Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

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Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Leo Rocha em Sex Out 23, 2009 9:24 am

O escritório do FBI em Star City está sob ataque e, por melhor treinados que sejam seus agentes, parece que eles terão poucas chances contra o grupo que investe contra eles.


Magenta


Estilhaço


Girder


Eles atacam rápida e silenciosamente e parecem determinados a alcançar um objetivo.

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Phelipe Peregrino em Dom Out 25, 2009 1:13 am

O Alarme do FBI desperta o Besouro dos seus pensamentos.

“Malditos! Não nos permitem não enterrar nossos amigos.”

Ele convoca o resto dos Titãs. E olha meio cabisbaixo para Tempest.

Besouro Azul: Está tudo bem Tempest?

***

Ao chegar no escritório do FBI de Central City o Besouro se posicionou na entrada do local.

Besouro Azul: Alguém sabe alguma coisa sobre quantas pessoas tem lá dentro?

O Besouro iria esperar um posicionamento de Tempest para pensar em como agir. Mas, sabia que não seria nada fácil reverter a situação e estaria pronto para ajudar como for preciso.
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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Convidad em Seg Out 26, 2009 11:48 pm

Há poucas horas atrás, em algum bar nos arredores da Caverna Titã.

Rose estava sentada em uma mesa imunda de um bar mal iluminado. O ambiente era hostil e contava com alguns beberrões pelo local, mas a vantagem é que pouca gente se importava ou prestava muita atenção neles. Uma garrafa de cerveja estava sobre a mesa, e apesar do barman ter trazido dois copos, apenas ela bebia. As palavras do vampiro provavelmente haviam feito ela pensar. No trajeto até o bar, não havia respondido às indagações do titã.

A jovem fitava Dagon, enquanto segurava o copo displicentemente diante de si. Contornou a borda dele com um dedo, levemente distraída, e então começou a falar. Era difícil Rose abrir-se assim com alguém, mas sentiu vontade de fazer isso frente às indagações do herói.

- Sobre o que você falou lá em cima... Eu talvez não saiba qual a minha real natureza. Quer dizer, eu fazia coisas realmente ruins, mas era porque meu pai me mantia.. sob o controle dele.
- não sentiu a vontade para utilizar o termo "sob efeito de drogas". - Talvez eu queira sim provar algo. Mas não é pra nenhum dos samaritanos, é pra mim mesma. Eu quero provar que não sou como o Exterminador queria que eu fosse, entende? Não posso negar que eu e o velho Slade temos alguma coisa em comum - e isso é algo difícil de admitir - mas, eu estou trilhando um caminho bem diferente, se é que existe algum rumo a ser seguido. Você é legal, garoto pálido.

Rose sorriu para ele e nesse momento o comunicador tocou.

- FBI, Star City. O dever chama. Nem se pode tomar uma cerveja em paz...
- reclamou adiantando-se para fora do estabelecimento, depois de deixar o dinheiro sobre a mesa onde estavam. Rose ergueu os braços, como se espreguiçasse, e em seguida falou para o Titã, num tom animado. - Pelo menos vamos chutar uns traseiros, e tu vai poder beber o que achar melhor. Rola uma carona?

Aparentemente o fato do Titã se alimentar de sangue humano não fazia menor diferença para Rose.

____

Agora, Star City.

Rose chega ao prédio e dá uma breve olhada pra cima, no lugar onde ficava o escritório. As coisas não estavam muito barulhentas ali, e ela sabia que aquilo não era um bom sinal. Colocou a máscara e empunhou suas espadas.

- Qual será o método de ação de vocês? - disse sem emoção, ao resto do grupo. Ela pretendia se infiltrar silenciosamente no edifício, qualquer que fosse a resposta.

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Scorpion em Ter Out 27, 2009 1:00 am

Dagon sorri quando Rose fala sobre sangue. Felizmente alguém entendia a necesidade maldita de David Dagon.
Rola uma carona?
Dagon responde com a cordialidade de um lorde vampiro, mas no fundo Rose podia perceber que era uma imitação zombeteira dos Condes Vampíricos.
Como desejar, minha senhora.
Dizendo isso, Dagon assume a forma de um Homem-Morcego e pega Rose pelos ombros. Era fácil para ele levar uma garota daquele peso presa em suas patas traseiras. Rose não devia pesar mais do que 70kg com a armadura. Chegando lá, Dagon pousa no telhado um pouco acima de seus companheiros e de lá fica observando tudo, como um abutre sinistro e mortal, aguardando a hora certa para o ataque. Dagon incita os seus companheiros.
Não podemos esperar muito para que os outros cheguem; ou então esses caras vão conseguir o que vieram buscar. Não conheço aquela garota com poderes cor de rosa. Alguém pode me fazer o favor de introduzí-la antes que eu tenha de chegar lá e me apresentar? Sinceramente prefiro peitá-la. Os outros dois são feitos de metal. Não tem nada que me incentive a escolhê-los para a briga.
Dagon olha para os céus como quem procura algo.
Diabos, onde está o Superboy e o Capitão Marvel Jr? Achei que eles voavam rápido...
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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Administrador em Qui Out 29, 2009 4:07 am

A Caverna Titã estava localizada em Hatton Corners, onde a Turma Titã se reuniu pela primeira vez. Ou seja, a base estava situada no Leste dos Estados Unidos, enquanto que Star City estava no Oeste, mais precisamente na Califórnia. É uma longa viagem, mesmo pra alguém agraciado com a velocidade e o vôo de Mercúrio. No entanto, Freddy chegou em tempo de ajudar seus colegas, que se deslocaram até lá por meios alheios ao seu conhecimento. Assim que chegou ele ouviu as palavras da Devastadora, aquela que talvez era a integrante mais enigmática daquela equipe.

- Método, Devastadora? Eu não sei você, mas eu vou bater no Viga até ele pedir arrego! Sabe como é, a força de Hércules é sempre uma mão na roda!

