CAPÍTULO 4

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CAPÍTULO 4

Mensagem  Scorpion em Sex Jan 29, 2016 2:42 pm

KATARN

Katarn já podia sentir que estava ali há diversas horas. Os joelhos, cotovelos e costam doíam pela posição desconfortável e por poder se mexer muito pouco. Ele ouvia as vozes de droids e o barulho de metal sendo pisoteado. Há pouquíssimos intervalos de tempo em que Katarn tem a leve impessão de que não há ninguém na área e que ele pode sair dali sem ser percebido, então, o militar resolve abrir de leve a tampa, para observar. A tampa é bem pesada, pois é de metal sólido, mas Katarn tem força para isso e também é agil o suficiente para não fazer barulho.
Ele observa e repara que está numa das salas de carga de uma nave e que dois daqueles droids de guarda estão de costas e conversando sobre nada útil.

D1: ...é uma viagem longa e tanto.

D2: Nem me fale. Eu já fiz essa viagem uma vez e vou te contar, é muito efadonha.

D1: Eu concordo! Ainda mais porque temos de ficar de pé aqui...

TTTTZZZZZIIIIIIUUUUMMMMM TTTTZZZZZIIIIIIUUUUMMMMM!!!!

Katarn faz os disparos contra as costas dos Droids. Acabando com a raça dos dois sem a menor dificuldade. Ele então sai rapidamente da caixa, pegando os droids e carregando-os às pressas para guardá-los nas caixas. Fazer tudo isso não é tão rápido. Quando acaba de guardá-los, Katarn já começa a ouvir passadas de metal e parecem apressadas... como se estivessem correndo, mas Katarn não é tão perceptivo a ponto de saber qual a distância ou qual a direção que os passos se originam. Ele então opta pela direita, indo apressado. É um corredor que vai fazendo uma curva, indicando que a nave parece ser um tanto grande. Porém, quando vai chegando mais perto do fim do corredor, os passos começam a ficar mais apressados às suas costas, como se estivesse sendo perseguido.

Katarn dá de frente para uma porta eletrônica e os passos atrás dele param. A porta estava fechada e, ao olhar para trás, ele vê um dos droids com o bastão elétrico. Katarn sabia que esses droids eram problema, pois já haviam enfrentado alguns na Crimson.



Droid: Humano invasor! Parado! Renda-se agora e não precisarei usar força letal. Nosso mestre requisita a sua presença!

E então, Katarn? Como ia ser?

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Darbis em Sex Jan 29, 2016 6:36 pm

Hmmm... Consegui colocar os droides no caixote, mas... *Sons de passos* Merda! Tenho que sair... Pela direita... Vamos Katarn, uma porta logo à frente! *Trancada* Trancada?! Ah, que ótimo!!!

*O droid aparece*

Droid: Humano invasor! Parado! Renda-se agora e não precisarei usar força letal. Nosso mestre requisita a sua presença!

*Katarn passa a mão levemente sobre a granada*

Hmmm... Eu poderia explodir ele e um belo pedaço da nave, mas isso traria um problema maior, provavelmente estamos no hiperespaço, se eu causar um distúrbio na nave agora é capaz que ela saia do curso e bata em algum cinturão de asteroides. Melhor não arriscar.

- ... Certo...

*Katarn veste o rifle blaster em sinal de rendição*


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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Scorpion em Sab Jan 30, 2016 3:21 am

NOTA: Não ficou claro pra onde vocês vão. Apenas que Seraph vai a Cerea, Faith quer ir a Cerea, mas não pode abandonar o Nate e o Nate quer ir pra qualquer lugar menos Cerea. Pra adiantar eu farei assim... Assumirei que ao menos uma carona vocês deram ao Seraph, Rowena e Slimp para Cerea, visto que Cerea fica no mesmo sistema de Endor. Caso Faith e(ou) Nate queiram ficar em Cerea, podem postar normalmente na cena. Caso queiram ir pra outro lugar, me avisem por MP e o mais rápido possível eu postarei a cena diferente pra quem não ficou em Cerea. Entenderam? Vou postar um Mapa da Galáxia, assim vocês podem ter noção do que é prudente ou não fazer.

Rowena estava quase com as energias esgotadas. As mãos já tremiam sobre o pequeno Ewok, mas ela podia sentir pela Força que a energia vital dele parava de desaparecer. Ela havia conseguido... após duas horas de joelhos, com as mãos sobre Slimp, finalmente A Força respondia e o Ewok pegou a mão dela, dizendo algo que ela não entendia, mas que foi muito longe de uma careta. Então, Slimp deitou a cabeça de lado e começou a dormir. Sim, Rowena havia salvo a vida dele, mas isso não significava que ele estava totalmente curado. Se fizesse demasiado esforço ou não repousasse, as feridas poderiam abrir novamente.

A Nave cruzou o espaço e em poucos Parsecs, ela estava entrando na atmosfera de Endor. Havia certa diferença entre Endor e Cerea. Ambos eram mundos muito verdes, mas enquanto Cerea mais lembrava um parque, com grama, árvores bem tratadas e uma sociedade altamente avançada e que respeitava a natureza, Endor era um mundo selvagem e quase intocado pelo homem...



A entrada na atmosfera foi tranquila e logo o mapa no monitor indicava a localização do tal templo que os heróis deveriam ir para encontrar Mestre Qui Gon e seu aprendiz, Obi Wan Kenobi. O templo não era exatamente como se esperava que um templo fosse. Ele era na verdade um amontoado de árvores que seguiam por degraus feitos na pedra e nas árvores mesmo, lotados de musgo e do canto de pássaros.

A chegada da nave espantou a maioria dos animais que estavam naquela região, fazendo um amontoado de pássaros voarem. Quando a comporta se abriu para os que iriam descer, Obi Wan já estava ali esperando os heróis. A voz do jedi era afável e ele tinha grandes e chamativos olhos azuis, além de uma paz que poucos outros passavam.



Obi-Wan: Vocês chegaram em segurança. Estava começando a ficar preocupado se teriam problemas no caminho. As coisas que nos contou eram bem... perturbadoras, Seraph. Venha... deixe-me ver seu pulso.

Obi-Wan olhou e torceu a boca. Era mal...

Obi-Wan: É... está perdido. Bem, eu não sou um gênio da robótica, mas acho que posso preparar uma mão mecânica para você. Venham todos... temos comida e abrigo. Aqui vocês estarão seguros.

Era demasiado convidativo. O ambiente e o ar do local eram reconfortantes, depois de tudo o que passaram. Sem perigo de Goraxes ou Siths brandindo sabres vermelhos ali. Era como estar em paz depois de uma curta guerra. Os heróis subiram pelas escadas de madeira e lá estavam, ajoelhados, como se acabassem de meditar dois mestres Jedi que Seraph conhecia... Faith e Nate (se lá estivessem, conheciam de vista). Eram eles Qui Gon e Ki-Adi-Mundi, o Cereano que fazia parte do Conselho Jedi. Quando entraram, Qui Gon sorriu e levantou-se. Foi cumprimentar com uma curvatura os que estavam lá.

Qui Gon: Vejo que finalmente chegaram. A Força nos uniu neste momento de trevas, Seraph. Não se desespere. Venham... sentem-se e comam. O Mestre Mundi pediu que comida fosse providenciada, além de cuidados. A sua mensagem foi muito confusa, Seraph. Peço que nos contem com calma tudo o que aconteceu... tudo o que sabem.

Ele sentou no chão, juntamente com Obi-Wan.




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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Jor-El em Sab Jan 30, 2016 5:01 am

Seraph tem um excelente argumento. A nave atual não vai aguentar uma viagem longa. Cerea fica perto. Ou seja, mais fácil de não dar problemas.

Quem diria que para um metido a zen ele poderia ser alguém pragmático? Ainda bem! Somos muito bem recebidos, mas eu honestamente continuo desconfiado. Dos mestres. Do lugar. De tudo. Por que? Porque eu não tenho provas de que não vão nos atacar. Nos acomodamos e eu seguro uma fruta. Assim que eles comerem, eu como também.


Nate: Voces querem saber o que aconteceu? Dois dos seus morreram num ataque de droids. Um outro dos seus se revelou um doido da pior especie. E, eu e essa mulher aqui do meu lado que fica de olho em mim direto temos uma missão pra realizar. Ela pode explicar a vocês com riqueza de detalhes. Ah, e a Câmara do Comercio se aliou ao antigo mestre do Seraph. Os boatos no submundo já falavam de um boicote violento a muitos mundos e, que se acontecesse, uma guerra civil ia começar.

Eu espero que eles percebam que eu aceitei vir pra cá porque tenho amor a minha vida e sei que a nave não ia aguentar uma viagem longa, mas que eu tenho muito receio de lidar com qualquer jedi e que eu tenho problemas meus também. A unica coisa boa que pode sair disso seria evitar essa guerra civil, que poderia ser ruim pros negócios.

