CAPÍTULO 4

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Seg Mar 14, 2016 8:58 pm

Por um momento seguinte, passo a respeitar o escolhido de meu pai.

-Não estou o "enrolando" por nada, Senador. A próxima vez que nos virmos, você terá sua resposta definitiva.

Com isso parto na direção do planeta em que Lak´tur iria. Aguardando ainda que esse entre em contato comigo.

NOTA:Mil perdões... Eu realmente não sabia então ignore os inimigos que ela pensou e ela provavelmente citou outros. Só demonstrei um comentário final porque ela já estava para ir embora.

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Renata C. em Ter Mar 15, 2016 7:53 pm


Ouvia a história contada por aquele homem, aquele homem que não era quem ela pensava que fosse. Ao menos, não na essência. Apesar de ser o corpo de seu ex-mestre, era o irmão dele, Bar Oneth quem o controlava.

Era uma jornada trágica, ele demonstrava grande ódio ao contar sua história, era possível ver pelos olhos tomados de lágrimas, não de pesar mas...

Ódio.

Não era preciso ser uma sensitiva a Força para sentir todo ódio que emanava daquele homem. Todo rancor, todo ódio, por tantos anos de abandono, sendo alimentado pelo lado negro.

- Eu... sinto muito por tudo que aconteceu com você. - a garota presa pelos grilhões observava Bar Oneth conforme ele falava. E dessa vez não se tratava do mesmo olhar de repulsa de antes.

Ele prosseguia contanto o seu plano, de que o Sith Darth Nihilus tomasse o controle do corpo de Rowena, para acabar com todos os jedi. Rowena sentiu medo, não medo de morrer, mas medo de que ela própria se tornasse uma ameaça. Tudo que a garota queria era ajudar as pessoas, salvá-las.. O que ele colocava diante dela era um destino muito pior do que a morte. A garota deu um breve suspiro desanimado.

- Então... Você quer me privar da minha própria existência, da mesma maneira que fizeram com você. - Rowena constatava tristemente, olhando para um ponto qualquer diante de seus olhos. - Bar Oneth, nunca é tarde demais para se arrepender. Existem bem mais coisas no mundo que esse ódio e descaso que você recebeu desde que nasceu.

Rowena tentava pensar em alguma maneira de escapar daquilo tudo, mas não conseguia. Tentava trazer Bar Oneth a razão, mesmo sabendo que isso seria praticamente impossível. Não havia mais nada do Dag Oneth ali?

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Scorpion em Qua Maio 18, 2016 3:19 pm

ROWENA e NISA

A jovem usuária dA Força tentava a todo custo tocar o coração de Bar Oneth, como se, de alguma forma, ele pudesse vir a se tornar novamente Dag Oneth. Por um momento, a jovem até sente que isso é possível. Como se a presença que causasse arrepios de Darth Sarin fosse rapidamente substituída pela presença acalentadora do gentil mestre. Ele olha para baixo, de costas para Rowena, como se... pensasse? Difícil dizer... o capuz escondia qualquer nuance de sentimento.
Então, ele volta-se com velocidade e levantou o punho contra ela, como se estivesse espremendo algo invisível no ar. Rowena sentiu o seu coração sendo apertado... uma dor forte no peito, como se fosse ter uma parada.

Sarin: Cale-se, maldição! Acha que conhece a dor? Acha que conhece o sofrimento? Eu vou te mostrar tudo isso! Pode apostar que eu...

Então, uma voz de droid soou e anunciou por alto-falantes que eles eles estavam para pousar em seu destino. Darth Sarin parou de manipular a biologia de Rowena e ela sentiu um alívio ao cessar da dor.

Logo após, 4 droids assistidos por Darth Sarin passaram algemas na garota e a guiaram para a superfície de um planeta que parecia morto. Nele, um enorme templo estava à frente, com grandes escadarias.

Sarin: Parece que nossa convidada chegou...

Uma pequena nave da República pousava no local. De dentro dela, uma bela moça com vestes meio nobres saía. Nisa foi até Darth Sarin e Rowena.

Sarin: Bem à tempo, minha cara. Prepare o templo. Darth Nihillus já esperou o bastante para retornar.

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Scorpion em Qua Maio 18, 2016 3:38 pm

FAITH E NATE

Antes que Jabba pudesse conjecturar sobre o pedido de Faith, ele atendeu o pedido de Jango que era muito mais simples: exclusividade nos melhores contratos e uma boa bolada de créditos. Jango se pôs a fora, mas antes passou por Faith e a entregou um holocron.

Jango: Pense no que eu te disse. Se algum dia quiser tirar a prova a minha teoria, este holocron pode ser a resposta. Então, me contacte... a nossa "laia" costumava se ajudar nos velhos tempos.

Então, Jango saiu e Jabba pôs sua atenção e Faith.

Jabba: Eu jamais pensaria em fazer um acordo com a República. Aqueles almofadados são péssimos para os negócios!

Então, o conselheiro cochichou algo no ouvido do mestre. Jabba deu a ele um olhar descrente, então bufou e deu uma longa piscada eaté falar com Faith.

Jabba: Entretanto, você trouxe meu filho de volta. Seria pior para a minha reputação do que fazer uma aliança com a República, ter a fama de mau pagador. Teremos então de chegar a um meio termo quanto à isso... Eu não posso prometer uma aliança, mas posso prometer receber seus amigos "jedi" aqui para discutirmos os termos desta parceria. Enquanto isso, posso garantir livre passagem de qualquer nave da República pelo território Hutt e que abateremos qualquer nave da Câmara de Comércio que ousar gastar meio parsec aqui dentro. De acordo?

Era uma pergunta retórica....

Enquanto Faith se mandava para fora, Nate terminava de estudar a nave. Ela era realmente incrível... ela podia fazer 3 vezes a velocidade da luz e tinha um arsenal até considerável. Apesar da aparência velha, ela parecia ser extremamente competente.