Então Freddy se deslocou com velocidade na direção de Viga, e aplicou uma combinação de golpes. Freddy se aproveitou do fato de que provavelmente era mais rápido e ágil do que o pesado vilão de metal. Mas Freddy não contava apenas com a força oriunda de Hércules. Freddy potencializava a força de seus golpes com a força interior vinda da coragem de Aquiles e também a amplificação de poder de Zeus.
Agora que ele compartilhava seus poderes com Billy todo instante, ele não tinha mais como pegar leve com bandidos fortes como aquele. Antes era possível encarar um vilão quando Billy não estava em ação, e assim Freddy tinha todo o poder de Shazam a sua disposição. Agora essa não era uma alternativa. E era muito bom bater num bandido que tinha resistência suficiente para não se ferir gravemente. Freddy não corria o risco de matar Viga, como aconteceu com Chip e ainda aproveitaria para descarragar suas frustrações. Que pena do Viga!

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Drako em Qui Out 29, 2009 1:47 pm

Metropolis estava tranqüila, foi uma ronda fácil. Nada tinha acontecido que precisava da atenção do Superboy. A não ser um gato de uma velhinha preso na árvore, que se Superman tinha tempo para ajudar essas pobres criaturas ele também tinha.

Com tudo calmo ele resolve voltar para Smallville. Ao chegar no rancho dos Kent ele tem uma surpresa, Cassie estava lá, fazendo companhia a seus pais.


- Conner! Que saudades! Cassie diz enquanto o abraça.

- Cassie, o que faz aqui?

- Tive um tempo livre com os assuntos de Themyscira, e resolvi passar aqui para te ver, mas quando cheguei você não estava e fiquei te esperando.

- Cassie, preciso te contar algo, me encontre na cozinha.

Conner pede para a Moça-Maravilha ir para a cozinha para não contar a triste noticia na frente da Mãe Kent. Ele vai até o quarto, troca a camisa e se dirige ao encontro dela.

- Kon, o que foi? Você parece triste.

- Eu estava lutando ao lado dos titãs em nossa primeira missão, Vic foi seqüestrado e nós fomos salva-lo. Conseguimos, mas ele não estava em boas condições, Chip roubou o corpo robótico dele. Só sobrou o cérebro.

- Meu Deus... mas ele está...

- Sim, ele está vivo, mas... isso não foi o pior.

- O que pode ser pior que isso?

-O Mutano... ele... o Gar... Gar morreu, Cassie.

Com a revelação, lagrimas correm pelos olhos de Moça-Maravilha. Conner fica ao seu lado consolando-a. O silêncio predomina. Eles não precisam falar, se conhecem muito bem, um sabe exatamente o que eu outro sente.



No Dia seguinte eles estão se sentindo melhor, passar um tempo juntos sempre era como um remédio para os dois. Mas novamente o dever chama Superboy para mais uma batalha. No café da manhã o Comunicador dos Titãs tem uma chamada vindo de Star City. Ele se despede dela e de seus pais.



Agora ele parte rumo a Star City, para novamente lutar ao lado de seus amigos.


OFF: Ele vai chegar depois do outros titãs no local, então não precisam se preocupar com as ações dele por enquanto.

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Convidad em Qui Out 29, 2009 5:10 pm

Vida de herói defensor de cidade não pára nunca!
Se Virgil tinha algum relógio interno para problemas, este funcionava muito bem, pois ao chegar em Dakota, novos tumultos ocorriam por conta de outra revolta de gangues latino-hispânicas e negro-americanas, rotina da cidade. Seria algo simples se o contato com She-Bang e Adam Evans não fosse... complicado. De alguma maneira, She-Bang e Adam, o Homem-Elástico, se envolveram com ambos os lados, assim como a Meta Raça. A confusão afetava toda a cidade de Dakota, justamente perto das reformas políticas locais que acontecerão em poucos meses (lembrando que as eleições americanas ocorrem um ano antes que as nossas), colocando em questionamento a situação social e causando problemas inclusive no Instituto Coleman e no Centro Comunitário Freeman.


Para a surpresa de Choque, a confusão foi armada por Madelyn da Meta Raça, outrora uma grandiosa telepata, novamente demonstrava surtos de poder e picos capazes de afetar toda Dakota. Apenas Ritchie e Alva Jr ficaram imunes ao surto manipulador de Madelyn, protegidos por seus equipamentos e poderes, respectivamente.


Desta vez, porém, Madelyn não zumbificou a cidade ou sequer percebeu que seus poderes eram tão grandes. Mesmo porque, depois de seu primeiro confronto com Virgil, onde ela sofreu uma mini-lobotomia elétrica, Madelyn não se recorda totalmente do que é capaz, sendo sempre auxiliada por Ebon, além de ter esquecido completamente a identidade secreta do Super-Choque. Agora, a influência era inconsciente e gerava problemas indiretos na mente de todos, onde a manipulação psíquica era quase imperceptível, salvo condutas estranhas e a maneira como a Meta Raça parecia imune aos conflitos, com Madelyn assumindo uma postura de visionária política novamente e recebendo diversos apoios da comunidade, que armada defendia-se das guerrilhas de gangues nas ruas. Em pouco tempo, Dakota sofria novamente.
Desta vez, porém, em uma corrida contra o tempo, Gear e Alva Jr usavam-se de equipamentos das indústrias Alva para tentar reproduzir - sem sucesso - uma freqüência que pudesse alterar o quadro de pensamentos inconscientes da cidade. Com a chegada de Choque, o pequeno grupo precisou enfrentar primeiro seus próprios amigos, She-Bang e Adam, onde Virgil sequer teve tempo de conversar sobre os eventos com os Titãs. Ele visitou a família e auxiliou ao pai, assim como outros membros do Centro Comunitário Freeman, para, através dele, saber que sua irmã Sharon tinha problemas por causa da mudança de comportamento repentina e regressiva de Adam, somado à sua aliança com She-Bang. Por isso o confronto acabou os afetando primeiro.
Outro ponto de destaque no problema é que Daisy Watkins estava entre os protetores dos ideais comuns de Dakota junto ao Instituto Coleman e seria vítima direta da investida da Meta Raça de Ebon.


Graças aos poderes de Choque, Gear e Alva Jr puderam emitir uma onda estática ao invés de um comando mental, rompendo as influências de Madelyn sobre a cidade. Contudo, isso não retrocedeu a guerrilha de gangues, mas fez com que a maioria das pessoas recuperasse suas vidas e a consciência normalmente.

