Prólogos dos Titãs

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Prólogos dos Titãs

Mensagem  Leo Rocha em Sex Set 16, 2011 4:41 pm

Esse é o espaço pra cada titã contar o que andou fazendo durante o período.
Desde a invasão até o momento presente.

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Re: Prólogos dos Titãs

Mensagem  Leo Rocha em Dom Set 18, 2011 6:36 pm

Informações que talvez ajudem nos prólogos:

1) Depois do ocorrido em Gotham, CM3, Robin, Ricardita e Devastadora resolveram retornar e se concentrar na defesa de suas cidades e/ou na busca por seus mentores;

2) Robin e Cyborgue reuniram a nata dos cientistas mundialmente famosos no intuito de, trabalhando com a possibilidade dos heróis da liga não terem morrido, trazê-los de volta de onde quer que estivessem;

3)Kid Flash retornou a Asiantown, em Gotham, onde ficou um tempo com o velho ancião. O que ele fez depois ainda não é sabido;

4) Superboy se dedicou a auxiliar nas tragédias globais;

5) Supergirl foi para Smallville e desde a invasão não se tem informações dela;

6) As grandes cidades mundiais foram destruídas e/ou dominadas. Gotham é a única excessão, se tornando um território usado para safaris, repleto de monstros e pessoas assustadas que são caçadas por aliens em treinamento ou afim de mera diversão. Até os aliens parecem ter medo daquela cidade, mas a resistência tem informações de que, por este motivo, há planos de destruição da cidade;

7) Todos os canais de informação, com excessão do rádio, foram bloqueados;

Cool o contato com Cyborgue e Tempest foi perdido pelo grupo;

9) Depois de se sentir finalmente um Titã e de ver o grupo se afastar, Dagon também resolveu seguir em carreira solo;

10) Aparentemente alguns heróis e vilões conseguiram voltar pelo portal, mas não notícias deles;

11) Como vocês podem notar há algumas pessoas que parecem ter assumido papéis de destaque na resistência aos aliens.

Se alguém tiver mais perguntas, é só mandar por MP ou postar no correio da missão: "a voz da resistência"

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Re: Prólogos dos Titãs

Mensagem  Convidad em Qua Set 21, 2011 12:50 pm

Dakota, hoje.

As tropas aracnídeas derrubam Brick House e Allie Langford antes que Permafrost e Dusk possam ajuda-los. Dusk olha para trás, com uma lágrima nos olhos, mas se mantém correndo. São trinta e dois refugiados encontrados hoje, vidas que todos juraram proteger. Brick e Allie sabiam disso quando entraram para o Sindicato do Sangue. O ideal mudou, é dar o sangue pelo sangue humano vivo. A luta mudou de uma vida melhor para sobreviver simplesmente. Mas os riscos são os mesmos e se voltassem, perderiam a si e aos trinta. Ela sabe disso, pelos oito meses que tem vivido no planeta, ou no que ele virou. Ela os conduz até os túneis, onde deixa Permafrost ferido e os humanos aos cuidados de uma tropa de agentes que um dia trabalharam para as indústrias Alva.


Quando interrogados pelos refugiados sobre para onde eram conduzidos, ouviram a seguinte resposta: Para a última esperança de vida livre.
Pelos corredores, eles avançam até uma sala, onde uma gravação de iphod, formato g3, se inicia em um dos cantos da sala imensa onde funcionários anotam os nomes dos chegados, conferem sua saúde e sua biologia por equipamentos que lembrariam uma revista penitenciária pesada. No vídeo, a narração diz:

"Eles chegaram rápida e impiedosamente. Naquela ocasião, todos em Dakota lutavam contra ameaças distintas. Todos estavam ocupados em batalhas contra seus inimigos rotineiros, não houveram aproximações de naves ou sinais do começo da investida contra a cidade. De algum modo, eles sabiam que Dakota possuía um grande número de meta-humanos transformados pelo Big Bang. Somente meses depois, saberíamos que Ebon nos traiu, com sua Meta-Gangue e aliados da Raça Maldita, subjulgados. Foi assim que os aliens souberam que Dakota possuía tantos defensores quanto as grandes cidades do mundo, como Metrópolis, Nova Iorque e Gotham. Também saberíamos tardiamente que Ebon entregou vários dos transformados no Big Bang entre os seus capangas para que servissem de experimento e fossem dissecados para que os aliens compreendessem a extensão do perigo que Dakota representava aos planos deles, o que talvez seja superestimar a cidade, mas nunca tivemos tempo real de saber.
Toda uma casta deles escolheu Dakota. Desde pequenos a gigantescos, como um verdadeiro enxame de insetos. Sapientes, líderes e gigantescas aranhas de destruição em massa, além de máquinas aracnídeas mecânicas, como se de metal orgânico, que os transportavam. De cara, os chamamos de Aracnos.




A primeira colisão durou duas semanas e Dakota conseguiu resistir bem. Mas na segunda investida, não. Diversos meta-humanos perderam suas vidas ou foram parar em casulos para estudos e dissecação.Os inteligentes nunca informaram o que queriam e aparentemente, os aliens apenas matavam tudo o que encontravam, era como se Dakota fosse servir de exemplo por conseguir resistir às primeiras tropas da invasão. A situação foi das mais complicadas possíveis e aliados e inimigos se viram unidos por uma necessidade de sobreviver. Dakota nunca recebeu uma chance de negociar.
Durante o intervalo entre a primeira investida e a segunda afronta, Ebon fazia um pronunciamento na cidade com outros de seus aliados, anunciando que as pessoas comuns simplesmente ficassem em suas casas e se rendessem aos aliens. Eles queriam apenas os metas e seus protetores e sabiam como os rastrear. Claro que Ebon só conseguiu causar pânico e isso causou diversas mortes entre cidadãos comuns.
Tentamos procurar ajuda nas cidades vizinhas, mas elas tiveram muito mais azar que Dakota. Menos aliens, mais conquistas. Tudo muito rápido.
Mas o que realmente nos salvou, o homem que teremos como exemplo pelos anos que a raça humana sobreviver. Robert Hawkins. Que Deus o tenha, se Deus realmente existir. Foi Robert quem uniu os metas com discursos sobre como as gangues haviam antes matado pessoas inocentes e como agora morreríamos divididos. Foi ele quem fez Alva descer de seus edifícios e conceder recursos para que o ser humano pudesse tentar sobreviver nos seus últimos momentos. Foi ele quem, diante dos aliens, discursou sobre a liberdade humana, mesmo perante armas e monstros. E foi ele quem faleceu, para que todos os refugiados vivos no Centro Comunitário Homem Livre, a última das bases de resistência de Dakota, pudessem sobreviver.
Todos nos unimos - era nós ou eles e ou nos ajudávamos ou morreríamos... e a maioria ainda queria colocar as mãos em Ebon e seus amigos traidores da espécie humana antes de morrer. Somando seus poderes, capacidades e tecnologia, em dois dias os meta-humanos cavaram abaixo do Homem Livre uma imensa cidade-fortaleza, nosso atual refúgio. Ali, choramos nossas perdas, enterramos nossos mortos e nos erguemos.
A força de Ícone garantiu que os cidadãos de Dakota se inspirassem. De alguma forma, os aliens usaram algo que afetou seus poderes de cura e suas capacidades. Todos sabemos a verdade, Ícone foi envenenado por um dos líderes Aracnos e só não faleceu devido a seus poderes, mas todos os dias ele sofre as dores de sua escolha e não é mais o mesmo. Exceto que ele ainda é capaz de inspirar a confiança nos corações das pessoas da velha Dakota como seu líder em nosso novo lar.
Os recursos de Gear, Hardware, Alva e poderes como os de Super-Choque, Aquamarine e Slipstream nos garantiram uma vida real, como a que achavamos que havíamos perdido. Temos água, calor, tecnologia, ar puro e plantações, todo um ecossistema improvisado. Contudo, para que possamos continuar a viver, nada é contado e não tentamos o acesso direto a satélites e outros meios de comunicação, pois Hardware e Ritchie dizem não ser seguro e que podemos acabar como o Borboleta de Ferro e seus amigos, mortos. São muitas vidas e talvez sejamos a última concentração viva de seres humanos. Eu ainda ouço as músicas de Adam... cada uma. Sinto sua falta. E hoje, gravo neste iphod uma visualização da esperança da raça humana, nós, os habitantes da Cidade Homem Livre, protegidos pelos sobreviventes dos metas. Eles patrulham secretamente a região e destróem bases de Aracnos que nos coloquem em perigo de descoberta, assim como trazem recursos e refugiados dos arredores, usando parte das imagens que deixei neste vídeo. Já somos muitos nesses oito meses.
Meu nome é Sharon Hawkins e rezo todos os dias para que meu irmão e seus amigos consigam vencer e expulsar os aliens, para que possamos novamente voltar a viver na luz do sol".



