Missão 5: O sorriso que não estava lá

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Guima em Qui Jul 21, 2011 8:29 pm

Antes que alguem pudesse ve-lo na sala de arquivos, Bart fugiu em supervelocidade vibrando através das paredes. Oraculo o manteve informado sobre o que estava acontecendo enquanto ele procurava pelos arquivos do Robin Maligno. Enquanto ia ao encontro dos amigos, Bart pelo comunicador passou todas as informações que ele obteve para Oraculo para que ela desse continuidade a investigação. Ela tinha os meios para isso... Os Titãs estavam com problemas muito preocupantes para lidar agora e ele precisaria mais uma vez estar no campo de batalha para auxiliar seus amigos.


Como um raio ele chega no local onde Robin se encontrava. Tim dita ordens a todos e diz para Bart ficar longe daqueles que usavam armas de gelo.... Não se preocupe com isso Tim, na galeria de vilões existe um picolé e eu já dei jeito com ele varias vezes...mas se é isso que vc quer, assim será. Bart sorriu para o companheiro de lutas e como um raio disparou-se contra os capangas do coringa...

Kid flash observou que ali no local havia um prédio em construção então ele desviou-se e rapidamente pegou varias barras de ferro que seriam usadas pra criar as vigas de sustentação do edificio e improvidou uma "cadeia" contra os capangas menos "poderosos" da turma do Coringa.


Mal sairam da cadeia e já estão presos de novo, manés !!! Fiquem quietinhos aí enquanto os heróis fazem o serviço !!!

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Administrador em Dom Jul 31, 2011 3:28 am

Ainda envergonhado pela falha recente, Freddy atendeu a solicitação de Robin com humildade. Conforme Robin ordenou, Freddy usou os poderes de Shazam para golpear boa parte dos internos que escaparam do Arkham, facilitando assim, as investidas posteriores dos outros Titãs. Mas os golpes de um campeão de Shazam já eram suficientes para nocautear os detentos. Então Freddy não entendeu o que Robin quis dizer com "amaciar". Contudo, Freddy não questionou Robin, pois talvez aquele fosse o seu orgulho falando mais alto de novo. Freddy não disse uma palavra sequer durante o confronto. Era possível perceber o distanciamento emocional de Freddy. Após rechaçar os detentos, Freddy voltou para dar cobertura ao Menino Prodígio, acatando a ordem pregressa do jovem guardião de Gotham City.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Leo Rocha em Seg Ago 15, 2011 12:41 pm

Parecia que finalmente as coisas estavam se encaminhando para a batalha final entre o Coringa, Batman e os Titãs. Robin mais uma vez assume a liderança do grupo e diz com seriedade a estratégia para o ataque:

Arrow Dito isto, hora da luta Titãs. Kid Flash, quero você longe dos imitadores do Sr. Frio. Se um daqueles raios te atingir, vai ser complicado pra você se safar. Tem outros caras pra você dar cabo. É fazer o que você faz melhor, bater e correr. Super-Choque, depois do seu feito junto ao gerador, é óbvio que você não tem mais energia. Proceda com extrema cautela. Eu preferiria que você atuasse como um posto avançado, ajudando na organização do combate, mas acho que isso não faz teu estilo, certo? Aja como achar melhor, mas com cuidado. Superboy e Supergirl, os imitadores do Sr. Frio são de vocês. Neutralizem as armas deles e os ponham a nocaute. CM3, use seu poder pra amaciar internos e depois me acompanhe. Anarquia, Devastadora e Dagon, faça assim que CM3 desorientar os internos, façam o que puderem pra coloca-los fora de combate. Ricardita, escolha um ponto de ataque e use suas flechas especias pra garantir a vantagem no combate. Todos têm suas orientações, Titãs. Nos vemos no prédio da Waynetech...Quanto ao Morcego.. ninguém toca nele...EU darei cabo do impostor...

Ao dizer a última frase, ele lança o arpéu na direção do prédio da Waynetech e se prepara para a luta mais difícil de toda a sua vida. Vendo Robin partir, Anarquia fala, enquanto corre na direção do prédio:

Arrow Eu não posso deixar você sozinho com o Coringa, Robin. Quando invadi a rede de Oráculo e a convenci de me chamar para esse momento derradeiro, foi porque eu queria me encontrar com esse homem... Você fica com o falso Batman, mas o falso Coringa... É MEU!

E tão rápido quanto Robin, Anarquia se lança ao combate no prédio da Waynetech.

***********************

Dagon aprendera que ser um morcego na terra do homem morcego era algo extremamente doloroso, mas aprendera também a usar sua fúria como forma de ampliar sua força e recursos. Preso pelo bloco de gelo formado pelos disparos dos "Frezzers", ele lança um urro gutural convocando as criaturas do submundo. Dez segundos se passam até que uma horda de ratos, morcegos e alguns cães aparecem no local atacando aos presentes, principalmente aos seus oponentes. Apesar de não dominar totalmente a técnica e, por este motivo, não conseguir direcionar os ataques das criaturas, Dagon conseguiu trazer um novo elemento à luta que atrapalhou mais ao lado adversário que ao seu. Enquanto se liberta do gelo que o cobre, ele pode ouvir Devastadora gritando enquanto luta com alguns dos adversários em meio aos ratos:

Arrow Se eu pegar uma leptospirose a culpa será sua, Dagon!

Ele dá um sorriso que assustaria ao mais corajoso dos homens e parte na direção daqueles que até o momento estavam lhe atacando. O sangue rola enquanto ele os ataca com garras e dentes. Dagon estava solto e sua ira iria ser sentida após tantos percalços.

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Superboy e Supergirl se lançaram à contenção dos portadores de armas mais poderosas, tendo ficado com os criminosos que usavam as armas de longo alcance e alto poder de destruição. No entanto algo chama a atenção da Superfamília, ao ouvirem, com sua superaudição, o barulho de dispositivos sendo ativados. Conner e Kara se movem rapidamente, porém só conseguem alcançar e desativar duas, das 12 bombas que explodiram, 6 delas liberando uma mistura do gás do Coringa e Veneno em setores diferentes da cidade e 4 liberando a uma mistura do gás do Coringa, veneno e fórmula do homem-morcego. Os dois se esforçam para minimizar os danos, tentando evitar com seus poderes que as fórmulas se espalhem pelo ar, mas o ataque foi muito bem calculado, pegando alguns dos cidadãos moradores do centro, área nobre e velha gotham.
Após evitar que a catástrofe ganhasse proporções maiores, cabia aos super, impedir que os transformados fizessem alguma atrocidade.
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Agindo rápido como de costume, Bart Allen chega e já se coloca em ação, isolando alguns dos vilões. Ao ver a ação dos Super's ele se move rapidamente, ajudando na luta para evitar a propagação do gás. Após conseguir dispersá-lo, ele se unirá à dupla preparado para cuidar dos transformados que surgirem.
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CM3 estava calado enquanto imobilizava alguns dos oponentes e assim ficou quando presenciou um grupo de Banes e Homens morcegos com um sorriso insano no rosto invadir a "festa". Freddy respirou fundo por alguns segundos e se lançou ao combate, pensando em como quase se tornou um deles há pouco tempo.
******************************
Pilotando uma potente moto, Ricardita passa por entre toda a confusão tentando encontrar um ponto onde pudesse seguir as orientações dadas por Robin, no entanto, é mais uma vez surpreendida por um disparo de Violet. A companheira do Batman salta do alto de uma marquise, caindo à frente da garota e dizendo:

