Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Convidad em Sex Dez 04, 2009 3:07 pm

Super-Choque: -Aí, com calma, galera titã, que ainda confio que o grupo deu certo. Ok, a gente vacilou, mas pelo menos sabemos o que que tá pegando. Eu... tive nessa situação a par de vezes quando comecei...

Meio que envergonhado, Virgil aos poucos perde o tom da voz, mas ao olhar para o Besouro Azul, Superboy, ver Rose com um ar melhor e saber que o que andam fazendo muda o mundo, a entonação de voz se restaura.
Super-Choque: -Agora, a gente precisa é pensar em como dar um jeito nisso!

Super-Boy: -Novamente lutamos lado a lado, formamos um ótimo trio. Mas dá próxima vez não vou dar nem chance de vocês agirem.
Super-Choque: -Fala sério! Dez pratas que a eletricidade estática é mais rápida! Afinal, eletricidade é luz! E se não fosse isso, bom... todo mundo sabe que você é Super! Se o Bats agia com o original, temos uma chance, né não, Azulão?

Quando fala com Besouro, Virgil então dá por si.
Super-Choque: -Putz! Caramba! Azulão!!! Seu amigo robô ae manja de engenharia? A zica maior é um corpo pro Cyborg, certo, pessoal? Porque conheço um cara sangue bom em Dakota que pode construir um novo pra ele! E com ajuda como a do seu mascote, Azulão, capaz que a gente possa colocar o Cyborg de pé sem precisar de mais ninguém! Alguém ae topa? Se sim, falem que busco um especialista em máquinas amigão meu! O melhor, eu diria.

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Administrador em Ter Dez 08, 2009 12:14 am

Depois que todos os capangas foram apreendidos, os Titãs descobrem que não conseguiram impedir o roubo de Amazo, pois um dos supostos seguranças, era um subordinado de Cérebro e Professor Ivo, que se aliaram para melhorar as capacidades de Amazo. Agora os Titãs precisavam se reagrupar para preparar medidas de defesa contra as futuras investidas dos vilões.

Mas antes havia certas obrigações. A luta do Capitão Marvel Júnior contra Magenta causou vários estragos, principalmente porque Freddy invocou o trovão de Shazam. Seria uma irresponsabilidade não ficar para ajudar na arrumação de toda a bagunça. Então Freddy se prontificou para ajudar, conforme o possível. Afinal, seria uma oportunidade para conhecer mais a Ricardita.

- Se não se importar, Ricardita, eu gostaria de ficar para ajudar! Minha luta contra Magenta causou muitos estragos! Ficarei pra dar um jeito nesta bagunça!

Então Freddy ficou mais algum tempo em Star City antes de voltar para a Caverna Titã. Ele recolheu os destroços consequentes da batalha e enviou para aterros. Com sua força, velocidade e capacidade de vôo, não foi uma tarefa difícil. Era o mínimo que ele poderia fazer depois de sua luta desastrosa com Magenta. Ele também ficou a disposição de Ricardita para ajudar no que fosse possível.
Mas o mais difícil viria depois, quando ele teria que se reunir com os outros Titãs para pensar numa maneira de antecipar os passos de Cérebro e Professor Ivo.

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Scorpion em Ter Dez 08, 2009 2:31 am

