Prólogo 8: O futuro em Questão

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Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Leo Rocha em Sab Fev 02, 2013 4:14 pm

Victor terminara de gravar o arquivo com sua última matéria. Ele não viu a menor dificuldade na construção do texto sobre a máfia que tem agido na área da construção civil em Detroit. Afinal, além de um ótimo repórter investigativo, ele sempre teve um talento sobre-humano para formular as perguntas certas e uma obsessão ferrenha em encontrar suas respostas.
No entanto, não é o conteúdo da matéria que instiga sua mente nesta tarde... Ele ainda estava revendo mentalmente as peças referentes a um quebra cabeça que começou a se montar em um episódio conhecido pela comunidade heróica como Hipercrise.
Para salvar a existência das diversas realidades, um ainda inexperiente Sr. Destino se lançou à tarefa de realinhá-los. Apesar do relativo sucesso, ocorreu na sequência uma série de mudanças e eventos que comprovaram que tal realinhamento não ocorreu como esperado. Pessoas que não deveriam existir nesta realidade hoje se encontram circulando por aí. Um jovem e transtornado Superman tenta destruir a Liga da Justiça alegando que eles serão responsáveis por um futuro sombrio que aguarda o planeta Terra e o universo como um todo. Ele foi derrotado e os heróis retomaram seu status. Uma questão sobreviveu ao confronto: E se ele estiver certo?
Tudo tem um padrão. É assim que as questões se convertem em respostas. Uma vez identificado o padrão e feitas as análises corretas, era encontrada a resposta.
O problema sempre foi encontrar a questão certa. E finalmente ela parecia se apresentar a Victor: Quais os passos que nos levarão ao futuro que o Prime tentou evitar?
Esta questão ainda admitia um sub-item: Será que temos como evitar? E se temos, como e o que fazer?
Victor observava agora os padrões geopolíticos e financeiros mundiais, considerando a influência meta-humana nestes.
Observava a instabilidade nas ações heróicas e a escalada do crime.
Ele sabia que ainda havia peças perdidas, mas já considerava ter elementos suficientes para dar corpo a sua investigação. Faltava apenas decidir por onde iniciar...
E foram esses pensamentos que foram interrompidos pela bela voz feminina que lhe disse:

Arrow Preciso de você?

Arrow Curioso ouvir isso vindo de você depois de tanto tempo sem dar um alô...

Arrow Agora não é momento para isso... Eu.. Acho que descobri quem é o meu verdadeiro pai, mas preciso que você confirme a informação...

Arrow Por que eu e não a Oráculo? Ela é sua melhor amiga, possui recursos ilimitados e ninguém questiona a sanidade dela.

Arrow É porque a informação é.. digamos, delicada...

Arrow Isso provavelmente envolve o nosso amigo noturno. Só ele estaria tão dentro do radar da Oráculo a ponto de você temer acioná-la.

O silêncio responde.

Arrow Eu estou um pouco ocupado rastreando sinais de uma possível conspiração extra-dimensional... Mas se você me ajudar, talvez eu possa te ajudar... O que me diz?

A Caçadora o olha fixamente nos olhos enquanto se prepara para dar a resposta.

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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Convidado em Seg Fev 04, 2013 10:58 am



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    Eu odiava o que precisava fazer. Sinceramente, não me sobraram muitas opções. Se eu fosse verdadeiramente investigar essa história direito, talvez levasse tempo demais. Tempo que eu não tenho. Com pessoas com quem eu prefiro não falar. Babs é uma pessoa ótima, mas ela vai se intrometer mais do que deveria nessa questão, e eu não quero a presença dela fazendo perguntas para mim ou para... ele. (Preciso admitir que tenho dificuldade de tratá-lo com qualquer outro nome, especialmente algo relacionado à sentimento paterno) Mas, mesmo assim, fiquei algum tempo relutando em vir aqui. Não que seja desagradável, mas é difícil passar pelo meu orgulho, ou pior, o jeito de Victor, que pode ser muito desagradável, se quiser. O irônico é que eu não quero tantas perguntas, e venho atrás de um cara cujo codinome já é uma. Cá estou eu, lidando novamente com o Questão.

    Ele percebe que estou aqui, mas sua postura não se modifica. Eu não preciso continuar em silêncio. - Preciso de você. Como de costume, e eu até prefiro assim, Victor age com ironia. Mesmo com aliados (o que é normal, já que são os pretensos aliados que questionam sua sanidade) ou com inimigos, ele age assim. Nem sempre eu gosto desse joguinho, como agora. - Agora não é momento para isso... Eu.. Acho que descobri quem é o meu verdadeiro pai, mas preciso que você confirme a informação.. Uma confirmação. Era tudo que eu precisava pra poder dormir à noite. Mas aí ele fala na Babs, me obrigando a justificar o que eu não gostaria. Droga, Victor! - É porque a informação é... digamos, delicada... Sagaz como costumeiro, Victor envolve o nome "dele" nas minhas palavras. Eu nem tento negar. Victor sempre foi um detetive melhor do que eu. Ele fala sobre conspirações de outras dimensões, e é nesse momento que a maioria acha que o cara é um doido. Mas eu, não. Conheço Victor bem demais pra não acreditar no que ele diz. Mas sua proposta é me fazer perder tempo.

    - Duvido que eu vá tomar seu tempo demais. É só uma confirmação e eu vou embora. Ele continua me encarando sem olhos. Parece que sabe que eu não terminei de falar. - Mas fiquei curiosa do motivo pra você querer minha ajuda. O problema de eu conhecer Victor bem demais, é que ele também me conhece bem demais. Talvez essa ajuda que ele precisa seja benéfica pra mim. Ando mais paranóica que o normal com relação à mim mesma, e ter Victor e suas histórias na minha cabeça me ajude a me centrar o suficiente pra, quem sabe, eu confirmar eu mesma minha informação.


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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Guima em Ter Fev 05, 2013 2:09 pm

Mais uma vez o reporter Vic Sage iria denunciar falcatruas envolvendo a mafia nas camadas sociais. A verdade em questão era o financiamento da mafia em negocios imobiliarios na cidade de Detroit. Vic Sage não deixaria passar aquilo em branco, não mesmo, seu dever como jornalista era maior que o de vigilante noturno: Levar a verdade a publico. E no que tange a isso, Sage nunca desistiria.