Uma equipe de recepção, com um rapaz loiro de óculos em uma cadeira de rodas recoberta com equipamentos, os recebe.
-Bem vindos à Cidade Homem Livre. Considerem-se felizes. O vídeo que viram é de Sharon Hawkins, o único que temos intacto com todos os aliens e cenas da batalha no Centro Comunitário Homem Livre. Espero que tenham trazido notícias sobre os arredores, eu mesmo vim para me certificar que tudo correrá bem e nenhum de vocês é um alien ou infectado. Meu nome é Ritchie e eu espero que se sintam vivos novamente na Cidade Homem Livre. Aproveitem, Super-Choque e outros dos membros do Sindicato estão aqui hoje, poderão energizar equipamentos como comunicadores e iphods para substituir redes antigas de celulares e terem eletricidade no condomínio que escolherem. Venham... serei seu guia, enquanto não precisarem de mim...



(Off: todos os aliens Aracnos e o destino de Dakota, bem como a presença de meta-humanos mesclados tanto da animação quanto das HQs foram decisões assumidas junto com o narrador, em definição de como seria a Dakota deste cenário).

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Re: Prólogos dos Titãs

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Qua Set 21, 2011 2:52 pm





- É isso, garoto! É tudo isso que eu estou tentando lhe dizer há dias... Eles existem, os Illuminati são escravos dos Repetilianos...


-Desde muitos anos eles estão entre nós, Lonney. Eles veêm nos estudando e manipulando por gerações e sei que desde o início nosso DNA foi criado por eles. A queda da Liga da Justiça foi só uma mera desculpa, o próprio Superman levava em seu peito o símbolo deles. O "S" na verdade é um sinal da serpente!

-Alguns políticos na verdade são Reptilianos disfarçados... Você tem de me ouvir, não temos muito tempo. Você precisa avisar seu amigo Robin nos Titãs, apenas eles podem tentar fazer alguma coisa. Mesmo seus poderes sendo uma dádiva deles, apenas superseres poderão deter a invasão dos... Droga, eu sinto que nosso santuário foi violado. Precisamos sair...


SSsss...

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Eu nunca tinha me encontrado com o Questão antes, mas devia ter acreditado em suas palavras. Fiquei pensando se realmente a humanidade teria sido influênciada por forças alienígenas e que seus deuses eram na verdade astronautas. Se mesmo o Estado opressor não foi desde o começo uma forma de uma raça poderosa de criaturas nos tornar divididos e assim nos controlar mais facilmente, imaginei que talvez desde o início o inimigo estivesse mais distante do que eu pensava.

Agora, estou no centro de Gotham. Uma floresta cresceu no metro daqui até a Zona Leste com árvores pantanosas, eles nos cercam. Por meses eu coordenei um centro de cooperação entre grupos menos favorecidos e sindicatos da cidade, eu acreditava que sem o Batman poderia finalmente estabelecer um rumo que nos livrasse do capitalismo e do Estado definitivamente.

Nunca poderia imaginar que aliens invadiriam o planeta e nos deixariam em cituação de igualdade de forma tão cruel, sentia como se nossa espécie fosse acabar e percebia que opressores agora sentiam o que as populações de países de terceiro mundo sentiam quando tinha suas riquezas tomadas.

Felizmente conseguimos organizar um centro de treinamento em meio a essa selva urbana, que em alguns locais mistura terra e concreto.

Eu tenho comigo mais alguns bons homens lutando por uma vida melhor. Essa talvez seja a mais dolorosa cituação que já enfrentei. Depois disso ele sai do chão, o monstro conhecido como Behemolt.


Ele é um Dragão Alienígena Mutante de proporções épicas. Por dias ele vem caçando e comendo algumas das pessoas, eu não sei o que fazer contra ele.

Eu pensei apenas em uma pessoa para deter o Dragão, apenas um anjo poderia me ajudar em sua queda.

Que meu amigo Tim Drake me perdoe, mas preciso ir ao Arkham encontrar...


...Azrael

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Re: Prólogos dos Titãs

Mensagem  Drako em Sex Set 23, 2011 10:20 pm

Todos dizem que foi tudo muito rápido, mas eu vi exatamente como tudo aconteceu. Quando eles chegaram nas suas naves eu estava em Metropolis. Todos os cidadãos olhavam para o céu à medida que aquela nave gigantesca se aproximava e formava sombra enorme sobre a cidade. Desde que vou criado e me tornei um herói vi várias situações parecidas e nenhuma delas foi boa para o planeta, então não pensei duas vezes e fui checar o que era. Para minha surpresa, ao chegar perto da nave fui logo atacado com um tiro bastante doloroso no meu tórax.

