CAPÍTULO 3

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Re: CAPÍTULO 3

Mensagem  Scorpion em Seg Jan 25, 2016 2:52 am

NISA

Depois de dois dias, uma ordem de procura havia sido emitida para alguns tripulantes da Crimson Destiny. Muito contra a sua vontade, Lugan havia entregado que os nomes de dois de seus "empregados" que estavam associados à viagem eram Nate Reynolds, um contrabandista que não era muito conhecido e Faith Lehanne, uma Caçadora de Recompensas famosa e um tanto temida por alguns. Eles estariam sendo procurados por toda a área da República e os guardas tinham ordens de prendê-los assim que os visse. O exército da República também informou que o soldado Joshua Katarn estava nesta viagem, mas o superior dele deu a certeza de que Joshua era um homem de ficha limpa e de que, dificilmente estaria envolvido em algum tipo de sequestro. Porém, Faith e Nate eram conhecidos por gostarem do cheiro dos créditos...

No terceiro dia, o conselho do Senado se reuniria. Nisa foi convidada à se apresentar naquela ocasião. Ela estava na mesma tribuna flutuante que seu pai e seu pretendente. Haviam dezenas de senadores ali e também dois representantes da Ordem Jedi. Eram eles Mestre Yoda e Mace Windu. Yoda mantinha um semblante preocupado enquanto Windu mantinha o semblante irrascível de sempre. Depois que algumas formalidades foram discutidas, o assunto do desaparecimento do Embaixador Vallorum foi chamado na pauta.

Nisa foi convidada então a se levantar e o seu rosto foi transmitido para um telão. Uma espécie de microfone subiu até próximo seu rosto e ela sentia que todas as atenções, inclusive dos dois mestres jedis ali estavam todas nela...

Era a sua hora de brilhar, Nisa Vallorum...

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Re: CAPÍTULO 3

Mensagem  Darbis em Seg Jan 25, 2016 9:56 am

~Até Reynolds entrar na nave~

Droides... Sempre simples, mas sempre numerosos. Vai ser fácil tomar a nave...

~Surge o Sith~

*Empurrão da Força*

- UUUHHFFF...

Grrrr... Esses feiticeiros da Força... *Katarn vê os raios atingindo a nave* Desse jeito ele vai sobrecarregar a nave, mas ou ele derruba a nave ou ele derruba a gente. Vou tratar de eliminar os dois droides restantes, mas antes melhor usar o comunicador e falra com quem tá na nave. É uma nave da Federação, daqui da pra ver os canhões, é só usarem!

- Faith! Essa freira preta está sobrecarregando os sistemas, tente resfriar a nave e usem as armas dela, atirem contra os droides que sobraram primeiro, só sobrarm dois mesmo. Depois fogo na boneca!!!

Eu, bem, eu preciso ter certeza de que o Embaixador está bem. Acredito que Seraph, a garota e uma nave são páreo pra esse Sith...

*Katarn vê Slimp morrer*



Merda... Ele devia ter esperado tudo se resolver até entrar na nave... Faith não vai ficar nada feliz com isso. Pelo menos ele parou de sobrecarregar a nave. Agora depende dos dois lá dentro fazerem o trabalho.

- Hey Seraph! Eu preciso checar se o resto do pessoal está vivo lá dentro. Volto ASAP!

*Katarn então parte para dentro da caverna atrás do Embaixador e de Voors*

Só espero que você esteja vivo seu engomadinho de meia tigela.

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Re: CAPÍTULO 3

Mensagem  Alexandre em Seg Jan 25, 2016 10:51 am

Eu falei para não fazer barulho.

Mas parte da culpa é minha, sempre acabo me deixando levar quando blaster e uma boa briga estão envolvidos. Nada parece muito longe do planejado, apenas um pequeno momento de tensão quando Reynolds se "mostra" demais mas temos tempo de garantir que a minha recompensa ambulante permaneça dentro dos requisitos mínimos para ser resgatada. Eu poderia fazer uma piada e tudo mais mas...Acho que vou deixar essa passar, isso ja esta me cansando.

Não demora para entrar dentro da nave a preparar a nossa rota de fuga. Sim, eu ja tinha conhecimento que Reynolds tem uma boa lábia e que realmente ele não chega a ser um piloto brilhante. Sem problemas, eu também não sou, mas nada impede ele de contar vantagem e bancar o capitão. Acho que vou ter que bancar a co-piloto por hora.

- Certo.Acho que podemos...

E logo as luzes de emergência começam a piscar, e as câmeras de emergência mostram o que esta do lado de fora. Esse cara de novo? Pelo visto a criatura não foi o bastante para conseguir atrasar ele. Bem, não adiantava nada ficar pensando no que poderia ter sido, precisavam ver o que fazer a seguir.

E nesse instante, ele investe contra Slimp e...

Faith olhava com uma expressão vazia para o monitor. Ele havia...

Foco, nada de desespero agora. O sacrificio dele não pode ser em vão.

Eu adoraria ir la fora fazer ele comer meia duzia de granadas, mas alguém precisa ficar aqui dentro.Existe um sistema de armas, mas por mais que eu adorasse ver o quanto ele consegue parar disparos de "calibre" maior, eu e Nate somos quase que igualmente habilidosos em pilotar, entretanto...

O grito de Katarn é ouvido. Sério que ele vai correr para dentro da caverna, agora?

- E todo mundo quer bancar o herói... - Faith balançava a cabeça negativamente, enquanto olhava o painel da nave: - Reynolds, você tem uma mira melhor que a minha. Eu vou ver se consigo cuidar das coisas aqui. Você ouviu o mecânico, vai la ver quanto estrago consegue fazer, eu brinco de capitão por enquanto.

Era o melhor que podia fazer no momento.

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Re: CAPÍTULO 3

Mensagem  Ricardo Sato em Seg Jan 25, 2016 6:05 pm

Sarin surge atacando a todos,enquanto se recuperava Seraph observou o Sith empalar o pequeno Slimp,ele tornou aquilo uma pedra a firmar sua convicção de que devia deter aquele homem,focando ainda mais sua mente.
Estava prestes a atacar e solicitar a ajuda de Rowena mas podia sentir a preocupação da garota,não era tão mais jovem que ele,mas o espírito de Seraph sempre foi velho,seria perda de tempo pedir que ela não avança-se para ajudar o pequeno...foi então que ele percebeu que não precisava pedir isso.
Por um momento através da força ele soube o intento da garota,e como uma força só em total sincronia ele e ela estenderam as mãos e empuraram o sith para longe de Slimp.

Seraph avançaria então com apenas uma frase.

Venha assim que puder,ele usa ao menos duas formas de duelo e nenhuma delas é boa contra múltiplos oponentes....eu seguro ele ,salve Slimp.

Artista marcial,em uma holoprojeção de seu pai,o grande general dizia que existiam lugares como Jeskai 9 onde a tradução do termo era literal..alguém que faz da guerra uma arte,e mesmo que ainda fosse falha era a hora de Seraph criar sua pintura.

Deslocando-se para frente enquanto o sith se recuperava Seraph planejava não dar-lhe tempo de concentrar-se,por mais poderoso que fosse nos dons da força eles exigiam concentração,mesmo o estranho raio era assim,confirmado quando ele cessou seu ataque ao ver seus oponentes levantarem.

