Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Scorpion em Dom Nov 22, 2009 2:00 pm

Dagon começava a ficar mais irritado. A mulher estava brincando com a sua cara! O grande problema de David Dagon era que quanto mais irritado ficava, menos racional ficava também. Já que a inimiga já havia manjado como era o esquema de sua transformação em névoa, tudo o que restava era partir para a baixaria. Lembrou-se de quando os Vampiros da cidade haviam combatido um combatente peculiar, mas extremamente parecido com a atual: Batalhão. Um inimigo com muito poder de fogo, força e resistência. Talvez enfrentar aquela mulher pedisse a mesma estratégia: reduzir a distância e aplicar pancadaria pesada!
Você já está me irritando, mulher!
Nosferatu então organiza uma corrida com sua velocidade vampírica, indo em zigue-zague por entre os guardas que ela tenta abrir caminho para dificultar a sua mira. Dagon aproxima-se ao máximo que consegue da mulher e usando a sua super velocidade para aumentar a força de impacto desfere uma poderosa garrada lado do olho biônico da mulher e outra na altura de seu abdômen que não possuia aço. Se o sangue jorrasse, Dagon lamberia seus dedos na frente da mulher, esperando provocar sua raiva, mas concentraria-se em esquivar de seus disparos e socos para finalmente aplicar uma garrada mais fatal, na sua garganta quando ela abrisse a guarda.
Hmmm... Delicioso. Mesmo pra alguém com tantas partes de metal seu sangue não perdeu o doce...
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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Drako em Seg Nov 23, 2009 1:18 am

Estilhaço estava começando a ser tornar um cara chato. Depois de evitar o ataque combinado de Superboy e Besouro Azul ele corre para as escadas. Assim Besouro Azul diz para tentarem surpreender o inimigo e é isso que Conner vai fazer.

Usando a visão de Raio-X, ele avisa o inimigo e voa em direção ao teto, quebrando-o, fazendo assim um atalho até o andar acima, para que eles possam surpreender o inimigo.


- Besouro, estou vendo ele, ao meu sinal mande uma rajada de energia daquelas grandes junto comigo. Se ele resistir a isso não terei escolha a não ser usar a telecinésia tátil.

Então Conner fica esperando até que Estilhaço fiquei em uma localização boa para os dois usarem seus poderes.

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Leo Rocha em Seg Nov 23, 2009 11:47 am

SuperBoy e Besouro Azul observam a fuga de Estilhaço, após serem atingidos por seus destroços explosivos. Um pouco tontos, com alguns ferimentos e com o orgulho bastante ferido, os dois resolvem não seguir o vilão e sim interceptá-lo no meio de sua fuga. Desta forma SuperBoy tenta usar sua visão de calor, mas como as peredes do prédio são revestidas de chumbo, ele não consegue enxergar nada. Ainda assim, decide se lançar atravessando o teto, calculando onde o vilão estaria.
Logo atrás segue o Besouro Azul que recebia naquele exato momento a planta do edifício através de uma interface wireless feita entre o escaravelho e o sistema de segurança do FBI.

Arrow SuperBoy, o escaravelho indicou três coisas importantes que podem atrapalhar um pouco as coisas...

Arrow O que foi, Besouro?

Arrow É o seguinte: a primeira é que realmente o AMAZO está neste prédio numa das salas de provas, mas infelizmente não consegui rastrear qual... a segunda é que há uma sala de armamentos para meta-humanos também neste prédio e a terceira é que há heliporto no topo do prédio que seria o local ideal para a fuga do Estilhaço ou para uma armadilha, se ele tivesse cabeça pra pensar nisso...

Os dois sobem atentamente até chegarem ao teto do edifício, onde encontram estilhaço correndo na direção de um helicóptero. SuperBoy grita:

Arrow Besouro, estou vendo ele, ao meu sinal mande uma rajada de energia daquelas grandes junto comigo. Se ele resistir a isso não terei escolha a não ser usar a telecinésia tátil.

OS dois disparam com precisão, atingindo a parte de baixo do corpo de Estilhaço, porém o vilão já se desfazia novamente em pedaços pequenos que se dirigiam ao helicóptero, porém, ao invés de entrar e tentar fugir, o que Estilhaço fez foi explodir em cima do helicóptero jogando-o, com o piloto que ainda estava em seu interior, do topo do edifício. Ele gargalha e diz:

Arrow Nada como o cheiro de queimado de manhã cedinho... Essa não é a hora que um de vocês se joga pra evitar que um inocente morra?

Em seguida ele dispara mais destroços explosivos na direção do Besouro Azul e SuperBoy.
**************************************
Arrow Você já está me irritando, mulher!

Dagon estava ficando muito irritado com a estratégia de Lady Cyborg e resolveu dar um basta nisso usando sua força bruta. Ele saltou pelo buraco aberto no chão e começa a correr em velocidade acima do normal para um humano. Lady Cyborg continua correndo e atirando nos agentes presentes. O sangue espirra por tado a sala, inclusive em Dagon, que por um instante se detém no centro da sala com os olhos vermelhos e corpo trêmulo. Ele sabia que aqueles homens e mulheres eram vítimas inocentes da vilã, mas o sangue caia em sua pele e lhe fazia salivar. Havia ali um banquete como ele não provava há tempos... Ele tenta afastar a idéia da mente, mas a fúria que Lady Cyborg lhe provocara o afastava do lado racional que combatia a fome. A luta dessa vez seria muito mais difícil.. Seria essa a armadilha que a vilã teria elaborado para ele? Teria ele caído como um "patinho"? Conseguiria Dagon evitar se tornar parte do problema?
Lady Cyborg observa o vampiro titubeando e aciona o comunicador, dizendo:

Arrow A tática pra pegar o vampiro está funcionando. Vou dar apoio na captura do pacote.