Caí com toda a velocidade em direção ao chão da cidade, com o peito queimando demais, enquanto olhava para cima e via os invasores descerem da nave para atacar. Me levanto com dificuldade, mas quando olho para frente vejo uma maquina enorme, que mais tarde conheceríamos como Mecanicals, apontando uma arma para mim. Não tive chance de reagir, já estava debilitado pelo primeiro tiro e o segundo me fez cair ainda mais. Depois disso fui pisoteado até perder a consciência.




Enquanto minha visão vai ficando escura, escuto explosões, gritos e tiros para todos os lados, mas não consigo fazer nada... eu perdi...

Quando acordei, ainda me sinto dolorido e minha cabeça parece explodir. Me levanto devagar e não consigo saber onde estou. Na verdade, eu não queria acreditar em onde estava. Começo a andar diante aqueles escombros, mal existiam prédios de pé, mas só me caí a ficha quando vejo o marco da cidade afundado no chão. O globo do planeta diário, totalmente destruído ao lado do seu prédio desabado. Eu caio em desespero e de joelhos desabo em lagrimas. Não pude salvar ninguém, fui inútil de um jeito que Clark nunca teria sido.



A raiva me ferve o sangue! Voo a procura de qualquer um invasor que eu possa encontrar para destroçá-los, mas a medida que vou cobrindo alguns quilômetros percebo que aquilo foi muito mais do que apenas em Metropolis, era uma invasão mundial. Paro em uma daquelas lojas onde vendem várias televisões e as deixam ligadas na vitrine, era uma das poucas que sobraram inteiras. Eles noticiam o que está rolando no mundo todo. Vejo Guy Gardner ser esmigalhado pelo exercito deles e começo a me preocupar com os outros heróis, em especial a Cassie.

Tento entrar em contato com meus amigos, mas não consigo encontrar nenhum deles. Fico um mês lutando com a resistência e tentando salvar algumas pessoas. Mesmo nesse mês não tive contato com nenhum dos titãs e para piorar todos os meios de comunicação foram destruídos, só sobrando o radio. Está tudo um caos e eu não faço idéia do que fazer. A única coisa que eu sei é que no meu atual estado não posso enfrentá-los.

Estive salvando o máximo de pessoas que pude, mas parece impossível salvar a todos. Depois de muito pensar, finalmente, em umas das noites que não consegui dormir, percebi que não adianta tentar salvar apenas algumas poucas pessoas se não consigo derrotar a fonte do problema. Fiz então uma das escolhas mais difíceis da minha vida.

Depois de algumas horas de viagem chego ao local que eu preciso para evoluir.

A Fortaleza da Solidão, intacta.



Decidi me exilar aqui, aumentando minhas força e meus conhecimentos da tecnologia kryptoniana, que é 10 vezes mais avançada que a da terra, para me auxiliar na luta contra os alienígenas. Pego todos os cristais de holografia com o conhecimento kryptoniano, coloco todos eles no assento principal da Fortaleza. Acima do assento eu fiz uma abertura no teto com tipo de lente de aumento para a entrada constante e massiva de luz solar durante o dia, para aumentar meus poderes.

Além disso, pedi para os robôs daqui construirem um tipo de armadura que catalizaria e se abasteceria de todo os raios solares que ela recebesse ao máximo possível para aumentar ainda mais minha força, resistência e velocidade, que ainda não é comparáveis as do Kal-el, mas e com isso e meu treinamento eu poderia até mesmo pretendia superá-lo.

Sentei no “trono”, liguei a primeira holografia e comecei a estudar tudo aquilo que os cristais podiam me oferecer. Fiquei ali sentado, treinando minha mente, concentração e paciência, além de elevar meus poderes. Tudo isso por cinco meses, sem parar.

********

Até que alguém invadiu a fortaleza...

Eu o escutei entrar, e logo depois escutei seus gritos. Pai, Mãe, ele berrava. Não pude imaginar uma criança perdida no meio do Antártida. Continuei sentado até que ele veio até mim. Logo de cara consegui reconhece-lo. Clark me mostrou uma foto sua certa vez, mas não tinha como eu ter certeza.



Conner: Chris?

Ele se desespera já que não me conhece, afinal estive morto quando ele passou por aqui. O garoto manda uma rajada de visão de calor no meu peito. Supreendentemente, sinto pouquíssima dor. Corro até ele, que tentava se esconder. O garoto falava em Kryptones e foi um bom momento para eu treinar o meu. Depois de tudo se acalmar e eu lhe contar que era, nos sentamos e eu lhe conto o ocorrido desde o incidente com a Liga da Justiça, mas o menino fica mais abalado quando lhe conto sobre a Lois. Ela era realmente uma mãe para ele. Apesar de tentar confortá-lo, ele sai em disparada para o céu, eu vou junto e então logo estamos na lua. Levo-o para a fortaleza e decido ajuda-lo, se ele é filho do Clark, é minha família também, e família cuida uma da outra.

Então, mais dois meses se passaram.

********

Chris nunca saiu fortaleza desde que chegou. Lá ele tem tudo que é preciso para viver e aprender. Já comigo, é muito diferente!



Superboy: Você não vai matar mais ninguém aqui, EU não vou deixar!

Estou na Markovia, lutando contra os alienígenas desgraçados que dominaram nosso planeta. Todos meus atributos físicos aumentaram incrivelmente graças a amadura e o meu treinamento. Para me derrubar agora vai precisar de muito mais do que apenas um robô gigante. Em algums minutos eu derroto o foco do exercito que estava atacando uma cidade do pais. Levo os sobreviventes em um “palanque gigante” para algum clã da resistência. Lá eles estarão a salvo e meu trabalho aqui está feito.

Agora é hora de voltar para a Fortaleza da Solidão.

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Re: Prólogos dos Titãs

Mensagem  Phelipe Peregrino em Sex Set 23, 2011 10:48 pm

Sabem... No fundo eu sei que é impossível, mas eu posso jurar que isso foi ontem...

Sei que é impossível porque eu já, meio que, me acostumei com o modo como as coisas funcionam aqui na Zona Fantasma. Eu nasci aqui. O único. O General Zod me criou com o único objetivo de me usar para conseguir escapar de lá. E foi assim que eu cheguei na Terra.

Tudo de bom que me aconteceu nos dias em que estive lá, os momentos felizes que passei ao lado de Kal e de Lois. Eu mal posso acreditar no quanto eu me sentia bem chamando eles de “pai” e “mãe”. Eu sei, eu sei... Parece meio bobo mesmo. E é bobo mesmo, eu admito. Mas, eu queria que tivesse durado para sempre!

Mas, é claro, não durou...

Meu pai--Não... O General Zod atacou a Terra e arruinou tudo! Meu pai (Kal-El) lutou contra os exércitos do General Zod com todas as suas forças, e ele conseguiu salvar todos. Mas, no fim, eu precisei voltar à Zona Fantasma.

