Ato 4 - Search for Death

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Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Drako em Sex Dez 08, 2017 1:29 pm

QG do World of Heroes.

Ainda na reunião de emergência, os heróis chegaram à conclusão de que deviam tentar recrutar o Fist of Death, até então desaparecido. National Man conhecia seu paradeiro e acreditava que aquele homem poderia se unir a causa, pois ao fim da batalha conseguiu ver um lado bom e humano dele, mesmo que bem distante. O careca volta para a mesa redonda e senta na cadeira.

National Man: Se formos bem sucedidos, vamos ter um reforço em tanto.

Zero: Ok, ainda acho que é loucura. Mas se vamos realmente fazer isso, pode pelo menos dizer onde o cara está?

National Man: Ai é que mora o problema.

Alpha: Já temos vários, acho que podemos lidar com mais um.

National Man: Ele está em Death City.

Reikai: Ah, tá de sacanagem?!

Major: Death City? Aquela Death City?

Zero: Ótimo! Temos que ir atrás de um cara que se bobear vai cortar nossas cabeças e ainda por cima ele está nessa cidade? Vocês sabem muito bem o que acontece quando pisamos lá, não é?

Speedo: Estamos todos cientes, Zero.

Zero: Não seria uma boa ideia todos esses heróis de nível A entrarem naquela cidade maluca. A gente nunca sabe o que pode acontecer, principalmente o careca.

Major: Temos que mandar os membros mais fracos para uma missão dessas?

Alpha vai até o arquivo, pega uma ficha e joga em cima da mesa. Na capa da ficha tinha um logo que lia “Young Heroes.” Todos pararam de falar por um segundo e olharam para o papel.

Alpha: Essa era uma ideia que tivemos anos atrás. Chama-se Young Heroes. Seria um grupo seleto de alunos escolhidos por nós, que seriam treinados e colocados em missões de menor risco.

Sinbad: Tá, mas essa missão não é de menor risco. Pelo contrário.

Alpha: Eu sei. Mas situações desesperadas pedem medidas desesperadas.

Winter: Você quer jogar os alunos sozinhos naquele lugar?

Alpha: É melhor que alunos recebam o efeito da Death City do que os profissionais. Como o Zero mesmo disse, nunca sabemos o que pode ocorrer e com eles o risco é menor.

Reikai: Tá, mas quem iria?

Winter: Desculpa, Alpha, mas meu filho está fora de questão.

Speedo: Também não quero o Kouga indo para lá.

Alpha: Na invasão que ocorreu na universidade, oito alunos se sobressaíram dos demais. Eles se jogaram no meio da batalha e salvaram vidas. Aqui estão as fichas deles.

Ela também joga as oito fichas dos aspirantes a heróis na mesa.

Zero: Ei, ei! Ray Callitri? Esse não é o garoto pirado do torneio que lutou com o Gray?

Shunko: Jay Alburn? Filho do Razor Flare? Você está doida, Alpha?

Alpha: Eu confio neles, vi o que eles podem fazer durante a invasão. O coração deles estão no lugar certo.

Major: Yamamoto Daichi. O pai dele trabalhou para mim na Stealth Force.

Reikai: Os pais desse moleque, Evans, não foram uns vigilantes que atuaram na cidade tempos atrás? Ouvi dizer que eles salvaram um monte de vidas.

National Man: Sim, um monte.

Speedo: Chris, Harry e Akane não tem precedentes na família. Talvez eles sejam os únicos realmente adequados a ir para a Death City. Esse garoto Isao é órfão, então não temos como saber.

Reikai: Tá tudo lindo, tá tudo bacana, mas mudando de pau pra cavaco, o que diabos esses pivetes vão fazer quando encontrarem, sei lá, o Fist of Death?

Winter: Ótima pergunta.

National Man: Bem, eles vão precisar convencê-lo a se juntar a nós.

Reikai: Vocês tão viajando na maionese, como é que um bando de criança vai convencer um doido daqueles?

Alpha: Chris Stone.

Sinbad: Esse garoto de óculos aqui? Ele não parece nada demais.

National Man: Durante a invasão, Stone conseguiu impedir que uma menina do clã Kagune chamada Eto não matasse ninguém apenas conversando com ela.

Zero: Uma menina?

Alpha: Não uma menina qualquer. Eto foi criada especialmente para enfrentar o National Man. Um verdadeiro monstro.

Zodiac: Tá tendo uma epidemia desse tipo de gente hoje em dia.

Alpha: Esses oito farão parte da missão, mas eles não conhecem a cidade. Por isso iremos mandar dois alunos que vieram de lá junto com eles. É uma missão arriscada, mas Death City é uma cidade pacífica e eles provavelmente não vai ter nenhum vilão lá.

Zodiac: Só o cara que eles vão ter que encontrar.

National Man: Deixaremos 2 membros do WoH próximos a cidade para qualquer eventualidade.  Todos estão de acordo?


Dois dias se passaram desde o Torneio. As aulas voltaram normalmente, apesar do ocorrido. Nenhum adulto parecia querer falar sobre todo o incidente, estavam evitando colocar pânico na cabeça dos alunos.

O relógio aponta para as 13hrs, assim tocando o sinal e finalizando as aulas do dia. Smart Girl terminava a matéria e fechava o livro meio cabisbaixa. Os alunos vão saindo um a um, até que ela chama o grupo dos oito alunos.

Smart Girl: Diretora Michelle quer falar com vocês na sala dela.

Eles se entreolham, mas obedecem e vão até a sala. Sobem todas as escadas e chegam até a imensa porta da sala do diretor. Jay já tinha ido até lá, minutos antes da invasão da universidade. Eles batem na porta e abrem. Michelle já estava lá, atrás da enorme mesa, esperando por eles. Frente a mesa tinham duas cadeiras, que Harry e Akane rapidamente sentam, enquanto os outros ficam de pé. Michelle apoia os cotovelos na mesa e cruza os dedos.

Michelle: O que eu vou propor a vocês não é algo fácil de aceitar. É uma missão secreta, então peço total sigilo a todos.

Ela coloca a foto na mesa e arrasta para frente dos alunos. Era uma foto do vilão conhecido como Fist of Death.


Michelle: Essa é a última foto tirada de Kenshiro Joestar, mundialmente conhecido como Fist of Death. Seu paradeiro era desconhecido por todos até anteontem, agora sabemos onde ele está.

Ela descruza os dedos e se ajeita na confortável cadeira em que estava.

Michelle: Todos vocês viram a declaração de guerra que Lúficer fez contra o World of Heroes e a humanidade. Vocês também viram a demonstração de poder que eles fizeram no mesmo dia. Aquilo provou que estamos em desvantagem bélica e numérica. Precisamos equilibrar os lados.

Michelle aponta o dedo para a foto.

Michelle: Ele é a resposta. National Man viu algo de bom dentro dele após a Batalha dos Deuses e por isso nunca contou o que aconteceu ao Fist of Death, ou o seu paradeiro. Ele queria deixa-lo em paz e assim o fez. O fato de que Kenshiro nunca mais apareceu confirma a ideia de que ele não tem interesse em causar mais caos. Nós precisamos traze-lo para o nosso lado a qualquer custo.

Ela pega outra foto, coloca na mesa e empurra com a ponta dos dedos até eles.


Michelle: Essa é a atual localização dele. Chama-se Death City. Não podemos nos aproximar da cidade, pois sua aura mágica nos impede de entrar lá, somos fortes demais. Por isso, precisamos da ajuda de vocês. Estamos abrindo um braço do World of Heroes, a Young Heroes, da qual vocês farão parte se aceitarem. A missão será ir até a cidade, encontrar o Fist of Death e convence-lo a nos ajudar. National Man nos afirmou que ele não fará nenhum mal a vocês, pois não são nenhuma ameaça para ele.

Ela se levanta, apoiando as mãos na mesa.

Michelle: O que me dizem? Aceitam fazer parte da Young Heroes? Não vou culpa-los se não aceitarem, já pedimos muito de vocês nos últimos meses. A escolha é sua.

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Leo Rocha em Sex Dez 08, 2017 2:44 pm

Isao escuta a tudo com extrema atenção. Quando ouve o nome do vilão que quase derrotou National Man, ele olha pra Akane, dando um sorriso contido se a jovem também fizer o mesmo movimento.
Por fim a missão é toda posta para eles. Ir a uma das cidades mais perigosas do mundo atrás do maior vilão conhecido até hoje e ainda tentar convencê -lo a passar pro lado do bem... Interessante...
Ele observa o grupo escolhido e não se contém em dizer:

Arrow Você estava certo, Harry.

Ele então desencosta da parede onde estava e coloca uma mão no queixo enquanto diz:

Arrow Eu aceito a missão, mas precisaremos de mais informações do lugar.

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Ricardo Sato em Sex Dez 08, 2017 6:16 pm

Jay havia decidido aceitar a ajuda de Issao com seu mambo-jambo marcial,era com certa amargura mas com total compreensão de que era  "o normal" que o garoto via,bem de vez em quando,aquele olhar desconfiado no outro rapaz........ele tinha dito,não tinha?O "E SE" sempre estaria lá,não importa o quanto você é concentrado e bem treinado,era ainda pior com Ceresa,SE ela sentisse algo,ainda sim sempre existiria o "E SE".

Os dias passam rápido,todos estavam evitando falar do ocorrido....tanto melhor,não era algo que Jay quisesse comentar,mas então eles eram chamados a diretoria,se fosse algo do torneio todos deveriam ter sido chamados...então o que poderia ser?Más lembranças chegavam a mente de Jay ao ver a porta do diretor e se lembrar da invasão,ele sequer tentou ir até as cadeiras,ficou bem atrás recostado ao lado da porta com os braços cruzados.