A Meta Raça de alguma forma saiu de cena antes que os heróis pudessem dar cabo deles, deixando o Caos explícito em Dakota. Mas Choque não tem tempo para investigar nem para resolver sobre as gangues, pois a freqüência dos Titãs é acionada e o problema agora pode ser não apenas para Dakota, mas para o mundo todo.
Super-Choque: -Ritchie, eu vou levar mais alguns zap-caps. Deixei um texto com o que aconteceu entre os Titãs. Por favor, pesquisa para mim sobre Amazo e sobre o Cyborg. Esses são os dados que consegui ver e identificar sobre o corpo desmontado do herói. Se tem um cara gênio o bastante pra ajudar, é você!
Shenice, vou precisar que cuide das gangues. Adam... minha irmã tá te esperando em casa. Protege minha família, por favor! Não decepciona a Sharon. Edwin... obrigado por nos ajudar.
Eu volto logo! Ritchie, mantenha contato! Se o caldo entornar, me chama antes dele explodir!

Após a conversa, Virgil parte, na direção dos Titãs... onde levará um tempo para chegar.



[Off: mesma situação do Conner.]

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Leo Rocha em Qui Out 29, 2009 10:01 pm

A invasão ao prédio do FBI corria de forma violenta com os três vilões destruindo tudo por onde passavam e acertando os agentes que se encontravam em seu caminho. Os primeiros a responder ao chamado foram Besouro Azul, Devastadora, Capitão Marvel Jr. e Dagon.
Robin permanecia incomunicável em Gotham e Tempest estava providenciando os ritos para o funeral de Mutano.
Ao chegar, Marvel Jr. se adianta no combate e parte na direção do Viga, que era o que se encontrava mais perto das janelas que ficavam à sua frente e se localizavam no décimo quinto andar do prédio. O herói bate forte, descontando toda a frustração do último combate, porém o vilão resiste bem e desfere alguns golpes no herói. A luta parecia estar um pouco desequilibrada em favor do Capitão Marvel Jr., mas estilhaços de metal saídos do vilão Estilhaço voam em sua direção tirando sua concentração e favorecendo uma reação de Viga, que acerta o herói de cima pra baixo, fazendo-o atravessar o chão de pelo menos 7 andares.
Neste momento Super-Choque e SuperBoy avisam pelo comunicador que estão próximos do local.
Do lado de fora Besouro, Dagon e Devastadora devem decidir qual será o passo de cada um deles: esparar os reforços? ajudar Marvel Jr.? ou será que há outra alternativa?

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Phelipe Peregrino em Qui Out 29, 2009 11:34 pm

Algo precisava ser feito... E sem o cabeça dos Titãs presentes e sem o substituto lógico – Robin – alguém precisaria tomar a iniciativa.

Dos inimigos, o único que era visível era o Viga que estava próximo à janela. Capitão Marvel Jr invadiu o local explorando seu extraordinário poder. Algo que, daquele grupo, só um poderia se gabar do mesmo – Superboy.

Nesse momento. O próprio Superboy chega ao local. Era hora do Besouro colocar a cabeça para funcionar.

Besouro Azul: Galera... Eu sei que eu não sou o líder que vocês têm em mente, mas... Eu tenho um plano!

“Precisamos saber o posicionamento deles!” Pensou “Só assim podemos definir o que fazer...”

Besouro Azul: Superboy... Por favor, use a sua visão de raio-x para localizar os invasores.

Depois o Besouro começou a pensar na melhor maneira de distribuir os heróis ali presentes.

Besouro Azul: O poder dessa tal de Magenta é uma capacidade de manipular campos eletromagnéticos... Fagulha. Talvez sua influencia estática possa interferir na habilidade dela.

Correu em direção de Devastadora e Dagon.

Falou lavando em consideração que como o Dagon é um vampiro, suas habilidades são, provavelmente, baseados em garras ou mordidas. Não devem ter muito efeito em inimigos feitos de metal. Essas combinações de habilidades o tornaria formidável contra inimigos humanos. E era isso que o Besouro tinha em mente.

Besouro Azul: O Fagulha pode vai ficar vulnerável. Dagon, você poderia fornecer apoio à ele?

Depois olhou para a Devastadora.

Besouro Azul: Rose, por favor, vá ver se o Cap. Marvel Jr. precisa de apoio. Ajude-o como puder. Mas evite riscos desnecessários. Eu te conheço e sei que você é bem capaz de cair no braço com aqueles brutamontes só com um clips de papel na mão. Mas nós já perdemos o Mutano... Vamos fazer o possivel para que esse tipo de coisa não se repita, ok?

E, por fim. Depois que o Superboy tiver acabado de informar a posição do trio de invasores. Jaime diz:

Besouro Azul: Superboy, você e eu vamos atrás do Estilhaço...

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Nasinbene em Sex Out 30, 2009 2:57 pm

A cena ainda ocupava a mente de Tim. Via, incessantemente o corpo sem vida de Gar, amparado por Tempest. Não fazia diferença quantos criminosos espancasse e prendesse, isso não traria Gar de volta. Tim sabia disso. Mas no momento não importava. Só queria descarregar a frustração nesses desqualificados.
Desde o desaparecimento de Batman (e consequentemente de Bruce Wayne) Lucius Fox vinha tocando a Wayne Corp da maneira que Bruce desejaria, desenvolvendo ações sociais, destinadas aos mais necessitados. Na última semana, Lucius tinha arrecadado fundos para a revitalização do Beco do Crime, oferecendo uma opção, uma chance àquelas pessoas sofridas que viviam naquele lugar. Agora, nessa noite quente, esses marginais de quinta tentam invadir o prédio da Wayne acreditando que conseguirão alguma coisa de Lucius. Tim não tinha como permitir isso...
O grupo de assaltantes tentara entrar pelo telhado. Eram até organizados e dispunham de alguns recursos, como um helicóptero que os deixara ali. No entanto, assim que puseram os pés na cobertura do prédio, o alarme foi acionado. Por sorte, Robin estava nas proximidades. Os cerca de 10 assaltantes, todos bem armados e bem treinados se voltam assim que o vulto se aproxima. Os disparos começam imediatamente. Robin então lança uma bomba de gás lacrimogênio. Os assaltantes não esperavam por aquilo. O primeiro erro deles. Com uma seqüência rápida de lançamento de batarangues e chutes bem coordenados, em breve todos os 10 assaltantes estão desarmados. É quando tentam partir para o combate corporal. O segundo e último erro deles nessa noite. Então, por um momento os assaltantes param. O que parecia ser o líder parece confuso e diz aos demais:

- Esse é o Robin? A roupa me parece meio diferente...