Tenho vivido escondido desde então. Tenho medo que o General ou um de seus homens me encontrem porque eu não sei o que ele faria comigo. E viver assim, escondido sem fazer nada só me faz ter mais saudade do meu pai e da minha mãe. Não esses que querem me machucar ou fazer qualquer tipo de maldades comigo, mas os que eu deixei lá na Terra. Aqui, na Zona Fantasma, eu me sinto sozinho o tempo todo, me sinto perdido e cansado. Sinto vontade de chorar.
Eu encontrei um pequeno refúgio para dormir, me deito entre os tubos rezando para que ninguém me encontre e eu consiga aguentar bem por mais um dia. Encolhido dentro da tubulação eu finalmente consigo dormir. Sonhei um sonho bom... Eu voava pelos céus de Metropolis outra vez. Brincava com o Robin, como fizemos na Bat-caverna quando ele me ensinou a pular sem meus poderes. Eu pude matar um pouco da minha saudade no sonho.

Foi quando um barulho me acordou. Tinha alguém entrando no meu esconderijo secreto! Me encolhi no escuro e prendi a respiração, tentando ao máximo fazer silêncio. Desejei que, seja quem for, fosse embora... Que me deixasse em paz. Tive vontade de chorar e de gritar pelo meu pai, mas eu sabia que ele não poderia vir. Não hoje. Foi quando ouvi chamarem pelo meu nome.

????: Chris? – A voz gritou. Eu acho que estava tão assustado que nem percebi que ele estava me chamando de “Chris”. Os homens do meu pai não me chamariam assim. – Chris é você? Não tenha medo... Eu vim aqui para te ajudar! Eu sou amigo do Kal -- digo -- sou amigo do seu pai. Ele me pediu para procurar você!

Chris: Que-Quem é você? – Ok, eu admito: Minha voz saiu tremendo e baixinha... Mas eu tava com medo, ta legal?

????: Meu nome é Mon-El. – Ele disse devagar chegando perto de onde eu me escondia. – Eu sou um amigo de infância do seu pai.

Chris: Se você é amigo do meu pai, o que ta fazendo na Zona Fantasma?

Mon-El: Boa pergunta! – Ele disse sorrindo. – Eu acho que sou a única pessoa cuja vida foi salva por esse lugar. Seu pai me colocou aqui para conter um envenenamento por chumbo. Vê? Enquanto sua raça é vulnerável à Kryptonita, a minha é ao chumbo.

Olhei pra ele com uma cara de quem não tinha entendido metade do que ele falou. Acho que ele entendeu bem isso porque só sorriu e continuou falando.

Mon- El: Deixa isso pra lá. Os homens do General Zod logo vão chegar aqui. Temos que ir!

Chris: Pra onde? – Ele foi me puxando e saímos voando em disparada.

Mon-El: Enquanto procurava você, eu encontrei o laboratório que o General Zod usou para desenvolver as cápsulas dimensionais que tiraram você e os outros Kryptonianos da Zona Fantasma durante a invasão dele na Terra. Eu descobri que eles ainda a mantém o protótipo da cápsula. É pequena demais para um adulto. Mas acho que ela é exatamente o seu número.

Chris: Meu número?

Mon-El: É... – Ele pareceu que ia explicar. Mas depois simplesmente parou. – Esquece. Foi só uma piada.

Chris: Hmm...
---
Nós fomos nos escondendo até o laboratório ao Forte Rozz, lugar onde eu nasci e o único lugar em toda a Zona Fantasma que sofre os efeitos da passagem do tempo. Aliás, sofria... Porque agora já não resta muita coisa dele. Eu reparei que Mon não queria entrar dentro do laboratório. Parecia que ele estava, não sei... Com medo ou algo assim.

Ele me levou até uma nave bem parecida com a que me levou para a Terra mas, diferente da primeira, essa era menor e menos confortável. Quando eu entrei eu pude reparar que o Mon suava e estava parecendo um fantasma de tão branco.

Chris: Tá tudo bem com você? – Perguntei preocupado.

Mon-El: Tá... – Ele respirou fundo. – Eu vou ficar bem. Como estão as coisas aí?

Chris: Bem, eu acho... – Sussurrei.

Mon-El: Mande um abraço para o seu pai, ok? – Ele sorriu e apertou o botão de lançamento.

Imediatamente um alarme soou alto e eu pude ver ele caindo no chão muito pálido. E, logo depois, vi alguns dos homens do General Zod invadindo o laboratório que já estava em ruínas. Eu tentei gritar, mas o som do lançamento abafou o grito. Soquei o vidro, mas sem o Sol, eu não tenho forças para quebrar nada. Os homens do General Zod pegaram meu amigo. E o foguete foi lançado.



*****
Quando eu cheguei, achei que tudo voltaria a ser como era... Meu pai estaria lá para me receber, ao lado da minha mãe. Nós iríamos voar por aí e ele me contaria histórias. E seríamos felizes mais uma vez.

Eu estava errado.


Tinha acontecido alguma coisa com a cidade. Ela estava vazia e deserta. O vento soprando fazia um barulho que, não sei por que, me fazia ter arrepios na espinha. Eu olhava para todos os lados e não via ninguém.

Chris: – Gritei. Eu estava procurando por todas as direções. Mas a cidade parecia uma cidade fantasma, como nas histórias de terror que o Jimmy me contava. Eu tive muita vontade de chorar. –

Mesmo gritando com todas as forças, ninguém me respondeu. Eu abaixei a cabeça e uma forte sensação de que estaria sozinho para sempre tomou conta de mim. Lutei com todas as forças para não chorar, mas foi impossível. Se tivesse alguém por ali ouviria meu choro sufocado ecoando pelas paredes dos prédios de Metropolis. Saí voando tentando entender o que estava acontecendo.

Eu tinha que procurar meu pai. Se tem um lugar onde meu pai deve estar é na casa dele. A Fortaleza da Solidão. Eu parti para lá o mais rápido que eu conseguia e, de longe, eu podia ouvir sinais de que havia alguém lá.


Chris: – Entrei gritando –

Foi quando eu o vi.


Eu não sabia quem ele era, mas ele não era o meu pai. Mesmo usando o símbolo dele. Mesmo usando o símbolo da Casa de El, ele não era o meu pai. Ele ficou me olhando como se estivesse tentando se lembrar de onde me conhecia.

????: Chris? – Ele disse meio na dúvida.

Eu não esperei para ver o que ele faria e o acertei com uma rajada da visão de calor, abrindo espaço para correr e me esconder. Ele não demorou nem um pouco para se recuperar do ataque e veio atrás de mim, me alcançando antes que eu conseguisse achar um lugar bom o bastante.

Chris:

????: Espera, espera! Vai com calma, garoto... Eu ainda tô treinando essa coisa de Kryptoniano.– Ele disse sorrindo. – E, não, eu não vou te machucar. Você é o Chris, né?

Chris: S-sim! – Respondi.

