Prólogo 7: A caçada na Terra

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A caçada na Terra

Mensagem  Convidado em Sex Abr 05, 2013 1:13 am

Hnf.
Espero que o Gladiador Dourado consiga alcançar o Libra, mas mesmo se não conseguir é obvio que uma vida é mais importante do que qualquer coisa que oode estar naquela caixa.
Não tenho mais tempo á perder, voo com toda a minha velocidade em direção ao objeto voador.
Vou entrar com tudo, sem dar chance aos soldados, atacarei com uma dose não letal mas muito potente com raios dos meus olhos, isso, se eu conseguir entrar na nave rompendo seu casco através da velocidade que estou impondo.
Se conseguir entrar, a nave estará desestabilizada e será mais fácil derrubar todos com raios.
Obtendo sucesso, verei porque essa mulher estava tão assustada...

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Re: Prólogo 7: A caçada na Terra

Mensagem  Leo Rocha em Dom Abr 07, 2013 9:07 pm

Azul e Dourado:

Após atacar e atingir boa parte dos homens presentes no galpão, Michael parte para cima de Jaime, pensando que esse fosse um vilão que estivesse utilizando a alcunha do Besouro Azul. Ainda sentido a rajada dada pelo Gladiador, o novo Besouro Azul lutou com seu simbionte até conseguir mostrar sua face ao herói. Vendo que o Gladiador recuara ao ver a identidade do novo Besouro Azul, o jovem pede que ele o ajude.
Enquanto os dois conversam, um dos homens faz contato com seu líder dizendo:

Arrow A operação foi comprometida. Um grupo conseguiu sair com a carga, mas temos muitas baixas. Vou iniciar o protocolo de segurança.

Ele aperta um botão em seu punho e as armaduras começam a apitar. Ele então sai correndo do galpão, enquanto o som do apito vai ficando cada vez mais forte. Em pouco mais de 30 segundos as armaduras explodem, deixando pouco mais do que ruínas em chamas no galpão.

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Re: Prólogo 7: A caçada na Terra

Mensagem  Leo Rocha em Dom Abr 07, 2013 9:26 pm

Verde:

Jonzz consegue interceptar o veículo e o invade forçando um rombo no casco. Lá dentro, consegue acertar um dos homens. Porém, outro deles, o acerta com a mesma arma que teria atingido a mulher. Ele sente tontura e perda da concentração. Se a rajada fosse mais concentrada, ele teria desmaiado como Vodu. Apesar de tonto, ele ainda se encontra em condições de combate e precisará de concentração para enfrentar os dois homens que avançam em sua direção.
Haviam ainda na nave, mais dois homens guardando a mulher e um piloto.

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A CAÇADA NA TERRA

Mensagem  Convidado em Seg Abr 08, 2013 8:32 am

Maldição!
Achei que com uma entrada violenta seria "mais fácil" pra derrubar esses soldados. Mas eles são muito bem treinados, vou ter que pegar mais pesado dessa vez.
O soldado da esquerda que se aproxima está de posse da arma que quase me nocauteou, tenho que tirar essa vantagem deles.
Como estou tonto, não vou conseguir me concentrar á tempo para usar meus "dons" de telepatia, está na hora de colocar em prática o que Bruce me ensinou.


Batman Olhe em volta, tudo pode ser usado, seja como arma, escudo ou pra confundir o adversário. - disse Bruce.

Pelo tamanho da nave, eram pra ter mais soldados na escolta da mulher, mais como houve o incidente com o Gladiador Dourado, somente seis estão na escolta, por isso vejo que em um painel próximo á mim, há alguns equipamentos que parecem ser armaduras e armas lasers.
Avanço imediatamente, quebro o vidro e pego uma dessas armas, e antes que vejo a posição dos dois que se aproximam, rolo no chão e me ponho em posição de tiro esperando poder pegar os dois de surpresa, já que acho que eles não esperavam por isso.
Torço pra que a arma, seja uma arma e esteja carregada, senão estarei "em maus lençóis".
Se a arma estiver carregada e eu tiver acertado os dois, vou pegar a arma da mão do soldado que me acertou anteriormente e mirar na cabeça do piloto dizendo:


Libertem a mulher ou vou atirar na cabeça do piloto e com certeza todos morreremos na queda.

Torço pra que acreditem no meu blefe, mas mesmo se não acreditarem, já estarei recuperado o suficiente para ficar intangível e me aproximar dos dois que estão com a mulher e colocar minhas mãos num ponto próximo ao seus cérebros, num local que seja o suficiente para desmaiá-los.

Aí ficará restando apenas o piloto...

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Re: Prólogo 7: A caçada na Terra

Mensagem  Scorpion em Qua Abr 10, 2013 12:55 am

Gladiador já estava pronto para seguir o combate quando a máscara daquele misterioso ser se abriu e revelou que Jaime estava usando aquele traje.
GD: JAIME!?!? Como foi que...? Isso é aquele negócio que se pregou nas suas costas?!
Jaime clamava pela ajuda do Gladiador Dourado e ele mal pôde prestar atenção no que acontecia à sua volta. Quando as armaduras começaram a explodir, Michael teve apenas tempo de gerar um campo de força ao redor dos dois.
GD: CUIDADO!!!
O campo deveria ser suficientemente forte para proteger ambos.
GD: Você tá legal? Fique calmo... vou dar um jeito de tirar esse treco de você, cara. Tudo o que temos de fazer é achar o Caçador de Marte, mas antes... precisamos pegar o cara que fugiu. Você já aprendeu a voar ou precisa de mais prática?
Se fosse o caso, Michael ajudaria o Besouro a voar, mas aquilo dificilmente seria necessário.
Eles iriam atrás do cara que explodiu tudo para obter umas respostas. Enquanto isso, Michael tornava a contatar o Caçador de Marte pelo comunicador. O que poderia ser tão importante que faria o Caçador ignorar o pedido de socorro do jovem latino?

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Re: Prólogo 7: A caçada na Terra

Mensagem  Leo Rocha em Qui Abr 11, 2013 4:51 pm

Verde:

Jonzz ainda se encontrava tonto, mas não o suficiente para não perceber que havia um pequeno arsenal na nave. Ele salta se jogando contra o vidro que protegia as armas e pega a primeira que encontra. Vendo a ação, os dois soldados que iam ao seu encontro abrem fogo contra ele. Jonzz rola pelo chão e começa a disparar, acertando os dois e se apossando da arma que quase o desmaiou antes. Ele nota os dois que escoltavam Vodu se aproximando com armas em punho e aponta a sua arma para o piloto dizendo:

Arrow Libertem a mulher ou vou atirar na cabeça do piloto e com certeza todos morreremos na queda.

