DEFCON 5: Do fim ao começo

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Pedro H. Oliveira em Dom Abr 28, 2013 4:57 pm

Clark finalmente fez alguma coisa e ajudou algumas pessoas em Boston. Infelizmente, ficamos sabendo da existência de uma terceira bomba em Metropolis, por isso, eu e Poderosa fomos voando a procura dela.

- Não tenho certeza se devemos desconsiderar os hospitais e escolas. Se esses caras querem chamar atenção, o melhor lugar para isso são locais como esses onde existem inumeras pessoas.

Saio voando e faço um pente fino em delegacias, na STAR Labs, Lex Corp e em algumas escolas e hospitais próximas. Através do comunicador envio uma mensagem para uma pessoa com uma visão com mais alcance que a minha:

- Cyborque, aqui é o Superboy. Preciso que você faça uma varredura térmica por toda Metropolis. Procure por qualquer coisas próxima à uma bomba e se tiver tempo, procure por câmeras de vigilância mostrando algo suspeito. Eu e Poderosa estamos vasculhando a cidade e ter um olho a mais pode ajudar!

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Leo Rocha em Qua Maio 01, 2013 2:31 pm

A segunda bomba fora detida, assim como os terroristas e os soldados do Americomando. No entanto, pairava ainda a ameaça do terceiro explosivo. E o pior: a incerteza sobre seu ponto de detonação.
A equipe se dividiu, com Superboy, Poderosa e Liberty Belle assumindo a busca mais agressiva nos locais da cidade com maior potencial para a explosão.
Canário Negro e Homem-Borracha auxiliaram na contenção dos presos, enquanto o Arqueiro Vermelho e Rajada continuaram cuidando do setor onde se encontravam os paramédicos e as vítimas da explosão.
Homem-Hora estava junto a Aquaman no interrogatório daquele que eles consideram mais suscetível à abordagem. Quando se vira para solicitar a ajuda de Jason Blood, ele percebe que o mago sumira junto com o jovem Billy Batson que lhe acompanhava. Aquaman estranha o desaparecimento, mas não tem tempo para pensar nisso no momento. Já Homem-Hora soma esta situação à inquietação que sentira ao notar a aproximação dos dois.
Aquaman então inicia sua fala:

Arrow : Olha, alguns anos atrás meu filho, ainda um bebê, foi cruelmente assassinado por um homem, um humano sem poderes especiais, tão humano quanto vocês são. O que quero dizer que entendo o que vocês sentem e já trilhei um caminho parecido, mas tive que superar isso, o ódio e a vingança apenas envenenam nossas almas, e a maldade existe independente das raças e poderes, qualquer um pode acabar com a vida das pessoas, por mais que pareça justo e vocês queiram extravasar esse sentimento, o que estão fazendo só gera mais morte, um ciclo sem fim, mas eu estarei aqui sempre para deter qualquer tipo de ameaça, não importa sua origem.Nós já sabemos sobre a terceira bomba e eu preciso saber onde ela está, e preciso dessa informação agora. Vocês já sabem que serão presos, quem contribuir terá sua situação amenizada.

O Homem olha em seus olhos e diz:

Arrow Eu não sei... Eu só sei que a dor é tanta. Eu só queria que ela parasse! E ela só para quando nós agimos pela libertação da humanidade. Algumas vidas vão se perder, mas a humanidade vai acordar. Ela vai perceber que vocês não nos ajudam. Vocês nos tornaram expectadores de nosso destino. Brinquedos a serem quebrados nas suas briguinhas. Eu só queria que a dor parasse! Ela me mata, me enlouquece! Eu preciso acabar com essa dor e ela só vai acabar quando vocês acabarem!

O homem começa a gritar enlouquecido diante dos heróis. Talvez ele não tenha revelado muito sobre a bomba, mas teria revelado algo que não se encontra tão claro ao olho nú?

************************************

Jonathan Kent tentava ligar o carro que, aparentemente, resolvera não funcionar justo no meio de uma crise. Martha se encontrava sentada ao seu lado e, enquanto fazia um carinho em seu braço, dizia:

Arrow Estou muito preocupada com Clark. Nunca o vi assim antes. Ele sempre foi um sol irradiando energia e esperança pra todos que o conhecessem.

Arrow A morte de Lois o jogou para baixo numa escala que eu nunca vi, minha velha.

Arrow Mas algo me diz que não foi só isso. É como se algo na cabeça dele não estivesse conseguindo aceitar que ele não é responsável por todas essas tragédias.

Arrow Ele sempre foi assim. Sempre quis cuidar de todo mundo.

Arrow E sempre evitou deixar que cuidassem dele.

A conversa continua. Assim como o barulho sutil dos tic-tacs de um relógio que ambos ignoravam. Martha e Jonathan não se preocupavam com a hora e talvez não houvesse mesmo um motivo pra tal preocupação, porém, ainda assim o relógio corria e em determinado momento lhes daria notícias...

******************************

Poderosa avançava pelos céus seguindo a rota passada por Oráculo. Ela já havia se certificado que o prédio do Diário se encontrava vazio e livre da ameaça. Agora seguia passando pelo monumento ao Superman e pelos prédios comerciais e locais onde o herói já tivesse sido homenageado de alguma forma. Ela se sentia angustiada com a triste realidade que se apresentava ao grupo e com a dificuldade da localização da bomba. Havia pouco tempo e ela tinha que usá-lo para evitar a perda de vidas inocentes.

******************************

Superboy havia sinalizado a preocupação com os hospitais e escolas, Liberty Belle rapidamente se prontificou a seguir para os hospitais a fim de ajudar nas buscas. Ela já havia passado pelo segundo sem obter sucesso, mas continuava na busca.
Conner também havia acionado Cyborg, que rapidamente lhe respondeu:

Arrow Farei o possível daqui, Superboy. Estou iniciando as varreduras e por enquanto não estou percebendo nenhuma alteração nos sinais. Talvez se eu refinar a busca, consiga algum resultado melhor. Mantenha esse sinal aberto que eu lhe atualizarei sobre o progresso aqui.

********************************

Mais uma vez Jonathan força o carro. Ele se recrimina por ter escolhido ir ao funeral com uma lata velha como aquela, mas na verdade tenta disfarçar a preocupação com Clark. O que estaria ocorrendo com seu filho?
Martha olhava para o lugar, aparentemente dominado pelos heróis após as duas bombas e a ação dos terroristas e pseudo-heróis. Ela sente falta dos tempos em que os heróis e as vítimas sabiam bem seus lugares. E lhe ocorre um pensamento curioso: será que ela sabia qual seu papel naquele exato momento?
A contagem seguia e em breve haveria uma resposta.. Talvez a essa pergunta.. Talvez não...

*********************************
Conner voava velozmente quando Cyborg lhe chamou ao comunicador:

Arrow Superboy, refinando a busca, cheguei a uma conclusão: talvez a ausência de uma ssinatura mais explícita da bomba seja a dica que precisamos! A bomba só pode estar localizada numa área com alta concentração energética! Então, há alta possibilidade de você ter passado por essa área sem perceber. Você precisa verificar...

**********************************
Jonathan gira mais uma vez a chave e desta vez um barulho se faz presente. Uma pequena explosão ocorre. A necessária para colocar o motor do veículo em movimento.
O casal Kent se olha aliviado por um instante quando o carro inicia sua marcha. Martha toca mais uma vez o braço de Jonathan e diz:

Arrow Eu te amo.

Ele a olha por um instante e responde:

Arrow Eu também te amo.

Um relógio chega à sua contagem final e um alarme soa. Ela então olha para o banco de trás do carro e diz:

Arrow Jonathan, é hora do seu remédio.

Arrow Eu tomo depois que sairmos daqui.

******************************************
Em alta velocidade, Superboy chega aos laboratórios STAR. Ele mal tem tempo para se identificar e pedir acesso, no entanto, a ação rápida de Oráculo e Cyborg auxilia nesse processo. Ele adentra no laboratório no exato momento em que um dos faxineiros se encontrava na sala onde a jovem Supergirl lutava contra o coma que a acometia desde a explosão de kryptonita que a atingiu e ao Superman.
O faxineiro abria seu macacão e enquanto fazia isso, dizia:

Arrow Espero que você encontre o seu fim agora aberração!

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Dana em Sex Maio 03, 2013 9:46 pm

Os outros ajudavam em outros pontos daquela batalha, a incerteza pairava sob a mente de todos, pensando que a qualquer momento em algum ponto daquela cidade algo ia explodir e levar consigo um monte de vidas inocentes, que não tinham nada a ver com aquele ódio todo. Karen chegava enfim ao Planeta Diário, e ficava aliviada ao fazer a varredura lá, averiguando assim que o lugar estava seguro e lá nada mais seria perdido, ainda mais em vão. Pode ver os olhares surpresos de alguns funcionários pelas janelas, enquanto ela fixava sua visão de raio-x no lugar todo de cima a baixo. – Não há nada aqui, vou passar pro próximo lugar...