- Quem se importa com quem é esse mané? Esses malditos mascarados vivem trocando de uniforme... seja ele quem for, se eles nos pegar, estamos em cana! Pra cima desse moleque, negada!

Robin nada diz. Apenas estende seu bastão e começa. Parece que Robin nem toma conhecimento dos assaltantes. Assim que os dois primeiros se aproximam, os golpes deles são aparados pelo bastão. Em seguida, Robin com os pés na barriga de ambos os lança para trás, que ao baterem as cabeças no chão caem desacordados. Em seguida, Robin avança sobre os demais. Arremessando seu bastão contra o rosto de um terceiro atacante, Robin calcula o ângulo de ricochete do bastão, enquanto tomando impulso para cima na perna do quarto assaltante, desfere-lhe um chute certeiro no rosto enquanto apanha o bastão. Ao tocar o chão, Robin apóia-se no bastão e chuta o quinto e o sexto atacante de maneira giratória, desacordando-os.
Um momento de pausa para que Robin diga aos quatro restantes:

- Rendam-se. Vocês não têm chance...

Robin sabia que esses idiotas não se renderiam. Eles nunca sabem quando desistir...
Eles mal tem tempo de dar o primeiro passo. Assim que partem em direção a Robin, quatro batarangues certeiros põem fim ao frustrado assalto. Enquanto Robin amarra os 10 assaltantes, pensa consigo mesmo.




Eles não deixam de ter razão. Os heróis trocam mesmo de uniforme com frequência. Mas no meu caso, há uma razão por trás disso. Esse uniforme vermelho vai me lembrar sempre da morte de Mutano, do seu sangue derramado de forma tão inconseqüente por Microchip. Me lembrará de ser melhor. Me tornar melhor. É o que Bruce gostaria que eu fizesse...

Tim é arrancado de seus pensamentos por uma voz familiar em seu comunicador...

- Acredito que tenha posto esses marginais em seu devido lugar, estou correto, patrão Tim?

- Sim, está Alfred, como sempre...

- Imagino que o senhor já tenha notado o seu comunicador Titã alertando-o quanto a alguma emergência, não?

- Sim, só não sei se devo ir... Na última vez, permiti que Mutano morresse. Se eu tivesse agido como Bruce, eu

- Patrão Timothy! Permita-me lembrá-lo de que o senhor não é o Patrão Bruce. Eu criei aquele homem desde menino e tenho certeza de que ele desaprovaria sua conduta atual. Pare de tentar agir como Batman. Aja como Robin, senhor...

- Mas, o mundo precisa do Batman, Alfred...

- Discordo, patrão Tim. É duro dizer isso, mas o tempo de Batman passou. É do Robin que o mundo precisa agora. Use o que o patrão Bruce lhe ensinou, mas pra ser você mesmo, não pra se tornar ele. Agora vá. Tenho certeza de que precisam do senhor.

Tim se cala um instante. As palavras do velho mordomo calam fundo em sua alma. Tim então se lança rumo às ruas de Gotham. Seu carro o esperava ali, num beco próximo, levaria um tempo para chegar a Star City. Esperava que Conner e os outros estivessem bem enquanto ele não chegava...


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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Scorpion em Sab Out 31, 2009 12:10 am

Dagon gostara da atitude do Besouro Azul. A equipe havia hesitado tanto que agora o Capitão Marvel Jr. estava começando a apanhar de dois dos vilões. Com Tempest fora, provavelmente o menino morcego ficaria na liderança, mas ele não estava lá. Estavam desorganizados e o Besouro tentava corrigir esse erro. Infelizmente, mais importante do que conhecer seus inimigos era conhecer os seus aliados. Besouro errava em achar que Dagon só podia dar arranhões e mordidas em seus adversários. O rapaz tinha todos os poderes do Conde Drácula em igual intensidade correndo pelo seu corpo. Sim, ele podia fazer muito mais do que simplesmente dar unhadas em bandidos.
Se me permite a sugestão, Besouro. Minha forma de névoa dificilmente poderá ser despolarizada ou magnetizada pelos poderes de Magenta. As moléculas já estão separadas demais para que ela possa surtir algum efeito sobre mim. Se não se importam, senhores...
Dagon vira uma enorme nuvem de fumaça e circula Magenta. A nuvem tinha 2 objetivos: Ofuscar a visão da vilã e permitir ataques surpresas da parte de Dagon.
O Vampiro faz com que nuvem circule Magenta rapidamente. A fumaça em movimento ligada ao cheiro de morte serviria para ao menos deixar a moça um pouco tonta se não enjoada demais. Dagon então materializa suas garras em pontos estratégicos da nuvem e desfere rápidas garradas, fazendo com que seus dedos logo fiquem em forma de fumaça novamente. Dagon daria quantos ataques fossem. Quando a nuvem cessasse, Magenta teria mais de 10 "arranhões" com força vampírica para mostrar para seus amigos na prisão.
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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Convidad em Sab Out 31, 2009 2:54 pm

Super-Choque: -E ae, pessoal! Que que tá... beleza, Azulão! Eu...
Choque nem termina a frase! Quando Dagon começa, fica obvio que Magenta não suportará golpear algo que não pode tocar, manipular ou mesmo ver direito!
Super-Choque: -Ok, vou ver como o Júnior tá se saindo!
Investindo com velocidade para dentro...
Super-Choque: -Ei, Júnior, vai uma ajuda ou a festa é particular?
E, ao ver os inimigos, Choque libera uma carga eletromagnética dentro do lugar, visando imobilizar tudo de metal maior que se mova sozinho, longe de qualquer corpo humano, de carne e osso. É o inverso do que ele faz com seu planador, que movimenta com eletromagnetismo.
Super-Choque: -Esses caras são feitos de metal? É brincadeira né? Eles lembram Hyde e Allie Langford, mas bem mais vulneráveis! Alguém quer falar com algum deles? Acho que não vão causar problemas enquanto eu estiver aqui!