Dagon olhava para Superboy, mas seu olhar parecia atravessá-lo e querer enxergar o Viga no chão. Só dois segundos depois que Superboy ajudou o vampiro a parar com os disparos é que ele olhou nos olhos azuis de Kon El. Seus olhos estavam vermelhos, cor de sangue. A pupila havia sumido e os caninos estavam mais proeminentes do que nunca. Dagon sempre ficava assim quando estava faminto e ainda por cima quando perdia sangue. O Besouro fica para auxiliar Dagon, mas o vampiro de tão nervoso parecia recusar a ajuda.
Não! Tire as mãos de mim... Besouro.
Dagon fica de costas para Besouro e Viga. Tinha de evitar qualquer tipo de contato com sangue, mesmo que apenas visual e que fosse uma mistura oleosa. Dagon se apóia numa pilastra enquanto segura sua cabeça com a outra mão.
Droga.... Droga! Quase perdendo o controle... Desde que entrei para os titãs... eu tenho evitado a qualquer custo o sangue humano. Mesmo o dos batedores de carteiras de sempre. Está cada vez mais difícil, Besouro.
Então Dagon olha para o Besouro novamente. Parecia mais controlado. Seus olhos haviam recuperado o vermelho natural e ele não parecia mais tão pesaroso.
Não sei quanto tempo eu aguento, amigo. Mas prefiro estar entre os heróis que entre os vilões. Acho melhor você ir ajudar os outros. Eu estou melhor agora. Só tenho que ir para longe do sangue desse cara.
Então, Dagon joga as duas armas no chão. Não precisava mais delas... não faziam eu estilo; e salta para o teto do armazém, onde iria esfriara cabeça por algum tempo, para depois voltar a ativa. Ele sabia que da próxima vez a fome estaria maior, e temia pela segurança de alguns de seus companheiros. Não! Ele não se permitiria cravar os dentes nos seus companheiros. Eles o aceitaram como uma família... como a Tropa. Não podia ser um fardo. Dagon então percebe que os colegas já haviam vencido o combate e se preparavam para ir embora. Dagon não podia ir para a base com tanta fome; mas também não podia trair a confiança dos Titãs e sair bebendo de algum humano. Então, Dagon se transforma numa nuvem de fumaça e ruma para algum hospital. Utilizando-se de seus poderes, Dagon roubará algumas bolsas de sangue do Hospital do Câncer da cidade. Infelizmente os hemofílicos e portadores de leucemia ficariam com 3 ou 4 bolsas a menos, mas Dagon não podia se dar o luxo de matar. Sabendo que os Titãs não poderiam esperar por ele no local da briga, Dagon resolve voltar da maneira tradicional para casa: voando como um morcego.
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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Phelipe Peregrino em Ter Dez 08, 2009 2:56 am

Superboy: Então é isso? Falhamos novamente?

“Falhamos?” – pensou Jaime – “Quer dizer, o corpo do Amazo foi levado, e a cituação ta bem feia. Mas... Isso não quer dizer que falhamos né?... É, quer dizer sim!”

Superboy: Novamente lutamos lado a lado, formamos um ótimo trio. Mas dá próxima vez não vou dar nem chance de vocês agirem.

Besouro Azul: Wow wow wow, Super! – agitou os braços como se pedisse “tempo” - Quer dizer que nós só servimos para te atrasar?

Depois, Jaime vira as costas em quanto ouvia o Super-Choque dizer:

Super-Choque: Fala sério! Dez pratas que a eletricidade estática é mais rápida! Afinal, eletricidade é luz! E se não fosse isso, bom... todo mundo sabe que você é Super!

Besouro Azul: É claro que ele consegue, Fagulha... – disse Jaime desanimado – Ele é o Superman... Ele pode fazer tudo!

Suspirou.

Besouro Azul: Vou ver se o Dagon já se acalmou.

Chegou ao lado de Dagon, que parecia em transe. Colocou a mão em seu ombro, mas, assim que o tocou, Dagon esquivou-se habilmente da mão do Besouro.

Dagon: Não! Tire as mãos de mim... Besouro.

Besouro Azul: ‘Tá tudo bem, cara?

Dagon: Droga.... Droga! Quase perdendo o controle... Desde que entrei para os titãs... eu tenho evitado a qualquer custo o sangue humano. Mesmo o dos batedores de carteiras de sempre. Está cada vez mais difícil, Besouro.