Gravado uma vez o arquivo ele retira o pendrive do seu computador pessoal e guarda no bolso. Antes de ir até os estudios da KBEL em Hub City ele pensa em passar na casa de seu amigo e confidente, Aristotle Rodor para ver se o mesmo tinha novidades a respeito da eficacia da Pseudoderme pois esta em seu ultimo combate rasgou-se muito facil quando Vic foi atingido por um golpe de faca no rosto.

Quando aproximou-se da cadeira em sua sala para pegar seu tipico sobretudo azul ele se depara com uma figura que já " atormentou" seu passado. " Atormentar" diga se de passagem um relacionamento mal terminado e cheio de altos e baixos. Surpreso em ve-la, Sage no fundo gostou daquela visita inesperada, Helena era uma das poucas pessoas ao ve-lo por debaixo de sua mascara sem-rosto e tambem uma das poucas que confiava. Porem mesmo assim decidiu não se abalar e não perder a "pose".

Arrow Preciso de você ? diz a Caçadora

isso foi uma pergunta, afirmação ou retórica ? Pensou Sage quase deixando escapar um sorriso Vindo dela pode ser tudo isso com uma pitada de ironia...

Ao decorrer do dialogo, Questão percebeu que Helena estava falando sério e sentiu-se mal por ter duvidado de seu pedido de ajuda inicialmente. Como forma de arrependimento ele decidiu ajudá- la, mas com a condição de que ela o ajudasse diante de uma conspiração extra-dimensional, ela topa. Mas não sem antes querer saber o motivo Mulheres... quem as entende ? reflete Vic Sage em silencio permitindo-se agora um sorriso e responde a ela.

Simples. Você já foi uma das Melhores do Mundo.

Referindo-se a ela quando a mesma ja foi integrante da Liga da Justiça.

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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Convidado em Qua Fev 06, 2013 1:21 pm


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    - Você já soube me elogiar melhor, Vic.

    Eu disse a ele com um meio sorriso no rosto. Apesar disso, até pela forma como ele disse o que disse, achei lisonjeiro de sua parte (mas jamais vou deixar isso claro a ele). Victor não é do tipo tão aberto assim a pedir ajuda, mesmo porque poucos concordam com ele. Acho que é por isso que funcionamos. Eu não costumo questionar suas idéias e evito falar em paranóias. Ele, por sua vez, reluta em me dizer como devo fazer o que preciso, e às vezes quero, fazer. Sem um ficar tão no pé do outro, a tendência é que todos trabalhemos bem, não? Além do mais, nem sempre a gente é visto como mocinho. Será esse tipo de coisa que me atrai a caras problemáticos? Céus, psicologia agora, não.

    Além do mais, ultimamente pensar na Liga da Justiça me faz lembrar justamente daquilo que preciso saber, e esse tipo de recordação pode me afastar do foco pelo qual Victor precisa que eu esteja focada. - Agora, você vai precisar reunir paciência pra me explicar direito essa história, mas que fique claro, Vic: se você souber de alguma coisa e não me contar, essa parceria está desfeita, certo? Como se eu não soubesse que Victor Sage adorava deter informações até que elas fossem úteis. Com certeza, ele pode confirmar o que preciso, e depois, guardar pra si até achar conveniente. Não posso culpá-lo. Eu provavelmente faria o mesmo, e certamente isso o deixaria puto.

    Mas ele fica tão sexy quando está nervosinho...



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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Guima em Sex Fev 08, 2013 1:18 pm

Desculpe. Não sabia que vc tinha se tornado sentimental Ironizou Sage quanto ao comentario de Caçadora sobre "elogiar" melhor.

Vic veste seu sobretudo azul e acomoda-o em seus corpo chacoalhando os ombros... Acredite, seria necessario mais do que paciencia para que eu explicasse esta "história". Foi por isso que a convidei para investigar comigo e te por a par do que está acontecendo nas entrelinhas do mundo. E isso envolve a "questão" sobre sua paternidade... Acredito que ela esteja ligada a teoria conspiratoria extra dimensional da qual estou começando a colocar os "pingos nos is".

Questão foi sucinto, ele demonstrava saber a resposta sobre a duvida da Caçadora, porem nada na vida era absoluto e disso ele sabia bem. A informação poderia ser verdade ou não, poderia ser artimanha de vilões para semearem a discórdia entre os heróis, poderia ser tudo aquilo, como poderia ser apenas um telefone sem fio... Um boato que se espalhou rapidamente e de repente se tornou uma "verdade".

Na duvida, Questione. ... Essa era sua filosofia.

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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Leo Rocha em Sab Fev 09, 2013 11:59 am

Raio Negro escreveu:O Questão já estava quase pronto. No exato momento em que ajeita seu casaco, ele e Caçadora ouvem no rádio a notícia sobre a morte de Lois Lane. O casal se entreolha tentando assimilar a informação recebida pensar no que fazer.
Victor iria propor iniciar a busca por informações junto aos envolvidos no assassinato da família Bertinelli. Ele sabia que os pais adotivos de Helena haviam sido mortos pela máfia. Esse foi o motivo dela se tornar a Caçadora. No entanto, de posse das informações que ele identificava, era hora de rever essa história a luz dos novos fatos...
Ele tinha certo que a história de Helena e a conspiração extradimensional estavam ligadas, mas temia pela primeira vez descobrir de qual forma.
Victor olha para a jovem e pensa se deverá lhe dizer alguma de suas suspeitas ou apenas lhe dizer que seu primeiro alvo era investigar uma jornalista morta com quem Helena teve contato ao investigar a morte de seus pais: Jessica Sharp.

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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Guima em Qui Fev 14, 2013 1:20 am

Quando a tv noticia a morte de Lois, Questão olha para Caçadora meio que espantado e ela percebe isso em seus olhos...


Ele murmura algo que ela não consegue ouvir... Maldição... Lois Lane acaba de se tornar um efeito colateral do aumento da tensão e violencia que tem acontecido na américa... Isto não é bom... esta "Hypercrise" está prestes a desmoronar as fundações da sociedade vigente. Preciso agir...


Após recuperar do choque ele se aproxima de Helena dizendo A morte de Lois é o estopim do rastilho de polvora, Caçadora. Venha, temos muito o que fazer a partir de agora.

Sage então aperta um botão em seu cinto retirando uma massa que lembrava uma pele. Ele espalha essa pele pelo rosto até cobri-la totalmente para depois acionar um dispositivo que liberava um gás que fixava essa segunda pele em seu rosto. Sage sai de cena dando a vez para o Questão aparecer.


