Missão 3: Panteão Black.

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Re: Missão 3: Panteão Black.

Mensagem  Guima em Qui Dez 14, 2017 8:24 pm

Tóquio.




Naoko estava sentada num banquinho com os cotovelos encostados num balcão de bar. O nome do local era Yoshi´s. Era um sushi bar de classe média nos subúrbios de Tóquio. O local estava pouco movimentado naquela noite, talvez por ainda estar cedo. O bartender ainda terminava de arrumar as mesas e cadeiras... Acima do balcão, a luz da TV brilhava de maneira intermitente enquanto passava as noticias na mesma. Naoko bebia uma cerveja no gargalo mesmo enquanto ouvia a voz da Ancora do jornal.


Irrelevante como na maioria da vezes, as noticias não chamavam sua atenção. Exceto quando tinha-se noticia das tais Knight Sabers. Naoko ainda não tinha cruzado com as mesmas, mas gostaria de saber mais sobre elas. Afinal de um certo modo, ela e as Sabers tinha uma coisa em comum. Eram vigilantes urbanas...


- Noite devagar a de hoje - Dizia Yoshi a Naoko enquanto pulava pra dentro do balcão - O movimento caiu muito. E em breve os Yakuzas vão passar aqui pra cobrar pedagio. Espero que tenha grana suficiente...

De maneira displicente Naoko termina a garrafa e a coloca no balcão - Yakuzas? Porque não me contou sobre isso, Yoshi.


Yoshi: Não quis te incomodar com isso - disse ele enquanto enxugava uns copos.


Naoko: Mas cara. Você deveria chamar a policia. Ou sei lá as autoridades.


Yoshi: Não... chamar a policia é pior. Eles iriam querer retaliação. Deixa do jeito que está.


Naoko cerra os olhos e lembra-se do ódio que ela sente pelos malditos Yakuzas - Isso não vai ficar assim - Resmunga ela baixinho para si mesmo.

No mesmo instante, ela sente o seu Smartphone de ultima geração vibrar no bolso de sua calça. Ela o puxa e ao destravar a tela vê a mensagem de vídeo. Era Miranda.

Spoiler:



Miranda: - Naoko, irei passar as coordenadas para iniciar a ponte de transferência. Preciso de você aqui na estação Olympus imediatamente.


As coordenadas apareceram no Smartphone e Naoko as seguiu. Estava num beco escuro onde não havia movimento, exceto de ratos e baratas. A mensagem no Smartphone dizia que o processo de transferência havia sido iniciado. Naoko piscou os olhos e quando abriu, já se encontrava no Olympus.



Edimburgo.


Angus! Angus! Angus! Insistia Willie, o dono do Pub preferido de Angus - Já vamos fechar Angus, levanta porque você é ultimo cliente.


- Me deixa em paz Willie, acabei de sentar - Dizia Angus altamente alcoolizado a ponto de entrar em coma.


- Acabou de sentar? Faz quatro horas que você entornou oito litros de Scotch e se debruçou na mesa e apagou. Pensei até que tinha morrido - Bufava Willie, louco com o seu cliente e amigo.


- Só oito? burrp... hehe já fui melhor. Mas ta bom... vou embora. Mas amanhã eu vorto.


- Não quer que eu te leve pra casa - Perguntou Willie preocupado.


- Não, deixa que eu me viro. Você me enxotou daqui não enxotou, agora ta preocupado porque?


- Cala boca Angus - Bradou Willie...



Trôpego, Angus saiu pela porta trançando as pernas... Ele ria e soluçava. Essa noite ele tinha abusado do álcool. E aquilo não fazia bem para o mesmo... Andando pelas ruas de Glasgow na madrugada, Angus esbarra numa pessoa. Ele quase cai no chão devido ao seu estado, mas o Escoces era duro na queda.


- Me desculpe aí moço. Não to legal ainda - Desculpou-se Angus pelo atropelão.


A pessoa com quem Angus trombou ficou fitando-o de maneira estranha. E Angus não gostava daquela postura... havia algo de errado naquele cara que vestia um capuz que acobertava metade do seu rosto.

- É realmente vergonhoso ver aquele que era pra ser o próximo Buda neste estado tão deplorável. Eu poderia tirar sua vida aqui agora mesmo mas que honra eu teria?


Angus olha para o homem encapuzado e sua expressão ébria muda para séria. Graças ao seu controle elemental, Angus absorve as gotículas da umidade do ar pelos poros aumentando a oferta de agua em seu organismo e fazendo seu sangue eliminar o álcool quase que instantaneamente. Em questão de segundos o Escoces estava sóbrio novamente.

