Missão 5: O sorriso que não estava lá

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Convidad em Sex Maio 13, 2011 12:47 pm

Super-Choque: -Ali!
Acelerando como pode, Virgil grita, enquanto libera a velocidade máxima que ele sabe atingir.
Super-Choque: -Rose, cuida de tudo ae que temos um palhaço pra pegar e eu acho que vi um gatinho!
Ao passar por Dagon, seu comentário é único:
Super-Choque: -Caracas, levando choques no sistema, maninho? Vamos lá, Garoto-Crepúsculo! Ainda temos... temos... o... C@#@!h0!
A fala de Virgil some ao ver o amigo virar névoa. Sua velocidade se equipara a do herói de Dakota, que mesmo sendo rápido como a eletricidade estática, precisa desviar de objetos e por isso não pode manter uma linha tão reta. Mas existem truques que Virgil aprendeu nas ruas e que ainda o favorecem e nada como um pouco de eletricidade extra para ajuda-lo.
Super-Choque: -Aí! Vamos ver como o motor dessa budega fica sem eletricidade!
Aparentemente desta vez o Coringuinha teria problemas para fugir.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Guima em Sab Maio 14, 2011 1:14 am

No hospital Bart coloca Harvey numa maca e o deixa sob cuidados de emergencia. Ele estranha a presença do Mestre ao lado dele ali no hospital e pergunta Como vc chegou tão rapido aqui ?. O Jovem velocista dirige-se para o terraço do Hospital para tomar um pouco de ar antes de voltar ao local onde os titãs batalhavam com o novo Batsquad.

Novamente o mestre estava ao lado de Bart com suas indagações... ele se aproxima e diz que talvez Harvey não sobreviverá. Bart discorda dizendo Relaxa mestre, vaso ruim não quebra...conheço bem esse tipo de cara.. E mais uma vez o velho dialoga com Bart indagando para o garoto filosofias orientais... ele pergunta para Bart o porque do garoto ser tão orgulhoso. O garoto para e pensa por um momento e então com um certo pesar começa a dizer

Está vendo esse simbolo no meu peito ? Disse ele apontando para seu uniforme Ele representa não apenas heróis velocistas, mas um legado muito maior do que qualquer um poderia ter. Representa o sacrificio de meu avô, Barry Allen. Vovo Barry morreu para salvar o universo do holocausto anti-matéria, e ao fazer isso ele não pensou que estaria salvando apenas meia duzia de pessoas... Sacrificar-se por quem vc gosta é facil, dificil é lutar e sacrificar-se por tudo e para que tudo continuasse vivo. Isso é ser herói. Eu vim do futuro para que aqui pudesse aprender a controlar melhor meus poderes, mas tambem aprender a dar continuidade no legado de meu avô. Não sou arrogante, mas o fardo de ter essa responsabilidade me assusta as vezes. Poxa vida, sou apenas um garoto. Queria estar com gatinhas, jogando videogame, estar num cinema com amigos... mas estou aqui para impedir que pessoas como Harvey Dent não estrague o final feliz que cada vitima dele merece ter. Voce pode acreditar que ele tenha mudado, e ele até pode ter mudado, mas seu passado não muda. O que foi feito está feito, e ele precisa acertar sua contas com a justiça...

Quando mencionou sobre seu avo, os olhos de Bart encheram-se de lagrimas mas o garoto desfarçou e escondeu o choro. Ele então deixou o mestre no terreo do hospital a pensar sobre o que havia lhe dito e voltou para ajudar seus amigos na luta contra Robin e Violet.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Leo Rocha em Qui Maio 19, 2011 1:12 pm

Supergirl:

O chamado vindo do Asilo Arkham lhe parecera o de maior gravidade, dentre os ouvidos por seus super-sentidos. Ela então usou sua velocidade máxima para alcançar o local e chega lá em tempo de ver um grupo de prisioneiros tentando escapar, após tomarem as armas dos guardas do local. Pelo comunicador, ela escuta os contatos entre Superboy e Robin.
Ela sente então que é hora de usar mais uma vez seus poderes para o bem.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Convidad em Qui Maio 19, 2011 11:42 pm

No momento em que o tiro acerta Harvey, Mia grita levando as mãos à boca. Ela realmente não esperava aquilo, achava que iriam entrar em um consenso, mas terminou com um pé em seu estomago ao ser julgada como uma das culpadas.

Não! Por favor me ouçam! - ela leva outro golpe! A verdade é que ela não queria reagir, ela queria mostrar que eram realmente os mocinhos... se não fosse o Demonio, provavelmente terminaria inconciente no chão.

Nos braços dele, ela começa a resmungar tomada de raiva:

Não acredito!!! Como puderam!? Todos tem a chance de viver! Não é justo! - ela deixa uma lagrima escapar. A verdade era que ela acreditava na redenção, ela precisava acreditar! Se os podres não tinham direito a procurar o céu, então ela não poderia ter esse direito também, e de repente aquilo se tornou muito pessoal..... Meu amigo, me leva praqueles malditos, que isso não pode mais continuar!!!

Ela pede então apra que se teleporte até eles, para que ela os pegue de surpresa com uma flexa atordoante. Caso não desse certo, ia ser na porrada mesmo!!