Ele caminha indo em direção ao fundo da sala. Puxando o tapete, ele levanta o assoalho que escondia uma escada secreta que dava para uma garagem no subsolo de sua casa. Nessa garagem havia dois carros de modelo antigo: Um fusca vermelho e um Dodge Dart coupé 1981 azul.
Ele se dirige até a porta do carona e emenda a Caçadora Primeiro as damas ! e logo depois entra no carro e o ronco potente do motor denuncia a ignição.

Saindo da garagem com o possante, Sage comenta Antes de tudo preciso checar algumas informações. É o que todo bom jornalista deveria fazer. O nome Jéssica Sharp lhe é familiar? Pergunta Questão enquanto acelerava seu carro alcançando a autoestrada.


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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Convidado em Sex Fev 15, 2013 12:55 pm

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    Nosso pequeno diálogo cheio de provocações é interrompido por uma notícia que me deixa, no mínimo, curiosa. A voz nos diz que um atentado em Metrópolis acaba de vitimar, dentre outras pessoas, a jornalista Lois Lane. Antes que o homem termine de falar, eu ainda chego a sussurrar para Vic. - Lois...? "aquela" Lois...? Mas Vic nem se mexe, enquanto as informações que chegavam acabavam respondendo a minha dúvida. - Ah. "Aquela" Lois. Como se esse fosse um nome muito comum, diga-se de passagem. Fico tentando absorver o máximo de informação que posso com a notícia, e nem escuto quando Victor, aparentemente, comenta alguma coisa.

    Aí ele parece entrar no modo detetive de novo, me dizendo que temos trabalho a fazer. Ai, cara, porque eu só me envolvo com gente assim? A Dinah disse que tenho dedos ruins, mas nunca pensei que ela estivesse falando sério. - Eu vou me sentir uma completa retardada se ficar te perguntando cada vez que você fala em código. Estopim... tá, deixa eu tentar descobrir sozinha, ok? Vejo sua pressa e apenas acompanho. Até dois minutos atrás, era eu a apressada, e não ele. Aí ele põe a máscara e me leva até seu brinquedinho favorito. Fetiche por carro é algo que eu até compartilho, mas não a esse ponto.

    Vic comenta sobre um nome que eu não ouvia já há algum tempo. Mas era de se esperar que eu quisesse remexer nessa história, acabaria lidando com figuras do passado. - Sim, Sharp é um nome bastante... familiar. Mas não sou muito boa em desenterrar ninguém. Espero que não esteja pensando em ter uma audiência com espíritos ou coisa assim. Automaticamente me lembro da história de Sharp. Suas denúncias sobre a Máfia na TV lhe renderam uma cara coberta de ácido, e logo depois, assassinato. Tudo pelo bem dos negócios. - Primeiro, a morte de Lois, e agora você cita Sharp... qual a ligação dos dois casos e como Lane pode ser o estopim de alguma coisa? Eu irritaria Vic nas próximas horas com dezenas de perguntas. Mas explicar é parte de sua função. Ou ele não teria escolhido esse codinome, né?




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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Leo Rocha em Sex Fev 15, 2013 3:58 pm

Cada vez mais Helena se convencia que andar ao lado de Victor trazia à sua vida mais perguntas que respostas. Ainda mais quando ele se tornava o enigmático Questão. Os dois seguiam no carro e, durante as horas de viagem, a Caçadora lhe coloca várias destas perguntas, sendo respondida de acordo com a conveniência identificada pelo vigilante sem rosto. Quando o carro para a Caçadora nota que eles estão chegando ao centro boêmio da cidade de Nova Orleans, no sudoeste dos EUA. Helena iria ficar admirada com a velocidade da cidade se não soubesse que com o Questão nada era o que parecia, nem mesmo um velho Dodge.
Ela então pergunta o que eles foram fazer lá e ele responde:

Arrow Já ouviu falar em Júlia Sharp? Pois é... Jéssica tinha uma irmã. Que tal entrarmos para tomar um drinque numa dessas casas enquanto você processa as informações que te dei. Estou cansado de dirigir. Que tal aquele lugar: o encantos?

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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Guima em Dom Fev 17, 2013 5:18 pm

Não falo em códigos. As coisas estão bastantes claras ao menos para mim. Responde o Questão quando ele é indagado por Helena. Ela tinha um jeito irritante de irritar, porem ela era necessaria na busca de respostas. Talvez ela agisse assim para esconder seus medos e duvidas... Ela não precisava fazer isso na frente de Sage, os dois se conheciam bem para esse tipo de coisa.

No carro, o Questão sintoniza uma radio pirata chamada "A VOZ"*. O radialista dessa rádio falava sobre teorias das conspirações, lendas urbanas, fatos extraodinarios e escandalos famosos. Sage era um ouvidor assiduo, ele simpatizava com o radialista e gostava de ouvir os fatos narrados por ele... Embora soubesse que a maioria não passava de inverdades, porem algumas eram terrivelmente reais. No programa de hoje a Voz narrava um acidente biologico em Springfield, onde uma empresa espalhou dejetos nucleares em um rio e os peixes sofreram terriveis mutações: alguns criaram patas, outros tres olhos, alguns até podiam voar por pequenas distancias. Verdade? Mentira? O Questão sempe duvidava...

Pare e pense Helena: Não percebeu como tem aumentado conflitos e violencia urbana no mundo ocidental ? Principalmente na América do Norte? Isso é o rastilho de polvora. Vc acha que a morte da Lois é algo isolado? Lois Lane morta em um atentado terrorista ? LOIS LANE ? . Não, não seria isolado nem é. A morte de Lois é o estopim. Agora eu te pergunto, onde estava o protetor de Metropolis no exato momento desse ataque terrorista justo no PLANETA DIARIO ? Alguem atraiu o Superman para fora do seu nicho impedindo-o de salvar sua cidade e sua amada. Ligue os fatos > Lois> Clark Kent> Superman. Superman é o Barril de Polvora. Alguem está tramando uma retaliação por parte da comunidade super heróica. Alguem quer nos desmoralizar...

