CAPÍTULO 1

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CAPÍTULO 1

Mensagem  Scorpion em Sex Ago 05, 2016 3:21 am

*Vi que não faz o menor sentido postar prólogos para depois postar as cenas iniciais... Farei tudo em 1 só:

SERAPH

Se o jedi de olhos puxados achava que o jeito calmo e lento de Mestre Yoda faria com que o treinamento fosse mais leve, ele enganou-se brutalmente. O velho mestre esverdeado, último de sua raça tinha talvez o treinamento mais pesado de todos. Não obstante, ele foi o mestre de Mace Windu durante algum tempo e até mesmo de Qui Gon Jin, um pupilo agora morto. Mas não somente isso... ele foi o mestre do antigo mestre de Seraph. Se haviam dúvidas de como Dag Oneth, ou Bar Oneth eram poderosos, a resposta estava ali naquele treinamento.

Enquanto a maioria dos mestres treinava os padawans com o sabre e com os simulacros a laser, Yoda era muito menos ortodoxo. Ele levou Seraph aos ermos de Corruscant. O último dos 5 anos foi quase que de isolamento e treinamento diário. Quando Mestre Yoda precisava, ele se comunicava com o resto do conselho via holocron. Seraph, por sua vez, não se comunicava com quase ninguém.

O treinamento consistia em levantar pedras com a mente, ficar minutos debaixo dágua, ser acordado com um açoite e um treinamento físico extremamente desgastante. Porém,a parte mais interessante do treinamento não fora nada disso. Mestre Yoda levou com eles diversos discos da biblioteca do templo jedi... discos que continham muito conhecimento antigo. Porque Yoda ensinou Dag Oneth a lutar... mas quem ensinou Bar Oneth foi Darth Nihillus... e o seu estilo estava há muito esquecido. Era preciso lembrar dele... aprendê-lo... e adaptar a defesa.

Yoda: Para enfrentar Bar Oneth, preparado você não está. Estilo de Darth Nihillus, há muito esquecido foi. Quando seus caminhos se cruzarem novamente, dois inimigos enfrentar você irá, Seraph.

Sim... aquilo fazia sentido para você, Seraph? Afinal... Bar Oneth conseguia acessar as habilidades de Dag Oneth? Seria o Sith treinado tanto por Yoda, quanto por Darth Nihillus? Aquilo explicaria como ele parecia ser imbatível... como teria matado Qui Gon com tanta facilidade...
Quando aquele último ano terminou, Seraph sentia-se mais preparado, mais confiante. Havia aprendido a usar a mão mecânica com a mesma maestria que usava a de carne.

Numa certa noite, Mestre Yoda teve uma forte dor de cabeça.

Yoda: Voltar para o templo, nós devemos. Algo muito ruim, para acontecer está.

*****************************************************************************

FAITH

Fique tranquila, moça. Jango não tentou "perpetuar a raça" com você. Na verdade, você até deveria ter ficado bem agradecida a ele. Afinal, a mamata com os genes mandalorianos que ele te enfiou no meio te rendeu uma verdadeira fortuna. O equivalente à quase 3 trabalhos bem perigosos... e isso só para levar algumas agulhadas e ficar ligada algumas horas em um aparelho, alguns dias durante algumas semanas. Dinheiro fácil... quem quer que estivesse patrocinando aquilo, devia ter recursos à disposição... muitos recursos.

Não demorou para que você recebesse outras propostas de trabalho e a recompensa pela sua cabeça já havia expirado. Claro que enfiar os pés em Corruscant de novo poderia chatear um certo velho contrabandista que não podia te ver pintada de ouro. Então, mantendo-se embaixo do radar, ela resolveu fazer algo extremamente perigoso: invadir uma prisão para libertar a sua... irmã?

Mas as coisas não saíram como planejado... nem um pouco. Na verdade, a sua irmã não estava nada bem neste tempo em que passou presa. O corte na testa era pouco, perto dos hematomas que ela tinha. Mas ela não queria falar... apesar de que Faith sabia que talvez o dedo de Lugan estivesse ali no meio. Como ele sabia da irmã dela? Bem... o velho poderia ser meio ruim para contratar alguns empregados, mas certamente ele não chegou onde chegou sendo ruim em tudo... e se ele tinha algo que sabia fazer bem... era descobrir os pontos fracos escondidos das pessoas. Quem abriu a boca? Isso você não sabia...

Só que depois de uma arapuca armada pelos guardas na prisão de Belsavis, e uma surra que até você tinha de assumir que doeu você tinha uma bela cela ao lado de sua irmã. Um dos guardas apareceu numa noite dizendo...

Guarda: Amanhã é o último dia de vocês! O senhor Lugan está vindo diretamente pra cá e pretende acabar com você com as próprias mãos dele.

Aquela noite parecia ser fria... apesar de não temer a morte, Faith sabia que escapar dali com a irmã ferida e ela também, seria muito, muito difícil.
Então... tentando dormir, ela ouviu um "psiu"! Era uma figura baixa... baixa e peluda. Normalmente usava uma touca laranja de farrapos, mas agora usava uma espécie de chapéu, óculos espaciais e um colete no mínimo ridículo!

Slimp: Faith! Psiu! Faith! Slimp e Nate estar aqui! Vir resgatar amiga Faith!

Ele fazia gestos com as mãos para alguém. Continuava "gritando aos sussurros".

Slimp: Desligar! Abrir porta, Nate!

Poucos segundos depois, a porta de força da cela se abria... mas luzes se acendiam e um alarme começava a soar! Aquele lugar logo se encheria de guardas... Faith estava bem machucada, apesar de que conseguia ainda usar suas forças... mas sua irmã estava bem ferrada e precisaria de ajuda...

***********************************************************************

NATE

Ensinar Slimp não era difícil. O problema era que Slimp era como uma esponja e acabava absorvendo tudo o que passava perto dele. Isso acabou por colocar Nate em algumas enrrascadas, como quando estavam bebendo em um bar em Dagobath e Nate estava quase cantando uma Twi'Lek, quando Slimp apareceu e acabou dizendo "Twi'Lek meretriz, cert, Nate?". Esse tipo de coisa quase nunca acabava bem...

Então, certa vez, Nate e Slimp estavam em um espaço-porto em algum lugar na galáxia. Nate pretendia limpar o seu nome da recompensa de Lugan, quando descobriu que um dos capangas de Lugan estava pela região. A idéia era simples... roubar a nave de carga do capanga, fingir que a recuperou, devolvê-la para Lugan e rezar para viver feliz para sempre. Ao menos essa era a idéia. A melhor maneira de fazer isso era embebedando o capanga em um jogo de cartas disfarçado.

Aquilo teria dado certo também, se Slimp fosse um pouco mais ágil. Tentar roubar a chave de controle do capanga enquanto ele jogava com Nate não deveria ser a tarefa de um Ewok, mas certamente o urso de Endor não seria a pessoa mais apta para jogar cartas. Era aquilo ou nada. Entretanto, o capanga percebeu e Slimp correu com a chave de controle.

Capanga: Volte aqui, sua escória peluda!

No fim, Nate e Slimp conseguiram fugir e transferir a carga para a nave de Nate, que já havia sido consertada várias vezes. Entretanto, eles descobriram na nave do capanga uma mensagem de Lugan avisando que haviam capturado Faith e que ela estava presa em Belsavis. Nate sabia que era um erro ir até lá. A prisão era de segurança máxima, mas Slimp era irredutível. Ele insistia em salvar Faith, pois ela era uma amiga. Apesar de Faith e Nate não deverem nada um ao outro. Não haviam argumentos que fizessem Slimp mudar de idéia...

Slimp: Por favor, Nate! Faith ser amiga Slimp! Slimp nunca pedir nada! Slimp nunca pedir créditos de Nate! Nate sempre ficar com todos os créditos!

O Ewok chegou até a cobrar o "te devo minha vida" de 5 anos atrás.

Slimp: Nate ajudar Slimp e Nate não dever mais vida pra Slimp! Acordo?

Não dava pra negar... Agora, ao menos Slimp parecia satisfeito.

Slimp: Slimp a caminho! Slimp ser escória peluda! O que ser escória peluda, Nate? Este ser nome de pirata espacial de Slimp! Slimp Escória Peluda!

Nate e Slimp chegaram à Belsavis. Eles tiveram de se infiltrar pelos dejetos e Slimp teve até uma pequena manifestação de um poder dA Força para conseguir abrir uma das travas. Nate e Slimp quase morreram para um incinerador de lixo, mas agora haviam chegado até o pavilhão onde Faith estava presa... Enquanto Slimp conversava com ela, Nate finalmente conseguiu abrir as celas... e com elas... o alarme!

********************************************************************

ROWENA

Obi-Wan era um mestre tão paciente quanto Dag Oneth, apesar de bem mais brincalhão e irônico... talvez até debochado. Rowena pediu para continuar utilizando o sabre-duplo e ele permitiu, mas não antes de perguntar a ela se achava sensato, depois de tudo o que aconteceu, ela ainda preferir uma arma Sith.

O jovem mestre treinava com Rowena constantemente e chegou a levá-la em duas expedições que duraram algumas semanas cada. Na verdade, a maioria dos mestres discordava que Rowena devesse deixar o templo depois de tudo o que aconteceu. Porém, não cabia aos jedis prenderem as pessoas, especialmente alguém que já havia passado e muito da idade de ser uma Padawan.

Foi numa das noites que Rowena passou no templo que ela teve uma das piores noites de sua vida. Não faziam muitas noites que os pesadelos continuavam, mas nesta noite, ela teve o mais agressivo de todos. Havia voltado ao templo dos Sith e ele estava lá... Darth Nihillus! Ela tentou escapar por diversos corredores correndo, mas ele parecia, apesar de caminhar como um psicopata, estar cada vez mais perto dela! Rowena então virou em um corredor e deu de cara com ele! Ele agarrou o braço dela e... como ardia!
A padawan sacou o seu sabre duplo, o acendeu e enfiou ele em Darth Nihillus! O manto e a máscara caíram... e gritos começaram! Mas de onde vinham? Rowena acordou... e viu que os gritos vinham dos outros Padawans! A maioria crianças... e havia um adolescente... aos pés de Rowena. Caído, morto... com um sabre duplo azul atravessado em seu corpo!

Não havia outra opção... fugir! Ela havia acabado de matar um Padawan... mesmo em estado sonâmbulo, ela não sabia exatamente o que aconteceria com ela. Então... ela fugiu enquanto pôde, antes que alguém a visse ou a seguisse... mas alguém viu. Viu e seguiu...

*******************************************************************

RAZE

O jovem foi treinado pela maioria dos mestres ali, como qualquer Padawan jovem. Entretanto, há pouco Raze foi escolhido como pupilo de Sham Hatt, uma mestre jedi que há muitos anos estava em missão pela galáxia, infiltrada em alguma conspiração.