Ela então se aproxima do elevador e abre a porta sem dificuldade. Em seguida se joga no poço. Seu destino, auxiliar os parceiros que estão retirando o "pacote".
*******************************************************
Numa rua próxima ao prédio, Capitão Marvel Jr. trava uma das lutas mais delicadas de sua vida: a luta para convencer Magenta a cessar os ataques. No entento, o saldo até agora não parece muito favorável... Numa explosão ocasionada por sua pertubação, Magenta arremessa vários objetos metálicos que se encontravam suspensos, inclusive um carro contra uma lanchonete. Marvel utiliza sua velocidade para interceptar o carro antes que ele atinja um inocente e arremessá-lo de volta na direção de Magenta. A vilã pára o carro utilizando seu escudo de força, porém se distrai por um instante, tempo suficiente para que Marvel consiga pegar os outros dois carros e coloque-os em segurança. Ela expande a área de seu escudo de força de forma a evitar a aproximação do herói e grita:

Arrow Você não devia ter me lembrado dele! Ele foi muito importante pra mim! Me fez pensar que eu podia ser boa... Mas eu não posso!

Raios podem ser vistos saindo do escudo e atingindo a ários locais entre lojas, objetos jogados na rua e pessoas. Marvel teria que por um fim nessa loucura o mais rápido possível, mas será que seu poder conseguiria atravessar o escudo de Magenta? Será que haveria outra forma de atacá-la e por fim ao combate? Será que a única forma de deter aquela jovem confusa era através da força?

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Drako em Seg Nov 23, 2009 1:15 pm

Besouro Azul informa ao Superboy que o corpo de Amazo está realmente no prédio e que esse não era o único problema, ainda existia uma sala cheia de armamentos meta-humanos, que poderia ser outro objetivo dos vilões e um helicóptero esperando no topo do prédio que poderia ser usado para um fuga.

Mesmo assim eles continuam e tentam atacar Estilhaço, que consegue desviar e surpreendendo os dois acaba por impurrar o helicóptero, junto com o piloto do alto do edifício.


-Besouro, segure as pontas ai.

Imediatamente Superboy se joga em direção ao helicóptero. Voando o mais rápido que pode.



Ele segura o veiculo com toda a sua força, quando sentiu que já estava sobre controle foi diminuindo a sua velocidade para pousar suavemente no chão. Foi um Resgate perfeito.


-Tudo bem, senhor?

-Sim, obrigado Superman.

Aquilo mexeu com Conner, ser comparado ao Superman era tudo que ele quis após o sumiço de seu mentor e irmão. Ele não responde, apenas acena com a cabeça e parte para o topo do edifício, para ajudar seu amigo Besouro Azul.

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Leo Rocha em Seg Nov 23, 2009 1:27 pm

Fadeaway Man acabara de desaparecer e Aranha Negra lançava um desafio a Robin e Devastadora. O detetive de Gotham saca seu cajado e se prepara para o combate, porém se detém com a fala de Devastadora. A heroína lhe lembrara que o objetivo principal era impedir que os vilões levassem o que vieram buscar e para isso teriam que deter também Fadeaway Man. Robin sai da sala dizendo:

Arrow Sua sorte acaba de piorar muito, Aranha Negra. Se eu e Devastadora lutássemos juntos, acabaríamos com você de forma rápida e quase indolor. Como você vai lutar contra a Devastadora... Se prepare para MUITA dor...

Quando já se encontra passando pelo batente, ele diz:

Arrow Deixo tudo com você, Devastadora. Ponha esse cara pra dormir e me encontre logo mais...

Devastadora dá um leve sorriso, porém sua expressão rapidamente muda ao mesmo tempo que avança contra o Aranha Negra com suas duas espadas. O vilão defende maestralmente o golpe e diz:

Arrow Bom.. Quer dizer que eu vou ter que te matar pra depois pegar o Robin? Então vamos fazer isso direito.

Ele inicia uma rápida série de ataques usando golpes cruzados com a espada. Devastadora se mostra uma inimiga à altura e consegue manter a luta num ritmo acelerado e frenético. Após alguns golpes o Aranha fala:

Arrow Vejo que sua fama realmente condiz com a realidade. Espero que o Robin também lute bastante antes de eu abatê-lo.

Ele então salta para trás, ganhando espaço. Apenas o suficiente para arremessar alguns shurikens na direção da heroína. Ela se esquiva do primeiro, que se crava numa parede atrás dela e explode. Ele saca mais 3 e arremessa na direção de Devastadora, sacando novamente suas espadas e se preparando para atacá-la caso consiga esquivar dos objetos.
************************************
Robin segue com o agente na direção onde ele indicou estar a evidência que poderia interessar aos vilões. O agente segue à frente com uma pistola 380. Ele se vira para Robin e sussurra:

Arrow Nós mantemos aqui uma das primeiras versões do vilão AMAZO. Ela ficou arquivada como uma das provas em um dos casos envolvendo o professor Ivo.

Arrow Então as suspeitas de Cyborg estavam certas.. Cérebro contratou estes criminosos para nos distrair enquanto o andróide era levado daqui... Rápido, não temos tempo a perder.

Eles seguem cautelosamente até a entrada de uma sala blindada. O agente olha para Robin e diz:

Arrow É aqui

Arrow Eu entro e você fica aqui na cobertura.

Arrow Nada disso. A casa é minha e eu sou responsável pelo que acontecer aqui. Então eu vou com você.

O agente digita um código no painel que emite a autorização para a entrada. Quando eles adentram no local, podem observar que Fadeaway fala ao comunicador:

Arrow Droga! Ele é maior do que você me disse. Isso vai me fazer gastar muita energia e vai custar o dobro!

Em frente ao vilão está o alvo de toda a ação. O corpo de AMAZO.



Arrow Isso irá custar bastante sim.. Mas vocês não irão levar nada daqui hoje!

