DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Convidado em Qua Dez 04, 2013 5:05 pm

Apesar de ter abandonado a sala, em que se encontravam os demais heróis, rumo à sala de conferências, Diana pôde ouvir a tréplica de Leonid. Até chegara a pensar em lhe responder, no entanto ficou apenas em pensamento: ambos sabiam que a discussão, àquela altura, não traria benefício algum, nem engendraria mudança no panorama. “Hal ficaria contente ao ouvir as críticas de Leonid sobre as perdas pessoais de cada um de nós, principalmente ao se lembrar dos 7 milhões de mortos em Coast City...  imagino as palavras que Bruce lhe diria, afinal, Batman só existe por conta do que houve com os Wayne. Leonid se esquece de que ele mesmo age segundo motivações pessoais, defendendo seu povo.”

O debate havia ficado em segundo plano. Ainda que tenha perdido o apoio de Barda e Milagre, a amazona não se abatera; em pouco tempo recebia a resposta positiva de mais três heróis, Justiceira, Detonador e Acrata. Ela ainda aguardava o sim de Fausto e não poderia mais se dar ao luxo de sofrer perdas na equipe; ao contrário, deveria reforçar ao máximo o grupo.  Só que essa ação teria que esperar: a tão ansiada videoconferência com a ONU estava para começar, e Diana precisava estar preparada. E foi assim que, após ligar o monitor e estabelecer o canal de comunicação, a princesa amazona respirou fundo e começou a falar aos representantes da organização:

- Senhor Secretário-Geral da ONU e demais membros componentes do Conselho de Segurança, boa tarde. Acredito que todos conheçam minha conduta, uma vez que atuei por várias vezes como intercessora, agindo com diplomacia e resolvendo problemas junto às nações. Sempre encarei a ONU e seus membros, permanentes ou temporários, com muito respeito; no entanto, minha visão acabou se modificando depois de alguns episódios envolvendo a própria organização e, principalmente, os Estados Unidos da América. Covardias foram cometidas contra nações inocentes, apesar da má índole de seus líderes, matando milhares de pessoas que nada tinham a ver com as questões. Para nos atermos a apenas um exemplo, sem nos alongarmos: o que dizer da Guerra do Iraque? Toda uma retórica beligerante construída ao redor da possível – mas nunca provada – existência de armas de destruição em massa nesse país, mesmo após os inspetores desta organização não terem encontrado uma sequer! Ignorando esse fato, os EUA levantaram a bandeira da “guerra contra o terror” e penalizaram toda uma população em nome de sua sede de poder e de seus interesses no petróleo da região. E os senhores, o que fizeram? Foram omissos, para dizer o mínimo; coniventes, talvez; mas, para mim, a designação mais correta seria a de que os senhores foram cúmplices de tamanha arbitrariedade. Me causa asco que a ONU, criada com a finalidade de manter a paz e a segurança entre os países do mundo, possa ter se convertido em um clube de engravatados aduladores, subjugados a Bushs e Obamas de maneira covarde e, logicamente, também interesseira. Saddam foi assassinado e exposto como troféu... e os senhores se mantiveram estáticos! Não que eu apoiasse os ditames desse tirano, mas penso qual teria sido a postura adotada pelos senhores integrantes caso o assassinado fosse outro ditador...

As palavras da Mulher-Maravilha eram duras. Nelas, havia extrema seriedade e um sentimento de descontentamento com aquele órgão; mais do que isso, uma cobrança firme de quem havia trabalhado durante anos pela diplomacia. Mas que não estava nem um pouco satisfeita com a atuação da ONU, tampouco fazia questão de esconder...



- Superman realizou o sonho de muitos ao desarmar as nações. Fez, em poucos instantes, o que os senhores nunca conseguiram – se é que, um dia, almejaram - em anos! E acabou sendo condenado por todos em razão disso. Eu não; ele tem o meu apoio, esteja onde estiver! Fez algo que futuramente será lembrado, não como afronta às potências bélicas, mas como um gesto de promoção da paz. Talvez os senhores e seus superiores não tenham gostado, por sentirem sua autonomia atingida, mas eu arriscaria dizer que o problema é o egocentrismo e a ganância que faz parte de seus seres. Não se importam com civis mortos, apenas com o status que os senhores possuem...  Realmente, deve ser vexatório se sentir impotente ante as atitudes nobres de um ser adorado pelas pessoas desse mundo.

Mudando um pouco o centro da discussão, não sei se os senhores têm conhecimento, mas as últimas notícias dão conta da reativação dos Combatentes da Liberdade. Novamente, a empáfia de uma nação – que se julga dona do mundo – falando mais alto, traduzida na violenta iniciativa contra Grundy, exterminando-o sem necessidade para tal. Aliás, a LJA agiu, nessa questão, com a parcimônia que a tem caracterizado ultimamente. Os senhores já devem ter percebido, mas não me alinho mais a essa conduta tão diplomática – até mesmo a diplomacia possui limites. Particularmente, eu gostaria de saber os interesses por trás da tentativa de resgate do corpo de Solomon Grundy. Seriam, por acaso, motivos escusos? O que os EUA poderiam querer com ele?

Talvez algo semelhante ao que seus colegas da Coreia do Norte estão fazendo. Os senhores sabiam que essa nação está criando meta-humanos através de manipulação genética? Estão surpresos? Pois eu exijo que os senhores assumam uma postura digna e interpelem esse país! Podem ter certeza de que o novo grupo de heróis que foi formado por nós não terá tanta paciência com a ineficiência da ONU. Para deixar claro: NÃO NEGOCIAMOS COM TERRORISTAS NEM USURPADORES DE NAÇÕES! Exigimos tanto as explicações cabíveis e decentes sobre o caso Combatentes e Grundy, como a interrupção das pesquisas e formação de meta-humanos a partir dessas! Caso contrário, teremos que tomar as medidas que julgamos adequadas.

Encerro meu pronunciamento nesta videoconferência lembrando aos senhores que nossa obrigação, minha e de meus colegas, sempre foi a de manter a paz – e, quando for o caso, promovê-la. Somos líderes mundiais e não esperaremos que o mundo se acabe em razão dos seus caprichos.

Não se trata de uma ameaça, senhores; trata-se de um aviso.


Fim da transmissão.

Ao sair da sala de conferências, Diana seguiu rumo aos seus aposentos, onde se fechou. Buscava se concentrar para os momentos que viriam... seriam momentos difíceis, sabedora que estava da repulsa que os meta-humanos sofriam por parte dos humanos. E até mesmo colegas e amigos seus, que outrora guerrearam lado a lado, hoje mais se assemelham a opositores. Havia também suspeitas que a intrigavam. Por esse motivo Diana recorreu a uma viagem astral, a fim de se encontrar com os deuses e os oráculos, para que esses a ajudassem na solução dos problemas.

No instante seguinte, a princesa fechou os olhos. Em questão de segundos, ela rompeu o espaço/tempo: sua alma já não mais estava na Sala de Justiça; viajara para longe de seu corpo físico, desprendendo-se de seu invólucro mortal. Seu espírito pousava em um campo; diante de si, a aurora de róseos dedos indicava o santuário onde se podia ir ter com os deuses supremos. Sim, ela podia falar com os deuses. Eles poderiam reduzir qualquer um ao pó; mas não a ela. Os grandes deuses recebiam Diana como a filha concebida nos braços da rainha Hypólita, moldada magicamente. Ela foi recebida por uma mulher anciã, a sacerdotisa Pítia, responsável pela interpretação das mensagens divinas. Ao reconhecer a princesa Diana, disse-lhe:

- Menina Diana, quanto tempo! O que a traz até nós? Não me diga que precisa ouvir a voz dos ventos?

- Olá, senhora Pítia. – cumprimentou-a a princesa, tomando-lhe a mão oculta sob a veste vermelha que a anciã utilizava. – De fato, preciso ouvir o que os deuses têm a me dizer. Mais do que nunca, necessito da ajuda deles.

Pítia conduziu Diana até a entrada do santuário e se despediu da amazona. A senhora sabia que Diana não precisava de intérpretes: o ruído do vento era apenas ruído para qualquer outro ser, mas ela, a Guardiã da Verdade, ouvia a voz dos deuses em cada tom do sopro de Éolo.

- Que os deuses possam levar mensagens auspiciosas para você, princesa! - desejou-lhe Pítia, em voz baixa e branda.

- Grande Zeus, Grande Hera... as terras mortais vivem tempos complicados. O mundo dos homens está contaminado de ódio, horror e ganância. Tenho uma suspeita e preciso de sua ajuda para que eu possa elucidar os acontecimentos e dar o próximo passo. Temo que Ares esteja articulando alguma coisa, pois o ódio a meus pares e a mim tem crescido absurdamente, além do  aumento da tensão e iminência de um conflito entre os povos. Acredito que Ares possa ter alguma relação com todos esses acontecimentos. Além disso, há amigos que, inexplicavelmente, estão contra os heróis. Suplico-lhes ajuda, para que eu possa enxergar aquilo que meus olhos não conseguem ver e seguir adiante na honrosa missão de defender a Verdade e fomentar a Justiça.

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Leo Rocha em Sex Dez 06, 2013 11:30 am

Gladiador Dourado, Ray Palmer, Dr. Meia Noite e Sandman:

Após a discussão com Ray Palmer, Sandman sai chateado por não ter aceita sua teoria sobre a vinda do Superman Prime de uma dimensão onírica proveniente da mente de Ray Palmer. Ele decide então solicitar a Dr. Meia Noite que o acompanhe em seu retorno ao satélite da liga para auxiliar Poderosa nos conflitos que emergem a cada segundo.
Os dois estavam se preparando para o teleporte quando receberam a notícia de que a máquina estava pronta. Decidiram seguir até ela para ver o que seria feito antes de partirem.
Quando Rip Hunter aparece, Gladiador já se encontrava próximo da máquina. Ele parece estar determinado a levar a cabo sua missão e as palavras ditas por Rip acabam por reforçar sua determinação. Ele entra correndo na máquina e liga seu campo de força. Do lado de fora Rip Hunter já sabia para onde o viajante dourado do tempo iria. Ele aperta um botão em sua manopla, se teleportando para sua máquina e a ligando. Seu destino é o mesmo de Michael. Enquanto a viagem se inicia, ele murmura pra si mesmo:

Arrow Eu tinha esquecido que você era tão cabeça dura...

*****************************************

A máquina pára e Michael e Skeets saem. O Gladiador Dourado tinha uma missão e iria levá-la a cabo. Iria... Porque a visão que ele tem ao sair da máquina lhe diz que seus planos estavam errados...



O mundo que Michael esperava encontrar parecia ter sido destruído. Transformado em uma triste e distorcida versão. Ele olha desolado, enquanto a máquina de Rip Hunter se materializa próxima a ele. Rip sai da máquina falando:

Arrow Precisamos conversar, Michael. A realidade de onde você veio não existe mais. Ela foi destruída pela anomalia temporal. Não há um jovem Michael neste tempo para você impedir. Você não é o problema. Na verdade é a solução.Eu não podia te contatar antes porque só agora o seu futuro começa a ser reescrito. Você está destinado a ser algo maior do que o herói fanfarrão que todos conhecem. Você está destinado a me ajudar a proteger o continuum espaço-tempo. No entanto, essa missão será a mais difícil, porque para garantir sua efetividade você terá que manter sigilo total dela.