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Alexandre em Sab Jan 30, 2016 10:21 am

Apesar de preferências pessoais, no fundo Reynolds sabia que Faith não iria, ao menos ainda abandonar o contrato, da mesma forma que o próprio..."negociador de armas" não iria fazer o mesmo devido as complicações. Mas devido a situação atual, era ele quem tinha voz mais alta, e a Caçadora de Recompensas seguiria com eles. Assim, a medida que se aproximavam de seu destino, Faith usava aquele tempo para explorar a nave, vendo se havia algo útil ali. Suprimentos, armas, dinheiro, qualquer coisa!

- Por isso que não gosto de cargueiros droids, nunca tem bebida. - Resmungava enquanto olhava em prateleiras vazias para nada e mais nada. Depois de sua busca, encontrando algo ou não, Faith utilizava o resto do tempo para treinar movimentos com a faca, a guardando e sacando da cintura diversas vezes em movimentos rápidos, saltando e arremessando a mesma contra uma caixa vazia e variados tipos de treinamento a sua agilidade. Não tinham mais combatentes como Katarn, era melhor estar pronta caso algo acontecesse.

Assim como a lâmina da faca, "afiada".

Mas enfim, após sua breve exploração e todo aquele esforço fisico estavam no local. Faith não tinha certeza do que haviam decidido, se é que tinham decidido mas estava la para fazer as funções recém atribuidas de co-piloto e ajudar a descer com a nave. Enquanto o fazia, comentava com Reynolds:

- Vamos ser otimistas: Ok, eu acho que...2/3 da tripulação original morreu, perdemos a nave, Lugan deve pensar que a missão ja era... Mas ei, ainda estamos vivos e bem. Então um brinde a isso! - Fazia uma espécie de "brinde imaginário" com uma das mãos, antes de respirar fundo e olhar para os controles: - Se no final isso não me manter entre os 3 primeiros do ranking dos caçadores, eu vou ter uma conversinha com as associações de caçadores.

Sim, temos associações.

Elas raramente funcionam ja que NINGUÉM segue as porcarias das regras ou se importa muito com conduta e códigos de honra se a quantidade certa de créditos estiver na mesa. Faith falava "3 primeiros" porque sabia que havia uma posição que precisaria que ela destruísse um pequeno planeta para ultrapassar: Jango Fett. Ele tinha seus próprios mercenários, uma armadura e elmo malvados e podia cobrar preços na estratosfera.

Apenas não tinha o charme dela.

Mas Faith sabia que a melhor ideia era não se meter no caminho dele.

Bem...Haviam algumas outras coisas que ela também não sabia.

-------------

Assim que descia da nave, Faith, como sempre completamente armada e preparada para sair fazendo piruetas e atirando em um exército de droids analisava o cenário tranquilo e pacifico. Não era como a selva de antes, realmente parecia haver muita harmonia e equilíbrio, era difícil mesmo para alguém como ela não se deixar levar. Ouvia a proposta de comida e abrigo e seguia com Reynolds, o cutucando com o cotuvelo de maneira exagerada frente a toda prontidão dele enquanto sorria:

- Relaxe um pouco capitão. Convenhamos Nate, você não se saiu tão mal também até aqui. Vamos dar um tempinho e logo podemos voltar para o nosso rumo. Vendo o que aconteceu até aqui, até entendo porque prefira ficar na sua, seguro. Mas eu sou mais do tipo aventureira acho...

Era difícil as vezes saber quanto Faith falava com os outros e o quanto falava sozinha para si mesma, talvez todo aquele bom humor e comentários fosse apenas a sua forma de lidar com a tensão de situações complicadas como aquela. De qualquer forma, logo estavam diante de mais Jedis. E dois deles pareciam familiares...De algum lugar.

Sei la, o universo é bem grande.

Antes que prestasse atenção na comida, via a "narrativa" de Reynolds. Ok, nem posso brigar com ele depois que tudo aconteceu, afinal tudo que tinha para dar errado deu errado. Deve ter ferido o orgulho de "capitão" dele perder toda a tripulação, fora a nave. Quando parava, parte das atenções estavam sobre ela, que ainda parecia um pouco sem reação. É, Faith Lehane diante de um bando de Jedis.



Ela lentamente levantava a mão ao lado do rosto, como uma "saudação" enquanto ainda pensava o que dizer. Melhor escolher bem as palavras: Uma caçadora de Recompensas querendo auxilio dos good guys da galaxia precisa tomar cuidado, eles podem achar que minha natureza caótica seja uma ameaça a força ou qualquer coisa do tipo.

- Então...Como ele disse. Acho que vocês devem saber de algo, fui informada que o Conselho Jedi e o Senado montaram uma parceria para uma expedição a Endor. Bem...Acho que vocês sabiam o quanto poderia ser problemático. As coisas se complicaram mas ainda temos nossa missão. - De pegar e transportar algo que eu não sei o que é, vamos seguir em frente. - Seraph mencionou algo, que estávamos sendo procurados?

Ok. Chega de falar. Ja falei até demais.

Eu não sou porta voz. Eu tento me manter focada em minha área de atuação.

Sei pilotar uma nave porque não da para ficar pedindo carona pelo universo.

Hora de saber o que eles sabem.

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Ricardo Sato em Sab Jan 30, 2016 6:19 pm

Seraph descia em silêncio e cumprimentava obi wan com um leve aceno...não se lembrava se ele era mais velho ou mais novo mas lembrava-se dele,o homem tinha más notícias sobre seu braço...mas porém não inesperadas.
Enquanto caminhavam ele mantinha-se calado apenas fez um sinal de positivo com a cabeça enquanto Lehane comentava a atuação deles...realmente tinham sido eficientes.

Pensando nisso e no que Rowena tinha feito por Slimp ele a toca no ombro levemente.

Impressionante Rowena,não fazia idéia de que seus dons de cura fossem tão desenvolvidos,Slimp teria morrido não fosse por você.............

Posso ver seu sabre por um instante?.......

caso ela permita:
Seraph usa da força,o sabre de Rowena e o de Dag Oneth flutuam a sua frente e se abrem,não era necessário desmontá-los de todo...apenas o cristal de um dos lados do sabre bastão e do sabre de Oneth se desvencilham e trocam de lugar antes deles fecharem-se de novo.

O cristal é o coração da lâmina,o coração é o cristal do jedai,o jedai é o cristal da força,a força é a lâmina do coração...todos interligados,o cristal,a lâmina o jedai...nós somos um....

Seraph então entrega o bastão a ela e guarda o sabre agora amarelo enquanto lhe diz.

Guarde isso,mantenha vivo dentro de você apenas o mestre de que se lembra...para mim as tentativas dele ser gentil foram inúteis,mas isso foi um problema meu e não dele....tenho certeza que seu coração foi capaz de aceitar sua gentileza.
Achei que seria apropriado arrancar a cabeça de Darth Sarin com o sabre de Dag Oneth.....mas creio ser ainda mais apropriado que o coração do sabre de Oneth esteja com aquela que entendeu o coração que um dia existiu nele.


...Não se negane porém,nosso mestre está morto e eu destruirei o monstro que anima seu cadáver ou morrerei tentando,mas não deixe que a hipocrisia de Sarin destrua o que ele tinha lhe ensinado.

Seraph segue então novamente em silêncio e ao chegarem ao topo do estranho mas aprasível templo ele faz um cumprimento mais formal.

Mestres Qui Gon e Ki-Adi-Mundi,é bom revê-los,que a força esteja com vocês...

Qui Gon: Vejo que finalmente chegaram. A Força nos uniu neste momento de trevas, Seraph. Não se desespere. Venham... sentem-se e comam. O Mestre Mundi pediu que comida fosse providenciada, além de cuidados. A sua mensagem foi muito confusa, Seraph. Peço que nos contem com calma tudo o que aconteceu... tudo o que sabem.

Não tenho motivos para desespero...ele é uma perda de tempo de qualquer forma.....

Seraph então aguardava seus companheiros falarem,claramente nervosos e logo depois tomava a narrativa.

...A pouco tempo uma mensagem de mestre Oneth chegou a ordem,como devem saber e ele chamava atenção para um grande perigo,aquela foi sua última comunicação e foi determinada como vindo das luas de Endor.


Como discípulo de mestre Oneth o conselho acreditou que seria mais fácil para mim encontra-lo e enviou-me em uma expedição organizada por um senador da república como disfarse.


Porém mal chegamos a atmosfera e éramos esperados,a nave cedida a Reynolds teve sua energia apagada e fomos emboscados por diversos dróides de combate preparados para enfrentar jedais.
Os droides plantaram uma bomba na nave,e Rayte Odan deu sua vida para que todos pudessem ter uma chance de escapar....infelizmente estava fora de combate na hora......


