Um Trem de Consequencias

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Re: Um Trem de Consequencias

Mensagem  Leo Rocha em Ter Jun 07, 2011 1:29 pm

"Resolver as pendências.. Que pendências tem um homem que se encontra preso há anos?"

Robbie pensava nisso enquanto estava arrumando suas coisas. Ele então observa a porta se abrindo e quatro homens entrando no quarto.
O primeiro a entrar era o Capitão ( Mad ), o homem encarregado pela sua segurança durante o período em que esteve "hospedado" no local. Tinha o porte de um veterano de guerra, uma postura firme e decidida e um olhar desafiador. Foi também o homem responsável por seu treinamento em combate.
O segundo a entrar, foi o Dr. Kowalski ( Neutral ), o médico responsável pelo seu acompanhamento psiquiátrico. Kovalski tinha a teoria de que um dia, com muito trabalho, Robert poderia se tornar completo, sem a divisão nas duas personalidades conflitantes. Parecia um sonho distante para Robbie, mas ele não podia negar que haviam avançado bastante em suas sessões.
Em seguida entra o homem conhecido como Rico ( Cool ). Ele é conhecido como responsável pela logística do setor, mas seria facilmente chamado de "Faz tudo". Durante a internação de Robbie, Rico foi o mais próximo de um amigo e também foi o que melhor na equipe conseguia lidar com Bob. Ele também era responsável por conseguir os livros, revistas, filmes e mulheres requisitados pelas duas personalidades. Era só pedir, ter a aprovação da Waller e esperar o Rico trazer.
O último a entrar foi um recruta ( Shocked ) que estava há seis meses na base e que auxiliava o Capitão nos treinamentos. O garoto nunca se sentiu a vontade perto de Robbie, pois já passou por umas situações de combate com Bob que o fizeram ficar bem receoso.
Após a entrada de todos, o Capitão foi o primeiro a falar:

Mad Fomos informados que você finalmente entrará no Esquadrão Suicida, garoto. Espero que não esqueça do que eu te ensinei. Você foi chamado pra trabalhar com os pulhas mais filhos da mãe que se tem notícia. Nenhum deles hesitaria em matar a mãe por um punhado de moedas e não vão hesitar e, fazer o mesmo com você por muito menos. Tenta sobreviver e mostrar que eu não perdi o meu tempo contigo.

Neutral O que o Capitão quer dizer...

Mad Eu sei o que eu quero dizer!

Neutral O que você tem que ter em mente, é que estará submetido a situações de extrema tensão e hostilidade. Estará agora em um ambiente não controlado e com situações que certamente te levarão ao limite. Você terá que saber como e quando alternar o controle com Bob e como fazer para que isso não seja uma coisa penosa pra você. Tente focar no "UNO". Essa é a meta Robbie.

Cool Hola Robbie! Agora falta pouco para você finalmente poder sair daqui! Tenga fé Hombre!

Mad Quer dizer alguma coisa, Recurta? Ou vai ficar só na escolta?

Shocked Boa sorte.

Arrow Obrigado pessoal! Eu... nós... Bom, pior do que tá não fica, não é? Pelo menos um dos caras parece legal. Mas mesmo assim, vou lembrar de tudo que me ensinaram. Até mais.

*************************

Após a saída dos homens, Robbie se vê mais uma vez se olhando no espelho. E em sua mente, Bob lhe fala:

Arrow Pensei que esses otários iam chorar aqui contigo. Bando de maricas... Mas tudo bem, agora falta pouco pra gente levar um novo chefão pro inferno...

Arrow Você não vai atrapalhar a minha saída daqui!

Arrow Não mesmo.. É o que eu mais quero...

****************************
No dia seguinte, Robbie segue em um carro pilotado pelo recruta ao aeroporto, onde encontrará seus companheiros de missão.


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Re: Um Trem de Consequencias

Mensagem  Phelipe Peregrino em Sab Jun 11, 2011 12:00 pm

Com passos leves eu saio da sala de reunião da Waller. Havia assuntos urgentes que necessitavam de minha atenção. Amanda se mostrou exatamente o que eu esperava que fosse: Uma mulher forte e decidida, afogada em incertezas... É preciso sempre transmitir a idéia de que está no controle absoluto das coisas. É normal. Eu vi várias como ela ao longo das eras: Catarina da Rússia, Elizabeth Tudor na Inglaterra, Hatshepsut no Egito, e tantas outras...

Tirei um cigarro e coloquei a mão no bolso para pegar meu isqueiro, porém, me interrompi. Lembrei-me que já não tinha meu isqueiro. O Arrombado havia atirado nele. O que me fez lembrar coisas que mereciam minha atenção urgente.

Arrumei a lapela do meu terno e caminhei com passos severos em direção ao resto do novo esquadrão.

Giovanni: Bom, senhores... – Disse num tom amigável. – Pelo visto, circunstancias incomuns nos fizeram companheiros de equipe. E, embora seja contra todos os meus instintos e contra tudo que me forcei a ser através das eras, vou me educar a confiar em vocês. Iremos encarar riscos e não gostaria de saber que o homem que protege as minhas costas também é o homem que virá a apunhalá-la.

Abri as mãos num gesto ainda amigável.

Giovanni: Imagino que a maioria de vocês irá procurar o conforto do lar ou o calor dos braços e pernas de uma mulher... – Virei-me para o Arrombado com um sorriso malicioso. – Ou seja lá o que vocês prefiram buscar para aquecer-se...

Depois, voltei-me ao senhor Lucci.

Giovanni: Entretanto... Imagino que homens como o senhor, senhor Robbert Lucci, recém saídos de uma situação digamos... Inconveniente, não possuem muitos locais para ir ou pessoas a procurar. Dê-me a honra de ser meu convidado em minha casa na cidade. – Parei um segundo. – Ainda que eu não saiba em que cidade estamos. Mas é justamente para casos como esses que eu tenho uma casa em todas as cidades do mundo... Me poupa de vários inconvenientes.

Guardo o cigarro, que eu não pude ascender, e continuo.

Giovanni: Tenho certeza que vai tirar muito proveito da estadia, senhor Lucci. – Falei arrumando os botões do terno. – Tenho alguns assuntos que gostaria de tratar com você.

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Re: Um Trem de Consequencias

Mensagem  Guima em Ter Jul 05, 2011 9:13 pm

Todos estavam no aeroporto, exceto por Amadeus e Alvo Humano. E o voo para Moscou já estava prestes a partir. Exceto por Lucci, os outros membros do Esquadrão extranharam a ausencia de Alvo Humano. Talvez Waller tinha mudado os planos pra ele, ou algo pior. Eles não podiam mais esperar por ninguem e então embarcam no voo para Moscou.