Usar poderes da força e o sabre de luz juntos era possível,mas era como se fosse desenhar com as duas mãos ao mesmo tempo,Niman era treinar pra ser ambidestro.
Em um instante a lâmina de luz do sabre era invertida,brilhando para traz em sua mão e em um movimento arqueado do braço Seraph o arremessa junto ao solo,girando e avançando como um disco de luz dourada e mortal em direção ao sith e sendo guiado pela força.
Trés eram as opções,se abaixar e bloquear com a lâmina...o que seria deixar-se muito vulnerável,deter com a força...o que além de ser difícil já que a empunhadura era a única parte física e além de se mover velozmente e ser pequena estava envolta pelo poder do jedai,assim se não conseguisse a concentração necessária o impediria de se esquivar depois,ou saltar para evitar...era o mais fácil a se fazer se você tivesse velocidade bastante mesmo sendo uma posição precária.
Mas não importava se o sith ficasse no chão ou se saltasse já que seria simples para seraph intercepta-lo mesmo que pudesse saltar mais alto,pois seria o causador do movimento e poderia pular antes.

O sith deveria estar se perguntando se o jedai era louco,saltando pra cima dele sem sabre ou chace de mover-se muito no ar e ele estaria certo não fosse um detalhe....alguém queria mandar um recado para o sith através de Seraph.

Antes que Sarin pudesse fazer algo o sabre verde de Dag Oneth aparecia na mão de Seraph,um ataque violento viria de cima para baixo forçando um bloqueio,pena para o sith que bloquear o sabre o deixaria exposto ao chute que partia junto em direção as suas costelas,poucos eram os Jedai,mesmo entre os mestres de combate que treinavam artes marciais....Seraph era um deles.

Com os cumprimentos de mestre Dag Oneth,Sarin.......

Aproveitando a momentária vantagem Seraph usaria as duas mãos no sabre,para travar o movimento do Sith,ele logo usaria a força do lado negro pra sobrepujar a força de Seraph e jogá-lo para trás...muito possivelmente seguido de um daqueles empurrões poderosos ou seus raios.....mas o jedai contava com isso.
Contava que a ânsia de destruição do lado negro fizessem Sarin se focar em aumentar sua concentração na força para derrotá-lo.......se concentrar nisso e se esquecer do sabre amarelo que girava de volta,vindo em direção as suas costas,Niman é ser ambidestro e levitar um sabre com peso irisório é bem mais fácil que usar uma força capaz de esmagar um droide.....não está perfeita ainda,mas o que achou da minha pintura Sarin?....

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Re: CAPÍTULO 3

Mensagem  Jor-El em Ter Jan 26, 2016 12:14 am

A minha sorte foi grande. Não fui morto umas 5 vezes hoje. Tenho que lembrar que pagar uma bebida pra essa caçadora de recompensa.Ela merece, depois de salvar minha pele daquela maneira. Tenho que ficar mais atento. Mesmo assim, conseguimos acessar a nave, o que, em si deveria ser o suficiente, mas o maniaco deve estar fazendo outra mandinga dele. O motor começou a super aquecer. Não que eu seja o melhor em mecânica do mundo, mas o motor ficou quente demais e eu sei que não vai adiantar e, de repente, ele acaba com o Slimp. Ok, agora esse filho da mãe me deixou com raiva. Lehane me manda usar minha mira e um sorriso malicioso aparece no meu rosto. Vamos ver o que essa beleza pode fazer. Eu começo a ligar as armas e preparo para disparar. Primeiro nos droids e depois vou abater esse filho de uma...    

Reynolds: Lehane, tira a gente daqui.


Última edição por Jor-El em Ter Jan 26, 2016 1:17 am, editado 1 vez(es)

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Re: CAPÍTULO 3

Mensagem  Renata C. em Ter Jan 26, 2016 12:32 am

O plano de acabar com os droids havia corrido bem, embora tivesse dispendido algum esforço para enfrentá-los, a luta correra até então sem maiores problemas. O que, para a garota que havia estado poucas vezes em situações de perigo, era um grande feito.

Mas logo o Sith aparecia. E mudava tudo.

O poder dele era enorme. Apenas a manifestação do "empurrão" já era um poder que Rowena jamais tinha visto, e muito mais agressivo. Ela já sabia de certa maneira o poder que o lado negro era capaz de trazer. Mas a que preço? Rowena levantou-se depois de ser atingida, sentindo as dores causadas pela ação do Sith. Já estava com o sabre de luz em punho novamente quando...

O Sith puxava o pequeno Slimp, que tentava fugir para próximo dele.. e sem piedade, sem der tempo para qualquer um dos heróis agir, atravessava seu corpo com o sabre de luz. Rowena não acreditava COMO alguém podia matar a sangue frio desta forma. Não podia se desesperar naquele momento. Nem tudo estava perdido.

---

Certa vez Rowena havia perguntado para Dag Oneth porque ele havia escolhido treinar ela. Afinal, como ele mesmo dissera, ela era mais velha que a maioria dos padawans. Não era a tradição treiná-los desde pequenos para que se adaptassem melhor ao estilo de vida e filosofia jedi?

- Pelo respeito que você demonstra por todas as criaturas vivas, Rowena.

Ele a havia encontrado, usando o poder da Força para curar, ainda que a garota não tivesse ideia de que era isso que estava fazendo. Era essa manifestação da Força que se desenvolvia com maior rapidez nela.

---

Não foi necessária mais que uma troca de olhares entre ela e o Seraph para que eles se entendessem. Logo ambos usavam o empurrão da Força JUNTOS, para afastar o Sith o máximo que pudessem de Slimp. Rowena respondeu com um sinal de afirmativo com a cabeça, quando Seraph pediu que ela salvasse Slimp. Sim, ela faria isso. Então nesse momento, enquanto Seraph iniciava um combate com o Sith, a garota se aproximava do corpo caído ao chão do pequeno Ewok.

Seria extremamente arriscado, principalmente para Seraph, afinal este já tivera dificuldades ao enfrentar o Sith antes. Mas, de certa forma, aquele era o papel deles, não? Se pudessem evitar que o mal tomasse uma vida, já valeria a pena. Pois toda vida era importante. Lembra que foi essa resposta que você deu a afirmação do mestre Oneth?

A primeira reação de Rowena assim que chegou próxima a Slimp foi verificar se havia vida no corpo do Ewok ainda.. Pois caso já fosse tarde demais, tudo seria em vão.

Caso ela ainda tenha uma chance de salvá-lo, Rowena vai erguê-lo com ambas as mãos, e se afastar da batalha, pois seria necessária concentração. Mesmo que ele fosse pesado, e ela uma garota, não importava. Ela o tiraria dali o mais rápido que conseguisse. Caso conseguisse chegar até a nave levaria Slimp até lá.

- Faith, Reynolds, ajudem o Seraph, por favor. Eu não sei quanto tempo ele aguenta sozinho. - seria tudo que diria antes de entrar em estado de intensa concentração, para tentar curar o ferimento de Slimp.

Porque, naquele momento, a Força não era só a energia de todas as coisas, que Rowena canalizava através do seu corpo, com o intuito de curar.

A Força era também a sua prece, na tentativa de salvar uma vida inocente.

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Re: CAPÍTULO 3

Mensagem  Alexandre em Ter Jan 26, 2016 6:51 am

Ok, então ela era a capitã agora?

Ainda parecia acionar os botões no painel, procurando "contornar" os danos causados na nave e ativar o sistema de armas que Reynolds pretendia utilizar. Em algum lugar do universo, Faith tinha sua nave e sabia como pilotar uma. Apesar dela não ser tão grande o princípio era basicamente o mesmo. Enquanto fazia o possível, a garota voltava carregando Slimp, e dizendo para ajudarem Seraph.

Claro, você tem um Tatakka sobrando? Qualquer cor serve.

- Vamos lá sua banheira gigante...Me mostre o que tem.

Porque de nada adiantaria ficar la parada bancando o alvo para o Sith e os Droids. Precisava ao menos dificultar um pouco esse trabalho. Reynolds tinha os canhões da nave a sua disposição mas com certeza um angulo melhor, que não fosse estático favoreceria, então ela iria decolar e circundar aquele local dos céus, dando espaço para o "Capitão" utilizar sua mira da melhor forma que conseguisse.

