Ato 2: A Lágrima do Diabo

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Ato 2: A Lágrima do Diabo

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Sex Jun 30, 2017 12:57 pm

Metrópolis, 6 meses atrás.

Depois de uma tragédia na casa da família Zmeya, a polícia municipal chega para investigar o que houve, junto deles o FBI enviou agente Margaret Lukas que chega até a cena do crime para conseguir pistas com Parker Kincaid.

Margaret Lukas: -O que temos?
Parker Kincaid: -Esse é um caso doméstico, senhorita Lukas. Não sei ainda o interesse do FBI nisso. Metrópolis pode não ter visto muitos casos desse tipo antes, mas ainda assim eu quero entender o que fazem aqui e se realmente é algo que "nós" temos ou "eu" tenho.
Margaret Lukas: -Temos motivos para acreditar que os filmes que essa família produzia ajudavam a lavar dinheiro para máfia Russa, uma segmento da máfia que talvez esta movimentando dinheiro para o abastecimento de armas na guerra na Síria. E pelo que houve, suspeito que aqui ocorreu uma queima de arquivo.
Parker Kincaid: -"Queima?" Escolha interessante de palavras.
Margareth Lukas:-Viu esse buraco na parede?
Parker Kincaid: -Sim, é como se uma bola de demolição de 15 centímetros a tivesse acertado... Uma com cerca de duas toneladas de potência.
Margareth Lukas: -Acha que tem haver com o Samaritano?
Parker Kincaid: -Acredita então nas histórias de Metrópolis? No mínimo algum explosivo fez algum objeto voar. Isso aqui esta uma bagunça...
Margareth Lukas: -Mais uma evidência de uso de armas poderosas... Estamos no caso, senhor Kincaid.
E com isso o investigado abaixa a cabeça contrariado diante do sorriso vitorioso da agente do FBI.

Metrópolis, Hoje.

Um velho sem teto oferece de novo um gole de bebida para seu colega nas ruas. Ele sabe que o rapaz irá recusar, mas mesmo assim o faz antes de continuar.
John Cain: -Deveria beber, Ed. Eu sei bem que você não tem problema algum com o frio que virá, mas a bebida ajuda a esquecer a garota... Ela esta segura com você longe, Ed. Pode ter certeza, eu bem sei...

Os dois ouvem uma televisão em uma loja perto do beco onde "moram" falando sobre um ataque de um terrorista anarquista nas construções no centro, que foi impedido por Sete Super heróis. Por alguma razão o número sete faz com que algum instinto desperte em Edward Zmeya. Antes um jovem estudante de cinema... Agora, um demônio vermelho tentando se aquecer sobre os ensinamentos de um sobrevivente urbano.


Última edição por Gláucio "Speedy" Gonzales em Sab Jul 08, 2017 10:54 am, editado 1 vez(es)

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Re: Ato 2: A Lágrima do Diabo

Mensagem  Ricardo Sato em Dom Jul 02, 2017 10:12 pm

O demônio vermelho sorriu ao lado do velho sentado na calçada,não lembrava se havia dito seu nome completo alguma vez,mas a verdade é que era um jovem estudante de artes e vivendo sozinho em Metrópolis e de família russa,se as histórias de seu avô eram verdadeiras,ele passava vodka no bico de sua mamadeira quando ninguém estava vendo,Avô Aleksei era sempre de quem Edward aprendia coisas "interessantes",foi ele que o ensinou a atirar,brigar,beber...não necessariamente nessa mesma ordem e tudo dos 10 anos pra frente,Edward achava que era por isso que sua mãe parecia ter o melhor murro da casa.Realmente como Cain sabia,ele iria recusar a bebida,não porque não bebe-se,mas porque ele sequer sentia o gosto,ele com certeza não sentia os efeitos....nas primeiras noites na rua ele desesperadamente tentou encontrar aqueles efeitos,mas seu corpo os ignorava.

Não John,bebe você,não é sempre que você vai ter um dessa aí e você ta certo,ela ta mais segura assim....mais segura assim.
Vou dar uma saída,se cuida Cain.


