CAPÍTULO 1

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Convidado em Seg Ago 15, 2016 10:29 pm

Nate: Slimp, digamos apenas que a gente precisa se prevenir. E eu estou em forma. Depois daquele roubo a gente correu e eu mantive pique foi muito tempo.

Que pensamento otimista. Querida, meu plano envolve a gente sair vivo daqui. Acredite, eu vi pra cá pra todo mundo ficar vivo.

Enquanto a simpatia prefere ficar olhando coisas, montamos a barreira e tenho certeza que vamos poder ganhar algum tempo, mesmo com o maçarico do outro lado. Foi quando a outra menina apareceu com uma arma que era quase pornográfica, perguntando quem a queria. Eu adoraria, mas ia ter dificuldade pra levantar uma coisa dessas. Eu percebo como Slimp tem problemas com o escudo, mas talvez Faith queira a arma.


Nate: Slimp, acabou o Kabum. Quer o tra-tra-tra? Acho que vai ser melhor que o escudo? Ou acha que vai ficar difícil de segurar? Se for, a Faith pega e a gente segue em frente. Mas acho que a gente precisa ter essa arma. Se entrarmos em combate, ela pode ser a diferença entre ganhar e perder.

Eu só sei que eu nunca vou conseguir lidar com ela. E honestamente preferiria que ficasse com alguém que conheço, mesmo a louca da Lehane, porque essa outra pode nos trair, como aquele idiota de armadura.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Seg Ago 15, 2016 10:56 pm


-Sangue...

-Okay...

-Calma... Não deve ser nada demais.

-Se concentre...

-Você é uma poderosa... acóli...

OooooOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!!!

Corro desesperadamente para meus aposentos, não tenha medo, não tenha medo... Concentre-se, calma...Tente saber quem esta te...AAAAH! PELAS TREVAS NEGRAS DA FORÇAAAAAA!!!! Calma...Não fale nada...Ninguém pode saber de você...Como doi... como doí...

Tento entrar... Me aproximar de meu quarto e meditar... silenciosamente... Ai... que dor!

-Quem esta ??!?!

Tento me harmonizar em meus aposentos com o chamado. E que a Força esteja com que esta me fazendo isso! Porque se não estiver eu vou torna-lo Uno com a força imediatamente!

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Convidado em Seg Ago 15, 2016 11:41 pm

(Eu vou abrir um parenteses em off aqui apenas para dizer ao Jor El que não usa face para dizer que bem...Não temos força para levar essa arma muito longe ^^)

Ao menos Nate conseguiu ensinar algumas coisas para Slimp.Eu por outro lado...

- O que você esta dizendo? Estilo é sempre importante! - Mas eu não vou sair tirando a roupa aqui. Na verdade, não é exatamente o que me incomoda. Eu apenas não quero gastar o que podem ser meus últimos segundos de vida trocando de roupa...Então apenas a jaqueta vai servir para cobrir os trapos que restaram da minha roupa. Bom, eu não encontro nada de útil. Reynolds parece todo feliz de ser chamado de capitão, apesar de ter se surpreendido comigo dizendo isso.

O que fazer? Vai ver que quase morrer me deixou mole.

Pelo jeito, o melhor plano seguia ser posicionar os explosivos ali e "Kabum". Depois ver outra saída...Pelo jeito não tem outra saída.

Apesar que alguém pelo visto encontrou algo para ajudar na escolha.

- Você me trouxe um presente?E pensar que não te comprei nada. - Nate dizia aquilo, e por mais animada que estivesse, a ponto de mal conseguir disfarçar o sorriso Faith era bem consciente do que podia ou não carregar. Sua irmã não era mais forte que ela e Nate...

Bem, vamos poupar o capitão desta.

- Eu adoraria mas...Eu sempre preferi agilidade a força. Podemos posicionar bem com algumas coisas e ela ou Slimp me ajudar para atirarmos no que aparecer, mas apenas isso. Reynolds, você mira melhor. Pode ficar protegido e atirar nos lugares certos, os que explodem sabe? Se vocês conseguirem me ajudar com algumas caixas perto da parede para posicionar isso direito e apontar para quando eles aparecerem...Apenas segurar firme para que quando eles apareçam tenhamos agora...Duas belas surpresas.

Talvez fosse melhor Slimp cuidar das granadas. Conforme dito, Reynolds não era mais forte que elas e ao menos Faith e irmã podiam "segurar o tranco" paradas, ao menos o bastante para eliminar os soldados. tinham pouco tempo, mas trataria de se posicionar da melhor forma possivel para apontar aquela coisa para a marca na parede e assim que eles "terminassem", começar a atirar.

Afinal não ia querer que eles desistissem de entrar e acabar com a outra surpresa...

Eu ja disse que gosto de explodir coisas?

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Renata C. em Qua Ago 17, 2016 11:52 pm

As palavras de Sham Hatt faziam um sentido tremendo para Rowena. Ela.. se sentia exatamente como ele queria que ela se sentisse, e eram todas essas dúvidas e o medo que sentia que o alimentavam. Mas, mais do que isso, a jovem podia perceber que naquele momento ela estava completamente...

Sem esperança.

Ter em mente que eram esses sentimentos, do qual seu coração estava repleto, que o faziam mais forte. Que tornava possível que ele tivesse o controle sobre ela.

- Eu.. vou fazer isso.

A parte mais difícil era entender que não havia sido ela que matou o padawan ali no quarto. Era.. ele. Darth Nihilus.

Como lidar com a culpa e todos os outros sentimentos ruins que o alimentavam?

A padawan chegava ao ponto de não se importar com a própria vida. E era exatamente o que ele queria. Que ela desistisse.

Rowena seguia dizendo o que pensava, a reação da mestra era como se transmitisse de certa forma toda aquela paz e serenidade para a garota.

E ela falava em respostas. E falava em talvez.. uma cura? Rowena a observava, embora Sham Hatt não pudesse enxergar com os olhos, ficava claro que ela podia enxergar muito além.

- Eu prometo que não vou desistir, mestra. - o tom de voz era respeitoso, e em seguida Rowena ficou em silêncio, tentando buscar um pouco a paz que ela tanto precisava. Até que...

- .. amigo seu?

A garota ergueu o olhar, e esboçou um sorriso ao ver um rosto amigo. Fazia tanto tempo que não o via. Concordou com um movimento de cabeça para Sham Hatt, e tentou levantar-se. Apesar do gancho de Raze, e de tudo que havia passado, já tinha se recuperado um pouco, não?

- Sim... Seraph. Seraph, essa é a mestra Sham Hatt. Raze, que é o padawan de quem ela é mestra, viu tudo que aconteceu... Quando eu... - talvez fosse difícil falar nisso. Um breve suspiro e... - Perdi o controle. Ela acredita em mim, Seraph. Ela pode sentir a presença dele.

E era bom ouvir de você que queria saber o que aconteceu. Isso mostrava que.. Você também acreditava em mim? Isso trazia mais alívio ao meu coração do que você pode imaginar.

- O conselho não vai acreditar em mim... E nem pretendo continuar aqui, podendo colocar em risco a vida de outras pessoas. A mestra Sham Hatt disse que conhece alguém que pode me ajudar. Pelo menos para que eu possa ter respostas. Estamos esperando Raze, que foi buscar aquele Cristal Negro que estava com os Ewoks. Mestra Sham Hatt disse que precisaremos dele.

A fala de Rowena deixava claro que, apesar de não conhecer a Mestra há muito tempo, confiava nela.

Mas não esconderia nada de Seraph, então ela realmente gostaria de saber o que ele pensava a respeito.

Afinal, ele trouxera o Cristal Negro até ali. E agora estava ali, havia ido até Rowena porque queria ouvir a versão dela sobre o que aconteceu.

Então se.. iam precisar daquele cristal, não ia prosseguir sem a anuência dele.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Ricardo Sato em Qui Ago 18, 2016 2:07 am

Ao me aproximar me acalmo um pouco mais ao perceber que Rowena parece menos descontrolada,mas meu próprio mestre tornou-se meu inimigo,muito pode ter acontecido a Sham Hatt,isso se for ela mesma......porém pela garota eu darei o benefício da dúvida.
Rowena se levanta com dificuldade,em um movimento rápido me aproximo dela e a suporto com meu braço,ela parece fraca...e confusa,despeja sua história como um afogado em busca de ar,ouço e sorrio mas depois meu rosto se entristeçe um pouco e sussuro para que só ela me ouça.

