Missão 5: O sorriso que não estava lá

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Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Leo Rocha em Sex Ago 13, 2010 1:37 am

Fazia pouco mais de uma quinzena desde a última aventura dos Titãs...
Desde que a mídia ficou sabendo de todo o plano de Cérebro, eles foram alçados à categoria de principal grupo organizado de heróis. A linha de defesa do planeta contra criminosos de todo e qualquer calibre que apareciam ameaçando vidas inocentes.
Durante esse período, o cérebro de Victor Stone, conhecido como Cyborg, foi instalado na réplica de AMAZO encontrada intacta no esconderijo de Cérebro e Mallah. O herói ainda estava se adaptando ao novo corpo, mas parecia que o procedimento tinha sido muito bem sucedido.
Em poucos dias, a maioria dos ferimentos sofridos pelos heróis durante a última batalha já estava praticamente curada e muito das relações entre eles parecia ter sido fortalecida.
Superboy e Supergirl passaram um tempo na fazenda Kent colocando em dia seus assuntos e reforçando a noção de família.
Dagon andou uns tempos visitando uma certa jovem que conheceu em Star City. A amizade entre a jovem cega e o vampiro parecia florescer a olhos vistos. Quem sabe ainda restava mais humanidade do que se pensava para o pobre nosferatu...
Robin e Besouro pouco saíram da sede no período. Os dois pareciam envolvidos na tentativa de formular uma teoria sobre o destino dos heróis desaparecidos. Se baseando na observação de que CM3 ainda estava com o mesmo nível de poder, ele acreditava que o que quer que tivesse ocorrido não teria causado a morte do grupo. Baseado nisso, tentava usar a inteligência do escaravelho de Jayme para achar um modo de trazê-los de volta.
Preocupado com Dakota, Virgil passou um período atuando nas ruas de sua cidade natal. Lembrando aos delinqüentes locais que nenhum crime, grande ou pequeno ficaria impune.
Rose também permaneceu fora da caverna por uns tempos. O encontro com Jericó havia trazido muitas dúvidas e parecia o anúncio de algo muito sombrio... Como filha de um dos maiores assassinos do mundo, Rose herdou o talento incomum de desaparecer sem deixar rastros e foi isso que ela fez até agora..
Ricardita retornou para Star City e junto com CM3 empreendeu a captura de uma quadrilha especializada em tráfico de armas. As horas de tocaia e os dias de ação serviram pra aproximar ainda mais os dois, que nitidamente conseguiam combinar habilidades e personalidades. No entanto, um olhar mais atento mostraria uma leve sombra de tristeza no olhar da jovem arqueira...
E é nesse contexto que a equipe recebe a convocação de Cyborg para a próxima missão...

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Leo Rocha em Sex Ago 13, 2010 3:01 am

No salão principal da caverna Titã, os jovens heróis começam a ouvir a transmissão de Cyborg:

Arrow Pessoal, as notícias não são boas... Parece que algumas mortes ocorreram em Gotham nas 2 últimas noites com características um tanto quanto incomuns...

Arrow Como assim? O que você quer dizer com isso Vic? - Pergunta Robin.

Arrow Acho melhor vocês verem as fotos..

As fotos mostradas são impactantes. Pessoas mortas de formas terríveis. Todas com uma coisa em comum um pavoroso sorriso nos lábios. Devastadora é a primeira a falar:

Arrow Coringa..

Arrow Não pode ser! Se ele estivesse de volta, o bat.. Só pode ser um imitador! Temos que desmascará-lo!

Arrow A situação é pior do que isso, Robin.. Esse pretenso Coringa deixou uma pista no local do último crime. Um cartão com a figura de um Coringa de um lado e a seguinte inscrição do outro: "os jogos começaram!Eu sou maior do o velho Maxie e antes de você me achar ainda irei fazer todo mundo sumir...."

Um silêncio toma a sala. Imitador ou não, parecia que mais uma vez o Coringa devia ser detido e isso cabia aos Titãs. O Besouro é o primeiro a quebrar o silêncio:

Arrow O que faremos agora?

Arrow Eu ainda não poderei acompanhar vocês em missões, mas ficarei no suporte aqui na sede dos laboratórios STAR. Acredito que vocês precisem conversar pra decidir a melhor estratégia. Até mais amigos!

A tela se apaga deixando os Titãs com uma nova missão e várias dúvidas.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Drako em Sab Ago 21, 2010 2:04 pm

Smallville é um lugar pacato, perfeito para viver uma vida tranqüila. Deitado na grama da fazenda da família, com Krypto deitando em cima do meu peito, eu fico viajando em meus pensamentos. Em pensar que eu já cheguei a odiar esse lugar, e não gostar desse meu companheiro.



Esses pequenos momentos de paz são incríveis, Ma Kent está feliz por ter Kara conosco de novo. Por falar nisso, Supergirl e eu nunca tivemos uma relação de família. Clark sempre me considerou um irmão, então eu e Kara somos algo como primos.

Vejo ela se aproximar e sentar ao meu lado, mas não temos uma conversa há muito tempo. Acho melhor eu quebrar o gelo.

Superboy:
Faz tempo que você não vem aqui, como se sente? É legal ter você aqui conosco.

Após a resposta dela, eu toco em um assunto que não é muito agradável.

Superboy:
Nós vamos encontrar o Clark. Agora que temos uma pequena esperança de que ele está vivo, vamos nos agarrar a ela.

Logo depois recebemos um chamado do Cyborg, para nós dirigirmos até a Caverna.

Superboy:
Krypto fique aqui. Vamos Kara!

Já na caverna titã, Vic nós diz sobre o ocorrido em Gotham. Parece alguém se passando pelo Coringa.

Superboy:
Ele deixou uma mensagem bastante esquisita. É o Coringa ou o Charada?

Besouro Azul: O que faremos agora?

Cyborg: Eu ainda não poderei acompanhar vocês em missões, mas ficarei no suporte aqui na sede dos laboratórios STAR. Acredito que vocês precisem conversar pra decidir a melhor estratégia. Até mais amigos!

Superboy: Eu te direi o que faremos. Nós vamos lá, achamos o cara e fazemos ele se arrepender por ter nascido!

Chego ao lado do Tim, ele não vai reagir muito bem a isso, já que estaremos no quintal dele.

Superboy:
Robin, Coringa sempre foi um cara problemático até para o Batman. Não tente cuidar disso sozinho, é para isso que estamos aqui. Esse fardo não precisa ser só seu.

Eu conheço bem o Tim, sei que ele vai agir como o Batman, inconscientemente, mesmo não querendo. E se ele vai agir assim, tenho que agir com o Clark, o apoiando.

Superboy:
Então, vamos nessa! Próxima parada, Gotham City!

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Phelipe Peregrino em Sab Ago 21, 2010 2:14 pm

Besouro Azul: O que faremos agora?

Cyborg: Eu ainda não poderei acompanhar vocês em missões, mas ficarei no suporte aqui na sede dos laboratórios STAR. Acredito que vocês precisem conversar pra decidir a melhor estratégia. Até mais amigos!

Superboy: Eu te direi o que faremos. Nós vamos lá, achamos o cara e fazemos ele se arrepender por ter nascido!