Diz Robin partindo pra cima do vilão. Fadeaway man saca uma sub-metralhadora e começa a disparar contra o herói, dificultando assim a aproximação dele.

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Leo Rocha em Seg Nov 23, 2009 7:57 pm

Super-Choque se encontrava agora junto a alguns agentes que estavam na sala onde Marvel Jr. confrontou Magenta. Ele estava em dúvida se a melhor opção era seguir Marvel e ajudar a deter Magenta ou tentar alcançar outro herói e auxiliar na contenção aos vilões. Ele olha para fora e vê o confronto entre Magenta e Marvel. Quase ao mesmo tempo, vê SuperBoy e Besouro Azul atravessando os pisos em direção ao terraço do prédio. Virgil coça a cabeça pensando por um breve instante:

"Putz... Onde os caras vão precisar mais de mim agora?"

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Convidad em Seg Nov 23, 2009 10:07 pm

Super-Choque: -Cara...
Ver Marvel Jr em ação mostrava claramente que ele entendia o que estava enfrentando e, se o garoto ficou mesmo com todo o poder do Capitão Marvel sumido, ele com certeza estava mais forte. Virgil ouviu algo sobre ele não ter recebido esse poder, mas poderia ter sido um blefe, ainda mais se a idéia é dar a esperança de que os heróis da Liga estão vivos. Então, o jeito era confiar naquilo que ele diz e pode fazer.
Agora, vendo que o Super foi ajudar o helicóptero e o Azulão correu praticamente sozinho, era fácil decidir: mano em dificuldade é prioridade.
Na mesma velocidade com que o Super acelerou, Virgil zarpa rumo os dois, pra dentro do prédio. Marvel daria conta de Magente, mas vai saber que tipo de zica tinha atraído os outros dois com tanta pressa pra dentro...
Ainda, uma última olhada pra Magenta... ocorre até a idéia de arremessar um ZapCaps... mas um erro e o clima de conversa que ela e o Marvel pareciam levar iria pro espaço. Principalmente se ela puder sumir como o tal do Estilhaço. Aquele cara deve uma!
Logo...
Super-Choque: -Aí, Azulão! Mais devagar! E conta o que que tá pegando lá dentro que é hora de eletrizar as coisas!

Convidad
Convidado


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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Phelipe Peregrino em Qui Nov 26, 2009 12:51 am

Quando o helicóptero começa a cair, Superboy não pensa duas vezes e se lança em direção do mesmo.

“Cara... O Superboy é, realmente, um grande herói.” - pensou - “Ele nem pensou duas vezes. Deve ser difícil carregar aquele ‘S’ no peito.”

O Besouro observava a movimentação do Superboy, quando se lembro: Estilhaço. Estava sozinho, frente à frente com ele.

Besouro Azul: Glup! – Jaime engoliu em seco.

“Esse cara está dando mais trabalho do que eu imaginei!” - pensou - “Até agora ele conseguiu evitar todos os nossos ataques...”

Jaime esticou os braços, como quem diz: “Calma, cachorrinho.”

Foi quando o Super-Choque apareceu.

Super-Choque: -Aí, Azulão! Mais devagar! E conta o que que tá pegando lá dentro que é hora de eletrizar as coisas!

Besouro Azul: Aê, Fagulha! - disse se aproximando, mas sem virar as costas para Estilhaço - Esse cara ta conseguindo evitar todos os nosso ataques. O Super foi salvar um helicóptero que ele jogou lá em baixo.

Os braços do Besouro se tornaram disparadores, pequenos, porem potentes.

Besouro Azul: Ele sempre se fragmenta quando vai receber um ataque direto. – falou Jaime para o Super-Choque. Mas falou baixo, num volume que somente quem estivesse ao seu lado poderia ouvir. – Se eu o fizer se quebrar de novo, use seus poderes e magnetize os fragmentos dele no chão.

Continuou no mesmo tom.

Besouro Azul: Super, eu sei que tava me ouvindo. Quando chegar aqui, use sua visão de calor para derrete-lo, o Fagulha vai magnetizar o bixo... Ele não vai conseguir escapar dessa vez.


Última edição por Hal Jordan em Sex Nov 27, 2009 7:39 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Administrador em Sex Nov 27, 2009 6:46 pm

Freddy tentou de tudo para encontrar uma outra solução para aquele dilema, mas Magenta parecia desprovida de sensatez. Freddy quis acreditar que ela recobraria a razão, mas não foi capaz de acessar a mente dela. Magenta agora só conhecia sofrimento, o seu próprio sofrimento e sua intenção era causar o mesmo sofrimento aos outros.
Freddy entendeu que de certa forma ela era um tanto egoísta. Ela não foi capaz de suportar a rejeição de Wally West e não aceitar o fato de que apenas ela sofria, então tinha que ferir os outros.
Freddy lamentou por não ser possível resolver aquela situação sem confronto, mas teria que fazer ela parar, de um jeito ou de outro. Se palavras não foram suficientes, ele teria que tentar algo drástico.
Como Magenta ergueu um campo energético ao seu redor, ele não teria como atacar ela diretamente, pois talvez nem mesmo a Força de Hércules, acompanhada do Poder de Zeus e da Coragem de Aquiles fosse suficiente para romper aquela barreira energética. E Freddy não tinha o dom da intangibilidade. Então um pensamento estranho surgiu em sua mente.
Freddy elaborou um plano desesperado para lidar com Magenta. Ele se aproximou do campo energético dela e o tocou. Em seguida, ele gritou sua palavra mágica: CAPITÃO MARVEL! O "raio mágico" de Shazam cairia sobre ele, mas não só sobre ele, também afetaria o campo energético e que mais estivesse dentro dele, ou seja, Magenta.
O trovão era de natureza mágica, mas ainda era um trovão. O choque do trovão com a energia eletromagnética de Magenta, seria forte o bastante para afetar a polaridade dela.
Pelo menos, foi no que Freddy quis acreditar. Ele imaginou que o trovão seria forte o bastante para deixar Magenta inconsciente com a colisão energética, ou até mesmo reverter o tipo de polaridade dela.
Agora era momento de rezar para estar certo, pois no instante seguinte a queda do raio, Freddy estaria vulnerável, pois ele reverteria para sua forma normal.