Ela ia rapidamente verificar outro ponto que tivesse qualquer ligação com o Superman, ou mesmo outros heróis, que pudesse ser alvo daqueles maníacos. O próximo lugar foi um monumento feito ao primo, depois alguns prédios, onde de alguma forma ele havia sido homenageado ou mesmo salvo. Tinha em sua mente, um “tic tac” que mais parecia uma maldição, a cada minuto o tempo ia sendo engolido, assim como as chances de poder ajudar quem quer que fossem as vitimas escolhidas da vez. – Monumento livre, e prédios da rota, também, Oráculo. Tem que haver algo que estou esquecendo... Diabos... – Ela praguejava já perdendo a paciência, tentando forçar a memória para lembrar qualquer ponto, qualquer coisa que ajudasse em obter o local certo. Liberty Belle já verificara os Hospitais, eles também, estavam livres do assédio dos loucos. Faltava os locais vistos pelo Superboy, ainda não recebera nenhuma confirmação ou informação de Aquaman pelo comunicador. Karen ficou atenta, e com o comunicador livre, para ouvir o que os outros iam falando. Mesmo ouvindo o que eles falavam entre si, ela não entendera direito, por algum defeito ou por estar prestando atenção ao espaço físico sobre o qual voava, Poderosa acabava não indo atrás de Conner, e suor lhe escorreu pela testa quando ela lembrou de uma coisa. Os pais dele. Claro que ninguém sabia da identidade do Superman, contudo, ela já´começava imaginar coisas demais, saiu daquela rota e apressou-se em chegar no cemitério novamente, pousando ao lado da porta de Jonathan Kent, já tendo verificado seu veiculo, estava livre. Ela caiu de joelhos, cansada mentalmente daquela procura, assim como de toda situação. Eles estavam bem, graças a Deus. Karen levantou-se e sem olhar para trás, dirigiu-se para perto do Aquaman, observando o homem insano. – Superboy, alguma novidade? Oráculo...? – Perguntou por fim buscando respostas.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Pedro H. Oliveira em Dom Maio 05, 2013 4:11 pm

Depois de voar por muitos lugares acabei encontrando o ultimo terrorista no quarto da Kara em pleno STARLab e ele parecia pronto para detona-lo e levar todo o prédio pelos ares.

Se eu demorar muito tempo alguém pode acabar se ferindo, por isso, uso toda minha velocidade para agarra-lo e saio voando com o terrorista em minhas mãos. Sigo com ele até o litoral ficando numa posição bem acima dos prédios e longe do risco de ferir alguém no processo.

Pego o homem pela gola do colete explosivo e digo:

- Estamos apenas eu e você aqui. Eu tenho invulnerabilidade e o você o que tem? Se quiser detonar essa bomba esteja a vontade, pois não vou impedi-lo de fazer isso. E então, o que vai ser amigo?

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Convidado em Seg Maio 06, 2013 5:43 pm

Hum, Jason sempre foi mais reservado, porém nunca foi de fugir em momentos como esse, e agora ele resolve sumir junto com o garoto. O que será que está acontecendo de tão importante para ele desaparecer desse jeito?

Assim que um dos homens que participaram do atentado começa falar, consigo ver suas pupilas dilatando, sentir o cheiro do seu suor escorrendo mais do que o comum, e ouvir seu coração acelerar. Não sei dizer se isso tudo é fruto de um grande medo ou de uma dor muito grande. Tudo se acentua quando este começa a gritar, falar sobre uma dor insuportável e que ele deve fazer de tudo para contê-la. O que será que está acontecendo aqui, esses homens estão sendo chantageados, torturados para participarem desse esquema?


Aquaman: Se acalme! Fique quieto! - como minhas palavras não surgiram efeito, tenho que segurá-lo e tapar a sua boca. Depois disso me viro para seu grupo. - O que está acontecendo com ele?!Por que vocês estão envolvidos nisso?! Falem logo, e poderemos ajudar! É melhor começarem a ser claros e diretos porque minha paciência já acabou...

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Leo Rocha em Qui Maio 09, 2013 10:16 pm

Arrow O que está acontecendo com ele?!Por que vocês estão envolvidos nisso?! Falem logo, e poderemos ajudar! É melhor começarem a ser claros e diretos porque minha paciência já acabou...

Aquaman não conseguia entender porque o homem demonstrava sentir tanta dor. Mais do que a dor das perdas citadas, ele sentia uma dor física quase incapacitante. Ele parecia lutar contra algo dentro de si. Algo que arranhava sua alma tentando se manter no comando de seus passos. Os companheiros olhavam assustados, mas sem saber o que estava acontecendo. Suas expressões ainda transbordavam o ódio, diferente do homem que se debatia lutando contra um demônio interior. O homem grita e cai em convulsão até que seu corpo exausto pára. Aquaman e Homem-Hora se aproximam para ajudá-lo, e ao fazerem isso, percebem uma coisa saindo de sua orelha.



Talvez estivesse ali a explicação para a crise que acometia aquele homem. Mas como ter certeza?

***************************

Conner segurava o homem e olhava em seus olhos quando disse:

Arrow Estamos apenas eu e você aqui. Eu tenho invulnerabilidade e o você o que tem? Se quiser detonar essa bomba esteja a vontade, pois não vou impedi-lo de fazer isso. E então, o que vai ser amigo?

O homem não hesita. Aperta o botão provocando a explosão e manchando de sangue o céu da cidade. Superboy sente o impacto, mas nada que lhe incapacitasse ou ferisse. O homem já não existia e em seu lugar restava um vazio e dor.

*******************************

Karen ouviu o barulho da explosão e rumou na direção de onde ele vinha. Ao chegar ao local, encontrou Conner ainda abalado pelo ocorrido.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Pedro H. Oliveira em Sex Maio 10, 2013 1:44 am

- Eu.... eu estou bem Poderosa... - Eu mal conseguia falar.

La estava eu, parado no meio do nada com meu corpo manchado de sangue... O sangue de um ser humano que não pensou duas vezes antes de abrir mão da própria vida por nada...

- A ultima bomba... estava no quarto da Kara e o homem que eu segurava iria explodi-la la dentro, ferindo varias pessoas... Eu o trouxe até aqui e o desafiei a acionar a bomba... e ele o fez... - estava dificil arrumar as coisas em minha mente. - Como alguém pode simplesmente abrir mão de tudo? POR QUE KAREN?!

Eu sabia que tinha culpa naquilo, eu bati de frente com o homem, fiz o oposto que o Clark faria. Acho que meu lado Luthor decidiu sair para passear durante alguns segundos. Fecho os olhos e passo a mão pelo meu rosto para tirar o sangue que ali estava.

- Não temos tempo a perder. Precisamos voltar ao cemitério e ver se as coisas estão tranquilas la. - Entro em contato pelo comunicador. - Aqui é o Superboy... a ultima bomba foi contida... nenhum inocente se feriu.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Dana em Sex Maio 10, 2013 9:38 pm

Karen só deixou o local quando ouviu a explosão, desejando profundamente que não tivesse ferido ninguém, chegava de mortes. Via Superboy estático em pleno ar, com muito sangue pelo corpo, e alguns restos do corpo de alguém, o último dos homens bomba. Quase não acreditou na cena, era nefasto demais aquilo até mesmo para ela, quem dirá para ele que talvez nunca tivesse visto ou mesmo presenciado algo tão sombrio.

- Calma... – Ela suspirou e chegou perto dele, ficando cara a cara, permitindo que ele terminasse de falar, tudo que ela conseguiu dizer foi aquilo, para ele ter calma, o que na verdade o prendia naquele estado acomodado era o susto, ou mesmo o pavor da cena que presenciara, sentindo também, culpado pela morte do terrorista, a expressão no rosto dela não era de piedade, apenas seriedade. Ela abriu os braços e o abraçou como deveria ter feito com Clark, mas, não teve coragem suficiente. Segurou ele assim por alguns instantes, seu uniforme ficava manchado da mesma forma que o dele, ela respirou fundo e soltou-o.

