CAPÍTULO 2

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CAPÍTULO 2

Mensagem  Scorpion em Ter Dez 29, 2015 11:38 pm

[Como combinado, assumam que Rayte solicitou em ficar para trás. Sato, você a partir de agora posta com o seu Jedi, mas só após fazer sua ficha e histórico, então, adiante logo isso].

O alarme da Crimson soava nos ouvidos de vocês. A cada girada da luz vermelha pelos corredores, a tensão aumentava, como se a própria nave estivesse fazendo uma contagem regressiva da própria morte. O mestre não teve muito tempo para se despedir do seu Padawan, afinal, o mesmo havia sido ferido no combate e tinha poucos argumentos.
Correndo para os Pods foram Voors, Vallorum, Katarn e ALC-1... No outro, foram Faith, Reynolds e o Mestre Jedi.

O Pod de Faith, reynolds e do Jedi partem primeiro. Poucos segundos depois, o outro Pod parte... e a Crimson explode como uma estrela a nascer, poucos segundos depois que o Pod de Katarn e Vallorum desacopla do lugar. Assim que o Pod começa a descida, Katarn e seus companheiros obsrvam que a luz do mesmo está piscando insistentemente, enquanto um barulho irritante, como o que a Crimson fazia antes de explodir começa a soar... era fato: o Pod foi avariado pelo impacto da explosão!

Katarn tenta assumir o controle, mas a direção parece não responder muito bem.

Os membros do outro Pod podem observar o Pod dos colegas virando uma imensa bola de fogo quando entra na atmosfera Endoriana. O Pod gira desesperadamente, como que sem o menor controle... A atmosfera da pequena Lua Endoriana se faz presente. Florestas e mais florestas estão naquele lugar, como um mundo nunca antes desbravado... apesar de que alguns ali sabiam que era mentira. Havia vida em Endor...

O Pod de Faith, Reynolds e do Jedi possui pouco combustível e oxigênio. Eles não podem se dar o luxo de seguir o Pod de Katarn e Vallorum. O mesmo entra como uma imensa bola de fogo no meio da floresta, à uma velocidade nada segura, sumindo em meio às gigantescas árvores Endorianas.

Faith consegue pousar o Pod com segurança... Katarn não...

********************************************************

FAITH, REYNOLDS E JEDI

O Pod pousa com certa tranquilidade... mas aquilo é um Pod de emergência. Ele não serve como nave exploratória e muito menos para fazer viagens espaciais. Se acharam que voltariam para casa com esse Pod, tirem o Bantha da chuva: não vão! A cápsula se abre e vocês podem finalmente respirar o ar puro de Endor.
Vocês avaliam as condições e todos estão tao bem quanto estavam quando deixaram a nave. Ao longe.... bem ao longe, vocês avistam uma fumaça nos céus, que só poe ser do Pod dos companheiros. Entretanto, vocês sentem que não estão sozinhos... Olhando ao redor, vocês podem ver que diversos olhos brilhantes olham da mata para vocês. Não dá pra saber o que eram, só que são diversos e grandes olhos brilhantes...

Então, vocês ouvem um enorme rugido, ecoando de algum lugar longe da floresta... e o que mais gela a espinha de vocês, é que o rugido parece estar bem longe... mas é alto o suficiente para fazer com que todos os olhos à volta de vocês se apaguem por alguns segundos... até voltarem a se acender novamente... e vocês sentem que estão cercados... pelo menos 20 pares de olhos... talvez mais.

********************************************************

KATARN, VALLORUM, ALC-1, VOORS E ROWENA

A queda não foi nada fácil... E nenhum de vocês conseguiu aguentar à ela sozinho. Mas você viu aquela bola de fogo caindo dos céus, não viu, Rowena? Você sabe que é um Pod de escape... então você correu até o local onde teve o choque e viu um Pod de escape vermelho. Você usa seu sabre pra abrir o cockpit e vê três homens desmaiados lá dentro.
Então... o urro! Um urro grutual e enorme que você não sabe exatamente de quem é, mas pelo pouco tempo que já passou nesta lua, você sabe que boa coisa não é. O urro está perto... e a sua percepção indica que você não tem muito tempo. Então você agarra um dos homens ali e o tira de perto. Sorte a sua, Joshua Katarn (escolha da jogadora)...

Poucas horas depois, Rowena usou os seus poderes de curar pela força e você está acordando. Vocês estão numa clareira e você pode ver uma jovem humana com as mãos sobre você... seus ferimentos parecem doer menos. Mas... o que aconteceu? Onde estão Vallorum, Voors e ALC-1?

Enquanto isso, vocês acordam em outro lugar, Vallorum... Você desperta ao lado de Voors. Estão com seus equipamentos, mas estão em uma... uma cela? O mais estranho é que esta cela causa uma espécie de vertigem... mas... é porque ela está balançando? Não... iso não é uma cela... é uma... é uma GAIOLA!?

Vocês ouvem um grito grutual.... alto... e passos... mas são passos pesados. Tão pesados... que o chão treme.

Bem Vindos ao Capítulo 2!

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Re: CAPÍTULO 2

Mensagem  Ricardo Sato em Qua Dez 30, 2015 1:19 am

Os últimos minutos haviam sido estranhos e dolorosos,havia escolhido o padawan Rayte porque ele era apressado demais,impulsivo demais..era preciso ensinar paciência a ele.
Mas a inexperiência tornou tudo uma confusão,era uma batalha real e as emoções de todos estavam a flor da pele,por um segundo ele tinha se deixado levar e tudo tinha ido por água abaixo.
O garoto decidira ficar,quando tentou argumentar uma tontura gerada pelos ferimentos o deixou desnorteado,ele quase vomitou e tudo girou,tinha apagado por um instante.
E no instante seguinte era tarde demais...havia sido jogado no pod e não tinha como voltar atrás....fôra um tolo.
Primeiro se meteu nisso tudo para ir atrás de seu mestre....mas porque?porque ele fôra como um pai?Não,Seraph nem saberia como era algo assim.
No tempo que tinha ele começou a se curar lentamente,não falharia denovo...mais do que isso ele precisava se lembrar que não podia sentir-se triste,nem por Rayte nem por Dag.......compaixão levava ao apego que levava ao medo de perder que levava ao lado negro,para Seraph o lado negro era menos que um bixo papão e mais como uma escolha....esquecer-se do equilíbrio,esquecer-se de que todos estavam unidos e focar-se em seus próprios anseios egoístas...isso era o lado negro.

Ao sair da nave eles se viram cercados,o sabre instintivamente era tocado mas dessa vez sacá-lo seria somente feito se fosse necessário.
Primeiro ele estende sua mão e se foca nos olhos,eles sentiam medo?raiva?fome?..quando descobri-se seria a hora de usar a força.
Induziria um deles,de preferência o líder a revelar-se e acalmar-se.

Não desejo ferí-los,mas também não posso deixar que nos ataquem.

Lutaria se necessário...mas não custaria tentar.

