Prólogo 8: O futuro em Questão

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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Guima em Qua Jun 05, 2013 8:20 pm

Quem é Vin Diesel ?? Pergunta Questão a Caçadora enquanto manobrava o carro perigosamente. A bela pontaria de Helena cuidou das viaturas embora Questao havia lhe dito pra deixar a outra pra ele. Mas quando a Caçadora se empolga é melhor deixar ela mesmo terminar o serviço, pensou Sage em silencio.

Sem o infortúnio dos policiais restava agora voltar ao local onde eles abandonaram Cash. Questão dá a volta na esquina e volta a igreja. Ele freia o carro bruscamente fazendo o derrapar de lado. Um dos demonitas os ve e já salta na direção deles com ameaças... Questão sai do carro dizendo Saiam do carro agora. Hora do plano C.Caminhando até a o porta malas do carro, Questão abre o fundo falso no assoalho do porta mala e retira um lança misseis RPG-7 para o espanto da Caçadora e de Julia.

Achei esse brinquedo no ultimo trafico de armas que impedi em Hub City. Tentador, não resisti. Estava pensando em usa-lo numa oportunidade melhor mas vejo que agora é o melhor momento. Não sou adepto a armas de fogo mas todo homem ja quis disparar um desses... Bom, chega de papo, quero ver o estrago. Para trás. Disse ele a Helena e Julia num tom irônico.

Travar, mirar...


Voce está falando comigo Demonita? Porque não vejo ninguem aqui alem de mim? Você está falando comigo??

Sage puxa o gatilho...e um missel voa em direção ao alienígena. Um sorriso de satisfação desenha-se na face do vigilante sem rosto.

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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Convidado em Sex Jun 07, 2013 4:53 pm


Plano A, plano B, plano C... pra falar a verdade, tudo isso é apenas fruto da nossa imaginação. Pra deixar as coisas mais emocionantes e fazer as pessoas que não fazem o que a gente faz pensarem que temos um plano pra tudo. A verdade é que não temos plano. Nunca temos. Tá, tirando o Batman, normalmente não temos planos. A gente improvisa, sabe? Como o Vic está fazendo nesse momento.

Saio do carro puxando Julia comigo enquanto vejo Sage tirar munição anti-aérea do porta-malas. Vem, Julia... temos que salvar seu namoradinho. Em um primeiro momento, nenhum sinal do Bandoleiro em parte alguma. Parte de mim até pensa que talvez Cash tenha ido dessa pra uma melhor, mas a coisa nunca é assim. Vaso ruim não quebra, né?

Por um segundo, penso em deixar Julia no andar de baixo, mas ela não tem experiência (e duvido que tenha inteligência pra se esconder). Atiro o arpéu pra cima da igreja, mantendo-a ao meu lado. - Isso sempre é incômodo pra quem é novato na coisa. Só avisando. Subimos, e finalmente vejo Cash em vias de lutar desarmado contra o outro demonita. - Bom te ver, paninho na cara... só que ao contrário.

As armas de Cash estão ali, perto demais do bicho pra simplesmente ir pegar. Só espero que funcione quando lanço o cabo com o gancho na direção das pistolas. Com sorte, consigo puxá-las pra perto do Cash como se pescaria fosse o meu forte. E de repente, vem aquela sensação... aquela sensação de que tem mais alguém observando a gente. Mas quem... e onde...???


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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Leo Rocha em Sab Jun 08, 2013 4:03 pm

Jean Paul acorda e não reconhece o lugar onde se encontra. Suas roupas sujas de sangue evidenciam que ele lutou. Constatar que seu corpo apresenta poucos cortes lhe dá a certeza que todo aquele sangue não é seu ele ouve o barulho e a agitação. Lembra de se perguntar se novamente estava perdendo o controle do sistema. Tinha lapsos de memória, uma ira contida e uma capacidade de aparecer nos locais onde surgiam problemas. Mas se sua missão divina era esta, ele não iria se furtar a ela... A dúvida que restava era apenas se realmente havia uma missão divina...
Ele segue na direção do barulho e presencia uma criatura grande e azul saltando do telhado de uma igreja. Ele vê três pessoas saírem de um carro que parou em frente à igreja. Com pouca dificuldade reconhece a heroína Caçadora e o detetive Questão. Vê a mulher jogar um arpéu e subir para o teto da igreja junto com uma mulher desconhecida, enquanto Questão saca uma bazuca do porta-malas e dispara contra a criatura, abatendo-a.
Jean Paul não deixa de pensar que mais uma vez problemas maiores do que os que a Ordem previra pra ele se apresentam. E ele lembra de uma frase que ouviu certa vez num sermão em uma eucaristia "Deus não escolhe os capacitados, capacita os escolhidos". Seria ele um escolhido? E o que ele deveria fazer neste momento?

******************************

Helena chega ao teto sem maiores problemas. Ela carrega Júlia que a essa altura começa a se sentir como parte da equipe de loucos que luta contra aliens. Usando seus habituais, charme, bom humor e arpéu, Helena consegue acertar uma das armas e lançá-la na direção de Cash.
O demonita se vira para ela e Júlia e diz:

Arrow É hora de você aprender a lição que lhe prometi. Você morrerá implorando!

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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Sab Jun 08, 2013 5:43 pm

A explosão do disparo faz meu coração ir à boca, acelerado e em desespero. Só então me dou conta das roupas que estou usando e de que as vesti pouco depois de deixar a Igreja, gradativamente a cena se monta em minha mente e vejo meus inimigos feridos gravemente, sangrando e implorando misericórdia e eu os ignoro. Apenas salvo a senhora para que ela não seja ferida...

Eu chego até mesmo a pisar a mulher em seus ferimentos, vendo que ela já não mais se mexia. Talvez morta ou apenas inconsciente e nada disso me importava, eu corri pela porta com a senhora e a deixei sair em segurança enquanto eu retornei para buscar o que eu havia trazido para esse lugar comigo, algo que deixava tentado a novamente servir ao Todo-Poderoso e sua sede por sangue e violência.

Aquele poder divino correndo em minhas veias como um relâmpago era ampliado imensamente com minha nova aquisição retirada diretamente da Batcaverna e que até agora não tinham dado por falta. Uma imensa energia me cerceia e eu caminho para meu fim.

Eu visto a roupa que Wayne pegou do ladrão Ra´s Al Ghul. O velho e secular líder da Ordem dos assassinos queria que a Armadura da Aflição ficasse com o Batman para seus planos sórdidos, Bruce Wayne em sua tradicional arrogância vestiu a armadura JUSTAMENTE pare evitar o plano do vilão de vesti-lo com ela. Dá para entender isso? Não, realmente não dá... Mas ele é o Batman, uma lenda há décadas que ronda os sonhos e superstições dos moradores de Gotham e de todo o planeta! Talvez quando Talia disse que seu pai queria ele vestisse era o plano para ele não vestir, então ele vestiu com o objetivo de não cair no plano do vilão que seria não deixar ele vestir ao dizer que queria que ele vestisse... É, só pode ser isso... Eu fingi que acreditava nessa lógica porque eu precisaria de carona para voltar para casa e infelizmente não sou um milionário que pode personalizar um jato particular em formato de morcego.