Acalme-se garota,tudo ficará bem,já vencemos esse mal antes e eu estou aqui com você agora não estou....mas depois teremos de conversar melhor,Obi Wan pode estar com problemas.

Sei que estou simplificando o problema,mas agora ela precisa de esperança,de esquecer o medo por um tempo e de uma missão em que se focar...Obi Wan pode ser essa missão,logo me volto a mestra Hatt.

Se é isso mesmo então parabéns,Rayte parecia um bom rapaz,se tivesse sido mais sociável em minha juventude talvez o conhecesse melhor...ambos ficamos aqui desde muito cedo.

E se acredita que pode ajudar Rowena esse também é meu objetivo,já fui avisado de que as coisas não são o que parecem,assim acima de tudo devo seguir o que sinto a respeito da situação.Mesmo que mestres Yoda e Windu acreditem em mim eles não poderão reverter todo o conselho sem mais evidências.

Vou leva-la daqui e buscar essas provas,o que a persegue coneguiu afetá-la no templo,então creio que ela estará mais segura comigo....acredito que nosso oponente de 5 anos atrás retornou para atormentar Rowena e acredito nela,mas o cristal está fora questão.Aquilo sem sombra de dúvidas é maligno e estará bem melhor guardado aqui....reunir a garota e o cristal eram partes imprescindíveis do plano dos Sith e não permitirei que ninguém facilite seu intento.


Minha mão livre vai ao robe e quando retorna tenho um pequeno bastão retângular nela,meu comunicador,estive falando com Mace Windu todo este tempo,só preciso ativá-lo e já estará na frequência correta.

Comunique-se e peça que Rayte deixe o cristal onde está,ou então eu avisarei mestre Windu do que ele está fazendo.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Scorpion em Dom Ago 21, 2016 12:19 am

SERAPH E ROWENA:

Seraph chegou até o local, mas foi irrascível quanto a levarem o cristal. Ele ameaçou que avisaria ao Conselho se o cristal negro fosse retirado do templo. Sham Hatt tentou argumentar...

Sham Hatt: Não estamos dizendo que você não pode vir conosco, Seraph. Todos os sabres dispostos a ajudarem são bem vindos. Escute, Padawan... O cristal é parte importante do processo. Eu não posso dizer muito, mas sem o cristal, tudo pode ser colocado a perder.

Entretanto, Seraph tinha as suas razões para manter a desconfiança. Ele não retirou a ameaça e Sham Hatt manteve a calma inquietante de sempre. Ela apenas pegou o comunicador e comunicou-se com Raze.

Sham Hatt: Raze. Está ouvindo? Não toque no cristal... do contrário, o Conselho saberá.

Quando terminou de passar o comunicado, ela apenas meneou a cabeça e disse.

Sham Hatt: Está cometendo um grande erro...

*******************************************************************

RAZE:

O jovem aprendiz de Sentinela na verdade não tinha qualquer conhecimento de como abrir o laboratório da Academia, visto que ele estava trancado. Entretanto, aquele não era um problema para o R3 que logo lançou sua agulha mestra na trava e após poucos giros a porta se abriu fazendo um barulho de descompressão.

Ambos entraram no laboratório e podiam ver uma grande sorte de coisas que estavam sendo estudadas, mas nenhum cristal negro. Raze pediu ajuda à R3 para encontrar a localização do cristal. Após acessar os computadores R3 descobriu onde estava o cristal.

R3: ***ELE ESTÁ GUARDADO NO COFRE S5. VAI DEMORAR UM POUCO PARA ABRÍ-LO, SENHOR, MAS NÃO É IMPOSSÍVEL.***

R3 começou então a girar a sua alavanca, tentando destravar o cofre. Então, Raze ouviu o seu comunicador e Sham Hatt avisando para que ele deixasse o cristal ali.

Sham Hatt: Raze. Está ouvindo? Não toque no cristal... do contrário, o Conselho saberá.

Foi neste momento que R3 conseguiu terminar de arrombar o cofre. O cristal estava apenas há poucos metros de Raze... ele seguiria a sua intenção, ou ouviria o que sua mestra teria a dizer e temeria a repreensão do conselho?

Decida-se, Raze...

************************************************************************************

FAITH e NATE:

Slimp: Slimp não gostar de tra-tra-tra! Slimp gostar de Kabuns! Jogar Kabuns ser como jogar pedras! Tra-tra-tra ter botões demais! Slimp não gostar de botões! Botões confundir Slimp!

Irmã: Bem, parece que o cavalheirismo está morto, não é? Tudo bem, Faith... eu te ajudo com isso!

Então, ambas as irmãs apoiaram a metralhadora giratória sobre os escombros da barricada para terem algum apoio... e mira...?? Aquela não era uma arma feita para mirar e sim para fazer estragos.

Slimp continuou segurando o escudo, enquanto Nate se posicionou para ter um bom ângulo e acertar as granadas. A estratégia do quarteto funcionou como um relógio. Quando a última trava foi cortada e a porta se abriu, a gatling gun começou a disparar loucamente, acertando logo dois dos guardas que entravam. Alguns guardas tentaram procurar cobertura, então Nate atirou em uma das granadas, fazendo todo o resto explodir.

Pouco tempo de combate depois, não haviam mais guardas vivos naquele local, o que possibilitou que os heróis pudessem voltar a fugir. Alguns minutos de "corrida" e os heróis avistaram a saída da prisão. Entretanto, entre eles havia um enorme muro e um grande portão. Haviam duas guaritas com guardas armados que quando viram os heróis começaram a atirar e eles tiveram de voltar para dentro do presídio. Nate e Slimp sabiam que só aquele portão os separavam de sua nave.

****************************************************************

NISA:

Nisa correu para seus aposentos antes de sentir uma forte dor de cabeça. Era como se seu cérebro fosse um quadro negro e alguém estivesse riscando-o com um garfo!

A voz era como a de Darth Nihillus, mas ele gritava em um misto de agonia, raiva e receio.

????: O CRISTAL! ELES NÃO PODEM LEVAR O CRISTAL AOS DAI BENDU!

Nisa então começou a ter visões... visões que doíam. Ela podia ver Seraph, Rowena e uma outra mulher conversando em um beco... e podia ver depois um jovem e um R3 mexendo em um cofre e... o Cristal Negro!

Misteriosamente, Nisa sentia exatamente a direção onde eles estavam, como se fosse uma bússola.

********************************************************************

LOYA


Ando Prime - Setor Lambda

A Ordem de Dai Bendu era uma Ordem quase que totalmente esquecida. Criada muito antes do nascimento dos Sith e da própria Ordem Jedi, eles foram a inspiração para a criação das mesmas. Conhecidos como os primeiros usuários dA Força, a Ordem era praticamente extinta.

Entretanto, aqueles que entravam para a Ordem, desde jovens, aprendiam a seguir seu estilo de vida rigoroso como verdadeiros usuários dA Força... e este era o caso de Loya.

A jovem estava na ordem desde a idade mais tenra e foi treinada pela própria grã-mestra da ordem, a velha En Ki Do.

O funcionamento da Ordem ocorria dentro da Pirâmide de Toh Yor... uma pirâmide espacial descoberta pelos mesmos e que ficava no planeta, servindo de base desde o início da ordem...



Foi então que numa noite, dormindo em seu colchão no chão, que Loya acordou de repente! Era como se algo tivesse passado em seu quarto, tocado em seu rosto e saído...

Ela podia ver uma luz esverdeada, no corredor, passando pela porta de seu dormitório. A jovem seguiu e a luz estava sempre dobrando uma esquina à frente da jovem monge. Quando ela virou a última esquina, ela estava no centro de meditação do templo...

Havia um homem... esverdeado e translúcido... ela nunca havia visto ele, e nem algo daquilo. Era como se fosse um... fantasma? Mas ele emanava... A Força? Passava uma paz e uma tranquilidade, como poucos...



???: Você precisa ajudá-la... Você é uma das únicas que pode...

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Convidado em Dom Ago 21, 2016 8:08 am

Então é assim que um Jedi luta? Humpf... parece melhor que Sarin, a menos que ele tenha me escondido algo, o que eu não duvido...

