CAPÍTULO 1

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Scorpion em Sex Nov 13, 2015 7:42 pm

Sim... a escuridão do espaço. Sem nenhum tipo de iluminação da nave, tudo o que os heróis podiam contar era com a parca iluminação que vinha das estrelas pelas janelas da nave, além de um grande Sol que estava naquele sistema. Isso fazia com que os heróis pudessem ter uma boa iluminação dentro do Cockpit até a metade do corredor. Isso estava gelando o coração dos aventureiros? Me digam vocês... porque no espaço, ninguém ouve vocês gritarem.

Rayte, a sensação que você sentiu, foi apenas um abalo, uma agulhada... que sumiu com o tranco que a nave deu. Sua mestra não sentiu isso, mas não era de se espantar... entre os Padawans você era o mais sensitivo... Mestre Yoda sempre elogiou essa característica em você.

Por mais que pulso acabasse com qualquer energia ali, as armas lasers e os sabres ainda funcionavam. Isso porque as armas utilizavam células de energia diferentes das naves, que tinham um sistema que dependia do Hyperdrive. Então, quanto à isso, vocês não deveriam se preocupar... estavam feridos, mas não indefesos... Se quem quer que tivesse invadido ali estivesse esperando facilidade, eles não encontrariam, certo?

Vors correu em direção de onde estava o Senador, utilizando-se de táticas de furtividade e da escuridão do ambiente casada com a de seu traje Mandaloriano. Mas por mais que o traje fosse impressionante, Vors, ele era pesado. Os Mandalorianos se gabavam de produzir alguns dos metais mais duros da Galáxia... e de que só os guerreiros mais fortes conseguiam utilizá-lo. Sua armadura não é tão leve quanto você pensa, amigo... mas por enquanto, você consegue fazer o seu trabalho. Você se esconde na armação de uma das portas de compartimento no corredor quando começa a ouvir barulhos no corredor...

Joshua pega a sua pistola e fica preparado, assim como Faith e os Jedi. O silêncio era algo que pinicava nos poros dos heróis. Jad`Tyr usavaa força para se guiar e os dois jedis estavam postos de lado a lado. Em outra posição estratégica do cockpit, de um lado estava Faith, armada com uma pistola blaster e do outro lado da entrada, Joshua, que há pouco tentava convencer R6 a deixá-lo fazer alterações.

Em uma sala, esta sim, completamente escura estava o Embaixador Vallorum. Ele podia ouvir vozes robóticas se comunicando, mas ele não fazia a menor idéia do que estavam dizendo. A porta do Senador ficava quase na frente da escotilha superior por onde quem quer que seja tinha entrado. Ele então conseguiu ouvir que 3 ou 4 das coisas que tinham entrado na nave se dirigiram para o fundo da nave, enquanto um numero bem maior, talvez 8 ou 10 iam se guiando pela frente, onde ficava o Cockpit. O Embaixador não sabia o que eram, ele conseguia apenas ver pequenas luzes vermelhas à 1,60m do chão passando na frente da porta e se dirigindo para a frente da nave...

Vors estava na metade do corredor e ligava a sua visão noturna... ele podia ver que do fim do corredor começavam a brotar algumas formas, com olhos avermelhados. Ele não sabia o nível daquela encrenca, mas via aparecendo cerca de 4 robôs humanóides...



Quando chegaram na metade do caminho, um deles fez um sinal para que eles parassem e então virou a cabeça na direção de Vors. Um barulho característico de eletricidade se fez no local e vários pontos de iluminação azul se fizeram, revelando bastões duplos de eletricidade. Um dos droids disse.

Droid: Alvo hostil avistado. Sigam o protocolo. Vou neutralizar alvo hostil.

Então, ele avançou sobre Vors, atacando-o com o bastão. O droid era extremamente ágil para um droid, além de forte. Apesar de ter bloqueado o golpe do andróide, Vors teve de entrar na sala e a luta dos dois foi levada para aquele ambiente.

Enquanto isso, os outros heróis aguardavam no cockpit. Eles começaram a ver seis pontos de luz vermelhos, acompanhados de seis pontos grandes azulados, emanando eletricidade. Todos no corredor. O único que ainda não havia procurado cobertura foi o Capitão Nate. Logo, ele foi o primeiro a ser avistado. Um dos droids ergueu o braço que não segurava o bastão elétrico e fez um disparo que Nate desviou pou pouco, escondendo-se atrás das costas metálicas da poltrona de comando... entretanto, aquilo não aguentaria muito tempo e Nate logo teria de pensar numa solução.

Os dróides se preparavam para deixar o corredor e invadir o cockpit... o que os heróis fariam?

[OFF: Como prometido, se um jogador não posta, a pior coisa a acontecer na cena acontece com ele. Neste caso, com o Nate Reynolds. Evitem ficar muito tempo sem postar, pessoal. Se eu perceber que algum jogador aqui está perdendo muitos turnos (por enquanto só Nate e Jad`Tyr perderam turnos) e neste caso perdendo o interesse no game, eu eliminarei o personagem. Se não puder postar, avise.]