- Quem ficará em um estado deplorável é você amigão. - Disse Angus ao encapuzado estralando os dedos da mão num punho fechado.


- Que ótimo - responde o encapuzado com um sorriso sádico no rosto - Não gosto da ideia de bater em um bêbado.

- Você fala muito. - Respondeu Angus já se posicionando para o combate.


Os dois então se lançam numa contenda. Prestes a desferir um soco no oponente, Angus pisca e quando se dá conta já se encontrava no  Olympus. Ele sente seu estômago se embrulhar e vomita no chão. Ao olhar do lado enquanto limpava sua boca com as costas da mão, ele vê Miranda batendo o pé e de braços cruzados ao lado dele.

- Você deveria ter olhado o seu Smartphone nos últimos quarenta e cinco minutos. Por isso tivemos que transferir assim de maneira súbita. Sua sorte é que o céu estava limpo e não houve nenhuma interferência... Teletransportes são seguros, mas exigem certos cuidados. Um deles é ficar parado enquanto estiver no momento do teletransporte, mas como você não atendia tivemos que fazer essa extração súbita.  Vômitos e enjoos são um efeito colateral disso. Vá até seu apartamento e vista roupa limpas. Te aguardo na sala de reuniões em cinco minutos.


Cinco minutos mais tarde...

Estavam na mesa de reuniões do Panteão Black: Pinpoint, Feral, Tokyo Ghost e Angus que chegara por ultimo.


Pinpoint tamborilava os dedos na mesa esperando Miranda chegar... Feral estava de braços cruzados e olhos fechados. Naoko esperava por Miranda com uma expressão de " que estou fazendo aqui" por sorte Angus era um rosto amigável, mas hoje ele parecia estar ranzinza...

Miranda então aparece. E rumando a uma plataforma um pouco acima da mesa onde todos estavam ela inicia a reunião.

Saudações senhoras e senhores. É bom rever vocês . Acredito que já saibam o motivo de vocês estarem aqui - Os membros do "Black" ja tinham sido avisados previamente então aquela reunião à parte não era novidade - Tenho um alvo para vocês eliminarem - Ela mexe em seu smartphone deslizando o dedo sobre o touch e transferindo a imagem para uma realidade aumentada. Na imagem aumentada estava a figura do " alvo".


Tetsuo Tssurayaba. Lider do culto da Aurora Negra e portador da KuroKatana. Tetsuo é um chefão do crime organizado com base em Kyoto. Seus tentaculos se espalham por todo o japão e oriente da Asia. Tetsuo é implacavel e impiedoso. Por uma questão de honra, Tetsuo possui um acordo de cavalheiros com a Yakuza nao atrapalhando os negocios da famosa mafia japonesa e nem ela o dele. Porem há algo que poucos sabem sobre Tetsuo... Ele tem 500 anos! E a cada 500 anos ele precisa fazer um grande sacrificio para se manter vivo. E esse sacrificio envolve um grande derramamento de sangue para aplacar a sede da sua espada maldita, a Kurokatana ou Lamina Negra. Kurokatana foi criada por Masamune e esta é a ultima das espadas malditas do famoso ferreiro e criador de espadas. A espada tem a capacidade de absorver a alma e a força vital das vitimas concedendo vastos poderes ao seu portador, inclusive a imortalidade. A ultima vez que a espada bebeu sangue suficiente foi na batalha de Sekigahara onde Tetsuo era um hittokiri a serviço do imperador. De lá para cá, Tetsuo tem agido nas sombras afim de expandir seu imperio do crime.

A inteligencia japonesa, através de um agente infiltrado conseguiu informações que Tetsuo pretende quebrar o acordo com a Yakuza causando uma guerra contra a mafia afim de criar uma batalha sem precedentes e fazer um numero de vitimas grande o suficiente para aplacar a sua sede de sangue e alimentar sua imortalidade. O ministro japonês ao ser informado disso, nos contatou e pediu que intervíssemos.

Esta é a missão de vocês. Há um informante em Kyoto que irá passar a vocês detalhes e informações pertinentes sobre o assunto. E eu estarei aqui do alto observando vocês e dando o apoio que precisarem. Duvidas?



- A pessoa sai do serviço secreto mas o serviço secreto não sai da pessoa né Mirandinha. Se você quer que eu enfie uma flecha no meio dos olhos desse japa eu to dentro. Mas e os demais, estão preparados pra fazer o seu servicinho sujo? - Dizia Fletcher, com uma veia ironica.