Saímos em dois pods mas a explosão da nave danificou um deles e nos separou,o senador,seu guarda costas e o soldado Katarn caíram próximo de uma montanha lar de seres enormes e perigosos chamados Gorax.


Eu,senhorita Lehane e Reynolds caímos e fomos cercados por Ewoks...após rápida conversa,graças a Faith fomos pacíficamente conduzidos a sua aldeia onde eles nos relataram seus problemas com os Gorax e a inusitada estratégia que eles começaram a demonstrar....como se liderados por alguém.


Lá nosso guia Slimp,o Ewok que tivemos de trazer conosco,nos mostrou um sabre de luz,o sabre de Dag Oneth.....também mostrou-se sensitivo a força e capaz de utilizá-la em pequeno grau.


Durante a noite porém a aldeia foi atacada e seu líder morto por um homem de preto mascarado,tive de atrasá-lo mas teria sido derrotado não fosse o auxílio de Lehane e Reynolds,o poder do mascarado era avassalador mas ele teve de se retirar.
Descobrimos depois que o alvo do ataque era um cristal negro que Slimp tinha tirado do sith.



Depois do enterro do chefe partimos em busca dos outros,encontramos o pod destruído pela queda e por uma criatura gigante,lá Katarn apareceu e nos disse que os outros tinham sido levados....também apareceu em companhia de Rowena,mestre Dag estava treinando esta jovem sem conhecimento do conselho e ela também procurava por ele,que tinha partido em missão sozinho.


Indo atrás dos outros descobrimos que a federação do comércio estava por trás do ataque a nave e tinha enviado diversos droides para trabalhar com o sith e descobrimos também que o sith se chamava Darth Sarin e tinha um mestre acima dele.


Destruímos os droides e tomamos a nave da federação mas logo o sith apareceu,ele nos atacou e feriu gravemente o Ewok,enquanto Rowena tentava salvar Slimp tive de segurá-lo,o peguei de surpresa e quebrei sua máscara....foi então que eu fui pego de surpresa,por debaixo da máscara estava Dag Oneth.....fui fraco e vacilei,isso me custou um braço.


Novamente Faith e Reynolds interviram e com disparos da nave o fizeram fugir....nesse meio tempo parece que Katarn entrou na base inimiga se aproveitando da confusão.
Infelizmente ele não pôde sair,embora estivesse bem quando se comunicou....ele também confirmou a morte do senador e com quase toda certeza a do seu guarda costas.


Mestre Oneth estava estranho,pude perceber uma perturbação peculiar ao seu redor.....não descarto influência externa em sua transição,mas com certeza quebrar a vontade de Dag Oneth não teria sido tarefa fácil,e com certeza não posso me dar ao luxo de permitir alguém tão poderoso livre para agir.....vim em busca de conselho,descanço,ajuda...mas principalmente devo treinar novamente,da próxima vez que enfrentá-lo tenho de ter mais recursos além daqueles que ele me ensinou.


Gostaria também de saber se poderiam me conseguir algumas peças...dois alternadores de energia.......partes de empunhadura sobressalentes.


se tiver as peças:
Caso consiga os alternadores e peças simples ele transformaria seus sabres em sabres de duas fazes o antigo sabre de Oneth alternando entre o tamanho normal e o de um shoto,o sabre curto usado para defesa e por jedai pequenos além de ter a empunhadura curvada ,já o sabre principal teria o tamanho normal mas poderia dobrar-lo com o comando apropriado.
O objetivo era simples,usar o que já sabia mas alterar de forma como aplicaria,demoraria para aprender o uso eficiente do ataque com dois sabres mas a caracterísca puramente defensiva do uso do shoto somada ao soresu estava dentro de suas capacidades como da maioria dos jedai além de servir como arma de arremesso.
O sabre principal não seria expandido durante a luta,era apenas mais uma forma de surpreender um oponente que julgava conhecer todos os truques de seu oponente....Sarin tinha mais poder e experiência,mas dominar as artes da lâmina era algo que vinha fácil a Seraph e tentar igualar a habilidade na força do sith seria muitíssimo mais difícil do que isso.

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Renata C. em Seg Fev 01, 2016 8:32 pm

Spoiler:

Finalmente, após tanto esforço, a tentativa de Rowena em salvar Slimp havia sido bem sucedida. A jovem jedi pode então sentar se, abraçando os próprios joelhos, enquanto descansava um pouco. Logo a nave chegava em Cerea. Foi então que a garota percebeu que Katarn não estava com eles, até então tinha se mantido tão focada que nem percebia o que acontecia ao redor.

- O Katarn... o que aconteceu com ele? - perguntou para Faith sem esconder a preocupação.Após a resposta da caçadora de recompensas, Rowena então daria para ela as boas notícias com um leve sorriso. - Slimp vai ficar bem, ele só precisa descansar e se recuperar.

Assim que eles desceram em Cerea eram esperados por um jedi de olhos azuis e voz tranquila. Rowena apenas o cumprimentou com uma leve reverência, e seguiram andando. Como aquele lugar era bonito! Com certeza era o lugar mais bonito que a jovem já esteve. E não era apenas pelas árvores, mas pela paz, que cada elemento que compunha a paisagem parecia exalar. Era uma harmonia que fazia a garota até esquecer brevemente os momentos que passaram.

Foi quando Seraph veio falar com ela. Rowena ouviu as palavras do jedi, e em seguida curvou levemente o corpo para ele. - Me desculpe, Seraph. Se... eu tivesse sido mais rápida, se fosse mais forte, eu poderia ter ajudado você.

Claro que ela sentia-se culpada por não ter ajudado ele. Ela sabia que se tivesse feito esforço suficiente, seria capaz de evitar que ele perdesse a mão. Mas teve que fazer uma escolha... e assim o fez.

Quando ele pediu o sabre da garota, ela não hesitou em estendê-lo diante dela e... fazer aquilo. Aquelas palavras, bem como aquela ação, acalentaram a alma da jovem. Secou uma lágrima que brotou do canto do olho rapidamente com as costas de uma das mãos. - Eu não vou esquecer disso, Seraph. Vou lembrar dele dessa maneira que você falou.

Logo eles estavam diantes dos dois outros jedi. Que também aparentavam transmitir uma enorme paz. Esse era uma das principais características dos jedi. Rowena os cumprimentou e sentou-se ao chão junto com eles. Ela ouviu a narrativa de Seraph sem interromper. Era uma situação delicada. Ninguém do conselho sabia que Dag Oneth estava treinando Rowena. E se... eles falassem que ela não podia ser uma jedi? Nem um mestre ela tinha, agora. Seria possível "deixar" de ser um jedi? Porque ela havia passado tanta coisa.. E isso já era parte dela. Seria como arrancar um pedaço dela. Mas ela estava se preocupando por antecipação, afinal, Seraph ainda contava a história.

Assim que ele terminou, ela se apresentou aos jedis, embora de uma maneira um tanto boba - Eu sou a Rowena. Eu.. não sei dizer porque o mestre Oneth não me apresentou ao conselho formalmente, mas, ele disse que isso aconteceria quando fosse a hora certa. Mas... eu não devo mais chamá-lo assim, não é? Eu gostaria de pedir a vocês que... Seraph possa me treinar agora. Por favor, não me tirem desde caminho que eu escolhi seguir. Eu quero ser uma de vocês.

Olhou de relance para Seraph, estaria fazendo uma besteira? Esperava que não. E que eles fossem compreensivos. Ao menos, eles pareciam.

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adendo-respostas.

Mensagem  Ricardo Sato em Seg Fev 01, 2016 11:22 pm

A resposta ao seu elogio vinha na forma de um tipo de desculpas,isso deixou Seraph confuso por um instante,a confusão logo se torna um sorriso.


- Me desculpe, Seraph. Se... eu tivesse sido mais rápida, se fosse mais forte, eu poderia ter ajudado você.

Não se preocupe por isso,o desejo de evoluir faz parte da vida e impulsiona tudo,mas remoer o passado em arrependimento é diferente de admitir seus erros e tentar melhorar,remoer-se pelo que não se pode mudar só leva a dúvida.....e não houve erros de sua parte que eu conheça.
Você fez uma escolha e escolheu certo,ao salvar uma vida,eu mesmo tenho a capacidade de curar,se fosse melhor nisso poderia ter me ajudado,talvez salvado o chefe Dauk dos Ewok....eu apenas decidi manter-me em equilibrio,neutro...nunca me aprofundei nos poderes mais violentos e nem nos mais benevolentes,essa foi a minha escolha na época...mas enquanto a vida existe uma chance.