*A Jedi fala, mas Lak'tur ignora e apenas se levanta*

Ela é rápida. Ela é forte. E ela usa a Força... Eu vou ter que jogar mais sujo ainda contra ela... Muito sujo...

*Lak'tur começa a circundar a Jedi de modo que ela saia da porta da nave e ele fique de costas pra ela. Girando e batendo o sabre no chão. Quando Lak'tur estiver de costas para a porta ele vai lançar a granada de fragmentação dentro da nave.*

- Você não entende Jedi? Não percebe que tá errada? Não sabe que sua filosofiazinha barata não serve pra NADA? Se você acha que eu causei alguma dor, você precisa ver o que a sua laia fez COMIGO!!!

*Lak'tur remove a máscara e mostra o rosto deformado.*



- Olha bem pra isso Jedi... Olha pro que VOCÊS fizeram. Se não fossem vocês, eu ainda seria apenas um soldado... Agora... Agora eu sou ISSO!!!

*Lak'tur parte para cima jogando faíscas do chão com o sabre e usando mais a força do que técnica. A cada ataque ele falava com mais dor e raiva.*

- VOCÊ VÊ?! EIN JEDI?! VOCÊS! ME TRANSFORMARAM!! EM UM MONSTRO!!!!!



P.S.: Novamente, eu fiz a minha jogada, analise aí e veja o que você acha que passa ou não. Very Happy

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Convidado em Dom Ago 21, 2016 12:07 pm

Os dias eram calmos no Tempo da Ordem de Dau Bendu, exatamente por serem um povo quase que extinto, era como se o mundo tivesse esquecido deles. Mesmo sendo os percursores da Força, não foram eles a aprimorar ela e estender seu uso.

Para o bem ou para o mal.

Não era como se Loya tivesse tido escolha de que caminho seguir, apenas se lembrar de abrir os olhos e estar ali, de passar a infância e a mocidade ali, desde sempre se lembra de viver ali. E nunca por um segundo sequer pensou em buscar sua verdade além do Templo.

Não a incomodava o que não sabia. Apenas passava seus dias ali, treinando sob o rigor das regras da Ordem. E também sobre os astutos e rígidos olhos da velha Em Ki Do, sua mestra, a qual Loya tinha como uma espécie de mãe.

Mesmo que talvez a velha não pensasse o mesmo, ou não demonstrasse.

Loya não fazia questão de esconder o quanto a mulher a inspirava e o quanto sentia-se segura ali no templo, com ela.

Apesar da “ponte” entre mundos que havia se tornado com o tempo.

Era uma noite como tantas outras, apesar da sensação que Loya estava tendo a dias.

Um chamado.

Mas com todas as noitesa jovem buscou seus aposentos dentro da pirâmide, e foi se deitar, e como todas as noites, vinha aquele sonho.

Mas agora...parecia real o toque no rosto, visto que a jovem ergueu a mão e levou ao próprio rosto, tocando de leve com a ponta dos dedos.

Alguém a havia tocado, ela tinha certeza.

O chamado...

Loya não pensou, apenas teve o impulso, de erguer o corpo, e logo seguir descalça mesmo ao corredor, os olhos claros se abriam mais diante da luz ao corredor, e como se a mesma a guiasse, a jovem Loya, a seguiu.

Sem qualquer tipo de pudor ou medo, apenas deixou que aquela luz a guiasse pelo corredor. E logo estava frente do centro de meditação do templo, caminhou a passos lentos e quando viu estava la dentro, e logo a luz esverdeado parecia tomar forma.

E quase por instinto a jovem Loya recuou um passo, e deixou que finalmente o homem fosse visto por ela.

Um fantasma?

Mais uma alma perdida tentando levar uma mensagem ao mundo?

Mas nunca fora tão visível e tão forte. Aquela luz, tinha algo a mais.

A força....

Loya suspirou fundo, porque seu treinamento sempre a ensinou a estar preparada a tudo. Sempre e ensinou a entender a força que estava diante de si, e todos os perigos que vinham dela.

Pois onde existe força, existe também o caminho para o lado negro, e desde cedo sua missão era evita-lo, e ajudar a todos a fazerem o mesmo.

Mas aquela “alma”, aquela “visão”, emanava paz....e seu coração e sua alma não podiam se enganar a tal ponto.

Confiava no que havia dentro de si, pois assim aprendeu a fazer.

Ser guiada por sua própria alma.

E então a voz, dizendo que ela precisava ajudar alguém, que ela era uma das únicas que podia.

E Loya aproximou-se mais daquela visão, e logo parou frente a mesma, os olhos fixos ao homem, e tentava de todos os modos, sentir além dele.



Quem ele era, era um Jedi como outros antes? Havia mesmo paz nele? Ou sentimentos ruins escondiam-se atrás daquela aura?

- Quem precisa de ajuda?...E se existem outros que podem, porque vem até uma jovem monge?....

Afinal...Loya não devia ser a melhor naquilo.

Seria?

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Convidado em Ter Ago 23, 2016 6:56 pm

Eu não tenho absolutamente nada contra Slimp. Ao contrário, é difícil para mim realmente gostar de alguém no que diz respeito a pessoas que conheço por todo universo! Mas...Ele se confunde com botões. E mesmo assim ele pode não ter feito o treinamento, mas era "apto" a se tornar um Jedi enquanto eu poderia treinar por uma decada que no máximo seria apenas uma mercenária maluca com um sabre de luz, o que machuca profundamente o meu ego que no momento ja esta bem abalado.

Bom, melhor que uma mercenária maluca SEM um sabre de luz. Jedis sempre tão egoístas com seus brinquedos...

De qualquer forma, foco na nossa ainda não concluída fuga: Nada como explodir alguma coisa para melhorar os ânimos. Apesar de não achar meu plano nada brilhante até aqui, o que importa é o resultado final. E conforme Slimp já disse, explodir coisas era bastante simples, especialmente quando se tem os brinquedos certos. Atirar com uma gigantesca metralhadora giratória e explodir um par de motos faz você desligar por um tempo dos problemas da vida.

Uma pena que não posso levar de lembrança...Fazer o que.

Pelo visto a quantidade de guardas da prisão esta próxima de zero. Nenhuma reclamação com isso, nossa contagem de mortes deve ter aumentado bastante. Tudo que importa no momento é dar o fora daqui, e isso parecia realmente ter acontecido até que mais um obstaculo, com um pouco de sorte o ultimo aparecia. Conforme dito, meu foco esta mais em agir se pensar o que acaba me deixando ligeiramente...Frustrada.



Agir em equipe...Oba.

- Sabe eu agradeço mais uma vez pelo resgate, mas meu estoque de idéias planos esta acabando. - Dizia junto a parede ouvindo o barulho de blasters. Não podia se esconder ali para sempre, e tão pouco havia ido tão longe para acabar ali. Fazia um esforço para se concentrar no que tinham a disposição. Aquela moto certamente fazia falta agora mas bem...Nada de chorar pelo leite derramado ou veículos que "fizeram kabun".

- Vocês ja ouviram falar... Naquelas barreiras de escudo? Então... Eles estão parados com um angulo fixo, nós não. Minha ideia é carregar os escudos bem próximos avançando juntos, fazendo uma "barreira". Além disso, Eu e Nate podemos ver se conseguimos um par de tiros de sorte pelas frestas. Mas basicamente é isso, um "casulo de escudos". Mais uma vez estou aberta a mudanças no plano...

Sei la. Talvez alguém tenha uma distração. Slimp pode soltar uma granada. Eu não sei.

Repetindo: Eu não sou do tipo que pensa. Sou do tipo que age.

Exatamente o que me trouxe até aqui.

Ironias da vida...

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Convidado em Ter Ago 23, 2016 7:02 pm

Nesse tempo todo, essa conversa foi a nossa melhor, definitivamente. E olha que tivemos algumas bem interessantes, como a envolvendo totós e mamas. Mas isso fica pra outro dia.  

Nate: Moça, no dia que a Faith precisar de cavalheiro, eu pinto meu cabelo de verde, vendo minha nave e começo a me apresentar no Mo's Eisley.

Agora, era apenas esperar e deixar o plano fluir. E como fluiu. Os guardas nem conseguiram reagir. Tenho que admitir: foi uma bela ideia.