- Acho que não é hora para comentarios mordazes, Fletcher. Eu criei esse grupo estudando as habilidades de cada um, mas ninguem é obrigado a fazer o que não se sente bem. Estão livres para decidir se aceitam ou não.

Miranda, se cruzava os braços olhando a todos e esperando a resposta dos mesmos.

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Re: Missão 3: Panteão Black.

Mensagem  Renata C. em Ter Dez 19, 2017 10:09 pm


Algumas noites pareciam correr em ritmo mais lento que o normal. Enquanto observava o cenário ao seu redor, ela dava um gole em sua bebida e sentia o líquido gelado e amargo descer pela sua garganta, trazendo uma sensação de familiaridade que Naoko sabia muito bem o que significava: cerveja barata japonesa.

Mas, para alguém como ela, até mesmo essa sensação de relativa "paz" não durava muito. Afinal, sempre havia algo que a lembrava que o seu verdadeiro inimigo estava próximo. E, por ser algo muito mais forte que ela, não era que simplesmente podia varrer todos os malditos Yakuzas do mapa. Ela tinha que se contentar em agir de maneira mais sutil. Até mesmo os comerciantes como Yoshi sofriam com as cobranças de pedágio.

Naoko: Se tiver problemas com eles, você tem o meu número.

Mas por dentro ela sabia de que nada adiantaria barrar alguém que quisesse cobrar um pedágio daquele restaurante. Faça isso num dia, e no dia seguinte provavelmente o lugar vai pegar fogo "acidentalmente". Yoshi tinha razão. E isso deixava Naoko muito, muito puta.

O telefone tocava, era uma chamada de Miranda. Naoko terminava sua cerveja, já meio quente, em um único gole, deixando uma nota de 5000 yenes, muito mais do que consumira, e saindo do lugar assim que Yoshi deu as costas para ela, para buscar o troco.

É um bom lugar para se tomar uma cerveja, afinal de contas.

Saía pelas ruas seguindo as coordenadas, mas não era preciso nem seguir o GPS para saber que seria a rua mais suja e miserável, com provavelmente sacos de lixo empilhados no final, que seria onde Miranda faria a ponte com a estação Olympus.


----

Já na sala de reuniões, aguardava por maiores instruções, um dos ombros apoiados sobre a mesa. Não tinha trocado mais que duas palavras com os presentes, Pinpoint e Feral, e nem sabia se era algo que gostaria de fazer.


Ao ver Angus entrar na sala, involuntariamente Naoko lança em sua direção um leve sorriso

Naoko: E eu que pensava que a minha noite que estava sendo uma merda até receber a ligação da Miranda... - fala ao ver o estado do herói, mesmo com roupas limpas não era possível disfarçar a cara da ressaca.

Era um rosto não tão amigável, mas já sabia que esse era o jeito do escocês. Com certeza era melhor trabalhar com alguém que já havia trabalhado. Ainda mais quando a outra pessoa com quem teria que trabalhar era babaca como Pinpoint.

Quando Miranda chega na sala de reuniões e lhe passa a missão, Naoko pondera as palavras de sua "chefe". Era um assunto que poderia ser considerado pessoal, certo?

Uma parte de mim quer mais é que aquele homem quebre o acordo com a máfia e com isso cause a morte de membros da Yakuza. Mas a outra parte sabe o que isso significaria.

Numa guerra, não são os membros do alto escalão que morrem... não. Eles assistem ao banho de sangue de seus comandados de camarote, tomando o melhor saquê. Quem morrem são os que não tem escolha.

Pinpoint: A pessoa sai do serviço secreto mas o serviço secreto não sai da pessoa né Mirandinha. Se você quer que eu enfie uma flecha no meio dos olhos desse japa eu to dentro. Mas e os demais, estão preparados pra fazer o seu servicinho sujo?

Naoko não diz nada, apenas encara o herói por alguns instantes, praticamente o tempo que leva para a resposta de Miranda.

Miranda: Acho que não é hora para comentarios mordazes, Fletcher. Eu criei esse grupo estudando as habilidades de cada um, mas ninguem é obrigado a fazer o que não se sente bem. Estão livres para decidir se aceitam ou não.

Naoko apenas se levanta da mesa preparando suas coisas.

Naoko: Me passe as informações sobre esse contato, Miranda. Com a ajuda dele, e de Kyoto, tenho certeza que não vai ser difícil encontrar esse Tetsuo.

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Re: Missão 3: Panteão Black.