Fist of Death?...Death City?...Young Heroes?Bem interessante,logo alguém perguntaria sobre todas as mortes e destruição causadas por Fist of Death e teriam de ouvir toda explicação sobre a necessidade do momento...mas esse alguém jamais seria Jay,então antes que isso se prolonga-se ele decidiu falar.Aquela era a oportunidade de ganhar mais experiência,mais poder,mais treinamento especial....era a chance de se aproximar mesmo que um pouco da força necessária pra resgatar seu pai e derrotar Joker....e mais do que isso ele sabia como era ser o vilão....no seu caso,sabia como era ser considerado um mentiroso por toda sua vida,mesmo quando o mais enganado fôra ele mesmo e a vontade de provar que todo mundo está errado sobre o que acha de você(mesmo pelo medo deles estarem certos).

Não era a mesma coisa é claro...Fist of Death era um vilão,mas quem sabe ele não quisesse uma chance de pagar pelo sangue derramado...mesmo sabendo que nada nunca seria o bastante para os outros.

Tô dentro....

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Scorpion em Sex Dez 08, 2017 7:55 pm

Smart Girl: Vamos começar falando do que aconteceu na luta contra Kazuki e Gray, Rayland, podemos?

Ray: Acho que sim, senhora.

SG: Você quer me falar do que aconteceu?

Ray: A senhora diz do meu ataque em Kazuki?

SG: Sim...

Ray: Sei lá, eu acho... eu acho que só queria ganhar.

SG: Seria só isso mesmo?

Ray: Eu não sei... eu me senti... me senti lutando sozinho. Chris não estava ajudando em nada, como se... como se ele não quisese lutar. Era como se fosse dois contra mim, entende?

SG: Nem todos lutam com os punhos, Ray. Chris é meu discípulo, você sabe. As armas dele são diferentes das suas... mas não estamos aqui pra falar do Chris. Me fale sobre o que você sentiu lá. O que desencadeou... isso.

Ela então passou um video da luta, onde Ray pegava a cabeça de Kazuki e tentava arrebentá-la no chão. Ela pausou quando Chris deu um "tackle" nele.

Ray: Eu não... não imaginava que houvesse sido tão violento.

SG: Rayland... Ali você não estava lutando, você estava quase tentando matar um aluno... um colega. Eu tive a oportunidade de falar com a sua mãe e, bem... ela disse que você tem constantes ataques de raiva. Que isso aconteceu desde... desde o incidente da piscina.

Ray: ....

SG: Quer falar sobre ele?

Ray: Não. Não quero...

SG: Então o que aconteceu?

Ray: Eu simplesmente... perdi o controle. Quando as pessoas me machucam, eu... eu não sei... eu saio de mim! É como se algo me fizesse querer acabar com a raça delas e...

SG: Ray...?

Ray: ...Hmmm?

SG: Você acabou de quebrar o copo na sua mão e nem percebeu... Interessante.

Ela pegou um pano e entregou a ele para parar os filetes de sangue dos cacos de vidro.

SG: Vá ver a Hello Nurse. Continuamos outro dia, sim?

Ray: Ok... me desculpe...

SG: Está tudo bem...

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Na reunião, Ray ouviu tudo o que estavam dizendo. Ele estava de braços cruzados, encostado na parede com a cara de bad boy de sempre, mas desta vez sem o sorriso debochado e sim com um ar de preocupação. Ele coça a têmpora e fala depois que Jay concorda.

Ray: Peraí! Isso não tá fazendo muito sentido pra mim. Se existe uma barreira mágica que impede seres super poderosos de entrarem em Death City, como diabos o Fist of Death entrou ali. E outra: Uma barreira funciona para os dois lados, certo? Supondo que consigamos entrar lá e convencê-lo a se juntar a nós... como diabos ele vai ultrapassar a barreira mágica?

Era óbvio que haveriam explicações e elas certamente seriam satisfatórias, afinal... Ray confiava no WoH e principalmente em Michelle e Zodiac. Ele desencostou da parede e disse em tom firme.

Ray: Nós estamos sendo treinados pra isso. Zodiac tem intensificado meu treinamento e reparei que todos vocês têm pegado mais pesado. Este é o momento de mostrar do que somos capazes. Eu tô dentro... pode apostar que estou dentro sim!

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Guima em Dom Dez 10, 2017 3:05 pm

Eu to meio sem entender tudo o que aconteceu até agora. Na verdade estou preocupado com a saude do Professor Dragon. Aquele monstro que o atacou era muito forte... muito forte mesmo. Espero que ele melhore... Vou vingar você professor, não se preocupe...

Passei esses dias refletindo sobre tudo o que houve. A Universidade de Herois de uma hora pra outra se tornou alvo de ataques vilanescos frequentes. O local que parecia ser um oasis de segurança, hoje já não se parece mais.

E novamente estamos na sala de aula. Smart Girl fala pra caramba... nossa. Ela é inteligente e legal até, mas as vezes fico com nó na cabeça de tanto ouvir suas palavras... O sinal toca. Graças a Deus... Mas antes de sairmos ela nos avisa que temos uma reunião com a professora Michelle em seu gabinete. Coisa boa não deveria ser.

A professora Michele então explica o motivo de estarmos ali. Um grupo de herois juvenis numa aventura quase suicida. Que ótimo. Passamos por uns mals bocados nesses ultimos meses e a proposta dela me parece um tanto que perigosa.

Mas eu não falo nada. Fico quieto na minha. Mas prometo a mim mesmo que se alguém morrer novamente eu abandono a universidade. De uma vez por todas.

Dizem que esse Kenshiro Joestar possui uma força que rivaliza com a do National Man... Seria interessante conhecer alguem com tanto poder assim, de perto.


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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Renata C. em Dom Dez 10, 2017 8:44 pm

Era difícil retornar à rotina normal. Principalmente as aulas, já que o professor que era seu tutor ainda estava no hospital, sem nenhum sinal de melhora.

Havia no ar um clima de desânimo geral, era como se uma grande tristeza se abatesse sobre todos. E com Akane não era diferente. Quando não estava nas aulas, ou treinando, a garota passava pelo hospital para saber notícias do professor Dragon. Os dias foram passando, assim.

A aula de Smart Girl era difícil de acompanhar naquela semana que havia dormido tão pouco. Akane afundava na sua carteira, num estado quase de torpor enquanto ela falava.

Ela repassava na sua cabeça a cena que havia acontecido alguns dias atrás. Se ela tivesse ficado, teria sido de alguma ajuda? O professor Dragon estaria bem, ou ela também estaria no hospital? Ao menos ela teria feito alguma coisa, e não estaria se remoendo como estava naquele momento. Era melhor pecar pelo excesso, do que pela falta. Ela pensava consigo mesma que nunca, NUNCA mais deixaria alguém para trás. Mesmo que essa pessoa lhe pedisse para fazer isso.

Smart Girl: Diretora Michelle quer falar com vocês na sala dela.

Sequer havia notado que a aula acabou, ou se levantado. Akane olhou meio confusa para os outros garotos, mas concordou com um sinal de afirmativo. Recolheu suas coisas, e junto com os garotos, foi até a sala da diretoria. Nunca estivera lá antes.

Havia uma cadeira, e sabia que os outros eram extremamente dotados de cavalheirismo, então ela sentou. Mentira, na verdade ela entrou primeiro e se sentou, aguardando o que a diretora falaria.

Quando mencionou o Fist of Death, foi quase involuntário o olhar para Isao, com um leve sorriso. "Então, é CLARO que ele sabia onde ele estava", foi o que ela pensou. Só queria o deixar em paz.

Michelle dava a eles uma missão, e os oferecia fazer parte de um grupo que seria um braço do World of Heroes. Para Akane, isso não era menos que uma honra. Nem por um minuto a garota pareceu hesitar em aceitar, pelo contrário, era como se sua animação tivesse voltado um pouco. Ela dava mais detalhes sobre o lugar onde iriam, o que teriam que fazer. Com certeza era algo importante.


Akane: Claro que eu aceito, diretora Michelle. Eu vou dar o meu melhor nessa missão. Não vou desapontá-la.

Pelo professor Dragon. Faria tudo que estivesse ao seu alcance para impedir Lúcifer e seus seguidores de se saírem triunfantes. Devia isso a ele, depois de tudo que aconteceu.

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Nasinbene em Ter Dez 12, 2017 1:17 am

As coisas andavam calmas na Universidade desde o último ataque. Atendendo ao pedido de Harry, Michelle havia intensificado os treinos e o rapaz já sentia diferença. Já se sentia muito mais forte do que quando entrou ali e isso era uma coisa boa. Havia falado sério quando disse a Michelle que queria ajuda-los. Jamais seria petulante o bastante pra achar que poderia fazer parte do World of Heroes, mas o fato é que ele queria ajudar. Fosse como fosse.
Apesar da calmaria, uma tristeza permeava o ambiente por conta do estado de saúde do Professor Dragon. Era muito querido ali, apesar do seu jeito, especialmente por Ash. O grandão não falava nada, mas Harry sabia que ele estava incomodado pelo estado de seu tutor. O máximo que Harry podia fazer naquele momento era estar ao lado de Ash quando fosse o momento...
E, em se tratando em momento, aquele em que estavam parecia não ter fim. Apesar de Smartgirl falar tão rápido quanto dispara uma metralhadora, o tempo em sua aula corria como uma lesma anêmica. Harry não era um dos alunos menos brilhantes, longe disso... mas havia momentos em que ele tinha certeza de que o único que acompanhava o raciocínio de Smartgirl era Chris.
Ao final da aula, Smartgirl diz a Harry e seus amigos que deveriam se encontrar com a diretora Michelle em sua sala. Assim que chegam, Harry rapidamente trata de ocupar uma das duas cadeiras vazias em frente à mesa, exibindo um grande sorriso para os colegas e para Akane, como quem diz "ei, olha nós dois conseguimos lugar!". No fim das contas, Harry era apenas um garoto de 13 anos... e se portava como tal as vezes.
Sem delongas, Michelle e os demais membros do World of Heroes expõem a situação ao garotos. Harry estava a ponto de gritar um "eu não disse?" quando Isao falou que ele tinha razão.
Harry então olha para o amigo, sorri faz um joinha e acrescenta:

- Viu só? Eu falei... ainda bem que arrumaram outro nome, Jovens do Incidente era ruim pacas...

