Livro 1: Ás de Copas

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Livro 1: Ás de Copas

Mensagem  Pedro H. Oliveira em Qui Abr 27, 2017 12:31 am


O Pássaro Negro cortava os céus do centro-oeste dos EUA numa noite estrelada. Dentro do veiculo aéreo estava um grupo de mutantes que se denominada os X-Men que há pouco mais de uma hora recebeu de seu mentor, o Professor Charles Xavier, a noticia que uma nova assinatura mutante havia sido detectada em Los Angeles e eles precisavam ir imediatamente para o local.

Pilotando o jato estava o filho do Professor, David Xavier ou Legião. David havia retornado de um longo período na França onde fazia seu mestrado em psicologia e agora decidiu ajudar seu pai no Instituto e com os X-Men. Em certo momento da viagem, Legião liga o piloto automático e começa a passar as informações para o resto da equipe.

- Então gente... sei que muitos de vocês não me conhece e devem ter ficado surpresos por eu ter vindo nessa missão assim de surpresa. Meu pai me pediu para vir nessa missão, pois não estamos lidando com um mutante emergente qualquer. O sinal captado pelo Cérebro, segundo o Professor Xavier é um dos mais forte que ele já viu em todos esses anos, então devemos ficar preparados para o pior. Além disso, podem ficar despreocupados, pois não irei intervir na ação de vocês até que seja extremamente necessário, pois sei que vocês já tem treinado há um bom tempo juntos e já tem suas próprias estratégias e planos de ação.

David então apresenta a todos um mapa holográfico do local onde o sinal foi detectado: era uma região suburbana da cidade, com uma boa quantidade de casas, ruas que se cruzavam e uma escola secundária ao final de tudo.


Após cerca de 40 minutos de voou, o jato chega ao local determinado pousando no campo de futebol americano da escola e automaticamente ativando a camuflagem. Por ser no meio da noite, eles não teriam muitos problemas em se locomover pelas ruas e ir ao encontro do alvo. Antes de saírem do avião, cada um dos membros da equipe recebe um comunicador e um rastreador que podia direciona-los no local, porém ao pousarem, o time já encontra a primeira dificuldade: Toda a região estava completamente congelada! E não era devido a alguma nevasca ou coisa parecida, era como se a temperatura de todo o local tivesse caído drasticamente e congelado tudo ao redor. Nas ruas era possível até mesmo ver pessoas completamente petrificadas.

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Re: Livro 1: Ás de Copas

Mensagem  Pedro Malasartes em Qui Abr 27, 2017 1:33 am

Depois de um longo período de treinamento no Instituto Xavier, finalmente fomos convocados para colocar em prática tudo o que aprendemos. Era nossa primeira ocorrência mutante. A tensão de todos era notável. Assim que aterrissamos, tomei a liberdade de determinar diretrizes.

- Lady Mental, você poderia nos cobrir com uma camuflagem psíquica? Os moradores desse bairro poderão nos identificar. Para a nossa integridade, é melhor que ninguém tenha recordações dos acontecimentos a seguir. Em seguida, faça uma busca pela mente do nosso amigo mutante.

Foi estranho falar dessa maneira, pois nossa equipe ainda não elegeu um líder de campo. Certamente, dividirei opiniões. Mas não temos tempo para discutir cadeia de comando. A menor hesitação pode nos prejudicar.
Logo depois constatamos que os moradores das redondezas estavam praticamente congelados, como se a temperatura ao redor deles tivesse bruscamente sido reduzida. Diante dessa descoberta, eu não pensei duas vezes, optei por combater frio com fogo.

- Tocha, será que você é capaz de emanar uma onda de calor para descongelar os moradores? Eu creio que valeria a pena tentar. Desde que você não transforme eles em churrasco, é claro!

Então aguardei o resultado das ações de Lady Mental e Tocha Humana. Seria arriscado avançar sem antes entender o que estamos enfrentando. Provavelmente, o novo mutante que procuramos causou isso tudo. Se for o caso, esse mutante não tem controle algum de seu dom e talvez seja poderoso demais para ser convencido a receber nossa ajuda. Quanto mais poder temos, mais achamos que não precisamos de ninguém. É uma daquelas ocasiões em que eu gostaria de estar errado. Porém, meus instintos dizem o contrário.

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Re: Livro 1: Ás de Copas

Mensagem  Scorpion em Qui Abr 27, 2017 8:02 am

Paige não pôde evitar... quando soube que iriam pela primeira vez em missão, ela foi para o seu quarto e vomitou no banheiro. Não, ela não estava grávida! Nem poderia, ora mais! Mas era muito nervosismo. O que viam na sala de perigo era real, mas não era, por fim... se qualquer coisa acontecesse, alguém desligava o equipamento e logo poderia ir para a enfermaria. Não era mais esse o caso.
A missão parecia ser simples como "pedi pizza, mas eles estão sem motoqueiro. Pode ir pegar? Aqui está a grana..." Ela já havia feito isso para os seus pais, com a diferença que a pizza agora podia ler sua mente, ou tacar raios pelas mãos, ou ter escamas, ou...

Depois de perder todo o café da manhã, a jovem colocou o uniforme que havia sido lhe cedido. O professor já havia lhe explicado que o seu uniforme era diferente do dos outros. Ele era extremamente mais frágil, justamente para que ela pudesse trocar de pele com facilidade. Dentro de uma mochila ela colocou mais dois ou três uniformes, afinal, uma moça de família católica não podia ficar andando por aí nua.

Quando chegaram, Scott... não, Ciclope! Tinha de se lembrar que em campo, ela não era Paige Guthrie, mas sim Escalpo... os codinomes eram importantes para a segurança social. De qualquer maneira, Ciclope já traçou uma parte do plano de ação. Ele sequer falou com ela... talvez não confiasse que a garota daria conta, ou então porque não havia nada em que ela pudesse ser útil naquele momento. A segunda resposta parecia mais adequada, mas uma não eliminaria a outra... na verdade, Paige estava fugindo da responsabilidade. Ela até achava melhor ficar na dela, sem ter nenhuma tarefa específica e não precisar decepcionar seus companheiros. Na sala de perigo, ela era sempre a primeira a pedir "penico".

Porém, a timidez e a vergonha da jovem não a faziam uma inerte. Ela era quieta, mas não uma ameba... ao contrário, era até uma garota inteligente demais para a sua idade. Por esta mesma razão, quando o professor Xavier explicou para ela como funcionavam os seus poderes, ela entendeu que deveria conhecer os mais diversos tipos de materiais possíveis, o que incluíram diversas visitas ao laboratório, e uma pilha de livros de química, física e biologia sob sua cama, com horas a fio de leitura pela madrugada. Depois de todo este tempo no instituto X, Paige já havia conhecido umas dezenas de produtos químicos, além de ter tido contato visual com diversos metais mais raros, como as lentes dos óculos de Scott e o metal que revestia o Pássaro Negro... cujo o qual ela mudou sua pele.

Seu poder não era nojento, mas era um tanto bizarro. A pele fazia um barulho meio lento, como se tivesse descolando um velcro do outro. Quando caía no chão, a pele logo se esfarelava em poucos segundos, não deixando muitas pistas de quem esteve lá.Para Paige, o grave problema disso era que ela ficava nua, e isso a embaraçava muito!

Paige: Por favor, não olhem...

