar esse homem daqui enquanto trabalhamos...?

George Karther: -Isso não parece algum ritual macabro? Algum tipo de magia? Ou os mortos vivos perambulam em Gotham City?

Ellen Yindell -Tenente, por favor!

Karther é retirado de lá. Nesse momento a cabeça de Ravena zombe, ela nota que esta perto de vários corpos, exatamente dentro da plataforma enquanto um enjoo estranho lhe assola...Ela... não acredita mas parece que ela... se teleportou para lá?

Entre os viajantes que abandonavam o trem, apenas o Pássaro Trovejante e Lilith se assustam com a chegada dela. Os demais apreciam completamente alheios ao fato de que ele existia. Ambos sentiam por suas próprias experiências no oculto de que tipo de poder fez com que ela se materializasse ali... E o tipo de poder era bem conhecido pela esposa de Terry Bogard, enquanto Ravena sem saber o porquê empaticamente sentia na multidão que aqueles dois a viam ali. Terry estava chateado com as mortes, mas preocupado mais em como sair dali por alguma razão que nem ele sabia do que tentar entender.

Os policiais conduziam os passageiros para fora da estação... Ignorando Ravena... Naquele momento aqueles três estranhos pensavam no que sentiam e no que fazer antes de se perderem de vista.



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Re: Ato 1: Bem-vindos à Gotham City

Mensagem  Ricardo Sato em Sab Abr 29, 2017 5:03 pm

Visto um boné e uma jaqueta jeans,não há necessidade de meus trajes de combate enquanto viajo,busco mais uma parte perdida de meu povo,mas o que encontro é morte....não que isso não fosse algo normal de se encontrar ao procurar Apaches,já fomos tantos e agora até os que ainda existem perderam o orgulho do que eram,assim como eu um dia fiz.

Me abaixo em oração,não aquela do homem na cruz mas aquela que o velho Chiruchii me ensinou quando era um garoto....toco o solo,fecho os olhos,abro minha mente....e deixo os espíritos falarem,deixo que revelem o que ocorreu aqui.....mas antes que termine percebo sem ainda abrir meus olhos para ver.

Demônios....próximos...não os demônios brancos que nos roubaram as terras,mas os reais,os que ouvíamos no deserto,os que os xamãs expulsavam,xamãs como eu.Deixo que façam o primeiro movimento,não posso colocar ainda mais pessoas em risco,e além do mais,sou apenas um homem,não há nada em mim que não devesse haver,nada que possam sentir de diferente,nada como as trevas que sinto ao seu redor.

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Re: Ato 1: Bem-vindos à Gotham City

Mensagem  Convidado em Seg Maio 01, 2017 6:31 pm

E num piscar de olhos...
Dor, muita dor!!!
Se houvesse algo para explodir, com certeza seria a sua cabeça...
E sangue... trevas....

Ela sabia o seu nome... Sabia que tinha certos "poderes"... mas quais..?

Estranhamente, ninguém a via, seria ela invisível? Não... Algo muito mais do que isso...
Ela entendera... Era a empatia... Ela simplesmente estava se tornando "desinteressante" para as pessoas.. Mas não para duas em especial, as quais não tiravam os olhos dela.

Talvez eles tivessem as respostas para tantas perguntas.

Usando então sua "empatia" ela se faria perceber somente para esses dois, e então os três poderiam se notar.
Saindo da multidão, caminhando lentamente.... Ravena ia em direção a ambos.

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Re: Ato 1: Bem-vindos à Gotham City

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Ter Maio 02, 2017 12:52 am

Conforme Ravena se mostra para todos, Lilith se recolhe observando assustada.

Tanto Kor quanto Lilith começam a sentir sua capacidade e a segunda sente os poderes mais profundamente.

Nessa hora, ficando entre a sombria heroína e Lilith, Terry Bogard dá um passo a frente.



Terry Bogard: -Para trás, serva do inferno! Sei exatamente que tipo de criatura é você! Esta atrás dela e não vou deixar que a leve!


Atacando em seguida Ravena sem sequer ouvir sua esposa e ignorando a presença do trovejante pesquisador indígena...