- Você fez certo tirando ele de lá. Não sei como Kara poderia reagir, estando em coma, e também, salvou a vida dos que trabalham lá, Connor. - Todos aqueles que carregavam no peito o pesado “S” eram da mesma família. Sendo assim ela tinha junto de si um familiar, que mesmo não muito próximo dela, agora estava com algum tipo de medo estampado nos olhos. – Eu simplesmente não sei te dar esta resposta, Connor, contudo, alguns deles pareceram ter perdido a fé, ou alguém conseguiu deturpar suas crenças... –A voz dela era triste. – No cemitério já controlaram a situação. É melhor você se... – Olhava pra ele um pouco sem reação ao fato do jovem ter sangue escorrendo de seu uniforme, e pedaço pequenos do que foi um ser humano. – Melhor se livrar disso... Antes de aparecermos lá no cemitério, já deve estar cheio de fotógrafos, policia e uma multidão mais cheia do que antes, não quero que te vejam assim. – Não ia censurar ele pelas palavras anteriores, não era hora de dar bronca em ninguém, e muito menos num rapaz assustado com a atitude de um ser humano sem a menor humanidade, aos olhos dela. Já que queria levar consigo outras vidas. Karen deixara o comunicador em aberto o tempo todo. E reporta Oraculo do ocorrido do jeito dela, agora. – Oráculo, é Poderosa, a última bomba explodiu, tivemos uma baixa, a do terrorista, ele não pode ser salvo, reporte isso às autoridades, por favor. Nenhum civil ou inocente foi ferido. Estamos voltando ao cemitério agora. – Karen para pra pensar por alguns segundos, estava esquecendo-se de algo, uma cena incomum vista anteriormente, mas, que agora lhe fugia da mente, devido a toda aquela confusão. – Algo me fugiu da mente... Droga! – Ela então olhava uma segunda vez para Superboy, esperando a reação dele, seria melhor mesmo que não aparecesse lá novamente, no estado em que estava. Sairia dali e rumaria pro cemitério.


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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Convidado em Dom Maio 12, 2013 12:18 am

O que é isso?! Agora sai um verme da cabeça dele. As coisas estão ficando cada vez mais estranhas.
Já estou tempo demais nesse ramo pra saber que isso não é coincidência.Tenho certeza que tem alguém mais poderoso por trás disso tudo, mas quem, e por quê? Hum... E por que só ele sente toda essa dor?

Alguns vermes vivem nas águas, não acredito que seja o caso desse, mas a proximidade é o suficiente pra valer uma tentativa. Pra quem se comunica com plânctons, não deve ser difícil se comunicar com um verme. Através da minha conexão com a Claridade eu conseguirei acessar as memórias e tudo o que esse ser viu, isso se ele tiver algo em comum com a Claridade.

De qualquer forma, ele deve ser melhor analisado, talvez Palmer, Buddy ou até os laboratórios Star possam analisá-lo melhor. Esses criminosos também devem permanecer em observação e serem examinados.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Administrador em Seg Maio 13, 2013 1:21 am

Desde o começo, a causa dos ultra-humanistas parecia desprovida de sentido. Se o foco dos terroristas era o ódio aos meta-humanos, por que eles atacaram pessoas comuns? Por que os meta-humanos não foram os alvos de seus atentados? As respostas para essas perguntas finalmente surgiram. O terrorista que Aquaman capturou para interrogatório, não aparentava estar no domínio de suas faculdades mentais. O comportamento dele era errático e distraído, como se estivesse em algum tipo de transe.
Então um verme saiu da orelha do terrorista. Aquaman averiguou o parasita de imediato. Seria a causa da conduta do terrorista? Tudo indicava manipulação mental. Mas quem estaria manipulando esses infelizes? Só um adversário muito influente teria condições de orquestrar algo assim. Mas eu não fazia a menor ideia de quem poderia ser. Pelo visto, foi um erro assumir a liderança da Sociedade da Justiça. Não tenho perfil para líder. Nunca fui precavido ou meticuloso. Por estar sempre lutando contra o tempo, eu me tornei um sujeito precipitado. Afinal, eu geralmente tenho apenas 60 minutos para evitar que desastres aconteçam. Não sobra muito tempo para pensar. Minhas decisões são tomadas rapidamente. Os últimos fatos comprovam o fracasso da minha liderança.
Aceitei Billy Batson na equipe, somente para ver o garoto desaparecer com Jason Blood, sem qualquer aviso. Não é o início que eu imaginei para a nova equipe. Eu espero que a filha do Raio Negro não fique com uma má impressão. Se eu não conquistar a confiança dos outros membros da equipe, também não terei como conquistar a confiança do povo. Por enquanto, não temos como fazer outra coisa além de auxiliar a Liga da Justiça no que for necessário, visto que a Sociedade não tem um efetivo suficiente para fazer sua própria investigação. Então ficarei ao dispor de Aquaman e dos demais justiceiros. Enquanto isso, Jesse está auxiliando a Liga na busca pela terceira bomba. Embora eu saiba que ela é capaz de cuidar de si mesma, como marido não consigo não me preocupar com a segurança dela.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Leo Rocha em Sab Maio 18, 2013 5:46 pm

Superboy e Poderosa se abraçam por um breve instante. O garoto ainda tentava processar o que aconteceu. A morte de um homem desesperado. Mais uma morte sem sentido no meio de tanta violência. Os dois informam pelo comunicador sobre a ação e decidem retornar ao cemitério de Metrópolis.
Pelo comunicador Oráculo fala:

Arrow Entendido. Superboy, como você está? Há algo mais que eu possa fazer por vocês?

Após ouvir os dois, Oráculo dirá:

Arrow Tem mais: Anarquia estava infiltrado tentando chegar ao grupo responsável pelos extremistas, mas desde a ação no funeral perdi o contato com ele. A última informação que tenho é que ele estava na escolta de Harold Urich, o homem que tem coordenado o grupo de apoio a vítimas de meta-humanos. Se vocês tiverem alguma informação, por favor me repassem. Ah, acho que o Lanterna Verde irá procurar por vocês. Ele tem informações importantes que precisa compartilhar com vocês.

***********************************
Enquanto isso, Aquaman tenta se conectar à mente do verme que saira da orelha do extremista. A conexão é relativamente fácil, mas funciona numa via de mão dupla. Ao passo que aquaman acessa a mente do verme, a criatura acessa a sua e um crescente e incontrolável sentimento de raiva e desespero invade seu ser.
Ele lembra de todas as perdas que o acometeram durante toda a vida, principalmente as ligadas à atividades suas e de outros meta-humanos. Ele sente como se revivesse todas essas dores neste exato momento, ao mesmo tempo e continuamente. A morte do filho, o fim do casamento, a morte de sua mãe, as ações criminosas contra seu povo, a maldade de seu irmão, a perda de sua mão.
Era muita dor pra suportar e instintivamente ele sabia que só haveria uma forma de fazer a dor parar: acabando com todos os meta-humanos e com os humanos que os ajudam ou admiram.
Ele se vira na direção do Homem-Hora e o acerta com um murro potente. Em seguida grita de dor se preparando para continuar o ataque aos heróis e qualquer outra pessoa que tente ajudá-los.
Canário Negro salta na frente para ajudar, mas antes que abre sua boca, é atingida pelo herói com um chute no estômago e uma cotovelada na cabeça.
Ele se coloca em posição de combate e travava simultâneamente duas lutas importantes: uma externa contra seus amigos e outra interna contra as vibrações que o verme mandava para sua cabeça.

*******************
Nota do narrador: após a ação dos jogadores que já estavam na cena o Lanterna Verde e o Fantasma Espacial chegam ao local.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Administrador em Dom Maio 19, 2013 5:41 pm

Ao que parece, o verme retirado da orelha do terrorista era realmente a causa de seu comportamento, já que Aquaman também perdeu o controle de sua mente depois de analisar a pequena criatura. Notei isso da pior forma. Foi preciso um belo soco na fuça para perceber o que estava acontecendo com o Rei dos Mares. O problema é que não tenho como lidar com Aquaman sem machucá-lo. Sem mencionar que uma luta contra alguém que também dispõe de superforça como Aquaman não teria previsão de terminar. Minha última dose de miraclo está no fim. Não tenho condições de manter um duelo desse porte por muito tempo. Felizmente, existe uma pessoa no local que talvez tenha a chance de resolver o problema sem gerar hematomas ou danos ao patrimônio público.
Rajada, a filha caçula do Raio Negro, está conosco. O corpo dela é como um canal natural para eletricidade. Sabendo que o encéfalo, o centro do sistema nervoso humano, desenvolve eletricidade, talvez seja possível abalar parte das funções cerebrais de Aquaman com uma corrente elétrica oposta aos dos seus sinais cerebrais. Talvez isso faça com que o verme abandone Aquaman, já que em teoria, o parasita estaria ligado de alguma forma ao cérebro dele. Depois de me erguer do chão, solicitei o auxílio da mais nova recruta da Sociedade.

- Rajada, eu quero que me escute bem! Você tem que confiar em mim. Aquaman está descontrolado. Alguém está controlando sua mente. Quero que você dispare uma carga elétrica. Sei que pode parecer errado atacar um dos fundadores da Liga, mas ele precisa de nossa ajuda agora, pois não é capaz de ajudar a si mesmo. Sua energia pode ou neutralizar temporariamente as funções cerebrais dele ou fazer com que a consciência dele acorde. É um risco que temos que correr.