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Scorpion em Sex Nov 27, 2009 7:35 pm

Sangue... Sangue Humano... o cheiro... este cheiro! Não, não posso prestar atenção à isso...
Dagon já havia se acostumado a beber sangue humano. Bebia de batedores de carteira, estupradores e todo o tipo de ralé que se encontrava nos becos de onde quer que estivesse morando. Mesmo assim, todo tipo de contato com sangue humano fazia Dagon salivar e ter de lutar por controle. Foi então que a ficha caiu.
Isso... está errado.
Nosferatu havia percebido que não estava sendo o Caçador, mas sim a Caça. Não era assim que Dagon lutava. Estava caindo na armadilha da Lady Cyborg como um rato caía numa ratoeira, louco pelo queijo. Dagon não conseguia mais se controlar, então fez a única coisa que podia fazer considerada sensata no momento: ele fugiu. Voou alto na sua forma meio humana/meio morcego para o alto do armazém e de lá começou a se limpar do sangue como um animal que se limpava de algo que o atiçava. Foi quando Nosferatu ouviu um barulho.
Gotham era a cidade dos morcegos e num telhado como aquele deviam haver alguns. David então transformou-se em um morcego normal e emitiu guinchos para os outros morcegos. Os mamíferos tinham muita facilidade em se comunicar, ainda mais mamíferos superiores como os quirópteros. David emitiu um som de alerta aos morcegos, como se precisassem atacar algo. David nunca havia tentado algo parecido, mas sabia que muitos de seus poderes ainda não haviam sido descobertos. Era a hora de tentar mais esse.
Nosferatu sabia que Lady Cyborg teria algum tipo de radar para prevení-la, assim como seu amigo cyborg. Um cara que conheceu quando a Turma Titã havia chegado neste tempo. Mas os sistemas da mulher talvez não pudessem reconhecer qual seria o verdadeiro David Dagon. Sendo assim, Dagon tentou fazer com que os morcegos voassem em direção à mulher que deveria estar distraída disparando contra guardas. Os morcegos iriam circundar a mulher que talvez ficasse desorientado pelo que estava acontecendo. Então, Dagon que imitava os outros morcegos iria transformar-se no ar em sua forma natural...


Tõ de volta!!!
e agarraria o braço mecânico de Lady Cyborg com um braço desviando o disparo de defesa dela, enquanto o outro era usado para puxar sua cabeça para o lado, deixando a boca de Dagon livre para morder a metade de carne do pescoço da mulher.
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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Leo Rocha em Dom Nov 29, 2009 4:06 pm

SuperBoy mal tem tempo de avisar ao Besouro sua intenção de resgatar o helicóptero quando se joga do prédio. O pouso é suave e o agradecimento do piloto, confundindo-o com o Superman parece lhe dar mais forças para continuar a luta. Ele apenas acena com a cabeça e retorna ao combate no topo do prédio.

Enquanto o Superboy fazia o resgate, Besouro Azul se via sozinho em frente a Estilhaço. Em sua mente passa rapidamente as várias tentativas de deter o vilão que, infelizmente, fracassaram. Ele faz um sinal de "calma" para Estilhaço, que sorri dizendo:

Arrow Essa vai ser fácil...

Porém, quando o vilão se preparava para agir, surge Super-Choque dizendo:

Senhor Destino escreveu:
Super-Choque: -Aí, Azulão! Mais devagar! E conta o que que tá pegando lá dentro que é hora de eletrizar as coisas!

Antes que o vilão pudesse reagir e inspirado pela presença do amigo, Besouro propõe uma nova estratégia de ataque:

Hal Jordan escreveu:Besouro Azul: Aê, Fagulha! - disse se aproximando, mas sem virar as costas para Estilhaço - Esse cara ta conseguindo evitar todos os nosso ataques. O Super foi salvar um helicóptero que ele jogou lá em baixo.

Os braços do Besouro se tornaram disparadores, pequenos, porem potentes.

Besouro Azul: Ele sempre se fragmenta quando vai receber um ataque direto. – falou Jaime para o Super-Choque. Mas falou baixo, num volume que somente quem estivesse ao seu lado poderia ouvir. – Se eu o fizer se quebrar de novo, use seus poderes e magnetize os fragmentos dele no chão.

Continuou no mesmo tom.

Besouro Azul: Super, eu sei que tava me ouvindo. Quando chegar aqui, use sua visão de calor para derrete-lo, o Fagulha vai magnetizar o bixo... Ele não vai conseguir escapar dessa vez.

Após passar as informações neessárias, eles colocam o plano em ação: Besouro executa um disparo perfeito no peito de Estilhaço, que se fragmenta mais uma vez. Sendo, no entanto, pego por uma malha eletromagnética gerada pelo Superchoque. Como o vilão estava prestes a se fragmentar novamente em uma carga de estilhaços explosivos, a união de suas partes começa a gerar uma reação instável. É nesse momento que aparece o SuperBoy. Seguindo o plano do Besouro o detentor do "S" dispara sua visão de calor contra o vilão. A ação acaba gerando uma pequena explosão que, quando acabou deixou apenas um bloco de metal derretido de cerca de 1m.