Depois de muito fuçar nos controles, Nate descobriu como a maioria das funções funcionava, como os escudos, acesso ao hyperdrive e boa parte do arsenal. Foi quando Faith chegou e eles puderam partir para Cerea...

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Scorpion em Qua Maio 18, 2016 3:47 pm

LAK'TUR E SERAPH

Qui Gon concordou então em partir primeiro e confrontar os Sith. Ele se comunicou antes com mestre Yoda, que disse que enviariam reforços o mais rápido possível. Então, Qui-Gon subiu na nave e desapareceu nos céus, depois de avisar que Nate estaria logo a caminho.

Qui Gon: Que A Força esteja com vocês.

Enquanto isso, ficaram Obi-Wan, Seraphe Lak'Tur naquele planeta. Obi-Wan parecia preocupado.

Obi-Wan: Isso não me parece certo. Mestre Qui-Gon indo sozinho contra um Sith e mais sabem-se-lá quantos droids de batalha. Tudo bem... ele é sábio, experiente... mas todos os jedi tem as suas limitações.

Ele olha para os dois.

Obi-Wan: Precisamos traçar uma estratégia, enquanto isso. Você ainda não está no auge da sua forma para enfrentar seu antigo mestre, Seraph. Acho que nem o Mestre Qui-Gon. Então, quando chegarmos lá, devemos enfrentá-lo juntos. Acho que só assim teremos uma chance. Voors, você pode cuidar de libertar a garota? Se não pudermos derrotá-lo, você deve dar um jeito de fugir com ela dali e escondê-la. Nenhum Sith sequestra uma "aprendiz" sem algum motivo muito bom...

O jovem Jedi pensa...

Obi-Wan: Havia uma profecia... não, não poderia ser... quer dizer... isso são histórias pra Padawans se assustarem. "Aquele que trará equilíbrio à Força". Não tem como acreditar nisso, certo?

Então, os heróis puderam ver uma nave vindo a caminho deles... Uma nave arredondada, como uma bolacha do mar. Quando ela pousou, era possível ver no cockpit Faithe Nate.

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Ricardo Sato em Qua Maio 18, 2016 5:08 pm

Seraph iria tentar conseguir uma nave,mas ao que parecia Nate e Faith haviam acabado a missão e vinham em alta velocidade até eles,o jedi senta-se no chão em posição de lótus com seus olhos fechados em meditação e aguarda enquanto ouve as palavras de Obi Wan.

Você tem razão meu caro e nada tenho contra sua estratégia,não sou tolo de botar Rowena e nós mesmos em perigo por algo tão inútil quanto orgulho.....mas medo também não nos trará vantagem,acalme-se e não deixe seus sentimentos por seu mestre nublarem seu julgamento da situação.

Qui gon é forte o bastante para se manter até chegarmos e mesmo que o pior aconteça com um de nós o mal que devemos deter é nosso maior objetivo.......além do mais estamos prestes a partir.

Seraph levanta-se abrindo os olhos em direção aos céus e solta um suspiro.

Nossos companheiros estão chegando,posso sentí-los....e já que não podemos evitar esse confronto estamos tão preparados quanto poderíamos "Fazer ou não fazer,não existe tentativa",não era algo assim que mestre Yoda costumava dizer,conto com vocês todos.

Um usuário do lado negro da força mesmo cercado de aliados está sempre só em sua amargura e ódio,mas todos nós estamos unidos pela força...tenham esperança.

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Darbis em Qua Maio 18, 2016 5:21 pm

Obi-Wan: Precisamos traçar uma estratégia, enquanto isso. Você ainda não está no auge da sua forma para enfrentar seu antigo mestre, Seraph. Acho que nem o Mestre Qui-Gon. Então, quando chegarmos lá, devemos enfrentá-lo juntos. Acho que só assim teremos uma chance. Voors, você pode cuidar de libertar a garota? Se não pudermos derrotá-lo, você deve dar um jeito de fugir com ela dali e escondê-la. Nenhum Sith sequestra uma "aprendiz" sem algum motivo muito bom...

O jovem Jedi pensa...

Obi-Wan: Havia uma profecia... não, não poderia ser... quer dizer... isso são histórias pra Padawans se assustarem. "Aquele que trará equilíbrio à Força". Não tem como acreditar nisso, certo?



Hmmm... Rowena... Garota... Sarin está com ela... Mas ela... O que foi Lak'tur? Ainda sente algo pela garota? Humpf, lembre-se que ela te traiu. Por eles! Mas já consegui separar o mestre do aluno, lidar com esses quatro é que vai ser o problema... Eu poderia matar esses dois aqui e agora, mas isso chamaria muita atenção. Droga. Vou ter que esperar até o momento certo... Paciência Lak'tur. Você sempre foi paciente, lembra? Esperando. Aguardando o momento certo. O momento certo de se vingar!

- Se os outros estão chegando então é melhor esperar...

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Jor-El em Qua Maio 18, 2016 7:53 pm

Jabba deve realmente amar o pirralho. Cedeu a um pedido grande da Faith. Mesmo assim, eu não ouso nem falar. Afinal, eu sei que, por ele, eu estaria morto ou pior. Eu apenas vou pra onde me conduzem e: Que beleza!



Hiper-velocidade em poucos segundos. Sistema de armas e de escudos bem avantajados. Mesmo eu não sendo nenhum mecânico, eu consigo perceber que ela pode nos ajudar muito. Na verdade, eu fico surpreso com o quanto ela consegue ser impressionante, mesmo aparentando ser velha. E, apesar de não ser nova, foi muito bem conservada e cuidada. Alguém realmente amou essa nave. Aproveito o tempo que Lehane demora para negociar com Jabba para começar a ver como os controles funcionam. Consigo ficar razoavelmente familiarizado enquanto Faith chega.

Nate: Tudo pronto para partirmos. Acredito que eu vou ser o piloto agora enquanto a madame apenas observa.

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Qui Maio 19, 2016 12:53 pm



Sarin: Bem à tempo, minha cara. Prepare o templo. Darth Nihillus já esperou o bastante para retornar.