Era toda ajuda que poderia dar.

Gosta de parar disparos? Vamos ver o quanto você consegue se concentar lutando quando tem uma nave disparando em sua direção!


Faith se mantinha atenta aos controles e ao painel, se preocupando unicamente em auxiliar para que Nate fosse capaz de utilizar o melhor de sua mira para contornar aquela situação.

Porque convenhamos, a mesma não estava nada boa.

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Re: CAPÍTULO 3

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Ter Jan 26, 2016 8:12 pm

Um momento de tensão se faz presente nessa hora, atrás de mim a imagem refletida de meu rosto. Eu preciso da ajuda desses homens e não poderia deixar de recorrer nesse momento de angustia. Tanta atenção se fazia necessária, eu estava cansada de esperar.


Pois bem, é agora.

Nisa Vallorum:- Senhores, representantes da democracia da Galáxia. Escutem... Meu irmão tem sido sempre um fiel defensor de nossos valores e sua vontade tem sido inclinada unicamente para impedir que a devastação e violência da tirania ouse novamente violar nosso modo de vida. A casa de Vallorum construiu um monumento à amizade com os Jedi e sua honra em defender tais ideais. No atual momento somos agora os representantes da vontade do povo para manter essa conduta... Meu irmão sempre levou isso até as últimas consequências e agora esta desaparecido em missão. As informações que temos são poucas, mas ao que parece a nave que ele e sua tripulação viajavam saiu de sua rota e precisamos urgentemente averiguar o que houve. Um ataque ao meu irmão é um ataque a um representante eleito da república e portanto uma agressão à democracia...

Dirijo meus olhos à multidão.

Nisa Vallorum: -Eu peço que uma tropa possa ser levada ao local de onde o sinal do meu irmão desapareceu. Especialmente para verificarmos a suspeita de traição à República... Aqueles que ousaram fazer mal ao meu irmão, fizeram o mal aos senhores. Eu peço essa tropa não só como membro da defesa de nossa democracia, mas como uma irmã desesperada em busca de meu irmão que...


Me fogem as palavras... E o choro toma conta.

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Re: CAPÍTULO 3

Mensagem  Scorpion em Qua Jan 27, 2016 1:01 am

A Força falava de maneira diferente para diferentes pessoas. Mesmo os sers não sensitivos eram capazes de sentirem muitas vezes a influência da Força sobre suas escolhas, sobre os seus destinos... Seraph e Rowena não precisavam de mais do que um olhar para que a Força se comunicasse com ambos sobre o que deveriam fazer para enfrentar aquele inimigo que parecia ser implacável! Então, os dois jedi ergueram as suas mãos e antes que Darth Sarin pudesse erguer a sua mão para inicar um duelo de Força, ele foi empurrado à uns 8 metros de distância. Caiu, batendo as costas no chão... quicou uma vez e na segunda fez uma acrobacia, caindo abaixado e derrapando por mais uns 2m.

Aquela foi a deixa para diversos dos heróis agirem. Katarn aproveitou-se que o Sith estava sendo jogado para trás e correu em direção à caverna. Não era uma distância tão curta. A entrada da caverna deveria estar à pelo menos 80m de distância da nave. Mesmo assim, Katarn não foi molestado pelo portador do sabre vermelho, pois mesmo um Sith não poderia se dar o luxo de ignorar a ameaça que Seraph e Rowena formavam.
Faith por sua vez decolou a nave para que eles pudessem ter a vantagem da altitude. A nave de carga não era exatamente o tipo de nave que ela estava acostumada a pilotar, afinal, Faith fez sua fama pilotando um Caça, mas os princípios eram quase os mesmos. Já Nate Reynolds correu até o cockpit onde ficavam os canhões da nave e começou a apertar os botões, dando a ignição na máquina.

Rowena correu até Slimp e começou a puxá-lo. Apesar de pequenos, Ewoks eram ursos em miniatura e não eram tão leves quanto pareciam. Slimp era um Ewok adolescente e devia pesar por volta de 50kg. Rowena não tinha força para sair carregando-o nos braços, mas podia sair arrastando-o. A aprendiz então afastou-se e começou a se concentrar para fechar o ferimento do Ewok. O efeito não era visível... apenas a sensação de formigamento nos dedos dela e na barriga de Slimp aconteciam... mas o Ewok parecia reagir muito pouco.

Então, Seraph jogou seu sabre girando e foi controlando-o com sua telecinésia na direção do Sith. O inimigo mostrava ser experiente e tomou a atitude menos danosa para ele, saltando do sabre com uma mortal...

Enquanto isso, Nate havia ativado os comandos da nave para dar a partida no arsenal. Entretanto, Nate podia ser muito bom com rifles e blasters, mas nada garantia que fosse um bom artilheiro. Aquele tipo de equipamento exigia um tipo de habilidade muito diferente do que ele estava acostumado. Entretanto, o príncipio seguia a máxima: aponte na direção certa e dispare. Nate começou a disparar contra os droids. O canhão disparava com bastante velocidade e depois do décimo quinto e do vigésimo segundo tiro, ele conseguiu finalmente explodir os droids respectivamente. Era difícil atirar daquele negócio sem entender de artilharia, mas Reynolds tinha boa inteligência e boa agilidade e isso fazia com que ele rapidamente fosse pegando o jeito da coisa.

Porém, antes que Darth Sarin caísse, Seraph saltou e num rápido movimento, puxou o sabre verde e deu um golpe de cima à baixo contra o Sith, que teve realmente de se deslocar muito para bloquear. Com as mãos erguidas, as costelas dele ficaram em aberto e Seraph deu um chute violento contra elas. Seraph não era muito forte, mas nem por isso o chute doeu pouco. Só não doeu mais pois ele pôde sentir em sua canela que o vilão usava uma armadura leve.
O Sith deu dois passos para trás com o chute. Então, Seraph enganchou os sabres e o Sith ficou segurando o bloqueio do golpe de Seraph, ambos medindo forças... Foi quando o Sabre amarelo estava voltando. Darth Sarin não era nenhum novato, e logo Seraph perceberia o porquê. Ele soltou uma das mãos do sabre para usar o empurrão da força e fazer o sabre amarelo sair voando e ir parar longe, rolando pelo chão desligado. O truque de arremessar o sabre funcionava muito bem... quando o inimigo não era usuário da força. Apesar disso Seraph estava na posição favorável e o seu sabre foi descendo... e descendo... e finalmente acabou tocando no capuz e... na máscara de Darth Sarin... e a máscara rachou!

Na caverna, Katarn finalmente chegava. Ele começou a adentrar, procurando pistas de onde poderiam estar Voors e Vallorum. O mecânico entrou em uma espécie de hangar. Lá dentro havia uma central de computadores, além de um enorme corredor que seguia para a direita e uma pequena ladeira para cima que seguia para um caminho reto. Havia também uma de guerra, com o tamanho da Crimson Destiny, mas com o símbolo da Câmara de Comércio. Era de fato a nave que eles viram voando mais cedo.
Porém, o soldado não teria muito de se preocupar em procurar por tanto tempo. Ele viu à sua frente um cadáver utilizando o traje Mandaloriano, mas ele estava sem máscara e... VALLORUM!
Só que antes de que pudesse correr até o amigo, Katarn podia analisar a situação. Às suas costas, estava a entrada por onde vinha... no complexo daquele lugar, Katarn podia ver mais sete droids que ainda não o haviam visto. Além disso, ele via dois homens usando trajes caros, com o símbolo da câmara de comércio.





