Capítulo 0 - Prólogo.

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Re: Capítulo 0 - Prólogo.

Mensagem  Ricardo Sato em Seg Set 03, 2018 9:52 pm

Mordai muda o peso de um pé para o outro enquanto Hilmes termina seu dicurso, o desejo de falar lutando contra a vontade de não fazer isso ali diante de todos...seu "desejo" era algo simples até mesmo tolo, que ele desejava apenas solicitar a sua majestade em particular...mas aquela era uma oportunidade sem igual.

Sua majestade....se me permite....



Meu desejo é simples, nada de tanto valor, já tenho ouro o bastante de meus anos em serviço....mas antes devo dizer umas palavras pra que meu desejo não pareça tão fútil aos seus olhos...aos olhos de todos os meus companheiros.A maioria aqui me conhece apenas como a rapaz que surgiu um dia de lugar nenhum para ser o guerreiro de Áries, mas essa não é bem a verdade...literalmente nasci no campo de batalha no mesmo dia em que minha tribo foi conquistada e fui naquele mesmo dia "escolhido" por sua majestade Andrágoras III e desde então tenho servido.Jamais guardei mágoas desse lugar, primeiro por não ter nenhum laço real com o lugar de onde vim e principalmente porque o rei poderia ter mentido para mim mas jamais o fez, meu dever tem sido minha vida e tem sido por pouco menos do que três décadas...

Seu olhar discretamente passa belas belas guerreiras ali presentes porém nem uma sombra de luxúria em seus olhos, desejo sim mas um mais simples do que o carnal e depois por uns poucos segundos para sobre as crianças antes de voltar-se para o rei.

Minha vida é guerra por quase tanto tempo quanto um soldado as vésperas de se aposentar e não falo isso para me glorificar...seria tolo fazer isso aqui onde as habilidades de todos nessa sala só seriam possíveis com uma fusão de talento e experiência equivalente....

Meu desejo é o direito que qualquer soldado tem depois de uma vida de serviço...o direito de descançar, se aceitar o meu  desejo continuarei meu serviço por um tempo e prepararei alguém de minha escolha ou sua majestade, para estar a altura da posição de guerreiro de Áries e comandante, sei que em minha própria divisão existem candidatos a altura do desafio.Mas depois pretendo dar baixa sem ressentimentos e sumir, não mais me envolver com os campos de batalha,viajar, conhecer o mundo...uma boa mulher...ter filhos...paz...não tenho nem ideia de como conseguir ter uma família,não sei como é ser uma família, só aprendi a silenciar pessoas não a falar com elas, mas gostaria de tentar.

Nunca fui dono do meu destino,nunca escolhi um objetivo pra mim mesmo, nunca quis algo para mim, minha vida sempre foi minha missão, desejo que minha vida possa se tornar somente isso algum dia...minha vida, minha escolha.É tudo que desejo, o poder para um dia quando estiver pronto, decidir partir daqui como um amigo e companheiro e desejar-lhes sorte em sua jornada.

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Re: Capítulo 0 - Prólogo.

Mensagem  Wesker em Ter Set 04, 2018 8:04 am

Mesmo que os cavaleiros nãos e pronunciassem a ela, Capitã Liliana sempre tinha ao menos um sorriso no rosto e fazia um leve menear com a cabeça conforme se aproximavam e se apresentavam perante o rei, havia escutado falar mesmo daqueles que nunca tinha visto e/ou conversado, o bastante para saber sobre eles e respeita-los.

(Se uma pirata megalomaniaca é a mais sociavel, vocês tem um problema)

Mesmo com o olhar feio de Ellijah, Liliana não parecia menos cordial. Ela estava prestes a se afastar quando ouvia a pequena Ellisa:

Ellisa: Viu só, onii-chan?! - Ela se virou para o irmão, que ainda olhava para tudo desconfiado. - Duas mulheres guerreiras! Eu disse que eu poderia ser uma guerreira um dia!