Besouro Azul: Olha, cara... Eu gostaria muito de dizer que eu entendo o que você esta passando... Serio! Mas seria ridículo da minha parte se eu fizer isso. Todos nós pagamos um preço pelo que somos, isso é fato. Mas, pra você, parece que esse preço se torna pior em alguns momentos.

O Besouro sorri para ele.

Besouro Azul: Mas o que eu posso dizer é o seguinte: A partir do momento em que eu te vi lá na caverna, você se tornou um amigo, e se tornou alguém com que eu tenho orgulho de lutar lado-à-lado. Pois eu sei que, mesmo com sua natureza contra você, mesmo com todo o mundo contra você, você resolveu lutar do lado dos mocinhos.

Dagon sorriu, parecia mais calmo e controlado.

Besouro Azul: E é só por causa disso... - disse em tom jocoso - ...que eu não vou te chamar de “Menino Crepúsculo”, ok?

Dagon: Não sei quanto tempo eu aguento, amigo. Mas prefiro estar entre os heróis que entre os vilões. Acho melhor você ir ajudar os outros. Eu estou melhor agora. Só tenho que ir para longe do sangue desse cara.

Besouro Azul: Você agüenta... Você é um herói, lembra? Alem disso... Os titãs estão aqui para te ajudar!

Se despediu de Dagon tentando parecer animado, mas, assim que o vampiro virou as costas, seu sorriso se desfez. A coisa não estava para piadas.

Super-Choque: Putz! Caramba! Azulão!!! Seu amigo robô ae manja de engenharia? A zica maior é um corpo pro Cyborg, certo, pessoal? Porque conheço um cara sangue bom em Dakota que pode construir um novo pra ele! E com ajuda como a do seu mascote, Azulão, capaz que a gente possa colocar o Cyborg de pé sem precisar de mais ninguém! Alguém ae topa? Se sim, falem que busco um especialista em máquinas amigão meu! O melhor, eu diria.

Besouro Azul: Bom... – suspirou Jaime ainda desanimado – Talvez possamos parar para trabalhar nisso uma hora. Pode ser que dê certo. Mas agora eu só quero voltar para a nossa caverna e descansar um pouco, beleza?

Foi para o T-Wing onde o Superboy já dormia, sentou-se no seu canto, quieto e introspectivo, e esperou.

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Convidad em Ter Dez 08, 2009 10:09 am

Na maioria do tempo, Rose Wilson sempre se esforçou para manter a aparente apatia em relação ao resto do mundo. A jovem desde sempre aprendeu que isso era uma vantagem, pois os adversários não poderiam saber o que ela estava sentindo. Esconder a fragilidade atrás de palavras irônicas ou duras foi a maneira que ela conseguiu para se mostrar forte. E mostrar que ela não se importava com ninguém, exceto com ela mesma.

Mas, naquele momento, isso não foi possível.


Devastadora correu na direção de Robin, apoiando sua cabeça. Não havia como fingir que não se importava... Ao ver que ele sangrava, puxou a própria máscara, pressionando contra o ferimento com cuidado, enquanto ouvia as palavras do herói. Ela sorriu.

- Não se preocupa com isso, gatinho. Nós vamos seguí-los, e vamos chutar o rabo deles tão rápido que eles nem vão saber o que os atingiu.
- Seu rosto se aproximou do herói, era como se naquele momento nada mais importasse. Estava feliz por ele estar vivo, afinal.



Mas então, Rose se lembrou que havia mais gente ali, ao ouvir as palavras do Superboy. Afastou-se, ligeiramente sem graça.