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Terminava seu relato que foi seguido pela frase de Rowena,ele sorriu novamente.


Eu me provei um mestre medíocre ao perder meu discípulo,você deveria escolher melhor...mas se a força nos colocou juntos,uma aprendiz sem mestre e um mestre sem aprendiz eu disposto a seguir em frente,a menos que o conselho julgue que alguém mais experiente seja melhor para ela.


Voltava-se então aos mestres....


Foi isso o que aconteceu conosco mestres....esperamos suas resposta agora.


Última edição por Ricardo Sato em Ter Fev 02, 2016 5:05 pm, editado 1 vez(es)

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Scorpion em Ter Fev 02, 2016 2:24 pm

KATARN

O soldado estava entre a cruz e a espada... atrás dele, uma porta que precisaria de pelo menos 1 minuto para abrir e, mesmo que conseguisse, ele não sabia o que estava por trás dela... à sua frente, um dos droids mais perigosos que ele já havia enfrentado. Ágil, forte, feito para combater jedis... com o único ponto fraco nas costas, cujo as quais ele não daria facilmente. Sim, Katarn, suas chances eram pequenas. Apesar de ser um homem imprudente, você tomou o caminho mais sábio agora: a rendição.

O Droid aproximou-se de você e um "bip bip" se fez na porta, seguido do típico barulho de ar comprimido de quando as portas abriam. Katarn podia ver atrás de si uma sala de controle. A nave era de fato grande... a sala devia ter talvez uns 12m de comprimento por uns 10m de largura. Diversos computadores estavam ali, além de droids trabalhando neles, os dois membros da Câmara de Comércio e Darth Sarin.

Droid: Mova-se!

Uma cutucada com um choque de leve fez Katarn dar uma resmungada e ser empurrado para a frente e entrar na sala.

Droid: O invasor foi capturado, mestre.

Darth Sarin aproximou-se. Ele já estava usando novamente a sua máscara. Desta vez, uma consertada, diferente da que Seraph quebrou. Ele estava bem próximo de Katarn... quase era possível sentir a sua respiração por trás da máscara, quando a voz irritante do comerciante mais alto irrompeu.

Comerciante: Excelente! Dê logo cabo dele, Darth Sarin, para que possamos continuar com o assunto sem mais interrupções.

Darth Sarin: Não.... ainda não é hora. Mais uma peça é adcionada ao tabuleiro. O meu mestre tem interesses obscuros, mas eu posso sentir... este homem não deve ser descartado agora.

Comerciante: Como você pode saber o que seu mestre quer? COmo ELE pode saber o que é importante para os nossos planos para a Galáxia?

Darth Sarin: A Força fala com ele de uma maneira que vocês jamais poderiam entender.

Comerciante: Nós pouco nos danamos para o que esta fé absurda de vocês...

FFFFFZZZZZTTTTTTTTTTT!!!!

O sabre de Sarin acendeu rapidamente e ele o arremessou bem no meio do peito do comerciante que falava. Quando ele caiu duro para trás. o sabre voltou rapidamente para a mão de Sarin e apagou.

Comerciante: Você.... você matou Balo Der!

Darth Sarin: Qualquer descrença sobre o lado negro ou sobre as vontades de meu mestre serão vistas como traição! E traidores cairão.

O medo pairava no lugar. Darth Sarin ergueu a mão e a deixou à poucos centímetros do rosto de Katarn.

Darth Sarin: Agora, me diga você... onde está o Cristal Negro... e a garota do Sabre duplo? Entregue-os agora e eu farei com que a sua transformação seja mais... indolor.

*********************************************

FAITH, ROWENA, SERAPH E NATE

A reunião com os outros três mestres da ordem foi um alívio. Os heróis sentaram-se e comeram, para depois conversarem com os mestres. Slimp foi trazido por duas fêmeas Cereanas que o ajudavam a andar e ele já estava de pé, mas com muita dificuldade. Quando viu Faith e Rowena, Slimp esboçou o que um Ewok poderia chamar de sorriso.

Adi-Mundi: Não se preocupem quanto ao pequeno. As curandeiras de Cerea são famosas pro toda a galáxia. Eu garanto que ele será muito bem tratado e que logo irá se recuperar.

Dizendo isso, as mulheres levaram Slimp por um corredor e entraram em uma porta de madeira.

Então, os mestres ouviram as explicações de Faith e Nate.

Obi-Wan: Se a Câmara de Comércio iniciar uma guerra civil, isso poderá afetar toda a galáxia, mestre. Muitos planetas subdesenvolvidos dependem de coisas que, sem a aliança com a Câmara, seriam impossíveis de conseguir.

Qui-Gon: Sim, seria uma situação muito caótica. Se a Câmara de Comércio está mesmo envolvida com esse tipo de trama, então talvez precisemos alertar o Senado. As relações já não iam bem... mas uma Guerra Civil? Isso mudaria tudo de figura, especialmente com a Câmara atuando no espaço Hutt. Se conseguirem a ajuda dos Hutts, a balança pode pesar... até demais.

Faith então falou sobre eles estarem sendo procurados.

Obi-Wan: Sim, é verdade. Há um mandato de procura para vocês. Parece que o sumiço do Embaixador Vallorum irou a família dele e eles devem estar querendo alguém para culpar. Uma pena, pois isso mancha o legado de Dawis Vallorum. Ele detestaria saber que pessoas inocentes estão sendo culpadas injustamente por sua morte. Afinal... ele sumiu fazendo o que amava.

Adi-Mundi: Vocês andarem juntos é um perigo. A partir de agora, devemos mudar o curso de ação até descobrirmos quem está por trás disso e porquê.

Seraph contou a sua história e fez um pedido.

Obi-Wan: Eu posso conseguir as suas peças, mas posso saber para quê?

Então, veio o pedido de Rowena...

Qui-Gon: Negativo. Eu posso sentir A Força em você, mas... sinto algo mais também. Seraph foi liberado de seu treinamento a pedido de Dag Oneth pela Ordem. Se Oneth já estava corrompido pelo Lado Negro, significa que a decisão dele foi influenciada para o mal, e não para o bem. O que aconteceu foi prova de que os planos de Oneth deram certo... Dag Oneth é um dos combatentes mais letais que a Ordem já treinou. Poucos ultrapassam a sua habilidade, como Mestre Windu e Mestre Kit Fisto. Se vocês lutaram com ele e estão vivos... ou tiveram muita sorte, ou ele não queria matá-los.

Adi-Mundi: Mestre Qui-Gon tem razão. Seraph não está apto para ser um mestre... não ainda. Ainda mais agora que está ferido. Eu viajarei de volta à Corruscant, para me reunir com Mestre Yoda e procurar sua sabedoria. Levarei comigo o pequeno Ewok. Se ele for mesmo um usuário dA Força, ele é o primeiro de sua espécie. Precisamos passá-lo pelos testes. Vou levar também a garota.

Qui-Gon: Mestre Ki Adi-Mundi, eu peço que deixe a garota aqui. Já foi provado que ela é mesmo uma usuária da Força. Se Dag Oneth viu algo nela, então ele poderá vir buscá-la. Enquanto isso, eu ajudarei Seraph.

Adi-Mundi: Qui-Gon, a ordem proíbe que treine um usuário que não passou pela academia... e que tenha mais de um aprendiz!

Qui-Gon: A Ordem proíbe muita coisa, meu amigo. Em tempos difíceis, temos de tomar decisões difíceis...

Adi-Mundi: Eu não concordo, mas... respeitarei sua sabedoria. E quanto aos outros dois?

Qui-Gon: Como você disse, não é esperto que mantenhamos todos juntos. Além disso, se eles estiverem corretos sobre uma possível Guerra Civil, os Comerciantes já podem estar atrás de uma aliança com os Hutts. Nós precisamos que alguém consiga uma aliança com eles, antes que fiquemos do lado desvantajoso.

Obi-Wan: Mestre, você não está sugerindo...?

Qui-Gon: Estou.

Ele olhou para Faith e Nate Reynolds.

Qui-Gon: O que vocês nos dizem? Acham que podem viajar até o palácio de Jabba, o Hutt e propor uma aliança com a República? O Conselho Jedi poderia endossar isso... temos peso no Conselho. Além disso, isso poderia ajudar a limpar seus nomes. Eu soube que você é uma Mercenária que não tem medo de nada e você, Nate Reynolds, um dos poucos loucos o suficiente pra viajar e conhecer o Espaço Hutt.

No fim da conversa, mestre Adi-Mundo se retira para o mesmo local onde Slimp estava.

Qui-Gon: Você está certo, Seraph... você não pode derrotar seu antigo mestre assim. Seu treinamento está incompleto... e eu vou completá-lo.

Ele se levanta.

