Capitulo I - Atos de Vingança.

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Scorpion em Seg Maio 08, 2017 11:18 pm

Enquanto Ultra passava para Hank as últimas "boas novas", o Homem-Formiga estava ali, puxando os alvéolos pulmonares para garantir que a criatura não tivesse mais condições de lutar, mas o relógio estava correndo e Hank podia sentir o formigamento que a radiação causava.

Hank: Droga! Me lembre de adaptar o traje do Homem-Formiga para um material anti-radioativo!

Não dava para ficar mais lá! Se continuasse, Hank iria ficar contaminado e radiação gama não era nenhuma brincadeira. Então, Hank soltou os alvéolos e começou a sair dali, saltando como uma pulga por dentro do corpo da criatura.

Hank: Eu estou de saída, Ultra! Me indique o melhor caminho para... deixa pra lá! Já achei!

Não era necessário pedir. Hank entendia de anatomia para saber que indo por uma das veias e deslizando pelo sangue venoso, ele iria passar direto pelo coração e depois poderia cair novamente nas vias aéreas pelos capilares. Então foi isso que o Homem-Formiga fez. Quando estava passando pelo sangue venoso, ele foi ajustando a sua pistola alteradora de tamanho para o timer de 2 minutos.

Quando passou pelo coração da criatura, Hank disparou nas paredes cardíacas, fazendo o coração da criatura aumentar 3 vezes. Um coração grande só era útil se você fosse a Madre Tereza. Se o coração da criatura aumentasse de tamanho como Hank queria, ele não teria mais pressão para bombear o sangue... logo, o cérebro e todos os outros órgãos ficariam sem receber oxigênio. Era uma parada cardíaca total e espontânea de 2 minutos!

Hank se apressou para sair pelo nariz ou pela boca da criatura, saindo dali o mais rápido possível. O Homem-Formiga caiu de costas no chão, todo melado de sangue e outros fluídos vitais... virou para o lado e deu uma bela vomitada, enquanto se apoiava nos cotovelos. Aquela tinha sido uma péssima experiência....

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Ter Maio 09, 2017 2:19 am

De repente decolo para longe e fico tonto!

Cara! que pancada foi essa?

Apesar de tentar pegar a criatura no momento que ela ainda esta sendo apertada, ela é poderosa demais. A reação dela é tão rápida que consegue escapar golpeando à mim e o suposto deus antes mesmo que eu consiga atacar. Era como se ela tivesse alguma recuperação instantânea ao estilo uma fúria Troll de nível épico!

Sou jogado para longe como um travesseiro em uma festa do pijama, será que fui protegido pela minha armadura? Ou será que foi sorte?

Devo ter me esquivado no último, instante... Será? Pareceu tão... ao acaso.

Não! Digo, sim! Foi isso... Habilmente evitei o pior! Claro!

De qualquer modo, vamos de novo! Claro, preciso me concentrar. O ataque dela atingiu à todos...

E... Mais heróis aparecem... Caramba, isso esta cada vez mais legal!

Mas minha empolgação é frustrada quando tenho a impressão de que coisas gosmentas saíram dele quando ele estava sendo esmagado.

De qualquer modo a irritação deu certo, só estou mais afastado... Vou tentar fazer o grandão vir na minha direção de novo.

Ou melhor, vir, mas vou tentar confiar de novo no gigantes anabolizados na minha frente.

O tal Hércules diz coisas como trazer paz e algo que sei que sujeitos "do mal" não entendem!

Então, vendo que é melhor ele me esbofetear que acertar pessoas sem armadura por aí levanto ainda sentido o impacto e pensando no meu personagem do RPG, que mesmo sem um braço continuou firme! Porque ainda teriam de enfrentar o terrível Coelho Branco! Sim, o monstro na minha frente é o meu coelho branco!  
porque é assim que o verdadeiro herói deve agir! Minha cabeça esta latejando.

-Ei, brutamontes pesadão, já acabou?! Venha! Estou te esperando, é o melhor que pode fazer? Esse meu colega é um deus, criatura ridícula! Não pode com ele!

Agora espero que o tal filho de Zeus segure a criatura por mais de dois segundos dessa vez e eu aprenda a dar um ataque de oportunidade descente...

...dessa vez farei em silêncio!

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Duda em Ter Maio 09, 2017 8:08 pm

Pietro descobrira, da maneira mais difícil, que mover outras pessoas acarretava em efeitos um pouco indesejados, por exemplo, certas leis da física não se aplicavam ao velocista enquanto se deslocava em alta velocidade, como a Inércia, porém qualquer outra pessoa sofreria os efeitos totais da mudança brusca de velocidade, logo tinha de avaliar a situação e agir de forma sensata.

Os escombros menores, iria movê-los pessoalmente, alterando a sua trajetória para longe dos civis, de preferência em direção a outros objetos capazes de absorver o iumpacto, como automóveis ou até mesmo o chão. Os escombros maiores, iria ter que pensar um pouco mais.

Foi até os caminhões do corpo de bombeiros e removeu todas as mangueiras de incêndio que pode encontrar, depois encontrou um apoio forte e resistente, na trajetória contraria dos escombros; algo como um caminhão, um prédio, ou até mesmo uma arvore grande bastaria. Amarrou com força as mangueiras no apoio e com o resto da mangueira correu em direção dos escombros e os amarrou, de maneira com que ficassem presos ao apoio e tendo assim sua velocidade reduzida, senão totalmente parada pelo “casulo” de mangueiras.

Pietro não conseguia se lembrar um dia em que precisou correr tão rápido.

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Pedro Malasartes em Ter Maio 09, 2017 8:55 pm

Ainda restava dúvida se o tal "Leão do Olimpo" era mesmo quem dizia. Divindade ou não, sua força não foi suficiente para provocar a derrocada do grandalhão verde. Instantes depois dos golpes do deus olímpico e do cavaleiro jedi falharem, o homem com lentes de inseto reapareceu tão subitamente quanto havia desaparecido. Estava difícil acompanhar todos os fatos. Era como se o mundo estivesse testemunhando uma epidemia de super-humanos. Para bem ou para o mal.
Não tardou para que os valentões daquele grupo improvisado retomassem o confronto com o monstro. Mas o embate só serviu para enfurecer ainda mais a criatura. Como consequência, mais destroços foram gerados, que colocaram os civis sob nova ameaça. Curiosamente, os destroços foram repelidos como num passe de mágica. Notei uma estranha sensação de velocidade, antes do desaparecimento dos detritos, como se um corpo veloz tivesse passado por nós.
Para a minha infelicidade, as ações do terrorista que perseguimos, abalaram a rede de comunicações, o que me impediu de obter as informações de que eu necessitava. Foi então que um desconhecido - que aparentemente também utilizava uma armadura de combate - solicitou meu auxílio para identificar os danos estruturais causados a infraestrutura nos arredores. Quem quer que fosse esse pretenso pistoleiro espacial, ele tinha a mente de um engenheiro. Mas antes que respondesse sua solicitação, ele se tornou alvo da fúria do monstrengo verde, que arremessou um projétil em sua direção. Foi então que Tony recomendou que eu abandonasse a posição de observador para tomar parte na batalha. Mais parecia, porém, que Tony queria publicidade para as atividades do Homem de Ferro e, consequentemente, para as Indústrias Stark.

- Ouça, Tony, estou mais interessado em resolver essa situação do que em promover você. Sem mencionar que embora você seja um gênio da tecnologia, não tem nenhuma experiência em combate para me aconselhar agora. Então confie no piloto de guerra.

Em seguida, eu cortei temporariamente a comunicação com Tony e ativei um dos repulsores para desviar o destroço que estava destinado a atingir meu novo amigo "engenheiro". Sem impedimentos, voei na direção de nosso inimigo. Até o momento, o embate corpo a corpo não pareceu uma boa opção de deter o monstro. Imaginando que ele seria vulnerável a um ataque aéreo, eu me mantive no ar a uma distância segura e disparei uma rajada concentrada em sua direção. A intenção era repelir o grandalhão para uma área onde ele representaria menos perigo. Ou seja, onde houvesse a menor quantidade possível de civis. E também serviria para testar o nível de carga dos repulsores que ele é capaz de suportar. Sinceramente, estou torcendo para que ele não tenha vigor para manter esse ritmo de luta indefinidamente.


