Ato 4 - Search for Death

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Drako em Dom Jan 07, 2018 10:29 pm


Chris foi o último a ser levado até o local marcado no localizador. Ele se preocupava por não saber que tipo de relação ele tem com o seu poder. Ao chegarem ao lugar Hoshi o deixou e partiu para onde eles tinham marcado como ponto de encontro para irem atrás do Fist of Death.

Chris estava parado frente a uma estrutura em forma de um circulo negro, do tamanho de uma casa, com uma porta na frente. O local era cercado por grades com pontas de lança. Ele abriu o primeiro portão e entrou no terreno. Parou em frente à porta da estrutura e engoliu seco. Pós a mão na maçaneta e a abriu.

Entrou no local. Viu uma sala pequena, envolta de cortinas vermelhas. A luz era meio avermelhada, vinda de um único abajur que estava lá. O chão era quadriculado, com pisos vermelhos e pretos. No centro havia um piano com uma vitrola em cima e uma mesa com duas cadeiras.

Olhou para os lados procurando o Blood Donor, mas não o viu.

Até que ele ouve outra porta abrir, por trás das cortinas. Escuta passos de sapatos, porém não os sons não eram muito altos, como se fosse de um pé pequeno. Finalmente vê uma mão passar pela cortina vermelha e se revelar, para a surpresa de Stone.

Blood: Chris... ai está alguém que eu esperava ver.

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Ricardo Sato em Seg Jan 08, 2018 12:46 am

Ember: Sente-se, Jay. Eu o aguardava. Aceita uma xicara de chá?

Ember?Ou você tem outro nome?Quer dizer....não acho que o Kid chame os poderes dele de Liz e Patty.

Chego finalmente onde queria...Fist of Death,não,algo levemente mais interessante do que isso pra mim,finalmente desde que o perdi eu consigo sorrir um pouco.Me sento sem nem um pouco de elegância mas não bruscamente.

Ultimamente tenho tomado mais café,mas aceito sim,estranho como algo assim pode ser tão "chique" algumas vezes e em outras ser só um saquinho em água quente.

Belo lugar....não te esperava em um lugar assim......bem na verdade eu acho que esperava sim,depois de 15 anos sem poderes você apareceu naquele dia.Na hora tinha pensado que tinha sido porque meus pod...tinha sido porque você estava destinado a grandes coisas,mas você já sabe disso né?

Sinceramente não sei o que falar...quer dizer,ninguém pensa que algo assim seja possível,encontrar você cara a cara....acho que você sabe tudo sobre mim e sobre a missão então,sobre o que quer falar?

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Lib em Seg Jan 08, 2018 1:27 pm

Blood: Chris... - A voz soou e, estranhamente, era familiar. - Ai está alguém que eu esperava ver.

Chris: Blood? - Perguntou incerto. - É você? Eu esperava alguém mais... - Deu de ombros sem desgrudar os olhos da criatura baixinha diante de seus olhos. - Humano?

A criatura se aproximou e Chris, sem nem ao menos notar, se afastou um pouco, como se quizesse manter a distância entre eles.


Chris: Que lugar é esse? - Ele perguntou tentando disfarçar todo o seu receio. Puxou uma das cadeiras e se sentou, meio desconfortável. Olhou ao redor. - Nós... Precisamos conversar, não é?

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Scorpion em Seg Jan 08, 2018 3:20 pm

Hmmm... conheceu o pior inimigo dele. Talvez o Dr. Stein fosse o poder do maior rival do professor Inpey, ou algo assim. De qualquer forma, aquilo não era importante no momento. Ray agradeceu e partiu.

Chegando na tal praia, ele estranhou como o Sol funcionava naquele lugar. Ray adentrou no navio e seguiu até o centro, onde encontrou Yellow.

Ray: Você... você é o meu poder, certo?

Se ele estava péssimo? Ray sentia-se ótimo, leve, livre... Na verdade, Yellow era um grande empecilho na vida de Ray Callitri.

Ray: Péssimo? Eu estou ótimo! Sem você, eu finalmente poderei tocar nas outras pessoas, ter uma vida normal, perder o diabo da minha virgindade!

Era a primeira vez desde que Yellow saiu de Ray que o jovem mostrava alguma reação mais... enérgica.

Ray: Na verdade, você poderia muito bem me explicar já que está aqui, não é? Porquê diabos eu não consigo desativar você? Porquê você nunca desligou, nem mesmo quando matou todos aqueles meus amigos?! Você... você arruinou a minha vida, Yellow!

Ray baixou a cabeça...

Ray: Mas infelizmente... eu preciso de você pra salvar o mundo.

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Drako em Seg Jan 08, 2018 10:10 pm


Akane e Wild Fire se deram bem logo de cara. Apesar de tudo, a menina se sentia mal em pedir para que o seu poder voltasse com ela após ver toda a felicidade em estar livre que o rapaz mostrava. Ela então pede para que pelo menos enquanto estivesse na cidade, que Fire o ajudasse na missão. Ele concorda com um grande sorriso no rosto.

Fire: Claro, afinal de contas, eu sou o seu poder!


Eles caminham para fora da casa em forma de vulcão e vão para a rua.

Fire: Então, para onde temos que ir? Quero logo conhecer outros lugares.

A dupla caminha pela calçada até o ponto de encontro que foi decidido antes de saírem. Só que no caminho eles veem uma pessoa sentada no meio fio. Ele tinha cabelos brancos, usava uma bandana e um suéter amarelo e preto. Olharam para seu rosto e ele parecia meio triste, fitando o céu com um pedaço de palito na boca. Fire nota que aquele garoto não era como Akane.

Fire: Esse menino... ele não é como você. Ele é um poder, como eu. Parece triste, devemos falar com ele?




Harry anda até o seu poder enquanto lhe fazia perguntas. Estava interessado em saber se ele estava bem ou porque tinha escolhido aquele local. No fundo Harry sabia que a escolha era feita por conta de sua fraqueza, de estar sempre de olhos fechados para ativar seus poderes, mas queria ouvir a resposta mesmo assim. Propulsion não responde nem a primeira e nem a segunda pergunta. Quando estavam lado a lado ele resolve falar.

Propulsion: Escolhi porque me senti bem aqui, por familiaridade. Eu sou conheço a escuridão e para mim é algo natural, como se eu fosse uma pessoa cega. Mas quando vi a luz do luar pela primeira vez, me senti diferente, mesmo vendo essa lua esquisita.

Ele se vira para o Harry pela primeira vez. Seu poder tinha o tamanho de um adulto. Sua voz era calma e serena, não parecia ser muito emotivo.


Propulsion: Não tenho intenção de ficar aqui ou discutir com você, sei exatamente quem eu sou e o que sou. Não me separei de você por ter algum problema contigo, mas eu tinha um motivo. Queria lhe mostrar o quão dependente de mim você é. Isso tem que mudar.

Ele volta a olhar para a janela e o horizonte.

Propulsion: Pode parecer, mas eu não sou invulnerável a qualquer coisa, Harry. Haverá um dia em que mesmo minha barreira será quebrada por alguém. E você vai precisar achar formas de se defender sem mim.


Daichi estava muito feliz em ver a manifestação do seu poder. Não era bem o que ele imaginava, mas realmente representava a transformação que ele passava quando o ativava. O menino estica o punho em direção ao Blaze Driver na espera de uma resposta mais amigável, que não veio.

Blaze virou de costas, como se fizesse birra. Se ele tivesse braços, os teria cruzado.

Blaze: Eu não vou a lugar nenhum, Daichi. Não até a gente resolver nossas pendências.

O pequeno aparelho começa a brilhar, como quando Yamamoto faz quando ativa o seu poder de transformação.


Blazer Driver tomava outra forma, agora que lembrava o modo do Daichi transformado. Eles tinham a mesma altura, mas a voz do Blaze era meio robótica.

Blaze: Qual é a sua, Daichi? Por que é tão preguiçoso quando se trata da gente? Seus amigos treinam todos os dias e estão te deixando para trás. Está deixando todo o seu potencial de lado por preguiça! Sabe quantas pessoas no mundo tem um poder como o nosso? Bem poucas! Mas você passa os dias deitado sem fazer nada em vez de nos aperfeiçoar! Você tem agido como um... como aquele garoto diz mesmo? Um cuzão!




