The Man Who Sold the Sword

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The Man Who Sold the Sword

Mensagem  Nasinbene em Sex Mar 02, 2018 12:36 pm

Em algum lugar do espaço/tempo:

Um alarme estridente soava incessantemente desde a alguns minutos, preenchendo totalmente o costumeiro silêncio da opulenta instalação. Guardas mecanizados seguiam sua programação, buscando qualquer movimento suspeita, prontos pra vaporizar o motivo de sua ativação. Na sala mais alto do complexo, um homem monitorava com extrema atenção as imagens que as as câmeras de segurança enviavam para sua Central de Segurança. A melhor segurança do multiverso estava à sua disposição, as melhores medidas de resposta estavam ao alcance de seus dedos... Tudo inútil. Tudo em vão... Por mais atento que ele estivesse, por mais que o complexo fosse inexpugnável, o motivo da ativação de todo esse aparato de segurança sorria, protegido de toda essa parafernalha. Os sensores sentiam sua presença no complexo, mas não eram capazes de detectar sua posição exata. Por vezes, passaram a centímetros dele, sem sequer notar sua presença. Ele então decide que era hora de dar prosseguimento ao seu plano. Era hora de deixar aquele bolsão dimensional. Assim que ele deixa o local, o aparato de segurança silencia, deixando para o frustrado homem na sala mais alta do complexo um único recurso. Com um suspiro de desanimação, ele aciona um botão e aguarda o resultado de sua ação...

***

Abraham Lincoln High School, San Francisco, CA

Era por volta de duas da tarde e o tédio de Thomas estava em seu ápice. Era aula de trigonometria e o rapaz viajava, se perguntando em quantos lugares diferentes ele poderia estar naquele momento... Na praia, na cinema, mesmo em casa... Qualquer lugar seria melhor que ali. Pensando nisso, o rapaz pede licença para ir ao banheiro. Não estava entendendo patavina mesmo, não iria perder grande coisa... O rapaz sai da sala e o corredor estava tão silencioso quanto possível pra uma escola, apenas o zelador esfregava um pano encardido no chão, como se aquilo fosse limpar alguma coisa...
No momento em que o rapaz atravessa a porta, um intenso clarão ilumina o corredor, alarmado o zelador. Quando o homem corre para ver o que se passava com o garoto, ele nota que o banheiro estava vazio, como se ninguém tivesse entrado ali...

Quartel do Corpo de Bombeiros de San Francisco, CA

Tinha sido um dia cansativo... Aparentemente, os incendiários tinham voltado à moda, já que o cadete Walsh não trabalhava tanto a muito tempo. E não eram só os incêndios... Entre resgates e acidentes, Connor tinha tido um dia cheio. Estava feliz pelo fato de não ter havido vítimas fatais... Tinham salvado muitas vidas naquele dia. Era quase o fim do seu turno, ele na verdade havia se sentado para tirar o coturno e trocar de roupa. Precisava passar comprar comida para o gato e isso tomaria um tempo...
Mal havia tirado a nota e o alarme de incêndio soa novamente, como uma provocação. Infelizmente, a ração de Dirceu teria que esperar...
Calçando rapidamente seu coturno, Connor corre para descer o clássico pilar que levava os bombeiros à garagem... Assim que passa para o piso inferior, uma intensa luminosidade ofusca seus colegas, que passariam a próxima hora procurando Walsh e tentando entender porque o alarme tinha parado de tocar...