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Re: Ato 1: Bem-vindos à Gotham City

Mensagem  Convidado em Ter Maio 02, 2017 10:06 am

Ravena se fez notar, mas, por algum motivo a reação não fora como o esperado.

Aquele homem, que por algum motivo conseguia sentir sua presença, o que fez com que Ravena confiasse nele, partiu em sua direção a atacando.

Ela não sabia de seus poderes, ela sabia que podia, de certa maneira, diminuir a raiva dele. Porém não queria chamar a atenção, então fez a primeira coisa que lhe veio a cabeça:

Colocando as mãos em frente, como se estivesse se protegendo ela grita em desespero:





- Por favor não me machuque!!

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Re: Ato 1: Bem-vindos à Gotham City

Mensagem  Ricardo Sato em Ter Maio 02, 2017 11:38 pm

Abro meus olhos,os espíritos estão inquietos e confusos,não há tempo para decifrar suas inteções,vejo o ataque e me movo rápido me colocando entre os dois,não toco nenhum mas estou preparado para agarrar a garota ou conter o soco se necessário.Noto porém o poder incomum do rapaz e sua "compania",não é meu desejo,mas sei que se tiver de enfrentá-lo não poderei me conter...e é por isso mesmo que não havia confrontado ninguém.

-JÁ chega,sei muito bem que tipo de força a garota usou,mas ao que parece você acima de ninguém deveria saber que as coisas podem não ser o que parecem....e você menina,falando de como as coisas parecem,se tem ideia de que tipo de poder a trouxe até aqui,então não preciso dizer que o ataque não foi desprovido de razão,olhe ao seu redor.

-Antes de tudo,vendo estas mortes e o medo ao nosso redor,qualquer um de vocês acha prudente começar um combate com tantas pessoas em volta?Não é meu desejo participar desta contenda....mas se a resposta de qualquer um for sim,nos seremos seus primeiros inimigos.


Clamo pelos espíritos mais uma vez,eles estão inquietos mas me ouvem,estão felizes em poderem demonstrar a raiva e confusão que os consome....meus olhos brilham com o relâmpago e eu espero uma reposta.

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Re: Ato 1: Bem-vindos à Gotham City

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Qui Maio 04, 2017 9:06 pm

Ravena reage institivamente, erguendo seus braços contra o avanço do lutador loiro.

Sombras enormes se erguem como uma parede, ainda assim ele não consegue interromper o ataque que golpeia as trevas com fogo vindo de seu punho.

A escuridão se dissipa, porém a garota não é atingida, um cheio forte de enxofre toma todo ar.

Nessa hora, o Trovejante se aproxima e pergunta aos três que tipo de ação é essa e deixa claro que ele sabia tanto da natureza da mulher que acompanhava o lutador de rua quanto da garota confusa que se aproximava dos dois.


Terry Bogard: -Certo, Pocahontas. Estamos de saída... Se você ou a filha de Trigon nos seguirem terão de se ver comigo.

Lilith não diz nada, apenas segura Terry de novo e o puxa, baixando a cabeça. Caída e confusa, Ravena é ajuda a se levantar pegando a pela mão.

As pessoas ao redor parecem que não viram o ataque ou não se importam, a movimentação esta bem tensa. Nessa hora uma figura se aproxima de Ravena e Kor.


Leo Rocha:-Se terminaram com essa luta inútil, eu creio que poderei contar só com vocês dois. Aquele rapaz esquentado pode influenciar a "diaba" com ele. Falarei com o casal mais tarde. Melhor começar com vocês... Tem um minuto para conversamos?

Ele acende um cigarro e depois continua.

Leo Rocha:-Esses assassinatos não são os primeiros do tipo em Gotham. Ah, bem-vindos à cidade, se toparem me ajudar provavelmente vão ficar de pé sobre cadáveres deixados por um psicopata com certa frequência por aqui.

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Re: Ato 1: Bem-vindos à Gotham City

Mensagem  Convidado em Sab Maio 06, 2017 12:09 am

Só não queria que ele a machucasse!!!!