A verdade para mim é outra, algo contra mim e não contra o Ra´s... A Armadura das Aflições é uma roupa que deixa seu usuário completamente insano além de mais rápido e mais forte... Batman tinha medo de que eu usasse a armadura. E o primeiro motivo é porque eu já derrotei sozinho ele, Dick e Tim Drake sem estar usando qualquer uniforme ou artifício se não minhas capacidades de força e velocidade então usar essa armadura me deixaria muito além das capacidades deles de me derrotar e em segundo lugar porque quem usa essa roupa fica completamente louco!

Ora, mas quando já se é completamente louco... Qual então o problema....? Lembro-me de me flagelar por meses até realmente estar apto a ampliar minha força e velocidade para além do nível de qualquer Azrael, tanto da Ordem do Puro quanto da de São Dumas, jamais teve! E de todos os agentes que já usaram a alcunha do anjo vingador, eu sou o único que esta livre da imposição de Deus! O único na história da sociedade com livre-arbítrio. Batman também é insano, então ele também não tem problemas em usar a armadura. Nós dois deveriamos é estar no Arkham... Batman é o Zorro moderno e o Zorro também hoje em dia estaria no Arkham... Em minha mente eu me lembro do padre em um sermão antes de eu poder comer o corpo sacrificado de Jesus...

"Deus não escolhe os capacitados, mas capacita os escolhidos." Eu continuo recitando o salmo 141... "Bendito seja o Senhor, minha rocha, que adestra as minhas mãos para a peleja e os meus dedos para a guerra."

Sou louco "porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus." Eu estou salvo, sou o imortal anjo da morte! Penso nisso e nessa hora eu corro pelo meio do estrondo que Questão criou, vestindo uma nova roupa à prova de fogo com cores claras para me camuflam pela fuligem dos prédios da cidade, usando um gancho igual ao da Caçadora e a sigo com a mulher para o alto da igreja. Lá eu vejo o próprio demônio sobre as duas, vestindo roupas sacerdotais e zombando da humanidade. A criatura demoníaca se vira para a Caçadora e a mulher com ela vestindo as roupas do bispo de Roma, o santo papa! É isso que vejo e meus olhos não conseguem compreender tal visão!


Ele as ameaça, eu me alimento do calor da explosão das chamas abaixo de mim e me lanço no ar como um anjo renascido do inferno, exatamente o que sou enquanto visto essa couraça de justiça e sofrimento. É esse o destino da vida: lutar desesperadamente enquanto apenas uns poucos deuses se vestem de glória... Ser um mensageiro da morte é o trabalho de todo bom cristão... islâmico, judeu ou grego! É nossa missão, enquanto humanidade reverenciar os deuses com seus banquete mais precioso e amado...


Sangre fresco!


Minha espada enterra entre as vértebras da coluna da criatura, rasgando-lhe nervos importantes e em seguida desce por entre a clavícula e a escapula até o coração. Eu enterro e derramo o sangue do sacerdote demônio em homenagem à São Dumas, para que Dumas interceda por mim junto à Deus. Pois todo padre e demônio serve ao senhor da guerra!

Todas as religiões são iguais, todas nos ensinam a grandeza desse momento sublime. Todas nos mostram o inferno que é...

estarmos vivos...

Enquanto a criatura se debate sobre meus pés eu enterro as farpas afiadas das manoplas em sua carne enquanto a espada rasga e despedaça seus orgãos e eu me alegro na presença do Senhor por lhe oferecer esse sagrado sacrifício.


-Louvado seja Deus... pois se cumprem as escrituras sobre seus escolhidos que dizem: "Vocês per­seguirão os seus inimigos, e estes cairão à espa­da diante de vocês.
(Levítico 26:7)

Enquanto o rasgo em dois engrandeço o todo poderoso e ao retirar a espada, olho para homem mascarado e as duas mulheres diante de mim, ajeitando o ombro e a luz de minha arma.

-Vocês estão bem...?
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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Leo Rocha em Sex Jun 14, 2013 2:19 pm

O Questão comemorava a destruição da criatura quando nota surgir a figura de Azrael arremessando seu arpéu na direção do topo da igreja.

 Mas o que...

Azrael chega ao teto com facilidade no momento em que Caçadora puxa a pistola na direção do Bandoleiro. Ensandecido, o anjo da morte enterra a lâmina de sua espada no tronco da criatura, dando tempo para o Bandoleiro agarrar a arma e disparar na cabeça da criatura. O homem do lenço na cara dispara com precisão, acertando 3 tiros. Porém, quando Cole para, mais 4 tiros são ouvidos. Ao olhar para a fonte, os heróis presentes enxergam Julia com a arma de Cole que havia ficado no chão. Ela respira rápido e diz com olhar decidido:

 Eu já to de saco cheio dessa merda!

Os heróis recebem também uma mensagem em seus comunicadores convocando-os para uma reunião no satélite da Liga.

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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Seg Jun 17, 2013 10:11 pm

Não tenho muito tempo para conversar com a Caçadora, percebo que fui tomado por uma fúria assassina ao usar a roupa templária temperada de magia ismaelita. Como armas encantadas e abençoadas por um Deus que fala tanto de amor podem ter me tornado alguém tão violento e letal?

Depois que o sangue lavava minha alma, eu me senti enojado. Deus no velho testamento sempre pediu sacrifícios. Depois o próprio Jesus se entregou em sacrifício para que a humanidade não vá para o Inferno... Deus perdoa quem acredita nesse sacrifício sinceramente! Isso será realmente justo? Minha alma já não esta condenada quando eu questiono isso?


Eu olho para a Caçadora, sabendo que ela teria algo para me dizer. Gostaria de conversar sobre minha presença aqui, mas não consigo pensar em absolutamente nada para dizer à ela agora.


Minha mente esta povoada por salmos e versos que exaltam a violência em nome de Deus, inclusive alguns que falam sobre a importância de matar crianças e grávidas desobedientes aos olhos do Senhor!


Como é que Wayne iria suportar tamanha loucura? Eu não me importo mais com Wayne... A Caçadora e o Questão é quem deveriam ligar para eles.


Depois de tudo isso, eu tento perguntar o de sempre... " O que vocês estão fazendo aqui..."


Mas antes mesmo que eu possa dizer qualquer coisa, um impulso vem sobre mim. Eu sinto o sinal vindo do Satélite da Liga da Justiça.


Não é muito bom saber que eles querem minha presença por lá, mas percebo que o sinal pede também que o Questão e a Caçadora estejam presentes...