Existem estudos que falam da estimulação elétrica do cérebro, que ampliaria o raciocínio e o aprendizado. É hora de testar essa hipótese. Na verdade, não sei qual será o efeito da descarga elétrica. É outro chute no escuro. Mais uma vez estou contando apenas com a minha intuição.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Pedro H. Oliveira em Seg Maio 20, 2013 11:00 pm

Ouço o que a Poderosa tinha a falar. Fico feliz em saber que existia alguém, um parente, naquele instante para me escutar e conversar comigo.

A Oraculo comenta alguma coisa sobre o Anarquia, infelizmente não sabia nada sobre a pessoa em questão, pelo menos não que eu me lembre.

- Que eu me lembre não Oraculo...

Devemos voltar até o cemitério e ver como as coisas iam por la, infelizmente não podia aparecer assim, com meu uniforme todo sujo de sangue. Também não daria tempo de ir buscar outro em Smallville ou São Francisco. Devido a isso eu tenho uma ideia melhor;

- Espere um segundo ai Poderosa! - Sigo em queda livre na direção do mar aberto e dou um bom mergulho.

Enquanto estava ali, debaixo d'água, não podia ouvir muitas coisas, por isso uso esse tempo para organizar todas as coisas em minha mente: O incidente do terrorista provavelmente iria passar novamente por minha mente, mas não podia deixar que isso acontecesse justamente agora, isso era um problema a ser resolvido depois.

Com um impulso, me lanço para cima onde Poderosa estava me esperando. Havia limpado todo o meu uniforme na água do mar, mas ainda haviam algumas manchas, mas nada muito grande ou que fosse chamar a atenção.

- E então, vamos?

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Convidado em Ter Maio 21, 2013 1:34 am

Mais uma vez ele é tomado pelo ódio, é triste vê-e-lo assim, depois de tudo que passou para superar esse sentimento. Dessa vez é diferente, ele está sendo forçado a isso, indo contra a tudo que acredita, porém, continua sendo triste.

Ele derruba um dos seus companheiros, depois ele ataca uma amiga que o conhece a bastante tempo, ele sabia que ela usaria o som contra ele, mas ele a ataca primeiro, sempre pensou em tirar-lhe o folego caso isso acontecesse, mas nunca quis colocar isso em prática, até hoje...


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Malditos meta-humanos e alienígenas, só me trouxeram desgraça e sofrimento! Era mais feliz com Porm e até mesmo com o faroleiro Arthur Curry. Esses poderes só servem para destruição, só trazem a tona o que se tem de pior nas pessoas, ninguém se salva, todos estão corrompidos! Maldito o dia que me encontrei com Barry Allen, maldito o dia que resolvi participar dessa Liga. É hora de concertar o que há de errado.

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Aquaman: Vocês da superfície não sabem lidar com poder, se corrompem facilmente, causam seus próprios problemas. Mas chega disso! Tenho que tomar de vocês, a dádiva que vocês não merecem. Quando eu acabar com todos vocês, o mundo estará salvo!

Em seguida flechas voam contra o Rei Louco, sua mente pode estar turva, mas esse estado de tensão deixa seus sentidos ainda mais aguçados, as flechas não representam nenhum perigo. Na sua frente aparece uma criança, ele percebe sua insegurança e hesitação, e avança. Quem manda um filhote de enguia deter um tubarão? No susto, ela o ataca, mas ele desvia, quando ela pensa em atacar novamente, é tarde demais, um golpe lhe tira a consciência. Precisaremos dessa ferocidade e determinação, mas ele tem que vencer essa batalha antes, sozinho.

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Ninguém está seguro, até mesmo as crianças são contaminadas! E de alguma forma influenciam alguns que não sofrem desse mal, como são estúpidos os seres da superfície! Adoram, defendem aqueles que só trazem a ruína, que os oprimem! Não tem jeito, nenhum simpatizante sobrará.

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Aquaman: Até suas crianças são utilizadas como armas, para a destruição! Isso termina hoje!

Mais flechas voam, dessa vez uma explode no ar e uma fumaça cobre o local, sua pele absorve um pouco da química, ele fica um pouco zonzo por uns instantes, mas ele pode confiar em seus sentidos, uma criatura elástica o ataca, ele se esquiva, evita ser agarrado, seu corpo reage como se estivesse lutando contra uma lula gigante. Ele golpeia enquanto ouve palavras que tentam emplacar sua ira, sua pele é mais escorregadia que os seres da superfície, isso o ajuda um pouco, mas seu adversário impede seu ataque por um instante. Porém, precisarão ser mais incisivos para conterem a fúria do mar.

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Essas criaturas me perseguem a vida toda, fui tolo, fui fraco ao poupar-lhes a vida. Charybdis, Sexteto Profundo, Enguia, Sedento... Sedento...

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Há um tempo atrás, em Skartaris, Orin teve sua mente e corpo controlados por um poderosos mago chamado Valgos, situação parecida com agora. Eu sei que ele sairá dessa.

A luta nos dois planos continuam, mas agora a correnteza segue outro rumo. Ele consegue evitar as investidas do homem que estica, ele o confunde , e o lança longe, depois corre em direção ao arqueiro, que reage com uma saraivada de flechas em sua direção. Ele se esquiva de algumas outras o acertam, mas não o param.


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O que está acontecendo aqui? Por que eu sinto tanta dor? A.J. o que você faz aqui? Mãe, pai? Porm? Minha mão, o que aconteceu?!
AAAAAAAAaaaaaahhhhhhhhhhh!!!!!!!! Eu vou acabar com todos vocês!!!
Que droga de verme é esse que está em todos os lugares?! E por que eu fico pensando no maldito Sedento?!
AAAAaaaahhhh!!! Vocês pagarão por tudo que fizeram comigo!!
Sedento... Verme... eu conheço esse sentimento, essa dor...


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O garoto e seu arco dão trabalho, mas ele o alcança, o agarra pelo pescoço e começa a sufocá-lo. Ele não era o alvo do seu ataque, mas o Rei ficou indignado por ele defender os meta-humanos. Orin terá que se perdoar por tudo que está fazendo e viver com essa vergonha.

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... Eu já vivi isso tudo, não pode estar acontecendo novamente... já me libertei dessa dor, desse sofrimento, desse ódio... todos nós sofremos, o que nos resta é aprender a viver com isso e seguir em frente...
Esse verme, ele é a causa disso tudo! Concentre-se Arthur, um ser tão pequeno não pode te controlar, você é um telepata, sabe como funciona a mente, basta achar a porta certa e retomar o controle.


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Existe um motivo pra ele ter sido escolhido como Rei dos Mares e o Portador da Água, que nada tem a ver com seus poderes, mas com sua experiência de vida, seu caráter, sua obstinação. Na sua mente ele luta pelo controle e segue obstinado tentando concluir sua missão, mas enquanto não romper o o elo com o verme, seu corpo continuará atacar seus companheiros. Pobre garoto...

Enquanto isso, o Morador das Profundezas apenas pode observá-lo e torcer para que nosso protetor triunfe.


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Hum... já que você entrou na minha mente, que tal fazermos o contrário agora. Vejamos tudo que posso saber sobre você...

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Dana em Qua Maio 22, 2013 3:21 pm

Estava ouvindo com calma o que o rapaz tinha a dizer, não é todo dia que seu corpo fica cheio de restos do corpo de uma pessoa, eles são evoluídos e tão selvagens, alguns quem sabe até indignos da dadiva que recebem, viver. Karen estava assustada por dentro ela temia os humanos, e o que eles eram capazes de fazer, enquanto alguns encontravam a cura para doenças outros ocupavam sua mente criando bombas. Estranho, não é?

- Vá, dê um jeito nisso!

Quando ao que Oráculo falava sobre Anarquia, ela lembrou-se disso, de ver um rapaz mascarado em cima de um carro, contudo, no meio da confusão em encontrar as bombas, acabou não dando atenção necessária. Ficou pensando no que diabos aquele garoto estava aprontando. Não havia tempo de ir atrás dele agora, pois, enquanto esperava Superboy limpar seu uniforme, ela deteve sua atenção, mais exatamente sua audição na direção do cemitério, averiguando assim se tudo estaria bem, mas, não gostou do que ouviu vindo de lá. - Vamos voltar pro cemitério Oráculo, fique na escuta, qualquer coisa nos avise. - Sairam dali com pressa e ela pensava no amanhã, o que poderia acontecer com Clark caso o pegassem de verdade, e como diabos tiveram acesso aos laboratórios dela?

- Isso é algum inferno astral, por acaso?! – Havia alguma coisa errada com o Aquaman, Karen mal via de longe Connor chegando e já ia encontra-lo, com os punhos cerrados, seja lá o que fosse que o colega tinha de errado, ouvindo as barbáries que ele pronunciava contra os humanos, ele estava de algum jeito fora de si, e logo estaria em coma, se ela chegasse a tempo dele ainda estar em pé. Os outros deveriam cuidar do caso, mas, se não o fizessem ela teria de fazer. Homem Hora dera uma ordem, mas, pelo jeito não houve tempo de concluir a ação, infelizmente. Já voava pra lá relatando ao outro portador do “S” no peito o que parecia estar acontecendo.