Ela não falava em tom muito alto. Até porque, ela era uma garota de 16 anos, com dotes não muito proeminentes e ali estavam homens com músculos saindo pelas orelhas, o que é que iriam se interessar numa adolescente daquelas, ainda mais com alguém como a Vampira no avião. Ela então colocou rapidamente um novo uniforme por cima da sua pele. Podia ser que alguém olhasse com cara de "já está usando seus poderes? Porquê?"


Paige: O Pássaro Negro ele... o metal dele foi feito pra voar à grandes alturas e em alta velocidade. Pelo que li, esse metal aguenta temperaturas muito abaixo de zero, sem congelar ou rachar...

Não que precisasse dar explicações, mas era bom que a equipe pelo menos percebesse que a garota ao menos tinha cérebro e que estava ali, por eles.
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Re: Livro 1: Ás de Copas

Mensagem  Nikita em Sex Abr 28, 2017 2:07 pm

E finalmente chegou sua primeira missão.... a primeira missão de muitas!? E se tiver que encostar em alguém? E se tivesse que socar alguém? Até que não seria uma má ideia! E se tivesse que...
Até que seus pensamentos são interrompidos pelo filho do Xavier:

- Então gente... sei que muitos de vocês não me conhece e devem ter ficado surpresos por eu ter vindo nessa missão assim de surpresa. Meu pai me pediu para vir nessa missão, pois não estamos lidando com um mutante emergente qualquer. O sinal captado pelo Cérebro, segundo o Professor Xavier é um dos mais forte que ele já viu em todos esses anos, então devemos ficar preparados para o pior.


Vampira pensa:
(Ótimo!! Desde que eu não tenha que por minhas mãos nele)

- Além disso, podem ficar despreocupados, pois não irei intervir na ação de vocês até que seja extremamente necessário, pois sei que vocês já tem treinado há um bom tempo juntos e já tem suas próprias estratégias e planos de ação.

(A pronto... Agora o bonito vem mandar e na hora da ação vai ficar só olhando, azar o dele)

Vampira segue em seus pensamentos, já conhecia praticamente todos, porém mantinha-se mais calada, era difícil ser sociável, para uma pessoa impossibilitada de sentir calor humano.
Saindo do jato, parecia um local encantador.... Até sentir sua pele quase queimar de frio.

Ela era resistente, mas mesmo assim, a temperatura ainda a afetava.

(E o Ciclope já começou a mandar.... )

Olhando para seus colegas ela observa que Paige já começa os trabalhos, Vampira observa a garota trocando de pele, sente um pouco de inveja, ela tendo que cobrir a sua pele enquanto a mesma se despia.




Vendo o embaraço da garota ela tenta quebrar o gelo:

- Ainda bem hein! Pensei que só eu estava com frio aqui!
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Re: Livro 1: Ás de Copas

Mensagem  Ricardo Sato em Sex Abr 28, 2017 9:26 pm

Uohhh-uohhhh uahhh...!!!

Desço da nave e escorrego um pouco...não que não estivesse acostumado a andar com neve,havia por exemplo vivido por anos no Canadá e na Rússia(mais ou menos)...eu só não esperava encontrar neve nenhuma e estava distraído.Pensava em como entendia o tal David,cheguei meses antes mas ainda sim tinha "chegado tarde pra festa".

Deixo isso de lado em vista do cenário e deslizo habilmente pelo solo(o dupe do Canadá tinha ficado muito viciado em Hokey e até tinha uns ossos quebrados quando foi absorvido...ai)e tento verificar se tinha alguém respirando.

Ciclope começava a falar...esse era um que adorava a própria voz,quando vejo que não é comigo volto a fazer o que fazia e ai é a vez da loirinha dizer "Por favor não olhem"....qualé todo mundo sabe que isso tem o efeito contrário,eu é claro olho e mesmo sabendo disso dos treinos levo uns mili-segundos pra lembrar que ela não está sendo "ousada",viro a cara de lado e ofereço meu casaco...não sei quantas uniformes ela tem.

-Se quiser...sabe como é,só pra garantir.

E então ouço aquela voz de veludo e aquele sotaque sulista surgir e presencio mais um belo momento de apoio feminino...até alguém pegar fogo ou começar a flutuar por ai.

Balanço os braços depois os cruzo um sobre o outro e dou uns 4 pulinhos batendo meus pés no chão.

-Um....

(dupe)-Lerigooo,lerigooo.... jocolor

-Two....

(dupe)-Uahhhh...que sono.  Sleep

-Trés...

(dupe)-Tal mudança climática em nível tão elevado e repentino,certamente as análises estavam corretas. study

-Shi...

(dupe)-Vamos,vamos,vamos...não temos tempo a perder. bounce

-Vocês dois peguem kits de primeiros socorros e cobertores na nave e vejam o que podem fazer pelas pessoas,e vocês peguem luzes de emergência e espalhem pelas ruas ao redor pra desviar o trânsito....se encontrarem um carro de polícia por ai usem o rádio,vocês se lembram dos códigos de comunicação daqui?...e vejam se o Harry tá na central,se tiver peçam pra ele dar uma enrolada e digam que aquela dívida do poker morre.

-E aí senhoras e senhores,podemos ir....esse garoto/a não vai ficar menos assustado que isso,hora de canalizar meu conselheiro estudantil interior.
(literalmente,fui um no Oregon).


Última edição por Ricardo Sato em Sab Abr 29, 2017 1:44 am, editado 1 vez(es)

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Re: Livro 1: Ás de Copas

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Sab Abr 29, 2017 1:22 am

- Ainda bem hein! Pensei que só eu estava com frio aqui!
-Não seja por isso, mon cherie. As coisas estão para se aquecer... Por isso peço que fique perto de mim, seu poder pode ser útil caso um mutante tenha feito isso tudo.

Não entendi qual era do garoto de óculos vermelhos, mas ele já sai mandando desesperadamente. Será que as pessoas não são capazes de agir por si dentre os alunos?

Curioso, mas como ele não falou comigo continuo olhando ao redor. Enquanto um rapaz se multiplica eu ponho o baralho perto dentro das mangas, será rápido saca-lo e arremessa-lo. Algumas cartas irão voar sem eu nem precisar usar as mãos.

Seja quem for a nossa "Elsa", como sugere o "Homem-Multiplo" não vou deixar mudanças de clima me acertarem.
Ele aliás atua com eficiência, eu observo próximo do Ciclope e da Vampira. O comentário de "agirei só se precisar" me deixa com uma pulga atrás da orelha se ele sabe com o que estamos lidando.

Não demonstro isso, apenas me posiciono pronto para o caso da Vampira ou ele se tornarem alvos. E me mantenho com aparência de displicente, enquanto estou atento à tudo.

Se eu não chamar atenção consigo proteger a equipe melhor.





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Re: Livro 1: Ás de Copas

Mensagem  El Cabron em Sab Abr 29, 2017 6:54 pm

~ Durante todo o percurso, Logan permanecera de olhos cerrados, realizando um tipo de meditação que aprendera nas montanhas japonesas. A viagem pelo Pássaro Negro havia transcorrido mais rápido do que imaginava. Embora tivesse vivido grande parte de sua vida no Japão, terra das mais diferentes e novas tecnologias, nunca fora um amante das mesmas.
Antes mesmo de pousar, Logan abrias os olhos, saindo de seu estado de reflexão, e passava a observar todo o terreno do local onde pousariam. ~


- Que tipo de demônio seria capaz disso?