-Certamente, Lorde Sarin...

Obedecer, servir. Sobreviver... O que eu queria para mim esta avançando plenamente, ao que parece uma Jedi a ser oferecida ao mestre.

Excelente.

Caminho serenamente ao local do tempo, olhando com desdém a jovem zonza e confusa nas mãos dos seus captores. E dirijo minhas palavras à ela.

-Minha presença aqui significa que talvez me peçam para ajuda-la em seu desenvolvimento, como fiz com outros antes. Vocês Jedi irão pagar por matarem meu irmão.


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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Alexandre em Qui Maio 19, 2016 12:59 pm

A quanto tempo estavam la dentro?

Tempo demais para um buraco como o covil de Hutt, tempo demais na opinião de Faith. Negociando com um dos caras mais perigosos da galáxia para fazer um acordo para que os Jedis, e ela mesma tivesse uma chance melhor contra a camêra de mercadores. Isso sem contar os Siths e outras ameaças que surgiam próximas no horizonte.

Depois dizem que ser um simples mercenário era ruim.

Salvar o universo era muita dor de cabeça.

Ainda pensava nisso quando Jango passava por ela, e claro que ele voltava ao assunto que a "Jovem Intrepida" propositalmente tinha feito questão de não pensar muito naquele instante. Ela segurava o holocron e a observava. Jango parecia não querer uma resposta imediata então em meio a um olhar desconfiado ela apenas concordou com a cabeça, antes de o guardar no sobretudo.

Faith, que nunca havia sido uma diplomata ja fazia uma expressão confusa enquanto coçava a própria nuca pensando em como argumentar e convencer Jabba a reconsiderar quando o conselheiro se manifestava. Pouco importa o que ele disse!

- E foi um prazer ser uma daquelas responsáveis por garantir a segurança do futuro de sua dinastia. - Amiga dos Jedis, ve se isso fazia algum sentido dentro da cabeça dela... - Perfeito! Eu vou fazer com que eles saibam de sua..."Garantia" e resolvam o mais rápido possível as demais questões envolvendo a possível aliança. Bem, eu ja tomei muito do seu tempo...Lembre de me chamar caso jango deixe algum contrato de lado, eu sou menos ocupada e mais acessível!

E claro, sabia que aquilo não era uma pergunta. Não precisava ser convidada a sair. Cara...Salvar o filho de Jabba e sair de mãos vazias. Ser um herói era cada vez menos interessante e mais prejuízo. "Divertido até alguém levar um tiro de blaster no meio da cara"? Mas reclamar não fazia o estilo dela. Bem, o que fazer? Voltar acho...

- Nossa é...Bem, eu diria "velha", mas vou ficar com "grande". - Comentava a respeito da nave, imaginando de onde aquilo havia saído. Faith tinha sua própria nave e ja tinha pilotado algumas naves pessoais, mas nada como aquilo. Acho que era mais coisa que um "capitão" iria escolher. Bem, tomara que ele tenha gostado.

Comentários a parte...

- Jabba vai ao menos OUVIR os Jedis, o resto é com eles. Acho que podemos avisa-los, se essa coisa tem um sistema de comunicação que funcione...

Como ficar observando não estava na lista de ações dos últimos tempos, se soubesse como faze-lo Faith utilizaria do sistema de comunicação para falar com os Jedis. Caso por qualquer razão, seja por problemas no equipamento ou por simplesmente não saber um "canal" de comunicação, aguardaria que chegassem ao seu destino.

Enquanto isso...Porque não observar o que tinha naquele holocron?

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Renata C. em Sex Maio 20, 2016 11:10 pm

Durante alguns poucos segundos, foi como se Rowena pudesse ter sentido a presença de seu antigo mestre. Ao menos não era ameaçador como Darth Sarin. Isso de certa forma trouxe a ela um pouco de esperança, talvez nem tudo estivesse perdido ainda.

Mas a sensação não durou muito tempo, pois logo Darth Sarin parecia furioso. E foi a primeira vez que a garota pode ver aquela demonstração de poder dos sith. Era como se seu coração fosse parar. E ele estava fazendo aquilo com um simples movimento de suas mãos. O que ela, que era tão fraca poderia fazer para deter alguém tão poderoso? Não que naquele momento pudesse pensar nisso, pois a dor turvava qualquer pensamento.

Quando finalmente a dor cessou, o peito de Rowena movimentava-se conforme ela arfava, se recuperando. Tentava pensar no que faria.

Dag Oneth ainda estava ali. Em algum lugar. Mas como poderia trazê-lo de volta?

Estavam em um planeta desolado, onde havia um tempo. Rowena dessa vez caminhava, mas estava presa por algemas e sendo conduzidas por droids, ou seja, suas chances de escapar eram quase nulas.

"Convidada?"
, pensou, ao ver a nave com o símbolo da republica, "os sith estão envolvidos com políticos?"

Para a surpresa de Rowena, era uma jovem mulher que descia da nave. Ela dirigiu a elas algumas palavras, mas Rowena permaneceu em silêncio, e apenas olhou para ela de uma maneira um tanto confusa. Afinal, ela não fazia ideia do que ela estava dizendo.

O tempo estava se esgotando e a situação de Rowena não era nada boa.

Ok, eu quis dizer péssima.

Não, na verdade, desesperadora. Certo, isso define bem.

E ela não havia pensado em um plano. Tudo que ela sabia era que não iria deixar aquele sith retornar em seu corpo. Não importa o que tivesse que fazer.

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Scorpion em Seg Maio 23, 2016 1:05 am

NISA E ROWENA

Era a primeira vez que Nisa Valoorum pisava no planeta dos Sith... Para os desavisados, os Sith eram um grupo de Jedis que desgarraram para o Lado Negro dA Força, mas os estudiosos e eruditos daquela história negra sabiam a verdade. Sith na verdade eram uma raça oriunda daquele pequeno e quente planeta, que foram escravizados por estes jedis malignos... o nome pegou, mas os pobres Sith não tinham culpa.. e nem existiam mais.

