Prólogo 9: Sobre símbolos e ideologias

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Re: Prólogo 9: Sobre símbolos e ideologias

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Qua Abr 17, 2013 12:46 pm

Ela é superforte, realmente não acredito que entrei em um confronto corporal com algo tão poderoso. Mesmo Bruce Wayne teria dificuldades de se soltar desses braços, felizmente eu não jogo tão "limpo" quanto ele.

Arrow Isso será melhor do que o que esperávamos!

Vencer a luta talvez não seja pelo caminho de suas técnicas em artes marciais. Ele dispara diretamente com o taser nela na potência máxima apenas para a distrair, acreditando que ela não terá dificuldades em resistir tendo em vista que é uma meta-humana, para em seguida apertar um botão no tubo de explosão e o joga contra ela fazendo com que ela seja drenada em um portal para Apokolips.

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Re: Prólogo 9: Sobre símbolos e ideologias

Mensagem  Leo Rocha em Ter Abr 23, 2013 11:10 pm

O motorista segue com o carro a toda velocidade e exclama um palavrão ao presenciar, ainda que a uma distância segura a explosão da bomba que Poderosa arrancara do primeiro terrorista. Enquanto isso, a mulher se mantinha segurando firme Anarquia até o momento em que ele dispara um taser nela. O choque não detém a mulher, mas a faz soltar o jovem vigilante por tempo suficiente para que ele ative um tubo de explosão com a intenção de lançá-la em Apokolips. No entanto, o espaço limitado do carro e a proximidade de Harold da mulher tornam a situação mais complicada do que Anarquia previu: o tubo de explosão se ativa na parte entre os bancos de trás e da frente do veículo. A mulher se segura em Harold, tentando evitar que o buraco de minhoca aberto à sua frente a leve para longe do lugar planejado para sua ação.
O motorista continua dirigindo com habilidade, mas, diante da situação que põe em risco sua missão, decide tentar uma intervenção direta, atirando na direção de Anarquia.
Harold a esta altura grita, expressando o pânico de se ver mais uma vez no meio de um conflito meta-humano.

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Re: Prólogo 9: Sobre símbolos e ideologias

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Qui Abr 25, 2013 5:45 pm

O espaço é curto e a sequestradora poderosa demais para ser enfrentada por um humano normal, Anarquia não é um meta-humano apesar de que jamais iria deixar claro isso para seus inimigos que poderiam pega-lo facilmente se soubessem disso. Tática comum e funcional em Gotham City, se passar por uma lenda urbana.

Eu simplesmente criei o Anarquia a partir do ideal de igualdade e fim da miséria humana, paradoxalmente é justamente a humanidade minha maior inimiga. Quando a mulher se segura em Harold, eu aciono de novo a lâmina do arco-voltaico em uma das mãos enquanto puxo o cabo do taser com a outra para torna-la um escudo humano contra o motorista, em seguida eu corto a roupa do líder dos "anti-metas" sem focar se atinjo os dedos da adversária super-forte ou a roupa de Harold e faço isso com o objetivo de fazer com que onde ela segura nela seja rasgado e ela seja arrancada para dentro do buraco enquanto uso ela para me proteger de alguns dos disparos do motorista.

Chuto Harold para baixo, buscando não deixar que ele seja vítima dos tiros caso esses continuem e fazendo de tudo para que ela se solte eu salto com ela pelo portal atacando diretamente os olhos dela com o arco para que ela perca a visão temporariamente e mantenho a cabeça e os braços dela afastados de mim para não ser esmagado pela sua superforça.


-Oráculo! Pode enviar minhas coordenadas para os "heróis"...?

E falando isso deixo o comunicador que o morcego me deu cair dentro do carro de Harold, torcendo para que alguém da Liga mais tarde venha atrás desse homem. Preciso deixar Harold a mais longe possível dessa mulher, e se não tenho escolha preciso saber dela o que há e essas respostas espero achar quando entramos no reino de Darkseid, fechando o portal atrás de mim.

Penso que estou completamente louco em voltar aqui, mas pretendo não fazer com ela perceba que sou o responsável pelo nosso transporte...


-Por que nos mandou para cá? Você trabalha com a Intergangue ou para Darkseid?

Mesmo que ela não me diga nada, saindo daqui eu vou diretamente para onde quer que o comunicador esta indo.

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Re: Prólogo 9: Sobre símbolos e ideologias

Mensagem  Leo Rocha em Dom Maio 05, 2013 10:59 am

A estratégia de Anarquia parece surtir efeito quando ele usa sua lâmina para cortar a parte da roupa de Harold que a meta-humana segurava. No processo ele ainda decepou dois dedos dela (mínimo e anelar). Como planejado, ambos são sugados pelo tubo de explosão, indo parar e Apokolips.