Eu não posso estar vestindo essa armadura por lá! Ela foi recuperada da mansão Wayne, e o Batman talvez queira ainda mante-la com ele. E como em todo lugar os mais ricos tomam tudo dos outros e nada acontece... Batman roubou diretamente da Ordem do Puro essa veste e certamente vai dizer que agora é direito dele usá-la! Já que Ra´s Al Ghul quer que ele use, ele deve usar!!!


Eu não posso deixar que o Batman siga o plano do homem da cabeça de demônio, não que eu o veja como pior que o morcego apenas não quero que qualquer plano secreto se monte. 


"Caçadora... Eu não imaginava que os encontraria tão longe de Gotham. O que é essa coisa que acabamos de matar?" 


Antes que ela responda eu me dou conta de que estou sendo visto usando uma armadura que não deveria.


Eu salto para outro telhado, não muito longe da Caçadora apenas para mostrar que estou indo de volta em direção ao Questão... A velocidade e força com que essa vestimenta faz com que eu me mova é realmente assustadora. Eu compreendo plenamente o mundo e ele me parece muito frágil, realmente me sinto capaz de vencer inimigos muito mais poderosos que antes...
 
                   




Eu preciso tirar essa veste, ela me deixa muito mais ágil e forte do que eu poderia sonhar porém os riscos do Sistema tomar conta da minha mente são ainda maiores. Preciso ainda aprender a equilibrar tudo isso... Enquanto eu desço na direção do Questão com uma precisão que eu jamais achei que teria, ligo o sinal de rádio com diversos locais do mundo e ouço protestos em toda a parte...  Em especial em um país de terceiro mundo há uma reclamação sobre a indiferença de seu governo com relação aos preços autos dos impostos e a polícia os repreende duramente, escuto que eventos esportivos são patrocinados enquanto eles estão todos desempregados e com péssimas condições de trabalho...



Enquanto ouço as informações, uma das que me vem é sobre as agressões sobre Lois Lane e as investigações que continuam. E como o Superman esta triste e desligou os mísseis do mundo, o mundo todo parece mais preocupado com a dor do Homem-de-Aço do que a dessas pessoas que são massacradas nas ruas desse país. Eles são desconhecidos, pessoas orando à Deus... Eu ignoro seu sofrimento quando percebo que o Senhor também não faz nada por eles e então desço de um prédio altíssimo com acrobacias que fariam inveja aos momentos melhores de Dick Grayson e simplesmente aponto a espada na direção do Questão.




"Afaste-se, Questão. Não sou mais o mesmo Azrael que você conheceu, eu enfrento as dores do inferno que Deus criou para todos nós... Você e a Caçadora devem ter recebido o sinal da torre da Liga... Eu ainda não sei se irei para lá... Mas não sei se nenhum de nós deveria ir. Afinal agora somos para eles agora Os Foras-da-Lei..."

A espada de Hades era tão leve e emanava chamas poderosas, me fazia pensar sobre a alquimia e metalurgia que a compunha. E o pior é que eu sabia quase instintivamente como isso tinha acontecido... O maldito sistema criava todas as equações e ensinava para mim como reagir e recriar.


"Sugiro que você me diga o que aconteceu aqui... Acha que podemos ligar com isso ou precisaremos da Liga da Justiça? Ou mais do que isso... Acha que o chamado da Liga tem algo haver com o que vocês descobriram?"

Ouço a resposta dele e aguardo muito pouco. Quero ir embora... A Caçadora não chega... Sei que uma pessoa bem treinada como ela levaria um certo tempo para chegar até aqui, fico surpreso... Estou realmente rápido...

"Eu irei até o satélite, mas eles não podem me ver com essa roupa...  Entre em contato comigo pela minha frequência ou através da Oráculo. Se não falar comigo em três dias... Eu virei atrás de você... Apenas te digo... Deixe os demônios em paz! Saia desse xadrez celestial. Em três dias quero que parem de perseguir demonitas!"


E me afastando dali com velocidade "sobre-azraelita" vou tirando e guardando a armadura e enquanto perco seus benefícios peço para ser transportado ao satélite da Liga...

"Oráculo... Eu irei para lá..."
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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Guima em Seg Jun 17, 2013 11:19 pm

Ao ver o demonita cair com o disparo do RPG-7, Questão ironizou Nem quis dar oi ao meu amiguinho..  Sage então caminhou até o o carro e jogou o lança misseis vazio no porta malas e correu em direção da igreja no exato momento em que viu Azrael cruzando o ar com seu arpéu. Assim que ele entra na igreja ele se depara com Bandoleiro, Caçadora e Julia atirando no Demonita e por fim, Azrael acabando de truicida-lo de forma violenta e visceral.

Sage sabia que Azrael era desquilibrado mas aquela cena o fez questionar o quanto de sanidade ainda havia naquele cara que trajava uma vestimenta medieval da época das cruzadas. Ser um vigilante automaticamente te tornava excêntrico mas no caso do Azrael era um excentrismo perigoso pois no meio daquilo tudo existia um elemento volátil: Religião.

O que se segue então é um show de acrobacias e piruetas do Anjo Vingador, até que o mesmo se aproxima de Sage apontando-lhe a espada. Sage não se intimida com aquilo e prontamente responde ao "anjo".

Afastar? Voce que aproximou-se de mim aos saltos feito um bailarino russo. Sage tira seu chapeu e coça a cabeça enquanto Azrael diz alguma coisa sobre "Deus"...Sim o comunicador da liga havia tocado mas no calor do momento Questão nao havia dado atenção aquilo e enquanto Azrael falava ele achou uma boa hora de conferir qual recado a liga da justiça tinha a eles. Sage não tinha nenhum interesse na liga agora, seu interesse era terminar a investigação que Helena havia pedido para que a ajudasse. A liga sempre o tratou como louco e paranoico, nao ia ser dessa vez que eles iriam o reconhecer como deveriam realmente. Que procurem o Batman... pensou Questão em silencio.

Quem é voce para me dar ordens? Acha que vou seguir as ordens de um fanático religioso? De um coroinha pirado ? O que aconteceu aqui não lhe diz respeito... "É melhor reinar no inferno do que obedecer no paraíso". Durma com isso...

Sage da as costas a Azrael que é teleportado ao Satelite da Liga e ruma em direção da Caçadora ( Caso ela não tenha ido também), Bandoleiro e Julia

Tudo bem por aqui? Noite insana hem... Sugiro um descanso enquanto tentamos decifrar isso aqui - Diz Questão retirando o diario verdadeiro de dentro de seu sobretudo.



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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Ter Jun 18, 2013 6:18 pm

Azrael desliga o comunicador de si mesmo enquanto o envia diretamente para a Torre da Liga, o sinal de teleporte não o enviará embora. 