Sham Hatt era uma jedi da raça Miraluka, que logo Raze descobriu ser uma raça desprovida da visão, mas que quase todos os seus membros eram extremamente sensitivos à Força e conseguiam enxergar através dela. Sham Hatt era paciente e um tanto quanto debochada. Ela foi extremamente reticente de ter de aceitar um Padawan, pois o tipo de trabalho que ela fazia era um trabalho que era melhor feito sozinho. Como uma Sentinela, ela era um tipo de jedi mais social e que utilizava de alguns subterfúgios não muito ortodoxos para concluir os objetivos da ordem.

Por meses ela treinou Raze para se tornar um Sentinela quando estivesse pronto. Raze era um dos mais velhos entre os Padawans... com mais idade que le, apenas Rowena e um outro Padawan... que agora estava jogado aos pés de Rowena. O jovem candidato à Sentinela havia visto tudo... ao menos, quase tudo. Ele dormia na cama próxima à Rowena, quando ouviu ela se debater na cama. Era comum os pesadelos de Rowena... mas aquele estava mais violento que nunca. Ela se levantou e ia em direção à porta. QUando o outro Padawan mais velho foi até ela para tentar acordá-la, uma luz azulada iluminou todo o quarto e ela enfiou o sabre no colega.
Foi quando as crianças acordaram, com o grito dele e começaram a correr desesperadas, enquanto o colega desabava no chão. Raze foi a única testemunha de tudo o que ocorreu... e agora Rowena fugia de medo da retaliação... mas Raze sabia que não podia deixá-la sozinha daquele jeito. Ela podia se ferir, ou pior: ferir mais alguém.

Ele conseguiu seguí-la até um beco, onde ela se escondeu, para pensar no que fazer... e Raze? O que faria?

*********************************************************

NISA

O ritual simbólico de Dawis foi emocionante. Transformado em cinzas como um herói, arrancando lágrimas de alguns dos senadores, inclusive do desconsolado seu pai. As suas? Bem... elas rolaram, não é? Você precisava manter seu papel, Nisa.

Durante 5 anos você galgou o seu lugar dentro daquele senado. E você conseguiu... até melhor do que você esperava. Conversar com Amidala fez você entender que ela não tinha nenhuma rixa com o seu pai, mas sim com a forma de governo que ele defendia. Afinal, Amidala era uma princesa... e a realeza não costuma gostar da "democracia".

Entretanto, a força política dela aumentava, enquanto a de seu pai diminuía. Dois anos depois da morte de Dawis, ele foi tido como inapto para o cargo. Amidala ganhava ainda mais força, porém, no fim do quinto ano você recebeu uma mensagem de Darth Sarin sobre a Câmara de Comércio. Um atentado contra a vida da princesa Amidala seria feito em breve e isso era uma oportunidade, não era?

A princesa foi em missão diplomática à Naboo e lá, a nave dela foi abatida. Tecnicamente a princesa havia sido dada como morta, pois há semanas eles não tinham notícias dela. Então, você aproveitou a situação e reverteu os ponteiros para o seu lado... e você fazia isso muito bem. Pois enquanto seu pai perdia força, você ganhava. E logo, você foi escolhida como a vice-chanceler... o Chanceler? O mesmo homem que tentou desposar você 5 anos atrás... e ainda tentaria.

Chanceler Pandorum: Eu repensei nossa aliança, Nisa Vallorum. Devo-lhe perdão por ter te negado aquele pedido há alguns anos, mas você entende bem como essas manobras são. Entretanto, minha proposta ainda está de pé. Nossas famílias poderiam fazer grandes coisas juntas. Teríamos mais da metade dos Senadores ao nosso favor. Nossa palavra seria lei, minha cara...

Porém, quase no fim destes 5 anos, o Senado recebeu um comunicado da princesa em Naboo, solicitando socorro. A maldita estava viva ainda, mas Darth Sarin sabia bem quem enviar para terminar o serviço...

**********************************************************

LAK'TUR

Nenhum exército te deu um treinamento tão duro quanto o de Darth Sarin, Lak'Tur. Ele ensinou você a manejar o sabre, mas as esperanças dele de você ter alguma sensibilidade à Força foram nulas. Então, ele se concentrou em tornar você um guerreiro extremamente eficiente. Você recebeu um sabre de luz vermelho, feito com o antigo sabre de Qui Gon Jin e que agora pertencia à você.

Durante este tempo, você viu Nisa poucas vezes e a sua ligação com ela começava a ficar mais e mais fraca. Ela para você deixou de ser uma amada e era uma amiga muito querida, mas a rejeição dela por você às vezes era notória, apesar da mulher fingir extremamente bem.

Então, no fim dos 5 anos, Darth Sarin disse a você que o Lorde Sith tinha planos para o Senado e que a princesa Amidala era uma peça que deveria ser eliminada do tabuleiro.

Sarin: Este será um ótimo teste para as suas habilidades, aprendiz.

Então, munido de uma nave e um arsenal, você partiu para Naboo, conseguindo atingir e derrubar a nave do Senado que transportava a princesa. Naboo era rodeada de florestas e pântanos... e você se encontrava escondido nas árvores, apenas observando. Havia uma dezena de guardas com a princesa e eles mandavam uma mensagem de socorro...

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Ricardo Sato em Sex Ago 05, 2016 4:41 am

5 anos...o treinamento era duro,extremamente difícil,todos sabiam da sabedoria e do controle da força de mestre Yoda,mas aqueles anos deram a Seraph uma nova perspectiva.O mestre era um estrategista,erudito e o maior lutador que já havia visto,todo esforço feito com os limites de seu corpo e mente pareciam ter-lhe espandido os mesmos,alturas antes inalcansáveis pareciam apenas há um esforço extra de serem atingidas.
Foram anos solitários,isso jamais incomodou Seraph antes,mas ele tinha que adimitir que depois do ocorrido naquela aventura ele esperava ter tido tempo de se comunicar com Obi Wan,Faith,Rowena,Nate...seu pai.Os sith e o traidor ainda estavam desaparecidos mas ele duvidava que por muito tempo.
Sarin foi treinado por Nihillus e podia roubar lembranças de Dag,no fim era como se ele tivesse sido treinado por Yoda e pelo Sith antigo,dois dos sensitivos mais poderosos da história...não era difícil ver porque seu poder era tão absurdo,a única forma de vencer era também ser treinado com os dois estilos,e ao contrário do sith equilibrá-los ao inves de somente forçar a união deles.

Seus cabelos estavam raspados baixos,um estilo mais fácil para o duro treinamento em lugares inóspidos,a sua frente flutuava um holocron muito antigo,daqueles que só um mestre como Yoda teria permissão de retirar da biblioteca,tido como conhecimento perigoso...conhecimento das guerras sith.
Dois Jedais a muito mortos demonstravam uma batalha brutal,os golpes rápidos e violentos dos dois lados,o jedai usava todos os estilos de sabre,assim como Seraph agora fazia também,seu oponente usava uma versão violenta e enganadora de espada.

....Perdemos muitos soldados contra o sith,não fosse por mestre Ky Ohms perderiamos muitos mais,cuidado especial com o terceiro movimento.....

Os passos do mestre interromperam seus estudos,normalmente ele continuaria mas os passos estavam apressados...imprecisos.

Yoda: Voltar para o templo, nós devemos. Algo muito ruim, para acontecer está.

Sim mestre....

A voz saía rouca,há muito não usada,mas os sentidos alertavam,sua empatia era uma habilidade útil e depois de 5 anos era muito precisa com seu mestre...era como se através de Yoda ele senti-se uma distânte mas poderosa perturbação na força.

agora mesmo.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Alexandre em Sex Ago 05, 2016 5:18 am

"Paz não é uma coisa fácil de se encontrar"



Eu...Sempre soube que acabaria estragando tudo.

Sério, eu sempre soube. Que acabaria perdendo tudo, que acabaria ferrando com tudo. Que perderia um braço, que levaria um tiro de blaster no meio da cara...Talvez por isso a necessidade de seguir sempre se aprimorando, indo mais longe. Claro que nenhum jedi seria louco o bastante para largar um sabre de luz nas mãos da "Intrépida Faith Lehane". Mas ela fazia o possível. Tudo que havia passado ao longo dos anos não vinha como um flash, mas surgiam bem devagar na mente de Caçadora de recompensas.

Caçadora...Caçada.

Era difícil saber o que era pior. E vamos deixar por um segundo o lado de eu levar talvez a única pessoa que eu realmente me importo no mundo comigo nessa furada. Eu não sei se o pior era não me vingar de Vors, Nisa e aqueles malditos todos incluindo um belo lugar para Lugan no meio disso tudo se era a questão das respostas que não encontraria ou se era ter que aceitar a culpa e tudo mais que se tornava um melodrama gigantesco. Tanto que até responder aquele guarda parecia não fazer sentido algum.

- Então porque não vem aqui e me faz companhia?

O que? Não quer dizer que eu vou deixar de dizer apenas por isso.

Planos e mais planos de escaparem era apenas uma forma de passar o tempo que ficava quase dormindo, ou desmaiada escorada na cela. Tentando dormir, tentando não dormir. Finalmente parecia muito contra gosto sentar e escorar-se na parede de pedra. Ja havia dormido em lugares bem piores. "Se eu fosse uma Jedi poderia retorcer as grades, mas eu devo ser a única pessoa no universo que não leva jeito para coisa. Por fim, fechava os olhos ja quase que aceitando a derrota por completo. Que porcaria de final da história.

Abria os olhos com dificuldade e via...Slimp.

E as roupas dele faziam com mais dificuldade ainda achar que não era um sonho.

Pensando melhor, ela jamais sonharia com aquele colete.

- Slimp? Se você tiver um "Takkata" de presente eu...- Não completava e não era apenas pelos alarmes e a pressa: Era dor, era cansaço e uma série de outras coisa. Era querer manter o resto das forças no que realmente importava. Mas não podia ligar para isso agora.

Ah Nate, não é a primeira vez que passamos por isso. Será que um dia vamos aprender que abrir as celas despira os alarmes?

Em qualquer outro dia da semana isso seria divertido mas.

- Vocês tem um blaster sobrando? Mesmo nesse estado atiro melhor que esses guardas. - Pegaria um palito de dentes que fosse, precisava se fazer util. Mas claro que não levaria muito tempo sem focar no que realmente importava. - Slimp...Nate. Ela precisa sair daqui, se vieram me salvar precisam salvar ela. O velho "Eu não vou sem ela" sabe? Então me ajudem e vamos dar o fora...

Não importava o que acontecesse, primeiro era tirar a irmã dali. E depois sair com vida. Nessa ordem.