Arrow Hora das garotas se divertirem...
*******************************
Virgil podia estar sem seus poderes, mas nunca sem sua vontade de lutar pelo bem. Imbuído deste espérito, o Superchoque adentrou o prédio da Waynetech pronto a ajudar Robin no que fosse preciso, mesmo que contra sua vontade.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Leo Rocha em Seg Ago 15, 2011 1:07 pm

Dentro da Waynetech:

Tim entra decida e cautelosamente no prédio. Ele olha os corpos dos vigias e sente um aperto no coração, como se compreendesse finalmente o que Batman sentia a cada ação do Coringa. Ele segue então decidido a cuidar desse homem que queria transformar Gotham em seu inferno particular. Não demora muito até que ele seja surpreendido pela visão do Coringa e do Batman lutando. Ele então se coloca de frente para os dois dizendo:

Arrow Essa cidade não é sua, impostor! Nem sua, palhaço! Eu sou o guardião de Gotham na ausência do VERDADEIRO Batman. E prometo uma coisa: vocês vão cair hoje, impostores!

Ambos interrompem a luta por um instante. Surpresos e aparentemente indignados com a interrupção. O coringa é o primeiro a falar:

Arrow Parece que o natal chegou! Eu posso matar mais um Robin e dessa vez na frente do meu amigão aqui! Só falta agora a bomba atômica que eu pedi para a lista de presentes ficar completa!

Um murro do Batman o joga para o canto, enquanto o Batman fala:

Arrow Você não tem o direito de estar aqui! Gotham precisa de um Batman e você não foi homem suficiente para assumir o lugar! Assim como Dick! Você até tinha mais talento que o ridículo do Jason! Ele sempre foi uma criança querendo atenção! Nunca soube ser o que o Batman tem que ser... Só eu possuo os requisitos para ser o Batman e eu já tenho um Robin, ou seja, você é totalmente obsoleto e dispensável!

Ele saca suas duas pistolas e dispara contra Tim, enquanto rola para um ponto da sala que o coloca equidistante do Robin e do Coringa. Neste momento entra Anarquia no local. Ele olha para os presentes e diz:

Arrow Eu não podia perder a reunião de família.. Mas você nem de longe parece ser o meu pai... O verdadeiro Coringa.

Uma gargalhada sai do Coringa quando ouve esta fala. Ele olha para Lonnie e diz:

Arrow Eu fui mais filho dele que qualquer um! Eu só queria ser ele! Eu fazia tudo por ele! Eu me tornei seu biógrafo e discípulo e o filho da mãe me torturou, estuprou... Ferrou com a minha cabeça! Mas como disse a "mamãe Arlequina" quando eu a matei: Isso é uma família pra ele! Então eu sou o filho dele! Quando eu era um moleque, eu disse que ia vestir a pele do Coringa em homenagem a ele. Como ele se foi antes de me dar o prazer de matá-lo, eu vou fazer isso com o "filhotinho" dele...


Ele diz isso sacando uma faca. E gargalhando continua:

Arrow Enquanto vocês estão aqui, eu estou espalhando o inferno lá fora! Gravem bem o que eu digo: No dia que o Coringa sumiu, eu deixei de ser Karnevil e me tornei o Coringa porque Gotham sempre precisará de um Coringa! Mas apartir de hoje, Gotham será "O Coringa" HAHAHAHAHAHAHAHA.


************************************

O novo Robin observa a situação através da mira de seu rifle. Ele o posiciona na direção da cabeça de Tim Drake. Ele se prepara para dispará-lo quando sente um golpe acertar sua cabeça. O tiro estraçalha a janela da sala onde a grande luta está prestes a acontecer.
Ele se vira para descobrir quem o atrapalhou e vê a figura do Superchoque à sua frente em posição de combate. O novo Robin dá um sorriso sarcástico e diz:

Arrow Você sacou que atrapalhou um lance íntimo? Esse cara tá usando o mesmo nome que eu e isso não é legal.. Agora, se você acha que só porque tem uns poderezinhos de choque pode me pegar...

Arrow Sem poderes dessa vez... Só com o estilo de luta de rua de Dakota. Vai encarar ou vai correr, franguinho?

O novo Robin arma sua posição de luta e investe contra Virgil dando um soco direto em seu rosto, seguido de um gancho bem colocado. O herói cospe um pouco de sangue, mas se levanta de novo. Essa seria uma luta que ele não iria largar de jeito nenhum.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Ter Ago 16, 2011 9:49 am

Existe uma lei universal entre os vilões: quando eles contam seu plano é porque estão no climáx de sua irracionalidade e empolgação. E sempre nos momentos em que eles fazem isso eles acreditam justamente que tem a cituação totalmente sobre controle, quando é justamente essa a hora que as coisas estão escapando de seus dedos.

As palavras que Anarquia usou foram para descobrir quem realmente era o seu oponente, conforme ele foi descrevendo a si mesmo Lonnie percebeu aos poucos que estava diante de Jeremy Karne. Ele se aproveita desse momento em que seu adversário discursa para tentar mexer ainda mais com a mente conturbada do garoto, já que ao descobrir com quem esta falando sabe que esta lidando com um adversário muito pior do que o Coringa, mas essa consideração Karne não precisa saber que o Machin tem por ele. O anti-herói então toca a faca que o novo Coringa sacou com o bastão de choque, dessa forma essa descarga irá apenas o atordoar Kid Karnevil por um instante. Derrubar o garoto agora não seria eficiente para salvar a cidade do que ele esta planejando.

Tentando o deixar acuado, e não o por fora de combate de uma vez, o herói anarquista continua falando:


-Você até gostaria de ser filho dele, mas é só uma cópia barata de segunda mão. Um plagiador incompetente que não conseguiu trilhar seu próprio caminho, agora você matou o Coringa e a Arlequina não deu nada em troca, porque você é um inútil que nem mesmo conseguiu dar cabo do novo Batman! Olhe ele ali, todo poderoso e você aqui tentando ver se consegue imitar meu pai melhor. Batman, mais uma vez, irá vencer você e dessa vez não temos ninguém capaz de o derrotar porque você matou o Coringa. Eu jamais iria chamar alguém que não consegue nem vencer um Batman de segunda de irmão...