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Re: CAPÍTULO 2

Mensagem  Alexandre em Qua Dez 30, 2015 2:03 am

Mais um animado dia na vida de uma caçadora de recompensas. E nossa aquele estava sendo BEM animado!

Depois de toda aquela agitação, era hora de uma...Retirada estratégica. Ao menos seu contrato e o Mestre Jedi, que descobrira a poucas horas que aparentemente toda aquela história de Força não era apenas coisas que contavam para as crianças dormir melhor a noite realmente eram reais assim como seus usuários e o grande "Capitão" Reynolds, sua garantia de lucro.

Afinal ainda estamos em missão. Eu estou. E você também Reynolds.

- E la se vai sua nave capitão... - E Faith se via quase que hipnotizada, de certa forma fascinada com todo aquele brilho gerado pela explosão. Bem, claro que eu sei que haviam pessoas la dentro e tudo mais mas...A mente dela é mais simples que isso, analizar a beleza escondida em cada uma das coisas...Sabe, o lado bom da vida? Então ela conseguia ver com clareza como parte da explosão parecia atingir o outro pad e isso faria com que as coisas saissem um pouco dos eixos para seus companheiros.

Pouco Oxigênio? Como se eu fosse me arriscar...Prioridades, prioridades.

Bem, logo a capsula estava no chão e Faith não demorava muito para que a jovem praticamente chutasse a porta e saisse dali. Ela respirava profundamente aquele ar puro e se espreguiçava, ainda segurando o rifle. Estalos baixos dos ossos de sua coluna e braços podiam ser ouvidos. Ao menos estava fora daquela coisa, sorria de olhos fechados. Mais uma vez, aproveitar as pequenas coisas.

Enquanto se pode.

E via aquela série de pequenos olhos. Animais? Pessoas? Se ao menos soubesse o que eram poderia tentar se comunicar.

- Não ensinaram vocês que é feio ficar espiando? - E ela apenas parecia mais uma vez preparar o rifle, sem mirar em nada, ja que bem haviam alvos demais! Falava no idioma que fosse o mais comum em Endor, entre os seus habitantes. Logo havia o grito e Faith quase que automaticamente se virava naquela direção.




As aventuras que se tem nesse ramo, sempre tão emocionantes...

Bom, assim como eles, ela não ia a lugar nenhum. Falavra com Seraph em tom baixo:

- Certo, você pega aquela uma duzia da esquerda ok? Eu pego os da direita...Se eles atacarem claro. Ah, deixa uns dois para o Reynolds, não queremos ferir o ego dele, afinal a nave dele fez "powww"... - Falava enquanto fazia um gesto com a mão discreto, acompanhado do som de explosão. Permaneceria na mesma posição, com o rifle apontado para baixo.

Aguardar, aguardar, aguardar...

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Re: CAPÍTULO 2

Mensagem  Darbis em Qua Dez 30, 2015 7:31 pm

~Durante a queda~

Como eu pensei... tomamos uma bela de uma explosão no rabo... Os controles estão avariados...

- VOORS! AMARRE O EMBAIXADOR E SENTE SEU TRASEIRO METÁLICO BEM FIRME! A QUEDA VAI SER DURA!!!

Espero que essa coisa pelo menos não exploda quando aterrissarmos. Vamos lá podzinho não falhe agora!!!
#Crash#

#metáfora#

~O resgate~

...

#metáfora#

- FOGO!!! ABRA!! ABRA!!!! Mas ein...

Mão... Humana... Mulher... Aggghhh... Meu corpo dói... A mão é quente, mas é firme...

- ...

Não vejo ninguém aqui... Não estamos no local da queda... E não sinto minhas armas perto de mim...

- Uhhh... Olá?

Melhor tentar observar quem é essa estranha... Nada de abrir a boca Katarn, não sei que tipo de criatura vive em Endor.

- Obrigado por me tirar do pod...

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Re: CAPÍTULO 2

Mensagem  Renata C. em Qua Dez 30, 2015 11:42 pm

A jovem mantinha-se em silêncio, sentada sobre as próprias pernas. Mal se movia, de modo que parecia ser parte da paisagem de Endor.

A respiração mantinha um ritmo lento. Os últimos acontecimentos a deixaram ligeiramente desnorteada, ela ponderava sobre o que fazer a seguir. A única certeza que Rowena tinha era a de que seu mestre estava vivo, ela podia sentir isso. Mas não sabia por onde começar. Ainda era tão inexperiente... E estava completamente sozinha

"Não há emoção, há paz."

Aquietar a sua mente e colocar em ordem os pensamentos, esse foi o primeiro ensinamento de seu mestre. Ele via em Rowena a imensa força de vontade que ela possuía, mas conduziu seu treinamento de maneira a deixá-la focada. Ela era uma aprendiz, não seria capaz de abraçar o mundo.

Um barulho tirou a padawan de sua meditação e seus pensamentos. E olhando para o céu, ela viu algo em chamas caindo na direção do solo. Com um movimento de extrema leveza, sem apoiar as mãos no chão, ela se levantou.

O veículo não havia caído longe, então ela correu para ajudar caso alguém estivesse ferido. Era seu dever como jedi, não era?  

Rowena usava o robe jedi e, preso a sua cintura, estava o seu sabre de luz.

Logo ela encontrava um pod, sacou o sabre e rapidamente abriu o cockpit. Haviam três homens desmaiados, mas um urro de algo que se aproximava a fez ter certeza de que não teria tempo de salvar os três. Teria que fazer uma escolha, e não tinha tempo hábil para pensar muito a respeito.

Puxou então Katarn até uma distância que julgou segura e um lugar que considerou escondido.

---

Katarn, quando você acordou pode notar que diante de você estava uma jovem humana que não deveria ter mais que 17 anos. Pelas vestes dela, era possível saber que se tratava de uma jedi. O capuz estava abaixado, de maneira que você pode ver o cabelo comprido e ornado com algumas tranças. Se olhasse em sua cintura também veria o sabre de luz preso ao cinto.

Rowena mantinha-se concentrada e você podia ver uma aura brilhante que as mãos dela emitiam, conforme seus ferimentos eram curados. Ela não falou com você até que terminasse.

- Meu nome é Rowena. Seu pod caiu e infelizmente algo estava se aproximando e eu não tive tempo de socorrer seus amigos. - O tom de voz dela era suave e passava uma grande tranquilidade para você, Katarn. - Você se sente melhor?

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Re: CAPÍTULO 2

Mensagem  Jor-El em Qui Dez 31, 2015 4:11 am

Ok. E eu achava que os simuladores de pods de quando eu era moleque davam enjoo. Pelo menos saímos inteiros, eu acho. Mas estamos no meio de um deserto, sem recursos, sem nave( meu bebe), com um bando de olhos estranhos virados pra gente e eu tenho quase certeza que a outra metade do nosso grupo de "exploradores do desconhecido" morreu. Que divertido.

Reynolds: Lehane, eu sei que você tem esse desejo heroico por adrenalina e aventura, também chamado de idiotice pelos mais sábios, mas são 20 contra 3. Nessas horas, você não elimina todos. Você atira pra abrir caminho e depois sai correndo feito uma garotinha. Achei que tava implícito.