Isao se aproxima do seu poder com cautela. Ela tenta uma abordagem mais sutil e simpática, apesar do Crash parecer bem mal-encarado. Se senta ao lado do seu poder e para quebrar o gelo, Watanabi pergunta sobre a técnica que ele tinha usado agora pouco, mostrando interesse.

Crash: Oh... você diz essa?!

Ele coloca a mão na parede de pedras que estavam atrás deles e dispara uma explosão.


Crash: STUN GRENADE!

Isao é jogado para longe com a explosão e cai no chão, rodando por alguns metros, até que dá um rodopio e se coloca de pé novamente, usando os dois pés e uma das mãos para diminuir a velocidade em que tinha sido arremessado. Ele olha de volta para o seu poder e ele parecia muito irritado.

Crash: HÁ! Agora você vem querer saber do que eu sou capaz, Isao? Que merda é essa? Achei que sua espadinha era o suficiente pra você se virar por ai. De repente precisa de mim para lutar contra algum vilão?! Tá achando que eu sou otário!?




Jay se senta na mesa ao lado de Ember Light e aceita tomar uma xicara de chá com ele. Alburn pergunta se o seu poder se chama mesmo Ember ou se tinha algum nome.

Ember: Obviamente o poder do Kid não se chama Liz e Patty, mas eles têm uma grande conexão e então ele deu nome a elas. Por enquanto prefiro ser chamado de Ember mesmo.

Eles tomam o chá. Ember até levanta o dedinho tomando a bebida, enquanto escuta Jay falar. Ele concorda balançando a cabeça quando Alburn diz que ele estava destinado a grandes coisas. Ember segura a xicará com apenas uma das mãos e aponta para ele próprio e depois para o Jay e responde um “Nós” seco, sem voz.

É quando Alburn pergunta o que eles queriam conversar que Ember finalmente resolve falar de verdade.

Ember: Bem, já que me deu a liberdade, deixe-me perguntar. O que você está fazendo? Digo, porque está seguindo essas pessoas? Esses garotos que vieram contigo, eles gostam de você? Ou porque está jogado numa missão como essas? Sei muito bem que você não se vê como um herói.

Ele coloca a xicara no pires, pega o guardanapo, limpa a boca e volta a falar.

Ember: Você sabe que lá no fundo eles te veem pelo que você é. O filho de um vilão. Mas você também não é um vilão, é, Jay? Não, claro que não! Você não é nem um herói e nem um vilão! Então, por que temos que seguir um caminho ou outro? Vamos seguir nosso próprio caminho! Sem regras pré-estabelecidas, sem julgamentos. Um pensamento fora da caixa! Vamos deixar de lado esse bando de peso morto e vamos mudar o mundo nos mesmos! Eu sei como você dá duro treinando todos os dias! Cedo ou tarde vamos ser poderosos o suficiente para fazer o que quisermos e ninguém poderá nos empedir!





Chris ficou desconcertado ao ver a manifestação do seu poder. Não soube muito bem como reagir sem causar desconforto, mas também preferiu se manter afastado. Ele diz que esperava por algo mais humano.

Blood: Oh, é compreensível. Ninguém espera que a metade da sua alma seja um diabinho.


Chris puxa uma das cadeiras e senta, iniciando a conversa. A pequena criatura o segue, puxa a outra cadeira e pega impulso com os longos braços para subir. Ele faz um esforço, por uns segundos chega até a balançar as perninhas, mas enfim consegue sentar.

Blood: Não sei que lugar é esse. Na verdade, estava aqui quando eu cheguei. Achei que fazia a minha cara, tudo vermelho e meio escuro. Sim, sim. Nós precisamos conversar, mas isso pode ficar para depois. Mas não acha que devemos sair daqui logo? Afinal de contas, você tem uma missão para cumprir. Vamos lá, me tire daqui, não aguento mais esperar.




Ray chegou ao navio e logo perguntou se aquele homem era o seu poder. Ele, que estava deitado, se senta e faz um joinha com as mãos. Callitri se irrita com o fato de Yellow ter dito que ele parecia péssimo. Ressentido, o garoto diz que é a primeira vez que podia tocar em alguém, que poderia finalmente fazer coisas que uma pessoa normal faria.

Yellow: Ah, é isso que é importante para você?

Em uma catarse, Ray coloca para fora tudo que sentia sobre o seu poder, de como ele o atrapalhou a sua vida e o colocou em situações terríveis. Até que finalmente diz que infelizmente o rapaz precisava do seu poder.


Yellow: Acabou? Sério, Ray. Era assim que você era antes de mim? Uma baita de uma criança chorona? É, é isso mesmo. Todo esse mimimi de agora foi vergonhoso. Eu arruinei a sua vida? Pensa de novo, moleque! Sem mim o que você seria? Um cara medíocre! Sim, um cara medíocre com uma vida medíocre, com um trabalho medíocre e uma esposa medíocre. É isso que você quer? Ser uma pessoa que todos vão esquecer no momento em que você morrer? E perder a virgindade? Se é isso que te incomoda tanto, compra um par de passagens para Death City. A gente chega aqui, você faz o que tem que fazer enquanto eu tomo um sorvete de baunilha e depois a gente se junta de novo.

Ele dá um tapa na cabeça como quem diz “dã.”

Yellow: É inacreditável ver como você é sem mim. Eu mal te reconheço. Sabe quem você parece agora? Aquele miserável do Kaneki! Lembra como aquele idiota mal pode fazer alguma coisa enquanto a gente fritava a namorada dele? Pensa melhor, idiota! Eu te salvei naquele dia! Sem mim, você teria morrido no primeiro round! Quem você quer ser, hein? O cara que frita ou o fritado?!

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Scorpion em Seg Jan 08, 2018 10:47 pm

Encontrar-se com Yellow fez com que aos poucos a personalidade de Ray fosse reaparecendo. Era como se a proximidade com aquele avatar do trovão fosse magneticamente puxando a personalidade de Ray para fora.

Ray: Mimimi? Você não sabe o que eu passei, Yellow! Eu não quero simplesmente perder a virgindade com uma mulher qualquer! Eu amo Satsuke e você sabe disso... E mesmo assim, você matou o irmão dela!

Ele falou com raiva nos olhos...

Ray: Você se esquivou da minha pergunta. Porquê você nunca se desliga? Você não quer ou você não pode?

Ele responde a Yellow.

Ray: Matar a Touka nunca foi o objetivo! Eu usei o mínimo do meu poder, mas... Você queria mais, não é? Podíamos ter só apagado ela, mas não.... Você tinha que fritar a menina!

Ele aponta o dedo em riste para Yellow.

Ray: Eu já me cansei de você, Yellow! Você quer saber quem vai fritar ou quem vai ser frito? Pois bem... Acho melhor você levantar daí, seu havaiano afeminado tomador de coquetel de abacaxi com canudinho floral... Porquê eu vou encher essa tua cara de porrada até você aprender a se controlar!

Era agora a hora da verdade! A hora que Ray descontaria a raiva em quem realmente merecia. Algo dizia a Ray que ele não ia se dar bem nessa... Mas ele tinha assuntos a acertar com Yellow. Talvez aquilo mostrasse a Yellow do que a sua metade era feita!

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Drako em Seg Jan 08, 2018 11:05 pm


A ira de Ray começava a aparecer novamente e o garoto tranquilo de agora pouco estava sumindo pouco a pouco.

Ray: Mimimi? Você não sabe o que eu passei, Yellow! Eu não quero simplesmente perder a virgindade com uma mulher qualquer! Eu amo Satsuke e você sabe disso... E mesmo assim, você matou o irmão dela!

Yellow: Eu matei? Não fui eu que decidi pular naquela piscina.

Ray: Você se esquivou da minha pergunta. Porquê você nunca se desliga? Você não quer ou você não pode?

Yellow: Não posso. Eu faço parte de você, mas a fraqueza é SUA.