Qui-Gon: Levante-se! Por hora... você e Obi-Wan serão meus aprendizes.

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Darbis em Ter Fev 02, 2016 5:30 pm

*Darth Sarin mata o Comerciante*




Darth Sarin: Agora, me diga você... onde está o Cristal Negro... e a garota do Sabre duplo? Entregue-os agora e eu farei com que a sua transformação seja mais... indolor.

Cristal Negro? Que cristal? E ele não parece muito esperto... Ele não se tocou que eu não estava com os outros quando nos separamos? Humpf...



- ... Certo... Cristal... Aham... E dizem que vocês Jedi são criaturas de profundo conhecimento. Tá bom... Não sei de cristal nenhum, e a garota provavelmente está junto com o Olho Puxado, que ao que parece pôs você pra correr. E eu não sei pra onde eles foram. Não tínhamos comunicação nenhuma.


Acho que vou ignorar essa parte da "transformação"... Por enquanto... Pelo menos até entender o que ele quis dizer.

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Ter Fev 02, 2016 8:30 pm

Ordens são ordens... Eu deixo o caçador de recompensa pelo seu caminho comum, então me ajeito para cumprir meu dever.

Não posso deixar que o senado saiba sobre para onde eu vou, especialmente os Jedi...

Não são de confiança no que vamos enfrentar.

Preciso ir até onde me deram as coordenadas.

Sem muita escolha, com um pouco de meus próprios recursos pego uma nave particular e sigo sem que minha família saiba até o local indicado.

Pelo visto terei de fazer isso pessoalmente.

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Jor-El em Qua Fev 03, 2016 11:52 pm

Quem diria!? O pequeno bastardo se livrou! Tenho que tirar o chapéu pra ele. Pouco depois, eles discutem um pouco sobre Rowena ser treinada por Seraph. Parte de mim quer dizer apenas: "deixem eles serem felizes juntos". Mas uma parte maior diz não ser da minha conta e eu me calo. Eles nos fazem uma proposta interessante. E eu pondero.

Nate: Louco seria um termo meio agressivo. Eu prefiro desequilibrado ou destemido. Mas sim, eu faria. Eu e Lehane temos uma pequena missão pra resolver, mas fica no mesmo lugar. No entanto, o lugar sempre foi bem violento e eu estaria arriscando meu lindo rosto indo praquele lugar.
Eu sei que vocês, bando de monges metidos a eremitas não tem contas bancárias gordas, mas sei que tem acesso aos registros dos republicanos. Eu e minha parceira vamos. Se vocês tirarem tudo a nosso respeito. Eu estou sendo procurado por, bem, outras coisas, roubo, contrabando, trapacear no carteado, ficar bêbado em público, financiar corridas de pods ilegais e outras cositas mas. Enfim, em muitos planetas menores eu sou procurado. E alguns dos maiores também. Eu ajudo a ordem e eu ganho um recomeço. Ficha limpa. Todos os registros apagados. Puf. Problema no sistema. Erro do faxineiro. Deu a louca no droid responsável. Eu enumero as desculpas.

Eu sei que eles podem fazer isso. E eu sei que a Faith tem uma ficha maior do que a minha. Assassinato, sequestro, roubo de naves, briga em bares. Ela vai adorar isso também. Dinheiro pode ser arranjado em qualquer lugar, mas essa oportunidade. Limpar meu nome. Não apenas da morte do embaixador, que descanse em paz, mas também de todas as outras, literalmente, incontáveis acusações no meu nome, isso vale mais que todo aço valoriano. Nunca pensei que ia dizer essa blasfêmia aos deuses do contrabando. Que me perdoem.

Nate: Bem, foi muito esclarecedor. Mas, se vamos lidar com os Hutts, temos que ir pra tatooine. Eles ficam na região. Quem estiver apto a ir, que me siga. Porque definitivamente vamos precisar de ajuda. Não vai ser exatamente um oásis no deserto. Na verdade, retirem toda a noção de conforto possível. Um planeta muito quente, com o povo da areia nas dunas da região e os Hutts controlando a maioria do crime organizado. Mesmo assim, Mos Eisley! Primeira rodada por minha conta. Sem falar nas corridas de pods. Como eu amo elas! Eu apostei uma vez no único humano que disputava. Nem terminou o percurso. Não me arrependo. O garoto era sensacional. Apenas precisava praticar e de um pod melhor. Mas, escravo como a grande maioria naquele lugar esquecido por qualquer divindade. Ele seria um piloto sensacional com algum equipamento e um pouco de treino. Mesmo assim, valeu cada crédito. O que ele fez. O jeito como manobrava. Incrível. Mas o canalha do Sebulba ganhou. Afinal, destruindo os outros pods, minha finada vozinha também conseguiria. Que descanse em paz.

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Ricardo Sato em Qui Fev 04, 2016 12:19 am

Seraph apenas faz uma reverência..

Mestres,aceito de bom grado....quanto aos objetos,se terei de enfrentar Sarin,eu algo me diz que serei,terei de usar o que sei mas de formas que ele desconheça.

Aquela não era a hora pra orgulho,era a hora de evoluir,deter os sith era mais importante que suas vontades e algo lhe dizia que aquele era um ponto de transição para todos.
Por conta própria treinaria o soresu e o shoto nas horas vagas do treinamento de Qui Gon,e se Rowena o observa-se ele não faria questão de parar...era precisava aprender defender-se afinal de contas,não?

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Alexandre em Qui Fev 04, 2016 7:06 am

ANTES:
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Após sua breve exploração, Faith voltava com algumas células reservas para seu rifle enquanto parecia colocar algumas coisas em seus bolsos: - Existem peças sobressalentes para droids, mas eu acho que nosso mecânico não vai aproveitar muito bem agora.

Ela ouviu a pergunta de Rowena sobre Katarn, e logo respondeu erguendo os ombros: - Aparentemente achou mais sensato seguir o cara que varreu o chão com vocês. Sem ofensas. De qualquer forma, ele é bem grandinho.

As frases "sabe se virar" ou "ele deve estar bem" passaram pela sua cabeça, optou por não dizer nenhuma delas.

AGORA:
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Durante toda aquela explicação, Faith ficava em silêncio. Eram informações demais sendo descarregadas rápidas demais. Dava um leve sorriso ao ouvir a definição que aquele "conselho" tinha a respeito dos dois, era precisa o bastante mesmo que Reynolds não concordasse muito com aquilo e logo se pronunciasse a respeito. Ela olhava para ele com uma expressão de curiosidade e...Um pouco de vergonha alheia não acreditando que tudo aquilo poderia ser feito.

Curiosamente, se precia que Faith iria fazer o mesmo, ela não se interessava em solicitar aquilo. Não, tudo aquilo fazia parte de quem ela era. Apesar de estarem no mesmo ramo de atuação, Reynolds conforme ja tinha dito fazia mais o estilo sobrevivente trabalhando em meio das sombras e ela mais uma aventureira desbravando o desconhecido. Ação e consequência, não queria se livrar de muita coisa ligada a sua ficha.

Ela entretanto coçava a cabeça:

- Certo...Só um detalhe: Nós vamos la bater na porta do Cara Inchada, e não chame ele assim na frente dele, um dos maiores lordes do crime da galáxia e....OFERECER uma aliança? Conforme disseram, e se a Aliança Comercial chegou antes? Eu não quero facilitar o trabalho de ser presa e nem virar escrava.


Ser megalomaníaca e BURRA eram coisas bem diferentes.

- Além disso, eu e o "Destemido Reynolds" não samos exatamente diplomatas...Seria bom ter algo que nos desse credibilidade pelo menos, uma garantia que não estamos inventando tudo isso...Ele não é muito conhecido por ser um cara honrado, para ele ficar do nosso lado, tem que ser lucrativo para ele.


Parava e ouvia um pouco da narrativa de Reynolds, mas logo voltava sua atenção as questões levantadas. Oras, como assim "vão até la e boa sorte"? Eu não gosto muito de entrar em lugares que não sei que posso sair. É mais do que provável que eu, Nate ou talvez ambos ja tenhamos feito algo de errado para o cara ao longo dos anos e ele queira nossa companhia...Forçada. É melhor eles terem uma idéia mais elaborada do que simplesmente ir la e pedir por favor para ele.

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Renata C. em Qui Fev 04, 2016 9:13 pm

Spoiler:

Somehow I know
That things are gonna change
New boundaries on the way
Like never were before
Find a meaning to your life
(...)
Fresh winds of hope
Has taken us ahead
Forever is a place
You have to keep in mind
No way to limit our goals
We'll find a reason to believe

A garota não pode deixar de retribuir o "sorriso" de Slimp. Ao menos alguma coisa certa havia feito. Ela deu um rápido aceno para o Ewok, enquanto as curandeiras cereanas o ajudavam.