Ele dá um tempo para que Helena pudesse digerir aquela teoria conspiratória que ele acabara de falar. Para o Questão aquilo era simples, mas para outras pessoas talvez não era. Ele entendia isso, por isso na maioria das vezes era um vigilante que preferia agir sozinho... Com o olhar fixo na estrada ele continua,

Lembra do livro codificado de seu "pai" que vc entregou a Sharp? Desconfio que posso achar mais respostas nele, e acredito que a essa altura do campeonato Sharp conseguiu decodifica-lo. Não, não vamos desenterrar mortos, nem falar com eles. Já ouviu falar em Júlia Sharp? Pois é... Jéssica tinha uma irmã. Que tal entrarmos para tomar um drinque numa dessas casas enquanto você processa as informações que te dei. Estou cansado de dirigir. Que tal aquele lugar: o encantos?

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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Convidado em Ter Fev 19, 2013 10:51 am

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    Preferi até desconsiderar a primeira resposta dada por Sage. Era óbvio que pra ele as coisas estavam claras. Vic nunca teve dificuldade em botar pingos nos i's. Nisso, ele sempre foi bom. O que tornava as teorias do Questão difíceis de serem levadas com maior seriedade por parte de qualquer outra pessoa era a dificuldade que ele tinha em ser claro em suas explicações. Por isso, as pessoas desistiam. Mas eu era teimosa. Herdei isso do meu pai... digo, se as minhas teorias se comprovarem, talvez do outro também. Mesmo assim, enquanto eu olhava pela janela, me peguei pensando em Sharp, no que era recorrente de acontecer a quem se envolvia com a máfia. Eu era parte disso. Se meu pai estivesse vivo, seria eu sua inimiga? Vic não me deu tempo de pensar. Vendo que eu fiquei quieta, ele desatou a falar. Pelo menos, dessa vez, a informação veio mais mastigada.

    Ele tinha deixado naquela rádio esquisita que não toca em tudo que é canto da cidade. A "Voz" me deixava curiosa e ao mesmo tempo temerosa. Existia há muito tempo, e sempre falava sobre teorias, casos e todo tipo de esquisitice. Tinha dias que eu achava divertido. Tinha dias que eu ficava paranóica. Mas eu mal me toquei disso, e sim, no que ele me apresentava. - Atacar Lois Lane pra ferir Superman é óbvio demais. Todos esses dados que você me disse são óbvios demais. Existem teorias que fazem crer que os incidentes internacionais estão aumentando por conta da incidência de heróis que também tem aumentado. É uma escala, infelizmente, natural. A gente só existe porque eles existem, e eles pensam da mesma forma. O que ele falava até fazia sentido. Eu entendia o porquê de justamente ferir o Azulão. Só não compreendia a grandiosidade que Victor propunha. - Pode até não ser isolado, mas até que ponto pode afetar a tal "comunidade heróica", isso sim, é a dúvida, ou você acha que absolutamente todo mundo vai se sentir desmoralizado só porque o Superman perdeu a namorada?

    Namorada. Pelo menos, é o que dizem. Se havia uma conexão maior ao incidente "Planeta Diário", então estava em vias de acontecer. Vic volta a falar sobre eventos e coisas que já estavam enterradas, embora não tão bem assim. - Sim, eu lembro desse livro. Sharp pretendia usá-lo o máximo possível em sua empreitada. Mas... eu não fui a fundo nessa investigação. Não sabia que Jessica tinha uma irmã, e naquela altura dos acontecimentos, eu não usaria a razão. Ainda era inexperiente demais pra me ater a isso. Vic sugeriu que parássemos. Disse que era pra eu absorver as informações, mas tenho certeza que era mais pelo cansaço de quem estava dirigindo. Eu até poderia responder a altura disso, mas me peguei relembrando o caso de Jessica e, agora, sobre como estariam o livro e Julia. O que mais haveria ali? Será que meu pai tinha passado informações tanto da máfia quanto minhas pras Sharp? Por quê? Saímos do carro na direção do "Encantos". - Como a idéia foi sua, você paga a primeira rodada, Sage.




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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Guima em Qua Fev 20, 2013 9:31 pm

É compreensivel. Diz Sage a Caçadora quando a mesma explicou que não sabia que Jéssica tinha uma irmã. Ele encosta o carro numa vaga de estacionamento do "Encantos".

Vic então retira um spray de um dos seus bolsos internos de seu sobretudo. Ele espalha esse Spray sobre sua face sem rosto retirando aquela segunda pele. Ele se volta para Helena e diz Desculpe pela visão desagradavel referindo-se enquanto retirava a Pseudoderme do seu rosto Mas acredito que seria melhor se entrassemos no bar com nossas identidades civis. Chamaria muita atenção a gente entrar num bar a esta hora da noite vestindo nossos alter egos.

*Se precisar, tem roupas civis suas no porta malas do carro. Guardei-as desde a ultima vez em que ... Vic pigarreia mas logo retoma a falar Bom, voce sabe. Espero que ainda sirva.

Sage espera Helena ir se trocar no banheiro feminino que ficava do lado de fora do "encantos" e enquanto isso ele acendia um cigarro e fumava encostado ao capo do motor de seu possante. Vic não era um fumante assiduo, um maço para ele durava por semanas mas mesmo assim ele sabia que fumar era um habito perigoso, porem as vezes a nicotina parecia clarear a mente nublada daquele vigilante obcecado por respostas. Helena parece estar pronta. Eles então decidem entrar.*

No balcão, Victor pede agua mineral com gás e um drinque a escolha de Helena " - Como a idéia foi sua, você paga a primeira rodada, Sage mentalizou ele as palavras ditas por ela a alguns minutos atrás. Quando o balconista trouxe-lhes seus pedidos, Sage o questionou...

O nome Julia Sharp é familiar por esses lados, Barman?

OBS: A parte em asterisco é uma parte que estou levando em consideração que Caçadora não esteja em trajes civis. Caso isso não seja... ignore, mas que ficou interessante ficou rs

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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Convidado em Sex Fev 22, 2013 11:47 am

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    Droga. Eu queria chamar a atenção vestida de Caçadora. Quem sabe uma meia dúzia de meliantes já não se assusta e evita que eu tenha que identificá-los de outra forma? A quem eu quero enganar? É lógico que a história de Victor ficava mais interessante, o que me obrigava a seguir seu método de investigação. Ele tirou a máscara e pediu desculpas pela "visão desagradável". - Como se você nunca tivesse visto eu acordando, né? Comentou sobre as roupas, o que me despertou curiosidade. - "Ainda sirva?" Só não mando você pra onde você merecidamente deveria ir nesse momento, porque provavelmente vou precisar de carona pra sair daqui. Rapidamente me troquei, e deixei o traje dentro do carro. E eu que achava que tinha perdido essa blusinha. Nem quis comentar com ele o porquê dele ter guardado a roupa. Constranger o Questão era algo que eu até fazia bem, mas aquele não era o momento.