E comentando isso oberva o garoto sempre pronto para qualquer reação dele depois do choque físico e mental. Lonnie nunca teve plena certeza da paternidade do Coringa, mas ele notou que esse fato incomodou Kid Karnevil. Os comentários de que ele escreveu a biografia do Coringa ainda fazem ele ter mais certeza de que o rapaz sabe da história de que o Coringa muito provavelmente é o pai do Anarquia. O anti-herói tenta apostar na possível inveja e frustração do criminoso para ajudar a salvar o dia. A idéia é por o rapaz em fúria contra o novo Batman com esse discurso que ele fez e dessa forma o garoto atrapalhar o morcego para que Tim possa ter mais uma chance. Assim como deixando o garoto totalmente vulnerável para qualquer um que o queira atacar.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Scorpion em Ter Ago 16, 2011 11:24 am

Finalmente aquela técnica havia dado certo. Gotham era uma cidade imunda e cheia de pestes, como ratos, cães sarnentos e morcegos. Assim como Drácula, Dagon conseguiu usar o poder da invocação, entretanto este poder ainda era algo novo demais para ser controlado. Os animais reconheceram Dagon como seu mestre, mas não Devastadora. A amiga estava rodeada pelos "monstros" do subúrbio que atenderam ao chamado.
Dagon: Relaxe, Devastadora. Eles só querem um pouco do seu carinho feminino.
Dizendo isso, Dagon transformou-se no morcego humano e voou para a Torre Wayne. Ele já havia sido sacaneado pelo Batman duas vezes e estava sedento para dar o troco. Devastadora não teria maiores problemas com os capangas com armas congelantes que sobraram. Dagon tinha a intenção de ir atrás do Coringa, afinal, ele viu para onde ele correu quando fugiu do caminhão. Entretanto, encontrar o Batman ali seria um bônus.
Dagon entraria pelo vidro quebrando tudo e voando em cima do Batman com seus pés em uma voadora comandada pela inércia do vôo. Ele sabia que Robin talvez quisesse uma luta justa com seu "mentor", mas Nosferatu estava se lixando. Ele também queria um pedaço do Batman... literalmente.
Dagon: Espero que eu não esteja sendo inconveniente. Eu bati, mas ninguém atendeu, então resolvi entrar.
Ele se prepara para o combate ao lado do colega.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Nasinbene em Qua Ago 24, 2011 4:24 pm

Tim devia ter imaginado. Quando os rumores de um impostor estar plagiando o Coringa surgiram, Tim devia ter pensado em Kid Karnevil. O lunático sempre fora fascinado pelo Coringa, era uma pista óbvia. Uma pista negligenciada por Tim. Teria que viver com esse erro. Se tivesse deduzido isso antes, talvez as pessoas sofrendo lá fora não precisassem passar por isso. Se Bruce estivesse aqui, com certeza Tim estaria completamente envergonhado de ter deixado passar uma pista tão evidente.
No entanto, agora não era hora para auto recriminação. Anarquia parecia estar se encarregando de Karnevil, trabalhando seu psicológico, Tim se encarregaria do Batman. Antes que possa fazer qualquer movimento, Dagon invade o local, com seu estilo inconfundível.
Ao ver o colega ao seu lado, Tim supõe que os Titãs deveriam estar levando vantagem lá fora. Apoiado por Dagon, Tim começa a se mover, estudando seu adversário:

- Parece que você está mesmo fadado a cair hoje, impostor. Você provavelmente esperava que eu o desafiasse a luta um a um, pelo "Manto do Morcego". Está enganado, amigo. o VERDADEIRO Batman talvez fizesse isso. E ele varreria o chão com sua cara. Mas eu não sou o Batman. Gotham é minha resposabilidade, mas tenho consciência de que não sou o Batman. Isso é um coisa que você não percebeu, cretino: só há UM Batman! E ele não é você! Como eu disse, não sou o Batman, sou Robin. Sou um Titãs. E os Titãs sempre lutam juntos! Dagon, use seu poder pra invocar morcegos sobre ele. Se ele gosta tanto, vamos lhe dar uma pequena amosta...

Tim esperava que Dagon seguisse sua orientação e assim que a sala estivesse lotada de morcegos, ele atacaria.
Dois batarangues voam na direção do impostor , enquanto que Tim se apoia sobre seu bastão para aplicar uma voadora no peito do adversário. Enquanto aplica seus golpes, Tim procura provocar o adversário atrapalhando seu raciocínio. Assim, Tim diz ao impostor:

- Eu fui treinado pelo melhor, cara. O Verdadeiro Batman. Você teve a mesma sorte? Acha que tem alguma chance aqui?

A idéia era não lhe dar tempo para pensar, atacando vigorosamente em cima e em baixo. tim então desfere um chute giratório, procurando lançar Batman na direção de Dagon. Ele sabia que o vampiro iria querer participar da luta. Apenas esperava que Dagon não o matasse. Ele precisava pagar por seus crimes. Assim, depois de desferir o chute, Tim diz a Dagon:

- Seu convite formal está aí, Nosferatu. Apenas não se empolgue demais... Adoraria ver esse cretino em Blackgate...
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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Leo Rocha em Qua Ago 24, 2011 7:53 pm

Dentro da Waynetech:

Anarquia finalmente descobrira quem era o homem que se passava por seu pai. Era na verdade o jovem que antes se chamara Karnevil e parecia que a loucura do Coringa havia infectado seu ser por todos os poros. Enquanto tenta uma estratégia de distração do oponente, Anarquia toca a faca do Coringa com seu bastão, emitindo uma descarga elétrica. O vilão treme por uns segundos e começa a gargalhar enquanto diz:

Arrow Sabe.. Eu posso até não ser o seu paizinho querido, mas tenho meus truques.. Por exemplo, eu estudei um pouquinho de vocês e sabia que ia ter um carinha que gosta de solta fagulhas.. Então arrumei uma luva que absorve e descarrega eletricidade.. Seu amigo com cara de rato já provou dela uma vez. Quer tentar?

Ele salta com uma agilidade surpreendente, fazendo uma manobra onde toca o chão três vezes alternando entre os pés e as mãos, finalizando com um tapa com a palma da mão trasmitindo o choque a Anarquia. O herói é arremessado ao chão com o golpe e ainda assim desafia o vilão:

Arrow Você até gostaria de ser filho dele, mas é só uma cópia barata de segunda mão. Um plagiador incompetente que não conseguiu trilhar seu próprio caminho, agora você matou o Coringa e a Arlequina não deu nada em troca, porque você é um inútil que nem mesmo conseguiu dar cabo do novo Batman! Olhe ele ali, todo poderoso e você aqui tentando ver se consegue imitar meu pai melhor. Batman, mais uma vez, irá vencer você e dessa vez não temos ninguém capaz de o derrotar porque você matou o Coringa. Eu jamais iria chamar alguém que não consegue nem vencer um Batman de segunda de irmão...

O vilão olha para ele e diz:

Arrow Deixa eu ver.. Tentando me jogar contra o morcego? Ele tem coisas pra resolver com o ex-queridinho dele.. E sabe como dizem: em briga de batman e robin... Deixa pra lá! Acho que agora é a hora de eu te dar a surra que teu pai não deu.. Sabe como é.. Faz parte do emprego.

Um chute no estômago de Anarquia o faz pensar em como Karnevil se tornou tão forte e ágil. Mais do que o Coringa original já fora. O vilão parece ler os pensamentos do herói quando diz:

Arrow Como eu fiquei melhor que o seu pai? Simples. Eu tive tempo para testar e melhorar a fórmula dele. Agora eu sou mais rápido, mais forte, mais louco e muito melhor que ele. E devo tudo isso ao meu amigo cobaia que deve entrar por aquela janela agora..