Besouro Azul: O que será que ele quis dizer com aquele bilhetinho? Esse papo de 'os jogos começaram!Eu sou maior do o velho Maxie e antes de você me achar ainda irei fazer todo mundo sumir....' – Jaime levou as mãos à cintura como se estivesse tentando entender alguma coisa. Era evidente que aquela situação toda o deixava confuso. – Pensei que essa coisa de charadas fosse com o Charada. Talvez estejamos lidando com um ‘combo’ dos dois... O Charada misturada com o Coringa... O Charadinga!

“Ok... Isso pareceu idiota demais até para mim! É foda, agente só percebe que disse algo estúpido depois que fala.” – Olhou meio sem graça para os companheiros Titãs. Depois, em uma tentativa de desviar a atenção de sí, abriu um daqueles típicos sorrisos ‘amarelos’.

Superboy: Então, vamos nessa! Próxima parada, Gotham City!

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Scorpion em Dom Ago 22, 2010 12:29 pm

Dagon chega com seus companheiros à Caverna Titã, mas resolve não ficar muito.
Já havia se alimentado do sangue de Monsieur Mallah; um sangue cheio de sustância que o manteria abastecido por mais algum tempo. Lembrava que o melhor sangue que já havia provado em sua vida foi o de Estelar... ao menos o mais benéfico. Graças a ele, David Dagon poderia andar sob a luz do Sol. Desta forma, dagon apenas confere quanto sangue roubado do hospital ainda tem.
Dagon: Hmmm... Isso ainda dá pra um tempo. Daqui à alguns dias eu vou às compras.
David então vestiu o seu sobretudo e foi para a cidade.
Primeiro decidiu visitar a garota cega. Não sabia como ela reagiria, mas foi mesmo assim. Dagon a convidou para passear e pediu que não se preocupasse, pois ele a protegeria.
Nosferatu evitava tocar na garota. O simples toque dela poderia revelar muito sobre ele, o que não queria. Suas unhas eram grandes e duras como aço, sua pele gelada e sem vida; seu peito não arfava pelo oxigênio. Tudo isso poderia ser claramente visto por um cego que o tocasse. Sendo assim, Dagon reteu-se apenas a acompanhar a garota e conversar sobre a vida.
David: Bom, então... ããmmm... mais alguém te importunou? Como tem passado?
Dagon evitaria falar também sobre o seu trabalho e camuflaria as informações sobre o seu passado. Era melhor que ela não soubesse com quem estava saindo. Mentiria se necessário, dizendo que era segurança de uma boate e que tinha vindo de um país longe para ganhar a vida na América.
Depois, deixou a garota em casa (cuja qual eu, como jogador, não recordo o nome) e foi ao apartamento de sua única grande amiga, Terra.
Iria fazer uma visita ao apartamento de Terra. A coleguinha do Geoforça era a única sobrevivente além de Dagon da antiga Tropa titã e Dagon tinha muito carinho por ela. Sendo assim, David Dagon passou em um vendedor de rua e comprou alguns sanduíches para viagem. O vampiro não precisava comer, mas Terra era humana e quase uma adolescente. Seria interessante passar um tempo com ela e agradá-la um pouco... ainda mais quando ele roubou o seu convite para ingressar nos Titãs. Não foi muito polido, mas Dagon já estava para enfiar uma estaca em seu coração se não fizesse algo diferente... emocionante.
Chegando próximo ao apartamento de Terra, Dagon transforma-se em fumaça e entra no apartamento da amiga.
O principal motivo da visita de Dagon não era apenas visitar a amiga, mas saber se ela também estava sendo perturbada pelos fantasmas dos colegas mortos.
Dagon: Terra? Você está em casa?
É quando o bip dos Titãs toca. No entanto, Dagon só sairia depois de falar com Terra, ou de checar se ela não estava mesmo por ali e se parecia tudo bem.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Nasinbene em Seg Ago 23, 2010 11:53 am

A noticia passada por Cyborg deixa Tim visivelmente irritado. Não poderia ser o Coringa, ele desapareceu juntamente com os demais vilões e a Liga. Mas se fosse... seria mais uma evidencia de que os heróise estavam vivos! Bruce poderia... Não, não era hora de se exasperar. Era preciso manter o foco. Tim não podia deixar que a esperança de encontrar Batman e os outros heróis interferisse na segurança da população de Gotham. Aliás, era por culpa dele que esse imitador havia posto suas garras de fora. Se Robin não tivesse passado tanto tampo ali, pesquisando sobre o destino dos heróis, Gotham estaria segura.
O imitador havia deixado uma mensagem, um tipo de charada. Mas por que a referencia então a Maxie?

- Uma coisa é clara, o imitador parece seguir os métodos não apenas do Coringa, mas também do Charada, além de citar em sua mensagem Maxie Zeus.É alguém novo, não há dúvidas. É provavel que o vejamos ainda adotando o modus operandi de outros vilões do Gotham, o que dificulta determinar seus próximos passos. Quanto antes determinarmos um padrão, menos vítmimas ele fará. Estou indo. Gotham precisa de mim.

Tim é detido por Superboy, que conhecendo o amigo, sabia que ele sairia e tentaria resolver o problema sozinho.

Superboy: - Robin, Coringa sempre foi um cara problemático até para o Batman. Não tente cuidar disso sozinho, é para isso que estamos aqui. Esse fardo não precisa ser só seu.

Robin se detém e olha para o amigo. Os Kent estavam-no criando como criaram Clark. Ao passo que, sozinho, em Gotham, Tim se assemelhava cada vez mais ao comportamento do velho Morcego. Pareciam fadados a reviver a lenda...

- Obrigado, Superboy. Sei que posso contar com os Titãs. Agora vamos. Temos que pegar esse maníaco

Era hora de ir. Talvez uma investida no submundo revelasse algo sobre esse novo maníaco. Como se Gotham já não tivesse malucos o suficiente...

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Convidad em Qui Ago 26, 2010 9:34 pm

Sabe, eu realmente gosto de Smallville. Ficar com a "tia" Martha (um título que eu me peguei usando sem me aperceber) é realmente reconfortante. Ela me faz lembrar Kal-El e os bons momentos que passamos juntos. Além disso, ela me faz sentir parte da família.

Claro que não posso esquecer do Connor. Nesses dias que passamos juntos, pudemos nos aproximar bastante, e tornamos como irmãos ou coisa parecida.

Mas se tem uma coisa que nunca muda é ELE.


Não importa quanto tempo passe, ele ainda continua a me odiar. Mas vejo que isso é só comigo. Krypto se comporta muito bem com Connor. Na verdade, eles são grandes companheiros.

Depois fugir (pela milésima vez) do "Super-Cão". Eu vejo ele e Connor deitados na grama. Bem, apesar do empecilho eu decido me aproximar para conversar com meu "priminho".

No começo, o silêncio é assustador, mas Connor decide falar.


Superboy: Faz tempo que você não vem aqui, como se sente? É legal ter você aqui conosco.

Supergirl: É faz muito tempo mesmo. Eu me sinto ótima! É impressionante como as coisas mudam quando você está em família. E também é muito bom estar aqui com vocês.