    Victor entrava num bar e pedia água. Era quase como entrar num fast food e pedir salada. E pensar que ele disse que não queria chamar a atenção, tsc. O garçom trouxe minha piña colada, mais doce do que o normal, o que me deixou entretida com a bebida por um instante ou dois. À nossa volta, era possível ver todo tipo de gente. Desde executivos que já não estavam mais tão formais, a garotas que os acompanhavam, menos formais ainda, a julgar pelas roupas muito justas e movimentos de mão debaixo das mesas, se é que me compreende. Evito olhar nos olhos do barman pra não parecer curiosa demais a respeito da pergunta de Victor, como se quisesse bancar apenas a acompanhante dele mesmo.

    Esse método de disfarçar e perguntar discretamente até podia funcionar mas, sem dúvida, era muito menos divertido do que puxar o barman pra dentro da área interna do Encantos e arrancar a informação à força, com ameaças de enfiar as rolhas das garrafas em orifícios mais doloridos do sujeito. Mas, fazer o que... lá estou eu, fazendo a carinha mais distraída do mundo, só pra não desagradar o Vic. Já vi esse filme antes.








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Na boa, tô me divertindo muito nesse prólogo. .notes
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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Leo Rocha em Dom Fev 24, 2013 12:20 pm

O barman olha para os dois recém-chegados. O homem pede uma água mineral e a mulher uma pina colada. Ele prepara o drinque e serve as bebidas rapidamente. Os dois heróis podem ver que o barman na verdade é um jovem negro de cerca de 21 anos, porém muito habilidoso em sua função.
No palco do lugar, uma banda toca uma clássico da música norteamericana.




Victor faz a pergunta sobre Júlia Sharp e o barman o olha com uma expressão de curiosidade, respondendo em seguida:

Arrow Um homem que vem a um bar acompanhado de uma mulher procurando por outra... Taí uma coisa que não se vê sempre... Eu não conheço ninguém com esse nome, mas fiquei curioso com a história. Tá afim de contar? Vale mais um drinque por conta da casa. Melhor aceitar antes que a gerente passe por aqui.

Enquanto a conversa fluía, Helena se mantinha atenta ao movimento do local. Homens e mulheres num momento de happy hour buscavam o alívio de um dia puxado através de bebidas, boa música e sexo, se tivessem sorte. O ambiente parecia descontraído e ela pensa que este seria um lugar aonde gostaria de ir para se divertir. É em meio a esse movimento todo que ela nota um homem em pé próximo à porta sozinho. Ele também fingia casualidade, mas o volume em sua jaqueta denotava que ele trazia algo consigo que poderiam ser duas pistolas ou nada de importante, no entanto, ela nunca fora de deixar uma dúvida sem resposta, ainda mais depois de tanto tempo andando junto de um homem que se intitula como "O Questão". Restava apenas decidir qual seria sua linha de ação diante do que via.


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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Guima em Seg Fev 25, 2013 12:55 pm

Estou em busca de um ménage... Responde Questão ironicamente ao Barman, enquanto tamborila os dedos no balcão ao ritmo da musica que tocava no palco...

" A curiosidade está sempre acompanhada pela maledicência".* Filosofa Sage diante do Barman, Não é nada demais, sou apenas um velho amigo procurando por uma amiga há muito tempo não vista... Mas mesmo assim obrigado pelo drinque grátis. Aposto que minha amiga aqui do lado adorou. Complementa Sage apontando para Helena.

Quando a musica acaba ele solta um comentario Não se faz mais musicas como antigamente não é mesmo? ele se vira pra Helena e percebe que a mesma estava olhando para um rapaz proximo a porta.

Hey, eu estava falando com você... e então, o que o rapaz tem de tão interessante assim? Questiona Victor, curioso com Helena...

* Frase de Plauto ou Titus Maccius Plautus, dramaturgo da República Romana, viveu por volta dos anos de 230 a.C. e 180 a.C.

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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Convidado em Seg Fev 25, 2013 6:17 pm

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    Às vezes, acho que Victor tem mesmo um superpoder. Um super poder chamado paciência. Só assim pra estarmos aqui, perdendo tempo com teatrinho pra saber sobre Julia Sharp. Por um instante ou dois, olho na direção do garçom que parece um rapaz esperto demais para pouca idade. Eloquente e ousado, ele logo lança uma frase mais engraçadinha para Victor. Se ele soubesse o quanto o Questão pode ser bom nessa tagarelagem toda... evitaria de ser tão aberto assim. Bebo um gole da minha piña enquanto olho de novo pro local. A música é boa, o ambiente é até divertido, mas eu não consigo tirar os olhos daquele sujeito. O taciturno e sombrio perto da porta. Não era um segurança, embora até tentasse se comportar como um. Usava um casaco relativamente folgado, e pelo seu tamanho, eu jogava entre 85 a 90 kg. Mais de um 1,85.. talvez, 1,90? Ou isso, ou ele está usando salto. Usa um par de costeletas que são muito bregas, embora até que naturais, e tem olhar baixo.

    Outro gole de piña colada. Victor continua distraindo o barman com alguma conversa furada e me aponta. Levanto o copo e sorrio displicentemente. Ainda não entendi exatamente como Vic pretende chegar até Julia se valendo desse lugar. Mas aquele cara na porta ainda me intriga. Tanto que nem me dou conta quando Sage fala sobre a música, que nesse momento, pode até ser boa, mas está começando a me irritar. Pode me chamar de herege: não sou fã de clássicos. Victor volta a requerer minha atenção. Hmm? Que? Minha bebida está abaixo da metade, enquanto evito olhar de novo para o homem, afim de responder meu parceiro. - O que ele tem de interessante? Sombrio, grande, cara de poucos amigos, expressão ameaçadora num bar como esse. É o meu tipo de homem, ué. E dou outra olhadela, só pra encarar novamente Vic a seguir. - Vou entender se você ficar com ciúmes, mas lembre-se que estamos a trabalho, Sage...

    Levanto-me antes de Vic falar qualquer outra coisa e chego perto do barman. Sussurro para que ele leve uma bebida para o estranho perto da porta, com meus cumprimentos, só pra logo depois eu me dirigir ao balcão, onde eu finjo que o interesse nem é tanto assim. Percebo que Victor me observa por um momento, enquanto eu decido adotar a mesma estratégia que ele, só que do meu jeito. Se o que há naqueles bolsos for o que eu imagino, não vai importar qual bebida eu oferecer para aquele cara. No entanto, se ele quiser conversar, nada que duas ou três doses extra-fortes não o façam falar o que eu preciso ouvir.