Hollywood, Los Angeles, CA

A viagem tinha sido longa, Bia estava acabada. Tinha saído de San Francisco na noite passada e dirigido a noite toda para chegar até a Meca do cinema. Como não tinha conseguido um voo a tempo, a solução foi pegar o carro e correr ao encontro de seu destino.
Ainda bastante abalada pelo sono, a jovem atriz apenas tinha tido tempo pra tomar um café e retocar a maquiagem antes da reunião. Era sua grande chance, não poderia fazer feio. Ali, dentro do carro em frente ao restaurante se perguntava como ele seria...
O homem havia se interessado por ela... Ou melhor, pelo seu trabalho. O grande nome de Hollywood tinha reparado nela. A ficha tinha finalmente caído e agora Bia estava apavorada... Spilberg iria fazer um remake de De volta para o Futuro e ela havia sido cotada para a namorada de Martin McFly. Era um papel menor, é verdade mas era num filme se Spilberg... Precisava causar uma boa impressão...
Ela então decide sair do carro... E, meia hora depois do horário marcado o cineasta desiste de esperar a atriz, deixando o local e estranhando um carro vazio e com a porta escancarada...

Morganti Dojo, San Francisco, CA

Morganti surrava impiedosamente o jovem rapaz à sua frente. Suando copiosamente, soco após soco o "sensei" massacrava o jovem, que heroicamente se mantinha em pé. Passava pelo processo de espancamento para ser graduado na faixa seguinte do controverso método de treino do "sensei". Como não aguentasse mais bater, Morganti finalmente dá por encerrado aquele espetáculo horrendo, enxugando o sangue das mãos numa toalha que um de seus discípulos lhe estendia. Rapidamente, outro rapaz traz um squeeze com isotonico, para que o distinto mestre não desidratasse demais. Tudo como o planejado, como sempre ocorria em sua graduações. O rapaz agredido, já desfigurado pela força dos golpes, saúda o mestre e volta para seu lugar, sem saber ao certo o que de fato havia aprendido. Nesse momento, o mestre percebe que a faixa que o rapaz receberia não estava no local de costume. Olhando com desaprovação para seus assistentes, ele mesmo se levanta e vai ao cômodo ao lado, buscar a tal faixa. No entanto, o mestre não voltaria para junto de seus alunos, para desespero do rapaz agredido. Um clarão, uma forte luminosidade e seu mestre não estava mais ali... tinha suportado aquele ritual de agressão à toa...

Igreja de San Juan, proximidades de San Francisco, CA

Tinha muito tempo que o reverendo Kowalski não se sentia assim.
Animado, ele pregava como se o próprio Senhor estivesse ali, falando através de seus lábios. Era uma sensação boa, ele tinha certeza de que essa noite salvaria muitas almas... Se houvessem mais pessoas na igreja. O reverendo habitual não se sentia bem, então Kowalski tinha assumido seu lugar. Uma velha beata surda, um cão sarnento (que se coçava a cada dois minutos) e um bêbado que roncava no banco do fundo eram sua assembléia naquela noite. Ah, se mais pessoas pudessem ouvi-lo... certamente salvaria muitas almas.
Mas não era o caso. E, de toda forma, não fazia diferença agora.. Matthew parecia verdadeiramente tomado pelo Espírito Santo e pregava como nunca antes. Sentia-se leve ao fim do sermão, como se um peso tivesse sido tirado de seus ombros. Do lado de fora da igreja, já com o habitual cigarro nos lábios,  o reverendo sente o pungente chamado da natureza. Ignorando a velha que vinha lhe perguntar sobre o sermão, o padre entra no banheiro que ficava na parte de trás da igreja. A velha (que era surda, mas enxergava muito bem) passaria os próximos dias relatando que o bom reverendo tinha sido arrebatado por conta de seu sermão fenomenal, já que nunca mais foi visto por ali...

Subúrbio de San Francisco, CA

Jackson se levantava da cama com dificuldade, aquela noite tinha sido realmente demais para ele... Ainda sem vontade, ele levanta da cama, veste-se e vai até a cozinha. Por mais difícil que a noite tenha sido (e talvez justamente por conta disso) estava faminto, sentia-se como se pudesse comer um boi inteiro sem a menor dificuldade.
Ele prepara seu café, come até se saciar e prepara-se para sair para o trabalho quando nota que sua carteira havia ficado no quarto... quando ele abre a porta do quarto, é envolvido num clarão e no instante seguinte não estava mais em sua casa (Leo, procurei ser o mais vago possível já que você ainda não tinha criado o histórico do cara).