Ele estava indo em sua direção... Então um dos que Ravena sentia a presença falou:

-JÁ chega,sei muito bem que tipo de força a garota usou,mas ao que parece você acima de ninguém deveria saber que as coisas podem não ser o que parecem....e você menina,falando de como as coisas parecem,se tem ideia de que tipo de poder a trouxe até aqui,então não preciso dizer que o ataque não foi desprovido de razão,olhe ao seu redor.

-Antes de tudo,vendo estas mortes e o medo ao nosso redor,qualquer um de vocês acha prudente começar um combate com tantas pessoas em volta?Não é meu desejo participar desta contenda....mas se a resposta de qualquer um for sim,nos seremos seus primeiros inimigos.


E realmente, ela não queria lutas, nem sofrimentos, nem dor...
E sim, ela estava rodeada de MORTOS... Teria sido ela a causadora disso tudo?

Mas mesmo assim ele veio para acertá-la... Diretamente... Foi quando um lençol de sombras cobriu seu corpo...  e tudo ficou escuro...
A escuridão se esvai, um odor desagradável.  Ravena se assusta mais ainda deixando escapar:

- Mas o que é isso?!!

Quantas dúvidas, o que estava acontecendo?!
O homem loiro decidira sair, mas antes a deixou intrigada:

Terry Bogard: -Certo, Pocahontas. Estamos de saída... Se você ou a filha de Trigon nos seguirem terão de se ver comigo.

Filha do Trigon? Quem era Trigon? O que ele saberia sobre ela?
Ravena pensou em correr atrás dele, mesmo que isso ocasionasse danos físicos a sua pessoa, mas ela precisava saber...

Foi então que um outro homem aproximou-se deles,


Leo Rocha:-Se terminaram com essa luta inútil, eu creio que poderei contar só com vocês dois. Aquele rapaz esquentado pode influenciar a "diaba" com ele. Falarei com o casal mais tarde. Melhor começar com vocês... Tem um minuto para conversamos?

Leo Rocha:-Esses assassinatos não são os primeiros do tipo em Gotham. Ah, bem-vindos à cidade, se toparem me ajudar provavelmente vão ficar de pé sobre cadáveres deixados por um psicopata com certa frequência por aqui.

Sim, ela estava disposta a ajudar. Ela queria respostas, e as perguntas não eram poucas.
Ravena acena a cabeça concordando, e mirando o casal saindo...na esperança de um dia poder reencontrá-los.

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Re: Ato 1: Bem-vindos à Gotham City

Mensagem  Ricardo Sato em Sab Maio 06, 2017 12:54 am

Muitas coisas aconteciam todas de uma vez,não gostava de ser arrastado para esse tipo de coisas e por um tempo apenas observou,tranquilizado que não iria ter de se envolver num combate inútil.É quando mais alguém aparece e começa a disparar frases estranhas.

-Concordo que tudo isto é inútil,mas você conta com coisas demais....o que eu teria a ver com isso afinal,se for ao menos para dar alguma paz aos espíritos que agora caminham em direção aos seus ancestrais eu posso ouvi-lo....SE você for rápido e SE parar de rodeios e falar logo o que acontece.

-Não vim a esta cidade pra ficar sobre cadáveres sabia?

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Re: Ato 1: Bem-vindos à Gotham City

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Sab Maio 06, 2017 10:37 am

Leo Rocha: -Não digo que irão ficar sobre cadáveres por vontade, mas sim porque existe outro assassino serial na cidade. E sempre há um à solta nesse lugar e acreditamos que isso possa ter sim a ver com uma antiga religião indígena...  Bem.. Por onde começar? Certo. Eu trabalhei como repórter policial há alguns anos, com isso escrevi sobre um grupo de pessoas com talentos especiais que por uma tentativa de apoio mútuo acabou se reunindo há algumas décadas.



Eles conseguiram até construir uma torre de vigilância, acho que foi feita durante o governo Nixon, não sei exatamente. Eles montaram um Mosaico bem complicado de uma organização criminosa que controlava a informação dos cidadãos. Eu e minha amiga Dani Dandi fizemos uma reportagem na época que nos rendeu o Pulitzer, um colega nosso misteriosamente ganhou na loteria só para não continuar conosco.