Superboy: Nós vamos encontrar o Clark. Agora que temos uma pequena esperança de que ele está vivo, vamos nos agarrar a ela.

Supergirl: Sabe, primo? Eu realmente quero acreditar que Kon-El está bem. Mas não sei se posso me agarrar muito a isso. Se for só uma ilusão, eu posso ficar péssima depois que tudo vier à tona

Depois do desabafo, recebemos o comunicado de Cyborg. É melhor irmos para a Caverna. Connor me chama e manda Krypto "ficar". Eu aceno positivamente com a cabeça e dou uma rápida olhadela para o cachorro. Ele rosna pra mim.

Rapidamente chegamos à Caverna e escutamos a mensagem. Eu presto bastante atenção. Tudo indica que é realmente o Coringa, mas ele está preso, podendo assim, ser um imitador. Connor cogita que pode ser o Charada também. Realmente a mensagem é confusa. E até agora, a melhor suposição que tivemos foi a de Jaime, sobre o "Charadinga". Eu sei, realmente vergonhoso.

Tim quer agir sozinho, mas é impedido por Connor.


Supergirl: Connor está certo, Tim. Nós somos uma equipe e estamos aqui pra tudo que der e vier.

Então, vamos pra Gotham!

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Leo Rocha em Sex Ago 27, 2010 1:01 pm

O vôo para Gotham é rápido e tenso.
Robin se sentia na obrigação de combater a ameaça que surgia na forma de um enigmático Coringa e isso o consumia, já que o calhorda havia cometido assassinatos durante o período em que ele deixou a cidade.
Dagon e Devastadora estavam sentados em cadeiras lado a lado, assim como Super-Choque e Besouro Azul, CM3 e Ricardita e, por fim, os superprimos.
Ao chegaram à cidade, após se instalarem nas dependências da mítica batcaverna, o grupo resolve se dividir: enquanto Besouro Azul e CM3 verificam os bancos de dados do Batcomputador, acompanhados de Alfred, o fiel mordomo de Bruce, os demais heróis empreendem um cerco ao submundo de Gotham em busca de informações.
Em todos os buracos e sarjetas onde passam, os heróis só ouvem estórias de medo e expectativa com relação aos próximos passos do Coringa. Quem obtém uma informação um pouco mais consistente é Robin quando está pressionando um traficantezinho na área conhecida como boca do inferno.

Arrow Você acha que pode ficar tirando onda com essa capa aí? Depois que o teu velho e os outros babacas de colante sumiram as ruas voltaram a ser nossas. Pelo menos até o maluco do Coringa voltar! Ele deixou um recado que Gotham era dele e que ele agora não tinha mais freios.. Que ia jogar pelas regras dele e sem um morcego pra impedir. Nem pra essa merda vocês servem!

Ouvir o homem falar assim de Bruce e dos demais heróis desaparecidos fez o sangue de Tim ferver. Dois golpes bem aplicados fazem a perda de dois dentes, o sangue e a dor lembrar aquele homem da importância de medir suas palavras.

Arrow Você pode até me bater, mas tem que correr pra impedir que esse maluco acabe ferrando a cidade toda. Eu ouvi um boato por aí que ele quer fazer uma coisa grande, que vai envolver muitos explosivos, Se a parada é assim, então ele deve estar caçando um lugar que tenha o que ele precisa. Ah, herói.. Quero ver se você vai ter tanto peito pra acabar com quanto você tem pra bater num cara como eu.. O seu velho nunca teve peito pra fazer o que era preciso com o palhaço..

*****************************************************

CM3 e Besouro Azul tentam descobrir algo nos computadores, utilizando as poucas informações que os colegas vão repassando ao descobrir algo nas ruas e as pistas deixadas no bilhete. Besouro é o primeiro a falar:

Arrow Isso tudo tá muito estranho! Como o Coringa voltaria e porque ele escreveria como o Charada? Só pode ser um imitador!

CM3 responde:

Arrow Tudo indica que sim. Mas mesmo assim, as mortes que ele causou já fizeram com que ele mereça nossa atenção. Precisamos detê-lo.

Após receber as informações vindos do computador,Alfred se vira para os dois heróis e diz:

Arrow Sobre as pistas do bilhete, posso dizer aos senhores que o Charada se encontra desaparecido desde duas semanas após o desaparecimento dos heróis. Ele se encontrava atuando como detetive particular e procurava se manter nos limites da lei, mas sumiu sem deixar pistas durante uma investigação. O Maxie que é referido na mensagem parece ser o Maxie Zeus. Um criminoso que acredita ser a reencarnação de Zeus. Ele no momento ainda se encontra atuando em Gotham, desta vez tentando manter uma fachada de empresário, e tem uma cobertura na área nobre de gotham.

Os três então repassam as informações para Robin e os demais herois que estão em campo e o grupo decide que o melhor é se dividir em três linhas de frente: uma que verificaria a maior fábrica de explosivos de Gotham, outra que verificaria a ligação de Zeus com o Coringa (Amigo? Inimigo? Alvo?) e uma terceira que iria averiguar qual a relação do Charada com essa estória.
O tempo corria e agora os heróis precisavam pensar e agir rápido antes que o Coringa fizesse novas vítimas.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Administrador em Sab Ago 28, 2010 1:34 am

Freddy sentia-se mais confiante depois que conversou com o Mago Shazam. O velho ainda não o via com bons olhos, mas era um começo. Mago Shazam, ao menos, assumiu a possibilidade de depositar alguma confiança em Freddy. Essa era uma oportunidade que Freddy não desperdiçaria. Na verdade, Freddy não se preocupava com a opinião do Mago Shazam. Para Freddy ele era apenas um velho irritante. Mas Freddy queria muito provar para si mesmo de que era digno do legado do Capitão Marvel e que era um herói tão bom quanto Billy. No entanto, como o Mago Shazam alertou, Freddy não teria condições de fazer nada sozinho.
Freddy precisaria de aliados, por isto ele procurou Ricardita em Star City. Porém, o encontro com Ricardita não foi como ele imaginou. A colega parecia triste e distante, como se escondesse algo dele. Freddy não perguntou nada, pois sentiu que ela seria franca com ele no momento certo. Depois que cuidaram de alguns bandidos locais de Star City, eles voltaram para os Titãs.
Então foram informados de que o Coringa vitimou gothamitas novamente. A equipe rumou para Gotham City com o propósito de derrotar o vilão.
Enquanto a maior parte da equipe intensificou a vigília em Gotham City para localizar o Coringa, Freddy e Jaime ficaram na Batcaverna para analisar os dados sobre as atividades do Coringa.
Freddy estranhou o fato de Coringa atacar mesmo depois do desaparecimento de Batman. Segundo os arquivos, o principal objetivo do Coringa era desafiar Batman. Sem Batman, a vida de Coringa não teria sentido. Talvez ele estivesse buscando novos desafios, mas como Jaime argumentou, era mais provável que um imitador do Coringa fosse o responsável pelos assassinatos.
Afinal, o modus operandi do Coringa era bastante particular e pelo que se sabe, nem todos os ataques resultaram na aparição de pessoas envenenadas e sorridentes. Então os Titãs decidiram que era importante verificar a possível relação dos criminosos Charada e Maxie Zeus com todo aquele mistério. Freddy espantou-se com a capacidade de dedução de Robin e de como ele cogitava suspeitos tão rapidamente.
Como o grupo se dividiria para averiguar todas as possibilidades cogitadas, Freddy se voluntariou para investigar Maxie Zeus:
- Se não houver problema, eu irei com a equipe que vai até o paradeiro de Maxie Zeus. Ricardita, você vem conosco?
Freddy achou que seria divertido encontrar um criminoso que acredita ser o próprio Zeus. Talvez mostrar o verdadeiro poder de Zeus fizesse algum bem ao maluco.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Phelipe Peregrino em Sab Ago 28, 2010 1:51 am

Besouro Azul: Bom... Já que é assim, eu tô afim de tentar descobrir qual é a ligação do Charada com o Charadinga. Então achou que vou dar um pulo lá no escritório dele... – Jaime parou um segundo para pensar e, com cara confusa se virou para Alfred. – Ele tem um escritório, não é?