Eles estavam acompanhados de dois dos droids que haviam invadido a Crimson, portando seus bastões energéticos, mas estes utilizavam mantos da Câmara.



E, como se não pudesse piorar, da caverna da direita, vinha um enorme Gorax, maior inclusive que o que ele e Rowena enfrentaram. Ele carregava montes de pedras e o soltava no chão, próximo ali. Então, 3 dos setes droids começavam a escavar as pedras que o Gorax soltava, enquanto o gigante se preparava para voltar para o portal da direita.

????:...pouco me importa se Darth Sarin achou o que procurava. Se a República souber que estamos aliados aos Lordes dos Sith, estaremos em apuros. A guerra finalmente começará e ainda não estamos prontos!

????: Você se preocupa demais, meu caro. Se o cristal que o Sith está atrás fizer metade do que ele promete, não temos como perder esta guerra.

????: Mesmo assim! Negociar com os Sith me causa arrepios! Nada os impede de que eles nos traiam.

????: Sim, é por isso que existe um plano de contingência. Agora, esperemos que nosso anfitrião retorne e elimine este incômodo de que ele falou...

Lá fora... Seraph ainda mantinha a sua espada presa com a de Darth Sarin. Assim que a máscara do Sith rachou, ele voltou sua mão à espada, para disputar forças com Seraph. A máscara caiu... metade para um lado e metade para o outro. E Seraph levou um golpe muito duro na boca do estômago! Mas não fora com a mão, ou com o sabre este golpe... fora com a moral!



Dag Oneth: Você aprendeu bem, Seraph... mas não bem o bastante!

Seraph ficou tão abalado que por um milésimo de segundo perdeu a concentração. Era como se tivesse perdido o chão! Seu mestre... um dos mestres mais amáveis da Galáxia! Um Sith? E este abalo foi fatal... ou quase. Pois agora Seraph sabia porque Darth Sarin conseguia lutar tão bem contra ele e Rowena... ele treinou ambos! Mais do que isso... Dag Oneth era um dos mais hábeis e poderosos mestres da ordem. Por esta razão, ele sempre era a melhor escolha para procurar usuários nos locais mais inóspitos da galáxia. Seraph então teve a conclusão: Se Mestre Oneth era tudo o que as lendas diziam, eles tinham muita sorte em estarem vivos... ainda! Os sabres ainda duelavam força, mas agora era Seraph quem fraquejou por 1 segundo... e num rápido giro dos sabres...

Seraph: AAAAARGGGHHHHHH!!!!

Uma das mãos de Seraph saía voando, junto com o sabre verde e a dor, que era escruciante surgiu! Nervos foram queimados instantaneamente e nenhuma gota de sangue caíra naquele solo, mas Seraph.... como doía!

Foi neste momento em que Seraph se afastou dois ou três passos que Nate finalmente conseguiu fazer disparos contra o Sith, pois antes, os riscos de acertarem Seraph eram enormes. O Sith não foi atingido, mas ele sabia que era tolice continuar ali, pois nem mesmo um Sith poderoso podia defletir disparos como aqueles.

Dag Oneth: Nos veremos novamente, meus aprendizes...

Você sentiu a dor de Seraph, Rowena... e você ouviu a voz de seu antigo mestre. O homem que lhe salvou, que lhe ensinou... que teve tanto carinho por você. Mas havia algo pesado na voz dele... como... como se não pudesse ser o mesmo homem!
O Sith usou a sua velocidade e correu, de volta para a caverna... a mesma caverna que um ilustre mecânico e soldado estava xeretando...

Seraph estava de joelhos, ferido... e Rowena tentava de todas as formas tratar Slimp.

Era a hora de agirem rápido... eles tinham plena consciência de que o Sith não os deixaria acampando por ali...

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Re: CAPÍTULO 3

Mensagem  Scorpion em Qua Jan 27, 2016 2:13 am


O discurso de Nisa comove... pois além de ser uma irmã desesperada e membro de uma das casas mais valorosas da República, a jovem Vallorum possui o dom da fala e da carisma. Poucos são aqueles que podiam ignorar um pedido como aquele de uma pessoa como aquela. Juntos no mesmo camarote flutuante estavam o Senador Pandorum e uma serva. Quando Nisa perde a fala e começa a chorar, o Senador se levanta e põe a mão no ombro dela, demonstrando afeto.... amizade.

Pandorum: Tudo bem, querida...

Vendo que a jovem não mais conseguirá falar, ele completa as palavras de Nisa.

Pandorum: O que a senhorita Vallorum fala é a mais pura verdade. Dawis Vallorum e sua casa sempre foram e sempre serão os maiores apoiadores de uma Galáxia livre, justa e igualitária. Quantas vezes esta casa já não auxiliou a República nos mais diversos assuntos? Quantos dos aqui sentados hoje já não recorreram ao Chanceler para conselhos, ajuda... socorro? Dawis Vallorum é o Legado de uma casa lendária! Mais do que isso: Dawis era um rosto jovem, cheio de energia! Ele era uma promessa para o futuro! Quantos aqui não o imaginavam liderando este Senado? No entanto... ele parece ter sido alvo de bandidos da mais baixa estirpe! Isso é um tapa na cara de tudo aquilo pelo que lutamos construir! Se deixamos que o que quer que tenham feito com ele, passar impune... então, estaremos mostrando o quão fraco somos.

Ele apontou com a mão aberta para Nisa.

Pandorum: Ouçam o que Nisa Vallorum pede! Ela vem a vocês como uma irmã desesperada... mas eu venho aqui como um Senador da República e membro de honra desta casa. Atendam ao pedido da senhorita Vallorum, eu vos rogo!

Dizendo isso, o Senador sentou-se. Ouvia-se burburinho por todo o lado... os Senadores discutiam. Mais de dez minutos passou-se, então um Senador levanta...



A língua dele é estranha, mas um tradutor traduz tudo o que ele diz.

Tradutor: O Senador Von Paas diz terem discutido e chegado a um veredicto. A grande maioria deles é a favor de que uma busca de resgate seja enviada à Lua de Endor, resgatar o seu irmão, senhorita Vallorum.

Pandorum levanta satisfeito e cumprimenta Nisa. Quando eles estão saindo, quem os espera é Lugan. Ele vem de encontro à Nisa e Pandorum e está acompanhado de um homem armadurado. Ele pede para conversar à sós com Nisa e o Senador afasta-se, indo ter conversa com outros Senadores.

Lugan: Então... parece que o Senado decidiu à seu favor, senhorita Vallorum. Muito bem... como eu me sinto em parte... responsável, pelo que possa ter acontecido ao seu irmão, visto que meus contratados estão sendo procurados por toda a Galáxia, eu tomei a liberdade de mover os meus recursos nesta empreitada. Por favor, senhorita... permita-me apresentar-lhe...


JANGO FETT.

Lugan: Eu investi muito dinheiro nesta empreitada e, bem... não pretendo tomar prejuízos. Ainda pretendo dispor de mais de meus recursos para adquirir o que eu tenho em mente.

Ele se aproxima do ouvido de Nisa e seu tom fica um pouco mais agressivo, mas ainda sim, muito baixo.

Lugan: Agora escute aqui, sua pequena vadia! A minha reputação está em jogo! Eu já fiz pessoas mais importantes que você desaparecerem no espaço e não pense por 1 segundo que não faria o mesmo com você se tentar me incriminar, de qualquer forma pelo que aconteceu, ouviu? Não esqueça de quem eu sou... e do que posso fazer.

Ele afastou o rosto da orelha de Nisa e sorriu, falsamente.

Lugan: Estou enviando Jango nessa empreitada e mais um esquadrão de homens dele. Doze homens, para ser exato. O senhor Fett tem interesse especial em um dos... contratados.