Por que eu fiquei perto dessa louca? Ela vai me matar apenas pra se divertir. E não com um tiro. Mas vai irritar alguém em uma taverna e provocar uma briga. Ou vai arranjar briga com um Toydariano( aqueles protótipos de insetos são do demônio). E, agora, não adianta mais. Eles já viram as armas, vou ter que atirar. Não gosto, mas sei me virar o suficiente com um blaster para mandar essas coisas pro espaço, eu espero. Fico em posição, para, na primeira chance, acabar com eles.


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Re: CAPÍTULO 2

Mensagem  Darbis em Qui Dez 31, 2015 2:40 pm

- Meu nome é Rowena. Seu pod caiu e infelizmente algo estava se aproximando e eu não tive tempo de socorrer seus amigos. Você se sente melhor?

Parece uma criança... Jedi... Parece que está tentando me acalmar... Não tão simples garota. Eu tenho coisas pra fazer.

- Hmmm... Me sinto melhor. Dolorido. Mas vou sobreviver. ... O que diabos uma criança está fazendo no meio do nada? Vocês Jedi não costumam andar em dupla?

Melhor pegar minhas coisas do chão e começar a me equipar. De qualquer forma vou ter que ir atrás do Embaixador mesmo. Aposto que nem acordou do desmaio ainda aquela princesinha... - Hrrrr... Malditos políticos... *Katarn nota que rosnou alto demais*

- Desculpe por isso criança. Estou em uma missão e preciso resgatar pelo menos um dos meus companheiros que estavam no pod. Um Embaixador. Hrrrr... Políticos... Sempre achando que sair por aí em território hostil é uma "aventura".

Melhor me concentrar no que eu posso fazer agora... Talvez a garota possa me ajudar, talvez não, talvez ela só esteja esperando alguém...

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Re: CAPÍTULO 2

Mensagem  Renata C. em Qui Dez 31, 2015 5:09 pm

[adendo para responder ao Katarn]

Rowena ouviu o que ele dizia, arqueando uma das sobrancelhas levemente ao ser chamada de criança. E também ao ouví-lo grunhir daquela forma.

- Sim, nós costumamos. Mas meu mestre desapareceu quando seguiu  sozinho em uma missão, e o último sinal que eu tive dele foi daqui de Endor. Eu vim procurá-lo.

E se você soubesse do longo caminho que ela percorreu até aqui, ficaria surpreso. Porque ela ainda não havia contado para você, mas não era oficialmente uma jedi. Apesar do sabre. Apesar das roupas. Ainda não havia sido apresentada ao Conselho.

Rowena apenas permanecia próxima a ele, observando-o se levantar e ouvindo com uma expressão curiosa. Não era o objetivo inicial dela ali, mas o pod deles tinha caído dos céus quando ela estava meditando. Era claramente um sinal.

Também havia o fato de não ter tido tempo suficiente para salvar todos. Por isso seguiria com ele para ajudá-los. Também era função de um jedi ajudar quem precisa.

- Vamos até o lugar onde o pod caiu. Não é longe daqui. A propósito, você ainda não falou seu nome.

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Re: CAPÍTULO 2

Mensagem  Darbis em Sab Jan 02, 2016 4:42 pm

Mestre desaparecido ein... As coisas sempre são estranhas quando envolvem Jedi. Eu poderia apostar que nós vamos acabar topando com o mestre dela a qualquer momento...


- Vamos até o lugar onde o pod caiu. Não é longe daqui. A propósito, você ainda não falou seu nome.

- Hmmm... Nome... Katarn. Joshua. ... Obrigado novamente... Por ter me tirado do pod...

Ir ao pod é uma boa. Posso pegar o comunicador e minha sacola de ferramentas.

- Se seu mestre tem algum tipo de comunicador ou transpounder talvez eu possa encontrá-lo... Mas vou precisar de tempo pra construir um localizador e vou precisar de algumas peças que estão no pod.

Ahhh droga... O maldito Embaixador...

- ... Hrrrr... Já estava me esquecendo do Embaixador... Existe alguma razão por fazermos a coisa que devemos fazer e não a que queremos criança? Às vezes dá nos nervos...

Ter que cuidar desses malditos políticos nunca foi uma aspiração minha. Meu negócio são máquinas e blasters e óleo. Não me agrada ficar cuidando de engomadinhos que se acham aventureiros. Humpf... Vamos ajeitar os pensamentos Katarn. A garota pode me ajudar e você pode ajudar a garota e isso, de alguma forma, é o certo a fazer.

*Se houver resposta à indagação "filosófica" de Katarn então ele dirá*

- Certo... Então vamos andando...

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Re: CAPÍTULO 2

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Seg Jan 04, 2016 9:55 am

Ainda meio zonzo tempo me localizar no espaço. Dor é tudo que senti e que esta me movendo ao mesmo tempo... Um grupo de droids atacou, vi que houveram vítimas, mas não consegui me localizar sobre tudo. Só agora depois de um despertar, a cena não é nada animadora.

-Voors... Esta me ouvindo?

Não espero a resposta. Eu apenas checo se ainda estou com a blaster conforme ouço os pesados passos caminhando na nossa direção.

Onde diabos estamos e que estaria se aproximando? Observo atentamente...

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Re: CAPÍTULO 2

Mensagem  Scorpion em Qua Jan 06, 2016 3:09 pm

O RUGIDO

Avançar até os 55 segundos

SERAPH, FAITH E REYNOLDS

Bem, vocês ao menos tiveram mais sorte que o outro Pod, não é? E que o jovem Rayte Odan também. Ele não esperava que fosse morrer hoje, quando acordou de manhã... mas aora vocês tinham problemas maiores com os quais lidar.
Os três se posicionam de maneira defensiva, apenas esperando o que os observadores iriam fazer. Faith tenta se comunicar, mas tem de falar no idioma comum à Repúblicam visto que Endor é um planeta praticamente desabitado e pouco se sabe sobre ele. Seraph por sua vez usa seus poderes jedi para convencer um deles a se mostrar. Não necessariamente o líder, pois ele não teria como saber quais olhos pertenciam ao líder e se eles sequer tinham um líder, mas funciona, de certa forma. Os três podem ver que uma pequena criatura sai do meio do mato, indo em direção a eles, timida e vagarosamente...



Ele caminha até próximo dos heróis e um reboliço começa a surgir no mato, com algumas vozes estranhas e esganiçadas. O que se aproximou vira-se para trás e faz uns gestos meio nervoso com as mãos. Ele então vira-se novamente para os heróis e fala numa língua estranha, mas que Faith consegue compreender brevemente.

Slimp: Eu, Slimp! Eu do Povo da Lua. Nós ver chuva de fogo, vocês sair chuva de fogo! Vocês ser enviado da Lua para salvar Povo da Lua?