A mulher se levanta confusa com o que aconteceu e tentando descobrir onde se encontra. Anarquia também estranha a aparência daquele mundo pervertido em que já esteve antes. Apokolips parecia pior e ele realmente descobre que ficou quando nota o monumento erguido à sua frente:



A mulher grita com ele alegando não ter nada a ver com o transporte. Ela ainda o acusa de ter aberto aquele portal quando estavam no carro. Anarquia pressente que há um perigo iminente e tem a confirmação quando nota a aproximação de um grupo de parademônios.



Eles chegam disparando contra os dois e Anarquia começa a perceber que talvez levar a luta até aquele lugar o leve a um nível de perigo para o qual não estava preparado.

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Re: Prólogo 9: Sobre símbolos e ideologias

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Sex Maio 10, 2013 7:21 pm


Um ataque vem sobre nós de forma quase mágica, já organizado e nos atacando como se fossemos parte de uma ordem de guerra.

Tento ligar de novo o controle do Tubo de Explosão que eu utilizo, não responde. Tento acionar mais seis ou sete diferentes e nada.


-Ok... Isso não estava nos planos.


As tropas disparam sobre nós dois e minha invulnerável adversária esta confusa demais para lutar. Ela terá de continuar sendo meu escudo e não posso deixar que ela se recupere, tenho de continuar usando a força dela contra ela para me salvar.

Ter desenvolvido uma forma de arte marcial que se apropria dos elementos iniciais do Aikidô tem suas vantagens. É óbvio que uma oponente de pura força bruta não conhece as sutilezas de usar todo o potencial dela contra ela mesma. Eu jogo meu cabo de aço sobre o pescoço dela e salto de onde estamos: o alto de um prédio que eu escolhi intencionalmente para fugir rapidamente saltando como local de chegada do nosso teleporte.

Caindo rumo ao solo dessa terra enferma, sei que a forma como me prendi ao pescoço dela, mesmo ela tendo demonstrado força o bastante para partir o cabo é muito mais fácil apenas se livrar dele. O que fará com que ela reaja instintivamente e seja obrigada a usar toda a força que tem para puxar o cabo em uma direção aleatória.

Calculo que a direção seria diretamente contra os monstros atiradores, para me usar como arma contra os agressores dessa forma então preparo para criar uma ilusão coerente de várias cópias minhas com meu cristal de quartzo.

Roubei o processo de força dos anéis de poder pouco depois de usar o anel verde da tropa dos lanternas e consegui reproduzir de forma grosseira o processo. Esse cristal acumulou recentemente diversos aspectos espirituais cósmicos, exatamente do mesmo jeito dos anéis de poder porém com muitas outras cores.

Não sei até onde o cristal é capaz de canalizar essas energias o verde quanto amarelo, no momento não irei usar tudo que ele faz porque não sei até onde vai... Apenas farei imagens coloridas.

E não penso duas vezes, faço várias imagens de luz de mim mesmo e me deixo invisível no momento que sou arremessado contra o exército.

Quando eu atravessar a chuva de inimigos que enfrentará minha inimiga eu aciono o sistema de paraquedas e asa delta que achei que iria usar caso fosse atacado por um meta-humano aéreo e tento assistir a luta deles de longe.

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Re: Prólogo 9: Sobre símbolos e ideologias

Mensagem  Leo Rocha em Sab Maio 18, 2013 4:32 pm

Anarquia não se amedronta com a situação e rapidamente bola um plano para dar conta dos dois perigos que ameaçam diretamente sua vida. Prendendo o cabo de aço no pescoço da meta-humana, ele consegue induzí-la a lhe atirar contra a horda de parademônios. Durante o vôo, ele usa seu cristal para gerar a ilusão de vários Anarquias arremessados.
Os parademônios investem com ferocidade tentando trucidar as cópias de Anarquia, sem obter sucesso obviamente. Um deles no entanto parece ter mais sorte se acerta o jovem herói em pleno no vôo. Um arremesso o joga contra o solo estéril do planeta e dá tempo para que o paradêmonio, desta vez acompanhado de mais um, siga em sua direção disparando.
Enquanto isso, na torre onde a mulher se encontrava, um grupo consegue alcançá-la iniciando um combate violento. A meta-humana é forte, porém a quantidade de soldados é um fator decisivo no combate e ela é facilmente dominada. Bastante ferida, porém ainda viva, a mulher é levada rumo à grande construção.
Anarquia agora se encontrava sozinho e sem muitas opções para retornar ao seu lar.

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Re: Prólogo 9: Sobre símbolos e ideologias

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Dom Maio 19, 2013 2:50 pm

Sendo atingido enquanto invisível eu percebo que essas criaturas devem ter algum outro tipo de sensor, talvez de calor. Nesse caso enquanto desço, fortaleço ainda mais a visão deles, um lazer de alta densidade saído do cristal de quartzo é o suficiente para os tornar dessa vez realmente cegos e se orientarem apenas percebendo os sons um do outro.