Horas mais tarde o grupo chega ao aeroporto de Moscou. Lá eles são encontrados por um homem de cavanhaque. Ele os convidou para segui-lo, embora falasse americano fluentemente, o sotaque russo era bem marcante em suas palavras.

Esquadrão Suicida ?! Mas não está faltando um membro ??? Bom, sou o contato de voces aqui na Russia. Me chamem de Kraken.

Kraken os leva para um furgão preto que estava estacionado proximo ao aeroporto. Lá dentro ele explica algumas coisas da missão para o grupo.

Levarei vocês proximo ao silo de misseis. Ele abre um mapa e coloca sobre uma pequena mesa Essa é a localização do silo, vejam esse perimetro em vermelho é o maximo que posso deixar vcs sem ser notado. O lugar é uma fortaleza. Posso deixar vocês numa distancia de 8 km da entrada pro Silo. Vcs terão que fazer o caminho a pé e com cuidado. Este quadrante está cheio de minas terrestres e armadilhas. Sem contar algumas cameras de vigilancia escondidas sob a tundra siberiana. Waller me falou que um integrante possui um jato portatil, mas intervenções aereas são perigosas, eles possuem radar e defesas anti aéras, seria necessario um piloto extremamente experiente para passar, porem eu não aconselho. O interior do silo é totalmente desconhecido...exceto pela informação que nele guarda-se ogivas nucleares desativadas. Isso é tudo o que eu sei... me avisem quando estiverem preparados e eu os levarei até lá. E se por acaso vcs tiverem duvidas...essa é a hora de respondê-las.

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Re: Um Trem de Consequencias

Mensagem  Guima em Ter Jul 05, 2011 10:13 pm

20:00 em um bairro nobre de Metrópolis.


A Mansão onde haveria o baile filantropico promovido por Lex Luthor mais parecia um castelo renascentista. O Jardim era extremamente belo, havia arbustos podados em forma de diversos animais, um tapete verde aparado de uma forma tão impecavel que nem sequer parecia uma vegetação graminea. Pinheiros davam o ar de poder e autoridade naquela imensidão verde. Mas se o jardim era imponente, a mansão então era divina. Amadeus já acumulava séculos de existencia e foram poucas as vezes que ele tinha visto uma pietá de arquitetura renascentista como aquela. Aquela mansão deveria custar uma fortuna... Fortuna essa que muitos dos convidados que ali estavam não teriam nem em cinco gerações.

Amadeus aproxima-se da porta central que levava a saguão festivo. Ele passa pela segurança sem problemas, pelo visto alguem tinha mexido os pauzinhos para que ele entrasse sem problemas, não que isso seria obstaculo para o nobre imortal. Dentro da casa seus olhos afiados pelas eras enxergam Rushkov juntamente de sua bela esposa que se encontravam no andar acima proximo as escadas. Eles trocavam palavras e caricias no intervalo que degustavam de uma taça de champanhe. No centro do saguão encontrava-se Lex Luthor... Lex conversava com meia duzia de homens ao seu redor, os homens riam de suas palavras, porem Amadeus percebia que Luthor já mostrava um ar enfadonho. E caminhando pelo local, acompanhado de tres belas mulheres estava o jovem e milionario Bruce Wayne. Antes de Amadeus tentar uma aproximação, um garçom se aproxima oferecendo-lhe champanhe.

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Re: Um Trem de Consequencias

Mensagem  Scorpion em Qua Jul 06, 2011 11:23 am

Ray entra no avião para a Rússia enquanto digita uma mensagem de texto para sua namorada.
MSG: Hey,baby! Estou voando p russia c os xefes. n me spere p janta, axo q n xego mt cedo hj. axo q meu cel n vai pega legal na rusia. bjo e t amo.
Quando termina de digitar ele encosta na sua cadeira e fica falando sozinho.
Ray: Droga. Quanto tempo essa mentira vai durar?
Ele tenta puxar papo com quem quer que seja que esteja sentado ao seu lado.
Ray: Cara, acredita que eu tenho um puta medo de voar? Depois de que eu assisti um vídeo de como eu piloto, eu só confio em mim mesmo no manche. Queda de avião é coisa séria, cara.
Ele então tenta relaxar durante o vôo. A missão iria exigir que estivesse bem descansado.

Na Rússia, eles são recebidos por um homem chamado Kraken. Ray esfregava os braços pra espantar o frio.
Ray: Cacete! Esse lugar é frio como o último círculo do Inferno.
Kraken fala algo sobre o jet pack e sobre precisarem de um bom piloto.
Ray: Como assim um jato portátil? Isso é muito mais que um jato portátil! Isso é... bem, é um jato portátil, mas não um jato qualquer. Tá vendo esse capacete com os dentes do Hannibal Lecter? Poisé! Ele... deixa! Não vou contar agora. Vocês vão se surpreender mais tarde. Não se preocupe que não tenho a intenção de sair voando aqui feito um suicida. Mas sou um piloto experiente pra caramba, se é o que você quer saber. Baterias anti aéreas não são um grande problema pra mim. Meu maior receio nessa missão é lançarem um dos mísseis e eu ter de sair voando atrás dele pra desativá-lo. Primeiro porque nunca desativei uma bomba e segundo... não sei. Só não gostaria da idéia de perseguir um míssil. Vamos desativar essa joça antes que algo do gêneroaconteça.
Ray então parava de falar e aguardava que os outros se manifestassem e o principal: aguardava um plano.

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Re: Um Trem de Consequencias

Mensagem  Leo Rocha em Qua Jul 06, 2011 2:13 pm

Robbie já estava sentado há um bom tempo quando ouviu que o avião iria decolar. Ele notou a ausência de dois dos membros da equipe, mas, tendo em mente quem seriam os dois, preferiu nem perguntar. Sabia que provavelmente a resposta não seria muito boa..
O jovem piloto com pinta de dublê começa a puxar assunto com ele durante a viagem e ele aproveita a oportunidade para conhecer melhor o homem. Ray fala sobre um possível medo de voar e Robbie responde:

Arrow Entendo. Já o meu medo é não conseguir segurar o Bob em público.. Mas é melhor não pensarmos nisso agora.. Você sabe que este esquadrão tem o nome de suicida porque todos nós somos descartáveis, não é? Então fica atento porque eles não vão nos facilitar em nada essa missão. Sem contar que não podemos confiar em nossa equipe...