Mensagem  Nasinbene em Qui Dez 21, 2017 12:14 am

Aquela estava sendo uma noite realmente muito boa... Pelo menos até onde Angus podia se lembrar. Afinal, não é qualquer um que mata oito garrafas de um puro malte e permanece vivo pra contar a história... Era uma façanha digna de uma divindade. Por sorte, os caras lá no Himalaia achavam que ele era o próximo Buda então... Isso o qualificava para o desafio.
Lá pelas tantas, o bom e velho Willie vem acordar Angus com sua delicadeza de sempre. Um tanto bem humorado (e muito disso se devia ao efeito do álcool) Angus sai pelas ruas de Edimburgo completamente embriagado, e acaba esbarrando num homem. Ele o censura por seu comportamento e imediatamente Angus trata de curar a bebedeira. Pela movimentação e controle do seu ki que Angus podia notar, aquele estava longe de ser um cidadão comum. E aquele encontrão não tinha nada de casual...
O Avatar se põe em posição de combate e no momento exato em que iria travar o combate, é arrastado dali...
Já no satélite do Panteão, Angus vomita copiosamente, e quando Miranda o censura por não atender o comunicador, o escocês se recompõe e retruca:

- Qual é, vai me dizer que aquela merreca que cê me paga é pra atenção integral... Tá me zuando né... Tsc, foda-se... Aí Miranda, se puder faz um favor pra mim... Trava o radar naquele maluco que ia lutar comigo e não perde ele de vista... Tô sentindo que vai dar merda isso... Vou jogar uma água no corpo e cê já me fala porque interrompeu um combate interessante...

Cinco minutos depois, Angus já limpo se encontra na sala de reuniões e ouve toda a explicação de Miranda. Naoko sorri ao vê-lo, e ele em retribuição apenas meneia a cabeça... Devia ser bom pra menina ter alguém conhecido por perto...
Quando Miranda termina e Pinpoint faz seu comentário jocoso, Angus se levanta e se dirige ao teleportador... No caminho, Angus sem se voltar diz:

- Bora resolver essa merda logo que tenho mais o que fazer... É só apagar o cara, certo? Então já é... Ninguém vive pra sempre mesmo...
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Re: Missão 3: Panteão Black.

Mensagem  Guima em Sab Dez 23, 2017 3:46 pm


O nome do contato de vocês é Spiegel. E ele os aguarda num bar de Karaoke chamado Blue Blues na area central de Kyoto. Irei transferi-los imediatamente para o local. Spiegel passara maiores informações. Esta é uma missão extra oficial e de uma uma certa forma ela não foi comandada por aqui. Eu estarei do Olympus dando todo apoio informativo mas não posso fazer mais do que isso.

Miranda se volta a Angus e responde a pergunta do mesmo - Já colocamos o rosto nele no programa de reconhecimento e os analistas estão trabalhando nisso. Cada passo que este seu "inimigo" der iremos atrás dele. É o minimo que posso fazer por você já que vocês estão numa missão especial para mim.

Pinpoint: Eu também quero um favor. Quero meu frigobar cheio de cerveja irlandesa. IRLANDESA ouviu bem, não esses mijos ingleses e americanos que vocês tanto gostam.

Miranda revirou os olhos com um ar de reprovação porem assentiu com a cabeça o pedido de Fletcher. Quando a equipe toda ja estava na sala de transferencia, Feral disse a Angus.


Feral: Gosto desse seu destemor. Você parece ser um aliado de grande valor, será uma honra trabalhar ao seu lado.



Pinpoint: Olha lá que gracinha, já estão formando um casal - dizia Fletcher a Naoko - Que tal a gente formar um tambem, japinha?

A transferencia se inicia e quando se dáo conta estão praticamente diante do bar indicado por Miranda. Ao entrarem no bar, todos olham a seus smartphones, Miranda havia enviado a imagem do contato. Feral é o primeiro a identifica-lo. O contato estava em um canto escuro do bar tomando uma dose de Whisky enquanto seu rosto estava escondido sob uma nuvem de fumaça do cigarro que o mesmo fumava.


Ao verem os quatro se aproximarem da mesa onde estava Spiegel levantou os olhos por cima dos mesmos e disse sem rodeios - Vocês devem ser o pessoal da Miranda. E ai, beleza? Vão ficar de pé ai mesmo dando a maior bandeira ou vão sentar e me acompanhar num trago. Meu nome é Shinichiro, mas gosto que me chamem de Spiegel. E então, o que Miranda adiantou pra vocês?

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Re: Missão 3: Panteão Black.