E , voltando a pensar na gravidade da situação, Harry volta a assumir uma postura um pouco mais séria e traz alguns questionamentos:

- É claro que eu aceito, não vou deixar meus amigos na mão nessa... Mas Ray e Isao tem apontamentos interessantes... Existe uma rota segura pra fora de lá? E, pensando nos últimos acontecimentos e sem querer ser desrespeitoso mas... pra mim é óbvio que nossos passos estão sendo observados por Lúcifer. Como diabos vamos chegar lá sem despertar suspeitas?
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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Phelipe Peregrino em Ter Dez 12, 2017 9:59 pm

Chris passou a tarde rascunhando o código da AI para o SACO, desenhando o projeto da carapaça e projetando o circuito interno. Mesmo a aula da Smart Girl, que sempre lhe prendeu a atenção, soava pouco interessante no momento. Esta realmente feliz com o fato do torneio ter sido cancelado. Não era aquele tipo de demonstração de heroísmo que ele pretendia deixar no mundo.

E, pra falar a verdade, também estava um pouco magoado com o que aconteceu. Magoado com Ray, por ter perdido o controle. Magoado com Gray, por uma atitude que ele considerou falta de fair play... Magoado com ele mesmo, sobre o quão inútil ele foi no combate. O conjunto da obra o fazia ainda pior...
Por isso ele focou todos os esforços o SACO.

Estava tão focado que a entrada da professora Michelle o pegou de surpresa.

Michelle: O que me dizem? Aceitam fazer parte da Young Heroes? Não vou culpa-los se não aceitarem, já pedimos muito de vocês nos últimos meses. A escolha é sua.

Isao: Eu aceito a missão, mas precisaremos de mais informações do lugar.

"Isso resume bem o Isao". Ele pensou. "Tenho certeza de que ele está em algum lugar no espectro do aut--"

Jay: Tô dentro...

"Jay é difícil de ler... Acho que ele é um pouco bipolar. Uma hora ele está alegre, na outra depressivo. É difícil de prever suas reações... Isso é curioso."

Ray: Nós estamos sendo treinados pra isso. - Chris se joga mais fundo na cadeira ao ouvir a voz de Ray. - Zodiac tem intensificado meu treinamento e reparei que todos vocês têm pegado mais pesado. Este é o momento de mostrar do que somos capazes. Eu tô dentro... Pode apostar que estou dentro sim!

Akane: Claro que eu aceito, diretora Michelle. Eu vou dar o meu melhor nessa missão. Não vou desapontá-la.

"Akane é inflamável, com o perdão do trocadilho. Ela é espontânea, e isso combina com seu poder. Pessoas assim são... Complicadas."

Harry: É claro que eu aceito, não vou deixar meus amigos na mão nessa...

"E isso traduz bem o Harry..."

Chris: Que saco... - Chris bufou. - Eu topo.

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Drako em Ter Dez 12, 2017 10:22 pm

Os oito garotos já viajavam a algumas horas, olhando pela janela a paisagem em que eles percorriam. O grupo deles agora tinha um nome, Young Heroes, para a felicidade de Harry que sempre disse que isso iria acontecer, após todos terem aceitado a missão dada pela Diretora Michelle. Estavam sentados numa van “invisível”, que refletia para os lados opostos as imagens que captava. Levaram umas 3 horas desde a Universidade até o local programado. Quem dirigia a Van era Zodiac, agora membro do WoH. A missão era ultra secreta e apenas os associados ao grupo deviam saber, por isso não deixaram um dos tutores leva-los.

Eles finalmente chegaram ao lugar determinado. Estavam mais ou menos uns 5 Km da cidade chamada de Death City. Zodiac parou a van e olhou para trás, se apoiando no encosto da cadeira.

Zodiac: Aqui é até onde eu posso ir. Ficarei nesse lugar até voltarem, se precisarem de ajuda usem isto. Apertem o botão e eu irei usar o localizador para chegar até vocês.

O professor joga para cada um deles um relógio com um botão vermelho do lado. Eles põem o aparelho e saem da van. Todos olham para frente e havia um grande terreno vazio entre o grupo e a cidade.

Durante o caminho, lembram-se do que tinham conversado com a professora.

“Eu aceito a missão, mas precisaremos de mais informações do lugar.”

“Death City é uma cidade totalmente diferente de todas as outras. É como se fosse de um mundo aparte. É como um lugar de faz de contas, onde o Halloween prevalece. Tudo graças à influência do seu protetor, o Shinigami. É graças a ele também que ela tem estado pacifica há muito anos. Pretendo que ela continue assim, por isso o grupo de vocês não deve interferir em nada que não seja realmente necessário. Stone, estou lhe nomeando o líder do grupo. Cabe a você controlar a equipe e deixa-la fora de encrencas.”


À medida que vão se aproximando da cidade, o céu vai ficando escuro, apesar de ainda serem 13 horas da tarde. Faltando um quilometro para chegar ao seu destino, tudo estava escuro, como se estivesse de noite.  O grupo caminhou todo o percurso, mas do começo do caminho eles não viram o céu escuro, tudo começou a mudar enquanto percorriam o local. Quando olharam para cima, puderam avistar a lua e tiveram uma surpresa.


A lua com olhos, nariz e dente. Não só o céu tinha mudado, a lua também tinha se transformado a medida que eles entravam no território da Death City. Andando mais alguns metros, eles encontraram os outros dois garotos que iriam acompanha-los na missão.


Hoshi: Ei, caras! O que estão achando?

Kid: Sejam bem-vindos a nossa cidade!

Hoshi e Kid eram dois nativos de Death City. Eles conheciam a cidade com a palma da mão, além de todas as suas loucuras. Seriam ótimos para facilitar a vida do grupo e ajuda-los em eventuais preocupações, que com certeza virão. Os garotos se cumprimentam e seguem viagem.

Hoshi: Estão ansiosos para ver como eles vão ser?

Kid: Com certeza eles já imaginaram!

Chris: Imaginamos o que?

“Peraí! Isso não tá fazendo muito sentido pra mim. Se existe uma barreira mágica que impede seres super poderosos de entrarem em Death City, como diabos o Fist of Death entrou ali. E outra: Uma barreira funciona para os dois lados, certo? Supondo que consigamos entrar lá e convencê-lo a se juntar a nós... como diabos ele vai ultrapassar a barreira mágica?”

“Bem, a barreira não nos impede de entrar porque não podemos ultrapassa-la. Ela nos impede por outro motivo. Ela tem outro poder totalmente diferente.”

Kid: Professora Michelle não explicou a vocês?

Finalmente chegam à entrada de Death City e veem três garotas esperando-os.

Hoshi: Tsubaki!!

Ele corre e da um abraço na menina de cabelos negros.

Hoshi: Pessoal, conheçam a Tsubaki.


???: KIIIDD!!

As outras duas garotas de chapéu se jogam juntas em cima dele, abraçando-o, deixando todo o terno dele amarrotado. Ele tenta arrumar sua roupa enquanto elas finalmente param ao lado dele.

Kid: Ok... Ok! Essas são as irmãs Thompson. Liz é a mais velha, Patty é a mais nova.


“A Barreira... bem, ela nos separa de nossos poderes.”

Nesse momento o corpo dos oito brilham luzes diferentes, representando o poder deles. As luzes se lançam ao céu e se espalham pela cidade.

Hoshi: Eita! Lá se foi o poder de vocês!

Kid: É a primeira vez que eu vejo isso acontecer! Vocês tem problemas com os seus poderes?

Hoshi: A Death City tem uma barreira que separa as pessoas dos poderes dela e materializa em uma forma humana. Eu não sei o motivo disso. O Kid sabe, mas ele nunca me contou. Tsubaki, Liz e Patty são nossos poderes materializados.

Kid: Bem... acho que antes de irmos atrás do nosso objetivo, é melhor vocês irem atrás dos poderes de vocês. O que vamos fazer?

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Scorpion em Qua Dez 13, 2017 3:44 am

Ray ouviu as explicações dos professores sobre Death City, mas elas não pareciam ser exatamente explanadoras daquela situação. Sendo assim, ele apenas meneou a cabeça, concordando. Até porquê, aquilo continuava a não explicar a razão pela qual mandar o "Esquadrão Suicida" de garotos. Afinal... mesmo que perdessem os poderes, os professores ainda eram bem mais capacitados que eles. Bem... talvez houvesse alguma razão mais escusa, como não deixar a escola desguarnecida.

Quando chegaram até Death City, eles deram de cara com Hoshi e Kidd... Nada contra Kidd, mas o que diabos Hoshi estava fazendo ali? Aquele baixinho tinha uma necessidade de grudar neles mais do que biscate de pastor. Entretanto, ter dois caras ali que conheciam a cidade era inegavelmente útil... até porquê, Ray não detestava Hoshi... achava a rivalidade entre eles saudável e até divertida.

Ray: Hahaha! Você veio, hein, baixinho? Que sorte tu ter nascido aqui, senão ia ficar fazendo lição de casa enquanto os heróis de verdade salvam o mundo! Hahahahaha!

Tirou onda com ele.