Os dois soldados se olham e, quase que ao mesmo tempo, disparam contra Jonzz e o piloto. Rapidamente o marciano fica intangível e os desmaia com um golpe direto nos cérebros. Porém, ao se virar para ver o piloto, percebe que este se encontra sangrando. Um tiro havia o acertado na barriga. O homem ainda se esforçava para pousar a nave, mas pouco conseguia manter de controle sobre o veículo. Com muito esforço, ele joga a nave contra uma banca de jornal numa esquina próxima. O veículo estava bem avariado e o homem também.
Jonzz se encontrava bem e tentava identificar se haviam mais vítimas da queda quando ouviu a explosão no galpão. Ele se preocupou com o Gladiador Dourado e sentiu vontade de ir até lá para ver se o amigo estava bem, porém, antes mesmo de pensar em usar o comunicador, lembrou da mulher que havia começado tudo e a procurou na nave, encontrando-a ainda desmaiada.
Ele respirou aliviado ao saber que seus sinais vitais ainda estavam ali e mais ainda ao ver que ela acordava:

Arrow Você... Você conseguiu impedir que me levassem. Mas eles não vão desistir...

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Re: Prólogo 7: A caçada na Terra

Mensagem  Phelipe Peregrino em Sex Abr 12, 2013 12:12 am

Gladiador Dourado: JAIME!?!?

Jaime: É isso que eu tava tentando te dizer!

Gladiador Dourado: Como foi que...? Isso é aquele negócio que se pregou nas suas costas?!

Jaime: Só pode, ser! Eu--

Khaji-Da: Atenção! - Meu rosto é imediatamente encoberto pela máscara novamente, e minha visão é tomada pelo tom azul-amerelado anteror com dados e textos pipocando por toda parte. - Disparo de Projétil detectado.

Gladiador Dourado: CUIDADO! - Ele expandiu um campo de energia ao nosso redor. O campo oscilava na minha frente e os calculos do traje na minha frente mostravam dados que eu, honestamente, não fazia ideia do que queriam dizer. - Você tá legal? Fique calmo... Vou dar um jeito de tirar esse treco de você, cara. Tudo o que temos de fazer é achar o Caçador de Marte, mas antes... precisamos pegar o cara que fugiu. Você já aprendeu a voar ou precisa de mais prática?

Besouro Azul: Eu nem sei como eu fiz isso antes-- Asas se abrem às minhas costas. - Isso é demais!

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A CAÇADA NA TERRA

Mensagem  Convidado em Ter Abr 16, 2013 10:22 am

Os dois soldados se olham e, quase que ao mesmo tempo, disparam contra Jonzz e o piloto. Rapidamente o marciano fica intangível e os desmaia com um golpe direto nos cérebros. Porém, ao se virar para ver o piloto, percebe que este se encontra sangrando. Um tiro havia o acertado na barriga. O homem ainda se esforçava para pousar a nave, mas pouco conseguia manter de controle sobre o veículo. Com muito esforço, ele joga a nave contra uma banca de jornal numa esquina próxima. O veículo estava bem avariado e o homem também.
Jonzz se encontrava bem e tentava identificar se haviam mais vítimas da queda quando ouviu a explosão no galpão. Ele se preocupou com o Gladiador Dourado e sentiu vontade de ir até lá para ver se o amigo estava bem, porém, antes mesmo de pensar em usar o comunicador, lembrou da mulher que havia começado tudo e a procurou na nave, encontrando-a ainda desmaiada.
Ele respirou aliviado ao saber que seus sinais vitais ainda estavam ali e mais ainda ao ver que ela acordava:

Você... Você conseguiu impedir que me levassem. Mas eles não vão desistir...

Essa mulher é incrivelmente bela, não via uma beleza assim faz muito tempo, apesar de sua pele ser parcialmente coberta por um outro tipo de pele. Bem, isso vindo de mim soa até estranho.

alien Fico feliz em saber que você está bem, mas precisamos ir ajudar uma amigo, porque sem ele, eu não poderia ter salvo você, e pela explosão que ouvimos, ele deve estar precisando de uma mão. Se você estiver em condições, toda ajuda é bem vinda, e como você mesmo disse, se eles não vão desistir, vamos sair daqui antes que mais soldados cheguem.
E antes de irmos, qual seu nome?


Jonnz torce pra que a mulher esteja em condições de ajudar, isso seria um bom sinal de que ela está bem, mas ele sente que a preocupação não é apenas pra que ela possa ajudar, tem algo mais nisso, mas agora não seria hora de pensar nisso.

Jonnz pega o comunicador e diz:

alien Michael, como estão as coisas por aí, conseguiu alcançar o Libra? Estou á caminho, chegarei em dois ou três minutos...

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Re: Prólogo 7: A caçada na Terra

Mensagem  Leo Rocha em Ter Abr 16, 2013 11:35 am

A mulher olha para Jonzz e diz:

Arrow Me chame de Vodu.

Em seguida, ela fecha novamente os olhos. Parecia bem, mas enfraquecida. Talvez após uma noite de sono pudesse lhe dar mais informações. Ele então empreendeu vôo até o ponto em que o Gladiador e o Besouro estavam. Após a explosão, eles foram a única coisa que sobrou no armazém, graças ao campo de força do Gladiador.
Após o reencontro, os três conversariam por alguns instantes. O tempo para a polícia e os bombeiros chegarem ao local e depois rumariam para algum lugar onde possam conversar e descansar. Um dos esconderijos da Liga ou de algum deles.

************************************
Na manhã seguinte, os heróis se reuniriam novamente para rever as ações do dia anterior e pensar estratégias a partir do que ocorreu. Havia várias perguntas no ar: o que estava ocorrendo com Jayme? Quem era a misteriosa Vodu? Porque estavam atrás dela? Quem eram os homens atrás dela? O que era caixa que Libra levou?
Enquanto pensavam nas perguntas, os heróis tomavam o café da manhã, olhando para a mulher que dormia profundamente. Gladiador decide ligar um dos monitores para preencher o lugar com um pouco de barulho, porém as informações que chegam por ele são mais explosivas do que ele esperava:

"Heróis e terroristas iniciam confronto no funeral de Lois Lane"

Eles ainda absorviam a informação quando a mulher acordou gritando:

Arrow Não! Por favor, chega de experimentos!