Ray: Matar a Touka nunca foi o objetivo! Eu usei o mínimo do meu poder, mas... Você queria mais, não é? Podíamos ter só apagado ela, mas não.... Você tinha que fritar a menina!

Yellow: Era apenas eu que queria acabar com ela? Ou no fundo, lá no fundo do seu inconsciente, você também queria? Isso aqui é uma via de mão dupla, Ray. Eu lhe dou a arma, mas é você quem puxa o gatilho.

Ray: Eu já me cansei de você, Yellow! Você quer saber quem vai fritar ou quem vai ser frito? Pois bem... Acho melhor você levantar daí, seu havaiano afeminado tomador de coquetel de abacaxi com canudinho floral... Porquê eu vou encher essa tua cara de porrada até você aprender a se controlar!

Yellow: AHÁ! Ai está você! Escondido no meio de toda essa atitude emo até agora! Estava achando que você era um caso perdido! Mas finalmente estou vendo toda aquela eletricidade que eu conheço! Pois bem, você quer me bater, vá em frente.

Ele se levanta e dá a cara para o Ray bater.

Yellow: Dê o seu melhor! Mostre-me o que você pode fazer sem mim!

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Ricardo Sato em Seg Jan 08, 2018 11:48 pm

Me sento enquanto Ember começa a responder minhas perguntas....é um bom chá,será que ele fez?Pela primeira vez nesse buraco me sinto um pouco melhor....menos só.

Ember: Obviamente o poder do Kid não se chama Liz e Patty, mas eles têm uma grande conexão e então ele deu nome a elas. Por enquanto prefiro ser chamado de Ember mesmo.

Hum...sei,bem japonês isso de tratar pelo "primeiro nome" ser coisa de intimidade,mas ainda chegamos lá.

Continuo bebendo o chá e noto o dedinho....é sempre vi essa parada em filmes,também noto o "nós" sub entendido nos movimentos de Ember e é a minha vez de balançar a cabeça afirmativamente.Sigo falando e logo parece que chego ao ponto em que ele queria e Ember começa a falar mais "animadamente".

Ember: Bem, já que me deu a liberdade, deixe-me perguntar. O que você está fazendo? Digo, porque está seguindo essas pessoas? Esses garotos que vieram contigo, eles gostam de você? Ou porque está jogado numa missão como essas? Sei muito bem que você não se vê como um herói.

Ember: Você sabe que lá no fundo eles te veem pelo que você é. O filho de um vilão. Mas você também não é um vilão, é, Jay? Não, claro que não! Você não é nem um herói e nem um vilão! Então, por que temos que seguir um caminho ou outro? Vamos seguir nosso próprio caminho! Sem regras pré-estabelecidas, sem julgamentos. Um pensamento fora da caixa! Vamos deixar de lado esse bando de peso morto e vamos mudar o mundo nos mesmos! Eu sei como você dá duro treinando todos os dias! Cedo ou tarde vamos ser poderosos o suficiente para fazer o que quisermos e ninguém poderá nos empedir!

Não falo a princípio,termino meu chá e coloco delicadamente minha xícara no pires...enquanto limpo a boca na camisa,é quando olho pra ele e respondo,mas primeiro não consigo conter uma gargalhada que estava presa em minha garganta.

........UHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUHA....haha.....ai,ai...Ember respondendo a primeira parte,eu não tô seguindo ninguém e nem espero que eles gostem de mim,eu estou aqui nessa missão por um motivo apenas.

Porque eu escolhi estar aqui....nós nunca pudemos escolher muitas coisas não é mesmo Ember,mas isso,isso eu escolhi,as únicas regras que eu sigo são as minhas...eu prometi seguir esse caminho para a pessoa mais importante da minha vida.....com excessão de NOSSA mãe,eu prometi pra mim mesmo.Claro que eu sei que minha luta com Razor Flare e meu encontro com Cereza me influenciaram,mas eu não prometi isso para ela,nem prometi isso pela minha vingança...eu poderia fazer isso sem ser um herói,eu prometi isso para mim....

As dúvidas que você tem são as mesmas que eu tenho desde que "nos encontramos"....acha que eu não sei do que somos capazes,nós não precisamos de ninguém....sempre estivemos sozinhos mesmo.Se nos esforçarmos muito com nosso poder o que não poderíamos tomar?Se usássemos nosso poder da forma que todos já acham que usamos o que não poderíamos ter?Acha que não sei que com um pouco mais do que um "brilho" no olhar eu poderia ter a garota que eu quisesse....poderia fazer Cereza ser minha?

É.EU.SEI.....mas é isso mesmo que você quer?Usar seu poder e fazer o que quiser só porque você pode....como o Flare podia dar na nossa cara?Você acha que ignorar os outros e tomar o que quisermos seria divertido....você se lembra daqueles garotos que costumávamos arrebentar por raiva....simplesmente porque a gente era mais forte que eles....é,você se lembra?Então diz aí...aquilo realmente te fazia sentir bem?Mais feliz?Menos puto da vida?...Porque não é assim que eu me lembro...eu me lembro de lavar aquele sangue das minhas mãos me sentindo como o lixo que todo mundo achava que eu era.Eu me lembro de nossa mãe preocupada com nossos arranhões enquanto alguma mãe por aí se preocupava com os dentes que o filho tinha perdido no meu punho....eu me lembro dela tentando cuidar de nós,você sabe que ela sabia que estámos com vergonha não é?

Cara,isso nem foi a tanto tempo assim,você deve se lembrar.......eu não tô seguindo ninguém,eu tô tentando não ser um merda...e eu não preciso provar isso pra ninguém la fora....eu preciso provar isso pra mim.Dizem por aí que uma semente não cai muito longe da árvore...então me diz,você quer ser como nosso pai ou como a nossa heroína?...A única pessoa que nós temos certeza que nos amou....

....Merda to é falando demais....resumindo,eu não vou SER um herói porque eu SOU um herói,eu VOU ser um herói porque é a merda do que eu QUERO ser,mais pra frente eu vejo se isso ainda é verdade,afinal eu não sou excessão para o que eu disse para o Issao....eu também vou ter sempre os meus "E SE".

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Pedro H. Oliveira em Ter Jan 09, 2018 12:59 am

Daichi havia sido pego de surpresa por aquela atitude de Driver. Ele pensou que ter sido chamado de preguiçoso era a personalidade de seu poder se mostrando, mas parecia muito mais do que isso. De alguma forma, os últimos dias haviam tido um grande impacto na forma que Driver via o mundo e seu companheiro. Foi então que o apetrecho tomou uma forma humana, parecida com a que Daichi ficava ao se tornar Galahad e agora ela o estava encarando com toda a raiva que possuía. Além é claro, de chama-lo de "Cuzão" como os demais de sua turma o chamavam pelas costas.

- HAHAHAHAHA! - Daichi solta uma sarcástica risada quando Driver terminar seu discurso. - Desculpe, não resisti quando você me chamou de Cuzão. Você mais do que qualquer pessoa na face da Terra deveria saber MUITO bem os meus motivos para agir da forma que venho feito e principalmente sabe que não me importo nem um pouco no que as pessoas pensam de mim. Se elas me acham "cuzão" ou não é problemas deles, não meu... não nosso!

Daichi coloca as mãos no bolso e começa a encarar o céu. Seu olhar parecia distante enquanto parecia divagar para outro mundo.

- Lembra quando eramos crianças e pensávamos que poderíamos salvar o mundo sozinhos? Foi logo depois que nós conhecemos e a primeira atitude que tomamos foi irmos pra rua achando que seriamos os heróis que todos precisavam? Nessa brincadeira meu melhor amigo de infância decidiu entrar nessa e mesmo sem controle direito de nossos poderes fomos com tudo pro mundo?