************************************

No laboratório, os heróis que ficaram tentam entender o que está havendo. Neste momento o advogado de Michael se aproxima e diz:

Arrow Ele deixou instruções para que esta mensagem fosse entregue à Sra. Poderosa. Posso confiar esta missão a vocês?

Ele entrega a eles o pacote com a mensagem gravada por Michael na noite anterior. Ray Palmer olha para os companheiros e diz:

Arrow Parece que o Gladiador tinha uma capacidade de elaboração maior do que muitos pensavam..

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Leo Rocha em Sex Dez 06, 2013 10:58 pm

Mulher Maravilha:

Os microfones foram abertos. Diana estava sentada em frente a tela e conseguia ver as expressões dos presentes na assembléia extraordinária da onu. Acompanhando a tudo e representando o Xeque-Mate, estavam na assembléia Sr. Incrível e o Lanterna Verde Alan Scott.
Quando a Mulher Maravilha começa a falar, um silêncio se faz presente na reunião. Aqueles que esperavam ouvir uma fala dos heróis com um tom de conciliação perceberam com muito espanto que o tom da fala da heroína era exatamente o oposto.
Na primeira parte do discurso, a amazona ataca seriamente a ONU, bem como o governo dos EUA. As câmeras da TV registram tudo e repassam à população mundial em transmissão simultânea. As reações na assembléia são de espanto, indignação e rejeição. Um murmúrio sobe, só diminuindo quando ela continua a falar. Neste momento Sr. Incrível aciona seu comunicador, colocando o satélite da Liga diretamente vinculado à transmissão.
Ela fala do apoio à ação do Superman de desarmamento mundial e da ação dos Combatentes da Liberdade no caso Grundy. Quando fala sobre não se alinhar mais à conduta da Liga e questiona as ações dos Combatentes, o representando dos EUA na ONU lhe diz:

Arrow A senhora critica tanto uma nação que a acolheu democraticamente e ainda assim mantém algumas de suas bases lá. Não consigo compreender seu objetivo. A senhora propõe que passemos a ser coniventes com criminosos ou que entreguemos nossos governos a meta-humanos como a senhora?

Ala Scott se adianta ao que viria a seguir e pergunta:

Arrow Mulher Maravilha, essa é uma fala um tanto quanto polêmica. Esta é a posição oficial da Liga da Justiça? Soube que Poderosa era a nova líder do grupo, onde ela está?

Por fim, Mulher Maravilha discorre sobre as descobertas referentes à Coréia do Norte e pede providências neste caso e no caso de Grundy. O secretário geral responde:

Arrow Isto tudo será apurado, mas não ouse nos ameaçar! E não tente fazer parecer que esta ameaça não é uma ameaça.

O representante da Coréia do Norte se manifesta:

Arrow E informo que nosso governo não fez nada diferente do que os governos de outros países, inclusive dos EUA, fizeram. Nós apenas estimulamos que os cidadãos dotados de poderes sejam submetidos a treinamento para controle dos mesmos. Eu quero ressaltar é que o meu país foi invadido em duas ocasiões por heróis que agem com as cores norteamericanas estampadas em seus uniformes. Isso é uma afronta a soberania nacional e a essa organização! A Coalizão de Heróis do Oriente será acionada e implicada a tratar desta invasão!

O secretário geral retoma a palavra:

Arrow Como disse, tudo será averiguado. Até lá, peço calma a todos. Eu também gostaria de ouvir a opinião da atual líder da Liga da Justiça, bem como saber se você ainda fala por Themiscyra, quando desrespeita esta assembléia, Mulher Maravilha.

Após Diana encerrar a transmissão, um alvoroço acontece em todas as partes do mundo. Jornalistas, blogueiros e comunicadores do planeta inteiro se digladiam tentando dar a notícia da forma mais inventiva possível. Na assembléia, Incrível olha para o Lanterna Verde e diz:

Arrow Isso não é nada bom...

*********************

Mais tarde, em seu quarto, Diana se lança à busca espiritual pelos deuses, como forma de compreender o que viria pela frente. Ao conseguir contato, ela clama por Zeus e Hera que a atendem com presteza:

Arrow Diana de Themiscyra, você nos chamou e aqui estamos.

Arrow Sim. O que lhe aflige, minha jovem criança?

Quando ela fala sobre Ares, os dois deuses se olham e Zeus diz:

Arrow Que esta dúvida seja sanada agora! Ares, venha a minha presença.

O Deus da guerra aparece andando com naturalidade e se posta ao lado de Diana, dizendo:

Arrow Quero agradecer a tudo que você e seus amigos tem feito por mim, mas infelizmente não ajudei em nada do que foi realizado junto aos seus. Em alguns momentos a guerra procura o guerreiro, em outros o guerreiro procura a guerra.

Os três estavam ali em conversa com Diana e poderiam ajudá-la a responder alguns de seus questionamentos e inquietações... Ou não...

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Scorpion em Sab Dez 07, 2013 8:30 am

Viajar pelo tempo sempre era meio enjoativo. Michael havia esquecido de como era ruim desfazer todas as moléculas de seu corpo e juntá-las novamente centenas de anos diferentes de onde elas saíram. A sensação era vertiginosa e o Gladiador quase sentiria vontade de vomitar.
GD: Acha que estamos fazendo a coisa certa, Skeets?
Skeets: Eu não sei, senhor.
Pouco "tempo" depois, os viajantes do tempo chegam ao seu destino. Michael olha assombrado para a paisagem... um mundo ermo, onde parecia não haver mais vida. Ele volta correndo para a máquina, olhando o localizador temporal no painel.
GD: Isso... isso não pode estar certo! Não podemos estar no lugar e nem no tempo certo! Devíamos estar no estádio de Metrópolis, e não nesse... deserto sem vida!
Mas era fato de que o localizador temporal apontava... estavam no lugar certo. Michael irritado dá um chute na máquina.
GD: Droga! Eu já não entendo mais nada! Mas que diabos tá acontecendo aqui?

Então, a máquina de Rip Hunter aparece no local e ele começa a falar.
Rip: Precisamos conversar, Michael. A realidade de onde você veio não existe mais. Ela foi destruída pela anomalia temporal. Não há um jovem Michael neste tempo para você impedir. Você não é o problema. Na verdade é a solução.Eu não podia te contatar antes porque só agora o seu futuro começa a ser reescrito.
Michael fica ainda mais injuriado.
GD: Acorda, barbudo! Eu não sou quem você tá pensando. Tá vendo esse traje, esses equipamentos?! Eles foram roubados! Eu não inventei isso, como o Batman inventa seus equipamentos, nem tenho força ou resistência natural, como o Superman e eu sequer sou esperto o suficiente, como o Caçador de Marte! Eu sou um aproveitador, cara... um oportunista! Não sou a solução pra nada! Posso não ser o problema... mas certamente não sou a solução!
Rip Hunter continua...
Rip: Você está destinado a ser algo maior do que o herói fanfarrão que todos conhecem. Você está destinado a me ajudar a proteger o continuum espaço-tempo. No entanto, essa missão será a mais difícil, porque para garantir sua efetividade você terá que manter sigilo total dela.
Skeets: Michael, tudo o que você fez até hoje te levou a isso. Se você não ajudar, o espaço/tempo deixará de existir...
GD: Eu... não ligo...
Michael baixava a cabeça. Não sabia o que fazer.
Skeets: E Ted, senhor?
GD: Se Ted estivesse aqui, ele seria o primeiro a topar essa "aventura". Mas ele não está...
Skeets: Senhor, não sou programado com psicologia, mas o pouco que aprendi nos artigos da Liga foi que... ele sempre estará com você. E deixar que tudo se exploda seria desonrar a memória do senhor Ted. Além disso tem o Jaime, senhorita Starr, a senhorita Gelo...
Michael pensava... pensava... pensava. Ele olhou para Rip com um olhar desafiador, mas cheio de heroísmo.
GD: O que eu tenho de fazer?

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Leo Rocha em Sab Dez 07, 2013 10:16 am

Estrela Vermelha:

Leonid estava chegando à sua base quando percebeu que os Titãs se aglomeravam em frente aos monitores. Ao perguntar o que houve, foi respondido por Superchoque:

Arrow Dá uma olhada...

Ao fixar a atenção no monitor, ele vê a segunda metade do discurso da Mulher Maravilha na assembléia da ONU. Mutano se vira para ele e diz:

Arrow Agora fedeu...

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Leo Rocha em Sab Dez 07, 2013 10:18 am

Poderosa e Arqueiro Verde:

Enquanto ocorria a reunião no satélite, um sinal chega para a Liga. Olhando rapidamente os heróis reconhecem ter vindo do Sr. Incrivel. A mensagem indicava que fosse aberto o canal de transmissão. Homem-Hora o liga e os heróis assistem ao pronunciamento da Mulher Maravilha.

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Administrador em Sab Dez 07, 2013 10:54 pm

Quando eu estava me despedindo de Rip Hunter, o Gladiador Dourado apoderou-se da máquina do tempo de Hunter e viajou com Skeets para um destino ignorado. Inesperadamente, um advogado apareceu pouco tempo depois com um carta escrita pelo próprio Gladiador Dourado endereçada a Poderosa. Estou certo de já ter visto isso em um filme. O advogado deixou a tarefa de entregar a carta para nós. Então eu peguei a carta e falei com os doutores (Cross e Palmer).

- Eu não sei o que o Gladiador está planejando, mas acredito que o conteúdo da carta é de vital importância. Pelo menos, mais importante do que o teor da entrevista que ele concedeu para a revista People. Nós temos de voltar para o satélite o quanto antes.

Chegando no satélite, eu entreguei a carta do Gladiador Dourado para a Poderosa. Enquanto ela guardava a carta do Gladiador Dourado, nós fomos alertados do pronunciamento da Mulher-Maravilha. Ela fez um comunicado perturbador para os diplomatas da Organização das Nações Unidas. Naquele momento, eu soube que estava diante do prenúncio do fim. As ações da Mulher-Maravilha culminarão naquilo que vislumbrei no meu último pesadelo. Ciente do perigo, eu conversei com Poderosa sobre o atual cenário.

- Poderosa, é o momento de tomar uma atitude! Você está agindo como o Superman numa tentativa vã de ocupar o espaço deixado por ele. Mas é hora de ser você mesma e ter pulso firme! Onde está a Poderosa que todos conhecemos? Saiba que você tem o meu apoio integral, Poderosa, mas peço que não esmoreça! Você foi a líder escolhida democraticamente pela maioria! Mesmo sendo uma fundadora da Liga, a Mulher-Maravilha não tem moral para minar sua autoridade! Se a amazona está reunindo um grupo separatista, você tem que deixar claro que eles não possuem autorização para utilizar instalações da Liga como a Sala da Justiça. Expulse todos eles de lá! Esclareça que a Mulher-Maravilha não fala em nome da Liga da Justiça!

Depois de fazer minhas recomendações, eu aguardei a resposta da Poderosa. A única maneira de evitar a batalha iminente é impedir que a Liga da Justiça ficasse dividida. Uma vez que a Mulher-Maravilha iniciou esse processo, nós não temos outra alternativa senão mostrar aos aliados dela o erro que estão cometendo. Nós temos de manter essa divergência no campo político para que não aconteça um embate físico direto. Só espero que os heróis que acompanham a Mulher-Maravilha também sejam sensatos. 