***

Em algum lugar do espaço/tempo:

Após o forte clarão, seis pessoas estranhas se vêem numa sala que parecia saída de um filme de ficção científica. Muitos monitores mostrando vários lugares diferentes, em vários pontos do mundo.. alguns inclusive mostravam cenários totalmente alienígenas, com seres além da compreensão da mente humana cuidando de suas vidas. Antes que possam tomar qualquer resolução, uma voz vinda de um ponto mais escuro chama a atenção de todos:

- Peço desculpas por tirá-los de seus afazeres... foi rude de minha parte, eu suponho. No entanto, situação desesperadas pedem medidas desesperadas... - enquanto fala, o homem caminha lentamente para a luz, na direção das pessoas que, agora percebem, estão no centro do cômodo, sub uma luz que parecia um holofote - - Assim, me vi obrigado a trazê-los aqui... mas foi por um bem maior, como certamente notarão.

Nesse momento, o homem já está totalmente sob a luz e todos podiam ver a pessoa que os havia trazido até ali. Com um forte sotaque que eles não conseguiam identificar, o homem parecia ter uma certa idade e se movia com certa dificuldade, Parecia alguém familiar, embora não soubessem identificar exatamente onde haviam visto tal pessoa. Muito polido e cortês, o homem apoiava-se em uma bengala para andar:




Em uma das mãos, o homem carregava uma estranha arma, que alguns ali também tinha certeza de já ter visto antes antes:




Percebendo o desconforto dos seus "convidados", o homem continua:

- Mais uma vez, peço que me perdoem. E não se preocupem com essa arma. Foi ela que usei pra trazer vocês aqui. Caso estejam se perguntando onde estamos, o nome não é importante. Na verdade, não creio que haja um. No entanto, caso precisem chamar de alguma coisa chamem somente de arsenal. Estou aqui já a tanto tempo que nem me lembro mais... acho que até esqueci como se fala com as pessoas... mas enfim, estou divagando... deixem-me dizer o motivo de eu os haver incomodado. Este lugar foi criado pra armazenar toda e qualquer arma já imaginada por cada ser no cosmo. Tenha ela sido criada ou não. Existimos além do tempo e do espaço, então detalhes como passado e futuro são irrelevantes. Luzes, por favor.

As luzes se acedem e é possível ver as paredes preenchidas por armas... desde o chão até o teto, que se perdia a kilometros de altura. Curiosamente, o ponto onde estavam mostravam armas que tinham figurado em algum tipo de mídia na Terra... Era possível ver um Sabre de Luz, o Martelo de Thor e o Escudo do Capitão América, por exemplo. Mais ao lado, uma infinidade de batarangues e armas morcego lotavam toda uma seção. Sem esperar qualquer pergunta o velho continua:

- Vejo que notaram as armas da assim chamada "ficção" de seu planeta. Como eu disse, todas as arma já imaginadas estão aqui, inclusive as da ficção. Seu povo é muito imaginativo nesse sentido, devo dizer... A arma que eu usei pra trazê-los aqui, por exemplo, pertence a um jogo chamado Portal. Muito útil, na verdade. Bem, o motivo de eu os ter trazido aqui é que um item valiosíssimo de minha coleção foi tirado daqui. Roubado, por assim dizer. Por algum motivo, os sensores das câmeras de segurança não foram capazes de detectar o ladrão... sei apenas que ele foi para sua cidade. E é por isso que estão aqui... não posso sair dessas paredes ou morreria... uma maldição, por assim dizer. Preciso de... como devo chamar... títeres, campeões, testas de ferro... ou qualquer outra designação que lhes agrade. Tragam meu item de volta pra mim e serão regiamente recompensados. Além do risco que seu mundo corre caso o item permaneça lá por muito tempo. Para ajudar em sua tarefa, lhes darei um item de meu arsenal ficcional para cada um... basta imaginarem e a arma estará disponível. Elas funcionarão exatamente como nas mídias de onde as imaginarem, apenas um pouco mais limitadas...  Serão suas, diga-se passagem... posso contar com sua gentil ajuda, não?

o homem então apoia-se em sua bengala e passa a fitar o grupo com olhos ávidos... apesar de calmo e contido ele aparentava estar bastante impaciente...