Quando o avião pousa e eles são recebidos pelo contato local, Robbie ouve a tudo atentamente. Quando é aberto o espaço para perguntas, ele fala:

Arrow Certo... Qual a rota de fuga? Temos alguma informação sobre o tipo de funcionários envolvidos com a instalação? E quanto tempo dispomos para a missão?


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Re: Um Trem de Consequencias

Mensagem  Drako em Qui Jul 07, 2011 1:17 pm

Rob entra no avião, após uma longa e relaxante tragada final em seu cigarro. Ele olha as passagens e senta em sua cadeira, localizada na ponta do corredor. Impaciente, ele batuca os dedos na perna, troca a posição delas várias vezes, tenta cochilar, mas nada faz o tempo passar mais rápido. Para tentar relaxar, ele saca um cigarro, acende e se acomoda da poltrona. Claro que logo foi repreendido.

Aeromoça: Senhor, não é permitido fumar dentro do avião.

Rob Lucci: Huumm? Porque não?

Aeromoça: O Cheiro incomoda os outros passageiros, senhor.

Rob olha a mulher de cima a baixo, conferindo o material.

Rob Lucci:
Bem mocinha, eu estou tentando relaxar aqui, se não posso fumar, que tal a gente passar o tempo com uma brincadeira boa lá no banheiro? É bem revigorante, você não precisaria fazer nada e eu só teria que mexer o quadril. Tá afim?

Aeromoça: Senhor, por favor! Tenha um pouco de respeito! –Diz ela irritada enquanto retira o cigarro da boca dele.

Rob Lucci: O que? Se quiser eu fico parado e você que faz o trabalho! Ei, moça! Pelo menos deixa--Saco, ela foi embora...e com o meu cigarro. E agora tá todo mundo me olhando. Devia ter trazido umas revistas de palavras cruzadas.

Já em Moscou eles são recebidos por um homem chamado Kraken. Eles entram em um furgão preto e lá o homem explica a missão.

Rob Lucci:
Me deixe o mais próximo que conseguir, o resto é comigo.

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Re: Um Trem de Consequencias

Mensagem  Phelipe Peregrino em Sex Jul 08, 2011 11:58 pm

Eu não dormi aquela noite. Alias, eu não fiz nada naquela noite. É uma coisa curiosa que acontece com alguns dos meus é que nossa percepção de tempo é afetada. Ficarmos parados por horas não é muito diferente do que ficarmos parados por segundos.

E, embora um sorriso irônico e afiado como uma faca estivesse estampado em meu rosto e eu tivesse uma taça de vinho em minha mão, eu não estava feliz. Naquela noite, as peças começariam a se mover. Um grande jogo que eu busco à eras.

Savage, o homem que busco tão avidamente quanto um adolescente busca as ancas de uma mulher, finalmente está ao meu alcance... E quando eu o pegar... Somos imortais, isso é um fato que não pode ser mudado. Mas, embora seja uma frase clichê, existem mesmo coisas piores que a morte... E eu conheço todas elas.

O meu telefone me desperta de meu estado letárgico. Foi só então que percebi que já era dia.

Atendo o telefone.

Um trabalho bem feito.

"Não há forma melhor de começar o dia." Eu gosto de pensar.

Mas outros acertos precisavam ser feitos. Minha missão era crucial e algumas coisas precisavam ser arranjadas.

***
Eu não gosto de vir à Metropolis. Não que a cidade seja ruim, longe disso, por mais que um homem do passado como eu possa se sentir deslocado na “Cidade do Amanhã” o motivo que me faz não gostar dessa cidade voa e usa capa vermelha. Não que eu tenha algum problema com o escoteirão, mas eu sobrevivo de privacidade... Um elemento que é difícil de ser mantido quando há alguém capaz de ouvir nossos sussurros mais psicóticos.

Peguei a taça com o garçom à minha frente e tomei um gole longo. Três pessoas naquele salão mereciam minha atenção: Meu alvo, obviamente; Lex Luthor e o jovem Bruce Wayne. Entretanto, Bruce Wayne pode atrair atenção que eu não preciso no momento...

Hmm...

Por outro lado, eu estou diante da nata financeira do globo. É a oportunidade perfeita para estreitar laços e atrair oportunidades financeiras inestimáveis. Metade dos homens que estão aqui já possuem laços financeiros comigo, direta ou indiretamente mesmo... Acho que eu poderia--Não! Preciso manter o foco. Vou direto ao Rushkov...

Ele é o tipo de pessoa com a qual eu adoro lidar. Alguém acostumado a ficar no controle, alguém que acha que já ultrapassou o estágio em que pode ser derrubado. Pessoas assim se fragilizam com a possibilidade de tombarem. E é essa visão que eu vou dar a ele.

Eu me aproximo com passos calculados. Olhando fixamente para a musa que lhe faz compania. Lá estava ela, ao alcance de minhas mãos... A filha de Savage. É o mais próximo que eu cheguei de um Savage desde que nossas desavenças começaram... Como eu queria voar sobre aquele pescoço delicado e arrancar seu útero pela garganta. Chego a estremecer diante da visão. Assim que eu estou próximo o bastante eu sussuro ao ouvido do homem sentado com um longo sorriso no rosto. Apenas algumas palavras são ditas. Palavras calculadas tanto em ritmo, tom e em profundidade. Uma forma de agir e falar que eu tive séculos para poder aperfeiçoar. E, enquanto falo, eu coloco meu cartão no bolso interno do seu terno, dando um tapinha para assegurar que fora bem colocado.

Depois, enquanto ele digere as palavras, lutando contra seus instintos e tentando decidir no que acreditar, eu beijo a mão de sua companheira (e me imagino dilacerando-a com a mesma facilidade). Abrindo um sorriso infernal e completa e totalmente carregado de segundas intenções.

E, então, eu me afasto.

Eu sento em um canto reservado e aprecio minha taça de... Pensando bem... Não sei que porra é essa que Lex mandou servir. Tem um toque de canela. E algumas gotas de limão. Mas não sei que merda é essa... Foda-se.