- Bom, não podemos perder tempo, e você precisa fazer uma visita à enfermaria. Consegue andar?
- caso não fosse possível, Rose ajudaria o herói até chegarem ao T-Wing


Última edição por Mulher-Gato em Ter Dez 08, 2009 10:35 am, editado 1 vez(es)

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Leo Rocha em Ter Dez 08, 2009 10:18 am

Superboy, Besouro Azul, Super-Choque, Robin e Devastadora seguem no T-wing. Eles haviam desistido de tentar interrogar qualquer um dos vilões presos. Cérebro era inteligente o suficiente para cortar as pontas soltas e provavelmente, os vilões pegos eram exatamente a parte descartável do grupo.
Superboy descansava após o combate reclinado em uma das cadeiras. Apesar de não ter detido o roubo, ele fora comparado duas vezes ao Superman e isso era o máximo para quem se considerava um clone com defeito. Kon El dormia tranquilamente e sonhava com a possibilidade de um dia assumir o manto daquele que o inspirava.
Ao lado, Besouro e Super-choque discutiam sobre a possibilidade de contatarem Gear e tentarem construir um novo corpo para Cyborg. Virgil parecia animado e tecia mil e um comentários sobre como poderia ficar o visual do antigo líder dos titãs. Enquanto Jayme apenas se limitava a comentários vagos sobre o quanto achava interessante e difícil a empreitada. O Besouro não queria admitir, mas considerava que o comentário feito pelo Superboy lhe lembrava que ele ainda teria que batalhar muito para ser um herói de primeiro escalão, ao contrário do amigo que dormia ao seu lado. Ele pensava também em como esse grupo era diferente da liga da justiça: eles tinham um vampiro prestes a estourar, uma ex-assassina, e ele (um garoto que ganhou poderes e que na maior parte do tempo tenta entender o que fazer com eles).
Robin estava sentado ao lado de Devasradora na parte da frente do T-Wing. Ele deixou que ela pilotasse para poder se recuperar melhor do tiro e pensar com mais clareza sobre a situação. Cérebro estava um passo a frente do grupo e seu alvo agora era Ivo. Mesmo com toda sua inteligência, Cérebro buscava o criador de AMAZO para auxiliá-lo. Será que havia algo de errado com o modelo roubado? Será que Cérebro queria incrementá-lo? Porque Ivo era peça central nessa parte da ação? Sua cabeça doía e eram muitas perguntas para responder... E a mais difícil delas era: O que estaria acontecendo entre ele e a Devastadora?
Tim sabia que responder a essa pergunta seria bastante complicado. Ele não tinha tempo para romances ou flertes e ela era uma ex-assassina, mas com uma pele de seda... Ele tentava se concentrar, mas a batida na cabeça ainda o incomodava.. Ou seria a dúvida sobre seus sentimentos?
Logo ao lado Rose tentava se manter concentrada na pilotagem. Não era a primeira vez que pilotava o T-wing, mas era a primeira em que fazia uma distância daquela em alta velocidade. Ela queria chegar logo para examinarem Robin e ter certeza de que tudo estava bem. Enquanto pilotava ela jurava a si mesma que o Cérebro iria pagar pelo que estava fazendo ao grupo e mais: ele iria pagar do pior jeito possível...

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Leo Rocha em Ter Dez 08, 2009 10:37 am

Após se separar dos companheiros de grupo, Dagon se dirigiu ao hospital do câncer. Lá ele conseguiu chegar sem dificuldades ao banco de sangue, onde consumiu sem perda de tempo 4 bolsas de “O” positivo.
Ele bebia como se fosse a primeira refeição que fazia em anos e, após saciar sua sede, saiu do hospital levando mais 2 bolsas. Ele se sentia culpado pelo saque, afinal esse sangue era destinado a auxiliar inocentes a sobreviverem por mais tempo, mas ele também tem essa função e precisava do sangue para isso..
Voando pelas ruas da cidade, ele ouve um pedido de socorro. E se dirige até o local, onde encontra uma garota cercada por uma gang. A ação é rápida e em poucos minutos os bandidos já estão inconscientes no chão. Ele se aproxima da garota e pergunta:

Arrow Está tudo bem?

Ela responde:

Arrow Sim. Graças a você. Eu não sei o que aconteceu, mas mesmo assim obrigada.