- Na verdade...3 - Ela abaixava-se atras da garota, apontando em outra direção de forma que ambos podia ver sua mão indicando um dos cavaleiros: - Clare Youma, o "Relampago Dourado". Ela é uma guerreira extremamente habilidosa e leal...Apenas é mais reservada, mas pode confiar nela.

Levanta-se dando as costas : - Mas agora somos 4 ao todo, não?

(Porque alimentar esperanças dos demais era a especialidade dela!)

Observava a medida que os demais pareciam apenas querer aguardar. Após alguns segundos, apenas bocejava e se espreguiçava demoradamente

(Excelente idéia para alguem usando um palmo de saia)

Logo contudo Hilmes começava a falar.

Ela ja havia jurado sua lealdade, mas claro que o novo rei queria assegura-la.

Hilmes: Quando meu pai lhes tornou Guerreiros do Sol ele lhes deus suas armas mágicas. Em troca de sua lealdade, ofereço um desejo. Cada um de vocês pode me pedir algo agora mesmo. Claro que há de ser um pedido que eu possa conceder. Isso também inclui vocês, pequenos filhos de Gêmeos.

Piscava para os irmãos de Gêmeos que deveriam estar confusos em meio a tudo aquilo, para mais uma vez olhar demoradamente para Leão.

- Acho que ele vai precisar de algumas palavras Kaiser...

Mas a Capitã sabia muito bem o quão este poderia ser intimidador com um simples olhar, e ja tratava de não encara-lo após fazer isso.

Um desejo.

O que os 12 maiores cavaleiros do Reino poderiam querer, que ainda não tinham?

Fama? Fortuna? Glória?

Talvez houvesse pouco que ainda não tivessem alcançado. Talvez o desejo não fosse assim tão importante.

Não para ela...

Liliana pensava nas diversas coisas que poderia pedir

(E são diversas. Mesmo. Isso poderia levar um tempo)

Contudo, quem muito quer, muito perde.

Ela aguardaria para ver o que os demais pediriam antes de se pronunciar...

(Afinal, vai que alguém tem uma idéia melhor e ela gosta o desejo?)


Era quando Mordai, de Aries falava.

A expressão dela era de estranheza no começo de tudo aquilo, (Não da para esperar que uma maluca entenda algo assim) mas no final do pedido dele, ponderava que Mordai havia optado por PEDIR por uma aposentadoria, e não simplesmente sumir. Liliana sorria na direção dele, a medida que terminava de se pronunciar:

- Mordai, o fazendeiro. - Olhava para cima como se imaginando, não falava de forma muito alta. Complementando em seguida: - Espero ser convidada, ou vou simplesmente INVADIR seu casamento.

(E ela vai...)


Última edição por Wesker em Ter Set 04, 2018 10:47 pm, editado 2 vez(es)

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Re: Capítulo 0 - Prólogo.

Mensagem  Nasinbene em Ter Set 04, 2018 10:28 am

Não demora e Hilmes se pronuncia, indagando aos Cavaleiros se estes seriam leais a ele como foram a Andrágoras. Essa era uma questão muito clara na mente de Harold e possivelmente sua resposta viesse a desagradar o novo rei. No entanto, se tinha alcançado a patente atual dentro do exército, se tinha conquistado medo e respeito por onde passava, se tinha merecido a lealdade de seus homens foi sendo ele mesmo, não atuando e dizendo o que as pessoas querem ouvir. Ouve o pedido de Mordai e sua declaração de lealdade. Quando o Cavaleiro de Áries termina, Harold toma a frente e faz sua voz imponente soar na sala do trono:

- Sou Harold de Touro, como todos aqui sabem. Nunca fui muito afeito a falar, a não ser que seja pra comandar minhas tropas, então serei breve.

Harold então olha diretamente par o rei Hilmes e diz:

- Sou um soldado. Lutei ao lado de seu pai inúmeras vezes e como vossa majestade bem lembrou, não nos conhecemos. No entanto, o quer tenho a dizer agora eu teria dito também ao seu pai. Ele conhecia bem o bastante meu coração para não ter que me perguntar sobre minha lealdade... mas já que deseja saber, deixarei isso muito claro.