Besouro Azul: Se o Charada estava mesmo andando na linha, então algum desses caras que andam em Gotham pode ter atacado ele. Se descobrirmos o que ele estava investigando, já podemos descobrir no rastro de que ele sumiu.

“Há... Todas aquelas horas de CSI, CSI: Miami, Law & Order e Law & Order: SVU valeram a pena! E a Brenda dizia que eu perdia tempo vendo série policial...” – Jaime não pode evitar abrir um sorriso de auto-satisfação – “Quem está rindo agora, Brenda?”

Besouro Azul: Quem vem comigo?

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Nasinbene em Qua Set 01, 2010 8:49 am

Tim estava tenso. Isso era claro e notavel. O Comportamento dele durante o voo para Gotham, bem como sua reação quando o marginal começou a ofender Batman deixavam isso claro. Robin nãoera do tipo que agredia criminosos de graça, aquela situação toda estava mexendo com ele. Afinal, se não pudesse cuidar de seu próprio quintal, como poderia liderar os Titãs na proteção do mundo.
No entanto, perder o foco não era apropriado agora. Não podia se deixar levar por dúvidas. Bruce não tinha dúvidas e, se as tinha, guardava paea ele, de forma que não interferisse no trabalho. Era isso que precisava fazer. Focar na solução desse crime. Era preciso pegar esse imitador do Coringa. Sim, porque a principal suspeita de Robin é que alguém procurava imitar o "estilo" do Coringa. Ao menos, a surra no bandideco surtiu algum efeito: ele abriu a boca e mencionou que o suspeito planejava usar explosivos. Era uma pista a ser seguida. Bem como a ligação do bandido com Maxie Zeus e o Charada.
Os Titãs então logo se dividem em grupos de ação e Robin decide fazer uma visitinha a Maxie Zeus:

- Irei com Freddy procurar Maxie Zeus. Até porque, ele é o único citado diretamente no bilhete do criminoso, a ligação com o Charada é apenas uma suposição nossa. No entanto, uma suposição que merece ser investigada. Kara, você pode acompanhar o Besouro ao antigo escritório do Charada? Sua supervisão pode ser útil ao procurar alguma pista por lá. Conner, você vem comigo e Freddy. Maxie pode ser louco, mas não é idiota. Ele tentará de todas as formas. Sua superaudição poderá nos dizer se ele está mentindo ou não. Os demais, vão até a maior comerciante de explosivos de Gotham. Se o que o nosso suspeito está planejando é grande, e imagino que seja, ela vai precisar de muitos explosivos. Alfred, passe a eles a localização da maior fábrica de explosivos de Gotham. Muito bem, Titãs. Vamos nos mexer...

Robin parecia um pouco autoritário demais com os amigos, mas era um truque que aprendeu com Bruce. Seja firme em suas decisões e orientações e as pessoas não perceberão o quão abalado você está. Talvez Conner percebesse isso, da mesma forma que Clark nunca havia deixado isso passa em Bruce...

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Drako em Qua Set 01, 2010 1:19 pm

Estamos em Gotham interrogando um maluco que tem ligação com o nosso objetivo. O cara é burro o bastante para irritar o Tim e perder dois dentes como conseqüência. Bem, pelo menos agora ele terá desculpa para colocar dentes de ouro e se vangloriar disso. Sei que o Tim está se segurando para não fazer nenhuma besteira e ele é bom nisso, se fosse eu, já teria perdido a cabeça há muito tempo.

Robin logo começa a montar um plano.


Robin: (...)Conner, você vem comigo e Freddy. Maxie pode ser louco, mas não é idiota. Ele tentará de todas as formas. Sua superaudição poderá nos dizer se ele está mentindo ou não.

Superboy: Nem precisava dizer, estou contigo nessa.

Depois da nossa volta aos titãs, não pude ajudar o Tim nas missões, mas essa é a hora que ele irá precisar de mim ao seu lado, como Clark e Bruce. Supergirl irá com o Besouro Azul até o escritório do Charada, não preciso me preocupar com ela, mas é bom dar um alguns conselhos a ela, afinal, enquanto ela estava presa naquele meteorito de kryptonita gigante, eu estava lutando ao lado do Superman.

Superboy:
Kara, tome cuidado. Nossos poderes são incríveis, mas todo cuidado é pouco. A mãe não vai querer te perder de novo.

Dou um sorriso para ela e me preparo para sair, junto com Robin, ao encontro do CM3.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Convidad em Qui Set 02, 2010 3:21 pm

Enquanto CM3 e o Besouro ficaram na Batcaverna, eu e os demais saímos pra procurar pistas sobre o tal criminoso que pode ser um imitador do Coringa. interrogando alguns bandidos de Gotham consegui pouco. Na verdade, acho que o único que conseguiu alguma coisa importante foi Robin.

Após ele repassar a informação que descobrira pra todos nós, ele nos deu instruções.


Robin: [...]Kara, você pode acompanhar o Besouro ao antigo escritório do Charada? Sua supervisão pode ser útil ao procurar alguma pista por lá.

Supergirl: É claro Robin!

Gosto de trabalhar com Besouro. Além dele ter me salvado em nossa última missão, está sempre me fazendo rir. E ele sempre tenta dar o melhor de si. Acho que bem no fundo, nós até que combinamos.

Assim que Robin termina de nos dar as instruções, Conner me dá algumas "dicas".


Superboy: Kara, tome cuidado. Nossos poderes são incríveis, mas todo cuidado é pouco. A mãe não vai querer te perder de novo.

Supergirl: Pode deixar, primo. nos veremos de novo em breve.