    Se bem que eu posso ficar sem paciência até lá...



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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Leo Rocha em Qui Fev 28, 2013 4:44 pm

Ouvindo a resposta de Victor, o barman diz:

Arrow Vamos fazer o seguinte: tá aqui o seu drink de água e fica tudo certo sobre essa história que você contou. Afinal, eu nem disse que tinha que ser a versão verdadeira mesmo..

Enquanto ele serve, nota que Victor e Helena começam a conversar sobre um homem que estava na entrada do bar. Ele pensa com seus botões que provavelmente aquele casal está ali afim de apimentar a relação e tem a "confirmação" disso quando Helena pede que ele leve um drinque ao homem. Ele fala com um garçom que vai até lá com o drinque e o oferece.
É possível notar o aborrecimento do homem com a oferta do drink e a recusa em aceitá-lo. Porém, mais do que isso, é possível notar que o homem tem sua atenção atraída por uma mulher que vem da parte dos fundos do lugar. Uma morena de cabelos presos, óculos e lábios sugestivos. Ela veste uma roupa sóbria, mas bonita e se aproxima do bar falando:

Arrow Louis, você não está tentando dar uma de Tom Cruise de novo, não é? Queiram desculpar, mas o Louis fica vendo filmes de bares e depois tenta imitar o jeito deles aqui. É muito falante, mas é ótimo no que faz.

O homem começa a andar rápido na direção do balcão, com as mãos no bolso enquanto a mulher fala. Ele olha para ela e para os convidados e apenas se detém quando vê uma mulher entrar no bar com um belo vestido e olhar vidrado. Instantâneamente, ele saca a arma e dispara na cabeça da mulher, gerando pânico no local. A gerente deixa então escapar em seu desespero a seguinte frase:

Arrow Ai meu Deus! Eles me acharam!

Um grupo de jovens entra pela porta com violência, empurrando aqueles que ainda não tinham conseguido sair e agindo com um comportamento no mínimo duvidoso para um grupo de 6 homens e 4 mulheres bem vestidos, desarmados e na faixa de seus 20 anos. Parecia que a hora de conversas havia passado e que agora a resposta para a questão que se formava passava por uma dose de violência concentrada.

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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Guima em Sex Mar 01, 2013 2:40 pm

Victor resmunga alguma coisa diante da provocação de Helena, por sorte o som ambiente não deixou que ela ouvisse...

Num gole unico ele bebe toda a agua com gás da rodada extra oferecida pelo Barman, a garganta dele havia secado no momento em que viu o homem que a Caçadora estava jogando seu "charme" pra cima dele. Aquele cara fedia encrenca... e Sage sabia que logo logo merda iria voar no ventilador.

Uma bela mulher se aproxima do balcão elogiando o Barman que tinha um nome: Louis. Ela o elogia citando e comparando-o com personagens de filmes banais da decada de 80... Deveria ser a dona do bar ou alguma sócia, pensou Questão consigo mesmo enquanto sorriu amarelo para a moça afim de não deixa-la " no ar".

O que acontece a seguir é muito rapido, o estranho aproxima-se do balcão do bar, ele parecia estar de olho na "dona" mas ao entrar outra mulher pela porta ele vira-se rapidamente sacando uma arma e atirando na mesma... Mal da pra antecipar alguma reação e a mulher cai no chão morta.

Questão puxa Helena para proximo de si rapidamente, como se estivesse tentando protege-la. Na verdade ele precisava de um motivo para toca-la de novo mas ainda preferia enganar a si mesmo mentalizando que fez aquilo por puro instinto de proteção. Sua intuição havia acertado de novo e por um segundo ele perguntou-se se teria a mesma sorte se jogasse nas loterias...

Nisso um grupo de garotos entra no Encantos logo após o disparo... Pareciam ter tendencias violentas e sociopatas, rapidamente Sage os analisa pra ver se encontra algum padrão no grupo... Virando-se para a Caçadora ele ironiza

Então esse é seu tipo de Homem? Que atira primeiro e pergunta depois? Tragico. Não tente nenhuma besteira... ainda!

Sage escuta a "dona do bar" dizer havia sido achada... uma frase simples mas que chamou a atenção de Victor... Atenção essa que ele daria assim que aquela briga de bar que estava prestes a começar, terminasse.

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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Convidado em Seg Mar 04, 2013 6:16 pm

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    Parece que o marasmo que eu tava imaginando que seria isso aqui tinha acabado de acabar. Isso porque, depois da lenga lenga do garçom e da minha péssima iniciativa de um drink com um estranho, minhas suspeitas se confirmaram quando o rapaz demonstrou que era encrenca. Já seria um insulto tremendo ele ter negado meu drink (eu não costumo MESMO pagar drink pra ninguém), mas vir ao balcão só pra atirar em outra pessoa fez o meu sangue ferver. Sinto uma mão me puxar no momento em que pretendia desarmá-lo, só pra me dar conta que se tratava de Sage. Ele ironiza minha frase, o que me obriga a responder apenas com um sorriso maldoso.

    Aí um bando de gente entra no bar, logo depois da mulher que foi morta. Pareciam todos quererem mais encrenca. Felizmente, eu tava disposta a retribuir tudo aquilo. Antes de me soltar de Sage, eu ainda tenho tempo pra uma piadinha. - O que quis dizer com isso? Eu não tento fazer besteira. Eu FAÇO besteira mesmo. E avanço na direção do homem armado. Aparentemente, o único armado ali, o que o tornava a prioridade. Escuto quando a gerente cita que foi achada, e espero que Vic faça algo a respeito disso. Mesmo porque, estou agarrando o braço do homem armado na tentativa de fazê-lo desmunhecar como uma moça. - Você rejeitou meu drink. Eu ficaria MUITO ofendida, mas estou te dando a oportunidade de uma dança. Mas não pego o ponto exato da pressão, e ele acaba apenas chacoalhando o braço, tentando me desequilibrar.