Agora, apenas falta atravessar o resto do percurso... Merda! Mais deles. Claro que sim. Parece que eles brotam. E agora estamos sem bombas. E sem chance da gente levar aquele meninão com a gente pra meter tiros giratórios. Temos uma cobertura sólida, mas falta pouco e temos que nos mexer, ou vamos ficar aqui por um bom tempo.

Eu ainda tento alguns tiros na base da guarita. Com sorte, foi feito de material vagabundo e eu consigo derrubar uma delas. Mas eu duvido. Eu simplesmente atiro e depois recuo.  


Nate: Certo, se alguém tiver algum talento oculto, melhor hora pra revelar.

Com essa linha de fogo, temos boas chances de ganhar buracos novos. Foi quando Faith sugeriu outro bom plano.

Nate: Concordo, mas ainda temos o escudo de Slimp. Eu prefiro ir na frente, para dar uma vantagem. Eu consigo atirar e segurar tranquilamente. Os outros podem seguir pelo outro lado. Assim, eles mantém o foco em mim.


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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Convidado em Ter Ago 23, 2016 8:16 pm

Sentia cada parte do seu corpo eriçada.

Atenta.

Talvez devido ao fluxo de adrenalina que sentia.

Logo deu de cara com a porta trancada.

Droga!

Cerrou os olhos e olhou para o R3.

- Você consegue abrir, R3? - E logo o droide se posicionava e em poucos segundos a porta se destrancava.

- Boa, R3! Você é o melhor! - Comemorava, em tom de voz baixo, com um leve tapa na lataria do amigo… Logo adentrando o laboratório.

Seus passos não produziam ruído algo… E o som das esteiras do R3 eram mínimos.

Raze respirou fundo, olhando em volta, e aproximou-se de um dos terminais de consulta e digitou algo entre as buscas… Mas nada.

Tinham escondido muito bem.

Mais uma vez, voltou-se para o R3 – R3, não consigo descobrir onde ele está… Você pode me ajudar com isso?

E logo o droide avançava.

Isso porque ele não passava de metal amassado, não é, Obi Wan?

Exibiu um pequeno sorriso orgulhoso.

E logo vinha a localização.

R3 já adiantava-se, estacionando em frente do cofre e o abrindo após alguns segundos.

E no momento em que o via, seu comunicador tocava.

Por ser sua primeira missão, Raze estava ansioso… A ordem de sua mestra o tinha parado praticamente com a mão na massa.

Ao ouvi-la, e ainda mais, ouvir o que ela dizia, Raze fechou os olhos por um segundo ou dois… Respirando profundamente.

Acalmando a agitação de sua mente.

Acalmando os sentimentos aflorados devido a situação.

Ao abrir eles, sentia-se muito mais calmo.

Finalmente a respondeu.

- Eu já abri o cofre e estou olhando para ele, mestra… O que devo fazer? - Perguntou, levando o comunicador até a altura da boca, já que estava preso em seu pulso.

Enquanto falava com ela, desviava o olhar do cristal, mantendo-se atento ao seu redor.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Renata C. em Qua Ago 24, 2016 10:24 pm

- Obi-Wan? - Rowena perguntava para Seraph, sem esconder a expressão assustada. Sabia que o mestre estava em missão, mas não imaginava que... - O que aconteceu com ele?

Seraph parecia bem incisivo com relação a Sham Hatt levar o cristal dali. Ela de certa forma entendia a desconfiança, mas ao mesmo tempo sentia que Sham Hatt não a estava enganando. Era difícil decidir o que fazer... E agora havia o que Seraph falou de Obi-Wan. Não... poderia deixar de ajudar seu mestre se ele corria perigo. Mas ela própria, Rowena, havia demonstrado que podia ser um perigo para os outros.

- Seraph, eu não sei exatamente o que, mas algo precisa ser feito. O que aconteceu hoje, não foi um pesadelo com Darth Nihilus. Foi mais que isso. Era como se... ele estivesse no controle, por alguns instantes. Não é algo que somente me afeta. É algo que está comigo. Talvez aquele ritual...

Era difícil falar nisso. A jovem abaixava um pouco a cabeça, apoiando em uma das mãos, numa expressão clara de cansaço. Era difícil lembrar de tudo que aconteceu há 5 anos, mas parecia que foi ontem.

- Eu... não acho seguro sair em missão com você se a qualquer momento posso perder o controle e te atacar pelas costas. Eu matei um padawan, Seraph.

Sham Hatt ordenava que Raze não trouxesse o cristal. Rowena, por outro lado, também não sabia se era uma boa ideia.

O fato era que.. as palavras de Sham Hatt haviam lhe trazido esperança. Que era um sentimento que ultimamente era bem raro para a garota.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Ricardo Sato em Qui Ago 25, 2016 12:02 am

Afasto meu comunicador de meu rosto ao ouvir as palavras de Sham Hatt e sinto o corpo de Rowena tensionar e o medo crescer em sua voz.

- Obi-Wan?- O que aconteceu com ele?

Acalme-se Rowena,estar preocupada é normal mas não preciso dizer o quanto é perigoso se render ao medo,preciso?
Me perdoe não era minha intenção alarmá-la,Mestre Yoda já foi em auxílio de Obi Wan...e eu vim aqui por você.


Me volto para a jovem ao meu lado,a voz em eterna súplica e confusão,respiro fundo e a olho bem no olhos,por um momento faço apenas isso e a deixo falar....desabafar.

- Seraph, eu não sei exatamente o que, mas algo precisa ser feito. O que aconteceu hoje, não foi um pesadelo com Darth Nihilus. Foi mais que isso. Era como se... ele estivesse no controle, por alguns instantes. Não é algo que somente me afeta. É algo que está comigo. Talvez aquele ritual...

É mais ou menos o que pensei,mas daremos um jeito,não desista da luz,não desista de você,no momento resistir é a melhor forma de detê-lo.

- Eu... não acho seguro sair em missão com você se a qualquer momento posso perder o controle e te atacar pelas costas. Eu matei um padawan, Seraph.

VOCÊ,não matou ninguém,pare de se confundir com Nihilus,isso é o que ele deseja,além disso eu estou avisado de seu problema,sinto seu desespero...eu o vejo em seus olhos.

No momento você aceitaria qualquer ajuda,qualquer conselho de qualquer um....tente ouvir apenas a voz de Rowena,da verdadeira Rowena,lembre-se dela pois por mais enganador que o lado negro seja,Nihilus não pode falar exatamente como ela,ele não conseguiria pureza alguma em suas palavras.

Saberei me defender se necessário,mas temos de proteger você no momento...a solidão não irá lhe ajudar,mesmo porque ele não vai deixá-la só.


Por um instante me lembro de quem sou...espero que meu olhar não a tenha assustado ainda mais,a única força que os olhos púrpuras dos Seras-Molvatii conseguem passar sem dificuldade é intimidação e minha voz não consegue expressar doçura tanto quanto Nihilus não pode falar com pureza.....tentei ser honesto com ela e só a preocupei ainda mais falando de Obi Wan,mais um erro para minha longa lista.

Suspiro pesadamente,olho para Sham Hatt...sei que ela não pode me ver meu olhar mas mesmo assim não escondo a promessa de retaliação nele caso ela seja mais uma dos inimigos.

Por Rowena e pelo que sei de Rayte eu escutarei o que tem a dizer,fale claramente qual o seu plano e como pode ajudá-la.
Permitirei que ela escolha seguir ou não suas palavras,só não se esqueça de que eu não estou desesperado e que se isto for mais um plano dos Sith....

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Scorpion em Ter Ago 30, 2016 5:52 pm

LAK'TUR

O assassino dos Sith faz a sua manobra. Ele circunda o campo de batalha como um abutre, ficando agora com as suas costas para a nave e lança a granada dentro da nave, causando algumas explosões que possivelmente impossibilitaram a nave de voar sem os reparos adequados. Então, ele tira a máscara, mostrando à jedi o que eles haviam feito.

A mulher faz uma cara de pavor, nojo e pena... difícil definir exatamente o quê... e responde.

Jedi: Você sucumbiu ao Lado Negro, Sith! Nós não fizemos isso com seu rosto... o Lado Negro só externou o que já estava dentro de você!

Então, Lak'Tur corre para cima da jedi, que também corre para cima dele. Antes que ele se aproxime, ela o empurra com a Força, fazendo-o voar sobre uma pilha de caixotes de metal. Então, ela salta para cima dele, mas antes que possa golpeá-lo, ele gira para o lado escapando. O sabre dela corta so caixotes em partes!