O Cavaleiro de Touro então caminha até o centro da sala do trono e aumenta ainda mais seu tom de voz, fazendo-se ainda mais claro, mesmo para os mais distantes::

- Minha lealdade é total ao Reino e ao exército de Sarabi. Não importa, pra mim, quem está sentado no trono... Desde que essa pessoa seja tão leal ao reino quanto eu, estarei ao seu lado e a protegerei com a minha vida.

Harold então volta a se aproximar do trono e olha bem no olhos de Hilmes e declara o desejo de seu coração:

- Meu desejo, Rei Hilmes? Meu desejo é poder defender o reino que me salvou de tudo e de todos... me garanta isso e terá um homem feliz lutando entre suas fileiras...
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Re: Capítulo 0 - Prólogo.

Mensagem  Lib em Ter Set 04, 2018 11:05 am

Liliana: Mas agora somos 4 ao todo, não? - Disse a pirata.

Ela própria não vira, afinal estava de costas, mas o rosto da menina se abriu num sorriso nunca antes visto por Ellijah. Pareceu se iluminar, contornado pelos cabelos dourados, brilhante como um sol! Seus grandes olhos claros reluzindo de empolgação. Nem mesmo o toque frio das mãos metálicas do irmão pôde diminuir o calor que tomou conta do seu peito naquele momento! "Sim, agora somos quatro!" ela teve vontade de gritar.

O mundo girou e pareceu ficar turvo diante de seus olhos, e ela mal prestou atenção nas palavras do rei, que soava como ecos distantes. A única coisa que ela ouvia era o doce som da voz de Liliana dizendo "Mas agora somos 4 ao todo, não?".

Hilmes: Então, o que desejam? - Seu torpor só foi quebrado com essas palavras.

Um pedido! Um desejo! Ela sabia o que queria... Quis isso a vida toda. Seu coração batia tão pesado que mal ouviu as palavras do Cavaleiro de Aries. "E se o rei disser não?" ela pensava "e se ele for mais um dos que acham que eu não sou capaz?!" Não importa! Ela nunca deixou o medo a impedir antes e não seria agora que iria começar.

Olhou nos olhos do irmão. Ellijah olhava de volta pra ela. No fundo dos olhos, como quem olha diretamente para sua alma. Ela viu ali o amor mais sincero de todos. E viu o quanto o irmão estava com medo por ela. Sabia que a única coisa que motivava-o era protegê-la, e ela viu, nos olhos dele, que ele já sabia o que ela ia pedir. Era como se, em silêncio, ele implorasse para ela não o fazer.

Mas ela respirou fundo. E deu um passo à frente.

Ellisa: Majestade! - Ela se apresentou e fez uma reverência cordial. Como filha de um dos 12 Cavaleiro, cresceu num ambiente de status elevado, por isso sabia muito bem se comportar na corte, quando precisava. - Se me permite, eu gostaria de fazer meu pedido.

Ellijah: Ellisa, não! - Ele sussurrou ao lado dela, e havia um tom de súplica e choro em sua voz.

Ellisa sentiu um aperto no peito por estar fazendo isso com o irmão, e por um micro segundo, pensou em mudar de ideia. Mas ouviu, mais uma vez, a voz desafiadora da Capitão Liliana dizendo "Mas agora somos 4 ao todo, não?" e isso afastou completamente a dúvida.

Ellisa: Se me permite, majestade... - Ela repetiu, tentando escolher as palavras. - Eu gostaria de entrar para o exército no posto do meu pai! - Ela engoliu em seco e olhou ao redor, tentando ler a reação dos outros cavaleiros. Seu irmão, estava congelado, os braços caídos ao lado do corpo, numa expressão de pura derrota e desespero. - Sei que eu não tenho experiência para a patente do meu pai, eu sei disso. Mas meu pai sempre se orgulhou de ter ao seu lado grandes conselheiros de guerra, que o ajudavam em todas as decisões. E eu juro de todo o meu coração que irei aprender. E vou me tornar a melhor de todas as estrategistas de guerra em suas fileiras! Eu passei minha vida estudando medicina e tudo que tem relação com ela. Eu posso fazer do batalhão de gêmeos o maior batalhão de apoio e resgate do reino!