Eu mando o anjo da morte para longe das visões dos deuses em sua torre. Em seguida saindo das mesmas sombras em que me enfiei retorno para o Questão já sem a terrível vestimenta que atormenta tanto... Sem um rastreador sobre mim e o enfiando para a Torre certamente a Liga agora achará que eu fui ao seu encontro porém fui interceptado no meio da viagem do seu teleporte.


O que o Azrael queria acontece, eu então retorno calmamente em direção do Questão.



                                            
-Desculpe, o mal jeito daquele fanático religioso... Azrael provavelmente irá voltar mais tarde... Por hora me chame de Jean-Paul...
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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Convidado em Ter Jun 18, 2013 10:22 pm

Aquele momento em que você não tinha como resolver a situação e aí, do nada, aparece todo mundo resolvendo ao mesmo tempo. Era uma situação sem saída, depois se tornou fácil com um ataque triplo do Bandoleiro (cortesia da minha pescaria), de tiros loucos e certeiros da Julia e da aparição mais que incomum de outro vigilante. Levei dois segundos vendo a silhueta masculina cravar uma espada flamejante nas costas do alienígena e entendendo que se tratava de Azrael.

Verifico Julia antes de qualquer coisa. - Nada mau, garota. Mas isso não te qualifica a sair por aí pulando prédios e lutando contra essas coisas. Depois vejo a postura sempre altiva e arrogante do Bandoleiro, e imagino que, debaixo daquela máscara ele está agradecendo por termos voltado. Por último, olho para Azrael, tratando a morte de um alien como a coisa mais normal do mundo. - Isso era um problema. Agora vai pra área 51 e.... EI!!! Ele salta, como se quisesse sumir. 

Indico o arpéu para Cash e para Julia. - Ainda não acabou. Temos mais perguntas que respostas. Enquanto nos deslocamos para encontrar Vic, recebo um chamado em uma frequência que não uso há bastante tempo. Vem da, quem diria, Liga da Justiça. Automaticamente me lembro de Superman, da morte de Lois Lane, e de como o fato de se tratar dele significa afetar toda a Liga. Parte de mim está curiosa do porquê desse chamado, outra está ainda mais curiosa com o diário. 

Voltar pra Liga e ficar sob vigilância por todo mundo me achar uma homicida? Não obrigada. Só então me dou conta que teria de ir, caso o Questão tivesse recebido a mesma chamada. Eu tinha pedido a ajuda dele. Não podia simplesmente deixá-lo. Quando chego, junto de Cash e de Julia, Victor não está junto de Azrael, mas de outro cara.   - Desculpe a ausência. Nem todo mundo carrega uma belezinha como você estava carregando. Sem ofensa, Julia. E depois, me aproximo mais, sussurrando pra que só ele ouvisse. - Você recebeu...? Vai pra lá?

Aí que eu dou uma olhada melhor pro ruivo. Era como se eu o conhecesse, mas não tinha certeza, o que me obriga a encará-lo por um ou dois segundos. Dá pra sentir até um comichão na nuca, mas deve ser apenas impressão. Talvez tivesse sido apenas uma visão, o Azrael por ali. Numa igreja. É, faz sentido.

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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Guima em Qui Jun 20, 2013 11:23 am

Se ele voltar mais tarde, acho bom vc segura-lo na rédea curta. De vigilantes bipolares o mundo está cheio... responde Questão a Jean Paul de maneira irônica.


Sem delongas ele vira as costas pra Jean Paul e volta-se a Caçadora Sim recebi o chamado da liga, mas não acho conveniente ir agora. Precisamos resolver o seu caso e quero ficar de olho no Bandoleiro por enquanto...Ele parece saber demais e fingir de menos. Vamos observar...


Questão então ordena a todos para que saiam dali e voltem ao local que eles ficaram antes de virem a igreja. Precisavam planejar o proximo passo. 

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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Convidado em Sex Jun 21, 2013 5:17 am

Tudo o que Cole precisava eram de suas armas, que por uma óbvia ironia do destino, estavam muito além do seu alcance, mas aparentemente, os mascarados que posteriormente lhe deixaram para morrer, tiveram uma mudança repentina de opinião sobre a sua condição física, e retornaram para o auxílio de Cole. Questão explodindo um demonita como se estive num filme do Stallone e a Caçadora lhe dando uma ajudinha na re-obtenção de suas armas de fogo. O que não contava com tudo isso acontecendo em uma fração de segundos, era uma figura armadura portando uma espada empalando o demonita. mais surpreso ainda, foi descobrir que Julia não era tão inofensiva assim, agrupando perfeitamente 4 balas na cabeça do alienígena. Pasmo por tudo isso, Cole ficou ali, apenas olhando tudo isso acontecer. 

-Valeu pela ajuda, Púrpura Profundo - disse enquanto limpava a roupa do pó da igreja - e eu fico com isso, muito obrigado - tomando a arma da mão de Julia - Amigo seu? - prosseguiu falando enquanto Azrael se gabava de suas perícias acrobáticas pulando de um lado pra outro feito um gato. Finalmente Caçadora aponta para o seu arpéu, mostrando silenciosamente para a sua carona para o andar inferior - Não conseguiu ficar longe de mim, não e? - se apenas Helena pudesse ver a expressão de Cole por debaixo da máscara ...

Cole teve de resistir apontar uma arma para o estranho homem que parecia conhecer o Questão; aparentemente Cole tinha problemas de confiança, que eram completamente justificáveis pelo fato de conseguir ler os pensamentos de alienígenas que possuíam humanos, mas como não queria gerar mais confusão do que já havia se metido, resolveu se manter calmo e esperou até que o Homem-Sem-Rosto ordenou-os para voltar para a loja abandonada e reavaliar a situação.

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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Leo Rocha em Sex Jun 21, 2013 1:33 pm

Os três tiros dados pelo Bandoleiro haviam cumprido a missão de deter o alien, no entanto atirar contra o mesmo parecia ter sido uma atividade terapêutica para Júlia, que descarregou toda a munição da arma no corpo da criatura. Era como se ela também estivesse matando toda a confusão que havia começado em sua vida desde a morte de Jéssica. O Bandoleiro se levanta e pega sua arma da mão de Júlia.
Matar um Demonita não deveria parecer algo tão impossível ao Bandoleiro, depois do tempo em que passou perseguido e perseguindo aquelas criaturas ele havia aprendido que a cabeça é um dos lugares mais sensíveis de sua anatomia e algumas técnicas para mata-los. Pelo menos os soldados rasos como aqueles que agora tombavam no telhado da igreja. 
Porém ele e todos os outros presentes estavam surpresos com a aparição de um desequilibrado Azrael. Após atacar o alien e dar tempo para Cloe matá-lo, Azrael salta do telhado na direção de Questão. Ele o ameaça, mas ao tirar sua máscara parece adotar uma postura mais amigável:

Arrow Desculpe, o mal jeito daquele fanático religioso... Azrael provavelmente irá voltar mais tarde... Por hora me chame de Jean-Paul...