Para uma pessoa sensitiva como as duas moças, o lugar pulsava em poder... um poder maligno. Rowena podia sentir aquela aura ruim do lugar... rondando a sua cabeça, o seu coração, como se fosse uma sombra que queria entrar. Ela sentia-se fraca... não fisicamente, mas espiritualmente. Era como se o Lado Negro e o Lado da Luz dentro dela brigassem incessantemente. Tinha um olhar meio que perdido... era como se não estivesse ali. A presença Dele era notória... Darth Nihillus. Sentia-se por vezes atraída por ele como uma mariposa sentiria-se pela luz, mesmo sabendo que aquilo poderia matá-la...

O grupo começou a caminhar em direção ao templo. Rowena foi colocada deitada em uma espécie de "carroça" flutuante que a levava por cima das escadas do templo, na companhia de Nisa, mais 4 droids e Darth Sarin, que já não usava mais máscara nenhuma, desde que Seraph a partiu na batalha em Endor.

Rowena podia ver o céu avermelhado daquele planeta, mas era como se tudo girasse. Ela sentia uma sensação de tontura... ouvia a voz, ficando cada vez mais alta.

"Venha... venha...!"

Então, uma pequena nave entrou na atmosfera daquele planeta, indo em direção aum pouso próximo da grande nave que os Sith tinham. Darth Sarin apenas olhou por cima dos ombros e continuou acompanhando a comitiva.

O templo era antigo... paredes de pedra gastas e uma parca iluminação, oriunda de algum tipo de fungo luminescente... o Sith ligou o Sabre vermelho para melhorar a visibilidade. Eles atravessaram uma ponte que parecia não ter fundo abaixo de si. No meio do caminho, eles ouviram passos vindo atrás deles... uma iluminação esverdeada. Sarin parou e olhou para Nisa.

Sarin: Vá e termine o ritual! Nosso mestre conta com você, Nisa. Eu segurarei os invasores!

Olhando para trás, Qui Gon já estava com o sabre verde ligado.

Qui Gon: Isso acaba agora, Oneth!

Sarin: Não, Qui Gon... isso começa agora!

E ambos correram um para cima do outro...

Nisa já podia ver o grande salão de rituais...


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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Scorpion em Seg Maio 23, 2016 1:19 am

LAK'TUR, FAITH, NATE e SERAPH

Qui Gon já havia partido tinha quase 4 horas, quando finalmente a carona havia chegado. A nave parecia ser velha, mas era bem tecnológica e sim... ela precisava de um co-piloto, então Faith teve pouca oportunidade de poder estudar o holocron no caminho.

Entretanto, após pegarem Seraph, Obi-Wan e "Voors", o Falso Encouraçado, Faith conseguiu estudar o holocron, passando o lugar de co-piloto para Obi-Wan Kenobi.



Quando Faith ativou o holocron, ele meio que expandiu as luzes, criando um mapa tridimensional em quase toda a seção da nave em que ela estava. (Fica a encargo do jogador se ele fez isso na frente de Voors e de Seraph... não quero offada, hein, negada?)

O mapa mostrava diversos planetas na galáxia marcados em amarelo. Faith não sabia exatamente dizer o que aqueles planetas representavam... ela não conseguia fazer nenhuma ligação entre eles e possivelmente isso iria requerer mais pesquisas.

Enquanto isso, o comunicador de Seraph tocou... era mestre Windu se comunicando com ele. O mestre apareceu de forma holográfica.

Windu: Seraph. Nós recebemos uma mensagem de Qui-Gon dizendo que localizou a nave que raptou a garota. Este planeta é Korriban, o lar ancestral dos Sith. Esta área é terminantemente proibida para a exploração de Padawans. Retornem imediatamente para o templo. Nós cuidaremos deste assunto!

Obi-Wan: Mas... mestre Qui-Gon já foi! Está se arriscando sozinho!

Windu: Qui-Gon contrariou as ordens do conselho diversas vezes, tanto ao aceitar treinar a garota que não passou pelo aval do Conselho, quanto ao ir a Korriban resgatá-la. Isso é uma ordem... retornem para o templo!

Então, Mestre Windu desligou... Obi-Wan olhou para Seraph... o Conselho havia dado uma ordem... e então? O que fariam? Seraph eram empático o suficiente para saber que Obi-Wan iria fazer algo extremamente estúpido... iria ele acompanhá-lo?

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Ricardo Sato em Seg Maio 23, 2016 2:29 am

Seraph adentrava a nave e fazia uma reverência a Nate e Faith seu rosto inescrutável em algum ponto entre serenidade e preocupação.

Faith,Nate agradeço a carona e espero que sua missão tenha sido bem sucedida,mas devo dizer que temos boas e más notícias.....Reynolds as más são que estamos novamente correndo em direção ao desconhecido e ao perigo iminente e mesmo que você não fique pedimos que ao menos nos leve até lá.....

Um leve sorriso quase invisível aparece em seu rosto ao virar-se para Lehane.

Faith as boas é que estamos indo em direção ao desconhecido e ao perigo iminente e que ninguém tentará te impedir de se meter se assim desejar.....os Sith sequestraram Rowena,estamos indo atrás deles.

Responderia a qualquer pergunta se nenhum dos outros o fizesse mas logo iria até algum lugar vazio próximo e retornaria a sua meditação,ele havia ignorado toda aquela história de escolhido da força mas enquanto passava por Obi Wan em direção ao lugar que escolheu se voltaria a ele para uma única frase.

Não acredito em um escolhido pois somos todos escolhidos pela força,cabe a todos os seres vivos trazer equilíbrio a força.....ao menos é assim que vejo.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Silêncio.....frio.........escuridão,um momento estranho onde só se percebe um brilho tênue em si mesmo pois tudo mais está mergulhado em sombras abolutas.

Um brilho de um suave azul aproximava-se....uma sensação cálida afastava a solidão que sentia mas não havia percebido até aquele momento....era uma silhueta feminina e graciosa...parecia familiar,mas Seraph sabia que jamais a havia visto com seus próprios olhos.