Edward colocou seus casacos pesados e esfarrapados encontrados em abrigos e lixeiras,um capuz,um cachecol sobre a boca e nariz,óculos de plástico e saiu empurrando um carrinho de compras...já que ia sair,era melhor aproveitar e trazer umas latinhas pra senhora Phillips,ela não andava muito bem de saúde pra ficar na rua anoite.

Estava curioso,passaria pra olhar o lugar da luta por um tempo,não gostava muito de ir para lugares cheios como aquela área...tanta ira,ganância e luxúria pelas ruas o deixava receoso,mas era um sem teto grande o bastante pra não ser muito incomodado.

Já na cidade ele tentou mas não resistiu,ficou longe,do outro lado da rua e sob um poste que ele sabia estar quebrado....ela saia da aula de dança naquele horário,estava linda,ele olhou até ela sumir e se levantou,foi até a lixeira do lado do poste e pegou mais umas latas,foi quando ele viu o cartaz com sua face....sua antiga face,"procura-se" estava escrito com a letra dela e um e-mail que ele sabia de cor estava mais em baixo.

Ele se lembrou da última vez que estavam juntos planejando uma ida a praia depois que ele voltasse da casa do pais,tudo parecia tão mais simples...ele mudara tanto e ela não mudara nada,Carin estava linda....na verdade ela tinha mudado um pouco,estava mais triste e talvez ainda mais linda.Seu peito se aqueceu,mas ele não sabia se era o coração que ele não tinha certeza se tinha porque não batia,ou se era o pentagrama que de vez em quando ardia....então ele partiu para o prédio.

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Re: Ato 2: A Lágrima do Diabo

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Ter Jul 04, 2017 1:14 am

O demônio vermelho começa a se deslocar em direção do prédio e a sensação é estranha em seu peito...

Em seguida algo como uma voz falando em seu ouvido dizendo:
"Ganância"
Que ele não sabe exatamente de onde vem.

Como guiado por uma intuição, ele observa um caminhão enorme se deslocando até o porto e dentro dele, seu coração fica mais inquieto com quem ali esta. Ed então segue como uma mariposa se aproximando das chamas, enquanto uma chama dentro de si o faz sentir como se algum pecado intenso estivesse aumentando em todos que estavam no veículo...

Depois de algum tempo, absorto em sua perseguição, ele encara finalmente o porto de Metrópolis e se aproxima de um imenso navio encouraçado ali ancorado.

Conforme ele se esconde para ver mais de perto o que esta acontecendo, começa a tentar decidir o que fazer com o que esta sentido...


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Re: Ato 2: A Lágrima do Diabo

Mensagem  Ricardo Sato em Ter Jul 04, 2017 1:24 am

Vou ao prédio em busca de esperança,de heroísmo...mas novamente o que sinto é o pecado,salto e flutuo aos poucos enquanto sinto como se naquele veículo muitas coisas acontecessem...aquilo me atrai de alguma forma,mas ao mesmo tempo que sinto a ganância ali eu sinto a ira crescendo em mim,o que diabos eu estou fazendo.

"Respiro" fundo e me acalmo só quando começa a esfriar é que percebo que minha pele começava a esquentar,tento ver o que acontece a uma boa distância,depois daquela noite é como se tivesse sido feito para a escuridão e ela pouco me atrapalha a percepção.É quando percebo o barco,salto silenciosamente e flutuo dando a volta e entrando na água e para dentro dela me aproximando submerso para escutar e novamente me pergunto"o que diabos eu estou fazendo?"....

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Re: Ato 2: A Lágrima do Diabo

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Ter Jul 04, 2017 8:41 pm


O demônio vermelho se esgueira por via do navio e tenta controlar o que sente e entender qual sua real motivação ali, ele mergulha na água o resfria levemente o calor que sente, conforme ele avança submerso para perto do casco a água evapora e ele em seguida escala o casco sem nem mesmo perceber.  Conforme vai tentando ouvir a conversa, vai se aproximando mais...

...e mais...

...e mais...

Espreitando, sentindo uma força impiedosa dentro do lugar, ele tenta manter certa distância. Só quando se pega dentro do navio, em meio às sombras ele encontra um casal conversando na proa.