Olhando mais atentamente, ele percebe que a jovem é deficiente visual.

Arrow Você não deveria ter um cão-guia ou coisa do tipo?

Arrow Você não sabe? Nós cegos temos sentidos ampliados que substituem a visão e funcionam como um radar...

Arrow Verdade?

Ela começa a rir com a pergunta e diz:

Arrow Desculpe a brincadeira... Eu costumo fazer isso quando estou nervosa. Estes bandidos me cercaram quando eu estava indo pra casa.

Arrow Posso te levar até lá?

Arrow Bom. Você já salvou a minha vida mesmo... E pela rapidez que fez isso deve ser um tipo de “super-herói”..

Arrow Você nem imagina a ironia disso que falou...

Os dois seguem conversando e Dagon deixa a garota no prédio onde mora. Quando está saindo do prédio, ele esbarra em um homem que lhe diz:

Arrow Desculpe amigo. Eu estou procurando o grupo do A. A. Fica no terceiro andar?

O homem fala de cabeça baixa e se assusta ao ver Dagon. O herói apenas balança a cabela e diz:

Arrow Não tenho a menor idéia, cara! Eu sou novo na cidade.

Em seguida, ele segue até o beco mais próximo e se transforma em morcego, iniciando a viagem à caverna titã. Durante o caminho, ele pensa na garota, na cidade, no grupo de alcoólicos anônimos e em como Lady Cyborg conseguiu usar sua sede de sangue para imobilizá-lo em combate.

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Leo Rocha em Ter Dez 08, 2009 10:57 am

Freddy não consegue conter o sorriso enquanto ajuda Ricardita a consertar estragos causados durante o combate a Magenta. Apesar da preocupação com a apropriação que Cérebro fez de AMAZO, ele se sentia bem ao lado da heroína. Ela era bonita, inteligente e parecia se envolver de coração no que fazia.
Após resolverem os problemas principais causados pelo confronto e prenderem dois grupos de saqueadores, os dois heróis finalmente param para descansar um pouco, quando um dos garçons da lanchonete que ficou no meio do conflito se aproxima com uma caixa de pizza na mão.

Arrow O chefe pediu pra entregar em agradecimento por ter salvo nossas vidas.

Marvel Jr. Ia recusar quando Ricardita disse:

Arrow Diga que nós agradecemos e que não fizemos mais que nossa obrigação.

Ela coloca a pizza nos braços do herói e diz:

Arrow Até que caí bem uma pizza agora! Tomara que não seja de Peperoni.

Freddy deixa escapar um sorriso. É impossível não se contagiar com a vitalidade da heroína. Os dois terminam a tarde no alto de um prédio, comendo pizza e vendo o sol se por. Freddy se aproxima de Ricardita e diz:

Arrow Seria bom ter você por perto... Quer dizer, ter você comigo.. Quer dizer, ter você na equipe!

Arrow Star City precisa de mim. Depois que o Arqueiro sumiu, eu fiquei responsável por ela.

Arrow Sei como é. Mas mesmo assim, seria bom poder agir com você.

Arrow Talvez eu possa ajudar um pouco com esse lance do Cérebro, mas não posso garantir que fique com o grupo. Tem muita gente aqui precisando de mim...

Arrow Eu sei como eles se sentem.. Quer dizer, como você se sente..

Ela sorri e dá outro beijo no rosto do herói.

Arrow Vamos então pra base de vocês! Ainda é o “T” gigante?

Arrow Eu te mostro onde é. Se incomoda se eu te carregar até lá?