~ Sussurrou para que apenas ele ouvisse, enquanto analisava o local, completamente congelado. Era irônico que, depois de tanto tempo, voltasse a trabalhar com uma equipe, mas, de certa forma, aquilo parecia lhe trazer uma sensação de paz que há muito procurava e não encontrava, embora jamais admitisse aquilo.
Ao descerem, sentia o gélido vento tentar cortar sua pele. Sem dúvida, aquele local não tinha nada de amistoso e, aparentemente, toda a população encontrava-se congelada, o que aumentava sua suspeita de possíveis hostilidades no lugar.
Enquanto pensava em qual seriam os melhores passos a serem dados, o canadense escutava as ordens dadas por Ciclope. Após as mesmas, Logan encarou o rapaz como se ele acabasse de proferir as mais absurdas palavras que ele já tivera escutado. ~


- Descongelar eles? Ficou louco? Vão estar tão desnorteados que irão pensar que fomos nós. Além disso, não sabemos a natureza do responsável por isso. Essa deve ser nossa última ação, garoto. Rapaz tocha, nem pense em descongelar esse povo todo.
Temos que descobrir a origem do problema primeiro...


~ Logan então parava de frente a todos do grupo. Olhava para a direção que apontava o norte e dirigia a palavra aos demais colegas. ~


- Temos uma telepata no grupo. Se ela fizer uma sondagem das frequências mentais, vai poder localizar o mutante responsável por isso, já que tirando a nossa presença, todos os outros estão congelados por aqui. Não devemos demorar. Vai amanhecer em algumas horas...

~ Wolverine, por fim, aguardava a decisão do grupo para que, assim, pudessem seguir em frente. ~

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Re: Livro 1: Ás de Copas

Mensagem  Guima em Sab Abr 29, 2017 7:57 pm

Jean não sentia-se confortável na escola de Xavier. Muitos olhares incautos e curiosos vinham em sua direção... E mesmo que algumas pessoas não diziam nada sobre ela, ela sabia. Afinal ela era uma telepata poderosa, e mesmo com sua mascara de ferro que "abafava" seu poder, ela era capaz de ler pensamentos superficiais e instantâneos. "Esquisita, estranha, monstro..." essas eram as palavras que eram ouvidas pela mente de Jean. Embora estivesse acostumada, "ouvir" aquele tipo de coisa era bastante constrangedor e triste. Mas isso uma hora ia passar- pensava Jean como se fosse um mantra.

Xavier então os envia para uma missão. Resgatar um mutante. Jean ainda achava que era necessario aprimorar melhor suas capacidades . Jean chegou a questionar Charles por isso, mas ele disse que a missão era importante e fazia parte do treinamento... Em silencio Jean deixou a sala do professor e seguiu em direção ao passaro negro onde os demais X-Men ali estavam.

Ciclope, Vampira, Gambit, Wolverine, Escalpo, Homem Multiplo e Lady Mental. Nomes bastante caracteristicos para um grupo de parias da sociedade e deslocados.

Tudo bem Jeannie... vai dar tudo certo. Você só precisa relaxar - Durante toda a viagem, Jean não emitiu nenhum som da sua voz ou iniciou uma conversa psiquica. Ela não queria fazer laços e nem amizades... Ela só queria ficar em paz.

Os X-men chegam em seu destino e logo Ciclope da as ordens. Ele diz para que ela crie uma camuflagem psíquica... Depois Wolverine sugere que eu faça uma sondagem psiquica nos arredores e busque o mutante em questão. Todos parecem saber usar os meus poderes melhor do que eu aparentemente...

De fato as sugestões são boas mas inicialmente eu tento contato psíquico com as estatuas de gelo. Preciso saber se existe algum resquício de consciência, se elas estão vivas ou não. Se estiverem usarei da minha telecinesia e tentarei agitar as moléculas de gelo para que elas comecem a se fragmentar de dentro pra fora sem causar grandes danos as pessoas. Essa não é nossa missão, mas pretendo salvar vidas primeiro...

Alguém? Me deem uma resposta, um susurro, um murmurio, uma simples manifestação inconsciente basica de instinto. Vim para ajuda-los, não temam...Sou amiga.

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Re: Livro 1: Ás de Copas

Mensagem  Drako em Dom Abr 30, 2017 1:54 pm

Primeira missão do grupo, fomos atrás de um Mutante que aparentemente é poderoso. Ele é um dos bonzinhos ou um dos pirados? Ninguém diz. Sabe... ter um briefing mais detalhado ajudaria nesse tipo de aventura. Tem uns 3 caras que conseguem ler mentes no nosso grupo, um perfil psicológico do nosso novo companheiro poderia vir a calhar.

Chegamos na cidade marcada e ela está toda congelada. Não só a cidade, mas os moradores também. Ciclope pede para eu tentar descongelar a galera, isso eu posso fazer. Quando me preparo para entrar em chamas, o Wolverine diz que aquilo é uma maluquice e pede para eu não fazer. Tem o que? Dois minutos que estamos em missão e eles já estão querendo medir quem tem a maior caceta. Ótimo.

Enquanto esses dois brigam pra ver quem é o macho alfa, escuto a vampira dizer que está com frio. Já que estamos num empasse, nada melhor que esquentar uma companheira de equipe.

Johnny: Ei Vampira, se quiser posso te ajudar a se aquecer.


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Re: Livro 1: Ás de Copas

Mensagem  Pedro H. Oliveira em Seg Maio 01, 2017 8:26 pm

Os X-Men começavam a se movimentar em campo, apesar de não concordarem em algumas ações e estarem bem dispersos, visto que tanto Gambit quanto Tocha Humana estavam dando em cima de Vampira nos primeiros cinco minutos de missão, enquanto Ciclope e Wolverine davam ordens para Lady Mental.

Os primeiros a tomarem atitudes mais pontuais foram Homem Múltiplo que se dividiu visando aumentar o espaço de busca e coordenar algumas proteções para o local e Escalpo, que usou seus poderes e seguiu pronta para uma possível luta. Além disso, Lady Mental usou seus poderes para fazer uma busca nas mentes de todos aqueles que estavam congelando visando encontrar um sobrevivente, infelizmente ela não conseguia nenhuma resposta dos caixões de gelos espalhados pelas ruas daquela cidade, todos estavam mortos. Porém, bem longe dali, a garota conseguiu escutar um sussurro mental...

Me Ajude... Eu não sei o que aconteceu... Eu não queria que as coisas ficassem assim...

O pedido de ajuda vinha de uma casa há alguns metros a frente da equipe, porém, antes que Jean pudesse avisar a qualquer um dos demais, ela foi atingida por um golpe que a joga para trás diante de seus companheiros. Se não bastasse, todos começam a escutar uma risada medonha em suas mentes que é acompanhada por uma voz completamente nova para todos.

- Então esses são os X-Men?! Eu pensavam que seriam diferentes, melhores, fabulosos! Não um bando de pirralhos que mal sabem trabalhar em equipe!

A equipe começou a sentir um forte cheiro de Enxofre no ar enquanto uma fumaça roxa se formava ao redor da equipe. Foi então que o grupo percebeu que em meio a toda essa confusão, uma sombra andava na direção da equipe, até que a mesma desaparecia e surgia do outro lado e novamente, agora vindo pelo outro lado... E assim continuava enquanto o ar ficava quase que completamente irrespirável por causa da atmosfera de enxofre.

Foi quando uma segunda voz pôde ser ouvida pelo time.

- Não mate esses caras de uma só vez, Ás de Paus! Você ouviu as ordens do chefe, entrar e sair o mais rápido possível! Além de que, não podemos matar esses caras, a não ser que eles interfiram.