Última edição por Sandman em Ter Dez 10, 2013 6:09 pm, editado 1 vez(es)

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Ricardo Sato em Sab Dez 07, 2013 11:36 pm

Leonid olha compenetrado para a tela,por instantes,enquanto a ação continuava ele nada respondeu as indagações de seus colegas,apenas quando as falas cessaram ele começa.
Cruzando os braços em suas costas e deixando seus pés paralelos,uma posição que parecia desconfortável mas que para ele era uma forma de relaxar Leonid fala baixo mas claramente em direção de Wendy.


Por favor abra comunicação geral na frequência dos titãs....todos eles,peço que mantenha o que vou dizer gravado para que todos que não puderem ouvir agora possam acessar depois.

Leonid aguarda novamente em silêncio até que Wendy lhe dê um sinal de positivo.
E só então volta a falar,dessa vez de forma alta mas controlada,um tom forte porém estável da mesma forma que Leonid sabia que ele próprio devia ser naquele momento..


Boa noite a todos,eu sou Lenid Kovar,o Estrela Vermelha.

Há pouco tempo mandei um chamado aos titãs pedindo ajuda para lidar com ameaças ao povo de nosso mundo e em decorrência dos novos fatos apresentados a pouco eu devo dizer a todos vocês que..........Absolutamente nada mudou.

Eu estive presente na reunião onde mulher maravilha fundou esse grupo dissidente da liga,mas pela velocidade desse pronunciamento só posso dizer que não importavam as respostas dos convocados isso aconteceria de qualquer forma.

Talvez estejam se perguntando como eu posso dizer que nada mudou já que foi um acontecimento tão bombástico para o mundo....eu digo que nada mudou,porque nada mudou para nós.

Muitos de vocês sempre se perguntaram se ansiavam ou temiam o dia em que teriam que dar um passo a frente e tomar o lugar de seus ídolos e mentores no bom combate,bem...esse dia chegou.

Não porque eles morreram,não porque o tempo nos forçou a ir em frente,não porque eles se tornaram fracos,não nada disso....mas simplesmente porque as ameças continuam a nossa volta.

Perigos que as pessoas do mundo não são capazes de ver,de acreditar e principalmente não podem vencer,e seus ídolos estão ocupados com os problemas com que as pessoas sempre lidaram sozinhas...política,propaganda e guerra.

Nesse momento todos estão se perguntando de que lado estão,seja por afinidade,respeito,crença ou laços...eu digo para pararem com isso,tais pensamentos só iriam nos dividir.

Não estou dizendo que vocês não devem ter sua opinião,muito pelo contrário o que estou tentando dizer é que nós temos um poder que a liga jamais teve,uma força só nossa,uma ideia que já foi dita de várias formas mas que se resume em um único sentimento....TITÃS UNIDOS.

Nós podemos ter opiniões diferentes,nos podemos não nos dar bem sempre,pessoas com personalidades fortes como Granada e Devastadora tinham rivalidades grandes,droga eu mesmo até hoje ainda tenho vontade de chutar o Wally pro outro lado da galáxia....mas no fim,na hora que realmente importa sabemos que estaremos lá uns pelos outros.

Eu já duvidei disso,eu já quis duvidar disso...mas alguém sempre surge pra te dar esperanças,mesmo que não seja a pessoa que você espera.

Então eu peço,vamos ter nossas opiniões mas não vamos deixar que elas nos separem,não vamos deixar que elas nos façam deixar de ajudar as pessoas com aquilo que elas não podem enfrentar.

Não pretendo lutar contra ou a favor de nenhum dos lados,pelo menos até que um deles ultrapasse o limite do que acredito ser justiça ou que ajuda-los também nos ajude a resolver nossos problemas e missões.

Vou lhes fazer uma proposta,todos que puderem e quiserem responder,digam agora sua opinião,aqueles que decidirem partir e se aliar a poderosa ou Mulher Maravilha que vão,mas para os que decidirem ficar que essa seja a última vez que essa opinião foi dita.

Vamos esquecer nossas diferenças e fazer o nosso trabalho.

Eu começo......

Acredito que mesmo que seja bem intencionada a atitude de Mulher Maravilha está errada e causará conflito,não posso me posicionar quanto a Poderosa por que ela ainda não se posicionou,mas pelo pouco tempo em que a vi,me parecia que seu coração estava no lugar certo.

No entanto,a experiência,confiança e o fato de ter entendido que o conflito na liga era inevitável,deu a Diana duas grandes vantagens surpresa e o primeiro golpe.


Leonid aguarda imóvel se mais alguém,presente ou não,responde.
Depois ele desliga a transmissão e se volta aos titãs na nave.


Eu iria informa-los sobre isso mas parece não ser necessário,façam todas as perguntas que quiserem.....mas primeiro.

Vocês já devem saber,mas esses são Milagre e Barda,eles vieram ajudar....o novo soviete supremo também deve vir nos auxiliar.

Agora,o que querem saber?


Leonid ouviria e responderia as perguntas,teria a honestidade de dizer quando ele mesmo não tinha as respostas.
Por dentro ele pedia que os titãs continuassem juntos.
Ele não iria dizer a eles mas quando citou que perdia as esperanças nos laços dos titãs e que pessoas inesperadas haviam lhe devolvido elas,ele falava daqueles que vieram ao seu encontro sem serem seus amigos,só porque ele era um titã....ele falava deles.
Quando nada mais houvesse a ser dito,ele aconselharia que todos fizessem um descanso,faria mais uma sessão ao sol com Kara e tentaria ele próprio dormir um pouco.....se nada mais acontecesse.

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Dana em Dom Dez 08, 2013 12:26 am

- Eu já tenho fama por ser esquentada, e você me convida pra comer chilli? Você é louco, Arqueiro... – Karen soltava um riso curto, não nervoso, um riso de alivio por lembrar que podia sim vez ou outra rir. Isso é um “santo remédio”, como já ouvira dizer, uma vez.

- Vai dar sim, se continuarmos unidos, separação não vai ser nada bom, o único que parece se dar bem sozinho aqui é o Batman. – Falando isso ela confirmava que não gostava mesmo de ficar sozinha, por mais que a maioria das situações que ele se punha ou era posta em batalha ou na vida comum, com sua identidade falsa, Kara odiava ficar sozinha.

- Sabem o que mais me incomoda nisso? Brincarem de deuses! Como se seres como nós fôssemos peças de barro para serem moldados ao bel prazer, como... Brinquedos! Vidas não são brinquedos. Porque diabos, Luthor sempre está metido nestas porcarias? – Não sabia o que se passava na cabeça do Arqueiro, contudo tinha noção de que a ação de seu primo em desarmar todo o Globo levando embora as armas nucleares, causaria alguma reação negativa. Mas, não aquilo. Ninguém podia “fabricar” gente, muito menos seres como ela, como os outros companheiros de equipe.

Kara chega à Sala de Reuniões do satélite e para poro alguns segundos observando atentamente cada um daqueles rostos conhecidos, alguns mais outros menos. Mas, o que importa ali é que todos estão de acordo com o sentido do grupo o qual fazem parte, a Liga da Justiça. – Obrigada, Jade. O que eu vou precisar de vocês são duas coisas, coragem e união. Já chega de separação, na Liga. Precisamos antes de tudo continuarmos unidos, pois, o cerco se fecha a cada instante. Mostrem o pronunciamento de Diana, por favor. Vamos todos ouvir. – A postura dela mudava, ficava ainda mais séria, calou-se e ficou escutando tudo o que Diana falava a ONU, da base da Liga, algo que seria corrigido logo mais. O grupo que ela dizia estar formando não ia usar este recurso para fazer qualquer tipo de ato. Nem ela, nem os que estavam junto dela.

As palavras direcionadas aos membros da ONU que ela usava eram sim duras, não podia negar que esta era a melhor expressão acerca do que estava acontecendo. Não deixavam de ser verdades, infelizmente. Algo que ela falou atingiu Kara no peito com certa força, “mas eu arriscaria dizer que o problema é o egocentrismo e a ganância que faz parte de seus seres.” Como conseguir manter equilíbrio entre todas as nações, e todos que viviam nelas, considerando que eram diferentes, os Humanos dos meta-humanos. Para Poderosa cada qual tinha poder para se tornar um “deus”, tanto que Hitler provou de uma forma extremamente negativa. Não era preciso ser um meta-humano para ter dentro de si ganância e egocentrismo.

Diana exigia saber o que queriam com o corpo de Grundy, vindo dos lideres da nação mais poderosa do Mundo é claro que não seria algo bom, ao menos não algo confiável num momento como este, onde bastava uma gota d’água para ser declarada uma guerra aberta e fatal.

Exigir. Novo grupo de heróis. Ineficiência da ONU. Tomar medidas adequadas. Manter a paz. E por fim ela ouvia, “somos lideres mundiais”. Ai, então Kara descruzava os braços, cerrando os punhos. Certamente, a última frase, aliada a todas as outras frases severas, e de ameaças  ditas nas entrelinhas. O pior estava por vir, a resposta dos membros da ONU, a qual ela ficou ouvindo com mais atenção ainda. O sinal enviado pelo Sr. Incrível trouxe mais problemas. Agora deveria acontecer o que ela mais temia. Um confronto com Diana, contudo, antes devia explicações a ONU. Quando menos esperava que algo mais poderia acontecer, Poderosa via diante de si Sandman, aquele que profetizara o confronto entre heróis e uma guerra fatal para todos os lados. Não o temia, mas, parecia sentir empatia com tal herói, não deveria ser nada fácil estar perdido em seus sonhos e ver tudo que ele podia ver. Pegou uma carta que ele lhe deu e segurou em mãos com força, não iria ler nada agora, os fatos iam sendo jogados sob seus ombros e estava tudo ficando sim pesado demais. Sua cabeça estava baixa, olhando pro próprios pés. Cerrou os dentes, engoliu algo em seco depois de ouvir Sandman falando e enfim, ela falava, olhando pra ele.

- O grupo formado por Diana não vai ficar onde não cabe mais. Se a Justiça que ela vai pregar é esta, a da força bruta e do autoritarismo, eu como você disse, líder da Liga não vou permitir, que ela use nossas instalações. – Ela olha para todos agora. – E todos que estão junto dela agora não pertencem mais a Liga da Justiça. Que usem o nome que melhor lhes convier. Vou tratar deles assim que fizer o que mais importa agora, me pronunciar com a ONU. E falar com aqueles homens que regem pela segurança e paz mundial, mesmo que, as vezes, não seja bem assim... Infelizmente. – Ela respira fundo, passa a mão no cabelo tirando a franja para o lado direito e anda até a frente da tela maior da sala de reuniões. – Informe a ONU que, Poderosa, líder atual da Liga da Justiça pede uma tele conferencia com todos os membros, agora. – Ela falava num tom de voz formal, tirando de si toda a raiva contida, não era hora para explodir, xingar, nem mesmo ameaçar. Era hora de começar a usar um pouco da inteligência que tinha, seus punhos teriam de esperar, para serem usados, mais tarde. Assim que na tela aparecesse a imagem deles, ela começaria a falar.

- Tardei demais em me pronunciar a todos vocês, senhores e peço desculpas por isso. Já devem saber que eu, Poderosa, fui escolhida para chefiar a Liga da Justiça. Muitos foram os fatos que levaram a este atraso e espero que eu possa remediar tal atraso, lhes dando algumas explicações.

Ela respira fundo novamente, seu olhar não era sereno, e sim firme, assim como suas frases, mesmo assim havia humildade. Se estivesse diante deles fisicamente olharia cada um diretamente nos olhos, não baixaria a cabeça, e muito menos a ergueria.