Sarah Lance: -Então, professor Ivo... Tem realmente certeza dessa viagem até o Qatar?
Professor Ivo: -Sim, senhorita Lance. E não se esqueça em breve poderemos chamar o país de Kasnia, nossos amigos na Arábia Saudita irão garantir isso.
Sarah Lance:- Me chame só de Sarah, essa formalidade toda me faz parecer estar vestindo um jaleco branco... Nessa jornada sou uma guarda-costas e não uma cientista. Para ser sincera, o que na verdade o que me preocupa é que para isso temos de lidar com o bando de mafiosos de Gotham, para termos armas aqui no Amazo e não sei exatamente até onde isso é legal.
Professor Ivo:-Medidas necessárias que não podem impedir a ciência de progredir, as leis com que temos de nos preocupar são as da química e física, senhorita... digo, Sarah. Eu irei montar cada um dos drones com um fuzil de assalto, será a automação da guerra. Em três anos tenho por mim que esse encouraçado irá se tornar mais aterrador que um porta-aviões.

Por um instante o demônio vermelho se vê em si, sentindo vindo do Professor uma imensa aura que parece estar projetando a sensação de ganância, que ele estava sentimento. Ele então percebe que pisa em falso em uma madeira do convés ao tentar descer para mais perto deles, o ruído seco é bem sutil, mas parece despertar a atenção da mulher que ele via conversar

Sarah Lance: -Ouvi alguma coisa, professor...

Ela olha tentando ver o que é, ele tem de agir rápido.

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Re: Ato 2: A Lágrima do Diabo

Mensagem  Ricardo Sato em Ter Jul 04, 2017 11:22 pm

Ainda era difícil saber o porque de estar ali,mas mesmo não sabendo dos detalhes estava claro que aquelas pessoas...ao menos o tal cientista não planejava nada de bom,quanto a mulher,parecia do tipo que não fazia perguntas se fosse remunerada o bastante.Aquele estranho instinto me fazia aproximar-me além do que a cautela recomendaria,só percebo isso ao pisar na tábua solta,mas não importava já que eu tinha ouvido o bastante.

Sempre fui um cara razoavelmente atlético,até treinei um pouco com os dubles dos filmes de meus pais,mas isso não era nada perto da agilidade deste corpo...claro que o odeio e daria tudo pra voltar a ser Edward Zmeya,mas tinha de admitir que esta forma era realmente poderosa,com um simples pensamento meus músculos se movem ágil e silenciosamente,com duas cambalhotas minhas nãos já se seguram à amurada enquanto fico de cabeça para baixo,daqui me deixo cair na água com um giro ainda no ar me colocando na posição perfeita para um mergulho muito discreto,dali nado por sob o navio para sua parte traseira e com um pouco de força e calor faço o mecanismo dos propulsores empenar.

Vou atrasar a saída deles daqui,depois um telefonema para a polícia deve deixá-los atentos a qualquer arma que venha a ser entregue,mais do que isso,talvez façam uma inspeção...na qual tenho certeza que encontraram muita coisa ilegal.

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Re: Ato 2: A Lágrima do Diabo

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Qua Jul 05, 2017 10:07 pm

De imediato o demônio vermelho tenta se afastar, retomar o controle de suas ações, pensando no quanto sua nova forma é contraditória em habilidades, mas sedutora em tentar caçar pecadores. Ele então se pega em sim e ao invés de se guiar só pelo que sente resolve se afastar e se esconder. Mas o que não notou é que sua aproximação já estava sendo vigiada por outra figura...

Assim que ele salta e acrobaticamente se afastando enquanto ia pensando em sabotar o transporte deles e ligar para polícia ele para de frente com uma figura bem curiosa que o pega de surpresa, Ed sente uma leve picada em seu pescoço.

Werner Zytle:-Que figura curiosa temos aqui. Eu acabo de te atingir com uma dose mais concentrada em dardo com um pouco da carga que tenho reservada para a construção de nossos novos territórios! Você já deveria ter caído, mas você deve ser um metahumano com resistência imensa. Provavelmente vai sentir uma forte desorientação, uma vertigem que vai dificultar sua saída. Se for esperto vai se render, mas é claro... Existe sempre a estupidez.