Nesse instante, a cortina roxa se desfaz revelando duas pessoas diante dos X-Men:



- Vocês não tem motivos para estarem aqui, X-Men. Voltem para casa antes que seja tarde demais! Ou vocês terão o mesmo destino de todos ao redor de vocês.

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Re: Livro 1: Ás de Copas

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Seg Maio 01, 2017 9:52 pm

-Hum... Um quase ágil candidato a teleportador, ne est ce pas? Que amadores...

Falo para que os dois olhem para mim e começo a tagarelar tentando responder uma provocação com outra enquanto mantenho a posição entre Ciclopes, Vampira e agora o rapaz Tocha Humana. Mas não pretendo mais ser a cobertura deles.

Minha dúvida sobre se o garoto Summers conhecia nosso oponente é respondida por Wolverine que parece tentar o desautorizar de imediato, eu não penso duas vezes e logo depois que  arremesso algumas cartas na direção do demônio que "pisca".



Disparo tentando sair totalmente da posição defensiva a ser ignorada, invertendo, para chamar totalmente a atenção para mim.

Atiro não esperando acerta-lo e sim o chão atrás dele assim que ele sumir. As deixo com a carga estável,  para explodir em alguns momentos depois.
Outras cartas deixo na outra mão prontas para jogar em qualquer coisa que chegar perto da gente pelas costas.

Miro entre ele e sua aliada, o que irá reforçar a propensão deles a subestimar quando a carta demorar a fazer efeito e com certeza se meus novos "colegas" forem tomados por um "espírito de solidariedade" irão reagir antes do meu ataque ser revelado, tornando o efeito ainda menos previsível.

Jogo um maço e viro de costas para o diabo e a mulher que pediu para não sermos mortos com outro.

Se isso der certo, tentarei seguir o carcaju ou o caolho em seguida, conforme algum deles gritar primeiro.

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Re: Livro 1: Ás de Copas

Mensagem  Nikita em Ter Maio 02, 2017 4:43 pm

Então todos prontos pra primeira missão, Madrox já começa de gracinha. Vampira põem a mão na testa enquanto escuta o “Let it go...”

- Me sinto com 10 anos, não sei porque.

Então Gambit, aproxima-se e oferece proteção, nada diferente do que se esperar de um galanteador nato.

Ciclope dá ordens, Wolverine dá ordens... Já começou errado.

Johnny aproxima-se dizendo:

Johnny: Ei Vampira, se quiser posso te ajudar a se aquecer.


Foi então que aparecem figuras diferenciadas, cheiro de enxofre no ar... Quem seriam essas pessoas? Como sabiam quem eles eram?

- Vocês não tem motivos para estarem aqui, X-Men. Voltem para casa antes que seja tarde demais! Ou vocês terão o mesmo destino de todos ao redor de vocês.

Gambit não espera nenhum comando e já parte pra briga ou para um “aviso”...

Levitando no ar, aguardando as ordens de algum dos dois, Vampira fica em posição de luta e responde a Johnny encarando os adversários:



- Precisa não Tocha... Acho que as coisas vão esquentar por aqui já já!
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Re: Livro 1: Ás de Copas

Mensagem  El Cabron em Ter Maio 02, 2017 10:54 pm


“Enxofre...estão nos cercando...”

~ Logan pensava rápido. Embora não estivessem sendo atacados, era nítido que aquela era uma ação que buscava intimidar os X-Men, tratando-os como se fossem menos do que nada.
Os aparentemente responsáveis, por fim, apresentavam-se. Seria tudo aquilo uma grande armadilha? Eram eles o motivo da missão dada aos X-Men? E como eles já conheciam o grupo? Fosse da maneira que fosse, em teoria o terreno era totalmente deles, mas se as coisas realmente saíssem de controle, os X-Men teriam que reverter o jogo.
No entanto, antes que pudesse pensar em mais alguma coisa, Gambit tomava a dianteira, atacando os seres, até então desconhecidos. ~


- Cajun idiota!
Tocha e Vampira, voem e dispersem essa nuvem de enxofre! Precisamos ter nosso campo de visão limpo, mas fiquem atentos!
- Lady Mental, consegue fazer algum tipo de mapeamento na mente deles e descobrir para onde eles vão se teleportar ANTES que o façam? Se conseguir, passe as coordenadas mentalmente pro Ciclope, assim ele acerta eles em cheio com as rajadas dele!
- Madrox, se encrespar vamos precisar de mais mãos aqui!
- Escalpo, comigo! Eu e você somos a equipe de contenção. Se algum deles chegar perto, acerta em cheio a fuça deles.
- Hoje é o dia de formatura...


~ A garras de osso então eram libertadas por seus punhos e, por breves segundos, imaginou-se liderando sua equipe no Japão, mas tão logo recordou-se deles, tratou de limpá-los de sua mente. Não era hora ou local para qualquer tipo de divagação. A hora era de lutar e preparar-se para o que quer que viesse. Embora não tivesse certeza se seus companheiros seguiriam ou não suas instruções, mantinha-se atento e pronto para agir e atacar se confrontado.~



Última edição por El Cabron em Qua Maio 03, 2017 12:27 am, editado 1 vez(es)
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Re: Livro 1: Ás de Copas

Mensagem  Pedro Malasartes em Ter Maio 02, 2017 11:03 pm

Era nossa primeira missão de campo e não estávamos agindo como equipe. Logo no primeiro instante, surgiu um impasse referente aos esquifes de gelo encontrados naquela vizinhança. Enquanto que eu cogitei a remoção das pessoas aprisionadas no gelo, Wolverine considerou que nosso anonimato era a prioridade. A discussão foi vã, uma vez que a detecção psíquica de Lady Mental revelou que todos as vítimas da misteriosa geada já estavam mortas. Chegamos tarde demais, pelo visto.
Mas o episódio serviu para revelar quem na equipe tinha mais ímpeto para deliberar. No caso, Wolverine foi o único que questionou minhas diretrizes com veemência. Durante nosso treinamento no Instituto Xavier, foi possível perceber que diferente dos demais, Wolverine já tinha experiência em combate. Talvez ele seja o mais apto para nos liderar. Com o foco adequado, é claro. Ele parece não ter muita consideração pela vida humana. É algo que tem de ser corrigido. Mas pela união da equipe, estou disposto a seguir a liderança dele. Por enquanto.

- Muito bem, Wolverine, eu seguirei sua liderança enquanto for conveniente. Mas não esqueça que o Professor X reuniu os X-Men para salvar vidas, sejam vidas humanas ou mutantes. Embora seja importante manter nosso sigilo até que os mutantes recebam mais aceitação da população, não podemos nos esquecer de priorizar sempre a integridade das pessoas. Se os ocupantes nos esquifes já não estivessem mortos, sua relutância em providenciar ajuda teria custado vidas.

Em seguida, Lady Mental detectou súplicas psíquicas. Ela então conduziu nossa equipe até o local de onde se originou o pedido de socorro. Mas não tardamos a descobrir que não éramos os únicos no local. Dois indivíduos peculiares surgiram repentinamente diante de nós. Eles nos identificaram como X-Men. Como eles sabiam sobre nós era uma lacuna a ser preenchida. Afinal, o Professor X escolheu esse nome e estávamos agindo pela primeira vez em nome dele. Quando pensei em inquirir a dupla, Gambit se adiantou e arremessou vários projéteis contra o sujeito de pele avermelhada.
É óbvio que nenhum dos dois me contaria como souberam da existência dos X-Men. Mas uma mera palavra descuidada poderia nos render alguma pista. Com o ataque de Gambit, perdemos qualquer chance de diálogo. Agora nossa única possibilidade é capturar nosso adversários para interrogatório posterior. Por estarmos lidando com um oponente que aparece e desaparece subitamente, julguei que a primeira providência era limitar sua liberdade de movimento. Então projetei um efeito ricochete com minha rajada, tomando o cuidado para não atingir nenhum dos X-Men no local. Imagino que o alvo será alvejado em algum ponto da área coberta pelos feixes rebatidos. É bom que os nossos inimigos nos subestimem nesse momento. Eles julgam que somos amadores. Mas serão surpreendidos.