O pequeno Ewok portava uma lança parca de madeira e pedra. Logo, outros começaram a sair da floresta, vendo que os heróis não estavam causando nenhum mal. Eram por volta de 20 a 25, todos armados com lanças, arcos e flechas, ou machadinhos de pedra. Armas de fato rústicas, mas não menos letais nas mãos de pessoas habilidosas. Um Ewok de pelo mais branco e maior que Slimp, aproximou-se. Ele portava um cajado e um capuz feito de couro, além de cordões feitos de ossos, penas e sementes.

Dauk: Slimp! Slimp, sair daí! Forasteiros, Dauk não saber intenções deles.

Então, o Ewok branco viu o sabre de luz na cintura de Seraph. Ele arregalou os olhos e apontou para o sabre com o cajado.

Dauk: Tatakka! TATAKKA!!!!

Virou-se para o povo e gritou com as mãos para cima.

Dauk: Tatakkaaaa!

O povo começou a gritar também. Pareciam mais eufóricos do que assustados. Slimp virou-se para eles.

Slimp: Vocês ser Tatakka! Vocês vir com povo da Lua para casa. Vamos! Vamos!

O povo Ewok começou a querer guiar os heróis pelo meio do mato. Se os heróis quisessem resistir a isso, a hora era agora. Seraph não sentia nenhuma maldade naquele povo... Então, eles ouviram outro rugido, que parecia estar mais perto. Os Ewoks gritaram e se assustaram, começando a querer ir mais rápido, quase num trotar.

Nota: APENAS FAITH ENTENDEU O QUE OS EWOKS DISSERAM. AJAM COMO SE ELES TIVESSEM FALADO EM GRUNHIDOS.


ROWENA E KATARN

Rowena conseguiu curar o ferimento que Katarn havia feito em sua barriga. A garota realmente era habilidosa no uso dA Força para curar. Após as devidas apresentações e agradecimentos, Katarn já não sentia mais que um leve incômodo ondeum pedaço de metal da nave havia furado em sua barriga. Eles então decidiram ir até o local onde o Pod havia caído. Ainda era perto do fim de tarde quando a dupla saiu procurando o Pod... e eles o encontraram. Entretanto, o Pod conseguia estar em uma situação pior do que quando caiu.
O vidro que Rowena arrombou para tirar Katarn estava literalmente arrancado, como se algo muito forte o tivesse puxado de uma só vez ali.

Olhando dentro do Pod... nada! Com exceção de ALC-1 que estava.... funcional? O robô estava partido em várias partes, mas a cabeça dele virou-se para os dois quando eles chegaram perto da abertura do Pod.

ALC-1: Oh, mestre Katarn! Como é bom vê-lo, mesmo eu não estando em minhas mais plenas condições. Seus companheiros, o senhor Vallorum e o Senhor Voors foram ambos levados, mas eu não sei por quem... meus sensores apenas captaram um rugido e depois uma enorme mão foi enfiada dentro do veículo, pegando a ambos. Isso foi poucos minutos depois que o Senhor saiu.

Enquanto Katarn ouvia o que o droid dizia, Rowena estava mais atenta na área. Foi quando ela viu uma enorme pegada no chão. A pegada por si só deveria ter 4,5m do calcanhar até o dedo... e parecia ser num formato de mão, como se ele tivesse ido ali de ponta-cabeça.

ALC-1: Se o snehor puder me....

Então, o rugido novamente! Desta vez, mais perto ainda! O chão começava a tremer... algo estava muito próximo de chegar ali.


VALLORUM

O Embaixador lembra-se de pouca coisa. Entretanto, aquilo não parecia ser o mais urgente no momento... Ele via que estava numa gaiola alta com Voors e mais 2 criaturinhas pequenas, que lembravam ursos de 1,10m. Ambos estavam encolhidos e abraçados no canto da gaiola... um era menor, bem menor, o que sugeria que talvez fossem pai/mãe e filho. Mesmo sem entender a linguagem deles, era notório que estavam apavorados de medo.

Vallorum checou e sim, ele estava de posse de todos os seus equipamentos, asism como Voors que estava com sua espada e armadura Mandalorianas. Entretanto, tentar acordar Voors foi quase em vão. O Umbreano estava mais pálido do que um Umbreano normal... os lábios quebradiços indicavam que Voors estava nas últimas, devido à algum sangramento dentro daquela armadura que Vallorum não conseguia ver.

Quando ouviu o rugido, os Ewoks se encolheram mais ainda e o Ewok maior começou a falar desesperadamente algo para o menor. Então, os passos foram se aproximando e logo uma enorme cabeça surgiu próxima à gaiola. Era uma criatura humanóide horrosrosa. Tinha a cara enrrugada e uma boca cheia de dentes pontudos. O cabelo negro e oleoso escorria pela metade de uma cabeça valva e enormes orelhas brotavam dentro dos longos cabelos. Pelo tamanho da cabeça, tal criatura deveria ter talvez 15m de altura...



Ela olhou para os prisioneiros e então abriu a gaiola, fazendo um barulho grutual. Enfiou a mão lentamente ali, levando os dedos e a mão peluda em direção aos Ewoks... Ele então agarrou o maior e o puxou, levando-o como a um boneco. O Ewok menor gritava de desespero e Vallorum podia jurar que via lágrimas brotando dos olhos do filhote. Então, o gigante deu outro grito grutual para ele e fechou a gaiola... O Ewok se encolheu, abraçando os gordos joelhos e enfiou a cara entre eles em tristeza.

Então, Voors ainda deitado pegou no tornozelo de Vallorum. Ele estava realmente fraco... devia ter sangrado por horas e horas. Ele disse com a voz carregada...

Voors: Eu... não vou conseguir... Pegue a minha armadura... e minha espada... se quiser e... e parta daqui, Embaixador. Já estou muito fraco... logo aquilo me pegará também... mas você... você ainda tem chances. Fuja... se puder... ou espere a morte, como... como...

Os olhos de Voors ficaram vidrados e a cabeça dele tombou para o lado. E então... qual seria o curso de ação de Vallorum?

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Re: CAPÍTULO 2

Mensagem  Darbis em Qua Jan 06, 2016 4:49 pm

- Se o senhor puder me...

*RUGIDO*

- Grrrr... Não posso fazer muita coisa, mas posso levar a parte principal. Sua cabeça.

Vou levar a cabeça e o que estiver pregado nela, sem tempo pra levar as peças quebradas... É tudo o que preciso por agora. O comunicador não funciona, as peças que poderia usar não prestam, tudo o que posso fazer é tirar ele daqui e manter ele funcional até conseguir montar um corpo novo...

- Esse rugido não pode ser nada bom. E está muito perto. Vamos ter que voltar aqui depois, quando estiver mais tranquilo. Aí sim poderemos procurar as pistas pro Embaixador... Não estou com humor pra enfrentar o que quer que se...

*Katarn chega ao lado de Rowena e vê a pegada*

- Hmmm... Grande... Melhor cairmos fora daqui garota... Você sabe mais dessa região que eu. Pra onde?

Melhor ser guiado por uma Jedi do que me perder no mato e cair nas garras do que quer que seja essa coisa. Vou ficar com meu Rifle Blaster pronto, qualquer imprevisto estou minimamente preparado.