????: Eu sou o Conner... – Ele olhou pra mim de maneira bem carinhosa. – Nossa, cara, nem acredito que tô te conhecendo! Seu pai e eu éramos, bem, nós éramos como irmão!

Chris: Éramos?

Conner: Bom... – Ele ficou triste e sério. – Aconteceu muita coisa nos últimos meses, Chris.

Ele se sentou ao meu lado e pediu para eu sentar. E então, começou a falar tudo. Sobre como meu pai e os heróis haviam desaparecido. Sobre como a Terra havia sido conquistada e sobre como a humanidade havia se escondido no que havia sobrado das cidades. Eu olhava sem entender como tudo aquilo poderia ter acontecido tão rápido. Eu tentava imaginar o que fazia com que meu pai não tivesse voltado para salvar a todos. Salvar a minha...

Chris: Mãe? – Eu olhei para ele segurando o choro. – Onde está minha mãe?!

Ele só baixou os olhos e disse um “sinto muito, Chris”. Eu não consegui evitar e sai voando o mais rápido possível de lá. Quando percebi eu já estava na lua, sentado naquele silêncio e vendo a Terra lá de cima, não parecia que tinha nada errado. Vai ver era por isso que meu pai não tinha voltado. De cima, ainda parecia que estava tudo bem. Conner chegou lá logo depois e nós voltamos para a fortaleza.

Isso foi há alguns meses. Nós temos vivido aqui na Fortaleza desde então. Ele sai, vez ou outra para ajudar em alguma coisa mais séria que acontece. Eu não sai da fortaleza desde que fugi da Zona Fantasma. Conner me ajuda a treinar e desenvolver melhor meus poderes, eu o ajudo com aulas de Kryptoniano para que ele possa entender melhor tudo o que a fortaleza tem escondido. Ele diz que vai chegar a hora em que não poderemos mais ficar escondidos e que a guerra para salvar a Terra será breve. E que, antes de mais nada, precisamos estar prontos.

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Re: Prólogos dos Titãs

Mensagem  Convidad em Dom Set 25, 2011 4:10 pm

Se eu me lembro do que aconteceu? Não completamente. Posso te contar o que lembro, mas não garanto que fará algum sentido.

Era um dia comum. Eu e minha irmã Holly Granger estávamos em San Diego, aproveitando a praia, antes que alguma emergência surgisse e nós tivéssemos que intervir como Rapina e Columba. Na verdade, a tal emergência não demorou muito pra aparecer. Naves gigantescas cobriram o céu, e delas começaram a descer criaturas reptilianas. Essas criaturas começaram a matar as pessoas, e como sempre, tivemos que intervir.



Nós lutamos por várias horas sem parar. Quanto mais aliens nós derrubávamos mais surgiam. Aquilo tudo parecia que seria interminável. Meus poderes estavam loucos. Ao mesmo tampo que eu voava, eu curava pessoas e usava raios de luz branca para derrubar os reptilianos. Apesar da confusão, eu nunca perdia Holly de vista. Por se arriscar mais, ela se feria mais, e eu tinha que estar sempre por perto para curá-la.

Em algum momento da luta, não lembro exatamente quando, robôs surgiram das naves e vieram em nossa direção. Nós sabíamos que estávamos fracas de mais para lidar com eles, mas Holly insistiu. Ela jamais fugiria de um confronto, afinal ela era o Avatar da Guerra. Eu fui atrás dela para protegê-la, cobrir sua retaguarda. Mas em um momento de distração, fui jogada contra uma parede e vi os robôs segurarem Holly. Eu tentei me levantar, mas uma das criaturas reptilianas me prendeu contra a parede estocando uma lança em meu ombro. Eu vi tudo em câmera lenta.

Dois robôs seguravam os braços de Holly, enquanto outros dois prendiam as pernas dela contra o chão usando espadas. Ela não gritou. Um outro robô acertou-lhe um soco na cara. Ela cuspiu sangue nos pés dele, mas não gritou. Eu me debati, tentei me livrar da lança que me prendia, mas não consegui. Então, um alien se aproximou dela devagar. Ele falou alguma coisa com Holly, e ela respondeu cuspindo na cara dele. Então, ele a matou.



Senti uma força incomum dentro de mim. Parecia que eu ia explodir. Usando toda minha força, arranquei a espada do meu ombro e me levantei. Alguns robôs e aliens de aproximaram de mim, mas me livrei deles com raios brancos. Então fui cercada. Me agarraram igual haviam feito com Holly. Mas subitamente eu comecei a brilhar, e uma explosão branca desintegrou todos os aliens ali perto. Talvez fosse por causa do desiquilíbrio, agora que só havia o Avatar da Paz e o Avatar da Guerra estava morto.

Desmaiei.

Não vi muito enquanto era arrastada pelos aliens para algum lugar. Vi heróis caídos no chão. Vi pessoas sendo partidas ao meio. Vi pessoas sendo acorrentadas. E finalmente me vi presa em uma espécia de laboratório.

Quando acordei novamente estava numa espécia de mesa de cirurgia. Vi uma expressão de surpresa nos aliens. Acho que eles não esperavam que eu acordasse naquela hora. Foram descuidados. Rapidamente me levantei da mesa e me pus em posição de luta. Vendo que estava sem roupa alguma, me transformei em Columba.


Columba:
ONDE ESTÁ MINHA IRMÃ? O QUE VOCÊS FIZERAM COM ELA? FALEM!

Então, em minha mente, as memórias vieram à tona. Me lembrei de Holly sendo morta por aqueles alienígenas. E tudo que eu queria agora era que a justiça fosse feita. Sendo assim, acertei todos na sala com raios de luz. Escutei o som do alarme e saí pela primeira porta que vi. Voei o mais rápido que consegui e passei por criaturas que eu ainda não tinha visto. Eram parecidas com aranhas, mas eram gigantes. Novamente saí pela primeira porta que encontrei e me vi na rua.

Não reconheci o mundo. Alienígenas soltos por aí, andando como se estivessem em seu próprio planeta. Não vi humanos nas ruas. Provavelmente estavam todos mortos ou escravizados. Talvez aquilo estivesse acontecendo por causo do desequilíbrio, agora que só havia o Avatar da Paz e nenhum Avatar da Guerra. Eu não sabia o que fazer... Na verdade ainda não sei. Meu plano agora é procurar os heróis ainda vivos na Terra e montar uma resistência para combater esses alienígenas invasores. Exterminarei todos os aliens que entrarem no meu caminho, e enquanto procuro os Titãs, esperarei pelo próximo Avatar da Guerra.



