DEFCON 5: Do fim ao começo

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DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Leo Rocha em Sex Mar 15, 2013 9:03 am



Chovia naquela manhã.
Era uma chuva fina e triste que parecia traduzir o sentimento de todos os presentes no cemitério municipal de Metrópolis.
Celebridades, políticos, jornalistas e pessoas comuns dividiam o espaço e a tristeza do motivo que os levara até ali naquele dia triste e chuvoso.
Clark Kent se encontrava à frente, enquanto um padre dizia coisas sobre a vida e a morte ao grupo presente. Na cabeça do homem mais poderoso do mundo, passam cenas de uma vida de desencontros, aventura, sacríficio e amor...



Ele lembra também de todos os pequenos e grandes momentos em que podia ser apenas ele mesmo com ela. E agradece a Rao por isso.



Ele nota a presença dos amigos mais próximos ali. Todos haviam tido o cuidado de ir sem suas identidades heróicas. Ele via Bruce fazendo o tipo playboy deslocado, Diana, Karen, Dick... Alguns estavam ausentes, mas ele entendia. A vida que escolheram era uma vida repleta de sacrifícios e ausências. Lois também entenderia. Afinal, ela entendeu isso até no seu último momento.. Entendeu que era preciso seu sacrifício... Clark roga que ela tenha entendido sua ausência...



Conner e seus pais estão a seu lado e lhe dão abraços emocionados. Clark deixa caírem mais algumas lágrimas e se dirige ao pequeno pulpito quando o sacerdote encerra sua fala. Ele olha no rosto de todos os presentes e diz:

Arrow Lois morreu como viveu: lutando por aqueles que não tinham condições de se defender. Ela tem sido a minha inspiração... O meu amor... E isso nenhum ato terrorista poderá apagar... Eu poderia passar horas, dias, semanas, dizendo todas as qualidades que essa mulher, essa guerreira... Mas a única coisa que eu consigo dizer neste momento é: Lois, eu te amo! Desculpe não estar lá...

Ele desce abalado. Jonathan Kent o abraça forte, enquanto Conner segura Martha Kent.
Neste momento Lex Luthor se aproxima e diz:

Arrow Ela podia ter me escolhido... Eu podia ter dado a ela o mundo... Ela ainda estaria aqui. Mas você não tinha como protegê-la e aquele alien desgraçado falhou justo no momento em que não poderia... Eu, sinto muito...

Ele se afasta com sua imponência, mas aqueles que presenciaram a cena viram em seus olhos o marejar de lágrimas e a vermelhidão da dor. Luthor era obcecado com Lois ou a amava? Para Clark já não importava mais... Ambos haviam perdido a mulher que fazia seus corações baterem... Ambos haviam perdido parte importante de seu mundo.
Bruce se aproxima e o cumprimenta dizendo:

Arrow Eu lamento. Não sei muito bem o que dizer neste momento...

Arrow Não precisa. Você estar aqui diz tudo. Obrigado.

São muitos rostos e muitas são as palavras de conforto que ele ouve. A cerimônia tinha sido muito bonita e estava prestes a acabar quando o Harold Urich se dirigiu até Clark e disse:

Arrow Eu sinto muito pela sua perda. Mais uma morte no meio de tanta estupidez. eu e meu grupo estamos a disposição caso queira conversar. Esse é o meu telefone pessoal. Você não precisa passar por isso tudo sozinho...

Clark pega o cartão e não diz nada. Apenas cumprimenta o homem e segue. A chuva fina molha seu rosto, se mesclando às lágrimas. Mas nada disfarça a dor e a angústia. Ele entra no carro com seus pais e Conner e segue para a saída do cemitério. Assim que passam pelos portões, eles podem ver o grupo de fãs que se amontoava do lado de fora para ver a cerimônia ou pelo menos quem entrava ou saía dela. Clark se vira para sua família e diz:

Arrow Eu preciso me entregar. Espero que entendam, mas só assim poderei evitar um conflito maior que colocará outras pessoas em risco.

Jonathan diz:

Arrow Eu confio em você, filho. Estaremos aqui para lhe apoiar no que decidir.

Ele olha para os três e tenta esboçar um sorriso, mas não obtem sucesso. Nenhum deles sabia o que viria a seguir. Tudo que conheciam parecia estar mudando e as regras novas pareciam não valer mais. Clark esperava que as coisas melhorassem, mas neste momento suas esperanças eram poucas.


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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Leo Rocha em Dom Mar 31, 2013 3:35 pm

nota do narrador: todos os personagens que foram ao funeral poderão postar interagindo com o Clark ou qualquer outro personagem que estivesse no local (herói, vilão ou coadjuvante). No caso de alguém que normalmente não estaria ali, peço que me mande MP consultando antes. Interação entre personagens com jogadores podem ser combinadas entre os jogadores.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Convidado em Qua Abr 03, 2013 11:05 pm

Espero não me atrasar para a cerimônia. Tudo saiu como planejado na loja de penhores, apesar de ter tido que aguardar a chegada de um especialista para validar as moedas, e arranjar novas roupas não tomou muito tempo. Mas fazia muito tempo que não andava de carro, esse veículo é muito lento, eu poderia correr mais rápido, mas isso estragaria meu disfarce, e esse trânsito também não está ajudando... só espero conseguir chegar a tempo.

Enquanto isso ouço o taxista falar sobre o que pensa da situação que envolve o Superman e a Coalizão dos Heróis do Oriente, assim como o atentado ao Planeta Diário e a morte de Lois. Só foi informar aonde queria ir que ele começou a falar, pelo sotaque acredito que seja libanês, até acho interessante ouvir o que ele pensa no assunto, mas no momento só penso em chegar no velório. Curioso que ele vê meu reflexo no espelho, e as vezes até vira para trás e olha nos meus olhos enquanto fala, porém, mesmo assim, ele não me reconhece, simplesmente porque troquei de roupa.

Assim que chego em deparo com uma multidão do lado de fora, parece que são pessoas que admiravam o trabalho de Lois, mas apenas a família e amigos podem entrar. Enquanto me dirijo a entrada O' Brien passa por mim sem perceber quem eu era, não acredito que eu esteja tão diferente, talvez seja o costume de me verem com trajes atlantes. Sigo o caminho até a entrada, onde um segurança pergunta meu nome, penso em todas sugestões que me foram dadas, mas só consigo responder...


- Arthur Curry...

A segurança libera minha passagem, parece que, no fim das contas, não preciso de uma identidade secreta.

Clark: semanas, dizendo todas as qualidades que essa mulher, essa guerreira... Mas a única coisa que eu consigo dizer neste momento é: Lois, eu te amo! Desculpe não estar lá...

Calculei mal o tempo, felizmente consegui pegar o fim da fala de Clark. Infelizmente ouvi tudo que o Luthor disse, não acredito que deixaram ele falar, se pudesse teria tirado-o de lá e dado uma lição nele.