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Nasinbene em Ter Maio 24, 2011 5:16 pm

Robin havia conseguido provocar o Carcereiro o suficiente pra que este avance contra ele num ataque descuidado. Bolton então arremessa o homem na direção de Robin que, num movimento preciso, desvia-se evitando ser atingido pelo projétil humano. O Carcereiro então ataca Robin num ataque de carga, visando atingí-lo com o bastão que parecia ser o padrão usado pelos guardas do Arkham. Aparentemente, o Carcereiro procurava somar o impacto de sua ja considerável força ao impacto cinético do ataque em carga que executava. Isso poderia derrubar uma pessoa comum e até causar um grave trauma de crãnio. No entanto, Robin estava longe de ser comum...
Num salto calculado, Robin voa por cima do oponente atingindo o chão com um preparado duas vezes mais escorreadio que o óleo. Assim que ambos pousassem, já que provavelmente o Carcereiro seria projetado para frente, Robin lançaria dois batarangues rumo aos joelhos de Bolton. Tim mirava nos ligamentos patelares, procurando rompê-los. Isso custaria ao Carcereiro algumas cirurgias e uns bons meses de fisioterapia, mas com sorte ele sairia dessa sem sequelas. Definitivamente, Robin guardara ressentimentos de seu primeiro encontro com o Carcereiro.
Assim que termina com Bolton, Robin examina os homens caídos enquanto entra em contato com Superboy pelo comunicador.

- Na escuta, Superboy. Desculpe não atender antes, mas eu estava... ocupado. Estou a caminho de sua posição. Aguente firme...

Robin então usa o comunicar acoplado ao seu terminal pessoal pra triangular a posição de Superboy. Não podia perder tempo, o amigo precisava dele...

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Drako em Ter Maio 24, 2011 5:31 pm

Doutor X e Duplo X, figuras que nunca ouvi falar na minha vida. O gigante é forte mas o outro não parece grandes coisas. Recebo uma mensagem do Robin, dizendo que estava a caminho. Certo, agora preciso me centrar no grandalhão e depois tento cuidar o outro mané.

Superboy:
Não to com tempo pra cuidar de vocês caras, então vou ser rápido.

Me movo em alta velocidade e vou em direção ao Duplo X, ao chegar nele me abaixo e solto um gancho no seu queixo, no estilo Mortal Kombat (Upiriri). Sei que isso não deve dar cabo dele, então vou junto a ele no ar e dou um impacto com a telecinésia tátil no estômago que o faz voar longe.

Superboy:
Touchdown!

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Convidad em Ter Maio 24, 2011 6:26 pm

Pode parecer extremamente irônico, mas a presença desse símbolo na roupa automaticamente te afasta de todos os medos e dificuldades que a vida pode te proporcionar. Não quero dizer que basta utilizar este símbolo para que todos os problemas de sua vida simplesmente desapareçam, mas é que fica muito claro que esse símbolo traz alguma coisa muito mais forte do que qualquer mero desenho. Esse símbolo carrega consigo uma força e uma determinação que beira o impossível, e muito embora ele seja usado por pessoas que não são daqui, é lembrado como o defensor da maioria delas, ao mesmo tempo em que busca a força daqueles a quem defende para seguir em frente.

Esse símbolo é um S. E assim como Kal-El, eu sou kryptoniana. O Superman escolheu esse mundo para amar e proteger, depois que seu mundo natal, o planeta Krypton, deixou de existir. O que ele não contava é que ele não era o único a sair vivo do fim. E o que eu não contava era que demoraria tanto para eu chegar. Meu nome é Kara Zor-El. Também sou conhecida como a prima do Homem de Aço. Sinceramente, eu prefiro a alcunha de Supergirl.

Eu também escolhi esse lugar como lar, já que o original, bem... você sabe. Mas, cheguei à Terra depois de Kal-El, e ainda sou jovem aos olhos humanos, diferente dele, já um homem feito. Por isso, quando comecei minha vida de heroína, seguindo os ensinamentos de Kal, eu acabei conhecendo um grupo de jovens também disposto a enfrentar a injustiça. E agora, eu faço parte dos Titãs.

Por isso, quando eu rumo para o Arkham, ouvindo os sons cada vez mais altos de confusão, e me deparo com uma fuga do Asilo, eu faço aquilo para o qual, talvez, eu esteja destinada a fazer: o bem. Avanço pelos corredores, enquanto os sons de golpes ficam cada vez mais altos. Muito embora não seja uma característica tão boa, os Supers tendem a chegar em qualquer lugar causando muito alarde. Derrubando uma porta por exemplo.

Eu espero que isso não seja uma reunião exclusivamente masculina.

Vejo Kon-El, o Superboy frente a frente com dois sujeitos trajando roupas parecidas, à exceção dos X em suas vestimentas. Um deles está duplicado. Curiosamente, ele é o maior.

Vocês são uma dupla de matemáticos?


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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Leo Rocha em Ter Maio 31, 2011 4:54 pm

Grupo 2: Ricardita, Kid Flash e Demônio Vermelho

Demônio Vermelho aprendia na prática que não devia confiar apenas em seus poderes. Ele se preparava para lançar fogo infernal na direção da dupla de vigilantes de Gotham quando recebeu um segundo disparo, sendo derrubado ao chão da rua. A queda não o mataria, mas o tirou definitivamente do combate.

*****************************

Ricardita estava numa situação complicada: cercada pelos lutadores, via o amigo que se preparava pra salvá-la ser alvejado e despencar em direção ao chão. Ela precisaria agir rápido, pois os homens estavam empenhados em vingar o que acontecera a Harvey e iriam empregar todo seu conhecimento nesta empreitada.