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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Renata C. em Ter Maio 09, 2017 10:01 pm

Natasha era treinada, e tinha experiência em manter a calma mesmo em meio a um combate, mesmo que nesse caso fosse uma situação que nunca tivesse imaginado, uma luta entre seres poderosos, como a que acontecia diante dela. Mas ainda assim a ruiva encontrou uma brecha e logo conduziu uma grande parte dos civis que estavam ali até o local mais seguro que foi capaz de encontrar. Ainda assim, orientou que se afastassem o máximo possível do local onde ocorria a luta.

Foi então que um sujeito chamou a atenção da russa. Apesar do combate ali, ele seguiam por um caminho diferente dos demais, entrando no local onde o monstro surgira. Era estranho, e mais estranho ainda foi ver que outro homem logo o seguiu. Talvez estivessem atrás de pistas, talvez fosse outra coisa. De qualquer forma, o lado espiã falou mais alto, e Natasha resolveu os seguir, porém mantendo uma distância para que não fosse notada sua presença.

A ex-agente da KGB se movimentava com agilidade, seguindo-os de forma silenciosa, sem que pudesse ser notada.

Logo ela presenciava uma discussão que iniciava entre os homens, ela apenas ouvia sem intervir. Homens.. Não precisava conhecê-los para saber que provavelmente aqueles dois estavam ali pelos mesmos motivos, só não haviam se dado conta disso.

Enquanto ela ouvia a conversa escondida, seus olhos treinados analisavam o local onde estavam. Quem havia feito isso? Porque havia um lugar daqueles.. bem abaixo da sede da ONU? Parecia um lugar onde eram feitas experiências, não muito diferente da sala onde ela própria havia sido testada mais vezes do que era capaz de contar.

Estavam prestes a descobrir algo muito importante, pelo visto. E se aqueles dois ainda não tiverem chegado a um acordo, talvez seja o momento de me intrometer.
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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Leo Rocha em Sex Maio 12, 2017 4:37 pm

Tchalla usa sua perícia para adentrar no local de origem da criatura e verificar porque um monstro verde estava saindo do subsolo do prédio da ONU.
Ele ficara tentado em atacar a criatura. Talvez desse uma boa caçada. Mas caçar quem havia cometido aquela atrocidade e colocava inocentes em risco era a prioridade.
Ele é o Pantera Negra. E seu juramento lhe deixava claro que a caçada tinha que levar em consideração a proteção dos inocentes.
Pensando na criatura que se debatia com os tais heróis que apareceram, ele pensa que estava deixando de caçar um coelho para pegar um leão. Um dos mais perigosos...
O caminho o leva a uma instalação de alta tecnologia. O que mostra que a criatura esteve contida ali por mais tempo do que o ataque realizado. Descendo um pouco mais, ele encontra a cápsula de contenção da criatura. Tchalla já estava iniciando o exame dela quando reparou no automato parado no ar, como a visão de um fantasma. Percebendo que a cápsula tinha sinais de arrombamento de dentro pra fora e que o automato não havia assumido posição de ataque, Tchalla se põe alerta, mas tenta dialogar:


Arrow Eu vi você lá fora. Você não parece ser o guardião deste lugar, então deve estar aqui pelo mesmo motivo que eu, certo?

Nesse momento, ele ouve uma voz que pode ser identificada sem muita dificuldade como a de um guerreiro cansado e irritado. Ele arriscaria o loiro ou o lutador. Como o lutador estava entretido com o monstro, as chances de ser o loiro aumentavam.

Arrow Vai a algum lugar, amigo? Espero sinceramente que não tenha nada a ver com o monstro lá fora... seria uma pena ter que matar você aqui...

Arrow Eis que chega mais um "herói"...

Tchalla fala, enquanto se vira tranquilamente na direção de Thor.

Arrow No momento cheguei aonde preciso, mas assim que coletar as provas necessárias para rastrear o responsável por esta confusão irei atrás dele. Eu sou Tchalla, da nação de Wakanda. Eu sou o portador do título de Pantera Negra, o caçador agraciado com a força do Deus-Pantera.

Ele analisa as reações dos dois enquanto fala:

Arrow Esse terreno é instável. Ainda mais com a luta ocorrendo lá em cima. Talvez aqui haja alguma resposta a tudo que está ocorrendo. Então não seria uma coisa interessante pra nenhum de nós iniciar uma luta aqui. Se vocês pretendem me ajudar, fiquem atentos e me deixem rastrear alguma possível pista.

Após falar, ele se vira na direção dos computadores presentes no local e diz ao Visão:

Arrow Você já conseguiu acessar os sistemas deles? Há algo de útil?

Caso a resposta fosse positiva, ele ouviria enquanto analisa a cápsula com mais detalhes. Se fosse negativa, tentaria acessar os sistemas e fazer um download deles em um pen drive de alta capacidade, de tecnologia wakandana.

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  El Cabron em Sab Maio 13, 2017 9:33 pm

-> Análise de dados coletados
*DNA humano identificado
-> Análise bioquímica: Varredura de segurança
*DNA contaminado por Radiação Gama.


~ O tempo corria e Visão sabia que não havia muito tempo para uma análise total de tudo que encontraria ali. Ele filtrava todas as informações que encontrava, procurando chegar o mais próximo possível de pistas ou, quem sabe, de alguma provável solução para todo o caos que poderia ser gerado pela criatura. ~



-> Acessando dados sobre Radiação Gama
- Ponto principal: Letal em quantidades mínimas para seres humanos
- Fins não definidos/divulgados


~ Visão parava por um breve instante. Alguns pontos, aparentemente, conectavam-se. Aquele ser, sem dúvida, havia sido envenenado com uma determinada quantidade de radiação gama. Embora não pudesse dizer ao certo a quantidade de radiação absorvida pelo corpo do jovem rapaz, de alguma forma, ela não havia sido letal para o mesmo, e sim causado uma espécie de mutação fisiológica, tornando-o uma espécie de monstro.
Enquanto divagava analisando os dados colhidos, o sintozóide deparava-se com uma série de monitores, que aparentemente estavam ligados a uma câmera que monitorava aquela área. ~



- Curioso...

~ Antes que pudesse dar qualquer tipo de seguimento à sua incursão pelo inusitado local, Visão atentava-se para o fato de que não estava mais sozinho ali. Virava-se para de encontro ao outro “visitante”, que trajava uma indumentária que o deixava praticamente invisível em meio à pouco iluminação do local.
Apresentando-se como Tchalla, o Pantera Negra, Visão pode notar que o mesmo estava ali, assim como ele, em busca de respostas. O terceiro ser presente, que ainda não havia se apresentado, chegava de forma um pouco mais rude, porém igualmente ávido por saber mais sobre o responsável por todo o caos que abatia-se sobre a superfície.
Visão, levitando, colocava-se perto de ambos os heróis.~


- Creio que essa câmara seja algum tipo de laboratório. Pelo que pude verificar, o ser que debate-se acima de nossas cabeças é um humano. Seu DNA concentra uma alta taxa de radiação Gama, letal em seres humanos, porém, nesse rapaz, creio ter sido o fator principal para sua curiosa mutação.

~ Após suas palavras, o sintozóide afastava-se dos heróis, retornando para os monitores que continham as gravações do laboratório. Visão apontava o dedo para o comando geral das câmeras e, da ponta do mesmo, minúsculos fios saiam, dirigindo-se firme e velozmente para as principais entradas de dados do maquinário do local. Os olhos do ser conhecido como Visão eram então tomados por uma coloração dourada. As coisas pareciam estar um pouco mais claras para ele, no entanto, muitas perguntas estavam em aberto. De certa forma maravilhado, ele falava em voz alta, quase como se estivesse divagando, enquanto conectava-se ao maquinário atrás de informações.~


- Desconheço tal composto, conhecido aqui como Radiação Gama. Mas talvez essa não seja a nossa principal questão. O responsável pelo atentado sabia desse local? Teria premeditado o ataque para que a criatura fosse liberta ou foi apenas um acaso de fatores? Se Frankil Hall conhecia esse lugar, teria trabalhado aqui? Outro ponto deveras importante: o que, exatamente, é esse local e por que se encontra abaixo de uma sede da ONU?
Seja como for, acho que algumas respostas serão respondidas em...instantes.