Depois que a cerimônia acaba dou meus pesares aos familiares. Alguns heróis não me conhecem, os que reconhecem acham graça do meu desconforto nessas roupas. O que nós não fazemos por causa dos amigos.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Pedro H. Oliveira em Dom Abr 07, 2013 4:41 pm

Estava difícil ficar naquele velório... A dor e tristeza que sentíamos era algo forte para qualquer um - mesmo um kryptoniano. Lois era uma mulher forte, destemida e corajosa... Nas poucas oportunidades que tive com ela pude perceber isso vindo dela. Ela era a parte humana do Clark, aquilo que o deixava focado nas coisas...

... e agora não esta mais aqui conosco...

Ver Lex Luthor ali fez meu sangue esquentar um pouco. Essa era a oportunidade perfeita para faze-lo pagar por tudo que já fez, principalmente a mim! Mas ver como ele estava e como chorava diante de seu tumulo me mostrava que talvez, beeem no fundo existia um ser humano. Devido a isso não conseguia fazer muita coisa, apenas chorar como todos naquele lugar.

Pouco antes de entrarmos no carro, eu olho para todas as pessoas que ali estavam, pego meu celular e envio uma mensagem para a Cassie dizendo o quanto gostava dela e como não queria perder aquilo.

O mundo havia mudado, tudo seria diferente a partir do instante que Clark se entregar amanha. E que Rao nos proteja do que esta por vir...

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Drako em Dom Abr 07, 2013 6:16 pm

O velório de Lois Lane.

Vim sozinho para cá. Preferi tentar deixar o Damain em casa, é um momento muito delicado para uma pessoa como ele estar. Passo todo o tempo afastado, ouvindo as palavras de Clark Kent, o homem que perdeu sua esposa. A grande maioria aqui não sabe que não só Clark Kent perdeu seu bem mais precioso, mas que Superman também perdeu uma parte do seu coração. Não sei como ele vai reagir, mas parece que está indo bem. Seus pais estão aqui, senhor e senhora Kent, eles vão lhe ajudar a superar, mesmo que leve muito tempo.

Muitos aqui compartilham a dor de ter perdido alguém e isso mudou nossas vidas, e posso apostar que vai acontecer o mesmo com o Superman. Clark não voltará a ser o mesmo, um pedaço dele foi tirado à força e agora ele terá que aprender a conviver com isso.

Quando o discurso termina eu penso em falar alguma coisa ao Clark, mas não me vem nada a mente, apenas coloco a mão em seu ombro e balanço a cabeça, como uma forma de mostrar que eu entendo o que ele está passando e que pode contar comigo.

Então resolvo ir embora. Até que passo por uma árvore em particular.



Ele estava se escondendo o tempo todo, com sua roupa de civil, esperando que eu não fosse descobrir que esteve me seguindo desde que sai de casa.

Damian Wayne: Então, desde quando você soube que eu estava te seguindo?

Dick Grayson: Desde que saiu pulando pela janela do apartamento. Acha que não percebi um moleque se esgueirando pelos telhados? Além do trem, em que ficou apenas 2 vagões depois de mim.

Damian Wayne: [tt] E então? Vamos ou não?

Dick Grayson: Sim, vamos voltar. Temos muito a fazer.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Leo Rocha em Dom Abr 07, 2013 8:24 pm

Uma mensagem de Oráculo chega nos comunicadores dos heróis presentes ao enterro:

Arrow Desculpe interromper, mas temos uma situação complicada. Anarquia fez contato comigo informando que há um grupo de ultra-humanistas preparando uma ação com bomba no meio da multidão que se encontra fora do cemitério. Ele não pode intervir para não comprometer seu disfarce, mas forneceu a localização no sinal do GPS. Preciso que alguém verifique.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Dana em Dom Abr 07, 2013 9:53 pm

Karen sabia o que era perder quem amava, e pensou que talvez, ali no meio de todos aqueles heróis, cada um deles soubesse como era aquela sensação, conheciam a dor, sabiam do buraco que fica no peito, sentiam o coração apertar quando as boas lembranças vinham em mente, já que quando você perde alguém, infelizmente, ficam as lembranças elas não partem junto, precisam ficar marcando cada centímetro da sua memória.
Eu estava próxima a ele, como um guarda-costas, como se algo pudesse atingi-lo saindo do meio daquelas pessoas, contudo, o maior estrago já havia sido feito, tiraram daquele homem a pessoa que ele mais amava. Para seres como nós, a morte não é mais temida que isso, nosso temor é perder o que amamos, pois, demoramos a conquistar algo ou alguém, demoramos a confiar, e podermos nos entregar em paz. Na verdade, pelo que percebo os seres humanos são assim, também.

Ela havia ido como Karen Star, vestia terninho masculino preto, toda sua roupa era desta cor, não usava guarda-chuva, era o melhor motivo para esconder as lágrimas, ninguém a veria chorando, já que sua expressão não mudava, mantinha-se passiva, séria e triste, mas, quem a conhecesse veria raiva no fundo daqueles olhos azuis. Raiva por não estar lá, por não ajudar quando foi mais preciso, rancor por aqueles terroristas não enxergarem o bem que seres como ela faziam pelo Mundo arriscando suas vidas dia após dia, e muitas vezes, colocando suas próprias vidas em perigo, para defendê-los. Ingratos.

“-Desculpe não estar lá...”.

Karen internamente, repetia a mesma frases desde que soube, desde que tudo veio a tona, pedia desculpas por nãoo ter ajudado em nada, nem mesmo tivera coragem de dizer algo a ela, mas, pensava consigo mesma, o que se diz pra alguém que perde quem ama? Não conseguia ter a frase certa, que pudesse tirar um sorriso dele ou mesmo dar-lhe alívio, Clark sabia que todos que lhe amavam estavam ali presentes fisicamente ou não, mas, estavam. Foi então que ele veio, Luthor e jogou seu veneno, deixando transparecer nos olhos o pouco de humanidade que possuía, ao falar de Lois. Sentiu vontade de esmurrar a cara dele, porém, aquele homem já sentia dor demais dentro de si. Ela só deixou um suspiro longo e pesado escapar olhando-o e franzindo a testa, apertando os punhos contra o corpo, com os braços cruzados na altura do peito.

A hora parecia não passar, ela ouvia as palavras do primo, e pouco o olhava, não queria que a lesse, não queria que ninguém ali a visse naquele amontoado de rancor e raiva que se encontrava naquele momento. Lembrou-se de sua casa, do seu planeta, de como fora acolhida naquela Terra por ele e em como era querida na família, mesmo sentindo-se um alien em muitas ocasiões.