Nesse momento a janela se quebra, abrindo espaço para a chegada de Dagon. O coringa olha para Anarquia dizendo:

Arrow Já deu pra perceber que não era ele que eu tava falando né?
**************************

A chegada de Dagon desequilibra a luta entre Batman e Robin. Com os olhos injetados de sangue e ódio, o vampiro fala:

Arrow Espero que eu não esteja sendo inconveniente. Eu bati, mas ninguém atendeu, então resolvi entrar.

Ele se coloca ao lado de Robin que diz:

Arrow Parece que você está mesmo fadado a cair hoje, impostor. Você provavelmente esperava que eu o desafiasse a luta um a um, pelo "Manto do Morcego". Está enganado, amigo. o VERDADEIRO Batman talvez fizesse isso. E ele varreria o chão com sua cara. Mas eu não sou o Batman. Gotham é minha resposabilidade, mas tenho consciência de que não sou o Batman. Isso é um coisa que você não percebeu, cretino: só há UM Batman! E ele não é você! Como eu disse, não sou o Batman, sou Robin. Sou um Titãs. E os Titãs sempre lutam juntos! Dagon, use seu poder pra invocar morcegos sobre ele. Se ele gosta tanto, vamos lhe dar uma pequena amosta...

Em seguida, o jovem pupilo de Bruce Wayne lança dois batarangues na direção do Batman que age com a precisão de uma máquina, se esquivando dos dois com um salto em direção ao teto da sala, retornado com um chute de cima pra baixo que atingiu as pernas de Tim enquanto ele estava dando a voadora. Se Robin não fosse bem treinado a ponto de saber a melhor forma de receber o golpe, teria ficado caído no chão com as pernas quebradas. Enquanto aterrissa, Batman dispara em arco, fazendo uma trajetória que impediria a aproximação de alguém que não quisesse levar algum tiro, antecipando uma ação rápida de Dagon nesse sentido. Assim que seus pés tocam o chão, ele diz:

Arrow Eu já venci antes mesmo de lutarmos. Porque eu tenho cada ação que vocês tentarão fazer em minha mente. Cada estratégia que vocês pensem e mesmo aquelas que vocês não tiveram nem tempo de pensar já passaram pela minha cabeça. Eu sou o Batman definitivo! E eu vou salvar Gotham.

Ele coloca em evidências as lâminas na parte estriada dos braços do uniforme e se prepara para os próximos ataques.

Arrow Vamos encerrar logo isso! Eu tenho uma cidade para salvar!
******************************
É nesse momento que outra janela é quebrada e quando todos se viram em sua direção avistam a seguinte figura:



O coringa sorri gargalha histericamente enquanto fala:

Arrow Esse é o cobaia! Eu tentei primeiro com o Charada, mas ele não deu muita sorte.. Mas com esse aí eu quase acertei.. O coitado ficou meio abilolado, mas ele não precisa pensar. Só fazer o que eu mandar. E o Coringa diz.. mata todo mundo aqui menos eu!

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Nasinbene em Qua Ago 24, 2011 8:30 pm

Com uma agilidade que Robin não esperava, Batman se esquiva dos batarangues facilmente, aplicando um golpe sobre as pernas de Tim. A voadora havia falhado. Robin habilmente evita um dano maior às suas pernas e coloca-se novamente em posição. Robin então, num estalo se dá conta. A ação dele em arco, o modo de falar e por fim, as lâminas levam Robin a uma conclusão inequívoca. Apesar de diferente, Tim já tinha visto aquela movimentação antes...
Quase mecânica, quase que... programada. Um turbilhão passa pela mente de Robin quando ele se lembra de qual orfanato o falso Robin havia vindo... apenas um nome escapa de seus lábios

- Jean-Paul...

Não era outra pessoa, estavam de fato frente a frente com o anjo vingador de São Dumas, Azrael. Isso punha o combate num outro nível. Azrael era um lutador formidável. Dificilmente sairiam dali com vida, se Azrael estava envolvido. Foi preciso que Bruce tirasse de Jean-Paul o manto de Batman na outra vez...Robin esperava que ele estivesse à altura do desafio agora... Assim, Tim inicia um plano de tentar usar a maior fraqueza de Azrael contra ele: o Sistema.

- Não conseguiu ficar longe da sombra do Morcego, hein Jean-Paul... Achei que tinha superado essa sua crise de identidade a muito tempo. Muito me admira... O que São Dumas pensaria dessa nova mudança, huh? O que o Batman pensaria disso agora? Você já se mostrou indigno de usar essa roupa uma vez... Você continua indigno, Jean-Paul. E repito: você não é o Batman! Nunca foi! Você foi um erro! Um erro devidamente corrigido e substituído... lembra-se disso? Eu me lembro... Eu te ajudei no seu treino no início, Jean-Paul... vou ajudar você a encerrar sua carreira agora...

Então, a súbita entrada de um outro personagem complica ainda mais as coisas...
A luta começava a se complicar... Robin percebe que aquele novo personagem poderia lhes causar problemas. Então ele diz a Dagon:

- Dagon, cuide do recém-chegado... eu me entendo com o anjinho aqui...

Robin esperava que estivesse à altura do desafio. Contava com o que sabia do Sistema pra fazer seu próximo movimento. Tudo dependia da sua velocidade... Deixaria Azrael fazer o primeiro movimento. Teria sorte se sobrevivesse a ele...
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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Sex Ago 26, 2011 11:40 am

A força do novo Coringa esta acima do normal do ser humano, esse fato e de que ele estava sendo esperado entre os Titãs não eram coisas com as quais Machin Lonnie contava. Seu chapéu caído no chão e a respiração ofegante enquanto ouve comentários sobre o quanto seu adversário se acha superior.

Recuperando o folego é ele quem é provocado pelo rapaz e tudo parece muito pior do que ele era capaz de prever, tentando se desvencilhar da futura carnificina que esta para ocorrer nas mãos do novo aliado que chegou. Anarquia tenta manter o plano original de fazer mais pessoas se chocarem, ele dispara um arpão de seu bastão que parece ter Karnevil como alvo, mas na verdade ele mira no ombro do Capuz Vermelho.

Em seguida ele arremessa o bastão como uma boiadeira contra Karnevil, e ainda segurando parte da corda avança com um chute que ele sabe que será bloqueado.

Apesar de toda a violência e força de Karnevil Lonie Machin desenvolveu ambos os lados de seu cérebro para trabalharem como se fosse um só. Dessa forma ele criou um híbrido de artes marciais que combina kung fu, jiu-jitsu, aikidô e karatê com o qual era capaz de lutar com o Batman, porém ele sempre deixou isso longe de ser uma informação comum entre todos vigilantes e sempre cuidou de usar seu taser ao invés de golpes desarmados.

Ele entra novamente em combate direto físico contra seu adversário fazendo-o ainda pensar que fato dele ser mais rápido e mais forte é o suficiente para o vencer, porém agora ele sabe quanto tempo o falso Coringa leva para reagir e que tem preferência por golpes de chutes no estomago. Ele de propósito deixa a guarda aberta em baixo para que venha outro chute semelhante aos que levou e quando seu adversário faz o próximo movimento ele diretamente antecipa isso e rapidamente bloquea aprisionando-o com a corda e dando uma chave de tornozelo rápida e seca que quebra a articulação na hora.


