PRELÚDIOS

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PRELÚDIOS

Mensagem  Scorpion em Seg Fev 26, 2018 4:07 am

PESSOAL: Mudei para aqui os Prelúdios para não ficar muito amontoado. Tinha tópicos demais antes. Abs!

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BURTON, M. - CARTAS DE FAMÍLIA

Fazia tempo que Moira não falava com seu pai... semanas, meses? Isso importava agora?

Ela apenas fazia o seu trabalho, ia para casa, tomava banho, tomava café e seguia com a vida tranquila de um membro da Equipe Charlie, quando viu um envelope caído no chão, perto do depósito do correio.

Era uma carta de alguém que ela não via há anos, na verdade, desde a sua adolescência.

"Hey, Moira, como vai?

Não sei se você se lembra muito de mim, mas eu me lembro de você. Eu costumava frequentar a sua casa quando você ainda era criança e sempre te dava os amendoins da nossa mesa de pôker quando seu pai não estava olhando. Não sei se o meu nome ajuda muito, mas sou o seu "tio Chris".

Eu sei que não nos falamos há anos, mas eu soube que você entrou há algum tempo para a Charlie, então, meus parabéns. Sei que terá um grande destino pela frente. Porém, eu escrevo aqui em nome do seu pai, Barry. Você bem sabe como nós somos amigos e fomos parceiros na Força Aérea, mas tem algo muito estranho acontecendo com seu pai.
Ele tem se tornado mais agressivo e deprimido. Outro dia averiguei o armário dele e vi que ele tem tomado pílulas.... fui atrás de saber e descobri que normalmente quem toma essas pílulas são potenciais suicidas e pessoas com alto grau de depressão. Também o peguei outro dia olhando uma foto da família de vocês e chorando... quando me viu, ele amassou a foto e perguntou o que eu queria ali.

Eu não quero causar preocupações pra você, mas acho que seu pai precisa de ajuda. Talvez a distância de vocês esteja agravando isso. Conheço bem Barry e sei que ele faria tudo pela esposa e pelas filhas... e você é uma delas. Talvez devesse falar com ele, tentar uma reaproximação... eu não sei.

De toda maneira, peço desculpas pela intromissão e desejo sucesso na sua carreira. Talvez algum dia possamos sair pra atirar ou só pra colocar o papo em dia.

Atenciosamente,

Chris Redfield."

A carta era escrita à mão. Aquilo teve algum peso no coração de Moira? Somente ela saberia dizer...

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NOLAN, J. - CONFIDENCIAL

Nolan foi chamado pelo Tenente Lewis para tomarem um café na cafeteria em frente ao departamento de polícia. Eles poderiam conversar na sala, mas o tenente preferia privacidade. De todos os membros, Nolan era o único que era considerado amigo pessoal do tenente, apesar de que isso nunca lhe rendeu nenhum tipo de tratamento especial.

Eles sentaram-se na mesa e Lewis pediu o especial do dia, pois estava com fome.

Lewis: O que eu vou te contar aqui, Joshua é informação confidencial. Posso confiar em você, certo? Certo?

Aquela era uma pergunta retórica.

Lewis: Estou te contando isso porque me sinto entre a cruz e a espada e acho que preciso mais da opinião de um amigo do que a de um militar. Então, vamos lá...

Ele tomou o café todo de um gole, mostrando certo nervosismo e continuou.

Lewis: Ontem a noite, o helicóptero da Equipe Bravo, do Enrico Marini caiu nas Montanhas Arklay. A Equipe Alpha, do Capitão Wesker foi pra região, mas eles não entram em contato já têm quase 6 horas. A questão é que o prefeito nos proibiu de ir até lá, pois tem um trem de carga repleto de porcaria de ponta daquela tal de Umbrella e que, qualquer coisa que aconteça, nós precisaremos estar na cidade. Porém, nós estamos falando de colegas, certo? O que aconteceu com o "sempre fi"?! Não somente colegas... o pai da Moira estava nessa missão! Existem "N" motivos pelos quais eu sinto que devemos abastecer a porcaria do helicóptero e nos mandarmos pra lá, resgatar a Bravo e a Alpha... porém, isso pode arruinar as carreiras de todos.