Lak'Tur então se lança ao ataque corpo-a-corpo. Atacava de forma violenta a jedi. Os dois começam a travar uma batalha de sabres, que ilumina a clareira na noite...

Jedi: Tanto ódio... tanta dor...

ZIUMMMM ZIUMMMM TSSSSS!!!!

Jedi: Você não precisa... disso...

Os sabres se chocam e eles começam a fazer força um contra o outro. Mas Lak'Tur é bem mais forte e o corpo da jedi já começava a se curvar para trás.

FFFFFFSSSSSSSSSSSS!!!!

Jedi: Você ainda pode... ser... salvo...

Ela dá uma joelhada forte nas costelas dele! Outra! E outra!
Mas nenhuma sequer fazer cócegas! Além de ser muito resistente, a armadura Mandaloriana era dura até mesmo para sabres de luz.

Jedi: Você... nãoAAAARGGGH!!!!

A lâmina do sabre de Lak'Tur finalmente encontra o ombro dela, causando uma queimadura que a faz fraquejar e então, o braço finalmente cai na altura do ombro.
A jedi solta o sabre e cai de joelhos em frente ao assassino Sith, segurando o ferimento já cauterizado...

Jedi: Você ainda pode ser salvo... porque desistir...?

Agora ela estava sob o julgo do seu sabre, Lak'Tur... o que fazer?

********************************************************************

LOYA

A jovem monge se aproximou lentamente do espírito. Não era difícil perceber que aquele era um espírito da Força... um por sinal, um tanto poderoso e calmo. Era um homem que ela nunca tinha visto antes, mas as suas vestimentas eram parecidas, por não dizer iguais às que os jedis utilizavam... ao menos assim ela via nos livros empoeirados e nos holocrons mais antigos.

????: Há uma jovem que chegará até você, Loya. Ela está obssediada por um espírito antigo... muito mais antigo do que eu. Um espírito que viveu durante as primeiras Eras dos Jedi, mas que consumia o Lado Negro da Força e logo foi consumido por ele. Ele já possuiu muitos nomes, mas o mais conhecido deles é Darth Nihillus...

Neste momento, Loya começa a ter imagens na sua cabeça, como se flashes do passado começassem a passar como um filme antigo.

Um lugar com paredes de pedra escuras...
uma mulher de cabelos brancos e olhos negros jogada ao chão...
Possui a pele muito pálida e uma cabeleira mais ainda...
Ela implora por sua vida...
Um sabre vermelho se acende e acaba com seus últimos suspiros...
Uma energia emana dela... não uma energia boa e confortável...
Uma energia de medo... de traição...
E essa energia penetra numa máscara branca... como água sugada por um canudo...
E a câmera se afasta.... revelando um homem totalmente de negro, com exceção da máscara...



Nisso o flash acaba! Loya volta à si, ainda no mesmo lugar, mas o espírito não está mais lá.
Ela percebe que foi tirada do transe por sua mestra, En Ki Do...

En Ki Do: Loya? Loya?! Acorde, minha filha! O que aconteceu? O que você sentiu? Eu senti algo e vim até aqui... e você estava presa em seus sonhos novamente...

A voz do espírito ecoa baixinho em sua mente, como se estivesse se afastando.

???: Eu estarei o caminho todo com você... não tenha medo.

***************************************************************

FAITH e NATE

Bom... pra quem está tentando sair de uma prisão de segurança máxima sem um plano definido, vocês não estão nada mal... mas era verdade que o estoque de idéias estava se esgotando. Faltava pouco para chegarem até a nave de Nate... bastava passar por dois guardas no alto de guaritas super-protegidas e passar por um portão super resistente. Só que desta vez, sem bombas!

O problema era que para o escudo ser efetivo, visto que ele tinha pouco mais de 1m de altura, apenas duas pessoas poderiam participar dele. Outras teriam de ficar de fora. Nate já havia se proposto a ir na frente sem o escudo, chamando a atenção dos guardas. Sobravam Faith, sua irmã e o Ewok que, apesar de pequeno, tinha a maior bunda entre todos e ocupava até um pouco mais de espaço.

Nate começou a correr na frente, para chamar a atenção. O piloto fez alguns disparos contando com a sorte, mas mesmo assim, não foram efetivos. O que não podia se dizer dos guardas...

Slimp: Faith e Meretriz Twi'Lek ir! Slimp ir depois! Não caber Slimp!

...A irmã de Faith foi se apoiando nela, pois mal conseguia andar e Faith tinha de usar os dois braços para manter o escudo numa posição defensiva efetiva. Slimp ficou para trás, criando coragem, como um gato que não quer ter que correr para a chuva. Foi neste momento que Nate levou um tiro na perna. Sim... os guardas não eram Storm Troopers míopes, além de contarem com rifles de precisão justamente para abater presidiários fujões!

O tiro atravessou a coxa do Capitão, que caiu na neve, no meio do caminho. O sangue deixou a neve branca.

Slimp: NAAATE!!!!!

O Ewok criou coragem e correu até o amigo, que estava no chão sangrando.

Slimp: Nate! Não morrer, Nate! Não ir para a luz!

Não houve muito tempo para pensar... a irmã de Faith estava cada vez com mais dor nas costelas, das surras que costumava tomar na prisão. Ela estava sendo arrastada por Faiecia querer desistir.

Irmã: Você vai! Eu não vou conseguir! Ou nós duas acabaremos sendo mortas

Já era possível ver os guardas chegando pelo corredor que os heróis tinham se escondido há poucos segundos. A situação parecia perdida, quando...

talvez piorasse!

Uma nave maior que a Crimson começava a sobrevoar o pátio e logo pousava... quando a comporta abria, um velho, seguido de 4 guardas armados descia. Um sorriso malicioso em seu rosto...



Lugan: Obrigado, senhores... eu assumo daqui.

Guarda: Você não pode levar estes prisioneiros! Eles são propriedade da... sim? Entendo, senhor... desculpe.

Ele desligou o comunicador e deu ordem para que todos voltassem.

Os guardas de Lugan se aprontavam para escoltar os heróis.

Lugan: Vamos entrar? Nós temos muito o que acertar...

****************************************************************

RAZE, SERAPH e ROWENA

O cristal passa uma sensação bem ruim, Raze. É como se aproximar dele causasse um certo formigamento que incomoda. Então, como sua mestra pediu que você o deixasse lá, você realmente o deixa. R3 faz um barulho como se não entendesse muito e você resolve retornar para lá.

Então, Rowena e Seraph travam um discurso, que Sham Hatt se mantém apenas a ouvir. Por fim, Seraph indaga Sham Hatt sobre o que ela tem em mente e diz não estar desesperado.

Sham Hatt: Se você realmente sente algo por esta Padawan, você deveria estar. Você talvez não possa vê-lo, mas eu posso, jedi. Neste momento é como se ele estivesse se apoiando nos ombros dela... ele não vai largá-la... ele precisa dela.

Ela continua.

Sham Hatt: Eu sei de uma pessoa que pode ajudá-la, mas ela está muito longe daqui. Me diga, jedi... o que você sabe sobre a ordem de Dai Bendu?

Vendo que Seraph talvez nunca tivesse ouvido falar dela, a velha continua.

Sham Hatt: Esta é uma ordem antiga, mais antiga que a nossa ordem. É uma ordem da qual eu fiz parte... há muito, muito tempo atrás, mas que, bem... não interessa agora. Tudo o que importa é que há uma garota nesta ordem que é capaz de interagir com os Espíritos dA Força. Espíritos como o de Darth Nihilus...

Rowena podia sentir o ódio do espírito crescendo quando Sham Hatt falava aquilo. Era como se o espírito apertasse os seus dedos com raiva em seus ombros... não doía, mas era uma sensação terrível.

Sham Hatt: Se você quer ajudar esta garota, então nós precisamos arrancar o espírito dele de perto dela. Uma espécie de "exorcismo" dA Força. Do contrário, ela continuará a matar sempre que a sua vontade fraquejar... até que tenha destruído tudo e todos, ou até que morra tentando. Você realmente quer apostar com tudo isso, cavaleiro?

É nesta hora que Raze chega de volta, acompanhado de R3.

Sham Hatt: Se você concorda comigo em ajudá-la, nós precisamos partir... agora.