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Re: CAPÍTULO 2

Mensagem  Alexandre em Qui Jan 07, 2016 12:08 am

Faith sorria, ainda naquela posição defensiva:

- Ah qual é...Minha reputação me impede de sair correndo para grupos menores que 50. Vamos la, vai ser divertido!

"E eu saí correndo que nem uma menininha" nunca dava boas histórias.

Matar você? Meu contrato? Nem pensar! É mais provavel que seja a unica pessoa aqui que realmente importe salvar.

Nada pessoal. Apenas negócios.

E ao ver a "Terrível Ameaça" que surgia do meio das arvores Faith logo voltava a colocar o rifle preso as costas, se abaixando perto da criaturinha:

- Nossa capitão você esta certo! Vamos correr das terríveis criaturas! - Balançava as mãos de uma forma dramática enquanto se abaixava, olhando para Slimp.

Melhor falar de forma simples, eles não parecem la muito cultos:

- Ola Slimp, eu sou Faith, Nós....

E eles começavam a gritar aquilo.

O que diabos era "Tatakka"? Jedi em outro idioma?

Aproveitava para esclarecer a situação para os outros:

- Eles querem nos levar para a casa deles...Não parecem muitos agressivos e não acho que tenhamos muita escolha. Parece uma boa...

Dava os ombros mais uma vez despreocupada antes de se voltar ao "líder branco" e tentar se comunicar.

- Podemos ir...Mas outros que cairam na "chuva de fogo" estão na floresta. Precisamos encontra-los, eles são grandes e bravos guerreiros! Conseguiram ver aonde?

Um bem grande. E bem bravo.

Com armas que valem muito dinheiro.

Ops, não importa agora.

Esperaria o que os outros iam dizer. Acho que não precisamos fugir dos bichinhos de pelúcia certo?

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Re: CAPÍTULO 2

Mensagem  Ricardo Sato em Qui Jan 07, 2016 1:58 am

Os seres revelavam-se,Seraph percebia seu receio mas não havia más intensões,assim como seus aliados eles só estavam sendo cuidadosos com estranhos.
Escolher o caminho da paz tinha sido novamente acertado,Seraph havia estudado os caminhos das armas dos Jedai assim como a adrash-volrath,antiga arte da esgrima de sua família,mantida como uma tradição apesar das armas modernas.
Lutava de sua própria maneira unindo as duas e inconscientemente tentando se afastar daquela chaga que tinha sido nascer fraco.
Mas o que a busca da força apenas pela força lhe tinha trazido além da perda do aluno que não pôde ensinar...uma perda ainda maior em vista da coragem do garoto.
Havia sim a hora de lutar e por isso os Jedai eram um paradoxo,guerreiros em busca de paz,eles deviam proteger o equilíbrio e a evolução da vida e por isso as vezes era necessário estirpar aquilo que maculava tal equilíbrio....esse não era o caso e assim confirmavam as palavras da caça reconpensas.

Está correta senhorita Lehane,não há maldade nesses seres,e temos de achar os outros se pudermos,com certeza a ajuda dos locais seria imprescindível nesse intento.

Seraph então faz uma pequena reverência aos miúdos e olha para a garota.

Se todos estiverem de acordo acho que devemos ir e por favor senhorita Lehane,diga que ajudarei-os se puder.

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Re: CAPÍTULO 2

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Qui Jan 07, 2016 11:06 am

Será que meu pai já passou por isso... Ele nessa hora deve estar em alguma discussão acalorada com o Chanceler Papatine. Ele deve estar falando para meu pai "Finis, é preciso nos apressar... Vidas dependem disso."

O sangue jorrando do guerreiro em minha frente me assusta nesses mesmos princípios, preciso agir. Infelizmente é tarde demais para o homem que me protegeu tão firmemente.  Enquanto tento inutilmente evitar que a hemorragia mate meu guardião, notando ser tarde demais. Eu penso em Naboo, lá diversos primos de meu pai Finis Valorum vivem como donos de mansões maiores até do que as possuídas pelos governantes do planeta.

Eu poderia ter ido para lá, conseguido mais recursos. Quem sabe Voors estivesse vivo agora. Diante da tristeza e sem muito tempo para lamentar diante de minha condição eu sigo a risca as ordens do mandaloriano, me perguntando porque ele estava tão disposto a me ajudar... Pego a espada e aos poucos visto dele a armadura, com cuidado.


-Acalmem-se...

Falo para as estranhas criaturas diante de mim em um tom calmo. Eu não tenho nenhuma habilidade de truques Jedi de controlar a mente, então tento apenas ser sincero em minha fala. Qualquer ser inteligente entende o tom de voz apropriado, aprendi isso enquanto estudei sobre oratória e diplomacia.

Espero que funcione que confiem em mim o bastante para o que eu tenho em mente.

A criatura é imensa, aterradora aliás. Era como uma imensa fera gigantesca do tamanho de uma estátua, ela pega o pequenino peludo sem dificuldades.

Enquanto visto a armadura e pego a a espada, disparo contra o cadeado da cela. Em seguida golpeio com a lâmina de aço mandaloriano.

Tento ver a distância até o chão, se eu puder chegar até lá talvez haja um modo de ainda salvar a criatura... Em memória de Vors, agora sou como um "Encouraçado" Valorum.

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Re: CAPÍTULO 2

Mensagem  Jor-El em Qui Jan 07, 2016 7:39 pm

Ok. Eu não sei se fico aliviado ou envergonhado. São ewoks. Mas, ao mesmo tempo, eu não fico relaxado. Podemos seguir as bolinhas de pelo, porque efetivamente nossas opções são poucas, mas eu não estou totalmente convencido. Eles estão armados. Estamos sem recursos, sem metade do nosso grupo, com 2 mortos na conta e, ainda por cima, estamos em um planeta praticamente desabitado.

Nate: Eu perguntaria por que você entende eles, mas acho que deve ser o fato de que ambos tem o mesmo intelecto ou algo do tipo. Sabe? Mesma especie. Fofos, mas não muito inteligentes.

Eu to brincando, mas to tremendo nas bases. Eu não quero perder mais ninguém. Aquele guri. Eu falhei com ele. E não quero mais nenhuma morte na minha conta.

Nate: Ok, vamos seguir em frente. Mas precisamos encontrar os outros. Fora isso, temos que encontrar comida e abrigo. Ninguem sabe como esse lugar funciona de noite.

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Re: CAPÍTULO 2

Mensagem  Renata C. em Sex Jan 08, 2016 12:07 am

- ... Hrrrr... Já estava me esquecendo do Embaixador... Existe alguma razão por fazermos a coisa que devemos fazer e não a que queremos criança? Às vezes dá nos nervos...

Rowena considerou a pergunta de Katarn por alguns instantes.

- Por que nós temos nossos princípios. Se eu fosse responder sob a ótica jedi diria que é para manter o equilíbrio das coisas. Com certeza você tem suas razões, Joshua.

Concordou com ele quando disse que era melhor irem andando. Logo ambos caminhavam em direção ao pod. Rowena mantinha-se alerta, ainda não conhecia Endor o suficiente para andar com segurança por ali. A única coisa que sabia era que o local abrigava muitos perigos.