Ele coçou a cabeça.

Lewis: Entende o meu dilema? Droga... eu só precisava me abrir com alguém.

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BRIDGE, J. - FALHA TÉCNICA

Era um dia de trabalho normal quando o agente Bridge recebeu uma ligação. Havia um homem chamado Spencer que queria falar com ele.

Depois de algum tempo, o homem chegou e chamou a atenção de Jackson. Spencer, como ele se apresentou, era um homem de terno e maleta elegante 007. Logo, Jackson poderia perceber o que Spencer estava fazendo ali: corregedoria. Ele se reuniu com Jackson e apresentou algumas perguntas, porém, com uma revelação meio assustadora.

Spencer: O que eu vou apresentar é extremamente confidencial, agente Jackson.

Fotos de satélite de um helicóptero caído em meio a mata de Raccoon City.

Spencer: Esse é o vespa, o helicóptero da Equipe Bravo, de Raccoon City. Ele foi encontrado pelo nosso satélite através do GPS no alto da Montanhas Arklay. O piloto informou que o helicóptero teve uma pane no giroscópio e eles tiveram de fazer um pouso forçado, porém, há algo muito estranho em toda esta história. Os helicópteros das equipes S.T.A.R.S são averiguados diariamente e dois dos nossos consultores disseram que uma pane no giroscópio passar desapercebida por uma equipe experiente é menor do que uma em um milhão.

Ele coçou o queixo.

Spencer: Poucas horas depois, a Equipe Alpha foi atrás da Bravo e seu helicóptero também perdeu o sinal. Pela sua experiência, Agente Jackson, você acredita em... Sabotagem? Se sim, o meu conselho é... averigue duas vezes a maquinaria do helicóptero de vocês. A corregedoria está nervosa e sabemos que há algo errado acontecendo aqui.

Ele se levantou, recolheu as fotos e foi embora...

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JONES, V. - SOMBRAS DO PASSADO

Alguns fantasmas demoram anos para saírem do túmulo e irem nos procurar... porém, hoje foi o dia de "sorte" de Valerie Jones.

Em seu apartamento, ela estava terminando o café para ir trabalhar no laboratório da polícia de Fairview como perita, quando recebeu uma ligação.

No começo, a ligação ficou muda, somente com uma espécie de respirador do outro lado. Dizer "alô" várias vezes não fez com que nenhum tipo de voz soasse pelo outro lado do telefone, então ela desligou.

Entrou no banho e não ouviu o telefone tocar de novo, mas sentiu durante todo o banho aquela sensação de "observada", o que a deixou um tanto paranóica.

Quando saiu do banho e estava se secando, ela ouviu o telefone tocar. Era a mesma respiração... após alguns "alô"s, uma voz meio metálica soou...

???: Val...? Aconteça o que acontecer, fique longe da Ala 36.

Fazer perguntas do tipo "Ala 36" ou "Quem está falando" só fizeram com que a voz soasse mais uma vez.

???: Ala 36. Fique longe.

Então o telefone desligou, deixando Val com dúvidas se aquele era um trote macabro ou se havia algum propósito mais importante naquela ligação.

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VEGA, A. - FELIZ NATAL

Aquele era um dia talvez empolgante para Anton Vega. Isso porquê ele ia supervisionar a instalação de um novo equipamento no Hornet, o Helicóptero da Equipe Charlie.

Haviam dois homens instalando o equipamento que somente ele era treinado para utilizar. Tratava-se de uma metralhadora giratória instalada na porta do Hornet, com capacidade de dezesseis tiros por segundo. Uma arma conhecida como Vindicator Minigun, capaz de furar chapaz de aço sem perder potência e com quinhentos tiros em uma única correia.

Instalador: É uma beleza, não é? Esse brinquedinho aqui está sendo instalado primeiro no helicóptero de vocês. Se for bem utilizado, as outras equipes também receberão um desses.

Depois da instalação, Anton pôde testar a arma e concluir que ela funcionava perfeitamente. A arma usa munição .50, a mesma que os militares utilizavam em metralhadoras de contenção. Aquela arma daria todo um novo apoio ao grupo, porém, Anton não imaginava onde todo aquele poder de fogo poderia ser utilizado... ainda!

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