Nota Narrativa: Jogo oficialmente iniciado, galera... podem falar com o velho, fazer perguntas enfim... interajam com ele e entre vocês
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Re: The Man Who Sold the Sword

Mensagem  Dan Leonardi em Seg Mar 05, 2018 4:09 pm

CORES::
Vou usar azul para pensamentos e verde para minhas falas, ok?

Olho para todos os lados, girando a cabeça e o corpo, maravilhado com tudo aquilo. O fato de eu ser um consumidor de ficção em sua diversas mídias e reconhecer quase tudo que estava em minha volta fez com que eu esquecesse por um minuto que tudo aquilo era IMPOSSÍVEL!

Minha cara de espanto e contemplação se foram assim que percebi que, comigo, haviam mais pessoas, e elas, assim como eu, não faziam idéia do que estava acontecendo.

- Caramba! No que será que me meti desta vez?

- Espera... Trigonometria, Só pode ser isso. Estou dormindo! Preciso acordar antes que me zoem na sala de aula.

- Só mais um pouquinho... Esse lugar é muito maneiro! Olha lá!!! É o escudo do Capitão, a espada do Conan, a MARRETA BIÔNICA do Chapolin. Que incrível!

- Não... não pode ser! Aquilo ali é... CARALHO!!!! É a Zanpakutou do Kenpachi! Um dos meus animes preferidos! Foi graças a ele que comecei minhas aulas de Kendo.

Meus olhos brilhavam ao ver aquela Katana, sua lâmina era toda ferrada, cheia de imperfeições igual a do anime. Uma arma que ninguém daria nada, a menos que soubesse do que ela é capaz.
Aquilo me fez ignorar tudo ao meu redor novamente. Nem me prestei atenção no que um velho que surgiu do nada estava dizendo.

- Caramba! tenho q acordar. Já devo estar com a cara toda pintada pelo pessoal do fundão... Aqueles imbecís.
Preciso saber como acordar agora, isso aqui é lindo, mas a realidade é cruel.

Fecho meus olhos com força, tentando de alguma forma acordar. Me concentro... e nada.

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Re: The Man Who Sold the Sword

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Qui Mar 08, 2018 4:41 pm



Treino... Isso que eles são... Treino para mim.

Força... Forma... Poder...

Meus alunos serão gratos por isso...

De repente... Esse clarão...?

Ele me mostra armas da minha infância... Ficção?

-Do que esta falando, senhor? Qual seu nome e o que quer conosco?

Fecho meus punhos e me preparo para atacar caso eu seja ameaçado, enquanto meu corpo ainda esta quente.

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Re: The Man Who Sold the Sword

Mensagem  Leo Rocha em Qui Mar 08, 2018 8:54 pm

Dante acorda cansado e com fome. Nada que se incompatível com a noite que ele teve em seu trabalho: espancar alguns caras de uma gangue rival até eles não terem mais condições de pedir pra parar geralmente daria fome e cansaço em qualquer um.
Ele dá uma mijada enquanto se olha no espelho, avaliando o prejuízo que sofreu. Curiosamente só um roxo no lado esquerdo do rosto. Nas mãos, uns poucos machucados causados pelos golpes que ele desferiu.
Ele vai até a geladeira e pega uma caixa de leite, virando o conteúdo inteiro até se sentir satisfeito. Em seguida, pega alguns chocolates e se põem a mastigar enquanto olha o celular. Uma mensagem lhe chama a atenção: Woodstock Bird avisava que o chefe dos Blacks, JZ, queria conversar com eles sobre a próxima ação. Ele então bota uma camisa, coloca sua banana e sai. Quando já estava na porta, lembra da carteira, mas ele mal sabia que antes de ver sua carteira novamente, ele veria sua vida inteira mudar...