Uma voz que ele não podia ouvir mas de alguma forma sentir chegava a ele...e Seraph sabia que jamais havia ouvido aquela voz,jamais havia ouvido aquelas palavras.

....aleph....meu.....filho....você....sabe o quanto....eu....te amo...não...você sabe que...

Aos poucos as palavras se tornavam mais fortes,aos poucos ele "ouvia" melhor aquela voz que não conhecia.

...desde que o senti em meu ventre eu sabia o quanto você amaria a vida,desde o primeiro dia sempre que eu estava triste eu sentia que alguém se entristecia comigo,sempre que eu ria eu ouvia aquele outro pequeno riso em mim...e eu sabia que jamais estaria sozinha novamente,eu sentia o quanto você ansiava pelo bem estar de todos...pela paz.

Enquanto estava ali sem palavras uma nova luz vinha em sua direção,o ambiente passava de cálido a quente,a figura de um grande felino vermelho com uma juba que movia-se quase como chamas,eu porte altivo e orgulhoso seus olhos fixos nos de Seraph,ao aproximar-se porém ele erguia-se e mudava.

Ao chegar ao lado da figura azulada a silhueta já havia se tornado a de um homem alto e imperioso e em sua mão havia uma lâmina de fogo.

Você nasceu a um grande custo...e com grande responsabilidade,sua vida não pode ser de paz,lutar pela paz é seu dever para com aqueles que não podem,você nasceu para a guerra...

Mas nasceu do amor não é meu querido?

Era difícil distinguir feições naquelas silhuetas mas Seraph tinha certeza de que a figura vermelha engasgara um pouco ao virar-se e olhar para o ser ao seu lado.

...Então,paz ou guerra o que é você Aleph Seras-Molvatii?

Os olhos do ser azul se encontravam então com os da outra entidade,uma luz cegante brilhava e quando seus se acostumaram as duas figuras haviam sumido e em seu lugar,bem a sua frente havia agora a pequena forma aroxeada de um garoto.

Somos os dois não é mesmo...somos Seraph,guardião da paz,mas jamais em paz...amar a todos e a ninguém é nossa sina até o fim de nossos dias....nossa obrigação e nosso orgulho.

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

O som do comunicador o despertava,as palavras tornavam-se mais claras e reais como se Seraph emergisse de um mergulho e aos poucos escuta-se através da água.


Windu: Seraph. Nós recebemos uma mensagem de Qui-Gon dizendo que localizou a nave que raptou a garota. Este planeta é Korriban, o lar ancestral dos Sith. Esta área é terminantemente proibida para a exploração de Padawans. Retornem imediatamente para o templo. Nós cuidaremos deste assunto!

Obi-Wan: Mas... mestre Qui-Gon já foi! Está se arriscando sozinho!

Windu: Qui-Gon contrariou as ordens do conselho diversas vezes, tanto ao aceitar treinar a garota que não passou pelo aval do Conselho, quanto ao ir a Korriban resgatá-la. Isso é uma ordem... retornem para o templo!


Mestre Windu espero que cheguem logo....porém por mais que mestre Qui Gon tenha feito as dúvidas do conselho claras eu não sou um Padawan e pretendo ir em auxilio dele.

Ele então vira-se para Obi Wan e o olha nos olhos em busca de qualquer sinal de medo ou dúvida.

Quanto a você Obi Wan,sugiro que obedeça a mestre Windu e parta depois de me deixar lá.....mas não terei tempo de me certificar disto....escolha com sabedoria.

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Darbis em Seg Maio 23, 2016 6:39 pm

Melhor me manter quieto por enquanto... Preciso colocar as ideias no lugar... Nada faz muito sentido... Exceto pela ordem de Nisa, mas se o tal Obi-Wan partir ele levará consigo o cristal e isso pode atrasar os planos... Preciso manter ele por perto... Preciso pensar...


Não acredito em um escolhido pois somos todos escolhidos pela força,cabe a todos os seres vivos trazer equilíbrio a força.....ao menos é assim que vejo.

Humpf... Escolhido... Você sempre foi mais pra metido do que pra escolhido Seraph... Sempre tentando impor sua vontade em Rowena. Pobre garota. Pelo menos está em boas mãos com Sarin. Por algum motivo eu ainda quero proteger a garota. Mesmo ela tendo me traído por ele... Ou isso são apenas lembranças? Ou isso tudo não é... *Lak'tur apalpa o rosto e o corpo* Sim... Ainda estou vestido... É melhor tomar cuidado...

Windu: Seraph. Nós recebemos uma mensagem de Qui-Gon dizendo que localizou a nave que raptou a garota. Este planeta é Korriban, o lar ancestral dos Sith. Esta área é terminantemente proibida para a exploração de Padawans. Retornem imediatamente para o templo. Nós cuidaremos deste assunto!

Obi-Wan: Mas... mestre Qui-Gon já foi! Está se arriscando sozinho!

Windu: Qui-Gon contrariou as ordens do conselho diversas vezes, tanto ao aceitar treinar a garota que não passou pelo aval do Conselho, quanto ao ir a Korriban resgatá-la. Isso é uma ordem... retornem para o templo!


Heh... Oportunidade...

Quanto a você Obi Wan,sugiro que obedeça a mestre Windu e parta depois de me deixar lá.....mas não terei tempo de me certificar disto....escolha com sabedoria.

- O garoto tem um mestre, pelo que eu sei vocês cuidam um da bunda do outro... Fora que ele está de carona. Querendo ou não, ele vai conosco, não vamos fazer desvios.

~Se Faith ligar o Holocron na frente do pessoal~

Hmmm... Um mapa... Esses planetas... Hehh... Novo método de caçar recompensas é Faith? Quem sabe um dia a sua recompensa será contestada...

- Procurando alguém Faith?