Mensagem  Nasinbene em Sex Dez 29, 2017 1:47 pm

Miranda leva todos à sala de transporte e avisa a Angus que o rosto do adversário já estava cadastrado e que os especialistas trabalhariam pra manter o sujeito no radar. Angus ouve as explicações dela e acente com a cabeça. Ele então diz a Miranda:

- Obrigado, Miranda. Fico te devendo uma...

Um pouco antes de serem teleportados, Feral fala algo sobre se sentir honrado de trabalhar com Angus. O Escocês dá de ombros e responde:

- Tanto faz, Kemosabe... Só tente ficar fora do meu caminho...

É quando Pinpoint faz uma piada sobre Angus e Geral serem um casal. Angus então faz um gesto com a mão e impede que o ar entre ou saia dos pulmões do irlandês. Enquanto Pinpoint sufoca, Angus se aproxima dele e diz, com a maior tranquilidade:

- Precisa escolher melhor as pessoas com quem você mexe, xará... Sabe, tem uma seita por aí que acredita que sou o homem mais próximo de Deus. Eu estou literalmente impedindo o ar de entrar nos seus pulmões... Só pensa o que eu poderia fazer se resolver explodir ele... - Angus então libera o ar e volta para o teleportados. Ainda de costas para Pinpoint ele completa - - Ah e outra coisa... Fica longe da guria, sacou?

Eles então são teleportados para Kyoto e encontram o contato. Quando ele os manda pedir um trago, Angus não perde tempo e pede um scoth duplo sem gelo. Iria beber enquanto Naoko interava o contato do assunto...
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Re: Missão 3: Panteão Black.

Mensagem  Guima em Sex Jan 05, 2018 6:54 pm

Segundos antes:

Pinpoint leva as mãos a garganta como se tivesse sem ar. Na verdade ele estava sem ar. Angus impediu a passagem de ar "trancando" seus pulmões com suas habilidades de controlar os elementos. Sem ar, Fletcher começa a ficar com o rosto vermelho e os olhos arregalados, com diversas veias vermelhas desenhando em seus globos oculares. Prestes a ter uma parada respiratoria, Angus libera o ar dos pulmões de Fletcher deixando que ele respirasse novamente.

Fletcher fica ofegante caindo de quatro puxando ar desesperadamente. Angus da o seu recado a ele. E Fletcher apenas o olha com um olhar de raiva...mas raiva contida... Uma hora ele ia pagar caro por essa brincadeira, uma hora ele ia.

Se recompondo, Fletcher fica quieto e vai até a sala de teleporte de cabeça baixa. Fera ao ve-lo não deixa escapar um sorriso. E fechou a expressão ao ser chamado de Kemosabe por Angus.

Em Kyoto:

- Nossa...vocês conversam bastante - Disse Shinichiro enquanto esperava algo do Panteão Black. O unico que tinha iniciado um arremedo de conversa era Angus e mesmo assim ele pediu um Scotch pra ele mesmo.

Não ha muito o que conversar - Disse Feral - Só estamos esperando ordens. Miranda disse que você teria informações. Tudo o que foi passado pra nós foi sobre uma possivel guerra entre a Yakuza e uma tal seita chamada Aurora Negra. Que o lider dessa aurora negra, Tetsuo tem mais de 500 anos e ele que está armando esse conflito para usar as pessoas para seu sacrificio de sangue e manter sua imortalidade. E você nos levaria a esse cara...

Só isso? - Baforou, Tetsuo, a fumaça de seu cigarro.

Que eu saiba sim. Apontou Feral.

Mas, vocês são uma equipe disposta a matar. Porque essa me parece uma missão Black Ops. - Questionou Shinichiro enquanto olhou um por um ali.

Posso viver com isso Resmungou Fletcher.

A gloria de um bom combate é o que todo guerreiro almeja. Disse Feral.

Shinichiro apagou o cigarro no cinzeiro e se levantou ajeitou de maneira desleixada o seu paletó - Beleza então. Vamos nessa. - Disse enquanto ia na direção da porta de saída do bar.

Ao sair do local, uma leve garoa encobre aquela viela de onde se dava a entrada pro bar. Estava fazendo frio naquela noite e já se passava da meia noite...Shinichiro olha para o relogio e comenta - Mas que caralho. Já passou da meia noite. Acho melhor a gente apressar o passo antes que a gente trombe com algum dos oficiais da AD.Police.

Ao terminar de falar, dois policiais montados em motos altamente tecnologicas se aproximam do grupo - Falando no diabo - Resmunga Shinichiro ao ver os oficiais de policia.

Policial: Alto cidadãos. Apresentem seus documentos. Sabem que esse território possui toque de recolher após a meia noite. Documentos, agora!