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Administrador em Sab Out 31, 2009 8:57 pm

Após ser surpreendido por um golpe bem aplicado de Viga. Freddy ponderou no que acabou de ocorrer. Então Estilhaço achou mesmo que projéteis de metais eram suficientes para ferir alguém como Freddy? E por que Freddy perdeu sua concentração por conta de um ataque insignificante como aquele? Fatos difíceis de explicar. Bom, se a força não seria o bastante para dobrar aqueles vilões, então era hora da Sabedoria de Salomão entrar em ação. Freddy considerou que aqueles vilões foram contratados por algum bandido mais importante, como Monsieur Mallah. Se é que idiotas como Cérebro e Monsieur Mallah podem ser chamados importantes. E a idiotice dos mandantes daquele crime era mesmo notável. Afinal, quem contrataria Estilhaço, Magenta e Viga para um mesmo crime? São criminosos incompatíveis e que jamais trabalhariam bem juntos.

Com suas ações seguintes, Freddy mostrou porque era um erro reunir aqueles vilões. Ele voltou até Estilhaço e Viga com um vôo rasante, colidindo com Viga. Então combinou o vigor de Atlas, com a força de Hércules e o poder interior de Aquiles, para levar Viga até Magenta. Freddy ainda brincou com Estilhaço e o provocou, apenas para este o perseguir. Durante a trajetória, Freddy continuou socando Viga, até o lançar contra Magenta. Ora, dois vilões metálicos acompanhados de uma vilã confusa com poderes magnéticos? Não foi muito esperto contratar aqueles viões. Afinal, os campos magnéticos de Magenta afetariam os outros dois vilões. Próximos dela, eles estariam vulneráveis e enfraquecidos. A melhor maneira para derrotar aqueles vilões, era manter eles próximos um do outro.

Então depois que projetou o corpo de Viga na direção de Magenta, Freddy imaginou que ela teria que liberar um campo magnético pra se defender da colisão, o que causaria grande dano ao Viga. Por fim, Freddy conversou com Magenta, para chegar até a outra personalidade dela, pois Magenta era bipolar e seu comportamento era afetado pelas polaridades magnéticas. Provavelmente agora ela estava sob o controle de polaridades magnéticas negativas e reversas. Mas Magenta já foi aliada da Turma Titã, quando namorou o Kid Flash I. Freddy se recordou de uma reportagem sobre os residentes da prisão Iron Heights de Keystone City e seus residentes. Na reportagem, comentaram sobre Magenta. O restante das informações que Freddy utilizou foram fornecidas pela Sabedoria de Salomão.

- Francis Kane! É este seu verdadeiro nome, não é? Posso te chamar de Frankie? Bom, Frankie, é isto mesmo que você quer? Machucar pessoas? Cometer crimes? Flash não está aqui agora, mas duvido que ele gostaria de ter ver assim. Você ainda gosta dele, não é Frankie? Por que não faz aquilo que ele gostaria que você fizesse? Acalme-se e você verá que tudo vai melhorar!

Se a agressividade de Magenta não cessar, Freddy continuaria a manter Viga e também Estilhaço próximos dela, porque os campos magnéticos emanados por Magenta seriam prejudiciais para eles.

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Drako em Seg Nov 02, 2009 12:24 am

Voando a toda velocidade para Star City, Conner avisa a seus amigos que está chegando ao local.

Chegando lá, logo recebe instruções do Besouro Azul, pendido para ele usar a sua visão de raio-X.

Ele o faz e diz aonde os invasores estão. Após isso, Azul começa a explicar o seu plano.


-Superboy, você e eu vamos atrás do Estilhaço...

-Azul, posso acabar com o Estilhaço com uma mão nas costas. Podemos ser rápidos com ele e ajudar nossos companheiros.

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Leo Rocha em Sab Nov 07, 2009 8:31 pm

Notando a hesitação da equipe na ausência de seus líderes costumeiros, Besouro Azul toma a frente e bola uma estratégia para ataque. Apesar do prédio ser revestido com chumbo (precaução tomada por todos os prédios do governo, após saberem a capacidade do Superman de enxergar através das paredes) SuperBoy consegue avistar que Viga estava acompanhado de Magenta e Estilhaço, ressuscitando a gang que durante um tempo se intitulou "Esquadrão anti-Cyborg" (tradução livre pro Cyborg Revenge Squad). Com base nisso, Besouro propõe uma estratégia de combate que é seguida pelos companheiros presentes.
Dagon se oferece para cuidar de Magenta e segue em sua direção na forma de uma nuvem. Uma nuvem mortal que ataca com garras e desfere golpes na vilã. Porém, é surpreendido quando o sistema de refrigeração começa a sugá-lo. Ele então ouve uma voz próxima de uma das paredes:

Arrow Manipular o sistema de refrigeração do FBI e sugar um herói de fumaça, não tem preço.. Infelizmente eu perco o elemento surpresa, já que provavelmente o garoto com o "S" no peito vai conseguir me ver pelas janelas.



Antes que Dagon faça algo, ela dispara com seu canhão sônico na direção do vampiro, que volta à sua forma hominídea.

Arrow Acho que não nos conhecemos... Costumam me chamar de Lady Cyborg e você? Qual o nome que estará na sua lápide?

Super-Choque seguiu na direção de Marvel Jr. e encontrou o amigo no momento em que este se levanta e segue com toda a força na direção de Viga. Na hora em que ia pegar Estilhaço, porém, o vilão se fragmentou escapando do ataque. Marvel no entanto segue seu plano à risca e arremessa Viga contra Magenta.A vilã repele o companheiro de crime com uma carga polarizada que o envia em direção à parede situada a noventa graus dela. Ela ouve as palavras de Freddy e por um momento lembra de seu relacionamento com Kid Flash, porém, rapidamente ela emite uma rajada na direção do herói e voa para fora do prédio.

Quando estilhaço se materializa, ele encontra SuperBoy e Besouro Azul à sua frente. Ele dá um sorriso e diz:

Arrow Quem vai querer virar farofa primeiro?

Em seguida começa a arremessar mesas e cadeiras que encontra na direção dos heróis.

Em outra parte do prédio, Devastadora resolve seguir a sua intuição e caminha cautelosamente na direção oposta ao confronto. Ela encontra um dos agentes e pergunta:

Arrow Onde fica a sala de evidências?

Ele responde agitado:

Arrow Fica no 4º andar.

Uma voz surge ao fundo:

Arrow E as evidências especiais?

Ambos olham e vêem a figura de Robin em novo uniforme. O agente hesita em responder, mas informa:

Arrow Sub-solo. Eu vou com vocês.