- Um dupla de crianças indo pro mundo enfrentar pessoas com mais experiencia e sem qualquer tipo de escrúpulo. Resultado disso? Algumas semanas depois fomos pegos desprevenidos e ele quase morreu. Quase morreu pois eu falhei e fui fraco! Eu deveria ter levado isso como lição e treinar sem parar para me tornar forte? Provavelmente, mas antes de tudo eu me tornei alguém com medo de me envolver com outras pessoas, tive medo de confiar nelas e acabar falhando com elas e por isso, na maioria das vezes ficar deitado na minha cama é o máximo que posso fazer... Existem dias que não tenho forças pra levantar da minha cama só de pensar que posso falhar... Isso quase aconteceu alguns meses atrás na invasão a escola e pessoas morreram por isso. E fica pior ainda quando eu me lembro que está chegando o aniversario desse dia...

Ele então volta a encarar "sua outra metade", agora com um olhar que demonstrava raiva, mas era uma raiva não contra Driver, mas sim de si mesmo.

- Você acha que eu queria esses poderes? Quantas vezes eu desejei não ter adquirido eles e por isso conseguir dormir tranquilamente a noite? QUASE TODOS OS DIAS EM MINHA VIDA!!! É um pensamento egoísta? Sim, e eu me odeio por ter tido eles. TODOS OS DIAS! Eu não ligo nem um pouco por ser especial e ser uma das poucas pessoas no mundo a ter esse poder, expectativas dos outros? Não as quero para mim, pode ficar com elas. Eu tenho meus sonhos e meus planos e vou segui-los, nem que seja sozinho e mesmo que seja sem a aprovação de ninguém. Pode ficar com raiva de mim o quanto quiser por "estar te atrasando", mas farei as coisas do meu jeito, lidarei com meus demônios no meu tempo e ainda assim serei o maior herói do mundo. Pode não ser hoje, nem mesmo daqui a 10 anos, mas o mundo ainda ira se lembrar de mim!

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Guima em Ter Jan 09, 2018 9:25 am

Nunca em mil anos achei que você seria assim... Diz Ash a Muscular Unleash ao ver ele deitado descansando naquele campo interminavel. O lugar era belo e dava uma sensação de paz e tranquilidade. E o estranho de tudo isso é que esse poder tambem passava essa sensação.

... Tranquilo e preguiçoso. Ta curtindo a vista? Confesso que o lugar é bem bonito, mas porque veio aqui? Pensei que te encontraria lutando contra alguma coisa nesse lugar louco que é Death City.

Eu me aproximo dele e sento ao seu lado. Pego uma folha de mato e coloco no canto da boca. Olho para onde Muscular Unleash estava olhando. Queria entender o que passava na cabeça dele...

Porque gosta de viver sem preocupações? Pergunto a muscular Unleash tentando entende-lo um pouco

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Scorpion em Ter Jan 09, 2018 1:11 pm

Ray: Eu pulei naquela piscina? Claro! Eu sequer sabia da sua existência! Se soubesse, estava trancado no meu quarto pensando em como lidar contigo.

Porém, algumas palavras pesaram para Ray, especialmente quando Yellow falou que não era ele quem controlava o defeito.

Ray: O defeito... É meu...? Porcaria...

Então, Yellow dá a cara pra que Ray bata e que prove o que pode fazer sem ele. Os dedos de Ray se fecham, chegando a estalar os nós...

Ray: Em certo ponto você tem razão.... Eu não posso mais colocar a culpa dos meus problemas em você. Sobre Touka... Não, eu nunca quis mata-lo. Estava com muita raiva, sim... Mas nunca quis matar ela é nem ninguém.

Ele então desfere um rápido e forte soco no queixo de Yellow, sem saber o que aquilo poderia causar.

Ray: Isso é por me chamar de emo!

Ele deu um leve sorriso de quem estava mais leve agora... Entendeu a mão para Yellow.

Ray: Acho que pra começar a me aceitar, terei que aceitar você, não é? E então... O que me diz? Vamos salvar a escola juntos?

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Leo Rocha em Ter Jan 09, 2018 7:27 pm

Arrow HÁ! Agora você vem querer saber do que eu sou capaz, Isao? Que merda é essa? Achei que sua espadinha era o suficiente pra você se virar por ai. De repente precisa de mim para lutar contra algum vilão?! Tá achando que eu sou otário!?

A explosão fora poderosa, mas não tinha a intenção de mata-lo. Isao sentirá isso ao analisar o quanto ela foi concentrada. Ele sente o rancor na voz de Crash e por um momento teve a sensação de que ele e aquela parte de sua alma não eram tão sintonizados quanto deveriam.
Ele abaixa as mãos, desfazendo a guarda automaticamente levantada quando saltou pra se esquivar da explosão. Era a hora de ser sincero consigo mesmo e, finalmente, fazer as pazes com essa parte sua...

Arrow Sabe... Desde que meus pais morreram, eu decidi que me fortaleceria de forma a evitar que outros tivessem esse mesmo destino. Eu sacrifique a minha infância e tudo o mais em nome dessa promessa... Eu me esforcei ao máximo até me tornar uma arma viva.

Ele se aproxima sem pressa. Olhando nos olhos de Crash.

Arrow Eu pedi aos céus por um poder que me ajudasse a lutar contra o mal. Algo que me fizesse forte ou rápido... E quando você veio... Eu...

Ele abaixa a cabeça por um instante e a levanta de novo, voltando a encarar Crash.

Arrow Desde a primeira vez... Cada vez que eu recorri a você... O preço cobrado sempre foi alto... Como eu posso salvar alguém se eu desmaiar em combate usando meu próprio poder?

Suas mãos se creram.

Arrow Eu queria poder contar com você. Queria fazer isso que você fez agora é continuar como você está... Mas um braço doendo pode atrapalhar se meu inimigo contra-atacar e isso pode significar a morte pra alguém...

Ele olha pro céu e continua.

Arrow Me desculpe se eu não soube demonstrar isso, mas eu não te odeio. Na verdade, eu não te entendo e não como lidar com o fato de que me sinto fraco quando sou atingido pela dor após usar nosso poder... E eu jurei não ser mais fraco... Mas eu não posso e não quero fugir de você. Você é parte de mim e do herói que pretendo ser. Você é talvez a pessoa que melhor me conhece... E sem você eu não conseguirei ser quem preciso...

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Renata C. em Ter Jan 09, 2018 7:57 pm

Fire: Claro, afinal de contas, eu sou o seu poder!

Akane apenas sorri ao ouvir isso, enquanto eles saem daquela casa, para o alívio da garota. A brisa que soprava nos seus cabelos dava uma sensação agradável após ter passado tanto tempo num lugar tão quente. Ela e Fire começam a andar pelas ruas de Death City.

Fire: Então, para onde temos que ir? Quero logo conhecer outros lugares.

Akane: Nós combinamos de nos encontrar em um lugar assim que estivéssemos  com nossos poderes. Assim podemos ir até onde o Kenshiro está.  - Com os braços apoiados atrás da cabeça, Akane olha para o céu por alguns instantes. - Tudo aqui é meio sinistro, mas interessante ao mesmo tempo. Você deveria ter visto o líder da cidade, o Shinigami sama. Ele é o Deus da morte, mas tem a voz engraçada e uma cara de caveira meio fofa.

Akane pensava se os outros tinham se entendido com seus poderes. Torcia para que sim. Precisavam da ajuda deles para concluir a missão, mas além disso. Cada poder, era uma parte deles. Brigar com o próprio poder seria como brigar consigo mesmo. Afinal, como Kid havia dito, Fire era uma parte da alma de Akane.

Foi quando, no meio do caminho até o local combinado, encontraram com um garoto sentado na calçada. Ele parecia meio triste.

Fire: Esse menino... ele não é como você. Ele é um poder, como eu. Parece triste, devemos falar com ele?

Akane para por alguns instantes, olhando para o garoto de cabelos brancos. Um poder? Então ela faz um sinal de afirmativo para Fire. Mesmo que tivessem uma missão a cumprir ali, algo dizia que ela devia falar com ele. Talvez pudesse ajudar.

Ela se aproxima do garoto e se abaixa, ficando do lado dele, que estava sentado.


Akane: Oi! Você está bem? Parece meio desanimado. Meu nome é Akane. - esperou que Fire se apresentasse, para então ver qual seria a resposta do garoto.