****************************

No hospital, Bart inicia uma curiosa conversa com o mestre oriental:

Arrow Como vc chegou tão rapido aqui ?

Arrow Digamos que há muito tempo atrás eu descobri como desenvolver habilidades específicas. Habilidades que tenho usado para manter o equilíbrio natural das coisas. Você também pode aprender... deixe sua ira para trás.

Ambos seguem para o terraço e Bart comenta sobre a expectativa de que Harvey se saia bem. Bart também contou sobre o legado de sua família e sobre o peso da responsabilidade. O mestre o olhou com um olhar condescendente e disse:

Arrow Parece que temos mais em comum do que você pensa... Esteja certo que seu avô se orgulha de você. Assim como as suas gerações futuras também se orgulharão. Quanto a Harvey, o equilíbrio pedia que ele me ajudasse em AsiaTown, até hoje. Agora sinto que sua essência se foi...

Ele abaixa a cabeça por um instante e em seguida diz:

Arrow Seus amigos precisam de você. Vá fazer o que é preciso. Eu acompanharei a passagem de Harvey. Nos veremos em breve.

O Titã segue em direção aos amigos, porém se detém na recepção do hospital ao ver as notícias do ataque do Coringa e da fuga do Arkham. Havia muita ação acontecendo simultâneamente e ele teria que ser mais rápido do que jamais foi.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Leo Rocha em Ter Maio 31, 2011 7:28 pm

Grupo 3: Robin, SuperBoy, Supergirl, Anarquia e Besouro Azul

A luta entre Robin e o Carcereiro tem gosto de revanche e o pupilo de Batman investe com toda a sua habilidade numa manobra evasiva. Ele arremessa batrangues na direção do Carcereiro que grita ao ser atingido. Ele cai ao chão se contorcendo de dor e raiva. Como última investida, ele arremessa o bastão na direção de Tim, enquanto tenta se arrastar em sua direção. Ele transborda ira enquanto grita:

Arrow Você atrapalhou a justiça pela última vez! Eu te punirei, nem que seja a última coisa que eu faça!

Robin faz contato com Superboy, enquanto o homem tenta ainda se arrastar gritando. Em seguida segue seu plano de ação.

***************************

Superboy age rápido e acerta Duplo X com um soco no queixo, porém, antes que complete a sequência, ele é atingido por uma rajada elétrica desferida pelo Dr. X. O tiro é preciso e possibilita a recuperação do Duplo X, que devolve o golpe e acerta mais dois socos no herói enauqnto o Dr. continua os disparos. O ataque conjunto parece ameaçar a integridade física do herói, porém a chegada de uma pessoa conhecida mais uma vez pende a balança para o lado do bem.

Arrow Eu espero que isso não seja uma reunião exclusivamente masculina.

Os três olham para o ponto onde a Supergirl aparece.

Arrow Vocês são uma dupla de matemáticos?

Dr. X responde rapidamente enquanto dispara na direção dela:

Arrow Hoje seremos mágicos.. Faremos vocês dois desaparecerem!

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Leo Rocha em Ter Maio 31, 2011 7:48 pm

Grupo 1: Super-Choque, CM3, Devastadora e Dagon

Supe-Choque e Dagon fazem um ataque combinado ao furgão do Coringa, fazendo com que o mesmo capote. Eles rapidamente se aproximam para arrancar as portas do veículo, porém, antes que eles possam dizer qualquer coisa, uma explosão é ouvida e toda a cidade entra em blackout.

Arrow Eu não disse que seria maior que o Maxxie? Eu acabei de apagar a cidade! Deixar tudo no escuro! Agora não há luz nem trovão que impeça a noite dos desgraçados!!! Hahahahahahahaha

As vozes das pessoas gritando e correndo começam a ganhar volume, porém, barulhos semelhantes a tiros, cortes e destruição de toda ordem começam a ser ouvidos pelos heróis que ao olharem para os locais onde os ruídos espocam acabam reconhecendo os pacientes foragidos dos asilos, usando versões de roupas e armas de criminosos conhecidos. Aproveitando a confusão o Coringa lança duas bombas de fumaça na direção dos heróis e começa a correr. Enquanto corre, ele grita:

Arrow Acho que eu e seu amigo azulão vamos rir muito essa noite!

**************************************

CM3 se escora em Rose até chegar a um ponto protegido. Pelo comunicador, Rose informa a todos os titãs do estado do amigo e pede a Oráculo e Alfred ajuda. Pela linha Oráculo responde que possui uma versão do antídoto com ela, outra com Alfred, outra com Robin e uma no hospital municipal de Gotham, pra onde a garota leva o amigo em um carro que ela consegue roubar. Chegando lá, CM3 é rapidamente atendido pela equipe de emergência que já havia sido comunicada da situação.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Scorpion em Qui Jun 02, 2011 11:28 am

O Coringa havia atirado duas bombas de fumaça para dispersar os heróis, que ficaram tossindo. Infelizmente, Dagon ainda necessitava respirar, caso contrário, ele teria o Coringa em suas mãos. Mais puto ainda por ter sido a terceira vez na noite que alguém escapa de suas mãos, Dagon pega Super-Choque pela gola e grita nervoso.
Dagon: Se você parasse de ficar pensando em apelidos idiotas sobre vampiros que não existem e se concentrasse em não me atrapalhar, nós já teríamos o Coringa!!!
Nightrider estava sendo injuto com Super-Choque. Era notável que sua noite estava sendo muito estressante, afinal, ele passou o tempo todo faminto, foi capturado e passado para trás pela terceira vez. Somando-se isso ao seu típico temperamento explosivo e ao ódio deste tipo de filmes, fez com que Dagon explodisse com o primeiro companheiro que viu. Mais um defeito no vampiro... não saber reconhecer a sua incompetência.
Dagon: Se vai ficar brincando, fique aí, então! Eu trabalho melhor sozinho!
Nosferatu saltoue em meio ao ar transformou-se na criatura híbrida de morcego e homem.