-Força ampliada gera mais facilidade para tomar chaves de articulação, pena que você não se dedicou a pesquisar sobre isso. E com uma perna presa vai ser dificil se deslocar!

Dessa forma, ele deixa o pé com a articulação quebrada de Karvevil preso ao ombro do Capuz Vermelho (caso o acertar ou contra a parede caso errar). Enquanto pega o bastão com uma intensidade ainda maior de carga e sem misericórdia coloca uma ponta na mão do Coringuinha e outra no troco Kravevil, assim a descarga elétrica ficaria rodando e se realimentando nele mesmo por alguns instantes.

-O irmão mais velho é quem disciplina o mais novo e eu é quem devo fazer a última piada!

Em seguida ele golpeia com um peso de papel de granito de cima de uma das mesas o queixo do vilão. Anarquia cometeu um erro! Kravevil era perigoso demais, se ele permancer acordado mais um momento o Capuz Vermelho irá matar todos no recinto. Ele precisava que as coisas acabasse ali...

Se não encerrar tudo dessa vez, todos estarão condenados.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Scorpion em Sex Ago 26, 2011 3:29 pm

Dagon não tinha ligações com os vilões ali, assim como Robin e Anarquia. Na verdade ele estava ali por um motivo apenas pessoal. Estava fulo por ter sido enganado e escorraçado tanto pelo Batman quanto pelo Coringa. Entretanto, Robin pede que ele cuide do recém-chegado, o homem vestido de Capuz Vermelho.
Dagon: Eu não vim aqui pelos aperitivos, Robin... eu vim pelo prato principal. Mas eu vou dar a chance de você arrebentar este cara se isso te fará feliz.
Nosferatu vê que Anarquia quer cuidar tanto do Coringa quanto do Capuz Vermelho. Ele só podia ter alguma ligação com o Coringa mesmo pra ser louco daquele jeito. Dagon sabia que nunca deveria se subestimar um inimigo. Ele havia subestimado o Coringa antes e quebrara feio a cara... não ia acontecer novamente. Anarquia nem sabia o nível daquele homem conhecido como Capuz Vermelho para tentar uma luta achando que seria fácil. Pobre moleque... convencido como o Asa Noturna de sua dimensão. Se a luta se apresentasse muito difícil, Dagon ajudaria Anarquia.
O vampiro se põe ao lado de Anarquia e ele resolve ajudar.
Dagon: Não seja guloso, garoto. Você acabou de entrar pra família Titã, e nessa família... nós dividimos a comida! Por mais que eu queira muito dar uma surra no palhaço aí, eu vou te dar as honras. Eu cuido do cabeça de balde.
Dagon então parte para cima do Capuz Vermelho. Ele salta para cima dele na intenção de se engaldinhar. Dagon podia não ter tantas técnicas quanto o vilão, mas era mais forte e mais ágil. Se conseguisse se atracar com o Capuz, Dagon assumiria sua forma híbrida, dando mais força e tamanho. Ele então alçaria vôo agarrado com Capuz Vermelho, quebrando o teto e levando a luta pro andar de cima.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Drako em Seg Ago 29, 2011 1:03 pm

Gotham City sempre foi um local turbulento. Comparada a ela, Metropolis parece ser uma cidade pequena quando se pensa em problemas inabituais. Essa cidade já passou por tudo, desde terremotos até guerras imensas de gangues. E cá estamos nós, tentando parar um ataque desenfreado de dois malucos homicidas.

Primeiro, eu e Kara vamos atrás dos caras com as armas mais potentes. Partimos em alta velocidade em direção a eles, que nos atacam com suas “pistolas” de longo alcance. Enquanto voo para cima deles, vou tentando destruir a maior parte das armas com minha visão de calor, mas algo nos rouba a atenção.

Tec. Tec. Em doze lugares.



Voamos o mais rápido que pudemos para desativar as bombas, mas só conseguimos chegar cada um a três. Era um composto de quase tudo quanto era veneno desses malucos daqui. Tento voar girando em torno de certas áreas do veneno e elevá-lo para cima. Kara provavelmente vai me seguir. Depois disso, puxo o ar do meu pulmão com a maior força que posso e dou o super sopro, com a intenção de afastar ao máximo aquela toxina da cidade.

Se tudo der certo, vou acabar com os bandidos armados e partir direto para ajudar meus amigos. Tenho escutado toda a briga deles e parece que a coisa só tende a piorar.


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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Administrador em Qua Ago 31, 2011 10:00 pm

Os impostores de Gotham foram finalmente desmascarados. Mas agora os Titãs disputavam o direito de combatê-los. É como se cada Titã reivindicasse o papel de destaque no conflito. Não era uma conduta digna dos pretentos substitutos da Liga da Justiça. Como Freddy já experimentou a vaidade antes, ele sabia o quanto a postura dos outros Titãs era inadequada. Para Freddy, a vaidade era o mais perigoso dos sete pecados capitais. Ao menos, para super-humanos tão distantes dos homens comuns.
Então Freddy ficou satisfeito com a tarefa de deter os criminosos intoxicados com a droga veneno. Mas no íntimo de Freddy, era angustiante combater esses adictos, pois ele já foi como eles, deslumbrado com a força e o poder. No entanto, nem todos os Titãs tinham vigor físico suficiente para lutar com os discípulos de Bane de igual para igual. Então Freddy tinha que poupar os outros Titãs desse risco. E desta vez, falhar não era admissível.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Leo Rocha em Ter Set 13, 2011 5:06 pm

Na Waynetech:

A chegada do Capuz Vermelho faz com que a dinâmica das lutas seja mais uma vez alterada. Robin pede a Dagon que cuide do recém-chegado e assume para si o desafio de parar sozinho aquele que já foi conhecido como o anjo da morte.
Dagon então se aproxima de Anarquia e Coringa, igualando a luta, já que o Capuz Vermelho parecia vir em auxílio ao palhaço. Ele vira para Anarquia dizendo:

Arrow Não seja guloso, garoto. Você acabou de entrar pra família Titã, e nessa família... nós dividimos a comida! Por mais que eu queira muito dar uma surra no palhaço aí, eu vou te dar as honras. Eu cuido do cabeça de balde.

Ao notar que Dagon se lança na direção do Capuz, Anarquia dispara com seu arpão acertando aquele que um dia já foi um Robin. Ao sentir o arpão em seu braço, o Capuz grita, porém ele parece não ser detido pela dor e empreende uma luta corporal acirrada com Dagon, que o leva para o alto, atravessando os tetos até chegar ao terraço do prédio.

Anarquia, então segue com seu plano de ataque, disparando uma boleadeira no Coringa, que salta e investe contra ele com um chute no local onde deixara a guarda baixa. Em uma rápida ação, o vigilante dá uma chave de tornozelo, quebrando a articulação do vilão que dá outra risada histérica enquanto grita:

Arrow Filho da mãe! Tá na hora de eu te entregar as flores pelo enterro do seu pai!