Eu aguardo a reação de Rushkov. Posso dizer como as coisas vão acontecer: Ele ouviu minhas palavras e vai cogitar até que ponto elas são verdadeiras. Logo ele vai receber uma ligação... E essa ligação vai confirmar tudo o que eu disse. E então ele vai olhar o cartão e tentar descobrir quem eu sou. Vai se deparar com as iniciais “A. M.” e vai ficar mais curioso. Provavelmente vai mandar chamar Luthor, que é o anfitrião e supostamente conhece a todos. Por fim, Luthor vira e o apresentará a mim... Imagino que ele irá aproveitar essa situação para fugir do tédio do assunto que está sendo obrigado a manter e a fachada que está sendo obrigado a assumir diante de todos. É a oportunidade única para fugir disso por um instante.

Mas Lex é um cara inteligente... Muito mais do que eu, eu admito. Ele sabe que com o garoto super-star dos Wayne não é o momento de tratar de negócios. Bruce é o tipo de playboy estúpido que a mídia adora... Como as irmãs Hilton, mas usando cuecas.

Eu posso esperar.

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Re: Um Trem de Consequencias

Mensagem  Guima em Ter Jul 12, 2011 10:31 pm

Muito bem... deixarei voces o mais perto que puder. Quanto a rota de fuga, existem apenas duas opções... A primeira: Vocês voltam comigo, eu ficarei nas proximidades fingindo ser um pesquisador que está estudando os efeitos climáticos na tundra siberiana...Assim que terminarem o trabalho de vocês me avisem pelo comunicador. A outra maneira é fugir disfarçado como civis no expresso transiberiano. Mas a segunda opção pode colocar a vida de civis em perigo... Portanto tratem de evitar levantar suspeitas.

Enquanto dizia essas palavras Kraken diriga o Furgão até o local onde seria o ponto de extração. Eu acredito que os capangas de Rushkov não estejam acostumados com supercaras como vcs, mas eles possuem as melhores armas e o conhecimento de terreno, e eu como veterano creio que isso é um ás que eles escondem na manga. Os membros do esquadrão podiam ver enquanto Kraken os conduzia a planicie siberiana e toda sua longa extensão. Faxia frio, muito frio naquela tarde, embora o sol brilhava fortemente no céu....

Chegamos...Boa sorte camaradas.

O furgão de Kraken retornou deixando-os sob a fria e desolada planicie gélida da Russia. A missão do novo Esquadrão Suicida começava agora.

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Re: Um Trem de Consequencias

Mensagem  Guima em Ter Jul 12, 2011 11:09 pm

A uma certa distancia, Giovanni percebe Rushkov levar sua mão ao bolso e atender o celular. Entre um gole e outro daquilo que eles chamavam de vinho Amadeus observava atentamente as multplas reações que o russo teve em menos de um minuto: Nervosismo, euforia, furia e calma... Este ultimo quando sua bela "esposa" o segurou pelas mãos e de uma certa forma o acalentou. E foi neste mesmo momento que seu olhar alcançou o de Amadeus...ela o olhou de uma forma tão hipnotizante e poderosa para o imortal que ele pode sentir o liquido que ele bebia descer com uma certa dificuldade. Seria a genética imortal se conhecendo de alguma forma ??? Amadeus já sentiu aquela sensação ao fitar um de sua espécie, mas nunca sentiu isso ao olhar uma simples mortal...Talvez o sangue de Savage a correr naquelas veias era muito forte...


Amadeus Giovanni calculou tudo com frieza e calculismo. E ele acertou todas as equações...exceto por uma: Rushkov vinha a seu encontro sozinho. De duas opções uma: Ou ele era muito corajoso, ou era muito estúpido...podia ser as duas coisas ao mesmo tempo. Ele despediu-se de sua companheira beijando-lhe a mão e aproximou-se de Amadeus...Ele pegou o cartão que estava em seu bolso e pronunciou as iniciais do nome do homem que estava a sua frente...


Augustus Giovanni !? Acertei !? Ele sorriu de maneira sem graça pro imortal. Não demonstrando nervoso ou algo parecido, apenas um tipo de deboche. O senhor iniciou uma conversa, e eu gostaria de terminá-la. Mas não aqui, não no meio de luzes, olhares e sorrisos... Por favor, acompanhe-me. Com passos firmes e ligeiros, ele caminha entre os ilustres convidados e subindo alguns degraus de uma pequena escada Rushkov ele para diante de uma sacada que dá vista para o jardim e no horizonte podia-se contemplar a grandeza de Metrópolis...

Acredito que aqui seja um bom lugar para conversarmos e você me explicar esse seu "jogo"

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Re: Um Trem de Consequencias

Mensagem  Phelipe Peregrino em Qua Jul 13, 2011 9:57 am

Alguns momentos de nossas vidas são fulminantes. Esses momentos são raros e infinitamente prazerosos. Não é à toa que as pessoas costumam dizer que nossa vida é medida não pelas vezes em que respiramos, mas sim pelas vezes que ficamos sem respirar. O grande problema é que esses momentos vão ficando mais escassos conforme o tempo passa. As nossas perspectivas mudam e até o mais duradouro dos prazeres, num contexto geral, pode ser apenas momentâneo. É por isso que eu faço o que faço ou sou o que sou... Não que eu seja um desesperado caçador de emoções, mas a falta de um propósito em uma existência imortal pode ser uma experiência terrível.

E como um raio o olhar da mulher me atingiu. Me fez vacilar sobre quem eu era e o que eu fui por todos esses séculos. O que tinha naqueles olhos que teve o poder de virar um jogo de cartas marcadas que eu tenho o cuidado de ensaiar há eras?

Eu tinha certeza que poderia ficar ali, perdido nos olhos e nos lábios dela por horas, mas Rushkov se aproximava e eu terminei - num único gole - a taça de seja-lá-o-quê que eu tinha nas mãos.

Rushkov: Augustus Giovanni!? Acertei!? - Ele me falou sorrindo. Eu respondi apenas retribuindo com o mesmo sorriso. - O senhor iniciou uma conversa, e eu gostaria de terminá-la. Mas não aqui, não no meio de luzes, olhares e sorrisos... Por favor, acompanhe-me.

Levantei-me e, com cuidado, passei as mãos sob o terno para arrumar qualquer imperfeição e amaçado que poderia ter surgido. Depois, o segui até o local que ele desejava. Era chegado a hora.

Rushkov: Acredito que aqui seja um bom lugar para conversarmos e você me explicar esse seu "jogo".

Eu o interrompi levando o dedo indicador contra os lábios fazendo o universal gesto de "silêncio".

Giovanni: Antes de começarmos, senhor Rushkov. - Eu disse num tom que misturava seriedade e preocupação. - Temo que precise que o senhor esvazie os bolsos, preciso saber se essa conversa não está sendo ouvida por mais alguém. Espero que não se ofenda, mas um homem em minha posição não pode correr riscos. Você entende, não é?