Sua irmã sabia se virar tão bem quanto ela mas... Não agora.

Seria o bom o bastante ela escapar e não Faith. Destino ou algo do tipo. Conseguiria rir na cara de Lugan antes de morrer.

Então foco, vamos tirar ela daqui e depois conversamos. Eu vou deixar meus comentários sarcásticos para quando ela, e não eu estiver segura.

Depois temos todo o tempo do mundo para trocar histórias e agradecimentos.

Morrer a essa altura do campeonato...

E logo quando eu estava tentando me endireitar.

Enquanto isso os seus inimigos deviam estar no covil dos Sith tomando chá, Seraph treinando dezenas de padawans triplicando os jedis da galaxia e Rowena com aquele mestre "nem tão bonito assim" segundo a garota deviam estar...Enfim, todos em um cenário bem melhor do que ela e sua equipe de resgate.

Com certeza, bem melhor.

Certo?

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Renata C. em Sex Ago 05, 2016 7:39 am


"Long way from home
Nowhere to go...
...I've got these feelings and I don't know why
I see all my fears in the darkness of light
... I got to believe when I say
Only this is the way"

Por quanto tempo tudo pareceu realmente dar certo?

Quer dizer, houve um tempo em que Rowena quase chegou a acreditar que ela poderia se tornar uma jedi.

O que talvez fosse inocência da parte dela, porque haviam certas "marcas" fortes demais para ignorar.

Afinal.. jedis não tem sonhos perturbadores com siths ancestrais. Se é que, sendo tão intensos e reais podiam ser chamados apenas de sonhos.

E talvez tivesse percebido isso tarde demais.

O corpo do jovem padawan, mais novo que ela, caía diante de seus pés ao mesmo momento em que ela despertava com os gritos dele. Não... ele estava morto. Os gritos eram dos outros padawans que saíam dali assustados.

Demorava menos que um segundo para notar a luz do próprio sabre, para entender o que tinha acontecido. O que havia feito.

E assim que compreendeu, ela correu. Correu porque não tinha coragem de encarar aquele corpo diante dela no chão.

Não recriminava os padawans que corriam assustados depois do que aconteceu.

E agora estava ali, escondida no melhor lugar que encontrou. Após correr até ali, apenas deixou o corpo deslizar pesadamente encostado na parede, sentando-se no chão.

A respiração estava ofegante. Na verdade, Rowena já nem tentava conter as lágrimas e soluços que vinham sem que ela quisesse. Nem que você fizesse barulho ela te escutaria, Raze.

O braço onde Darth Nihilus - na verdade, entendia agora que tinha sido aquele padawan - a segurara, ainda queimava. Como era possível aquilo ser apenas um sonho?

Isso nos leva ao próximo ponto: talvez, acabar de vez com Darth Nihilus fosse mais simples do que ela imaginava.

Como não havia pensado nisso? Havia uma forma de vencê-lo. De garantir que jamais ele retornasse.

As mãos trêmulas da garota levaram uma das extremidades do sabre de luz duplo desligado até o próprio peito.

Ela hesitou por alguns segundos antes de...

Era hora de colocar um fim naquilo.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Thiago Beleza em Sex Ago 05, 2016 12:57 pm

Ser escolhido por um mestre era como um sonho se tornando realidade.

Principalmente se este mestre era Sham Hatt.

Já tinha ouvido falar da sentinela… Diziam que ela era uma das melhores.

E conhecê-la só parecia ratificar os boatos.

Os treinamentos, por incrível que pareça, eram ainda mais intensos com sua mestra.

Raze deitou-se na cama, sentindo o corpo todo doer e latejar… Até que ouviu Rowena.

Já estava “acostumado” com seus pesadelos.

E antes que pudesse se levantar para ir atrás dela, viu seu companheiro ir atrás.

Raze apenas acompanhou com o olhar… E então ouviu o ruído do sabre sendo desembainhado.

- NÃO! - Gritou, saltando da cama em um pulo.

E então os younglings acordaram e correram, desesperados.

- Vão para a biblioteca, agora! - Gritou, assim eles correriam até lá e poderiam avisar algum mestre ou cavaleiro no meio do caminho.

Além de, obviamente, ficarem em segurança.

Raze correu atrás de Rowena apenas os metros iniciais, e logo fez questão de que ela tivesse a impressão de que o havia despistado.

Para um sentinela… Seguir alguém era um tanto quanto… Fácil.

Sabia qual seria o destino de Rowena, era óbvio que sabia.

Seus sentimentos era um misto de medo, por Rowena, e pesar por seu companheiro… Afinal havia crescido com ambos.

Por que Rowena havia feito isso?

Teria apenas reagido durante seus sonhos, ou foi algo a mais?

A resposta vinha justamente da observação.

Por ficou oculto nas sombras, olhando o que a padawan faria.

A assistiu sentar-se no chão.

Pode ver, com clareza, a expressão de pesar em seu rosto.

As lágrimas que banhavam sua face.

Podia quase sentir o que ela sentia.
E então a viu erguer o bastão de luz contra o peito, o posicionando exatamente sobre o coração, pronto para acioná-lo.

Não… Alguém culpado não teria aquela atitude.

Antes que Rowena pudesse acionar o bastão, Raze sai das sombras e com um gesto de mão, o bastão era retirado das mãos da padawan, sendo jogado há alguns metros a sua frente.

- Rowena… - A chamou, conforme aproximava-se lentamente dela – Não vou aceitar ver mais sangue inocente ser derramado. O que houve com Shin-Wan foi um acidente… - Ele respirava fundo. Um acidente… Ele cerrou levemente o olhar – Eu sei que você não teve intenção de matá-lo. E o conselho também verá isso. Volte comigo, por favor… - Ele estendia a mão para ela, a olhando diretamente nos olhos.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Darbis em Sex Ago 05, 2016 3:45 pm

Hmmm... Pelo menos uns 5 só de ver... Descuidados... Despreparados...

- Nós precisamos de ajuda... Nós fomos atingidos por uma nave inimiga...

Bom... Eu tenho algumas granadas, duas de fragmentação, uma elétrica, e uma de concussão. É hora de fazer uma armadilha... Eles possuem energia para se manter à noite, vou começar sabotando isso... A nave os mantém ativos e conectados, vou usar uma das granadas de fragmentação pra destruir o restante da nave e a granada elétrica para desabilitar sua comunicação. Vou deixá-los no escuro... Depois... Bem... A armadura mandaloriana vai aguentar alguns tiros de blaster que eu não conseguir defender com o sabre.

*Lak'tur então prepara sua armadilha. Planta uma das granadas de fragmentação na nave e se reposiciona para lançar a granada elétrica assim que a outra explodir. Depois ele avança guarda por guarda, até que toda a proteção da princesa tenha caído.*

Ela é uma princesa... Não vai ficar exposta assim tão fácil... Ela deve estar com algumas aias. A tática mais simples é se disfarçar de aia e deixar que alguém tome seu lugar... Assim que eu chegar na "princesa" vou nocauteá-la com um belo soco no estômago, depois vou começar a matar as aias uma a uma até que eu tenha certeza de que a nocauteada seja a princesa. Conhecendo a reputação dela e pelos arquivos que Sarin me mandou ela vai aparecer...



- Vamos princesa... Suas aias vão morrer uma a uma até que você apareça... Se não aparecer, bom, vai acabar morrendo junto com elas...


NOTA: Lak'tur pôs alguns panos por cima da roupa mandaloriana, então ele agora mantém sua cara de Lak'tur Smile

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Jor-El em Sex Ago 05, 2016 7:06 pm

SLAP!

Vai por mim. Doeu. Quando a mulher que voce tenta levar pra cama acaba de ser chamada de meretriz, voce leva um tapa que mais parece um atropelamento por nave. E sabe o pior? Fui eu que ensinei isso pro Ewok do meu lado. Eu ensinei a ele como ir roubando no carteado, como retirar os dispositivos de segurança das naves e como negociar. O problema foi que ele absorve bem demais esse conhecimento.

E isso teve algumas consequências. Algumas bem engraçadas, honestamente. Mas, o pior foi quase levar tiro de blaster de um dos capangas do Lugan. Se Slimp tivesse sido um pouco mais veloz, eu tinha conseguido sair da lista negra do gordo.

Mas, agora temos outro problema: Faith foi presa( quem diria que, entre os 2, ela seria a primeira?) e Slimp quer salva-la. Eu tentei persuadir, mas o baixinho insiste e usa suas melhores cartas( ensinei bem): Fico com todos os créditos, salvou minha vida. E eu concordo. Fazer o que? Acho que amoleci.

Chegar foi fácil, mas eu acho que estou fadado a acionar alarmes de fortalezas. Ainda mais do Lugan. E parece que temos pouco tempo. Ainda vou ensinar o Slimp a falar baixo.


Nate: Seguinte, temos pouco tempo e eu quero sair daqui sem perder nenhum pedaço do meu corpo. Faith, pega um blaster sobressalente que eu tenho no meu cinto. Os dois conseguem segurar os guardas. Slimp, cura a Faith para ela poder pelo menos disparar. Depois, ajuda a outra menina, porque eu sei que voces dois tem a teimosia em comum e to sem tempo pra argumentar.

Eu nem sei porque vou atender ao pedido da Lehane, mas já estou aqui. E prometi ao Slimp. E sei que ele vai se recusar a nocautear a Faith e leva-la na marra. Acredite, eu toparia isso.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Scorpion em Ter Ago 09, 2016 12:54 am

SERAPH:

Mestre e aprendiz então tomaram a nave e rumaram pelo espaço de volta ao templo. Não era de se espantar que a sensitividade de Mestre Yoda fosse tão exarcebada. Poucas horas depois de estarem a bordo da pequena nave, um holocron de Mestre Windu chama por Yoda.

Windu: Mestre Yoda. É sobre Rowena. A padawan, ela... matou um dos padawans na academia e fugiu.

Mestre Yoda: Obi-Wan Kenobi?

Windu: O mestre dela encontra-se em missão no planeta Kashyyyk. Nós tentamos contatá-lo, mas ele não tem nos respondido. Já fazem 4 dias que Obi-Wan não mantém contato. Estamos pensando em...

Mestre Yoda: Ir a Kashyyyk, eu devo, então. Ajudar na busca pela jovem, Seraph deve.

Windu: Mestre Yoda, nós precisamos de você aqui.

Mestre Yoda: Um abalo na Força, eu senti, mestre Windu. Com a garota, a falta de Obi-Wan relação tem. De Rowena, Seraph amigo é. Ajudar ele pode.

Era muito difícil argumentar com Mestre Yoda. O velho parecia ser tão teimoso quanto sábio. Então, ele caminhou até a parte de trás da nave, onde havia um pod de escape e o programou para Kashyyyk, lar dos Wookies.