Ele dispara, com a flor em sua lapela, um jato de ácido que acerta a máscara de Anarquia, corroendo-a rapidamente e deixando o herói em risco da substância atingir seu rosto caso não a retirasse rapidamente. Lonie retira a máscara e se põem novamente em posição de combate, em frente a um Coringa ferido, mas inda insanamente perigoso.

Robin continua tentando provocar Jean Paul e fazê-lo perder o controle do sistema. Como resposta recebe uma investida violenta que faz um corte em seu tórax. Azrael diz:

Arrow Eu não preciso provar nada a você! Você é um incapaz! Gotham precisa de um homem e não de um moleque como você!

Ele continua a investida. O que se segue é uma batalha equilibrada e técnica, mas feroz. O novo Batman investia com força e precisão e Robin se esmerava em mostrar a ele que para ser um Batman era necessário mais do que querer. Os dois combatentes disputavam golpes poderosos e já mostravam sinais de cansaço e dor, mas nenhum dos dois estava disposto a desistir.
***************************

Chegando ao terraço da Waynetech, o Capuz começa a se debater e acerta uma cabeçada no nariz de Dagon, fazendo com que o vampiro o deixe cair. Ele então saca duas pistolas e começa a atirar.


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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Leo Rocha em Ter Set 13, 2011 5:20 pm

Do lado de fora do prédio:

Com a explosão das bombas, as ações de três dos titãs mais poderosos fisicamente foram centradas em reduzir seus impacto. Enquanto CM3 se encarregou de deter aqueles que já haviam sido transformados pelo gás, Supergirl e Superboy tentaram evitar que o gás se espalhasse, dispersando-o na atmosfera. A ação dos três parecia coordenada e eficiente, impedindo que grande parte de Gotham fosse transformada num reflexo da mente distorcida do Coringa. O único porém seria a área do Narrows, que foi atingida em cheio e cujos habitantes não puderam escapar.
Os heróis davam tudo de si e sua dedicação mostrava resultados positivos. Em pouco tempo, os loucos que compunham o exército do Coringa já estavam praticamente derrotados. Cabia agora encerrar os últimos focos de resistência e auxiliar nos danos estruturais.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Ter Set 13, 2011 6:07 pm

Anarquia sente o perigo de ter seu rosto destruído pelo ácido e retira a máscara, jogando-a para longe. Mas faz isso se afastando em uma nuvem de gás esverdeado saído de uma bomba de fumaça, ele observa a corda que prendeu saindo por um buraco na parede e notando que ainda esta com seu bastão presa ele retira um pedaço de escombro metálico e golpeia com força a nuca do Coringuinha surgindo de surpresa das sombras, em uma parte do lobolo ocipital responsável pela visão.

Dessa forma ele irá ver borrões por algum tempo. Em seguida ele fica em um ângulo em que o Coringuinha não saiba quem é ele e quem é o Batman de lâminas nos punhos. Uma estratégia simples finalmente Azrael e o pequeno se chocarem. Vendo a velocidade com a que o inimigo se move ele sabe que não precisa de muito.

Talvez o Batman com um golpe pudesse tirar seu adversário de ação sem nem perceber que isso aconteceu, enquanto tenta acertar Drake. E nisso finalmente o falso Coringa cairia e o Anarquia comentaria.


-O Coringa sempre perde para o Batman... Para qualquer Batman. Você tem razão... Foi mais filho do Coringa do que eu.

E com pesar, Lonnie se une ao seu melhor amigo Red Robin em uma amarga vitória.



Última edição por Azrael em Qui Set 15, 2011 7:55 am, editado 1 vez(es)
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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Scorpion em Qua Set 14, 2011 12:20 pm

O nariz doía muito. Talvez estivesse quebrado... Estava quebrado.
Dagon não era um cara que ligava-se muito na dor. Entretanto, não estava entre os heróis mais resistentes do mundo. Só que não seria derrubado tão facilmente. A cabeçada fez com que ele soltasse o Capuz Vermelho, mas não tirou-lhe a vontade de lutar de forma alguma.
O vilão estava com um ferimento no ombro, mas nada que o tornasse um inválido. A porrada iria comer de todo o jeito.
Capuz Vermelho saca um par de pistolase começa a disparar. Dagon havia aprendido à duras penas que não era tão rápido quanto gostaria. Há um certo tempo, Nightrider tentou desviar de uma rajada de balas de Monsieur Mallah e acabou alvejado. Ele era super rápido, mas não podia vencer balas... especialmente se fosse um atirador experiente. David então transformou-se em uma nuvem rósea de fumaça. Ele então começou a circular o Capuz Vermelho rapidamente, para fazer com que a neblina de cor escura servisse como uma camuflagem. Dagon então apareceria do nada e usaria sua agilidade para desferir uma garrada estratégica no inimigo, e logo se transformaria em névoa novamente. Ele então reapareceria, daria outro golpe e voltaria à forma de fumaça, sempre mantendo a cobertura.
Dagon repetiria este processo diversas vezes, até minar as forças do vilão e talvez abatê-lo. Procuraria arrancar os maiores nacos de carne do couro do bandido. Dagon desta vez não cometeria o erro de ficar falando e se vangloriando, pois o vilão poderia usar a sua voz para identificar os pontos onde apareceria. Dagon não pretendia vacilar.
Como último golpe, Dagon tentaria arrancar o arpão de anarquia pelas costas do Capuz Vermelho e enfiaria em seu coração, pelas costas.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Nasinbene em Qua Set 14, 2011 5:55 pm

A luta entre Jean-Paul Valley e Tim Drake seguia acirrada. Ao que parecia, a estratégia de Robin de fazer Azrael perder o controle não estava funcionando. O corte profundo em seu peito demonstrava aquilo. Tim toca o corte quase que inconscientemente, tamanha a dor do ferimento. Mas o pupilo do Morcego não estava vencido ainda. Tinha sua mente focada na batalha, tanto na sua quanto na dos companheiros. Dagon parecia estar se saindo bem, no entanto Anarquia parecia ter problemas. Aquele ácido na máscara se não fosse retirado causaria dano irreversível ao heróis anarquista. Esse intervao de tempo seria o bastante para que o Coringa acabasse de fato com Anarquia. E isso Robin não permitiria. Já haviam perdido Mutano. Não perderia mais nenhum Titã.
Enquanto luta com Jean-Paul, Robin observa isso e traça um plano pra que pudesse ajudar o herói, ainda que indiretamente. Assim, ele chama para ajudar Anarquia seu melhor amigo, Conner. Tinha certeza de que o Superboy conseguiria ouvir seu chamado.

- Superboy, Anarquia precisa de sua ajuda agora! Use sua visão de raios-x pra determinar o ponto exato e o ajude contra o Coringa.