Ele alçoou vôo e começou a procurar o Coringa utilizando-se de seus sentidos especiais. Quanto mais o Coringa o irava, mais Dagon achava que não se seguraria para matá-lo. No entanto, os Titãs eram sua família e não aprovariam tal ato. Então Nosferatu tentaria manter o controle.
Dagon: Cadê você, seu puto?!
Se Dagon o avistasse, ele iria voar, arrancar um dos aparelhos de ar condicionado de um dos prédios e arremessá-lo nas pernas do palhaço. Não iria mais chegar perto... ele viu por duas vezes que se aproximar do Coringa era extremamente perigoso. Iria utilizar um ataque à distância. Se fosse difícil alvejá-lo com um aparelho de ar condicionado, Dagon iria utilizar a sua rajada energética nas costas do Coringa.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Nasinbene em Dom Jun 19, 2011 4:41 pm

Robin estava estupefato com a resistência a dor do Carcereiro. O grau das lesões que sofrera nos joelhos era suficiente pra deixá-lo, no mínimo, balbuciando gritos inintelegíveis. Era supreendente a tolerãncia a dor desse vilão. Devia ser o desequilíbrio mental..
Robin estava prestes a sair quando ouve as ameaças. Não era sábio subestimar um vilão que considerava derrotado. Cometera esse erro com Madame Libertine no caso Ivo e por sorte as coisas não fugiram oa controle. Não cometeria o mesmo erro com o Carcereiro. Robin se detém por um segundo, enquanto saca uma pequena bola de seu cinto de utilidades. Aquele era outra resposta da Wayne Tech para armas não letais. Robin simplesmente joga a bolinha nas costas do homem que se arrastava. Imediatamente, a bolinha estoura numa bolha altamente vicosa e resistente, prendendo o vilão ao chão.* Depois disso, o Carcereiro de fato não iria a lugar algum nas próximas 6 horas...
Sem se dar o trabalho de responder aos absurdos do Carcereiro, Robin parte para a localização de Superboy. Usando sua furtividade, Robin se aproxima e pode ver que Kara havia se juntado a eles novamente. Isso era bom, ela fora de extrema ajuda no caso Ivo. No entanto, os heróis kriptonianos cometem um erro clássico ao enfrentar o Dr X e o Duplo X: atacaram a personalidade maior.
Escondido de onde estava, Robin lança uma bomba de fumaça contra o Dr. X, finalizando seu ataque com uma certeira voadora contra o rosto do vilão. Isso deveria ser o bastante para colocar o Duplo X fora de combate também. Assim que a solução está resolvida, Robin de dirige a Superboy:

- Muito bem, Conner, onde está o terminal que você estava falando? Através dele, podemos prender todos os internos novamente. Você e Kara devem usar sua supervolecidade e colocar todos os internos que puderem de volta nas suas celas. Quando estiverem prontos, me avisem pelo rádio que eu uso o terminal e o cartão de acesso que tirei de Zsaasz para trancá-los novamente. Precisamos correr. Temos muito que fazer ainda e essa noite promete ser curta... Muito bem, Titãs... Vamos agir!

Robin então se dirige ao terminal indicado por Superboy enquanto contata Besouro Azul e Anarquia via rádio:

- Anarquia, Besouro, qual a situação de vocês? Respodam se precisarem de ajuda...

Robin estava preocupados com os companheiros. Não era bom aquele silêncio todo...

* Qualquer semelhança com as Teias de Impacto do Aranha Escarlate não são mera concidência... rsrs

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Dom Jun 19, 2011 8:23 pm

Anarquia ouve os passos vindo em sua direção ao mesmo tempo que Robin lhe envia a mensagem pelo comunicador, ele rapidamente corre no sentido em que seu computador inteligente rastreia o chamado. Tentando alcançar onde Robin esta.

-O Besouro Azul sumiu, eu não sei o que o antigo Mariposa Assassina fez com ele... Preciso de ajuda aqui para saber o que houve.

Mantendo a corrida o vigilante anarquista avança desesperado tentando chegar até o encontro de qualquer herói. Ele joga bombas de fumaça para trás, usando as cortinas como escudo contra qualquer reação que seus adversários poderiam demonstrar, ao mesmo tempo em que ele corre como um doido tentando ajuda.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Convidad em Dom Jun 26, 2011 10:40 am

Dagon: -Se você parasse de ficar pensando em apelidos idiotas sobre vampiros que não existem e se concentrasse em não me atrapalhar, nós já teríamos o Coringa!!!
Super-Choque: -Aí! Eu tô tentando ser legal, ô dentuço! Se não notou, há uma confusão imensa por aqui e... e... C@#@!h0 de novo! - A explosão interrompe o herói de Dakota e, com velocidade, ele muda sua direção. -Ei, Crespúsculo... err... Dagon... por favor, protege o Azulão! Não faz as coisas com ódio, dane-se o vilão, salva as pessoas lembrando que somos os mocinhos! Eu... te sigo já já!