Foi então que uma luz saiu de todos ali, levando algo deles... seus poderes! Então, vieram as 3 garotas e os dois as apresentaram como a representação humana dos poderes de cada um.
Quando a luz saiu de Ray, era uma luz azulada e clara, que brilhava muito e parecia faiscar eletricidade... e quando ela partiu, o cabelo de Ray desceu, dando lugar a um cabelo cortado e um pouco comportado até demais. Ray, entretanto, parecia meio estranho. O sorriso jocoso e o olhar desafiador não estavam mais ali. Na verdade, era um olhar um pouco tímido e uma boca quase inexpressiva. A voz também mudou um pouco... o tom irritadiço dava lugar a uma voz mais calma e com palavras ponderadas.

Ele tirou o casaco isolante e as luvas e olhou sua mão com espanto... era a primeira vez em anos que poderia... tocar em alguém? Ele se aproximou de Tsubaki, sem saber se isso causaria algum ciúmes em Hoshi e falou num tom cordial, calmo e tranquilo.

Ray: O-olá, senhorita Tsubaki. Eu me chamo Ray... Ray Callitri. Eu e Hoshi somos amigos.

Ofereceu a mão para cumprimentá-la.

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Ricardo Sato em Qua Dez 13, 2017 4:41 am



Chegavamos a Death City,durante a viagem fiquei a maior parte do tempo com fones ouvindo música e batendo os pés,estava um pouco tenso não só porque os professores não haviam explicado muito sobre o lugar mas também porque acabei saindo da UH sem ter resposta de Ceresa,tinha mandado um texto pedindo para que ela checasse minha mãe de vez em quando pois não sabia se teriam sinal em Death City,ou mesmo se seria seguro ligar de lá com os vilões a espreita.A chegada se torna ainda mais inusitada quando reconheci quem eram os nativos da cidade que nos guiariam.

Hoshi: Ei, caras! O que estão achando?

Kid: Sejam bem-vindos a nossa cidade!

Hey,e aí Kid,Hoshi,valeu pela recepção.Mas eu não esperava que fossem alunos da nossa sala que nos guiariam.

Falava enquanto olhava para cima curioso com a lua estranha,enquanto ouvia as novas explicações e interações.

Ray: Hahaha! Você veio, hein, baixinho? Que sorte tu ter nascido aqui, senão ia ficar fazendo lição de casa enquanto os heróis de verdade salvam o mundo! Hahahahaha!

Hoshi: Estão ansiosos para ver como eles vão ser?

Kid: Com certeza eles já imaginaram!

Chris: Imaginamos o que?

Kid: Professora Michelle não explicou a vocês?

Absorvia o ambiente ao redor mas a conversa começava a chamar minha atenção,mesmo porque já podia ver a entrada da cidade....onde três gatas pareciam esperar por nós...por Kid e Hoshi mais especificamente.Namoradas???O torneio não ficou definido mas agora eu me sinto derrotado.....bom trabalho Kid.

Hoshi: Tsubaki!!
Hoshi: Pessoal, conheçam a Tsubaki.

???: KIIIDD!!
Kid: Ok... Ok! Essas são as irmãs Thompson. Liz é a mais velha, Patty é a mais nova.

Meu dedinho começava a subir com uma pergunta silenciosa quando meu corpo brilhou estranhamente até que uma coluna de luz branca pareceu deixar meu corpo...não que brilhar seja estranho pra mim,mas eu não estava fazendo isso e os outros pareciam sofrer o mesmo.

Hoshi: Eita! Lá se foi o poder de vocês!

Kid: É a primeira vez que eu vejo isso acontecer! Vocês tem problemas com os seus poderes?

Hoshi: A Death City tem uma barreira que separa as pessoas dos poderes dela e materializa em uma forma humana. Eu não sei o motivo disso. O Kid sabe, mas ele nunca me contou. Tsubaki, Liz e Patty são nossos poderes materializados.

Kid: Bem... acho que antes de irmos atrás do nosso objetivo, é melhor vocês irem atrás dos poderes de vocês. O que vamos fazer?

Hein?...O QUE??....WHAAAT?!?!?!?!?!

Percebo Ray se mover,mas não presto atenção,olho para o ar procurando ver para onde "meu poder" vai....que merda de lugar é esse.Corro o máximo que posso esquivando e saltando da estranha arquitetura,perco apenas um segundo pensando no que diabos o poder de Fist of Death poderia ter se tornado aqui.Acho que estou me aproximando.



Spoiler:


Hey,Jay....procurando por algo?







(off=deixei no "spoiler" porque não sei se vc vai passar novas instruções,ou se já pensou em algo diferente,assim fica mais fácil de ignorar ou editar.)

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Phelipe Peregrino em Qua Dez 13, 2017 9:31 am

Quando a luz sai de seu corpo e alcança o céu, Chris perde alguns momentos observando e tentando entender toda a surrealidade daquele lugar. Era incrível que algo assim existisse. Tentou puxar da memória se já leu sobre Death City alguma vez, mas não conseguiu lembrar. Como isso poderia ter acontecido? Como poderia não saber de um lugar tão ímpar?

Hoshi: Eita! Lá se foi o poder de vocês!

Kid: É a primeira vez que eu vejo isso acontecer! Vocês tem problemas com os seus poderes?

Chris: Mais do que vocês fazem idéia...

Kid: Bem... acho que antes de irmos atrás do nosso objetivo, é melhor vocês irem atrás dos poderes de vocês. O que vamos fazer?

Chris: Se controla, Jay. - Chris colocou as mãos no bolso, mas diferente de 99% das vezes, sua expressão não era de tédio. Estava genuínamente interessado em conhecer aquele lugar. - Temos uma missão e o Kid está certo. Vamos precisar ir atrás dos nossos poderes. - Chris olhou para o Ray. "De todos nós, aquele cujo poder representa o maior fardo é ele". Como ele estaria se sentindo? "Ele está livre... Pela primeira vez em muito tempo... Deve ser... Tentador. Ficar assim. Ficar aqui. Se livrar do peso das roupas isolantes... Se livrar do peso de ser uma arma em tempo integral... O que estará passando na cabeça dele agora?". - Preciso entender bem o que essas manifestações humanizadas de nossos poderes são.

Voltou-se para Kid e Hoshi.

Chris: A personalidade deles reflete a nossa ou reflete a natureza dos poderes? Eles tem personalidade própria? Gostos próprios? A classificação dos poderes afeta seu comportamento? Vamos reconhecê-los só de bater o olho ou serão apenas mais um na multidão? Os poderes são capazes de usar os nossos poderes? O que acontece se sairmos da barreira sem os poderes? Eles podem ser feridos? Atacados? Mortos? Alguém pode roubá-los? Aprisioná-los? Controlá-los?

Após ter bombardeado a dupla de guias com perguntas, ele novamente se vira para o grupo do Young Heros.

Chris: Deveríamos nos separar em equipes e procurarmos nossos poderes. Duas equipes, uma guiada pelo Kid e outra por Hoshi, afinal eles conhecem a cidade. Alguns de nós se viram bem sem os poderes, outros nem tanto. Não espero encontrarmos encreca, mas é melhor estar preparado. Por isso Isao e Ash devem ficar em equipes separadas, afinal, cada um com seus pontos fortes, são os que mais se destacam por um atributo específico de combate. Cuzão-chan e Akane também são hábeis com armas brancas, então, Cuzão vai pro grupo do Ash, Akane com Isao. Jay é o mais resistente fisicamente entre nós, por isso ele vai com Isao e Akane, e Ray vai com Ash e Cuzão. Aí sobramos Harry e eu, os dois que fazem menos sem os poderes. Harry vai com Ash, Ray e Cuzão-chan. - Essa foi a única escolha que ele tomou sem levar em consideração as capacidades individuais de cada um. Ele colocou Harry no grupo de Ash, Cuzão-chan e Ray, simplesmente porque ele não queria ter que ficar no mesmo grupo que o Ray. - Eu vou com Akane, Isao e Jay.

Ele voltou a olhar a dupla de guias. Sua função ali era evitar que o grupo arrumasse confusão. "Cabe a você controlar a equipe e deixa-la fora de encrencas." Foram essas as exatas palavras da professora Michelle. Então, quem seria o guia ideal para cada equipe. Não conhecia bem a personalidade do Kid, mas conhecia a do Hoshi. Hoshi era agitado e enérgico. Pelo menos Kid aparentava ser mais sério. O grupo de Ash, Ray, Harry e Cuzão-chan era um barril de pólvora, afinal tanto Ray quanto Cuzão-chan são imprevisíveis... "Seria mais seguro colocar o Kid como guia deles, afinal, um guia mais sensato diminuiría a chances de eles fazerem algo insensato". Mas isso também significaria que ele teria que lidar com o Hoshi, de quem ele não tinha lá muita simpatia.

Chris: Kid... - Ele apontou para o grupo de Ash, Ray, Harry e Cuzão-chan. - Você pode mostrar o caminho para eles? Hoshi pode vir comigo e com os outros? - Ele olhou para os companheiros. - Alguém tem alguma sugestão?

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Drako em Qua Dez 13, 2017 1:55 pm


Ok! Vou explicar a vocês exatamente o que acontecendo e respondo as suas perguntas.

Todos nós nascemos iguais, com um corpo, mente e alma. Os três se fortalecem conosco a medida que vamos crescendo. Seu corpo evoluiu naturalmente, mas ele só se fortalece de acordo com o tempo gasto pela própria pessoa com exercícios físicos. A mente é a mesma coisa, mas ela evolui com os conhecimentos do dia a dia e muito estudo.

Porém, a mais importante de todos é a alma. A alma se fortalece com experiências diárias da vida, sejam boas ou ruins. Mas ela também depende dos outros dois para se tornar forte e coesa. No Death City há um ditado que diz “Uma alma saudável habita uma mente saudável e um corpo saudável.”

Nossos poderes fazem parte do nosso corpo, mas eles estão entranhados na nossa alma. O que a barreira da cidade faz é separar a parte da alma em que nossos poderes se encontram e materializa-la.