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Re: Prólogo 7: A caçada na Terra

Mensagem  Scorpion em Sex Abr 19, 2013 11:33 am

Ver a empolgação de Jaime deixou o Gladiador preocupado. Infelizmente, ele não conseguiu demonstrar a sua preocupação amigavelmente e acabou se exaltando.
Gladiador: Não, Jaime, isso não é legal! Os últimos caras que se disfarçaram de insetos azuis tiveram destinos trágicos! O último teve... o último teve a cabeça cortada por um demônio! Você é um garoto, Jaime... só um garoto. Você devia estar preocupado em passar de ano, ir pra faculdade, namorar uma líder de torcida. Isso aqui... - disse Gladiador pegando no traje de Jaime - Isso aqui vai impedir que tudo isso aconteça! Eu também achava que ser um herói era "maneiro" e que iam chover garotas e grana, mas não! É só sacrifício, dor e perda. Isso não é mais sobre o que você pode ganhar, mas sim sobre o quanto aguenta perder. Sua família vai sofrer com isso, seus amigos, as pessoas que você ama... não, Jaime... isso não é legal! Vou arrancar essa roupa de ti, nem que seja com os dentes.
Dizendo isso, o Gladiador respirou, meneou a cabeça e vendo que os heróis precisavam descansar e se reunir, Michael sugeriu que fossem para a sua nova casa. Ele falou com Jaime e logo comunicou Ajax pelo comunicador.
Gladiador: Nós não podemos ficar aqui. Eu tenho uma casa em Metrópolis... na verdade tá mais pra uma mansão. Nós podemos nos abrigar ali, esfriar a cabeça e descobrir como tudo isso tá acontecendo. Ajax, nós estamos indo para a minha mansão. Quando puder, nos encontre lá. Acho que é o melhor lugar pra começar a procurar respostas, afinal, Ted guardou as coisas de Dan Garret lá. Pode ser que as respostas para nossas perguntas esteja lá.
Dizendo isso, Michael guiou o longo caminho para casa.

Chegando lá, Michael mostrou a mansão à Jaime. Ele guiou o garoto até uma grande suíte e abriu a porta para ele.
Gladiador: Pode ficar nesse quarto, Jaime. Tem tv e banheiro aí. Qualquer coisa que você precise, pode pegar na geladeira ou na despensa. Ficam no andar de baixo. Bem... Boa noite.
Dizendo isso, Gladiador se retirou.
Entretanto, Michael não conseguiu dormir. Ele passou a noite namorando uma garrafa de whiskey e olhando slides da LJI. Tora, Bia, Guy, Marvel... Ted.
Gladiador: Droga, Ted... o que você tá querendo me dizer com isso? Porque esse garoto? Porque...?
A saudade do amigo quase fez Gladiador chorar. Mas agora não era mais tempo para lágrimas e sim para batalhas. Michael sabia que, de uma forma ou outra, voltaria a ver o amigo. Skeets trabalhava com afinco investindo em pesquisas de viagem no tempo. O pequeno robô era apto a consertar a máquina de Rip Hunter, então, seria apto a montar uma. Tudo o que precisava era investir na pesquisa dos materiais necessários...
Michael então pegou a garrafa de whiskey e levou ao quarto de Jaime. Ele bateu na porta e entrou assim que o moleque sonado abriu. Gladiador não estava bêbado, mas estava sereno. Mais do que o de costume. Ele sentou-se ao lado do garoto e puxou o papo.
Gladiador: Queria te pedir desculpas por hoje, Jaime... O que tá acontecendo não é sua culpa... é minha. Se eu não tivesse fuçado as coisas do Ted, você taria em casa agora. Quero que você entenda isso...
Michael puxou um porta retratos de uma foto do Gladiador e do Besouro.
Gladiador: O nome dele era Ted Kord... ele foi o meu melhor amigo desde que cheguei à essa época. Sempre estávamos juntos e nossa amizade ultrapassava o lance de herói. Éramos amigos de verdade, pro que der e vier. Mas há pouco tempo, ele foi comigo e com a Liga para o Inferno, resolver um problema... e graças a uma tentativa minha de ser um herói, ele teve uma morte horrível. Não tem um dia que eu não pense nele, cara. Depois que isso aconteceu, eu jurei ajeitar a minha postura, fazer a morte dele não ter sido em vão e... fazer com que ele tivesse orgulho de mim. Só que quanto mais eu tento, mais parece que eu melo a vara. O que eu sinto mais falta são dos planos idiotas dele e dos Bwa-Ha-Has...
Ele então soltou o porta retratos.
Gladiador: Eu não vou mentir... Não sou favor de que você fique usando esse traje e tente bancar o herói. Não que eu duvide de sua capacidade ou de seu espírito... é só que eu já tive a morte de um amigo nas minhas mãos. Não posso ter a sua também. Mas se você quiser fazer isso, eu não posso te impedir. Cada um faz as escolhas que quer e arca com elas. Se escolher ficar com o escaravelho, vai colocar sua família e amigos em perigo. Bem...

Gladiador derramou o copo de água da cabeceira de Jaime no chão e colocou uma dose de whiskey pro garoto. Depois, colocou uma para si e fez menção de um brinde.
Gladiador: Bom, se você pode combater vilões, você pode beber whiskey. Mas se vamos fazer isso, vamos fazer isso direito! Não vou deixar tu sair por aí escolhendo as suas batalhas como uma criança numa loja de brinquedos. Você vai ter que ouvir a minha experiência e dos outros heróis, entendeu?
Bebendo a dose, Gladiador lembrou-se.
Gladiador: Ah! Já ia me esquecendo! Jaime é um nome meio assim pra um herói. Imagine "Olhem, é o Jaime! Estamos salvos!" Não dá, não pega legal! Temos que pensar num nome de herói pra você... e a lição numero 1 é isso: Identidade Secreta é a coisa mais importante prum herói. É o que garante que os vilões não vão atrás da sua família pra te atingir. Eu pensei aqui comigo... O que você acharia de usar o nome antigo do Ted pra honrá-lo. Você é um dos moleques mais corajosos que já conheci e tem um bom coração. Acho que Ted ficaria orgulhoso de ter você como seu sucessor. O que você acha de ser... o NOVO BESOURO AZUL?

Na manhã seguinte, os heróis tomavam café no salão de jantar.
Gladiador observa a mulher que Ajax trouxe. Ele alisa o cabelo dela, tirando-o da frente do rosto.
Gladiador: Nossa! Ela... ela é linda...
Ele então liga os monitores e vê o que se passa na TV.
Gladiador: Caras, vocês precisam ver isso!
É quando a mulher perto dele começa a gritar.
Gladiador core em seu socorro, segurando suas mãos.
Gladiador: Moça! Calma, calma! Você estava tendo um pesadelo! Você está entre amigos... ninguém vai fazer experimentos com você aqui. Você está segura. Fique calma. Ninguém fará mal a você aqui, eu prometo.
Se a mulher se acalmasse, ele continuaria.
Gladiador: Agora... que tal você começar me dizendo seu nome e quem fez isso com você?