Rowena apenas fez um sinal de consentimento quando Qui-Gon não autorizou Seraph a treiná-la. As palavras do jedi tinham muito peso. E se ela realmente fosse apenas um plano do lado maligno do Mestre Oneth? Tanto a escolha de treiná-la, quanto em liberar Seraph do seu treinamento. E Qui-Gon podia sentir algo mais nela, a jovem garota podia imaginar sobre o que ele estava falando... Mas Rowena nada falou, apenas acompanhava a conversa, voltando-se para quem falava no momento com bastante interesse.

Adi-Mundi fez menção de levar Rowena consigo, enquanto Qui-Gon achava melhor ela permanecer ali. O que preocupava a jovem era Qui-Gon ter dito que talvez Dag Oneth quisesse buscá-la. O que ele quis dizer com isso?

Qui-Gon também parecia estar quebrando algumas regras dos jedi ao querer treinar Seraph. Sobre a parte de treinar um jedi sem ter passado da academia, obviamente estava se referindo a ela. E Rowena queria treinar mais que tudo. Precisava ser mais forte, mais serena. Precisava enfrentar a tempestade que estava por vir.

Haviam tantas perguntas a serem feitas. Mas talvez aquele não fosse o momento, afinal havia ficado acordado que passariam algum tempo ali em Cerea. Não que Rowena gostasse da ideia de se separar do grupo. Exceto uma pergunta...

Rowena se dirigiu a Adi-Mundi meio sem jeito, antes que esse se retirasse do local. A forma que falava era extremamente inocente. Ela ainda não conhecia muitas coisas. - Me desculpe, mas... Quais são os testes para se tornar um jedi? Slimp quase morreu, será que ele está pronto?

Durante o tempo que ficasse em Cerea, Rowena tentaria meditar para manter a mente em equilíbrio. Precisaria de toda a paz possível, não imaginava como seria um confronto direto com Dag Oneth. Afinal, só Seraph havia efetivamente lutado com ele. E tanto o poder como a as habilidades do seu ex-mestre eram enormes.

Com um bastão treinaria novos movimentos para utilizar com o sabre duplo. O princípio era o mesmo.

Aguardaria as instruções de Qui-Gon para os próximos passos. Não tinha certeza de quando seria treinada por ele. Mas tentaria aprender tudo que conseguisse o tempo que ficasse em Cerea.

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Scorpion em Dom Fev 28, 2016 12:22 am

KATARN E...



Darth Sarin observou as respostas de Katarn. Debochado, prepotente... Katarn não era necessariamente um homem com nervos de aço, mas estava tentando se manter firme perante a presença do Sith.

Darth Sarin: Você acredita mesmo que a sua falta de medo pode salvá-lo? Se você não conhece o medo... eu terei prazer em apresentá-lo a você.

Então, Joshua conheceu da pior maneira um dos poderes mais temidos dos Sith. Uma das manifestações do lado negro era embaralhar a psiquê da pessoa, para que ela arranhasse as paredes da loucura. No começo, a sensação foi sutil, Joshua... Os olhos de Darth Sarin apenas mudaram para um vermelho vivo, como se sabres de luz tivessem se acendido dentro deles. Depois... você começou a suar... e suar não apenas suor... mas uma gota de sangue brotou de sua testa... e então, um medo aterrador. A sua vontade não era grande o suficiente para resistir àquele poder do Lado Sombrio.

Você teve vontade de correr, de se esconder... mas suas pernas não obedeciam. Você queria gritar, mas a voz não saía... Era como estar enclausurado em uma bolha, onde ninguém do lado de fora podia te ouvir!

Então, o medo parou. Quando deu-se por si, Joshua estava caído de joelhos e algemado. À sua frente, Darth Sarin apenas sorria...

Darth Sarin: Você vê, jovem? Não há nada que você e seus companheiros possam fazer contra o Lado Negro. Logo, nós nos levantaremos e, com a chegada do mestre, nós varreremos os jedi da Galáxia! Por acaso, você sabe onde nós estamos?

Joshua não tinha se dado conta de quanto tempo passou babando de medo... mas lembrava de estarem no espaço quando começou a conversa com Darth Sarin e agora estavam num planeta de atmosfera amarelada... a plataforma para começarem a descer se abriu. O mesmo droid que havia capturado Joshua o levantou e o foi "tangendo" com o bastão elétrico. À frente, Darth Sarin e mais 4 droids pequenos.

Darth Sarin: Regojize, jovem... Você está em um local onde poucos aqueles que não veneram o Lado Negro estiveram. Bem vindo...

Ele olhou nos olhos de Joshua.

Darth Sarin: às ruínas de Korriban. A Capital do Império Sith.

Então, uma nave pequena entrou na atmosfera de Korriban.

Darth Sarin: Nossa convidada chegou...

A nave pousou perto dali e dela desceu um rosto que Joshua já havia visto nos telões de Corruscant. Ela caminhou na direção do grupo... De onde Joshua a conhecia?



Darth Sarin: Você conhece a Embaixatriz Vallorum, meu caro? Sem as indicações dela, nada teria sido possível. É incrível o que o Lado Negro faz com aqueles que alimentam apenas a inveja e o ódio pelos familiares em seu coração.

Ele olhou para Nisa e meneou a cabeça cumprimentando.

Darth Sarin: Senhorita Vallorum... o que faz aqui? Acaso o mestre a enviou sem me avisar?

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Darbis em Dom Fev 28, 2016 12:48 pm

Darth Sarin: Você acredita mesmo que a sua falta de medo pode salvá-lo? Se você não conhece o medo... eu terei prazer em apresentá-lo a você.

*Por um breve momento Katarn não viu nada acontecer, porém aos poucos os olhos de Darth Sarin começaram a se avermelharem. Naquele momento o mundo pareceu se avermelhar. Tudo era vermelho ao redor. Katarn olhou para o lado, mas não estava mais na nave, não havia robô, não havia Darth Sarin, era um deserto vermelho e negro. Joshua continuou olhando ao redor procurando, uma estranha sensação começou a se apossar dele, foi então que de repente ele viu um grupo de pessoas que apontavam para ele, elas riam, caçoavam, ele gritava de volta para elas, mas elas ignoravam. Joshua então entendeu o que ele estava sentindo. Medo. Medo de não ser reconhecido. De ser usado. De ter todo o seu esforço jogado fora por pessoas mesquinhas e oportunistas. Medo de ser apenas um mecânico que ninguém se lembra. Sim, Joshua não tinha medo de morrer, morte é natural, porém ser esquecido, não ser reconhecido, ser ignorado, ser usado, isso era o maior medo dele. As sombras apontavam para Katarn dizendo palavras indistintas, mas que no fundo do coração dele ele sabia que eram palavras nocivas, dizendo que ele não era ninguém, que todas as coisas que ele fez foi por pura sorte, que ele era só um coitado, um ninguém. Joshua quis chorar, quis bater neles, mas não conseguiu e caiu de joelhos no chão. Da mesma forma como tudo começou, tudo parou.*

Darth Sarin: Você vê, jovem? Não há nada que você e seus companheiros possam fazer contra o Lado Negro. Logo, nós nos levantaremos e, com a chegada do mestre, nós varreremos os jedi da Galáxia! Por acaso, você sabe onde nós estamos?


Onde? Não... Pensar... Sombras... ONDE!

Não... NÃO! Espere... Estou na nave de novo... Não é... Lá...

*Katarn apenas observa ainda ofegante*

Darth Sarin: Regojize, jovem... Você está em um local onde poucos aqueles que não veneram o Lado Negro estiveram. Bem vindo... às ruínas de Korriban. A Capital do Império Sith.

Korriban? Korriban... Korriban... Acho que já vi nos mapas... Meio na região Nordeste... Eu acho... Merda...

Darth Sarin: Nossa convidada chegou...

Convidada? Mais essa agora...

Darth Sarin: Você conhece a Embaixatriz Vallorum, meu caro? Sem as indicações dela, nada teria sido possível. É incrível o que o Lado Negro faz com aqueles que alimentam apenas a inveja e o ódio pelos familiares em seu coração. Senhorita Vallorum... o que faz aqui? Acaso o mestre a enviou sem me avisar?

Vallorum?



- Hmmm...

Então... Parece que a irmãzinha pomposa não gostava do irmãozinho pomposo ein... Políticos... Melhor manter a boca fechada, senão eu vomito meu lanche da tarde de três dias atrás...

NOTA: Se Vallorum chegar perto demais Joshua vai dar uma rosnada pra ela - GRRRR....

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Dom Fev 28, 2016 6:34 pm



-Surpreso com minha presença aqui, Darth Sarin? Creio que não, o que me surpreende é que você questione o fato de não ter sido avisado...