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Re: Livro 1: Ás de Copas

Mensagem  Ricardo Sato em Qua Maio 03, 2017 12:05 am

Tava tudo de boa,até uns sorrisinhos eu ganhei...bem eu descolei um e o outro o meu lado mais crianção e sem noção conseguiu mas ta de boa.

E então tuuuudo vai a merda...como de costume,satanás e a rihanna aparecem e eu me lembro de partes de uma festa que um dos meus Dupes foi quando morou em hollywood,se me lembro bem...o que provavelmente não posso fazer devido a quantidade perigosamente alta de abissinto que tinha tomado,Satanás e Rihanna estavam lá....bem era Satanás,Taylor Swift ou o Trump...o que no fim da no mesmo.

-Ei,sem ofensa cara,eu trabalho muito bem em equipe...só que a equipe geralmente sou só eu.

Eu queria fazer uma coisa mas gente me pedia outra....e eu meio que não sabia o que fazer,até que eu me lembrei...EU,SOU,EU...eu não preciso escolher.

A bola da vez é o mutante,não a liga dos extraordinariamente inconvenientes,Zoiúdo causa uma chuva de laze..lazeires...laizures...de luzes bloqueando vários caminhos mas eu estava fora daquilo,ao menos alguns de mim estavam com os cobertores lá fora,antes de saber que tava todo mundo morto no gelo.Rapidamente e bem baixinho falo pelo comunicador com o porra louca lá fora o meu plano,dando graças a deus que ele é a minha parte sem juízo....o plano é simples,mais mãos e o olho na bola.

O sem noção faz direitinho,taca o cobertor sobre a cabeça como se fosse pra evitar o enxofre,mas também fica mais indistiguível e "tenta vir até nós"...no caminho deixa o braço resvalar de leve na superfície de uma das rajadas de Ciclope...o que transforma ele em um monte de caras prontos pra briga....com excessão dele mesmo,que aproveitando a cobertura de 15 caras surgindo ao seu redor vai sair de fininho atrás da missão.

Tomara que dê certo,acho que vai,sei me direcionar...já fui chefe de escoteiros sabia?.

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Re: Livro 1: Ás de Copas

Mensagem  Scorpion em Qua Maio 03, 2017 12:58 am

Paige deu um sorriso com o comentário amigável de Vampira. Ela sequer sabia que a colega de equipe tinha esse trauma em relação ao toque.

Quando os heróis desceram do Pássaro Negro, Ciclope e Wolverine tiveram o seu primeiro desentendimento em relação à liderança. Ciclope foi bem menos incisivo, mas Paige não pôde deixar de simpatizar com ele, tendo em vista que ele estava mais focado em salvar as vidas e Wolverine preferia seguir com a missão. Sim... Paige era uma virgem católica ortodoxa que ia às missas todos os domingos... Quando entrou para a Escola para Crianças Super-Dotadas, ela queria melhorar a compreensão de seus poderes, mas também queria ajudar a tornar um mundo melhor tanto para humanos, quanto para mutantes. Deixar aquelas pessoas morrerem era algo que ela realmente discordaria, se tivesse coragem para tal.

Felizmente ou infelizmente, Lady Mental logo comentava que as pessoas ali estavam mortas... isso aliviava a culpa de não fazerem nada, mas ao mesmo tempo batia o arrependimento pelo egoísmo. Ela nunca conseguiria se acostumar com cadáveres, até porque, estes eram os primeiros que ela via na vida. Se seu estômago não estivesse revestido de material aeronáutico, ela certamente teria vomitado.

Então, apareceram os anfitriões... duas pessoas, sendo que uma, de acordo com o Gambit era um teleportador e a outra, era... bem, não era fácil dizer o que ela era. Eles trataram os X-MEN como verdadeiros novatos e alguns já começavam a agir como tal. Gambit começou partindo pra cima e lançando suas cartas, enquanto Madrox... sei lá o que Madrox estava fazendo.
Wolverine então começou a traçar um plano para a equipe, mas assim que ele começou, Paige o interrompeu com um grito que nem ela mesmo reconheceu de onde saiu...

Escalpo: NÃO, TOCHA! NÃO FAÇA NEM UMA FAGULHA!!!

Olhou para o resto da equipe que ainda não estava engajada em combate.

Escalpo: Estamos no meio de uma nuvem de enxofre! Se você fizer fogo aqui, o Enxofre vai virar Dióxido de Enxofre e queimar todo mundo que estiver aqui dentro!

Ok, Paige! Você acabou de desautorizar o assassino baixinho canadense assustador, mas acabou fazendo um favor à equipe, certo? Do contrário, a primeira ordem dele poderia custar as vidas de alguns colegas menos protegidos, como Gambit, Ciclope e alguns dos Dupes. Paige poderia não ser a melhor combatente e nem mesmo a mais experiente... mas era uma excelente aluna. Estudiosa e que sempre tinha notas máximas em sua escola... especialmente em química e física.
Então, Paige se colocou em posição de combate e aguardou... o problema era que, apesar de estar tendo algum treinamento, Paige nunca brigou sério na vida. Ela havia feito 2 semanas de tae bo, mas luxou o joelho e desistiu. O pouco de combate que havia aprendido foi no pouco tempo que esteve com os X-MEN... o que não foi muito, mas tudo bem... ela estava metalizada e com sua força bem ampliada pelo metal. Era só bater... onde pegar, doeria, certo?

Escalpo: Você sabe... sabe que eu não brigo muito bem, né?

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Re: Livro 1: Ás de Copas

Mensagem  Saulo Campagnolo em Qui Maio 04, 2017 6:15 pm

Discussões lá fora... como esse pessoal todo é irritante, não passam de um bando de adolescentes que nem ela (mesmo quem já não é mais adolescente).

Procurava fazer parte de um grupo que tivesse uma liderança na figura de Xavier, ou, quem sabe, do tal filho dele, mas acabaram sendo jogados em campo como "um teste". Será que isso tudo não passa de um teste mesmo? Se o velho careca é tão poderoso quanto ele parece ser, isso tudo podia ser bem coisa da imaginação dele.

Confiança não era o forte de Sarah, ou, como ela mandava chamarem-na: Medula. Assim como celeridade, também não era.

Enquanto todos tinham corrido para fora, como ratinhos adestrados procurando comida (ou impressionar o dono), Medula ainda estava dentro da nave. Não tinha se acostumado com o uniforme, achava complicado colocá-lo devido a sua fisionomia sui generis, até achava ele um pouco "tosco", mas ele servia o propósito (ou pelo menos pra distinguir quem é amigo de quem ela pode enfiar suas facas).

Ah, também isso.
"Nós não matamos".

Okay, vamos trabalhar com isso.
Mas que muita gente no mundo merecia morrer, ela continuava convicta disso.

------------------------------

De repente discussões. Ordens atrapalhadas, e barulho de pessoas que chegaram. Começou a descer do jato no momento em que percebeu que os ânimos não estavam denunciando que os sujeitos que apareceram eram amistosos.

- "..."