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Jor-El em Sex Nov 13, 2015 8:12 pm

Parabéns, Nate. Você tomou a pior atitude possível. Agora a coisa feita começou a detonar a sua cadeira. E pior, te detonar também. Pensa! PENSA! Eu não vou conseguir enfrentar ele diretamente. E ele tem aquele bastão. Vou ter que me arriscar. Os outros estão próximos e acobertados. A cadeira aguenta, enquanto ele não mudar o angulo. Vai ter que ser um tiro preciso na cabeça, onde a maioria dos circuitos fica. Com sorte, eu consigo procurar uma cobertura melhor enquanto ele se recupera. Vou ter que correr tudo que eu tenho. Depois, ficar na cobertura e atirar.  

Nate: Isso foi pela minha cadeira, sucata. E, pessoal, se quiserem salvar a minha pele, eu agradeço.

Os jedis tem os sabres de luz. Deve despedaçar essa coisa.

Nate: Garoto, você e a sua mestra tem como cortar esse bicho em pedacinhos?


Última edição por Jor-El em Sab Nov 14, 2015 5:30 pm, editado 1 vez(es)

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Drako em Sex Nov 13, 2015 8:56 pm

Assim que notou a presença dos droids, Rayte se preparou para atacar. Infelizmente o Capitão da nave não teve tempo para se preparar e quase foi acertado por um disparo. Nate tenta se colocar junto aos outros tripulantes, chutando a cadeira que lhe dava cobertura e salta, atirando, para o local onde eles estavam.

O jovem Padawan então age, sem esperar sua Mestra. Ele via uma vida em perigo e isso era muito mais importante do que patentes Jedi. Sacou seu sabre de luz, ligando-o com aquele som característico da arma. Deu um impulso e tentou cortar com um movimento de cima para baixo, pegando o tronco de um dos Droids, dando cobertura ao capitão.

Rayte:
Vai, rápido! –Grita Odan para o Capitão Nate, com urgência.

Após aquele movimento ele se colocaria em guarda, esperando um movimento dos droids para que pudesse contra-atacar.
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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Darbis em Sex Nov 13, 2015 11:50 pm

"Capitão", sei... Tá mais pra Gungan isso sim! A melhor coisa é aproveitar que estou por trás e como se diz, "chapiscar chumbo na moleira"... Ai ai tio Arty... Isso lá é hora de lembrar de você? Mirar na cabeça e atirar até derrubar... Pelo que percebi do vulto da Faith ela teve a mesma ideia, vão ser dois a menos nessa brincadeira.


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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Ricardo Sato em Sab Nov 14, 2015 12:42 am

Malditos sensores,Vors estava preparado para usar o modo de pensar de uma pessoa e manter-se no último lugar em que ela procuraria,mas com droídes tudo dependia do tipo de sensores.
A criatura era forte e rápida,um droide bem avançado e preparado para o combate,mas isso o mercenário também era,tentando evitar um disparo do robô que poderia perder-se e atingir um dos outros na escuridão ele manteria aquela luta no corpo a corpo.
Vors se preparava para dar impulso,mas antes daria um aviso aos outros já que não sabia o quanto eles podiam ver.

São droides de combate,humanóides de altura mediana e com bastões elétricos,não os subestimem são mais rápidos e fortes do que parecem,pelo menos quatro aqui,mas há mais sons lá atrás...

Vors se virava melhor que a maioria com o peso da armadura,ainda sim estava longe de ter a mobilidade que deveria,mas naquele momento isto seria uma vantagem.
Saltando a frente com sua espada em punho ele usaria toda sua força e peso em um golpe descendente,se posicionaria de forma que o batente da porta onde lutavam forçasse o droíde a bloquear o ataque horizontalmente ou ser fatiado sem ter como afastar-se.
No caso do bloqueio as pontas do bastão estariam afastadas o bastante para oferecer menos perigo e o dróide se encontraria travado tentando resistir a força e peso do Umbaram,se o bastão resistisse.
Em seguida Vors lhe aplicaria uma joelhada ou cabeçada dependendo do que fosse mais seguro,em seguida se deixaria afastar só para rapidamente  abaixar-se girando em um golpe lateral na altura da cintura do oponente.
Não tinha tempo para retroceder,esperava que seus avisos e eliminar um deles fosse o bastante para ajudar,preferia todos vivos...mas eles não eram o contrato.
Caso destruísse o droíde arremessaria seu corpo sobre as costas de um dos inimigos que passaram por ele e seguiria em frente até o senador.
No caso daquilo não dar certo ele avançaria usando sua posição mais baixa para impulsionar-se e erguer o dróide do solo o usando como aríete e escudo contra os inimigos que ouvia na outra sala.

...três vão em sua direção,tomem cuidado.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Alexandre em Dom Nov 15, 2015 5:56 pm

Ao menos as armas dos Droids acabam resolvendo em parte o problema da iluminação.