Ele sorri sadicamente, enquanto Ed ouve passos correndo vindo de uma direção que ele percebe que é a primeira noção que ele perdeu. Ele se pergunta à que sensação é pior se entregar, se a da aura de ganância do professor que ele seguiu ou à tontura que começa a surgir. De um modo de outro o que ele sabe que vai ter de pensar em algum outro modo de fugir e talvez terá de para isso lutar.

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Re: Ato 2: A Lágrima do Diabo

Mensagem  Ricardo Sato em Qua Jul 05, 2017 10:53 pm

Maldição...MALDIÇÃO...MALDIÇÃO....só queria sair e deixá-los se entenderem com a polícia,mas existem meios mais rápidos de fazer isso do que com uma turbina torta,só não fiz uso deles porque são meio destrutivos demais....
Mas no momento só sinto a ira aumentar,sei que só não caí porque meu corpo não tem mais nada a ver com o de um ser humano,sou uma criatura mística agora pelo que aquele garoto me disse,ainda sim sinto a tontura chegar,foco minha mente em deter a ira e isso parece me ajudar com a tontura.

É quando percebo que escapar,chamar atenção das autoridades e liberar um pouco da minha raiva podem ser obtidos com uma só ação e pra aumentar o efeito vamos usar um pouco das minhas aulas de Improv.

Você sabe muito bem o que sou mortal....já nos encontramos diversas vezes não?

Nesse instante deixo meu corpo todo arder,o pentagrama parece crescer e aparecer em chamas sobre meu peito,meus olhos cintilam e enquanto toda a minha forma é tomada pelas chamas do inferno abro minha boca e o cone de chamas vai em direção do homem e do barco enquanto movo meu rosto de um lado para o outro sem parar.Busco atingi-lo e a tudo mais que puder....escape você cara,o incêndio vai trazer as autoridades e ou eles esperam ou deixam o porto sem permissão e serão investigados do mesmo jeito,quanto a mim,vou escapar voando e dessa vez em velocidade máxima.

Se tudo der certo a droga não será mais um problema,meu corpo pode gerar e resistir a essas temperaturas....o seu composto químico eu duvido que também possa e na pior das hipóteses cairei na água o mais longe possível e afundarei,eles podem achar que estou morto até que eu me recupere.

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Re: Ato 2: A Lágrima do Diabo

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Sab Jul 08, 2017 10:51 am

Delegacia central de Metrópolis

Margaret Lukas: -A polícia de Gotham acaba de dizer que um morcego em chamas foi desenhado ao redor de um suspeito líder mafioso. Ao que parece o próprio prisioneiro, Oswald Cobblepot falou algo como um monstro morcego.
Parker Kincaid: -Acha que tem haver com o nosso demônio?
Margaret Lukas: -Pelo que o FBI ouviu há vários relatos de um homem morcego atacando civis como  um justiceiro. O detetive Harvey Bullock  e seu parceiro Jim Gordon me ofereceram um relatório detalhado.
Parker Kincaid: -Então, viu as notícias? Parece um grupo enorme desses justiceiros salvaram a Lexcorp da sabotagem de um anarquista.
Margareth Lukas:-Um grupo de vândalos com pano no rosto protestando contra aumento de passagem de novo?
Parker Kincaid: -Não, ao que parece um hacker. Será que esse hacker anarquista e mascarado fazendo justiça com as próprias mãos não é o Batman? Quer dizer, essa coisa de demônio tem haver com anarquia, não? Eu ouvi uma vez o reverendo Maschart falar sobre isso.
Margareth Lukas: - Não esta misturando religião com política e criminologia? Não sabemos nada desse tal demônio russo e nem se Batman tem alguma coisa haver com ele. Quanto mais o anarquista na Lexcorp, tudo é ainda muito circunstancial e frio.  
Parker Kincaid: -Frio? Acabam de ligar para os bombeiros. Um porto que ancora navios que vão para o oriente médio e Rússia acaba de ter um barco que esta ardendo em chamas. Russo! Fogo, demônio, Batman... Acha tudo isso acaso?
Margareth Lukas: -Vou pegar meu casaco.

Porto

Ed ainda pensa que não deve encarar o problema de frente e tenta a todo custo deixar isso com a polícia. Ele sente que foi posto em desvantagem, ele não queria ter de usar realmente das capacidades que tem, mas ao sentir a droga começar a fazer efeito ele pensa que não tem escolha.