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Re: Prólogos dos Titãs

Mensagem  Nasinbene em Ter Set 27, 2011 5:51 pm

Faz alguns meses desde que essa loucura toda começou. E eu que pensei que a explosão do Narrows na última missão dos Titãs era o pior que podia ter acontecido a Gotham... Eu não podia estar mais enganado...
Depois de me separar do restante do Titãs, me comprometi com Gordon a proteger Gotham. Quando olho para ele, ali, alquebrado, lutando pra manter as pessoas vivas... fico imginando quando ela irá jogar na minha cara que falhei miseravelmente com ele, a cidade e o mundo. Talvez se eu tivesse conseguido manter os Titãs unidos, isso não tivesse acontecido. Talvez tivessemos sido capazes de rechaçar a horda invasora. Talvez Barbara ainda estivesse aqui e Gordon estivesse melhor... talvez, talvez, talvez... Maldita palavra que não sai da minha mente.
Não que eu estivesse parado todo esse tempo. Me uni a Vic, Ryan Choi e outros supostos "gênios", tantando trazer Bruce e o restante da Liga de volta. Talvez se aquele malfadado dia no deserto não tivesse resultado em tragédia e Choi tivesse obtido êxito.. Olha eu mais uma vez perdido no "talvez..."
O caso é que esses malditos aliens nos invadiram e fizeram da Terra um misto de curral, playground e campo de caça. Somos menos que um mero incômodo para eles. Mesmo assim, não desisti da luta. Não é facil, admito. Meu primeiro encontro com um dos Repteis me deixou marcado para sempre. Literalmente. Consegui ferir meu oponente também e fugir, mas a um custo. Mesmo desarmada, a criatura fez um belo estago no meu rosto...


Não sei como e sou grato a isso, Tam Fox sobreviveu. Ela e Gordon me ajudaram a passar pelo pior. Mesmo assim, sou obrigado a mentir para eles. Deus me perdoe, mas é necessário. Gordon pensa num contra ataque massivo desde que começamos a organizar esse grupo de sobreviventes. Já tentei demovê-la da idéia, atacar de frente é burrice, já vimos o que acontece. Então, minto para ele e Tam sobre a situação da caverna...
Ainda está intacta, graças à ação de Alfred. Ele foi hábil o bastante pra atrair os malditos lagartos para longe da propriedade Wayne e acionar as defesas. Não sei por que, essas malditas criaturas parecem ter uma predileção por Gotham. Até onde pude investigar, Anaquia teve alguns problemas com alguns desses caras. Os últimos informes dizem que Lonney estava atuando na floresta que surgiu no centro de Gotham, e na última vez que foi visto, rumava para onde costumava ser o Arkham. Não sei porque Lonney não entrou em contato, mas se foi na direção do Arkham talvez já tenha morrido.
Com a invasão alienígena, a última das prioridades dos humanos foram os hospícios. Não imagino como os internos estejam se virando sem água e sem comida, se é que ainda estão vivos...
Não bastassem os alienígenas, alguns do meus erros passados ainda estão por aí, pra me atormentar. As pessoas que foram alteradas pelo gás do Coringa em nossa última missão como Titãs ainda perambulam por aí. Gotham está mais perigosa do que jamais foi. Mas como eu disse, não fiquei parado.
Não demorou para eu perceber que os metais terrestres não eram páreo pra qualquer das raças invasoras. Nossas armas quebravam-se como gravetos. Pesando nisso, consegui pegar um pouco do metal de um Mecanical caído perto de Metropólis e moldá-lo pra que eu pudesse usar como arma. Pode parecer um pouco bizarro, usar o corpo de um inimigo caído como arma, mas depois do que fizeram a Barbara... (Deus, parece que cada vez que fevho os olhos eu a vejo... os cretinos Mecanicals pensaram que a cadeira era parte do organismo dela e começaram a estudar meios de se "reproduzir" com as terráqueas...).
Consegui moldar um novo bastão com uma lâmina embutida e cerca de 50 batarangues. São extramamente eficazes... Estudei algumas formas de derrotar cada uma das raças e acho que posso manter esse ritmo, de bater e correr por mais algum tempo. No entanto, não podemos viver assim para sempre. Nesses meses em que estive lutando, em Gotham, me dediquei a aprender algumas coisas. Por exemplo, o pouco que restou dos meios de cominicação é monitorado por eles. No caso de uma transmissão, é preciso que a linguagem não seja compreendida e que não possa ser rastreada até sua fonte.
Quanto a rastrear, é fácil. Desenvolvi diversos transmissores que ficam espalhados por toda a Gotham. Nem mesmo eles podem achar e desativar todos. A linguagem, foi mais dificil. Inglês? Ah eles entendem, bem como qualquer uma das linguas faladas na Terra, mesmo as línguas mortas. A maior parte dos meus transmissores opera em inglês, pra usar contra-inteligência, mas alguns trasmitem em um idioma muito específico...
Foi extremamente dificil aprender, mas Bruce tinha um tutorial detalhado no computador da caverna. Pelo grau de complexidade, acredito que era um tipo de plano reserva entre Bruce e Clark, pra ser usado numa emergência.Bem, não existe emergência maior que essa. Os arquivos de Bruce ensinavam como entender e falar a língua nativa do Superman. Sim, estou transmitindo em kriptoniano. E como Bruce e Clark não estão aqui, eu e Conner teremos que fazer as honras. Soube que o Superboy rumou para o norte, e isso me leva a deduzir que ele foi para a Fortaleza. Levou meses para que eu pudesse me preparar. Meu plano é que possamos estudar a tecnologia kriptoniana pra que possamos armar alguns dos heróis restantes e através de táticas de guerrilha, tentarmos vencer essa guerra. Uma guerra praticamente perdida.
A transmissão para Conner é a seguinte:



(espero voce ate a meia noite, todas as noites no teto da antiga GCDP. precisamos contra atacar, conner. titãs unidos!)

Essa tem sido minha rotina nas últimas semanas... esperar a resposta de Conner, atacar os invasores (e plantar rumores de um justiceiro desconhecido e invencível em Gotham) e tentar sobreviver no processo. Eu sou Tim Drake. Ou Tim Wayne, depende de pra quem você pergunta. Se perguntar para os invasores, é provavel que me chamem de peste, demônio ou algo parecido naquela língua nojenta que eles falam. Pra mim? Não posso mais dizer que sou Robin, esse tempo ficou para trás. Num tempo mais inocente, em que acreditávamos que poderíamos estar a altura da Liga e talvez trazê-los de volta. Hoje, a sensação é outra. A ferida em meu rosto me mostra que, apesar de minhas habilidades ainda posso ser ferido e morto. Não posso deixar transparecer isso para os poucos cidadãos lúcidos que sobraram em Gotham. Para eles, tento ser se não símbolo de esperança, ao menos de vingança. Hoje, posso ser chamado de Red Robin...