- A heroína conhecida como Mulher Maravilha, não faz mais parte da Liga da Justiça, por ter desviado dos nossos princípios, e dos nossos métodos, como vocês puderam ver minutos atrás. Assim como todos que se aliarem a ela. O fato de terem usado nossos meios de comunicação foi algo infeliz, não voltará a acontecer. E logo que eu terminar de conversar com vocês, é com ela e com os seus companheiros que conversarei.

Era muito difícil para ela falar aquilo, aquela mulher, aquela heroína fora uma das fundadoras da Liga, e perto dela, provavelmente Kara era um grão de areia em experiência ainda. Diana colecionava conquistas e tinha grandes méritos junto s todos os heróis assim como a Humanidade em geral, como ela mesma mencionou, fora uma Embaixadora, e tão diplomata quanto qualquer outro já fora.

- Pelo que puderam perceber até mesmo os heróis estão divididos em suas opiniões e crenças. É um fato, não podemos esconder isso de vocês, senhores. A Liga continua sim mantendo sua postura de manter-se neutra com todas as Nações do Globo, e ajudar sempre que possível nas mais diversas ocasiões e ocorrências, quando solicitados ou mesmo quando percebamos que podemos salvar vidas que talvez, os seus não possam o fazer. Não estamos aqui reunidos, tendo membros de várias partes do Mundo, e enfrentando grandes perigos, perdendo companheiros e lutando apenas por Justiça, lutamos principalmente por vidas, humanas ou meta-humanas.

Ela olhava um pouco para baixo pensando nas mortes, nas baixas que todos os lados tinham desde que ela chegou naquele planeta.

- Sei o quanto todos estão indignados com o que meu primo fez, tirando as armas nucleares de todas suas Nações. Tecnicamente foi errado sim, mas, no coração dele, o Super Homem fez sim o que pensou ser certo, devido aos últimos infelizes acontecimentos. Não cabe a mim julgá-lo. Não tenho pode para isso, e sim aos que foram lesados. Em uma explosão de indignação ele fez o que fez, não faço ideia do que faria no lugar dele, caso houvesse o perigo de uma nova Guerra Nuclear ser feita. Creio eu que o coração dele que ama cada vida deste planeta fez aquilo, levando consigo o que aparentemente poderia causar milhões de mortes. Ele simplesmente cansou de perder pessoas. E quem não cansa?

Não foi uma pergunta retórica, aquela ultima frase, teve pesar e certa agonia em sua voz. Ela perdeu um planeta inteiro por guerras, e as abominava de todo coração.

- Não sei por quais motivos os Combatentes da Liberdade foram acionados, porém, gostaria de ser informada a respeito, já que houve embate entre as equipes no inicio, para dar um fim ao ataque de Grundy. Infelizmente, como sempre ele precisou ser abatido, o corpo está sim conosco, e agora vem um ponto importante, não será entregue a ninguém, e sim eliminado para que ninguém possa tocar mais nele. Sei que isso causará discordância na maioria dos senhores, contudo, eu Poderosa não quero mais ver esta criatura, que não deixa de ser um Ser Vivo sendo usado para nada. Ele merece descanso e se este descanso só poderá vir com sua total destruição que assim seja. Melhor para ele e para todos que possam vir a serem feridos por ele a cada vez que ressurgir.

Ela fazia uma pequena pausa e cruzava os braços, assumindo uma postura mais séria, não desafiadora, como faria em um combate corpo a corpo.

- Senhor representante da Coréia do Norte, o que chegou até nós, foi que meta-humanos estão sendo clonados e não que meta-humanos estão sendo treinados. Se for mesmo a segunda opção, respeitaremos tudo que nos for imposto, é algo bem vindo, que todo meta-humano saiba controlar seus poderes. Porém, não fará mal algum que isso possa sim ser investigado, pela ONU. Afinal é uma denuncia de clonagem, entre a sociedade humana de todas as Nações isso é algo abominado, ainda. Então eu também ficaria indignada se tal fato fosse verdade. Não se brinca de ser Deus, vidas são vidas, sejam de Humanos ou de Meta-Humanos.

Descruzava os braços e assumia uma postura mais leve, ainda mirando os olhos no coreano.

- O Superman invadiu sim, seu território, mas, para resgatar a Supergirl que por algum motivo ainda sombrio para nós estava presa lá. A mesma se encontra ainda em coma devido ao embate todo. Não conseguimos sequer ter contato mental com ela. A segunda invasão foi para descobrir o porque ela fora parar lá. Infelizmente, não houve tempo para as formalidades necessárias. O impulso tem sido um dos guias da maioria, nos últimos tempos. Não é nada bom, eu sei por que causa situações embaraçosas e erradas entre Nações e não deixarei de incluir a Liga aqui, é claro. Ninguém gosta de ter seus limites ultrapassados. Mas, lhe garanto que nada foi extraído de sua Nação, muito menos roubado. Se houve prejuízos devo dizer que serão restabelecidos, assim que tudo for averiguado.

As falas dela eram delicadas, usar de diplomacia também deveria ser algo que ela usaria agora, sem acusações, apenas tudo que pudesse levar a Justiça, para todos.

- Senhor Secretário-geral, em nome da Liga da Justiça, assim como de todos que fazem parte dela, peço paciência de seus membros assim como ajuda e compreensão. Não vamos nos opor a investigações por parte dos senhores, e pedimos trocas de informações, precisamos de cooperação entre todas as partes. Há evidenciais que algo maior está acontecendo, os senhores mesmos podem ver que estão ocorrendo perseguições contra meta-humanos e mesmo humanos que defendem a nossa existência na Terra.

Kara agora baixava um pouco o tom de voz, não sendo melancólica, nem formal demais, apenas mais, humana.

- Senhores... Somos tão humanos quanto vocês. Alguns de nós podem voar, outros controlam o fogo, outros usam magia, cada qual tem sua especialidade, seu dom. Infelizmente, nem todos usam isso para fazer o bem. Assim como humanos também cometem maldades, e não precisam dos poderes que temos para fazer o que fazem. Atrocidades são feitas por quem sabe de uma coisa, que sabe que sairá impune. Que não haverá quem o julgue, e o condene. Que não respeita a Justiça e se julga superior e todas as leis criadas, por cada uma de suas Nações. Não somos bárbaros, nenhum dos lados, e vejo que isso se torna outro problema. Ao invés de trabalharmos juntos, a todo o momento falamos estas duas palavras, humanos e meta-humanos, quando na verdade deveríamos lutar por uma única coisa, Vida, a vida de todos sem distinção.

Ela volta a cruzar os braços, erguendo de leve a cabeça olhando para eles, não parecia cansada, nem sentia-se culpada por nada, ali estava Poderosa, uma das heroínas maisi fortes daquele grupo que horas atrás conheceu o gosto da morte através de uma pequena pedra, vinda de seu planeta. Ela conhecia agora a morte. Ela temia que isso acontecesse mais, com os outros, com humanos ou com meta-humanos e ela não queria mais sentir aquele maldito gosto.

- Eu sou líder da Liga da Justiça, fui posta aqui por receber mais votos. Somos democráticos, senhores. Estamos no meio de um turbilhão de acontecimentos ruins. Mas, como vocês buscamos por responsáveis. Estamos a disposição da ONU para ajudar, como sempre estaremos, no que for preciso e acima de tudo no que for Justo.

Kara encerrava sua fala, bastava, desejava que eles tivessem entendido um pouco do que estava acontecendo ali, e de como sentia-se no meio de todos aqueles acontecimentos, e de como a Liga agiria.

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Leo Rocha em Sab Dez 14, 2013 5:49 pm

Gladiador Dourado e Rip Hunter:

Rip esboça um sorriso ao receber a resposta de Michael. Agora o herói havia aceitado a missão de sua vida, aliás, da vida de ambos...
Ele então diz:

 Arrow Nossa missão será garantir a continuidade do espaço-tempo. Depois da Hypercrise, universos foram destruídos, outros se juntaram e vários seres foram lançados fora de seus universos e tempos de existência. Na maioria dos casos, estes seres não tem consciência de que a realidade foi reescrita e suas histórias foram naturalmente mescladas a seus novos "lares". Alguns, no entanto, ainda guardam as memórias do que aconteceu e utilizam este conhecimento para obter vantagens. Nossa missão nesse momento é rastrear estes seres e impedir que eles manipulem as sociedades em que se instalaram.

Ele terminava de falar quando um barulho foi ouvido. O grupo se vira buscando a origem do som e se espanta ao vê-la:



A criatura carregava um corpo e o solta no chão assim que vê os heróis. Ele urra e começa a correr na direção dos dois. Rip tenta alcançar sua nave, porém se detém ao ser atingido pela criatura que surge atendendo à convocação feita pelo primeiro monstro.




A criatura se prepara para morder um indefeso Rip Hunter enquanto o monstro que a convocou se aproxima e acerta a nave onde Rip viajara. Ele começa a destruir o veículo todo e quando acabar com o veículo, provavelmente irá partir para Michael. O Gladiador Dourado começa a descobrir o quanto o mundo pode piorar se as coisas continuarem rumando para a direção que os heróis tem caminhado.

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Leo Rocha em Sab Dez 14, 2013 7:28 pm

Estrela Vermelha e os Titãs:

Leonid havia aberto aos Titãs suas impressões sobre a situação e agora deixava que todos que quisessem abrissem seus corações. Enquanto ele falava, chegaram à nave o Soviete Supremo e Ricardita. O primeiro a falar o que pensava sobre a situação é Mutano, que diz:

 Arrow Eu acredito que a Liga está tão envolvida com estas jogadas políticas que está esquecendo o que nós somos e porque estamos aqui. Nós somos heróis! Nossa missão é salvar o mundo dos caras maus! Nós temos que lutar contra eles e não uns contra os outros. E se eles estão esquecendo isso, cabe a nós, Titãs, lembrarmos a eles e ao mundo.

Moça-Maravilha é a segunda. Ela fala com voz séria e baixa:

 Arrow Diana e Donna são como uma família pra mim. Mas isso não me impede de achar que elas estão erradas. Eu não gostaria de lutar contra elas, mas sou uma Titã até o fim.

Arauto diz:

 Arrow Isso vai ser pesado... Será que nós vamos mesmo conseguir nos manter isentos com toda essa confusão acontecendo?

Ricardita diz:

 Arrow Estou vindo agora do satélite da Liga. O Arqueiro Verde finalmente foi encontrado e nos contou que esteve preso durante esse período na Coreia do Norte. Ele contou que foi libertado por uma nova formação do Esquadrão Suicida no exato momento em que o Superman invadia o país em busca da Supergirl. Tem alguém querendo ferrar bonito com a gente e, se a Liga tá demorando a perceber isso, acho que a gente tem que dar uma força. Tenho certeza que o Arqueiro vai alertar a Poderosa sobre essas coisas, mas eles estão muito no foco das coisas, então vamos ter que fazer nossa parte pra salvar o dia.

Soviete Supremo se empolga e diz:

 Arrow Nós somos heróis! Vamos salvar o mundo!

Ravena se aproxima com expressão séria e diz:

 Arrow Consegui localizar uma forte concentração de energia similar à do verme. Sinto essa forte influência em Civic City. Parece crescer exponencialmente. No começo eu tive dificuldade parar rastrear, mas agora parece quase um grito psíquico de tão forte. Precisamos deter isso rápido.