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Scorpion em Qua Dez 09, 2009 11:51 am

Antes de se despedir Dagon deseja cuidado à garota:
Tenha mais cuidado. Uma moça tão atraente como você é um prato cheio para esses... predadores urbanos. Por sinal, ainda não sei o seu nome. Meu nome é David.
Depois da conversa, Dagon é questionado por algum bêbado que parecia não estar feliz com o estilo de vida que levava.
Não tenho a menor idéia, cara! Eu sou novo na cidade.
Dizendo isso, Dagon entra num beco, se transforma num morcego e inicia a viagem de volta à Caverna Titã.
Para David Dagon o dia havia sido proveitoso. Aprendera mais sobre sua natureza, arranjara um meio mais tranquilo de conseguir sangue e conhecera uma bela garota que não parecia se importar com sua aparência. O problema seria se ela soubesse de sua dieta muito nutritiva. Dagon quase ri quando pensa nisso. Era irônico demais um Vampiro rir do fato de ter de beber sangue pelo resto de sua vida. Pensou em como teria sido ela uma presa fácil para ele se estivesse em seus piores dias. Pediria para entrar... e se convidado, cravaria os dentes na garota. "Pediria para ser convidado"? Dagon nunca precisou ser convidado! Porque estava pensando isso? E porquê diabos pensou em se alimentar da garota, mesmo que de brincadeira se já estava satisfeito? Seria a tal da memória retroativa? Estariam os genes de Drácula fazendo algum tipo de efeito no corpo de Dagon, como o fato de se excitar em beber o sangue de mulheres bonitas ou o fato de precisar ser convidado para entrar em uma residência? Havia invadido o apartamento de Terra para roubar sua carta para ingressar nos Titãs! Que coisa mais estranha. Temendo pensar mais besteiras do que já estava pensando, Dagon silenciou seus pensamentos e manteve apenas o nome da menina em sua memória e seu belo sorriso. A viagem seria longa, mas às vezes era melhor viajar sozinho...
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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Leo Rocha em Qua Dez 09, 2009 2:32 pm

Aço escreveu:Antes de se despedir Dagon deseja cuidado à garota:
Tenha mais cuidado. Uma moça tão atraente como você é um prato cheio para esses... predadores urbanos. Por sinal, ainda não sei o seu nome. Meu nome é David.
Depois da conversa, Dagon é questionado por algum bêbado que parecia não estar feliz com o estilo de vida que levava.
Não tenho a menor idéia, cara! Eu sou novo na cidade.
Dizendo isso, Dagon entra num beco, se transforma num morcego e inicia a viagem de volta à Caverna Titã.
Para David Dagon o dia havia sido proveitoso. Aprendera mais sobre sua natureza, arranjara um meio mais tranquilo de conseguir sangue e conhecera uma bela garota que não parecia se importar com sua aparência. O problema seria se ela soubesse de sua dieta muito nutritiva. Dagon quase ri quando pensa nisso. Era irônico demais um Vampiro rir do fato de ter de beber sangue pelo resto de sua vida. Pensou em como teria sido ela uma presa fácil para ele se estivesse em seus piores dias. Pediria para entrar... e se convidado, cravaria os dentes na garota. "Pediria para ser convidado"? Dagon nunca precisou ser convidado! Porque estava pensando isso? E porquê diabos pensou em se alimentar da garota, mesmo que de brincadeira se já estava satisfeito? Seria a tal da memória retroativa? Estariam os genes de Drácula fazendo algum tipo de efeito no corpo de Dagon, como o fato de se excitar em beber o sangue de mulheres bonitas ou o fato de precisar ser convidado para entrar em uma residência? Havia invadido o apartamento de Terra para roubar sua carta para ingressar nos Titãs! Que coisa mais estranha. Temendo pensar mais besteiras do que já estava pensando, Dagon silenciou seus pensamentos e manteve apenas o nome da menina em sua memória e seu belo sorriso. A viagem seria longa, mas às vezes era melhor viajar sozinho...

Durante a viagem o nome da jovem não saia de sua mente: Luna. Luna e seu sangue doce e quente que pulsvasa durante toda a conversa. Ela lhe era desejável como poucas vezes sentira. Seria ainda o resquício do frenesi vampírico ou seria algo mais?

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