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Re: Prólogo 7: A caçada na Terra

Mensagem  Convidado em Sex Abr 19, 2013 12:41 pm

Na manhã seguinte, os heróis tomavam café no salão de jantar.
Gladiador observa a mulher que Ajax trouxe. Ele alisa o cabelo dela, tirando-o da frente do rosto.
Gladiador: Nossa! Ela... ela é linda...
Muito Linda - pensa Ajax - Mas é uma beleza fora dos padrões humanos, e porque eu não consigo ficar totalmente concentrado quando estou perto dela?...
Ele então liga os monitores e vê o que se passa na TV.
Gladiador: Caras, vocês precisam ver isso!
"Heróis e terroristas iniciam confronto no funeral de Lois Lane"
É quando a mulher perto dele começa a gritar.
Gladiador core em seu socorro, segurando suas mãos.
Ajax estranhamente se incomoda quando vê o Gladiador segurar as mãos de Vodu, mas a notícia o deixa muito mais perturbado. Lois Laine está morta? Como isso pode acontecer? O que essa tragédia poderá fazer com Clark?...
Gladiador: Moça! Calma, calma! Você estava tendo um pesadelo! Você está entre amigos... ninguém vai fazer experimentos com você aqui. Você está segura. Fique calma. Ninguém fará mal a você aqui, eu prometo.
Se a mulher se acalmasse, ele continuaria.
Gladiador: Agora... que tal você começar me dizendo seu nome e quem fez isso com você?
Ajax o interrompe:
alien O nome dela é Vodu, Gladiador, deixe-me acalmá-la.

****
Ajax se comunica telepaticamente com Vodu, impedindo que Jaime e Michael ouçam qualquer coisa, e nota que isso incomoda principalmente Michael...

Mesmo para um poderoso telepata como Jonn, ele se esforça ao máximo para entender tudo que está acontecendo, a morte de Lois, essa mulher Vodu, o escaravelho que não é confiável... Jonn não quer, mas sabe que está na hora de contactar alguns de seus velhos amigos da Liga. Ele também tem que voltar pra Sociedade dos Vilões pra obter mais informações sobre tudo que está acontecendo...



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Re: Prólogo 7: A caçada na Terra

Mensagem  Scorpion em Sex Abr 19, 2013 5:10 pm

Gladiador cutuca o ombro de Ajax.
Gladiador: Ei, verdão... Tu não tá esquecendo de ajudar o garoto ali que tá comendo Sucrilhos?

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Re: Prólogo 7: A caçada na Terra

Mensagem  Phelipe Peregrino em Sab Abr 20, 2013 6:19 pm

Gladiador Dourado: Não, Jaime, isso não é legal!

O Gladiador parecia visivelmente preocupado, embora eu não soubesse bem o que estava acontecendo nem o que poderia tê-lo preocupado tanto. Eu estava em um universo completamente novo. Tirado da minha rotina de tentativas embaraçosas de chamar a atenção da garota que gosto e de sobreviver com o menor número possível de sequelas ao campo de concentração nazista que chamo de Escola. Mas ali, na minha frente, aquele herói que eu já tinha até perdido a conta de quantas vezes tinha visto em comerciais, e que tinha sido eliminado com recorde de rejeição no último Big Brother jogava no meu colo uma série de preocupações pelas quais nem tinham passado pela minha cabeça.

Gladiador Dourado: Vou arrancar essa roupa de ti, nem que seja com os dentes.

Meu coração palpitou acelerado e senti medo do que o futuro reservava. Acreditava no Gladiador, só dios sabe porque, mas sabia que ele faria de tudo para tentar. Mas, também sabia, de alguma forma, que não havia mais volta. Talvez fosse aquela voz na minha cabeça que se auto-nomeava "Khaji-Da" e que insistia em me mandar matar tudo e todos, mas tinha certeza que, agora, era para sempre.

Besouro Azul: Eu... Eu acredito em você, Gladiador.

Gladiador Dourado: Nós não podemos ficar aqui. Eu tenho uma casa em Metrópolis...

Só depois que ele falou que me dei conta de que estava exausto. Tinha sido um dia longo e cansativo e, olhando para mim mesmo, sabia que não tinha como eu ir para casa daquele jeito.

Mas o susto que Milagro levaria seria de mais!

Voamos até Metropolis. - Eu voei! Dá pra acreditar?! Foi ótimo! - E quando chegamos lá vi que o Gladiador não estava de brincadeira com a coisa de "mansão". Era enorme. Muito maior do que a casa da tia da Brenda.

Besouro Azul: Wow! - Suspirei quando pousamos no quintal da casa. - Essa coisa de 'garoto propaganda' deu mesmo certo para você, né?

O Gladiador Dourado me mostrou algumas das partes da mansão, e o tempo todo o escaravelho dekriptografava as informações na minha frente. Artefatos egípcios, pinturas originais da renascença, mármore grego. Nunca iria imaginar que o Gladiador se ligasse nesse tipo de arte.

Finalmente chegamos ao lugar em que seria meu quarto. Era um salão enorme digno de filme. Uma cama king e um monte de coisas que eu não sabia nem que existiam.

Gladiador Dourado: Pode ficar nesse quarto, Jaime.

Besouro Azul: Virgen de Guadalupe! - Deixei escapar sem querer. - Isso é incrível!

Gladiador Dourado: Tem tv e banheiro aí. Qualquer coisa que você precise, pode pegar na geladeira ou na despensa. Ficam no andar de baixo. Bem... Boa noite.

Rolei na cama. A voz do escaravelho dizia coisas sobre a missão, mas eu já estava me acostumando a ignorá-la. Rolava de um lado para o outro tentando achar uma forma de dormir com aquele traje desconfortável, até que, por exaustão, acabei adormecendo.

Sonhei um sonho estranho. Não me lembro de muita coisa... Só lembro-me de...


A porta batendo me acordou. Estava suando, mas senti o vento batendo no meu rosto. Então me dei conta que o traje do escaravelho tinha sumido. - Era sólo una pesadilla! - Mas ao olhar ao redor e me dar conta de que ainda estava no quarto onde dormira me fez ter certeza de que foi tudo real.

Cambaleei até a porta. Era o Gladiador.

Gladiador Dourado: Queria te pedir desculpas por hoje, Jaime... O que tá acontecendo não é sua culpa... é minha. Se eu não tivesse fuçado as coisas do Ted, você taria em casa agora. Quero que você entenda isso...

Jaime: Gladiador. - Eu sussurrei. - Eu quem deveria agradecer. Agradecer por me ajudar desse jeito. Quero dizer, se você não tivesse aparecido na loja hoje cedo eu poderia estar morto por causa daquela... Coisa que atacou o lugar. E, além disso, você ficou comigo quando eu apaguei. Imagino que a maioria das pessoas só pagaria a conta do hospital e olhe lá, mas você ficou lá para me ajudar... Eu... Eu devo dizer que não esperava isso de você. Sabe, toda aquela coisa de Big Brother e entrevista na People. Eu... Eu achava que você era... Sabe... Diferente. Mas estou feliz em poder dizer que estava errado. Por isso, obrigado.