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Leo Rocha em Dom Nov 29, 2009 4:21 pm

Dagon havia percebido a armadilha em que caíra e agora fazia o que lhe pareia mais sensato: fugir da tentação.
Ele sabia que por mais que se esforçasse para fazer o bem, ele sempre seria um vampiro e isso implicaria em lutar contra uma natureza demoníaca, contra o impulso de beber todo o sangue que aparecer em sua frente.. E esse momento era com certeza a melhor definição dessa luta. Ele fugiu em direção ao topo do edifício, mas a clareira aberta e a explosão que ele ouvia nesse momento lá em cima o fizeram mudar de direção. Ele se alojou numa sala escura de um dos andares superiores e começou a se limpar do sangue que havia caído sobre ele. A sede era grande, mas ele sabia exatamente o que iria preencher esse desejo: o sangue de Lady Cyborg.
Contando com a possibilidade de descobrir novas aplicações de seus poderes, Dagon tenta convocar os morcegos mais próximos do prédio, porém, Star city não é uma cidade lúgubre como gotham e todas aquelas explosões também não ajudariam muito na convocação dos morcegos. Ele se sente um pouco frustrado e cansado e respira fundo tentando achar um caminho. É neste momento que ele olha para a sala onde se encontra e percebe a quantidade de armas que estão armazenadas lá. Numa rápida olhada, Dagon percebe que aquela sala guardava um estoque de armas especialmente projetadas para combate contra meta-humanos. Ele estava prestes a acionar o comunicador quando recebe um golpe em suas costas que teria aleijado um humano normal. Ele caí para frente, girando e se colocando em seguida em posição defensiva. Ele arfa de ódio e sede. Ao se virar para confrontar o atacante, percebe que um dos vilões, que eles julgavam fora de combate, retornou: Viga.

Obs: Como a sua ação se baseava no ataque conjunto com os morcegos, e o ambiente não favorecia, fiz uma adaptação. Fique à vontade pra seguir daí em diante.

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Leo Rocha em Dom Nov 29, 2009 4:41 pm

Capitão Marvel Jr. relutava em aceitar, mas já começava a acreditar que não haveria forma de deter Magenta sem partir para um confronto físico. Ele então elaborou o plano mais arriscado para a situação em que se encontrava: conjurar o trovão místico responsável por sua transformação. Ele sabia que se não funcionasse, estaria vulnerável ao ataque da vilã e impedido de detê-la caso a mesma tentasse ferir mais inocentes. Porém a sabedoria de Salomão e a coragem de Aquiles falaram mais alto em seu interior, definindo a ação a ser realizada.
Ele então se aproximou cautelosamente do escudo e, olhando nos olhos de Magenta, gritou:

Arrow CAPITÃO MARVEL

Um flash. Em seguida um estrondo. E por fim uma explosão.
Em frações de segundos a rua onde ambos se encontravam se tornou o ponto energético mais forte em todo o país. Uma explosão que destruiu vidros em prédios e carros, que arrancou lascas de paredes e pedaços do asfalto. Uma explosão que quando acabou deixou apenas um jovem ajoelhado em frente ao corpo inconsciente da vilã. Quem olhasse mais atentamente veria o jovem chorando, mas naquele momento poucos conseguiam enxergar algo com clareza por conta da claridade provocada pelo trovão.
Freddy mais uma vez convoca o trovão, retornando à forma do Capitão Marvel Jr. antes que alguém o visse, porém, assim que completa a transformação ouve uma voz conhecida:

Arrow O que está acontecendo aqui? Alguém dá uma festa na minha casa e não me convida?

Ele olha para a origem da voz e reconhece Ricardita, a companheira mirim do Arqueiro Verde.


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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Leo Rocha em Dom Nov 29, 2009 4:55 pm

Devastadora continua enfrentando o Aranha Negra no subsolo do prédio. A heroína se surpreende com a destreza do oponente no combate. Quem quer que fosse aquele "palhaço", o cara levava a sério o que fazia e isso mexia com a guerreira em seu interior.
Quando o Aranha arremessa os shurikens, ela salta passando por eles com perícia olímpica, porém, as explosões que ocorrem atrás dela quando os shurikens atingem a parede e o chão a empurram diretamente na direção do vilão, que a acerta com uma de suas espadas no lado esquerdo do abdômen. A agilidade de Devastadora garantiu que o ferimento não fosse grave, porém era neessário acabar logo com aquela luta para auxiliar Robin na proteção ao corpo de AMAZO.

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Leo Rocha em Dom Nov 29, 2009 5:15 pm

Robin salta com maestria se esquivando dos disparos feitos por Fadeway Man. Quando ele fica cara a cara com o vilão, um gesto rápido com o bastão é suficiente para se livrar da metralhadora. Fadeway olha para ele e diz:

Arrow Tá legal! Eu sou só o entregador.

Arrow E eu sou o segurança!

Robin ouve a segunda voz e se recrimina por mais um erro. Ele dera as costas para o agente que entrara na sala com ele e nem cogitou a possibilidade dele estar agindo como agente duplo para o Cérebro. Robin sabia que toda operação desse porte contava com um agente interno. Então porque ele não desconfiou do agente que acompanhava a ele e Devastadora sem solicitar reforço algum ao local mais perigoso do confronto. Um tiro era o preço que pagaria por mais um erro... Um tiro disparado pelo agente que estava atrás dele, um tiro que acertava sua cabeça de raspão e o fazia cair. Ele havia errado mais uma vez e agora era sua vida que estava em jogo. As imagens de Bruce, Garfield e seu pai passam rapidamente em sua mente antes dele desmaiar.
**********************

Neste momento, Lady Cyborg chega ao local e diz:

Arrow Tudo certo meninos?

Arrow Já vou iniciar o teleporte. - responde Fadeway Man.

Arrow Ótimo! Então não precisaremos mais do nosso amigo...