É sempre bom saber onde atirar. Falando em atirar, la vão eles querendo acabar com meu lucro. Nate como sempre tem mais sorte que juízo e a cadeira dele apenas quem acaba pagando o preço. Nate atira bem, todos ali parecem ter armas em punho e prontos para deter aquelas coisas...

Claro que eu não vou ficar aqui parada assistindo. Nate tem uma melhor visão daquele mais da frente então é hora de descarregar a pistola no meio do "cérebro" do mais afastado daqueles que pretende atacar nosso tão amado "capitão", ficar parada revelando a posição não é um boa então após o primeiro disparo ja começo a correr para o fundo da nave, chamando atenção na outra direção para os demais, ao menos causando certa distração.

Quando os Jedis vão mostrar se tudo aquilo que ouvimos eram ou não apenas histórias?



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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Phelipe Peregrino em Ter Nov 17, 2015 6:48 am

Jad expandiu sua presença na força para toda a nave, esquadrinhando todo o ambiente para criar um mapa mental do campo de batalha, mas foi Rayte quem se precipitou e lançou-se em combate. Pensou em repreendê-lo por isso, mas se viu na atitude afobada do garoto, isso acabou fazendo-a abrir um sorriso no canto dos lábios.

Não havia tempo para isso, agora. De olhos fechados, usando apenas a força como sua guia, ela avançou gingando de forma habilidosa, flanqueando os droids, em seguida, usando a força, saltou em uma trajetória que desafiaria a lógica. Mas não para um Jedi. Saltou girando o corpo sobre o próprio eixo, retirando no ar os trajes desconfortáveis que limitavam seus movimentos. Quando aterrissou de joelhos, às costas dos droids seus braços estavam cruzados no peito e, em cada mão, um sabre de luz.

[VOOWM][VOOWM]

A luz pálida dos sabres preencheu o ambiente, e ela girou o corpo em um golpe preciso para que os sabres cortassem um dos droids em três partes de metal. Enquanto o droid caía, ela apoiou uma das pernas no corpo metálico e impulsionou-se para trás em mais um salto da força, girando o corpo para trás, enquanto usava a força para empurrar os inimigos para fora do ponto de equilíbrio e chocá-los contra as paredes das naves.

Pousou novamente em postura de combate. Os olhos ainda fechados. A força ainda pulsando em seu corpo.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Qua Nov 18, 2015 10:25 am

A tática para obter uma posição vantajosa foi bem sucedida, porém quantidade de atacantes é imensa. Eu apenas noto que um conflito se anuncia com os outros viajantes avançaram demais por falta de comunicação e minha ação agora dependia de minha precisão com a arma. Tento seguir o exército de atacantes por trás, sem muita experiência em discrição porém atento à aquele conflito todo para usar os ruídos do ambiente para me aproximar.

Aproveitando-se do ruído e da distração gerados pelos oponentes combate entre o mandaloriano com sua armadura pesada e seu ataque direto contra os Droids era hora de atingir seus inimigos enquanto estavam distraídos. Esses robôs eram bem ágeis, porém não contam com boa coordenação entre si.

Enquanto me aproximo a imagem de Jedi e Mandaloriano lutando lado a lado me deu certa esperança de paz no futuro apesar de estarmos em conflito, eu miro a Blaster e disparo por um ângulo em que dê cobertura aos de mais, tentando impedir os Droids de se defenderem das investidas. Eu tento fazer isso também em harmonia com Faith e o soldado e mecânico que já que eles passaram agora também consegue os atingir por trás.

Tentei ir disparando com precisão para ajudar na batalha e especialmente impedir que eles cheguem no sujeito tagarela que se dizia nosso Capitão e na criança Jedi que estava dando cobertura.


-Mantenham sua posição. Eles não podem avançar um milímetro mais do que isso!

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Scorpion em Seg Dez 07, 2015 11:41 pm

A batalha no espaço começava, mostrando a todos os heróis ali que esta missão estaria longe de ser uma missão corriqueira. Se vocês soubessem tudo que vos espera, talvez os mais gananciosos devessem ter cobrado o dobro do que cobraram... tarde demais.

Vocês podemouvir os gritos de Vors, avisando sobre o ataque iminente e sua quantidade... a questão era... o que fariam com essa informação?

Esses droids não eram droids comuns. Apesar de nenhum de vocês nunca ter se deparado com um deles, eu já vos adianto... Estes droids foram criados para enfrentarem Cavaleiros Jedi. Talvez não alguns como Mestre Windu ou Shak'Ti, mas com certeza foram feitos para dar trabalho para jedis mais inexperientes. A maneira como se moviam, como lutavam, deixava claro... os droids sabiam como se defender de jedis.

Jad começou a se concentrar, expandindo a percepção da força para fazer um mapa da situação... De fato, isso exige certa concentração. Não exigiria tanto se você fosse mais perceptiva, mas mesmo assim, você consegue, só que com um tanto a mais de esforço... A força se expande por sua mente e como um sonar mental, você vai criando uma espécie de consciência sobre o que vai acontecendo ali atrás dos robôs. Você observa à duas salas à frente, um homem de armadura Mandaloriana batalhando contra uma dessas unidades... e percebe um homem mais esguio, com roupas nobres indo pelo escuro, seguindo mais um, dois.... ARGH!!!!