É claro que eu sabia que ele não tinha escutas. Mas foi gesto simbólico. Pedir para alguém ser revistado dessa forma demonstra, em primeiro lugar, que EU não tenho nenhum contato com autoridades (afinal, também estou evitando-as) e segundo, eu já provei que sei quem ele é, e isso deixa claro que minha posição é maior que a dele, isso desperta o interesse de qualquer vendedor no mundo.

Eu aguardo pacientemente e, assim que ele tiver terminado eu recomeço a conversa.

Giovanni: Eu agradeço a sua compreensão. - Falei dissimulando minha voz ao máximo para parecer a pessoa mais confiável possível. - Agora, voltemos ao motivo que nos trouxe aqui...

Passei a mão no cabelo e procurei um local para sentar, não fiz menção de perguntar se eu poderia ou não, apenas sentei e pedi para que ele me acompanhasse.

Giovanni: Não há nenhum jogo, sr. Rushkov. - Falei calmamente. - Considere como um "gesto de boa fé". Você me conhece pouco, eu sou um fiel solicitador de seus serviços, mas, no geral, por intermédio de terceiros... Eu, lido apenas com os melhores, sr. Rushkov, e você é um deles. É por isso que, quando fui informado de seu infortúnio eu sabia que precisaria intervir...

Fiz uma pausa breve apenas para dar tempo do homem digerir as palavras.

Giovanni: É claro que não vim aqui, pessoalmente, avisar que fiz algo apenas por caridade exacerbada... - Falei tirando um pedaço de papel do bolso. - Eu vim lidar com o senhor, pessoalmente, porque o que eu procuro é algo muito... Especial.

Coloco o papel na mesa e deslizo na direção dele.

Giovanni: Vai encontrar todas as especificações do pedido aí. - Falei como se eu mesmo estivesse desinteressado, como se aquilo fosse algo comum, do dia-a-dia. - Me dia um valor, qualquer um, e eu o pagarei.

Depois eu olho para ele de maneira firme tentando medir suas reações.

Giovanni: O que me diz, sr. Rushkov? Temos um negócio?

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Re: Um Trem de Consequencias

Mensagem  Drako em Qua Jul 13, 2011 2:00 pm

Rob escuta atentamente as instruções feitas pelo Kraken, àquilo era de extrema importância para ele. Como sempre, os seus inimigos conhecem melhor o terreno e dispõem do melhor armamento possível. Nada que ele nunca tenha enfrentado antes. O Kraken dá duas possibilidades de fuga, ambas são viáveis, mas ele ainda não sabe qual escolher no momento, tudo vai depender de como a missão vai se desenrolar.

Ainda no carro, enquanto aquecido e fora do frio rigoroso da Rússia, ele saca de sua bagagem uma fina camisa de malha com a manga comprida, retira a roupa que estava em seu tronco, coloca a camisa de malha e recoloca suas roupas de antes por cima dela. Aquilo era o suficiente para que ele se mantenha aquecido sem que tenha muitas roupas que restrinjam seus movimentos. Como ele foi criado na Liga dos Assassinos, em Nanda Parbat, está acostumado com o frio intenso.

Finalmente eles chegam ao local designado.

Rob Lucci:
Não me entendam mal, mas eu não sei trabalhar em grupo.

Rob rapidamente se afasta do grupo e pega um caminho alternativo. Ele é um assassino, um homem das sombras, gosta de estar sempre à espreita e um grupo grande de pessoas o iria atrapalhar nesse momento.

Ele segue em direção ao objetivo.


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Re: Um Trem de Consequencias

Mensagem  Convidad em Qua Jul 13, 2011 4:44 pm

O jovem garçom praticamente dançava entre os convidados da reservada festa "beneficente" de Lex Luthor, mas nenhum dos convidados notava a graça e destreza a qual o jovem se movia, quase como um fantasma, entre os mais poderosos, ricos e influentes do mundo. Ele era praticamente invisível, mesmo sobre o olhar de todos ali presentes, o jovem era inexistente para a percepção dos convidados, era de fato apenas mais um garçom.

Duas horas antes o "verdadeiro" garçom havia sido surpreendido por uma sombra a caminho do seu trabalho, que hoje iria ser em uma festa na luxuriosa mansão de Lex Luthor; mas no momento, se encontrava inconsciente, sentado com o rosto apoiado no volante e seu carro popular; não estava morto, não havia necessidade para tanto, apenas um veneno para lhe deixar desacordado o tempo suficiente para realizar a sua tarefa; amanhã o jovem rapaz iria apenas acordar com uma forte dor de cabeça e sem memória alguma do que aconteceu (ou o que não aconteceu em seu caso).

Na dada situação, seu disfarce era perfeito, teve apenas de dizer que era o substituto do homem que agora tomava o lugar, e teve acesso a quase todas partes da mansão; poderia tranquilamente bisbilhotar nas conversas de qualquer convidado sem levantar suspeitas, e era exatamente para isso que estava aqui, informação. Deveria ficar em cima do seu alvo, e obter qualquer coisa de valor e apenas em um caso extremo, era para liquida-lo. O que lhe lembrou de guardar seus equipamentos; os espalhou pela casa toda, guardou a espada debaixo de um dos fogões da cozinha, o traje em um saco de lixo em um dos banheiros mais próximos da parte central. Carregava consigo uma duzia de kunais presas por debaixo da sua roupa, na sua perna direita e uma bomba de fumaça em seu bolso esquerdo.

Os alvo estava em movimento, teria de exercer precaução extrema para não ser detectado; estava um pouco mais isolado do "coração" da festa; mas isso não seria problema algum para alguém com suas capacidades. Iria normalmente andar, como estivera fazendo este tempo todo, servindo bebidas e retornando as taças vazias.

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Re: Um Trem de Consequencias

Mensagem  Scorpion em Sex Jul 22, 2011 8:12 am

Não havia muito o que fazer.
Ray Topper não era um planejador e muito menos um líder. Ele nem sabia se devia estar ali agora e possivelmente escolheu fazer parte do Esquadrão pelas razões erradas. Sendo assim, ele aguardou alguém aparecer com alguma idéia de para onde deveriam ir e como deveriam proceder.
Ray: Bem, pessoal... vocês são os "profissionais aqui. Alguma idéia?
O segundo mais metido a besta do grupo resolve ir trabalhar sozinho.
Ray: É... pelo visto somos só nós, né?

nota: Mal o post curto, Guima, mas sua atualização não deu tanta brecha pro que postar.