Um tiro certeiro joga o agente ao chão. Lady Cyborg providenciava o pagamento por seus serviços através de uma rajada laser em seu peito. O laser perfura o pulmão do agente que agoniza numa poça de sangue.
Enquanto isso, Fadeway faz o teleporte de AMAZO e retorna em seguida para teleportar Lady Cyborg.
No chão, antes do último suspiro, o agente escreve com seu próprio sangue a seguinte palavra: IVO.

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Nasinbene em Seg Nov 30, 2009 8:31 pm

Robin seguiu o agente federal até o local onde este acreditava estar a evidencia que interessava àqueles vilões. Ao chegarem ao local indicado pelo agente, este diz sussurrando, que ali guardavam uma das primeiras versões de Amazo, evidencia de um antigo caso envolvendo o Profº Ivo.
Robin, sem deter sua marcha, e apertando de maneira significativa os olhos diz para o agente:

- Então as suspeitas de Cyborg estavam certas... Cérebro contratou esses criminosos pra nos distrair enquanto o andróide era levado daqui... Rápido, não temos tempo a perder.

Os dois avançam cuidadosamente pelo corredor e ao chegarem à porta blindada, o agente diz a Robin:

- É aqui

- Eu entro e e você fica aqui na cobertura

- Nada disso. A casa é minha e eu sou responsável pelo que acontecer aqui. Então eu vou com você.

Resignado, Robin aperta seu cajado enquanto o agente digita rapidamente o código de segurança para entrarem no local. Assim que entram, podem ver Fadewayman falando ao comunicador que o andróide era maior que ele esperava e que o custo para ser retirado dali seria maior.
Robin então se adianta e diz ao vilão:

- Isso irá custar bastante sim. Mas vocês não irão levar nada daqui hoje!

Ao ouvir essas palavras, Robin avança contra Fadewayman, que imediatamente, saca uma submetralhadora e dispara contra o herói. Robin então, procura cuidadosamente, ganhar terreno, saltando para se livrar dos disparos e ao mesmo tempo, procurando atrair o fogo para si, garantindo a segurança do agente federal.
Agilmente, Robin utiliza seu bastão para desarmar Fadway Man. Robin se aproxima ameaçadoramente do vilão quando este diz:

- Tá legal! Eu sou só o entregador!

- E eu sou o segurança!

Ao ouvir a segunda voz, Robin franze o cenho. Havia sido descuidado. Sequer cogitara a conviência do agente insistir em entrar na sala com ele. E Robin havia se esforçado tanto para atrair o fogo e manter o canalha seguro...
Robin sabia que os vilões estavam tendo ajuda de dentro, mas não imaginou que o agente que estava no bolso dos vilões se mostraria tão cedo. Cometera um erro fatal. Isso não se repetiria. Se escapasse com vida, pois o agente logo dispara sua arma, atingindo de raspão a cabeça de Robin. Num caleidoscópio de imagens de lembranças, Tim ve Bruce, Gar e mesmo seu pai e enfim, perde a consciência.

Entre os seus devaneios, Robin ainda ouve vozes distantes falando sobre teleporte e o som de mais um disparo, diferente do que o atingira. Antes de perder completamente a consciência, Robin ainda tem a presença de espírito de pensar:

Teleportadores... hunpf...Nota mental: recrutar um teleportador para os Titãs...
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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Convidad em Ter Dez 01, 2009 9:18 am

Ficava claro pra Rose que quando um adversário que merecia sua atenção aparecia, ela se divertia muito mais. Afinal, que graça teria lutar contra alguém que não dura 5 minutos em pé? Ao ouvir as afirmações do Aranha Negra, Devastadora apenas sorriu com desdém.

- Tu não viu NADA... e olha que eu nem comecei a suar!

De fato, não se importaria de ficar ali lutando por horas, se o adversário fosse digno. Mas logo o palhaço mostrou que a habilidade com a espada não era a única carta na manga que possuía. Ao desviar dos shurikens explosivos, Rose deixou a guarda aberta, e foi atingida na lateral do corpo. Se não tivesse desviado pro lado no último momento, talvez tivesse morrido. Mas agora não era hora de pensar nisso. Ficou em pé enquanto sangue escorria do ferimento recém-adquirido.

Spoiler:


-Ok... chega de brincar contigo. - Mas antes que Rose pudesse saltar na direção dele, ouviu um barulho familiar. Um barulho que durante muitos anos associou à presença de seu pai.

Um som de tiro pôde ser ouvido. Vindo da direção pra onde Robin tinha ido. De alguma maneira, Rose sabia que precisava ser rápida. Voou na direção do Aranha, as duas espadas erguidas. Se conseguisse bloquear o ataque dele, utilizaria um chute para fazer as espadas do oponente voarem pra longe. Provavelmente isso faria com que as armas dela, também fosse arremessadas para o lado. Mas ela não tinha tempo. Iria pra cima do vilão no braço mesmo, desferindo alguns socos em sua direção com violência. Queria desmaiá-lo. Ela não podia demorar ali.

Se isso for o suficiente para derrubá-lo, Rose vai apanhar rapidamente suas espadas, e correr na direção de onde ouvira o barulho. Rose sabia que podia confiar na sua intuição. "Robin... Aguenta o tranco aí, eu já tô indo!", pensava enquanto com sua agilidade adquirida em anos de treinamento deixava para trás as salas daquele prédio, não sem ficar ofegante.

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Administrador em Qua Dez 02, 2009 4:46 am

Freddy lamentou o que foi necessário fazer para derrotar Magenta. Ele não queria que tivesse chegado naquele ponto. Mas agora não havia mais volta. Ela escolheu aquele caminho e Freddy escolheu o seu. Ele já estava pronto para levar Magenta para junto dos outros vilões apreendidos pelos outros Titãs quando a Ricardita apareceu no local. Ao ver a heroína, Freddy não foi capaz de esconder seu entusiasmo: - UAU! Completamente embaraçado pela presença da estonteante heroína local, Freddy explicou para a Ricardita o que aconteceu recentemente.