Aproveitando a informação dada pela jovem, Marvin e Wendy iniciam uma busca por locais onde poderia haver esta concentração. Seguindo as indicações fornecidas por Ravena, eles localizam uma igreja.

 Arrow Eu não sabia que os vermes eram religiosos...

A piada de Marvin teria graça se não fosse o tema. Os vermes que causaram a morte de Lois e de outros inocentes não eram assunto para brincadeiras e já passava do tempo de alguém dar um ponto final a esta coisa.

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Ricardo Sato em Sab Dez 14, 2013 8:28 pm

Leonid se enchia de orgulho e uma certa dose de alegria,todos ali escolheram apoiar a família criada dentro dos titãs.
Era hora de agir novamente,o descanso poderia novamente esperar,pois as faces ali lhe davam enorme força.


Pois muito bem,me alegra que todos tenham escolhido a ação ao invés da discussão e já que é assim vamos em frente.
Somamos a nossas missões,talvez como a próxima se decidirem assim,investigar a questão da Korea a partir daqui.

Se um esquadrão suicida agiu no mesmo momento que a invasão de Superman das duas uma,ou eles sabiam que algo aconteceria ou eles mesmos manipularam as coisas para que isso acontecesse.

De qualquer forma temos de saber como eles descobriram do ataque....e em especial porque não ajudaram Supergirl se sabiam.

Mas antes temos de evitar mais atentados terroristas causados por esses vermes,se preparem para agir imediatamente.

Agiremos em três frentes:

Wendy,Marvin,Arauto,Sr Milagre e Grande Barda ficarão aqui com a nave e Supergirl....não podemos descartar ainda um ataque a nave.

Wendy e Marvin consigam tudo que puderem sobre a região,plantas da igreja,esgotos,rotas de energia etc...estudem elas junto de Milagre,após isso Marvin monitore e interfira se necessário em qualquer comunicação inimiga,Wendy monitore e proteja as nossas.

Preparem também um jeito de mapear e triangular emanações parecidas a essas incluindo os locais de ataques passados como a Lois Lane e no enterro,temos de descobrir se existe um padrão ou uma forma de comunicação entre eles.

Senhor Milagre,peça as informações e análises que quiser,você vai coordenar a equipe de infiltração...e se tudo der errado você saberá a quem avisar ou pedir ajuda.

Arauto ajude a monitorar a ação,você é nossa fonte de apoio externo,seja nos mandando ajuda ou nos criando uma fuga inesperada.

Barda,com certeza posso confiar a segurança da nave a você.

Ricardita e Kid demônio e Mutano e eu seremos as equipes de infiltração,entraremos em duplas mas não muito distantes uns dos outros,nosso objetivo é nos infiltrar despercebidos como batedores e revelar a ameaça.

Ricardita pode ajudar Kid com a furtividade e mutano pode se tornar algo discreto e fomos divididos assim porque temos uma grande vantagem tática....quatro meios de teleporte,os portais de Kid e Arauto o teleporte de Ravena e meu controle móvel dos transportadores da nave.

Como já dito Milagre vai nos coordenar,se não for perigoso podemos enviar a ele imagens em tempo real com câmeras furtivas.

Moça Maravilha,Soviete Supremo,Superchoque e Ravena são nosso apoio e reforço diretos,em vários níveis,eles irão conosco mas ficarão afastados.

Caso haja combate vocês serão nossa tropa de apoio ou resgate,Ravena em especial deve se preparar para agir defensivamente.

Não podemos correr o risco de sermos afetados pelos vermes ou pior pelos mestres dos vermes como Aquaman foi,Ravena proteja nossas mentes e a sua,haverá tempo para sondagens mais profundas se capturarmos um deles.

Se algum de nós for afetado ajude-o.

Já ficou claro que todas as equipes tem meios de transporte imediato,e temos o maior mestre de fugas do mundo nos ajudando a entrar e a maior empata guardando nossas emoções,somamos a isso nossos poderes e a surpresa do ataque e eles terão um dia difícil...

Alguma sugestão ou crítica,essa é a hora de ideias camaradas ?....

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Convidado em Dom Dez 15, 2013 12:34 am

Entrando na sala, vejo um elenco eclético para a Liga. Novas e velha faces, sentadas juntas, todas mostrando uma pontada de apreensão. Escolho me sentar ao lado de Roy e dou um tapinha nas costas do guri. Era bom ver rostos queridos depois de uma temporada indesejada num país isolado e é difícil não deixar escapar um breve sorriso.

Karen começa a incentivar e encorajar a equipe. É difícil saber o quanto isso funciona diante da atual situação, mas o fato é que as coisas só iria piorar cada vez mais. Recebemos um informe do Sr. Incrível e logo ligamos o canal de transmissão. Diana.

A Mulher Maravilha estava cruzando a linha.

Assisto ao discurso de Diana com a mão na apoiando minha têmpora. Meu estômago se embrulha em alguns trechos. Líderes mundiais, Diana? Líderes? É assim que você vê a relação da Liga com a ONU? Basicamente, o que você disse pra eles foi que ou eles consertam o mundo ou nós vamos consertar pra eles. ''Consertar''. Não posso dizer que discordo de todos os pontos do discurso. A Guerra do Iraque é um vergonha horrenda na história do nosso país, isso é claro. Mas a abordagem de Diana é agressiva e de certa forma, desafiadora. Autoritária. O mundo dos homens era, em sua grande parte, uma democracia, e as atitudes de Diana são as atitudes de uma princesa. Superman tirou as armas nucleares das nações, mas eu não acho que isso impedira com que elas pensem em alguma forma de retaliação, e senão agora, talvez no futuro. E todos vamos pagar o preço por isso. Diana estava cruzando a linha. Ela não sabe o que pessoas sem poderes sentem as vezes. Não acho que a Mulher Maravilha saiba como é se sentir pequeno diante de uma mulher que pode demolir montanhas com as mãos. E ela acabou de fazer os líderes do mundo provavelmente se sentirem como formigas.

Posso ver Sandman conversando com Karen e posso ver os punhos da guria tremendo de onde estou. Ela logo toma uma atitude e estabelece uma comunicação com a ONU, esclarecendo a posição da Liga nesse conflito que se forma.

A verdade é que cada vez mais parecia inevitável a colisão com esse novo grupo de Diana. Peço rapidamente informações para Roy e Dinah sobre quais membros já conhecíamos do grupo de Diana. Ouço alguns nomes e parece um grupo com um considerável poder de fogo. Roy deixa um nome por último e sorri quando fala nele, um sorriso de escárnio.

Por que não estou surpreso que Carter esteja do lado da amazona?

Karen termina o pronunciamento da ONU e espero para que ela diga algo aos presentes. Porém, dentro de minha mente, já estou começando a pensar em sugestões de estratégias para que nossa equipe derrube a de Diana se for preciso. Enquanto Karen discursar à atual Liga, creio que terei tempo de pensar.

Acho que ninguém queria que isso chegasse nesse ponto. Todos esperamos que o conflito possa ser resolvido com a razão. Contudo, as chances de isso acontecer pareciam menores a cada momento. E se sangue fosse derramado, a Liga tinha o dever de prevalecer.

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Leo Rocha em Dom Dez 15, 2013 10:45 am

No Satélite da Liga da Justiça:

Enquanto Poderosa falava com a ONU, Besouro Azul, Lanterna Verde e Fantasma Espacial chegavam trazendo os companheiros feridos. Eles os levaram à enfermaria e retornaram a tempo de ouvir o encerramento do discurso. Quando ela termina de falar, todos escutam a resposta do secretário geral da ONU:

 Arrow Que fique claro nesta conversa, Poderosa, que esta organização preza pela paz em todo o planeta. Nossa perspectiva é unir esforços com as nações neste sentido. A Liga da Justiça e a Sociedade da Justiça, da qual você também já foi líder, tem uma longa história de colaboração conosco e, por este motivo, acredito que você e sua equipe mereçam mais um voto de confiança. No entanto, a fala da Mulher Maravilha deixa clara a possibilidade de que estas divergências citadas por vocês já não estejam mais em um campo ideológico. Ela fala em ação. Uma ação que pode ter repercussões desastrosas. Espero que você compreenda a gravidade do que quero dizer aqui. A Mulher Maravilha precisa colocar a cabeça no lugar e rever sua postura antes que ela e seu grupo sejam responsáveis por provocar a III Guerra Mundial. Tendo todos se manifestado e expresso suas opiniões, declaro encerrada esta assembléia. Uma nova deverá ser convocada em caráter extraordinário nos próximos dias. Sigam em paz.

A transmissão é encerrada. Poderosa havia conseguido garantir um voto de confiança das nações unidas, mas ainda era um terreno frágil o que os heróis estavam pisando. Haviam coisas graves a serem resolvidas e agora, poder contar com o grupo unido seria fundamental. Ela agora só precisaria traçar uma estratégia eficiente e contar com o bom senso de todos.

Homem-Hora é o primeiro a falar e sua voz soa preocupada ao dizer:

 Arrow Poderosa, eu e Liberty Belle queremos ajudar, mas estamos impossibilitados de usar nossos poderes. Talvez de forma permanente... Então me sinto meio de pés e mãos atadas. Esse realmente foi o pior momento para uma coisa dessas acontecer, mas... Se precisar de nós, pode contar conosco.

Rajada e Mestre Judoca se surpreendem ao ouvir a notícia. Talvez um pouco mais até do que os outros heróis, que se mostravam bastante surpresos. Eram muitas notícias ruins e o grupo começava a discutir o que fazer com todas elas quando um alarme toca alertando a todos de uma invasão ao satélite...

*******************************************

Fausto havia reunido muito de sua força mística para o que iria tentar. Ele sabia o quanto era arriscado, mas ainda assim precisava tentar. O corpo de Grundy era algo valioso demais para continuar sendo tratado da forma que estava até o momento. Ele deveria resgatá-lo antes que o corpo se desfizesse e liberasse a alma de do desmorto para uma nova encarnação.
Usando de um esforço incrível, ele consegue se teleportar através das sombras até o satélite, porém, ao chegar lá ativa um dos alarmes implantados junto às defesas místicas da base.
Ele percebe que a passagem de Zatanna e de outros místicos pela equipe possibilitou a inclusão de defesas místicas na base, o que dificultaria sua missão e lhe tiraria sua principal vantagem.
Ele agora teria que correr antes que o grupo de heróis presentes o pegassem...

**************************************

O alarme indica que o intruso estaria seguindo na direção onde o corpo de Grundy está sendo mantido. A liga agora teria, além de seus problemas já ditos, que enfrentar um invasor que provavelmente buscava roubar o corpo de Grundy em sua base.

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Convidado em Dom Dez 15, 2013 5:40 pm

reunir toda essa energia foi difícil mas nada seria comparado com oque estava por vir.