Num piscar de olhos, ele estava num cenário de guerra nas estrelas, com um velho dizendo que todas as armas que alguém pudesse imaginar estariam ali. Dante olha pra todo aquele arsenal e se detém olhando pra uma arma específica. Uma que era espada e pistola ao mesmo tempo. Em sua mente, ele já se imaginava a usando contra os Kriptos... Nesse momento decidiu que teria aquela arma, só não sabia como rouba-la... Então o velho fala sobre dar as armas pra quem ajudasse a pegar o cara que acabou de roubar o arsenal.
Dante olha em volta, avaliando seus associados naquela missão e percebendo que a maioria era composta de escoteiros. Ele então olha pro velho e diz:

Arrow Tô nessa. Mas se alguém me sacanear, não vai ver o dia seguinte.

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Re: The Man Who Sold the Sword

Mensagem  Lib em Sex Mar 09, 2018 7:04 am

Ali, recostada confortavelmente no banco do motorista, sentindo os ombros doerem e o traseiro coçando por causa das longas horas de estrada, Bia repassava mentalmente tudo que havia acontecido até ali, num período tão rápido.

Tudo começou, é claro, com a sua estreia no filme do Tarantino. E aí veio Velozes e Furiosos. Agora estava com uma chance real de ser coadjuvante num filme do Spielberg!

"Tá bom que o papel de namoradinha do protagonista!" Ela desdenhou mentalmente. Era uma faceta das personagens femininas que ela sempre odiou, mas era a chance de tirar dela a já crescente imagem de "mulher-porradeira-dos-filmes-de-ação". "Nada contra isso, claro!"

Por isso, não era de se espantar o seu nervosismo quando finalmente chegou ao seu destino. Pena que ela não teve a oportunidade de falar com quem ela havia ido conhecer.

***
Bia olhou ao redor, confusa e tonta. Nada parecia fazer sentido.

????: Caramba! tenho q acordar. Já devo estar com a cara toda pintada pelo pessoal do fundão... Aqueles imbecis.
Preciso saber como acordar agora, isso aqui é lindo, mas a realidade é cruel.


????: Do que esta falando, senhor? Qual seu nome e o que quer conosco?

????: Tô nessa. Mas se alguém me sacanear, não vai ver o dia seguinte.

Bia: Espera aí. - Ela exclamou como se todas as peças finalmente tivessem se encaixado. - Isso é algum tipo de pegadinha? É, não é? - Ela riu de leve. - Quem concordou com isso? Foi meu agente? Jhonny, foi você? - Ela perguntou olhando ao redor procurando pelas câmeras ou as pessoas escondidas. - Pode sair, eu já descobri tudo.

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Re: The Man Who Sold the Sword

Mensagem  Guima em Seg Mar 12, 2018 2:22 pm


Subito vem o clarão. Estou diante dos fiéis... Estou tendo uma alucinação ou dia do arrebatamento chegou? A luz... Sinto como se estivesse vivendo a epifania do senhor. Mas não era minha hora ainda... bom pelo menos eu acho que não...

Abro os olhos e me deparo numa sala... cheia de telas mostrando todos os lugares do mundo ao mesmo tempo... e lugares alem da compreensão tambem. Onde realmente estou? Provavelmente não é o céu, mas também não é o inferno... Esse lugar... ele não me é estranho. Ja devo ter visto algo parecido em algum filme... Matrix? Matrix possui uma historia muito interessante sob um messias, sob uma otica moderna é logico. Porem de uma maneira bem fantasiosa...