Ele respirou fundo e pegou um porta retratos. Era uma foto dele com o Besouro Azul. E então ele me contou sobre a amizade deles. Sobre a morte do Besouro Azul. Me contou sobre Ted Kord e eu podia sentir o quanto aquilo era difícil para ele. Por isso, ouvi cada palavra sem interromper. Desabafar pode ser difícil, e podemos fraquejar. E, no fim, acho que os Super-heróis também são humanos. Tá bom, tecnicamente, alguns não são humanos... Mas deu para entender.

Gladiador Dourado: Eu não vou mentir... Não sou favor de que você fique usando esse traje e tente bancar o herói. Não que eu duvide de sua capacidade ou de seu espírito... é só que eu já tive a morte de um amigo nas minhas mãos. Não posso ter a sua também. Mas se você quiser fazer isso, eu não posso te impedir. Cada um faz as escolhas que quer e arca com elas. Se escolher ficar com o escaravelho, vai colocar sua família e amigos em perigo. Bem...

Eu não tinha pensado bem no assunto. Não até aquele momento. Pensei por longos segundos no silêncio que se fez.

Jaime: Gladiador-- Disse quebrando o silêncio. - Vale a pena? - Olhei bem nos olhos dele procurando a honestidade em seus olhos. - Vale a pena?

Ele sorri para mim. E eu sorri de volta.

Então ele jogou o resto da água que tinha no copo na cabeceira da cama e encheu com algo com cheiro forte.

Gladiador Dourado: Bom, se você pode combater vilões, você pode beber whiskey.

Bebi e aquilo desceu minha garganta queimando. A voz na minha cabeça reagiu imediatamente.

Khaji-Da: CUIDADO! - Ecoou. - Ingestão de substância inebriante nível 5.

Jaime: Cala a boca. - Gladiador me olhou meio surpreso. - Não falei com você. É uma longa história. - Então eu expliquei tudo que vinha acontecendo desde que acordei com o escaravelho na minha cola. - E, basicamente, é isso.

Ele terminou o copo de Whiskey.

Gladiador: Ah! Já ia me esquecendo! Jaime é um nome meio assim pra um herói. - Ele fala sobre a importância da identidade secreta e, abre um largo sorriso. - O que você acha de ser... o NOVO BESOURO AZUL?

Conversamos sobre muitas coisas antes do Gladiador sair. Ele me contou de como Ted e ele se reuniam para roubar os biscoitos do Caçador de Marte, ou sobre como eles tentaram abrir uma franquia de sanduíches no outro mundo. Sobre os "bwahahaha's". E me senti fazendo parte de algo muito maior do que eu estava imaginando.

***
Na manhã seguinte, acordei cedo e fui até a cozinha comer alguma coisa. O Gladiador dourado já estava lá.

Jaime: Buenos días. - Falei enquanto me sentava. Gladiador Dourado já estava com o uniforme, o que me fez pensar que, talvez, eu deveria começar a fazer o mesmo. Sabe como é: 'identidade secreta'.

Khaji-Da: Atenção! - O traje me revestiu e em um segundo, minha visão ficou azulada. - Aproximação de organismo marciano detectada.

Besouro Azul: Marciano?

Foi quando o Caçador de Marte chegou. Ele deitou a moça na nossa frente de forma cuidadosa e eu mal podia respirar. Estar perto do Gladiador Dourado era uma coisa... Mas ver o Caçador de Marte, bem ali na minha frente. Era... Era... Wow!

Gladiador: Nossa! Ela... ela é linda...

Khaji-Da: Alerta! - A voz do escaravelho ecoou quando coloquei meus olhos na garota adormecida. Em meio aos insistentes avisos de alerta, uma única palavra se destacou. Algo que eu nunca tinha ouvido antes.

Besouro Azul: Pessoal? - Eu perguntei olhando para o Gladiador, que tinha acabado de ligar a TV, e para o Caçador de Marte. - O que é um Daemonita?

Nesse exato momento, ela acorda gritando.

????: Não! Por favor, chega de experimentos!


Última edição por Besouro Azul em Sab Abr 20, 2013 7:13 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Prólogo 7: A caçada na Terra

Mensagem  Scorpion em Sab Abr 20, 2013 7:12 pm

Besouro Azul escreveu:
Jaime: Gladiador-- Disse quebrando o silêncio. - Vale a pena? - Olhei bem nos olhos dele procurando a honestidade em seus olhos. - Vale a pena?

Gladiador olha de volta e sorri.

GD: Se vale a pena? Pra mim valia... até isso causar a morte do Ted. Depois, perdeu o sentido pra mim. Só que te ajudar a encarar isso e te ajudar a virar o herói que você parece estar destinado a ser, fez valer a pena de novo. Eu já tava pra largar o manto, Jaime. Mas com tudo isso acontecendo, eu não posso.

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Re: Prólogo 7: A caçada na Terra

Mensagem  Convidado em Seg Abr 22, 2013 9:06 am

Gladiador cutuca o ombro de Ajax.
Gladiador: Ei, verdão... Tu não tá esquecendo de ajudar o garoto ali que tá comendo Sucrilhos?

Jonn coloca Vodoo novamente deitada e após alguns minutos ele se vira para o Gladiador e se comunica:
***Não Michael, estava somente esperando pra ver a reação do escaravelho quanto á minha presença.***

alien Seu nome é Jaime não? Muito prazer, meu nome é Jonn Jonzz, mais conhecido como o Caçador de Marte, mas é claro que você já deve saber.
Bem, respondendo á sua pergunta antes de recebermos a notícia da tragédia com a repórter Lois Lane. os daemonitas são uma raça alienígena de um setor do universo muito distante do nosso, com poderes semelhantes, em alguns aspectos, aos meus.
Gladiador, posso usar seu computador de pesquisas? Á julgar que essa casa era do Ted, com certeza vou achar as informações que procuro pra melhor explicar pra vocês.


Jonn mostra no computador todas as informações que se sabe sobre os daemonitas e já sabendo a resposta, pergunta ao Jaime:

alien Mas porque á pergunta sobre isso Jaime, o que tem haver os daemonitas com tudo isso? E aproveitando, o que você sabe do escaravelho, quais as informações que o mesmo te passou sobre ele?

Jonn sabe que são perguntas diretas, ainda mais para um garoto, mas ele precisa ver a reação do menino e também do escaravelho...

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Re: Prólogo 7: A caçada na Terra

Mensagem  Phelipe Peregrino em Ter Abr 23, 2013 8:21 am

Khaji-Da: Jaime Reyes! - A voz esganiçada ecoou em minha cabeça. - Você está se colocando em risco e comprometendo a missão! O marciano parece confiar em você. Mate-o antes que ele mude de idéia.