Droga, imaginei que com o tempo eles fossem aprender com os erros mas tinha que ser logo agora?

dizia isso enquanto me preparava para agir,  sem esboçar nem medo nem surpresa e já aceitando as possibilidades



neste grupo temos será poderosos,  vou tentar uma abordagem mais simples e menos dolorosa

sim iria usar o reino das sombras,. enquanto corria usando a mágica para aumentar sua velocidade ia conjurando armadilhas de sombras buracos que tendem a puxar com tentáculos negros os seres vivos que se aproximam e prende-los em uma realidade de espelho seria algo doloroso mas não mortal já que o feitiço se dispersaria logo.

movendo as mãos e fazendo o feitiço ele diz:



Que lutem contra si e seus medos e que só passem os dignos da coragem Aqueles que os vencerem

dito isso suas energias criam os desafios e os heróis teriam de enfrentar seus maiores medos.esse feitiço duraria apenas alguns minutos uns 30 o suficiente,  porém ele quase esgota a sua reserva de energia, e ele deve manter o suficiente para a volta com o corpo,  não poderia mais usar aquela energia se o fizesse ficaria sem para a volta,  caso isso acontecesse teria de ferir alguém sugando suas habilidades e um pouco de sua alma e ele não queria isso,  por isso usou o feitiço;, criado para atrasar mas não machucar,  quando preso na realidade de sombras se pensa estar se ferindo mas ao fim do feitiço nada foi feito nada mudou,  o feitiço não é mais que uma grande e poderosa ilusão.  resta a ele a opção

conjurando uma voz que ressoa pela corredores ele diz

por favor,  não interfiram.  Isso pode salvar o mundo e as realidades místicas. Eu cuidarei do grundy e impedirei mais atrocidades.  Vocês já destruíram universos de mais.  

Vocês não sabem nem se recordam,  mas o mundo espiritual nunca mudou. a voz ainda é a voz,  a presença ainda é a presença e a mão ainda é a mão.  Eles lembram. As crises e destruições que vocês causaram, mataram universos inteiros e acabaram com realidades,  mas, eles ainda lembram e não vou deixar que o egoísmo de vocês destruía mais um universo inteiro.  não quero machuca-los mas estou pronto para fazer oque for preciso para não deixar as forças das trevas subjugarem o mundo mais uma vez por culpa de vocês  

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Convidado em Ter Dez 17, 2013 9:25 pm

A Aurora erguia-se do leito, para levar a luz aos Deuses Imortais e à guerreira concebida por desígnios d’Eles, enquanto estavam reunidos em assembleia convocada por Diana. Ali estavam Zeus, cujo poder é supremo; sua esposa, a majestosa e solene Hera; Diana, a guerreira esculpida por Hypólita e agraciada pelos Deuses.; e Ares, o Deus da Guerra, o de sede de sangue, convidado à reunião pelo amontoador das nuvens, fato que surpreendera a amazona.

- Quero agradecer a tudo que você e seus amigos tem feito por mim, mas infelizmente não ajudei em nada do que foi realizado junto aos seus. Em alguns momentos a guerra procura o guerreiro, em outros o guerreiro procura a guerra.

Apesar da ironia do Deus da Guerra, Diana não perdeu a postura de guerreira audaz:

- Às vezes é necessário lutar pela paz, Ares.

Zeus e Hera observavam a audácia com que a princesa se exprimia. Não deixava de ser um sintoma de hýbris. No entanto, ambos os deuses compreendiam-na perfeitamente. Ela seguia:

- Quer dizer, então, que você nega ter qualquer relação com os acontecimentos nas terras mortais? Então, que forças nefastas são essas por trás de todos os fatos? Por que tal onda de ódio se espalha tão rapidamente? Por mais que diga que não tenha culpa do que ocorre, não confio nos seus ardis... por ora, seus esclarecimentos me são satisfatórios, mas não pense que deixarei de desconfiar da sua ingerência nisso tudo.

A filha de Hypólita vira-se, então, para Zeus e Hera e lhes clama:

- Ó, Grandes Zeus e Hera, uma vez que Ares diz não ser o responsável por tais ocorridos... o que acontece no mundo dos homens?? Quem é o causador de tamanha discórdia?? Que força nefasta é essa que arrebanha os humanos e os meta-humanos? Que Palas Atena me dê a sabedoria necessária para encarar este adversário vil!

Diana apenas ouviria o que os Deuses teriam a dizer e retornaria de sua viagem astral, encontrando-se novamente com a realidade na Sala de Justiça. Àquela altura, já teria ciência da repercussão de suas palavras à ONU... direcionou-se à Sala do Monitor e notou novidades: Kara, a heroína conhecida como Poderosa, havia feito um pronunciamento junto à ONU.

- Vamos ver o que Kara tem a dizer...

As palavras de Kara sobre Diana e seu grupo eram as esperadas pela amazona. Mas quando Poderosa falou sobre seu primo, Diana irritou-se profundamente:




- NÃO!!!!! Como você pode dizer que seu primo estava errado e eximir-se da responsabilidade???

Tomada pela ira, a Mulher-Maravilha não suportava cada frase proferida por Kara, que preferia se voltar contra seus antigos aliados ao invés de fazer o que a princesa achava que era o certo: cobrar dos verdadeiros responsáveis.

- Parece que Kara já tomou sua decisão...

Imediatamente, Diana digita, no computador do monitor, mais algumas convocações:

- Amigos: vocês já devem saber da divisão entre os heróis que outrora formaram a LJA, da qual tanto nos orgulhamos. Acontece que aquela LJA já não existe mais! O grupo de hoje segue preceitos que nós não seguíamos antigamente... atualmente, essa equipe prefere digladiar-se com outros heróis que divirjam na teoria e nas práticas a lutar contra os verdadeiros vilões, os quais enfrentamos durantes anos, além dos tiranos bélicos que governam nações e não se preocupam nem um pouco em tratar da paz. Poderosa firmou sua posição e da LJA em comunicado à ONU, dizendo-lhes que Superman, “tecnicamente”, errou ao desarmar as potências bélicas, em uma atitude de buscar neutralidade e não ficar “mal” com a Organização das Nações Unidas. Além disso, questionou nossos atos, afirmando que não usaremos da Sala de Justiça, pois não nos pertence. O que é extremamente irônico, uma vez que a própria LJA relegou tamanha instituição a um simples museu, enquanto eu a revitalizei e a reativei.

Todos que recebem esta mensagem foram, um dia, tocados pela tragédia. Seja por perder amigos de campanha, seja por perder entes queridos. Pessoas que estariam junto a nós, aqui, e as quais nunca mais veremos.

Kal-El começou algo muito, muito importante... e nos deixou de legado dar sequência. Eu acredito no que foi iniciado; acredito que podemos e devemos fazer a diferença! Podemos, não só salvar o mundo, como também melhorá-lo. Não posso nem ficarei parada enquanto a honra de Kal-El é manchada...

Eu acredito no Superman.

Não podemos ficar de braços cruzados ou agindo paliativamente enquanto a linda bola azul de alguns se vê à beira do abismo!

Eu vejo uma grande e grave crise. Por isso, conto com a ajuda de quem sentir que puder ajudar.

Lembrem-se:

Um guerreiro despreparado não pode se julgar um guerreiro.

E eu espero ser uma guerreira!
 

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Administrador em Qui Dez 19, 2013 3:55 pm

Se antes eu tinha alguma dúvida de que Poderosa estava realmente preparada para lidar com a situação vigente, agora eu não tinha mais nenhuma. A maneira como Poderosa conversou com os líderes mundiais foi surpreendente. Ela deixou o líder da Coreia do Norte sem palavras. Afinal, o país asiático está ocultando a produção de um exército de meta-humanos. Sem mencionar que os norte-coreanos raptaram Supergirl, o que resultou na retaliação do Superman.
Portanto, os representantes da chamada Coalizão do Oriente não possuem moral para exigir retratações. Em cada ponto do debate, ela expôs a incoerência presente nas medidas políticas tomadas pelas nações envolvidas na discussão. Poderosa evoluiu muito desde que participou da Sociedade da Justiça. Não parece a mesma pessoa que tinha problemas de disciplina e deixava Ted de cabelo em pé toda vez que desobedecia uma ordem direta. Já ficou claro que Poderosa não necessita dos meus conselhos ou que alguém diga como ela tem de liderar a Liga da Justiça. Até porque, eu não sou membro da Liga da Justiça. Minha intromissão geraria mais discórdia. Não tenho nenhuma utilidade aqui. Mas eu sei onde minha presença será mais relevante.

- Poderosa, eu estou orgulhoso de ter você como amiga e aliada! Você agiu como uma verdadeira líder! Eu vejo que não precisa da minha ajuda. Afinal, a Liga da Justiça é a sua equipe, não minha. Eu não tenho autoridade para falar em nome de ninguém, pois nem mesmo represento a Sociedade da Justiça no momento. Então eu confiarei no seu julgamento e ficarei fora do seu caminho. Mas se precisar de mim, eu estarei por perto. Até essa crise passar, nossa atenção tem de ser redobrada. Falando nisso, eu notei que Homem-Borracha e Mulher-Gavião não voltaram de Fawcett City. Eles foram para lá investigar uma ocorrência envolvendo a Família Marvel. O Capitão Marvel foi membro da Sociedade da Justiça. De certa forma, ele é responsabilidade da Sociedade. Se você permitir, eu gostaria de verificar pessoalmente o que está acontecendo em Fawcett. Com um pouco de sorte, eu trarei algumas respostas para nós, e talvez mais aliados para nossa causa.

Ciente de que estava pedindo para participar de um caso da Liga da Justiça, eu respeitei a cadeia de comando e aguardei a permissão da Poderosa para me envolver. Odeio me afastar do centro de tudo, sabendo que o futuro sombrio que vislumbrei em meu sonho está próximo de ser concretizado. Mas os acontecimentos em Fawcett City exigem minha atenção. Em meu sonho, eu também vi um trovão cair no derradeiro campo de batalha. Eu julguei que era apenas um detalhe simplório. Mas teria o trovão alguma ligação com o Capitão Marvel? Melhor ter certeza.

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Nasinbene em Sex Dez 20, 2013 7:31 pm

Kyle, Besouro e o Fantasma do Espaço tinham acabado de retornar da Índia, onda haviam travado uma intensa batalha. Estavam acomodando os feridos feridos na enfermaria quando o alarme do Satélite os avisava de algum intruso. Não tinha ideia do que queriam invadindo a base da Liga daquela forma, mas em breve iria descobrir quem era o responsável por tal atrevimento:

-Besouro, Fantasma ouviram isso? Parece que nossos problemas não acabaram na Índia... Venham, vamos ver quem ta batendo na nossa porta...

Dito isso, Kyle avança rapidamente no sentido em que o alarme fora disparado, apenas para se deparar com algum tipo de armadilha mística esperando por ele. Antes que perceba, Kyle está frente a frente seus maiores medos. Kyle para por um instante, ponderando sobre o que estava vendo.* Ele então usa o poder do anel pra gerar uma explosão controlada de energia esmeralda, que daria fim à ilusão. Kyle então avança novamente a tempo de ver Fausto se preparando para partir com o corpo de Grundy. Kyle imediatamente o envolve com um cofre transparente, mas poderoso o suficiente para prender até mesmo Superman. Medidas antimagia foram adicionadas ao construto. Quando Fausto estivesse preso, Kyle diria a ele:

- Meus maiores medos? Sério, Fausto? Sou um Lanterna Verde cara... Se eu não pudesse superar meus medos essa coisa não estaria no meu dedo. Agora me diga, Harry Potter dos pobres, onde ia com nosso amigo Grundy?

Kyle tinha Fausto sob custódia mas não relaxaria. O mago era poderoso e Kyle não estava ali para facilitar. Qual o interesse dele em Grundy? Kyle logo descobriria...