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Re: Prólogos dos Titãs

Mensagem  Administrador em Qua Set 28, 2011 7:40 am

Prólogo - Dias de Trovão

Depois que eu abandonei os Titãs, eu fui para a Pedra da Eternidade em busca do Mago Shazam. O velho era a minha última esperança. Desde que o Capitão Marvel e os outros heróis da Liga da Justiça desapareceram, eu lutei ao lado dos Titãs para suprir a falta deles. Mas o meu desapontamento fez com que eu procurasse um meio de trazer os heróis desaparecidos de volta. Talvez o Mago Shazam soubesse de algo. Por esse motivo, eu fui para a Pedra da Eternidade consultar o velho.


Só que o velho nunca foi com a minha cara. E a reciprocidade era verdadeira, já que sempre detestei ele. Mas pela primeira vez, eu ficaria contente de encontrar o velho. No entanto, as coisas não ocorreram como eu imaginei.
Quando eu entrei na Pedra da Eternidade, o Mago Shazam estava sendo atacado pelos Sete Pecados Capitais, o que era algo impossível, pois eles foram selados nas paredes da Pedra da Eternidade milênios atrás. Nem precisei da Sabedoria de Salomão para deduzir que alguém libertou os Pecados. Mas quem? Adão Negro? Lady Blaze? Muitos eram os inimigos da Família Shazam. Mas eu certamente não teria chance contra os Sete Pecados com metade dos poderes do Capitão Marvel. Talvez nem mesmo o Mago Shazam fosse capaz de aprisionar os Pecados outra vez. Então o velho percebeu minha presença e para proteger a vida, me enviou para Fawcett. Não sei porque ele fez isso. Ele nunca me considerou digno de fazer parte da Família Shazam. Mas se ainda estou vivo, é graças ao sacrifício dele.
Sim, sacrifício. Logo depois que eu cheguei em Fawcett, o raio de Zeus me atingiu. Como de costume, eu voltei ao normal. Eu gritei minha palavra mágica várias vezes para invocar os meus poderes novamente, mas nada aconteceu. Aquilo só poderia significar uma coisa, que o Mago Shazam morreu naquele instante. A morte do Mago Shazam consequentemente representava o fim da Família Marvel. Onde quer que estivesse, Billy não tinha poderes. Portanto, ele estava perdido para sempre.
Eu fiquei perplexo. Todas as minhas expectativas foram dissipadas. Eu pensei que a situação não teria como piorar mais, mas me enganei, pois horas depois, eles chegaram.


Eles vieram do espaço e atacaram nosso planeta subitamente. Sem chance para reação ou mesmo para rendição. As principais capitais do mundo foram conquistadas em questão de minutos. Mas eles não pararam, é claro. Nada era capaz de satisfazer a sede de sangue e poder dos invasores. Não demorou para Fawcett sofrer as consequências da invasão. Os invasores enviaram os seus construtos mecânicos para dizimar Fawcett. Primeiro sitiaram Solar Center, área onde estavam concentradas as mais importantes construções da cidade. Não deixaram pedra sobre pedra. Depois repetiram o processo por toda a cidade. Eu não fui capaz de fazer nada por ninguém. Não tive notícias de Mary ou de qualquer outro sobrevivente. Já foi muita sorte escapar com vida.


Após a destruição de Fawcett, eu fiquei escondido no subsolo da cidade até as coisas de metal irem embora. Eu acho que passei um mês ou mais nessa condição. Com provisões escassas, eu pensei que não iria mais ver a luz do sol, e que morreria ali. Realmente, o ambiente mais parecia uma tumba do que um abrigo. A cada 18 horas, eu verificava o que acontecia lá em cima. Pelo que notei, os civis que sobreviveram foram transformados em escravos. Mas ainda não sei se Mary estava entre eles. Quando eu julguei seguro, retornei para a superfície. Depois da passagem dos tais "mecânicos", eu liguei para os Titãs com meu celular, mas não obtive resposta. Eu tentei de todos os pontos da cidade, mas o celular não funcionou. Aparentemente, os invasores cortaram a rede de comunicações via satélite.
Mas as ondas de rádio ainda estavam ativas. Então eu fui para a Rádio Whiz. Billy trabalhou lá por muito tempo e me ensinou como operar a aparelhagem.
Através das transmissões de rádio clandestinas, eu fui informado da existência de um movimento de resistência em Nova York. Depois de dias de contato, o líder da resistência de Nova York concordou em fornecer as coordenadas de seu esconderijo. A propósito, o nome dele é Tenente Alvarez, um militar que combateu no Iraque. Ele reuniu e treinou cada civil que encontrou em Nova York para rechaçar os invasores alienígenas. Munido dessas informações, eu fui para Nova York.
Obviamente, a minha viagem foi árdua. Um aleijado como eu sempre encontra todo tipo de dificuldade pelo caminho. Durante uma invasão alienígena, essas dificuldades dobram de tamanho. Eu quase fui pego pelos alienígenas em diversos momentos. Apesar dos riscos, eu acabei chegando ao meu destino, a base da resistência de Nova York. Mas um aleijado era tudo o que os meus anfitriões não esperavam. Para os membros da resistência de Nova York, eu era completamente inútil. Mas eu aguentei firme. Nos meses que passaram, eu conquistei a confiança e simpatia de alguns deles. Especialmente, Shareena. Desde o início, ela foi a única que não implicou com o fato de eu ser manco. Depois da Mia, eu pensei que não iria mais me apaixonar por um bom tempo. Mas as incertezas do futuro tornam as pessoas mais suscetíveis ao amor. Somos poucos aqui e estamos sozinhos na maior parte do dia e da noite. Então que melhor maneira de espantar a solidão do que a companhia de uma bela garota núbia?
Além de Shareena, eu fiz outro grande amigo na resistência. O nome dele é Zareb. Ele diz que é um necromante do 12ª círculo. Não tenho a menor ideia do isso significa. Mas ele sabe quem eu sou, ou melhor dizendo, quem eu fui.
Supostamente, Zareb fez alguns serviços para o Mago Shazam. Zareb me disse que ainda é possível reunir o poder de Shazam. Mas para isso, é necessário localizar as seis divindades que compõem o nome de Shazam. De acordo com Zareb, os deuses ainda estão na Terra, mas estão disfarçados como mortais. Pensar nisso me causou revolta. Afinal, por que os deuses não fizeram nada para impedir a invasão alienígena? Então Zareb me contou que os deuses seguem regras antigas, que os impedem de intervir diretamente pelos mortais. Por esse motivo, existia o Capitão Marvel. Os deuses entregaram seus poderes para Shazam, para que seu campeão defendesse os mortais em nome dos deuses.
Agora eu sou o único remanescente da Família Marvel com chance de reclamar os poderes dos deuses. Mas segundo Zareb, eu terei que provar o meu valor, passando por seis desafios impostos pelos deuses.
Zareb está procurando rumores da presença de deuses nesse plano material. Enquanto Zareb faz suas pesquisas, eu luto ao lado da resistência de Nova York. Com o treinamento do Tenente Alvarez, eu me tornei um excelente atirador. Mas eu serei mais útil para a resistência quando conquistar os poderes de Shazam. Até lá, ajudarei o Tenente Alvarez nessa guerra que parece não ter fim. Aleijado ou não. Mortal ou não.