Terminava, todos começavam a ir embora, ela engoliu em seco e pela primeira vez em todos aqueles malditos dias, ela fez algo por ele, na verdade a única coisa que poderia ter feito, Karen aproximou-se do Homem de Aço e lhe abraçou com força, ela chorava, contida, contudo, chorava. – Sua dor, também, é a minha dor. Eu também, queria estar lá. Quando estiver pronto para jogar o que tem ai dentro fora, me procure. - Beijou a testa dele e ficou para trás, fora ele quem a consolou quando perdeu seu Mundo, agora quem sabe, ela poderia fazer o mesmo por ele. Poderosa De relance viu seus companheiros, viu Diana, viu Arthur, viu Bruce, Dick e dos outros, mas, não foi até eles, manteve-se parada em pé na chuva, aquilo de certa forma lhe fazia bem. Notou a presença de muitas pessoas lá fora do cemitério, alguns abutres querendo ver as celebridades, e outros solidários para com a dor dos presentes. Quando pensava em ir embora recebeu uma mensagem de Oráculo pelo comunicador, falando sobre uma bomba e sobre o maldito grupo de terroristas, seus punhos foram apertados de novo contra o corpo, desta vez com as mãos soltas, ela abriu dois botões da camisa preta e usou sua visão de raio-x no local, procurando evidências. – Karen ouvindo, me diga onde. Vou verificar isso, pessoal, se alguém quiser dar cobertura esteja à vontade. – Sua voz soou fria como o aço que sustentava o codinome do primo, ela foi saindo dali, já estava com “cara de poucos amigos”, ninguém normal a abordaria naquela hora. Quem a conhecesse poderia entender por “dar cobertura”, como, não me culpem se a bomba explodir acidentalmente no meio do Mar com seus amiguinhos terroristas.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Leo Rocha em Ter Abr 09, 2013 5:03 pm

Poderosa é a primeira a responder ao chamado de Oráculo e, com sua visão de Raios-X, rapidamente mapeia o homem portando o colete explosivo na multidão. Ela avança segurando o homem pelo colarinho, enquanto voa com ele para longe da multidão. Os companheiros do homem mal tem tempo para reagir, porém sacam armas e começam a disparar na direção da heroína. Mesmo não a acertando, havia ainda o risco de que algum civil se ferisse com as balas disparadas pelos 5 homens.
Como se não houvesse confusão suficiente, um grito é ouvido do outro lado da massa que tentava escapar das balas:

Arrow Vamos minnutemen! Vamos limpar a América dessa escória terrorista!



Aqueles que estivesse melhor informados, reconheceriam o homem que gritava como o suposto e violento herói que atendia pelo nome de Americomando. O grupo de 4 homens que seguia cegamente seus comandos eram os, já citados, Minutemen. Parecia que este homem, ainda que empenhado em deter os terroristas, compartilhava de uma visão extremamente violenta de como fazer esse combate.

***************************************

Enquanto a confusão se desenrolava lá embaixo, Poderosa voava com o homem que portava o colete explosivo. Ele a olha com ódio nos olhos e diz:

Arrow Vocês não podem mais andar entre nós como se nós fôssemos inferiores! Isso acaba agora e eu.. Sou apenas um dos que trarão a justiça a vocês!

Ele aperta o botão. Em menos de três segundos a bomba explodiria deixando a lembrança de um homem que se considerava um herói e uma verdadeira heroína que tentava entender o que havia feito a humanidade se tornar tão desumana....

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Convidado em Ter Abr 09, 2013 10:38 pm

Só o que faltava, um atentado no velório de Lois, seja lá quem for que esteja por trás de todo esse esquema, com certeza sabe muito bem jogar este jogo. Enquanto Karen se dirigi ao suspeito, eu me aproximo de Luthor, sei que ela quer resolver isso sozinha, se tornou algo pessoal, então prefiro não tirar meus olhos de Luthor, sei o quanto inteligente, cínico e dissimulado ele pode ser, ele poderia ser a mente por trás de tudo. Permaneço de olho nele, procurando algum sinal de que ele está tramando isso.

Poucos segundos depois, ouço tiros vindo do meio da multidão, e não demora nada para um louco fantasiado gritar ordens e atacar os atiradores, assim como os civis presentes. Eu não sei o que esse grupo planeja, ou pensa que está fazendo, mas não gosto nada disso, eles devem ser detidos.


Aquaman: Oráculo, me conecte com todos os heróis presentes. - Antes da conexão ser estabelecida, uma explosão ocorre nos céus, espero que Karen esteja bem, não, eu confio nela, sei que está bem. No momento que a conexão é estabelecida dou as ordens - Muito bem, todos já sabem os seus papeis e como fazer seu serviço. A prioridade é proteger os civis, os heróis sem poderes devem levá-los para longe do conflito. O restante vem comigo, devemos deter esse conflito, da maneira mais rápida possível, e com o mínimo de violência.

Estamos numa situação muito delicada, não podemos dar razões para aumentar o discurso de ódio contra nós, e não podemos deixar que esse conflito desrespeite a memória de Lois. Será difícil conter toda a raiva e frustração contra esses sujeitos, espero que todos tenham autocontrole.

Corro em direção ao conflito e chego ao local no momento de interceptar um disparo que acertaria uma jovem, meu braço arde e é só isso. A essa altura minha "identidade secreta" já não existe mais, tanto trabalho pra nada. Então, olho seriamente para o pavão que está gritando discursos de ódio, seria o momento ideal para soltar uma frase de efeito com um conteúdo moral, mas não é hora de palavras, só de ações. Avanço determinado em direção ao líder do grupo, não desvio de seus disparos, quanto mais acertar em mim, menos irá acertar nos civis, e continuo avançando com a comunidade heroica ao meu lado, até o momento de me aproximar o suficiente para desarmá-lo e prendê-lo. Chega dessa babaquice.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Pedro H. Oliveira em Qua Abr 10, 2013 9:13 am

Eu estava no carro com meus pais e Clark quando recebo o comunicado da Oraculo. Noto que meu irmão não faz nada, por isso deduzo que ele não tenha recebido a mensagem ou que a tenha ignorado, seria a primeira vez que ele o faz. Devido a isso acabo ficando quieto no meu canto, afinal de contas, eles precisam de mim aqui.

Foi quando alguns instantes depois recebo o comunicado vindo do Aquaman chamando todos para ajudar os civis e mais uma vez Clark não toma nenhuma atitude. Mesmo que ele não esteja recebendo os comunicados, ele pode ouvi-los. Ai a pergunta que eu faço é: ele quer ouvir os pedidos de ajuda?

- Eu preciso ir. - Digo a todos dentro do carro. - Eu sei que estamos passando por um momento difícil Clark, todos estamos sofrendo pela morte da Lois, afinal de contas, todos gostamos dela. Mas o que não podemos é ignorar as pessoas que estão la fora, precisando de ajuda... Precisando do simbolo de esperança que o Superman representa.

Fico em silencio por um instante, esperando alguma resposta dele.

- Se me permite, estarei la fora com seus amigos lutando para proteger os inocentes que ainda existem. Pai, pare por favor.

Troco de roupa o mais rapido que posso e me dirijo ao cemiterio onde a luta acontecia e chego no instante exato em que Aquaman estava usando o proprio corpo como escuto. Uso minha velocidade para tomar as armas de todos os capangas que estavam ali e as jogo no chão, quando paro ao lado do atlante.

- Espero não estar atrapalhando seu momento Aquaman, mas o Superboy esta aqui para ajudar os civis.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Leo Rocha em Qui Abr 11, 2013 7:50 pm

No cemitério:

Aquaman segue Luthor durante o início da confusão, porém apenas observa o empresário entrar no carro acompanhado de sua segurança, Mercy. Eles saem pela parte dos fundos do cemitério e seguem tentando fugir da confusão lá estabelecida. Após se certificar da saíde de Lex e perceber que a situação se agravava, Aquaman segue na direção do conflito, convocando todos os heróis para a ação.