Os três descem em direção ao subs-solo e, ao entrar na sala apontada pelo agente encontra o vilão Fadeaway Man acompanhado do vilão Aranha Negra, que ao vê-los começa a disparar.




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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Phelipe Peregrino em Dom Nov 08, 2009 1:30 am

Besouro Azul: Merda!

Disse o Besouro ao ver que, de fato, poucos deram atenção ao seu plano. Apenas o Superboy. E, pior do que isso, as coisas não estavam indo bem. Dagon foi emboscado ao tentar atacar Magenta. Depois, a vilã voou pela janela enquanto enfrentava SuperChoque e Capitão Marvel Jr.

Escaravelho: ¥§¢ŒƢƥƛƦƫƕǷƦƫƕǷŒƢƥƛƦƫƕǷƦƫƕǷ

Besouro Azul: Não me venha com essa! Os Titãs são um grupo!

Superboy e ele se mantiveram, porem, lado à lado. Quando estilhaço se materializou na frente dos dois.

Estilhaço: Quem vai querer virar farofa primeiro?

Ele começa a atirar cadeiras e mesas em direção dos dois.

Jaime gera um escudo para se proteger dos ataques do vilão. Ao mesmo tempo, ele recua alguns passos até encontrar cobertura.

“Merda! Dagon foi capturado, Fagulha e o Jr. podem estar em perigo e sabe-se-lá onde a Rose foi parar...”
Pensou “E eu não posso fazer nada! A culpa é toda minha!”

Besouro Azul: ¡Dios Mio, Jaime! Seus amigos estão em perigo! Não é hora pra perder o foco!

Sussurrou Jaime. Ele sabia que o Superboy era bem capaz de te-lo ouvido. Mas não se importou.

Besouro Azul: Super... O que acha de transformar esse cara na nova estatua da cidade?

Disse o Besouro enquanto seu braço se tornava um disparador de nitrogênio liquido.

Jaime lembrou da vez em que o Superman derrotou um inimigo metálico derretendo-o com a visão de calor e em seguida resfriando-o com o sopro gelado.

Besouro Azul: Vai lá, Super... Frita esse cara!

Jaime iria aproveitar a oportunidade para atacar assim que a temperatura no corpo do Estilhaço atingisse o nível critico. O que transformaria o vilão em uma estatua petrificada.

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Drako em Dom Nov 08, 2009 1:49 am

-Quem vai querer virar farofa primeiro?

Diz Estilhaço a Superboy e Besouro Azul. Logo, o monstro de metal começa a tacar mesas e cadeiras em cima dos dois heróis. Conner apenas as rebate para os lados.

-Você acha mesmo que isso vai ser suficiente lata velha?

Logo, Besouro diz:

-Super... O que acha de transformar esse cara na nova estatua da cidade?

Conner só olha para seu companheiro e sorri. Já tinha entendido a mensagem. Mas ele não queria errar dessa vez, como aconteceu com Satan Goss. Superboy voa em direção ao vilão em uma velocidade alta, mas vai ele aterrissa um pouco antes e coloca a mão no chão. De repente sobe um pedaço grande de pedregulho do chão, causada pela Telecinesia Tátil. Conner dá um soco na pedra que vai em direção ao inimigo atingindo-o. Com o inimigo cambaleando, Kon se prepara.


-Vai lá, Super... Frita esse cara!

Assim, Conner lança sua visão de calor com tudo em cima do Estilhaço. Conner então diz:

-Quando quiser, Azul!!

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Scorpion em Seg Nov 09, 2009 10:49 pm

Dagon havia tomado um disparo da Mulher Cyborg, Garota Cyborg ou seja lá quem a comadre era. Felizmente o metabolismo dos vampiros não deixava brechas para sentir dor como o dos humanos. Dagon segurou a ferida onde a rajada energética havia acertado e grunhiu como um animal.
GRRRR! O Nome é Dagon, vaca! Mas você só vai precisar saber disso pra dizer ao Satanás quando estiver no infernoooo! HYYYAAAAAAAH!
O Vampiro saiu correndo utilizando-se de toda a sua velocidade vampírica para cima da mulher que o havia atingido. Quando chegou perto, Nosferatu saltou alto e transformou-se em névoa, gritando:
Vamos ver se você consegue fazer isso comigo preparado, moça! O mesmo truque não vai funcionar duas vezes.
Na verdade Dagon estava blefando. Ele tinha a intenção que a mulher usa-se seus sistemas para sugá-lo novamente e desferir seu ataque. Mas o que ela talvez não soubesse era que Dagon poderia se materializar rapidamente. E foi o que ele fez. Se a inimiga resolvesse sugá-lo novamente, ele deixaria ser sugado até que chegasse perto o suficiente, então se materializaria e enfiaria suas garras bem no olho biônico da mulher.
Você tirou sangue de mim. Agora eu vim pelo seu!
Dizendo isso, ele enfia um potente chute no meio da cara da vilã.
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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Nasinbene em Ter Nov 10, 2009 8:05 pm

Robin havia chegado ao escritório do FBI, um pouco depois dos outros Titãs. Ainda não haviam atinado para sua presença, tanto amigos quanto inimigos. Assim, quando Tim vê que Rose toma um rumo diferente ao do confronto direto e percebe que o Besouro parecia estar coordenando bem o ataque, Robin decide segui-la. Não por desconfiança, longe disso. Robin achava que Devastadora precisaria de apoio.
Assim, à sua maneira furtiva Robin a acompanha das sombras. Quando ela pergunta ao agente sobre a sala de evidencias, Robin pensa por um momento. Meras evidencias não atrairiam aqueles vilões até ali. Devia haver mais. Então, logo após a resposta do agente, Robin decide se deixar ver e pergunta:

- E as evidências especiais?

O agente responde que estão no subsolo e no caminho, Robin discretamente sorri para Rose. Estava satisfeito em tê-la por perto. Diabos, trabalhavam bem junto...
Ao chegarem ao local indicado pelo agente, dão de cara com dois vilões, Fadeway Man e Aranha Negra, que ao vê-los, ja começa a disparar.
Imediatamente, Robin salta, tirando o agente da linha de tiro e empurrando-o pra fora da sala:

- Saia daqui! Proteja-se!

Robin mal diz essas palavras e lança uma bomba de gás lacrimogênio na direção de Fadeway Man. Em seguida, diz a Rose:

- Devastadora, cuide de Fadeway Man. Ele é seu. Eu me encarrego do Aranha aqui...