Pronta para a luta, Medula aparece sem dizer nada. Nunca foi muito boa com palavras, também. Só xingamentos, isso era fácil pra ela. Mas seria interessante não chamar atenção para si, dos inimigos. Sempre preferiu ser silenciosa nesse aspecto.

Ao ver a atitude preemptiva do cara dos olhos estranhos em atacar os alvos, ficou pensando se aquilo estaria dentro do "código de conduta da escola". Enfim, tomara que estivesse.
Alguém gritou algo sobre explodir, também. Isso a preocupou um pouco, mas se havia ali um "teleportador", preparou suas "adagas", de sua posição de vantagem (levemente elevado, da rampa do jato - e atrás de todo mundo) para caso rolasse um ataque surpresa nas costas de algum aliado.


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Re: Livro 1: Ás de Copas

Mensagem  Drako em Sab Maio 06, 2017 11:20 am

Tocha faça isso--Tocha não faça aquilo.

Que diabos eu vou fazer? É tanta gente mandando e desmandando que fica complicado seguir uma linha de raciocínio aqui. Seria bem interessante se a gente tivesse resolvido essa parada de liderança antes de entrar em missão.

E pior? Vampira nem me deu bola.

Disseram que eu não posso criar nem uma fagulha, então o que eu faço? Meu poder é jogar fogo nas coisas. Ficarei aqui aguardando eles lidarem com o enxofre, com minha guarda alta, caso tentem me atacar.


Última edição por Drako em Sab Maio 06, 2017 11:54 am, editado 1 vez(es)

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Re: Livro 1: Ás de Copas

Mensagem  Guima em Sab Maio 06, 2017 11:21 am


Recuperando-se do ataque covarde que recebera, Lady Mental estabelece um link mental com seus companheiros de equipe mantendo suas mentes conectadas e enviando uma mensagem.

- Encontrei o mutante que viemos buscar. Vou em seu resgate enquanto vocês lidam com os nossos agressores. Nossas mentes estão conectadas agora e isso trará uma melhor coordenação em combate.

Jean tambem tenta a pedido de Wolverine descobrir qual seria o proximo local onde o mutante teleportador iria aparecer acabando assim com o elemento surpresa, então ela expande sua mente até contatar e mente do inimigo tentando invadir sua mente sem que ele perceba. Na verdade ela induz um pensamento telepatico camuflado para que a vitima pense que é ela quem está pensando e não Jean...

Aproveitando-se da contenda entre os X-men e seus recentes inimigos, Jean usando de sua telecinesia voa em direção a casa do mutante que vieram resgatar. Jean contata Tocha Humana telepaticamente para ele acompanha-la. Um rosto amigável causaria um melhor impacto no jovem mutante do que sua mascara de metal...

Olá, estou aqui. Vim ajudar... Meu nome é Jean Grey. Não se assuste comigo, estou tão assustada quanto você.

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Re: Livro 1: Ás de Copas

Mensagem  Pedro H. Oliveira em Ter Maio 09, 2017 11:31 pm

Gambit e Vampira não deram chances para seus adversários e partiram para o ataque direto, sendo seguidos por Wolverine e Ciclope, que mesmo contrariado estava recebendo as ordens do mutante canadense. Ele havia pedido para Lady Grey entrar na mente da dupla para conseguir identificar os próximos movimentos e já saberem exatamente onde atacar, porém a mesma encontrou um grande bloqueio para fazer isso, evidenciando que ambos tinham barreiras psíquicas bem fortes em suas mentes.

O ataque de Ciclope teria sido bem efetivo, porém falhou ao mutante a percepção que ainda estavam a céu aberto e poucos eram os locais que seus raios poderiam ricochetear e criar uma teia de golpes e pegar as duplas de surpresa. Além disso, a carta lançada por Gambit também foi falha devido ao poder da garota que lançou uma rajada congelante na mesma e a fez cair no chão como um peso morto.

Antes que pudesse fazer alguma coisa, o Tocha Humana foi impedido por Escalpo que utilizou seus conhecimentos técnicos sobre os riscos de se lançar uma fagulha de chama em meio àquela atmosfera de enxofre. A garota então se colocou na posição de combate ao lado de Wolverine e de Medula, que deixou o Jato por ultimo devido a alguns problemas.

Sacando duas adagas de suas costas, o Ás de Paus se teletransporta e parte para atacar o trio de mutantes. Ele era bastante rápido e usava o teletransporte para ganhar vantagem contra o time. Do outro lado, a garota parte para atacar Ciclope, Vampira e Gambit.

- Esqueci de me apresentar, meu nome é Ás de Copas e estou bem curiosas para conhecer todos vocês!

A garota segue o ataque usando rajadas de gelo contra o trio, além de tentar congelar o chão para prende-los pelos pés. Era evidente o plano dos dois em dividir o time, visto que Paus utilizou seus poderes no primeiro trio para leva-los a uma rua paralela a que estavam anteriormente.

Aproveitando-se de toda a confusão, o Homem Múltiplo envia uma de suas copias para a casa que a dupla tentava proteger. Lady Mental se aproveita da mesma oportunidade e segue para a casa acompanhada do Tocha Humana, que infelizmente estava incapacitado de usar seus poderes contra os dois para encontrar com o mutante que pedia por ajuda. Ao chegarem em um dos quartos, o trio encontra um casal de idosos congelados tentando fugir dali e, ao fundo haviam duas pessoas conversando sentados na cama. A primeira delas chamava a atenção pelas cores que emanava.


Junto a ela estava um homem com cerca de 20 anos e aparência bem singular, pois parecia um hipster, mas transmitia uma tranquilidade e paz a todos os presentes. Ele estava sentado ao lado dela e conversava tranquilamente com a garota.

- Eu sei que tudo isso é complicado Karolina. Já passei por uma situação bem semelhante quando mais novo e foi graças ao meu líder que consegui trilhar um caminho de paz e segurança. Tenho certeza que você passou por situações tristes, foi abandonada pelos familiares, amigos, foi excluída e se sentiu a pior pessoa da face da Terra. Pois bem, eu estou aqui para te levar a um santuário onde você pode ser livre, ser feliz e quem você merece ser por direito.

O homem então para de falar por um minuto e olhar para a porta onde os X-Men estavam. Ele abre um sorriso e ao se levantar começa a conversar com os demais, sempre próximo a garota.


- É um prazer imenso finalmente conhece-los X-Men. Eu sou o Quentin, mas podem me chamar de Ás de Espadas. Peço desculpas pelos meus companheiros, eles não são tão sociáveis e bem humorados quanto eu, principalmente a senhorita... meu movimento de te atacar mentalmente foi muito rude de minha parte. Eu estava falando para jovem Karolina sobre o Santuário de onde venho, um lugar de paz onde nós mutantes temos a chance de sermos feliz e, além disso, gostaria de estender o convite para vocês. Sem medo, sem segredos, sem máscaras...

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Re: Livro 1: Ás de Copas

Mensagem  Ricardo Sato em Qua Maio 10, 2017 12:58 am

Nas ruas.....

Madrox manda alguns dupes se espalharem mais afastados e protegidos ao redor de Wolverine,Medula e Escalpo,atentos a qualquer sinal do teleportador para avisá-los,os outros correm para dentro da nave,usariam todos os sensores possíveis nela sonar,infravermelho,ultravioleta....todos os equipamentos de detecção disponíveis e se em algum deles houvesse um sinal que indicasse os teleportes mesmo que com um mínimo de antecedência ele avisaria pelo comunicador,sendo vapor de enxofre o que o inimigo exalava,as primeiras tentativas seriam calor e detectores químicos como o de fumaça.