Mestre Yoda: Bastante atenção, prestar você deve, aprendiz. Com a Força você dever enxergar a situação. O que parece, nada é.

O mestre balançou a cabeça negativamente.

Metre Yoda: Grande medo em Rowena, sentir. À dúvida, o medo leva. Ao Lado Negro, a dúvida leva... e cheia do Lado Negro, a pobre garota está...

Ele entrou no Pod e ejetou em direção ao planeta dos Wookie. Seraph tinha o seu curso para a academia... e muitas coisas para pensar no caminho.

*********************************************************************

FAITH e NATE:

Faith demorava a acreditar que era o amigo peludo que estava ali.

Slimp: Não. Slimp sem tataka.

Então, Nate finalmente conseguia abrir as celas, mas ele não era um gênio da eletrônica e o alarme tocava, como era de se esperar. Os guardas estariam ali em pouco tempo. Já era possível ouvir os passos deles correndo pelos pavilhões superiores. Faith conseguia andar... mancando, mas conseguia. A irmã dela estava um pouco pior. Porque tudo que Faith sofreu em algumas noites, a irmã dela estava sofrendo há um tempo bem maior.

Slimp ajuda a arrastar a irmã da Mercenária para fora. Ele começa a esfregar as mãos sobre o peito dela e uma luz fraca e azul podia ser vista. Os ferimentos da menina começavam a fechar e os hematomas a tornarem-se apenas uma vermelhidão. Mas Slimp parecia cansado... afinal, ele não era um mestre nA Força e curar os outros requeria um certo esforço.

Faith pegou um dos blasters na cintura de Nate e cuidou da parte de trás, enquanto ele cuidava da parte da frente. As portas abriram e guardas uniformizados levaram os primeiros tiros, fazendo com que os outros tivessem de pegar a cobertura para trocar tiros com os Mercenários. Porém, o quarteto estava cercado... todos dentro da cela de Faith para não serem alvejados. Para onde ir?

Slimp: Slimp ter Kabum! Abaixar cabeça, escórias!

Então, o Ewok colocou seu braço para fora e jogou a granada através da cela de Faith, para dentro da cela que sua irmã esteve, acertando a parede e abrindo um buraco que dava para um corredor.

Slimp: Sigam Slimp! Sigam a Escória Peluda!

O Ewok parecia mais animado que o normal. Ele correu rapidamente de uma cela para a outra, quase sendo acertado por dois disparos e passou pelo buraco. Depois, ficou fazendo gestos com as mãos, como se chamasse os outros.

Slimp: Vir, Nate! Ser fácil! Não esquecer Faith e meretriz Twi'Lek amiga de Faith!

***********************************************************

ROWENA E RAZE:

Sim, Rowena... seu braço ardia. Mesmo com a água da chuva que começava em Corruscant, molhando a manga do seu robe de dormir, ainda ardia bastante. Havia ficado marca?

A resposta parecia tão simples, não era, Rowena? Acabar com a própria vida antes de ter de entregá-la a um dos piores Siths que já viveu. Tão maligno que se alimentava da Força daqueles que matava. Tão voraz que seu corpo não aguentou tanto poder e seu espírito se libertou. Vocênunca havia sentido essa sensação antes. Os pesadelos eram aterradores, as crises de sonambulismo eram um desespero, mas o que você passou hoje... era real!

Você acendeu metade do seu sabre duplo... as gotas que caíam e tocavam na lâmina viravam fumaça. Você respirou fundo para tomar coragem e quando finalmente achou que a teria, o sabre saiu voando e derrapando pelo chão molhado, se apagando. Alguém havia seguido você até ali... um outro Padawan. Um pouco mais novo, mas há muito mais tempo na Academia Jedi que você. Raze... e ele pedia que você voltasse com ele e dizia que os mestres iriam entender o que aconteceu. Iriam mesmo?

Então, você sente uma sensação estranha, Rowena... ela desce pelo seu braço, até a ponta de seus dedos... era como se queimasse-os. Seus dedos se movem... suas unhas eram negras antes? As veias eram tão escuras? Você lembra quando sentiu este efeito? Quando arremessou uma árvore contra aquela criatura em Endor? E você sente também uma sensação horrível, Raze... ela percorre todo o seu corpo como um calafrio. Você nunca havia sentido nada do gênero. Era como se uma mão gelada tocasse na sua nuca.

Então, Rowena esticou o braço contra você! Ela ainda estava consciente, ciente do que fazia... mas não controlava aquilo. Você sentia uma mão invisível levantar seu braço em direção à Raze, Rowena... e por mais que quisesse abaixá-lo, você não conseguia... Então... seus dedos se fecharam... como se estivessem agarrando o pescoço de Raze!

O jovem Padawan sente um forte apertão em seu pescoço. A traquéia fechou com tanta força que ele teve de levar as duas mãos até o pescoço, tentando abrir algo invisível! Seus pés saíam do chão... O garoto que tentava ajudá-la esperneava, como um peixe fora d'água! Você tentava parar aquilo, Rowena, mas era impossível...

Rowena falava as coisas, mas, de vez em quando os olhos dela ficavam totalmente negros e a voz dela mudava no meio da frase, falando uma língua icompreensível! Então, ela voltava a si...
A sensação na mão sumia, Rowena... Raze caía de joelhos no chão, tentando buscar o ar, quando finalmente sua traquéia se desbloqueou... Estava vermelho, de tanto tempo que ficou sem respirar...

O que foi aquilo? Rowena tinha uma idéia... Raze não...

Mas o jovem aprendiz de Sentinela podia jurar que, em sua estadia no ar, viu a sombra de Rowena... e não era uma sombra de mulher.

***********************************************************

LAK'TUR:

Fazer armadilhas não era exatamente o seu forte, Lak'Tur, mas o que você pensou era algo até simples de ser executado. Esconder-se na mata, ferrar com o transporte deles e acabar com a comunicação! Tudo aquilo parecia simples e você até conseguiu executar com certa precisão. A vantagem da surpresa era sua e você estava melhor preparado. Você conseguiu dar uma mapeada nos guardas e observar a posião em que eles normalmente ficavam. Quando tudo começou, você não teve grandes problemas em ir acabando com guarda após guarda.

Entretanto, até uma armadura Mandaloriana tem os seus limites. Um tiro preciso ou de sorte de um dos guardas que tentava proteger a princesa acertou a parte de dentro do seu cotovelo, que não tinha grande proteção para poder manter a mobilidade. Você estava sangrando, mas conseguiu dar conta do bastardo. Agora só o que sobravam eram aias assustadas, todas usando a mesma roupa e capuzes vermelhos. Apenas os olhos poderiam ser vistos. Não havia uma princesa em si... todas eram iguais!

O desespero delas era notório! Eram aproximadamente 11 garotas. Quando você entrou na nave, todas tentaram fugir, mas apenas 3 escaparam, antes que você conseguisse bloquear a saída. Então, a sua estratégia era ameaçar as aias da princesa Amidala, para que ela se manifestasse... seria a princesa tão nobre assim? Então, uma das aias tomou a frente e disse.

Aia: Pare! Já chega!

Ora, ora... parece que uma delas ali tinha alguma autoridade ou postura. Seria a princesa? Ela tirou a máscara, revelando ser uma Twi'Lek de pele meio roxa, mas o que ela tirou depois...

FFFFFZZZZZZZZZZZTTTTTTTTT...!



Jedi: Você não esperava que a princesa viesse desguarnecida da Ordem Jedi, não é? O seu engano e a sua maldade vão custar a sua vida, monstro!

Então, ela partiu para cima de Lak'Tur.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Darbis em Ter Ago 09, 2016 1:26 am

Aia: Pare! Já chega!

Mas o q...


Jedi: Você não esperava que a princesa viesse desguarnecida da Ordem Jedi, não é? O seu engano e a sua maldade vão custar a sua vida, monstro!

Jedi... JEDI...

- Jedi...

*Lak'tur então prepara o sabre vermelho, mas com uma mão só não seria o suficiente para lutar. Mas a mão ainda conseguia fazer um truque... Ou até dois... Sua habilidade estava um pouco comprometida, mas ele ainda tinha agilidade suficiente para usar truques simples de combate. Ele ainda possuía uma granada de concussão e uma de fragmentação. Seria a de concussão na cara da Jedi enquanto ela estivesse distraída com seus ataques rápidos. Uma série de movimentos fortes para fazê-la desviar, lançando-se pra cima com a guarda pronta para desviar o contra golpe. Lak'tur executa movimentos fortes, porém rápidos, tentando pesar o sabre para cima da Jedi. No momento certo ele lança a granada de concussão.*



(Imagem meramente ilustrativa, já que Malgus é um Juggernaut.)

(Caso funcione a granada de concussão)

- Você não pode protegê-la Jedi... Nenhuma de vocês pode...

Clareza Lak'tur... As 3 que fugiram podem conter a princesa... Apenas jogue a granada de fragmentação aqui e deixe-as explodir...

*Lak'tur crava o sabre vermelho no peito da Jedi, lança a granada de fragmentação restante em seu arsenal e parte atrás das 3 moças que fugiram.*

- Come out, come out, wherever you are...


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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Alexandre em Ter Ago 09, 2016 1:32 am

Somente Slimp se preocuparia em dar aquela justificativa...Talvez fosse a inocência dele, e o fato de uma criatura com a natureza tão pura e bondosa como ele conseguir se dar tão bem quanto uma anomalia do caos como eu fosse o que fizesse eu gostar dele. Claro, vou ter que acrescentar os últimos acontecimentos no final da lista:

- Não faz mal... Ainda estou feliz em te ver baixinho. - Sorria com uma expressão cansada, e sussurrava para Slimp - Eu estou bem, ela...Cuida dela, eu me aguento. - Eu ja estive pior, não muito e bem muitas vezes mas eu vou aguentar. Se ela ficar para trás tudo perde o sentido. Eu nunca soube muito bem o que queria para minha vida, por isso eu me agarro com força nas pequenas coisas que tenho. Não gosto de fazer drama mas...

Se ela morrer eu...

Foco Faith, você ainda esta respirando então pode atirar.

E era o que fazia, atirando para ambos os lados, encurralados na cela.

Diversão que quase, apenas quase fazia ela esquecer o quanto estavam ferrados.

Ao menos era melhor que morrer nas mãos daquele maldito.



- Quem vai começar os discursos "Eu tive uma vida plena"? O meu vai ser bem longo, então prefiro não ser a primeira.

Piadas e mais piadas. Apesar de que...Não estava menos ou mais ferrada que nas ultimas 12 horas, e era bem mais interessante do que ficar sentada esperando a morte. Talvez tivesse que se contentar em que Lugan não pegaria eles e teria o "prazer de matar elas" como dito por aquele guarda um pouco antes...Claro que Nate não iria concordar. Bem era tudo bem típico até ali, talvez até estivessem desafiando a sorte e o destino por tempo demais.