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Re: Prólogos dos Titãs

Mensagem  Scorpion em Sab Out 01, 2011 3:17 pm

Gotham:

É um ledo engano quem acredita que esta cidade pertence ao Batman. Esta cidade sempre pertenceu ao crime... à escória da sociedade. A maior atração na última batalha que tive entre os Titãs é um Asilo onde a pior coisa que a sociedade pôde conceber vive... ou viveu.
Com a invasão alienígena, estes párias sociais se tornaram a menor das preocupações da cidade... mas não a minha.
Eu era um garoto normal, até ter sido alvo de um experimento com o DNA do Drácula. Eu herdei todos os poderes do vampiro, mas também a sua alergia à luz solar. Quando vim para este mundo, eu cometi um feliz acidente. Eu mordi a Titã chamada Estelar... a sua composição alienígena me provou que consumir diversos tipos de DNA me davam poderes permanentes. Com ela, a minha alergia ao Sol sumiu... desde aí, eu tenho feito experimentos comigo mesmo. Há algum tempo atrás, eu aprendi a controlar as pestes da sociedade à meu favor. Ratos, morcegos, lacraias e cães de rua dobravam sua vontade à minha. Isso pode parecer nada comparado ao que outros heróis fazem, mas para mim, foi apenas a ponta do Iceberg.
Eu resolvi sair à caça de alguns dos fugitivos do Arkham, mas não fugitivos quaisqueres... as minhas vítimas foram calculadas. Eu cacei e surpreendi Dr. Kirk Langstrom... o Morcego Humano.


Eu dei a ele uma morte rápida, mas bem dolorosa. Eu não podia desperdiçar o sangue precioso dele... e nem dá-lo a chance de se vingar. As capacidades de transformação do Morcego Humano seriam bem vindas para mim... mas eu não parei por aí. Eu fui atrás do Crocodilo Assassino. Ele tem excelentes capacidades físicas que eu poderia tentar adaptar, mas eu nunca o encontrei. Então, eu resolvi sair um pouco das sombras e ver do que os tais Reptilianos eram capazes.
Eu suei muito, mas consegui capturar apenas um deles e ferir uns outros poucos. A tecnologia deles não era piada... mas eu consegui o que queria. O sangue alienígena de Estelar me tornou mais rápido e anulou os meus defeitos... o sangue deles também teria algum efeito. Eles eram ágeis e se regeneravam. Isso era essencial para a batalha que eu pretendia travar. Só que não bastava cair na porrada... se eles tinham um exército, eu teria o meu. Por semanas eu salvei e também sequestrei alguns sobreviventes. Mas eu não sou um escoteiro como o Conner ou o Tim. Eu vim de um mundo onde ou você mata ou é morto. Então, eu criei o meu próprio exército... de vampiros. Eu mordi, transformei e treinei cada pessoa que salvei. De crianças a soldados, de donzelas a leões do zoológico de Gotham. Eu transformei tudo que eu encontrei e que respirava. Eu os uni sob minhas asas e os ensinei a caçar nas sombras... recolhi o arsenal dos REptilianos derrotados e distribuí entre os mais habilidosos. Conhecer a tecnologia de meu tempo fez com que eu aprendesse rapidamente a usar a deles. Eu ainda fiz mais... como um amigo do falecido Batalhão, eu assaltei o seu esconderijo de armas, tão ou mais tecnológicas que as dos Reptilianos.

Agora, eu tenho uma tropa de homens e animas vampiros... treinados, fortes... e armados até as presas.
Se esses aliens de merda querem brigar, então a porrada irìa comer solta.

Dagon: Lembrem-se, Nightriders! Todos lutam! Ninguém foge! Engatilhem seus rifles de plasma... Está na hora da janta!

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Re: Prólogos dos Titãs

Mensagem  Guima em Seg Out 03, 2011 11:22 pm

O Ultimo Mestre da Velocidade


Nos ultimos dias que antecederam a invasão, Bart Allen, o Kid Flash encontrava-se em um mosteiro isolado no topo de uma montanha fria no Tibet. Nesse lugar, alheio ao mundo e suas efemeridades, Bart encontrou a serenidade. Com muito custo aprendeu a dominar a força matriz de todo seu poder: A Força de Aceleração. Bart era o ultimo homem mais rapido vivo, porem ele não esperava voltar a usar seus poderes tão cedo. A paz e a integridade interior que ele havia alcançado parecia ter extinguido do coração do jovem todo aquele impeto e "impulso" que havia dentro dele. Não havia mais motivos para lutar, para correr ou para ser o mais rapido... Tudo estava bem... ESTAVA...

Da noite para o dia o Mosteiro foi invadido por seres alienigenas da qual Bart nunca havia visto. Ele não se lembrava de ter visto uma raça alienigena aracnidea cruel e tão voraz como aquela que havia atacado o mosteiro e fazendo os monges vitimas de uma violencia cruel e desimpedida. O garoto não queria lutar, mas se viu na obrigação de usar suas capacidades para proteger seus irmãos e o legado que eles haviam criado...Como um raio, Bart consegue conter parte da horda que atacava seu novo lar, mas eles apareciam ao monte de uma maneira que até a mente veloz de Bart era incapaz de contar. Os aracnideos avançam para o lar onde o Monge Principal e Mestre de Bart encontrava-se em seu descanço. Mais uma vez, Bart abraçou a força de aceleração e lutou ferozmente contra os monstros até o limiar de seu fisico...Exausto, Bart não foi suficiente para impedir que seu mestre fosse assassinado pelo que parecia ser o lider daquela invasão...Embora Aranhas alienigenas não tivessem expressão, Bart viu que a criatura sentiu prazer naquele momento...Foi então que o coração do jovem ardeu e todo aqueles anos meditando para atingir a serenidade não foram suficientes para represar o ódio que queimou dentro dele. Num ato que somente um velocista poderia ver, Bart atravessou o monstro acelerando todas as suas moléculas fazendo-o explodir em milhões de pedaços.

Arfando-se de cansaço ele se ajoelha diante de seu mestre que estava a dar seu ultimo suspiro...Ele entrega para Bart um pequeno anel e diz que o mesmo estava pronto para seguir sua jornada sozinho...E ele pedia a Bart para que ele não se deixasse cair novamente nesse estado de furia...Isso traria a derrota pessoal e todo seu esforço teria sido em vão...Bart responde que sim com a cabeça e olha o anel amarelo que repousava agora em sua mão. Um anel que ele conhecia bem...algo pequenino, mas que carregava um legado de proporções gigantescas...


Vestindo o manto escarlate que um dia foi de seu avô, Bart segiui a trilha de destruição deixada pelos aliens e iniciou uma busca pelos Titãs...

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Re: Prólogos dos Titãs

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