Ele próprio procuraria por qualquer objeto relativamente grande e reflexivo como uma tampa de lixo ou de bueiro e furtivamente se aproximaria do combate com a garota de gelo,ao estar em posição escondido dela ele avisaria a ciclope para repetir a manobra que tinha feito,mas dessa vez tendo ele como alvo e explicaria que daria um sinal e surgiria atrás dela com algo reflexivo e que faria as cópias geradas pelo impacto da rajada surgirem em um semi-círculo....cada uma segurando uma cópia do objeto a frente,assim como ele.

------------------------------------------------------------------------------
Na casa.....

O dupe entrava furtivamente mas começou a ouvir o papo do cara e desconfiou que ele fosse um tipo de telepata,achava que o homem o perceberia mas por via das dúvidas ele cria uma cópia e a deixa escondida e pronta pra proteger a garota se necessário...quanto a ele mesmo,aquela era a parte mais otimista de Jaimie,irônicamente a parte que mais acreditava no sonho de Xavier,sem todo o drama que acompanhava o original,então ele entra na sala.

(dupe)-Uauuuu,gatinha seu poder é lindo......Karolina né,bonito nome também...ah e você é quem mesmo?Quentin né...aqui,seu papinho é bem legal e tals,mas aqui,não sei você mas eu pretendo viver nesse mundinho ai fora sabe,mesmo com toda a merda e dificuldade nosso lugar é lá,somos pessoas também.

Aos poucos enquanto fala ele se aproxima da garota olhando-a fixamente.....ele percebeu o quanto o mané estava perto dela e que ele precisava estar mais perto caso Quentin fizesse algo.

(dupe)-Achei que todo o gelo lá fora fosse obra de um mutante descontrolado com o surgimento de seus poderes,alguém com medo e ainda sem controle,eu achei que o que aconteceu foi uma tragédia....mas parece que não,parece que aquilo foi trabalho seu e de seus coleguinhas....então eu não sei os outros,mas se o seu santuário é um lugar que ensina a fazer picolé com gente e destruir um bairro só porque você quer,eu quero que você vá a m"!@# seu substrato de pó de bosta.


Última edição por Ricardo Sato em Qua Maio 10, 2017 11:13 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Livro 1: Ás de Copas

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Qua Maio 10, 2017 11:43 am

Estava me precavendo sobre nossos adversários ou adversário congelante porque não sabia quem eles eram e nem o que eram capazes de fazer, mas não questionei Ciclope, porque agora não era hora. Era nossa primeira ação em campo e não havíamos decidido se haveria uma cadeia de comando tático. Foi uma falha de comunicação de todos nós.

Mas minha tentativa de não gerar conflitos dentro da equipe é vã, já que o guerreiro canadense fala em voz alta o que pensei com uma cobrança de autoridade que não sei se é a hora de cobrar.

Talvez precisemos decidir por um líder tático, talvez um deles seja o melhor naquilo que faz.

Mas agora não era hora.

As coisa pioram muito...  Como eu previa a disputa aberta dos dois pela liderança da equipe em meio ao campo é que não deveria ter acontecido.

Nossos inimigos percebem o desentendimento e debocham muito disso, um deles fica se teleportando entre nós.  

Ela e o parceiro nos ameaçaram de morte, mas ela "piedosamente" manda ele não nos matar de uma vez porque o líder deles não gostaria.

Quanta gentileza! Devemos agradecer? Por essa fala já sei que eles tem um chefe e que esse chefe tem interesse na equipe do Professor Xavier, que eles já conhecem de algum lugar. Talvez só por isso não nos matou, porque querem mais assassinos para congelar pessoas e veem nos X-men potenciais recrutas para isso.

Eu sou um ladrão, mas não um assassino.

Ainda assim Wolverine e Ciclope estavam tentando conversar, ser pacifistas e talvez morrer igual as pessoas ao nosso redor que ficariam não vingadas, eu ataco.

Se eles falarem muito, nossos adversários podem colher mais informações sobre nós que ainda não tem.

Sem escolha e tentar a sem querer deixar nossos inimigos com ainda vantagem, mudo minha tática e tento unir a equipe antes de sermos mortos lenta ou rapidamente.

Eu arremesso a carta, conseguindo chamar atenção da garota como eu queria.

Wolverine: -Cajun idiota.

Não sou da Louisiana, na verdade eu vim da América do Sul.

A garota que nos ameaçou de morte tem poderes congelantes.

Será que os humanos mortos aos nossos pés e ao redor tiveram a mesma oferta de "voltem de onde vieram"?

Duvido muito.

Assim que arremessei a carta, ela se prontificou a bloquear o ataque. Eu virei tentando encontrar o inimigo, mas o teleportador é muito rápido.

Muito mais do que eu ou qualquer um de nós...

Nunca encontrei alguém tão rápido, além disso ele ainda é capaz de desaparecer!

As pessoas na periferia de minha cidade chamavam a mim de "demônio branco", mas parece que estamos enfrentando literalmente uma criatura saída do inferno.

Sequer tive tempo de reagir diante da criatura quando ela se teleportou levando três dos nossos.

Estou assustado, mas não posso demonstrar isso.

Vampira:- Precisa não Tocha... Acho que as coisas vão esquentar por aqui já já!

-Exatamente como eu disse, mon chérie! Vamos por isso para ferver.

Ás de Copas:- Esqueci de me apresentar, meu nome é Ás de Copas e estou bem curiosas para conhecer todos vocês!

Ela é sádica.

Tentei proteger o grupo, confiando que fariam sua parte. Acredito que não estou errado, confio em todos aqui.

Apostando nos meus novos aliados deixo a assassina congelante vir enquanto vou tomando uma postura defensiva.

A adversária arremessa rajadas de gelo na nossa direção, ela só pode mirar em um ponto por vez. Diferente de mim que posso arremessar três cartas em uma mesma direção de uma vez com três alvos diferentes no fim da trajetória. Fazendo com que as explosões evitem de sermos atingidos pelas rajadas que eu, Ciclope ou Vampira não conseguirmos esquivar.

Miro em cada arremesso uma carta de encontro com cada rajada e duas outras continuam tentando atingir a inimiga.

Para cada disparo dela, são três do meu.

Não sei se ela é tão ágil quanto eu ou o teleportador, mas me parece que é mais fácil arremessar essas cartas do que ela gerar frio.

Vou fazendo isso enquanto ela avança.


Assim que ela saca as facas, eu também saco do bolso um bastão retrátil para me defender caso ela tente se aproximar para usar as lâminas em nós.
-Você é Ás de Copas, belle fille? Tenho várias de você comigo! Sou Gambit, ce sera un grand plaisir jogar com você...

Falo isso, sinto um frio na espinha enquanto minha expressão é de confiança. Aposto contando que Vampira e Ciclope são de naipe mais alto que Ás de Copas, mas é fundamental blefar dizendo que o curinga sou eu.

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Re: Livro 1: Ás de Copas

Mensagem  Renata C. em Qua Maio 10, 2017 10:56 pm

E quando menos esperava, Karolina havia se tornado uma fugitiva. Decidida a não fazer parte do esquema envolvendo seus pais e o grupo que eles tinham intenção de voltar, a garota saiu de casa, sem nada, somente com a roupa que vestia, decidida a nunca mais voltar.

E de uma vida confortável em uma casa espaçosa ela se via sem lugar para ir. Tinha algum dinheiro consigo, mas não o suficiente para pagar algum lugar para dormir.