A resposta vem de Caçadora, que, ao chegar ao local onde os dois se encontram, diz:


Arrow Se ele voltar mais tarde, acho bom vc segura-lo na rédea curta. De vigilantes bipolares o mundo está cheio...



O grupo não tinha muito tempo antes que alguém aparecesse: policias, repórteres ou mais demonitas. E tendo isso em mente e a necessidade de ir mais fundo no mistério que cerca os alienígenas, eles decidem continuar seguindo por conta própria. Questão resolve então sugerir que retornem ao local onde estiveram antes de vir à igreja. De lá poderiam rever os últimos passos e tentar planejar suas ações futuras.
Enquanto entram no carro, Cole se detém por um instante. Ele pode ouvir com clareza uma mente demonita que se encontra nas proximidades. Ele não consegue identificar exatamente onde, mas o que ouve o deixa com uma pulga atrás da orelha:

Arrow "Eles apresentaram resistência e venceram os mensageiros. Vamos precisar que seja encaminhada a infantaria. Inicie a transferência deles"


********

Nota do narrador: Esclarecendo dúvidas que notei nos posts de vocês: 

1)Quem matou o demonita foi o Cole com os 3 tiros na cabeça. A Júlia disparou na criatura mas sem essa eficiência que vocês estão pensando. 
2) Azrael não conseguiu trocar a roupa toda porque não daria tempo. Considerei que ele tirou apenas a máscara.
3)Também desconsiderei o envio do comunicador do Azrael, porque não seria possível cumprir o objetivo dele. OS comunicadores possuem tecnologia de rastreio que não pode ser desconectada.

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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Dom Jun 23, 2013 9:25 pm

Minha mente se emaranha em vários comandos complexos, eu vou tentando retirar o resto a couraça enquanto falamos. Que felizmente é apenas parte de cima da minha vestimenta enquanto fico pensando como Batman conseguiu fazer o mesmo tão rápido de forma até mesmo a eu evitar de fazer o mesmo...

Enquanto tiro a roupa deixando exposto o colete simples que visto, para não ser reconhecido mas sem tirar a manopla esquerda escuto a Caçadora, que em um primeiro momento não tinha reparado que o Azrael e eu eramos o mesmo, dizendo:

 Se ele voltar mais tarde, acho bom vc segura-lo na rédea curta. De vigilantes bipolares o mundo está cheio...

-Que preocupação é essa com minha sanidade mental? Quem você  pensa que eu que sou, o Batman?

O comentário obviamente tem um duplo sentido que só eu e o Batsquad conhecemos. Noto que o nosso colega mascarado parece estar tendo algum tipo de premunição... O Sistema me deixa imune à poderes psíquicos, mas isso é uma via de mão dupla... Quando noto que ele nos informará de algo, me foco no esforço terrível de tirar a armadura enquanto me movo com eles. 

Não faço ideia de onde é que o Questão quer nos reagrupemos, então vou ter de seguir algum deles. Talvez a Caçadora...

Espera, mas eu li no computador que a Caçadora já não foi também foi um caso do Dick! Caramba, com quem da Liga da Justiça o Grayson não saiu?

Eu...

Preciso entender como ele consegue sempre isso.
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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Guima em Sex Jun 28, 2013 1:50 pm

Sage decidiu ignorar o ultimo comentário de Jean Paul. Realmente era melhor ignorar ou teria problemas com ele depois... e problemas era uma coisa que Questão não queria ter no momento, não agora.

De volta ao refugio onde ele estavam escondidos, Questão decidiu discutir uma pauta com todos que ali estavam... sentados numa mesa improvisada com engradados e madeira, Questão iniciou um dialogo. Porem uma hora antes havia procurado e vasculhado o local todo para saber senão estavam sendo monitorados ou grampeados de alguma forma. Todo cuidado era pouco, e para alguem que possuia paranóia como ele, todo cuidado era essencial.

Muito bem... antes de tudo, sugiro que nos apresentemos. Mas sem mascaras ou codinomes. Começo por mim... Ele então retira um spray de seus bolsos e o espirra no rosto, segundos depois, sua mascara sai do seu rosto como uma cobra trocando de pele...

Meu nome é Charles Victor Szasz, ou como prefiro ser chamado: Vic Sage. Jornalista investigativo e reporter televisivo da rede KBEL de Hub City. Os crimes que Vic Sage é incapaz de reportar ou desmascarar, o Questão o faz...

Sage esperou os demais se apresentarem pra colocar o assunto em pauta. Depois que todos tivessem se apresentado ele joga o diário de Jessica Sharp na mesa e diz:

Este é o motivo que reuniu todos nós aqui e agora. Quero saber o que e principalmente o PORQUE do interesse no diário. E porque os Demonitas o querem tanto? Na realidade essa era uma pergunta direcionada ao Bandoleiro, porque Vic sabia que Jessica havia deixado o diario com Julia, sabia tambem quais eram as motivações da Caçadora... e o Jean "Claude" tinha caido de paraquedas naquela situação....

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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Convidado em Seg Jul 01, 2013 3:12 pm


Duas indiretas, numa mesma noite, como se meu humor já não estivesse alterado. Primeiro, o Bandoleiro decidiu bancar o engraçadinho, minutos depois de ter recusado minha bebida. Agora, Jean Paul (sim, demorei mas reconheci) solta outra pérola tão ruim quanto qualquer piada do Coringa. Tudo bem, eu tinha soltado uma indireta, talvez até merecesse aquele tipo de resposta. - Imagina... ser o Batman é algo que jamais passaria pela sua cabeça... né?

De volta ao refúgio, tudo que faço é me apoiar numa parede num canto observando a movimentação dos demais. Aproveito a oportunidade pra checar novamente meus equipamentos. Vou precisar de novas granadas. Mas primeiro, vejamos o que se passa na cabeça do Questão. Espera aí! COMOASSIM, se apresentar sem máscara? Pirou, Sage? Assim que todos me olham, eu me limito ao básico. - Eu sou a Caçadora, e é tudo que vocês devem saber sobre mim. Nem mexo na máscara. Espero que a mensagem tenha sido clara.

Vic vai direto ao ponto, o que me deixa num primeiro momento quieta. Ele, mais que qualquer outra pessoa, sabe exatamente quais são minhas motivações. Esperava que o Bandoleiro cooperasse com palavras dessa vez, já que da última ele bancou o idiota solitário e quase tomou uma surra dos aliens. E qual o interesse de Azrael nisso tudo? Ele nunca se ligou nesse tipo de coisa. Pra ele, é tudo religião e sociedade, e blá blá blá...

Se bem que... olha pra mim... lutando contra alienígenas. Vou ter que rever Star Wars?