Uma voz insiste em sua mente em que ele tem de lutar, mas ele pensa que isso não é seu problema, que é um caso de polícia e nisso que se baseia sua estratégia. A tática seria fugir, usando fogo para isso, uma forma se recuperar das drogas e chamar atenção.

O plano era simples,  falar como se fosse o próprio demônio que o tem espionado por anos, o assustar. E durante a fala o rapaz que drogou Ed meio que duvidou do que ele dizia, para então ver que não eram mais palavras e sim chamas infernais saírem da garganta do estranho invasor do barco. Quando esse começa a baforar e incendiar tudo ao redor, ainda sem sair do lugar enquanto a química em seu corpo não é incendiada e a tontura não passa, Werner salta e o impulso de suas botas magnetizadas da Lexcorp o fazem flutuar e esquivar de virar churrasco... O demônio, ainda zonzo pelos efeitos da droga, continua a disparar fogo em toda parte criando um bloqueio para que ninguém se aproxime dele e queimando o que puder. Justamente nesse instante que o demônio vermelho continua queimando tudo ao redor, criando uma imensa muralha de fogo e pequenas pilhas de chama em vários locais, que chegam Sarah e o Professor Ivo.

Sarah: -Eu sabia! Temos um intruso... Mas o que é aquilo?

Professor Ivo: -Sarah, parece que o Conde Vertigo esta enfrentando o... diabo? E quase sendo cozido por ele! Fascinante!

Werner Zytle: -Meu nome é Werner Zytle, eu odeio esse apelido de Vertigo!

O demônio aumentou sua temperatura para lançar as chamas e eliminar os efeitos da droga, assim que esse calor diminuí Ed sente que os efeitos de desorientação também diminuírem é então que ele tenta levantar voo em grande velocidade, mas o Conde já estava voando primeiro e de olho em qualquer movimento do oponente que, apesar de ser mais rápido e mais forte, é rapidamente interceptando no ar e lhe são injetadas mais duas seringas no pescoço do demônio enquanto usa o Conde as duas pernas para se manter agarrado à cintura do demônio vermelho.

É como tudo voltasse com mais intensidade agora, o composto químico de que acabou de se desfazer retorna intenso, Ed tenta se soltar instintivamente enquanto esta sentindo os efeitos da vertigem voltarem em pleno ar e agora mais fortes.

Sarah Lance: -Segura ele, Werner! Eu vou acerta-lo!

Conde Vertigo: -Fácil para você falar! Parece que fechei a guarda na cintura de um touro!

Novamente começando a ficar zonzo e dessa vez muito mais rápido e agarrado pelo Conde Vertigo com alguma técnica marcial que parece difícil de se desvencilhar , Ed nota que Sarah lá embaixo saca uma pistola e começa a fazer mira para atirar e o professor saca um pequeno controle do bolso.

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Re: Ato 2: A Lágrima do Diabo

Mensagem  Ricardo Sato em Sab Jul 08, 2017 12:17 pm

Tento escapar,mas esses imbecis parecem preferir acabar morrendo do que me deixar ir,já estava na beirada e ao voar para trás estou ainda mais sobre a água e o tal homem se agarra a mim...botas voadoras,agora já vi de tudo,enquanto outros sobem e tentam atirar,bem o tal...vertigo?É quem está de costas para eles e provavelmente são armas normais que não me afetam muito.

Era nisso que pensava quando as malditas agulhas voltaram...como elas podem perfurar minha pele tão facilmente...tento me desvencilhar,mas algo dentro de mim tem outra ideia,a ira fervilha e por um instante só vejo em vermelho.Sem pensar eu aperto de volta o ar sairia de seu corpo e os ossos estalariam e quebrariam....via a isso mais como espectador do que atuante,mas eu não queria matá-lo...ou talvez quisesse?Minha voz sai mais sinitra e desta vez tremo ao ver que não estou atuando.

Má jogada mortal....muito ganancioso da sua parte,nenhum pecado fica sem punição sabia?