-> Acessar arquivos.
-> Baixar arquivos para leitura instantânea.
-> Filtrar dados por tema:
*Radiação Gama
*Laboratório
*Prisioneiro/Cobaia
*ONU
*Funcionários
*Frankiln Hall

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Nasinbene em Seg Maio 15, 2017 12:34 am

Quando me propus a ajudar esses mortais a encontrar o responsável pelo ataque à ONU eu sabia que as coisas ficariam interessantes, só não imaginei que seria tanto. Achei que seria mais produtivo seguir esse homem suspeito a me engalfinhar com uma fera que já era combatida por outros guerreiros. Milênios lutando em milhares de guerras nos ensinam algumas coisas...
O que eu não esperava era a resposta que esse homem misterioso me deu quando perguntei quem era ele. TChalla de Wakanda... O nome TChalla não me diz nada, mas Wakanda começa a fazer cócegas nas minhas memórias... deus-pantera? Merda, onde foi que já ouvi isso? É claro! Isso foi a muitos e muitos milênios. Antes de eu fazer a burrada de ficar contra Odin e perder o direito ao Mjolnir. A memória de criaturas como eu funciona de forma análoga à dos mortais. Milênios para mim seriam como décadas para mortais. Então, levou um tempo até que eu me lembrasse de algo. E levaria uma vida toda se o tal Pantera não tivesse mencionado Wakanda. Encontrei um antepassado desse mortal cerca de 300 anos atrás, durante as expansões vickings. Ninguém acreditaria se eu dissesse o quão longe aqueles caras navegaram... Se bem me lembro, esses "Panteras-Negras" são defensores de seu soberano ou algo assim. Representantes do poder de um deus em Midgard. Agora, meu encontro com o deus dele em si foi algo que seria impossível pra mim esquecer...
Milênios de memórias se passam em segundos dentro da minha mente. Me lembro como se fosse ontem do meu encontro com Bast. Me pergunto se esse TChalla sequer sabe o nome de sua divindade, dado o tempo em que ninguém toca no nome dele. Eu questionaria se Bast ainda vive, mas a presença do seu avatar aqui é o bastante pra me garantir uma resposta. Bast era um guerreiro formidável. Tão feroz quanto eu mesmo... lutamos em lados opostos numa guerra entre deuses anos atrás. Ainda me lembro das presas de fora e daquelas merdas que ele arremessava...


Quase nos matamos naqueles tempos... pra encurtar a história, o panteão egípcio ao qual ele pertencia tinha resolvido matar o tal garoto Cristo. Assim, nada preocupante se o moleque já pudesse se defender sozinho. Como não era o caso, achei covardia e me meti na história. Pensando em retrospecto, talvez eu devesse ter deixado isso quieto e deixado os egípcios fazerem o que estavam querendo... mas enfim, o que está feito está feito. Bast era o principal guerreiro dele e lutamos por algum tempo. Por fim, Bast percebeu a covardia e se voltou contra sua família. Exilado, acabou se estabelecendo em Wakanda e o resto é história. É bacana perceber que seu legado está vivo até hoje. Talvez que faça uma visita a ele qualquer hora... Por enquanto, é hora de lidar com o seu avatar aqui em Midgard mesmo:

- Wakanda... ah... agora reconheço o padrão das suas roupas... Você é o avatar de Bast, certo? O Protetor do Rei de Wakanda, se bem me lembro... Encontrei um dos seus antecessores, séculos atrás. Está bem longe de casa, Tchalla... A propósito: sou Thor Odinson, o Deus do Trovão...

Quando dou por mim, aquele estranho ser colorido também se manifesta, alegando que o monstro que havia atacado nada mais era que um humano, afetado por radiação gama. Parecia ser alguma forma de vida artificial, pelo que pude notar... Quando os mortais vão aprender a não lidar com forças que não podem controlar. O tal Pantera tinha pedido pra que ficássemos atentos, já que ele buscava pistas do responsável pelos ataques. Por mim, tudo bem... já que ele está nessa, melhor que continue. Acomodo o martelo em sua alça em minhas costas, cruzo os braços e fico olhando os dois trabalharem, atento à qualquer movimentação.
Enquanto isso, o colorido começa a pesquisar e tagarelar... assobio a Tchalla pra chamar a atenção dele e pergunto, apontando para robô :

- E esse aí? Amigo teu? Bom, de qualquer forma não interessa... só me deixe a par do que descobrir sobre quem está por trás disso tudo. Não pense que vai sozinho nessa caçada, rapaz... Midgard está sob minha proteção. O responsável pelo ataque vai sentir o gosto do meu machado antes disso tudo acabar...

Agora, era esperar. Não que paciência fosse a maior das minhas virtudes, mas se não havia outro jeito...
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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Phelipe Peregrino em Seg Maio 15, 2017 12:50 pm

Eu levei mais tempo para me recuperar do susto do que imaginava. No momento em que aquele monstro verde apareceu eu simplesmente congelei. Que tipo de criatura era aquela? Mas, o mais importante, do que ela era capaz? Eu não tinha as respostas... E isso me assustava.

Spider-Girl: Vamos, lá... - Sussurro pra mim mesmo. - Você tem que fazer alguma coisa!

Foi só quando a criatura começou a urrar que eu pude ter uma noção da real dimensão do perigo que as pessoas ao meu redor estavam correndo. Eu pude observar o grandalhão que se lançou ao combate contra a criatura. Vi quando o homem com um sabre de luz foi lançado com um golpe poderoso. Seja lá de onde essa criatura veio, era muito forte. Tipo, descomunalmente. E, então, a criatura surgiu enrolada em mangueiras de bombeiro, vindas dos caminhões ao redor que tentavam combater o incêndio.

Spider-Girl: É isso! - Gritei. - Vocês aí! - Gritou olhando para os bombeiros enquanto apontava na direção da criatura. Liguem as mangueiras! A coisa está toda enrolada! A pressão que ele vai sofrer quando a água passar pelas mangueiras vai ser tão violenta que vai fazer ele apagar!

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Guima em Ter Maio 16, 2017 12:31 pm

A criatura verde tinha resistido a primeira ofensiva dos heróis e eles viram que ele era um oponente que não seria abatido somente com habilidades isoladas... eles precisavam de um ataque combinado, uma junção de forças.

Hércules sentira o golpe da criatura, embora ele tivesse a resistência fora do comum, o golpe do monstro foi suficiente para que o leão do Olimpo sentisse seus dentes tremerem dentro da boca. Quando foi a ultima vez que ele tinha levado um golpe tão forte assim? Percebendo a confusão em que a criatura se encontrava, Hércules tenta acalma-la conversando com a mesma. A criatura verde parece se acalmar e baixa sua guarda ouvindo a historia do Olimpiano.

Prestes a convencer de parar com aquela destruição, o Cavaleiro Negro viu a oportunidade perfeita para atacar e chamou a atenção da criatura provocando-a. Ela ouviu e rosnou voltando-se para o Cavaleiro que aproveitou-se do momento de fraqueza e atingiu o monstro com sua espada de luz. A criatura gritou e em fúria, atacou o cavaleiro com um golpe quebrando o braço que empunhava a a espada.

De volta a fúria a criatura se lançou contra o Senhor das Estrelas, mas esse antes de ser pego de surpresa foi atingido em cheio pelo raio repulsor do homem de ferro que o lançou ao longe no chão, arrastando-se no concreto do chão. A criatura se levantou e o Homem de Ferro continuou disparando o raio repulsor impedindo o avanço do monstro. O monstro resistia e tentava avançar a passos forçados, porem os repulsores estavam conseguindo deter o avanço do monstro...