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Nasinbene em Ter Jan 09, 2018 11:42 pm

Harry fitava a janela juntamente com Propulsion. Sabia que o poder tinha razão, era extremamente dependente dele. Harry então responde seriamente, sem desviar o olhar da janela e daquela estranhamente hipnótica lua:

- Entendo o que quer dizer... Tenho plena consciência de que dependo muito de você. Mas tenho me esforçado bastante nos últimos tempos pra tentar compensar isso. Prova disso foi o vislumbre que tivemos quando derrotamos Noro. Lembra-se disso?  Talvez eu comece a treinar luta com Ash ou Isao... Mas agora, precisamos resolver essa situação... Posso contar com você né?

Harry termina a frase olhando diretamente nos olhos de Propulsion. Como ele havia dito, chegaria o dia em que seu poder não poderia ajudá-lo... Mas esse dia ainda não havia chegado...
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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Lib em Qui Jan 11, 2018 10:54 pm

Blood: Não sei que lugar é esse. Na verdade, estava aqui quando eu cheguei. Achei que fazia a minha cara, tudo vermelho e meio escuro. Sim, sim. Nós precisamos conversar, mas isso pode ficar para depois.

Chris sacudiua a cabeça suavemente, ainda tentando processar a situação.

Blood: Mas não acha que devemos sair daqui logo?

Chris: Eu se, mas--

Blood: Afinal de contas, você tem uma missão para cumprir.

Chris: Sim, só que--

Blood: Vamos lá, me tire daqui, não aguento mais esperar.


Chris: Não! - Socou a mesa. - Não! Não vamos sair. Não assim. - Chris puxou a garrafa de suco de beterraba e deu um longo gole. Depois repuxou o rosto em uma carranca. - Eu nem gosto de suco de beterraba! Foi só uma das muitas coisas que eu tive que aprender a fazer por sua causa! Quando a gente entrou aqui, você saiu em disparada, e nos disseram que era por causa dos problemas não resolvidos entre nós... Nós temos problemas, muitos. Eu sei disso. A verdade é que, no fundo... Eu te odeio... Odeio o fato de que você é uma arma apontada para minha própria cabeça. Odeio o fato de que você me impede de salvar outras pessoas.

Chris respirou fundo.

Chris: E agora, você olha pra mim e diz que está aqui por puro acaso. Que nada tem que fazer sentido?! Por quê?!

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Drako em Dom Jan 14, 2018 1:36 pm


Ainda sentados, Ember e Jay continuam a dialogar. Alburn tinha muita coisa para dizer após as perguntas do seu poder e assim o fez. O poder de Luz escutou calmamente enquanto dava um pequeno gole do chá. Jay pode notar que o semblante de sua habilidade era um tanto sombrio. Em seu rosto ele matinha um sorriso meio sarcástico o tempo todo, as sombras do seu cabelo tornavam seu olhar um pouco ameaçador.

Quando Jay termina o discurso, Ember coloca a xícara do pires e volta a falar.

Ember: Engana-se ao dizer “nossa mãe” e “nosso pai.” Eu faço parte de você, mas eu não sou você. A mãe é sua, o pai é seu. Os atos cometidos por você são todos de sua autoria. Sou apenas uma parte de sua alma deslocada por uma magia que não entendo. Suas lembranças estão em minha cabeça, mas não fui eu que senti vergonha, foi você.

Ele se levanta da cadeira e olha para o vitral atrás dele. Era uma imagem de uma figura maléfica e outra bondosa segurando o mundo. Dois lados de uma mesma moeda.


Ember: Eu não tenho a mesma ideologia que você. Vejo todo o seu potencial sendo jogado fora por um objetivo falho. Diz que quer ser um herói, que esse é a sua vontade, mas o quanto dessa vontade não foi moldada pela sociedade em que vive? O que é certo e errado já é predeterminado antes mesmo de podermos escolher. Você mesmo disse, com o brilho certo poderia ter qualquer garota, mas escolhe correr atrás de uma pessoa que nem sequer retribui os seus sentimentos. Poderia ter tudo o que quisesse, mas prefe—

Ele se abaixa com a mão na cabeça, como se sentisse uma pontada profunda no crânio. Por uns segundos ele fica agachado, com os joelhos curvados e então se levanta novamente. Quando se vira para Jay o rapaz nota que o semblante estava diferente. Antes ele tinha um olhar soturno, agora se tornava sereno.

Light: Desculpe pelo que disse agora. Ember pode ser um tanto... esquisito. Mas não se preocupe, J. Enquanto eu estiver aqui, vou deixa-lo sobre controle.




A atitude de seu poder tinha pego Daichi desprevenido. Notou que Driver o via com um grande potencial e achava que o estava desperdiçando, que estava ficando para trás. Então o garoto dá os seus motivos para agir da forma que tinha até agora. Sobre como tinha falhado com o seu amigo de infância e isso tinha lhe deixado marcas profundas. Blaze Driver balança a cabeça repreendendo-o.

Blaze: Até hoje você não entendeu. Querer ser o maior herói de todos é um ótimo objetivo, mas no estado em que está agora, nunca vai conseguir. Não porque você não pode, mas porque o você atual não tem algo importante para alcançar tal feito.

Blaze Driver abre uma das mãos e uma espada se materializa. Imediatamente ele se joga em direção à Yamamoto, iniciando um ataque.


Mas a ataque para no momento em que iria acerta-lo. A espada para pouquíssimos centímetros do rosto de Daichi, que não se moveu um milímetro. No fundo, ele sabia que o seu poder não iria atacar de verdade, sentia isso por algum motivo inexplicável.

Blaze: Não se moveu porque você confia em mim, porque eu sou uma parte de você. Esse é o problema. Depois do que aconteceu com o seu amigo, você só confia em si mesmo. Sozinho não conseguirá nada. Sozinho nunca vai conseguir nem chegar perto dos seus objetivos. Enquanto não puder se abrir e confiar nos outros, ser o mais fraco é o que te espera.

Ele abaixa a espada e ela se desfaz.

Blaze: “Se elas me acham "cuzão" ou não é problemas deles, não meu... não nosso!” Errado! É sim um problema seu! Te chamam dessa forma pela maneira que trata os outros e isso é culpa exclusivamente sua. Não afaste as pessoas porque tem medo de falhar ou se decepcionar. Pois quando falhar de fato e estiver sozinho, não terá ninguém lá para te ajudar a levantar.




Ash finalmente resolveu falar com o seu poder, que estava deitado no campo, vivendo a vida. Ficou um tanto decepcionado em encontrar seu poder dormindo, achou que ele estaria batalhando com alguém.

Unleash: Vim aqui para descansar um pouco. O lugar desses, calmo, é o que eu preciso agora. Eu já lutei muito vivendo dentro de você. Tu é muito escaldado, moleque. Se irrita fácil. Quantas brigas tu já se meteu nessa vida? E ainda continua procurando por mais.

Ele se senta, apoiando o corpo em um dos braços.

Unleash: Por que você luta? Já se perguntou isso? Eu não faço nem ideia e eu faço parte de você. Por que está sempre tão irritado?

Ele chama o Ash com a mão, pedindo para que eles se sentem.

Unleash: Qual é o seu objetivo nisso tudo?




A discussão de Ray e Yellow estava bem acalorada. Bastou alguns minutos de conversa e já começaram a brigar. O que era compreensível, visto os grandes dramas que eles passaram juntos. O poder diz que Ray poderia acerta-lo com tudo que tem e o garoto assim o faz. Um soco bem dado no queixo fez com que Yellow caísse para trás. Na mesma hora ele se levanta e cospe sangue da boca. Ele anda até Ray e para em frente a ele. Callitri era um garoto muito alto para a sua idade, mas percebeu Yellow Lightining era ainda maior que ele quando ficaram frente a frente. O poder dá um sorriso.

Yellow: Gostei.

Do nada ele soca Ray bem no queixo com um gancho, que tira os pés do chão e é jogado para trás. Não foi apenas isso, ao mesmo tempo Ray sentiu algo que não tinha sentido há muito tempo. Começou com um arrepio que foi crescendo por todo o corpo até que lhe causou uma dor grande. Estava sentindo a dor de um choque elétrico.

