Capitulo I - Atos de Vingança.

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Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Guima em Qui Abr 27, 2017 6:17 pm

Era um dia comum como qualquer outro. As pessoas andavam para lá e para cá nas ruas de Nova York como se fosse formigas operarias. Nesse vai e vem, quantas historias, pensamentos, atos e questionamentos ocorrem no dia a dia de cada uma delas? Quantas informações são absorvidas num único dia? A humanidade como sempre, absorta em sua mesquinhez jamais prestou nos grandes detalhes que as permeiam. Mas porque eles prestariam atenção nos grandes detalhes sendo que nem os pequenos e costumeiros eles são capazes de perceber? Uma coisa é certa. Cada ser humano é uma galaxia em si. E seu próprio buraco negro também. O egoismo deles trouxe a sua sentença de morte.

Era por volta do meio dia quando uma explosão irrompeu a sede das nações unidas. Todo aquele complexo predial que significava a união entre diversas nações fora destruída em questão de minutos. Não demorou muito e a imprensa chegou no local com suas bases de jornalismo moveis levando o caos e a destruição do local ao quatro cantos do mundo. A pergunta era: Quem havia cometido aquele ato terrorista contra a ONU. Quais eram os motivos? Quantas pessoas inocentes haviam morrido... As perguntas, assim como incidente, não tinham respostas imediatas. Não agora.


Logo o mundo voltou a atenção para os Estados Unidos da América. Lideres diziam que um atentado contra a ONU era um atentado contra o mundo todo... Que aquele ato não deveria ser perdoado. Politicos, generais e outros diplomatas conduziam uma investigação a fundo sobre o autor da catastrofe. Estado Islamico? Al Qaeda? Boko Haram? Hamas? Hydra? IMA?. A lista de suspeito era enorme, assim como duvidas de como lidar com essa crise recem instalada sem levar o mundo a uma guerra mundial que provavelmente seria a ultima. A resposta? Se deu antes do fim do dia...

Antes do anoitecer, os aparelhos eletrônicos como celulares, computadores, cameras, microfones começaram a levitar subindo em direção do céu proximo de uma figura que era impossivel reconhecer a olhos nus daquela distancia e altura. Envolto num campo de força esférico ele estava literalmente "sentado" no ar observando a multidão abaixo em polvorosa, preocupada mais em satisfazer a curiosidade de conhecer quem era o autor daquilo tudo ao invés de salvarem suas vidas... E em rede nacional e mundial, o rosto do responsável por aquilo tudo se revelou.


Saudações cidadãos do mundo. Me chamo Franklin Hall e me responsabilizo pelas centenas de morte que causei hoje. Mortes desnecessárias? Não se vocês atenderem minhas exigências. Entreguem para mim suas nações, suas riquezas, seu arsenal bélico. Façam isso sem questionamentos ou trocas. Eu lhes garantirei a paz mundial. E prosperidade também. Não temam a mim... Temam a seus governantes que fracassaram debilmente levando esse mundo a ruína. Vocês não percebem eu sei, e não os culpo. Mas chegamos ao horizonte de evento final. Entreguem o mundo a mim, literalmente. Ou então eu destruirei-o, vida por vida, átomo por átomo até sobrar apenas aqueles que se ajoelharem a mim. Vocês tem trinta e seis horas para isso.

As imagens das gravaçoes cessaram-se ficando apenas aquele chuvisco de canal nao sintonizado. O mundo em choque ficou olhando para os canais de comunicação sem sinal. A Internet estava offline... O caos começou a gerar, lento e gradativamente como uma onda de Tsunami.

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Qui Abr 27, 2017 8:26 pm

Ter visões de antepassados mortos não é uma coisa boa... Sempre dizem que RPG faz mal para nossa mente.

Eu ainda estou chateado com um membro amputado de uma criação minha.

Eu ignoro os fantasmas no laboratório, observo mais um tempo a mesa cheia de ferramentas e projetos para eu ter meu próprio sabre de luz. Imaginando quando cada um dos funcionários da empresa poderam ter um desses. Contratar uma equipe de cavaleiros Jedi vai ser uma febre, eu mesmo aprendi várias posturas do Chi-sho, passando pelo Soresu e o Shien...

E meu tio, um pai para mim, aparece como um Obi Wan Kenobi na mente. Enquanto protegido pelos meus óculos eu soldo os equipamentos, projetando as armas e imaginando o quanto esses protótipos serão baratos quando eu os fizer em larga escala e treinar meus cavaleiros.

Ao meu lado sei que Sir Percy estaria orgulhoso, me dando apoio, na verdade tenho a impressão de vê-lo e dando conselhos de como a lâmina pode funcionar...

Quem estou querendo enganar? O celular toca. É nossa narradora da campanha.

-Eu perdi, um braço... Porque a Jessica quis bancar o Jaime Lanister com rei Arthur! Não dá pra jogar sem regenerar esse braço, vai lançar restauração em mim? ?
Não, né? Tchau... beijo... e vê se...

Ué? O celular desligou... Mas carreguei agora.


A televisão mostra um sujeito estranho... tudo, esta voltado para ele. Ele quer ser o governante do mundo? Mas... que diabos?

Tudo desliga, mas meu celular volta a funcionar. Por quê?

Olho para minha mão, a energia da espada em arco voltaico parece estar bloqueando alguma coisa.

Isso... A espada ela... talvez possa equalizar a frequência, a carga dele não pode ser afetada porque a espada não deixa!

Talvez funcione com a energia geral desse sujeito!

Sim, sim... Só eu posso impedi-lo!

Não importa...


Eu preciso me deslocar rápido como a Lebre Branca da Alice...E irei tê-lo!

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Scorpion em Sex Abr 28, 2017 1:56 am

Ele já estava há quase 36 horas no laboratório. Dormia pouco, mas dormia... A questão era que Hank Pym estava fazendo uma maratona de testes na nova arma de partículas Pym que ele havia desenvolvido. "Partículas Pym"... Jan achou tão egocêntrico da parte de Hank botar o seu próprio sobrenome na sua grande descoberta. Porém, que mal havia nisso? Lei de Newton, Lei de Hooke, Constante de Avogardo... todos utilizavam seus sobrenomes e descobriram coisas bem menos impressionantes que a partícula Pym. Talvez Jan só estivesse com ciúmes por estar querendo uma homenagem.
Porém, Hank Pym não era um maloqueiro que tatuava o nome de uma namorada no braço com letras de gangue... muito menos colocar o nome de uma namorada em uma das maiores descobertas da humanidade depois do fogo. Podia esquecer...

Hank: Ultra, pode rodar os testes!

Ultra era uma inteligência artificial quase que independente, criada por Hank para obedecê-lo e automatizar o laboratório. Ele tinha a voz grave, como a de Mark Strong, de quem Hank era fã.

Ultra: Os testes estão rodando, Dr. Pym. Previsão de conclusão em "T" menos 12 minutos.

Hank: Excelente! Se tudo der certo, isso deve reduzir as chances de eu fusionar as células de quem for atingido pela minha arma de partículas. Eu vou lá em cima, Ultra. Jan deve estar com ódio de mim pra não ter descido até aqui.

Ultra: A srta. Van Dyne está num desfile em Boston, Dr. Pym. Quer que eu entre em contato com ela?

Hank: Não, não precisa. Eu havia me esquecido. Que cabeça...

Ultra: Dr. Pym, eu captei um ataque a sede dá Onu.

Hank: Coloque na tela, pra mim!

Uma esfera metálica flutuante desceu e lançou um jato de luz holográfica azul à frente de Hank. Lá, ele podia ver os destroços no prédio dá Onu. Muitos feridos, outros mortos... Hank ti há de ir lá para ajudar, afinal.... Está foi uma das razões de ter se transformado no Homem Formiga.

Hank: Eu preciso ir. Será a oportunidade perfeita para testar a nova arma e o traje.

Ultra: Eu preparei seus equipamentos, senhor.

Uma parede do laboratório subiu, revelando o traje e a pistola-formiga. Hank pegou tudo, vestindo e se armando.

Hank: É hora do homem conhecer o Homem-Formiga.

Ultra: O sr. deseja sugestões de nomes, Dr. Pym?

Hank: Não. Eu penso nisso depois...

***********************************************

Hank reduziu de tamanho e convocou uma formiga voadora para ir para lá.

Chegando no local, Hank via que outros super seres estavam no local. Então era verdade que outros existiam... Fascinante.

O Homem Formiga então convocou quantas formigas, moscas e abelhas quanto pudesse. Então ele as enviou para dentro dos destroços para esquadrinhar o local, procurando por sobreviventes. Ele procurou dar as indicações para os heróis que estivessem mais próximos.

Hank: você! Tem duas pessoas feridas ali embaixo. Consegue ajuda-los?

Hank procuraria com os insetos quantos sobreviventes conseguisse. Nós as conseguem sentir o cheiro de sangue, então isso facilitaria.

Mais tarde, quando o homem apareceu ordenando a entrega do mundo, Hank apê as disse baixinho.

Hank: Essa não...


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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Pedro H. Oliveira em Sex Abr 28, 2017 9:13 am

Sabe aquelas noites em que você vai pra um bar, toma uns 5 canecos de cerveja, 4 doses de tequila e termina a noite com um copo de whisky? Então... essa foi minha ultima noite! Eu vim a Nova Jersey para a festa de noivado de um velho amigo da faculdade e decidimos começar as boas atividades uma semana antes da festa em si... resultado? São quase meio dia e ainda estou criando coragem para tentar levantar da cama! Acredite, a minha situação tá MUITO tensa! Estou com medo de levantar a cabeça e o quarto de hotel começar a rodar a minha volta.