DOR! O homem foi atingido e sente dor agora! Sua concentração é quebrada, pois os droids invadem a sala distribuindo ataques. Ficar em quase meditação agora é impossível.

Você vê o seu Padawan avançando sobre um dos droids. Rayte... você vê como eles se movem. Os braços deles funcionam como hélices, bloqueando ataques mais elaborados do sabre de luz. E o metal das lanças dele... O sabre o acerta, mas não o corta de primeira. Isso meio que dá uma quebrada em suas crenças... afinal, o sabre deveria cortar tudo no universo... ou não? Os braços dele giram com uma velocidade sobrehumana e você tem de se deslocar bastante para se defender. Indo para trás, pois o droid só vai para frente, pra cima de você....

Enquanto isso, o Capitão tenta fazer mira na cabeça de um dos droids que dispara contra ele, mas é quase impossível. Toda vez que ele levanta por cima da cadeira para tentar disparar, os disparos do droid o fazem procurar cobertura pelo receio de ser atingido. Entretanto, parecia que os droids não haviam percebido a estratégia de Faith e de Joshua. Quando eles passam, um deles vai para cima de Jad, enquanto os outros para cima de Rayte e de Nate Reynolds. Nesta hora, os dois se aproveitam da situação.

Rayte havia usado um pouco de sua atenção para conseguir defletir alguns dos disparos contra o Capitão, mandando-o sair dali. Nate consegue sair da posição ruim e saltar para uma posição menos arriscada, mas não ao custo de que Rayte acabe sendo acertado na perna pelo bastão de choque do droid que ele estava enfrentando antes de ajudar Reynolds.
O choque é grande, Rayte. Por sorte, você é um garoto até resistente para a sua idade. Quando o bastão acerta sua perna, você sente os músculos dela retesarem e ficarem dormentes... o que poderiam te dar uma bela desvantagem em combate. Entretanto, é neste momento que a estratégia de Faith e Katarn funcionam. Joshua efetua alguns disparos contra a cabeça do droid... isso não o desliga. Droids não possuem cérebro, mas isso faz com que ele dê uma espécie de entroncada para a frente e se distraia... é o momento que a sua experiência e habilidade fazem com que o seu sabre suba na vertival, cortando o bastão, já castigado e o droid no meio.

O outro droid, que disparava contra Nate Reynolds começa a disparar contra você, que se defende com o sabre como pode, mas sabe que não aguentará muito tempo. Faith Lehane então começa a efetuar disparos, enquanto corre para o corredor para causar a distração... É quando um dos disparos de Faith Lehane acerta, por pura sorte num ponto nas costas do Droid e o faz fritar os circuitos... parecia que o ponto fraco deles não era exatamente na cabeça... Nate já podia respirar...

Há alguns metros dali, Jad'Fir lutava contra o outro Droid. O estilo de combate duplo da mestre jedi, ensinada pelo próprio Mace Windu era impressionante, mas ainda estava em construção, em aprendizado... Ela salta por cima do Droid e tenta passar um golpe nele com os dois sabres, cortando-o em três... mas o droid estava preparado para os jedis. Talvez eles estivessem aí por vocês... certo? Ele ergue os braços e os gira como uma hélice, defletindo os ataques. Como os outros droids acabavam de ser destruídos, o seu empurrão foi todo focado neste... o que era bom. Você dominava bem o empurrão da força. Apesar daquele ser um droid pesado, você tinha poder o suficiente para jogá-lo com muita força contra uma das paredes, o que te deu a vantagem de conseguir cortá-lo, quando ele bateu-se na parede....

************************************************************************

Vors travava o combate com o outro droid. Apesar de ser habilidoso, Vors podia ver que aquele Droid não seria nenhuma tarefa fácil. Ele travou espada com bastão com o droid e começaram a fazer uma disputa de força. Vors começou a ser levemente empurrado para trás, pelo simples fato de que o droid não cansava.... não tinha ácido correndo pelos músculos pelo esforço. Então, ele resolve apelar para a luta suja. Dá uma cabeçada no droid e depois uma joelhada, afastando-o. Ele se prontifica a descer uma espadada no droid, mas o mesmo gira os braços como hélices, bloqueando... e então ergue sua perna que, apesar de magra, tem a força de um pistão e muita dureza e acerta no meio do peito de Vors, jogando-o para trás. O Droid pula para cima do Encouraçado, com a lança em riste, pronta para enfiar aquelas duas lâminas elétricas no meio do peito do guerreiro Umbreano....