Jango Fett: Faith Lehanne. Está na hora de aposentar a garota... para sempre.

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Re: CAPÍTULO 3

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Qua Jan 27, 2016 9:56 am

Me recomponho nos abraços de Pandorum, conforme ele mesmo amplia meu discurso e em seguida o Senado dá seu comunicado de apoio.

A esperança de encontrar meu irmão se renova. Em seguida, discretamente Lugan se aproxima com um homem chamado Jango Fett.

Enquanto limpo as lágrimas com um lenço e ouço as ameaças dele. Deixo que se afaste, vejo um certo desespero em seu tom de voz que volta ao típico teatro político do Senado.

Assim que ele se recompõe diante dos olhos dos outros eu acrescento algo que mine suas angústias.

-Escute, senhor Lugan. Se notar bem todas minhas suspeitas recaem sobre as pessoas que estavam com meu irmão... Creio que seja fundamental que elas sejam pegas, eu compreendo sua vontade pela morte de Faith, mas creio que seja fundamental que ela seja trazida com vida se possível. Temos de descobrir para quem esses mercenários que   estavam com meu irmão trabalham. 

Minhas palavras servem para explicar muitas coisas. Eu em seguida, me aproximo e o abraço. Copiando a tática dele também falo em tom baixo mais algumas coisas.

Em seguida seguirei com meu prometido, estou exausta desse lugar.

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Re: CAPÍTULO 3

Mensagem  Ricardo Sato em Qua Jan 27, 2016 11:01 am

Seraph permanecia calmo,mas ao invés do semblante sereno havia uma expressão prétrea,pegou os dois sabres e prendeu a cintura,a mão decepada segurou sob o braço ferido enquanto usava sua cura para mitigar a dor.
Ao erguer-se ele pedia que Faith descesse a nave para que embarca-se,irônicamente se alguém dali conhecesse o general Seras-Molvatii veria a sua frente uma cópia exata de sua postura régia,o queixo reto e os olhos púrpuras bilhando friamente ao focar seu objetivo.

Apenas para si,antes de entrar na nave ele diz "Finalmente é como um pai para mim.",mas quem conhecesse Seraph saberia que aquilo não era uma expressão de amor....para ele pai significava frieza e decepção.
---------------------
Ao entrar na nave ele passaria por Slimp e sem nada dizer ou olhar apenas pegaria a pedra em seu pescoço e seguiria para a cabine.
Lá abriria comunicação em frequencia segura com o templo Jedai ou algum de seus agentes.


Aqui é Seraph,transmita urgentemente essas informações a mestres Yoda e Windu.......


-Nave destruída por ataque da federação...Rayte Odan está morto,equipe separada.
-Mestre Oneth não existe mais,ele encontrou um novo mestre e atende agora por Darth Sarin.
-Antes de sumir Mestre Oneth treinava uma nova padawan,ela tem nos ajudado...peço que a escutem.
-Encontrei um Ewok sensitivo....não sei se ele sobreviverá aos ferimentos da batalha.
-Darth Sarin está aliado a federação do comércio,parecem estar atrás de um cristal negro.
-Preciso de apoio imediato,ele é forte demais para que o mate sozinho,ainda mais agora que ele decepou meu braço.


Seraph pensava consigo mesmo se seria possível recolocar o braço,mas isso exigiria que ele abrisse os ferimentos cauterizados...era mais fácil que ele morresse pela perda de sangue do que recuperar-se.
Pensava também em outra coisa...Darth Sarin devia pensar que se mostrara invencível,mas na verdade havia provado que podia ser derrotado na situação certa.
Tinha muito o que fazer e em que pensar agora......

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Re: CAPÍTULO 3

Mensagem  Darbis em Qua Jan 27, 2016 12:05 pm

Valorum está morto... Como eu suspeitava... Mas a beleza está nos arredores... Dois caras da Câmara do Comércio, sete droides comuns e dois droides de batalha... Eles parecem estar conversando algo...

*Katarn aciona o comunicador no modo gravador para captar a parcela de conversa*

????:...pouco me importa se Darth Sarin achou o que procurava. Se a República souber que estamos aliados aos Lordes dos Sith, estaremos em apuros. A guerra finalmente começará e ainda não estamos prontos!

????: Você se preocupa demais, meu caro. Se o cristal que o Sith está atrás fizer metade do que ele promete, não temos como perder esta guerra.

????: Mesmo assim! Negociar com os Sith me causa arrepios! Nada os impede de que eles nos traiam.

????: Sim, é por isso que existe um plano de contingência. Agora, esperemos que nosso anfitrião retorne e elimine este incômodo de que ele falou...


Hmmm... Isso não é bom... É melhor eu achar alguma fenda na parede para me esconder porque... Ahhh justamente isso, o gorila gigante, e maior do que o que tínhamos topado, provavelmente a fêmea mesmo...

*Katarn procura um lugar, ou uma fenda na caverna para se esconder e usa o comunicador*

- Faith, se já terminaram aí, a coisa tá complicada, Valorum morreu, e se você acha que recuperar o corpo dele é bobagem, pense duas vezes, porquê ele está com a armadura Mandaloriana... Tem uma nave melhor aqui dentro, a que vimos chegando mais cedo. Se vier, venha com nave e tudo pra chegar explodindo, se preciso jogue a nave neles. Tem dois droides de batalha, dos que topamos na Crimson, e mais sete comuns, e pra completar um gorila gigante...

O Coronel vai ficar bem chateado em saber que o Comércio se mancomuna com os Sith... Ou não, ele é doido por um campo de batalha.



*Nota: Katarn está com o rifle, não a pistola*


Última edição por Darbis em Qui Jan 28, 2016 12:32 am, editado 1 vez(es)

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Re: CAPÍTULO 3

Mensagem  Alexandre em Qua Jan 27, 2016 1:33 pm

Grande e pesada. E claro, eu não faço questão nenhuma de ser "capitã". A minha nave é apenas um meiom de transporte. Ok, um meio de transporte bem estilizado e com lasers para atirar no que aparecer ao longo do caminho, mas a minha vida não depende disso: Não nasci com essa nave, ja troquei de naves pelo menos meia duzia de vezes, não é como se eu tivesse nascido para isso.

Por isso, apenas tratava de providencia "ângulo" bastante para que Reynolds atirasse, treinando sua pontaria e dando cabo dos droids. A batalha segue, e no momento que parece que Seraph esta tendo uma vantagem, o Sith ARRANCA a mão dele? Mas tem algo mais...O jeito que eles se olham depois que o capacete do cara malvado partiu...Eles se conhecem?

Nosso antagonista recua, e sequer era preciso o pedido dele para pousar a nave. Ele entra e parece completamente diferente a tudo e a todos. Vai ver que algum parafuso la dentro se perdeu:

- Seraph, você ta legal? Sabe, você perdeu uma mão...Cara malvado de preto la dentro...

Não perderia muito tempo. Faith mantinha a nave ligada, pois apesar da calma aparente do Jedi tempo era algo que não tinham:

- REYNOLDS! Nada mal, talvez você tenha mais talentos que você mesmo saiba. Assuma sua posição capitão, precisamos dar o fora. Mantenha essa banheira ligada, esse pedaço de pedra ja encheu o saco... Alias, não tem uma frequência para falar com nosso contratante? Sabe, dizer que ainda estamos respirando, para manter a gente na folha de pagamento...

Acho que essa parte é meio tarde demais Faith.

De qualquer forma, ela passava os olhos pelas câmeras, vendo novamente a figura de Slimp, o que fazia com que ela saisse da nave de forma abrupta e se aproximasse de forma a ver Rowena...Fazendo algo. Eu não tenho idéia do que. Tentando usar a força nele?

- Precisamos...Colocar ele na nave. Vamos logo dar o fora desse...