Após algum tempo criando coragem, estico a mão e puxo o controle remoto da TV com a esperança da Costa Leste ter alguma coisa que presta durante a hora do almoço... FOX? Passa! CBS? Estou de boa! ABC? Por que diabos eu iria querer ver alguma coisa que tem o dedo do Mickey?! CW... até que passa uma series retardadas bem curiosas... Um velocista que perde corrida pra carros e só ganha com discurso motivacional, um vigilante que usa arco e flecha e tem dramas piores que novelas mexicanas... tá bom, retiro o que eu disse!

Nesse momento ocorre uma interferência na transmissão e sou presenteado com um sujeito bem loucão querendo que o mundo entregue todo pra ele... OK! Isso consegue ser pior que essas novelas de super-heróis que eu tava tentando assistir! Me jogo da cama direto no chão - Ouch!! - me levanto com aquela dificuldade e, ao olhar para a cama vejo aquela bela mulher ao meu lado, deixo escapar um sorriso pelo canto da boca, afinal de contas não existe sensação mais deliciosas do que acordar ao lado da mulher da sua... pera! Eu sou solteiro! Quem é essa daí?! MEU DEUS! O QUE ACONTECEU ONTEM A NOITE?!

Peter Quill, FOCO!! Maluco atacando a ONU e dando showzinho! Hora de trabalhar de verdade! Vou correndo para o closed do quarto e abro minha maleta legal que carrega uma das minhas melhores criações: o traje do Senhor das Estrelas! Tudo certo, ligado, funcionando perfeitamente. Bombas colocadas e arma carregada! Tudo certo agora!

Vou correndo para o telhado do hotel, aciono a melhor função do meu traje: o MP3. Um pouco de músicas para alegrar o dia e saio voando através dos jatos em minha armadura. Enquanto vou voando para o local, meio que sigo cantarolando por aí!

-SHOT IN THROUGH THE HEART! AND YOU'RE TO BLAME!!!

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Nikita em Sex Abr 28, 2017 10:50 am

As noites já não tinham fim... Sua vida entraria no "piloto automático".
Tudo iria passar.... Ou não....

Por onde começaria? Com quem falaria? Pietro sempre tomara as decisões... Mas ele já não estava mais lá.



Foi então... que assistindo televisão Wanda viu o ataque... Viu as reportagens... até que aquele homem...

Saudações cidadãos do mundo. Me chamo Franklin Hall e me responsabilizo pelas centenas de morte que causei hoje. Mortes desnecessárias? Não se vocês atenderem minhas exigências. Entreguem para mim suas nações, suas riquezas, seu arsenal bélico. Façam isso sem questionamentos ou trocas. Eu lhes garantirei a paz mundial. E prosperidade também. Não temam a mim... Temam a seus governantes que fracassaram debilmente levando esse mundo a ruína. Vocês não percebem eu sei, e não os culpo. Mas chegamos ao horizonte de evento final. Entreguem o mundo a mim, literalmente. Ou então eu destruirei-o, vida por vida, átomo por átomo até sobrar apenas aqueles que se ajoelharem a mim. Vocês tem trinta e seis horas para isso.


E o sinal se foi.
Como uma injeção, ela sentiu seu corpo inundar por uma queimação, um calor incontrolável.... Sim... era o Caos!! Ela podia sentir pulsando em suas veias.
Chegou a hora, esse era o momento que ela estava esperando, poder ajudar a humanidade e deixar Pietro orgulhoso.



- Vamos lá!
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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  El Cabron em Sex Abr 28, 2017 3:21 pm

~ O sintozóide vagava pelas ruas do Brooklyn. Coberto por um pesado sobretudo marrom e um chapéu de mesma cor, observava atentamente cada uma das pessoas que, em ritmo acelerado ou não, vagavam pelas avenidas do lugar. Via pais que levavam os filhos à escola, para logo em seguida dirigirem-se ao trabalho, pessoas correndo para pegar o ônibus, algumas outras irritadas no trânsito, e um grande número de jovens com fones no ouvido e olhos em seus equipamentos chamados celulares.
Era curioso notar como tais ações, embora simples para os seres humanos, muito lhe interessavam. Nada do que ele estava vendo era novidade, afinal, já estava praticamente estabelecido e acostumado à cultura humana, mas ele fazia questão de tratar cada momento, cada instante, como se fosse algo novo e surpreendente e à medida que observava tais interações, seu banco de dados naturalmente trabalhava, catalogando toda e qualquer forma de ação individual ou coletiva, bem como trejeitos, formas de caminhar, falar e se expressar. ~




- Nota: adicionar subtópico para posterior estudo e pesquisa.
-> Comparativo entre a sociedade de ontem e a sociedade de hoje. O que mudou do momento em que cheguei neste planeta até os dias atuais?
Salvar.


~ Embora não necessitasse falar para que o processo fosse iniciado, concluído e salvo, Visão gostava de tais momentos, no entanto, sussurrou tudo aquilo baixinho, afinal, sabia que pessoas que falavam sozinhas não eram bem quistas por grande parte da população, embora não compreendesse exatamente o porquê.
O dia havia sido de longas caminhadas. Passara pela área comercial e residencial do bairro, mas também não evitara de caminhar pelas partes ditas como mais “barra-pessada”, no linguajar humano, embora não tivesse tido qualquer tipo de problema.
Tudo parecia tranquilo, até o momento em que passara diante de uma loja de eletrônicos, cujas televisões apontavam para o grande atentado ocorrido na sede da ONU. Visão sabia o significado que uma organização como a ONU tinha no planeta. Além disso, sabia também o que um ataque a tal organização representava... ~




- Isso, definitivamente, parece sério.

~ Não fizera cerimônia alguma em tirar as roupas em plena rua e alçar voo o mais rápido que pudesse. Pessoas estavam lá, necessitando de toda e qualquer ajuda possível. Seu banco de dados interno fazia os mais diferentes cálculos, com base na estrutura de funcionamento do corpo humano: quanto tempo um homem pode segurar a respiração no meio de uma cortina de fumaça? Qual o limite de dor causada por escombros que a espécie humana pode suportar? E se ele estiver com membros quebrados ou faltando? À medida que adicionava variáveis ou condições, mais rápido voava. Precisava chegar lá o quanto antes. Estaria lá para aqueles que só teriam mais um ou dois minutos de oxigênio, ou para aqueles que estivessem em ponto de entrar em choque. ~

-> Direcionando toda energia solar armazenada no compartimento de abastecimento para estabilizador e gerador de voo.


***


~ Durante toda a tarde, estivera em meio ao caos. Era a primeira vez em que se encontrava no meio uma situação como aquela. Pessoas gritavam, choravam e davam seus últimos suspiros em seus braços. Não pode deixar de chocar-se ao ver o corpo de uma criança, carbonizada, abraçada ao que parecia ser sua mãe.
Qual a razão para tanta dor e tantas mortes?
Quem seria o responsável?
Ele não tardou em aparecer. ~


Saudações cidadãos do mundo. Me chamo Franklin Hall e me responsabilizo pelas centenas de morte que causei hoje. Mortes desnecessárias? Não se vocês atenderem minhas exigências. Entreguem para mim suas nações, suas riquezas, seu arsenal bélico. Façam isso sem questionamentos ou trocas. Eu lhes garantirei a paz mundial. E prosperidade também. Não temam a mim... Temam a seus governantes que fracassaram debilmente levando esse mundo a ruína. Vocês não percebem eu sei, e não os culpo. Mas chegamos ao horizonte de evento final. Entreguem o mundo a mim, literalmente. Ou então eu destruirei-o, vida por vida, átomo por átomo até sobrar apenas aqueles que se ajoelharem a mim. Vocês tem trinta e seis horas para isso.

- ... Muito bem.


Última edição por El Cabron em Sex Abr 28, 2017 5:28 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Leo Rocha em Sex Abr 28, 2017 3:29 pm

Cozinha do Inferno. 12:00 AM.

Tchalla estava desperto já há algum tempo. A noite tinha sido bem agitada e ele conseguira caçar dois estupradores e um bando de assaltantes que invadira uma loja de conveniências. O grupo de assaltantes ofereceu um pouco de emoção, pois, apesar de não saberem lutar ou coisa do tipo, estavam bem armados e tinham reféns.
Ele levantara cedo e tinha feito seus exercícios matinais, além de um desejum balanceado. Neste momento, fazia a inspeção de sua roupa e armas, sendo interrompido pelo estrondo de algo grande caindo. Ele olha para a televisão em busca de alguma pista e fica a par das novidade: um ataque ocorrera na sede da ONU.
Preocupado, ele telefona para sua irmã, a atual governante de Wakanda:

Arrow Como você está? O que houve?

Arrow Eu não sei. Na verdade eu me atrasei para a reunião dessa manhã e quando cheguei por aqui já tinha acontecido tudo...

Arrow Há alguma suspeita de bomba ou coisa do tipo?

Arrow Ainda não sabemos. Tá uma confusão por aqui.

Arrow Quer que eu vá até aí investigar?

Arrow Não. Tem gente demais aqui. Aguarda que assim que eu tiver alguma informação, entro em contato.

Arrow Não gosto de ficar assim.. Mas eu te espero.

Sem poder ajudar e apreensivo com o que estava ocorrendo, Tchalla decide terminar de arrumar seu material e se preparar para entrar em ação. Enquanto fazia isso, deixou a televisão ligada. Ele só percebeu ao final da tarefa que havia se interessado pelo programa que passava.



Vendo os protagonistas do programa simulando que estavam vivendo em condições adversas, ele apenas sorri enquanto diz para si mesmo:

Arrow Sério? Vocês não durariam 3 minutos em Wakanda... Mas, perái...

Ele só percebeu que estava assistindo uma maratona do programa quando viu que estava no sexto episódio. Foi quando a programação foi interrompida para o pronunciamento do responsável pelo atentado. Assim que termina a transmissão, o telefone toca.

Arrow Você viu?

Arrow Sim. Conhece esse louco?