Shinichiro: Calma ai oficial. Essas pessoas estão comigo. Sou um agente especial da Interpol. Eu tenho liberdade pra andar com essas pessoas por onde eu quiser. Senão me engano, o Japão está entre os paises aliados da policia internacional. - Shinichiro apresenta seu distintivo revelando sem quem ele era, pois até agora ele não tinha dito nada ao seu respeito.

Policial: A interpol não tem jurisdição nesse beco, cidadão. Mas se você diz ser um agente especial, não tem nada demais pedir a seus amigos para apresentarem seus documentos não é. Ou prefere que eu faça um escaneamento de reconhecimento.

Shinichiro: Faz o que você quiser.

Policial: Tudo bem então. Iniciando o escaneamento de reconhecimento.

Ao iniciar o escaneamento, a moto dos policiais envia um um sinal laser em direção de todos. Lendo-os como se fossem um codigo de barras. Em questão de segundos o escaneamento termina. E a policial revela os dados.

Policial: O Scan revelou que há três meta humanos. E um deles é você, sr Shinichiro. Sinto muito mas vou ter que prendê-los provisioramente até as autoridades te liberarem. Todos você estão presos. Isto é uma ordem, desobedece-las só piorará a situação de vocês.

Shinichiro: Eu não vou a porra nenhuma de delegacia.

Policial: Você está resistindo, Agente especial? - Disse o oficial de maneira irônica já sacando um cassetete retrátil.

Shinichiro: Você não me deixa opção.

O policial então avança na direção de Shinichiro no intuito de acertar suas pernas. Num movimento rápido, quase que prevendo o ataque do oponente, Shinichiro o finta girando o seu corpo para de detrás do policial e depois acertando um chute na sua nuca. O policial cai no chão, mas logo se levanta revoltado.


Policial: Então você vai resistir. Que beleza. Era isso o que eu queria.

O policial então ativa um dispositivo em sua manopla e a moto onde ele estava se acopla em seu corpo formando uma armadura de combate. O outro policial solicita apoio através de um comunicador e tambem faz o mesmo ativando a moto como armadura de combate.


O segundo policial caminhou na direção do Panteão Black. Ele aponta o braço na direção de todos e de um dispositivo da armadura uma granada sonica é lançanda contra o grupo. A granada explode causando um grande barulho ensurdecedor afim de distrai-los.

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Re: Missão 3: Panteão Black.

Mensagem  Renata C. em Sab Jan 06, 2018 9:45 pm

Naoko não respondia ao gracejo de Pinpoint, apenas lançava na direção dele um olhar cortante.

Mas quando Angus agia, deixava a garota sem reação. O escocês era carrancudo na maior parte do tempo, mas... Bom, tinha que admitir que o que ele fez foi bem legal.

O que tinham que fazer era bem simples, ir até um bar e encontrar o contato para maiores informações.

Naoko estava praticamente em casa naquele cenário, não era muito diferente dos bares que costumava frequentar em Tóquio. Quando o contato pergunta se eles iriam ficar ali parados, Naoko puxa um dos bancos e se senta, pedindo aquilo que já estava acostumada, uma Happoshu (cerveja barata) qualquer, enquanto Feral dá mais detalhes do que tinham que fazer. Naoko toma a cerveja diretamente no gargalo enquanto eles conversam.

Spiegel, assim como Miranda, pergunta se eles estão dispostos a realizarem mesmo o serviço. O que era aquilo, um teste de força de vontade? A jovem oriental simplesmente dá de ombros à pergunta.

Naoko: Estamos aqui, não estamos? Vamos acabar logo com isso.

Logo eles saíam do bar, Naoko sentiu a névoa gelada cobrir seu corpo com um calafrio, quando estavam na rua. Talvez fosse um bom momento para tentar contatar Kyoto, tentar descobrir alguma informação...

Ah, qual é, mal saíram e já foram parados pela polícia. Que porcaria de toque de recolher. E ao mesmo tempo que Spiegel não era lá uma pessoa muito amigável, aquele policial parecia bem disposto a arranjar confusão.

Naoko já se preparava para desembainhar a espada quando um barulho ensurdecedor faz com que ela leve as mãos até os ouvidos, ficando após com um zumbido bem irritante.

Naoko: Mas que filho da puta!

Assim que o barulho cessou, ela desembainhou a espada e se lançou na direção do outro policial, que havia atirado a granada sônica.

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Re: Missão 3: Panteão Black.