Pietro usando de sua velocidade e aproveitando que o monstro estava sendo detido pelos raios do homem de ferro, iniciou um plano elaborado que não durou mais do que alguns segundos. Logo a criatura estava envolta de um casulo de mangueiras de bombeiros, escorada em um grande edifício. As mangueiras seguravam o ímpeto do monstro que resistia...

E vendo aquele borrão azul correndo em torno da criatura verde engalfinhando ele com as mangueiras, bela adolescente loira com poderes aracnídeos gritou aos bombeiros para que eles liberassem a agua com a pressão total. A pressão da agua "inchou" as mangueiras apertando o monstro ainda mais. E mesmo assim, a garota reforçou a "vedação" disparando teias nas mangueiras. A garota deixou escapar um sorriso quando percebeu q o monstro agora parecia aquele garoto propaganda de marca de pneus...

Por fim, dentro da circulação sanguínea do monstro, Hank pegava uma via expressa numa hemácia em direção ao coração. Ajustando a pistola com partículas Pym, o Homem Formiga ajustou o timer da pistola para que o coração da criatura crescesse ao ponto dele ter um ataque cardíaco. Pulando fora do corpo da criatura pelas vias nasais, o Homem Formiga volta ao seu tamanho fora do corpo do monstro somente para ver ele enclausurado num casulo de teias e mangueiras de bombeiro. Pym olha o relógio, faltava 5 segundos para o coração da criatura colapsar...

Cambaleante, a criatura cai no chão... E a sensação de vitória entre os heróis foi emocionante. Porem todos notaram que a criatura parecia ter diminuído de tamanho. Logo as mangueiras e teias cobriam apenas um corpo de um garoto que parecia não ter mais do que uns vinte um anos...

Em seu peito havia uma plaquinha de identificação militar. "Benny Tibets, 20º batalhão exercito.

Mas antes que pudessem fazer qualquer coisa com o corpo do garoto, uma armada de helicópteros do exercito chegou ao local. Um dos helicópteros pousaram enquanto os demais ficaram parados no ar, como se estivessem esperando apenas uma ordem para atacar. Do Helicóptero que pousara, um figura com medalhas de general saiu do mesmo e se aproximou de todos. Com cara de poucos amigos ele logo ordenou.


- Não toquem no garoto. Ele é propriedade do exercito americano. E se vocês o mataram, considerem-se presos!

Logo acima do bolso do uniforme militar era possível ver a seguinte inscrição. GEN T. ROSS.

No Subsolo.

No subsolo da sede da ONU, tres figuras distintas se encontram. E a situação de tensão quase os leva a um iminente combate. Porem, elas acabam se entendendo para buscar resolver um mistério em comum. O sintozoide de uma maneira quase simbiótica invade a maquina tentando buscar arquivos pelos temas solicitados... em uma velocidade impressionante, Visão baixa os dados ao seu banco de dados pessoal. Mas ao solicitar informações sobre Frank Hall, Visão foi impedido por um Firewall. Levaria algum tempo até que o Sintozoide conseguisse passar pela proteção...

Tchalla por sua vez recolhia amostras na cápsula, para uma posterior analise... Logo depois buscou um dos monitores da sala e usando um pendrive com tecnologia de Wakanda iniciou um download de todos os arquivos. Mas isso levaria tempo dado a quantidade massiva de dados. E tempo era algo que Tchalla não gostava de perder...

Observando nas sombras, A viúva ficava na espreita e de uma certa forma tranquilizou-se em ver os tres chegarem num acordo. Mas o tempo de Tranquilidade tinha acabado de acabar... Os ouvidos treinados da Viúva ouviram a aproximação de um grupo que pareciam ser guardas do local. Ela teve tempo de se esconder por entre as sombras enquanto que os Guardas que vestiam armaduras voaram por ela indo em direção aos três aventureiros, rendendo-os.



- Vocês invadiram uma instalação secreta sem permissão. Rendam-se agora ou serão exterminados sumariamente.

Dizia o que aparentava ser o líder do esquadrão de guardas.

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Ter Maio 16, 2017 2:20 pm

Novamente eu conto com o tal Hércules, mas dessa vez ele reage diferente.

Ao perceber que não é nem forte ou rápido o bastante para segurar a criatura, o suposto deus então tenta conversar!

Que covarde!
Não é assim que heróis de verdade agem!
Como ele abandonou a formação de ataque, eu provoco o inimigo e com isso o biltre vilão vem agora em minha direção!

Isso me preocupa! Mas dessa vez eu não refreio minha ação! Ganho a iniciativa e consigo agir primeiro!

Não posso errar, mesmo que me me machuque ainda mais no processo, sou o único impedimento entre o ser e os demais heróis ali perto.

Todos estão ocupados, salvando vidas e o falso Hércules se acovardou.

Me vendo como único invisto com o sabe de luz com tudo contra a criatura verde!

De repente a dor em meu braço é imensa... Não posso parar! Enquanto fico zonzo e vendo imagens digo para mim mesmo


"Já estive pior"

E atordoado troco a espada de mão, mas o monstro passa por mim me ignorando, mas é imediatamente afastado pela rajada de tipo de um robô voador que parece um homem de metal.

Eu tento andar até a criatura verde, ainda me mantendo em pé apesar da dor e agora quando estou para reagir...

Ele esta afastado pelo que parece ser uma rajada repulsora antes que eu possa chegar até ele! Droga, vou ter de andar mais com esse braço! Mas um borrão azul passa por mim e então ele então é enrolado por vários e vários metros de mangueira e algo que parecem ser...

Teias de aranha!?

Ah, droga... Como vou saber onde acertei ele agora? Ele deve estar sangrando, mortalmente ferido ou com algum órgão interno cauterizado com meu ataque!

Sim! Eu agi bem! Certamente com o que fiz e não vai durar muito.

É nessa hora que... Ele cai... Oh, não! Eu o matei! Eu cravei a espada nele, no primeiro teste matei uma pessoa e não um monstro.

- Não toquem no garoto. Ele é propriedade do exercito americano. E se vocês o mataram, considerem-se presos!

Um soldado! À serviço de seu país. Eu o matei com minha espada, enquanto outros tentaram apenas afasta-lo e amarra-lo.
Eu provavelmente mereço isso.

Levanto então as mãos, ao sentir a dor de uma delas, a abaixo e mantenho uma erguida, enquanto desligo meu sabre.

-Sinto muito, General. Eu me rendo... Eu a ataquei, mas não queria mata-lo... foi legítima defesa... Eles tentaram apenas atrasa-lo. Não os castigue, nem ao senhor Hércules... A culpa é só minha.

Sou um criminoso.

É esse o legado do Cavaleiro Negro.

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Nasinbene em Ter Maio 16, 2017 3:01 pm

Finalmente... finalmente alguém aparece e, a julgar pela atitude deles, parece ter alguma autoridade sobre esse lugar. E, se tem autoridade, tem o mais importante: respostas. Deixei que o Pantera e o robô cuidassem de levantar as informações enquanto eu ficava de guarda, afinal ele parecem ter alguma experiência nisso. O tal robô até mesmo parece se fundir com os computadores de alguma forma.O modo como as máquinas se abrem para ele me lembram de uma prostituta se deixando ser tomada por um amante... Um tanto bizarro, mas útil. Dada a situação, não deve demorar até que ele obtenha alguma informação ali. Tchalla também parece estar se entendendo com os computadores. Então, resta a mim a única coisa que eu poderia fazer: cuidar pra que terminem sem trabalho.
Me desencosto da parede com um leve resmungo, um ar displicente de quem acaba de levantar de um sofá confortável. Minha atitude tem um motivo claro: dar a eles a falsa impressão de que sou alguém descuidado. Os séculos me ensinaram o quão sugestionáveis os mortais podem ser quando se trata de acreditar no próprio poderio.
Coço a orelha com o dedo mindinho olhando de canto de olho para Tchalla e o robô e falo da forma mais descontraída possível:

- Escutem vocês dois... enquanto o robô ali termina de transar com a máquina e você, Tchalla, faz seja lá o que for que estiver fazendo, vou dar uma palavrinha com nossos amigos ali, pode ser? Tentem não demorar muito, ainda tenho muito o que fazer hoje...