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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Seg Jul 01, 2013 5:10 pm

Eu realmente tenho de respeitar a preservação que Helena quer fazer de sua identidade para com o Bandoleiro e Julia Sharp. Aliás, a família Sharp elegeu um prefeito corrupto em Gotham que esta licenciando que os criminosos do Arkham virem agentes do Esquadrão Suicida...

Ao contrário de mim a Caçadora tem quem se preocupa com ela em sua identidade civil, além de um grupo de pessoas na escola onde ela trabalha que pode se ferir. Robin descobriu a identidade da Caçadora há muitos anos, deixar essa informação no computador da Batcaverna onde eu poderia achar graças a ser um hacker mais eficiente que ele não foi boa ideia. Mas eu nunca disse à Tim que era melhor com computadores que ele, eu queria ser apenas um nerd e hoje em dia minha vida sempre me arrasta para mais banhos de sangue...

A última vez que tive contato com alienígenas como os demonitas foi quando a crise do Banho de Sangue se propagou.



Enquanto eu era o Batman lutei ao lado de Asa Noturna, Robin, a Liga da Justiça e Superman contra uma raça de parasitas
Os sete Parasitas eram oriundos da mesma dimensão como um poderoso Shaman chamado Pax, o mesmo Pax que Zauriel considera ser deus! Os parasitas escaparam de sua dimensão prisão, como demônios saídos do inferno. Eles encontraram um grupo de oficiais da legião, que mataram e tomaram forma alternativas de suas formas humanas. Se alimentam drenando o líquido espinhal de suas presas após a administração de uma pequena dose de veneno paralisante que se alimentava da espinha dorsal de pessoas. Caso a pessoa tivesse algum tipo de código genético especial aleatório essa pessoa sobrevivia e adquiria super-habilidades diversas... Não foi à toa que ataquei nosso amigo na coluna! Não que adiantou muito pois apenas os tiros do Bandoleiro conseguiram ferir a criatura.

Os oito alienígenas incluídos sete parasitas. Todos os parasitas teve um pesado exoesqueleto, quatro dedos em cada membro (uma das quais é pequeno e opositor ), rostos esqueléticos, e tromba de alimentação para sugar o líquido da coluna. Cada parasita, porém, tinha características únicas e personalidades com base nos Sete Pecados Capitais. Angon era vermelha, tinha placas nos ombro cheias de cravos, e foi impulsionada pela raiva. Ela foi responsável pela criação de Edge, Ballistic , Jamm, e Prism.

Gemir era vermelho com asas de morcego. Ele foi motivado pela ganância e tinha cabelo flamejante em sua forma humana. Ele foi responsável por dar poderes à Joe Public, Myriad , Sparx , Cardinal Sin, e Samaritano. Glonth era uma luz azul, besta rotundo com uma juba de leão que foi motivado pela gula. Ele criou Loose Cannon , Hitman , e Chimera.

Pritor foi o parasita azul orgulhoso com asas de borboleta. Ele criou Lionheart e Geist. Lissik foi o parasita rosa e roxo sensual com asas de traça. Ela criou Anima , Nightblade, Hook, Terrorsmith e Mongrel.

Slodd era um parasita preguiçoso com grande patágio debaixo de seus braços. Venev era um invejoso, verde, parasita de seis armado responsável pela criação de Argus , Razorsharp, Shots e Ragnarok . Todos os parasitas se entregaram para alimentar o Engolidor.

Curioso que esses parasitas são muito parecidos com a própria ideia dos nome dos demonitas, e a máscara do Bandoleiro muito parecida com Ballistic do Blood Pack... grupo que se formou ao receber poderes desses parasitas.


Isso me faz pensar, dessa forma então se os demônios são alies então o Pax que deu poderes ao Capitão Marvel e o Zauriel pode ser tão alienígena quanto o que deu poderes ao Superman e Gavião Negro. Há muita coisa nisso, mas verei isso depois... Por hora vou apenas me apresentar.

-Sou Jean-Paul. Programador de computadores especialista em tecnologia hacker, ex-chefe de segurança da Waynecorp e ex-Batman. Fui o primeiro a ser colocado na missão de se passar pelo morcego e a experiência rendeu-lhe seu atual exército internacional. Estava no rastro de um grupo de criminosos conhecido como a Religião do Crime, criado por Hugo Strange, quando achei o monstro de vocês... Devem se lembrar da droga pandemomium, retirada do sangue de um demônio alienígena, não...

Então é isso que eu vim fazer... vou dar um voto de confiança para o Questão, ele esta fazendo exatamente a mesma coisa que fez quando liderou os Caçadores e com tal voto eu vou contar. Depois eu irei checar se as informações que tenho tem relação com o que esta acontecendo.
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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Convidado em Seg Jul 01, 2013 6:47 pm

Silenciosamente observando os heróis se desmascararem e se revelarem ao poucos, falando "Liga da justiça isso", "Batman aquilo" e tudo mas. Menos a Caçadora, que resolveu usar a tática "fria e misteriosa", o que não importava muito para Cole, que na verdade, preferiria que não saber de nada sobre ninguém; uma das desvantagens de poder ler mentes alienígenas. Utilizando da mesma tática da Caçadora, Cole se deslocou até um amontoado de caixas e removeu a sua máscara. Começou a vasculhar os bolsos do seu sobretudo, até encontrar um maço de cigarros completamente maçados e acendeu-o exalando a fumaça na sala mal iluminada.

-O nome é Cash. Cole Cash.

Sim. Cole se achava a nova reincarnação de Humphrey Bogart. O que mais ele poderia fazer? Haviam damas no recinto. Voltou a sua atenção para os outros presentes, especialmente par Azrael e Questão; não sabia ao certo qual era a do ruivo, mas sabia que ele com certeza, não batia bem da cabeça, e o Questão, talvez também. Mas como não poderia confiar neles, com as amizades que tinham. Já era a hora de trazer as armas grandes pra essa guerra.

-Olha Vic, tudo o que eu sei sobre esse diário, é que os Demonitas o querem, e se eles querem, eu também quero. Que tal darmos uma olhadela nesse diário aí, ver o que nos chama a atenção?

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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Leo Rocha em Seg Jul 01, 2013 7:57 pm

Ao retornarem ao local onde Cole os havia levado para se esconderem anteriormente, Questão iniciou uma busca por qualquer dispositivo de escuta ou transmissão. Ele sabia que sua paranóia lhe salvara tantas vezes e acreditava que seria melhor mantê-la, afinal, seguro morreu de velho... E para o passo que daria agora, ele precisaria de sigilo total e confiança.
Ele lembra do quanto foi importante no último grupo que participou o momento que ele reproduz agora. Com calma ele tira a máscara e se apresenta.
Caçadora, que checava suas armas num canto da sala, se surpreende com a postura do Questão. Ela era uma das discípulas do morcego, ainda que relutante, e por isso prezava bastante o sigilo sobre sua identidade. Ela então se limitou a dizer:

Arrow Eu sou a Caçadora, e é tudo que vocês devem saber sobre mim.