Pensava a respeito de se os guardas realmente atirariam para mata-la, tentando achar uma saída, quando Slimp veio com o "plano" ligeiramente mais criativo e destrutivo.

Meu tipo de plano.

Abaixava a cabeça após aquela explosão para logo entender e "ver" no que consistia o plano de Slimp.

Heh...Não lembrava do baixinho ser tão esperto.

Quanto ao comentário, acho que a explosão não pode ter prejudicado tanto assim minha audição. Nate deve estar ensinando tudo que não devia a Slimp. Homens...

- Slimp, se você tiver mais "kabum" para uma cobertura no meu sinal eu aceito. Nate, você atira para frente e leva ela. Eu dou cobertura. Se eles me pegarem, só tire ela daqui e não se preocupe em voltar. - Fazia uma parada por alguns segundos ponderando, enquanto verificava a arma. Não ia se entregar mas... Era bom ponderar todos os cenários. - E quando contar essa história, lembre de destacar que eu era tão bonita quanto louca. Pronto? 1,2...Três!

Não eram chances tão ruins, Mesmo cansada, ferida e estando cercados, poucas pessoas atiram melhor do que eu e Reynolds nesse lado do sistema. Não precisávamos acabar com eles, Slimp fez toda a parte difícil do plano, a gente so precisava agora dar o fora. Indo ao mesmo tempo e fazendo de forma coordenada, agora era só chegar na nave e dar o fora dali.

Depois...Tentar não desmaiar e regenerar um pouco.


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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Ricardo Sato em Ter Ago 09, 2016 7:28 am

Os problemas no templo tinham a ver com Rowena...tinha saudades da garota e dos outros mas com certeza não esperava encontrá-la assim....Obi Wan sem contato,situações enganosas,lado negro evidente,parecia que os Sith voltavam a agir.
Não podia perder tempo discutindo com Yoda,o mestre era teimoso e afinal sabia se virar como poucos,a força ressoava em seu peito dizendo que Seraph era necessário em outro lugar...por algum motivo acreditava que sua missão era tão perigosa quanto a de seu mestre,só havia uma última coisa a dizer.

Mestre...tem razão,devo ir de encontro a Rowena,mas não se esqueça de suas próprias lições:

Qual a diferença entre mestre e iniciante?.....O mestre já errou mais vezes do que o iniciante até mesmo tentou.

Tome cuidado lá.


------------------------------------------------------------------------------------------------
A viagem segue silênciosa depois da despedida,durante quase todo tempo Seraph pensou no passado,nos eventos de cinco anos atrás assim como nos eventos do início de sua vida enquanto meditava...quebrou o silêncio pouco antes de chegar.

....Mestre Windu,me envie as imagens de segurança e peça que os aprendizes relatem se algo diferente ocorreu com Rowena nos últimos tempos...obrigado.

Meu lar,volto a meu lar...essa cidade e o templo,eu os conheço como ninguém e sei bem pelo que procurar,expandindo minha sensibilidade a força busco por sentimentos ao invés de pessoas,medo,arrependimento,raiva,dúvida....enfim coisas familiares que aprendi a dominar em mim mesmo há muito tempo,mas que me lembro bem.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Renata C. em Ter Ago 09, 2016 1:22 pm

Teria a coragem necessária para fazer o que achava que deveria ser feito? O fato era que... aquilo não podia continuar. Rowena era um perigo para os outros. Ela deveria...

O sabre era lançado para longe. Raze se aproximava e falava com ela. O padawan dizia que sabia que se tratava de um acidente. A garota não se movimentava, apenas continuava sentada ali, na mesma posição em que estava antes.

As gotas da chuva que insistiam em cair molhavam o rosto baixo, misturando-se as lágrimas.

- V-Você não entende... - dizia para Raze num tom de voz baixo, entrecortado por soluços.

O padawn não entendia que ela precisava acabar com aquilo? Sentia o braço onde o padawan tocara queimar de novo, levava a outra mão até ele.

Foi quando ela olhou para a própria mão e percebeu as unhas negras. O que era aquilo? Lembrou de quando utilizou o poder do lado negro para salvar a vida dela e de Katarn.

Mas agora não era como se ela estivesse tentando utilizar esses poderes.

Nesse exato momento, ela se levantava, embora não quisesse fazer isso. As mãos se movimentavam sem que ela quisesse. Enforcando Raze, com a Força. Da mesma forma que Dag Oneth.. não, Bar Oneth, fizera com seu coração, agora ela apertava o pescoço do padawan.

E dentro dela era como se travasse uma batalha, tentando retomar o controle das suas próprias ações. Apesar da ação ofensiva, a expressão era de uma garota assustada. Você podia perceber isso, Raze. Percebia... que ela lutava.

"Pare... Pare!"

E no último segundo, quando achava que não teria mais forças para resistir, o controle cessava, libertando o padawn. Raze caía no chão, bem como a própria Rowena apoiava as mãos no chão, de joelhos, ainda tentando processar tudo que havia acontecido.

A garota estava ofegante, os cabelos desalinhados caíam sobre o rosto molhado pela chuva.

- Eu..  eu sou um perigo para todos, enquanto eu viver, consegue perceber agora? Entende agora porque eu preciso colocar um fim nisso?

E então ela te encarou com os olhos castanhos que não mais choravam.

- Por favor, me ajude, Raze. Eu não quero machucar mais ninguém.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Thiago Beleza em Qua Ago 10, 2016 12:29 am

Raze mantinha o braço estendido, esperando que Rowena segurasse sua mão e se levantasse.

Voltasse ao templo, onde tudo poderia ser resolvido.

- Vamos, Rowena… Mestre Kenobi vai ajudar você. Assim como a mestra Hatt, ela também pode te ajudar. Vamos voltar…

E então aquela sensação.

Horrível.

A mão de Raze vacilava, mas ele nem chegava a recuá-la… Não havia tempo.

Vinha o apertão… Meus pés não tocam mais o chão.

O ar desaparecer conforme eu luto para procurá-lo.

Com as mãos tento soltar a mão intangível que pressiona minha traqueia.

Mas é pura burrice, eu sei que o que me aperta não está realmente ali.

Minha visão começa a escurecer… E finalmente, o pouco de oxigênio que ainda me resta ajuda o cérebro a fazer a conexão.

Minha mão voa ao sabre de luz em minha cintura… E logo que o apanho faço sua lâmina ganhar o ar com aquele som tão familiar.

O clarão amarelo ilumina o local escuro.

Um amarelo tão intenso e vívido que talvez Rowena nunca tenha visto um sabre como aquele.

Posso ver a água se chocar contra a lâmina, vaporizando instantaneamente.

Pela proximidade, com um único gesto, eu poderia matar Rowena e me livrar daquilo.

Rowena?

Não era… Rowena.

Era uma sombra negra que a guiava.

Maior que ela.

Que falava um idioma que eu desconhecia.

Mas ao mesmo tempo vejo o quanto ela estava assustada.

Desesperada.

Desamparada.

Uma garota assustada e não uma ameaça.

- Ro… Wena….L-lute… - Balbucio, tentando trazê-la a si.

Tentando não morrer…

Tentando não matá-la.

E então o aperto desaparece.

Ceio de joelhos ao chão, recolhendo a lâmina do sabre.

O ar entra agressivamente, conforme passo a tossir, sentindo o pulmão doer na primeira lufada agressiva de oxigênio que puxo em puro espasmo.

Ela então se justificava… Conforme meus olhos ganhavam foco novamente.

Eu… Precisava ser sábio.

- V-Você… Tem razão – A respondo.

O tom de voz parecia sereno, ainda que estivesse, pelo que eu falaria, tão gélido.

- Vou ajudar você, Rowena… - Repentinamente me levanto, fazendo um movimento de uppercut contra seu queixo.

Controlo minha força para não machucá-la mais do que necessário, afinal minha intenção era bem simples… Apagá-la.

Por isso miro a ponta de seu queixo, e uso o movimento de levantar para potencializar o golpe o bastante para apagá-la.

Desmaiada ela não teria sonhos.

E eu a levaria facilmente ao conselho.

Você precisa de ajuda, Rowena. E eu não vou desistir de você.

Caso o soco funcione, Raze vai colocar o sabre de Rowena junto ao seu e levá-la, no colo, de volta ao templo.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Qua Ago 10, 2016 7:26 pm


Agora? Esse sujeito é muito impertinente... Quando eu teria toda dificuldade para chegar até aqui, ele não entendeu que...

Espere. Talvez ele agora entenda.

-Entendo o que você quer dizer, Chanceler... Eu disse que reverteria isso. Compreendo que sua falta de fé em determinado momento porque eu te pedi um pouco de paciência lhe pareceu arrogância de minha parte, mas deve ter percebido minhas razões agora, não é? Então peço que confie em mim... Temos de ver essa questão da princesa em Naboo e poderemos sim nos preparar para uma cerimônia.

Eu preciso ver como anda meu pai no meio disso tudo.

-Pretendo verificar o pedido da Princesa, não há como tentarmos isso? Eu também preciso muito me reunir e falar com o Conselho Jedi.

Até porque quero ter certeza que tudo dará certo.


Última edição por Gláucio "Speedy" Gonzales em Qua Ago 10, 2016 7:34 pm, editado 1 vez(es)

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Jor-El em Qua Ago 10, 2016 7:30 pm

A bola de pelos manda bem. Consegue curar um pouco a amiga de Faith e acho que agora temos alguma chance de sair. Quer dizer, tínhamos, porque eram mais guardas do que eu imaginava. E definitivamente estamos encurralados. O suor desce frio no meu rosto. Sinto que dessa vez vou ganhar alguns novos orifícios, mas o baixinho continua mostrando que aprendeu bem. Um grande kabum e isso cria a abertura pra gente sair. Quando ele chama a menina de meretriz eu viro com minha melhor cara de pau pra Lehane.

Nate: Juro como nunca o vi falando algo assim antes. Deve ser a sua presença

Parte de mim quer apenas correr, mas a outra quer rir. Quem diria que esse wookie ia ser desse jeito? Quem diria que eu encontraria um ... amigo assim.

E por falar em jeito louco, Faith me passa algumas ordens e eu acata. O que posso dizer? Me parece um bom plano.


Nate: Acredite em mim, seu dia ainda vai demorar um pouco. Acho que, se morrer, vai ser com mais estilo do que em uma cela fedida em algum lugar no fim do universo.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Scorpion em Qui Ago 11, 2016 12:53 am

NATE e FAITH:

Slimp: Sim, Slimp ter vários Kabuns na mochila! Slimp sempre levar os Kabuns pra Nate!