Numa manobra aérea de velocidade, enquanto fala, Virgil se lança pela noite rumo à estação elétrica de Gotham, onde as bombas explodiram. Se houverem criminosos em seu caminho, ele os observará e tentará isola-los entre energia estática, apenas o bastante para atordoa-los, pois seu alvo é outro. Assim que chegar na torre, ele puxa o penúltimo Zap-Caps.
Super-Choque: -Cara, o Ritchie vai me trucidar quando souber que esgotei tantos em tão pouco tempo! Se isso aqui não fosse loucura, juro que corria. Espero que tentar algo assim não vá me prejudicar, mas precisamos de alguma solução.
Ligando o comunicador dos Titãs, Choque envia seu recado, seguro de si.
Super-Choque: -Aí! Se tiver alguém me ouvindo, corre pra cac373 que o Coringuinha correu na direção do Azulão com o Garoto-Crepúsculo! Ajudem eles e cuidem das coisas, que a cidade tá precisando de energia. E eu só espero que eu esteja à altura do que vou tentar! Se eu não voltar para casa, por favor, avisem o Centro Comunitário Homem Livre que o Super-Choque ama muito Dakota!

Desligando o sinal, se é que houve algum, Choque se posiciona entre os fios, próximo da bateria explodida.
Super-Choque: -Então é disso aqui que flui toda a eletricidade da cidade né? Ok, a explosão pode ter danificado tudo, mas acho que dá pra tentar consertar. E, se eles precisam de energia enquanto isso, vamos dar a essa cidade uma carga que ela não pode esquecer! Morre de inveja, Maxx Zeus!
Segurando os fios, Virgil envia energia suficiente para esgotar o Zap-Caps, visando manter a eletricidade dos fios mesmo sem a chave principal, como um reator reserva. E grita.
Super-Choque: -Eu... só espero que... os técnicos disto aqui... e da emergência... sejam rápidos!
E, com o pouco de concentração que lhe resta, ele observa os fios e tenta ver se existe algo que ele mesmo possa fazer pela cidade.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Convidad em Dom Jun 26, 2011 6:20 pm

Parece que a chegada com uma frase de impacto foi o suficiente para irritar os dois inimigos que estavam atacando o Superboy. O maior deles rebateu com outra frase de efeito.

- Ih, que pena. Eu odeio mágica!

Consegui me desviar do primeiro disparo, e tentei avançar contra o Duplo X, e acabei por nem me dar conta quando Red Robin surgiu, sabe-se-lá de onde, e derrubou o X solitário (hmm, seria um nome melhor?), o que automaticamente, deu cabo do grandão. E ninguém me avisa dessa vulnerabilidade?

Não havia muita coisa que eu pudesse fazer. Eu não tinha plena ciência do que estava acontecendo, havia chegado depois dos outros Titãs. E conhecendo o mínimo de Robin que eu conheço, sei que ele está ciente de muito mais coisa que eu. Talvez até mais que Conner. Portanto, quando ele deu as novas diretrizes, eu não questionei, e nem quis indagar o motivo daqueles argumentos.

Portanto, assim que ele acabou de falar, eu sumi da vista dos dois, disparando por entre os corredores. Não queria perder muito tempo explicando para aqueles detentos, para que voltassem por conta própria. Talvez Kal-El fizesse isso, mas eu não sou o Superman. E que fique bem claro. Da maneira menos violenta possível, eu fui jogando os prisioneiros de volta em suas celas. Em alguns casos, tive que apelar para mais que um golpe. Quem disse que os Supers não podem ficar com o controle de danos?

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Administrador em Seg Jul 04, 2011 11:13 pm

O veneno do Coringa não abateu apenas a saúde de Freddy, mas também o seu orgulho. Ele cometeu o erro de pensar que um inimigo sem poderes não teria chance contra ele. A arrogância de Freddy custou caro. Não era a primeira vez que algo assim acontecia com ele. Desde a época da Família Shazam, ele tinha várias discussões com Billy sobre o uso equivocado de seus poderes. Mas era diferente desta vez, pois agora ele era integrante de uma grande equipe, os Titãs.
Freddy nunca admitiu suas fraquezas. Para ele, era muito difícil demonstrar sua vulnerabilidade. Por essa razão, Freddy não retornou para a sua forma mortal quando Rose levou ele para o hospital. O antídoto aplicado através de injeção era mais eficaz, mas não era capaz de romper a resistência concedida pelo Poder de Zeus. Como Freddy não tinha a intenção de proferir sua palavra mágica e retornar para sua forma mortal, ele recebeu dos médicos, o antídoto no formato de pílula, que levaria mais tempo para fazer efeito do que o injetável. Afinal, Freddy tinha o receio de revelar que era manco. Ele escondeu sua deficiência dos demais Titãs desde que ingressou na equipe. Ele não se sentia confortável para revelar o seu segredo para alguém com quem não tinha proximidade, no caso, Rose.
Após a sua recuperação, Freddy mostrou-se disponível para ajudar. Ainda constrangido pelo seu fracasso recente, Freddy perguntou meio sem jeito para Rose se os Titãs ainda precisavam dele em algum lugar. Ele iria aonde o seu auxílio fosse necessário.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Drako em Ter Jul 05, 2011 2:16 pm

Eu estava ficando na pior quando Supergirl e Red Robin chegam para acalmar a situação, eles conseguem derrotar os dois inimigos.