Yellow: Achou que eu não iria revidar?

O poder se agacha frente ao seu usuário com um sorriso no rosto.

Yellow: Mesmo sem mim ainda há coragem em você. Pois bem, vou te ajudar a salvar sua escola. Mas e depois? Temos assuntos não resolvidos andando por ai. Ou se esqueceu? Seu amiguinho, Kaneki, ele está vivo. Quanto tempo até ele voltar atrás de vingança? Por que não mudamos as ordens das coisas e vamos atrás dele em vez de esperar ele vir atrás de você? Vamos terminar o que começamos!  




Isao resolveu ser sincero consigo mesmo e por consequência com o seu poder. Ele conta sobre o que ele passou e o que tem que passar quando usa o seu poder. Não quer colocar outros em perigo caso a dor que o seu poder lhe causa fosse grande demais.

Crash o olha com ima das sobrancelhas arqueadas como quem diz “Tá de sacanagem?”.

Crash: Tu é burro, Isao? Você só fica todo dolorido quando usa os meus poderes é por você não ter focado no lugar certo. Até agora só vi você treinar direito para correr rapidinho! Sua professora preferida corre rapidinho! Que tal lembrar um pouco do teu parceiro aqui? Hein?

Ele usa a explosão das mãos para o jogar para cima em alguns instantes. No alto, ele usa mais explosões para guia-lo nos céus, quase como se voasse. Feito isso, ele cai frente ao Watanabi.

Crash: Você pode fazer isso, Isao? Acho que não! A fraqueza dos poderes não está em mim, está em você! Se fosse mais resistente talvez conseguisse suportar mais as explosões. Se dominasse os seus poderes, talvez pudesse nem sequer sentir dores, como eu! Mas você prefere correr rapidinho! Que tal então você correr rápido e explodir a cara dos seus inimigos? É um ótimo combo!




Se havia alguém que não tinha encontrado nenhum problema com o seu poder, era Akane. Eles tinham se entendido quase que imediatamente e Wild Fire já tinha concordado de ajuda-la. No cantinho de seus pensamentos a menina se preocupava se iria perde-lo ou não, mas preferiu não imaginar isso agora. Andando pela cidade eles encontram um rapaz triste sentado no meio da rua. Akane se aproxima, se abaixa perto dele e puxa conversa. Ele olha para ela, nunca havia visto a garota, volta a olhar para o céu enquanto responde.

Soul: Me chamo Soul.

A menina imediatamente lembra que tinha escutado esse nome antes, mas não se lembra quem falou ou quando foi.

Soul: Estou bem, só estou esperando por alguém. Ele voltou para a cidade hoje, mas ainda não o vi.

Nesse momento eles escutam um burburinho vindo ao longe. As vozes vão ficando mais e mais audíveis a medida que se aproximam. Quando chegam até ele, Akane reconhece uma das duas pessoas que chegaram.


Era Spirit, o poder do Shinigami, que encontraram mais cedo e uma bela mulher de cabelos verdes. Tinha uma cara muito simpática, mas parecia estar um pouco envergonhada com o homem ao seu lado, que estava visivelmente apaixonado. Spirit finalmente nota Akane bem ali a sua frente. Ele se levanta e com muita alegria fala com a menina.

Spirit: Ah, menina de cabelos vermelhos! Vejo que encontrou seu poder! Olha só quem EU encontrei! A mulher da minha vi—ele se abaixa e sussurra—A mulher da minha vida que eu disse que encontrei no bar esse mês! Dá para acreditar? Fui no mesmo bar hoje e ela estava lá.

Ele para ao lado da mulher e a abraça. Ela sem graça dá um oi com a mão.

Rachel: Olá, me chamo Rachel. Vocês são amigos do Spirit-kun?




Propulsion era uma pessoa séria, não passava muita emoção, mas se mostrava preocupado com Harry e a falta de habilidades físicas do menino, que dependia quase que exclusivamente do seu poder. McFly admite o que seu poder tinha dito, mas não parecia dar muita importância agora.

Propulsion: Vou te ajudar. Como eu disse, sei exatamente o que sou, seu poder. Mas enquanto estou aqui, preciso desse momento para te ajudar a dar o próximo passo.

O Poder solta uma versão do Cannon ball no teto e um pedaço do chão cai frente a janela, a única entrada de luz que havia no local. Agora eles estavam num breu total.

Propulsion: Notei que está sem seu óculos. Está numa situação de total desvantagem. O que você faria se eu fosse o seu inimigo que por acaso supriu seus poderes e lhe tirou seu aparelho? Vamos lá, me encontre nessa escuridão.

Assim como na luta contra Mumei, Harry nota que os som da voz de Propolsuion vem de vários locais diferentes.




Chris se irrita com o diabinho, que queria sair de lá sem conversarem. Em uma catarse o jovem joga todo o seu descontentamento sobre seu poder de uma vez, mas ele ainda assim estava disposto a dialogo.

Blood ficou de pé na cadeira, o que não aumentou muito a sua altura comparada ao Chris. Stone nota o olhar sério do poder. Era visível que a cada frase do menino, ele se irritava cada vez mais.

Blood: Achei que você estava focado nessa missão, Chris! Mas você quer ter uma DR aqui. A essa hora seus amigos, Dash, Arry e os outros já devem estar com os seus poderes te esperando! A verdade é que eu não me importo! Não me importo o que você pensa.

A voz dele muda, o que antes tinha um tom normal, agora era gutural.

Blood: EU ESTOU AQUI POR ACASO, SIM, CHRIS! AGORA, PORQUE NÃO ME TIRA LOGO DESSE LUGAR IMUNDO!


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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Scorpion em Dom Jan 14, 2018 6:37 pm

Dar um soco em Yellow foi... Reconfortante, no mínimo. Afinal, se havia alguém que queria socar o seu poder, esse era Ray Callitri. Quando Yellow caiu, Ray ficar alisando os nós dos dedos. Porém, Yellow levou na esportiva...

Ray: Que bom que você gost....

Mas um soco no queixo faz Ray voar e cair. O loiro massageia o maxilar como se quisesse colocar de novo no lugar e sorri.

Ray: Então é isso o que as pessoas sentem quando eu toco nelas? Hmmm... Belo soco, pra um havaiano de gênero duvidoso, hehehehe...

A personalidade de Ray estava retornando com a proximidade de Yellow. Ray se levantava pra ouvir a proposta de Yellow.

Ray: Você acha mesmo que Kaneki vai retornar procurando briga?

Ele virou-se de costas, como se ponderasse.

Ray: Talvez você tenha razão... Ele não vai entender que aquilo foi um acidente. Não vai entender que eu fiz o que fiz por uma questão de sobrevivência... Certo?

Olha para Yellow.

Ray: Muito bem... Vamos atrás dele, então... De uma vez por todas.vamos acabar com essa história antes que ele descubra sobre minha família e queira dar o troco...

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Ricardo Sato em Seg Jan 15, 2018 12:01 am





Ainda sentados,continuamos a falar e eu tinha muita coisa para dizer....muito mais do que imaginei.Ember escutou calmamente enquanto bebia o seu chá,seu semblante me lembrava do meu quando fechava meu coração,uma superfície calma com algo prestes a rachar no fundo,o sorriso meio sarcástico eu não reconhecia...ou melhor eu o conhecia no rosto de meu pai e não no meu,as sombras do seu cabelo tornavam seu olhar um pouco ameaçador....ou ao menos assim deveria parecer se mais alguém o visse,ao contrário de muitos alunos eu jamais tive problemas com os meus poderes....mas talvez eles tivessem problemas comigo.Quando termino, Ember coloca a xícara no pires e volta a falar.

Ember: Engana-se ao dizer “nossa mãe” e “nosso pai.” Eu faço parte de você, mas eu não sou você. A mãe é sua, o pai é seu. Os atos cometidos por você são todos de sua autoria. Sou apenas uma parte de sua alma deslocada por uma magia que não entendo. Suas lembranças estão em minha cabeça, mas não fui eu que senti vergonha, foi você.