Tento me controlar novamente,gasto o tempo que tenho e o descontrole dele ao ser esmagado para ganhar alguns metros de distância na água,é quando mostro que também tenho uma bela surpresa,minha cauda se move e destrói as botas,ele não pode mais voar e eu me deixo cair em alta velocidade o mais longe que consigo...era hora deles se preocuparem com algo mais do que me pegar,posso estar zonzo,mas ossos quebrados e a necessidade de respirar não são problemas meus e sim dele.

Eu afundo e afundo usando o que puder de consciência para me afastar daquele lugar,dessa vez não só porque acho que é problema da polícia,mas porque acho que vou matar alguém se continuar....

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Re: Ato 2: A Lágrima do Diabo

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Sex Jul 14, 2017 1:58 am




Dor sempre gera frustração e raiva, e a persistência de seus agressores faz com que o demônio vermelho revide na mesma moeda, ele aperta de volta seu oponente mesmo sem técnica nenhuma apenas com sua imensa força. A dor dilacerante faz com que o Conde o solte, tonto e ainda flutuando, porém Sarah grita angustiada e ainda atira e a bala atravessa o ombro esquerdo. Por questão de um só segundo a bala não pega na cabeça de Ed, ao sentir dor uma coisa vem à mente dele... Seja lá que metal ou liga eles estão usando nas seringas, não é algo comum. Ed então finalmente se afasta, esquivando no ar de drones que atiram, esses sim com balas feitas.

Nisso a ira dentro dele cresce, assim como ele ouve uma voz sussurrando e rindo que é justamente todo esse fogo que ele tem mesmo de fazer. Sarah e Ivo correm desesperados depois disso, enquanto chamas queimam em toda parte.


***
Na viagem de avião uma das acompanhantes comenta.


Jezebel Jet:-você é cheio de luxo, Tom! Vai ser um prazer te acompanhar sempre que quiser.

Wayne cumprimenta a pessoa que o esta para receber, curiosamente é um antigo colega de treinamento no dojo da Liga das Sombras. O guerreiro Ben Turner, ele aperta a mão como se nunca tivesse visto Thomas antes e o próprio bilionário sabe que ele faz isso pelos segredos que a organização carrega e nota que é uma surpresa para ele também encontrarem-se aqui.


Ben Turner:-É um prazer conhece-lo, Sr. Wayne. O Sr. Luthor o esta esperando.

Em outra sala, Lex Luthor parece estar chegando um notebook bastante entretido enquanto responde à chegada de Thomas sem tirar os olhos do computador.

Lex Luthor:-Thomas! Que bom vê-lo! Veio vender as ações que sua empresa possuí da Lex Corp? Eu as compro agora em baixa... O que vai me dar uma boa margem de lucro.

E continua digitando enquanto aguarda que Thomas fale da razão de sua visita.

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Re: Ato 2: A Lágrima do Diabo

Mensagem  Ricardo Sato em Sex Jul 14, 2017 1:35 pm

Eu voo,flutuo,nado,me deixo levar pela maré...não sei quanto tempo leva mas não tanto quanto pensei ainda é noite,minha cabeça clareia e tenho mais perguntas que respostas,estou sob um pier qualquer,não no porto principal provavelmente distante dele,não reconheço de imediato as redondezas até ver os bancos mais a frente conheço pessoas daqui...

Dor,tonteira e ouvir vozes...nota mental evitar essas coisas no futuro,reviro algumas latas,nem toda minha roupa resistiu,me cubro o que posso e uso a escuridão pra ir escondido,preciso pensar não volto imediatamente "para casa" acho um prédio abandonado e entro,me certificando de que não encontre ninguém.A ferida já está quase cicatrizando mas ainda dói um pouco,mas é o medo que mais se faz presente medo do que havia feito,primeiro ao seguir uma "sensação" e depois por aquela confusão....tinha de acalmar-se e voltar a pensar direito.


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Re: Ato 2: A Lágrima do Diabo

Mensagem  Scorpion em Sex Jul 14, 2017 2:14 pm

Thomas sorri para Jezebel e toca em sua cintura de leve, dando um beijo gentil no rosto da ruiva.

Thomas: O prazer foi meu, senhorita Jet.

Ele tira um cartão magnético do bolso com a logo do Ritz e entrega para ela.