Já com a expressão mais séria, me volto para os guardas. A furor da batalha já começa a tomar conta de mim e tenho certeza de lá fora o tempo começa a fechar, reagindo ao meu estado de espírito. Sinto os elementos agindo, sinto o raio e o trovão se sujeitando ao meu comando. Não sou, pois, Thor o Deus do Trovão? Embora meu pai me julgue indigno de portar minha arma, os elementos são meus, o clima é meu para comandar a despeito do que Odin possa pensar. E esses mortais tolos pagarão caro por sua ignorância caso tentem se opor a mim...

- Vocês parecem ter algumas respostas para as perguntas que temos e talvez algumas que ainda nem imaginamos... que tal a gente tentar se entender antes que cometam um erro do qual vão se arrepender pelo resto de suas vidas? Exterminados sumariamente? Acho que você não percebeu o tamanho da encrenca em que se meteu, amigo...

Nesse momento, estalo os dedos das mãos, enquanto faço um raio cruzar os céus lá fora, gerando um estrondo forte o bastante pra ser ouvido lá embaixo onde estávamos. Não vou sacar meu machado ainda por que acredito isso só pioraria as coisas. Mas me mantenho plenamente atento... caso eles realmente tentem atacar, me desvirarei de seus ataques e nocautearei o mais próximo de mim. Só então pegarei Jarnbjorn... e aí a brincadeira começa pra valer...
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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Ricardo Sato em Ter Maio 16, 2017 4:52 pm

Maldição,uma vitória fútil...apenas um garoto confuso,embora sua força fizesse jus ao combate,como percebi,sua vontade era outra,errei ao pensar que como meus antigos companheiros os heróis aqui reunidos conseguiriam ler a situação,mas eu mesmo tive dúvidas e eles não viram mais dias do que eu vi campos de batalha.

Me aproximo e me ajoelho verificando se o garoto está bem.

Ele iria parar....não queria lutar,maldição.

É quando eles chegam,me viro e vejo um enxame de suas máquinas voadoras,elas parecem ter evoluído bastante desde os anos 40.

- Não toquem no garoto. Ele é propriedade do exercito americano. E se vocês o mataram, considerem-se presos!

Ergo meus olhos,não há divertimento neles.Sei que o povo ao redor nos ouve,por mais que o medo os tenha afastado a curiosidade dos homens para as tragédias é grande demais,estou certo que ao nosso redor uma multidão tenta descobrir qual é a distância em que estarão seguros mas poderão ver o combate,deixo que matem sua curiosidade e saibam exatamente o que ocorre aqui,deixo minha voz soar.

Disse a esse garoto que se ele desejasse paz eu o ajudaria a conseguir e é exatamente o que farei,se não pela minha promessa que seja por honra a um guerreiro como eu.

Mas responda-me general....T. Ross,desde quando na como dizia Rogers,"terra da liberdade" vocês começaram a "possuir" pessoas,achei que isso tivesse acabado séculos atrás.
Se o que diz sobre seu soldado é verdade então mande ajuda,estarei bem aqui até que ele acorde e decida ir...ou não com vocês.


Desço o manto sobre minhas costas e cruzo os braços dando passagem para os médicos ajudarem o garoto,mas deixo claro que só me afastarei quando ele despertar.

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Renata C. em Ter Maio 16, 2017 8:29 pm

Bem, ao menos isso não virou  um conflito como eu esperava. Natasha apenas ouvia a conversa em silêncio, tentando absorver as informações que eles conversaram sobre o local. Estavam fazendo experiências com raios gama ali, embaixo da ONU? Mas porque? E quem era o responsável por isso?

Bom, dali por diante tomaria o próprio caminho, já tinha informações com as quais trabalhar, talvez devesse apenas procurar as pessoas certas. A ruiva se preparava para sair do subsolo e ver se haviam conseguido conter a situação lá em cima, quando de repente.. ouviu passos, de guardas entrando no local. Tudo que teve tempo de fazer foi sair do caminho deles. Observou as roupas que eles usavam, não pareciam ser do governo. E.. que roupas, meus amigos.

Eles estavam em cinco, eu não deveria me envolver nisso, mas...

O que eu posso fazer? É mais forte que eu. Um deles parece disposto a enfrentar os cinco sozinho?

O homem loiro dava um ultimato, mas acredite, amigo, para estarem vestidos assim, isso de instalação secreta... eles são fanáticos. Eu já fui uma fanática, então sei que as ameaças não vão ser o suficiente para eles pararem... ou melhor, explicarem qual é a desse lugar.

Não loirão, não acho que você precisa de ajuda, mas também quero me divertir, então...

Assim que os guardas forem atacar, Natasha irá correr por trás deles, mirando as armas nos capacetes metálicos que eles usam. Não, eu sei que isso não vai matar ou ferir ninguém, mas eu só quero causar uma distração pro loiro atacar com mais facilidade.

E.. e... tá, não vou assumir pra ninguém, mas estava curiosa para ouvir o som do tiro batendo nesse capacete ridículo.

"KLENG"

Hm.. ok.

- Hey... Sei que não é muito educado, mas não pude deixar de ouvir sobre o foi feito deste lugar. Então, se eu puder ajudar a fazer um desses brutamontes sadomasoquistas a abrir o bico, ficaria encantada. - Natasha falava com Thor sorrindo enquanto se preparava para encarar um dos guardas.

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Leo Rocha em Qua Maio 17, 2017 10:50 am

O Andróide fala sobre radiação gama e apresenta questões pertinentes sobre o que aquele complexo fazia abaixo da ONU e o que isso teria a ver com a presa de Tchalla, Franklin Hall. Em seguida, se conecta ao sistema atrás de mais pistas.

O loiro recém-chegado fala o nome do Deus-Pantera.
Bast.
Poucos são os que sabem seu nome fora de Wakanda e menor ainda é o número daqueles que são dignos de dizê-lo.
O homem então se apresenta como Thor Odinson, o Deus nórdico do trovão. Ao dizer esse nome, minha mente se abre para as memórias incontáveis de todos aqueles que vieram antes de mim, inclusive do próprio Bast.
Eu consigo ver a luta entre Bast e Thor. Um duelo equilibrado e feroz, onde os músculos e as palavras eram usados simultaneamente para atingir ao oponente. O senso de compromisso de Bast com a preservação dos protetores da humanidade que até então eram objeto da fé dos mortais e forma como ele percebeu posteriormente que a ascensão de mais um Deus poderia significar mais um protetor para este mundo. Tchalla sente a apreensão de Bast ao perceber que este novo Deus preferia se sacrificar como um cordeiro ao invés de lutar. Mas também consegue sentir que o Deus-Pantera entendia, apesar de não concordar, com o plano daquele Deus. Por fim, ele lembra de uma última conversa entre os dois deuses - Bast e Thor - em que eles firmaram uma amizade.

Arrow Sim... Agora eu lembro. Você lutou contra Bast e já lutou ao lado dele. Pelo que entendo, continua a lutar ao nosso lado, certo?

Ele cumprimenta Thor e diz:

Arrow O que houve com o braço? Meu antecessor que lhe encontrou há algumas décadas não achou que cabia a pergunta, mas, como pode ver, eu não sou ele.

Ao ouvir sobre as colocações de Thor sobre o Visão e sobre participar da caçada, ele responde:

Arrow Parece que não somos os únicos a querer chegar ao fim disso... E sobre a ajuda na caçada, será uma honra ter um guerreiro tão qualificado ao meu lado. Só peço que fique atento, existem diferentes entre ser um caçador e um guerreiro. Talvez nossos talentos juntos sejam o necessário para deter esse louco.