*Leo, não elaborei os medos de Kyle na armadilha, achei que seria mais interessante você bolar isso... kkk

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Scorpion em Sex Dez 20, 2013 7:51 pm

Gladiador estava assustado com o que via. A cidade de Metrópolis estava destruída, como nunca antes havia estado. Nem quando Apokalipse invadiu a Terra, o mundo conhecera tamanha destruição. Seria isso o resultado da luta entre os heróis?
Michael via-se decepcionado… Tantos colegas dedicando a vida a impedir os vilões de atrocidades e conquistas mundiais e, no fim, os próprios heróis seriam responsáveis pela destruição mundial.
Foi quando um grande rugido fez-se ouvir. Um rugido que poderia gelar o coração de qualquer homem… mas não o de Michael Jon Carter. Não o do Gladiador Dourado. A última vez que se amedrontaram, Michael convenceu a sua antiga Liga a ficar e lutar… e por esta razão, Ted Kord morreu. Entretanto, agora não havia ninguém para pedir que ficasse… Era apenas o Gladiador e Rip Hunter…
O Gladiador ativou seu campo de força, gerando uma iluminação dourada em torno de seu traje de força… e então, ele se virou para confrontar o seu Nêmesis...


A criatura soltou um cadáver e correu de encontro à máquina do tempo, visando destruí-la. O Gladiador não poderia deixar que isso acontecesse.
GD: Skeets! Analise os nossos inimigos! O ambiente parece ser radioativo. Cheque todos os tipos de energias à nossa volta e monte um relatório de perigo! Preciso garantir que, se eu voltar, não carregarei comigo nenhum vírus ou bactéria avançada o suficiente para o século 20!
O Gladiador então criou uma redoma de força em torno da máquina do tempo, protegendo-a dos ataques de Nêmesis.
GD: Desculpe, garotão! Aqui é quebrou-pagou… e não creio que você seja do tipo que paga o que quebra!
Rip então estava sendo atacado por uma criatura que parecia… ERA IGUAL!!!!
Michael lembrou-se das criaturas que atravessaram o labirinto de Emma-O! As mesmas criaturas que eles haviam enfrentado antes de combater o algoz de Ted Kord estavam ali… atacando Rip Hunter! Aquilo enfureceu Michael Jon Carter! Ele energizou logo uma de suas pulseiras e disparou contra a criatura, visando matá-la, ou pelo menos tirá-la de cima de Rip Hunter!


GD: Por favor, senhor! Mantenha as garras e a língua dentro do veículo até o fim do passeio!
Vira-se para Skeets.
GD: E então, Skeets? Relatórios! Precisamos do máximo de informações! Quando terminarmos isso, analise também o sangue das criaturas!
Se a criatura saísse de cima de Rip Hunter, ele o ajudaria a se levantar.
GD: Você não tem nenhuma arma do futuro aí? Use-a pra lutar contra o linguarudo! Eu cuido do grandão!
Então, Michael voaria para cima do adversário grande, tentando desviar de seus golpes que possivelmente eram poderosos e o acertaria com socos quando tivesse uma brecha.

Ps: Mal a demora, mas tô tão empolgado que resolvi apelar no Photoshop as minhas cenas...

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Convidado em Sab Dez 21, 2013 3:27 am

Passada a resposta da ONU para Karen, posso ouvir Sandman elogiando a atitude da atual líder da LJA. Na verdade, acho que todos podemos ouvir a conversa, em maior ou menos grau. Com certeza isso será bom para a moral de todos no time, e moral é algo que será útil daqui pra frente.

Estamos todos ouvindo Homem Hora e Liberty Belle expressarem certo desconforto para todos quando o alarme soa. É, meu velho, sem descanso no seu ramo. Um desastre atrás do outro, Oliver. O alarme aponta para o corpo de Grundy. Parece que todos querem um pedaço do grandão. Pego meu arco e minhas flechas. Opções um pouco limitadas, já que ainda não deu tempo de passar em casa e pegar o arsenal completo, mas mesmo assim devem dar mais que conta do recado com parte da Liga aqui. Dou uma breve olhada para Karen mas acho que todos sabemos o que fazer. Chamo sucintamente Roy e Dinah para partirmos em direção à invasão. Começamos a correr quando ouvimos uma voz ecoando nos corredores. Não é na minha cabeça, vem direto do corredor, num tom calmo mas em volume perfeitamente claro. Grandes chances de magia estar envolvido e cara, não posso dizer que eu sou um fã. A julgar pelo elenco disponível no momento, acho que nenhum de nós possui realmente grande experiência com magia, então assumo a frente e começamos a avançar, rapida mas discretamente, na medida do possível. Já saco uma flecha rede e fico em guarda enquanto me movimento.

Estamos adentrando o corredor quando os comunicadores tocam. Diana. Me sinto em um debate de faculdade, e a discussão parece que não ia parar, mesmo que estivéssemos ocupados demais para escutar. Os sistemas estariam gravando a mensagem e mais tarde, com sorte, haveria um momento breve de paz para todos ouvirmos a resposta da Mulher Maravilha e, com certeza, revirarmos mais um pouco o estômago. Todos mutamos nossos comunicadores para, além de não nos desconcentrarmos, tentar manter discrição. É então que Dinah nos para bruscamente.


Canário Negro: Algumas áreas de sombra parecem estar mais escuras do que deveriam. Tomem cuidado.

Quando olho novamente com atenção, é verdade. Diferenças não muito acentuadas na intensidade das sombras nos corredores, algo que só se notaria com devida atenção. Ponto pra passarinho. Agora avançamos com mais cautela, em direção ao invasor. Cuidado redobrado, olhando os passos, atentos a qualquer reação estranha. Odiaria descobrir o que aconteceria se tocasse em algumas dessas áreas sombrias. Tanta coisa desmoronando em tão pouco tempo e seria demais pedir que pelo o menos eu possa atravessar o corredor sem que nada ruim aconteça?

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Convidado em Seg Dez 23, 2013 12:33 pm

A missão tinha durado algumas horas, mas diante dos acontecimentos, pareciam ter levado dias.

Tinha chegado ao satélite e levado Tumulto, ainda desacordada, para uma das celas.... E quando sentou-se no computador, foi inundado com os acontecimentos.

O pronunciamento de Diana era simplesmente inacreditável.

Muito do que ela dizia era a verdade, nua e crua, jogada na cara de quem realmente merecia... Mas aquele tom de ameaça, aquele tom ditatorial, não era nada bom. Era a favor sim de que as coisas fossem levadas a última potência para obter uma solução, mas desde que isso não afetasse o frágil equilíbrio. Uma paz imposta nunca seria verdadeira. A coerção não era a saída.

O discurso da Poderosa parecia mais sensato, mas dividia os grupos de modo brusco... Água e vinho. Era como se ela tivesse acendido o pavio, e o rastro sussurrante de fuligem negra que ficava para trás só mostrava o que era inevitável.

Logo, era Leonid que ganhava as comunicações, alheio ao pronunciamento de Karen. Tim o escuta atentamente, e quando pensa em responder ao companheiro de equipe, percebe que nunca esteve tão longe dos Titãs quanto naquele momento. Não por discordar do posicionamento dele, pelo contrário, até o momento parecia ser o mais correto. Mas sua ausência fora grande demais, para acreditar que ainda pudesse ter uma posição ativa na equipe. Por isso, ao invés de responder, ele opta pelo silêncio. Os Titãs estavam melhor sem ele.
O Robin Vermelho parecia ter nascido para voar sozinho, no final das contas. Desde seu nascimento estava fadado a isso. Parecia se ver cada vez mais sozinho, apesar de todo companheirismo que tinha com Bruce e os outros.

E finalmente, sentia-se bem por estar sozinho. Era estranho, mas finalmente entendia porque Dick fez tanta questão de deixar de lado a sombra de Bruce.

Para ele, havia sido muito mais doloroso... Mas agora, entendia o porquê.

Tinha conseguido pouco nas imagens que gravou no Cadmus... E sua cabeça fervia com tudo aquilo. Chegava a ficar minutos estático, encarando o computador. Quanto mais tempo Tumulto esperasse, perdida, sem saber o que aconteceu, melhor seria para o interrogatório. E melhor para seus pensamentos em erupção.

Quando finalmente vestia o capuz, preparando-se para interrogar Tumulto, e deixar as instalações da Liga para poder ir até seu apartamento, e colocar em ordem tudo o que estava acontecendo... O alarme de invasão da Liga ecoa nos corredores.
Surgia rapidamente o local: Onde o corpo de Grundy era mantido.

Já tinha começado...Mesmo com tanta coisa para se fazer. Havia o chamado de Robin, que pelo o que acompanhara, tinha mais complicações do que o simples aviso. E havia Gotham.

Tim cerra o olhar, vestindo rapidamente o capuz, repondo rapidamente o equipamento que havia usado. Com o Bo nas mãos, corre em direção onde ocorria a invasão. Sentia-se estúpido, pois só estava apagando incêndios, sem fazer nada efetivo.

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Dana em Sex Dez 27, 2013 11:39 pm

Os humanos escolhiam o que queriam para a vida deles, isso era chamado de livre arbítrio e se tal coisa fosse trazer uma Terceira Guerra Mundial ou algo similar, que assim o fosse. Os cidadãos de cada país deveriam aprender por si só o poder que tinham, já que pela escolha deles seus lideres ganhavam poder para tomar decisões em nome de muitos. Isso não parece muito justo diante do que Kara via acontecer por diversas vezes em governos que aparentemente pregavam a justiça e a igualdade, porém, é assim que a maioria queria que fosse. Portanto, a Liga deveria fazer valer tal direito, e livrar a Humanidade de qualquer um que viesse a tirar deles o direito de escolher o que queriam para si.

Às vezes, fazer o que é justo nem sempre é o certo, e o certo nem sempre é algo justo. Era uma via de duas mãos e perigosa. Kara teria de usar de toda sua capacidade de argumentação e perspicácia para evitar um confronto direto com a equipe de Diana, mesmo que pelas palavras da mesma na conversa particular que tiveram assim como no discurso dela para a ONU, a tendência era que cedo ou tarde haveria sim um confronto.

-Aguardaremos a nova reunião, Senhor. – Foi tudo que ela conseguiu dizer, seu tom de voz estava com certa carga de alivio por não terem levado um voto negativo, ou alguma repreenda maior, ainda mais no caso que envolvia a Coréia. Ela virava seu corpo e voltava-se para os presentes, com certo alivio em sua face, ainda com a carta do Gladiador em mãos, a qual não havia lido, ainda.

- Ganhamos tempo, pessoal. Quero saber o que vocês têm a me dizer diante de tudo isso... – Mal ela terminava de falar e ouvia o Homem-Hora se pronunciar, acerca dele e de Liberty Belle. Ouvia aquilo com pesar, não imaginando ainda o porquê deles dois estarem sem o uso de seus poderes. – Fiquem conosco, não importa se estão sem poderes agora, preciso de vocês dois por perto, e se tiverem mais algum problema, contem com nossa ajuda... – Não deu tempo de falar muita coisa, pois, outro fato acontecia, o alarme de invasão do satélite soava claramente aos ouvidos de todos. Kara lança um olhar rápido para o Arqueiro, ele parecia entendê-la bem em meio a aquela situação, e logo toma iniciativa de seguir em direção do corpo de Grundy, já que estavam tentando roubá-lo.