    Aí eu me sinto uma completa amadora. O que me deixa muito p%$@ da vida. Giro o corpo e ao invés de me afastar, empurro a mim mesma e a ele contra o balcão. Além de amolecê-lo, o objetivo é fazê-lo soltar a arma, ou ao menos, manter seu braço apontado para o teto. Isso me dá oportunidade pra um golpe diferencial, e já que estou de costas, nada mais eficiente do que um coice com o salto na região masculina mais sensível que existe. Deus, eu sei que você é mulher, e agradeço por ter feito o ponto fraco masculino tão bem localizado pra um golpe de salto!



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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Leo Rocha em Sex Mar 08, 2013 9:20 am

As coisas pareciam ter mudado de Blues para Heavy Metal em pouco tempo no encantos. O homem com as armas começa a disparar contra os jovens quando Helena se aproxima. Ela tenta desarmá-lo, mas não obtém sucesso. Ela tenta girar o corpo, mas ele reage mais rápido, dando uma cotovelada em sua cabeça que a desequilibra. O homem aproveita o breve tempo para dizer:

Arrow Vá embora! Vocês não sabem no que estão se metendo.

Os jovens conseguem entrar no bar e impedir a saída de quem mais tentasse alcançar a porta. Restavam no salão além deles, Victor, Helena, o atirador, Louis, a gerente e um casal de clientes idosos e apavorados. Louis pega uma calibre 12 de cano serrado que estava debaixo do balcão e diz:

Arrow Podem até ter te achado, mas ninguém vei te levar!

Ele começa a atirar na direção dos jovens. Consegue acertar o braço de um dos rapazes, que caí com o impacto. Porém, mesmo sem um braço o jovem salta sobre o balcão e agarra o pescoço de Louis, apertando-o até quebrar. A gerente grita de desespero ao ver o amigo ser morto e corre na direção dos fundos do bar, sendo interceptada por um dos casais de jovens adulterados.
Dois dos homens se lançam na direção do casal de idosos, enquanto os demais tentam se aproximar do misterioso atirador e Caçadora. O rapaz que perdeu o braço, após largar o corpo de Louis se volta para Victor dizendo:

Arrow Vocês não passam de casca e gado.

O homem esboça um sorriso macabro enquanto parte para cima de Victor.


Última edição por Raio Negro em Sex Mar 08, 2013 2:30 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Guima em Sex Mar 08, 2013 1:58 pm

Vic Sage ve a Caçadora levar uma cotovelada do maluco armado que agora vestia um pano por cima do rosto que lembrava uma mascara. A atitude dele o enraiveceu, porem Sage foi interrompido no momento em que Louis sacou um calibe 12 de cano serrado e iniciou varios disparos contra aqueles jovens violentos...

Sage recua e percebe que um casal de idosos está acuado e apavorado, rapidamente ele arremessa um dos bancos do balcão contra a janela estilhaçando o vidro e vocifera Voces agora tem uma saida de emergercia, façam bom uso dela

Depois disso, Vic ve Loius morrer nas mãos de um dos jovens em que ele tinha atirado, o impressionante era que mesmo sem braço o rapaz matou o garçom com uma das mãos, provando que ele não era humano... O rapaz agora voltou sua atenção para Sage dizendo-lhe que não passavam de "casca e gado".

Esse cara não é humano... provavelmente algum alien, principalmente depois de referir a nos como casca e gado... Seria um marciano? Improvavel... Traktorianos? Muito provavelmente...

O rapaz parte pra cima de Sage que rapidamente, avista um copo de whisky cheio no balcão...ele se lança em direção ao copo e esticando seu braço o agarra para depois jogar o liquido alcoolico no mesmo. Sage então retira seu isqueiro do bolso, o mesmo que havia usado pra acender um cigarro antes de entrar no bar e acendendo-o diz

E voce não passará de chamas e cinzas...
Dito isso, Vic lança o isqueiro no rapaz, incendiando-o.

PS: Quem é leitor da extinta dragão brasil ou ja jogou invasão sabe da raça alienigena citada da qual grifei rs

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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Convidado em Sex Mar 08, 2013 4:14 pm

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    Adoro brigas de bar. Existe toda uma atmosfera impossível de criar em qualquer outro ambiente, seja pela dezena de coisas quebráveis, seja pela adrenalina misturada com álcool correndo pelas veias, seja pela violência que faz com que eu descarregue minha tensão contra um bando de marginais. Ok, pode me achar louca por gostar disso, mas eu não sou uma garota comum. Afinal, uma garota comum não se lançaria contra um homem armado duas vezes mais forte enquanto ele dispara mortalmente contra todo mundo. Não. Normalmente ela se esconderia e gritaria horrorizada, mas quando eu tomo uma cotovelada que me faz ver estrelas em um ambiente fechado, tudo que posso sentir é mais raiva.

    E aí, eu não sei como acontece, a raiva se manifesta de duas formas. Tem vezes em que eu perco o foco, e isso significa uma surra daquelas. Mas em outras ocasiões, a mente clareia pra eu perceber que tô fazendo tudo errado, e uma metodologia eficiente, mas doentia, toma conta de mim. Vejo quando Victor quebra uma das janelas num belo arremesso de banco, dando oportunidade do casal de idosos fugir, ou pelo menos, tentar. É tempo de eu levantar da ridícula posição de joelhos que eu me encontrava. Mal escuto quando o cara armado fala alguma coisa sobre nos mandar embora. Eu queria muito socar a cara dele, mas com os sons dos disparos de Louis, a coisa muda de figura. Mesmo porque, é humanamente impossível tomar um tiro, perder um braço e ainda assim, avançar e matar alguém.

    Ok, mudança de prioridade! Esses caras não são brincadeira, e enquanto o sujeito armado estiver atirando neles, talvez eu possa me aproveitar disso. Enquanto eles avançam, subo no balcão. Um clarão mostra que Vic não está pra brincadeira, e me dá a liberdade que preciso. Antes de saltar de cima do balcão contra nossos atacantes, eu agarro uma garrafa de vodka. Aterriso primeiro com os pés, só pra atordoá-lo e a seguir quebrar a garrafa na cara do infeliz. O que resta do vidro fica na minha mão só por um segundo, tempo o suficiente pra eu lançar o vidro pontiagudo contra o rosto do outro. - Preciso admitir, Sage. Você sabe mesmo como divertir uma garota!