E nesse instante a voz de Katar era ouvida do comunicador.

Esse cara não pode estar falando sério, depois eu sou a maluca.

- Ah as coisas estão complicadas ai? Bem lamento dizer que o nosso amigo de preto arrancou a mão de Seraph e esta indo na sua direção. Não me importa se a frota de todo império esta ai dentro com todo estoque de aço Mandaloriano do mundo! Eu prefiro sair viva e tenho uma rota de fuga pronta, e você tem 2 minutos.

Claro que ela não iria contar EXATOS dois minutos, mas Katarn não precisava saber disso.

Valorum estava morto. Com a armadura de Vors. Isso tinha um significado claro.

Bom, na minha cabeça eles ja estavam mortos, agora confirmamos.

Enfim, eu tenho um MINIMO de bom senso de não comprar mais briga ainda do que o necessário.

Eu mal devo conseguir carregar aquela armadura. Nem sei se usaria a espada direito.

É uma pena deixar ela la mas... São coisas da vida.

Faith ajudaria caso Rowena quisesse mover Slimp, preferindo não perguntar como ele estava. Algumas respostas é melhor não saber. Não iria deixar a criaturinha jogada la embaixo de uma forma ou de outra.

Dois minutos e até a próxima.

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Re: CAPÍTULO 3

Mensagem  Jor-El em Qua Jan 27, 2016 11:53 pm

Mesma base de atirar com um blaster, mas adicione isso ao efeito gravidade e movimento constante. Sem falar nos controles muito mais complexos. Mas um bom atirador não inventa desculpas. E eu fiz o serviço sem mais droids. Yahoo! Mesmo assim, não tivemos tantas coisas boas. Slimp já era e ninguém vai mais perguntar se Seraph escreve com a mão esquerda ou direita. E claro que o Katarn foi pra dentro da caverna. Claro que ele foi. Ele tinha que se arriscar e atrasar nossas vidas. Uma boa parte de mim quer deixar ele de presente pra federação e sair daqui. Mas ele confirma uma coisa pior do que o fato dele ser um idiota: o embaixador morreu. Ou seja, morri também. A família dele vai me seguir ate o fim do mundo. Mesmo assim, eu preciso agora me preocupar em sair vivo daqui, pra ser morto depois pelo mascarado ou pelos Vallorum.

Nate: Lehane, eu sou um homem de muitos talentos. E vamos sair em aproximadamente 2 minutos. Sistemas acionados. Velocidade calibrada. Vamos entrar na velocidade da luz assim que sairmos daqui. Junte todo mundo e fale pro seu namorado que eu estou muito tentado a deixa-lo aqui.

Ela ainda fala na armadura de Voors e eu honestamente penso em ir na caverna. Depois eu lembro da quantidade de droids e do Sith na nossa cola e percebo que prefiro atrasar minha aposentadoria e me manter inteiro.

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Re: CAPÍTULO 3

Mensagem  Renata C. em Qui Jan 28, 2016 12:23 am

Ninguém disse que seria fácil...

Apesar de Slimp ser pequeno, ele era muito pesado. Rowena o puxou da melhor maneira que pôde, enquanto tirava ele do meio da batalha entre Seraph e o sith. Apesar da situação, a jovem tentava manter sua mente serena e concentrada.

O poder de Rowena ainda não fazia nenhum efeito visível ao ferimento de Slimp. Mas a jovem jedi não desistiu. Ela ouvia ao fundo os sons da batalha entre o jedi e o sith, mas tentava ainda assim entrar em estágio de meditação, canalizando o poder da Força.. para curar. Apesar da demora em ver algum resultado efetivo, a jovem acreditava com todas as suas forças que era capaz de salvar o Ewok. Ela precisava acreditar nisso.

A despeito da luta que ocorria ela mantinha-se ali, imóvel, do lado do Ewok. A mão estava posicionada sobre o ferimento causado pelo sabre de luz.

Até que... Rowena sentiu a dor de Seraph. Claro que sentiu, eles estavam conectados pela Força.

Ela estava de costas para a batalha, concentrada no que fazia, mas... além de sentir a dor de Seraph, ela ouviu a voz dele.

- Mestre..? - Sussurrou consigo mesma, antes de virar a tempo de ver o homem que a ensinou tantas coisas vestido de negro. Ele havia feito aquele ferimento que agora Rowena tentava curar. Aquele homem que sempre se mostrou tão bondoso. Seu coração ficou apertado. Ela viu que ele corria para dentro da caverna e... juntou toda sua determinação para continuar curando Slimp. Tentou manter a mente mais do que concentrada. Ela não queria pensar em nada naquele momento. Em absolutamente nada.

Quando Seraph passou por ela arrancando o pingente que Slimp trazia ao pescoço, Rowena nem se moveu. Apenas quando Faith se aproximou oferecendo ajuda para carregar Slimp até a nave, que a garota se mexeu. Fez um sinal de afirmativo, e então as duas levaram o ewok até a nave. Quando se levantou, Rowena levou o dorso da mão até o rosto, secando uma lágrima do olho que mal tivera tempo de brotar direito. Ela não iria chorar. Ela não podia chorar.

Pois agora o que aquela garota precisava, mais do que tudo, ser corajosa.

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Re: CAPÍTULO 3

Mensagem  Scorpion em Qui Jan 28, 2016 1:55 am

A nave sequer pousa para receber os heróis que do solo de Endor voltavam. Dos 4 que estavam fora, apenas uma voltava sem estar ferida. Rowena arrastava Slimp e Faith logo desceu para ajudá-la. Seraph entrou logo em seguida, com a cara amargurada e segurando o pulso ferido e cauterizado pelo sabre. Darh Sarin não mais era visto naquela região, devendo ter adentrado na caverna, fugindo dos disparos que Nate fez contra ele. Mas... o que era isso em você, Seraph? Era ódio? Desespero? Raiva? A maneira como você tomou o cordão com o cristal negro do Ewok à beira da morte foi... você não está colocando a culpa no pequeno, está?

Enquanto Faith ajudava Rowena, ambas colocaram Slimp no chão. Sim, pois esta era uma nave de transporte de droids, então... nada de assentos confortáveis. Apenas os ganchos mecanizados que seguravam os droids pelas cabeças. Rowena mantinha os olhos totalmente cerrados e concentrados. Ela focava toda a sua atenção em fechar o ferimento do sabre vermelho na altura do umbigo do Ewok. Slimp ainda esboçava algumas reações. Ele segurou a mão de Faith e olhou pra ela, como se ela fosse a única amiga no mundo dele.

Slimp: Slimp... medo. Slimp não quer.... morrer.

Ele olhou para Rowena e depois de volta para Faith.

Slimp: Faith... certa. Moça boa...

Ele respirava com dificuldade, mas Rowena não tirava os joelhos do chão para deixar a cura passar. Rowena sabia que podia curar a mão de Seraph se agisse rápido. Bastava abrir o ferimento com uma faca e usar os poderes dA Força por um bom tempo, e os nervos, músculos e tendões se ligariam de novo. Ossos calcificariam... A mão de Seraph não seria mais a mesma por alguns meses, mas ele poderia voltar a usá-la com maestria. Mas fazer isso significaria deixar o primeiro Ewok usuário da Força perecer. A garota preferia não arriscar uma vida.

Enquanto isso, Nate começa a fazer os cálculos para entrarem no hyper espaço e saírem dali. Enquanto isso, Seraph consegue finalmente contato com o Conselho Jedi. Na holografia, mestre Yoda, Mestre Windu e Mestra Shak'ti aparecem sentados. Ele passa as informações, parecendo ferido. Pálido e irrascível, Seraph fala com os três mestres. Nate e Seraph podem ouvir notícias não muito boas...