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Re: Um Trem de Consequencias

Mensagem  Leo Rocha em Dom Jul 24, 2011 11:38 am

Robbie olha para Ray e por um segundo tenta se lembrar das instruções passadas pelo capitão. Ele então se lembra das informações fornecidas pro Kraken e tenta criar alguma relação em sua cabeça. Alguns segundos depois ele diz:

Arrow Eles tem controle total do terreno. Ou pelo menos deveriam ter se a intenção aqui é realizar um trabalho sério. Como estamos em um lugar inóspito, as únicas criaturas que eu vi durante a nossa vinda pra cá foram animais...

Ele pára um segundo formando uma imagem mental dos animais vistos nas imediações e continua:

Arrow Se não me engano, vi uma matilha de lobos mais adiante e também sei que nessas imediações provavelmente teremos ursos, raposas, javalis e alces. Isso sem contar com animais menores... Vamos fazer com que os alarmes deles fiquem sobrecarregados a ponto de perderem a funcionalidade. Vamos espantar alguns animais nesta direção e deixar que eles confundam os soldados. Aí é só esperar e tomar o lugar de dois deles durante o período que estiverem resolvendo a situação. Tente trazer um grupo na direção das minas que eu vou tentar trazer os lobos pra parte lateral. Ok?

Robbie tinha uma facilidade de absorção de informação e agora a usava para lembrar de documentários que assistira no National Geografic. Ele iria colocar a natureza para trabalhar pro esquadrão suicida e com tantas chances de sacrifício quanto eles mesmos teriam.

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Re: Um Trem de Consequencias

Mensagem  Guima em Ter Jul 26, 2011 8:32 pm

O Esquadrão Suicida finalmente teria sua primeira missão. O sucesso ou a derrota dependia exclusivamente deles... Porem o peculiar grupo iniciou suas ações de uma forma bem "peculiar"...

Primeiramente Rob Lucci, afastou-se de seus companheiros e avançou sorrateiramente na direção do Silo...as habilidades de Lucci o faziam perceber lugares onde provavelmente estariam as minas terrestres e seu treino com a liga dos assassinos o tornava invisivel mesmo em pleno dia...Lucci ficou bem proximo da entrada do Silo...entre ele e o portão que dava acesso a base de misseis restava apenas 500 metros. Mas agora a situação era mais complicada...cercas altas e arames farpados espalhados pelo chão faziam o perimetro de segurança das redondezas...Havia ali tambem cinco seguranças armados que faziam a ronda do local a cada dois minutos...chegar no local não seria tão facil agora.

Por outro lado Ray e Robbie decidiram planejar antes de uma intervenção direta e impulsiva igual ao do companheiro de grupo. Ray não sabia o que fazer no momento, voar talvez fosse perigoso...chamaria a atenção demais e ele poderia ser abatido muito antes do previsto. Por sorte, Robbie teve uma idéia interessante: Atiçar a fauna local para embaralhar e atrapalhar a vigilancia dos equipamentos de segurança do local. Podia dare certo...

Fazendo isso alguns alces correram em direção do Silo e explodiram ao contato de minas terrestres do campo. os pedaços de carne dos animais caiam no chão ativando varias minas e deixando um corredor mais seguro para os dois correrem. Aves atrapalhavam o sistema de radar e os lobos davam a distração perfeita para eles se aproximarem do lado do Silo onde haviam alguns caminhões e jipes estacionados...


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Re: Um Trem de Consequencias

Mensagem  Guima em Ter Jul 26, 2011 9:04 pm

Bolsos vazios meu bom homem !!! Espere ... não tão vazios assim, afinal eles carregam um alto valor de grife não é mesmo ? Rushkov riu do seu próprio comentario infame e depois retomou ao intrigante homem que estava a sua frente.

Voce é um homem misterioso Sr Giovanni. Não gosto de mistérios !! Sou de um país de homens racionais... Seja qual for o plano que tenha em mente, espero sinceramente que não tente dar o passo maior do que a perna. Não para cima de mim. Voce não gostaria de fazer isso...com toda certeza que não. Sobre qual infortunio você fala ? É algum tipo de brincadeira isso ??

Rushkov irritou-se um pouco... Mas era perceptivel sua irritação. Ele esperava que Amadeus não estivesse falando do recente ataque que sua base de operações estava passando...

Tentando se controlar e um pouco mais calmo agora, ele estendeu a mão para ver o papel que Giovani o entregara. Ele franziu a testa e coçou seu cavanhaque intrigado com o que vira...

Um traje propelido de batalha? Um exoesqueleto ?? Acho que não seria muito dificil porem demanda tempo e voce sabe que tempo é tudo alem de dinheiro. Mas me responda antes uma coisa antes...Porque o interesse nisso?

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Re: Um Trem de Consequencias

Mensagem  Phelipe Peregrino em Qua Jul 27, 2011 10:55 am

Sorri de maneira amigável com o breve comentário do homem à minha frente. E mantive-me com o mesmo sorriso quando ele me ameaçou. Eu ouvi cada palavra que ele lançou contra mim com atenção, esperando o momento em que iria responder e colocá-lo em seu devido lugar... Mas o momento veio e eu, com muito esforço, o deixei passar. Não ganharia nada replicando injúrias naquele momento, e eu tinha interesses muito maiores no senhor Rushkov.

Rushkov: -- Sobre qual infortúnio você fala? É algum tipo de brincadeira isso??

Giovanni: Absolutamente, senhor Rushkov. - Falei sem desfazer a expressão apática em meu rosto. - Me referia ao que havia lhe sussurrado lá no salão... O que, dado à sua reação, provou-se uma informação verdadeira, não é?

Ele se acalmou um pouco e pegou o papel e o leu por um instante.

Rushkov: Um traje propelido de batalha? Um exoesqueleto ?? - Disparou tão sutilmente quanto uma metralhadora giratória. - Acho que não seria muito difícil porem demanda tempo e você sabe que tempo é tudo alem de dinheiro. Mas me responda antes uma coisa antes...Porque o interesse nisso?

Não consegui evitar uma expressão de raiva, ainda que por um momento tão ínfimo que apenas alguém de olhos bem treinados poderia notar.

Giovanni: Espeleopaleontologia. - Respondi de maneira seca, visivelmente insatisfeito com o rumo que a conversa tomou. - Me diga, senhor Rushkov, você sempre pergunta para os seus clientes o que eles vão fazer com os produtos que compram de você?