A garota franziu o cenho levemente quando avistaram o pod. Não estava do mesmo jeito de quando ela tirou Katarn dali de dentro.

- Alguém terminou de arrancar esse vidro.
- disse apontando para o lugar onde tinha arrombado algum tempo atrás.

Enquanto Katarn olhava dentro do pod, Rowena olhava ao redor do local da queda. Logo encontrou uma marca enorme no chão, que parecia de uma mão. Não sabia que tipo de criatura poderia deixar uma pegada assim, só poderia deduzir o seu tamanho. O que não era nada bom.


- Oh. Tem como consertar ele?
- o barulho, Rowena. Rugido. Depois as perguntas. Agir mais como uma jedi e menos como uma jovem de 17 anos. O chão começou a tremer.

- Hmmm... Grande... Melhor cairmos fora daqui garota... Você sabe mais dessa região que eu. Pra onde?


O fato é que não conhecia Endor o suficiente para saber onde seria um lugar seguro.

Não há ignorância, há conhecimento.


Sabia que os colegas de Katarn haviam sido levados por alguma criatura grande. Se apenas fugissem como da última vez talvez fosse tarde demais para salvá-los.

- Vamos nos manter por perto, talvez seja a mesma criatura que levou seus amigos. - já havia observado o cenário o suficiente para saber qual seria o lugar mais próximo onde poderiam se esconder. A julgar pelo rugido e pela pegada aquela criatura deveria ser grande o suficiente para que observassem de uma distância relativamente segura.

Silêncio, era o mais importante agora. Rowena manteve-se concentrada, a mão estava próxima ao sabre de luz.

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Re: CAPÍTULO 2

Mensagem  Alexandre em Sex Jan 08, 2016 12:24 am

Olhava para Seraph ao ouvir o comentário antes da saudação.

- Eles gostaram da sua arma...Reconheceram algo. Pelo jeito sabres de luz chamam atenção em qualquer lugar.

Faith revirava os olhos ao ouvir o comentário de Reynolds, de costas para ele e próxima aos Ewoks.

Porque fugir deles tinha sido uma idéia bem inteligente.

Poderia apintar o rifle para ele mas os Ewoks podem se assustar.

Falando em "esperteza", sera que Reynolds lembrava da missão?

Ele pode estar considerando a hipotese em simplesmente deixar tudo para la frente aos últimos acontecimentos.

Ok, eu não vou dizer para ele que não vou atirar na cara dele se disser que "A missão que se dane".

Se tornou complicado demais, estou razoavelmente disposta a deixar ele escapar dessa.

Mas o problema é...E Lugan? Também vai levar na boa?

Mais provável é que mande eu mesma atrás dele...

E se eu não aceitar vai ser pior...Vão mandar outra pessoa.

Vamos relevar a parte do "ofensiva" do comentário e todo resto por hora.

- Todos nós vamos ajuda-los, estamos prontos Dauk.

Permaneceria aguardando o que aconteceria em seguida.

Difícil algo conseguir surpreende-la a essa altura.

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Re: CAPÍTULO 2

Mensagem  Scorpion em Sex Jan 08, 2016 6:31 pm

KATARN E ROWENA

A dupla explorava o Pod caído, mas sem esperanças de encontrar Vors ou Vallorum ali. A única coisa que eles encontraram foi ALC-1 que parecia não perceber o que havia sofrido em seu corpo, até Katarn falar.

ALC-1: Oh, que tragédia! Meu corpo está arruinado. Felizmente, meus dados de memória encontram-se em minha cabeça, mestre Katarn. Por favor, levem-me com vocês. Não me deixem para ter um triste destino como o de meu colega R6.

Katarn já estava decidido a levar ALC-1, então chegou junto de Rowena para analisar a pegada. Era de fato uma pegada muito grande e o rugido se aproximava mais e mais. Eles já podiam ver as copas começando a tremer o estranhos pássaros meio repitilianos saírem voando assustados. Eles então se afastaram e foram até a mata, em uma distância segura. Foi quando uma criatura gigantesca, de uns 16 metros de altura irrompeu da mata, carregando um tronco de árvore para fazer de tacape.
Era uma criatura asquerosa... pêlos negros cobriam o seu corpo todo, menos a cara, os pés e as mãos... logo Rowena teve a certeza de quem era aquela pegada...



A criatura aproximou-se do pod e começou a mexer nele... levantou-o com uma facilidade abusrda, como um humano levantando uma caixa de ferramentas... olhou embaixo dela, cheirou... e jogou-a no chão. Então, eles podiam ver que a criatura estava farejando... e virou-se bruscamente na direção deles!

Aquele urro medonho se fez ouvir novamente! Um berro que parecia o de um dinossauro... e a criatura começou a caminhar na direção dos dois, a passos meio apressados e erguendo o tacape feito de tronco de árvore do chão....

**************************************************************

SERAPH, FAITH E REYNOLDS

Os heróis resolviam que era melhor confiar nos pequenos Ewoks do que ficar ali à mercê do que quer que eles pudessem encontrar naquele planeta. Slimp parecia ter se afeiçoado à carisma de Faith e meio que ficou ao lado da Mercenária.
Quando o rugido surgiu, os Ewoks começaram a gritar uma palavra...

GORAX! GORAX! GORAX!

O desespero era notório neles. Não rpecisava ser um jedi ou alguém muito esperto para ver que os ursinhos de Endor temiam aquilo mais do que os 3 humanos. Os passos começaram a se apressar e o grupo entrou nas matas de onde os Ewoks saíram e começaram a caminhar... eles foram guiados pelo meio das matas e os Ewoks pareciam saber muito bem como se deslocar por aquelas árvores, apesar de seu tamanho diminuto, robusto e desajeitado.

Os heróis então chegaram até grossas árvores que se extendiam por dezenas de metros. Acima delas, perto de suas copas haviam passadiços, pontes e cabanas. Era iteralmente um vilarejo sobre as árvores. Os heróis entraram por um tronco e subiram uma escada um pouco pequena. Os mais altos tiveram de se abaixar um pouco para conseguirem subir...



Quando chegaram na região, as reações foram bem diferentes... Slimp caminhava perto de Lehanne e pegou na mão dela meio que para ir guiando-a. Ele era um pouco menor que os outros Ewoks guerreiros... como se fosse um adolescente entre os adultos.

Slimp: Faith vir com Slimp! Slimp mostra caminho!

Já os filhotes de Ewoks que viviam pela área se interessaram mais por Reynolds. Os filhotes começaram a se amontoar à sua volta, querendo tocar na jaqueta e no blaster do ex-capitão da nave. Por último, o líder caminhava ao lado de Seraph. Era como se ele tentasse receber um pouco da paz e serenidade que o jedi transmitia.
Guiados até uma das cabanas centrais, os heróis foram convidados a sentarem em almofadas de folhas, com uma mesa no centro. Então, Ewoks fêmeas apareceram com pratos extremamente rústicos de madeira, com alguma comida em cima, que era composta de frutas, sementes e raízes da região, mas nenhum tipo de carne. Enquanto isso, o líder sentou-se à frente deles e começou a falar, enquanto Slimp saiu apressado da cabana. A pergunta que Faith havia feito mais cedo, era respondida agora pelo líder.