Ao chegar ao solo, noto que o pouso suave não funcionou, meu cristal abastece uma fonte de tecnologia roubada também dos alienígenas mais velhos do universo.

Sinceramente, é uma pena que os trabalhadores mais braçais tenham de se apropriar das coisas assim... Depois de atordoar os dois ganho o tempo suficiente apenas para pegar das minhas coisas o canalizador de energia "mágica" e tiro um objeto que sei que me dará problemas por usar.





Sei que é um plágio grotesco, mas prefiro problemas com os Guardiões do que com Darkseid. Uma camada de energia esverdeada vinda do anel que construí de quartzo faz de mim visualmente um lanterna verde. A ilusão de óptiva faz parecer que eu disparo raios que canalizados da própria vontade esverdada dos meus oponentes e escapo deles como se eu não estivese lá.

Os deixo enfrentando rapidamente uma ilusão de um Anarquia Lanterna Verde que eles provavelmente irão dispedaçar com as rajadas...

Cara... Esse vai ser o pior momento de toda minha vida!


Desço em meio às ruas de Apokolips apenas para perceber que terei de refazer minha estratégia de luta... Para defender minha vida nesse mundo do qual agora sou completamente prisioneiro.


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Re: Prólogo 9: Sobre símbolos e ideologias

Mensagem  Leo Rocha em Ter Maio 28, 2013 10:59 pm

A estratégia de Anarquia surte efeito e ele consegue ofuscar a visão de seus atacantes. Quando a visão deles começa a voltar, os dois parademônios encontram uma imagem de um Lanterna Verde Anárquico que dispara contra eles. Os dois se esquivam das rajadas, tentando se aproximar do atacante esmeralda e quando um deles finalmente consegue, percebe que na verdade estavam lutando contra uma ilusão.
Anarquia ofegava enquanto tentava se esgueirar pra longe do local do conflito. Ele havia perdido a pista de quem estava tramando contra Harold. Havia falhado em descobrir se ele tinha conexão direta com o CADMUS. E agora se encontrava preso num mundo apocalíptico, onde a palavra ditadura parecia ser escrita com mais gritos e sangue do que o normal nesse tipo de regime.
Mas Anarquia não acredita em derrota ou fracasso. Ele acredita no poder do homem comum. Na força do coletivo autorepresentado. Ele sabia que essa não era apenas uma luta pela sua sobrevivência ou pelo "modo de vida americano". Sabia que lutava contra forças que se valiam da opressão em nível intergaláctico e mesmo diante de um império poderoso como aquele, ele não iria se furtar ao combate.
Ele se preparava para partir em direção ao castelo de Darkseid quando ouve uma voz chamá-lo:

Arrow Você! Terráqueo! Você é um dos heróis, não é? Você já esteve aqui antes.



Anarquia se aproxima dele ainda com receio. Esperando uma reação traiçoeira. E percebe que o filho de Darkseid se encontra ferido e com as roupas rasgadas. Ele então fala:

Arrow O que houve aqui? Da outra vez que vim aqui seu pai não estava tão preocupado a ponto de colocar tantos parademônios para receber dois visitantes. A decoração também está diferente...

Arrow Isso não é obra de Darkseid. Vocês libertaram o Verme dos Mundos e ele veio cobrar seu lugar como regente de apokolipse e destruidor de tudo que se opõe a ele. Ele subjugou Darkseid e iniciou a dominação do nosso mundo. Eu consegui escapar, mas ele está me caçando e não irá parar até ter conseguido o domínio total.

Uma explosão próxima ao local onde os dois se encontram mostra a proximidade da horda que os procura. Anarquia não confia na criatura, mas sabe que o que ele diz é verdade. O inimigo de meu inimigo... Kalibak olha em volta e diz:

Arrow Rápido venha comigo se pretende viver.

Ele entra em um buraco. Uma espécie de manilha que leva à tubulação de esgoto local. Enquanto caminham pela estrutura, Anarquia diz:

Arrow Há uma coisa que não entendo: por que o meu tubo de explosão está dando defeito?

Arrow O Verme dos Mundos bloqueou hoje o acesso à tecnologia de Apokolipse. Quem tentar utilizar os tubos de explosão será trazido pra cá e recebido por ele da mesma forma que você. Ele também cortou toda e qualquer comunicação com outros planetas. Estamos isolados aqui.

Arrow Podemos até estar, mas isso não definitivo. Nada é...

Anarquia encontrava outra missão. Uma da qual dependeria toda a existência. Ele era o homem comum que derrotaria o império do mal. Isso se ele sobrevivesse....

Nota do Narrador: Com esse post eu encerro as atividades do Anarquia na missão. Agradecendo ao Glaúcio pela interpretação e já parabenizando o Azrael por seu retorno. Aguarda que eu devo postar amanhã a chegada do Azrael.

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