Fui então mais tarde contratado pela Associação Belmont e seu presidente Andrew Seward para achar novos recrutas para enfrentar essas forças do oculto. Foi por meio de medições dessa organização que descobrimos onde vocês estavam e seus talentos. Infelizmente parece que houve um desentendimento com aquele casal...

Enfim... A razão de minha contratação pela Belmont foi minha experiência com esses homens e a possibilidade que eu tinha de conseguir pessoas de reabilitação e traze-las para equipe. E com o tempo eles foram desaparecendo, até que de uma vez recentemente, o satélite que usavam como base foi destruído por luzes aparentemente solidificadas em tons esverdeados, algo parecido com o que a jovem estava fazendo com a escuridão para se proteger... Um dos especialistas de nossa organização, o teórico sobre meta-humanos David Graves nos afirmou que é semelhante às de um anel que um antigo vigilante portava em Gotham. Eu conversei também com o engenheiro Dale Gunn, que trabalhou como engenheiro para eles e me garantiu que a única forma que isso poderia ter sido feito seria por várias sabotagens.  

Não sei exatamente o que houve, mas as suspeitas de que parte da explosão veio do observatório de Gotham. Curiosamente, a constelação que estava sendo observada era a mesma que alguns nativos antes da formação dessa cidade acreditavam ser o sinal de uma benção do caçador que iria se comunicar por meio de sonhos... Há muitas pessoas enlouquecendo na cidade há anos. Se puderem ver a Doutora Ruth Adams no Arkham para confirmar minhas palavras, vão saber como essa explosão na órbita da Terra afetou alguns de seus detentos. De qualquer modo minha associação esta disposta a ajudar vocês dois no que precisarem em suas próprias pesquisas. Se conseguirem mais informações de alguma dessas pessoas eu poderei enquanto isso verificar quem são as dez vítimas encontradas pela polícia e repasso a informação para vocês. Que acham? estão dentro?
Nota narrativa: se vocês toparem os nomes em negrito do texto são das pessoas que Leo Rocha quer que vocês investiguem. E sim, isso incluí sua antiga colega de reportagem. Note que ele não citou o nome de quem venceu na loteria. Se concordarem devem confirmar qual dessas pessoas irão interrogar para tentar descobrir qual a ligação entre as mortes aqui hoje, a explosão do satélite da Liga e o sobrenatural que a Associação para qual ele trabalha investiga. Ele quer que vocês dois escolham um único nome e vão os dois tentar encontrar qualquer ligação da pessoa com os acontecimentos. Os nomes que ficarem de fora da escolha de vocês, a Associação Belmont enviará outros agentes.

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Re: Ato 1: Bem-vindos à Gotham City

Mensagem  Convidado em Sex Maio 12, 2017 12:09 am

Sua cabeça zumbia, pulsava forte... Muitas informações, todas Ravena queria absorver, pois quanto mais soubesse do seu passado, melhor.
Foi então que Leo deu uma luz, talvez ele trouxesse os motivos do seu aparecimento repentino, com tamanha amnésia.
Esperança inundava sua alma sombria enquanto escutava atentamente o que aquele homem os contava.
Ele os disse:
- E com o tempo eles foram desaparecendo, até que de uma vez recentemente, o satélite que usavam como base foi destruído por luzes aparentemente solidificadas em tons esverdeados, algo parecido com o que a jovem estava fazendo com a escuridão para se proteger...

Ravena faz uma cara de susto, eram muitas informações...
Então ela perde-se em pensamentos:
** Essas sombras... eu não as chamei.
**Teria eu provocado algo horrível ao satélite?
** Como deixei aquele homem que sabe sobre mim, ir embora?

Enquanto pensava, quase que em voz alta, Ravena perde praticamente todo resto da explicação. Escutando somente:
- Se puderem ver a Doutora Ruth Adams no Arkham para confirmar minhas palavras, vão saber como essa explosão na órbita da Terra afetou alguns de seus detentos. De qualquer modo minha associação esta disposta a ajudar vocês dois no que precisarem em suas próprias pesquisas. Se conseguirem mais informações de alguma dessas pessoas eu poderei enquanto isso verificar quem são as dez vítimas encontradas pela polícia e repasso a informação para vocês. Que acham? estão dentro?
Ainda um pouco desnorteada ela responde:
- Certo, tudo bem.... Por onde começamos então?
Para quem estava perdida, o melhor seria passar a decisão para seu “companheiro”.