A busca por pistas estava andando em estágio acelerado e, mesmo vendo o homem-máquina se conectar aos sistemas, Tchalla acoplou um pen drive para tentar conseguir algumas informações. Até que aparecem os homens nas armaduras. Tchalla olha para o carregamento do pen drive e percebe que precisará de tempo para baixar os arquivos criptografados. Thor parece perceber isso e se coloca à frente dos homens. É nesse momento que a ruiva aparece. Tchalla havia sentido um cheiro doce no ambiente, mas estava tão preocupado com o que ocorria ali que havia ignorado. Mesmo assim ela era boa em se infiltrar e passar despercebida. Ela dispara contra uma das armaduras. Ele olha para Thor e apenas pergunta:

Arrow Ela está com você?

Em seguida ele torna a olhar para o monitor, torcendo para o download ter sido concluído.

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Pedro Malasartes em Qui Maio 18, 2017 12:32 am

Para o estarrecimento de todos no local, estivemos enfrentando um garoto esse tempo todo. Ele não era de fato o monstro que pensamos que fosse. Talvez fosse apenas uma vítima de um procedimento experimental. Como apareceu justamente no local do atentado, talvez Franklin Hall tenha feito algo com ele. Mas as respostas ficarão para depois. Não tardou para que aparecessem militares prontos para varrer tudo para debaixo do tapete. Os super-humanos no local então iniciaram uma discussão com os militares e exigiram respostas.
Como ex-piloto da Força Aérea Americana, talvez eu tenha uma perspectiva diferente. Sei muito bem que essa discussão é vã. Os militares no local não revelarão nada. Por que deveriam? Estamos falando de segredos de segurança nacional. É dever desses homens zelar pela integridade do país. Se os militares estão envolvidos de algum modo com o procedimento realizado naquele garoto, então lutarei para que sejam punidos, mas só depois que houver provas. Com meus sensores foi possível captar o nome na plaqueta de identificação do jovem soldado. É um começo.
Depois de restabelecer minha comunicação, contatei Tony novamente. Não sabia se a rede tinha sido restaurada ou não, mas tinha carência por informes:
- Eu tenho um novo nome para você verificar, Tony! Um soldado chamado Benny Tibets. Aparentemente, ele é membro do 20º batalhão do exército. As Indústrias Stark ainda possuem contratos militares, certo? Por acaso, você teria algum acesso ao banco de dados do exército? Eu preciso de informações sobre todas as operações em que Tibets esteve envolvido. Faça uma busca cruzada com o nome de Hall também. Talvez eles estejam relacionados.

Em seguida, eu aproveitei que todos estavam concentrados nos militares para trocar algumas palavras com o indivíduo que requisitou minha ajuda para identificar os danos estruturais nos arredores. Diferente dos pretensos deuses enlouquecidos que apareceram ali, esse cara tinha mais em comum comigo. Como eu, ele era apenas um homem utilizando tecnologia de ponta. Sem mencionar que ele pareceu mais bem intencionado que os demais, pois seu foco sempre foi o de socorrer as vítimas.

- Hey, engenheiro! Seu equipamento é mesmo funcional? Eu conheço a localização do terrorista que causou tudo isso. Se seu traje te permitir condições de voar e me acompanhar, nós podemos então caçar o infeliz que feriu essas pessoas.

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  El Cabron em Qui Maio 18, 2017 3:44 pm

-> Baixando dados...
Radiação Gama: Dados Atualizados!
Laboratório: Dados Atualizados!
Prisioneiro/Cobaia: Dados Atualizados!
ONU: Dados Atualizados!
Funcionários: Dados Atualizados!
Frankiln Hall: Baixando dados...
Baixando dados...
Baixando dados...
Bloqueio de Dados!
Firewall detectado!


~ Tudo parecia correr tranquilamente. Terabytes de informações eram baixados para o sistema de armazenamento interno do sintozóide em uma velocidade surpreendente, de modo que tudo estaria encerrado em poucos segundos. No entanto, na busca por dados sobre Frankli Hall, Visão não deixara de notar a demora para o início das buscas e download dos arquivos. De certa forma não surpreendeu-se ao notar que um firewall impedia o seu acesso a quaisquer informações relacionadas ao terrorista.
Era a primeira vez que Visão deparava-se com algo ligeiramente semelhante a um desafio. ~


-Fascinante.

~ Soltou a palavra quase como se fosse um murmuro, enquanto mantinha-se atento ao firewall da máquina. De certa forma, não deveria ter mais grandes problemas. A tecnologia contida no corpo do sintozóide era o que havia de mais avançado em muitos pontos da galáxia. Não à toa, Visão era cria de um Planeta-Máquina, que gerava a partir de seu núcleo todos os seus habitantes, replicando e aprimorando constantemente suas funções com base no conhecimento adquirido e repassado pelos Catalogadores, principal ofício exercido por Visão.
Súbito, Visão percebe a presença de indesejados visitantes. Embora sequer tenha lhes dado total atenção, ou mesmo virado o rosto para eles, o autômato sentia em suas palavras certa hostilidade, porém, contava que tais “oponentes” não fossem um grande desafio para aqueles que, assim como ele, vinham atrás de respostas.  



- Espero que consigam conter os visitantes. Precisarei de um certo tempo aqui.

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Scorpion em Sex Maio 19, 2017 2:40 am

Eu termino de vomitar pelo enjôo que a radiação causou. Felizmente sei que o garoto não deve estar morto, ao menos não pelo que eu causei à ele. O coração dele voltará a diminuir em poucos minutos e ele vai poder voltar a tocar piano.

Quando me levanto, vejo que diversos outros super seres estão no local. Nenhum deles eu sequer já ouvi falar, mas isso no momento não é importante, ao menos não pra mim. Porém, logo temos militares por todos os lados fazendo suas ameaças e dando suas ordens. Não vai adiantar discutir com isso... um grandalhão resolve falar de coisas como honra e promessas... não sei de que planeta este homem veio, mas ele deve ser bem alienado. Eu apenas digo o que não sei se algum deles já sabe.

Pym: É melhor que levem ele logo. O garoto é totalmente contaminado por radiação-gama... ele é uma bomba relógio e um grande foco de contágio. Quanto mais tempo manterem ele aqui, maiores são os riscos de contaminação.

O pior é que não estou mentindo... esta é a mais pura verdade. Entretanto, eu também não posso ser inocente e achar que os militares só querem dar um lar feliz pro jovem. Na verdade, armas químicas são uma das minhas grandes preocupações. Eu mantenho a fórmula Pym somente em meu cérebro, justamente para que a fórmula nunca seja encontrada, roubada ou copiada por ninguém...

Pym: Eu já vou... Adeus!

Dizendo isso, eu saio andando e viro a esquina... mas não pra ir embora. Reduzo de tamanho e convoco uma formiga voadora. Monto nela e vou fazer o que realmente acho certo fazer: descobrir o que os militares querem com o garoto-gama ali. A formiga voa poucos centímetros sobre o quepe do general. Eu dou um leve cumprimento na minha carona e salto...

Pym: Que quepe confortável... espero que não se incomode se eu pegar uma carona, General Ross.

Agora, vamos ver onde o general vai me levar e o garoto....

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Duda em Sex Maio 19, 2017 7:17 pm

Por mais espantoso que parecesse, não só seu plano maluco com as mangueiras dera certo, mas o esforço combinado de todos os outros envolvidos nessa situação, conseguiram parar a estranha criatura furiosa, que por motivos ainda desconhecidos, estava CONVENIENTEMENTE no mesmo local de um enorme ataque terrorista. Pietro podia ser muitas coisas, mas ingênuo não era uma delas. Algo estava acontecendo aqui, algo grande.

Outro algo grande que iria acontecer em breve, seria o sermão que iria receber da sua irmã gêmea, assim que ela decidisse parar de flutuar nos céus usando aquela roupa vermelha ridícula; onde ela achava que estava, no circo?! Mas de certa forma merecia ouvir alguns bons xingamentos de Wanda, porém era bom vê-la novamente, e dessa vez usando seus poderes com um certo grau de responsabilidade, senão para um bem maior.