Superboy:
Eu daria cabo deles, mas já que vocês apareceram...

Tim já comanda a situação. Ele dá a solução para o problema dos internos soltos e nesse momento, Supergirl já começa a correr, sem nos avisar.

Superboy:
Ela está apressada hoje. O terminal está logo ali, —aponto para o local— não consegui mexer nele, isso é um trabalho para você mesmo. Enquanto você resolve isso ai, eu vou fazer minha a parte.

Saio correndo em alta velocidade pelo local, jogando o máximo de bandidos em suas celas. Alguns misturados, outros sozinhos, para que não dê problema. Agora me pergunto qual situação difícil veem a seguir...

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Guima em Qua Jul 06, 2011 10:54 am

A situação estava realmente complicada. Antes de voltar para ajudar seus companheiros, Bart breca pra ver os noticiarios que estavam passando na TV do hospital. Ele precisava ser mais rapido do que nunca, mas Harvey havia apontando indicios sobre o novo Robin e o caso que a promotoria havia levantado. Aparentemente aquilo não parecia ser urgente mas Bart ficou com a pulga atras da orelha...e se por um acaso ele conseguisse estar um passo a a frente do inimigo, os titãs poderiam sair vitoriosos sem derramamento de sangue.

Ele contata Oraculo dizendo Hey, preciso de um favor seu. Cheque todos os documentos recentes da promotoria sobre esse tal novo Robin. Tente puxar qualquer coisa envolvendo delinquencia juvenil ou algo parecido. Dent soltou essa no ar e fiquei com a pulga atras da orelha. Estou indo para o Forum de Gotham nesse exato momento fuçar os arquivos em papel. Cambio, desligo.

Bart zarpa em direção a promotoria. Chegando lá ele procura a sala de arquivos e em velocidade começa a ler todos os arquivos nele contidos. Ele usou sua capacidade de memorizar tudo enquanto lia em supervelocidade.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Leo Rocha em Sab Jul 16, 2011 10:55 am

Grupo 2: Ricardita, Kid Flash e Demônio Vermelho

Ricardita se encontrava agora numa situação difícil: Demônio Vermelho estava incosciente, caído no chão após ter sido derrotado pela novo batsquad. Kid Flash tinha corrido para o hospital tentando salvar Harvey Dent e ela havia ficado em Asiantown cercada pelos lutadores que achavam ter sido ela uma das responsáveis pela queda de Harvey.
No entanto o grupo pára por um instante, como se estivesse ouvindo algo e um dos homens se aproxima dela falando:

Arrow Ele não está mais entre nós... O mestre acompanhou sua passagem e nos disse que não é culpa de vocês. Nós vamos ajudar seu amigo ferido, mas você precisa continuara jornada. Você será necessária em outro lugar e precisa correr para lá.

As luzes se apagam e neste momento é ouvida a mensagem do Superchoque. O homem joga um mole de chaves para a heroína e diz:

Arrow As chaves da minha moto. Vá.

Ricardita se espanta com a rápida mudança de atitude dos homens, mas sente pela mensagem de Virgil que há coisas mais urgentes para resolver no momento. Ela então sobe na moto e acelera o máximo possível para as coordenadas do grupo.

*********************

Bart Allen estava quase saindo da emergência do hospital quando viu a TV e ao mesmo tempo teve um estalo sobre algo dito por Harvey Dent. Era bem provável que o ex-promotor soubesse a verdadeira identidade do falso Robin e que isso levasse a descobrir quem seria esse Batman insano que tem agido em Gotham. Rapidamente ele aciona Oráculo para solicitar suporte.
Enquanto fala com a perita tecnológica, nota o apagão e percebe que as coisas pioraram. Ele então se dirige ao escritório de Dent, euqanto conversa com Oráculo que diz:

Arrow Os geradores aqui irão aguentar bem, mas parece que a cidade está totalmente desligada, com excessão de hospitais e outros prédios que contem também com sistema de emergência. Recebi um comunicado do Superchoque avisando que vai interferir na situação e estou monitorando as ações dos outros Titãs. Ao que parece, o grupo que estava prestes a pegar o Coringa está combatente cópias fajutos dos vilões do Batman, que estão utilizando refugos de batalha comprados com o Apagador. Ricardita está rumando na direção do grupo para ajudar. A situação no Arkham já está sob controle e o grupo que estava lá também partiu para auxiliar no centro. Tive informes de que o Batman teria sido avistado junto com seus asseclas em pontso diferentes da cidade, mas tudo leva a crer que ele irá na direção do centro também. Estarei na linha, qualquer coisa entre em contato.