Ao se materializar seus poderes ganham personalidade própria, mas na maioria das vezes ele reflete a personalidade e ações de vocês. Existem casos, de quando a habilidade é herdada dos pais, dos poderes terem uma psique parecida com a dos progenitores.

Em todos os casos, os poderes materializados se tornam pessoas “normais.” Eles pensam por si mesmo, tem gostos próprios e até aspirações próprias, mas sempre ligadas ao seu “dono”. Eles querem o que é melhor para vocês na cabeça deles.  

Não é possível prever que forma eles vão tomar. Como podem ver, Tsubaki, Liz e Paty não tem nada a ver comigo e com o Hoshi. A classificação dos poderes não afeta o comportamento, mas os heróis do WoH preferem não arriscar.

Imaginem se o National Man pisa na cidade. Sabemos que ele é o ser mais bondoso da Terra, mas é um risco enorme separá-lo do seu poder, criar outro ser tão poderoso quanto ele, da qual não sabemos como irá agir. É por isso que ele nunca veio até aqui.


Além disso, em alguns casos, os poderes estão tão ligados a sua alma que muitas vezes o comportamento do próprio usuário muda quando a alma é dividida. Não foi atoa que o World of Heroes mandou a gente para essa missão. Nossos poderes são mais fracos e qualquer emergência eles são mais fáceis de serem detidos.

Sim, nossos poderes podem usar as habilidades. Lá fora nós podemos usá-los a qualquer momento, mas aqui somente se eles próprios desejarem.

Certo, Liz, Patty?


Para isso, vocês devem se reconectar com a outra metade da alma de vocês. Chama-se “Tamashii no kyoumei” ou “Ressonância de Almas.” Se não conseguirem, seus poderes podem ficar aqui para o resto da vida. Caso saiam da cidade sem os poderes, voltarão a serem pessoas normais. Muitas pessoas que viam suas habilidades como fardos vieram até aqui se livrar delas.

Nossos poderes podem sim serem feridos e até mortos, afinal eles viraram pessoas "normais". Não é possível outra pessoa fazer a Ressonância de Almas com os seus poderes, pois a alma não pertenceria a ela. Então, ninguém pode controla-los a não ser que eles próprios queiram agir.

Para finalizar, a Ressonância de Almas não é uma via de mão única. Vocês e os seus poderes devem estar em total sintonia, sem qualquer impedimento mental ou físico. Como eu disse, nunca vi oito poderes se materializarem para tão longe dos seus usuários, então creio que vocês têm muito que fazer para trazê-los de volta.

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Ricardo Sato em Qua Dez 13, 2017 2:41 pm

Chris: Se controla, Jay.

Tá legal...

Paro já a alguns passos de onde estava,nitidamente aflito e ainda seguindo a luz com os olhos até onde desse,sei que Chris tá certo,território desconhecido e tals...mas se ele não soubesse que as vezes eu sou estupidamente impulsivo até hoje ele não seria o Chris....e se não fizesse um monte de perguntas mais específicas também não.E então Kid realmente explica o que é o lugar......que coisa esquisita,um aviso prévio teria sido bom...mas acho que como o próprio Kid,ninguém achou que teríamos que correr atrás dos poderes.Pensando bem eu também tenho minhas dúvidas,embora não tão lógicas.

Tá,tudo "legal" e tals mas mais umas perguntinhas.......eles tem personalidade própria e são parte de nossa alma...mas...mas eles tem as nossas memórias também?Eles podem decidir ficar ou fugir?Eles podem usar o poderes sem nós ou também dependem da tal ressonância?Afinal qual seu poder Kid....quer dizer,os nossos também vão virar algum objeto...ou isso aí é porque seu poder é chamar essas armas?E por último,já que vocês vão para a escola e depois voltam....como...como eles se sentem quando você tem que sair..quer dizer,eles ainda estão lá?Eles somem?Eu ficaria bem bolado com a possibilidade de não existir mais... e ainda mais se tivesse que viver preso dentro de alguém.

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Renata C. em Qua Dez 13, 2017 10:26 pm

Três horas era tempo demais. Sentada em um dos bancos no fundo da van, Akane já se sentia bem entediada.

Mesmo que ela estivesse com fones de ouvido, era possível ouvir as batidas da música que ela ouvia um volume longe do recomendável, enquanto tocava uma bateria imaginária, de olhos fechados.


(pequena homenagem ao Warrel Dane, que faleceu hoje. Ia por um rock japonês mas vai um Nevermore maravilhowser \o)

Depois do que pareceu uma eternidade, eles chegavam próximos a cidade. Zodiac lhes entregava uma espécie de comunicador, que Akane prontamente prendeu no pulso.

Zodiac: Aqui é até onde eu posso ir. Ficarei nesse lugar até voltarem, se precisarem de ajuda usem isto. Apertem o botão e eu irei usar o localizador para chegar até vocês.

Akane: Certo, professor. - a garota dizia após saltar da van e esticar os braços, como se estivesse se alongando.

Enquanto caminhava na direção de Death City, pensava sobre o que a professora Michelle havia falado da cidade. E que Stone era o chefe.

Era um lugar estranho, a lua era sinistra, era como se fosse noite do dia das bruxas mesmo. Na entrada da cidade, encontraram os dois alunos que eram de lá. Hoshi se achava um pouco, pelo que havia percebido, mas Kid era simpático.

Hoshi: Estão ansiosos para ver como eles vão ser?

Kid: Com certeza eles já imaginaram!

Akane: Ahn... - e esse "ahn" podia ser traduzido como "não faço a menor ideia do que vocês estão falando".

Aquilo tudo estava muito estranho, mas foi só ao entrarem na cidade e os garotos explicarem que ficou mais claro para Akane o que acontecia ali e porque Death City era tão estranha. A garota olhava para eles meio sem saber o que dizer, até porque nunca imaginaria seus poderes como uma outra pessoa, mas.. Foi então que ela sentiu algo realmente estranho. A luz vermelha que deixava o seu corpo e ia para longe, a garota realmente sentia como se uma parte de quem ela era estivesse deixando o seu corpo. Algo como aquelas ilustrações de Experiência Fora do Corpo que tem em alguns livros.

Hoshi: Eita! Lá se foi o poder de vocês!

Kid: É a primeira vez que eu vejo isso acontecer! Vocês tem problemas com os seus poderes?

Akane: Não que.. eu soubesse. - olhava a luz se afastar um tanto aflita. Como Jay, Akane sentia vontade de sair correndo dali para ir atrás da luz, porém ela não se movia. Estava se sentindo estranha. Estranhamente incompleta. Como se ela não fosse a Akane de sempre.

Chris lidava com a situação da forma mais Chris possível, fazendo um monte de perguntas, enquanto Akane mal conseguia formular uma frase. Mas quando Kid explicava sobre a ressonância das almas, ela prestava atenção.

E se seu poder tivesse só com vontade de dar uma volta por aí? E se seu poder.. não quisesse voltar mais como Kid falou que poderia acontecer?

Kid: Muitas pessoas que viam suas habilidades como fardos vieram até aqui se livrar delas.

Era impossível não pensar na conversa que tivera com Ray. Como ele dizia que não era capaz de abraçar sua irmã. Como Chris dissera aquelas palavras sábias que fizeram com que o rapaz se sentisse melhor.

Porque Akane sentia que tudo estava tão estranho agora? Nem ela parecia ela mesma.

Pensava na urgência de encontrar seus poderes. Pensava no que poderia ter feito de errado, para que ele se afastasse tanto.

Chris, como era o líder, dava instruções para que se separassem em dois grupos. Ele tentava ser o mais racional possível, embora Akane notasse que ele não estava sendo 100% racional.

Antes que saíssem, a garota se aproximava se Ash e falava algo para ele, que era uma das pessoas que tinha mais proximidade ali (vou mandar por whats, Guima). Depois falava com os outros.

Akane: Tomem cuidado, ok?

Não havia naquele momento o olhar cínico, nem o sorriso, nem os palitinhos de chocolate. A garota não fazia nenhuma piada. Talvez a parte responsável por tudo isso não estivesse mais lá. Ou ela estivesse preocupada demais para ser a Akane de sempre. Uma das duas possibilidades. Aguardou os outros para que seguissem atrás dos seus poderes.

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Leo Rocha em Sex Dez 15, 2017 11:57 am

A missão fora aceita e todos seguiam na van conduzida por Zodiac. O grupo parecia silencioso, nervoso com a importância da missão e com o que significaria fracassar nela. Isao tentava não demonstrar isso, porém também estava muito preocupado. Eles não eram os sub-heróis mais fortes do mundo, tampouco os mais experientes... Então seriam eles as iscas?
Ao longo da viagem, ele revisou seu armamento, as informações (poucas) que recebeu e tentou meditar. Por fim, estava olhando pela janela junto com os outros e respondendo aos comentários ocasionais.
O céu daquele lugar lhe causou calafrios, mas ele estava ali para ser o herói que estava destinado a ser. Isso teria que bastar para lhe empurrar pelo caminho tortuoso que seria seguido ali.
Hoshi e Kid então aparecem e apresentam ao grupo as peculiaridades do local. Neste momento, Isao percebeu a pegadinha: eles, o grupo onde estavam, podiam perder seus poderes. Os maiores heróis do mundo não. A coisa era mais simples do que alguém como Chris,e seu cérebro analítico, ou Ray, e seu temperamento explosivo, ou ainda Daichi, e seu famoso mau humor, tentariam racionalizar. Eles eram bons e dispensáveis o suficiente para o risco da missão. Isao não levaria isso para o lado pessoal, mas levaria em conta ao pensar nos riscos da missão.
De repente, uma luz negra sai do corpo de Isao, acompanhando luzes de outras cores que saem de seus companheiros. Segundo Hoshi e Kid, seus poderes haviam decidido dar uma volta... Isao não detestava seu poder como Ray, mas não o adorava da forma como Harry e Akane. Seu poder lhe doía, lhe cobrava um preço e não tinha o perfil de poder que ele idealizava para um herói. Ainda assim, era parte dele...
A sugestão dos cicerones é que o grupo siga atrás dos poderes. Isao concorda dizendo:

Arrow Não é uma opção deixar nossos poderes assim. Temos que encontrá-los antes de seguir. Até porque, iremos precisar da ajuda deles.