Mensagem  Nasinbene em Dom Jan 07, 2018 10:04 pm

Assim que deixam o bar, o contato e os membros do Panteão são abordados pela força policial local. Ao que parecia, a cidade tinha um toque de recolher ou algo do tipo... A abordagem não segue como o esperado e os policiais logo partem para a agressão. Angus sorri de leve quando Spiegel desvia do golpe e acerta a nuca do policial. No entanto, ele se levanta e transforma a moto num tipo de armadura de combate. Lembrando-se do companheiro de equipe, o tal Patriota, Angus fecha a cara novamente e resmunga quando o segundo policial vem na direção dele, de Naoko e do outros:

- Caralho... como eu odeio essas merdas de armaduras...

Antes que qualquer um dos membros do Panteão possa fazer qualquer coisa, o policial usa um tipo de granada sônica que os deixa levemente desorientados... Ainda com os ouvidos zumbindo, Angus vê Naoko se lançar contra ele e murmura:

- Mas que cuzão...

Imediatamente, o escocês faz uso de seus poderes elementais... Controlando as gotas da chuva que caía, Angus se concentra em transformar os pingos em pequenas e afiadas navalhas, concentrado o foco em cima do policial... A chuva era naquela momento tão dura quanto o aço e provavelmente penetraria na armadura dele. Mesmo que o policial não sofre danos muito severos, provavelmente ficaria muito mais suscetível ao ataque de Naoko. Enquanto atacava, Angus dizia a Feral e Pinpoint:

- Oh figuras... que tal um de vocês ajudar o Spiegel enquanto o outro nos ajuda a finalizar o bacana ali? Se não for muito trabalho né? MEXAM-SE, PORRA!
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Re: Missão 3: Panteão Black.

Mensagem  Guima em Sab Jan 13, 2018 10:51 am

Agora.

Quando o Black Team desperta, a luz é algo que eles não enxergam de imediato, apenas vultos abafados por um capuz que encobria seus rostos. A respiração ofegante e o bafo quente exalado de suas próprias narinas indicava os capuzes em seus rostos. Era possivel ouvir alguns sussurros e burburinhos, tambem era possivel sentir o cheiro de querosene inflamado e o crepitar de chamas queimando...

Eles sentem a aproximação pelas costas, suas mãos estavam amarradas assim como seus pés limitando seus movimentos. Não que eles não podiam contra atacar, muito pelo contrario mas era melhor evitar um confronto direto afinal não sabiam com o que estavam lidando. A questão era, porque estavam assim daquele jeito sendo que a ultima coisa que eles se lembravam era de estar envolvidos com uma briga com a A.D Police. Eles teriam sido capturados? Traidos? A resposta veio no momento em que cortaram suas cordas e arrancaram os capuzes.

Estavam numa arena. Uma grande arena de batalha. Cercada por diversas tochas crepitantes. Havia os simbolo de um grande dragão no solo. E havia um lugar logo acima da arena onde três pessoas estavam sentadas. Um deles fora reconhecido por todos. Era o Alvo da missão: Tetsuo Tsurayaba. Ao seu lado havia um homem mascarado, que provavelmente era algum tipo de lider ninja e do outro lado uma bela mulher que usava a mascara de um lince. A mulher não tirava os olhos dos integrantes do grupo. Por trás da mascara era possivel ver que os olhos dela perseguiam cada movimento que o grupo dava...

Arena:

Lider Ninja:

Mulher com mascara de lince:

Tetsui então se levanta de seu trono e dirige as palavras a equipe Black...


Saudações a todos. Meu nome é Tetsuo Tsurayaba e vocês serão bem vindos a minha seita se passarem pelo primeiro teste: O desafio de Muitos. Agradeço a Red Dragon por trazer estes candidatos tão peculiares. Mas para se ingressarem na Aurora Negra deverão vencer o desafios de muitos numa batalha até a morte.

Quando mencionou a Red Dragon, Tetsuo apontou ao local onde os representantes deles estavam: Um deles era Spiegel, o contato de Miranda. E ao seu lado tinha outra pessoa, um homem desconhecido


Ao terminar suas palavras uma explosão de fumaça tomou conta de toda a arena... quando a fumaça se dissipou haviam uma duzia de ninjas armados com diversas armas brancas especificas...


LUTEM! - Ordenou Tetsuo e os ninjas avançaram gritando na direção do grupo.

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Re: Missão 3: Panteão Black.

Mensagem  Nasinbene em Ter Jan 16, 2018 5:32 pm

Aquilo era confuso... A última coisa que Angus se lembrava era de ter controlado a chuva pra perfurar a armadura dos policiais que os enfrentava... No momento seguinte, estavam sabe-se lá onde, de frente para o alvo a ser eliminado e seus prováveis tenentes, pelo que Angus podia notar. Quando Tetsu se dirige ao tal Rede Dragon e aponta para Spigel, Angus deixa escapar um palavrão:

- Merda...