Logo isso acontecesse, suas suspeitas são docemente satisfeitas com a chegada dos militares americanos, gritando ordens e tomando a situação como é já bem conhecido deles. Pietro, que possuía um certo desdém por figuras de autoridade, apenas observou o tal general Ross gritar suas “ordens” como um cão raivoso ao grupo de SUPER SERES a sua frente. Esse homem ou era maluco ou muito poderoso. Ou ambos. Alguns deles engajaram o general em conversa, como Homem que se encolhia e o robô cinza, mas fora a atitude do rapaz com a roupa negra e a espada flamejante que chamou sua atenção.

Ele estava se rendendo a mercê dos militares por algo que invariavelmente não havia feito de errado; ele havia literalmente protegido inocentes e a si mesmo lutando contra a criatura, havia feito muito mais do que os soldados de Ross haviam feito.

-Você não fez nada de errado amigo - falou se dirigindo ao Cavaleiro Negro e se colocando ao seu lado, apresentando-se como aliado.

Não iria deixar isso passar. A expressão arrogante de Ross, uma daquelas de um homem que jamais teve suas ações questionadas era extremamente propícia a uma boa surra, e caso ele resolvesse levar o Cavaleiro em custódia, iria provar de uma boa enxurrada  de punhos no seu ostentoso bigode.

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Pedro H. Oliveira em Sab Maio 20, 2017 3:44 pm

A batalha foi bem tensa e por um breve momento eu pensei que iria me ferrar bastante, visto que o ataque da criatura simplesmente me derrubou e quase me fez de panqueca com o pedaço de concreto, felizmente o cara de armadura negra - não o nerd esquisito, mas o que parece ter saído de Tron - me salvou.

Quando a criatura finalmente caiu, revelou-se ser apenas um garoto e não só isso: o exercito chegou e tá colocando ordem na coisa toda! Eu passei um bom tempo rodeado por militares para saber que se eles estão envolvidos com alguma coisa, tem treta no meio. Não é atoa que até hoje os ocorridos na Estação Espacial estão sob sigilo e ninguém nem imagina que tudo aquilo foi real. Os demais tentam conversar e exigem respostas que com certeza jamais terão e, percebendo isso, o meu salvador vem até mim com uma informação: ele sabe onde está o terrorista!

- Cara, pode ter certeza que irei te ajudar nisso! Mas me preocupa uma coisa: se ele foi capaz de fazer tudo isso sozinho, receio que apenas nós dois podemos não sermos o suficiente para líder com ele e suas possíveis armadilhas. Espere um segundo aí! - Dou alguns passos apressados na direção dos demais, porém dou uma parada, volto alguns passos e digo. - Me consiga um jato ou helicóptero que vou conseguir ajuda.

Mal chego e já vou me enfiando no meio dos demais.

- General Ross! - Presto contingencia para o mesmo. - Peço desculpas pelos estragos causados aqui e por essas pessoas que tem lhe causado transtorno. Pode ter certeza que não vamos atrapalhar suas atividades por aqui. Sei que tem muito a ser feito. - Fui empurrando o Hércules pelas costas com o objetivo de faze-lo se afastar. - Sigam-me os bons! Preciso da sua ajuda.

Assim que conseguir me afastar de Ross e seus companheiros, me dirijo aos "heróis" que ali estão e comento sobre a localização do terrorista ter sido descoberta pelo Tron.

- Eu sei que não consigo fazer isso sozinho, mesmo acompanhado pelo Tron ali, por isso seria bem útil a ajuda de vocês... Menos de você cara da armadura e sabre de luz, não sei se tem condições de lutar com o braço desse jeito. Velocista, você consegue levar ele pra um hospital e nos encontrar o quanto antes? Pegue isso daqui - entrego a ele um pequeno dispositivo. - Você poderá se comunicar comigo e me achar através disso. Posso contar com vocês?

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Nikita em Seg Maio 22, 2017 10:21 pm

Wanda tentando fazer o melhor, e pela primeira vez, exaurindo sua força, nada dera muito certo.

O monstro lançou um pedaço do chão, enorme em sua direção, utilizando seus poderes torceu para que as probabilidades dessem conta do recado....

E tudo ficou em câmera lenta.... (seria assim que Pietro via as coisas?)... aquele pedaço de concreto se desfez em mil fragmentos capazes de ferir inocentes.

Wanda para tudo, somente observando os fragmentos.... E então ela vê Pietro, mais rápido que pudesse imaginar, e ele retirando cada pessoa do mal que ela havia causado.

Ele tinha que resolver o problema que ela havia criado, ele tinha a deixado para provar a sua importância, e ela havia falhado.

Fraca do jeito que sentia-se, quando eles finalmente conseguiram conter a besta, que nada mais era que....

- Um menino....

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Wanda caiu de joelho e pôs-se a chorar.
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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Guima em Dom Maio 28, 2017 4:49 pm

No subsolo

O guardião da armadura imponente avançou na direção de Thor que o havia chamado para a briga. Um escudo de campo de força se formou em seu antebraço juntamente com uma tonfa energética que emergiu de sua manopla. Jatos plantares foram acionados e o Guardião voou contra o brutamontes loiros o empurrando contra a parede. O Guardião então inicia uma investida brutal de golpes contra o Asgardiano.

- Acho que você que não entendeu o meu recado, loiro. Vou faze-lo entender. dizia o mesmo enquanto golpeava Thor.

Aproveitando de sua vantagem, A Viúva Negra decide sair das sombras atirando contra um dos guardiões que ali estavam. O tiro certeiro no elmo não fora letal, mas suficiente para atordoar o guardião que quando olhou para trás ja era tarde demais. Num movimento rapido, a bela ruiva aplicou um leglock colocando o Guardião a nocaute. Mas ainda restavam dois pra mesma eliminar. Os dois guardiões restantes dispararam contra a espiã com rajadas de força desferidas por suas manoplas.

Enquanto isso, Tchalla estava num terminal observando o download de dados para seu pendrive. Faltava apenas dois porcento quando um zunido cruzou pela sala. Os olhos treinados do soberano de Wakanda perceberam um borrão no ar em forma de seta atingir o terminal onde o Sintozoide estava conectado. Tchalla viu a flecha eletrificar liberando uma corrente eletrica que fritou o aparato eletrônico e viu a corrente indo em direção de seu terminal também. Rapidamente ele retira o pendrive no exato momento que completara os cem por cento.

Olhando a direção contraria da flecha, o Pantera vê um arqueiro com o arco apontando para ele.



- Não mexa um músculo. Ou vai levar uma flechada na fuça.

Visão havia se conectado com a maquina que invadira. Ele e ela estavam prestes a se tornar uma coisa só, e a unica barreira que impedia isso era o Firewall que protegia alguns arquivos que no minimo deveriam ser valiosos. Então Visão precisava ser mais incisivo, penetrante. Como um vírus, Visão infectou a maquina e se replicava numa serie de algoritmos e códigos binários infinitos formando uma linguagem eletrônica. Pouco a pouco ele corroía a parede de fogo replicando e consumindo os códigos de defesa... Próximo de derrubar a parede de uma vez por todas, o Sintozoide sente um baque. Uma coisa eletrica, como se uma queda de energia abrupta e depois um rompante de energia súbito. Se o sintozoide tivesse terminações nervosas, ele sentiria algo muito próximo de uma dor lancinante. O choque eletromagnético desconectou Visão do terminal antes que ele pudesse terminar de derrubar o Firewall... O baque o deixou desorientado e voltando a si viu uma flecha no terminal que havia invadido... E o terminal destruído por uma descarga elétrica forte. Seja como for, o Sintozoide não havia conseguido baixar todos os dados e informações que queria, mas pelo menos já tinha uma boa bagagem de dados em seu CPU agora.

---------------------------------------------------------------


Ross observava aquelas pessoas ali com desdem. Seja la quem forem eles, embora tivessem contido Tibbets, era um risco em potencial para a sociedade. Mas sua missão ali era recolher o garoto e nao aqueles aventureiros fantasiados. Sendo assim, com uma expressão de pouca paciencia ele apenas disse.