Mais afastados, Dick e Damian conversam e o jovem Robin diz a seu mentor:

Arrow Temos pouco tempo para a ação na Coréia. Agabamos de receber um comunicado de Oráculo avisando que eles estão se preparando para ações de guerra. Se pararmos para ajudar aqui, perderemos a janela para a entrada. Use a cabeça, Grayson.

********************
No carro:

Clark ouve a fala de Conner. Ele se sente orgulhoso do jovem e envergonhado de si mesmo. Não podia tolerar que mais inocentes fossem feridos no enterro de Lois... Mas os demais heróis não o haviam mencionado nos chamados.. Eles consideravam que ele não poderia ajudar.. Ele se sentia assim ou não tinha esse direito? Estava tão confuso com tudo que falar era difícil:

Arrow Conner... Eu entendo você... Mas não posso... Não posso agir agora... Não com a liga... Eles me deixaram de fora desta ação... Faça o que tem que fazer...

Clark estava reticente. Ele não sabia o que fazer. Eram muitas emoções brigando em seu coração. Ele vê Conner sair e fica parado por uns segundos. Seus pais olham para ele, até que Jonathan diz:

Arrow Filho, você tem que fazer o que é certo independente de terem te chamado ou não. Você precisa e sabe disso.

*******************************
Aquaman havia contido alguns dos tiros, mas quando se colocou na linha de frente do Americomando foi atingido por uma arma de grosso calibre que lhe jogou para trás. Nesse momento chega o Superboy, que também recebe alguns disparos das armas especiais usadas pelo Americomando. Aparentemente, o herói e seus comandados contava com um arsenal mais letal do que eles pensavam e não se intimidavam com a presença dos membros da Liga da Justiça no local.
Os terroristas continuavam disparando e os Minutemen correspondiam, gerando um fogo cruzado que agora também mirava os heróis.


Última edição por Raio Negro em Sex Abr 12, 2013 8:07 pm, editado 1 vez(es)

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Dana em Sex Abr 12, 2013 3:20 pm

Talvez tivesse respondido aquele chamado tão rapidamente, por querer fazer algo e não pensar em tudo que aconteceria dali pra frente. Karen tinha o tom de voz formal e seco, o caso é que ela não gostava de perder, uma briga, uma batalha, companheiros, amigos, pessoas importantes, ela detestava perder, o que quer que fosse já havia perdido demais e aquilo começava a cansar-lhe os ombros.

Havia mais homens com o Homem-Bomba, contudo, ela tratou de pegar unicamente ele, seus colegas tomariam conta da situação da melhor forma possível, esperava que Clark saísse dali logo, ele não precisava mais fazer parte daquele ódio, não diretamente, já tinha bastante dor dentro dele para precisar confrontar-se com aquele tipo de lixo de gente. Mas, se o conhecesse bem, duvidava que ele ficasse fora daquela cena, seria o melhor a fazer, mesmo assim duvidava.

Voou para o alto com aquele homem, longe da multidão, ninguém precisava ver aquela cena nefasta. – Cuidem para que não machuquem as pessoas, tirem aquele babaca dali... – Falou pelo transmissor, referia-se ao herói de modos violentos e totalmente desnecessários, ainda mais num momento de crise como aquele. Ela estava parada em pleno ar com aquele humano que portava uma grande quantia de ódio mesclado com raiva, era como estar em frente a uma serpente que cuspia seu veneno sobre ela e os de sua “espécie”. – E você é tão bom que estava a ponto de matar seus mais dos seus semelhantes, não é? - Não demonstrava nada, além de frieza, grande parte dela queria que jogá-lo dali, e vê-lo esborrachar-se lá embaixo, ou mesmo vê-lo explodir. Ela ouviu o “click” quando ele apertou o botão, tinha pouco tempo, tinha alguns segundos.

O que se pode fazer em alguns segundos? Não daria tempo de tirá-lo dali e impedir que fosse vitima do próprio ódio, poderia arrancar a bomba do corpo dele e jogá-lo para que o Superboy o pegase, mas, isso tiraria o rapaz da confusão lá embaixo, e precisavam dele, não poderia jogá-lo sem ter quem o pegasse, só tinha uma chance e uma saída. Poderosa usou o pequeno espaço de tempo entre o click e a explosão para arrancar tudo que envolvia o homem daquela criação maléfica arremessando para o alto o mais longe possível, usando uma mão, com a outra, ela protegeu ele apertando-o contra o corpo, houvesse o que houvesse, ninguém mais iria morrer perto dela, nem mesmo quem desejava sua morte. Aquele homem teria de sair vivo, para que fosse testemunha de que nem todo humano é bom e nem todo super humano é mau. Ambos os lados precisavam aprender sobre compaixão e tolerância, ao que parecia aquela parcela dos humanos havia esquecido o que era isso, e a culpa era de alguém, pois, movimentos fanáticos como aquele sempre tinham um líder. Ela não fazia idéia de quem era o líder deles, mas, certamente, e no futuro gostaria de ficar cara-a-cara com ele. Naquele momento ela estava tentando proteger alguém que merecia a morte, assim como a população lá embaixo, ninguém ia perder sua vida, não com ela e os outros defendendo os humanos de si mesmos.


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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Leo Rocha em Sex Abr 12, 2013 8:04 pm

Poderosa:

A supervelocidade da heroína conseguiu evitar que o homem fosse morto pela bomba. Em uma velocidade absurda, a heroína despiu o homem do colete, jogando o artefato para o alto com toda a força antes que este explodisse. O homem chorava em seus braços, enquanto dizia:

Arrow Você me impediu de me encontrar com a minha Mirna! Você não tem esse direito!

Ele parecia transtornado, mas estava vivo. Ele se debatia, querendo se desvencilhar, mas Karen o segurava com força. Ele querendo ou não, ela havia salvo sua vida e isso para ela valia mais do que tudo.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Dana em Sex Abr 12, 2013 9:25 pm

Foi um mero golpe de sorte, Poderosa não sabia exatamente o que estava fazendo, apenas o fez. Já que poderia ter também, agindo daquela forma, explodido mais rapidamente os dois em pleno céu acima daquela multidão, certamente não seria uma visão bonita a de pedaços humanos caindo sobre todas aquelas pessoas e principalmente fotógrafos. Ninguém ali precisava de algo assim muito menos os super humanos. Continuava segurando-o com força com uma mão em torno da cintura, e ouvia com certo pesar as palavras deles. Seja lá quem fosse seu chefe era um extremista nojento fazendo-o crer que causando aquelas mortes fosse rever quem amava. Era isso, por amor, ele morreria.