Arrow Ainda não tive o "prazer"...

Arrow Você consegue identificar a localização dele?

Arrow Posso tentar. Mas você viu o nível de poder dele? Talvez seja demais até pro destemido Tchalla...

Arrow Eu sou o Pantera Negra. E você sabe que eu não posso ignorar isso. Me mande a localização, eu estou saindo agora.

Ele segue saltando entre os prédios, seguindo a localização apontada pelo GPS, até chegar ao local onde o homem se encontrava. Ele então para por algum tempo observando a presa e se preparando para iniciar a caçada.

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Ricardo Sato em Sex Abr 28, 2017 11:14 pm

Hércules havia chegado o mais rápido que pôde e ainda se sentia atrasado o manto jogado pra trás revelando a face séria,a maça presa a cintura e as mãos trabalhando ágeis,outros homens apareciam para ajudar em todas as formas e tamanhos,vez ou outra uma voz gritava que havia pessoas aqui e ali sob os destroços e seus olhos treinados viam o movimento de algo pequeno,mas isso não importava agora,só importava que a voz tinha razão...assim como a voz dos bombeiros e policiais que ao testemunhar sua força e vontade de ajudar lhe pediam que retirasse destroços ou para impedir que partes caíssem.

Trabalhou a tarde toda ao lado de homens e mulheres,mortais e seres dotados de poder,não estava cançado fisicamente,tinha vigor o bastante pra segurar o céu...literalmente,mas estava sujo e triste...o trabalho fôra rápido tendo em vista a ajuda extraordinária.

Já anoite pouco podia ser feito que já não tivesse sido,os homens se reuniam em um bar próximo para afogar a tristeza e a dor,bombeiros,paramédicos,policiais,engenheiros e um deus em sua compahia,faziam brindes em homenagem aos mortos e juravam retornar ao trabalho assim que fosse possível....foi quando na TV ele apareceu,na mão de Hércules a caneca explodiu.

-Não lhe darei o mundo...mas lhe darei um soco com o peso dele,cão....alguém sabe quem é e onde encontrar esse pulha?

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Nasinbene em Seg Maio 01, 2017 2:48 pm

Esse foi um péssimo dia. Sério,  na escala dos dias ruins esse tá de longe sendo um dos mais chatos... e olha que tenho muito e muitos séculos de vida pra comparar.  Hoje tá sendo um dia particularmente de merda...
Estive a maior parte do dia ajudando a limpar uma mancha de petróleo na região do Atlântico sul. Eu bem que poderia deixar os mortais se virarem sozinhos, afinal eles mesmos causaram essa encrenca. Mas a estrada de volta pra Asgard não vai se pavimentar sozinha. Um ou outro tornado bem posicionados ajudaram a levar toda aquela poluição para o alto, de onde pude levar para um.armazenamento correto. Toda essa droga seria infinitamente mais fácil se eu ainda tivesse meu martelo... fazem cerca de três mil anos que tô preso aqui sem ele,  tentando me fazer digno aos olhos do meu pai novamente... nunca pensei que o velho pudesse guardar tanto rancor. Mas enfim, minha punição  tá perto de completar três mil anos, proteger Midgard é  algo que sempre fiz (e uma das causas da ira de Odin)... não é possível que ele não se sinta mal nem um pouco por ter arrancado seu braço. Sou o seu maldito filho, porra... não tem Odinson no meu nome a toa... é  o tipo de "amor duro" que os psicólogos falam hoje em dia na tv. Amor durante,  cara? Deixa eu te apresentar meu pai, Odin... é  esse velho calhorda arrancou meu braço com uma lança mágica.  Tá duro o bastante pra você? Foi o que pensei.
Tudo tava correndo bem com o tal derramamento, deixei tudo bem limpo (espero que minha mãe fale bem de mim pro velho) até que um mortal cretino esquecer de direcionar o fluxo pra outro tonel. E espalhar tudo de novo! Pelo nome de Odin, minha vontade  era invocar a maior tempestade elétrica que esses idiotas já viram e fulminar tudo... mas, isso não seria digno. E é a isso que tudo se resume no final. Levou cerca de 12 horas pra arrumar tudo de novo.
Volto pra casa coberto de óleo, tomo um belo banho, pego uma cerveja e ligo a TV. E fico sabendo do ataque à  ONU. Maldito mortal inepto! Se eu estivesse aqui poderia ter ajudado...
É  quando a TV para de funcionar e mostra a cara do responsável pelo ataque. Observo com atenção,  guardo cada palavra... sem perceber, e esmago a lata de cerveja. É, o dia acaba de ficar ainda pior. Pelo menos agora há alguém pra sentir o peso da minha mão...

- Maldito... vou te fazer pagar por isso, cão...


Última edição por Nasinbene em Seg Maio 01, 2017 4:03 pm, editado 3 vez(es)

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Pedro Malasartes em Seg Maio 01, 2017 2:53 pm


Na sede das Indústrias Stark em Nova York, um homem trajando uma armadura de combate adentra o topo do último andar por meio de uma claraboia. Ele então inicia uma discussão acalorada com o proprietário da instalação.

Rhodes: - GUARDA-COSTAS!? Por que a mídia está divulgando que o Homem de Ferro é seu guarda-costas particular? Desde quando sou guarda-costas de luxo? Pensei ter sido contratado como consultor para projetos militares!

Stark: - Nós já conversamos sobre isso antes. Alguém inevitavelmente ligaria a tecnologia do seu traje às Indústrias Stark. Seria difícil explicar o Homem de Ferro ao público de outro modo. Então esta é a história que eu criei para despistar a imprensa.

Rhodes: - Eu não sou do tipo que pactua com esse tipo de farsa! Por que não podemos ser transparentes com o público e apresentar nossas reais intenções?

Stark: - Eu estou apenas protegendo sua identidade. Já corremos risco suficiente com todos sabendo que o Homem de Ferro tem ligação com as Indústrias Stark. Nós faremos muitos inimigos no futuro. Ficaremos mais vulneráveis se souberem que você é o Homem de Ferro.

Rhodes: - Eu agradeço tudo o que tem feito por mim, Tony. Mas quem tem de tomar essa decisão sou EU! Eu fui atingido por aqueles estilhaços na Síria! E para proteger você! EU estou condenado a viver para sempre com esse reator no meu peito!

Stark: - Essa é uma solução temporária, está bem? Eu pensarei em outra coisa. Se eu não tivesse criado o módulo eletromagnético, os estilhaços teriam atravessado seu coração. E se eu não tivesse criado o protótipo da armadura para você, nunca teríamos escapado daquele cativeiro na Síria.

Rhodes: - O reator cardíaco é o menor dos males. Os implantes cibernéticos que substituíram as partes do meu corpo atingidas pelos estilhaços não podem ser removidos, podem? Agora eu pareço mais máquina do que homem!

Stark: - Sinto muito, Jim! Mas quanto a isso não há como fazer nada. Foi a melhor solução para manter seu corpo funcional.

Rhodes: - Eu disse que vender armas ao governo sírio não era uma boa ideia, mas você sempre ouviu Vanko mais do que a mim.

Stark: - Um erro que eu levarei a vida inteira para redimir. Mas uma oportunidade se revelou a nós. Algo de bom também veio com essa tragédia. Pense no bem que faremos com essa armadura.

Rhodes: - É só por isso que ainda estou nessa, Tony! Já que é para viver assim, que seja fazendo algum bem para aqueles que precisam do Homem de Ferro.

Stark: - Falando nisso, acabaram de noticiar que ocorreu um atentado na sede da ONU em Nova York. Tipo de situação que requer nossa atenção.

Rhodes: - Houve sobreviventes? Vou me dirigir agora mesmo para lá!

Stark: - Não tão rápido, Jim! As autoridades certamente não medirão esforços para socorrer as vítimas. Nós temos de nos preparar para lidar com o autor do atentado. Atos assim só são deflagrados para promover a causa de alguém. O autor certamente vai se revelar nas próximas horas.

Rhodes: - Danem-se suas prioridades, Tony! Eu não ficarei aqui parado tendo poder ao meu alcance para ajudar aquelas pessoas! Você pode ser o criador dessa armadura, mas eu estou no comando dela!

Depois de auxiliar no socorro das vítimas do atentado, quatro horas mais tarde, Rhodes recebeu um informe da Torre Stark por meio do sistema de comunicações implantado na armadura.

Stark: - Como eu imaginava, a autoria do atentado foi reivindicada. O nome do sujeito é Franklin Hall.

Rhodes: - Só me dê a localização do desgraçado, Tony! Eu lidarei com ele!

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Phelipe Peregrino em Qua Maio 03, 2017 6:59 am

Peter vinha caminhando em minha direção do outro lado do corredor, com aquela postura encolhida e insegura, tentando se esconder de todos ao seu redor. Foi só quando me viu que ele abriu um sorriso. Um sorriso lindo por trás daqueles óculos redondos e desajeitados. Eu retribuí o sorriso. Ele apertou o passo em minha direção. Foi nessa hora, e eu vi com toda a clareza do mundo, que o babaca do Flash Thompson colocou o pé no caminho do Peter para que ele tropeçasse. Peter caiu com tudo no chão, seus livros voaram longe, assim como seu óculos, e um filete de sangue escorreu da sua testa.

Flash Thompson: Opa, olha por onde anda, Parker! - Ele comentou fazendo uma cara de inocente. Outros dois caras ao lado dele começaram a rir de forma zombeteira.

Peter Parker: Obrigado pela preocupação, Flash. - Peter falou baixinho, quase como um sussurro, se encolheu e tateou buscando os óculos.

Flash Thompson: Tá procurando alguma coisa, Parker? - Ele se abaixou e pegou os óculos do Peter.

Peter Parker: Estou procurando meus óculos... - Peter se inclinava na direção contrária ao Flash, tentando se manter o mais afastado possível dele. - Você sabe que eu não enxergo bem sem eles, Flash...