Ainda se desviando dos disparos efetuados pelo vilão, Robin tenta desarma-lo com um batarangue. Em seguida, parte com um chute em direção ao rosto do inimigo. Aquele combate não podia se estender. O que os vilões (e consequentemente os Titãs) procuravam naquela sala poderia se perder. Era preciso agir rápido...
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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Administrador em Sab Nov 14, 2009 5:00 pm

Depois de receber uma rajada eletromagnética de Magenta e ver a vilã deixar o prédio, Freddy olhou ao seu redor e viu que seus colegas estavam ocupados com os outros integrantes daquela gangue de vilões. Seus colegas foram eficientes e trataram de ir até a sala de evidências, onde estaria o corpo do Amazo, o alvo dos vilões. Freddy seria útil para seus colegas, mas optou por seguir Magenta.
Freddy sabia que esta era apenas uma distração, mas no estado confuso em que Magenta estava, ela colocaria pessoas em risco. Então Freddy a seguiu pelos céus. No ar, ele apelou mais uma vez para a outra personalidade dela. O outro aspecto de Magenta tinha que surgir e assumir o controle, mas Freddy não sabia ao certo como fazer isto acontecer, então teria que se arriscar. Para Freddy, Magenta não era má, apenas mal orientada. E furiosa como ela estava, seus poderes magnéticos ameaçavam toda a população nos arredores. Freddy falou com ela mais uma vez antes de tentar algo mais drástico.

- Frankie, você já foi uma de nós! Você já foi uma Titã! Nós podemos te ajudar, mas você tem que querer nossa ajuda! Pare antes que alguém se machuque! No fundo você não quer fazer isto!

Se Magenta ignorar suas palavras, Freddy tentaria a agarrar no ar para imobilizar a adversária e a levar de volta paro o chão. Este seria o primeiro passo de seu plano. Depois viria a conclusão.

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Leo Rocha em Sab Nov 14, 2009 6:08 pm

Superboy e Besouro se encontram em frente a Estilhaço, que arremessa cadeiras e mesas contra eles. Os dois decidem utilizar um plano arrojado para deter o vilão, derretê-lo e congelá-lo em seguida. Superboy então se adianta em um vôo veloz na direção do inimigo. Ele se detém um pouco antes do local onde Estilhaço se encontra e, usando sua telecinese táctil, arremessa uma pedra contra ele. Estilhaço instintivamente se fragmenta para escapar da pedra e se lança na direção dos dois heróis. Besouro dispara com sua arma de nitrogênio líquido nos destroços que consegue e Superboy também segue a mesma tática com sua visão de calor, porém Estilhaço usa seu poder de forma a projetar na direção dos dois alguns destroços explosivos, que atingem os heróis. Ele se materializa segundos depois no outro canto da sala e, chutando uma porta, segue na direção das escadarias que levam ao andar de cima.
*************************************
Dagon estava ferido, mais em seu orgulho que em seu corpo. E decide revidar o ataque feito por Lady Cyborg. Ele parte em velocidade na direção da vilã gritando:

Arrow Vamos ver se você consegue fazer isso comigo preparado, moça! O mesmo truque não vai funcionar duas vezes.

Ela apenas dá um sorriso cínico e diz:

Arrow Realmente não será preciso...

Quando Dagon se aproxima, ela atira contra o chão e cai pela cratera aberta, deixando a nuvem vampírica no local onde ela estaria. De lá de baixo, ela grita:

Arrow Acho que o mesmo truque também não funciona comigo...

Em seguida, ela corre abrindo caminho com disparos nos agentes que ainda se encontram em seu campo de visão.
*************************
Marvel Jr. resolveu seguir Magenta. Mais do que a necessidade de evitar que a vilã ferisse algum inocente, Freddy tinha a esperança de apelar para seu lado bom e com isso "recuperar" a vilã. Quando ela se aproxima dela, Magenta já está planando por uma das ruas próximas ao prédio. Ele se aproxima falando:

Arrow Frankie, você já foi uma de nós! Você já foi uma Titã! Nós podemos te ajudar, mas você tem que querer nossa ajuda! Pare antes que alguém se machuque! No fundo você não quer fazer isto!

A confusão na mente de Magenta podia ser observada na forma como seus poderes se manifestavam naquele momento. Vários objetos metálicos, carros, placas de trânsito e semáforos se encontravam suspensos no ar. Pessoas assustadas assistiam a tudo e corriam em busca de abrigo. Caixas eletrônicos cuspiam cédulas que voavam com o vento. Ela se detém um momento e olha para o Capitão Marvel Jr. dizendo:

Arrow Eu.. Eu... Eu tentei fazer tudo certo.. Eu me espelhei nele pra sair do crime e agora... ele está morto... De que adianta fazer tudo certo? Pra que me medicar e ficar como um zumbi? Não existe final feliz! No final só sobra a dor!

Ao dizer a última frase, uma explosão pode ser vista saindo da meta-humana. Parece que a loucura amplificava seus poderes e este pulso energético poderia ser o sinal de que problemas maiores viriam. Os objetos metálicos começam a voar em todas as direções, inclusive os carros que se encontravam suspensos. Destes, 3 chamaram a atenção de Freddy: 1 tripulado por uma família (mãe, pai e duas crianças), 1 ocupado por um jovem casal e outro vazio, mas que ia exatamente na direção de uma lanchonete que estava lotada de pessoas que buscavam abrigo. Cabia ao herói mais uma decisão difícil.
***********************
Robin e Devastadora acompanham o agente do FBI até a sala e são recebidos pelos vilões FadeWay Man (Efêmero) e Aranha Negra. Robin, mais uma vez assume o comando da ação, empurrando o agente em direção à porta da sala e dividindo as tarefas com Devastadora.
Um dos batrangues arremessado por Robin atinge a arma que o Aranha Negra usava, enquanto a bomba de gás é teletransportada pelo Fadeway Man, que deixa tanto se teleporta para fora da sala. Notando o sumiço de seu oponente, Devastadora parte para cima do Aranha Negra junto com Robin. O vilão saca duas Katanas e diz:

Arrow Vocês não sabem o quanto eu torci para aqueles idiotas lá em cima não se meterem no caminho de vocês... Soube que vocês são os melhores lutadores do grupo. Hora de comprovar se sua fama é exagerada.