- Aquaman ficou louco, de algum jeito, eu vou parar ele, vasculhe o lugar procurando qualquer coisa que possa controlar alguém como ele, Superboy... Não sei bem o que houve lá... Droga! - Voava o mais rápido possível e quando avistava o cemitério já podia ver mesmo dos céus que Aquaman estava sufocando Ricardito, ele havia surtado ou o que? O que ela ouvira das conversas deles não foi loucura, ela fala rapidamente com Connor – Tira o Ricadrdito dali, agora... - E desce em direção ao colega, e seu ex-affair.

Quando pousou atrás dele, é provável que não lhe desse tempo para uma reação, ele parecia bem focado em sufocar o herói preso em suas mãos. Segurou Aquaman por um dos braços, virando ele pra si mesma e por alguns segundos ficando frente a frente com ele, estava com cara de poucos amigos e a maioria mortos, punho já cerrado iria desferir um golpe no rosto dele ou no estomago o que acontecesse, apenas queria que ele parasse e fosse tratado. Conhecia bem aquele herói e seja lá o que quer que o esteja controlando não ia conseguir com ele desmaiado. Não falou nada, sequer suspirou, mas, mentalmente ela pedia desculpas por aquilo, ficando preparada pra qualquer reação ofensiva dele.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Leo Rocha em Qua Maio 22, 2013 5:06 pm

Homem-Hora se recupera rapidamente do golpe e nota que talvez os poucos minutos que lhe restam não sejam suficientes para um confronto com Aquaman. Em uma ótima ação de liderança, ele resolve usar os recursos que se encontram a disposição e o escolhido é Rajada, a filha mais nova de Raio Negro. Ele pede à garota que dispare contra Aquaman, mas ao notar que este lutava agora contra Arqueiro Vermelho ela hesita e responde:

Arrow Eu posso acertar um dos heróis que tão lutando com o ele, Eles estão muito próximos. Não sei se consigo fazer isso sem machucar alguém.

A garota tinha medo de perder mais uma vez o controle de seus poderes. A situação ainda era agravada pelo fato de que dois heróis membros da liga da Justiça estavam na sua linha de tiro. Um como alvo e outro como possível dano colateral.
Canário Negro e Ricardita já haviam tombado. O Homem-Borracha também havia falhado em sua investida frustrada contra o rei dos mares. E é usando o corpo isolado do herói comediante que Aquaman detém a ameaça de Rajada. Restava agora o Arqueiro Vermelho sendo segurado pelo pescoço. Em seu outro braço, Aquaman sentia duas flechas e numa das pernas havia outra. Seus olhos traduziam a todos a clara intenção de pressionar aquele pescoço até o fim. É neste momento que chegam Poderosa e Superboy. A kriptoniana se vira para o jovem e diz:

Arrow Aquaman ficou louco, de algum jeito, eu vou parar ele, vasculhe o lugar procurando qualquer coisa que possa controlar alguém como ele, Superboy... Não sei bem o que houve lá... Droga!

Ao se aproximarem e confirmarem a intenção de Aquaman de quebrar o pescoço de Roy Harper, Kara não hesita e se prepara para uma ação que irá lhe doer na alma, mas não mais do que não fazer nada pra encerrar aquele ciclo de loucura. Ela mais uma vez se dirige a Conner, dizendo:

Arrow Tira o Ricadrdito dali, agora...

Ela desce segurando o braço de Arthur e se assusta ao não reconhecer os olhos que a fitam. Essa ação possibilita que Conner passe em alta velocidade acertando o braço que segurava o Arqueiro Vermelho e fazendo com que este fosse libertado. Poderosa então acerta um soco no rosto de Aquaman lançando-o ao chão. O herói aquático lutava com seu interior tentando vencer a influência do verme, porém era dificil se concentrar durante um combate com os maiores heróis do planeta.
Após deixar Arqueiro Vermelho em segurança no solo. Superboy segue a recomendação de Poderosa e encontra o verme que havia se conectado à mente de Aquaman. A criatura parecia inofensiva a primeira vista e quando ele se aproximou para pegá-la não observou qualquer alteração nesse status.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Convidado em Sex Maio 24, 2013 4:38 pm

Então esse verme é a causa de tanta dor e ódio. Mas ele é a mente por trás de tudo isso ou apenas um instrumento? E esses homens são apenas vítimas ou se envolveram em algo maior do que eles imaginavam? Vejamos sua origem e o que está ac#~^##^!*'*~##~^##^!*'*~#



O que está acontecendo?! Parece que fui acertado por um torpedo! Como essas flechas foram parar aqui?!
...Os meta-humanos são a causa do seu sofrimento, da destruição do mundo...
Eles enlouqueceram, se corromperam com tanto poder! Preciso impedi-los e acabar de uma vez por todas com essa ameaça global!
... Os meta-humanos estão te atacando, se apresse, eles irão te matar...
Droga, eles estão por todas as partes! Mas não será dessa vez que irei desistir. Tenho que agir antes que essa aberração me alcance.
...Os meta-humanos se acham superiores, que estão acima de tudo e de todos, intocáveis, melhores que você...
Em um confronto direto não terei chances, mas posso atacá-los onde são vulneráveis. Que sintam toda dor e sofrimento que eles causam ao mundo!

Aquaman: Que foi, garoto, não aprendeu nada da última vez?


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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Pedro H. Oliveira em Qua Maio 29, 2013 9:42 am

Haviamos chegado e visto uma confusão muito maior do que a que deixamos. Por algum motivo, o Aquaman estava atacando os outros membros da Liga e parecia bastante agitado. No exato instante em que Poderosa e eu chegamos, vimos ele enforcando o Arqueiro Vermelho, por isso, Poderosa correu para afasta-los enquanto eu tirava o meu veterano duas vezes - uma pelos Titãs e outra na Liga. - daquela situação.

Ao pega-lo, deixo-o alguns metros de distancia dali em segurança.

- Tudo bem senhor Arqueiro?

Aquela situação estava bastante complicada e lutarmos aos olhos de todos só complicava as coisas, por isso tenho uma ideia que pode diminuir a repercussão disso tudo amanhã:

- Cyborque, aqui é o Superboy. Tem como você transportar todos nos para o Satélite da Liga, ou qualquer outro lugar onde não exista, civis ou câmeras de TV? - Nesse instante, enquanto espero a resposta, encontro algo no chão. Parecia um pequeno verme e para tentar ve-lo melhor, me aproximo da inofensiva criatura. - Mas o que é isso?

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Leo Rocha em Qua Maio 29, 2013 9:18 pm

Mulher Maravilha chega no momento em que um prejudicado Aquaman tenta se levantar do chão. Ela o prende com seu laço mágico e ao fazê-lo faz com que Aquaman simplesmente desmaie por alguns segundos, reacordando rapidamente ainda confuso e irritado com o que aconteceu. Ela então diz:

Arrow O que está havendo aqui?

Superboy tenta contato com Ciborgue para solicitar transporte, mas quem lhe responde é Oráculo:

Arrow Estive monitorando a faixa de transmissão e já estou providenciando o teleporte. Não sei o que houve com o Ciborgue, mas parece que ele está fora de contato.

EM poucos segundos o grupo de heróis já se encontrava no satélite da Liga e ao se depararem com o local encontram a Mulher Gavião que diz:

Arrow Fiquei curiosa pra saber quem estava vindo no teleporte. Ainda bem que são vocês! Vocês já viram o que estão transmitindo?

Ela aponta para a sala do monitor e aqueles que seguem pra lá chegam a tempo de ver o repórter falar:

Arrow Para aqueles que ligaram suas TV's agora, repetimos a infeliz notícia. O governante da Coréia do Norte, Kim Jong Un, emitiu há poucos minutos uma declaração onde informa que devido ao não cumprimento por parte do Superman do acordo de se entregar e devido a tentativa de ataque em sua fronteira por naves soviéticas acompanhadas do heróis conhecido como Estrela Vermelha, a Coréia do Norte declara agora guerra e informa que está apontando seu arsenal bélico nuclear para estes países. Caso os EUA, a Rússia e os demais países pertencentes à ONU não reconheçam a soberania da Coréia do Norte, Kim Jong Un ameaça dar sequência a tão temida guerra nuclear.