Estava sozinha, de novo

A jovem caminhava pela rua, os braços cruzados. completamente desanimada e sem expectativas. Embora tudo que ela mais quisesse no momento fosse passar despercebida, era impossível não chamar atenção dos que passavam, com a luz que seu corpo emitia. Alguns falavam em voz alta, sem intenção nenhuma de disfarçar, o quanto ela era uma aberração.

Não tinha a menor condição dela ficar na rua, por isso ela teve a ideia de visitar a casa do irmão de sua avó, em Seattle. Na falta de um plano melhor, ao menos não ficaria mais naquele lugar. Dali pensaria no que faria.

Sem muita dificuldade, a garota, através de um voo suave cortava os céus, deixando atrás de si um rastro da energia colorida que seu poder emanava. Ao mesmo tempo que achava aquilo estranho, era bonito. Difícil de explicar.


O tio-avô e sua esposa eram dois idosos muito gentis, que acolheram Karolina muito bem desde o momento que ela chegou, oferecendo a ela uma cama para dormir, e um café bem quente, que era tudo que ela precisava no momento.

Mas aquela paz não durou muito. A mudança brusca de temperatura assustou a jovem, quando ela percebeu seus tios-avós estavam parados próximos a porta, mas ela não parecia ter sido tão afetada, talvez por seus poderes.

- August? Marge? - quando levantava para ver se eles estavam bem, Quentin entrava pela porta.

Ele, de maneira educada, se apresentava, e explicava que, como era, era um mutante. A garota apenas ouvia o que ele dizia, ainda sem reação por tudo que acontecera.

- Eles.. eles vão ficar bem? - balbuciava, tendo apenas um sinal vago de afirmativa como resposta. Porque não se moviam? Embora estivesse preocupada, toda a desenvoltura e o carisma do rapaz que estava diante dela logo chamavam sua atenção para que Karolina ouvisse atenta o que ele dizia. Era como se ele captasse toda sua atenção.

E, convenhamos, ele dizia coisas que faziam muito sentido. Era como se... pudesse entender como ela se sentia. Pudesse entender como se sentia sozinha, como não era compreendida pelos próprios pais, ou por ninguém.

E que os adultos não sabiam resolver os próprios problemas, por isso acabavam colocando a responsabilidade de tudo nas mãos dos jovens.. e isso meio que acabara de acontecer, não é? Com seus pais, tentando fazer com que ela executasse seus planos...

Era bom ter alguém que entendia como ela se sentia. Era bom saber que existiam pessoas como ela. Então a jovem estava prestes a concordar em conhecer o "líder" de Quentin, quando outras pessoas entraram na casa. Eram como eles também? Quentin se apresentava, mas não era tão bem recebido por um dos homens, as coisas que ele dizia deixaram Karolina um tanto confusa...

- Foi você que... - sussurrava mais para si do que para ser ouvida por algum dos presentes. Sem terminar a frase e mesmo sem se importar com a tensão que crescia ali no momento, a garota se levantou da cama e começou a caminhar na direção do casal de idosos que estavam próximos a porta. Porque não havia feito isso antes?
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Re: Livro 1: Ás de Copas

Mensagem  Saulo Campagnolo em Qui Maio 11, 2017 1:37 am

Era evidente que todo aquele mise en scene dos dois inimigos tinha apenas 2 objetivos: se gabar de serem super poderosos e buscar um objetivo.

Medula achava a primeira idiota. Nunca se gabou dos poderes, alias, nunca gostou deles, pra começar. As pessoas não fazem ideia o que é ter seus ossos saindo de seu corpo em ritmo descontrolado. O máximo que faziam era uma expressão de dor.
Isso lhe dava raiva daqueles mutantes... como se diz? "alfa"? Mesmo com todo preconceito, podiam viver suas vidas felizes e passar desapercebido.
Bom.. acho que o As de Paus não podia também.

A estratégia deles foi de separar o grupo. Medula não era nenhuma grande estrategista, mas sabia que deixar o inimigo escolher o campo de batalha E o oponente parecia uma coisa idiota. Sabia as redes de esgoto como a palma de suas mãos e sempre obteve grande vantagem nisso...

As de Paus se teleporta em direção à uma rua para puxar seus inimigos para lá. E todos parecem muito interessados na luta  - ela não.
Brigar não era novidade.
Não lhe dava aquela "adrenalina" que atrapalhava o julgamento.

Ao invés de seguir seu adversário, Medula passa por trás de algum dos corpos congelados, bloqueando momentaneamente a linha de visão de As de Paus com ela. Esperava que isso fizesse ele acreditar q ela continuava em seu encalço, mas, seu real objetivo: voltar furtivamente para a batalha onde a mulher do gelo estava enfrentando seus companheiros, pois acreditava que a atenção de As de Copas estaria totalmente focada nos 3 com quem ela lutava, e poder ataca-la pelas costas.

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Re: Livro 1: Ás de Copas

Mensagem  Pedro Malasartes em Sab Maio 13, 2017 11:37 pm

Se a intenção de nossos inimigos era nos distrair, então eles foram bem sucedidos, pois tanto Wolverine quanto eu nos esquecemos de nossa prioridade: localizar o mutante detectado pelo Cérebro. Felizmente, Lady Mental manteve o foco. Enquanto enfrentávamos os Ases, nossa telepata requisitou o auxílio de Tocha para resgatar o mutante que motivou nossa vinda. Mas mesmo com a nossa vantagem numérica, os Ases estavam em vantagem, pois eram mais organizados. Lady Mental encontrou uma solução para sanar esse problema, conectando nossas mentes com telepatia. Agora já não havia o risco de denunciar nossos próximos passos com ordens gritadas aos quatro ventos. Logo depois disso, o Homem Múltiplo sugeriu mentalmente que eu usasse suas duplicatas, posicionadas em um semicírculo, como referência para um novo efeito ricochete.
Era um plano que valia a pena considerar, visto que minhas opções ficaram limitadas depois que fomos separados pelos movimentos estratégicos do Ás de Paus. As duplicatas foram posicionadas ao redor da Ás de Copas e seguravam objetos para rebater minhas rajadas. Cabia a mim então calcular a força e a precisão necessárias para gerar um ricochete nessas condições - que não eram ideais, por sinal. Eu teria que acreditar na minha consciência espacial mais do que nunca. O alvo não seria o Ás de Paus como da última vez, pois Ás de Copas provou que era uma ameaça tão grande quanto o seu aliado de aspecto de demoníaco. E se Ás de Paus tentasse um de seus "pulos" para resgatar Ás de Copas, ele provavelmente seria alvejado pela rajada. Para ajudar a amiga, ele teria de arriscar sua própria integridade.
Agora temos uma ideia do que Ás de Copas é capaz de fazer. Assim que ela emitiu seu poder congelante, ficou claro que ela era a responsável pelos cadáveres congelados que encontramos nos arredores. Um indício de sociopatia e de que o diálogo deixou de ser uma opção. Por sinal, os Ases não estavam tão interessados em nós a ponto de abdicar de seus costumeiros métodos letais. Sem demora, Ás de Copas lançou três rajadas congelantes na minha direção e na de Gambit e Vampira. Gambit retaliou primeiro, arremessando uma grande quantidade de projéteis carregados com energia cinética para barrar a geada que avançava contra nós. Com o ataque de Ás de Copas repelido, eu encontrei a oportunidade para disparar minha rajada óptica em conluio com as duplicatas do Homem Múltiplo.

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Pedro Malasartes

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Re: Livro 1: Ás de Copas

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