- Não sei quem é sua Mirna, homem, mas, ela com certeza teria vergonha do que você se tornou agindo assim. Não conheço ninguém que fique contente por ver quem ama causando dor em outras pessoas. – Ela respirou fundo, ele deveria amar quem quer que fosse aquela Mirna, olhando pra baixo vendo a confusão instaurada lá, Aquaman parecia ter levado um golpe inesperado, Superboy o ajudava a conter os agentes do Amerycomando. – Aquele idiota é um extremista como você e lhe garanto que mesmo ele nos “defendendo”, não vai sair impune colocando em risco a vida de pessoas que não podem se defender, assim como Lois Lane não pode... Qualquer ato extremo e violento independe de onde vem deve ser impedido, seres como eu e aqueles lá embaixo fazem isso dia a dia arriscando nossas peles por amigos e por vocês, querendo ou não é isso que heróis de bem como nós, fazemos. – Falou olhando para aquela parte da cena, avaliando em alguns instantes as chances de cada um dos lados se ferir e o pior, ferir alguém. As balas podiam bater contra o corpo do herói que portava um “S” também, estampado no peito, contudo, ao fazer isso elas podiam ricochetear e ferir inocentes. – Agora você vai precisar dormir homem, tenta acordar alguém melhor e que não envergonhe sua amada machucando os outros... – Ela acertou de leve um soco no estomago dele, força suficiente apenas para deixá-lo desacordado. - Oráculo, vou deixar o ex-homem bomba desmaiado em algum canto e seguro. Vou ajudar os outros, se houver alguém na área, quero que cuidem dele, pode nos dar informações futuramente. Mande a policia pra cá, se é que já não estão a caminho... – Ela desce e pousa longe da confusão deixando o homem bomba próximo aos carros que iam saindo do cemitério, perto de pessoas que vissem que ele estava bem, porém, acabou enrolando-o na própria capa para evitar que pudesse fugir de alguma forma. – Alguém cuide dele, por favor. – Falou a quem estivesse por perto e fora dos carros já. Karen ergueu voo novamente e partiu para o meio da confusão, já havia selecionado seus alvos. – Cuidado com os ricochetes, Superboy! E tira logo este maluco daqui! Só pra nos dar mais dor de cabeça! – Avisou-o antes de chegar em cena. Ela iria procurar derreter as armas dos atacantes que estavam junto do Homem Bomba, ainda voando sobre eles, melhor ainda se atraísse os tiros pra cima, assim a população poderia escapar com mais chances, se não conseguisse derreter todas as armas, partiria a cara de cada um dos integrantes daquela facção covarde de fanáticos. Não preocupou-se com Arthur, pois, ele deveria estar bem, mesmo com a carga pesada da arma.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Drako em Sex Abr 12, 2013 11:05 pm

Estávamos nos preparando para sair quando recebo uma mensagem urgente da Oráculo.

Oráculo:
Desculpe interromper, mas temos uma situação complicada. Anarquia fez contato comigo informando que há um grupo de ultra-humanistas preparando uma ação com bomba no meio da multidão que se encontra fora do cemitério. Ele não pode intervir para não comprometer seu disfarce, mas forneceu a localização no sinal do GPS. Preciso que alguém verifique.

Me pergunto se devo ir, mas antes olho em volta, tentando perceber se alguns dos heróis que estavam aqui foram para o local indicado no GPS. Nisso, Damian resolve falar.


Damian Wayne: Temos pouco tempo para a ação na Coréia. Acabamos de receber um comunicado de Oráculo avisando que eles estão se preparando para ações de guerra. Se pararmos para ajudar aqui, perderemos a janela para a entrada. Use a cabeça, Grayson.

Dick Grayson:
Eu entendo perfeitamente a situação, Damian. Mas tenho certas palavras do seu pai na minha cabeça, da qual é difícil de ignorar.

“Você coloca a sua vida em risco, antes que qualquer inocente fique em perigo”. Eu nunca me esqueço dessas palavras, é algo que eu carrego comigo sempre, além do mais, eu gosto de ajudar as pessoas, é parte de mim. Mas hoje eu sei que não posso seguir meus instintos, mas sim minha cabeça. Além do mais, Aquaman acaba de mandar uma mensagem para nós e a Poderosa já está em campo de batalha.


Dick Grayson:
Você está certo, pentelho. Trouxe seu uniforme?

Damian Wayne:
Estou sempre dois passos a frente de você, Grayson.

Corremos até o primeiro beco, puxamos nossos lançadores de corda e subimos até o terraço do prédio. Novamente somos Asa Noturna e Robin. Ligo o comunicador e falo com o Alfred.


Asa Noturna: Alfred, preciso de um dos Batjatos do Batman. Envie para nossa localização, por favor.

Robin: Você precisa comprar seus próprios brinquedos.

Asa Noturna: Nem me fale. É um saco ter que ficar pedindo o jato particular ao seu pai toda vez que quer azarar umas gatinhas.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Administrador em Sab Abr 13, 2013 2:18 am

Em menos de uma hora, um novo atentado terrorista aconteceria no cemitério de Metrópolis. Infelizmente, perdemos minutos preciosos na partida da Águia de Aço.
Jesse buscou o jato no aeroporto de Metrópolis e pousou atrás de uma escola do Beco do Suicídio, como orientou Raio Negro. Mas o restante de nós não chegou rápido o suficiente no local do pouso.
Com miraclo no meu organismo, minha velocidade de corrida mais do que dobra. Rajada também se desloca com rapidez em sua forma elétrica. No entanto, Billy Batson nos atrasou.
Nós tivemos que carregar Billy e Jason Blood até a escola. Por que diabos ele não ativou o poder de Shazam até agora? A velocidade de Mercúrio teria sido útil! Não precisamos de um garoto conosco, mas sim do Campeão de Shazam!
Eu sei que tem algo errado com ele, mas vidas inocentes estão em perigo agora. Então terei que deixar os esclarecimentos para mais tarde. Só espero que ele esteja pronto para usar seus poderes em um momento crítico.

Quando chegamos no cemitério de Metrópolis, outros heróis já estavam cuidando da situação. Poderosa removeu o colete explosivo de um terrorista. Depois lançou a bomba para o ar. Mas Poderosa não estava em minha visão. A explosão também não ocorreu como eu havia previsto. Isso significa que existe outro terrorista escondido na multidão, pronto para detonar sua bomba e matar todos ao seu redor. Minha visão ainda não se realizou. Por isso motivo, é imprescindível encontrar o segundo terrorista. Então informei o restante da equipe do perigo.

- Atenção! Esse não é o terrorista da minha visão! Existe outro no local! Nós temos que encontrá-lo! Fiquem atentos! Jesse, você é a mais rápida de nós! Se notar algum movimento suspeito, não hesite! Nós temos de desarmar o terrorista antes que aconteça o pior!

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Convidado em Sab Abr 13, 2013 11:47 pm

Ugh! Parece que eles possuem armamento mais potente do que eu imaginava, como será que eles conseguem tal coisa, cada dia que passa parece ser mais fácil adquirir esse calibre de arma, mas isso é uma coisa que deve ser investigada outro dia. Meu foco agora é deter esse conflito, e eles terão que fazer muito melhor que isso para me deter. Droga! Esses disparos estragaram minha camisa nova, ela não serve pra mais nada.

Olho ao redor e vejo Karen se direcionando rumo ao grupo que visava explodir a bomba, e os golpes que eu tomei permitiram que Dinah, O' Brien e outros heróis retirassem os civis de cena. Assim, resta apenas deter esse pavão e seus comandados.