Flash Thompson: Ah...! - Ele fez uma falsa careta de espanto. - Tá falando desses aqui--

Gwen Stacy: Devolve pra ele, Flash! - Falei de forma firme. Finalmente eu havia alcançado os dois no fim do corredor e fiquei ali, parada, fuzilando o Flash com o olhor.

Ele me encarou, e eu pude notar a raiva crescendo em seus olhos enquanto ele caminhava na minha direção.

Flash Thompson: Acho que eu não entendi...

Gwen Stacy: Eu falei: Devolve pra ele! - Repeti, mantendo a firmeza total nas minha voz. Não era um pedido. Era uma ordem!

Flash Thompson: Ou o que, Gwen?! - Ele bufou.

Gwen Stacy: Você não tá entendendo, Flash... - Eu repeti, erguendo meu corpo o máximo possível para parecer maior e mais ameaçadora, diante daquele cara que era a estrela do time da escola e tinha, pelo menos, o dobro do meu peso. - Não tem "ou". Você VAI devolver e ponto.

Nesse momento, a voz do diretor da escola soou, ele estava prestes a virar no corredor e presenciar a briga, o que fez com que o Flash simplesmente virasse e jogasse os óculos no colo do Peter. Eu ajudei Peter a levantar e ele me agradeceu com um sorriso. Juntos recolhemos os livros dele e saímos andando lado à lado para pegarmos o caminho de casa.

Gwen Stacy: Você vai ver o ensaio da banda hoje, né? - Perguntei empolgada, sacudindo os dedos no ar imitando baquetas.

Peter Parker: Desculpa, Gwen, eu já tinha prometido ajudar o tio Ben hoje. - Ele respondeu de forma tímida.

Gwen Stacy: Ah, é verdade. - Respondi sem jeito. - Você já tinha me dito isso ontem. - Abracei ele de forma entusiasmada. - É que estou empolgada. Vamos ter nosso primeiro show em duas semanas, dá pra acreditar?!

Peter Parker: Claro que dá! - Ele sorriu. Ele sempre teve o sorriso mais lindo do mundo. - Você sempre foi ótima! Mesmo antes da coisa toda com a aranha. - Ele falou olhando ao redor, para se assegurar que ninguém ouvia.

Gwen Stacy: É, mas com isso eu estou on fire! - Sorri entusiasmada. - As meninas da banda dizem que eu posso ser Topper Headon de saia.

Gargalhamos. Mas o sorriso foi morrendo aos poucos no rosto do Peter, até que ele assumiu uma expressão vaga e perdida.
Gwen Stacy: O que foi?

Peter Parker: Gwen... - Ele começou de forma tímida. - Não acha que você devia tentar fazer algo mais com os dons que você recebeu?

Gwen Stacy: Não entendi... Tipo o que?

Peter Parker: Ah, você sabe... - Ele olhou para os lados, procurando as palavras. - Meu tio Ben sempre me diz: "Com um grande poder, vem uma grande responsabilidade".

Ele suspirou. Já estavamos na porta de casa e eu nem havia notado. Ele me deu um beijo na bochecha e eu retribuí com um selinho em seus lábios. Ele se despediu indo em direção à casa visinha. Tia May já aguardava na porta, e acenou pra mim com um sorriso carinhoso.

Eu fiquei pensando um pouco em suas últimas palavras antes de entrar em casa.

***

Acordei com um salto. Haviam lágrimas nos meus olhos. Eu tive aquele sonho de novo. Olhei para o despertador. Eram 9:43. Me espreguicei na cama e--

Gwen: 9:45?! Minha nossa, eu estou muito atrasada!

Levei uns 10 minutos para me arrumar, descer as escadas, pegar uma torrada, colocar minha mochila nas costas me despedir do meu pai e sair. Eu tinha ensaio da banda. Já me atrasei para ensaios só essa semana. As meninas vão comer meu fígado se eu me atrasar para mais um. A hora marcava 10:21. 9 minutos para o ensaio. Eu corria como uma louca pelas ruas, se não topasse com nada maluco, provavelmente daria tempo. Até que eu notei as pessoas horrorizadas olhando para as TVs dispostas nas vitrines. A legenda dizia "atentado terrorista na ONU". Apertei firme a minha mochila nas costas. Respirei fundo.

Gwen: Desculpa, meninas. - Sussurrei pensando que iria me atrazar pelo 5° ensaio seguido. - Mas como alguém muito especial me disse uma vez: Com grandes poderes, vem uma grande responsabilidade!

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Guima em Qua Maio 03, 2017 7:44 pm

Interlúdio.

Diretor: - Hill, prepare uma cobertura de mídia urgente. O rosto desse desgraçado só trará caos e panicos nas ruas - Disse um homem de cerca de 65 ano sentado em uma cadeira de comando em frente a uma grande tela dividida em diversos displays que mostravam o rosto de Franklin Hall e seu discurso inflamado reclamando o mundo para si.

Hill: - Mas diretor, creio que o estrago já foi feito. E de alguma forma, Hall alterou as comunicações. O que fizermos será de muito pouco impacto já dado ao estrago que esse maluco causou.

Diretor:- Não importa. O que for feito pra minimizar será bem vindo. Eu não vou permitir que esse louco cometa outro ato terrorista dessa magnitude. Não enquanto eu estiver no comando.

Hill: - Tudo bem, mandarei analistas de mídia e "misinformations" para fazer o serviço agora. Outra coisa,o relatorio das pessoas "especiais" que você mandou eu levantar está pronto.

Diretor:- Ótimo, passe para mim.


Hill caminha até o diretor e o mesmo começa a folhear as pastas com os arquivos e fotos das pessoas que o diretor estava pesquisando a cerca de seis meses. Hill indaga o diretor dizendo:

Hill - Tem certeza que eles vão servir. Me parecem um tanto " desfuncionais".

Diretor- Não tenho certeza de nada Hill, só tenho a sensação que isto pode dar certo. E lidar com Franklin Hall pode ser o batismo de fogo deles.

Hill- Não seria melhor chamar os Guerreiros Secretos para lidar com Hall, senhor Diretor?

Diretor- Os guerreiros estão ocupados em outra missão agora Hill. E por favor, quem é o diretor da STRIKE? Eu ou você... Tenha um pouco de fé em mim garota. A proposito, Walker está no aeroporta aviões?

Hill: Sim está na sala de treino desde as seis da manhã. Está furioso e descontando a raiva por você não ter permitido ele ir na missão com os Guerreiros Secretos.


O diretor caminha então até a sala de treinamento onde um soldado em plenas condições fisicas perfeitas lida contra varios tipos de perigos ao mesmo tempo. Quando o diretor entra no caminho de uma saraivada de tiros, soldado joga o diretor para o canto e puxando o escudo que estava acoplado as suas costas, defende-se dos tiros e depois arremessa o escudo na direção da arma destruindo-a. Furioso, ele vai até caminho do diretor e ajudando o mesmo a se levantar ele esbraveja.

Soldado: Ficou louco, velho maluco. Você poderia ter morrido.

Diretor: Eu poderia ter me virado. Estou velho, não inútil. E cuidado com a maneira que arremessa esse escudo, não é força, é jeito.

Soldado: Quer ele de volta?

Diretor: Acalme-se filho, tenho uma missão pra você.

Soldado: Já estava na hora, pai.


Fim do Interludio

Agora.

As horas tinham se passado e os esforços dos bombeiros, exércitos, policiais, socorristas já estavam se esvaindo. Já tinha se passado cerca de oito horas desde o atentado e poucas foram as vitimas encontradas com vida nos escombros do que outrora foi a sede das nações unidas. Mas eles não estavam sozinhos, aos poucos algumas figuras incomuns apareceram também para ajudar. O primeiro deles, o Homem Formiga chegou e suas capacidade de conversar com insetos lhe de algumas vantagens em encontrar corpos e alguns poucos sobreviventes...

O homem de ferro chegou logo depois e a sua armadura tecnológica permitiu localizar mais vitimas e traze-las a superfície para que pudessem ser reconhecidos pelo IML.

De longe a figura soturna do Pantera Nega observava a movimentação, como um felino a espreita ele decidiu não intervir, ainda.

Alguns outros foram chegando aos poucos. Hércules, Thor, Viuva Negra, Garota Aranha, Senhor das Estrelas, Cavaleiro Negro e Feiticeira Escarlate. Suas capacidades especiais poderiam ser usadas em beneficio do bem comum ajudando os feridos e ajudando a ajudar quem já ali estavam. A chegada dessas "pessoas" causou estranheza aos olhos dos demais que ali estavam, mas toda ajuda era bem vinda. E embora o mundo já tinha ouvido falar da aparição de super seres de maneira ocasional, eles nunca foram vistos assim de fato, juntos em um único lugar...

O sintozoide autodenominado Visão tinha diminuído sua densidade até se tornar intangível. Escorregando por entre os escombros sólidos ele alcançou o subsolo da sede da ONU e se deparou com uma camara secreta onde uma capsula de animação suspensa abrigava um corpo de um garoto que franzino... A capsula estava trincada devido a destruição causada e aos poucos começou a rachar ainda mais. Não demorou muito e ela eclodiu-se deixando esvair um liquido verde e o garoto que estava lá dentro caiu no chão tremendo. O sintozoide com pena se aproximou oferecendo ajuda mas o garoto o empurrou para longe com uma força que ele parecia não possuir. O garoto leva as mãos a cabeça com uma expressão de dor e seu corpo começa a sofres espasmos musculares intensos... Seus braços cresceram de forma descomunal e começaram a ficar com a coloração verde... Logo seu corpo cresceu também de maneira disforme até se revelar um monstro de aparência disforme. Sem entender o que era aquilo, Visão ficou a olhar o rapaz monstruoso que saltou em direção a superfície...