Ellijah olhou para o rei desesperado, implorava, com os olhos para que ele recusasse um pedido tão insano. Mesmo assim, ficou calado.

Ellisa: Majestade, ao contrário do cavaleiro de Áries, eu não nasci num campo de batalha. Ainda assim eu travo uma luta diária. Contra meu próprio corpo. E essa é uma luta que não vale a pena ser lutada se eu não estiver fazendo nada que signifique algo para alguém.

Ela finalmente parou. Respirou fundo. Fez uma reverência profunda e disse em tom sóbrio.

Ellisa: Esse é meu pedido, majestade.

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Re: Capítulo 0 - Prólogo.

Mensagem  Pedro H. Oliveira em Qua Set 05, 2018 2:45 pm

Sufer estava surpreso com a reação daquele que seria coroado rei em breve. Era verdade que o Cavaleiro quase não teve contato com o príncipe em sua vida, diferente de seu pai com que teve vários contatos ao longo do ano, mas mesmo assim, um rei questionar a lealdade de seus cavaleiros mais poderosos naquele instante era bem inusitado e diferente, porém levemente compreensível diante da situação.

Ele falava sobre realizar desejos dos cavaleiros, tal atitude não parecia impensada, principalmente vinda de um homem como aquele que seria coroado e o Canceriano sabia muito bem disso: Hilmes demonstrava uma postura calculista e analítica, era muito mais provável que aquilo fosse um teste do que uma premiação qualquer.

- Meu Senhor. Desde o dia que conheci seu pai, jurei lealdade ao Reino e prometi protege-lo com minha vida e isso vale para todos os dias de minha vida. Tanto eu quanto meus companheiros concordamos com isso desde o Dia 1, então acredito dizer por todos isso.

Ele faz uma pausa enquanto olha para seus companheiros rezando para que nenhum deles descorde daquilo ou tente mata-lo no meio do caminho.

- Com relação ao meu desejo, peço apenas que o senhor cumpra com seu juramento e proteja a população com um todo, independente da origem, condição financeira ou qualquer outra coisa. Um velho mestre certa vez disse que 'a espada é uma arma elegante para tempos mais civilizados' e eu espero que minha espada continue no lugar que pertence: sua bainha.

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Re: Capítulo 0 - Prólogo.

Mensagem  Wesker em Sab Set 08, 2018 10:12 pm

Bom...Ninguém por ali era exatamente um poço de ambição

(Ou ao menos ninguem mais)

Os cavaleiros juravam sua lealdade, algo que capitã Liliana ja havia feito e faziam pedidos simples, como proteger o reino ou seguir lutando.

Era o esperado. Falando no que era esperado, logo a garotinha de Gemeos se pronunciava. E aquilo sim chamava a atenção

(Pelo visto sua capacidade de causar problemas era bem ampla)

Liliana sorria de forma discreta, levando uma das mãos ao rosto para não chamar atenção.




- Eu gosto dela! - Falava para os demais, qualquer um dos cavaleiros que estivesse próximo a ela, ouviria. - Majestade... - Capitã Liliana, da mesma forma que os demais dava um passo a frente, se pronunciando a respeito do questionamento do rei. - Como ja foi dito, acredito que nenhum de nós esteja considerando romper nosso juramento. Afinal nós... - Olhava por um segundo para todos, inclusive os filhos do cavaleiro de Gemeos - Somos os 12 Cavaleiros do Sol.