Chris evidentemente se adianta em um plano de ação e em dividir a equipe. Isao percebe o esforço do jovem em se manter longe de Daichi. Ele responde:

Arrow Essa divisão segue o correspondente à divisão de nossos poderes? Pelo que entendo, cada um precisa encontrar seu poder e convencê-lo a ajudar...

Isao não queria estragar os planos, mas tinha, como sempre, a preocupação de ser o mais prático e preciso possível.

Ele então olha em volta, como se mapeasse o terreno e diz:

Arrow Vamos logo. Eu tenho um encontro e detesto me atrasar.

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Phelipe Peregrino em Sab Dez 16, 2017 10:43 am

Isao: Essa divisão segue o correspondente à divisão de nossos poderes? Pelo que entendo, cada um precisa encontrar seu poder e convencê-lo a ajudar...

Chris: Não... - Ele deu de ombros. - Estamos todos sem poderes, lembra? A divisão foi tomada com base apenas em nossas capacidades individuais sem os poderes... Mesmo sem poderes, você, Isao é o mais rápido entre todos nós. E Ash é o mais forte. Considerando isso, foi óbvio designar vocês para equipes diferentes, afinal, no nosso atual estado vocês são os mais capacitados para assumir a frente no caso de um eventual combate.

EQUIPE ALPHA E EQUIPE BETA
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"Depois temos o Cuzão-chan e a Akane. Cuzão-chan também é espadachim, e a acane é habilidosa com a lança. Por isso considerei que os dois seriam boas escolhas táticas. Como você, Isao, jé é um espadachim, não vi sentido em colocar o Cuzão-chan no seu time. Por isso coloquei ele no time do Ash."

EQUIPE ALPHA | EQUIPE BETA
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"Então, tínhamos Ray e Jay... De todos nós, Jay é o que tem maior resistência física. A 'equipe Beta' estava mais focada em habilidade e agilidade, o que deixava ela rápida, porém frágil. Por isso, colocar o Jay nessa equipe foi a escolha mais óbvia."

EQUIPE ALPHA | EQUIPE BETA
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"Agora restávamos Harry e eu, dois dos membros que não conseguem fazer absolutamente nada sem o uso de nossos poderes, em termos de combate. Entretanto, tanto Harry quanto eu temos aulas de Percepção e Investigação, contribuindo para a parte mais chata do processo de encontrar os poderes... Por isso..."

EQUIPE ALPHA | EQUIPE BETA
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"Por fim, eu não vou arriscar deixar cada um de nós vagar à esmo em uma cidade que desafia a logica dessa maneira. Felizmente nós temos dois guias que conhecem esse lugar como a palma da mão. Por isso, cada grupo foi designado à um guia."

EQUIPE ALPHA | EQUIPE BETA
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"Claro... Eu não faço ideia do que vai acontecer quando encontrarmos nossos poderes."

Chris deu de ombros e colocou as mãos no bolso.

Chris: Pode ser que o processo seja violento, ou apenas emocionalmente desgastante. Eu não sei. Também acho que seja um processo individual para cada um de nós. Mas eu não vou arriscar. Claro, eu posso estar errado e não corrermos risco nenhum, mas se há 1% de chance de cairmos em uma armadilha em algum momento, eu prefiro que cada um de nós tenha o apoio necessário para sairmos dessa inteiros. Estamos numa missão para o World of Heros, pessoal. Nós vimos uma criatura que aguentou um soco do National Man, mais do que isso, uma criatura que FERIU o National Man. Não é hora para darmos passos falsos ou dar ouvidos aos nossos egos... E, apesar do senso de urgência, se nos apressarmos e tomarmos as decisões erradas, o destino do mundo pode ser traçado... E pior, pelas pessoas erradas. Não me intendam mal... Tudo morre. E eu estou ok com isso. Mas a aceleração artificial desse processo é algo que eu não vou permitir.

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Guima em Sab Dez 16, 2017 5:25 pm

A viagem na van era terrível, pelo menos pra mim que estava batendo a cabeça toda hora no teto daquele automóvel.... Sorte q ninguem tinha soltado uma bufa, pelo menos isso.

Chegamos em Death city. Mas que lugar sinistro. Parece até a cidade do Gasparzinho. Hoshi e Kid nos recepcionam. Hoshi era aquele moleque metido a besta que falava mais do fazia. Mas ele não era ruim.... Kid era mais na dele é tals. Ele nos explicam que em Death city os poderes se separam de seus donos devido a uma barreira mística q compõe a Cidade e tudo mais. Eu achava q isso era besteira até sentir o meu poder sair de mim... Sinto uma tontura leve e as pernas moles... Como se tivesse um ataque de hipoglicemia.

Sem meus poderes sou só um um grandalhão que sabe acertar uns socos. Que droga, preciso dos meus poderes de volta, eles são mais que habilidades, são um legado.

Chris então divide a turma em dois grupos. Antes de nos separarmos Akane se aproxima de mim e me diz algo em particular. Eu a ouço e prometo ficar atento ao que a guria quer. Ela tinha um coração de ouro e eu gostava disso.

E então pessoal, vamo ficar só de conversa ou vamos começar a fazer o que viemos fazer aqui.

Digo a todos me preparando pro que vinha

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Nasinbene em Ter Dez 19, 2017 3:10 pm

A longa viagem de van tinha extenuante para todos os jovens heróis... afinal, não é fácil passar horas trancafiado numa lata de sardinhas ambulante por mais excitante que fosse o destino dos garotos. Death City afinal estava logo à frente e Hoshi e Kid ja esperavam por eles. Harry não ficava muito a vontade trabalhando com Hoshi (não tinha nenhuma ressalva quanto a Kid) mas fica claro que os professores tinham confiança nele, ou não estaria ali.
Mal pisam na cidade e uma sensação estranha toma o corpo de Harry, quando uma energia deixa seu corpo... Era como se o Propulsion tomasse os céus, no entanto sem que Harry o tivesse ativado.
Então Kid e Hoshi explicam que isso era efeito do campo protetor da cidade. Ao saber que seus poderes agora vagavam sozinhos por aí, Harry concorda com Isao

- Temos mesmo que nos apressar... não quero meus poderes e parte da minha alma como o Kid explicou vagando a esmo por aí...
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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Drako em Ter Dez 19, 2017 8:14 pm

Logo que perdeu os poderes, Ray aproveitou o momento para fazer algo que não podia há muito tempo. Tirar suas roupas isolantes e apertar a mão de alguém. No caso, Tsubaki, o poder manifestado de Hoshi.

Ray: O-olá, senhorita Tsubaki. Eu me chamo Ray... Ray Callitri. Eu e Hoshi somos amigos.

Tsubaki: Prazer, Ray! –Ela retribui apertando a mão dele, com um sorriso cordial.

Hoshi então para em frente ao Ray, olhando-o estranho. O garoto chega a virar a cabeça de lado sem entender o que foi aquilo. Com a mão no queixo ele pensa se em algum momento no passado Ray tinha se referido a ele como um amigo.

Hoshi: Amigos? Tem certeza que é você mesmo, Ray? Que esquisito.

Kid responde as perguntas que Chris tinha feito, mas Jay também tem dúvidas. Ele bufa um pouco e responde.

Kid: Quantas perguntas... Sim, eles têm nossas memórias. Não, eles não podem deixar a barreira sem o usuário ou deixarão de existir para sempre. Como eu já disse, eles podem usar os poderes sozinhos. Nós não voltamos para a cidade todos os dias, todo mundo vive na Universidade nos períodos de aula, não é atoa que existe os dormitórios. Os poderes não deixam de existir, eles são parte de vocês.

É só então que Stone divide a equipe em duas, Alpha e Beta. A primeira sendo guiada por Kid e a segunda por Hoshi. Assim que formado os grupos, seus participantes estavam com pressa para reencontrar seus poderes o quanto antes. Porém, ninguém sabia onde eles se encontravam ou por onde deviam começar a procurar.

Kid: Death City é grande demais para sairmos a esmo procurando pelos poderes, sem falar que não sabemos como eles são ou onde estão. Além disso, existem muitos deles Poderes aqui, com e sem seus usuários, então é melhor pedirmos ajuda a alguém.

Hoshi: Professor Stein pode ajudar, ele não tem aquele localizador esquisito?

Kid: Sim, é verdade.

Hoshi: Então o meu grupo vai para lá. Enquanto isso vocês vão até o Shinigami-sama!

Kid: O que? Por quê?

Hoshi: Por que somos duas equipes e eu já disse que vou até o professor Stein. Além disso, enquanto um grupo vai descobrir onde os nossos poderes estão, o outro pergunta ao Shinigami-sama onde está o nosso alvo principal. Ele sabe de tudo que acontece aqui dentro.

Kid: A ideia é ótima, mas vamos trocar, Hoshi. Não quero ir até lá.

Hoshi: Pfff. Você é cheio de frescura. Ok, meu grupo vai até o Shinigami-sama e vocês vão até o professor Stein.

Kid: Valeu! Fico te devendo! Quando descobrirmos onde os poderes estão iremos passar as localizações para vocês também irem atrás deles.