Ele se levanta da cadeira e olha para o vitral atrás dele....uma figura maléfica e outra bondosa segurando o mundo,me seguro para responder,mas era a hora de escutar,não interromper.

Ember: Eu não tenho a mesma ideologia que você. Vejo todo o seu potencial sendo jogado fora por um objetivo falho. Diz que quer ser um herói, que esse é a sua vontade, mas o quanto dessa vontade não foi moldada pela sociedade em que vive? O que é certo e errado já é predeterminado antes mesmo de podermos escolher. Você mesmo disse, com o brilho certo poderia ter qualquer garota, mas escolhe correr atrás de uma pessoa que nem sequer retribui os seus sentimentos. Poderia ter tudo o que quisesse, mas prefe—

Ele se abaixa com a mão na cabeça, como se sentisse uma pontada profunda no crânio,dou uns passos em sua direção para ajudá-lo. Por uns segundos ele fica agachado, com os joelhos curvados e então se levanta novamente e se vira para mim com um semblante diferente e um olhar sereno....reconheço o meu olhar de quando vejo Ceresa.

Light: Desculpe pelo que disse agora. Ember pode ser um tanto... esquisito. Mas não se preocupe, J. Enquanto eu estiver aqui, vou deixa-lo sobre controle.

....O Ember....tipo assim,na terceira pessoa?E quem seria você então?

É,meu poder era tudo que esperava e muito mais que não poderia pensar.....tinha noção da aterrorizante sombra por trás da sua luz,tudo que me separa de ser um vilão é meu próprio desejo de não ser....um mergulho mais profundo em minha habilidade e eu poderia apagar aquilo que irônicamente era o poder de minha mãe,Empatia...poderia não me importar com meus atos,com leis e sequer sofrer com isso,nunca mais sofrer pelos outros era a promessa que Ember Light trazia junto com o poder de destruir e manipular,mas essa promessa seria uma bênção ou uma maldição?Mesmo assim jamais senti medo de meu poder,sei que ele existe para me proteger,do mundo e de mim mesmo,também sei que ele não foi feito para proteger ninguém além de mim mesmo....usá-lo dessa forma é a minha escolha.

Eu esperava por aquela sombria versão de minha alma que era Ember....o desejo de se tornar mais forte,de jamais ser ferido novamente,de devolver minha dor e de deixar de me importar,aquilo era uma grande parte de mim....da mesma forma que sei que no meu coração mora um ódio que muitas vezes acreditei que era a única coisa que mantinha meu sangue correndo.O que eu não esperava era aquela Serenidade,aquela mudança de semblante me provou muitas coisas,entre elas que uma calma verdadeira estava dentro de mim....e principalmente que eu devo ser MUITO,MAS MUITO MALUCO.

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Lib em Seg Jan 15, 2018 1:19 pm

Blood: Achei que você estava focado nessa missão, Chris! Mas você quer ter uma DR aqui. A essa hora seus amigos, Dash, Arry e os outros já devem estar com os seus poderes te esperando! A verdade é que eu não me importo! Não me importo o que você pensa.


Blood: EU ESTOU AQUI POR ACASO, SIM, CHRIS! AGORA, PORQUE NÃO ME TIRA LOGO DESSE LUGAR IMUNDO!

Chris: Ash e Harry... - Chris sussurrou. - Você chamou eles de Dash e Arry. O nome deles é Ash e Harry.


Chris: Você não é o Blood! - Chris apontou sacou as armas e apontou na direção da criatura. Sabia que as armas só funcionavam em conjunto com seu poder, é claro, mas se a criatura não sabia nem o nome dos seus colegas, contava que ela também não soubesse que as armas eram inúteis naquele momento. - Aonde ele está? O que você fez com ele?!

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Drako em Seg Jan 15, 2018 2:27 pm


Chris tinha notado a forma estranha em que aquele monstro agia, além de ter errado o nome dos seus amigos. Imediatamente, em um blefe, ele saca as pistolas e aponta para o diabinho, afirmando que ele não era o seu poder e perguntando onde ele estava.


???: Até que enfim descobriu. Quando vi a chance que eu tinha, me agarrei com unhas e dentes, achei que poderia sair daqui sem problemas. Infelizmente, você é chato demais com esse papo de conversa e não consegui me controlar. É o que acontece quando fica preso por 500 anos, sua paciência é cada vez menor.

Ele desce da cadeira dando um pulinho, continua agindo naturalmente mesmo com as pistolas de Stone apontadas para ele. Desamarrota o terno com seus longos braços, ajeita a gravata. Ele volta a falar, sua voz tinha voltado ao normal após aquele surto de irritação de agora pouco.

???: Não faz mais sentido fingir. Venha comigo.

O monstrinho passa pela cortina e pela porta em que tinha entrado. Chris o segue e faz o mesmo. Quando atravessa a porta, ele para numa sala idêntica a que eles estavam. Piano, cadeiras, tudo igual.

???: Eu senti oito almas voarem pelos céus, um deles passou aqui por cima e eu o atrai até essa casa.

Ele anda mais um pouco, até o canto da parede, puxa uma cortina e revela o que estava escondido atrás dela. Sentado no chão, atrás da cortina, estava um garoto franzino, de cabelos negros, com vários machucados espalhados pelo corpo.

Spoiler:


Ele não disse nada ao ver o rapaz, se sentia meio envergonhado.

???: Ai está o quem você queria, o tal do Blood. Ele não foi muito compreensível no inicio então eu tive que lhe ensinar boas maneiras. Garotinho ai não tem muita afinidade ao combate, pelo visto. Mas devo dizer que ele tem força de vontade, demorou um bocado até eu conseguir tirar as informações dele. E pelo visto me deu nomes errados de propósito.

O Diabinho estava parado na passagem da porta, que brilhava uma luz vermelha do outro lado. Ele estala os dedos de forma rítmica, fazendo uma musiquinha, enquanto dançava de forma esquisita na frente da porta.

???: Eis minha oferta. Vocês me tiram daqui e a gente esquece tudo o que aconteceu entre a gente, que tal? Seremos todos felizes e nunca mais nos veremos de novo.


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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Lib em Seg Jan 15, 2018 7:26 pm

Quando a criatura puxou as cortinas, revelando um menino franzino e cheio de machucados, Chris respirou fundo, mas não esboçou a menor reação, apenas manteve-se firme, olhando fixamente para o garoto maltrapilho caído no chão.

???: Ai está o quem você queria, o tal do Blood. Ele não foi muito compreensível no inicio então eu tive que lhe ensinar boas maneiras. Garotinho ai não tem muita afinidade ao combate, pelo visto. Mas devo dizer que ele tem força de vontade, demorou um bocado até eu conseguir tirar as informações dele. E pelo visto me deu nomes errados de propósito.

Mesmo se a criatura não tivesse identificado o garoto, Chris saberia quem ele era, afinal, a conexão que ele sentiu com o garoto foi quase imediata.

???: Eis minha oferta. Vocês me tiram daqui e a gente esquece tudo o que aconteceu entre a gente, que tal? Seremos todos felizes e nunca mais nos veremos de novo.

Chris: Você não ouviu nada do que eu acabei de falar, criatura? - Chris disse em tom de desprezo. - Não se lembra o que eu disse enquanto achava que você era... Ele... - Chris se esforçou para deixar claro o tom de nojo ao se referir à Blood. - Então eu vou repetir de maneira que até você entenda.

Chris se colocou entre o Blood e a criatura, de modo que este último não pudesse ver seu rosto.

Chris: Olhe bem nos meus olhos enquanto te digo isso, Blood... - Chris disse apontando para os próprios olhos. Chris piscou duas vezes rápido. - Eu te odeio! - Piscou uma vez rápido, depois duas vezes devagar. - Odeio o fato de que você é uma arma apontada para minha própria cabeça. - Piscou três vezes rápido, depois mais três vezes rápido e uma devagar. - Odeio o fato de que você me impede de salvar outras pessoas. - Piscou duas vezes rápido e uma devagar. - E eu odeio o fato de você me forçar a beber esses sucos de beterrabas idiotas!