Ultra entrou em contato com seu criador Hank Pym comunicando-o que fortes forças gravitacionais estavam influenciando no campo magnético da terra. E isso poderia causar uma grande catástrofe de proporções mundiais. Ultra tambem disse que estava tentando equalizar melhor o sinal mas a interferencia magnetica estava atrapalhando ele isolar esse sinal.

Pelo comunicador Tony Stark Contatou Rhodes. Através de uma frequência fechada e criptografada, Tony disse a Rhodes que tinha a localização de Franklin Hall graças a seus satélites geo posicionados. Ele estava no Alaska.

Antes que os dois pudessem responder aos comunicados, uma figura monstruosa e disforme surgiu saltando por entre os destroços e escombros de concreto que fora a sede da ONU. Ele urrava num misto de dor e fúria lançando-se contra o corpo de pessoas que estavam no local.


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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Ricardo Sato em Qua Maio 03, 2017 11:28 pm

Estava ainda próximo dos destroços em meio aos socorristas,homens de coragem e dignos de minhas felicitações,o clima estava tenso e triste...tão poucos sobreviventes naquela catástrofe.
Foi então que irrompendo do solo uma criatura surgiu e começou a jogar-se sobre as pessoas,a princípio acreditei ser um gigante,pensei que o facínora que havia destruído a embaixada estava de volta,depois ao ver sua falta de controle pensei que ao menos ele seria alguém digno do presente do combate....mas então ele se aproximou e eu o ouvi com mais clareza,dor,fúria,confusão...eu conhecia todos muito bem,talvez fosse melhor contê-lo para averiguar o que ocorre aqui.

-PROTEJAM-SE MORTAIS,esse oponente parece ter uma força digna de nota,levem todos a segurança enquanto o Leão do Olimpo o restringe.

Avanço contra ele,mas é apenas uma finta,o combate de submissão foi aprimorado por nós gregos e eu era o melhor entre os meus antes mesmo de tornar-me um deus,antes mesmo de lutar através dos milênios seguintes sem cessar,tento tomar as suas costas e começar a restringir seus ligamentos.

Estrangulei o Leão,imobilizei o Cão do inferno,usarei não só meu poder contra ti mas milênios de técnica...é melhor que pare criatura,ao menos até que eu descubra se você merece ser ferido ou não.

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Scorpion em Qui Maio 04, 2017 3:19 pm

Era extremamente difícil poder lutar ao lado daqueles homens sem sequer ter a menor noção dos poderes e capacidades de cada um. Hank Pym podia apenas notar que alguns deles eram donos de uma força extrema, mas pouco mais do que isso podia ser observado pelo cientista.

Hank: Ultra, continue tentando rastrear o sinal de onde vem a interferência magnética! Nós estamos contendo os danos por aqui, mas qualquer alteração de grande magnitude pode terminar de colocar tudo em colapso...

Foi quando o chão ruiu e uma enorme criatura verde e cheia de raiva saiu do buraco, saltando para cima dos corpos que já estavam lá. Não tardou muito e um grandalhão que se denominou como "Leão do Olimpo" se prontificou a segurar a criatura. Bem... Leão do olimpo não era exatamente um nome bom, mas certamente era melhor do que "Homem Formiga". A criatividade e o senso de ridículo de Hank Pym era inversamente proporcionais à sua inteligência. Ele gritou para o Leão do Olimpo.

Hank: Segure ele o máximo que puder! Temos que tirar os civis daqui! A estrutura dos prédios à volta pode estar comprometida pela explosão!

O Homem Formiga então ficou microscópico e assoviou para a formiga voadora.

Hank:

Ele montou nela e juntos alçaram vôo na direção do monstro. Pym, então quando estava bem próximo ao rosto da criatura saltou, agarrando-se aos pêlos de seu nariz.

Hank:

Então, Pym começou a deslizar por dentro do canal cheio e muco da criatura, descendo por um tubo pegajoso que deveria ser a faringe. Ele ativou as luzes de seu traje e colocou a máscara, pois deveria estar um péssimo cheio ali.

Hank: Ultra! Estou desdendo pelas vias aéreas de um ser humanóide. Envie pro meu computador de pulso um "mapa" das vias aéreas humanas, agora!

"Tomara que você seja humano", amigo... pro meu bem - pensava.

O Homem Formiga desceu até chegar aos pulmões da criatura. Se um grão de feijão entrar no pulmão humano, ele pode matar uma pessoa por asfixia. Só que a criatura parecia ser bem maior que um humano, então, Pym cresceu do tamanho de um "G.I. Joe", de aproximadamente 9cm. Então, ele agarrou os brônquios pulmonares da criatura e começou a puxá-los, para impedir que elas pudessem captar oxigênio.

Se ainda estivesse lutando com o Leão do olimpo, ele gastaria oxigênio muito mais rapidamente...

Hank: Vamos ver quanto tempo você aguenta lutar sem respirar, cara! GGGRRRRRRR!!!!

Puxava com força os brônquios.

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Qui Maio 04, 2017 7:49 pm

Certo, eu sou o Cavaleiro Negro!

Olá, sim... sim... Eu posso ajudar!

Há vários outros ali! Ora, puxa! Não só eu que sai com essas roupas hoje, claro!

Devo ter tido sorte hoje nos dados. Uma semana de boas rolagens.

Ajudo a todos ali como qualquer pessoa leiga e sem nenhum treinamento técnico em resgate poderia, mas tenho uma armadura muito legal e uma jaqueta que é marrom, tem estampas e dá um tom que me faz parecer sério. Afinal, sou um super ser! É isso, claro! Por isso vim até a ONU... E porque moro aqui perto, se não eu jamais poderia ter chegado tão rápido. Claro, sou só um sujeito que tem essa armadura e a espada que é um protótipo, mas eles esperam que sejamos uma espécie de "policial-bombeiro".

Fica óbvio para mim o quanto sou completamente inútil perto dos sujeitos ao meu redor... E alguns deles tem nomes de deuses de religiões extintas.

Pouco depois, quando estou distraído auxiliando mais pessoas que ficam em um misto de admiração e preocupação conosco (e tento fingir que não sou uma delas) uma criatura surge... dois dentre nós se prontificam a reagir com violência, enquanto rola essa iniciativa dos vingadores da ONU contra o ser... Eu saco minha espada.



Ligo e vendo que o sujeito que afirma ser o próprio Hércules que agarra o ser disforme que um dia foi o garotinho, ataco assim que os dois estão agarrados, penetrando pela lateral com a arma.

-Ataque de oportunidade!

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Renata C. em Qui Maio 04, 2017 9:43 pm



"I've been through the desert on a horse with no name
It felt good to be out of the rain
In the desert you can remember your name
'Cause there ain't no one for to give you no pain"


Reconstruir uma vida do zero não é uma tarefa fácil. Mas por outro lado, Natasha Romanova se sentia excepcionalmente livre, como nunca fora antes. A partir do momento em que abandonara a antiga vida, poderia ser quem ela quisesse. Trilhar seu próprio caminho. Para alguém que praticamente nasceu em meio a hierarquia militar, isso era muita coisa.

Natasha definitivamente não foi a primeira a ficar sabendo dos últimos acontecimentos. Não que seja culpa dela, afinal com o seu tipo de trabalho, é difícil ter uma noite de sono decente. Além disso o último "contrato" da noite deu um trabalho excepcional para ser capturado. Lhe dera muita dor de cabeça, além dos hematomas pelo corpo, claro.

A ruiva dormia um sono pesado em meio ao kitnet alugado no centro de Nova Iorque. Não havia glamour nenhum no local, pelo contrário, estava bem bagunçado. Não se importava muito com isso, tudo que precisava era um teto para dormir. Mas talvez já tivesse passado da hora dela jogar fora as embalagens de comida chinesa e caixas de pizza que se empilhavam sobre a pia.

Já haviam se passado algumas horas desde o atentado até o momento em que ela acordou, e não demorou muito para um lunático assumir a autoria do atentado. Claro, atacar a sede da ONU era simbolicamente atacar TODOS os países do mundo. Então, ficava claro que tal terrorista não atendia a uma nação, provavelmente era um sociopata com delírios de dominação mundial. Mas que havia conseguido seu intuito, de causar o terror na cidade e no mundo.

A russa imaginava quantas pessoas da imprensa estariam ali, e com certeza o que ela menos queria no momento era chamar atenção para si. Afinal não fazia muito tempo que tinha deserdado da KGB e ainda era uma imigrante ilegal nos Estados Unidos. Então ela estava receosa se realmente deveria ir até a sede da ONU.

Mas o seu coração mole e a vontade de ajudar falaram mais alto, então ela não teve como não ir até o local onde as equipes de resgate trabalhavam incessantemente para salvar possíveis sobreviventes que ainda estavam presos nos escombros. Ela havia mudado muito nos últimos tempos, era um fato. Anteriormente talvez não se importasse tanto.


Em roupas civis e as armas escondidas sob o casaco, a ruiva de beleza singular acabava por destacar-se em meio a multidão de curiosos, sabia algumas técnicas de primeiros socorros devido ao treinamento militar, e como haviam bem mais feridos que socorristas ali, a ajuda dela foi bem-vinda.

Além disso estavam sem sinal e essa falta de comunicação poderia levar ao caos. Natasha imaginava que seria uma longa noite contendo focos de tumulto pela cidade, até que com um ruído, aquele ser monstruoso surgia em meio aos escombros do local, atacando a todos que estavam em sua volta como em uma fúria cega.

Que diabos era aquilo? E o que estava fazendo no prédio da ONU? Bom, não era tempo de pensar nisso, precisava fazer algo!

Mas logo percebia que um grupo de homens se organizava e atacava a criatura, então Natasha se aproximou de onde ocorria o combate, não para entrar em confronto direto, mas para afastar as pessoas que estavam próximas a ele ou em seu caminho!