************************************************************************

O Embaixador ficou um tempo nas sombras... ele viu 4 droids seguirem para a frente da nave e mais três para o fundo. Então, ele resolve seguir os droids que estavam indo em direção ao cockpit. Mas... não esqueça da estrutura da Crimsom Destiny, Vallorum... ela não passa de um corredor com um grande cockpit e nos fundos, uma larga parte traseira para carregar suprimentos. Você tecnicamente está num corredor. Sair por ele, faria com que você estivesse cercado pelos droids, afinal... metade deles foi para um lado e a outra metade para o outro.
Você já pode ouvir os barulhos dos sabres de luz e dos blasters disparando....
Quando se posiciona para fazer a mira e dar vantagem aos seus amigos, você sente uma dor muito forte em seu ombro... uma dor como você nunca sentiu antes. Sente os músculos queimarem, o braço pesar para o lado, sem a força do movimento. Os dedos não respondem e a sua única reação é dar um grito de dor a plenos pulmões.

AAAARRRRRRGGGGHHHH!!!!

Uma rápida olhada no momento da dor, mostra a sua camiseta de seda queimada na altura do ombro direito e um pouco de sangue descendo... o tiro atravessou pela parte de trás do seu ombro e saiu pela frente. Você ignorou o fato de que estava tudo escuro e de que droids não dependem só da audição para captarem alguém se esgueirando. Parecia que dos três que foram para os fundos, um resolveu voltar e dar cabo de você... mas ainda não era o seu fim. Você viveria... por enquanto...
A sua reação é se jogar para o lado, caindo para dentro de uma das salas e levando a mão ao ombro.... Aquilo doía muito! Um blaster no ombro... cicatrizes... as garotas adoravam mesmo?

Faith Lehanne consegue meio que ver essa cena... Quando decide correr pelo corredor após disparar, ela vê mais um dos droids vindo e daquele ângulo consegue ver a silhueta das pernas de um humano se arrastando para dentro de uma das salas do corredor. Na sala da esquerda, ela ouve o barulho de metal se degladiando... na da direita ela pode ver pernas se arrastando rapidamente para dentro e um gemido de dor... á sua frente, um dos droids prestes a disparar nela, em um corredor onde não tinha muito onde se esconder... Pense rápido, minha bela mercenária.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Ricardo Sato em Ter Dez 08, 2015 12:55 am

Suas forças se equiparavam,mas o maldito droide não cansava,era apenas uma impressão gerada pela tensão mas era quase como se o mercenário visse nas feições do droide um sorriso prepotente de quem se achava superior.
É claro que isto não era verdade,Vaas apenas colocava uma história por trás do oponente,apenas tornava em sua mente aquele ser insensível em cada bandido metido a chefe que tentou matá-lo na prisão e por que isso?.....Porque isso deixava o umbreano muito puto e raiva dava força.
A ponta da lança tinha duas lâminas e entre elas era possível ver a energia faíscando...entre elas.
O corpo do mercenário respondia com ações antes mesmo que o pensamento terminasse,era assim o efeito da experiência,o efeito da luta por sobrevivência.
A espada girava com precisão,da posição normal para uma invertida com a lâmina perpendicular ao antebraço e assim ela bloquearia a arma do inimigo bem entre as pontas da lança.
O choque começaria mas a armadura de Vors era bem isolada,seu corpo resistente e sua posição bem aterrada ao solo...mais do que tudo sua vida estava em jogo e ele sabia que se tremesse as coisas piorariam.
Neste instante sua espada bem posicionada entre as lâminas do inimigo era jogada para o lado defletindo o ataque,ao mesmo tempo em que o mercenário se erguia.
A lâmina da arma deslizando agora pela haste da lança,ao mesmo tempo afastando arma e a tomando como uma guia,a espada deslizaria cruelmente apoiada pelo antebraço de Vors.
O braço esquerto aguararia a cabeça do droide e o puxaria em direção da arma,aumentando ainda mais o impacto.
A arma atinagiria o peito do droide em diagonal acertando também os dois braços do magro robô entre os ombros e os cotovelos,o mercenário continuaria o movimento com toda a força,até transpassar ou acertar o corpo do inimigo contra a parede e lentamente partí-lo.
Dentro do elmo os olhos prata tingidos pelo vermelho da fúria.

VOCÊ NÃO CANSA MALDITO,MAS TAMBÉM NÃO LUTA PELA PRÓPRIA PELE,vamos ver qual das duas coisas vale mais.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Jor-El em Ter Dez 08, 2015 1:04 am

Acho que vou ter que pagar uma bebida pra Faith depois. A menina ainda por cima revelou o ponto fraco dos droids. Costas. Mas o menino se machucou.

Nate: Garoto, anda. Deve ter um kit de primeiros socorros nessa banheira, mas, enquanto isso, você não vai poder se mover direito.

Eu abro um espaço para o garoto se sentar e sarar um pouco. Como os outros droids fora destruídos, pelo menos na sala de comando, eu checo a segurança nas outras alas da nave. Isso deve saber para onde devemos ir em seguida. Depois, vou procurar nas provisões algo pra ajudar o moleque. Depois podemos organizar o grupo para ajudar os que não estão na cabine.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Alexandre em Ter Dez 08, 2015 8:29 am

Sorte? Ah ta bom, vamos chamar de sorte.