- Olá, Ricardita! Eu estou com os Titãs! Nós viemos até aqui para impedir o roubo do corpo do Amazo, que está para ser roubado por capangas contratados pelo Cérebro e a Irmandade Negra. Desculpe pela bagunça, mas não encontrei outra saída para derrotar a Magenta. A sua ajuda seria muito bem-vinda! Temos que impedir o Cérebro de usar o Amazo como corpo. O que me diz?

Enquanto esperava pela resposta da Ricardita, Freddy já recolhia Magenta. Ele segurou a vilã desacordada em seus braços. A participação de uma heroína local seria útil, pois Ricardita conhecia Star City melhor.

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Scorpion em Qua Dez 02, 2009 12:01 pm

Dagon gira no ar com as mãos segurando as costas de tanta dor. Se não fosse pela sua resistência sobrehumana, Dagon teria sido partido em pedaços pela mão pesada de Viga.
Então você tá aí, canalha? Fugindo da luta, hein?
Dagon se recompunha. Não queria dar a parecer para o vilão que estava faminto. Mesmo porque, tentar cravar os dentes no desgraçado seria uma coisa quase impossível. Estava com sede... com fome... mas não era nenhum pouco burro. Dagon então começa a se transformar em névoa enquanto lança suas ameaças finais contra o vilão.
Você nunca poderá me deter, Viga. Devia ter aproveitado a oportunidade de ficar quieto e não ter me incomodado. Agora estamos presos eu e você aqui dentro... e nenhum dos meus amigos está aqui para me impedir de fazer com você o que vou fazer. HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!!
A risada de Dagon era diabólica e ecoava por todo o armazém. Dagon podia fazer a névoa se espalhar por uma grande área. Não era como os vampirinhos de filmes que viravam um "peidinho". Quando usou este poder pela primeira vez, Dagon virou uma grande nuvem de fumaça lilás. E foi o que fez agora. A fumaça mexia-se rapidamente e tinha a intenção de confundir o inimigo e o mais importante: Impossibilitar a sua visão. Enquanto fazia isso, Dagon mantinha apenas as mãos materializadas. Ele usava para abrir os caixotes de armamento que estavam por lá. Meio minuto depois, a fumaça começou a dissipar e Viga podia ver um vampiro apontando de uma distância segura para ele um par das maiores armas que Dagon pôde encontrar por lá.
Como dizem mesmo, hein? AH! Hasta la Vista, baby...
RATATATATATATATATATATATATATATATATATATATA
Dagon enfiaria bala no vilão até ver que ele estava completamente derrotado. Gastaria todas as balas que precisasse. Veria se essas armas contra meta-humanos eram boas de verdade ou não.
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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Phelipe Peregrino em Qui Dez 03, 2009 2:22 am

Besouro Azul: Funcionou!

Vibrou. Depois de tantas tentativas, ver o Estilhaço caindo foi realmente animador.

Besouro Azul se virou para o Super-Choque animado.

Besouro Azul: Cara... Eu sou seu fã!

Depois se voltou para o Superboy.

Besouro Azul: E você também, cara... Você devia tirar logo esse “boy” do seu nome...

Depois disso, Jaime para por um momento. Olhou para seus companheiros, imaginando o que eles estão pensando sobre esse “ataque”. Fez uma cara sem graça.

Besouro Azul: É... – falou com um ‘sorriso amarelo’ – Acho melhor continuarmos.

Jaime virou as costas para esconder o “merda” que disse baixinho.

Besouro Azul: Ta legal! – falou tentando demonstrar plena confiança – Escaravelho... Me mostre como chegar nas áreas de segurança máximas do prédio.

Virou-se para seus companheiros.

Besouro Azul: O corpo do Amazo deve estar no local mais seguro do prédio. É pra lá que temos que ir.

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Drako em Qui Dez 03, 2009 1:29 pm

Finalmente derrotaram o Estilhaço. Era sempre um alivio derrotar um inimigo.

Besouro Azul parecia mais animado que os demais, Conner gostava disso, lembrava um pouco ele antigamente, quando lutava ao lado do Superman. Besouro diz umas palavras:


-E você também, cara... Você devia tirar logo esse “boy” do seu nome...

Superboy gostou do que ouviu, novamente era comparado ao Superman. Mas por mais que ele quisesse ainda não era a hora, não poderia substituir Clark sabendo que ele pode estar em preso em algum lugar.

-Obrigado, mas ainda não. Não enquanto eu tiver esperança de que Superman ainda esteja por ai.



O momento de descontração acabou, chegou a hora de continuar. O corpo do Amazo está por ai em algum lugar e esse era o objetivo principal. Ele fica pensando se seus amigos já chegaram ao objetivo e se precisavam de ajuda.

-O corpo do Amazo deve estar no local mais seguro do prédio. É pra lá que temos que ir.

-Eu não posso ver com a visão de Raio-X, mas eu queria verificar uma coisa antes de irmos. Quero saber como Tim está.

Ele começa a se concentrar em sua super audição. Para o Superman isso era fácil, mas para Conner não era tão simples ficar concentrado.

-Se Tim ou qualquer um dos nossos companheiros estiverem com problemas poderei escutar com minha audição.

Ele fica ali, parado por alguns instantes, procurando algum som que o ajude a saber a situação de seus amigos.

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Convidad em Qui Dez 03, 2009 5:03 pm

Super-Choque: -Valeu maninho Azul! Sem sua dica, a gente ainda ia estar lidando com ele! - Virgil estende um toque de cumprimento ao Besouro Azul, com um sorriso, como se esperasse que ele não se constrangisse pela emoção da vitória. Depois, referindo-se a Estilhaço. -E ae, catamos os pedaços?