- Homem Hora e Liberty Belle, fiquem de olho aqui nos monitores vasculhando todos os corredores, qualquer movimentação estranha, avisem o grupo pelos comunicadores, todos atrás do invasor. Não podemos deixar que levem o corpo de Grundy! – Ela usa sua visão de raio-x para identificar o invasor partindo rápido pelos corredores, ouvindo uma mensagem pronunciada por alguém, torcendo para aquilo não ser magia já que fora repentino demais, enquanto isso falava pelo comunicador.

- Programem os robôs da sala de treinamento para combaterem qualquer ameaça. Eles têm a identificação de todos os heróis, não irão ataca-los. Então o alvo vai levar a pior... - Não conseguiu dar atenção ao comunicado que chegava da Mulher Maravilha, e por hora aquilo seria bom, pelo jeito ela teria mais problema ainda com Diana, ainda mais por desconsiderar o que seu primo fizera. Clark era um assunto que tratariam quando o achassem e ela torcia para que ele fosse encontrado logo. O amava mais do que qualquer um ali naquele planeta, teve sim que desfazer um pouco do amor que sentia por ele para poder ganhar tempo diante das Nações Unidas, infelizmente, as vezes, era preciso fazer coisas aparentemente erradas, para poder acertar. Entrar com um embate direto com a ONU não era a decisão mais sábia no momento e seu discurso poderia ajudar a eliminar o problema na Coréia sem precisarem destruir mais nada.

Obs.: Léo, desculpa, mas não achei NADA sobre o satélite, não tenho infos de como ele é ou que sistemas possui. Usei uma dica pra tentar combater o invasor. Qualquer coisa me manda mp pra editar.



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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Leo Rocha em Qua Jan 01, 2014 6:53 pm

Gladiador Dourado e Rip Hunter:

Gladiador se encontrava num futura apocalíptico. Um panorama completamente diferente do futuro do qual se lançou ao século XXI. Ele agora enfrentava um mundo apodrecido e povoado por criaturas que lembravam seus piores pesadelos ou algo até pior do que isso. Michael não consegue deixar de pensar que aquelas criaturas eram hóspedes malditos do mundo que ele jurara proteger e que sua presença só podia significar que ele e seus amigos falharam na missão...

 Arrow Não há indícios de materiais infectocontagiosos no ar, tampouco de radiação além dos níveis toleráveis, Michael. No entanto, parece que o planeta está morrendo. Eu diria, agonizando... Como se um câncer tivesse o tomado de forma selvagem. Todas as substâncias com base em carbono que identifiquei possuem essa assinatura em sua composição..

Os choques da criatura contra o escudo chamaram a atenção do Gladiador novamente. Ele já havia feito um estrago considerável na nave de Rip e agora queria destruir Michael e seu veículo também. Falando em Rip, Michael percebe que a criatura estava prestes a encerrar sua parceria com uma mordida que arrancaria a cabeça do viajante do tempo. A semelhança da criatura com os seres que enfrentou no inferno quando perdeu seu parceiro, seu irmão, lhe traz um terror diferente e ele reage disparando contra o ser. Isso faz com que a criatura caí há alguns poucos metros de Rip Hunter, dando tempo para que Michael se aproxime dele:

 Arrow Você não tem nenhuma arma do futuro aí? Use-a pra lutar contra o linguarudo! Eu cuido do grandão!

Rip sacode a cabeça, como que tentando colocar as idéias no lugar e diz:

 Arrow Tudo bem. Deixa que esse linguarudo aqui vai aprender a não tentar morder nenhum viajante do tempo.

Ele saca duas pistolas e começa a disparar contra o ser que antes o atacava. Enquanto isso, o grandalhão se voltava para a tentativa de quebrar a máquina que trouxera o Gladiador até aquele pesadelo. A reação de Michael é rápida e uma luta é iniciada, onde o herói usa sua agilidade, enquanto o monstro se vale da força que possui. O Gladiador consegue acertar alguns golpes até que o monstro lhe dá um soco que o lança contra o escudo que ele erguera contra a nave. Ele sente o impacto, mas a pancada não foi suficiente para desacordá-lo.
Mais um barulho forte é ouvido e ele vê que Rip conseguira atingir a cabeça da criatura. Em seguida Rip aponta a arma para o grandão e dispara. O tiro pega nas costas, mas não o derruba, apenas dá tempo a Michael para tentar mais algum de seus truques.

Ao mesmo tempo, eles escutam um barulho que lembra uma manada de animais correndo. Rip, olha para Michael e diz:

 Arrow Parece que há mais deles! Precisamos sair daqui!

Haviam mais perguntas que respostas. O que eles deveriam fazer? Explorar melhor este futuro? Escapar enquanto há chance e nave para tal? Ficar e lutar contra todos os seres que vierem?

Qualquer que fosse a decisão, eles ironicamente tinham pouco tempo para executá-la....

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Scorpion em Qui Jan 02, 2014 12:26 pm

Uma situação que estava caótica acabava de ficar pior ainda. Os dados de Skeets foram essenciais para que Michael pudesse pensar em uma nova estratégia para desvendar aquele mistério.
GD: Skeets, voe até a atmosfera e colete dados sobre a idade destes elementos. Assim como o carbono é capaz de datar a idade de ossos pelo envelhecimento das células, você pode tentar datar quando essa morte começou a se formar e quando foi o pico dela. Precisamos de uma data para sabermos a que período devemos viajar e impedir o futuro. Vai!




 Arrow  Parece que há mais deles! Precisamos sair daqui!

GD: Nós não podemos deixar a máquina do tempo aqui! É nossa única forma de chegarmos ao marco zero dessa desgraça! Rápido, entre na máquina! Meu traje pode suportar o peso dela. Eu nos levarei a um local mais seguro, onde podemos parar e pensar um pouco sobre o que fazer!

Michael então daria mais alguns disparos para atrasar as criaturas e para dar tempo para que o Dr. Hunter entrasse na máquina do tempo. Então, Gladiador desativaria o campo de força em torno da nave e ativaria em torno do grandão, impedindo-o de atacar a nave, ou Rip Hunter. O Gladiador então usaria o raio trator de suas pulseiras energéticas para erguer a nave e ir puxando-a para o céu.
GD: Skeets? Descobriu algo?
Michael levaria a máquina do tempo até o edifício mais alto da cidade, possivelmente a torre da LexCorp, se ainda existisse. Ele colocaria ela cuidadosamente, visando danificá-la o mínimo possível, visto que o inimigo já havia feito estrago.
GD: É melhor aproveitar esse tempo livre para checar se a máquina está em pleno funcionamento, Rip. Eu vou checar a área para ver se está segura mesmo, Skeets já deve voltar trazendo informações vitais para a nossa missão. Antes que eu vá, me diga, qual o seu plano?

Depois de ouvir o plano de Rip, Michael entraria no andar do prédio para verificar se não existiam inimigos nas proximidades...
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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Leo Rocha em Sex Jan 03, 2014 11:21 am

Estrela Vermelha e os Titãs:

O grupo todo ouvira e apoiara a proposta de ação de Leonid. Apesar do pouco tempo junto, eles reconheciam a boa vontade e sensatez presentes no jovem e naturalmente o consideravam apto a assumir a liderança naquele momento. Mesmo Barda e Sr. Milagre, acostumados a trabalhar com heróis mais experientes, conseguiram enxergar estas características no jovem e o estavam ajudando no momento.
Após a apresentação do plano de invasão à igreja, Marvin foi o primeiro a falar:

 Arrow As imagens do local já estão na tela. Sobre as comunicações, consigo erguer um bloqueio local sem problemas. Assim que vocês descerem, eu o inicio.



Junto à imagem, apareceram as plantas de gás, água, esgoto e energia. As contas da igreja também estavam em dia e nenhum traço anormal foi encontrado referente a ela. Ele dá um muxoxo por um instante e diz:

 Arrow Caras... Vocês não vão acreditar nisso! Há uma convocação na internet para uma reunião de um grupo de suporte a vítimas de incidentes envolvendo metahumanos hoje. Parece que a intenção é uma reunião aberta com a presença de quem quiser ir e bem no dia da nossa festinha.

Wendy diz:

 Arrow Hum.. Pelo texto haverá a participação de um tal de Harold Urich. O histórico dele é bem interessante: perdeu o braço e a esposa numa batalha entre o Grodd e Starman e depois disso tem se dedicado a trabalhar com grupos de apoio a pessoas que passaram por situações semelhantes. É cotado como uma das indicações ao prêmio de personalidade do ano da liga assistencial americana e não possui histórico de crimes ou ações violentas. A última aparição foi no enterro da Srta. Lane.

Sr. Milagre coça o queixo enquanto fala:

 Arrow Isso parece ser bem insuspeito... Talvez a melhor tática de infiltração seja a entrada sutil junto com os participantes da reunião e um reforço posicionado estrategicamente. Se for assim, podemos ter Estrela Vermelha, Ricardita, Moça Maravilha e Superchoque entre os participantes, ou apenas dois deles, como Estrela e Moça Maravilha, se houver algum receio de exposição de identidades secretas. Mutano poderia entrar como um animal de pequeno porte. O resto do plano poderia ser o mesmo, a equipe de retaguarda e as possibilidades de saída. O que acham?

Wendy se vira e diz:

 Arrow A reunião está marcada para esta tarde, às 17h. Dá tempo de organizar tudo.

Superchoque fala:

 Arrow Se não houver problemas, eu prefiro ficar na equipe de apoio. Não estou muito seguro sobre entrar em um ação destas sem máscara. Foi mal...

O grupo agora guardava as impressões de Leonid sobre o plano para dar sequência às ações.

*****************************

17 horas e a igreja começava a se encher. As pessoas chegavam de todos os lugares, com expressão de dor e de tristeza. Todos ali haviam perdido muito por conta das brigas entre metahumanos e agora estavam ali se reunindo tentando superar isso.
Os Titãs designados para a infiltração chegam junto à massa e se misturam ao grupo. Antes da reunião ter seu início oficial, escutam as histórias de várias daquelas pessoas, tais como a mãe cuja filha universitária foi morta pelo gás do Coringa, do pai que perdeu seus filhos durante a invasão da Tropa Sinestro, da mulher que perdera a perna num ataque ao metrô e do jovem cuja família perdeu tudo numa inundação provocada por Aquaman para deter o Superman Prime. Várias outras histórias são contadas, umas mais dolorosas que as outras.
Todas, no entanto, emudecem quando Harold começa a falar. Ele se eparesenta, conta sua história, fala sobre a importância da união na dor e diz algo que alerta os heróis presentes:

 Arrow Eu estava saindo do enterro de Lois Lane quando finalmente consegui entender o significado e a importância da união. E mais do que isso: da unidade. Nossa dor é maior porque é uma dor individual, uma dor que cada um vivencia. E nós somos vítimas destes montros porque estamos divididos! Eu demorei muito tempo para aceitar isso, mas agora eu sei que a único modo de deixarmos de ser vítimas é tomando as rédeas! É nos unindo em prol de um sonho coletivo de paz! Meus irmãos, se juntem a nós! Aceitem a unidade e sejamos um só!

o teto da igreja se abre, deixando cair sobre os presentes vermes semelhantes ao que Leonid vira sair de Aquaman. Estes vermas cairam sobre os presentes e seguiam suas programações em busca das cavidades auriculares para controlar os cérebros de seus hospedeiros. Parecia que quem estava por trás dos vermes resolveu agir de forma mais intensa.
Em pouco tempo todos os que não conseguiram se proteger estariam sob controle dos vermes e os heróis presentes, se não estivessem, teriam uma situação deveras delicada para lidar...

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