Eu correspondo o sorriso dele e levanto vôo para me encontrar com Jaime.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Scorpion em Sex Set 03, 2010 10:59 pm

Eu já disse como adoro essa cidade? Pra muitos, trabalhar em Gotham City é mais difícil do que nos outros lugares. Talvez pro Superboy e sua prima sexy... e pro Marvel Jr. também. Essas sombras dos escoteiros do passado não têm muita malícia, algo que é essencial se você estiver afim de trabalhar em Gotham. A cidade é tão suja quanto um chute no saco no meio de um campeonato de boxe, aqui em Gotham, não dá pra jogar pelas regras. Vale tudo na guerra e no amor... e em Gotham.
Além disso, essa cidade tem um agravante. Os criminosos daqui se cagam de medo de morcegos. Os bichos até que são agradáveis, mas eu entendo... o Batman causou muitos traumas por aqui. No entanto, parece que nem tantos. Um panaca tava pagando de Coringa. Não me importa muito a que fã clube ele pertence, se ele vai ficar matando, nós vamos acabar com a raça dele. Ele daria sorte se esbarrasse primeiro com um dos Supers ou então um dos outros... só devia rezar pra não ser comigo. Eu, diferentemente dos outros, não tenho pena. Minhas garras não foram feitas pra rasgar metal, foram feitas para rasgar carne; assim como minhas presas. E se ele sangra... é porque ele morre.
Robin como sempre divide a equipe pela sua afinidade. Parece que quer sempre tirar eu e a Devastadora da jogada. Não sei, acho o cara um palhaço. Sempre desconsidera as habilidades ímpares que eu tenho, ou a Devastadora. Problema é dele. Não curto ser o peão de ninguém. Nunca fui e nunca serei. Não seguia nem as ordens de Mirri, quanto mais as dele. Não que eu seja desobediente ou que curta a anarquia. Na verdade até gosto um pouco, mas não é este o ponto. O ponto é que eu sei onde minhas habilidades são melhor aplicadas. Eu olho para Devastadora com uma cara de quem tá meio descrente.
Nosferatu: Visitar fabricantes de bombas? Isso é alguma piada pra ocupar a gente ou você está falando sério? Você acha mesmo que esse cara vai roubar as bombas de um "fabricante de bombas"? Isso nem deve existir, Robin. Bombas devem ser feitas pelas fábricas de engenharia militar, e essas fábricas não ficam em cidades por conta de evitar acidentes com os civis. Surpreso de eu não ser só um chupador de sangue burro? Tem muitas dessas fábricas no meu tempo. Vai por mim, esse cara não quer deixar pistas. É provável que as bombas já estejam em sua posse ou então que elas sejam de fabricação caseira. Na melhor das hipóteses elas foram roubadas de um traficante de armas. E eu acho que nós estamos caindo no erro dos principiantes que é acharmos que sabemos de tudo. Vocês traçaram um plano e sequer consultaram a menina aqui.
Diz apontando para Devastadora.
Nosferatu: Vocês esqueceram de quem ela é filha? De quanto tempo trabalhou com o Slade? Acho que se tem alguém aqui que pode saber onde encontrar as pistas certas é ela. E então, Rose? Você sabe de alguém que trata de bombas aqui que nós podemos visitar?

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Convidad em Sab Set 04, 2010 6:36 pm

Super-Choque: -Caras, pára tudo um pouco!
Com uma agitação, Virgil entra no meio da conversa, como quem desperta de um pensamento doloroso.
Super-Choque: -Volta o CD comigo: temos um novo Coringa matando pessoas e ele deixou uma mensagem dizendo que era maior que o cara mais rico da cidade, o tal do Maxie Zeus, certo? Quem é mais rico que ele em Gotham? Porque é assim que os Alba falariam em Dakota, maior quer dizer com mais grana pra pensar que podem fazer o que quiserem com as pessoas. Foi pensando nisso que eles criaram o maldito Big Bang.

A mente de Virgil se volta para o dia em que sua vida se modificou, mas oras, ele nunca foi nostálgico. Não é por conta da citação, mas sim por uma... semelhança!
Super-Choque: -Em Dakota, todos já devem ter lido sobre o Big Bang. Foi uma explosão, mas não de armas ou explosivos e sim de produtos químicos, que alterou os cidadãos em meta-humanos. Pra ser o Coringa, acho que o cara tem de manjar pra fazer aquele gás estranho dele que dá sorriso no rosto das pessoas. E ter muita grana pra bancar a produção. Tá todo mundo se agitando pelo Charada, mas o cara não era um dos mocinhos recentemente? Lembro que ele só queria provar que era o melhor detetive e, sem Batman, ele é. Acho é que sumiram com ele quando ele se ligou nisso.

Virgil segura no ombro de Robin antes de todos partirem.
Super-Choque: -E eu acho que tem mais um problema aqui. Pelo que você nos contou dos criminosos de rua, os caras não tão com medo de explodir e nem de super-poderes e vigilantes. Por que? Caras, seja quem for esse doido, ele sumiu com o Charada, é isso que ele tá dizendo com "sumir com vocês"! Sei que parece obvio, mas ele é um cara rico, inteligente e manja de química. Mandae, Prodígio, quem nessa cidade é tão rico, inteligente, influente e entende de tubos de ensaio? E onde ele poderia produzir isso?

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Leo Rocha em Sex Set 10, 2010 1:09 am

Os Titãs já começavam a se mostrar entrosados e rapidamente traçaram um plano de ação.
No entanto, os "titãs renegados" (como Dagon chama a si mesmo e Devastadora) não concordaram com a idéia de ir a uma óbvia fábrica de explosivos. Dagon então lembra das conexões de Rose e sua família com o submundo e a questiona sobre um possível contato com esse perfil em Gotham. Ainda distraída com o aparecimento de Jericó, a garota demora alguns segundos para responder, porém, antes que alguém fale algo, responde da seguinte forma:

Arrow Acho que tem um carinha que pode ser mais útil pra gente: o Apagador.. Ele é especialista em encobrir rastros de criminosos, mas sempre acaba ficando com algumas sobras de crimes e combates.. O cara junto toda uma tralha que sobra dessas ações.. Talvez ele tenha o que o Coringa precisa pra fazer um estrago em Gotham.. Acho que é o melhor chute que posso dar assim de estalo... Não tem mais muita gente especializada em guerra meta-humana agindo como autônoma por aí...

Alfred, que se mantinha na linha durante o contato dos heróis também se pronuncia:

Arrow jovens senhores e senhoritas, estou repassando para seus GPS´s as localizações do escritório do Charada e da Cobertura de Zeus. Tenham cuidado com o que encontrarem lá.

Antes de sairem em grupos para ação, Robin se vira para Super-Choque e diz:

Arrow É uma boa linha de raciocínio.. Al, você pode cruzar alguns perfis monetários e psicológicos que indiquem isso? Obrigado meu velho.

Segundo as orientações de Robin e baseados nas informações obtidas, os jovens heróis se dividem da seguinte forma:

grupo 1: Robin, Superboy, CM3 e Ricardirta seguiram em direção à cobertura de Maxie Zeus
grupo 2: Besouro Azul e Supergirl foram ao escritório do Charada
Grupo 3: Devastadora, Dagon e Super-Choque foram atrás do Apagador em seu QG.
*****************

Grupo 1:

Já passa das 22h e a caçada continua. Robin segue sendo carregado pro Superboy e acompanhado de perto por CM3 que carrega Ricardita até a cobertura de Zeus, porém, antes de chegar ao prédio, o grupo é recebido por um raio que cruza os céus sem no entanto atingir a nenhum deles. De dentro da cobertura sai um homem alto e forte e imponente, facilmente identificado como o homem que vieram procurar. Ele se encontra vestindo um robe branco e segurando uma taça de vinho tinto na mão. Ao ver os heróis se aproximarem, ele os cumprimenta com um aceno e pergunta:

Arrow Algum problema?