Ela vira sua cabeça para Raze.

Sham Hatt: Espero que meu Padawan saiba pilotar. Eu apenas posso conseguir a nave com a Ordem.

E então? O que será?

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Convidado em Ter Ago 30, 2016 7:44 pm

Eu senti de uma hora pra outra. O tiro atravessando direto, a carne queimando e, quando vi, estava no chao, sangrando. Eles eram bons. Muito bons.

Foi quando ele chegou. Lugan, o cara que eu passei a perna mais vezes do que gostaria de admitir. E mesmo os guardas parecem ter medo. Ele pede, pede o diabo, ele manda a gente entrar.

Eu analiso bem o quadro: eu estou com uma perna ferrada, a outra menina toda moída e Faith parece bem machucada. Se recusarmos, ele vai mandar os guardas abrir fogo. Se formos, temos a mínima possibilidade de escapar.

Eu levanto as maos e sigo Lugan.


Nate: Ok, mas isso envolve apenas eu e Faith. Os outros 2 nunca fizeram negócios contigo. Eles tem o direito de ir.

Slimp pode se exceder e agora precisamos de frieza. Apenas posso especular o que essa estranha pode fazer num conflito. Fora isso, preciso que alguém fique de olho na minha nave.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Convidado em Ter Ago 30, 2016 11:21 pm

Quando até mesmo eu sinto que o plano é ruim...É um sinal que ele REALMENTE é ruim.

Se tem uma coisa que eu odeio é sacrifícios heroicos. Alem de roubarem a cena que eu gosto que geralmente que prefiro que fique centrada em mim, fazem com que eu crie algum tipo de divida com a pessoa, e tenha que mencionar ele nas histórias que conto e dar um lugar digno nas minhas memórias.

Fora o fato de ter uma morte nas minhas costas.

"Todos morrem sozinhos"

Mais um pouco e tudo ia começar a se mover em câmera lenta. Eu nem tenho tempo de reagir direito quando Nate resolve ir na frente e Slimp fica para trás. Tudo que importa é seguir em frente, sair de la. Vivos. Nesse instante que descobrimos nossa sorte chegando ao final, especialmente quando a perna do nosso querido capitão é rasgada por um disparo.

- NATE! - Um grito alto seguido de disparos vazios na direção da torre. Atirar o dia todo e errar não vai me fazer desistir. Eu sei que a situação esta piorando esponencialmente especialmente porque a minha velocidade esta cada vez mais devagar...E eu sei porque.

Não quer dizer que eu va desistir

- E deixar você se sacrificar heroicamente? Eu teria que deixar você sendo "Faith Lehane" e inventar outro nome para ser uma história digna o bastante. Sabe o trabalho que da criar uma reputação do zero? Sem chance! Não ouviu o que eu disse para Nate? Somos bonitas demais para morrer garota.

E parava de se locomover, apenas olhando para a irmã e sorrindo, segurando o escudo.

Talvez seja a hora de parar, o gentil abraço da morte e tudo mais.

Eu não sei. Entrei nessa sem saber de nada e as idéias realmente acabaram.

Até que aquela gigantesca nave aparece. Vendo que os guardas tinham deixado de lado o tiroteio, jogava o escudo para o lado, amparando minha irmã nos braços pensando o que iria aparecer agora, tentando mante-la com uma esperança vazia. O que mais poderia acontecer agora? Acho que vai ser um pouco difícil algo que ajude agora.

Lugan.

Eu me levanto com a mão coçando cada vez mais.

Um disparo. Todo mundo morre. Eu morro, Nate, Slimp. Mas Lugan morre.

Ao meu ver valhe a pena. Especialmente se considerar que bem dizer ja morremos. Apenas ainda respiramos por alguma razão.

Um décimo de segundo antes, Lugan parece falar com seu amiguinho misterioso.

Eu tinha um décimo de sorte sobrando. Talvez Nate.

Não vou levantar as mãos droga nenhuma. Eles estão com medo, vamos dar uma razão para terem medo.

Duvidava que Lugan fosse concordar com aquilo, mas esperaria uma respostas antes de ir sem oferecer resistência.

Chegava perto de Nate e o ajudava a se levantar, e andar com o que sobrou daquela perna.

Gratidão, viu como não sou um caso perdido Capitão?

- O que eu disse? Bonitos demais para morrer...

E seguiria conforme fosse guiada.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Convidado em Qua Ago 31, 2016 1:23 am

Jedi: Você ainda pode ser salvo... porque desistir...?

- Desistir?! DESISTIR?! VOCÊ É ESTÚPIDA JEDI? SE EU TIVESSE DESISTIDO ACHA QUE EU ESTARIA VIVO AGORA?! SE EU TIVESSE DESISTIDO EU TERIA CHEGADO ONDE CHEGUEI NO EXÉRCITO?! SE EU TIVESSE DESISTIDO ACHA QUE EU TERIA APRENDIDO O QUE EU APRENDI?!

*Lak'tur inconscientemente agarra a jedi pelo pescoço enquanto fala*

- NÃO JEDI!!! EU NÃO DESISTI!!!



*As mãos de Lak'tur vacilam e ele pondera... Ele se lembra da dor... Do sofrimento... Da raiva... Do abandono... E por um momento ele se perde no rio da confusão, da dúvida, do questionamento. Ele se lembra que ele foi um mecânico, mas ele foi mesmo do exército? Ele foi mesmo tão bom assim? Ele foi mesmo alguém melhor? Seria isso culpa dele, das suas escolhas, seria culpa da garota ou mesmo de Nisa que hoje nem sequer fala com ele? Por quê? Por que?*


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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Convidado em Qua Ago 31, 2016 11:27 am

Não era um espírito comum, ele emana uma Força como poucos. Ao mesmo tempo que ele exibia um poder enorme, ele também denotava uma calma única.
 
Ele não estaria ali a toa, ele não procuraria Loya a toa.
 
Era ele seu “chamado”?...
 
Aquela sensação que a dominava a dias, tinha finalmente propósito?
 
Loya de imediato associava ele a um Jedi, ainda mais devido as vestes, e porque muitos destes guerreiros sempre a procuravam naquele outro mundo. Mas tinha que confessar, nunca um espírito assim se comunicou de forma tão clara com ela.
 
Tinha a exata visão dele, tinha até mesmo a sensação que podia tocar ele, se assim desejasse.
 
E ele dizia que uma jovem viria até ela, que ela estava “tomada” por um espirito antigo.
 
Espirito antigo....
 
Os olhos claros de Loya reluziram de leve, porque ela sabia o quanto era delicado e perigoso lidar com um espírito assim.
 
E só de imaginar que tinha um a sua frente, informando que ela teria que lidar com outro, tinha certeza que este era seu “chamado”.
 
E ele logo dizia algo sobre o espirito e como ele havia sido consumido pelo Lado Negro, Loya cerrava de leve os olhos ao ouvir isto e então ele dava o nome.
 
Darth Nihillus....
 
Loya tentava buscar na memória se já ouviu falar sobre ele, se em suas tardes devorando livros na biblioteca encontrou algo sobre ele.
 
Mas era tudo muito vago.
 
E era neste momento que Loya recuava um passo e fechava os olhos com força, imagens tomavam sua mente, ao ponto que ela levava ambas as mãos a cabeça, e tentava focar.
 
Focar para conseguir estabelecer uma ligação e poder ver as imagens pouco a pouco, decifra-las.
 
Logo conseguia ver as paredes, as pedras escuras, a mulher de cabelos brancos, olhos negros.
 
Os cabelos tomando o chão, o branco em intenso contraste ao preto.
 
A pele pálida assim como os fios de cabelos, ela implorava.
 
Loya sacudia a cabeça, e então o sabre vermelho, o vermelho que tomava tudo.
 
O sangue.
 
O branco era tomado pelo sangue, era tudo vermelho agora.
 
E a energia que parecia consumir Loya a ponto dela levar uma das mãos ao peito.
 
Medo...traição.
 
Os olhos de Loya se abriam mais naquele instante.
 
- Traição!
 
Ela dizia em um tom mais alto.
 
Ao passo que agora conseguia ver a imagem a sua frente, como se conseguisse projetar a mesma, podia ver toda aquela energia misturada a tanto sangue, tornar-se aquela mascara branca.
 
Novamente o branco, em contraste com o preto.
 