Thomas: Eu possuo uma chave cativa em uma das suítes masters do Ritz daqui. Porque não vai indo na frente, prepara a jacuzzi, pede um caviar Beluga e um champagne... de fato... peça o que quiser. Me surpreenda. Eu possuo negócios a tratar, mas depois encontro com a srta.

Despedindo-se dela, Thomas caminha em direção a Ben Turner. Ter ele aqui me dá um leve arrepio na espinha. O que alguém da Liga das Sombras estaria fazendo trabalhando para Luthor? Turner é um dos melhores lutadores que já vi, de fato. Se ele estiver envolvido até o pescoço nisso, eu posso encontrar mais dificuldade do que esperava.

Thomas: O prazer é todo meu. Obrigado...

O aperto de mão dele é forte e eu fico alguns segundos sacudindo a mão dele... isso para perceber que a mudança na pressão sanguinea da mão dele entrega que ele me reconheceu. Ao menos ele sabe manter as aparências...

Chegando até a sala de Lex Luthor, Thomas ri e senta, respondendo com muita carisma.

Thomas: Hahaha! Você bem que gostaria disso, não é, Lex? Infelizmente eu terei que manter aqueles 7,5% que a Wayne adquiriu da LexCorp. Meus economistas dizem que vocês estão próximos de decolar e eu pretendo lucrar com isso. Não seja egoísta... todos podem brincar, certo?

Muito bem... hora de negócios.

Thomas: O motivo de minha visita é outro, Lex. Eu tenho um certo interesse no que está acontecendo na Síria e, como vocês já estão metidos com este negócio, creio que a melhor porta de entrada seja você, Luthor. Veja bem... como você bem sabe, a WayneTech é a maior produtora de produtos médicos e farmacêuticos do planeta... e toda guerra precisa disso. De fato, pelos seus contatos eu estou disposto a te dar uma parte de 5% neste negócio nos 2 primeiros carregamentos e um bônus de mais 5 no terceiro se as demandas ultrapassarem as expectativas. O que me diz?

Eu tiro um cartão de visitas do bolso... lindo, platinado... coisa fina. Poucos homens no mundo ganham um cartão de thomas Wayne direto das mãos de Thomas Wayne e esse... ele é único. Ele é único pois possui um microfone e um localizador, tudo feito de maneira quase microscópica e em cêra, o que impossibilita de ser rastreado por detectores de metal.

Thomas: Eu sei que é um grande passo, mas acredito que podemos fazer muito juntos. Lucrar com a guerra, não é? Isso é tão excitante. Aqui... pegue meu cartão. Esta é uma linha que apenas poucas pessoas no mundo têm para falarem diretamente comigo. Eu ficarei até depois de amanhã em Metropolis. Fique a vontade para me ligar quando tiver uma resposta... eu já vou. Tenho uma modelo me esperando no Ritz. Sabe como é, não é? Até mais, Sr. Luthor.

Dizendo isso, Thomas sai... quando estiver sozinho, ele colocará um ponto no ouvido. Enquanto Lex estiver perto daquele cartão, Thomas poderá ouvir do que ele fala e com quem fala. Ele também acionará o localizador no celular para avisar toda vez que Luthor se deslocar.

Thomas irá para o hotel, melhorar as aparências...

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Re: Ato 2: A Lágrima do Diabo

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Sab Jul 15, 2017 11:56 am

Sorrindo com a conversa, ele continua a digitar.

Lex Luthor:-Claro, Sr. Wayne. Eu na verdade tenho um dos meus funcionários mais brilhantes trabalhando nisso... Ele é um dos principais inventores da tecnologia dos computadores e automatização dos tanques e mini helicópteros. Salvaremos milhares de vidas de soldados americanos. Podemos sim enviar medicamentos, seria muito bom... E lucrativo, mas meu foco é criar um mundo seguro desses terroristas. Eu mesmo fui atacado por alguns deles...

O guarda costas observa a saída jocosa de Wayne, em seguida vê o cartão com Lex. A conversa em seguida é ouvida pelo bilionário

Ben Turner:-Sr. Luthor. Acha que aqueles justiceiros vão ajudar no problema que temos aqui? Quero dizer, se o Anarquia atacou nossa empresa ele poderia atacar qualquer parte automatizada e como o senhor sabe se ele não esta com os heróis... ? Eles estavam na hora certa e no momento certo.