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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Leo Rocha em Seg Mar 11, 2013 7:30 pm

O bar Encantos já teve dias difíceis, mas nenhum como o de hoje, quando um grupo de jovens iniciou combate a um misterioso homem. No meio do combate o casal, digo, a dupla de heróis Victor Sage e Helena Bertinelli, também conhecidos como Questão e Caçadora.
O casal de idosos saltava pela janela quando Victor viu Louis tombar com o pescoço quebrado. Usando seus reflexos bem treinados, ele taca fogo no rosto do assassino do Barman. Enquanto o rosto pega fogo, Victor pode distinguir uma forma azul por trás da pele. O ser cai em cima de algumas garrafas que se encontravam no bar, aumentando o fogo.
Helena levanta irritada com o golpe que levou, mas ao mesmo tempo se sentindo afiada o suficiente para provocar grande estrago naqueles que trouxeram terror ao lugar. Em sua mente, jurava que se acertaria com o atirador depois. Ela aproveita que o atirador cumpre seu trabalho com maestria e faz uma manobra onde salta no balcão, alcançando uma garrafa de vodka e saltando em cima de um dos jovens e quebrando a garrafa em sua cabeça. Ela ganha tempo suficiente para acertar o caco que restava em sua mão no rosto de uma das mulheres.
Um grito os lembra da gerente do bar, que tentou fugir, mas foi encurralada pelo casal. O atirador se vira para onde eles estão e dispara no pescoço do homem, em seguida acertando a cabeça. A mulher corre com a gerente para os fundos, levando aquela que a esta altura Victor acreditava ser a mulher que procuravam.
O atirador se vira para os heróis e diz:

Arrow A gente pode ficar aqui brincando com eles o dia todo ou ir atrás da mulher. Eu dou cobertura pra vocês. Tentem não deixar que a levem.

Ele mete a mão no bolso e tira uma máscara. Ele a coloca e, ao colocar, grita para os seres:

Arrow Vocês dizem não saber diferenciar quem nós somos. Pois então, vejam se lembram desta máscara, esse é o rosto que jurou acabar com a raça de vocês. E é isso que eu vou fazer agora!



Uma granada. Ele saca uma granada e olha para o casal. Ele atira com uma das mãos enquanto leva a granada à boca com a outra e retira o pino. Mais alguns tiros e ele lança a granada, correndo para os fundos do lugar a tempo de se esquivar da explosão que encerrou a pendenga.
Do lado de fora do restaurante, a jovem corre para o estacionamento acompanhada involuntariamente pela gerente do bar. Um carro estaciona na frente das duas e um homem salta correndo, enquanto outro permanece na direção. Os heróis estavam a um triz de perder a pista sobre a origem de Helena e mais...

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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Guima em Qua Mar 13, 2013 1:36 pm

Os olhos de Victor brilhavam enquanto ele encarava aquele ser que ardia em chamas. Uma sensação de vitória primal enchia seu peito... As vezes Victor esquecia o quanto era viciado no caos que a violencia proporcionava, ele sempre fora comedido em suas ações e de uma certa forma tentava racionalizar tudo para chegar as respostas por qual ele sempre fora fascinado. Em seu treinamento com Richard Deagon, o mesmo sempre dizia que o que motivava Sage era sua busca insaciavel por questões e respostas, enquanto que Lady Shiva já achava que ele era motivado pela violencia... Talvez os dois estivessem certos, Sage era como o Yin e o Yang, uma dualidade que ansiava pelo equilibrio: O Zen e Arte da Violencia.

Mas esse não era o momento para filosofias. A contemplação de Sage é quebrada quando o louco das armas ordena que Helena e ele vão atras da mulher que era gerente do bar. A essa altura Sage desconfiava que ela podia ser Julia Sharp.


Não pense que o fato de voce estar portando automaticas lhe dá o direito de dar ordens a nós. Assim que essa "festa" acabar tenho detalhes a acertar contigo. Respondeu Vic com uma frieza seca para o estranho.

Vic Sage corre rapidamente perseguindo a gerente do bar, até que um carro do lado de fora estaciona proxima a ele e sua perseguidora, dois homens saem do carro mas não é possivel dizer se eles são aliados ou inimigos dela. Vic então grita Julia Sharp !!afim de saber se ela era mesma. Se fosse a moça ia parar eolhar pra tras dando tempo de Sage alcançá-la...

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Re: Prólogo 8: O futuro em Questão

Mensagem  Convidado em Sex Mar 15, 2013 1:40 pm

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    Pra falar a verdade, naquele momento, eu sentia falta da minha capa e do uniforme. Pra falar a verdade, eu sentia falta mesmo era da besta. Quase uma saudade, por assim dizer. Eu me levantei enquanto atirador tentava limpar a área e me dei conta do grito da tal gerente. Agora, ela confirmava que tinha mesmo culpa no cartório. O sujeitão bota uma máscara logo depois de praticamente mandar a gente correr atrás da mulher. Tudo bem, era o plano original, mas ele parecia confiar em nós dois, indiretamente, pra ajudá-lo. A máscara denuncia que ele talvez não seja humano, apesar das armas. E pelo jeito, ele poderia saber que não éramos meros frequentadores de bar. Assim que vejo a granada, entendo.

    Vic ainda tenta argumentar que não queria receber ordens. Pfft! Não é hora para orgulho, Sage! - Se não obedece as dele, obedece a minha. FORA DAQUI AGORA! Não demorou pra gente sair do bar pelos fundos e encontrar a gerente sendo levada por uma mulher. Victor grita pelo nome de Julia Sharp, mas eu nem paro pra ver reação alguma. O Questão achava que aquela mulher era a própria irmã de Jessica, e seria muita sorte se aquilo se confirmasse. Sem ter nada pra atirar, eu só consigo me xingar por não ter a p%$#@ da besta aqui comigo nesse momento. Minhas mãos sangram, mas os cacos de vidro maiores eu já arremessei lá atrás. A explosão lá atrás denuncia que seja lá o que forem aquelas coisas, agora não passam de churrasco.

    A idéia de Vic era ter um segundo ou dois para deter a fuga daquela mulher, que levava talvez a única pessoa que soubesse mais sobre mim do que eu mesma. Eu não podia deixar a oportunidade e nem aquela mulher escaparem. Assim que o homem saltou pra fora do carro, eu saltei contra ele. Dessa vez, tentava fazer valer os saltos da bota com força suficiente pra perfurar seu peito. Eu não tinha mais porquê me conter, então o recomendável era agir com toda a força letal que eu dispusesse. Esperava que Victor entendesse o recado e alcançasse as duas fujonas, assim como esperava que aquele cara armado fosse sagaz o suficiente pra impedir aquele carro de partir.

    Mas é f&^%@ ter que confiar nos outros.



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