Em poucos segundos, Bart chega ao escritório da promotoria carregando uma lanterna que pegara pelo caminho e habilmente consegue localizar o local onde ficam os arquivos. Ele busca rapidamente os casos envolvendo Harvey Dent e quando está quase encerrando a relação, encontra uma pasta escrita "Caso 7368 - O povo contra o Coringa pelo Assassinato da Família Jonessy". Ao abrir a pasta ele vê a foto de um homem de cabelos loiros e uma mulher ruiva caídos no chão e totalmente ensanguentados. Lendo o arquivo, ele percebe que o único sobrevivente da chacina foi uma criança de 6 anos, chamada Eric e que a mesma foi criada em um orfanato católico ao norte da cidade chamado "Orfanato São Dimas".
Um barulho na porta indicando a chegada de alguém faz o jovem titã correr para fora do local e em direção aso amigos para relatar o que descobrira.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Leo Rocha em Sab Jul 16, 2011 12:35 pm

Grupo 3: Robin, SuperBoy, Supergirl, Anarquia e Besouro Azul

A chegada de Robin e Supergirl ao local onde Superboy estava, possibilita uma coordenação mais rápida e efetiva dos esforços. Enquanto Robin realiza os reparos e põe novamente para funcionar o sistema de segurança do local, os Superparceiros realizam a movimentação para colocar os presos em suas celas.
Ao término da Ação, Supergirl retorna carregando Anarquia e Superboy trazendo um inconsciente Besouro Azul. Eles se aproximam de Robin que diz:

Arrow Fomos informados de que o confronto com o Coringa no centro evolui para um ataque generalizado de cópias fajutas de vilões da galeria da liga e principalmente do Batman. Também foi cortada a força da central de energia. Precisamos ir para lá agora.

Superboy responde:

Arrow Eu levo o Besouro para um local seguro e já encontro com vocês!

Enquanto Superboy segue na frente rumo a Batcaverna, Supergirl segura Robin e Anarquia fazendo o transporte da dupla diretamente ao centro. Os vôos em supervelocidade permitem uma chegada rápida ao local do confronto e Robin é o primeiro a se pronunciar ao ver o cenário:

Arrow Se preparem! Parece que tudo que o Coringa fez teve como objetivo incendiar Gotham nesta noite e, se ele tem algo do Coringa anterior, não se importará nem um pouco em ir pro inferno com a cidade se isso garantir espalhar sua visão distorcidad e mundo.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Leo Rocha em Sab Jul 16, 2011 1:07 pm

Grupo 1: Super-Choque, CM3, Devastadora e Dagon

Intentando cortar o barato do Coringa e trazer um pouco de luz à cidade, Superchoque se coloca próximo ao gerador de energia da cidade e usa toda a sua carga para tentar colocá-lo em funcionamento, ainda que por um período pequeno. Ele se concentra e sente todo o seu corpo sendo posto à prova com a ação. Ele sente como se seu ser quisesse se tornar um só com aquela energia, porém resiste ao lembrar da situação que os cerca. Ele olha em volta e presencia a cidade se acendendo e a chegada de seus amigos. Ele dá um leve sorriso um pouco cansado e caí ajoelhado no chão. Ele tenta ativar seus poderes, mas sente que exauriu todas as energias. Se quisesse continuar na luta, ele teria que contar apenas com as habilidades aprendidas por Virgil Hawkins.

*****************************

Após o rápido socorro e ainda tonto pelo gás do Coringa, CM3 se levanta e diz para Devastadora:

Arrow Eu vou voltar par ajudar. Onde eles estão precisando de mais ajuda?

Ao receber a resposta de que o caos no centro da cidade só piorou, o titã se ergue em vôo carregando Devastadora rumo ao local. Ele voa mais devagar do que de costume e sente suas forças mais fracas também, devido o método de administração do antídoto que não lhe permitiu a recuperação imediata. Ele chega no exato momento que nota Virgil caindo após reacender a cidade.

******************************

Dagon segue no encalço do Coringa, com os olhos injetados de sangue e o orgulho ferido de ter sido de bobo por uma suposta imitação de palhaço. Ele arranca aparelhos condicionadores de ar dos edifícios e começa a tacá-los no vilão, enquanto permanece voando. No entanto, uma rajada de gelo em suas asas lhe chama a atenção para um grupo de 5 homens usando armas semelhantes ao do Mr. Freeze. Os homens iniciam uma série de disparos contra Dagon enquanto o Coringa aproveita para correr na direção dos prédios da Waynetech.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Leo Rocha em Sab Jul 16, 2011 1:20 pm

Titãs:

Finalmente os Titãs estavam novamente reunidos e cabia ao grupo agora trazer paz e justiça a Gotham. Eles teriam que enfrentar o Coringa, cerca de 15 homens de sua gang e os 60 internos fugitivos dos asilos de Gotham portando armas dos inimigos do Batman. Ao constatarque esse número aumentaria exponencialmente se não tivessem detido a sabotagem ao Arkham, Robin dá um breve suspiro de alívio.
Mas como toda situação pode piorar, o jovem pupilo do Batman original sente um calafrio percorrer sua espinha ao ver no topo do prédio da prefeitura a imagem que o inspirou a lutar contra o crime, porém numa versão bem diferente. O Batman grita do alto do prédio:

Arrow Esta cidade é minha! O Coringa é meu! Não se metam!