Ouvindo sobre onde deveriam ir e depois as palavras do Superboy...
Super-Choque: -Ae, talvez eu consiga ajudar. É que todo mundo tem um campo eletroestático ao redor de si e eu consigo sentir e fluir na direção. Voto pra gente ajudar quem precisar antes e entrarmos todos juntos, como uma equipe, onde quer que o robô esteja.

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Leo Rocha em Sex Dez 04, 2009 9:07 am

Superboy, Besouro Azul e Super-Choque haviam derrotado Estilhaço e agora decidiam descer para auxiliar os companheiros. Como forma de identificar a localização dos outros e ver onde seus esforços são mais necessários, Superboy resolve se concentrar na utilização de sua audição ampliada. Através dela ouve alguns pessoas se movimentando e chorando de dor e uma saraivada de tiros vinda de uma sala nos andares superiores.
Super-Choque, que também tinha proposto uma análise de espectros, sente a aproximação do Capitão Marvel Jr. acompanhado de um espectro muito carregado (provavelmente Magenta) e outro que lhe é familiar, mas ele não consegue decifrar que é.

Arrow Tiros. E não são de armas comuns. Eu vou investigar.

Arrow Aqui fora parece tudo bem. Acho que Marvel derrotou Magenta e trouxe um amiguinho pra lanchar com a gente.

Arrow Então vamos atrás dos tiros. O Marvel alcança a gente.

Os três descem pelo buraco aberto e chegam rapidamente à sala onde Dagon fuzila impiedosamente o Viga. Superboy se adianta ao grupo e para em frente ao amigo, segurando a arma.

Arrow Chega. Ele já foi imobilizado...

Viga já estava caído no chão e um líquido que parecia uma mistura de óleo e sangue saía de seu corpo.

Arrow Será que ele?

Arrow Eu espero que não Besouro...

Dagon ainda tremia de ódio e fome. Ser manipulado e ludibriado por uma bandidinha que imitava o cyborg não era realmente a melhor coisa que poderia lhe acontecer. Vendo o estado do amigo, Superboy diz:

Arrow Acho melhor um de nós ajudar o Dagon a arrumar as coisas aqui.. Você pode ficar Besouro?

Arrow Sem problemas... Vamos aproveitar pra xeretar o que o pessoal tem aqui..


Superboy segue antão acompanhado do Super-choque até que chegam ao sub-solo. E é neste exato momento que observam Devastadora acertar um golpe que quebrava o pulso do vilão Aranha. Ele parecia se manter em boa forma, mas Devastadora começava a levar vantagem na luta. Superboy fez menção de interferir na luta, mas Super-hoque o segurou falando:

Arrow Deixa ela resolver a parada...

Um golpe no estômago, seguido de um soco de baixo pra cima, atingindo o queixo, levam o Aranha ao chão. Ao se virar para correr, ela vê os amigos e diz:

Arrow Robin foi na quela direção e eu ouvi tiros. Ele pode precisar de ajuda.

Ao chegar no local indicado, os heróis observam a cena preocupante: o agente morto e Robin caído a seu lado.
Rose corre na direção de Robin e ao segurar sua cabeça, ouve a seguinte frase:

Arrow Eles conseguiram.. O agente era um deles...

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Leo Rocha em Sex Dez 04, 2009 9:20 am

Momentos depois, todos se encontravam reunidos no topo do prédio. Muitas dúvidas e algumas respostas eram notadas no horizonte. Junto com o grupo estava Ricardita que veio a pedido de Marvel. Robin conta o ocorrido:

Arrow ... E foi isso que aconteceu. Pelo que o agente escreveu antes de morrer e pela lógica da situação, o Cérebro agora pretende solicitar que Ivo faça o processo de incorporação dele. O único porém é que Ivo foi avistado pela última vez trabalhando como consultor do governo... Algo como um programa de redução de penas nos moldes do esquadrão suicida.

Arrow Então é bem provavel que não tenhamos acesso à informações sobre ele?

Arrow Tem uma pessoa que tem essas informações e eu sei quem é.. Vamos precisar voltar para a base Titã. Preciso de uma linha segura pra fazer esse contato.

Ricardita fala então:

Arrow Eu não poderei ir agora. As coisas aqui ficaram agitadas depois da visita de vocês.. Assim que eu terminar de acertar umas coisas aqui, eu irei encontrá-los.

Marvel se vira pra ela e diz:

Arrow Qualquer coisa é só chamar pelo comunicador.

Ela sorri e dá um beijo no rosto do herói.

Arrow Pode estar certo que eu irei chamar..

<após a interação aqui, os heróis estarão liberados pra postagem na base dos titãs, ou seja, serão permitidos dois posts nessa rodada: um aqui e outro lá>>


Última edição por Homem-Borracha em Ter Dez 08, 2009 9:37 am, editado 1 vez(es)

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Drako em Sex Dez 04, 2009 1:35 pm

Após o susto de acharem Robin caído, o grupo se reúne para Robin contar o acontecido. Conner ao ver sua amiga Mia a recebe com um abraço apertado, pois não se encontravam desde seus tempos nos titãs.

Após Robin contar o acontecido e Ricardita se despedir, Conner diz:

- Então é isso? Falhamos novamente?

Conner se vira para Robin e Devastadora, com uma das mãos coçando a cabeça, e diz:

- Me desculpe por não estar aqui para te ajudar, Tim...de novo. E Rose, obrigado por mais uma vez estar ao lado do meu amigo quando eu não estava.

Agora, falando com Besouro Azul e Super-Choque:

- Novamente lutamos lado a lado, formamos um ótimo trio. Mas dá próxima vez não vou dar nem chance de vocês agirem.

Depois, Superboy sente que precisa descansar um pouco ,caminhando em direção ao T-Wing, ele diz:

-Pessoal, estou indo para a nave, espero vocês lá.

Dentro da nave, ele se joga em uma cadeira e se rende ao sono.

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