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Re: Ato 1: Bem-vindos à Gotham City

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Ter Jun 27, 2017 10:47 am

Ravenna estava confusa... Desse modo transfere para o rapaz ao seu lado a questão.
Ravena:- Certo, tudo bem.... Por onde começamos então?
Para sua surpresa o jovem índio desapareceu no meio da conversa de Leo Rocha.

Leo Rocha: -Nosso amigo não parece estar querendo cooperar com o caso e tem seus próprios objetivos. Eu sugiro irmos até o Arkham, eu verificarei o caso da polícia depois. Acabei de ligar para Doutora Ruth de qualquer jeito, depois seguimos juntos as outras pistas. Especialmente essa sobre você ser filha de Triggon.

Leo pega um carro preto, um velho cadillac, abre a porta cordialmente para sua convidada para que entre. Em seguida a viagem até à isolada região segue tranquila, no meio do caminho o cenário melancólico da cidade trás recordações estranhas para Ravenna. E a imagem dela projetando sombras diante de suas mãos faz ela pensar sobre o que realmente pode ter acontecido afinal e do que ela realmente é capaz de fazer...

Pessoas terem seu rosto arrancado faz ela pensar sobre o que de fato de que até mesmo ela pode ser culpada. O concreto cinza gradativamente desaparece dando lugar à uma estrada de terra batida que chega a portões metálicos imensos.

Leo Rocha: Arrow Essa é a Mansão Arkham. A área psiquiátrica foi fundada há mais de um século pela família da esposa de um grande magnata fundou esse lugar para tratar criminosos por sua compulsão por desobedecer a lei, pouco depois da morte do último benfeitor o lugar passou a comportar tanto pacientes quanto descendentes dela...

Tudo parece muito mais escuro naquele lugar, era como se a noite se ampliasse depois daqueles muros. Pelo pátio alguns guardas caminham com um cão e uma lanterna, parecem estar procurando por algo. Em algum tempo os dois descem e Leo continua.

Leo Rocha:  Arrow A doutora irá nos receber.

Ruth Adams:-Leo! Há quanto tempo? Veio dar uma esticadinha até aqui?

Leo Rocha: Arrow Viemos fazer umas perguntas, deve ter ficado sabendo das mortes no metro agora pela tarde.

Ruth Adams: -E quanto tempo mais vai ficar como consultor da polícia e da Associação Belmont? Não recebeu muito mais como repórter investigativo? Deveria já ter se aposentado.

Leo Rocha:  Arrow Vi que seus guardas estão agitados. Aconteceu alguma coisa, Ruth?

Ruth Adams: -Muito observador. Na verdade é só uma busca de rotina, parece que algumas crianças vizinhas estavam cortando a cerca de novo.

Leo Rocha: Arrow Pelo que vi alguém que saiu de dentro de uma saída de esgotos... Deixe-me adivinhar, o Crocodilo fugiu com ajuda de Grundy.

Ruth Adams: -Mas como você... Ah, deixa para lá... Esta correto, Senhor Rocha. Deve ter contatos aqui dentro como eu já imaginava, sim, eles escaparam mais cedo e se já sabia disso deve ter vindo aqui não só tentar descobrir sobre os assassinatos como também me oferecer ajuda. E quem é sua amiga? Ela me parece familiar

Leo Rocha: Arrow Doutora Ruth Adams, essa é Rachel Roth, mais conhecida como Ravena... Ela mesma não lembra exatamente disso. Raven, essa é a Doutora Ruth Adams, atual diretora do setor do asilo aqui na Mansão Arkham Wayne. E ela precisara de nossa ajuda para derrotar Crocodilo e Grundy, para depois nos contar sobre os assassinatos.

Ruth Adams:- De acordo, seu chantagista. E então, garota, como você é capaz de me ajudar?

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