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Convidad em Dom Nov 15, 2009 10:06 am

- É, não ficou nada mal... - Rose diz sorrindo a Robin ao notar o novo uniforme do herói.

Com um aceno de cabeça a jovem concorda com o plano dele, mas ao lançar-se de espadas em punho na direção de Fadeaway Man.. o herói desaparece, fazendo jus ao seu nome. - Filho da p...

Rose detestava perder a deixa para uma batalha, por isso quando o Aranha Negra comentou sobre sua intenção de enfrentar os dois, apenas apoiou uma das mãos na cintura, com um sorriso irônico nos lábios. - Dois contra um não faz meu estilo, colega.

Voltou-se então para Robin, séria. - Alguém tem que seguir, gatinho. Tu sabe que tempo é um luxo do qual não dispomos agora. Além disso, os outros podem estar precisando de ajuda. Deixa que com ele eu me entendo. - depois Rose Wilson esboçou um sorriso, mas não era expressão de ironia de costume. Robin podia perceber que ela estava dando um voto de confiança para que ele prosseguisse atrás do que vieram fazer ali. Em seguida, com as duas espadas em punho, Rose parte para cima do Aranha Negra. Como ele também tinha duas armas, aquela seria uma luta difícil... e mortal.

Convidad
Convidado


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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Nasinbene em Seg Nov 16, 2009 7:12 pm

Aranha Negra havia desafiado Robin e Devastadora para a lutarem juntos, já que os considerava os melhores lutadores dos Titãs. Sério e já empunhando seu cajado, Robin encara o Aranha Negro comum olhar que congelaria o próprio inferno e saca seu cajado. Com determinação, Tim diz ao Aranha Negra:

- Não sou um pistoleiro do velho oeste, Aranha Negra, para me preocupar com fama, qualquer que seja ela. Mas vou detê-lo. Escolheu os adversários errados. Hoje a noite, na prisão, você vai pensar se temos fama exagerada ou não...

Robin começa a girar seu bastão e prepara-se para atacar, quando Rose toma a dianteira do combate, dizendo que se encarregaria de Aranha Negra e que Robin deveria prosseguir.
Tim pensa em protestar, mas percebe que Devastadora estava certa. E mais, Robin confiava nela. Então, Robin guarda seu bastão e virando as costas para o Aranha Negra, diz:

- Sua sorte acaba de piorar muito, Aranha Negra. Se eu e Devastadora lutássemos juntos, acabaríamos com você de forma rápida e quase indolor. Como você vai lutar contra a Devastadora... Se prepare para MUITA dor...

Já a caminho de onde estava o agente, Robin ainda diz a Devastadora:

- Deixo tudo com você, Devastadora. Ponha esse cara pra dormir e me encontre logo mais...

Robin não era de falar muito, mas sua atitude demonstrava que qualquer desconfiança que ainda tivesse sobre Rose havia desaparecido. Robin então se aproxima de onde havia empurrado o agente do FBI e pergunta:

- O que há de tão especial guardado aqui embaixo, que poderia atrair esses caras? Pense, homem, me de uma direção pra que eu possa investigar...

Enquanto aguarda a resposta do homem, o olhar de Robin esquadrinha toda a sala de evidências, procurando por algo que lhe chamasse a atenção. Algo que motivaria aquele ataque ao escritório do FBI. Ele era um detetive, afinal. Havia de descobrir alguma coisa...
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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Phelipe Peregrino em Ter Nov 17, 2009 8:25 pm

Besouro Azul: Droga!

Lamentou Jaime. Seu plano havia falhado. Não somente isso, Estilhaço havia corrido escada à cima. Pensou em gritar “Pega!!!”, mas mudou de ideia.

“Todos os anos jogando ‘Ragnarok’ me ensinaram uma coisa ou duas sobre táticas” pensou “Estilhaço é um inimigo forte (e burro) demais para correr dessa forma... Alem disso, nenhum dos outros vilões se mostrou sozinho e despreparado. Isso só pode ser uma armadilha”.

Besouro Azul: Superboy... – Falava baixinho. Sabia que era mais do que o bastante para a audição super privilegiada do novo ser mais poderoso da Terra captar – isso 'ta me cheirando à armadilha. Eles devem estar nos esperando.

Correu em direção das paredes do local, como se tentasse sentir o material.

Besouro Azul: Vamos surpreende-los. Tente intercepta-lo através das paredes.

O Besouro sorriu, como se uma boa recordação lhe viesse à mente...

Besouro Azul: “A melhor maneira de vencer um Pré-Cast é evitando-o!” – continuou – Escaravelho. Tente conseguir um mapa do prédio. Veja se há um local onde possamos ter vantagem em combate.

Depois Jaime aguardou o movimento de Superboy, iria segui-lo de perto para ajuda-lo no que fosse preciso.

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Re: Missão 2: Um corpo pra chamar de meu...

Mensagem  Administrador em Qua Nov 18, 2009 11:45 pm

Diante do caos criado por Magenta, Freddy tomou a decisão de aparar o deslocamento do carro vazio que estava para ir contra uma lanchonete lotado. Os outros dois carros, ocupados por uma família e um casal respectivamente, estavam suspensos, mas não foram arremessados pelo magnetismo de Magenta. Então Freddy teria que ser rápido para impedir o carro de colidir com a lanchonete e logo depois avançar contra Magenta, antes dela mover os outros dois carros.

Assim Freddy parou o carro e depois jogou contra Magenta. Ela teria que voltar toda sua atenção para o carro arremessado por Freddy e assim seria obrigada a soltar os outros objetos. Freddy então cuidaria para colocar os outros carros sem segurança no chão. No entanto, não era possível continuar aquele embate.

Inocentes eram ameaçados e era preciso uma solução mais rápida possível para aquele conflito. Então Freddy usou sua velocidade e vôo para voar ao redor de Magenta. Em seguida, ele avançou contras as costas dela e a agarrou. Mais uma vez ele a abordou com palavras.

- Você está enganada! Flash ainda não está morto! Ele ainda está vivo! Ele e os outros heróis estão apenas presos em outra dimensão! Meus poderes místicos sentem isto! Eu juro que nós vamos libertar Flash e os outros! Nós, os Titãs! Então, por favor, pare com isto!

Se Magenta não cessar os ataques destrutivos, Freddy prosseguiria com a segunda parte de seu plano.

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