Os heróis passaram pelo buraco da granada, que ainda soltava faíscas pela fiação explodida. Eles conversavam enquanto corriam. A irmã de Faith sendo meio que apoiada por Nate para poder acompanhar o ritmo.

Irmã: Você me chamou de quê, seu peludo de uma figa?

Slimp: Não Peludo da Figa! Escória peluda! E Você ser meretriz Twi'Lek. Nate sempre falar bem de vocês! Sempre dizer que vocês deixar colocar mãos nos mamás! Slimp pegar seus mamás! Slimp curar meretriz Twi'Lek! Agradecer Silmp! Slimp diz de nada!

Os heróis eram recebidos por mais uma saraivada de tiros pelo lado e por pouco não eram atingidos. Eles entraram dentro de uma espécie de galpão e a irmã de Faith mandou que atirassem no controle da porta, atrasando os guardas, que agora precisariam de um maçarico para cortar a porta.

Era um enorme galpão, talvez com uns 15m de altura. Lá ficava estocado todo o tipo de mantimentos para manter aquela prisão funcional. Entre os objetos encontrados, diversos tipos de equipamentos utilizados pelos guardas, como armaduras, elmos e os blasters, além de bastões de atordoamento. Também haviam escudos anti-choque, duas speedcycles (motos de O Império Contra-Ataca), mas apenas uma delas parecia funcional. Havia também alimentos, água e vestes de presidiários.
Entretanto, o galpão era muito grande e, de onde estavam, os heróis não podiam ver outra saída.

Irmã: Temos de sair daqui logo. A porta não vai segurá-los por muito tempo. Eles possuem explosivos pra abrir estas coisas...

*********************************************************

SERAPH

Yoda anui com a cabeça e termina.

Yoda: Que A Força esteja com você.

Então, o mestre parte e Seraph pede que Mestre Windu envie as imagens holográficas do que aconteceu e pede o relato dos Padawans que têm convivido com Rowena.

A cena holográfica mostra Rowena levantando-se da cama. Ela começa a andar e falar em uma língua estranha, que mais parecem castanholas se chocando. Então, um aluno levanta, meio que para ver com ela está. A jovem, sem demonstrar remorso saca o seu sabre duplo e enfia com velocidade na barriga do jovem, que cai morto. Ela então tem um ataque de pânico e os outros jovens acordam e começam a fugir. Um padawan um pouco mais velho grita para todos irem pra saída e começa a seguir Rowena. Outra holografia mostra ela saindo pela porta da academia e fugindo... poucos segundos depois, este Padawan vai ao encalço dela.

Logo, vêm os relatos dos alunos.

Aluno1: Eu gosto dela. Ela sempre foi gentil, mas ela me assusta com esses gritos.

Aluno2: Ela é muito esquisita! Não dá sossego nunca para os outros dormirem. Ela nem idade tem para ser uma Padawan.

Aluno3: Ela sempre grita quando dorme, como se quisesse espantar alguma coisa...

A nave de Seraph já estava para pousar na Academia.

*************************************************

ROWENA e RAZE:

Após um soco muito bem aplicado, RAze derruba Rowena de volta ao chão, que não esperava. A garota não estava desmaiada em si, mas estava quase desacordada, com a vista embaçada. A chuva cai sobre o rosto dela, dificultando mais ainda a visão...

Quando Raze vai pegá-la, ele ouve a mesma voz rouca e calma que ouviu há poucos dias atrás pela primeira vez.

Sham Hatt: Eles não podem ajudá-la, Raze... tão pouco você.

A mestra vinha andando na chuva... seu capuz lilás ficando ensopado, mas as faixas que cobriam seus olhos ainda secas.

Sham Hatt: Isso porquê, não é um problema dela... é um problema com ela.

Difíceis palavras... Rowena pegava partes da conversa, agarrando-se à consciência.

Sham Hatt: Você não pode vê-lo, meu aprendiz, mas eu posso... bem ao lado dela. Parado como uma sombra negra. Puro mal... que os olhos não podem ver, mas que eu posso, claro como se tivesse olhos.

A mestra ajoelha-se e pega o sabre duplo de Rowena que estava no chão. A calma dela era até perturbadora...

Sham Hatt: Se você quer ajudá-la, de alguma forma... talvez haja uma solução. Mas você estaria à altura? O que o seu coração diz?

Ela entrega o sabre de Rowena para Raze.

Sham Hatt: Não foi exatamente um golpe limpo, mas... você derrubou, você guarda.

Então, ela ajoelhou-se ao lado de Rowena, para ver a pulsação dela. Sorriu... ela ia viver. Foi só o cansaço duma noite mal dormida e um bom gancho de direita.

Sham Hatt: Os mestres não a ajudarão. Eles não podem... e nem arriscarão a vida de milhares apenas pela vida dela. Se levá-la de volta, possivelmente eles a executarão. Mestre Yoda e Obi-Wan Kenobi não estão aqui e somente Mace Windu e Mestre Mundi serão votos vencidos quanto ao que fazer com ela. Até porque... ela nem parece mesmo querer mais viver.

O que tudo aquilo queria dizer?

Sham Hatt: Se você quer ajudá-la, então nós precisamos partir logo. Eu conheço alguém que talvez possa fazer algo por ela... mas pra isso, vamos precisar do Cristal Negro que Seraph trouxe à alguns anos. Você pode pegá-lo e nos encontrar no hangar... ou pode levá-la de volta e ver o que acontece. De qualquer forma... nenhuma das duas escolhas será fácil.

E então, Raze... o que fazer?

*********************************************************************

LAK'TUR:

Ora, Lak'Tur... porque esta pressa toda? Você não está enfrentando Padawans inexperientes. Qualquer jedi que viaje sozinho já é um mestre... lembre-se do que Darth Sarin dizia: "Nem os Lordes Siths subestimam os jedi"... então, porque você está subestimando?

Usar a granada não foi um movimento deveras inteligente... vocês estão dentro da cabine de uma nave. É um espaço pequeno e que gera uma grande pressão. Além disso, atacar jedis com granadas, como Faith fez, só funciona contra jedis distraídos. A sua granada voa em direção à ela, mas um simples empurrão dA Força faz a granada voar de volta no sentido em que vocês estava, caindo em algum lugar por trás de você.

A expolsão faz partes de metal da nave saírem voando e apesar da armadura Mandaloriana, você sente o impacto e uma forte dor nas costas. A jedi também não saiu ilesa. Em um ambiente fechado, aquela granada causava algum estrago à qualquer um que fosse corajoso o suficiente para ficar à 20m dela.

Caixas, bagagens, assentos... tudo isso sai voando com a explosão. Entretanto, ambos ainda estão aptos para a briga. O problema era que a jedi era mais rápida! Bem mais rápida, por conta da sua armadura Mandaloriana. Por esta razão, ela mantinha-se no ataque, fazendo você ter de recuar alguns passos para trás para se defender.

Jedi: Você tem muita audácia em usar um sabre contra um mestre jedi sem dominar completamente o estilo! Você irá se arrepender pela dor que causou!

Um chute bem colocado dela acertou, mas não doeu, devido à defesa da armadura, apesar de tê-lo deslocado mais um pouco... vocês agora estavam fora da nave, na grama... circulando e com a luz verde e a luz vermelha iluminando a clareira. Ela mantinha uma pose estranha de defesa... uma pose que você não conhecia bem...

***************************************************************

NISA:

Pandorum: Eu vejo que você parece estar bem melhor, minha cara. De fato, tive receio de que a nossa discordância no passado pudesse gerar algum tipo de conflito que poderia prejudicar uma aliança. Veja bem... seu pai não é mais o mesmo homem desde a morte de seu irmão. Eu assumi o cargo, mas confesso que a ascenção da princesa Amidala me... preocupa...

Ele tomou um gole da bebida.

Pandorum: Entretanto, se nos uníssemos... talvez isso pudesse ser refreado. A sua casa ainda possui grande força aqui. Você é muito querida pelos outros senadores e pelo povo. Eu tenho uma ótima relação com o Conselho dos Jedi e muitos dos Senadores possuem o rabo preso comigo.

Ele encheu o copo dele e dela de novo e ofereceu um brinde.

Pandorum: Quanto à princesa... não se preocupe. Algo me diz que esta viagem dela não vai ser muito... agradável.

Um sorriso... havia malícia?

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Alexandre em Qui Ago 11, 2016 1:41 am

Cara, eu estou profundamente arrependida de não ter aceito uma parceria com Slimp. Sério.

Ele teria uma vida espetacularmente mais...Curta. Mas com certeza ele deve ser uma companhia excelente para te livrar de frias e planos de fuga. Que nem o que estamos fazendo agora alias...Bem, eu posso pensar nisso depois. Aparentemente agora eu posso até bolar planos para o futuro. Bem legal, especialmente se considerarmos que até alguns segundos atrás sequer achei que passaria dessa noite.

É o que torna a vida de caçadora de recompensas tão divertida. Vê se entende de uma vez por todas Nate.

Falando nele... Ah claro, falando mal da minha tão bela, higiênica e bem cuidada cela a qual tive tantos momentos maravilhosos e vou sentir falta para o resto de minha vida.

Ah ta, não pode morrer ali porque aquela banheira que por alguma razão voa e você chama de nave é LINDA.

- Eu tenho uma filosofia: Todo mundo morre. Em algum lugar, alguém pode estar carregando a arma que vai dar esse disparo mas sequer sabe disso. O Truque é morrer de velhice antes que essa pessoa te encontre.

E piscava para Nate enquanto fugiam em meio a disparos.Conforme mencionado antes, Faith prefere não se prender muito ao que Slimp acabou dizendo: Vamos dizer que quando aparecem querendo salvar você da morte certa, algumas coisas perdem importância.Se tornam apenas...Detalhes. Claro que entedia que sua querida irmã mais nova não pensasse da mesma maneira:

- Vamos deixar os planos para o casamento para quando sairmos daqui ok? - Ao contrário do que podia parecer, Faith não achava que estava dando ordens, apenas tentando sair dali inteira. Qualquer outro plano, como o de Slimp em determinado momento seria mais do que bem vindo. Uma prova disso era quando eram quase mortos mais uma vez, mas logo conseguiam atirar contra os controles da porta lacrando os demais do lado de fora.

Quantas vidas extras eu vou perder hoje? Preciso manter algumas em estoque!



- Você nos trancou aqui dentro esperta...Estou pensando. - E pensar era um saco quando tinha mais pessoas envolvidas, Faith olhava para aquele local. Pegava um Blaster dali e jogava para a irmã que sabia se virar com um daqueles brinquedos, não sendo a toa que se passava por ela eventualmente. Maravilhas que se pode fazer quando se é uma mercenária que anda com rosto coberto quando esta pelo universo a fora...