".. / .-- / ... ...- / ..-" Chris repassou mentalmente. "Código morse. I W SV U. I Will Save You. Blood tem minhas memórias. Significa que ele sabe as coisas que eu sei! E era essa a nossa vantagem sobre essa criatura.".

Chris: Era essa a sua arma? - Chris se voltou para a criatura. - Me chantagear? Por mim que você fique com ele... Apodreçam os dois aqui. Vocês se merecem. - Chris foi caminhando em direção a porta. - Divirta-se aqui pelos próximos 500 anos. Pelo menos agora você vai ter alguém pra te fazer companhia.

Chris observou o cenário. Tinha que ter uma abertura. Se a criatura estava contida ali, significava que de alguma forma a própria sala poderia ter uma forma de anular os poderes dele. Ou simplesmente impedir ele de agir. A porta não estava trancada quando ele entrou, mesmo assim a criatura não podia sair. Pela insistência dela em sair com o Chris, era óbvio que ela não podia sair sozinha. Tinha que ter algo...

Ele precisava descobrir esse algo...

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Leo Rocha em Ter Jan 16, 2018 5:25 am

Ele tinha colocado tudo pra fora. Pela primeira vez, ele finalmente colocou pra fora tudo que represava em seu coração: o medo, o desejo, a frustração...
Ele olhava pra Crash com um olhar sincero, que buscava uma resposta. E a resposta que ele teve foi:

Arrow Tu é burro, Isao? Você só fica todo dolorido quando usa os meus poderes é por você não ter focado no lugar certo. Até agora só vi você treinar direito para correr rapidinho! Sua professora preferida corre rapidinho! Que tal lembrar um pouco do teu parceiro aqui? Hein?



Em seguida a demonstração do que Crash poderia fazer. E mais uma vez Isao se viu atingido por seu poder. Não um golpe físico, mas um confronto que ele julgava ser pautado no rancor de Crash. Ele percebeu então que abrir seu coração simplesmente não adiantaria. Ele tinha que confrontá-lo.

Arrow Ok, estouradinho... Eu me abri com você e o que recebo em troca é uma exibição de rancor, egomania e desrespeito. Eu sou rápido sim. E muito ágil. Se você não ficasse com tanto ciúme e amarração, eu seria muito mais. A manobra que você realizou foi realmente interessante, mas se você tivesse minha agilidade poderia ter feito algo muito mais impressionante.

Ele pára encarando Crash.



Arrow Nós dois sabemos o quanto somos bons e nós dois sabemos que podemos ser muito melhor se juntarmos nossas forças. Mas comprometimento é uma via de mão dupla e você até agora só sabe reclamar e me atacar. Eu proponho que nos unamos e que mudemos algumas coisas em nossa relação: eu me comprometo a recorrer mais a você e a me preparar melhor para usar esse poder e você se compromete a me ajudar, se integrar a mim, como o dom que você foi destinado a ser. Se estiver de acordo, podemos sair daqui e salvar o mundo.

Sua voz se mantinha sincera, mas também se mostrava firme. Ele havia decidido: ele iria encarar o que Crash lhe mandasse.

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Nasinbene em Ter Jan 16, 2018 3:14 pm

Propulsion resolve testar Harry antes de partirem para o cumprimento da missão... Como se procurar Fist of Death já não fosse desafio suficiente...
Propulsion decide cortar toda a iluminação da sala e manda que Harry o encontre naquela escuridão absurda. Curiosamente, o som da voz de Propulsion parecia vir de vários lugares ao mesmo tempo. No entanto, Harry sabia que aquilo não era possível. A única explicação possível é que Harry andava extremamente desfocado, sem atenção. Devia ser pra isso que Propulsion queria lhe chamar a atenção. Harry precisava aumentar seu foco. Melhorar sua concentração.
Harry então não tinha muito a fazer a não ser se concentrar na fonte do som. Na real fonte do som... Sem o ruído do campo de propulsão, seria mais fácil pra Harry focar no som...
E é isso que ele faz... Fecha seus olhos pra aumentar ainda mais seu foco e tenta se concentrar. Focar em onde estava Propulsion... Quando encontrasse a fonte do som, Harry se atiraria na direção de seu poder, como um tackle de futebol americano. Ali, junto a seu poder Harry diria:

- Eu sei que ainda preciso treinar muito... Preciso aprender a lutar... Mas como eu disse, estou me esforçando... Agora vamos, amigo... Temos muito a fazer ainda
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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Guima em Qua Jan 17, 2018 2:10 pm

Ash: você deveria saber Unleash. Afinal você sempre esteve comigo. Me admira saber que você não sabe... Mas eu acho que você sabe, senão sabe desconfia. Acho que no fundo quer que eu diga tudo da minha própria boca. Tudo bem... Não tem problema, eu falo.

Eu respiro fundo, não é fácil por pra fora tudo aquilo que você segura dentro de si... Como uma barragem ou comporta prestes a soltar toneladas de água de uma só vez... Mas mesmo assim eu falo

Ash: eu luto pra esquecer. Esquecer a dor e o sofrimento que carrego dentro de mim. Sinto saudades dos meus pais... Eles foram embora tão cedo, e eu nem pude me despedir. Eles eram verdadeiros heróis, eu tinha orgulho deles. Queria ser como eles. Mas eu não sei lidar com essa perda que me corroi todo santo dia.... Então eu luto pra esquecer a dor... Eu herdei você deles unleash. Você é parte de meu pai como da minha mãe. É por isso que preciso de você... Você é a memória viva deles. Graças a você eu sei que eles não morreram em vão. Mas se você não voltar a mim é como se eles se partissem para sempre e eu nunca mais iria poder senti-los. Você é tudo o que tenho....

Abaixo a cabeça... Não sei se unleash entenderia minha marra toda... Mas era fato que todo minha marra, todo meu escaldo e brutalidade era devido a uma mágoa muito grande. Como uma planta que germinou em um solo de pedras...

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Renata C. em Qua Jan 17, 2018 7:24 pm

Pelo menos naquele momento, Akane não queria pensar muito se Fire concordaria em voltar com ela ou não. Será que Fire era apegado a ela como ela era apegada à ele? Ou preferia ficar sozinho?Era algo que incomodava, bem lá no fundo dos seus pensamentos. Isso perturbava um pouco a garota, mas encontrar Soul ali, pensando, fez com que ela se esquecesse um pouco disso.

Soul: Me chamo Soul. Estou bem, só estou esperando por alguém. Ele voltou para a cidade hoje, mas ainda não o vi.

Akane pensava por alguns instantes enquanto o garoto falava, com certeza já ouvira aquele nome antes. Onde foi mesmo?

Akane: Ah, o Black Star! - a garota de cabelo vermelhos dizia para ele, satisfeita por ter se lembrado. - Ele perguntou de você para a garota simpática que é o poder dele, ahn... Tsubaki - disse após forçar a memória por alguns instantes. - É ele que você está esperando? Vocês são amigos?

Hoshi não havia dito muita coisa sobre Soul, então Akane não sabia exatamente se eles eram amigos... Por isso perguntava, e por hora achou melhor não falar que estava indo encontrar com Black Star e os outros naquele instante. Quando falou dele Black Star parecia meio preocupado. Mas tudo bem, porque Spirit chegava naquele momento, com aquela moça que ele tentou espiar no espelho do Shinigami-sama.

Spirit: Ah, menina de cabelos vermelhos! Vejo que encontrou seu poder! Olha só quem EU encontrei! A mulher da minha vi—ele se abaixa e sussurra—A mulher da minha vida que eu disse que encontrei no bar esse mês! Dá para acreditar? Fui no mesmo bar hoje e ela estava lá.

Akane responde sorrindo quando ele diz sobre o poder dela, mas esse cara apaixonado por uma mulher que conheceu num bar era uma história meio estranha. Mas a moça parecia simpática.

Rachel: Olá, me chamo Rachel. Vocês são amigos do Spirit-kun?

"Amigos"

Flashback:
Hoshi: Viemos a pedido do World of Heroes.

Spirit: Ah é? Então podem ir embora.


Akane: Ahn... mais ou menos.

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Re: Ato 4 - Search for Death

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