Naquela situação, não tinha como saber se Spigel era um agente duplo que os tinha entregue a Tetsu ou um agente triplo, que julgou que aquela era a forma mais segura e rápida de levar a equipe até o alvo. O fato era que Angus já tinha se livrado de uma seita de fanáticos antes. Não pretendia passar muito tempo associado a outros...
A despeito dos pensamentos de Angus, o líder da organização acreditava que estava diante de novos membros e decide que eles deveriam passar por um tipo de provação. Aquilo ficava cada vez mais familiar para Angus...
Não demora e eles têm uma dúzia de ninjas pra enfrentar até a morte. Enquanto os homens se movem ao redor do grupo, Angus adverte os companheiros:

- A porra ficou séria, negada... É uma luta até a morte, então não se contenham... Dêem tudo de si e fiquem espertos... Quem vacilar, dança... Cuidado! Aí vem eles!

Mal Angus termina de falar e os ninjas atacam de forma rápida e mortal, com uma precisão digna dos lendários guerreiros das sombras. Angus podia não ser um ninja, mas foi treinado pelos monges tibetanos que acreditavam que ele é o Avatar... Treinou a vida toda e isso o punha em pé de igualdade com um autêntico mestre Shaolin... Então, esses ninjas descobririam que Angus era um osso bem duro de roer...
Assim que o primeiro ninja ataca, Angus esquiva para fora de seu alcance e o acerta na garganta, fechando a traquéia e impedindo sua respiração. Angus sabia que o próximo ataque viria do ninja as suas costas e usa o corpo do primeiro pra aparar o golpe, enquanto acerta o nariz do atacante com o Punho do Tigre. A essa altura, o septo nasal devia estar afundado no cérebro do inimigo... Faltavam dois inimigos a frente de Angus... Angus assume a postura de ataque e chuta, respectivamente, o apêndice xifóide no peito do primeiro, tomando impulso e chutando a nuca do segundo, quebrando seu pescoço. Quando ele pousa, ele verifica se os companheiros precisavam de ajuda. Afinal, brigar um contra um era fácil. Massacre em massa era coisa pra especialista...
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Re: Missão 3: Panteão Black.

Mensagem  Renata C. em Qua Jan 17, 2018 10:34 pm

E de alguma forma, aquilo que parecia ser uma missão simples, tão parecida com a forma de agir da própria Naoko enfrentando a máfia, saía do controle.

Naoko estava encapuzada, em algum lugar que não fazia ideia, e torcia para o cheiro de querosene não significar que estavam prestes a serem queimados vivos.

Já estivera em situações ruins assim? Provavelmente, mas não conseguia se lembrar de nenhuma naquele exato momento. Tudo que via era escuridão, e tudo que sentia era a incerteza do que aconteceria com eles nas próximas horas. Esperou pelo pior e pensou em muitas formas de revidar, porém nada aconteceu.

Quando finalmente eles são libertados, estão numa espécie de arena.

E o alvo deles está ali, no centro, pedindo para que lutem até a morte. Para.. entrar na organização dele?

Que beeela maneira de executar uma missão Black Ops, valeu Spiegel.

Naoko: Ou ele é um completo filho da puta... ou um completo filho da puta que está do nosso lado. - Sussurra para os "colegas" de Panteão Black quando se dá conta que o "contato" de Miranda estava ali, aguardando que lutassem.

Mas, sabe o que dizem sobre o que fazer quando se está no inferno, certo? Abraça o capeta.


Naoko saca sua katana e, de forma honrada, faz uma leve reverência na direção de Tetsuo, antes de encarar os ninjas que iam para cima deles.

Angus: A porra ficou séria, negada... É uma luta até a morte, então não se contenham... Dêem tudo de si e fiquem espertos... Quem vacilar, dança... Cuidado! Aí vem eles!

Naoko: Quatro para cada, uma divisão igualitária, ou podemos ir assim, conforme o calor do momento?

Eu acho que já fui afetada por passar tempo demais perto do Pinpoint.

Naoko corre na direção dos ninjas que Angus não havia atacado, a Katana em punho. Iria correr até eles até estar bem próxima, deixando na dúvida como iria realmente atacar, para então no último minuto escorregar de joelhos no chão, utilizando a katana para um ataque rasteiro, tentando acertar as pernas dos ninjas.

De quantos conseguisse.

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Re: Missão 3: Panteão Black.

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