- Ir contra eles não parece uma boa idéia, prefiro a direção contrária... - Dizia enquanto passava os olhos a procura de algo util, dedicando mais sua atenção a perceber algo que não tinha visto antes. Pegaria um escudo se o mesmo servisse de proteção contra os blasters, caso contrário os deixaria ali. - Podemos colocar as motos perto de onde eles vão entrar, algumas granadas de Slimp de reforço e explosão ainda maior! Dever ter outra saída daqui. Capitão? alguma idéia melhor ou algo acrescentar? Sou toda ouvidos.

A moto não parecia ajudar de outra forma, não queria deixar ninguém para trás. Aparentemente eu virei uma pessoa que trabalha em equipe agora.

Mas ainda gosto de explodir as coisas. Me processe

Eu também não vou bancar a chata mandona. Se tem ideia melhor vamos ouvir Capitão Reynolds. Caso contrário, ainda voto por dar o fora e aceito ajuda para mover essas motos.

É. Eu chamei o Nathan de capitão. Tomara que não suba a cabeça dele..

Por um segundo pensava até em se vestir como um guarda, armadura e elmo e engana-los.

Mas que plano idiota...Como se isso fosse sequer funcionar algum dia.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Ricardo Sato em Qui Ago 11, 2016 2:05 am

O que está acontecendo Rowena...o que?Como algo pode chegar a você dentro do templo sem que ninguém perceba?
E agora mais um garoto em perigo se somava ao caso,é melhor não pensar que ele esteja envolvido por enquanto,mas aquilo no mínimo era temerário.

Já estou chegando,Mestre Windu...quem é esse Padawan que a segue?...Podemos entrar em contato com ele de alguma forma?

Paro a nave e a escondo há poucas quadras de distância,reconheço a saída que Rowena usou e as ruas que levam a ela,expando minha percepção enquanto sigo saltando furtivamente.
Com ela tão abalada talvez tenha uma chance de encontrá-la...que a força esteja conosco.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Thiago Beleza em Sex Ago 12, 2016 11:21 am

Não sentia-se bem assim.

Atacando Rowena daquele modo… Sujo, por assim dizer.

Não parecia certo.

Mas era um meio para um fim necessário.

Ela estava descontrolada e tinha demonstrado grande poder.

Ou melhor… A coisa que estava com ela havia demonstrado grande poder.

Ela era um perigo, não só para si, quanto para Raze.

Por isso...Era necessário.

Precisava jogar com as cartas que tinha em mãos.

Graças a Força, tinha dado certo.

Em pouco tempo estaria no conselho e eles saberiam como ajudá-la.

Vagarosamente curvou-se, passando as mãos por baixo dos joelhos de Rowena, assim como em suas costas.

E quanto estava prestes a erguer-se, ouviu aquela voz tão familiar.

Com cuidado, acomodou Rowena novamente ao chão e se levantou, voltando-se para sua mestra.

Assim que sua silhueta se fez visível no escuro, Raze curvou a cabeça em uma reverência respeitosa, bem comum entre os Jedi.

- Mestra… - Finalmente ergueu os olhos, procurando o rosto seu rosto.

Aquela altura já havia se acostumado com o incomodo de não poder olhá-la nos olhos.

Na verdade, quase podia sentir quando sua mestra o olhava.

E não era um olhar qualquer.

Ela podia ver além do físico.

E deixava isso claro quando falava da sombra que estava em Rowena.

Manteve os olhos fixos no rosto dela, sem sentir incomodo algum.

- Eu vi sua sombra… Enquanto ele me atacava, mestra. E uma sensação ruim… Muito ruim.

Aquela sensação… O que era?

Logo ela lhe estendia o sabre de Rowena.

Vagarosamente Raze estendia a mão e o apanhava.

Olhava para o sabre por alguns segundos, principalmente para a empunhadura.

Em seguida para Rowena.

O quão frágil ela parecia.

Ela precisava de ajuda… E não de um executor.

Raze respirou fundo, colocando o sabre de Rowena preso em seu ombro.

- Quero ajudá-la. Ela é uma de nós… Acredito que um Jedi não deva dar as costas a outro Jedi. Eu buscarei o cristal e te encontro no hangar, serei rápido… - Mais uma vez fez aquele movimento com a cabeça, um cumprimento respeitoso – Obrigado, mestra.


E finalmente lhe deu as costas, deixando o beco.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Jor-El em Sab Ago 13, 2016 1:14 pm

Eu tenho uma mistura de riso com pânico. Eu sei que ele aprendeu bem ,mas falar dos mamas de outra pessoa pode me fazer levar mais que um tapa em alguns planetas. Mesmo assim, eu tenho que me focar em como vamos sair daqui. A outra prisioneira nos trancou num lugar com muitas possibilidades. Pego primeiramente os suprimentos. Prefiro imaginar que estamos precavidos pra algum problema. Enquanto corremos Faith... pisca? Ela deve estar se divertindo com o fogo cruzado. Mas temos outros problemas. Pouco transporte pra muita gente e estamos presos em uma armadilha de metal com um grupo de loucos querendo nos matar do outro lado da porta. Faith fala uma coisa interessante: usar as motos como explosivos e evitar o ataque frontal. E me chamando de capitão. Adoro quando as pessoas me chamam assim. Dou um pigarro enquanto falo.

Nate: Bem, hen, concordo com a Faith, mas precisamos nos preparar para carregar suprimentos. Comida, agua. Ninguem sabe como vamos sair ou onde isso vai levar. E eu prefiro precaver.

Pego um escudo daqueles. Slimp vai ficar sem armas se jogar as bombas e acho melhor ele ter algo pra se defender na hora do fogo cruzado. Conhecendo um pouco sobre como as coisas andam com essa menina do lado, tenho certeza que vai ter confronto mais cedo ou mais tarde.

Nate: Escoria peluda, acha que pode carregar um desses escudos? Te prefiro inteiro e com esse plano da sua querida Faith, voce vai ficar sem armas. Ou voce tem algum takaka ou outra coisa na manga?

Me viro para elas e jogo algumas vestes.

Nate: Melhor trocarem de roupa. Parecem os mendigos de Tatooine.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Renata C. em Sab Ago 13, 2016 2:38 pm


O golpe de Raze pegou Rowena despreparada. Não que ela estivesse disposta a oferecer alguma resistência, mas...

A garota ia ao chão, sentindo os pingos da chuva batendo em seu rosto.

OK, definitivamente aquilo era o PIOR que as coisas podiam ficar.

Rowena estava num estado de semi consciência, onde percebia tudo que acontecia ao seu redor, mas não tinha forças para se levar ou sair dali.

Isso importava? Ela via tudo que acontecia como uma mera espectadora, não era como se realmente estivesse ali.

Raze, a mestra dele que chegava... Eles falavam da sombra negra que pairava sobre ela. Era essa presença que a fazia gritar todas as noites. Não eram... apenas pesadelos. Agora ficava claro.

Mas a que custo havia percebido isso?

A mestra de Raze falava que ela não parecia querer viver.

Você não quer mais viver, Rowena?

Na verdade.. aquele momento, onde Raze pudera impedir que a garota atravessasse o próprio peito com o sabre luz, aquele momento de hesitação... Foi o momento onde ela se lembrou do ritual que quase trouxe Darth Nihilus de volta. Ela deveria morrer para completar o ritual. E se...

A mestra de Raze disse que poderia ajudar. Mas... precisaria do cristal negro?

Certo, era um pouco estranho... Mas Raze concordava, e partia para buscá-lo.

Rowena queria sentir esperanças mas... ela sentia receio, na verdade. A sombra, ainda estava sobre seu ombro. Ela não podia machucar alguém novamente.

Não iria deixar isso acontecer.

Quando finalmente ela pareceu sair daquele estado de torpor, ergueu o corpo lentamente, mas permaneceu sentada.

Os olhos fechados, sentindo os pingos de chuva batendo no rosto. Os cabelos estavam completamente molhados e caíam sobre os ombros. Não conhecia a mestra Sham Hatt, durante o tempo que passou no templo, ela estava em missão. Só retornara recentemente. Não sabia tampouco se a mestre fazia ideia de tudo que acontecera com ela. Mas.. Rowena falou com ela.

- Se eu morrer, talvez ele volte. Não tinha pensado nisso. Não até ouvir sobre a sombra. Eu não posso deixar isso acontecer. Se eu tiver uma chance de impedir isso, então não ligo pro que vá acontecer comigo. Ele precisa ser detido. É a única coisa que importa.

O tom era menos de uma garota assustada agora. Ela parecia decidida.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Dom Ago 14, 2016 12:28 am




"O que ele quer dizer?"

-Parece que tem tudo em mãos. Eu preciso confirmar isso pessoalmente em Naboo, ou tem alguma outra novidade para mim?

Não posso ficar refém desse homem, mas sim o contrário. Ele planejou algo com relacionamento sério, um casamento galático. Acho um ótimo momento para isso, mas alguém como ele esta pronto para matar a princesa provavelmente acabaria comigo assim que eu fosse descartável. Não me esqueço do que ele me disse anos atrás do quanto minha família não deveria ser um problema se não fosse solução.

-Se ela não estiver mais em nosso caminho, pode marcar a cerimônia, Chanceler. O termo seria bem oportuno...

Com isso me levanto e saio em direção dos meus aposentos, preciso entrar em contato com a minha maior criação: Lak´tur.

Vamos, meu querido projeto de Sith...


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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Scorpion em Seg Ago 15, 2016 12:02 am

FAITH e NATE:

Se Slimp conseguia segurar o escudo? Bem, certamente ele conseguia. Ewoks eram quase como ursos em miniatura. Apesar de passarem muito longe da força de um urso tradicional, os Ewoks assemelhavam-se à humanos com nanismo. E anões tinham uma força considerável para o seu tamanho. O único problema era que ele não conseguia erguer o escudo até uma certa altura, então tinha de apoiá-lo no chão.
Nate fala para pegarem suprimentos. Slimp o retruca... seu idioma comum começando a melhorar.

Slimp: Como Nate querer comer hora ruim? Nate, não ser guloso! Ter bastante comida em nave!

Ou você estava pretendendo deixar a Mill... a sua nave aí?
Faith colocou apenas uma jaqueta (como informado via inbox) e a irmã dela sequer isso.

Irmã: Eu não me importo de estar elegante pra morrer! Deve ter algo mais aqui...

Ela saiu correndo, procurando nas prateleiras e indo até o fim do corredor.
Enquanto isso, Nate, Faith e Slimp começaram a colocar explosivos nas portas e as motos também. Enquanto estavam colocando, eles podiam ver uma parte da porta ficando avermelhada e começando a fundir.... então, a ponta da chama de um maçarico atravessou e começou a cortar as travas da porta. Era um processo lento e os heróis ainda teriam talvez 2 minutos até que o maçarico tivesse cortado todas as travas.
Foi então que a voz da irmã de Faith soou alto e um barulho de metal no chão se fazia, como algo arrastado.