Me aproximo olhando os dois.

-Diga exatamente do que precisa, Darth Sirius e qual a razão desse soldado estar aqui.

Sorrindo ainda olho nos olhos do Sith, esperando que ele fale a mesma coisa da que fui informada e me disse, mas no tom mais sarcástico possível saboreando o momento de necessidade dele. Quando me aproximo particialmente do soltado sinto que ele.. rosnou?

-O que você fez com a mente dele? Ele esta agindo como um animal. Explique...

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Scorpion em Dom Fev 28, 2016 9:45 pm

NATE, FAITH, ROWENA E SERAPH

Obi-Wan anuiu quando Seraph pediu as peças.

Obi-Wan: Tudo bem, eu irei atrás disso. Talvez demore um pouco. Cerea não é exatamente o berço da tecnologia, mas creio que sempre dá pra achar o que se precisa no mercado capital.

Dizendo isso, Obi-Wan se retirou. Então, Nate e Faith se pronunciaram. Primeiro Nate, querendo uma ficha limpa... depois Faith querendo bons motivos e garantias. Qui-Gon se pronunciou.

Qui-Gon: Como eu disse, o Conselho Jedi possui muito peso entre os Senadores. A grande maioria confia em nosso conhecimento sobre A Força. Acho que isso é algo que pode ser arranjado. Não posso fazer promessas, apenas de dar o máximo do Conselho para limparmos o que quer que esteja sujo. Quanto ao que a senhorita questionou, preciso que vejam isso...

Ele colocou um reprodutor holográfico na mesa e uma espécie de filhote de Hutt apareceu, girando, azulado e transparente pela holografia.



Qui-Gon: Este é Rotta, o Hutt. Filho mais velho de Jabba e o único que não foi morto ou devorado. Jabba não é conhecido por se apegar às pessoas, mas àqueles a quem ele se apega, ele realmente possui muita dedicação. Sabe-se lá porquê, Jabba gosta deste seu filhote e o jovem foi sequestrado. Nós suspeitamos que tenham sido rebeldes independentes, mas agora com estas novas informações, pode até mesmo ter sido a Câmara. O Mestre Judd está no encalço de Rotta.

Uma holografia então do mestre Judd se fez.



Tratava-se de um jedi reptiliano.

Qui-Gon: Como eu havia dito, Jabba se apega à poucas coisas, mas ele se apegou a este seu filhote. Diversos caçadores de recompensa foram chamados e, com certeza, àqueles que devolverem Rotta para ele, ficarão muito bem na imagem com os Hutts. Digamos ainda que vocês consigam provar que a Câmara de Comércio foi a responsável pelo sequestro...

O mestre Jedi sorriu e contou nos dedos cada benefício.

Qui-Gon: Conseguiremos a aliança dos Hutts contra a Câmara... Tentaremos limpar o que puder ser limpo do histórico de vocês... e sabe-se lá que tipo de recompensa Jabba pode proporcionar a vocês. A meu ver, senhorita Lehanne, é uma oportunidade bem lucrativa.

Ele levantou-se e cumprimentou os mercenários curvando-se.

Qui-Gon: Pensem nisso. Caso se interessem, o mestre Judd está à caminho de Roth. Não é longe daqui, mas eu aconselharia a não irem sem se agasalhar bem. Agora, se me dão licença, eu preciso cumprir com os deveres da Ordem. Vamos,Seraph... você também, minha jovem.

Caminhando pelo gramado com os dois jedi, Qui-Gon respondeu à pergunta de Rowena.

Qui-Gon: Os testes não são nem um pouco perigosos, jovem. Nunca um candidato morreu neles antes... acredito que o Ewok se sairá bem, se ele for mesmo um usuário dA Força.

Eles se afastaram mais um pouco e o mestre finalmente parou.

Qui-Gon: Você não poderá enfrentar seu antigo mestre desta maneira, Seraph. Ele apenas brincou com vocês... mas eu pretendo completar o seu treinamento aqui. Vou ensiná-lo a lutar com a sua outra mão e também o Makashi, a forma de luta para duelos um a um, criada especialmente para combater os Sith. Mas mais do que isso... vou ensiná-lo a usar os seus dons dA Força com mais eficácia.

Qui-Gon não treinava Rowena, então a jovem passou a combater com o bastão sozinha. Foi quando um bom tempo depois, Obi-Wan chegou com as peças que Seraph pediu. Ele as deixou em um canto que Seraph podia ver e aproximou-se de Rowena.

Obi-Wan: Interessante a escolha da sua arma, Rowena. Posso perguntar se foi opção sua, ou se Dag Oneth a sugeriu?

Ele virou-se para ela e fez um sorriso sem graça.

Obi-Wan: Apesar de que alguns raros cavaleiros usem o sabre-duplo, bem... ele não é exatamente uma arma jedi. Ele é uma arma Sith. Só por isso perguntei... A construção do Sabre é a "coroação" do cavaleiro... quando ele faz o que a sua alma manda... e a sua mandou fazer uma arma de guerra Sith.

E então, Rowena?

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Alexandre em Dom Fev 28, 2016 10:33 pm

Faith ouvia e coçava a parte de trás da cabeça, demonstrando que aquilo deveria ser mais um gesto feito por reflexo quando as coisas pareciam ir contra o que tinha imaginado. Não que aquelas promessas de "Auxilo com o senado", "Limpar fichas" e "Cair nas graças de Java" não fossem interessantes mas...Aquilo estava se tornando MUITO complicado. E ela havia sido atraída naquilo tudo era pela simplicidade da missão.

Ok, pelo dinheiro. Mas LOGO DEPOIS pela simplicidade!

Estava começando a ficar com dor de cabeça...

Ok, um Jedi lagarto.

Eu vi um Jedi Ewok, não vou mais me impressionar assim tão cedo.

- "Lucrativo" é quando se ganha algo em troca. Tudo isso é apenas para "concertar" algo que sequer fizemos. Sem ofensa mestre. - Respirava de forma pesada, fechando os olhos e concordando com a cabeça com o que Qui-Gon dizia antes de se levantar como se quisesse pensar por alguns instantes no assunto.

Entretanto, ela não iria muito longe, falando com Reynolds ali mesmo:

- Certo...Vamos ser práticos. Eu não estou mais me divertindo, e ja notei que você ja deixou de se divertir muito antes. Entretanto eu duvido que vamos conseguir oferta melhor. Riscando toda parte de que estamos sendo acusados por algo que não fizemos, Jabba sempre iria nos ver com bons olhos. - Parecia ter encontrado algo bem em tudo aquilo, ou como o mestre havia dito, "lucrativo".

- Jabba vai ficar feliz, então ele nos ajuda. Ajudamos a galaxia, viramos heróis, todos ficam felizes. Eu não estou AMANDO a idéia mas...Acho que pode ser a melhor opção, melhor que sermos caçados por meia galaxia. Ei, e vamos ter um Jedi novo em folha! Eu sei que não é tão "seguro" quanto você queria Reynolds, mas eu ja me meti em contratos piores.

Estava decidida.

Apenas não tinha tanta certeza da última afirmação.

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Jor-El em Seg Fev 29, 2016 1:11 pm

Acreditem ou não, eu fiquei mais surpreso com o Jabba se apegar a um ser vivo do que pelo monstrinho ou pelo jedi reptiliano. E, parece uma boa proposta. Faith e eu estamos em sintonia.

Nate: Considerando tudo que aconteceu, acho que vai ser nossa melhor aposta. Podemos tirar um troco, conseguir aliados poderosos. E tenho certeza que vai ser divertido ir pra Hoth. Muitas coisas grandes e perigosas pra você enfrentar. Fora que ainda podemos realizar a entrega no território dos hutts. Vai ser um combo de coisas boas.

Mesmo assim, ainda vai haver muitos problemas. Temos que sobreviver em Hoth. Algo difícil. Sem falar que vão haver outros caçadores. E isso vai dificultar muito.

Nate: Mesmo assim, precisamos de transporte, suprimentos e saber quem vai conosco. O tampinha parece que melhorou. Voces vão querer treina-lo ou ele pode vir conosco? E o Seraph? A gente espera ele aprender a lutar como canhoto? Ou ele vem depois? Não me entendam mal, eu to bem satisfeito. Parece que essa ajuda do conselho caiu do céu. Mas, como dizem os contrabandistas, quando a esmola é muita, o santo desconfia. E as instruções de vocês foram vagas. Algo bom para dois anormais como eu e Lehane. Mas algo me diz que não foi apenas por isso.

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Ricardo Sato em Seg Fev 29, 2016 1:17 pm

Seraph ergue-se e faz uma reverência a todos antes de seguir mestre Qui gon.