Windu: Acalme-se, Seraph. Você parece estar seguro agora.

Yoda: Notícias ruins, essas são. Um poderoso mestre, Dag Oneth era, mas sedutor demais, o Lado Negro também ser.

Windu: Seraph, preciso que me escute. Iremos depois atrás dos responsáveis pela morte de Rayte Odan. Mas agora, você e seu grupo precisam se erguer e respirar. Voltar para cá pode ser um tanto perigoso. A irmã do Embaixador que foi com vocês, ela acredita que o irmão morreu e que foi emboscado. Ela conseguiu convencer diversos membros do Senado a expedirem uma ordem de captura para interrogatório de vocês sobre o irmão dela. Se forem capturados, não haverá nada que possamos fazer, a não ser advogá-los.

Shak'Ti: Esse cristal negro que você diz. Onde foi encontrado? Vocês estão de posse dele?

Yoda: Perigosos são, os cristais negros. De um tempo perdido, eles vêm. A Guerra dos Sith... Construir sabre de luz com ele, você não dever, Seraph.

Windu: Sim... Mantenha-o em segurança e traga-o para o conselho quando for seguro, você entendeu? Você está ferido e, se Dag Oneth está mesmo corrompido pelo Lado Negro, então você precisará de ajuda. Eu estou abrindo um novo canal de comunicação. Existem dois jedi que estão em Cerea, em missão diplomática com os Cereanos. Eles poderão prestar o auxílio que vocês precisam até que tudo seja esclarecido.

Então, um novo canal holográfico se abriu e duas figuras azuladas pela holografia surgiram.



Qui Gon: É uma satisfação vê-lo, Mestre Windu. Qual o problema?

Windu: Mestre Qui Gon-Jinn, Obi Wan Kenobi. Estamos entrando em contato pois um dos mestres acabou de perder o seu Padawan e está ferido. Requisita ajuda e socorro imediato. Vocês estão em Cerea. Podem ajudá-lo?

Qui Gon: Sim, Mestre Windu. Nós estamos à disposição. Por favor, mestre Seraph, ajuste a sua rota para Cerea. Venham pelo lado escuro do planeta, na região de Tecave.

Windu: Eles estão sendo procurados pela República, Mestre Qui Gon. Além disso, estão de posse de algo muito importante.

Qui Gon: Eu entendo... neste caso, toda a cautela é pouca. Encontrem-nos nas ruínas dos templos aos arredores de Cerea. É uma região desabitada, creio ser segura.

Dizendo isso, Qui Gon desligou...

E os dois minutos passaram. O que os heróis fariam?

Enquanto isso, dentro da caverna, Katarn estava escondido atrás de caixotes de aço. Ele esperava o momento em que o Sith passaria, para poder tentar esgueirar-se, mas os minutos passaram e o Sith não apareceu. Enquanto isso, os droids estavam levando os caixotes para dentro daquela nave, e Katarn sabia que logo não haveria mais lugar para ele se enconder. Então, ele fez a única coisa que poderia fazer além de sair atirando, ou de tentar correr pela caverna e dar de cara com um Sith... ele entrou num dos caixotes!

Katarn só conseguia sentir pedras pontiagudas debaixo dele. Não era cortantes, mas incomodavam bastante e se ele se mexesse muito, poderia se cortar por acidente. Mais de sete minutos se passaram, até que ele ouviu um dos droids dizer que esta era a última. Ele sentiu a caixa se mover e ser levantada. Estava tudo muito escuro e ele nada via. A caixa foi levada... levada... erguida... levada.... virou.... e então foi colocada no chão.

Ele ouviu o barulho de ar comprimido sendo esguichado e um barulho de metal, que deveria ser de uma porta, ou comporta. Então, começou a ouvir o barulho abafado de uma ignição e sentiu que a caixa começava a tomar velocidade, assim como todo o ambiente...

Em outro lugar, lá embaixo...

ALC-1: Mestres? Oh, mestres, por favor! Não me esqueçam aqui....

Mas era tarde demais, para a pobre cabeça.

Nota: Katarn não levou a cabeça de ALC-1. Ele não teria como ter feito tudo o que fez, mas eu assumi que vocês tinham comunicadores, o que é muito comum.

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Re: CAPÍTULO 3

Mensagem  Darbis em Qui Jan 28, 2016 2:25 am

~De dentro da caixa~

- Faith, vocês vão ter que ir sem mim.

Agora... O que diabos são essas pedrinhas? A Federação deve estar extraindo minerais daqui pra fazer combustível ou metal para construir droides... Melhor esperar o momento propício para sair daqui e xeretar a nave. O que eu pude fazer eu fiz, vou desligar o comunicador pra não ser descoberto por acidente.

*Katarn então desliga o comunicador e espera alguns minutos para sair do caixote*

Hmmm... Eu tenho a impressão de que estou esquecendo alguma coisa...

ALC-1: Mestres? Oh, mestres, por favor! Não me esqueçam aqui....

... Naaaahhh... Só minha dignidade mesmo...

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Re: CAPÍTULO 3

Mensagem  Alexandre em Qui Jan 28, 2016 7:32 am

Ei eu falei "dois minutos" apenas por falar. Poderiam ter sido 3, 5...

Ah mas Reynolds tá de boa, porque vou ser eu aquela a discordar do que ele esta falando? Quer dizer, não é sempre que ele passa 5 minutos sem fazer, ou principalmente, sem falar alguma bobagem.

Claro que ele tinha que fazer aquele comentário sobre "namorado". Que fazia Faith revirar os olhos de uma maneira nada discreta fazendo ela olhar com uma mistura de confusão e desapontamento em direção ao novamente "Capitão"




- Recomfortante... - Falava com um tom sarcástico. - Mantenha essa banheira pronta e você ouviu o que eu disse a respeito de Lugan? Sei que nosso passeio não anda la as 1000 maravilhas mas foi uma casualidade Reynolds. Faça sua parte e eu até posso vir a falar em seu favor... Tenho certeza que se o objetivo final for alcançado, Lugan vai ficar satisfeito. Então...Radio?

Repetia dando destaque a parte de "entre em contato com Lugan se possível, eu ainda quero meu pagamento" E logo saia dali, ajudando Rowena a carregar Slimp, apesar de mais uma vez não pensar muito a respeito. Quando se vive no limite, muitas vezes você apenas "faz'. Ação e Reação. De forma que quando ele segurou a mão da garota, ela realmente pareceu assustada, ouvindo a voz dele.

- Ei, ei baixinho...Você vai ficar bem ta legal? Ainda vai ter seu próprio Tatakka e ser um desses Jedis...- Falava baixo e piscava para Slimp. Sempre tinha a tendência a esquecer que só ela o entendia, então olhava para Rowena:

- Ele esta arrependido do que disse antes, disse que você é boa Rowena. Tudo bem, eu sou uma excelente juiza de caráter. - Ficaria alguns instantes com Slimp, mas acreditava que ele precisava descansar e precisavam aprontar sua saída. Faith esperava quase em silêncio em pé próxima a entrada da nave quando, passados os 2 minutos ouvia a voz de Katarn?

Como é que é?

- Katarn você ENLOUQUECEU? O que pensa que...KATARN? - E ouvia o comunicador ser desligado. O que aquele maluco estava pensando? Faith praticamente bufava de raiva andando a passos pesados e sentando próxima a Reynolds no painel de controle:

- Parabéns, você tem uma nova co-piloto. Mas pense positivo, temos dois jedis e meio como guarda pessoal. Você ouviu, ele não vem e precisamos sair daqui desse buraco antes que eles venham atras de nós. Eu não salvei nossa pele meia duzia de vezes para que a federação exploda a gente dentro dessa nave...

Viver para ficar rico outro dia Nate.