Irmã: Pessoal! Alguém de vocês se interessa por isso aqui?



************************************************

SERAPH, RAZE e ROWENA:

Vamos por partes...

Mestra Hatt, Rowena e seu discípulo terminavam a sua conversa e o jovem partia em direção à Academia.

Enquanto isso, Rowena sentava-se para conversar com a Miralukka jedi.

Sham Hatt: Você está repleta de dúvidas, Padawan. O seu medo e a sua incerteza inundam o ar... eu posso sentir isso, quase como se pudesse tocá-lo. Isso o alimentam... o medo e a dúvida alimentam o lado negro... e Darth Nihillus era conhecido por se alimentar não de comida ou água... mas de sentimentos e dA Força dos que ele matava. Tenha isso sempre em mente, Padawan.

Rowena então fala sobre a sua teoria e a mestra continua com a mesma cara impassível. A boca dela não mexia, a respiração não aumentava, os dedos não tremiam... era como se uma calma emanasse sempre dela.

Sham Hatt: Pode ser que sim... pode ser que não... você não sabe e eu também não sei. Entretanto, eu conheço algumas pessoas que podem te ajudar a obter essa resposta e talvez... uma cura.

Enquanto isso, Seraph que já havia pousado a nave, saiu pela mesma saída por onde Rowena  havia fugido e sido seguida por Raze. Ao ir na direção aproximada de onde Rowena havia seguido e se concentrar, Seraph consegue sentir a presença da energia que ele sentiu durante um certo tempo. Ele segue até uma espécie de beco e encontra Rowena caída no chão e uma mulher, com manto roxo e os olhos enfaixados próximo à ela.

Sham Hatt: Parece que temos companhia. Amigo seu?

Naquele interím, Raze chegou até o templo e foi até o andar onde ficavam guardados alguns objetos para estudo. Era um grande corredor com um enorme vidro, que mantinham as coisas. Por sorte, naquele horário da madrugada haviam poucas pessoas rondando por aquela área, visto que não fazia parte dos dormitórios. Então, ele ouviu um chiado familiar...

pipipi twipi tiwiwipipiwi

R3: ***Mestre Raze, o que está fazendo?***

*******************************************************

NISA:

Era difícil saber se Pandorum possuía mais alguma informação ou não. Talvez ele não fosse só o velho pomposo de alguns anos atrás, Nisa. De qualquer forma, ele apenas sorria de volta para você.

Pandorum: Excelente, minha cara Nisa. Acho que você... nós não teremos mais muito com o que nos preocupar.

Então, Nisa levantou-se, procurando um lugar discreto para entrar em contato com Lak'Tur.
O Chanceler apenas a acompanhava com os olhos, enquanto ela sumia nos corredores.

Quando Nisa entrou em um recinto escuro para chamar por Lak'Tur, ela sentiu uma forte dor na têmpora... e seu nariz escorreu uma gota de sangue... e como ardia. Algo estava errado... era uma dor mais forte do que a que Darth Nihillus lhe causava quando queria chamar a sua atenção.
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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Ricardo Sato em Seg Ago 15, 2016 1:48 am

A viagem parece demorar um século,enquanto me aproximo com a nave me perco em lembranças daquele dia há tantos meses...
-----------------------------------------------------------------------------
Dagobah era mais um dos muitos mundos que não conhecia nesse vasto universo,adentrava a caverna com cuidado,ainda tentando entender o que o mestre queria dizer com o que eu trazia comigo estaria ali.

A caverna parecia menor do que eu imaginava,fiquei ali por muito tempo olhando para escuridão até sentir que ela olhava de volta,aquele canto mais ao longe de repente parecia se aprofundar,como eu consegui não ver aquela passagem escura mas tão óbvia?Segui em passos lentos por não sei quanto tempo até que uma luz forte atingiu meus olhos,como se tivesse saído para o sol de um dia claro.

A minha frente uma figura caminhava,pouco mais alto e aparentemente mais forte que eu,as roupas lembravam a de um capitão da república com um capacete e um peitoral de armadura,ele caminhava decidido para dentro de uma bela casa e colocava um blaster sobre um móvel ao se aproximar de um janela para os fundos.

Eu o acompanhava sem saber o porque,ele parecia perdido em pensamentos ao observar pela janela,segui o seu olhar e lá fora havia um quintal sob o sol com um bosque mais ao longe,nele uma mulher bonita e mais velha sorria para uma outra mais jovem que estava de costas para a casa e ao redor delas corria um garotinho de uns 6 anos.
De repente o garoto estendeu seus braços buscando o colo da jovem mulher,assim que conseguiu o que queria porém seus olhos se encontraram com os do homem na janela e ele imediatamente saltou para o chão e correu em direção da casa.A medida que o garoto se aproximava eu notei algo estranho e quando finalmente entendi o que era meu ponto de vista mudou bruscamente,agora um menino de olhos púrpuras corria direto em minha direção,minha visão estava mais estreita até que retirei o capacete que agora usava,nesse momento pude ouvi-lo gritando "Mãe,Vó!!!Papai voltou"enquanto se jogava em meus braços.
Me abaixei devolvendo o abraço e uma mão pousou sobre meu ombro,não precisava olhar para saber quem era,logo a voz grave de meu pai soou as minhas costas....


"Sua mãe e eu estamos muito orgulhosos de você e da família que criou meu filho".

Virei minha face para o outro lado onde havia um fotografia de uma família,a luz não permitia ver com clareza mas eu sabia que era a minha família,no reflexo do vidro que a sustentava vi meu próprio rosto mais velho e barbado,uma lágrima escorria por meu rosto e eu me dei conta de que era a primeira vez que chorava desde os dois anos,eu finalmente entendi que aquela era a vida que eu poderia ter tido,que aquilo era algo para o qual eu havia nascido mas que jamais aconteceria.

Finalmente me acalmei e respirei fundo,tudo ao meu redor se desvanecia até que somente eu e o garoto estávamos no meio da caverna em Dagobah e ele me perguntou.

O que houve papai?

Nada que não devesse ter acontecido,nada além do fluxo da força...medo,dúvida,raiva levam ao lado negro mas o desejo também.
Vocês são aquilo que deixei para trás sem saber,aquilo de que desisti com minha cabeça por nunca ter percebido que queria e aquilo de que agora desisto com meu coração...adeus.


O garoto sumiu,ainda fiquei lá sozinho por um longo tempo até sair...mestre Yoda havia ficado a frente da caverna por todo aquele tempo me esperando.

O que há na caverna descobriu padawan?

.....apenas o que eu deixei lá mestre,apenas o que eu deixei.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Logo som da nave pousando tirou-me de meu devaneio,respirei fundo e senti o ar em minha pele,expandi meus sentidos através da força até sentir o calor já conhecido da força que emana de Rowena e segui com rapidez.

Cheguei a um beco onde a encontrei caída e sem seu sabre e uma outra mulher que parecia jedai mas de quem eu não me lembrava ,o que só podia dizer que ela não frequentou muitas vezes o templo nas últimas décadas...ou que talvez seu sabre fosse vermelho.
Me preparei para o combate mas não fiz movimentos bruscos,apenas parei calmamente,ereto com minhas mãos as minhas costas.
Estava ainda mais calmo do que sempre fui...era bom perceber que meu tempo com mestre Yoda não tinha de todo sido desperdiçado por minha inexperiencia.

Parece que temos companhia. Amigo seu?

Sim eu sou amigo dela,o que me leva a perguntar quem é você?
...Está bem Rowena?Vim te tirar daqui,tenho de encontrar um lugar seguro para conversarmos.


Apesar da situação não pude deixar de sorrir ao ver a garota bem....ao menos viva,a partir daí podíamos nos esforçar para resolver qualquer coisa.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Thiago Beleza em Seg Ago 15, 2016 2:26 pm

Levava pouco tempo até o templo Jedi.

E, esperava, que levasse ainda menos até o retorno.

Não sentia-se muito bem pegando o cristal sem… Pedir, mas… Tinha que confiar em sua mestra.

Raze passava pela lavanderia… Afinal ainda vestia trajes e o dormitório estaria apinhado de pessoas.

Apanhou dois trajes padrão de padawan, que estavam separados para irem aos alojamentos, e entrou em um dos banheiros… Vestindo o seu e guardando em uma sacola de pano o que levaria para Rowena, afinal ela também vestia apenas um robe.

Enfiou, junto com as vestes da garota, seu sabre duplo na sacola e a colocou nos ombros.

Olhou-se no espelho apenas por alguns segundos, alinhando-se, jogando atrás da orelha a trança que ficava na lateral direita de sua cabeça… Mais um costume tradicional dos Jedi, todos padawans as usavam.

Por fim, abandonou a lavanderia e rumou até o andar de estudo.

Conforme caminhava, usando o máximo possível de sua furtividade, ouviu os estalos e bipes tão familiar.

Foi impossível não abrir um sorriso.

A princípio tinha pensado em deixá-lo no templo, seria mais seguro… Mas agora se via incapaz de deixar R3 para trás.

Aquela unidade R3 tinha uma história bem… Peculiar, por assim dizer.

Ela chegou destruída, em uma das aeronaves pilotadas por mestre Obi Wan.

Raze ainda podia lembrar-se, como se fosse ontem, dos buracos na lataria preta e dourada, causado pelos disparos de naves inimigas.

Conforme auxiliava o mestre, manteve seu olhar fixo no droide.

Ele seria descartado… Mas Raze o pediu para Obi Wan, o único contato que havia tido com Mestre Kenobi, até então.

Ele o questionou, óbvio… Não passava de sucata, mas, por fim, cedeu ao pedido e deu o droide a Raze.

Raze passou um bom tempo restaurando o R3, com o auxílio de amigos que entendiam mais do que ele em mecânica.

Usando, na maior parte, peças dos droides que eram destruídos em combate.

O que, convenhamos, não eram poucos.

Meses depois R3 voltou a vida e acabou se tornando um grande companheiro do padawan.

- R3! - Exclamou ao vê-lo, em um tom de voz mais baixo.

Olhou em volta, para ver se mais ninguém os via.

Mas continuou caminhando.

- Mestra Hatt precisa de algo da biblioteca… Precisamos levar até ela. Vou levá-lo comigo… Talvez seja até melhor esconder este objeto em você até chegarmos lá. Sim, sim… Acho que é uma missão… - Conversava baixo com o droide, conforme caminhava apressado - O quê? Claro que não iria deixá-lo…. Eu não te chamei porque…. Não temos tempo, R3! Vem logo!

Assim que chegou ao local, procuraria pelo cristal… E, caso o encontrasse, guardaria no pequeno compartimento de carga do R3 até chegar a seu destino.

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