Mas esse lugar representa um perigo ao conhecimento divino. Mudaria toda a historia do mundo, o conceito sobre homem e criação e tudo mais... Preciso saber quem esse idoso é.

Devo admitir que essa "abdução" não fora algo muito conveniente meu senhor. Por um momento pensei em ser arrebatado aos céus. Mas vejo que não. Agora me diga quem você é. E não me diga que és Deus, pois eu mesmo vi sua face... e ela não se parece com um velho inglês tatuado.



Acendo um cigarro sem pedir permissão. Duas coisas me mantem em pé. Minha fé e meu vicio em nicotina.

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Re: The Man Who Sold the Sword

Mensagem  Nasinbene em Qua Mar 14, 2018 10:03 pm

Em algum lugar fora do continuum espaço/tempo, seis pessoas estão tendo, de longe, a experiência mais estranha de toda suas vidas. Como esperado, os convocados pelo velho têm reações diversas, que vão desde a total incredulidade ao silêncio total. Algo perfeitamente compreensível, dadas as condições em que se encontravam. Conforme eles vão se surpreendendo com o o que veem,e de acordo com suas perguntas e apontamentos, o velho vai se manifestando:

- Não... não pode ser! Aquilo ali é... CARALHO!!!! É a Zanpakutou do Kenpachi! Um dos meus animes preferidos! Foi graças a ele que comecei minhas aulas de Kendo.

- De fato, meu jovem... Posso dizer, tenho uma seção repleta de Zanpakutou. Devo dizer que Zabimaru é uma das minhas prediletas... ah sim, posso "ler" seus pensamentos se isso o preocupa... Tente não apertar demais os olhos, sim? Vai precisar deles em breve...

O homem corpulento e o reverendo têm questões muito parecidas, que são prontamente sanadas pelo velho:

-Do que esta falando, senhor? Qual seu nome e o que quer conosco?

- Devo admitir que essa "abdução" não fora algo muito conveniente meu senhor. Por um momento pensei em ser arrebatado aos céus. Mas vejo que não. Agora me diga quem você é. E não me diga que és Deus, pois eu mesmo vi sua face... e ela não se parece com um velho inglês tatuado.

- Ah, vocês mortais e sua obsessão por nomes, por controle... Imagino que eu tenha sido bastante claro nos motivos de tê-los trazido aqui, senhor Morganti. Algo que me pertence foi tirado de mim, e eu quero de volta. Algo que pode destruir seu mundo. E não, reverendo. Não sou seu "Deus". Lamento desapontá-lo, mas os portões do Paraíso ainda não se abrirão ao senho. Embora eu duvide que abra, de fato, algum dia... ah, perdoe-me, estou divagando novamente. Se precisam tanto de um nome, me chamem de Al. Acho que isso deve satisfaze-los...

A jovem atriz parecia bastante confusa, acreditando estar em algum tipo de programa de televisão. Insistentemente, ela chama seu agente, Jhonny... em vão. O velho, compadecido pelo estado de confusão da jovem se aproxima, toca seu ombro e diz, tão delicadamente quanto possível:

- Jhonny não está aqui, minha querida... Acredite, é tudo real. E, tão logo resolvamos algumas questões aqui, em breve estarão de volta ao seu mundo...

Já mais senhor de si, o jovem Dante parece mais decidido. Sem pestanejar nem pensar muito, ele diz ao velho que aceita seus termos:

- Tô nessa. Mas se alguém me sacanear, não vai ver o dia seguinte...

Pela primeira vez desde que chegaram, eles veem o velho esboçar um sorriso:

- Ah! excelente! Um homem de ação! É disso que nosso pequeno grupo precisa... pessoas decididas... Eu o felicito, senhor Dante...