Besouro Azul: Perdão, senhor Caçador. Pode repetir? - O Caçador de Marte explicava sobre o que eram os daemonitas e sobre seus poderes, enquanto o Gladiador Dourado tentava acalmar a moça que acabara de acordar ao berros.

Caçador de Marte: Os daemonitas são uma raça alienígena de um setor do universo muito distante do nosso, com poderes semelhantes, em alguns aspectos, aos meus.

Olhei novamente para a moça ao lado do Gladiador. Ela não parecia ser um alienígena de um setor distante do universo. Não parecia nem um pouco.

Khaji-Da: Você está cometendo um erro tático gravíssimo, Jaime Reyes! Exame de fisiologia confirma a compatibilidade daemonita.

Suspirei. Até quando eu teria essa voz na minha cabeça?

Caçador de Marte: Mas porque á pergunta sobre isso Jaime, o que tem haver os daemonitas com tudo isso? E aproveitando, o que você sabe do escaravelho, quais as informações que o mesmo te passou sobre ele?

Besouro Azul: Não sei muito sobre o que está acontecendo, Caçador. Achei que fosse você quem iria me ajudar nessas coisas. - Eu suspirei. - E, respondendo à primeira pergunta: - Olhei para os dois tentando imaginar qual seria a reação para o que eu iria dizer. - É por quê... - Pensei em uma forma de dizer isso sem parecer completamente perdido. Como não achei forma melhor, resolvi falar de uma vez. - Ela é um deles. Um desses daemonitas.

Eu enchi um copo com água e me ajoelhei ao lado dela, oferecendo o copo para que ela se acalmasse.

Besouro Azul: Ela não é humana...

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Re: Prólogo 7: A caçada na Terra

Mensagem  Leo Rocha em Qua Abr 24, 2013 12:40 am

Jonzz tentava acalmar a garota usando seus poderes telepáticos, quando recebeu as seguintes imagens:

Spoiler:







A mulher olha em seus olhos quando diz:

Arrow Os Demonitas estão atrás de mim. Eles e seus asseclas. Eles acham que sou valiosa para seus planos. Eles querem conquistar o planeta.

Vendo as expressões dos três heróis, ela continua:

Arrow Os demonitas são de uma raça alienígena muito antiga. Seu universo está morrendo e por isso precisam encontrar um lugar para colonizar. Eles fizeram experimentos comigo e com outros. Tudo que sei é que eu sobrevive e consegui escapar. Eu e mais um, mas não sei seu nome. Desde então, eles estão atrás de mim. Depois disso, lembro de ser cercada e dominada por uma força militar e depois de você me salvando..

Jonzz tenta localizar mais informações sobre o demonitas no computador, mas não obtem sucesso. Porém, o escaravelho parece ter uma revelação bombástica a fazer e Jayme não se contém ao descobrir o conteúdo da mensagem. Ele então diz aos amigos que Voodoo é Demonita. Os dois o olham com espanto, tanto pelo conteúdo quanto pela origem da informação. Porém o que mais surpreende é a reação de Voodoo que diz:

Arrow Nunca! Eu sou humana! Eu tenho uma vida! Eu fui raptada por eles! Você deve ser um deles.

Ela dá um tapa no copo que Jayme lhe oferece e se coloca em posição de defesa em cima do sofá.


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Re: Prólogo 7: A caçada na Terra

Mensagem  Scorpion em Qui Abr 25, 2013 7:21 am

A garota pareceu se assustar muito com a possibilidade de não ser mais humana... ou de nunca ter sido. Se assutou tanto que subiu em cima do sofá caríssimo da casa de Ted... de Michael.
Ela estava numa posição de defesa, como um gato acuado por 3 marginais que querem ensopá-lo.
Michael não perdeu tempo... ele sabia que a garota poderia apresentar repentinamente qualquer habilidade desconhecida e ele não podia arriscar seu patrimônio e a vida de Jaime - não necessariamente nesta ordem - daquela forma.
Pensando nisso, o Gladiador ergueu um campo de força em torno da moça. Como ele e o Caçador já haviam falado sobre Demonitas, talvez Michael fosse o mais neutro pra tentar uma negociação naquela situação.
GD: Peraê! Ninguém vai lutar dentro da minha casa até eu conferir se batalhas super-heróicas são cobertas pelo seguro residencial!
Então, cessando a piada, ele baixou o tom de voz e ergueu as mãos para a garota, tentando demonstrar um sinal de paz e amizade.
GD: Calma aí, moça. Ninguém aqui tá dizendo que você é nada. O garoto ganhou a roupa nova dele ontem e pode ser que ele esteja ouvindo coisas, ou sabe-se lá o quê. Ninguém aqui quer te machucar. Olhe, eu sou o Gladiador Dourado, herói... ex-herói de Metrópolis. Eu faço muita coisa errada, mas barbarizar com garotas não é uma delas. O meu amigo verde ali é o Caçador de Marte, da Liga da Justiça. Tu já deve ter ouvido falar da Liga da Justiça, né? Eles são uns quadrados, mas são os mocinhos. Ali no canto, vestindo uma roupa de Besouro Azul está... o Besouro Azul. Ele é novo nessa parada, mas é um bom cara.
Michael esperava estar acalmando os ânimos da garota.
GD: Eu prometo a você, que ninguém vai te fazer mal aqui dentro. Só que você e o Besouro precisam de ajuda e no momento nós somos a melhor chance que vocês têm. Então, eu quero saber... eu posso abaixar o Campo de Força? Depois disso, podemos ir até a cozinha e acharmos algo pra você comer. Aí, você pode nos contar tudo o que sabe e nos deixar ajudá-la. O que me diz?
Gladiador tinha um sorriso sincero no rosto. Se sentisse que podia confiar na garota, ele tiraria o campo de força e daria a mão para ela, ajudando-a a descer do Sofá.
GD: Pode começar me dizendo o seu nome e o que você tava fazendo naquele galpão?
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Re: Prólogo 7: A caçada na Terra

Mensagem  Phelipe Peregrino em Sab Abr 27, 2013 12:16 am

Gladiador Dourado: Calma aí, moça. Ninguém aqui tá dizendo que você é nada. O garoto ganhou a roupa nova dele ontem e pode ser que ele esteja ouvindo coisas, ou sabe-se lá o quê.

Khaji-Da: Minha análise é conclusiva, Jaime Reyes. A mulher é daemonita.

Olhei para a mulher e depois para o Gladiador sem saber o que fazer. Eu engulo em seco e respiro fundo, enquanto o Gladiador fazia as apresentações.