E a própria Faith começava a ligar os comandos se Reynolds não o fizesse, não parecendo lá muito radiante enquanto balançava a cabeça negativamente. Paciência, se ele preferia ir sozinho a escolha era dele. Tem coisas demais para ficar se preocupando e eu posso fazer isso no espaço.

Nossa, porque todo homem nessa tripulação é suicida?

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Re: CAPÍTULO 3

Mensagem  Ricardo Sato em Qui Jan 28, 2016 7:52 am

Seraph se aproxima dos outros e se senta ao chão se preparando para meditar....

A irmã de Vallorunn parecer ter a impressão de que seus companheiros fizeram algo a ele,a menos que queiram enfrentar os militares da república antes que possam ter alguma defesa devemos partir para Cerea.
Lado escuro da região de Tecave,em direção as ruínas dos templos,lá existem pessoas que ao menos podem nos ajudar com o problema do sith.
Se decidirem ir a república peço que me deixem nesse lugar.......


Estava decpicionado,mas não era algo que o surprendia de todo,era inútil odiar,mas era necessário anular aquele monstro,o cristal não ficaria com ele e já que ele não sabia que estava aqui demoraria até nos perseguir....era o tempo necessário.


Tentaria manter os tecidos do braço cortado vivos através da cura pela força,afinal em Cerea talvez algo pudesse ser feito...não queria usar um braço robótico,mas faria se necessário.
Em posição de lótus com o braço em sua mão e olhos fechados ele se concentrava,porém mentalmente ele se lembrava e tentava absorver os movimentos de Jar'kai.

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Re: CAPÍTULO 3

Mensagem  Alexandre em Qui Jan 28, 2016 8:06 am

[ADENDO]

Faith ouvia o comentário de Seraph, e olhava para Reynolds.

- Mais Jedis? Cara, em um dia você não ve nenhum a vida inteira e no dia seguinte...- Parava por alguns instantes como se considerando: - Bem, se nos vamos até la, acho que podemos aceitar um pouco de ajuda. Considerando o fato que estamos sem mantimentos, mecânico... E aparentemente com a república atras de nós querendo fazer perguntas. Acho que estamos todos no mesmo barco, ou nave.

Jedis podiam representar um ponto positivo se testemunhassem ao favor deles.

Talvez alguns sejam meio influentes, eu sei la.

A meia hora atrás, para mim vocês não existiam!

Agora, até mesmo Slimp é um deles...E seria uma boa levar o amiguinho até o templo, ele ia ficar bem e entre os "dele".


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Re: CAPÍTULO 3

Mensagem  Scorpion em Qui Jan 28, 2016 1:50 pm

NISA

Lugan se afasta e sorri para a jovem Nisa.

Lugan: Minha jovem, eu não tenho qualquer interesse em fazer parte do Senado. Estou muito bem onde estou, obrigado. Uma pessoa só pode fazer o "trabalho social" que eu faço mantendo-se no anonimato. Apenas as pessoas que eu julgo interessante saberem quem eu sou é que sabem. Eu não procuro visibilidade, mas...

Ele tocou no queixo de Nisa. Havia um certo ar irônico na voz dele.

Lugan: ...eu posso ter alguma utilidade para alguém com certa visão, como você. Entretanto, se o que busco cair nas mãos da República e, consequentemente nas mãos dos jedis, a pessoa para quem eu trabalho ficará muito... descontente. E isso seria ruim para mim, ruim para você, ruim para todos... se é que me entende.

Ele começou a afastar-se, mas ainda falou.

Lugan: Eu vou deixar que se conheçam. O senhor Fett tem interesse especial em ajudá-la nesta empreitada. Uma boa tarde, minha senhora.

O Mercenário estava ao lado de Nisa. Ele falou, com uma voz auxiliada por um sintetizador, que a deixava meio mecânica.

Jango: Faith Lehanne é uma Caçadora de Recompensas muito conhecida no nosso meio. Ir atrás dela vai ser bom para os negócios, especialmente se ela resolver resistir. Além disso, o Senhor Lugan tem receio de que Nate Reynolds tenha comprado a lealdade dela e estejam tentando escapar, simulando um ataque e um acidente, para então repassarem a mercadoria para outro... negociante. Um certo Hutt, se é que me entende. Ele pagaria bem caro pelo que eles estão transportando... isso é, se encontraram de fato o que o senhor Lugan pediu.

Ela podia ver que Jango Fett usava uma armadura moderna, equipada com diversos gadgets estranhos, além de um blaster acoplado no antebraço e de uma mochila voadora. Nisa já havia ouvido falar em Jango Fett. Assim como Faith, ele possuía uma certa fama. Ele continuou.

Jango: Tenho 8 homens e uma nave preparada para irmos ao encalço deles. Se a senhora quiser nos acompanhar... entretanto, não garanto a sua segurança.

Então, Nisa sentiu uma leve dor de cabeça, que começava a incomodar um pouco...

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Re: CAPÍTULO 3

Mensagem  Scorpion em Qui Jan 28, 2016 3:01 pm

NOTA: ESTE É O ÚLTIMO POST DO CAPÍTULO 3. PREPAREM-SE PARA O XP E, MAIS UMA VEZ, QUEM FOR GASTAR, GASTE ANTES DE POSTAR NO NOVO CAPÍTULO!

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Re: CAPÍTULO 3

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Qui Jan 28, 2016 7:21 pm



Bando de ladrões, mercenários sem honra, assassinos e escória. Terrível ter de lidar com esse tipo de gente para poder achar meu irmão. E pior que ele foi acompanhado desse tipo de gente, se algo aconteceu com ele nunca poderei perdoa-los.

-Entendo, Senhor Fett... Realmente entendo. Eles estão com as mercadorias de Lugan, elas podem ter algo ilegal. Podemos ver isso depois, não me interessa nada disso nesse caso. Só que nada mais me importa a não ser meu irmão. Eu não quero a garota morta porque preciso saber o que aconteceu e onde ela esta, se ela morrer e estiver com meu irmão? Eu sei que se ela reagir é outra questão. Eu  provavelmente irei com vocês... Até para evitar seus "ânimos" de revolta com a moça e com o tal Reynolds. Arrume sua nave e lhe darei a resposta em breve.

A dor na minha cabeça, como mais cedo com meu pai. Como se algo quisesse explodi-la. Me afasto, preciso imediatamente de um calmante.

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Re: CAPÍTULO 3

Mensagem  Renata C. em Sex Jan 29, 2016 9:36 am

Fazer uma escolha nunca é fácil.

No caso de Rowena, levando em conta a habilidade do uso da Força que ela tinha mais proficiência, a cura, ter que fazer uma escolha era ainda mais difícil.

A jovem sabia que com certo esforço poderia curar sua mão, Seraph. Mas... a que preço? Se abandonasse Slimp no meio do processo era praticamente certeza que ele morreria. Ela arriscaria a própria vida sem pensar para te ajudar, Seraph, mas... não arriscaria uma outra vida.

Tinha que pensar racionalmente, embora isso fosse difícil. Não sabia se  Slimp iria sobreviver. Mas ela tinha que acreditar nisso. Porque a dúvida é uma fraqueza. Não duvide do que você é capaz de fazer, Rowena.

Ninguém mais vai morrer hoje.

O fato dele ter dito algo reagindo também causou uma leve surpresa na aprendiz de jedi. Mas ela não entendia o que ele falava. Faith também estava ali, do lado dele. E traduziu para Rowena o que ele disse.

A garota deu um leve sorriso em resposta para Faith. Mas mantinha o foco no que estava fazendo, ajoelhada próxima ao Ewok.

A concentração tornava Rowena ligeiramente alheia a maioria das coisas que aconteciam ali.

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