Aquaman: Superboy, me ajude a deter esses sujeitos, você consegue desarmá-los?

Sigo em velocidade junto com o garoto, dessa vez eu desvio do tiros e salto em cima deles os desequilibrando - até lá acredito que o Superboy já neutralizou suas armas -, uma vez no chão posso golpeá-los com força suficiente para desmaiarem. No mínimo deteremos seus tiros e daremos tempo para outros heróis chegarem, decretando assim nossa vitória.



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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Leo Rocha em Ter Abr 16, 2013 11:20 am

Com a união dos poderes de Superboy, Aquaman e Poderosa, os terroristas e os minutemen são desarmados. Restava apenas o Americomando que bradava enquanto atirava com fúria:

Arrow De que adianta prender estes terroristas? Vocês os deixam livres para voltarem e matar mais! Vocês são tão culpados quanto eles! Vocês não protegem o povo americano! São aliens, seres das profundezas do mar, aberrações! Nenhum de vocês representa o povo americano! Eu, sim!

Algumas das balas que ricocheteavam eram pegas pela ação do Homem-Borracha, que as absorvia no ar. Canário Negro e Arqueiro Vermelho haviam ajudado a levar os inocentes para um local seguro junto aos paramédicos, atrás do cordão policial.
A nova formação da SJA chegou no momento em que Poderosa evitava a explosão. No entanto, Homem-Hora logo percebeu que aquela não era a explosão que eles tinham vindo evitar. Ele então dividiu o grupo, pedindo que eles procurassem o homem que iria explodir. Ele mesmo também se lançou às buscas. Ele lembrava de ter visto o homem explodir e a morte de centenas de pessoas. Ele precisava se agarrar aos mínimos detalhes de uma visão que tinha vindo tão rápido que possuía poucos elementos nos quais se agarrar. Uma explosão, centenas de mortos, um homem. O tempo corria em em poucos minutos, ele iria ver se concretizar a visão se não conseguisse achar o homem antes.
Os heróis da Liga haviam notado a presença da SJA no conflito, porém não sabiam o que levara os companheiros até lá, O'Brien foi o primeiro a falar:

Arrow Ei, será que a gente vai convocar também os Renegados para ajudar na briga contra os mequetrefes aqui?

****************************************
Os paramédicos estavam prestando socorro aos feridos. Alguns foram machucados por conta da correria, pisoteados e poucos atingidos por algumas das balas disparadas. Havia centenas de pessoas no enterro, mas, graças aos heróis, boa parte delas agora se encontrava em segurança na área em que os paramédicos prestavam atendimento. Entre essas pessoas, um homem caminhava, como que em choque. Ele olhava a tudo o que ocorria. Puxava de uma perna, como se ela estivesse ferida, mas não procurava atendimento. Ele parecia simplesmente aguardar algo...

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Pedro H. Oliveira em Ter Abr 16, 2013 11:03 pm

Os heróis que chegaram agora se denominam a Sociedade da Justiça. Se não me engano, eles surgiram muitos anos da Liga ser reunida. Me pergunto o que os trás ate aqui. Sei que quanto mais ajuda melhor, mas aparentemente a liga já esta controlando toda a situação. Pois bem, eles devem ter seus motivos.

Enquanto eles se aproximam ouço um comentário daquele lunático que não gosto nem um pouco de escutar, por isso vou até ele e digo algumas verdades:



- Então você representa o "povo americano" e nos não? Me responda uma coisa senhor: enquanto a Liga da Justiça lutava contra a Doença do Sono, o que você fazia? E durante os ataques de Brainiac, Darkside, Coringa e tantos outros vilões que a Liga venceu e garantiu a segurança do "seu povo"? - Começo a encara-lo. - O que você fez a instantes foi defender seu povo? Seu time começou a atirar a reviria não se importando com os inocentes que aqui estavam. Inocentes que vieram prestar homenagens a Senhorita Lane, uma repórter americana, filha de um militar dos EUA e que morreu para salvar seus amigos! Ela sim É UMA VERDADEIRA HEROÍNA AMERICANA NÃO VOCÊ!!! E ela não precisava de armas ou uma roupa ridícula como a sua para fazer isso.

Acabo usando esse cara para desabafar um pouco sobre o quer sentia sobre a morte da Lois. Acabo percebendo que os demais membros da Liga conversavam com os da Sociedade atras de mim.

- Sim, sou um alien. Não, não faço parte da Liga da Justiça, sou um membro dos Titãs. Mas tenho certeza que já fiz muito mais por essa nação do que você em todos esse anos! Por isso, tenha um pouco de respeito pelos verdadeiros heróis - sejam os membros da Liga quanto a Senhorita Lane. - e leve essa sua bunda azul para longe daqui! Quer realmente ser um herói e fazer a diferença? Então procure quem realmente precisa de ajuda! Tenho certeza que muitas igrejas e centros comunitários estão por ai precisando de voluntários para fazer a diferença na vida de jovens por todo o pais!

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Administrador em Qui Abr 18, 2013 1:38 pm

Havia outro homem-bomba no cemitério. Mas se eu alertasse a Liga da Justiça para esse fato, o terrorista poderia se sentir acuado e detonar a bomba. O momento exige discrição e cautela. Não seria sábio demonstrar que sei da presença do segundo homem-bomba. No entanto, existe uma pessoa que pode me escutar sem que eu tenha que gritar a notícia a plenos pulmões. Enquanto circulava pelo cemitério para averiguar a presença do terrorista, eu falava em baixo tom, sabendo que seria ouvido por uma antiga colega de equipe.

- Poderosa, eu sei que você pode me ouvir. Afinal, você tem superaudição. A situação não está sob controle. O homem-bomba que você deteve não é o único. Existe outro no local. Com sua visão de raio x, eu creio que não será difícil localizar o indivíduo.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Convidado em Sab Abr 20, 2013 5:39 pm

Em alguns instantes nós dominamos nossos oponentes, mais uma vez a experiência contou a nosso favor. Até o momento não tivemos baixas e nossas ações foram o menos agressivas quanto possível, devemos continuar assim mesmo que os civis já estejam em segurança, por isso dou uma leve segurada no braço do Superboy após seu discurso confrontando o homem que liderava os ataques. Neste mesmo momento ouço o Homem-Hora falando sobre uma segunda bomba, ele se dirigi à Karen, mas também posso ouvi-lo, talvez ele não saiba disso. Essa é uma situação perigosa, mas deixo os outros resolverem porque tenho outra questão para lidar.

Aquaman: Os terroristas já foram detidos, não há motivos para continuarmos com essa luta. Melhor você parar com isso antes que alguém se machuque. Entregue as armas e venha conosco.

Espero que este caso seja resolvido diplomaticamente, mas caso ele queira correr o risco, existem vários heróis aqui que adorariam "colocar juízo" na cabeça dele.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Dana em Sab Abr 20, 2013 9:41 pm

Era uma pena haver tantas câmeras ali ou ela teria usado Americomando como saco de pancadas, para que assim talvez, ele com alguma fratura pudesse ver que o que fazia na verdade mais prejudicava todos os heróis do que os ajudava. E ainda por cima ele bradou aquilo, aquela maldita frase que deixou Poderosa com mais raiva ainda.