Azrael resolve se pronunciar na sequência:

Arrow Sou Jean-Paul. Programador de computadores especialista em tecnologia hacker, ex-chefe de segurança da Waynecorp e ex-Batman. Fui o primeiro a ser colocado na missão de se passar pelo morcego e a experiência rendeu-lhe seu atual exército internacional. Estava no rastro de um grupo de criminosos conhecido como a Religião do Crime, criado por Hugo Strange, quando achei o monstro de vocês... Devem se lembrar da droga pandemomium, retirada do sangue de um demônio alienígena, não...

E por fim, é a vez do Bandoleiro, que se apresenta como um mocinho de filmes noir: um cigarro na boca e um ar cínico que traduz a motivação de alguém que se vê envolvido num jogo com cacife mais alto do que ele pode pagar.

Júlia é a última a se apresentar e fala de forma simples:

Arrow Meu nome é Júlia Sharp. A maioria aqui deve saber mais sobre mim do que eu gostaria, mas se a dinâmica é essa... Então, posso dizer que eu tinha uma vida normal e uma irmã que eu adorava, Jéssica. Ela era jornalista, assim como o senhor Sage, e se envolveu numa investigação barra pesada sobre a máfia de Gotham. Isso custou a vida dela, mas um pouco antes morrer, ela me enviou esse diário... Ela dizia pra eu não deixar cair nas mãos dos bandidos e pedia pra eu me esconder o máximo que eu pudesse. Eu não tive coragem de ler o que está escrito nisso, mas ela me disse que uma das partes era um mistério para ela porque ela não conseguia desvendar qual lingua era usada para escrevê-la. Bom, hoje eu perdia o pouco que tinha conseguido reconstruir da minha vida... Depois de meses fugindo, eu consegui montar meu bar aqui, fiz amigos e... Pobre Louis... Eu acho que isso é o suficiente...

Ela se cala com os olhos vermelhos, mas decidida a não chorar. Ela não se daria a esse direito agora. O que ela tinha que fazer agora era claro: ela iria matar aquelas criaturas em nome de Louis e de Jéssica. Ou morreria tentando...

Aproveitando a deixa, o Questão joga o diário sobre a mesa improvisada e diz:

Arrow Este é o motivo que reuniu todos nós aqui e agora. Quero saber o que e principalmente o PORQUE do interesse no diário. E porque os Demonitas o querem tanto?

Cole rapidamente responde:

Arrow Olha Vic, tudo o que eu sei sobre esse diário, é que os Demonitas o querem, e se eles querem, eu também quero. Que tal darmos uma olhadela nesse diário aí, ver o que nos chama a atenção?

Vic abre o diário e o grupo inicia sua análise. A leitura descreve operações da máfia gothamita, mas não só. Na verdade a cadeia mafiosa que predomina nos EUA e que atualmente se encontra vinculada à Religião do Crime, citada por Azrael. Mais do que isso, o livro descreve em detalhes dicas e estratégias para expansão dos territórios dominados pelas "famílias". Parecia uma espécie de guia e registro ao mesmo tempo de atividades da máfia. Um dos trechos mais extensos era vinculado exatamente à distribuição da droga "pandemonium", a droga que causava grande dependência e causava mudanças extremas físicas e psicológicas em seus usuários, chegando a muitas vezes lhes dar superpoderes. O diário também parecia conter um calendário de reuniões. A próxima estaria marcada para daqui a dois dias em Gotham. O final do diário realmente era incompreensível ao grupo. Parecia escrito em uma lingua alienígena e por um instante Questão se amaldiçoou por não ter se dedicado à aprendizagem do intergalac.

Para Caçadora, apenas parte do diário era novidade. Ela já vira uma versão dele resumida, porém de todas as informações que ela podia receber ali, uma, que passou despercebida por quase todos os presentes lhe deixou com os pelos da nuca eriçados: havia uma citação na descrição das famílias a uma que lhe era muito próxima. Os Bertinelli constavam entre os relacionados e mais ainda: se encontravam numa das listas de trabalhos a serem feitos.
Victor seria o primeiro a perceber o que isso significava, mas ela se manteria firme e não daria o braço a torcer facilmente.

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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Ter Jul 02, 2013 11:33 am

Eu tinha uma grave suspeita que a Religião do Crime é a outra face da moeda da Ordem de São Dumas, enquanto a Ordem se organiza fortalecendo a ideia de que desobedecer a lei é um pecado ela reforça a religiosidade como proteção contra o crime... Em outras palavras, minha antiga ordem é um grupo tão articulado e conspirador que trabalha como protetor da lei e do crime ao mesmo tempo.

É como jogar xadrez consigo mesmo e manter todas as peças se matando para sempre e lucrando com o conflito, não é a toa que o Cara-de-Barro foi instruído pelo Hugo Strange de usar essa mesma tática. Ser ambos os lados da guerra te dá possibilidade de vitória plena... Savage fez o mesmo... Talvez tudo isso ainda seja parte dos planos dele.

Usar super-vilões e o Cadmus ao mesmo tempo, além de tentar criar um novo Super-Homem que seria o simbolo final da nova era que ele propunha. Tudo começa a fazer sentido, os planos de Savage não acabaram e a prisão por mais dura que seja não iria parar um homem imortal de milênios de existência. Batman achou mesmo que poderia engana-lo, mas o sujeito tem mais grupos secretos trabalhando para ele do que podemos imaginar e sujeito ainda tem longos tentáculos que em sequência se mostram poderosos.


A Liga e a Sociedade lutam contra ele desde sua criação, centenas de pessoas o enfrentaram e morreram. E nós agora temos de lidar com uma força alienígena que provavelmente foi ele que nos trouxe...

Maldito, Savage! O plano do sujeito saiu de controle e agora um monte de mafiosos acredita de fato nessa ladainha de religião do crime. Estando Savage usufruindo ou não desses e.t.s, uma série de pessoas agora tem uma droga parecida com as enzimas de alimentação que geram super-poderes. Certamente o tal Cole Cash também recebeu poderes psíquicos pela forma como ele tremeu no carro, que eu ainda não sei quais são, através dessas criaturas demoníacas. Odeio poderes mentais... o fato deles não me afetarem me assustam.

-Certo... A família Sharp é a mesma do atual prefeito de Gotham. Tenho certeza que isso não é um acaso, Julia. E quanto ao fato da família Bertellini também esta envolvida. Pelo que sei estão quase todos mortos ou presos... Bem, quase todos.