Dauk: Ewoks ver duas chuvas de fogo! Uma chuva cair perto de vocês... perto de casa. Outra chuva, cair perto da montanha. Montanha Gorax! Montanha muito perigosa! Lá viver Gorax! Gorax muito perigosos. Gorax comer Ewoks! NHAC! NHAC! Gorax malvados! Eles querer comer Ewoks, mas Ewoks não fazer mal a ninguém. Ewoks cuidar da floresta e cuidar de outros Ewoks. Gorax tentaram comer o avô do avô de Dauq. Ewoks mais espertos. Gorax burros, mas ficando mais espertos! Gorax ter ajuda, Dauq achar...

Então, Slimp irrompeu correndo dentro da cabana. Ele chegou na frente de Lehanne, que foi quem ele mais havia se afeiçoado e falou empolgado.

Slimp: Olha! Olha o que Slimp achar há 2 luas! Tatakka! Tatakka para proteger povo de Gorax!

ZZZZZZZZZZTTTTTTTTTTTTTTT!!!!

Ele ligou um sabre de luz verde, bem próximo dos heróis e o brandiu no ar lentamente uma... duas... três vezes... Parecia até hipnotizado com a luz esmeralda do sabre. Os outros Ewoks olhavam maravilhados e falavam desorganizadamente.

Ewoks: Slimp tem Tatakka! Slimp herói! Slimp mandar Gorax embora!

Mas era a mente de Seraph que funcionava à mil agora, não era? Porque aquele era mais que um sabre de luz qualquer... ele conhecia aquele sabre... era o sabre de...

Seraph: Dag Oneth...?

********************************************************

VALLORUM

Vallorum vestiu a armadura de Voors. Entretanto, o aço Mandaloriano era quase tão pesado quanto resistente. Vallorum não tinha força o suficiente para usar aquela armadura no ápice de sua capacidade, mas a vestiu mesmo assim. Quando tirou a armadura de Voors, ele reparou que ele tinha diversos ossos quebrados da queda. O que o matou, possivelmente seria algum sangramento interno... mas agora, não havia mais nada a ser feito.

Vallorum pegou a espada Mandaloriana, que também era muito pesada e atirou contra a fechadura, que na verdade era só um punhado de cordas grossas. Não foi difícil após o terceiro tiro romper as cordas e a portinhola da gaiola se abriu. Ele foi até a beira para ver a altura... e era muito alto. Talvez mais de 10m de queda livre. Dentro daquela armadura, ele no mínimo quebraria as duas pernas se pulasse. Pular para a parede da frente? Muito arriscado... com aquela armadura ele talvez nem conseguisse saltar até lá e, mesmo que conseguisse, nada garantia que iria conseguir se trepar nas paredes.

Voltou para dentro de sua cela, para pensar em outra solução. Foi quando um barulho de metal se fez na portinhola. Vallorum olhou e viu uma espécie de gancho de pedras e osso prendendo entre as grades. Então, um urso um pouco maior e mais robusto que aquele que havia sido levado do filhote Ewok apareceu. E ele não parecia muito inofensivo... Portava um arco e flechas e uma armadura rústica. Era tão heróico quanto mal encarado aquele Ewok, usando até mesmo um tapa-olho.



Ele entrou na gaiola e pegou o filhote nos braços, falando com ele numa língua desconhecida. O filhote respondeu algo chorando e aquilo pareceu irritar o Ewok. Ele então colocou o filhote agarrado às suas costas, como os macacos costumam fazer e foi até a beira, se preparando para descer. Por incrível que parecesse, ele deu muito pouca ou quase nenhuma moral a Vallorum, olhando para ele apenas duas vezes... na hora em que chegou e agora, que estavam partindo.


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Re: CAPÍTULO 2

Mensagem  Alexandre em Sex Jan 08, 2016 11:00 pm

Seguir Ewoks pela floresta não era um plano de todo ruim.

Ja havia seguido planos bem piores.

Alguns deles até mesmo haviam guiado a Caçadora de recompensas até ali.

Após verificar que a criatura chamada "Gorax" devia ser a responsável pelo grito que haviam escutado anteriormente, o grupo seguia por meio da vegetação avançando conforme eram guiados entre as árvores. Logo, chegavam ao local que servia de moradia a aquelas criaturas. Não havia como saber qual seria as reações do resto do "time", mas Faith claramente parecia impressionada com aquele cenário diante de seus olhos uma vez que estivesse do lado de cima:

- Isso sim da uma boa história...

Faith não parecia incomodada em ser guiada pela pequena criatura, parecia exatamente uma boa idéia ter o "afeto" de uma delas e demonstrar ser de confiança. Era a única ali que conseguia os entender no fim das contas, então não oferecia resistência nenhuma enquanto Slimp parecia mostrar o caminho. As pequenas criaturas pareciam fascinadas pelo "Capitão"  mas não era nada que achava interessante mencionar, haviam outras preocupações em mente. As criaturas pareciam herbivoras, o que não era exatamente uma surpresa. Sem cerimonias Faith pegava alguns pequenos frutos que pareciam amoras de uma cor diferenciada e jogava na própria boca, antes de comentar:

- Eles dizem que os outros estão perto do lar da craitura que ouvimos antes... Não preciso explicar que eles acham perigoso ir até la. Talvez nós...

Mas era interrompida por um animado Slimp. E ele parecia animado e logo mostrava a razão disso.

E subtamente Faith sabia o que "Tatakka" significava.

- Sabre de luz... - Comentava Faith mais consigo mesma, recuando alguns passos após a "demonstração" de Slimp. Não parecia ser de algum dos Jedis que tinha visto na nave, e a data não correspondia. Ela ouvia o comentário de Seraph e voltava a se abaixar, se direcionando para Slimp.

- Essa arma é usada por um tipo de guerreiro...Como ele, Seraph - Fazia uma parada e olhava para o Jedi, ainda falando calmamente olhando a luz e o pequeno Ewok.

Poderia argumentar que precisaria da arma. Talvez dizer que era um trunfo contra o Gorax.

Mas deviam haver oportunidades melhores de conseguir um sabre de Luz.

Eu sequer sei usar essa coisa!

Não valia a pena arriscar...O melhor por hora era ver o que os outros diziam.

Vejamos o que o "Ex-Capitão" e Seraph tem a dizer de tudo isso...

Trabalhar em equipe pode ser um saco as vezes.