Eles se separam e partem para os locais combinados. A equipe Alpha formada por Kid, Harry, Ray, Daichi e Ash, além de Liz e Patty, andam pela rua principal e pegam a esquerda seguindo por outras ruas. A arquitetura da cidade era totalmente esquisita, cheia de tochas e caveiras. Os prédios não seguiam um padrão, em formas aleatórias. Era realmente como uma cidade perpetuamente presa no Halloween.

Eles caminham mais um pouco e param em frente a uma casa com pontos de costura para todos os lados e setas decorando o local.


Kid toca a campainha e um enorme “TUUUM” ecoa por toda a casa.

Nenhuma resposta.

O garoto resolve abrir a porta do salão de entrada.

Kid: Ele deve estar concentrado no trabalho, vamos entrar assim mesmo.

O grupo se entreolha, mas dão de ombros. Nada fazia sentido naquela cidade mesmo, então entrar sem ser convidado não parecia ser um problema. Além do mais, Kid conhecia o local, não entraria se não fosse permitido.

Kid: Professor Stein!!

Era um breu total, nada iluminava a casa. Ash esbarra em alguma coisa com as pernas que cai no chão e quebra, fazendo um barulho como se fosse um prato se quebrando.

Kid: Cuidado onde anda.

Eles seguem pelo corredor da casa e veem uma pequena luz ao fundo. Continuam andando até ela, finalmente com um sinal de vida. Kid vai à frente, enquanto o grupo segue atrás.


À medida que se aproximam eles vão escutando um som de ferro rangendo.

Kid: Boa noite, professor Stein.

A luz que viram era do monitor do computador do professor. Percorrem o corredor até o quarto em que o professor estava. Ao pisar no quarto eles sentem algo estranho, um frio na espinha. Como se tivesse entrado no território de um predador. Não podiam ver como ele era já que estava bem escuro.


Stein: O que fazem aqui, crianças?

O homem leva a mão até o enorme parafuso preso a sua cabeça e gira, fazendo um rangido de ferro a cada curva. O instinto deles dizia que deveriam sair de lá, mas Kid estava muito tranquilo ao lado do tal professor. Liz e Patty também não pareciam se importar.

Kid: Eles precisam da ajuda do senhor, não é galera?



O grupo beta era composto por Hoshi, Chris, Jay, Akane e Isao, além de Tsubaki. Eles seguiram pela rua principal da Death City que parecia não ter fim. Andaram bastante até que chegaram a uma escadaria. Olharam para o alto tentando ver até onde dava a escada e puderam notar que ao fim dela, existia um enorme castelo.

Hoshi: Vamos?

Subiram pelas escadas por uns bons minutos e vários e vários degraus ainda os aguardavam. Hoshi não parecia tão animado como sempre, mesmo que acompanhado pelo seu poder Tsubaki.

Hoshi: Tsubaki... você sabe do Soul?

Tsubaki: Não consegui senti-lo desde que voltamos.

Hoshi: Hm.

Eles continuam subindo até que algo esquisito acontece. A noite passa a virar dia à medida que eles sobem as escadas. Olham para trás e veem que estão há milhares de metros do chão, mesmo não tendo subido tantas escadas assim. Hoshi continua seguindo como nada tivesse acontecido então eles o acompanham, até que finalmente chegam no Castelo que viram lá de baixo.


O Sol tinha uma forma esquisita, olhos e boca, assim como a lua. A estrutura do castelo era totalmente bizarra, com enormes velas, três caveiras gigantes que serviam como entrada, além de três bolas que flutuavam no topo.

Hoshi: Vocês vão conhecer o protetor dessa cidade, o Shinigami-sama!

O grupo para em frente a enorme entrada e escuta passos ecoarem lá de dentro. Então são recebidos por um homem de cabelos ruivos e terno preto.


???: Já estava esperando por vocês. O que essas pessoas fazem aqui, Hoshi?

Imaginaram que aquele deveria ser o Shinigami, apesar de não ser tão imponente. Em suas aventuras já conheceram pessoas com muito mais presença do que ele.

Hoshi: Viemos a pedido do World of Heroes.

???: Ah é? Então podem ir embora.

O homem dá as costas e se prepara para ir embora. “Como assim?” Pensaram. Não é possível que o líder dessa cidade, um herói, daria as costas a um pedido do World of Heroes sem nem mesmo saber do que se tratava.

Até que ele cai com a cara no chão e com a bunda para o alto. Foi Hoshi que lhe deu um chute nas costas.

Hoshi: QUE MERDA É ESSA, SPIRIT?! TÁ ACHANDO QUE É QUEM?! Cadê o Shinigami-sama?

Respiraram aliviados ao saber que não se tratava da pessoa a que vieram encontrar. Com lagrimas nos olhos ele se levanta e tira a poeira do terno.

Spirit: Aff. Tá bom, sigam-me. Hoshi, cadê o Kid? O Shinigami-sama iria gostar de vê-lo.

Hoshi: Ele tava de frescurite e não quis vir ver o pai.

Seguiram pelo gigante castelo e subindo mais escadas até chegarem ao aposento do Shinigami. Spirit abre a porta e revela uma sala de paredes azuis, com pinturas de nuvens que transitavam pela parede. O chão era amarelo como areia, com várias cruzes fincadas. No centro havia uma plataforma redonda com um espelho adornado com velas.

Spirit anda e para ao lado de uma figura esquisita e em frente ao espelho.

Spirit: Shinigami-sama, o senhor tem visitas.


Shinigami: Yo!

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Scorpion em Qua Dez 20, 2017 8:04 pm

Ray aperta a mão de Tsubaki amigavelmente, quando Hoshi para em frente a ele e comenta que ele deve estar estranho.

Ray: Claro que somos amigos, Hoshi...

Ele falou com um tom amigável e calmo, como nunca usava.

Ray: ...na verdade, nós apenas temos uma rivalidade saudável que eu considero até divertida, pra ser sincero. Nunca desgostei de você, só não sou muito de ficar demonstrando isso porquê não gosto de dar abertura e isso meio que me faz parecer fraco.

Fez um sinal positivo.

Ray: Mas você até que é um cara gente boa, Hoshi.

Então eles são guiados até a casa do tal professor Stein. É quando Ash derruba algo como um prato e Kidd manda que tenham cuidado. Ray redobra o cuidado ao andar ali. Se iam querer a ajuda do cara, era melhor que entregassem a casa dele inteirinha.

Quando chegam, o professor está apertando um parafuso na cabeça e pergunta o que fazem ali.

Ray: Nós precisamos da sua ajuda. Precisamos encontrar os nossos poderes e precisamos encontrá-los logo. O senhor consegue nos ajudar, professor Stein? Ouvimos falar sobre o seu "localizador esquisito".

Agora era rezar para que ele quisesse ajudar e, de repente, não pedisse nada em troca...

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Leo Rocha em Qua Dez 20, 2017 9:12 pm

Isao seguia atento durante o trajeto. Essa cidade não era estranha apenas por ser desconhecida... Era estranha em todos os sentidos e ele sentia nos pelos de sua nuca a tensão provocada pelo perigo que corriam ali.
Ele se preocupava principalmente pelos colegas que dependiam mais de seus poderes em combate. Afinal, essa era a cidade em que os poderes literalmente tem vida própria...
Ele caminha ao lado da garota Akane. Enquanto anda, ele se pergunta como ela está diante da perda dos poderes. Em determinado momento, ele fala pra ela:

Arrow Essa missão nos trará um desafio digno dos guerreiros mais valorosos. A questão é que há muito em jogo... Espero que consigamos resolver isso.

Quando eles chegam ao castelo e são mal recebidos, Isao se prepara pra confrontar o homem, porém Hoshi age rápido e revela que não é ele quem procuram.
Ao chegarem a quem realmente procuravam, Isao descobre que o homem é o pai de Kid. Ele então diz:

Arrow Senhor, me chamo Isao Watanabe. Eu já treinei e já competi com seu filho. Ele é um bom guerreiro. Mas nós estamos aqui com uma missão maior que nós todos e pedimos sua ajuda nela...

Ele para um instante e olha pro grupo, antes de dizer:

Arrow National Jan nos pediu pra localizar uma pessoa que será crucial na luta contra um mal que surgiu. Acredito que o senhor já saiba de quem falo...

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Ricardo Sato em Qui Dez 21, 2017 12:35 am



Ando calado ao lado dos meus colegas,mãos nos bolsos,pescoço recurvado deixando os ombros parecendo mais altos,claramente não estou triste...estou puto,dentro dos bolsos as mãos ficam brancas com a pressão que coloco nelas,passo por uma casa e me vejo na janela,tenho a mesma expressão vazia de quando uso meus poderes pra abafar minhas emoções....mas isso é bem pior,reconheço a expressão de um tempo em que sequer tinha poderes e isso não é bom.

--------------------------------------

Me lembro do garoto,não sei porque fui ajudá-lo contra aqueles caras...acho que em parte foi por conhecer ele do meu bairro e parte por ele jamais ter pedido ajuda,mas estávamos encrencados de qualquer jeito contra aquela galera.


Shiro-Qualé seu mané....ta dando uma de herói porque seu pobretão?Nem poder você tem e acha que pode se meter nos nossos assuntos?

Gangue- UHAUHAUHAUHAUHA......isso aí seu merda!!!!

Shiro-Esse moleque tretou com a gente e vai levar uma lição.

Kenny-É seu bosta...eu tretei com vocês,então para essa merda e resolve comigo.

Shiro-Tô falando com a sua babá...

Kenny-Eu disse pra parar bem aí seu cuzão.



Shiro-Olha só que moleque mal criado não...o que esperar da sarjeta.



E aí...tava esperando essa da sarjeta?....vai a merda seu bosta e tira o dedo da minha cara...poder ou não eu vô chutar o seu rabo seu merda.