Gladiador Dourado: Eu prometo a você, que ninguém vai te fazer mal aqui dentro. Só que você e o Besouro precisam de ajuda e no momento nós somos a melhor chance que vocês têm. Então, eu quero saber... eu posso abaixar o Campo de Força?

Nesse momento eu me aproximo com cuidado, e puxo o Gladiador um pouco para fazer com ele de forma discreto.

Besouro Azul: Olha, jefe. - Sussurrei. - Talvez seja melhor termos cuidado, não? Quero dizer, o Escaravelho acertou a chegada do Caçador, não é? Talvez devessemos, sei lá, ter cuidado.

Ele voltou a se dirigir para a mulher.

Gladiador Dourado: Pode começar me dizendo o seu nome e o que você tava fazendo naquele galpão?

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Re: Prólogo 7: A caçada na Terra

Mensagem  Convidado em Qui Maio 02, 2013 7:59 am

alien Vodoo, o nome dela é Vodoo.

alien Vodoo, se acalme, como o Gladiador disse, aqui ninguém é inimigo e ninguém quer ferir você.
Esse escaravelho que "está" no garoto é de outro planeta, por isso deve ter certo conhecimento sobre esses daemonitas, não podemos descartar nenhuma possibilidade.
Por favor, você pode ler nossos pensamentos? Se pode, veja que ninguém aqui quer te machucar, muito pelo contrário, mas contudo o que vem acontecendo, precisamos saber o que queriam com você e o que te aconteceu nesses espaços de lembranças que você me mostrou.


Caso Vodoo se acalmar, o Caçador falará ao Jaime:

Spoiler:
alien Garoto, precisamos descobrir o que esse escaravelho pode fazer e o que ele quer com você.
Preciso que você permita que eu possa entrar fundo na sua mente, você tem que baixar suas defesas para que eu possa te ajudar.
Vodoo, preciso de ajuda aqui, com seus poderes de telepata, isso ampliaria nossas "pesquisas" sobre o escaravelho. Gladiador, como você é o mais próximo do garoto preciso que também ajude, vamos criar um elo dando as mãos.
Você aceita garoto?


Caso Jaime aceite, veremos o que descobrimos sobre o escaravelho...

Caso Vodoo não se acalme, veremos a reação dela...

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Re: Prólogo 7: A caçada na Terra

Mensagem  Leo Rocha em Sab Maio 04, 2013 11:29 am

A mulher estava agitada com a afirmação de jayme de que não era humana e ao ser presa pelo Gladiador no campo de força, começou a bater em sua parede tentando se libertar. Ela gritava:

Arrow Me deixem sair! Eu não sei o que vocês querem comigo, mas não podem me manter presa e me acusar de ser uma alienígena!

Arrow Calma aí, moça. Ninguém aqui tá dizendo que você é nada. O garoto ganhou a roupa nova dele ontem e pode ser que ele esteja ouvindo coisas, ou sabe-se lá o quê. Ninguém aqui quer te machucar. Olhe, eu sou o Gladiador Dourado, herói... ex-herói de Metrópolis. Eu faço muita coisa errada, mas barbarizar com garotas não é uma delas. O meu amigo verde ali é o Caçador de Marte, da Liga da Justiça. Tu já deve ter ouvido falar da Liga da Justiça, né? Eles são uns quadrados, mas são os mocinhos. Ali no canto, vestindo uma roupa de Besouro Azul está... o Besouro Azul. Ele é novo nessa parada, mas é um bom cara.

Arrow Então por que vocês estão me mantendo presa aqui? Por que nada disso faz sentido?

Arrow Eu prometo a você, que ninguém vai te fazer mal aqui dentro. Só que você e o Besouro precisam de ajuda e no momento nós somos a melhor chance que vocês têm. Então, eu quero saber... eu posso abaixar o Campo de Força? Depois disso, podemos ir até a cozinha e acharmos algo pra você comer. Aí, você pode nos contar tudo o que sabe e nos deixar ajudá-la. O que me diz?

Ela hesita por um instante, mas para de se debater. Nesse momento Jonzz fala:

Arrow Vodoo, o nome dela é Vodoo. Vodoo, se acalme, como o Gladiador disse, aqui ninguém é inimigo e ninguém quer ferir você.
Esse escaravelho que "está" no garoto é de outro planeta, por isso deve ter certo conhecimento sobre esses daemonitas, não podemos descartar nenhuma possibilidade. Por favor, você pode ler nossos pensamentos? Se pode, veja que ninguém aqui quer te machucar, muito pelo contrário, mas contudo o que vem acontecendo, precisamos saber o que queriam com você e o que te aconteceu nesses espaços de lembranças que você me mostrou.


Arrow Priscila. Na verdade meu nome é Priscilla Kitaen... Vodoo é o meu nome artístico. O nome que uso no trabalho... como stripper...Eu.. Eu não consigo controlar esses poderes. Eles as vezes vem sem eu saber como ou porque... Pra falar a verdade eu nem sei o que eu posso fazer e tenho medo de descobrir...

Ela percebe o Besouro chamando o Gladiador em um canto para conversar, mas vê que o marciano tenta lhe passar uma serenidade, um carinho. Ela se sente bem na presença dele, mas tem medo do que esses heróis possam querer com ela e mais ainda de que as criaturas que a perseguem a encontrem novamente.
Quando o marciano propõe que tentem um elo telepático para entrar na mente do escaravelho, ela diz:

Arrow Eu não sei se posso ajudar ou mesmo como ajudar, mas se você diz que é preciso, eu tentarei. Só espero não perder o controle...

Os quatro dão as mãos e iniciam o processo. Jonzz os conduz, tentando quebrar as barreiras impostas pelo escaravelho. Todos então enxergam uma imagem que lhes deixa em estado de alerta:



Haviam outros da mesma espécie. Uma espécie simbiótica. Seres vivos que precisam de um hospedeiro para sobreviver e que possuíam inteligência e poder consideráveis. Após a imagem, os quatro se vêem na presença do traje do Besouro Azul. Uma versão diferente que lhes encara e diz:

Arrow Eu sou Khaji-Da! Vocês não deveriam estar aqui. Sua presença compromete a finalidade de nossa conjunção.

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Re: Prólogo 7: A caçada na Terra

Mensagem  Convidado em Seg Maio 06, 2013 5:11 pm

Arrow Priscila. Na verdade meu nome é Priscilla Kitaen... Vodoo é o meu nome artístico. O nome que uso no trabalho... como stripper...Eu.. Eu não consigo controlar esses poderes. Eles as vezes vem sem eu saber como ou porque... Pra falar a verdade eu nem sei o que eu posso fazer e tenho medo de descobrir...

alien É por isso que estamos aqui Priscila, pra ajudar você e o Jaime, vamos descobrir a fonte de seus poderes e porque estavam atrás de você, eu prometo.