Como se ele fosse eternizado naquele ser.
 
Loya chega a estender as mãos para tocar a máscara, mas o flash acaba.
 
As mãos de Loya ainda estão estendidas, e os olhos naquele tom branco que ficam quando os sonhos a tomam, sua mestra está a seu lado a amparando. Ela a chamou.
 
Loya vira o rosto e pisca os olhos, que retornam aquele azul, e ela tenta focar ainda confusa em sua mestra.
 
- Eu preciso....de informações....
 
Loya tocou com ambas as mãos os braços de sua mestra, e apertou de leve.
 
- Mestra En Ki Do, um espírito veio a mim eu preciso ajudar uma jovem, ela virá até nós, eu preciso ir pra biblioteca agora....
 
Loya largava sua mestra e logo seguia os passos na direção da saída daquele sala, iria para a biblioteca pesquisar tudo que conseguiria sobre Darth Nihillus (mestre favor informar o que ela encontra), ao passo que ouvia a voz do espirito em sua mente, logo ela falava com sua mestra como se ecoasse as palavras.
 

- Não tenha medo...

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Qua Ago 31, 2016 11:37 pm

Não havia escolha, sem pensar duas vezes me levantei... Caminhei cambaleante e tentei procurar por Nisa...

Eu tento de novo ligar para Laktur, enquanto a dor dilacerante e premonições salpicam minha mente em um tom aterrador, apenas a agonia me força a deixar esse lugar.

Sem esperanças para mim lá fora, na força.

Apenas aqui dentro eu estava protegida...

Mas sem Laktur, sem mestres, sem ajuda... Quem sou eu?

Eu tomo minha nave e vou em direção da princesa, do jedi e sua aprendiz.

Eles serão impedidos.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Convidado em Ter Set 06, 2016 12:55 pm

Aquela sensação.

Aquele formigamento.

O frio que percorria sua espinha.

Raze cerrava os olhos.

Não sentia vontade alguma de apanhar o cristal.

Por isso, não foi nada ruim fechar aquele cofre e largar aquilo lá.

R3 reclamava… Raze dava de ombros e suspirava – Ordens da mestra… Melhor assim, não acha?

E logo voltou para onde os havia deixado, agora em companhia de R3.

Logo via o recém-chegado… E sentia a força nele.

Não o conhecia, mas era bem óbvio que ele era um Jedi.

Apenas colocou-se próximo de dua mestra, e a cumprimentou com um aceno de cabeça.

Em seguida cumprimentou o Jedi, da mesma forma.

- Eu… Não sou muito bom pilotando, mestra – Respondeu, com sinceridade – Mas minha unidade R3 pode nos levar onde quisermos com seu módulo de pilotagem. Ele é melhor que muitos pilotos por aí… Quanto a isso não há problema… - Respondeu, fazendo um leve afago na carenagem negra do R3, que respondeu com alguns bips entusiasmado.

Em seguida, aproximou-se de Rowena e lhe estendeu o saco que estava trazendo, com a nova muda de roupas.

Seu sabre duplo estava preso na cintura de Raze, mas ele entregaria a Rowena, caso ela pedisse.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Ricardo Sato em Ter Set 06, 2016 11:19 pm

Exorcismo da força,ordem de dai bendu ...tantas coisas novas,saber se a mulher mentia era difícil quando não havia emoção em sua voz ou aura.O padawan não parecia reconhecê-lo,o que não era estranho,afinal não éramos da mesma turma e nunca fui muito sociável...mas sempre prestei atenção a aqueles que chegavam,em especial aqueles que como eu passariam a maior parte de suas vidas ali.

Espero que Rowena responda,espero que ela escolha seu caminho mas ela nada diz,parece perdida em pensamentos,sinto seu corpo tencionar em certo momento como se um peso enorme lhe machucasse os ombros,percebo que se não formos rápidos essa janela se fechará e dou um passo a frente.

Vamos logo então...é Rowena quem deve decidir,mas ao menos temos de nos afastar daqui para que ela tenha uma chance de escolher,se sua nave demorar a minha está aqui perto.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Renata C. em Ter Set 06, 2016 11:54 pm

Se Sham Hatt era capaz de ver Darth Nihilus, Rowena podia sentir.

Sentia o espírito maligno ali, era como se pressionasse seus ombros.

Sentia o peso daquele ódio bem ali, quase sobre suas costas. Embora Seraph não pudesse ver, ou sentir a presença dele ali, ele claramente notava que algo a perturbava.

Eles conversavam, e Rowena não dizia nada, pois tentava enfrentar aquela presença ali, do seu lado.

Quando isso acabaria?

Sham Hatt deveria estar vendo aquela sombra ali, apoiando-se nela, alimentando-se de suas fraquezas. Como a mestra mesmo dissera, aproveitando-se dos momentos em que ela vacilava para tomar o controle.

Aquilo bastava. De um jeito ou de outro, deveria acabar.

Raze chegava, e após falar com sua mestra, lhe entregava roupas. Isso era bom, não teria que sair com o robe de dormir por aí.

- Obrigada... - a garota falava pegando a sacola com as roupas e esboçando um leve sorriso para o padawan.

Sobre o sabre duplo que estava preso a cintura de Raze, Rowena nada falou. Talvez achasse mais seguro, por hora, que ele permanecesse ali.

Quando Seraph falou, e eles começavam a caminhar em direção da nave, Rowena irá falar com ele.

- Eu já decidi, Seraph. Eu preciso enfrentar isso, e estou disposta a ver se os Dai Bendu podem ajudar. Não posso deixar que ele continue aqui.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Scorpion em Seg Set 12, 2016 6:16 pm

NATE & FAITH

A situação para a dupla que virou um trio e agora era meio que um quarteto começava a ficar ruim. Felizmente, para eles, se Lugan os quisesse mortos, já os teria furados de blasters até não sobrar muita coisa. Se eles não foram alvejados até aquele momento, é porque Lugan tinha algum plano para o grupo.

Lugan: Você não está em condições de propor nada, Reynolds. Vocês estão me devendo... e muito! Considerem a minha posição misericordiosa. Agora, vamos...

Sabiamente os heróis decidiram não lutar. Aquela seria uma luta perdida, ainda mais porque haviam guardas nas guaritas que já haviam travado a mira nos heróis agora que estavam parados. Sendo assim, sem muita resistência os heróis entraram na nave. Por mais impressionante que a Crimson Destiny fosse, aquela nave era talvez duas vezes maior. Haviam bem mais guardas ali dentro... parecia que Lugan havia saído de sua base em Corruscant e levou um bom contigente com ele. Como ambos os heróis não frequentavam o planeta há um certo tempo, eles não tinham idéia de como Lugan estava conduzindo os seus negócios... mas não era muito comum ver o chefe do crime saindo de sua fortaleza.

Enquanto os heróis chegavam até uma espécie de centro de controle, Nate foi sentado num banco e um droid médico começou a dar um tratamento em sua perna, enquanto Lugan falava.

Lugan: Seus dois cretinos! Vocês acharam que podiam passar a perna em mim? Eu enviei vocês em uma missão, onde investi dinheiro e minha reputação... e vocês permitiram que os jedis enfiassem as suas mãos imundas na Cristal Negro! Mas nem tudo está perdido! Eu vou dizer o que vai acontecer... e já aviso que não estou negociando!

Então, dois guardas apontaram armas para a irmã de Faith e para Slimp.

Lugan: Vocês vão pagar pelo que me custaram! Eu concordo com você, Reynolds... eles não têm nada a ver! Por isso eles ficarão aqui, nesta nave, comigo e com meus homens! E você e essa fajuta vão até Corruscant, vão invadir aquela maldita academia e vão roubar o Cristal Negro! E assim que o roubarem, vão trazê-lo diretamente para mim! Depois, vão sumir da minha vista e nunca mais colocarão seus pés nojentos em Corruscant, ou eu arrancarei a cabeça de vocês quatro e pendurarei no salão de visitas da minha fortaleza!

Ele sentou-se em sua cadeira...

Lugan: Estamos conversados? Ótimo... eu tive o prazer de tomar a nave que Faith Lehanne deixou em Corruscant. Ela está no hangar. Vocês podem usá-la. Como vocês vão pegar o Cristal? Eu não ligo! Usem blasters, granadas, explosões ou um maldito estilingue, mas me tragam aquilo antes que minha paciência se esgote!