**********************************

Ele ouve a notícia e seu coração para por um segundo. Mal havia conseguido impedir que a maratona de Boston se tornasse uma tragédia maior e agora vinham mais bombas, só que dessa vez com potencial de destruição em massa. Em outros tempos ele tentaria argumentar, respeitaria as regras, buscaria a racionalidade... Mas a humanidade parece ter perdido isso nos últimos dias. Ele estava presenciando a humanidade se lançar cada vez mais num abismo. Kara estava em coma e Lois havia sido morte por esta onda de ódio e irracionalidade que assolava a humanidade e ele não tinha conseguido fazer nada... Mas agora seria diferente!
Em supervelocidade ele cruza o espaço entre os países e rastreia o silo nuclear da Coréia do Norte. Em poucos segundos ele desarma os mísseis nucleares que encontra e apanha as ogivas, levando-as consigo. Ele nunca se movimentou tão rápido em toda a sua vida, nunca pensou que fosse possível e jamais se arriscou a tentar por medo de ferir alguém no processo ou de assustar a qualquer pessoa ou nação. Mas agora ele não se preocupava mais com isso. Ele tinha a determinação de impedir que as bombas fossem detonadas. Que o mundo fosse lançado numa égide de destruição. Ele iria impedir a qualquer custo que a humanidade se destruísse, mesmo que isso fosse sua última ação neste planeta.
Ele sabia que os outros países também tinham a mesma possibilidade de destruição. Alguns com poderia superior, como os EUA e por isso, estendeu sua ação ao redor do mundo, nos países em que identificou artefatos nucleares. Em alguns minutos, havia recolhido todas as ogivas nucleares que identificara e as transportava em uma espécie de contêiner.
Ele estava ofegante e olhava a Terra do espaço sideral. Sabia que a partir daquele momento ele e o planeta jamais seriam os mesmos. Sabia que talvez não fosse mais visto como o símbolo da esperança por alguns. Sabia que o medo falaria mais forte para outros. Mas ainda assim, sentia a sensação de que fez o máximo possível para evitar o fim do mundo que jurou proteger. Um mundo que perdia seu sentido a cada dia. Ele então aciona seu comunicador e fala para o mundo que agora estava atônito diante de seu último feito:

Arrow Aqui é o Superman falando. Recolhi todos os artefatos nucleares em todo o mundo. Chega de bombas e mortes desnecessárias. Estou dando a esse mundo a chance que a minha terra natal não teve. A partir de hoje estou livrando este mundo de suas armas nucleares. Vocês agora poderão sentar e conversar pacificamente para resolver seus conflitos. Sei que muitos irão contestar meu ato e por isso afirmo que nada do que fiz está relacionado às atividades da Liga da Justiça ou de qualquer país. Eu o fiz como um cidadão do mundo e preocupado com ele. Entendo as implicações de meus atos e assumo a responsabilidade por eles. Irei levar estas ogivas para detonação fora de nosso sistema solar. É muito provável que eu não retorne a este planeta tão cedo. Quero agradecer a todos os amigos e pessoas especiais que me ajudaram a ser quem sou hoje. Lamento não ter sido mais e melhor... Espero que esta oportunidade salve vidas e traga uma nova perspectiva aos dirigentes mundiais. Adeus.

Ele segue solitário e rápido pelo espaço. Seu destino: ninguém sabe. Seu retorno: tampouco.

**********************************

Um silêncio paira no ar no satélite. A transmissão feita em tempo real mostrava que o Superman partira do planeta Terra levando todos os dispositivos nucleares que conseguiu encontrar. Os heróis da Liga pesavam ainda as implicações daquilo quando receberam a transmissão de Adão Negro:

Arrow O que vocês estão pensando que são? Agora se deram ao direito de invadir todos os países do mundo e roubar armamento nuclear? Não adianta o Superman fugir. Alguém terá que responder por isto! A Coalizão do Oriente não deixará isso passar em branco!

Ray Palmer entra na sala na hora. Ele parecia preocupado, mas não diz nada enquanto Adão Negro fala. Ele aguardaria a transmissão ser encerrada para falar algo.
Adão Negro parecia irado no monitor e exigia uma satisfação que talvez nem o próprio Superman poderia dar. O que faria a Liga da Justiça? Ainda mais em um momento em que seu líder já não mais estava entre eles?

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Dana em Qui Maio 30, 2013 12:11 am

Arthur parecia lutar contra aquilo que lhe controlava, mas, era tarde demais, meu punho já havia afundado no queixo dele, fazendo-o ser jogado no chão não longe, mas, ficou desnorteado por alguns minutos, não tive coragem de fazer mais, fiquei ali parada, olhando-o sem saber o que fazer, apenas tendo tempo de alertar ao Superboy que não chegasse perto daquela coisa, um verme ou uma minhoca, ao que parecia. Seja lá o que quer que fosse controlara a mente de um dos mais fortes heróis do Planeta. Por sorte Diana chegava a o imobilizava com seu laço, fazendo desmaiar em seguida, contudo, ele logo recobra os sentidos e volta ainda confuso com tudo aquilo.

- Uma confusão com um verme lá no cemitério, parece que ele controla mentes, algo assim... – Eventualmente Karen se esquece se alguém havia pego aquela porcaria antes do teleporte, olhou rapidamente para Conner que estava com ele na mão e vai rapidamente pra um dos laboratórios do Satélite, pegar um tubo de ensaio, voltando com o mesmo e enfiando aquela coisa nojenta dentro, tampando em seguida. Karen fica com aquilo em mãos, quase indo levar pra analisarem, mas, logo sua atenção é tirada daquele episodio e levada para um dos monitores apontados pela Mulher Gavião, onde uma noticia era transmitida.

- Ah, Estrela Vermelha... - Era um dos nomes citados anteriormente para ser cotado como membro na Liga, mas, depois daquilo ela já pensava nele de forma negativa, um erro daqueles era inadmissível, ao menos por enquanto ela e nenhum deles fazia ideia do porque daquilo, talvez, mais tarde, o próprio herói pudesse dar explicações.

Não bastavam aqueles episódios todos em um único dia, e ela ouvia outra transmissão, a pior de todas, em que seu primo, o Superman dizia ter pegado todas as ogivas nucleares que encontrou em todos os países e estavam junto de si, levaria para fora desta Galáxia e não o veriam tão cedo. De um lado ele estava livrando parte do Mundo da ameaça que os próprios humanos faziam uns aos outros, isso era heroico, insano e bravo, mas, de outro lado ele estava tomando posse da propriedade de outros, e o pior, de armas de grande poderio destrutivo que pertenciam as maiores nações do Mundo. Karen simplesmente ficou pasma com tudo aquilo, ele ia embora levando consigo um alto poder de destruição, sem pedir, sem usar seu bom senso, e porque não dizer deixando desprotegidos a maioria dos países, pois, de uma forma ou de outra aquelas coisas malditas eram uma forma de proteção.

- Não estou acreditando... – Dá um passo para trás e baixa a cabeça fechando os olhos, a maior parte dela queria ir atrás dele naquele exato momento, mas, seu bom senso dizia que isso não era bom, pois, dois kriptonianos juntos e com tantas ogivas, era sinal de total perigo, bastava um, que agora parecia fugir ou exilar-se da Humanidade, depois de ver a mesma perder a maior parte do que ele admirava o bom senso, o amor, o respeito pelo outro. – Como é possível tantas coisas ruins em menos de dois dias...? – Karen estava estática, apenas abriu os olhos, olhando pra aquela coisa que parecia querer se mexer no vidro, seus olhos ficaram vermelhos, mas, ela não disparou no tubo de ensaio, talvez fosse melhor acabar com aquela coisa asquerosa logo, ou não. – A atitude foi isolada, Adão, mas, nos retrataremos em breve quanto a esta grave questão. Creio eu que nenhum dos lados afetados deixará esta ação passar em branco, não somente você e a quem representa. Assim que nos recompormos deste baque, poderemos lhe dar respostas. – Olha para Diana parecendo preocupada e fala. – Acho que temos bons motivos agora para que todos atendam ao chamado da Liga, e reúnam-se o mais breve possível, não é? – Não era uma ordem, não era um desabafo, era um pedido, era urgente. - Se alguém tiver algo mais a acrescentar, por favor, fale, eu preciso cuidar disso... Antes que cause mais problemas. – Ela daria as costas à transmissão mexendo no tubo de ensaio olhava-o, com cara de quem explodiria o conteúdo assim que ele demonstrasse qualquer contato ou reação e levando-o até Ray do lado de fora, tendo chamado-o com um sinal com a cabeça, falando em seguida, depois do fim da transmissão. – Preciso de um especialista em vermes, ou seja, lá o que for isso, esta coisa controlou Aquaman, e quero isolamento, ninguém deve manter contato direto com isso, devem bloquear qualquer tipo ode sinal que possa ser enviado pela mente, Meia Noite está disponível? - Falava de modo sério, precisava daquela resposta, e isolar aquela “porcariazinha” que só trouxera problemas. Mais tarde pediria desculpas a Arthur, assim como tomaria parte da possível reunião com os membros da Liga, que estavam presentes, os outros precisavam chegar logo.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Convidado em Qui Maio 30, 2013 1:00 am

Todos estão me olhando com cara de preocupado, alguns com medo... Lentamente as coisas começam a fazer sentido... Droga, o que foi que eu fiz!? Me deixei ser dominado por esse pequena criatura!? Espero que tenham me detido antes que algo grave tenha acontecido.