(Na verdade faltam 2...Mas a matemática fecha com as crianças então ok)

- Quanto ao meu pedido, gostaria de manter minha..."Liberdade" que tenho ao mar. Se isso não mudar, minha lealdade com Sarabi também não.

(Não era o ideal. Podia pedir outra espada, ouro, joias mas fazer o que)

Da mesma forma que Hilmes queria reassegurar a posição deles, ela queria o mesmo com a dela.

(Nem mesmo outro cavaleiro ia querer estar no mesmo oceano que aquela maluca)

Desde qua a "Louca dos Mares" pudesse agir como sempre agiu, fazia "parte do pacote" defender o reino e seus ideais até aonde o oceano fosse capaz de alcançar.

(Eventualmente com um navio afundado aqui e ali mas...)

Não era um acordo ruim afinal.

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Re: Capítulo 0 - Prólogo.

Mensagem  Scorpion em Seg Set 10, 2018 5:44 pm

Depois que todos ali fizeram os seus pedidos, era a vez da Guerreira Virgoniana.
Ela ajoelhou-se e pousou o escudo no chão.

Gabrielle: Assim como todas as Virgonianas que usaram o cinturão de Virgo, eu jurei e ainda juro lealdade ao reino e a quem ele significa. Darei sempre o meu melhor e a minha vida, se necessário, para defender este juramento.

Isso era inteiramente verdade? Gabrielle ainda seria fiel a um rei que, de repente, só trouxesse sofrimento para seu povo? Esperava nunca ter que descobrir isso.
Era a vez então do pedido.

Gabrielle: Como vossa majestade bem sabe, a portadora do Cinturão de Virgo não pode acasalar nunca. Do contrário, seria recusada pela estrela de Virgo, que brilha sobre a minha ilha. Entretanto, o meu amor pelas crianças e pelos orfãos é conhecido em nosso reino. Eu gostaria então da permissão de vossa majestade para adotar e criar uma criança. É meu desejo de todo coração ser mãe e, por mais que não possa gerar uma vida, eu quero poder criar uma.

Aguardou então a resposta do impresador.

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Re: Capítulo 0 - Prólogo.

Mensagem  Guima em Qua Set 12, 2018 1:42 pm

O cavaleiro de aquário observava os demais em silêncio, taciturno. Eles possuíam "ambições" benevolentes... A maioria pensava no bem maior do reino. E isso era bom, Auron respeitava isso, ele mesmo tinha ambições parecidas... Mas todos tinham lealdade ao rei ou ao reino... Algo que Auron não tinha...ele não era leal ao rei, nunca foi. Sua lealdade era consigo mesmo e com sua própria bússola moral. Sua proximidade ao rei foi feita numa ocasião inusitada onde eles lutaram juntos, mas o rei estendeu a mão como amigo e não como um líder...É em troca Auron tornou seu batedor, seu vigia, os olhos do rei além de suas fronteiras. Por isso quando Hilmes apareceu diante de Auron o mesmo olhou no fundo de seus olhos e não se prostrou. Não eram olhos desafiantes ou insolentes, era apenas um homem olhando para outro.

- Sinto lhe dizer, Hilmes...mas se quer minha lealdade você não irá obte-la assim, em troca de um desejo. Todos esses anos e seu pai não consegui minha lealdade e não seria você que a conseguiria assim tão fácil. Se você discorda de minha decisão eu entrego a arma que seu pai me deu sem nenhum arrependimento. Tenho certeza que você encontrará alguém digno para possui-la...

Auron estende sei braço e coloca o infinito whip entre ele e Hilmes.

-...mas se vc quiser eu posso continuar a fazer o trabalho que fazia ao seu pai. Sendo os olhos do rei além da fronteira. Vendo até onde chega os benefícios do reinado, onde não chega. Estou aqui para fazer com que a balança da justiça esteja sempre equilibrada. Se puder lidar com isso não quero nada em troca além de fazer o que faço e estar pronto para lutar ao lado da elite dos 12 cavaleiros. A escolha na verdade é sua....

Auron não tinha mais nada a dizer...

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