Seria sua prioridade no momento, mas também estava atenta para o resultado da investida dos heróis ao monstro. Para ajudar em seguida se a ação deles não surtisse o efeito esperado.
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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Leo Rocha em Sex Maio 05, 2017 8:13 pm

Tchalla assistia a tudo com bastante atenção. Sua atenção foi redobrada ao constatar a chegada de tantos seres com poderes e habilidades especiais. Ele os observava trabalhar e cooperar com as equipes de socorros e se frustrava por já não encontrar o culpado pelos ataques naquele local. Ele se detém um momento olhando os esforços de cada um, inclusive da mulher ruiva e do homem com roupa de jogador de RPG (sim, ele vira no Discovery o que eram esses jogos de simulação) que, mesmo sem poderes especiais, se lançavam a ajudar.
Apesar de reconhecer a gravidade da situação, Tchalla sabia em seu espírito que a melhor forma do Pantera Negra contribuir para amenizar essa dor causada pelo incidente de hoje era caçando o responsável. Ele então começou a rastrear qualquer possível pista que pudesse ter sido deixada nas proximidades.

Ele só interrompeu o trabalho ao ouvir o barulho e ver a criatura verde saltando dos escombros.

Sua primeira reação foi pensar que aquela era a caçada que ele precisa para aplacar seus instintos enquanto não encontrava o vilão responsável pela tragédia. Mas em um segundo pensamento, ele notou que os heróis já haviam partido pro confronto com a criatura. E uma coisa o intrigou: de onde ele havia surgido?

Aproveitando a confusão, Tchalla se lança na direção de onde a criatura veio. Ele tentaria investigar em meio aos escombros a origem da criatura e se ela tinha relação com o ataque ou algo mais sinistro.

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Pedro Malasartes em Sex Maio 05, 2017 10:21 pm

Eu estava pronto para partir assim que Tony me informou o paradeiro de Frank Hall. No entanto, um novo incidente adiou o meu plano de confrontar o terrorista. Debaixo dos escombros surgiu uma aberração disforme e esverdeada. Não tardou para que os pretensos heróis no local lidassem com ele. O sujeito vestindo pele de leão atacou o monstrengo de imediato, sendo seguido de perto pelo guri com sabre de luz. Esses fãs de Star Wars realmente não tem senso de realidade! Um terceiro indivíduo avançou na direção do monstro, mas desapareceu repentinamente no ar.
Enquanto isso, a ruiva assistia tudo de camarote. Provavelmente, ela considerou que era mais inteligente avaliar a situação antes de se envolver na briga. Não tenho razão para condenar a atitude dela, porque eu também tomei a mesma decisão.
Talvez os malucos fantasiados como deuses, cavaleiros ou jedi tenham poder de fogo suficiente para derrubar o grandalhão verde. Ou talvez não. Nenhum deles me inspirou confiança suficiente.
Como precaução nunca é demais, eu ativei o programa de reconhecimento facial instalado nos sensores da minha armadura para averiguar todos eles. Se a imagem de algum deles já esteve armazenada na rede digital, eu saberei. Embora alguns estivessem com os rostos cobertos, outros não estavam, como a ruiva e os supostos deuses. E caso eles não tenham competência para liquidar o verdão, eu terei de agir para garantir que nenhum inocente indefeso será ferido.
Conforme eu observava atentamente o desenrolar das primeiras ações do confronto, contatei Tony para solicitar mais informações sobre o autor do atentado desta tarde.

- Tony, ocorreu um imprevisto. Até que a questão seja resolvida, procure dados sobre Franklin Hall. Preciso do currículo dele. Ele não planejou esse atentado ontem. Talvez ele tenha suporte de alguma organização. Verifique suas conexões. Aguardarei uma resposta.

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Duda em Sex Maio 05, 2017 11:20 pm

Em algum Bar/Restaurante Hipster, Nova York

Nova York, a Grande Maçã, a Cidade que nunca dorme; todos adjetivos pareciam bastante aptos para essa cidade, pensava Pietro; ela quase, por muito pouco, conseguia lhe acompanhar, o que fazia dela o local menos entediante do mundo para um velocista.

Estava sentado no bar apreciando sua cerveja Belga, esperando que, com sorte algo de interessante acontecesse, ou alguém interessante aparecesse, porém sua mente não conseguia se desviar do assunto que estava lhe devorando: Wanda.

Continuava constantemente se questionando se havia feito a escolha certa em não deixá-la ficar com aquele homem, Charles Xavier; ele parecia entender a situação, não só de Wanda, mas como dele mesmo, porém confiança era algo que Pietro não dava com frequência, logo preferiu afastar aquele homem de sua família. Algo, que paradoxalmente, faria não muito tempo depois.

Wanda tem de aprender a se cuidar sozinha”, era o que justificava a si mesmo nesses momentos, seguido de “Será que tomei a decisão certa?”. Meses haviam passado desde sua partida, mas o peso de sua decisão ainda não se atenuaram.

-Uma cerveja por favor. Alemã de preferência se tiver, nada do mijo que vocês americanos tomam - Disse um homem se sentando no banco vago ao lado de Pietro. Ele parecia estar nos seus 60 e poucos anos de idade, com um cabelo grisalho e um porte físico de alguém que parece ter trabalhado com suas mãos a maior parte desses 60 anos.

-Chamar essas cervejas americanas de cerveja é um insulto - Falou em um alemão bastante fluente, após notar que o homem carregava um certo sotaque germânico em sua fala, algo que somente um ouvido bem treinado notaria.

- Tatsächlich. Woher kommst du mein Freund? “De fato. De onde você é meu amigo?”

- Nirgendwo in spezifischen. “Nenhum lugar em específico”

-Ich verstehe, es ist auch kein Mann, Wurzeln zu pflanzen, schließlich ist die Welt aus irgendeinem Grunde auf diese Weise groß, nicht wahr? ”Entendo, também não sou um homem de plantar raízes, afinal, o mundo é grande desta maneira por algum motivo, não?”

-Wahrheit. ”Verdade.”

-Und was bringt Sie nach New York junger Mann? ”E o que lhe traz a Nova York meu jovem?”

-Nichts Besonderes, ein guter Tourist, denke ich. ”Nada em específico, sendo um bom turista eu acho.”

-Ich kann aus seinem Gesichtsausdruck sehen, dass etwas stört Sie, Probleme mit den Mädchen zu wetten. ”Consigo ver pela sua expressão que algo está lhe incomodando, problemas com as garotas aposto.”

-So etwas Ähnliches, aber nicht genau wie, wenn Sie wissen, was ich ... vergessen, sagte ich nichts. “Algo assim, mas não exatamente assim, se é que me entende … esqueça que eu disse alguma coisa.”

-Se me permite lhe dar um conselho jovem - disse o homem em bom inglês, largando algumas notas no balcão e se levantando para sair - uma tempestade está por vir, e todos amigos são bem vindos numa hora dessas - já falando muito próximo da saída - e esta não é a hora de abandonar a sua irmã Pietro.

Para um ser super veloz, as palavras demoraram uma fração de segundo a mais do que deveriam para fazer sentido, porém no momento em que fizeram, Pietro correu (normalmente) até a saída para confrontar o homem, mas tudo que viu foram as ruas de Nova York, porém um som metálico, como de uma trombeta tocando, pareceu ecoar a distância. O homem desapareceu tão misteriosamente como surgira.

Voltou para dentro do bar onde notou a cerveja alemã gelada estava intacta no balcão no local onde o estranho estivera. Sentou-se novamente e com um grande gole terminou sua belga e pensou que ele não iria se importar de tomar a cerveja deixada para trás. Foi quando o chão tremeu. Estremeceu e todos no bar que estavam sentados se prostraram ao chão.

Pensou em terremoto, mas como nunca havia presenciado um, não saberia dizer ao certo o que acabara de acontecer. Outro tremor, desta vez seguido de um barulho estrondoso, que parecia vir de todas direções, como se uma enorme bomba tivesse explodido, não muito longe dali. O que não era muito diferente da verdade.

O mistério logo fora sanado com a transmissão pela televisão de um ser mostrando seu “poder” e exigindo armas e riquezas. Mas isso não era o que preocupava Pietro nesse instante, estava mais preocupado com o que encontrou do lado do copo derramado de cerveja alemã. Uma foto.



-Scheiße!

Correu sem se preocupar com quem quer que o visse. Correu com toda a sua velocidade para onde se encontrava esse tal de Franklin Hall, pois sabia que iria encontrar alguém mais lá.


PS: O jogador sabe que tomou algumas liberdades com o personagem e o post, caso o narrador não goste, possa ser mudado. O jogador também sabe que postou isso atrasado, mas como escreveu BASTANTE coisa, não quis jogar o post fora. Assim que mais alguns respoderm o atual post do narrador, o jogador irá postar suas ações de acordo com os acontecimentos mais recentes. rendeer

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Nikita em Sex Maio 05, 2017 11:43 pm

Wanda chegando ao local fica parada em choque por alguns segundos.
Aquilo era muito pior do que imaginara, mas a boa notícia é que não estava sozinha, haviam outros como ela.
Mas ela não poderia fazer “feio”, teria que se esforçar.

** Lembre-se, Pietro vai ficar orgulhoso...
- Espere... eu falei isso em voz alta?


Então um homem muito forte, de peito desnudo coberto por peles, saltou ferozmente para cima do daquela espécie de monstro gigante.

**Mas o que está acontecendo aqui?**
- Foco Wanda, foco!!!






Alguns somente observavam, outros tentavam ajudar, porém os ataques daquele monstro descontrolado poderiam ser fatais. Então tudo que ela pode pensar em fazer, era usar seus poderes para diminuir as chances do monstro acertar as pessoas, desta forma estaria protegendo seus aliados a não sofrerem ataques mortais.