Andando ao redor do grupo, o velho aponta para as armas e complementa:

- Fique a vontade, senhor Dante... escolha a arma que mais lhe apetece... Aconselho a vocês que sigam o exemplo de seu companheiro sejam proativos... preciso que tragam meu item de volta. Lhes fornecerei o armamento que escolherem. Tenham a bondade de escolher, sim? Imagino que o jovenzinho ali escolherá a zampakutou... Apesar de estarmos fora do espaço/tempo, seu mundo não está. E pode ser destruído a qualquer momento...
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Re: The Man Who Sold the Sword

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Seg Mar 19, 2018 10:09 am

Al escreveu:- Ah, vocês mortais e sua obsessão por nomes, por controle... Imagino que eu tenha sido bastante claro nos motivos de tê-los trazido aqui, senhor Morganti. Algo que me pertence foi tirado de mim, e eu quero de volta. Algo que pode destruir seu mundo.  E não, reverendo. Não sou seu "Deus". Lamento desapontá-lo, mas os portões do Paraíso ainda não se abrirão ao senho. Embora eu duvide que abra, de fato, algum dia... ah, perdoe-me, estou divagando novamente. Se precisam tanto de um nome, me chamem de Al. Acho que isso deve satisfaze-los...

-Não sou um investigador, "mister Al"... Sou um guerreiro... Mas minhas dúvidas não são por conta dos seus motivos, para dizer a verdade eles pouco importam... Como se dirige a nós como "mortais" e com uma postura de que queremos controlar tudo é que me interessa. Mas pela sua ofertar de armas acho que esta mesmo pensando em um ataque direto,não é?

Um frio percorre a espinha. Lutar? Isso nunca fez parte de seu plano... unificar um sistema com técnicas de luta e ignorar para onde isso ia enquanto espancava os alunos melhor treinados os proibindo de se defender sempre lhe pareceu o bastante. A primeira coisa que faço é procurar uma espada, a mais parecida com a de samurais possível para usar com o pouco que sei de kobudô*.


* Nota do jogador: Kobudô é o sistema de técnicas de armas de Okinawa que eram treinados juntos com as desarmadas, os desarmados passaram para os diversos estilos de karatê.

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Re: The Man Who Sold the Sword

Mensagem  Leo Rocha em Qui Mar 29, 2018 3:31 pm

Arrow Ah! excelente! Um homem de ação! É disso que nosso pequeno grupo precisa... pessoas decididas... Eu o felicito, senhor Dante... Fique a vontade, senhor Dante... escolha a arma que mais lhe apetece... Aconselho a vocês que sigam o exemplo de seu companheiro sejam proativos... preciso que tragam meu item de volta. Lhes fornecerei o armamento que escolherem. Tenham a bondade de escolher, sim? Imagino que o jovenzinho ali escolherá a zampakutou... Apesar de estarmos fora do espaço/tempo, seu mundo não está. E pode ser destruído a qualquer momento...

Dante pega a arma e a admira por um instante. Em seguida, a coloca na cintura e diz:

Arrow Palavra demais atrapalha. E já deu pra sacar qual é a tua: você quer que a gente encare alguém que zoou com o teu arsenal. E pra isso tá dando carta branca pra gente. A gente tá aqui porque você precisa que alguém meta a cara e faça o trabalho sujo. E aí, eu fico pensando se é porque a gente é um bando de fodão ou se é porque a gente é bucha. Se fosse olhar só pra mim, eu diria que é a primeira opção, mas a Miss Hollywood ali e o padre não tem cara de quem tem sangue nos olhos. Mas, na real, to pouco me lixando pra essa merda, se o acordo é sério, eu vou atrás do maluco e estouro ele. De forma que a próxima coisa que ele vai tentar roubar vai ser o tridente do capeta. Agora, mostra o cara e onde ele tá, pra eu passar ele logo e poder brincar com essa belezinha.

Ele encosta na parede e fica olhando serio para Al e para o grupo. Como se estivesse pensando em como matar cada um deles.

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