Levantei-me e tirei meu talão de cheques. Arranquei uma folha com gestos bem marcantes, até mesmo exagerados e carregados de teatralidade, e assinei com uma caneta de prata com adornos de ouro.

Giovanni: Façamos o seguinte, senhor Rushkov... - Falei tentando retornar ao meu tom amigável. - Você me diz quanto eu devo colocar nesse cheque e quantos dias irá levar para você me entregar a minha encomenda. E, para cada dia que você me entregar ANTES do prazo, eu aumentarei o pagamento em um milhão de dólares americanos.

Depois eu abro um sorriso para ele, da maneira mais amigável possível.

Giovanni: Não somos inimigos, senhor Rushkov... - Eu falei no tom de voz que pude aperfeiçoar através das eras, o tom que seria capaz de persuadir o papa à dar às costas para a igreja. - Sei que ao dizer isso eu parecerei completamente suspeito, mas eu lhe asseguro que não há ninguém com mais interesse em sua segurança do que eu. Eu entendo que você deva estar preocupado com o que está acontecendo nesse momento. Imagino que você deseje partir para poder resolver o assunto pessoalmente, afinal, "se quer algo bem feito, faça você mesmo"... Por isso seria uma honra oferecer um de meus jatos particulares para levá-lo até lá, visto que se você saísse com um de seus meios de transporte, irá atrair ainda mais atenção.

Eu começo a medir suas reações e o quanto tocar no assunto despertou sua preocupação. Era a hora de forçar um pouco mais...

Giovanni: É claro que a situação pode ser mais perigosa do que imaginamos. - Falei tentando soar o mais preocupado e inofensivo possível. - Creio que deva manter sua esposa longe disso tudo, se me permite a ousadia. Dê-me a honra de tê-la como hóspede em minha casa aqui em Metropolis. Lhe asseguro que ela estará completamente livre de qualquer infortúnio em minha residência.

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Re: Um Trem de Consequencias

Mensagem  Drako em Qua Jul 27, 2011 2:38 pm

Rob se afastou do grupo e partiu sozinho frente ao seu objetivo. Conseguiu evitar todas as minas terrestres e o fato de estar de preto em um local branco por conta da neve não o atrapalhava, seguia pelas sombras formadas pelas arvores. Percorreu uma boa distância naquele esquema, sem ser visto, até que chegou à entrada do silo que estava cercado e com guardas fazendo a ronda. Parou e observou por alguns minutos. Essa é uma das três regras do assassino.

Rob Lucci:
Regra de um Assassino, número 01: Eleve-se à Escuridão, prenda a respiração...concentre-se no seu alvo.

Descobriu que a ronda era feita a cada dois minutos, fazendo de forma padronizada o ritual, dois minutos de ronda, dois minutos dentro do silo. Então permaneceu imóvel por oito. Enquanto esperava, pôde escutar um som abafado de explosão e notou as aves voando estranhamente. Aquilo era um sinal de que os seus companheiros estavam em ação, apesar dele não saber exatamente como o estão fazendo. Seu objetivo é ser furtivo, e com a atenção dos alvos voltada aos outros membros do Esquadrão Suicida, as coisas se tornam mais fáceis.

Os oito minutos se passaram, os homens voltaram ao seus postos e Rob Lucci tinha dois minutos para agir. Tirou os sapatos e colocou nas mãos, tirou as meias e colocou no bolso, pois se entrar em contato com a neve elas irão molhar, e isso não seria bom para seus pés, uma de suas armas mais importantes. Correu os 500 metros com os pés descalços na neve fria, o que não lhe incomodava e por ter as pernas bem treinadas, sua velocidade mesmo na neve ainda era acima da normal. Ao chegar à cerca deu um grande salto percorrendo mais da metade da altura da estrutura. O problema mesmo era o arame farpado, mas para isso ele estava com o sapato. Ao chegar na extremidade onde o arame ficava, ele pôs as duas mãos com o sapato no arame, tentando ao máximo não encostar neles com qualquer parte desprotegida, e então ergueu apenas com a força dos braços todo o seu corpo, enquanto a grade balançava pela pressão oposta sendo feita. Colocou suas pernas ao ar, ficando, por míseros segundos, ereto de cabeça para baixo em cima da cerca, até que então jogou o resto de seu corpo para dentro do local.

Rob Lucci:
Fase 1 Completa!

Os dois minutos que ele tinha para percorrer já estavam acabando, mas Rob já tinha observado todas as entradas e saídas do local e todo o percurso feito pelos guardas. Escondeu-se em um canto onde facilmente poderia ser visto pela sua frente, mas pelos lados, de onde os guardas vinham, não era possível. Quando o primeiro guarda chegou perto de onde ele estava, deu um chute certeiro na traqueia do individuo. Andou sorrateiramente até o próximo guarda, e pelas costas lhe chutou na altura do pescoço, quebrando a coluna vertebral, na parte que ligava o tronco a cabeça. Faltavam três guardas e os dois minutos de ronda estavam acabando. Tratou de cuidar do terceiro, também de forma imperceptível. No momento em que os dois voltavam a seus postos dentro do silo, ele se jogou ao chão, lado a lado de sua ultima vitima. Ambos os guardas que sobravam viram e foram correndo para onde eles estavam. Quando chegaram perto Rob se levantou, dando impulso com seus braços, deixando as pernas livres para chutar o saco dos dois ao mesmo tempo. Eles caem de dor não chão e Rob por fim da o golpe final, matando-os.

Rob Lucci:
Fase 2 Completa!

Rob entra pela porta de onde os guardas vinham e novamente some nas sombras, seguindo seu caminho.