Espero ver a todos muito em breve e em segurança,senhorita Lehane sua coragem é admirável vejo o porquê de sua fama....temperá-la com a prudência de Reynolds pode levá-la ainda mais longe...assim como você meu caro capitão deveria ter um pouco mais de ousadia,afinal com tudo que demonstrou em nossa aventura está claro que suas habilidades se equiparam a maiores desafios do que acredita.

Rowena,nos separamos por um tempo mas apenas fisicamente,espero vê-la logo lutando ao meu lado como uma igual...espero que encontre o seu motivo para seguir o caminho do Jedai e não aquele que nosso antigo mestre tentou abrir para você,dê meus cumprimentos a Slimp também....e se encontrarem algo sobre Katarn eu gostaria de ser informado se possível.


Ele então volta-se denovo para o Jedai a sua frente.

Mestre....agradeço a oportunidade,irei me tornar melhor,mais digno de nossa ordem....humildemente peço que me ajude nisso.

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Renata C. em Seg Fev 29, 2016 7:16 pm

Treinar era uma boa forma de passar o tempo.

Rowena sabia que cedo ou tarde teria que se preparar para enfrentar seu antigo mestre. O combate com ele havia sido duro.. E por algum motivo ele não os matou, já que tinha poder suficiente para isso. Pensar em reencontrar Dag Oneth era um pensamento bem incômodo. Deveria estar preparada para quando isso acontecesse. Não podia vacilar novamente, não podia deixar que o quer que ele tivesse se tornado continuasse sujando a memória dele. Ele precisava ser detido.

A jovem treinava movimentos com o bastão onde pudesse usar a agilidade que possuía como sua aliada. Girando o bastão diante do próprio corpo, podia assumir uma postura bastante defensiva, tanto contra atacantes quanto a tiros de blaster. O problema destes últimos era não ter o controle de para onde os desviaria. Precisava treinar, muito.

Somente interrompeu o treino quando Obi-Wan se aproximou dela. Rowena baixou o bastão com que treinava e ouviu a pergunta do jedi. A garota enxugou a testa com as costas da mão antes de responder.

- Foi uma escolha minha, Dag Oneth não teve nada a ver com ela.

Os olhos castanhos de Rowena fitaram os olhos profundamente azuis do jedi conforme ele explicava o motivo de sua pergunta. A jovem pareceu genuinamente confusa.

- Eu não sabia que era uma arma utilizada pelos sith... - respondia de forma sincera. Puxou o sabre das vestes e olhou para ele. Não estava ligado. - E você tem razão Obi-Wan. De alguma maneira, eu sabia que ele teria que ser assim.

Rowena o prendeu as vestes novamente e deixou o bastão apoiado em um canto. Deu um breve suspiro e continuou falando.

- Olha, eu sei que vocês tem motivos mais do que suficientes para não confiar em mim. Eu provavelmente não sei metade das coisas que deveria saber. Mas... Eu sei qual lado eu quero seguir. Eu não quero me tornar o que Dag Oneth se tornou. Eu tenho esse sabre, mas quer saber o que me deixaria mais feliz? Não ter que usá-lo. Mas eu sei que a realidade não é assim. Ele precisa ser detido. E eu preciso estar preparada. Não posso deixar ele machucar mais nenhum inocente.

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Scorpion em Ter Mar 01, 2016 2:04 am

NISA E JOSHUA

Darth Sarin: Se o mestre enviou você até o templo de Korriban, então não cabe a mim discutir os seus motivos. Vamos...

As figuras começaram a seguir pela terra avermelhada, característica daquele planeta enquanto dois dos droids com bastões iam escoltando Joshua logo atrás. Eles subiram por uma escadaria de pedra e entraram por um pórtico enorme e já há muito consumido pelo tempo.
Então, eles adentraram em uma espécie de câmara sacrifical e mesmo contra a sua vontade, os droids seguraram Katarn e o colocaram amarrado em uma mesa de pedra. Sarin observava ao lado de Nisa e sorria. Ele aproximou-se de Joshua...

Darth Sarin: Eu sinto um leve despertar em você, jovem.... não... não um despertar. Algo, como se A Força estivesse começando a querer nascer em você, mas ainda em estado embrionário. Isso pode nos ser muito útil...

Ele fez um sinal para que Nisa se aproximasse...

Darth Sarin: Ele é um forte guerreiro, Nisa. Use de suas habilidades... transforme-o em um de nossos assassinos. Este homem tem potencial para ser um dos melhores entre nossas fileiras.

Ele voltou o olhar para Katarn e apenas disse.

Darth Sarin: Quando esta Assecla terminar, você se tornará um dos Assassinos Sith... talvez o mais importante deles. Não está orgulhoso, meu jovem?

Olhou para Nisa e começou a sair do templo, deixando dois dos droids com ela.

Darth Sarin: Eu vou atrás do Cristal e da garota com o receptáculo, Nisa. Eles não podem estar tão longe...

NOTA: GLÁUCIO, ME PASSE POR MP AS ALTERAÇÕES QUE VOCÊ FARÁ NO KATARN COM A ALQUIMIA SITH. LEMBRE-SE DAS REGRAS DE ALQUIMIA QUE TE PASSEI VIA MP.

NOTA 2: DARBIS, PRECISO QUE VOCÊ ACHE UMA NOVA IMAGEM PARA O SEU PERSONAGEM. FALO COM VOCÊ NO FACEBOOK!


Última edição por Scorpion em Qua Mar 02, 2016 12:35 am, editado 2 vez(es)

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Re: CAPÍTULO 4

Mensagem  Scorpion em Ter Mar 01, 2016 2:27 am

FAITH e NATE

Qui-Gon: Não, Reynolds. O Ewok já partiu com mestre Mundi para Corruscant, onde vai se encontrar com Mestre Yoda. Receio que serão apenas vocês dois e, se tiverem sorte de encontrar, Mestre Judd também.

Pelo visto, aquela era mesmo a melhor oportunidade. Assumindo pelo que os dois pensaram, eles usaram a nave de carga de droids para irem a Hoth. Mas não antes sem receber dos Cereanos casacos bem pesados e outros suprimentos de viagem.

A viagem para Hoth ocorreu sem nenhum percalço. Faith e Nate eram experientes o suficiente para saberem que, quem quer que tenha se dado o trabalho de sequestrar o filho preferido do pior gangster da Galáxia, deveria estar esperando retaliações cedo ou tarde, então, quando localizaram uma das poucas construções daquele planeta, eles mantiveram-se afastados para que pudessem pousar sem alertar os captores do filhote de Hutt.



Ambos podiam ver pelo radar que havia uma nave pessoal pousada há poucos quilômetros ao oeste de onde eles estavam e uma espécie de fortaleza
localizada à uns 6km de onde eles pousaram.

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ROWENA e SERAPH

Seraph começou a ser treinado no segundo estilo por mestre Qui-Gon. Apesar do mestre ser um homem de paciência invejável, era notório que ele era um treinador muito exigente e sério. Ele não se importava com o novo ferimento de Seraph... era como se quisesse moldá-lo através de fogo.

Obi-Wan por sua vez continuava a conversar com Rowena, mas enquanto a jovem treinava com o bastão, o Padawan estava na metade do processo para montar a mão mecânica para Seraph.

Obi-Wan: Mas quem foi que disse que temos motivos ou que não confiamos em você? O fato de Qui-Gon não querer treiná-la agora é meramente pelo fato de que ele precisa da aprovação do conselho. Ele já está quebrando várias regras... admitiu um segundo pupilo que, tecnicamente deveria ser um mestre, parou a sua missão diplomática para treinar Seraph... se ele começar a treinar um terceiro Padawan, ainda mais um que sequer foi apresentado e aprovado pelo Conselho, as consequências podem ser graves.

Ele continuou.

Obi-Wan: Você não deve ter receio de usar o seu sabre. O sabre é a extensão do corpo do jedi. Seus inimigos não terão a menor pena de você, então use-o... mas use-o com sabedoria, Rowena. Quando a hora chegar, você deve sim estar preparada, mas a verdadeira batalha do jedi não ocorre aqui...

Ele apontou para o próprio sabre.

Obi-Wan: Mas aqui.

Apontou para a sua cabeça.

Obi-Wan: Dag Oneth agora é um Sith. Ninguém decai para o lado negro da noite para o dia. Se Oneth é mesmo um Sith agora, então há um bom tempo ele já está escondendo a sua corrupção. Eles são especialistas em usar os seus medos, as suas fraquezas contra você... para só então, desferirem os golpes finais de sabre. São covardes, mas... tudo o que estou dizendo a você são coisas que li e que aprendi com QUi-Gon e Mestre Yoda. Eu, na verdade, achava que os Siths eram uma lenda, que estavam acabados! Pelo visto, não...

Ele voltou a continuar montando a mão mecânica para Seraph.

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