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Re: CAPÍTULO 2

Mensagem  Ricardo Sato em Sex Jan 08, 2016 11:42 pm

Seguiram por um tempo junto aos Ewoks,Seraph caminhava sereno absorvendo a ideia de estar entre seres amigáveis depois do que passaram.
Caminhava lentamente com as mãos cruzadas as costas,seguindo o passo das pequenas criaturas,não deixava porém de perceber o rugido e a reação dos pequenos,além de tentar buscar através da força pistas sobre seus companheiros perdidos.
Ao chegarem a vila das criaturas um jantar lhes era servido,Seraph comia pouco e observava muito,enquanto ouvia sem entender as palavras um conto sobre medo a medida que o líder mostrava a montanha ao longe.....Gorax.
logo porém algo inesperado acontecia.
O pequeno Slimp parecia apegado a caça recompenças e estava ansioso em mostra-lhe algo....


Dag Oneth...?


Seus olhos fixavam-se no objeto,seu primeiro impulso era puxar o sabre para si,mas dessa vez ele lembrou-se de acalmar-se.

Senhorita Lehane,preciso saber quando e onde ele encontrou este sabre,ele pertence a meu antigo mestre Dag Oneth...aquele que vim procurar neste planeta.
Também devia pedir que ele se afaste disso,mesmo alguém treinado deve respeitar o perigo de um sabre de luz.


Não havia raiva nem desejo em seu semblante,apenas a ânsia por respostas,Seraph suavizava sua face enquanto seus olhos mantinham-se fixos no pequeno.

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Re: CAPÍTULO 2

Mensagem  Renata C. em Sab Jan 09, 2016 12:40 am

Rowena apenas observava a criatura que mexia no pod, ela e Katarn observavam a cena escondidos na mata fechada, e mantendo-se em silêncio. A criatura procurava algo?

Enquanto estavam escondidos, Rowena apenas trocou um olhar rápido com Katarn ao ver o tamanho daquela criatura. Viu que ele já havia pegado o rifle, mas a jovem jedi esperava não ter que entrar em combate. Ao menos não ainda.

Foi então que sem aviso a criatura virou-se na direção deles. Parecia farejar o ar. Apesar de estarem relativamente longe, o cheiro entregou a posição deles rapidamente. Deveria ter um faro muito bom.

Logo a criatura seguia na direção deles, já aparentando uma postura ofensiva, com um tronco de árvore utilizado como tacape sendo erguido ameaçadoramente.

Logo Rowena tomou a dianteira, saindo da mata fechada e revelando sua posição sem hesitar muito. Uma das mãos da jovem ia rapidamente ao sabre de luz, sacando-o com rapidez. O som característico do sabre de luz pode ser ouvido. Duas vezes.

O sabre de luz que Rowena carregava consigo não era convencional, era um sabre duplo!


A jovem padawan manteve-se em uma postura defensiva, conforme analisava a reação da criatura. Sentia a Força pulsar dentro de si. Seria Ela quem guiaria seus próximos passos a partir de agora.

Sua feição era calma conforme ela esperava a ação que a criatura tomaria a seguir. Sua intenção caso ataque seria apenas desarmá-lo primeiramente, e não ferí-lo.

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Re: CAPÍTULO 2

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Sab Jan 09, 2016 11:48 pm

Ao me sentar já estava para ligar para pedir ajuda, quando vejo a figura sendo levada por uma outra mais velha.

-Ei, rapaz...! Não sei para onde esta indo, mas a criatura foi para lá com um de vocês!

Apontando a direção, eu penso de que forma eu poderia com uma corda descer de onde eu estou. Eu faço um sinal, mostrando a direção. Procuro então se Vors tem alguma razão ou comida.

-Venha, poderia me ajudar? Nós podemos ajudar a de vocês que foi levada...

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Re: CAPÍTULO 2

Mensagem  Jor-El em Dom Jan 10, 2016 1:52 am

Casas sobre as arvores. Grandes bichos malvados. Pequenos bichos fofos. E parece que os menorzinhos gostaram de mim. Cada vez mais isso vai ficando bizarro.
Mas, espera! Como os tampinhas tem um sabre de luz? Eles não eram serie limitada? Eram pra ser raros. E muito bons pra revender. Tenho que ficar de olho neles.


Nate: Lehane, pergunta pra eles se tinham mais sabres. E o que eles querem por esse? Talvez a minha jaqueta. As crianças adoraram minha jaqueta.

Não custa nada tentar. Sobre enfrentar alguma coisa grande e perigosa, temos que analisar bem, porque eu não esqueci da missão.

Nate: Estamos com pouco tempo, eu tenho que guiar vocês pra não perder minha cabeça, literalmente. E ainda temos que encontrar os outros, principalmente o embaixador. Ja basta um louco querendo a minha morte. A família do mauricinho provavelmente ia me colocar como culpado e iniciar outra campanha contra mim. Mais uma pra minha lista.

Normalmente, eu diria não, mas tudo pode ser negociado. Eu topo, se as bolinhas de pelo arranjarem mais algumas coisas pra trocar. Algo como sabres de luz, peles de animais raras, etc. Sabe, coisas que eu posso vender e me aposentar em alguma lua bem distante. De preferencia tomando drinques e sem ter que entrar mais em contato com gangsteres ou caçadores de recompensa.

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Re: CAPÍTULO 2

Mensagem  Ricardo Sato em Dom Jan 10, 2016 2:53 am

Seraph ansiava por respostas,mas antes de conseguí-las o capitão decidia abrir a boca,o Jedi sabia agora o porque tantos queriam sua cabeça...era um homem muito imprudente aquele.

Não diga bobagens homem,conhecem muito pouco mesmo sobre nossos caminhos...todo Jedai formado sabe como construir sabres de luz e mesmo assim eles são armas raras.
Isso porque sabres são armas antigas de um tempo mais elegante e não apenas são perigosas para o portador como também não podem ser completamente usadas em suas funções por um não usuário da força ou acaso pode prever trajetórias de tiros e mover uma lâmina de acordo com elas...
A própria ativação é decidida pelo construtor,seja um simples botão que deve ser precionado todo o tempo ou que se mantém ativo até que se queira desligar,até sabres como o meu próprio,ativado intermamente e somente pelo uso da força por alguém que saiba onde ligar.
Mais do que isso,a criação de um sabre é uma cerimônia,realizada apenas quando necessária,em especial como uma prova antes de que se possa sagrar-se cavaleiro,muitos Jedai criam e usam apenas um sabre por toda a sua vida como uma prova de sua aprovação.
Portar um sabre de luz sem ser um Jedai é ter seu dono em seu encalço ou a própria ordem atrás de você para investigar a morte de um dos seus.
Mesmo que criaturas como essas possam ser relevadas em sua inocência e tratadas de forma diplomática,um ladrão sofreria todo o peso da lei e embora vários cavaleiros tenham noções diferentes no cumprimento das punições....pessoalmente eu acredito que a verdadeira justiça jamais nascerá do ódio e tão pouco se erguerá sobre a misericórdia.

Caso não tenham me ouvido,este sabre é uma pista do paradeiro de mestre Dag Oneth,cuja investigação é o motivo para a participação da ordem Jedai nesta viajem através de minha pessoa.
Se nada de útil tiver a dizer apenas atente-se a sua comida capitão.


Seraph então volta-se a Slimp e tenta sondar através da força sinais de que ele já tenha estado perto de seu mestre.

Dag Oneth pequenino.....você o viu?....

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