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Re: Um Trem de Consequencias

Mensagem  Scorpion em Qua Jul 27, 2011 5:35 pm

A idéia do único suicida de colant foi boa. Ray nem perguntou como ele conseguiu espantar tantos animais em tão pouco tempo. Talvez fosse um de seus poderes. Tirando ele que andava fantasiado de "coiote" - por ter um foguete amarrado às costas - nenhum membro do esquadrão parecia disposto a estragar as suas próprias surpresas. Sem problemas... Ray não entendia o lance daquele mistério. Ele sempre fora exibicionista, afinal, era um dublê de filmes de ação.
Seguindo juntamento com Robbie, eles conseguem chegar à entrada do silo. Até aí estava tudo muito fácil. Ray pensou na idéia de nocauterem alguns guardas e se valerem dos uniformes.
Ray: Hey! A gente podia quebrar a cara de alguns guardas e pegar os seus uniformes. Então, nós... não. Deixa pra lá. Idéia imbecil.
Depois de quase falar seu plano é que Ray Topper se tocou de que a grande minoria russa era negra. Na verdade, nem quando estava em sua época, em 42, durante a II Guerra, ele nunca vira um russo negro. Com certeza se houvesse um russo negro na base, todos o conheceriam. Logo, disfarçar-se com Robbie era pedir pra ser alvejado. Além disso, Ray não falava bielorruso e nem russo, o que também renderiam uns bracos de bala em seu uniforme.
Ray: Acho que nossa melhor opção é ficarmos debaixo de um dos caminhões e esperarmos que eles nos levem pra dentro. Fora isso, não tenho mais coelhos na cartola. Afinal de contas... qual o teu super poder, cara?
Se nenhuma outra idéia surgisse, Ray se pregaria embaixo de um caminhão e aguardaria que ele entrasse para dentro da base, assim, poderiam se infiltrar.

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Re: Um Trem de Consequencias

Mensagem  Leo Rocha em Seg Ago 08, 2011 10:59 am

Robbie ficou contente ao perceber que conseguiram burlar o sistema de alarmes com os animais. Aproveitando a confusão, ele se vira para Ray, que indagava sobre seus poderes e qual seria amelhor estratégia para entrar na base e diz:

Arrow provavelmente o nosso amigo já deve estar morto ou bem adiantado na infiltração. Vamos seguir com o plano de entrar e alcançar o objetivo, mas vamos seguir pela rota à esquerda que é o caminho contrário ao seguido por ele. Deixa eu te mostrar um pouco do meu poder e do que podemos fazer pra entrar.

Ele então segura Ray e cruza a cerca eletrificada voando a baixa estatura. Em seguida sinaliza para o amigo o acompanhar enquanto corre na direção da garagem do local.

Arrow Antes de entrar, vamos preparar a saída e uma pequena distração.

Ele começa a sabotar os veículos, preparando dois deles com bastante gasolina. Assim que terminar a preparação, ele se dirigirá ao que parece ser a central do lugar, disparando contra a garagem, mais precisamente contra os carros com gasolina.

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Re: Um Trem de Consequencias

Mensagem  Guima em Ter Ago 16, 2011 8:20 pm

Rob Lucci

Masgistralmente, Rob havia acabado com os guardas daquele perimetro. Ele fora extremamente rápido e mortal, não demonstrando nenhum pingo de piedade. Agora a barra estava limpa, ao menos por enquanto. No local onde o assassino estava havia um corredor comprido que terminava numa porta. Porem o corredor era vigiado com cameras de vigilancia. Ao lado havia uma guarita onde Rob podia ver através de um monitor pelo vidro de acrilico que seus dois companheiros tentavam entrar pelo outro lado daquela base. Se Lucci quebrasse o acrilico ele poderia ajudar seus companheiros a entrar no local, ou então continuar a invasão sozinho...

Ray e Rob

Ray teve algumas idéias envolvendo disfarce mas achou que seria inviavel. Rob então, aproveitando a pane temporaria dos equipamentos de segurança voou baixo e atravessou a cerca eletrificada alcançando a garagem do lugar. Na garagem havia caminhões, Jipes e alguns trenós para andar no gelo. Robert teve a idéia de sabotar alguns veiculos mas isso não seria tarefa facil, a garagem era grande e havia cerca de oito homens no local fazendo a guarda. Rob e Ray estavam escondidos, mas não podiam ficar ali para sempre....


Nota: Coloquei a imagem pra tentar ilustrar a situação em que Rob e Ray se encontram

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Re: Um Trem de Consequencias

Mensagem  Leo Rocha em Seg Ago 22, 2011 8:50 am

Robbie examina bem o local e nota os 8 guardas que o protegem. Ele se vira para Ray e diz:

Arrow Parece que temos aqui um comitê de boas vindas. Vamos tentar pegá-los de surpresa. Você vai pela esquerda e eu pela direita. Pode ser?

Caso Ray concordasse, Robbie iria se esquivar até o guarda mais próximo e sufocá-lo dando uma mata-leão por trás. Tentaria fazer essa ação nos demais antes de ser descoberto. Caso seja, ele levantará os braços em sinal de rendição e dirá:

Arrow Não sei se vocês estão entendendo o que estou falando, mas se me matarem agora não vão saber onde está o meu colega e nem o que ele colocou na base de vocês.

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Re: Um Trem de Consequencias

Mensagem  Scorpion em Seg Ago 22, 2011 11:07 am

Ray: Nem a pau. A esquerda é o lado do azar. Você sempre quer ir pela direita.
Depois da brincadeira, Ray tomou a esquerda e foi acocorado até chegar perto de um dos guardas. Ele se levanta e acerta a cabeça do guarda distraído com seu capacete, fazendo-o desmaiar. Então, Ray arrasta o cara para debaixo do tanque e troca de roupas com ele. Ainda sim, ele leva a mochila a jato por baixo da jaqueta e o capacete pendurado ao lado.
Ray então vai à procura de Robbie.

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Re: Um Trem de Consequencias

Mensagem  Guima em Ter Ago 23, 2011 10:40 pm

Tres dias Sr Giovanni...Tres dias e você terá o que quer. Rushkov espera Augustus fazer o cheque antes de partir, porem o imortal disse-lhe uma coisa que não lhe agradou muito envolvendo sua esposa ... Pensei que estivessemos fazendo um negócio entre cavalheiros e não uma troca de casal...um swing... com força ele pegou Augustus pelo pescoço e apertou o colarinho de sua camisa Não ouse falar de minha mulher !!!! Seus olhos revelavam uma expressão mortal. Da mesma forma que ele atacou Giovanni ele o soltou e riu Vou aceitar sua proposta de me solicitar um jato para que eu possa ir até a Russia agora mesmo como um adiantamento. Quanto a minha mulher...Tente uma aproximação...Tente...se você nao ser morto antes, ela com certeza o matará. Foi um prazer fazer negocios com vc sr Giovanni. Dos Vadanya!

Rushkov sai do local deixando Giovanni com seu terno e sua gravata ligeiramente desarrumados. Rushkov sai pela porta da frente, mas antes ele passa por um graçom e retira uma taça de champanhe e a leva embora bebendo...

Augustus ve a esposa de Rushkov indo embora logo em seguida acompanhada de varios seguranças...ela olha novamente pra trás e o olhar dela encontra o de Giovanni, e novamente ele sente aquela sensação inexplicavel...


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