São aliens, seres das profundezas do mar, aberrações! Nenhum de vocês representa o povo americano! Eu, sim!”

As últimas frases em especial fizeram o sangue dela ferver, a ponto de fechar os punhos e quase descer para socar a cara dele até que afundasse naquele asfalto, mas, isso certamente faria mais negativa a imagem de seres como ela que juravam ser salvadores, e os mocinhos daquela história, e haveria o problema maior, a decepção dele, do primo, que desaprovaria tal ato, certamente. Karen aguentaria qualquer manchete maldosa, porém, o olhar de desaprovação dele lhe feriria mais do que qualquer outro golpe. Ela conteve-se e parou novamente para prestar atenção na situação, Arthur saia-se bem assim como o SuperBoy que rebateu com palavras fortes as falas negativas do Americomando. Aquele garoto sabia expressar-se bem, Karen sorriu ao o ouvir falar.

Mas, sua atenção voltou-se mais uma vez para a multidão, a maioria já se encontrava em local seguro, esperava que alguém já tivesse prendido o Homem-bomba que ela havia conseguido desarmar, agora era tudo uma questão de acalmar os ânimos, foi o que pensou a krptoniana. Os membros da SJA acabaram vindo parar no meio do conflito, isso chamou a atenção dela, que acabou recebendo uma informação importante e perigosa do herói conhecido como Homem-Hora. Os olhos dela arregalaram-se instantaneamente, era perigoso, e poderia ser fatal, mais uma bomba, mais uma maldita bomba.

- Pessoal temos outra bomba no local, e pode estar com qualquer um, vou tentar localizar o outro, fiquem atentos a movimentos estranhos. Superboy e Aquaman, acabem logo com este babaca e atenham-se a procurar o outro homem-bomba. –Ela falava pelo comunicador, estava no chão já, tratou e erguer voo. Olhou na direção do Homem-Hora e fez um sinal de positivo indicando que faria o que ele havia pedido. Usaria sua visão de raiox-x, sua super audição para localizar o som de dispositivos estranhos, que pudessem não pertencer a qualquer aparelho comum que ela conhecia, como celulares, câmeras, microfones e aparelhos similares. Poderosa e seus companheiros não iam deixar que ninguém tingisse com mais cinza aquele dia já tão triste, bastava a dor pela perda de Lois, e da dor pela perca de uma parcela de fé de seu primo nos humanos que eles tanto defendiam. Todos que vieram ali, voltariam pra suas casas e poderiam rever seus entes queridos, não seriam fanáticos por uma causa que impediriam isso.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Leo Rocha em Qua Abr 24, 2013 12:03 am

O Americomando ouve as palavras de Aquaman e Superboy. Em seus olhos podia-se notar um traço de insanidade. Ele então responde:

Arrow Crises e doenças criadas por vocês mesmos como forma de justificar suas abomináveis existências. Este país pertence aos americanos e eu só vou entregar as minhas armas quando ele for devolvido aos mesmos!

Ao dizer isso, ele aciona o foguete acoplado em suas costas e arremessa três dispositivos ao chão, que espocam em explosões concentradas. Seu objetivo era tentar gerar alguma distração para escapar. Se conseguisse, o Americomando escaparia do local e iria retornar ao seu esconderijo amargando uma derrota em sua primeira grande ação como herói americano.

**********************************
Enquanto Aquaman e Superboy estavam lidando com o Americomando, Homem-Hora informa a Poderosa sobre a segunda bomba. A heroína rapidamente reinicia o procedimento de busca a explosivos, encontrando o segundo homem-bomba entre os paramédicos e feridos ela também avista um carro se afastando em alta velocidade com um rombo no teto e um vigilante mascarado em cima, o jovem Anarquia. Sem perder tempo, Poderosa se lança na direção do terrorista. Ao perceber a aproximação da super-heroína, o homem tenta apertar o dispositivo, mas ela já estava perto demais para permití-lo. O homem olha para ela e seu olhar é mais frio do que gelo quando ele diz:

Arrow Parabéns. Mais uma vez vocês se colocam na posição de decidir sobre nossas vidas. Aproveitem enquanto isso durar. Vocês podem ter nos impedido aqui, mas quem está em Boston? E quem impedirá as outras explosões que programamos?

**********************************
Arrow Você não pode deixar que eles te impeçam de fazer o que é direito, filho.

Jonathan Kent falava com voz bondosa ao homem de aço. Ele olhava para os pais com uma expressão condoída. Quando se preparava para responder, Clark ouviu o homem falar sobre Boston. Ele não sabia até aonde aquilo era um blefe, também sabia que o prazo para se entregar à justiça estava se acabando, mas não podia simplesmente continuar sem fazer nada. Ele era o mais rápido ali e talvez aquilo fosse uma forma de tirar os heróis da cidade, como fizeram com ele quando Lois morreu. Ele se vira rapidamente para seus pais e diz:

Arrow Eu amo vocês.

Um borrão azul e vermelho rasga os céus com velocidade surpreendente até para os heróis mais experientes. Enquanto voa, Superman diz:

Arrow Eu vou verificar Boston. Cuidem das coisas por aqui. Estou orgulhoso de vocês.

Ele chega em Boston quando a primeira explosão atingia a maratona tradicional da cidade. Ao perceber a segunda bomba, ele se lança ao homem que a portava, retirando o aparato dele e arremessando para o alto. Rapidamente, ele descobre a terceira e a desarma antes da explosão.
Ele percebe que duas pessoas foram mortas no ataque e várias feridas. Teria sido pior se ele não chegasse a tempo, mas ele ainda sentia o peso de toda aquela insanidade. Superman aciona o comunicador e diz:

Arrow Aqui é Superman. Infelizmente duas pessoas morreram no ataque. Eles atacaram com uma sequência de três bombas. Eu não consigo entender... Por que matar inocentes para aplacar a dor de perder quem se ama? O que está acontecendo com esse mundo?

***************************************
Ao ouvir o comunicado do Superman, os heróis se olham por um instante. Liberty Belle é a primeira a dizer:

Arrow Ele disse três?

Arqueiro Vermelho também se pronuncia:

Arrow Mas a Poderosa não encontrou nenhum indício dela...

Canário Negro então fala:

Arrow Talvez então esse não seja o único alvo deles em Metrópolis... Talvez a bomba não esteja aqui.




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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Convidado em Qua Abr 24, 2013 3:11 pm

Droga, infelizmente uma abordagem diplomática não funcionou e agora ele começa a voar, não a muito que eu possa fazer agora. Mas o que é isso?! Droga! Só dá tempo para eu me jogar no chão antes as explosões. Ele realmente está disposto a fazer tudo o que é necessário para fugir e com seu armamento, pode causar muitos problemas nessa cidade.

Ao me levantar ouço as notícias de Clark. Mais uma bomba, cada minuto que passa fico mais irritado com toda essa situação.