Feito isso, Tim podia novamente se focar totamente no coombate á Azrael. O Anjo de São Dumas era um oponente formidável, mas Robin não ficava atrás. O combate se estende, extenuando os dois lutadores. Tim percebeu que Azrael o subestimava, o chamando de moleque e que não era digno de ser o protetor de Gotham. Com isso, ele atacaria com toda sua força, não procurando por erros nos movimentos de Tim, e sim procurando forçá-los. Isso fatalmente acabaria levando Azrael ao erro. E Tim sabia disso, ele aguarda defendo e atacando quando oportuno sempre procurando uma brecha, que não tarda a surgir. Nesse momento, Robin usa um artifício que há muito havia preparado em seu bastão, mas que nunca usara até ali: o conteúdo secreto dentro de seu bastão. Um botão escondido no corpo do bastão libera uma pequena lâmina, que fere Azrael e injeta em seu organismo o conteúdo do bastão: sódio pentotal suficiente para derrubar mesmo o Batman.
Assim que aplica o golpe, Tim se afasta e observa a droga fazer efeito. Não levaria mais que alguns segundos para Azrael estar no chão. Enquanto observa o cambaleante Anjo Vingador, Robin diz:

- Posso ser um moleque como você diz, mas você não foi homem o bastante pra derrubar esse moleque. Pela última vez, vou lhe dizer: você não é o Batman. Nunca será. É apenas uma fraude, um erro. Pense nisso enquanto passa uma temporada no Arkham...

Robin então vê Azrael ser afetado pela droga. Não tinha como o Anjo resistir a esse golpe. Assim que a luta termina, Tim imobiliza o lunático Anjo de São Dumas e contacta os outros Titãs pelo rádio:

- Está acabado, Titãs... o falso Batman caiu. Qual a situção aí fora?

Era hora de recolher os cacos de Gotham novamente. E Tim com certeza poderia contar com os Titãs para isso...
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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Convidad em Qui Set 15, 2011 1:27 pm

Tim Drake: -Está acabado, Titãs... o falso Batman caiu. Qual a situção aí fora?
BLAM!
*Corpo de um Robin desacordado e amarrado com ligas de metal usadas nas esferas dos zap-caps vazios para conter meta-humanos e criminosos*
Super-Choque: -Eu diria que muito boa pro nosso lado, passarinho! A propósito, foi mal a demora... vocês amigos do Morcegão acabam aprendendo até a bater muito bem... o pivete do Bat-Ass (trocadilho com Az) deu um pouco de trabalho... ando destreinado.

O garoto de Dakota parece meio surrado, ralado, suado, mas bem. Traz sua jaqueta nas costas, pendurada.
Super-Choque: -Algum sinal do Azulão ou do Coringuinha? Ou mesmo sobre as explosões que o Kid Joker (trocadilho com garotos que carregavam jogos ilegais em Las Vegas nos anos 1930) queria causar? Porque eu acho que ainda tem um zap-caps aqui e eu to na pegada depois de surrar esse garotinho vestindo cuecas verdes... nada pessoal!

Convidad
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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Leo Rocha em Sex Set 16, 2011 2:10 pm

Na Waynetech:

Lonie agora tirava a máscara de Anarquia e levava a luta com o Coringa a um estágio pessoal. Ele investe contra o Coringa com um pedaço de metal, tentando acertar sua nuca e errando por pouco, acertando nas costas do vilão. O Coringa grita com o metal cravado nas costas e a articulação quebrada e se agarra ao vigilante, o mordendo no pescoço. Com um tranco Lonie se livra dele o arremessando na direção da luta entre Batman e Robin.

*****************

No alto do prédio, o Capuz Vermelho disparava contra Dagon que rapidamente assumiu a forma de uma nuvem, atacando o oponente que reagia puramente por instinto. Em pouco tempo o Capuz tombava no chão do terraço sem seu capacete, mostrando um rosto que traduzia a irracionalidade de todas as ações deste e do outro Coringa.

******************

Robin acabara de emitir o chamado a Superboy para que este ajudasse Anarquia quando o Coringa é lançado no meio da luta. Aproveitando o elemento surpresa, Robin injeta com seu bastão uma quantidade expressiva de sodiopentotal em Jean Paul, que começa a delirar sobre influência do efeito da droga associada ao domínio do sistema. O novo Batman investe contra o Coringa, acertando-o com uma de suas lâminas enquanto grita:

Arrow Eu sou o Batman! Eu matei o Coringa! Eu consegui!

Um golpe dado por Robin faz com que Jean Paul caia desacordado. Batman e o Coringa finalmente haviam travado o combate mortal tão aguardado ao longo dos anos. Mesmo com atores diferentes desempenhando seu papel. O corpo sem pulsação do novo palhaço do crime e o insconsciente Batman cruzado mostravam o quão letal era deixar estas forças liberarem toda sua potencialidade.
É neste momento que Superboy chega informando à Robin e Anarquia o ocorrido. Ele conta com pesar sobre as bombas, o esforço hercúleo da equipe em conter seus danos e o infeliz destino que se abateu sobre o Narrows. Supergirl e CM3 chegam durante a narrativa e se mantém com a mesma expressão de dor que o companheiro.
Cerca de dois minutos em profundo silêncio se passam até que Superchoque entra na sala trazendo o novo Robin. Com seu habitual sorriso, ele se aproxima de Roin dizendo:

Arrow Eu diria que muito boa pro nosso lado, passarinho! A propósito, foi mal a demora... vocês amigos do Morcegão acabam aprendendo até a bater muito bem... o pivete do Bat-Ass (trocadilho com Az) deu um pouco de trabalho... ando destreinado.

Ao perceber as expressões de pesar dos amigos, Virgil pergunta o que houve, sendo informado de toda a situação.
Pouco tempo depois, Ricardita, Kid Flash e Devastadora se juntam à turma. Ao ver todos presentes, Robin diz:

Arrow Podemos não ter conseguido evitar todo o plano do Coringa, mas conseguimos evitar que Gotham tivesse um destino pioir. Hoje foi um dia cansativo, mas onde conseguimos muitas vitórias. Agradeço a todos vocês por serem meus companheiros de batalha e, mais do que isso, minha família. Titãs, Unidos!

Nota do Narrador: É pessoal.. Chegamos ao fim da Fúria de Titãs. Quero agradecer a todos que participaram e me deram força durante esta narrativa. Aqueles que quiserem podem colocar uma despedida aqui fechando a cena de seus personagens. E já deixo aqui o convite aqueles que quiserem prosseguir na nova missão "Titãs no fim do mundo". Abraços a todos e até a próxima!

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Nasinbene em Sex Set 16, 2011 3:08 pm

Finalmente, havia terminado. Robin ouve com atenção o relato de Conner e dos outros Titãs. o Narrows não pode ser salvo, apesar de seus esforços. Super-Choque logo chega com o falso Robin foa de combate e usa de seu habitual bom humor. Naquele momento, aquilo era apropriado, iria suavizar a gravidade da situação. Assim que todos os Titãs estão presentes, Robin diz a eles:

-Podemos não ter conseguido evitar todo o plano do Coringa, mas conseguimos evitar que Gotham tivesse um destino pior. Hoje foi um dia cansativo, mas onde conseguimos muitas vitórias. Agradeço a todos vocês por serem meus companheiros de batalha e, mais do que isso, minha família. Titãs, Unidos!

Os Titãs haviam conseguido se não deter totalmente, ao menos minimizar os estragos feito pelo Coringa. Tim observa o corpo sem vida do falso palhaço, deitado próximo ao corpo de Jean-Paul. Robin se abaixa, e retira a máscara de Jean-Paul. Definitivamente, aquele lunático não ficaria com aquilo. Tim então entra em contato com Oráculo, para que seu pai o Comissário Gordon viesse buscar Jean-Paul. O Arkham seria o destino de Azrael.