Ela percebe o Besouro chamando o Gladiador em um canto para conversar, mas vê que o marciano tenta lhe passar uma serenidade, um carinho. Ela se sente bem na presença dele, mas tem medo do que esses heróis possam querer com ela e mais ainda de que as criaturas que a perseguem a encontrem novamente.
Quando o marciano propõe que tentem um elo telepático para entrar na mente do escaravelho, ela diz:

Arrow Eu não sei se posso ajudar ou mesmo como ajudar, mas se você diz que é preciso, eu tentarei. Só espero não perder o controle...

alien Apenas focalize seus pensamentos no garoto Jaime e no escaravelho, assim poderemos quebrar as defesas do mesmo caso ele não deseje que saibamos algo.

Os quatro dão as mãos e iniciam o processo. Jonzz os conduz, tentando quebrar as barreiras impostas pelo escaravelho. Todos então enxergam uma imagem que lhes deixa em estado de alerta:



Haviam outros da mesma espécie. Uma espécie simbiótica. Seres vivos que precisam de um hospedeiro para sobreviver e que possuíam inteligência e poder consideráveis. Após a imagem, os quatro se vêem na presença do traje do Besouro Azul. Uma versão diferente que lhes encara e diz:

Arrow Eu sou Khaji-Da! Vocês não deveriam estar aqui. Sua presença compromete a finalidade de nossa conjunção. [/quote]

alien Nossa conjunção? Você planeja se conectar ao garoto ainda mais do que já está conectado?
Jonzz fica em posição de combate e diz:
alien Qual a finalidade dessa conjunção Khaji-Da? Porque não consigo manter um elo telepático com você, e porque você não confia em mim e nem no Gladiador Dourado, que vem tentando ajudar o garoto desde o início?
Vamos, fale quais seus planos com Jaime e fale agora!

Jonzz fala em tom intimidador, esperando que o escaravelho possa revelar alguma informação, mas á verdade é que ele está preocupado com a visão que teve, seria uma tentativa de invasão desses seres na Terra?...

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Re: Prólogo 7: A caçada na Terra

Mensagem  Scorpion em Ter Maio 07, 2013 1:30 am

O Gladiador tomou um belo baque ao aparecerem onde finalmente apareceram. Ele realmente não esperava entrar na mente do garoto e muito menos que a mente dele fosse algo tão perturbador como aquilo.
Michael já havia visto um pedaço do poder do Besouro e se todos aqueles Besouros fossem da mesma estirpe, os heróis estariam enrrascados.
Pensando nisso, o Gladiador ergue logo um campo de força em torno dos heróis, impedindo a aproximação dos Besouros.

GD: Vocês não podem estar falando sério! Como podem haver tantos de vocês dentro da mente de Jaime? Vocês não percebem que são nocivos para o garoto?!

Michael estava começando a ficar irritado com a situação. Ele fala baixo para o Caçador.

GD: É melhor resolvermos logo isso, Jon... eu não vou deixar esse monte de insetos transformarem o pobre do Jaime numa colônia de sociopatas intergaláticos. Ou resolvemos isso na paz, ou vou começar a dedetizar a parada aqui!

O Gladiador estava preparado para o combate. Se os Besouros começassem a ficar agressivos, ele partiria logo para cima do grandão de olhos vermelhos...

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Re: Prólogo 7: A caçada na Terra

Mensagem  Leo Rocha em Sab Maio 11, 2013 11:40 am

Khaji-Da olha fixamente para as 4 pessoas que o confrontam. Ele então responde à pergunta de Jonzz:

alien Nossa conjunção? Você planeja se conectar ao garoto ainda mais do que já está conectado?Qual a finalidade dessa conjunção Khaji-Da? Porque não consigo manter um elo telepático com você, e porque você não confia em mim e nem no Gladiador Dourado, que vem tentando ajudar o garoto desde o início?
Vamos, fale quais seus planos com Jaime e fale agora!


Arrow É necessário. O indivíduo Jayme é compatível com Khaji-Da. A conjunção o fortalecerá e possibilitará que Khaji-Da desenvolva interação com este planeta. Antes foi possível apenas com o indivíduo Dan Garret. Mas ainda há muito a aprender da natureza humana e Khaji-Da precisa desta conjunção para tal.

A criatura olha para Jonzz, Gladiador e Vodoo e continua:

Arrow Khaji-Da e os indivíduos Caçador de Marte e Gladiador Dourado possuem objetivos conflitantes. Os indivíduos pretendem interromper a conjunção. Isso não será permitido.

O Gladiador então fala:

Arrow Vocês não podem estar falando sério! Como podem haver tantos de vocês dentro da mente de Jaime? Vocês não percebem que são nocivos para o garoto?!

Arrow O que vocês viram foi a memória de meu povo. Uma projeção mental de um fato registrado durante nossa existência.

Ele então olha para Jayme e diz:

Arrow Seu silêncio denuncia medo. Não há necessidade de temer Khaji-Da. O hospedeiro é fundamental para minha existência ativa.

Vodoo se mantém quieta e parece bem assustada. Khaji-Da se aproxima dela e diz:

Arrow Foi identificado DNA Demonita no indivíduo Vodoo. Avaliado como perigo extremo ao hospedeiro. Iniciar contenção e extermínio?

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Re: Prólogo 7: A caçada na Terra

Mensagem  Scorpion em Dom Maio 12, 2013 10:25 pm

Aquilo estava começando a soar muito estranho e ameaçador para o Gladiador.
A mente do novo Besouro estava infestada de Besouros que pareciam não interessados em permitir que a equipe livrasse Jaime da presença do Escaravelho.
Entretanto, quando o Besouro fala sobre a sua ligação com Dan Garret, aquilo intriga o Gladiador.

GD: Desgraçado... Se você tivesse feito essa conjunção com Ted Kord ele não teria sido morto! Me responda, porque essa conjunção só foi possível com Dan Garret e nunca com Ted Kord? PORQUE?!

Era possível que a resposta irritasse o Gladiador. Então ele logo perderia toda a sua boa vontade.

GD: Essa conversa acabou pra mim...

Michael continuava em prontidão. Aquela conversa parecia que não ia acabar nada bem, especialmente para os heróis.
A garota parecia assustada com tudo aquilo que estava acontecendo, mas Michael manteve a sua posição.
Então, Khaji-Da fala sobre exterminar a Demonita.

GD: Como eu disse antes, pessoal...

Michael dá um murro com toda a sua força na cara de Khaji-Da.

GD: Essa conversa já acabou!

Ele gera um campo de força em torno dele, de Vodoo e de Jonz para evitar que os Besouros os atacassem.

GD: Tira a gente daqui, Jon! Tira agora!

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