Ela se manteria voando para ter uma visão melhor do que estava acontecendo.
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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Pedro H. Oliveira em Sab Maio 06, 2017 11:38 am

Ao chegar na ONU, percebi que diversas pessoas (muitas delas usando trajes e fantasias) haviam aparecido para ajudar. É engraçado que uma grande quantidade de pessoas assim surgem quando as pessoas mais precisam, inclusive me pergunto o que teria acontecido no 11/09 se todas essas pessoas estivessem por aqui ajudando a socorrer os presos no alto do WTC... infelizmente eu era uma criança que acabará de perder a mãe e nem sonhava em usar esse traje para ajudar os outros.

Mas hoje é diferente. Me articulo junto aos bombeiros para encontrar a melhor maneira de retirar os escombros sem deixar tudo cair... vantagens de se estudar engenharia, você acaba aprendendo uma ou outra coisa. Sempre que encontrava uma oportunidade, usava meu traje para descer a locais e resgatar pessoas sem me preocupar muito, pois eu estaria relativamente protegido.

Infelizmente tudo foi pro saco quando uma criatura grotesca e assustadora surgiu em meio aos escombros gritando e esmagando tudo. Era uma fera incontrolável, mas que imediatamente foi interceptada pelo maluco com pele de leão e o outro usando a armadura medieval. Não sei se estão fazendo isso coordenadamente ou apenas querem se mostrar como heróis. Enquanto eles vão atrás do monstro, minha preocupação vai pro outro lado: a situação aqui não tava legal, tava tudo instável e esse cara veio lá debaixo quebrando o que já não tava inteiro, então significa que a estabilidade do local pode ir pro negativo.

- Vocês! Saiam daqui imediatamente! - Grito para os policiais, bombeiros e paramédicos que ali estavam. Sigo até o sujeito de armadura e peço ajuda para ele.

- Cara, você tem algum scanner, raio x ou qualquer outra coisa que possa fazer uma analise da infraestrutura do local? Tenho medo que tudo desabe novamente, visto que não sei se esse cara desestabilizou alguma coisa. Se tiver como fazer isso pra mim e me passar os dados, posso encontrar uma forma de impedir um desastre maior.

Isso ainda não seria o suficiente. Nos ainda estávamos no centro de Nova York lutando contra alguém grande, sem contar que ainda podem existir pessoas soterradas aqui. Enquanto aguardo o da armadura me responder, sigo disparando contra as articulações do monstro para reduzir seus movimentos, sempre tomando cuidado para não acertar ninguém.

- Algum de vocês tem superforça ou algo assim? Precisamos tirar esse cara daqui o quanto antes! Ainda estamos no meio da cidade e acredito que ninguém queira danos colaterais na nossa conta!

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  El Cabron em Seg Maio 08, 2017 3:37 pm

Dados colhidos:
- Ser humano de compleição física ainda não desenvolvida por completo e de tenra idade, ou criança, em cápsula de animação suspensa.
- Cápsula avariada. Criança liberta. Oferecer ajuda.
- Alterações físicas em larga escala. Possível mutação genética?
- Ser em fuga e com aparente desorientação direcionando-se para superfície. Possivelmente perigoso.
Sugestão: evitar mais mortes e danos.


~ Tudo que Visão acabara de presenciar era, ao mesmo tempo, instigante e assustador. O que havia sido aquilo? Jamais havia presenciado qualquer tipo de alteração fisiológica tão rápida em qualquer ser humano. Pelo menos, não daquela maneira.
O computador interno do sintozóide trabalhava arduamente processando os dados colhidos, registrando-os e realizando sua devida catalogação, enquanto buscava colher informações em sua base de memória interna. ~



- ...

~ O sintozóide sabia que não tinha tempo a perder. Mais vidas poderiam estar em risco, e isso incluía a do próprio garoto, preso no corpo daquele ser. Em um primeiro momento levantou a possibilidade de lançar-se atrás dele, rendê-lo e, de alguma forma, procurar reverter tal transformação, se possível. No entanto, Visão encontrava-se em uma câmara que, aparentemente, mostrava ser muito bem guardada, longe de tudo e todos, estranhamente encontrando-se logo abaixo da sede da ONU. Perguntas estavam em aberto e precisavam ser respondidas. Possivelmente elas estariam ali.
O sintozóide, por fim, passava a explorar todo o local, em busca de quaisquer informações que pudesse colher à respeito da câmara, da cápsula, do garoto e do ser que havia se dirigido furiosamente para a superfície. O tempo corria. Não perderia mais tempo. ~


-> Colher dados sobre a base encontrada.
-> Cruzar dados com informações pré-adquiridas.

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Nasinbene em Seg Maio 08, 2017 3:38 pm

Nunca é fácil lidar com uma tragédia da magnitude desse ataque à ONU. As mortes, os danos (sim, para os mortais isso era quase tão doloroso quanto a perda de um ente querido) tudo isso refletia nos rostos dos presentes. Fora isso, havia a tensão tangível da ameaça que ainda pairava sobre o mundo. Imaginei que vindo aqui, onde outros super-seres estariam reunidos acabaria chamando a atenção do terrorista. Infelizmente, não foi o caso. Sendo assim, me ponho a ajudar como posso, removendo escombros e tentando resgatar alguns mortais. Vê-los assim me lembra do quanto eles são frágeis, fáceis de serem feridos. Chegava a ser injusto que, seres tão fracos estivessem expostos a tantas intempéries...
Como previ, muitos outros super-seres fazem mesmo que eu. Alguns nem tão supers assim, mas nem por isso menos dispostos a ajudar. Não conheço todos eles ainda, mas alguns me são familiares, como é o caso do Olimpiano. Me pergunto como é possível que, mesmo passando tanto tempo entre os mortais ele não seja afetado por seu modo de vida como eu fui... reflexões para outro momento, com certeza.
Noto que um dos recém chegados não se envolve diretamente nas ações de resgate, preferindo ficar a espreita, tal como os felinos fazem. Não sei exatamente qual era a dele... talvez seja melhor manter um olho aberto aqui...
Foi quando aconteceu. Mais uma vez, a merda bate no ventilador e dos escombros surge uma estranha criatura esverdeada. Parece ser bastante forte, dada a quantidade de entulho que ele removeu ao sair do solo. Aperto firmemente o cabo do Jarnbjorn, já me preparando pra decepar ao menos um membro da criatura quando vejo três dos presentes se lançarem ao combate. Entre eles, o Olimpiano. Ao mesmo tempo, vejo nosso amigo felino se lançar no buraco de onde o bicho saiu. Fico pensando por um segundo: ou esse cara está de alguma forma envolvido no ataque ou tá indo em direção a uma emboscada. Nenhuma das hipóteses me agrada, então decido ir atrás dele. Assim que ele desaparece no buraco, fico observando da borda e salto logo atrás dele. Quando.pouso, faço questão de chamar a atenção dele. Duvido que ele possa me ferir, de qualquer forma:

- Vai a algum lugar, amigo? Espero sinceramente que não tenha nada a ver com o monstro lá fora... seria uma pena ter que matar você aqui...

A hora de falar manso com as pessoas já passou. Vamos ver que apito esse cara toca... se eu não gostar da canção, quem vai cantar vai ser meu Machado...

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Guima em Seg Maio 08, 2017 8:47 pm

Hércules

Com habilidades e a experiencia de milenios, Hercules se lança contra a criatura usando do pancracio como forma de apressamento. Os braços fortes do olimpiano que ja foram capazes de sustentar os céus se agarram contra as costas da criatura verde apertando com uma força descomunal. Hercules era capaz de ouvir os estalidos de ossos se partindo e musculos sendo rompidos. A criatura verde começa a gritar de dor... e da dor surge o ódio... Os olhos da criatura começam a brilhar num verde intenso e seus musculos começam a se regenerar rapidamente - crescendo e tonificando-se cada vez mais... Ele consegue se desvencilhar do abraço do leão do olimpo e no momento em que escapa vira-se para Hercules olhando-o de cima - A criatura verde tinha aumentado sua massa e seu tamanho.

Me deixe em PAZ!!!!! Urra a criatura com sua voz gutural e em seguida desfere um poderoso soco contra o olimpiano, lançando-o ao chão violentamente.

O impacto do golpe causou uma onda de choque jogando os civis que estavam próximos longe dali.

Homem Formiga

Dentro do corpo da criatura, Pym pegou uma carona indo até os pulmões usando as vias aéreas como caminho mais rapido. A respiração forte da criatura fez com que a viagem fosse rapida. Porem Ultra o advertiu dizendo:

Ultra: Senhor, seja lá o que o senhor tem em mente eu espero que seja rapido. Detectei altos indices de radiação emanando do corpo do monstro. A exposição pode ser letal, eu sugiro que o senhor saia dai em 40s para evitar envenenamento por radiação.

Enquanto Ultra dizia os perigos de estar dentro do corpo do monstro, Pym tentava causar o maior estrago possivel nos pulmões do monstro. E dado os gritos que ele estava ouvindo dali de dentro, estava surtindo o efeito desejado.

O monstro se contorcia e chegou a cair de joelhos apertando o peito com suas musculosas mãos... Ele tossia ferozmente como se estivesse engasgando-se com algo.

Dentro da criatura Hank notou que para cada ferimento que ele fazia no interior da criatura, ela se regenerava e o tempo dele estava se esgotando....

Cavaleiro Negro

Vendo a criatura de joelhos, o Cavaleiro Negro se lançou contra o monstro brandindo sua espada de luz. Mas ao gritar ATAQUE de OPORTUNIDADE ele chamou a atenção do monstro que o esbofeteou com um tapa como se fosse um inseto.

Viúva Negra.