Enquanto grita isso, ele arremessa um batrangue e salta também na direção da Waynetech, onde o Coringa acabara de entrar após disparar com um revólver lança granadas em cima da porta e de dois seguranças.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Nasinbene em Seg Jul 18, 2011 8:09 pm

A situação seguia crítica nas ruas de Gotham. O plano do Coringa fica claro quando Robin vê todo aquele contingente de internos dos outros asilos portando cópias das armas dos vilões que inumeras vezes enfrentara ao lado de Bruce... Uma ponta de alívio percorre seu ser ao perceber que a intervenção dos Titãs no Arkham fora providencial. O número de insanos soltos seria absurdo...
Mas não havia tempo para comemorações. Robin tem um sobressalto ao ouvir o imitador do Batman ameaçá-los e se lançar contra a ensandecida figura do Coringa em direção ao prédio da Waynetech. Era preciso agir imediatamente. Tim então passa algumas orientações aos Titãs:

- Muito bem, Titãs... Nem preciso dizer o quanto isso é sério. Antes de partirmos tenho que dizer: caso as coisas saiam terrivelmente erradas aqui hoje, quero dizer que sinto um imenso orgulho por ter lutado ao lado de vocês. TODOS vocês...

Robin frisa o termo todos olhando para Devastadora e Dagon. Os dois sempre se sentiram preteridos pela equipe. Tim queria deixar claro que aquele sentimento não era verdadeiro. A seguir, Robin continua:

- Queria também agradecer os empenho de todos ao proteger Gotham. Ao contrário do que aquele babaca disse, Gotham é MINHA responsabilidade. O esforço de vocês não será esquecido.

Cerrando então o cenho, Tim prossegue com o plano de combate:

- Dito isto, hora da luta Titãs. Kid Flash, quero você longe dos imitadores do Sr. Frio. Se um daqueles raios te atingir, vai ser complicado pra você se safar. Tem outros caras pra você dar cabo. É fazer o que você faz melhor, bater e correr. Super-Choque, depois do seu feito junto ao gerador, é óbvio que você não tem mais energia. Proceda com extrema cautela. Eu preferiria que você atuasse como um posto avançado, ajudando na organização do combate, mas acho que isso não faz teu estilo, certo? Aja como achar melhor, mas com cuidado. Superboy e Supergirl, os imitadores do Sr. Frio são de vocês. Neutralizem as armas deles e os ponham a nocaute. CM3, use seu poder pra amaciar internos e depois me acompanhe. Anarquia, Devastadora e Dagon, faça assim que CM3 desorientar os internos, façam o que puderem pra coloca-los fora de combate. Ricardita, escolha um ponto de ataque e use suas flechas especias pra garantir a vantagem no combate. Todos têm suas orientações, Titãs. Nos vemos no prédio da Waynetech...

O semblante de Robin se torna sombrio antes dele disparar seu arpéu e dizer:

-Quanto ao Morcego.. ninguém toca nele...EU darei cabo do impostor...

Robin se lança então em direção ao prédio da Waynetech e assim que estiver próximo ao Batman, Robin lança também seu batarangue, procurando derrubá-lo. Assim que estiver com o Coringa e Batman dentro do prédio, Robin diz:

- Essa cidade não é sua, impostor! Nem sua, palhaço! Eu sou o guardião de Gotham na ausência do VERDADEIRO Batman. E prometo uma coisa: vocês vão cair hoje, impostores!

Robin saca seu bastão e então se prepara para o que sem dúvida seria a luta mais dificil de sua vida...

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Seg Jul 18, 2011 11:01 pm

Anarquia sempre desejou que a cidade ficasse livre desse loucos que são fruto da repressão do Estado sobre a alma do homem, a única forma da humanidade despertar para isso é se livrar de seus icones supremos.

Batman é um dos maiores signos da cidade, uma sombra de repressão que gerou os vilões...

E o morcego gerou o Coringa e o Coringa... Fisicamente... gerou o Anarquia. Robin poderia ir atrás do Batman, mas o Palhaço do Crime é responsabilidade inteira de Lonin Machin.


-Eu não posso deixar você sozinho com o Coringa, Robin. Quando invadi a rede de Oráculo e a convenci de me chamar para esse momento derradeiro, foi porque eu queria me encontrar com esse homem... Você fica com o falso Batman, mas o falso Coringa...


-É meu!


E o herói anarquista segue Robin, enquanto esse vai em direção do morcego ele vai em direção do perigoso Coringa. Imaginando se aquele é realmente seu pai.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Scorpion em Qua Jul 20, 2011 1:05 pm

Malditos capangas que nunca acabam. Dagon tentava voar, mas estava sendo congelado e caiu no chão. Ele tinha sofrido muito nesta noite, talvez fora o Titã que mais apanhou desde que pisaram em Gotham. Mas isso não o desanimaria... não. Isso o tornava mais nervoso e, consequentemente, mais forte. Nosferatu então, tendo pouco mais que apenas sua cabeça sem ser congelada, deu um urro fino, mas demorado para os céus.
Quando fez parte da Tropa, ele enfrentou um outro Vampiro que também possuía os mesmos poderes que ele. Entretanto, este vampiro tinha o poder de invocar criaturas. Dagon havia tentado esta habilidade na missão passada, mas não haviam animais na região. Agora era sua chance. Havia treinado esta técnica e esperava que, pela primeira vez, ela funcionasse.
Dagon invocou uma horda de cães de rua, ratos e principalmente morcegos para atacarem seus inimigos.
Se conseguisse isso, Nosferatu começaria a usar sua força para quebrar o gelo e depois daria cabo dos capangas com armas de gelo. Passaria as unhas em suas gargantas e tripas e beberia o máximo de sangue que conseguisse. Depois, Dagon voaria como um morcego pequeno para onde Coringa e Anarquia estavam. Ele não deixaria de participar da morte do palhaço.

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