E merdas todos eles eram,o moleque era duro na queda eu era mais rápido e aguentava mais porrada que qualquer um deles..afinal eu aguentava pancada a anos...dentro e fora de casa.Mas era muito filho da puta junto...nossa sorte é que eles também eram uma merda usando os poderes de que tanto tinham orgulho,mas mesmo assim uma hora nós íamos cair......

Vinny-HEY....seu bando de bastardos,fiquei sabendo que vocês estavam cuidando do meu irmãozinho e vim brincar também...Vulko,PEGA!!!

kENNY-Vinny?!?!?!....se demorasse mais,eu ia acabar não deixando nenhum pra você.



Vinny e os colegas dele apareceram e comprovamos novamente que eles eram uns merdas,tiveram os rabos chutados em minutos e os que ainda andavam saíram correndo pra casa.

Vinny-E aí cara...te conheço da área né não?Valeu por ajudar o Kenny.

Kenny-Eu não preciso de ajuda.

Vinny-Precisa sim....todo mundo precisa uma hora,a gente se vê por aí...Jay né?Quem sabe cê não vem com a gente dar um rolê qualquer hora?


Vamô ver.

-------------------
Logo fui pra casa também.



Lara-...O que aconteceu com você Jay?

O que sempre acontece,não tem problema mãe.

Lara-Claro que tem querido,você não deveria brigar desse jeito.

Claro que devia mãe...tô cheio de aguentar merda.

Lara-E porque diabos você tá feliz?

Bem,porque no fim ganhei hoje também....mesmo sem poder nenhum.

Lara-Já falamos sobre isso Jay,você ainda tem tempo e mesmo que não tenha nenhum poder você vai ficar bem...

Bem igual aquele desperdício de espaço do Allan?

Lara-Seu...seu pai Jay,seu pai é uma pessoa complicada,mas no fundo ele não é ruim.

O cara deve ser profundo como o oceano então...

Lara-Jay....

Chega,mãe....você escolheu ficar com aquilo,mas eu caí de gaiato nessa...tô indo pra cama.

Lara-Logo subo com os curativos querido.
-----------------------------------------------

Dali as coisas foram rápido...comecei a andar com o Vinny e a galera,sempre cuidamos uns dos outros,nós achávamos que só estávamos nos protegendo e devolvendo a merda que recebíamos...mas devo admitir que olhando para aquele tempo sinceramente,nós não nos importávamos muito com quem pagava o pato desde que parecesse com o nosso inimigo,pior que isso,ao contrário daqueles babacas metidos a bullies nós sabíamos bater.Estávamos todos com raiva,cansados,feridos...e no fim fazer todo mundo tão ferido quanto a gente era o objetivo e não mais uma consequência de nossas ações.Até hoje se olhar bem....aquela galera ainda são as pessoas mais próximas de saber como me sinto,Vinny e Kenny mais que todos com a doença da mãe deles que eles não tem como pagar pra cuidar.

Em toda aquela merda,com tudo que perdi,meu poder foi a única coisa que ganhei,uma chance de mudar de vida,uma chance que fez os Falcion acreditarem em mim e ajudarem minha mãe mais do que eu poderia...uma chance de conhecer Ceresa.Nunca vi esses poderes como a herança de meu pai...eles são os MEUS poderes e é com eles que eu iria destruir Razor Flare,esse lugar tirou isso de mim...já disse isso antes,eu não me pareço com as pessoas que me rodeiam hoje em dia,eu não sou um herói...e agora a única coisa que me permite seguir esse caminho tá por aí talvez pra não voltar e o pior é que seja lá o que for,também tem minhas lembranças.Não sei se é possível que algo de bom tenha nascido da minha cabeça,da minha vida....do meu pai.

-------------------------------------------------------------
Nem vejo direito o que aconteceu na entrada,vi os degraus e dei de ombros afinal sou discípulo do Sportmaster,degrau é tipo um velho amigo ou um travesseiro velho,um cara aparece mas Hoshi resolve e logo estamos diante do tal Shinigami sama.Deixo os outros a começar pelo Issao fazerem as apresentações....ele vem com educação,Hoshi com o conhecimento prévio,Akane com alguma sacada mordaz e Chris com algo esperto e pronto estaremos a caminho,então eu falo só pra não dizerem que não quis dizer nada.

É seu Shinigami,temos que achar logo o Fist....e os nossos poderes.


Última edição por Ricardo Sato em Sex Dez 22, 2017 5:42 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Nasinbene em Sex Dez 22, 2017 3:38 pm

Após a divisão da equipe, Kid mostra o caminho até onde se encontrava o tal professor Stein. Death City era realmente uma cidade estranha... um lugar onde a lua sorria pra você não poderia ser um lugar qualquer... o tal Shinigami, o manda chuva da cidade deveria ser alguém realmente muito poderosos...
Uma vez que chegam ao castelo de Stein (que mais parecia um cenário saído de um filme de terror), Kid prontamente vai entrando, como se fosse alguém com intimidade para tanto. Ao ver a naturalidade do garoto, Harry da de ombros e segue ao lado dele. Ao ver que o local se encontra em total escuridão, Harry prontamente aciona a visão noturna dos seus novos óculos, podendo assim enxergar perfeitamente. Quando Ash derruba algo e Kid lhe pede pra olhar onde anda, Harry se aproxima dele e diz:

- Se apoie em mim, grandão... estou enxergando perfeitamente. Eu guio você.

A medida que avançam, eles percebem uma pequena luz ao longe, um pequeno sinal de vida, bem como o som de ferro rangendo. Não era um som agradável de se ouvir, pode ter certeza. Quando finalmente chegam à fonte da luz, percebem que se trata de um monitor, no qual um homem trabalhava completamente compenetrado. Harry aproveita os óculos pra esquadrinhar todo o cômodo, procurando por qualquer informação que pudesse ser útil. Não que fosse bisbilhoteiro, mas sem seus poderes qualquer precaução é válida. Kid logo o saúda, deixando claro que aquele era o professor Stein. Para o espanto (e por que não dizer horror) de Harry, o som metálico vinha de um parafuso na cabeça do homem, que era continuamente ajustado. Quando perguntados sobre o que queria ali, Ray logo se adianta e diz que precisavam do "localizador estranho"do cientista. Harry toma a frente do amigo e o repreende:

- Merda, Ray, que diabos tá havendo com você? Ta agindo de forma muito estranha desde que perdeu os poderes... parece meio no mundo da lua... primeiro, chama Hoshi de amigo e agora essa coisa de chamar o localizador de esquisito na cara do sujeito a quem viemos pedir ajuda? Não se chama as coisas dos outros de esquisitas, cara... é falta de educação

Harry então se volta para o tal professor e diz:

- Boa noite, professor...desculpe meu amigo, ele não tem sido ele mesmo desde que chegamos aqui. Realmente, precisamos de ajuda pra localizar nossos poderes. Pode nos ajudar?


Última edição por Nasinbene em Sex Dez 22, 2017 10:15 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Ato 4 - Search for Death

Mensagem  Renata C. em Sex Dez 22, 2017 9:19 pm

Akane com certeza preferia ir atrás de seu poder, já que se sentia estranha sem ele. Mas como não podiam perder tempo indo para um lugar só, concordou com a divisão das equipes.

No caminho, olhava para Hoshi e Tsubaki conversando e pensava como seria quando ela encontrasse o seu poder. Se ele havia fugido assim, obviamente havia algo de errado. Mas não queria pensar muito nisso.

Akane: Hey, Hoshi... O Shinigami sama tenta manter as coisas em paz por aqui, certo? Você acha que ele vai concordar em nos dizer onde está o Fist of Death?

Pensando bem, o garoto não estava tão irritante como de costume. Parecia meio preocupado.

O caminho até o lugar onde estava o Shinigami sama era bem longo, e pro azar de Akane, com muitas e muitas escadas. Isao subia ao seu lado.

Isao: Essa missão nos trará um desafio digno dos guerreiros mais valorosos. A questão é que há muito em jogo... Espero que consigamos resolver isso.

Akane: Nós vamos conseguir. - e dava ao jovem um leve sorriso, embora estivesse um tanto ofegante com a subida das escadas. Mas logo ela continuava a falar, o sorriso desaparecendo de seu rosto. - Mas eu estou preocupada com o Ray, falei para o Ash ficar de olho nele. Toda aquela conversa sobre ele não poder desligar os poderes que nós tivemos... O que será que ele está pensando agora? No fim das contas, é uma escolha dele, eu sei. Mas ainda assim... WOW! - terminava de falar ao olhar para trás e ver que haviam deixado pra trás MUITO mais escadas do que haviam subido.

Tudo naquela cidade era muito diferente de tudo que ela já havia visto antes.

Akane: Aqui é um lugar bonito. De um jeito estranho, mas ainda assim, bonito. - e do nada a lua dava lugar ao sol, também com olhos e boca, e meio sinistro. O castelo do Shinigami sama tinha as mesmas caveiras que Kid usava em suas roupas. Seria um símbolo de família?

Akane ficou meio sem reação ao presenciar a cena com o homem ruivo, só conseguia pensar "que folgado". E que ele não tinha lá taaanta presença assim, pra ser o protetor de toda uma cidade.

Eles são levados então até o verdadeiro Shinigami sama.



"Não é só um símbolo de família, é a cara dele..."

Ok, máscara, que seja. A voz dele, apesar dele só ter nos cumprimentado, era meio engraçada. Isao se adianta e diz o motivo de estarem ali.

Akane: Oi. - respondia com um aceno, assim que o Shinigami sama os cumprimentava. Depois ela ouvia o que Isao e Jay falavam, e continuava - O World of Heroes nos enviou para conversarmos com Kenshiro, o Fist of Death. Hoshi nos disse que o senhor é o protetor dessa cidade, então gostaríamos de saber se pode nos ajudar a encontrá-lo.

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