.....................................................................................................................................................

Horas depois, depois da partida dos Titãs, depois de muito tempo inativo, o Batsinal mais uma vez iluminava os céus de Gotham. E no telhado da GCDP, uma conversa franca é travada entre os protetores de Gotham:


O Herdeiro do Morcego havia finalmente assumido seu lugar como principal protetor de Gotham City. Gordon passa as informações do novo caso a Tim e sem demora este se lança para solucioná-lo. Como Bruce sempre dizia, aqui não é Metropolis... Aqui, o crime não dorme...
Ainda com o Batsinal iluminado os céus, Tim se lança contra a noite escura. Se o crime não dormiria, Robin também não o faria...


PS:É isso, galera. Estou muito contente de ter jogado com vocês a Fúria de Titãs. Queria agradecer ao Leo pelo empenho e criatividade. Com certeza um dos melhores narradores que temos em nossos fórum. Queria agradecer aos demais também, pela camaradagem e paciência. Grande abraço a todos e bora pro fim do mundo!
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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Scorpion em Sex Set 16, 2011 5:18 pm

A luta estava acabada. Sob os pés do vampiro, estava o Capuz Vermelho. Um homem com o rosto deformado pela relação que devia ter mantido com o Coringa. Pobre alma... não havia salvação para este coitado. Dagon sabia dos problemas que o Coringa causara em Gotham na é poca do Morcego. Se o Batman tivesse matado o Coringa em uma das muitas chances que teve, muita coisa não teria acontecido. Sendo assim, David decidiu que não permitiria que o mundo tivesse mais um louco infectado pelo Coringa. Nosferatu pousou as suas garras sob a traquéia do sujeito e pensou em fincar suas garras, arrancando a garganta dele e matando-o, mas algo o impediu...
Dagon: Não... hoje não é seu dia de morrer. Ao menos não pelas minhas mãos...
Dagon finalmente estava dando valor à vida humana. Ele preferiu não matar o inimigo, mesmo que soubesse que ele ainda viria à aterrorizar as pessoas, Dagon preferiu seguir o exemplo dos Titãs. Ele lutou muito para ser aceito no grupo... não iria estragar tudo agora.
Nosferatu leva o corpo do Capuz Vermelho para baixoe o joga aos pés dos colegas.
Dagon: Não se preocupem... ele ainda respira.
Então, Nosferatu aguardou seus colegas terminarem o desfecho e tomare algum rumo.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Administrador em Sex Set 16, 2011 5:32 pm

Os Titãs conseguiram a vitória, mas o sentimento era de derrota, pois eles não foram capazes de impedir a tragédia que se abateu no Narrows. Mas a situação era mais amarga para Freddy do que para os outros. Ele teve a chance de derrotar o Coringa, mas falhou como um principiante. Ele foi convencido por sua vaidade de que o Coringa não era um inimigo digno de um campeão de Shazam. Esse erro custou muito caro para os habitantes da área de Narrows.
Por esse motivo, Freddy sentiu que ainda não era um herói de verdade. Afinal, ele ainda parecia o mesmo rapaz arrogante e vingativo que recebeu os poderes do Capitão Marvel anos atrás. Então ele comunicou aos Titãs, o seu afastamento da equipe.

- Eu sou responsável por esse desastre. Não escutei a Sabedoria de Salomão. Eu pensei realmente que o Coringa não era uma ameaça para alguém com meus poderes. Eu falhei e muitos pagaram pela minha falha. Não estou pronto para substituir o Capitão Marvel. Agora eu farei aquilo que eu já deveria ter feito antes. Encontrar o Capitão Marvel e os heróis desaparecidos. Ao invés disso, eu brinquei de Capitão Marvel com uma Liga de Substitutos. Capitão Marvel é um herói de verdade. Eu não. Talvez o Mago Shazam conheça algum modo de trazer o Capitão Marvel e os outros heróis de volta. Se eu descobrir alguma coisa, entrarei em contato. Mas para o bem de todos, é melhor eu deixar a equipe. Foi bom enquanto durou.

O destino de Freddy era a Pedra da Eternidade, onde ele sabia que encontraria o Mago Shazam. Quando Freddy anunciou sua partida, Ricardita correu na direção dele. Ela propos uma conversa. Mas Freddy não seria dissuadido. Ele falou friamente com ela e foi embora.

- Você tem o seu segredo e eu tenho o meu! Que fique cada qual com o seu segredo! Adeus, Mia!

Freddy ganhou os céus, deixando Ricardita e os outros Titãs para trás. Qualquer que fosse o futuro dos Titãs, Freddy não participaria dele. Agora Freddy tinha sua própria missão.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Sex Set 16, 2011 7:10 pm



Looney Machin estava agora de volta aos seus velhos cuidados contra o Estado opressor. Ele sempre encarou desde o início da adolescência o governo como o verdadeiro perpetuador da miséria humana. Batman e Coringa são apenas os extremos da loucura de uma cidade capitalista, duas imagens cruéis da sociedade burguesa. É curioso pensar que por anos o jovem foi impedido de quebrar com o sistema financeiro de Gotham pelo homem vestido de morcego.


As batalhas ocorreram por tantos anos que Anarquia cresceu e é realmente seu rosto que estava debaixo da máscara, anos atrás ele usava um suporte para parecer adulto.



Se fosse há algum tempo atrás o novo Coringa jamais poderia ter atingido o rosto do Anarquia com ácido, que irônia. Agora Batman estava internado no Asilo Arkham e a cidade tinha uma nova perspectiva popular. Os inimigos opressores do Estado poderiam ser melhor desafiados e para isso ele contaria com toda ajuda possível das informações que conseguiu com Oráculo e os Titãs ele poderia novamente criar cooperativas internacionais no Brasil e outros países sulamericanos com dinheiro e formulários falsos dos Estados Unidos. Seria só uma questão de tempo até que eles percebecem que o verdadeiro heroismo não deve se limitar ao que é legal, porque o que é legalmente corrento nem sempre é moralmente correto.

E o que é moralmente correto corresponde à vontade de todos, não por uma imposição da manipulação da psedo-democracia e sim por todo o povo.

E a vontade de todos não precisa de governo, a vontade de todos...


...É a Anarquia!

nota do jogador: Adorei ter participado desse final, além de ter podido encarar o Coringuinha que se colocou como herdeiro do Coringa e poder me aprofundar no maior trauma do meu personagem. Alan Grant criou o Anarquia para ser o substituto do Robin Jason, mas depois fez dele o filho do Coringa para mostrar quem é que influênciou o "V de Vendetta" que deu origem a Lonney Machinn. Eu também gostaria de agradecer ao Léo não só por ter acatado minha sugestão de usar o Azrael com a roupa do Bat-Jason como também por toda a história que deu um ar muito parecido com o dos Super Seven e por agora rumar para uma trama totalmente nos moldes dessa história. Creio que falo por todos quando digo que já estamos na espectativa! Valeu, cara!

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