*************************

Grupo 2:

Besouro Azul e Supergirl chegam voando ao prédio comercial que abriga o escriório do Charada. Usando sua visão de raios-x, Kara nota que o lugar se encontra vazio e totalmente revirado. Ela e Besouro entram no local pela janela e observam arquivos abertos e espalhados, um computador na mesa de trabalho do Charada, alguns móveis comuns para escritório (sofá, frigobar, abajur, telefone,cabideiro..). Num quadro de cortiça, em frente à mesa de Nigma, pode-se ver alguns recortes de jornal com notícias sobre crimes envolvendo roubos a depósitos químicos, assassinatos e invasões a manicômios judiciais. No centro, uma folha branca com um símbolo de interrogação e uma frase escrita embaixo: "Será tão óbvio?"

************************

Grupo 3:

Devastadora, Dagon e Super-Choque chegam à área da cidade conhecida como Baixa Gotham, por ser um setor bastante problemático numa cidade já tão problemática.
Temendo que a aproximação acabe impedindo que Apagador abra o jogo, Rose pede a Super-Choque que tente não revelar sua identidade ao vilão, uma vez que é notoriamente conhecido como um dos "mocinhos". Ela e Dagon por sua vez não possuem o mesmo problema.
Após os três decidirem a melhor maneira de manterem a abordagem (Super-Choque se disfarçando, entrando de sola como herói ou ficando de fora, fazendo a escolta dos dois), os que forem se aproximar do vilão se colocarão na frente de um sobrado e tocarão a campanhia. Uma voz rouca os atende:

Arrow Que foi?

Rose se aproxima e diz:

Arrow Preciso de uma faxineira. É pra uma casa com 5 crianças, mas é pra ontem.

Dagon cochicha com ela:

Arrow O que isso quer dizer?

Arrow Que tenho um trabalho valendo 500 mil.

A porta se abre e os Titãs entram, ficando cara a cara com um homem de estatura mediana, forte e usando uma roupa um tanto ridícula de "Homem-apagador". Ele se vira para os dois e diz:

Arrow Você não costuma trazer amigos aqui.. Qual é a desse cara? E que tipo de limpeza te fez vir até Gotham agora? Não te disseram que esse não é o melhor momento pra visitar essa cidade?

Atrás dele, 4 capangas com armas e fantasias tão ridículas quanto as dele encaram os recém-chegados com olhos de poucos amigos.


http://img268.imageshack.us/f/apagador.png/

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Convidad em Sex Set 10, 2010 3:38 pm

Voando rapidamente chegamos ao prédio em que nos foi indicado como escritório do Charada. Como primeiro passo, para evitar surpresas eu uso minha visão de raios-x para vasculhar o local. Como já esperava, não há ninguém. Tudo no lugar está revirado. Indicando talvez uma briga, um roubo ou algo parecido.

Supergirl: Não tem ninguém, Besouro. Vamos entrar.

Lá dentro, vemos as coisas de mais de perto. Arquivos e coisas do gênero abertos, alguns rasgados. Vejo o quadro no canto da parede com uma mensagem no centro "Será tão óbvio?" e o computador.

Supergirl: Besouro, ligue o computador e procure por algo que possa nos dar alguma pista. Vou procurar nas gavetas, tentar achar algum compartimento secreto com a visão de raios-x e tentar desvendar o que aquela frase quer dizer. Comunique a Cyborg o que achamos. Desculpe se estou parecendo meio mandona.

Uma piada pra descontrair o ambiente não faz mal, não é mesmo?

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Phelipe Peregrino em Sex Set 17, 2010 1:22 pm

O Besouro Azul voa ao lado da Moça de Aço, mas, em todo momento ele tenta não dizer nem fazer algo estúpido ou constrangedor. “Afinal, é a MOÇA DE AÇO, CARA!”.

O prédio indicado como sendo o escritório do Charada já estava próximo. A Supergirl se adianta e usa sua visão de raio-x para verificar se há algum no local, evitando surpresas desagradáveis.

Supergirl: Não tem ninguém, Besouro. Vamos entrar.

Besouro Azul: Como você-- Ah sim, claro. - Parou de falar um instante. Sorriu meio sem-graça. – Visão de raio-x.

“Como você é burro, Jaime.” – pensou desfazendo o sorriso. – “Quando você vai dar uma dentro?!”

“Ok. Vamos juntar as peças desse quebra-cabeças.” – pensou olhando ao redor do escritório. – “Temos um quadro de avisos cheio de recortes digno de ‘Uma Mente Brilhante’. (Por sinal, o Russell Crowe tava fodão nesse filme--péra!?! O quê eu tô fazendo?! FOCO Jaime!).”

Continuou olhando as pistas e o quadro e uma mensagem se destacava.

“O que será que o Charada descobriu? Deve ser algo simples, afinal ele disse que ‘é tão obvio’, então, deve ser algo obvio.” – pensava com os braços cruzados e uma mão no queixo. Aquela típica posição que alguém assume, nos filmes, quando pensa em algo.

Supergirl: Besouro, ligue o computador e procure por algo que possa nos dar alguma pista. Vou procurar nas gavetas, tentar achar algum compartimento secreto com a visão de raios-x e tentar desvendar o que aquela frase quer dizer. Comunique a Cyborg o que achamos.

Besouro Azul: É para já. – Disse ‘acordando’ do ‘transe’ que havia assumido tentando juntar as peças.

Supergirl: Desculpe se estou parecendo meio mandona.

Besouro Azul: Não se preocupe, eu ‘tô acostumado.“Droga, ela vai pensar que eu sou um capacho.”Quer dizer-- Você não ‘tá sendo mandona.“Droga... Agora eu pareço um idiota.”Quer dizer. ‘Tá tudo bem.

Parou um segundo. Respirou fundo e sorrindo disse:

Besouro Azul: Acho melhor eu dar uma olhada no pc.

Escaravelho: ¥§¢Œ

Besouro Azul: Eu não ‘tô nervoso!

Escaravelho: ¥§¢Œ¥§

Besouro Azul: Shhhh! Fica quieto. Ela pode nos ouvir.

Jaime volta suas atenções para o pc. Tentando identificar alguma coisa que fosse de valor, rastreando os últimos arquivos abertos pelo Charada.

Besouro Azul: Sabe, Supergirl. – Falou com bastante cuidado para evitar que falasse algo idiota. – O Coringa sofreu um acidente químico para se tornar o que ele se tornou, né? Eu tava aqui pensando...

Jaime fez uma pausa para rever o que havia concluído. Tinha muito medo de falar mais uma coisa estúpida. Principalmente na frente da Supergirl.

Besouro Azul: Pelo que eu vi ali no mural, o Charada havia ligado roubo de produtos químicos à alguns casos de invasões em manicômios. E se, tipo assim, alguém estivesse tentando RECRIAR O CORINGA? – Falou se levantando. A própria ideia era por si só fantasiosa (e empolgante demais) para ser só dita. – Pensa... E se eles descobriram a ‘formula coringa’? Quero dizer, o Coringa sumiu, daí alguém parou e pensou ‘precisamos de alguém para botar lenha na fogueira!’ e recriaram o Coringa. E aí nasceu o Charadinga! Mas o que os impede de criar outro? E mais outro! UM EXÉRCITO DE CORINGAS!