Preocupada com os civis que estavam desgarrados no meio da peleja entre o monstro e os demais, Natasha correu até os civis observando todo o campo de batalha e procurando uma rota de fuga mais fácil e segura para tira-los de lá. Os olhos afiados da espiã encontrou um caminho entre o caos e liderando o grupo de civis os levou a uma estação de metrô proxima dali. O ideal era retirar o monstro dali ou algum veiculo de grande porte retira-los de lá mas o local escolhido por Romanoff iria servir, ao menos por enquanto.

Enquanto levava os civis até a estação, Natasha percebeu que um individuo com trajes de pantera se lançou no meio do caos entrando pelo mesmo local que a criatura havia surgido. O que será que ele estava procurando?

Pantera Negra.

Se embrenhando por meio do caos, Tchalla se aproximou dos destroços de onde o monstro surgiu e viu um grande buraco que dava a um túnel subterrâneo. Descendo com cuidado por entre os pedaços de concreto e ferro distorcido, o Pantera Negra alcança " terra firme"  e logo se dá conta que estava em uma instalação subterrânea abaixo da de das nações unidas. Caminhando sorrateiramente até chegar num foço de elevador, Tchala escorregou pelos cabos de aço no foço e caiu no que parecia um laboratório. Lá encontrou uma capsula que parecia abrigar algum tipo de espécime ou experiencia. Mas a capsula estava vazia e destruída como se tivesse sido quebrada de dentro pra fora. Ao se aproximar da capsula, Tchalla notou que não estava sozinho no local, um ser estranho mas humanoide estava flutuando no local. Ele observava a sala como se estivesse aprendendo sobre o local ( caso haja duvida, a pessoa na sala é o Visão)

Homem de Ferro.

Ativando seu programa de reconhecimento visual para cruzar dados sobre as pessoas que estavam ali naquela contenda, Rhodes foi avisado que no momento isso seria impossível devido ao fato da rede de computadores estar offline no momento, mas mesmo assim o porgrama fez o reconhecimento facial de todos ali e salvou as imagens para uma pesquisa posterior. Ainda sem entrar diretamente na batalha, Rhodes contatou Tony através da comunicador exclusivo das industrias Stark.

- Posso levantar isso pra você Rhodes, mas vai levar tempo uma vez que os serviços de telecomuniações estarem indisponíveis no momento. Mas eu sou Tony Stark então você sabe que impossível é uma palavra que não existe no meu vocabulário. Até lá você poderia testar a armadura em combate para conhecer seus limites para que podemos melhora-la. Fora que isso, traria uma puta publicidade positiva pras industrias Stark não é mesmo? O que você está esperando, use a tecnologia repulsora no bicho.


Disse Tony com um sorriso no rosto aparecendo na realidade aumentada do interior do campo visual da armadura do Homem de Ferro.

Mercúrio

Assim que o homem misterioso que conversou no bar com Mercurio desapareceu, Pietro voltou para o interior do bar onde antes das imagens da TV ficarem fora do ar, mostrou a localização do ataque terrorista. O lugar era a sede da ONU em N.Y. Sem deixar rastros, Pietro já se encontrava no local onde no meio da multidão pode ver a briga entre alguns meta humanos contra um monstro verde. A multidão em polvorosa atrapalhava sua visão. Ao ver sua irmã levitando acima do chão ajudando os outros meta humanos no combate, Pietro ficou feliz em reencontra-la porem a criatura verde furiosa com a batalha começou a lançar diversos pedaços de concreto e pedra para todos os lados... Muitas delas indo em direção de onde Pietro estava junto aos demais civis. Pietro via as pedras no ar em Câmera lenta... mas as pessoas as olhavam atonitas paralisadas de medo. Seria ele veloz o suficiente para impedir a morte daqueles civis?

Feiticeira Escarlate

Usando de seus poderes de alterar as probabilidades, Wanda era capaz de diminuir as chances dos ataques do monstro verde serem letais. Mas mesmo para seu poder, a destruição causada pela criatura era demais, e Wanda começava a dar sinais de exaustão, seus poderes de alterar as probabilidades exigiam muito de sua mente e de sua força de vontade. O estopim foi quando o monstro lançou um pedaço enorme de concreto do tamanho de um carro na direção de Wanda, imediatamente a mutante com seus poderes de alteração de probabilidades causou uma explosão que transformou as pedras em diversos fragmentos que foram redirecionados aos civis... Assustada com aquilo Wanda olhou atônita em direção dos fragmentos... E surpresa, não deixou de notar alguém que lhe era muito querido... Seu irmão, Pietro.

Senhor das Estrelas

O senhor das estrelas era racional e buscava uma solução para colocar a luta longe dali. Ele se aproximou do homem de ferro questionando-se se o mesmo tinha equipamentos para escanear e identificar danos estruturais no perímetro onde estavam. Mas antes de obter uma resposta, Quill notou que o monstro ficou enfurecido e começou a lançar pedras para todos os lados. Apos se esquivar de um bloco de pedra, Quill voou em torno do monstro atirando em diversos lugares e articulações do seu corpo limitando seus movimentos e evitando que ele continuasse a lançar as pedras. Mas a ação do Senhor das Estrelas estava deixando a criatura verde furiosa e ela deu um tapa sonico causando uma onda de choque que atingiu Quill em cheio.

Visão

Decidindo ficar no local ao invés de deter a criatura, o Sintozoide observava e assimilava as informações na camera. Havia resquícios de radiação gama. Havia também DNA humano e seus sistemas decodificaram o DNA mostrando que a o ser humano havia sido exposto a tal radiação que havia alterado seu DNA de forma permanente. A analise do DNA também fora capaz de identificar a idade do ser humano, cerca de vinte anos. O monstro não passava de um ser humano.

Ainda em busca de informações, o sintozoide foi em direção a um monitor e ligando-o foi capaz de ver imagens câmeras que vigiavam um laboratorio. Pelas imagens, Visão identificou que o laboratorio parecia um tipo de prisão improvisada. Placas de um vidro super resistentes guardavam dentro dela uma pessoa. Essa pessoa estava no canto, lendo um livro, não parecendo se incomodar de estar ali, naquele cativeiro. Antes de tentar encontrar o local que a camera revelava, os sentidos sinteticos de Visão localizaram um intruso entrando no local, ao se virar para observar quem era, o Sintozoide viu uma criatura que vestia e se movimentava como um grande felino se aproximar... e logo atrás dele um homem que possuia a compleição de um guerreiro Viking.

Thor

Ignorando a contenda, Thor decidiu seguir o Pantera Negra. O Asgardiano deixou o Pantera tomar alguma distancia para que ele não percebesse sua presença e assim o fez. Quando o Pantera chegou no subsolo, Thor saltou do alto pousando no chão amortecendo a queda com os músculos de sua perna. Com a Jambjorn em mãos, Thor se aproximou do Pantera ameaçando-o


Thor: - Vai a algum lugar, amigo? Espero sinceramente que não tenha nada a ver com o monstro lá fora... seria uma pena ter que matar você aqui...

Thor não estava afim de conversa, na verdade ele era de poucas palavras, seria o Pantera um oponente a altura?

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Re: Capitulo I - Atos de Vingança.

Mensagem  Ricardo Sato em Seg Maio 08, 2017 10:16 pm

A criatura desvencilhava-se e o golpeava com força tremenda,mas nada que Hércules já não tivesse sofrido,estava claro que o ser tinha poder o bastante para receber o presente do combate,mas Hércules se perguntava se ele merecia ou desejava o presente.O leão tinha a impressão de que o local de sua chegada não havia sido uma coincidência,sentia que seu pai o insconstante como o céu que governa Zeus o tinha guiado a aquele encontro...mas para que?

Para matar a criatura,ou para salvá-la como era o juramento do príncipe do poder para com os mortais?
Ele pedia por paz,mas causava enorme destruição,mas Hércules sabia bem como era sentir infinita raiva e ter infinita força...pois era isso o que tinha,sua força não podia ser calculada quando era um mortal...como um deus,o deus da força, ele veio a perceber que seu poder se comparava ao feito pretendido.

Hércules ergue-se,sentira o golpe mas estava ileso,seu vigor comparava-se ao dos deuses e isso quando ainda era um mortal e além disso tendo chegado a pouco ele ainda estava usando a pele do leão,uma armadura perfeita,também tinha na cintura uma arma poderosíssima,a indestrutível maça dourada,feita do metal da lendas e encantada pelo próprio Efaísto...mas Hércules não sacou sua arma,mais do que isso ele retirou e amarrou a cintura a pele invulnerável e então bradou atraíndo a atenção do monstro e de muitos ao redor.

-CHEGA!!!!!!!!

Hércules avança impedindo com suas mãos os braços do homem verde de continuarem a arremessar pedras e olha profunda e sinceramente em seus olhos enquanto fala.

-Saiba criatura que apesar de que muitas mentiras carregadas de inveja tenham criado várias versões de meus feitos é verdade que conheço a loucura da fúria e por isso lhe digo....se quiser a paz eu lhe ajudarei a conseguí-la pois penso que você talvez seja um dos mortais a quem eu,Hércules devo proteger.

-Mas olhe ao seu redor...eles também estão sob minha proteção,eles também só querem paz e se for seu intento continuar a colocá-los em perigo então eu serei seu oponente e lhe darei o presente do combate com todo o poder que o filho de Zeus possui.


Hércules não se colocava em meio ao perigo por glória(ou apenas por glória)como fazia antigamente,não gostou das interferências mas sabia que o bem estar dos mortais era mais precioso que seu combate honrado e por isso nada falou aos heróis que ali se reuniam,mas esperava que eles entendessem sua ação e a respeitassem.
Não sabia o que era essa tal "super-força" que um dos mortais havia mencionado...seria uma nova tecnologia dos mortais?O que teria de diferente da força que sempre conheceu?

Mas isso não importava,ele tinha a força de Hércules e isso teria que bastar,sempre bastou.

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