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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Alexandre em Ter Maio 24, 2016 7:55 am

------------------

(Sobre o holocron)


Não crianças, Faith não usaria o holocron na frente de vocês. Não por não confiar em vocês mas...Ok, talvez devesse não confiar em alguns realmente, mas na verdade era mais porque não tinha certeza do que veria e não tinha muita certeza do que Jango tinha reservado para ela. Aquele papo de "dois últimos da espécie" ainda incomodava de certa forma...

Assim, ela se afastaria, entraria em seu dormitório e a portas fechadas veria aquele mapa do sistema... Ok, poderia ter deixado umas notas para que eu entendesse do que se tratava não senhor Caçador de Elite? Ah claro, ele deveria querer que Faith fosse perguntar a ele. A vontade de arrancar os cabelos de frustração era logo suprida. Faith se preocupava em decorar ao menos alguns dos planetas ou sua posição para pesquisar mais tarde.

Porque teria que lidar com aquilo mais tarde.

-----------------

- Você precisa de um co-piloto em período integral. E não, não tenho interesse na vaga Reynolds. - mas não parecia realmente incomodada, apenas não queria ter aquilo como uma escolha de carreira para o resto de seus dias...Ja que esperava que eles fossem bem longos.

E estavam reunidos mais uma vez, ou ao menos quase que totalmente. Agora uma coisa por vez: Como Seraph falava com ela e explicava a situação, ela sorria e olhava para Reynolds: - Não é adorável? Nos conhecemos tão pouco e ele realmente me conhece! Bem, eu não quero fazer com que a confiança de vocês...

Vocês.

Voors.

Espera só um segundo.



Faith fazia uma expressão de duvida e dava um passo para tras, como se procurando um angulo de observar a todos.

- Katarn...Disse que Valorum estava morto, o que sabemos que ocorreu e estava usando a armadura de Aço Mandaloriano. SUA armadura, ja que um material desses não costuma a dar em arvores. A conclusão obvia é que você estaria morto mas...Agora você aparece com a MESMA armadura? Caras eu não sou exatamente o cérebro do grupo mas...Só eu estou achando isso meio "estranho"?

Ok...Eu posso ser meio paranóica mas...Isso me manteve viva até agora.

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Darbis em Ter Maio 24, 2016 11:33 am

- Katarn...Disse que Valorum estava morto, o que sabemos que ocorreu e estava usando a armadura de Aço Mandaloriano. SUA armadura, ja que um material desses não costuma a dar em arvores. A conclusão obvia é que você estaria morto mas...Agora você aparece com a MESMA armadura? Caras eu não sou exatamente o cérebro do grupo mas...Só eu estou achando isso meio "estranho"?

- Longa história. Envolve alguns droids, um monstro gigante, eu nu escondido em algumas caixas... Valorum não tinha chance de sair vivo, eu tinha. Eu dei minha armadura pra ele e pulei fora da gaiola do monstro gigante. Acontece que ele era burro. Burro demais. Atiçou a criatura... Depois vieram os droids... Uhhh... Enfim... Eu tive que recuperar minha armadura do corpo do Valorum e fugir. Só não peça detalhes... Não quero ter que passar por isso de novo. E se algum de vocês precisar de minha armadura, vai ficar precisando. Não faço essa burrada nunca mais!


Ugh... Falar demais me incomoda... Arrumar desculpas me incomoda mais ainda... Humpf...

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Jor-El em Ter Maio 24, 2016 11:58 am

Mal voltamos e o clima se restabelece bem rápido. Seraph bem Zen, o encouraçado querendo impressionar a Faith e a Faith, bem, acho que nao existe ainda definição pra ela.

Nate: Doi meu coração ouvir que você não quer ser minha copiloto. Mas eu vou sobreviver. Demorarei pra superar, mas vou conseguir e, quem sabe, eu acabe encontrando alguém digno no futuro. Alguém que queira transportar bombas de PEM em um cargueiro disfarçado pra passar pela fronteira do sistema Mustafar enquanto tenta não ser pegue pela patrulha de fronteira. Enfim, acho que você prefere caçar pessoas como eu. Saiba apenas de uma coisa: ganhamos melhor. E temos mais chances de sermos presos do que mortos. Se bem que, pra você, deve ser a mesma coisa.

Seraph continua a nos dizer dos perigos que vamos enfrentar.

Nate: Querido, a nossa pequena aventura não tem sido um colônia de ferias. Saber que vamos ter MAIS perigos pela frente era algo quase instintivo. Ainda mais depois de eu receber essa beleza aqui e não ser morto pelo Jabba. Deve ser algo bem pesado. Mas podia ser pior. Eu podia ter apenas um cargueiro de droids que acabava com as minhas costas. E não sou mais um garoto.

Foi quando o careca apareceu no holoprojetor. Ele tem aquele tom e aquele ar bem pesado. Aquele tipo de pessoa que você pode fingir não se incomodar, mas sabe que ela domina o ambiente em que entra. Me viro e pergunto pra Obi-Wan e Seraph

Nate: Então, crianças? Como vai ser? Eu não sou exatamente querido pelo conselho Jedi e posso levar Seraph. Apesar de que os Jedi vão me dever muito por isso. Fora as células de energia, vai ter o fato de que eu vou entrar em uma zona de guerra, de novo. Mas eu devo estar ficando velho. Fora que eu escapei da morte umas 30 vezes nos últimos tempos. To sentindo que alguém em cima não me quer agora. Ou embaixo. Mas com certeza não agora. Fora isso, eu tenho que confessar: eu quero testar essa coisa.

Tenho que admitir, eu estou ficando mole. Mas, depois de passar pelo inferno com algumas pessoas, você cria um certo senso de cooperação. Vou enfrentar aquele louco de sabre vermelho de novo? Provavelmente nao. Na verdade, provavelmente vou fugir gritando e correndo. Mas eu sou a melhor opção deles. Querendo ou não.

Na pior das hipóteses, um favor pra minha conta. E minha experiência já me mostrou que favores salvam a minha pele.