Antes que pudesse me recobrar, somos teleportados para o satélite da Liga, as coisas deveriam melhorar, mas apenas pioram. O que deu no Clark para tomar uma atitude como essa? Isso não é do feitio dele, muitas vezes gostaria de fazer isso, mas não tenho essa autoridade, e as implicações de uma atitude como essa são muito grandes.

Não demora muito para que as consequências se manifestem.


Adão Negro: O que vocês estão pensando que são? Agora se deram ao direito de invadir todos os países do mundo e roubar armamento nuclear? Não adianta o Superman fugir. Alguém terá que responder por isto! A Coalizão do Oriente não deixará isso passar em branco!

Supergirl, Lois, Magog, terroristas, minutemen, Estrela Vermelha, Coalizão, Superman... alguém muito poderoso está manipulando a todos nós, seja lá quem for, está conseguindo... nós estamos deixando...

Poderosa: A atitude foi isolada, Adão, mas, nos retrataremos em breve quanto a esta grave questão. Creio eu que nenhum dos lados afetados deixará esta ação passar em branco, não somente você e a quem representa. Assim que nos recompormos deste baque, poderemos lhe dar respostas.

Eu sei que Karen e Adão já foram colegas de equipe, mas eu sei como Adão se sente como chefe de Estado, representante/defensor de uma nação. Ele pensa politicamente, economicamente e pensa em guerra. Verdade é que estou cansado de tudo que está acontecendo estes dias, e não vou deixar Adão ditar as regras, mesmo sem o Superman, somos o suficiente para detê-lo, e não vamos demonstrar fraqueza.

Aquaman: Todos estamos sendo manipulados, estão nos jogando um contra os outros, alguém está se beneficiando com esse conflito. Se você realmente se importa com seu povo, investigue isso. E se preocupe em resolver os conflitos internos de sua Coalizão e em responder as questões sobre o sequestro do Supergirl. E mais uma coisa, nós não temos medo de ameaças. Transmissão terminada.

Permaneço em silêncio, sinto toda a tensão, o cansaço e o estresse tomando conta de meu corpo. A mesma sensação de quando era Rei de Atlântida, pensei que tinha me livrado disso, mas pelo visto, me seguirá até o fim da minha vida.

Poderosa: Acho que temos bons motivos agora para que todos atendam ao chamado da Liga, e reúnam-se o mais breve possível, não é?

Nós brigamos entre nós mesmo, não conseguimos salvar inocentes e invadimos países. Será difícil encontrar alguém que nos apoie nesse momento. Eu acredito que o mundo sempre precisará da Liga da Justiça, mas começo a me questionar sobre isso.

Aquaman: Poderosa, você pode levar esse verme para a análise. Diana, precisamos conversar. O restante, podem se retirar e permaneçam quietos, aguardando nosso comunicado.

A situação está muito complicada, precisamos reavaliar as ações da Liga, repensar nossa filosofia e traçar novos rumos. Isso é um dever dos membros antigos, não devemos envolver mais ninguém. Espero conseguir contato com os demais que andam sumidos*.


*Batman, Flash, LV e J'onn

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Administrador em Qui Maio 30, 2013 3:23 am

Eu pisei na bola de novo. Onde eu estava com a cabeça quando disse para Rajada atacar Aquaman? Ela obviamente não estava pronta. Raio Negro vai me odiar quando souber que coloquei a filha em tal situação. O pior é que eu pressionei a garota em vão. Quando ainda estava controlado pelo verme, Aquaman tomou Arqueiro Vermelho como refém. Se Rajada tivesse disparado uma corrente elétrica, Arqueiro Vermelho também teria sido afetado. Já ficou claro que eu não sou o sujeito mais indicado para liderar a Sociedade.

Agora estamos no satélite da Liga. Fomos transportados com todos os outros heróis que estavam presentes no cemitério. Dá pra notar o quanto Rajada está impressionada com tudo isso. Afinal, ela está na órbita da Terra, acompanhada dos maiores heróis do planeta. Minutos atrás ela era só uma adolescente, tendo que lidar com o fato de ser uma meta-humana. Então falei com ela para que ela não ficasse deslocada no ambiente. Mas a verdade é que não sei como falar com jovens. Não conheço as expressões e gírias que eles usam hoje em dia. Jakeem sempre me aborrecia com comentários sobre eu ser antiquado demais. A última coisa que eu quero é bancar o "tio". Ainda assim, eu acho que vale a tentativa.

- Lugar maneiro, né? Já estive aqui antes, mas você nunca se acostuma. Sempre é como se fosse a primeira vez. Então fique tranquila. Você com certeza não é a única pessoa por aqui que está impressionda.

Diferente de Rajada, Jesse está agindo naturalmente. Ela já trabalhou com o Flash e participou de mais equipes de super-heróis do que eu. A velocidade com que os fatos estão ocorrendo é irrelevante para ela. Jesse sempre foi muito dinâmica. Não apenas por ser veloz. O problema é que no momento, eu estou tão inseguro quanto Rajada. Eu tinha que compartilhar meus receios com alguém. Então chamei Jesse para um canto do satélite para uma conversa particular.

- Jess, você tinha razão. Eu fui um idiota quando aceitei a liderança da Sociedade. Está óbvio que não sou a melhor escolha para a função. Eu quase piorei as coisas no cemitério. Se o restante da Liga não estivesse lá... ...sei lá o que teria acontecido. Para piorar, também não sei o que houve com Etrigan e Shazam. Não é o início que eu queria para a nova equipe. Talvez eu estivesse entusiasmado demais. Melhor dizer ao Ted que eu não...

Eu não completei minha sentença porque a imagem do Adão Negro apareceu nos monitores, o que chamou minha atenção. Ele proferiu mais uma de suas ameaças, desta vez, exigindo uma retratação. Pensar que esse cara já foi membro da Sociedade me causa repulsa. De certa forma, nós somos os culpados por ele ser o atual governante do Kanhdaq. Adão tomou o poder com o apoio de membros da Sociedade. Erramos quando não derrubamos o governo dele quando tivemos a chance. Mas havia questões políticas. Odeio aquele país! Eu quase morri lá!
Se dependesse de mim, Adão teria exatamente o que quer. Mas eu estou com raiva. Uma parte do meu ego quer vingança pelo que aconteceu no Kanhdaq. Mas a Liga optou por uma abordagem mais diplomática. Afinal, eles estão evitando que aconteça uma guerra mundial. Poderosa assumiu a negociação com Adão. Ela está familiarizada com Adão por conta dos tempos da Sociedade. Ouvir ela falar com ele foi inspirador. Poderosa falou como uma verdadeira líder. Na época em que participou da Sociedade, ela já demonstrava ter a determinação e o caráter para liderar a equipe. Agora tem a chance de fazer o mesmo pela Liga. Ela então mencionou novamente o verme que encontramos no ouvido do terrorista em Metrópolis. O nome do Doutor Meia-Noite foi solicitado para analisar o verme. Fiquei contente em revelar o paradeiro do Doutor.

- Doutor Meia-Noite está no laboratório da Sociedade da Justiça nesse instante. Falando em nome da Sociedade, ficaremos contentes em ajudar nas investigações. Mestra Judoca está de plantão em nossa base. Estabeleçam contato pelo comunicador e estou certo de que os dois atenderão o chamado da Liga. Ajudaremos no que for necessário para conter essa crise. A Sociedade não tem o costume de lidar com assuntos internacionais, mas não seria sensato dar as costas para o que vem acontecendo.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Pedro H. Oliveira em Qui Maio 30, 2013 10:05 am

Como requisitado, havíamos sido enviados para o Satélite da Liga. Pouco depois disso, recebemos a noticia de que Clark havia limpado o mundo de suas armas nucleares e logo em seguida partiu para fora do planeta. Sabe-se Deus para onde..

- Eita Po--! - Por essa eu não esperava, acho que nenhum de nos esperava por isso.

Adão Negro então surgiu no telão exigindo que a Liga responda pelo atos do Superman. A crise aumentava a cada segundo que passava e isso parecia não acabar tão cedo. Poderosa tomou a frente da conversa e logo depois saiu para analisar o pequeno verme que eu encontrei a pouco.

Aquaman, que ali parecia ser o membro mais antigo da Liga, convocou uma reunião com a Mulher-Maravilha para resolver como lidar com aquilo. Eu particularmente não sabia o que esperar do futuro.