Os droids eram verdadeiras...Maquinas de combate, no melhor sentido da palavra. Se tivesse pego uma arma branca e iniciado uma luta justa o combate iria durar tempo demais, e devido aos números talvez levasse a pior. Não eram simples robôs, deviam ter alguma programação especial para representarem uma ameaça real a tripulação que havia se reunido naquele lugar. Pelo jeito algum estava beeeeeeeeem interessado em impedir eles de atingir o seu destino.

Talvez cobrasse um extra de seu contratante depois.

- Ainda vivo ai atrás Reynolds? - Gritava Faith por trás de uma caixa que estava na area de transporte, aproveitando a cobertura da mesma dando um intervalo de tempo de seus disparos. Haviam os Jedis e Vors ali para chamar a atenção no combate corpo-a-corpo, e isso fazia com que os robos acabassem tendo que se envolver naquela atividade e tendo menos chance para...Um combate menos honrado como alguém disparando do meio das sombras.

Mas não conseguia deixar de sorrir, era bem divertido.

Tudo aquilo era interrompido pelo grito. Alguem ferido e robos, mais deles representando ameaça. Claro que sair de seu belo e seguro esconderijo nas sombras ja deixava claro suas consequências com um robo poucos metros a sua frente. Hora de improvisar, ou ao menos dificultar o trabalho dele: Usando sua agilidade, Faith corria e após uma pequena arobacia deslizava pelo chão, buscando confundir o robo e "ultrapassar" o mesmo por baixo e ao fazer isso, atiraria nas costas do robo naquele ponto vulneravel.

Era uma pena que não havia um publico, esse tipo de coisas sempre dava boas histórias.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Ter Dez 08, 2015 9:27 pm

Um outro grupo estava do outro lado, eu não contava com isso. Ao avançar para dentro da sala corro para o fim olhando para porta e sacando a Blaster e disparando na direção de onde os droids estavam atirando. Tento encostar as costas na parede da sala enquanto entro, ficando sem dessa vez deixar a brecha para ser acertado pelas costas de novo.

Disparando rápido para não mais ser atingido tentando enxergar sofrendo um pouco. Continuo apontando e atirando assim que os vejo chegar... Preciso ganhar tempo até os outros chegarem ou vou morrer aqui isolado.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Scorpion em Qua Dez 09, 2015 3:11 pm

PSC...

Um mapa e a posição de cada herói na Crimson Destiny. Lembrem-se que só está mapeado o que vocês podem ver, ok?
E sem querer eu tirei a Type dali, mas o Voors esta no refeitorio.


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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Darbis em Qui Dez 10, 2015 12:25 am

Hmmm... Um tiro nas costas resolve né? Tá certo robozinho, você parece um modelo de luta frontal, muito ataque e muita defesa na frente e nada nas costas, como uma tartaruga invertida. *encosta na parede e olha para o corredor* Eu não vejo nada além dos pontinhos vermelhos... A luz dos sabres e dos blasters me cegou um pouco, mas eu sei que é ele ali no meio... *vendo o vulto de Faith se movendo pela esquerda* Mas que diabos... Ela parece uma bailarina, ah como eu queria que tivéssemos luz pra eu ver tudo isso em ação. Vamos lá então Katarn, vamos usar artimanhas... Não tenho nada nos bolsos? Tenho apenas um sinalizador, o resto tá na mala... Será que funciona? Só testando pra saber... *Katarn saca o sinalizador e se prepara para ir até a cobertura mais próxima*

- Hrrrr...

*Katarn então avança acendendo e jogando o sinalizador na cara do droid pra tentar desorientar o visor dele e auxiliar Faith em sua movimentação*

Hora de dar uns tiros de cobertura pra chamar a atenção do droid pra mim e deixar Faith livre pra abater a lata velha.

- Tente não estragar ele muito! Quero aproveitar as peças...
*Tiro!*

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Scorpion em Seg Dez 14, 2015 1:09 am

Dentro do refeitório, Vors estava encostado contra a bancada que preparava as rações, enquanto o droid fazia pressão contra sua espada com o bastão elétrico. Então, Vors posicionou a espada de uma maneira que conseguiu girar o seu corpo para desestabilizar o droid. Aproveitando-se da velocidade que o mesmo vinha, ele agarrou a sua cabeça e a enfiou na espada mandaloriana. Faíscas pularam da cabeça do droid que tremeu e seus visores se apagaram, fazendo-o cair de joelhos e depois de costas no chão. Vors podia respirar agora...

Não longe dali, o grupo enfrentava outro dos droids que invadiram a Crimson Destiny. O Embaixador Vallorum, ferido estava de costas na parede, com o blaster apontado para a porta do dormitório. Foi quando ele ouviu aquele barulho característico das passadas metálicas. Elas chegaram até a porta mas não viraram-se para ele. Ao mesmo tempo em que o tórax do droid se abriu e ele disparou uma esfera metálica dentro do cockpit, o senador Vallorum fez seus disparos contra o Droid.