Aquaman: Poderosa, Superboy, vocês são as nossas melhores chances de achar essa bomba, vocês devem conhecer a cidade melhor do que eu, procurem nos locais importantes, simbólicos e os lugares movimentados, com muitas pessoas. - Esse tipo de pessoa procura desmoralizar seus adversários matando pessoas ou destruindo símbolos importantes, não acredito que atacarão novamente o Planeta Diário, temo que eles tentem destruir a estátua do Superman, mas o que importa mesmo é que ninguém morra nesse processo. - Jason Blood, como sua mágica pode nos ajudar nesse momento? - O pouco que sei sobre magia é que ele pode ser imprevisível, podendo servir de inúmeras maneiras, confio que ele saberá o que fazer - Borracha, Canário, certifiquem que os minutemen estão presos, fiquem de olho neles, quero ter uma conversa com os outro grupo. - o líder deles escapou, mas com certeza eles tem alguma informação que nos será útil, assim como tenho certeza que não será a última vez que veremos aquele pavão.

Enquanto me aproximo aos homens-bomba e seu grupo, penso em tudo que está acontecendo, no passado eu tomei várias atitudes semelhantes a eles, tudo em nome da Atlântida, qual a diferença entre explodir bombas ou atacar impiedosamente gritando palavras de ódio e declarar guerra diversas vezes por me sentir insultado ou não contemplado com aquilo que acredito ser justiça?

Quando chego ao grupo, me abaixo e os olho nos olhos, procuro aquele que parece mais abalado emocionalmente ou que apresente algum traço de dúvida e remorso, procurarei ser o mais sincero, claro e objetivo possível nesse momento.


Aquaman: Olha, alguns anos atrás meu filho, ainda um bebê, foi cruelmente assassinado por um homem, um humano sem poderes especiais, tão humano quanto vocês são. - falo isso de maneira crua e rápida, não possa me dar a chance de pensar nisso no momento, isso apenas atrapalharia - O que quero dizer que entendo o que vocês sentem e já trilhei um caminho parecido, mas tive que superar isso, o ódio e a vingança apenas envenenam nossas almas, e a maldade existe independente das raças e poderes, qualquer um pode acabar com a vida das pessoas, por mais que pareça justo e vocês queiram extravasar esse sentimento, o que estão fazendo só gera mais morte, um ciclo sem fim, mas eu estarei aqui sempre para deter qualquer tipo de ameaça, não importa sua origem. - para um momento para eles pensarem um pouco e continuo - Nós já sabemos sobre a terceira bomba e eu preciso saber onde ela está, e preciso dessa informação agora. Vocês já sabem que serão presos, quem contribuir terá sua situação amenizada.

Agora aguardo o que eles tem a dizer, espero que se sintam persuadidos e contem o que sabem, acredito que tipos como estes não falariam a base de de ameaças. Como seria bom se o J'onnz estivesse aqui, tudo isso seria mais fácil, talvez Jason tenha algum truque que funcione neles, mas não tenho certeza. Caso eles falem o que precisamos ouvir e o outros ainda não tenham achado a bomba, eu lhes passarei as informações necessárias. O grau de estresse e tensão desses sujeitos não os permitirão mentir sem que eu perceba, apenas espero que essa conversa não tenha sido em vão e que eles falem a verdade antes que seja tarde demais.

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Re: DEFCON 5: Do fim ao começo

Mensagem  Dana em Dom Abr 28, 2013 1:39 pm

Americomando a deixava com mais raiva a cada palavra dita, era um destes porcos que odiavam estrangeiros, tudo que fosse diferente a sua filosofia insana e crença asquerosa, ela definitivamente não gostava de pessoas assim. Ele acaba tentando criar uma distração para fugir, e com isso covardemente deixar apenas seus subordinados serem presos. Ela desejava muito que Aquaman ou o Superboy o impedissem, pois, não seria saudável para aquele homem, se ela precisasse ir até ele encher-lhe de pancadas.

Não havia tempo para ela fazer isso, pois, acabava ouvindo a informação do Homem Hora, havia outra droga de bomba, e ela rapidamente iniciava o escaneamento com sua visão de raio-x, localizando o terrorista, estava dentre os paramédicos e enfermeiros, não podia exitar, ela voou o mais rápido que pode, e o tirou do meio das pessoas, conseguindo impedir a segunda detonação. Ela arremessa a bomba pro alto e a detona com sua visão de calor, causando um grande estrondo, mas, a altura elevada não permitiu que nada fosse prejudicado, seja humano ou mesmo objeto.

- Vocês é que não podem decidir sob a vida outros, querendo matar pessoas desta forma, porcos... – Ela esbravejou e seus olhos arregalaram quando ouviu o fim da frase dele, dizendo sobre a existência de outras bombas, mas, em Boston. Mal o homem terminou de falar, ela viu um borrão azul percorrer os céus. Graças a Deus ele ainda tinha o instinto de proteção, de querer proteger eles, mesmo sem ter a confiança e apoio de todos os humanos. Kara suspirou aliviada, deixou o homem inconsciente com um a soco no estomago, entregando-o a algum policial no local. Ouvia-o pelo comunicador minutos depois avisando que conseguira evitar duas das explosões e lamentando por fim, ao questionar o que acontecia com as pessoas, que estavam em tão alto nível de desumanidade. Kara e os outros pareciam poder respirar aliviados, quando Liberty Belle diz aquela frase fatídica. Três bombas, um mesmo grupo, então poderia haver uma terceira?

-Mas, que merda... – Exclama ela, olhando pros outros indignada, seriam loucos a ponto de colocar mais uma bomba? Porque não? Se já haviam planejado cinco, a sexta deveria estar ali em Metrópolis, mas, onde? - Não vou descartar o Diário Aquaman, estou indo pra lá, Lois impediu que uma bomba detonasse o lugar por inteiro, aquilo não vai acontecer de novo... – Ela procurou pelo Superboy, eles seriam sim os dois mais rápidos e com mais facilidade para achar a terceira bomba. - Superboy procure nos outros jornais que sejam a nosso favor, ou qualquer lugar ligado ao Superman, e com muitas pessoas, eu cubro o que estiver do lado do Diário e você o outro, precisamos achar esta porcaria a tempo... – Ela dispara em direção ao Planeta Diário falando pelo comunicador. - Oráculo, por favor, trace uma rota com lugares que possamos verificar, creio que não fariam algo deste porte em Hospitais e escolas... – Estava preocupada e tensa, aquele dia deveria ser de recolhimento e não mais mortes. – Qualquer coisa, que possa ajudar na localização falem! Arthur pegue qualquer informação que os outros possam ter, eles que nos avisaram devem saber de algo mais. – Diriga-se aos outros, incluindo Aquaman que ficava na escuta. - Vou ficar na escuta, mas, continuem procurando aí... Eles não iriam deixar de querer ferir alguém próximo a Lois, no enterro dela, procurem aí também... E Deus permita que haja tempo... – Karen chegava ao Diário e começava a procurar lá, de cima pra baixo, teria de ser cuidadosa mesmo com pouco tempo. Se a bomba não estivesse ali, ela partiria pro outro jornal ou ponto que pudesse ser usado como alvo.

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