Lex Luthor: -Precisa ter mais fé nas pessoas, meu caro Ben. Com grandes poderes... temos de levar em conta...Se eles vieram ajudar ou se eles quem sabotaram meu maquinário, como poderemos saber? Tudo que posso dizer é que mesmo que eles sejam culpados, quem poderia deter aquele sete super seres?

Ben Turner:-Daríamos um jeito...

Lex Luthor:-Certo! Temos de ver como esta o Amazo, já que quer ajudar vá até lá e garanta que nada sairá errado...

Ben Turner então ouve novamente uma mensagem em seu celular, ligado ao rádio da faixa da polícia.

-Senhor Luthor, temos um problema. Dizem que... O Batman esta atacando o navio e pondo fogo em tudo.

***

O rabo de Ed funciona como violento chicote, uma das botas quebrada e o adversário é arremessado longe no mar. Nessa hora Sarah, depois de ter acertado o tiro, entra em desespero e vai ao encontro do Conde, os drones se voltam para carregar extintores e apagar o incêndio e o Demônio Vermelho salta pelo mar enquanto luta mais contra o desejo de matar todos ali do que o ferimento de bala que recebeu... Enquanto nada a dor inclusive do tiro diminuí significativamente e sua consciência humana retorna lentamente e ele começa a pensar se matou ou não o Conde que o segurou.


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Re: Ato 2: A Lágrima do Diabo

Mensagem  Ricardo Sato em Sab Jul 15, 2017 11:26 pm

Acordo,me assusto que dormi....o ferimento quase não incomoda mais porque me curo rápido,mas tem uma coisa que não para de me incomodar,tenho que saber se o cara tá legal.Sei que é burrice voltar,com certeza vai estar tudo mais perigoso e movimentado,mas a maldita consciência não para de me encher...nota mental"NUNCA MAIS SEGUIR INSTINTOS ESTÚPIDOS DE SEGUIR BANDIDOS".

Me lembro que um dos caras da rua Joe Fintch,gosta de olhar pássaros e tem um binóluco quebrado,a essa hora ele deve tá rondando restaurantes atrás de sobras...bem já que não tem passarinho de noite vou ver se ele me empresta,pelo menos ficarei bem longe escondido e vou descobrir se o maluco sai do barco numa ambulância,num carro de polícia....ou deus queira que não,num carro de funerária.

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Re: Ato 2: A Lágrima do Diabo

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Seg Jul 24, 2017 6:10 pm

Sorte e um pouco de prática adquirida de fugir da visão das pessoas. Se esgueirando por um dos becos e retorna para o porto com o binóloco de um de seus amigos moradores de rua, o Demônio Vermelho passa de novo pelo mesmo bar, onde a televisão esta ligada e só falam dos sete heróis voando que salvaram a Lexcorp.

Ele depois escala para o topo de um prédio para verificar o navio. Ele vê chamas que ele começou que se espalharem por mais um tempo e carros de bombeiros e da polícia chegando em direção do Amazo. Porém ao mesmo tempo, ele também nota sete estranhos flutuando indo em outra direção...

Ele iria verificar as condições do local onde ele estava?
Seguir os sete?

Recuar...

Sete... Igual sete pecados?

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Re: Ato 2: A Lágrima do Diabo

Mensagem  Ricardo Sato em Seg Jul 24, 2017 10:17 pm

Chego até lá furtivamente e olho com atenção,perco a noção de por quanto tempo tento ver o que acontece...não consigo ter a resposta que queria,mas ao menos sei que o socorro chegou e que o navio será investigado e isso me tranquiliza um pouco.É quando as coisas ficam ainda mais estranhas,vejo 7 figuras flutuando em direção a algum lugar próximo...sei que devo evitar esses "heróis" considerando como me pareço,mas a curiosidade acaba falando mais alto,eu os sigo...mas manterei distância e ficarei nas sombras bem escondido,só quero ver o que estão fazendo,afinal isso até parece um dos filmes de que tanto gosto....novamente tenho aquela sensação na minha cabeça de que algo quer dizer mais do que aparenta,mas dessa vez não vou cair nessa provavelmente literal voz do diabo no meu ombro,não vou me meter em nada perigoso por um tempo.

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