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LAK'TUR

A jedi estava à mercê de Lak'Tur. Como um animal ferido, ela esperava a sua morte.
Porém, as palavras dela parecem ter tocado de alguma forma Lak'Tur... Ele a agarrou pelo pescoço e disse suas últimas palavras de ódio. Mas... o que era aquilo? Lembranças do passado reprimidas pela Alquimia de Nisa?

Um turbilhão de imagens começava a entrar na mente de Lak'Tur. Era como se ele visse um filme em câmera rápida de tudo que ele passou... ao menos dos pontos mais importantes. Ele se viu quando criança... se alistando no exército... sua primeira batalha... a missão na Crimson... a queda, sendo salvo por Rowena... sendo capturado pelos Sith... o rosto de Nisa forçando-o a amá-la... e aquilo doía... e queimava...

...mas não a lembrança. O rosto de Rowena...?

Rowena: Morra, maldito Sith...

As visões acabavam... Lak'Tur sentia sua mão fraquejar... e o rosto de Rowena se transformava no da jedi com quem ele lutava. Enquanto tinha sua epifania, a jedi usou suas últimas forças para puxar o sabre e agora ele estava atravessado no meio do estômago de Lak'Tur...

As forças abandonavam o Sith... ele caía de joelhos... agora ele à mercê da jedi, que mesmo sem forças, estava melhor agora que Lak'Tur. Ela ergueu o sabre, mas antes de golpear seu pescoço ela vacilou... como se percebesse algo...

Jedi: Espere um momen...FFFFFFZZZZZZZTTTTTTTTTT!!!!

Lak'Tur conseguiu ver pouca coisa. Apenas uma luz vermelha que passou por ali muito rápido e apagou a luz clara do sabre da jedi. Então, Lak'Tur sentiu apenas uma mão agarrando-o pela armadura Mandaloriana e arrastando-o lentamente... e apagou...

mas esta ainda não era a morte do Assassino dos Sith.

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LOYA

A Mestra de Loya foi uma habilidosa combatente em seus tempos áureos, quando Loya não era maior do que uma criança... e possuía um enorme conhecimento sobre os mais diversos temas do universo, em particular A Força. Entretanto, sobre as raras habilidosas de Loya, a sua mestra era alguém que sabia pouco sobre o que fazer.
Ela estava amparando a sua pupila e com o grito de Loya, mais duas monjas entraram no recinto assustadas, mas trajando roupas de combate. No templo, sempre haviam pessoas acordadas fazendo a segurança da pirâmide.

Mestra: Podem sair... Loya só teve um mau sonho...

As monjas assentiram e saíram. A mestra voltou sua atenção para a pupila, que agora sentia muito mais fraca a presença do espírito bom que a visitara, mas não sentia a do ruim...

Mestra: Isso é incomum... pouquíssimas pessoas sabem sobre a nossa Ordem e a nossa localização.

Aquela informação então pareceu chocar a mestra da jovem. Ela assentiu com a cabeça quando ela disse que precisaria pesquisar...

Loya então dedicou-se à biblioteca do templo, que contava com poucos holocrons, mas diversos escritos em papel, alguns de antes da antiga república... antes mesmo da formação da Ordem Jedi.
A jovem monja teve de passar vários dias estudando para encontrar informações pertinentes.

Entretanto, era estranho... Na Biblioteca, ela esbarrou com o espírit dA Força que estaria com ela... ele caminhava pelo extenso corredor de informativos e então... apontou para um... empoeirado e escondido... mas com tudo que Loya precisava saber sobre Darth Nihillus...

*SEGUE MP COM INTEL

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RAZE, SERAPH & ROWENA

O clima estava pesando entre Sham Hatt e Seraph? De fato, o que se passava na cabeça e no coração da mestra cega era difícil dizer... entretanto, Seraph conseguia ter duas leves impressões sobre ela. A primeira era que ela estava escondendo algo... se era bom ou ruim, ele não sabia dizer. Mas passava a impressão de que aquela mulher tinha mais segredos do que parecia ter... a segunda coisa que ele parecia sentir era uma certa decepção no tom de voz de Sham Hatt de que algo daria extremamente errado.

Raze então chegou e ofereceu as habilidades de R3. Sham Hatt deu um sorriso de leve, mostrando que ela talvez não fosse tão robótica quanto parecia ser.

Rowena recebeu as roupas de Raze, mas não tinha onde vestí-las ali. Então, Seraph colocou a decisão nas mãos de Rowena. A jovem parecia decidida a se livrar do espírito de Darth Nihilus.

Sham Hatt: Parece que vamos viajar então, Mestre Seraph.

O grupo não teve problemas em conseguir uma nave da Ordem e passarem para pegar os dois. Seraph já era um Mestre e mal deu a cara no Templo, enquanto que Sham Hatt era uma Sentinela e vivia em missões.
Então, os heróis partiram para o espaço. Sham Hatt apenas passou as coordenadas para R3 e o droido iniciou os cálculos para o Hyperespaço.

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NISA

A serva dos Sith começava a sentir uma grande dor de cabeça... indo desesperadamente em direção onde sua mente a guiava. Porém, a dor começava a cessar... como se o espírito de Darth Nihilus estivesse se acalmando.
Porém, uma outra angústia começou a se apossar da jovem. Era como se ela pudesse sentir a vida de Lak'Tur se esvaindo, até que ela não pudesse mais sentí-lo. Era como se ele tivesse abandonado esta vida e mandado sua alma para o universo.

Nisa podia ver uma nave mediana deixando o templo jedi e indo em direção ao espaço. Ela pousou sua nave próximo de onde ela sentia que o Cristal a havia chamado. Não era um chamado irresistível, mas era como se algo desse sempre um leve puxãozinho...

O problema era para onde o Cristal a atraía... dentro do Templo Jedi. Um lugar que sria suicídio uma aprendiz de Sith tentar entrar...

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NOTA: Pessoal! Último post de cada um! Este capítulo será encerrado após todos postarem. Abraço!

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Seg Set 12, 2016 8:09 pm

Eles... sabem de mim... Os Jedi.

Para enfrenta-los Lak´tur era minha última esperança... Preciso achar uma nova.

Ninguém por perto, ninguém que pudesse achar o cristal para mim. O que eu devo fazer, eu não sei... Preciso pensar e...

Tudo esta desmoronando, lutei tanto para ascender ao senado que nada mais sei dos propósitos profundos mistérios da Força.

Quem poderia estar ali?

Tenho de dar um jeito... Não posso entrar ali, mas alguém pode. E me levar ao cristal aos poucos... alguma mente fraca que eu possa controlar.

Em algum tempo ele será meu. Então eu ligo para o chanceler...


-Escute-me, temos um casamento a planejar.


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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Ricardo Sato em Seg Set 12, 2016 9:17 pm

Sham Hatt: Parece que vamos viajar então, Mestre Seraph.

Sim vamos viajar,mas está errada quanto a certas coisas....

A primeira é que já a algum tempo percebi que sou apenas um aprendiz....sempre serei,não importa quanto tempo eu viva ou que títulos consiga nunca saberei o bastante para me sentir um mestre.

A segunda é que por mais que tenha aprendido a esconder suas intenções e eu sei o quanto é boa nisso,eu posso não saber se para o bem ou para o mal mas está claro que está escondendo várias coisas de nós.
Sinto sua decepção e se houver algo que possamos fazer quanto a isso é lamentável que não possa confiar nem no discípulo com quem se importa tanto,nem na jovem que está ariscando a si própria pelo que você diz.

Se seus segredos são mantidos por orgulho você deveria se lembrar de que um "mestre" é só alguém que já errou demais e que já aprendeu um pouco com seus erros,se seus segredos são por receio de nos envolver não se esqueça de que o medo leva ao lado negro e se forem por malícia nunca duvide de que a força encontrará seu equilíbrio no fim.


Nada mais falo,apenas coloco meu robe superior sobre os ombros de Rowena para que ela se proteja do frio até ter onde se trocar e sigo com mestra Hatt para conseguir uma nave.

Logo partimos e sentado na nave penso em minhas palavras e percebo que a coisa mais verdadeira que disse em toda minha vida foi que continuo um aprendiz...quantas vezes errei por orgulho?Quantas vezes tive receio?Quantas vezes duvidei?

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