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Alexandre em Ter Maio 24, 2016 1:22 pm

*Adendo*

Faith cruzava os braços e ouvia tudo aquilo. Não parecia completamente incrédula, impressionada, incomodada ou qualquer outra coisa. Na verdade parecia em seu "não bom humor habitual", no final apenas dando de ombros.

Como mais uma vez, ela geralmente fazia.

- Eu provavelmente não conseguiria sequer usar uma espada tão pesada... Seria mais facil carregar um motor da nave e usar de escudo do que andar com essa armadura. - E realmente não parecia assim tão interessada...Talvez o interesse no equipamento tivesse passado, talvez nunca realmente tivesse pensado algo diferente de vende-lo.

Mostrando que REALMENTE não estava preocupada com aquilo, voltava-se para Nate sobre o assunto anterior:

- Convenhamos...Você acabaria morto por minha causa, ou ao menos com muita dor de cabeça. Não se trata muito do que é o contrato, mas sim o que vem junto com ele.

Diversão, perigo, dinheiro...

Um poucos dos três. Muito dos três!

Parecia deixar aquela frase no ar sem uma conclusão olhando para Seraph e Reynolds conversando. Não achava la muito util dizer o que fazer, em parte porque acreditava que ja sabia qual seria a conclusão daquilo tudo. Não fazia muita questão de disfarçar o sorriso ao ouvir Reynolds falar de testar a nave. Talvez ele gostasse de perigo mais do que queria admitir.

- Talvez depois que isso acabar você me convença a seguir como Co-Piloto/Guarda-Costas até achar outra pessoa. Eu posso acabar recebendo um tiro no meio do rosto e querer sossegar. Usar capacete ja é marca registrada de outro caçador. Bem, acho que temos um resgate pela frente então?

Todos prontos para mais diversão?

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Scorpion em Ter Maio 24, 2016 6:14 pm

LAK'TUR, FAITH, NATE e SERAPH

Por 1 segundo, Lak'Tur quase pôde sentir seu disfarce indo por água abaixo, mas Faith comprou a história. De fato, Katarn havia mesmo informado que Vallorum havia morrido usando a armadura de Voors... a sorte, era que Katarn não possuía físico o suficiente para usar a armadura e a espada Mandaloriana, o que descartava a hipótese de ser Katarn por baixo daquela armadura. O modulador de voz da armadura também tornava um tanto irreconhecível qualquer traço característico de um suposto impostor. A única coisa que realmente chamava atenção era que Voors era extremamente calado no começo e agora parecia um tanto mais falante...

Enquanto isso, os jedis e Nate debatiam sobre o rumo que tomariam.

Obi-Wan: Eu já tomei minha decisão, Seraph. Não deixarei Qui-Gon sozinho e nem você desta maneira. Dag Oneth é um mestre em quase todos os estilos, enquanto Qui-Gon é um diplomata e você está mutilado. Vão precisar de toda a ajuda que puderem conseguir... depois, eu me entenderei com o Conselho Jedi.

Parecia que a decisão estava tomada. A nave então rumou para o planeta Korriban, seguindo o rastreador da nave de Qui-Gon Jin.

A nave alcançava uma velocidade surpreendente! Em poucos Parsecs, o planeta Korriban já podia ser avistado. A nave entrou na atmosfera vermelha de Korriban, indo em direção ao Templo Sith... mas logo foram recepcionados.

Havia uma espécie de artilharia anti-aérea controlada por droids que disparava contra a nave. O primeiro tiro pegou em cheio, pois Reynolds não teve o reflexo para desviar, visto que ainda estava pegando o jeito daquela nave... felizmente, ficou no escudo, que desceu pra 65%! Já no segundo tiro, ele conseguiu desviar... mas mais viriam!

Outros droids montaram em mini-naves que pareciam mais motos voadoras e foram em direção à nave... e a grande nave dos Sith também começou a se preparar para decolar.

Para os que quisessem pular fora daquele lugar, haviam apenas 4 Jet Packs armados com lasers ao lado da plataforma de descarga da nave. Entretanto, controlar um deles sem ser atingido pelos blasters exigia alguma agilidade...

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Ter Maio 24, 2016 11:01 pm

Eu obedeço, preparo lentamente o ritual.

Ela é uma abençoada. Só não sabe.

Na sequência do caos... Sei das paixões que cercam o norte de nossas vidas.

Em verdade, ela tomará sobre si nossas enfermidades, e carregará os nossos sofrimentos e nós a tomamos como um castigado, ferida pela força e humilhado.

Mas ela será castigada por nossos crimes, e esmagada por nossas iniquidades.

O castigo que nos salva pesou sobre ela... Seremos curados graças às suas chagas.


-Garota, é tão bom saber que você é amada, principalmente se for por um amor tão incondicional. Com efeito, de tal modo que a galáxia te gerou aos que chegarem a ele nos farão não perecer, mas que o mestre tenha em ti a vida eterna.

Estendo sobre o caminho os traços e textos do ritual, pego uma pequena adaga e choro em seguida sobre ela.

-O que você fez,garota? Por que mataram meu irmão?

Enquanto choro ergo a adaga sobre minha cabeça mirando nela. Em oferta sagrada eu entrego a vida dessa serva da força...

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Renata C. em Qui Maio 26, 2016 1:22 am

Ao deitar-se, os olhos observavam sem emoção aquele céu vermelho de Korriban.

Já havia se sentido tão sem esperança antes? Não se lembrava. Apesar do semblante aparentemente tranquilo da garota, uma batalha era travada em sua cabeça, que em certos momentos parecia que iria se dividir em duas. Ela podia sentir... apesar de todos os seus esforços, ainda sentia dentro de si o lado negro. Uma faceta sombria dela mesma, que sentia atração por uma voz, que a chamava. Não que ela tivesse muita escolha, afinal estava sendo arrastada para lá. E sabia que isso a mataria.