Jaime levou as mãos à cabeça.

Besouro Azul: Já pensou? Um exército de Coringas dominando Gotham. – Gesticulava como se quisesse explicar seu ponto de vista. – Pensa só. Se UM Coringa dava trabalho para o Batman. O cara que controla um exército de Coringas vai controlar Gotham fácil.

Então Jaime parou olhando a cara da Supergirl e percebeu que fez o que tentou a noite toda NÃO fazer. Bancou o retardado.

Besouro Azul: É... – Coçou a nuca em clara evidencia de que estava sem-graça. – Foi mal... Eu não queria te assustar nem nada. Acho melhor eu voltar para o PC.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Leo Rocha em Ter Set 21, 2010 2:26 pm

Supergirl e Besouro Azul vasculham o local enquanto tecem conjecturas sobre a situação. Ambos parecem tentar descontrair o ambiente, mas ao mesmo tempo transparecem a preocupação com a situação. Seguindo as recomendações de Supergirl, Besouro liga o computador do detetive em busca de pistas, enquanto isso, Kara vasculha o local com sua visão de raio-x em busca de compartimentos secretos.
Em poucos tempo, a garota de aço descobre um compartimento escondido num dos rodapés da parede próxima à janela. Ao abrí-lo, ela encontra uma lista com os nomes dos 5 manicônios invadidos, bem como os nomes dos fugitivos. Lá também estão uma lista com a relação dos principais inimigos do Batman e uma chave que parece pertencer a um cofre que não estava naquele recinto.
Besouro consegue ligar o computador sem problemas, no entanto, quando tenta localizar arquivos com referência ao Coringa, uma mensagem gravada em vídeo começa a ser exibida, mostrando uma silhueta em baixa iluminação, porém bem parecida com a do Coringa:

Arrow Então vocês realmente notaram que o o nosso amigo perguntador tomou chá de sumiço.. Pensei que só ia encontrá-los quando fosse caçar espécies exóticas.. Vocês conhecem o velho ditado: quem pergunta muito, o titio Coringa pega! Mas, em homenagem ao nosso amiguinho que adora andar de verde, vou deixar uma pegadinha: o que é o que é.. que pode fazer sumir qualquer coisa, é divertida e faz bum?

Ao terminar de falar, ele se aproxima da luz e os dois heróis podem ver o rosto do Coringa dando uma gargalhada insana.
A Superaudição faz com que Kara perceba que há uma bomba no computador. Havia pouco a fazer e menos tempo ainda para tal.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Leo Rocha em Dom Set 26, 2010 1:57 pm

Grupo 3: Devastadora, Dagon e Super-Choque

Rose e Dagon se encontravam frente a frente com o Apagador e sua quadrilha e o vilão a inquiria sobre o motivo da visita. Rose olha para seu companheiro vampírico e diz:

Arrow Eu e meu amigo estamos iniciando uma operação aqui em Gotham e vamos precisar de cobertura. Nós queremos aproveirtar que o morcego se foi pra podermos fechar um negócio que vai colocar muita grana nas mãos de quem for esperto. Tá dentro?

Arrow Não sei.. Eu teria que ouvir mais sobre esse negócio.. Ainda mais com o que vem ocorrendo em Gotham agora.. Vocês não sabiam que o Coringa retornou à cidade? E que agora ele parece mais descontrolado que nunca? Talvez seja a falta de um Batman.. Ele sempre se gabou de ser o outro lado da moeda do morcego..

Arrow E você já encontrou com ele? É o Coringa mesmo?

Arrow Ora Devastadora.. Eu nunca encontrei criminosos.. E se os encontrasse, não diria a ninguém, não é? Afinal, já viu um apagador que deixa pistas?

Dagon começa a se impacientar. Ele nunca teve muita paciência para estes jogos. Preferia intimidar e conseguir a informação, mas estava jogando conforme as regras colocadas por Rose. Seus dentes coçavam pedindo o sangue do bandido, mas ele iria se conter, por enquanto...
A conversa prosseguia, aparentemente bem, até que um estrondo chama a atenção de todos. Ao olharem para fora do prédio, os presentes podem ver o brilho dos raios lançados por Super-Choque contra um oponente ainda não identificado. O Apagador então se pronuncia:

Arrow Quando me contaram eu não acreditei.. Então você realmente virou uma das "mocinhas"? Bem.. Sabe como as coisas funcionam no meu negócio.. Pessoal, apaguem-nos!

Os tiros de lasers começam a ecoar pela sala na direção dos dois heróis.

****************************

Do lado de fora. Em cima do prédio em frente. Virgil aguarda as ações dos colegas, fornecendo a proteção silenciosa em caso de surpresas. Ele pensava em como estaria Dakota e o que Dayse estaria fazendo, quando uma explosão acontece próxima de onde ele estava. O herói rapidamente se esquiva, evitando ser atingido e rapidamente se levanta falando:

Arrow Bom.. lá se vai o elemento-surpresa. Então é hora de partir pra ação!

Ele procura nas sombras o seu atacante e nota uma sombra se movimentando rapidamente. Virgil usa seus poderes para iluminar o local e consegue ver o rosto da atacante que se aproxima atirando em sua direção usando um rifle de plasma. Ela sorri, enquanto dispara e diz:

Arrow Vamos fazer isso rápido? Eu tenho que apagar mais umas pessoas hoje!


http://img687.imageshack.us/i/32829166917violet.jpg/

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Leo Rocha em Dom Set 26, 2010 2:33 pm

Grupo 1: Robin, Superboy, CM3 e Ricardirta

Antes que os heróis consigam responder à pergunta de Maxie Zeus, um foguete é disparado na direção da cobertura. Um trovão o intercepta, causando uma chamativa e violenta explosão. Irado pelo ataque, Zeus profere as seguintes palavras:

Arrow Mesmo quando eu me mantenho afastado da sua corrupção, vocês, tolos mortais vêem tentar roubar meu fogo, me escarnecer e me humilhar! Basta de ataques e tolices! Olimpicos, ataquem!

Da cobertura saem 6 pessoas, que assumem formação de ataque. Robin é o primeiro a reconhecê-los e diz aos companheiros:

Arrow São os Novos Olimpicos! Um grupo de mercenários que Zeus reuniu com o intuito de recriar o panteão olímpico. Cuidado pois seus poderes imitam os nomes nos quais se inspiram...

Robin teria terminado a explicação se não fosse atrapalhado por Vulcano, que disparara uma bola de fogo no rosto de Superboy, atrapalhando seu vôo e desequilibrando os heróis.

Arrow É melhor nos separarmos e assumirmos formação de ataque! Titãs, unidos!