Quando todos saem, eu me conecto com Oraculo:

- Oraculo, você me disse que o Lanterna Verde iria entrar em contato conosco. Onde ele esta? Peça-o para vir direto ao Satélite, ou caso não seja possível, eu posso encontrar com ele em algum local.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Leo Rocha em Sab Jun 01, 2013 12:41 pm

Satélite da Liga da Justiça:



Alguns dos heróis mais poderosos da Terra se reúnem tentando buscar alternativas e respostas ao momento atual.
Homem-Hora já havia estado naquele lugar, mas ainda assim se surpreendia com a magnitude dele sempre que tinha a oportunidade de visitá-lo. Mas ele ainda estava preocupado com Rajada. A garota ainda estava assustada com a ação no funeral de Lois e ser trazida para o satélite da Liga da Justiça em um momento de tanta tensão não deveria ser algo fácil para ela. Ele se aproxima falando:

Arrow Lugar maneiro, né? Já estive aqui antes, mas você nunca se acostuma. Sempre é como se fosse a primeira vez. Então fique tranquila. Você com certeza não é a única pessoa por aqui que está impressionada.

Ela olha para ele e diz:

Arrow Meu pai sempre falou desse lugar. Do quanto estar aqui era importante. Da responsabilidade. Eu sou só uma adolescente. Nem sei usar essa droga de poderes direito. Eu não tenho o direito de estar aqui... Eu te deixei na mão quando você pediu pra ajudar com o Aquaman... Me desculpa. Eu vou entender se você achar que eu não to pronta pra isso..

A garota dizia isso de forma sincera e parece precisar ouvir de Homem-Hora algo que justifique sua continuidade na equipe. Após a conversa, ele se dirige a sua esposa e diz:

Arrow Jess, você tinha razão. Eu fui um idiota quando aceitei a liderança da Sociedade. Está óbvio que não sou a melhor escolha para a função. Eu quase piorei as coisas no cemitério. Se o restante da Liga não estivesse lá... ...sei lá o que teria acontecido. Para piorar, também não sei o que houve com Etrigan e Shazam. Não é o início que eu queria para a nova equipe. Talvez eu estivesse entusiasmado demais. Melhor dizer ao Ted que eu não...

A transmissão de Adão Negro é iniciada e Aquaman e Poderosa tomam a dianteira em responder à comunicação. Ela tenta usar de diplomacia e ele questiona se o soberano do Khandaq realmente sabia qual seu papel naquela história. Adão Negro apenas responde com voz grave:

Arrow Nós iremos apurar. E iremos levar a verdadeira justiça a quem estiver relacionado a isso. Não pense que pode me dizer ou ensinar algo sobre soberania ou liderança Aquaman. Eu já governava antes de você e seus peixes serem reconhecidos como uma nação. Eu ainda não fiz ameaças a vocês, mas se as fizer não será você que me impedirá de cumprí-las.

Ele encerra a transmissão e um incômodo maior toma o ambiente. Enquanto Poderosa saí da sala com Ray Palmer e o verme, Aquaman chama a Mulher Maravilha para uma conversa. Os demais resolveram aguardar na sala de monitores.
*********************

Poderosa estava saindo da sala com Ray Palmer enquanto dizia:

Arrow Preciso de um especialista em vermes, ou seja, lá o que for isso, esta coisa controlou Aquaman, e quero isolamento, ninguém deve manter contato direto com isso, devem bloquear qualquer tipo ode sinal que possa ser enviado pela mente, Meia Noite está disponível?

Homem-Hora, que conversava com Rajada e Liberty Belle respondeu rapidamente ao ouvir a pergunta:

Arrow Doutor Meia-Noite está no laboratório da Sociedade da Justiça nesse instante. Falando em nome da Sociedade, ficaremos contentes em ajudar nas investigações. Mestra Judoca está de plantão em nossa base. Estabeleçam contato pelo comunicador e estou certo de que os dois atenderão o chamado da Liga. Ajudaremos no que for necessário para conter essa crise. A Sociedade não tem o costume de lidar com assuntos internacionais, mas não seria sensato dar as costas para o que vem acontecendo.

Shayera, que também estava próxima, se oferece para o contato e segue em direção à mesa de comunicações.

Liberty Belle olha para o marido e diz:

Arrow Eu vou com ela, mas não esqueça de uma coisa: eu te amo e confio em você. Se o Ted te escolheu pro cargo é porque ele sabe que você vai dar conta. Vai dar tudo certo. E eu estarei contigo pra ajudar nisso tudo.

Ela dá um beijo rápido na boca do Homem-Hora e segue com a Mulher-Gavião para contatar os amigos.

***************************

Superboy tentava contatar Oráculo em busca do Lanterna Verde, quando este apareceu na sua frente acompanhado do Fantasma Espacial. Kyle disse:

Arrow Estou aqui. Preciso conversar com vocês, mas vejo que estamos em uma momento realmente ruim...

O Fantasma fala:

Arrow Prime escapou e temos indícios de que a Terra pode estar na mira de uma raça alienígena belicista e com forte intuito de colonização e extermínio.

********************************************

Mulher Maravilha entra na sala de reuniões acompanhada de Aquaman e, ao fechar o local diz:

Arrow O que você tem em mente, Arthur?

*******************************************

Poderosa chega ao laboratório acompanhada de Ray Palmer e segurando o verme. Ao atravessar a porta, ela começa a se sentir mal e ao olhar para o centro do laboratório, nota Ryan Choi irradiando uma pedra verde. Ao perceber o que está havendo, Ray grita para o companheiro isolar a pedra com chumbo e em seguida ampara a heroína dizendo:

Arrow Isso não é possível! Você não deveria ser afetada por nenhuma forma de kryptonita... A não ser que.. Não pode ser!

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Dana em Sab Jun 01, 2013 8:45 pm

Karen sentia necessidade de usar de um pouco de diplomacia naquele momento de tensão, nem sempre ela gostava de resolver problemas usando os punhos, mesmo sendo a forma mais fácil, contudo, aquela ocasião em especial exigia cuidados no que dizia respeito ao ato de falar, qualquer frase mal interpretada acabaria causando mais problemas, algo que eles não precisam, certamente. Ao contrário dela, Aquaman usava um tom mais forte em suas palavras, por sorte, ou seja, lá o que for, Adão Negro acabava respondendo que iria averiguar os fatos e encontrar os causadores dos problemas citados por Arthur. Mesmo assim finalizou dizendo que não seria o Aquaman a ser um problema caso ele desejasse ameaçar alguém. Ela não gostou nada daquelas últimas palavras, pensar em um combate com um antigo colega de equipe não a deixava bem, e os “ânimos” ali já estavam exaltados demais, pensou ser melhor sair logo depois do fim da transmissão e averiguar o problema com aquele verme maldito, deixando para trás Aquaman, Diana e os outros.

- Oh, agradeço Homem-Hora, vou fazer isso sim, precisamos verificar logo o que esta coisa é, e como ela comanda, mas, ao menos aqui dentro tenho certeza de que não causará problemas... – Olha para Ray e vai com ele até o laboratório, junto de Shayera, levando ela mesma, ainda o tubo de ensaio, como se temesse que alguém pudesse ser controlado novamente por aquela coisa asquerosa.

Ao entrarem no laboratório, Karen começa a sentir-se mal, começando a ficar tonta, ela para abruptamente e apoia a mão livre na parede logo em seguida acaba apoiando o corpo para não cair, dando o tubo de ensaio para Shayera segurar antes que ela derrubasse no chão ou acabasse apertando-o demais e quebrando. Poderosa passa as mãos no rosto secando o suor, tentando recobrar as forças, olhando para aquela pedra nas mãos de Ryan Choi.

- O que diabos é isso...? – Então ela ouve a noticia fatal, ou melhor, a suposição fatal de Ray, e a palavra que ela não temia, como seu primo temia, por ser sua maior fraqueza, kryptonita. Mas, ela jamais fora afetada por nenhum tipo, a não ser que aquela em especial fosse de seu planeta, aí sim teria efeitos negativos sobre ela. Mas, seu planeta explodiu e em outra dimensão, então como raios aquilo poderia estar acontecendo? – ONDE ACHARAM ISSO?! – Ela gritou, mesmo um pouco sem voz, até que alguém isolasse aquele pedaço de pedra. Não havia raiva contra quem segurava o objeto, e sim agonia, mesclada com a fúria de todos os outros problemas pelos quais estavam passando. – É kryptonita do meu planeta, não é? Mas, como...? Tudo explodiu, todos morreram, e é em outra dimensão, como esta coisa veio parar aqui?! – Poderosa tinha perguntas e várias delas, com a ajuda de Ray ela sentou-se em uma cadeira que lhe foi oferecida e enfiou o rosto na mesa, segurando-o com as mãos. Estava cansada, mentalmente e fisicamente, e agora seu espírito também começava a desacreditar com aquele amontoado de noticias ruins. – Me desculpem... – Falou por fim, num tom de lamento, pela explosão anterior. Vieram novamente as lembranças de como tudo havia acontecido, e seu coração se enchia de pesar e tristeza.

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