Essa dualidade, esse sentimento conflitante dentro de si, fazia com que ela se sentisse extremamente fraca. Talvez aquele fosse o momento de desistir. A derrota era inevitável, afinal ela estava completamente sozinha. Fraca. Na verdade ela não estava fraca, ela era fraca. Nem era uma jedi de verdade. E tudo que podia fazer no momento era esforçar-se em não desmaiar, enquanto a luz e as trevas travavam uma batalha em sua cabeça. E os olhos seguiam fixos no céu avermelhado.

Foi então que em certo momento, por algum motivo, lembrou-se de Obi-Wan dizendo "a maior batalha de um jedi acontece aqui" enquanto apontava para a própria cabeça. Essa era a verdadeira luta sobre a qual ele falava?

Sarin disse algo sobre deter os "invasores". Talvez nem tudo estivesse perdido. Talvez não fosse tarde demais. Ela só precisava.. seguir lutando. Embora Rowena aparentemente ainda não demonstrasse nenhuma reação, dentro dela tentava juntar as forças que tinha.. para resistir.

Era uma batalha difícil a ser travada, mas ainda assim a jovem tentava manter sua fé na Força. Seu espírito deveria permanecer no caminho da luz. Sentia uma dor de cabeça terrível. Era como se luz e trevas brigassem para ocupar o mesmo lugar em um corpo. A mulher continuava a seguir seu caminho próxima a ela, parecia decidida a continuar o ritual.

Foi quando ela disse algumas coisas e pegou uma adaga.

- ...eu não matei o seu irmão. Você está cometendo um erro, não pela minha vida, mas pelo mal que vai libertar quando tudo isso acabar. Não percebe que ele está usando o amor que você tinha pelo seu irmão para te forçar a fazer o que ele quer? Por favor, pare. - Rowena quebrava o silêncio, enquanto observava o que Nisa fazia.

De certa forma, tinha esperança de que suas palavras pudessem surtir algum efeito e ela parasse.

A adaga que Nisa segurava estava erguida e apontava para Rowena. Ela esperava que a mulher percebesse o erro que estava cometendo. A garota estava decidida a não se dar por vencida: lutaria aquela batalha em sua cabeça - e fisicamente - até o final.

Caso suas palavras não fossem suficientes para que ela parasse, Rowena, apesar de estar fraca, vai (tentar) canalizar a Força para empurrar Nisa para longe dela. Para ganhar tempo.


Última edição por Renata C. em Qui Maio 26, 2016 10:21 am, editado 1 vez(es)

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Ricardo Sato em Qui Maio 26, 2016 1:43 am

Mal entrara em um tipo de paz consigo mesmo e Seraph se deparava com os desafios a frente...Korriban,droids,seu ex-mestre e sabe lá o que mais.
Estava tranquilo,sabia que mestre Windu faria tudo pra mandar ajuda o mais rápido possível,mas também sabia que eram os únicos que poderiam chegar a tempo de ajudar Rowena.
----------------------------------------------------------
Ao se aproximarem de Korriban a recepção era intensa,droids,uma nave e canhões todos preparados para sua chegada,não havia tempo a perder,Seraph começa a colocar um jet-pack nas costas e rumar para a saída enquanto se voltava para os pilotos.

Faith,Nate preciso de explosivos,podem me arrumar algumas daquelas granadas?....vou tentar derrubar alguns droids do céu e depois rumar para as baterias anti-aéreas daquele lado,concentrem o fogo na nave,não a deixem levantar voo...boa sorte.

Caso conseguisse o que pediu,Seraph sairía da nave e usaria de sua agilidade para esquivar-se e ao mesmo tempo redirecionar os disparos devolta aos dróides.
Se tivesse explosivos o bastante e fosse obrigado os guiaria com a força e derrubaria mais alguns,mas as granadas tinham outra função,assim que houvessem aberturas Seraph usaria a força para jogar um deles dentro do cano de cada baterianti-aéria que conseguisse.
Caso contrário o plano seria parecido mas muito dependente de seu sabre,de voos rasantes e arremessos giratórios.

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Jor-El em Qui Maio 26, 2016 2:33 am

Nate: Desiste, Seraph. O cara quer ir com a gente. E eu não tenho intenção de partir pra porrada com um cara que tem um sabre de luz. Vamos resolver logo isso, entrar e sair rápido.

Aciono a hipervelocidade e sinto um pouco do que essa nave pode fazer. Pareceu quase um teleporte de tão veloz que foi. Mesmo assim, como eu previ, a quantidade de coisa boa que ocorreu recentemente tinha um preço. Somos recepcionados com tiros e um consegue acertar, antes de eu desviar. Quase jogo todo mundo pro teto com a manobra.

Nate: Foi mal, pessoal. Era isso ou levar outro tiro. Eu vou ficar aqui e dar cobertura pelo ar. Tem 4 jetpacks. Vocês usam, ajudam o Qui Go Jin e voltam rápido. Ok? Assim que terminar com a artilharia e com alguns desses soldados, vou ajudar vocês.

Eu espero que eles se preparem pra saltar e, depois de fazerem, eu manobro a nave. Tenho que ter cuidado, mas os sistemas de armas me dão uma vantagem pra explodir os canhões maiores. Isso vai evitar que destruam a nave( e, por consequência, eu) e vai facilitar o voo dos outros 4, porque definitivamente aquelas coisas derrubam um jetpack com um tiro. Tento me manter em constante movimento, usando o tamanho da nave pra acabar com os alvos menores que vem contra mim, enquanto uso as armas para focar nos alvos maiores.

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Darbis em Qui Maio 26, 2016 12:06 pm

Faith,Nate preciso de explosivos,podem me arrumar algumas daquelas granadas?....vou tentar derrubar alguns droids do céu e depois rumar para as baterias anti-aéreas daquele lado,concentrem o fogo na nave,não a deixem levantar voo...boa sorte.


- Então... Eu não queria te cortar olho puxado, mas daqui você não consegue pular lá. Vai pro jetpack com a Faith.


*Lak'tur então desce para os canhões da nave e começa a tentar mirar e atirar tanto nas naves, mas principalmente nas baterias anti-aéreas*

Vamos Lak'tur... é só mirar e atirar. Não deve ser tão difícil assim.

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