A cena foi quase que totalmente simultânea. Enquanto Faith se levantou para correr para cima do droid, a esfera metálica passou à poucos centímetros da orelha da mercenária. Vallorum fez diversos disparos contra o droid, mas ele desconhecia o ponto fraco daquele modelo. Na frente e no lado, blasters pouco significavam para aqueles inimigos. Os disparos só fizeram com que o droid desse pequenos trancos para o lado e ele virou-se na direção de Vallorum, apontando o blaster.

Neste momento, Katarn jogou o sinalizador na direção do visor do droid. De fato, aquilo o confundiu... pois os droids estavam operando com algum tipo de visão especial, para suprir a falta de iluminação e o excesso de luz no visor do mesmo fez com que ele endoidasse. Ele disparou em diversas direções e Vallorum só teve a reação de cobrir a cabeça. Alguns dos disparos não acertaram o embaixador por poucos centímetros e o cheiro de fumaça de onde o tiro pegou era perceptível pelo político, de tão próximo.
Neste exato momento, o objeto esférico passou perto de Katarn e quicou três vezes na sala. Joshua conhecia bem aquele dispositivo. Tratava-se de uma bomba elétrica, feita para o controle de multidões. Não eram letais... ao menos, não na maioria das vezes, mas eram muito dolorosas e desmaiavam um Wookie, se duvidar.

Joshua teve apenas a reação de gritar "GRANADA!" e saltar para procurar cobertura. Enquanto isso, Faith deslizou por trás do Droid e fez alguns disparos, acertando no ponto onde ela havia descoberto. O droid não tardou a desligar e cair no chão como um saco de areia. Então, Faith viu pelo escuro, outros dois pares de visores, mas estes estavam vindo do fim do corredor e subiam pela entrada superior da nave. Estavam indo embora e Faith não acharia nada inteligente começar uma briga com eles também, já que estavam indo embora...

Naquele mesmo momento, a granada se abria e disparava descargas elétricas por toda a sala. Reynolds que tentava ver o que havia com a perna de Rayte Odan, ouviu o grito de Joshua. A perna de Rayte estava levemente paralisada, mas era questão de minutos até os musculos relaxarem e voltarem ao normal. As lanças não pareciam letais, de certa forma... Mas agora eles tinham outros problemas. Rayte parecia distraído com a sua dor e Reynolds pegou o garoto pela gola do kimono jedi e saltaram para trás da cobertura, escapando dos raios da granada por pouco.

A mestra Jad não teve a mesma sorte. Ela parecia estar focada em algum pressentimento e como não estava na frente do corredor, não conseguiu ver a granada vindo. Apenas soube dela quando Joshua gritou, mas no escuro, seria impossível usar o empurrão da força para mandá-la de volta para o corredor, mesmo porque, fazendo isso ela colocaria a granada na bunda de Faith Lehanne... Então Jad saltou, mas não teve tanta sorte quanto seus colegas. Ao saltar, ela ainda bloqueou um dos raios com o sabre no ar, mas outro atingiu bem na altura do ventre e por pouco o sabre não a aparou.
Jad caiu desmaiada no chão, enquanto os heróis podiam ouvir o barulho e o tremor de um desengate. parecia que os droids já haviam saído e desacoplado da Crimson.

Os heróis agora deveriam decidir o que fazer...

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Darbis em Seg Dez 14, 2015 1:30 am

Malditas descargas elétricas... Vou ter que chegar todo o sistema da nave e ver o que dá pra fazer pra nos tirar daqui o mais rápido possível.

- Fait! Você está bem? Tem como checar os outros enquanto eu faço a nave voltar a funcionar? Há propósito, belos movimentos...

Vou aproveitar esse sinalizador e procurar minhas ferramentas, talvez eu consiga religar o droid mecânico, mas antes vou aproveitar o desligamento dele pra fazer as mudanças... Vai ser rápido e com ele ligado eu vou conseguir concertar a nave com metade do tempo.

- Muito bem amiguinho... Hora de ser melhor...


*Após aplicar as melhoras no droid mecânico Katarn irá religá-lo para que eles juntos possam reparar a nave e a colocar funcional novamente.*


P.S.: Essa ação pode demorar alguns minutos ou algumas horas.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Ricardo Sato em Seg Dez 14, 2015 3:25 am

Vors podia finalmente respirar,havia vencido o combate mas foi por mais pouco do que gostaria,rapidamente ele se levantava com blaster em uma mão e espada na outra procurando por inimigos,mas logo a desaclopagem ocorria e não havia nenhum sinal de mais droids.

-Temos de saber se esses malditos não nos deixaram nenhuma surpresinha desagradável...não pude ver a posição de todos eles durante a luta.
-Talvez seja a hora de pensarmos em outra rota e procurarmos por rastreadores ou explosivos,eles estavam preparados para nós.


Uma rápida observação era o bastante para perceber que todos pareciam vivos,a jedi estava desacordada e o garoto segurava a perna,mas a falta de ferimentos indicavam armas não letais,o senador estava sangrando,mas parecia apenas um tiro de raspão.