E com isso olho para a Caçadora, esperando que ela diga algo sem que eu ou o Questão tenhamos de pressionar.
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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Convidado em Sex Jul 05, 2013 3:47 pm

Rever aquele diário me trouxe memórias nada agradáveis. Toda aquela movimentação envolvendo a máfia de Gotham me trazia lembranças do principal motivo de eu ter me tornado a Caçadora. Cada página folheada trazia consigo ao mesmo tempo que nostalgia, uma amarga sensação de uma batalha que nunca seria ganha. Contudo, mesmo sabendo lidar com a máfia da cidade, era desafiador e ao mesmo tempo frustrante perceber que os valores vistos em filmes não se aplicavam à realidade da cidade. Mexer com drogas não devia ser coisa da máfia. Era o que separava as famiglias dos bandidos considerados ralé.

Se bem que o julgamento, ao final, é o mesmo.

Verifico novamente o nome dos Bertinelli e todas as páginas em que eles aparecem, de forma discreta, enquanto Jean Paul fala sobre os Sharp. Largo o diário no lugar onde o Questão havia feito assim que o o Jean Paulo cita meu sobrenome, ou melhor, um dos meus sobrenomes. Esse estúpido pretende mesmo pôr tudo a perder pro meu lado. - Os Bertinellis estão todos mortos ou presos. Sem exceção. Se esse infeliz não entendeu o recado, vou ser obrigada a explicar com os punhos.

Remexo as páginas no final, onde aquela estranha linguagem aparece. - Cash, você é o que temos de maior conhecimento a respeito desses demonitas. Tem alguma ideia do que está escrito por aqui? Algum símbolo que você já tenha visto em outro lugar? Por fim, assim que obtemos a resposta, volto o olhar para o Questão. - Temos de ir a Gotham. Arranjar um lugar onde Julia possa ficar em segurança enquanto investigamos. Não leva a mal, Sharp. Ninguém tá afim de te ver ao lado da sua irmã tão cedo.

Ainda preciso falar com o Questão sobre essa coisa de "sem máscaras". Ele devia ter dito isso antes. Não que isso fosse funcionar, mas odeio esse tipo de surpresa.

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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Dom Jul 07, 2013 1:02 pm

Gotham...Question Idea 

-Eu tenho um lugar seguro para ela em Gotham. "Tenho:?:" Próximo da Batcaverna. Podemos ir todos para lá, seria uma base temporária muito útil e ela poderia ficar ali sob vigilância de um de nós...

Penso que é isso exatamente que a Caçadora quer dizer, me deixar fora disso. Ela esta muito agressiva comigo, o medo da revelação de sua identidade parece muito grande.

Faço a sugestão e espero o que Cash tem a dizer.
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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Guima em Seg Jul 08, 2013 12:18 am

Sage coçou a barba que estava crescendo em seu rosto. Ouviu o que todos haviam dito ali e agora era hora de traçar um plano. Caçadora sugeriu ir a Gotham pois aquilo lhe interessava, mas o caso dos Demonitas interessou Vic e muito, porem ao que parecia ali ninguem entendia a lingua alienigena que estava escrita no final do diario. Talvez em Gotham alguem soubesse. Talvez.

Bom, me parece que o próximo paradeiro é Gotham City. De acordo com o diário haverá uma reunião da máfia em dois dias. Tenho "aliados" em Gotham e talvez isso o interesse. Os demonitas, enquanto não traduzirmos isso terão que esperar. E então, de acordo? Sage esperou a resposta dos que ali estavam e depois de ouvi-la continuou.

Partiremos amanha de manhã então. Vamos usar essas horas que nos restam para descansar...

Vic aproxima-se de Helena e a puxa para um canto da sala para uma conversa mais intima Percebi que não gostou da minha atitude mas foi a unica maneira de tentar sacar qual era a do Cash. Sinto muito... Preciso de um banho agora, quer me acompanhar?

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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Leo Rocha em Sab Jul 13, 2013 7:23 pm

Nota do narrador: Como vocês ainda tem algumas questões pendentes no ar, darei mais um tempo para as respostas do Cole e dos demais. Pretendo abrir o tópico novo de vocês na segunda. O título já foi lançado "Eram os demônios astronautas?"

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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Convidado em Qua Jul 17, 2013 10:03 pm

Por que diabos alienígenas iriam se aliar com a mafia de Gotham? Não faz sentido - silenciosamente ponderava o Bandoleiro, enquanto levantava as suas sobrancelhas para os comentários de Jan-Paul - Esse cara é mais maluco que um peixe com seios ... e falando em seios- seu olhar voltou-se para a Caçadora enquanto ela discursava, com bastante veemência sobre uns tais de Bertinellis e o fato deles estarem mortos, quem quer que eles fossem, escolheram a mulher errada pra mexer com, por tudo o que ele já tinha conseguido entender da vigilante em púrpura.

Era bastante difícl se manter concentrado quando a escolha de vestimenta da Caçadora, deixaria uma stripper corada - As coisas poderiam ser muito piores Cole. Aquele Papa, Padre, Coroinha, sei lá o quê Negro, que os Demonitas queriam te levar por exemplo. Quem quer que ele seja, não acho que vai ser a última vez que eu escuto dele. Por enquanto preciso seguir esses caras- mais uma olhadela furtiva para a Caçadora - Realmente as coisas poderiam ser piores.

-Eu posso não ser o Sherlock Holmes, mas pelo visto, tudo isso está conectado de alguma forma, a Máfia, essa tal de Religião do Crime, e os Demonitas. Acho que é uma boa idéia nós irmos dar uma de penetras nessa festinha que eles estão organizando em Gotham - Cole tinha o hábito de transformar o sério em piada mais rápido do que se pudesse dizer "torta de mirtilo", era o seu mecanismo de defesa, e quando Azrael comentou algo sobre a Bat Caverna, não pôde resistir - Bat Caverna? Ora ora, isso ficou bem classudo e chique de repente.

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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Qui Jul 18, 2013 11:53 am

Eu percebia as olhadelas que o Bandoleiro dava para a Caçadora, eu mesmo já me peguei completamente distraído não só por ela mas todas as heroínas da Liga, era difícil para mim compreender porque elas não se vestiam e saiam por aí em trajes sumários que pareciam íntimos. Talvez uma tática de distração para os criminosos.

É óbvio que ela também me distrai muito... mas sou tímido demais para ser tão descarado quanto o Bandoleiro.

-Eu posso não ser o Sherlock Holmes, mas pelo visto, tudo isso está conectado de alguma forma, a Máfia, essa tal de Religião do Crime, e os Demonitas. Acho que é uma boa idéia nós irmos dar uma de penetras nessa festinha que eles estão organizando em Gotham

Certamente.


Bat Caverna? Ora ora, isso ficou bem classudo e chique de repente.

-Não é a mesma que você esta pensando, é uma versão particular que eu montei. Creio que é bem provável que a droga pandemoniun possa ter relação com essas criaturas...Aliás, você ainda não respondeu ao Questão sobre qual é sua relação com essas criaturas.
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