Na cobertura, o comitê de boas vindas já assumia sua formação defensiva.

http://img245.imageshack.us/i/27687851993diana.jpg/

Diana, disparava flechas contra os recém-chegados com precisão e velocidade que fez Ricardita se espantar. Estaria ela à altura do desafio?

http://img299.imageshack.us/i/27687332450vulcanuslarg.jpg/

Vulcano continua disparando bolas de fogo com seu martelo, na direção de Robin.

http://img690.imageshack.us/i/282437127478antaeuslarg.jpg/

Superboy, que havia se separado de Robin, se lança na dianteira do ataque, sendo surpreendido pelo ataque direto de Antaeus, que se lança sobre o herói e o golpeia, provocando a queda-livre dos dois, em cima de um carro estacionado em frente ao edifício.

http://img704.imageshack.us/i/276879164602noxlarge.jpg/

CM3 tem pouco tempo para tentar auxiliar Ricardita ou qualquer outro companheiro, pois se vê cercado por sombras que lhe envolvem e golpeiam com força. Ele olha para a cobertura e percebe que Nox é quem comanda os ataques.

http://img299.imageshack.us/i/27727272395arguslarge.jpg/

Argus se mantém ao lado de Zeus e parece concentrado tentando antever os movimentos dos adversários.

http://img3.imageshack.us/i/27688937723proteuslarge.jpg/

E ao lado dos dois, está Proteus, o metamorfo da equipe. Ele cerra os punhos querendo entrar em ataque, mas aguarda o comando de Zeus que apenas diz:

Arrow No momento certo.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Phelipe Peregrino em Dom Set 26, 2010 7:04 pm

Coringa: Então vocês realmente notaram que o o nosso amigo perguntador tomou chá de sumiço.. Pensei que só ia encontrá-los quando fosse caçar espécies exóticas.. Vocês conhecem o velho ditado: quem pergunta muito, o titio Coringa pega! Mas, em homenagem ao nosso amiguinho que adora andar de verde, vou deixar uma pegadinha: o que é o que é.. que pode fazer sumir qualquer coisa, é divertida e faz bum?

Besouro Azul: Há! – Disse empolgado, como se tivesse matado uma charada. – Essa é fácil! É uma bomba!

A luz do vídeo aumenta e a gargalhada insana do Coringa (bem como o próprio) ecoa por todo o escritório.

Besouro Azul: Quem diria... – Disse pensativo. – Aquele pareceu mesmo o Coringa. Será que ele está por trás dos ataques à manicômios e fábricas químicas, afinal? Será que não é ele que está tentando criar um exercito de Coringas?

Jaime pensou por um instante, sempre lera noticias sobre o Coringa e seus atos. Mas, lidar com o próprio pessoalmente não é algo fácil.

“Sei lá...” – pensou – “Eu sempre pensei no coringa como uma força do caos em Gotham. Criar um exercito... Me parece, sei lá, elaborado demais.” – coçou o queixo – “Talvez ele não esteja por trás disso afinal.”

Besouro Azul: Ei, Supergirl. Acho melhor contarmos o que descobrimos para o--O que foi? – Só agora ele havia notado a expressão na face da Supergirl. Ela parecia ter ouvido algo assustador. – ‘Cê tá legal, Supergirl?

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Convidad em Dom Set 26, 2010 10:23 pm

Vasculhando a sala com minha visão de raios x, eu encontro uma espécie de compartimento secreto num rodapé perto da parede. Parece que alguém fez o dever de casa. Eu retiro a parte do rodapé que esconde o tal compartimento e pego uma folha de papel e uma chave - talvez de alguma porta. Não, não há portas aqui, nem mesmo um cofre ou coisa parecida. No papel vejo escrito nomes familiares. Isso mesmo! São os manicômios que foram invadidos e os nomes dos fugitivos. E esses outros, hum... Já ouvi falar de alguns deles. Inimigos do Batman. É isso mesmo.

Besouro faz o que eu pedi e consegue ligar o computador. Talvez encontre algo de importante por lá. Mas em pouco tempo que ele está fuçando nas coisas, uma mensagem em vídeo aparece na tela. A voz esganiçada parece com o do Coringa.


Coringa: Então vocês realmente notaram que o o nosso amigo perguntador tomou chá de sumiço.. Pensei que só ia encontrá-los quando fosse caçar espécies exóticas.. Vocês conhecem o velho ditado: quem pergunta muito, o titio Coringa pega! Mas, em homenagem ao nosso amiguinho que adora andar de verde, vou deixar uma pegadinha: o que é o que é.. que pode fazer sumir qualquer coisa, é divertida e faz bum?

Besouro Azul: Há! Essa é fácil! É uma bomba! Quem diria... Aquele pareceu mesmo o Coringa. Será que ele está por trás dos ataques à manicômios e fábricas químicas, afinal? Será que não é ele que está tentando criar um exercito de Coringas?

A risada do Coringa ecoa por todo o local. Mas tem algo mais. Uma espécie de "tic tac". Droga! Jaime está certo! É uma bomba!

Besouro Azul: Ei, Supergirl. Acho melhor contarmos o que descobrimos para o--O que foi? ‘Cê tá legal, Supergirl?

Supergirl: Droga! Droga! DROGA!

Eu, usando minha super-velocidade agarro Jaime e atiro-o pela janela. Ainda rápida como uma bala, arranco o mural da sala, faço um buraco na parede e tento sair a tempo. Tomara que pelo menos o mural saia inteiro.


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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Convidad em Sex Out 01, 2010 5:02 pm

Mia foi pega de surpreza... após viver com uma familia de arqueiros, era dificil aceitar que pudessem haver outros tão habilidosos quanto aqueles que ela admirava...

Mas talvez fosse cedo demais para julgar. Não era uma adverssária perigosa, mas um aprendizado para ela, e era assim que pretendia encarar.

Ricardita então saca de sua aljava uma flecha mirando precisamente no arco da adversária, enquanto procura um local que lhe fornecesse abrigo. Ela esperava que a batalha fosse entre ela e a adversária, e ninguém mais.

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Re: Missão 5: O sorriso que não estava lá

Mensagem  Administrador em Sab Out 02, 2010 9:33 pm

Os Titãs foram até a cobertura de Maxie Zeus para descobrir se o lunático tinha algum envolvimento nos últimos atentados criminosos em Gotham. Em teoria, seria apenas uma conversa sem uma abordagem agressiva. Mas Maxie Zeus tinha outros planos em mente. Acompanhado dos Novos Olímpicos, o criminoso com mania de Deus mostrou que o conflito era a única alternativa. Quem era Freddy para dizer o contrário?
No entanto, Freddy achou cômico o fato de que todos os vilões ali acreditavam fielmente que eram divindades. Era hora de mostrar para eles o verdadeiro poder dos deuses, mas sem subestimá-los, é claro.
Ocupado com as sombras projetadas por Nox, logo Freddy deduz que ela não seria capaz de manter aquelas projeções estando inconsciente. Então ele usa a Velocidade de Mercúrio e o Poder de Zeus para girar como um pião, até gerar uma força centrífuga potente o suficiente para afastar todas as sombras projetadas por Nox. Assim Freddy ganhou tempo suficiente para atacar Nox. Ainda utilizando a Velocidade de Mercúrio, Freddy deslocou-se na direção de Nox, pronto para colocar a vilã fora de ação. Quem usa os nomes dos deuses tem que estar preparado para grandes desafios. Sempre aparece alguém para testar se você realmente é digno de tamanha ostentação. Será que Nox alguma vez lidou com uma provação assim? Como Freddy ouviu certa vez, "de quem muito recebe, muito será cobrado".

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