Eu não dou a minima pelo que fizeram aqui hoje. Se salvaram vidas ou não, que bom para vocês. Mas meu dever agora é para com o meu pais e minha missão é levar meu soldado comigo. Se interferirem serão indiciados criminalmente e farei questão de leva-los a uma prisão de segurança máxima onde ficarão o resto de suas vidas. Agora afastem-se e deixem que eu faça o meu trabalho.


Uma equipe de militares se aproximou de Ross colocando Tibbets num tipo de capsula de contenção e levou-o em um dos helicopteros. Ross apenas observou o trabalho e depois olhou os herois que ali estavam com um olhar serrado. Virou as costas e sem dizer mais uma palavra foi embora. Assim que a esquadra de helicopteros deixou o local, um forte relampago rasgou os céus seguido de um trovão, anunciando uma chuva...

Civis correram em direção dos herois ovacionando-os com gritos e palmas. Alguns paramedicos que ali estavam socorreram o Cavaleiro Negro imediatamente. Eles imobilizaram o braço do rapaz e improvisaram uma tala.

Então o Senhor das Estrelas, empolgado com tudo aquilo conta aos demais que o Homem de Ferro tinha localizado um possivel paradeiro de Frank Hall, o responsavel pelo atentado contra a sede da ONU. Ele lança a proposta se algum deles estaria interessado em ir ao encontro de Hall. Aos que não pudessem voar, O Senhor das Estrelas ofereceria transporte em sua nave propria. A Milano.

Comunicando-se com seu empregador, Rhodes contata Tony Stark o questionando sobre Benny Tibbets. Alguns minutos depois, Stark manda uma resposta para Rhodes.

Stark - Existe pouca coisa sobre o nome Tibbets. Os militares são bons em guardar segredos, até mesmo de seus fornecedores. Mas pesquisando sobre o nome descobri que tibbets alistou-se varias vezes no exercito recebendo varias baixas por problemas de saude. Até que ano passado ele fora aceito, porem aos que consta nos autos, Tibbets morreu na ultima missão no afeganistão, seis meses atrás. E não, não há nenhuma correlação com Frank Hall.

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Pedro Malasartes em Dom Maio 28, 2017 7:11 pm

Era para ser uma missão sigilosa, mas meu novo "amigo" era do tipo enturmado. Por achar que não tínhamos poder de fogo suficiente, ele sugeriu que convocássemos os pretensos heróis nas imediações para a tarefa de capturar o terrorista.

- Ah, cara, diz que você não está cogitando trabalhar com esses super doidos! Um deles se identificou como Leão do Olimpo! Dá pra acreditar!? E não vamos nos esquecer do viking berserker ou do cavaleiro jedi! Aliás, quase todos os super-humanos que deram as caras aqui parecem estrangeiros. Não é estranho que, justo na hora de maior necessidade da América, forasteiros com habilidades sobre-humanas queiram subitamente nos ajudar? E eles demonstram não ter respeito nenhum pela soberania de nossa nação...

Supliquei para que o cowboy do espaço não envolvesse os outros super-humanos, mas foi como falar como uma porta. Sem o meu consentimento, ele revelou aos outros que o terrorista já havia sido localizado. #facepalm

- Hey! Essa informação é minha. Não era pra você abrir o jogo com todo mundo. Mas tudo bem... ...eu estou de acordo -  por enquanto. Afinal, a nave ali é sua e você tem o direito de transportar quem quiser. Só não faz isso de novo! Pelo menos, não sem me consultar antes. E então? Quem vai conosco? Quanto mais perdermos tempo aqui, menos tempo teremos para capturar o terrorista! Ele certamente não ficará parado nos esperando!

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  El Cabron em Seg Maio 29, 2017 2:15 pm

~ O conhecimento é tudo; é tocar o céu sem sair do chão.
Visão tinha plena consciência de que o tempo era seu principal inimigo ali. Qualquer perda de tempo poderia ser crucial para a resolução do atentado terrorista, que por sua vez, parecia ter fortes ligações com o laboratório subterrâneo em terreno de uma das sedes da ONU. Conectado diretamente com um dos maquinários do local, baixava inúmeros terabytes de dados a respeito do local, informações sigilosas e impreterivelmente de suma importância para a conexão total dos fatos apurados até ali. ~


-> Firewall derrubado: 85%
Firewall derrubado: 93%
Firewall derrubado: 98%
Firewall derru--


~ Súbito, o sintozóide era lançado para longe da central de controle de dados, que havia repentinamente entrado em curto. Não apenas isso, Visão também havia sido uma vítima, uma vez que estava diretamente conectado à máquina. Embora não pudesse sentir dor, o sintozóide era tomado por uma larga onda eletromagnética que percorria todo seu corpo, além de sentir um misto de fracasso e raiva. Não compreendia como aquilo havia ocorrido tão repentinamente.
Até ver a flecha. ~




- O que?!?

~ Tomados por um vermelho incandescente, como se tomados por brasa, os olhos de Visão fitavam o responsável por aquela ultrajante agressão, observando a mais provável das rotas percorridas pela flecha. Tão rápido quanto uma bala, o sintozóide levitou e lançou-se furiosamente contra o responsável pelo ataque. Ainda que o mesmo quisesse investir contra Visão, o autômato baixava sua densidade até tornava-se inatingível, até o momento de estar próximo de seu adversário. Com o punho direito em riste, impactava-o diretamente na jugular do arqueiro, empurrando sua garganta (e corpo) até a parede mais próxima, com o intuito de fazê-lo desmaiar o quanto antes. ~



- Tem ideia do que fez!?

~ Claramente fora de controle por um momento, o sintozóide reorganiza suas diretrizes, e por fim solta o arqueiro. Sabia que detinha forças o suficiente para matar qualquer ser humano com uma facilidade incrível, porém, esta era uma linha que ele não desejava passar.
O sintozóide, voltava a atenção para seus companheiros: ~


- Acho que tenho todas as informações que precisamos. Não temos tempo a perder aqui... precisamos deter Franklin Hall.[/color]

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Leo Rocha em Ter Maio 30, 2017 1:16 pm

Os dados estavam quase totalmente carregados. Para Tchalla, tão importante quanto caçar o homem que destruiu a ONU e quase matou sua irmã, era a busca por entender que aberrações ocorriam ali no subsolo de um local que deveria ser a imagem da paz.
Ele estava um tanto quanto impaciente enquanto o download não terminava. Em sua mente, as memórias de seus antecessores lhe faziam rever golpes e estratégias de combates. Algumas delas já usadas contra o filho renegado de Odin...
Ele também viu outra coisa naquele momento: um flecha cruzava o ar em direção aos terminais eletrônicos. Os microssegundos pareciam passar em câmera lenta para o caçador supremo, enquanto ele antevia o destino da flecha e agia para evitar que a mesma impedisse o êxito de sua empreitada atual. Rapidamente, ele saca o pen drive e se vira para a origem da flecha, vendo um homem que parecia gostar de caçar à moda antiga.
O tal arqueiro lhe pede para ficar parado. O homem era experiente e parecia bom no que fazia, mas não conseguia esconder de Tchalla que já havia se decidido a atirar. O Pantera Negra então fala para ele:

Arrow Você parece ser melhor do que aparenta. Só assim para ameaçar o avatar do Deus Pantera. Mas, já que você deseja... Mostre o seu melhor.

Tchalla se preparava para saltar e arremessar uma de suas adagas de vibranium quando o andróide tomou a dianteira, se levantando e voando na direção do arqueiro. O Pantera então, resolve ajudar na distração, arremessando uma adaga na corda do arco, enquanto o automato se aproxima do oponente.

Por fim, Tchalla se vira para o viking e a mulher que se esgueirava entre eles e diz:

Arrow Consegui tudo que precisava deste lugar. Agora é hora de partir. Fiquem a vontade para continuar a diversão aqui ou para me acompanhar na parte adulta da caçada...


Ele então se dirigiria com cautela para fora do local, escondendo o pen drive em sua roupa.

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

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