-Mas antes disso,alguém me diga que podemos reativar as armas da nave a tempo de atingir a nave que nos atacou,estamos vulneráveis demais aqui....e parece que temos feridos.

Vors ajudaria então a reunir todos perdidos na escuridão da nave e procurar por uma fonte de luz portátil e pelo kit de primeiros socorros,mantendo-se atento a novos ataques e esperando uma oportunidade de investigar os dróids em busca de pistas.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Alexandre em Qui Dez 17, 2015 9:04 pm

"E é assim que se faz"

Faith ja se levantava e observava as figuras distantes se afastando. É, pelo visto não esperavam tanta resistência. A Caçadora de Recompensas se levantava e guardava a pistola, não havia porque sair atirando sem que houvesse uma real necessidade para faze-lo, ou especialmente se não havia dinheiro que justificasse aquilo.



- Fantástica. - Respondia com um tom sem muito emoção na voz, revirava os olhos ao ouvir o "elogio" do mecânico e ia a passos lentos dar uma olhada em como estava o resto da tripulação, especialmente aqueles que tinham parte importante em seu pagamento.

Pois Faith acredita na Força. A "Força" do dinheiro!

- "Capitão?" Vamos la Reynolds, é sua grande chance de ter uma história fantástica com Mercenários, Jedis e uma Caçadora de Recompensas reconhecida por todo universo...Não morra antes de eu receber meu pagamento ok?

Iria até aonde estavam o demais mas apenas para ver se Reynolds ainda estava vivo. Caso não estivesse se esvaindo em sangue, e nenhum dos demais tambem estivesse ela acreditaria que poderiam seguir viagem. Trataria de verificar sua nave e outras coisas de seu próprio interesse.

Viram? Ela não é um monstro.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Jor-El em Qui Dez 17, 2015 9:29 pm

Podia estar pior. A perna do garoto continua dormente. Mas a mestra dele recebeu um raio em cheio. Com certeza foi a nocaute. E, pelo que vi nas câmeras, o embaixador ta sem amparo. E com certeza o almofadinha não vai durar muito tempo.

Nate: Seguinte, moleque, você não pode se mexer, mas pode pelo menos usar os truques de magica. Eu preciso que seja meu apoio enquanto sua mestra se reanima. Faith, eu preciso que você chegue o embaixador. Ele ta sozinho e não vai se virar por tanto tempo. Eu fico aqui e seguro o cockpit. O senador se encontra no dormitório. Eu sugiro que você seja rápida, porque esse barulhinho, devem ser mais amigos chegando. Eu vou tentar manter a nave em movimento. Se ela continuar a mover, eles não podem mandar mais droids.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Sex Dez 18, 2015 12:41 am

Cambaleio para o lado de fora, a dor vai passar. Sorrio em agradecimento à mercenária e comento:

-Excelente... Faith, estão todos bem?

Eu olho ao redor notando que os olhos do mecânico reviram na direção do Droid.

-Tem certeza de que consegue mexer nele? Acho que meu tiro fez bastante estrago.

Comento vendo que o soldado parece ajustar já o droid. E com isso o deixo se divertir para vir conversar com o nosso "Capitão".

-Reynolds... Alguma ideia do que eles queriam aqui? Vieram buscar algo que você tenha?


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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Scorpion em Sab Dez 19, 2015 2:21 pm

O combate finalmente chegava ao fim. Por sorte, não houveram fatalidades, mas isso não queria dizer que perdas não foram tidas. Os droids que não entraram no combate recuaram e evadiram-se da nave, deixando os heróis com várias perguntas, sendo uma delas: qual o propósito daquela invasão?

Katarn resolveu pegar algumas partes dos droids destruídos e aplicar no R6. Aquilo demoraria várias horas, sendo que eles talvez não tivessem tanto tempo hábil... e ele logo descobriria isso.

Quando a nave desacopla, poucos minutos depois a energia da Crimson é retomada. As luzes piscam e o ambiente escuro e desagradável volta a ter a sua iluminação branco/azulada de sempre. Entretanto, apenas ALC-1 retomou a sua energia, visto que Katarn teve de manter R6 desligado, ou o droid provavelmente negaria a sua insistente invasão.

Naquele momento, Vors pegou um dos kits de primeiros socorros na Ala Médica e foi até o Embaixador Vallorum. Não, meu caro Umbreano, o tiro no galante senador não foi de raspão. Ele foi um tiro preciso no ombro, pelas costas, que o atravessou. O braço do embaixador estava bem ferido, para não dizer quase inutilizado. Por sorte, os blaster cauterizavam quase sempre as feridas e de sangramento Vallorum não morreria. Mesmo assim, inflamações eram graves. O kit de primeiros socorros contava com alguns itens que Vors não sabia exatamente como usar.

O droid então preparou-se para se retirar, caso sua ajuda não fosse solicitada.

Reynolds assumiu o cockpit e solicitou a ajuda de Rayte. A perna do garoto já estava voltando ao normal, apenas formigando um bocado, como se tivesse dormido em cima dela, mas era questão de minutos até ela voltar ao normal. Após um tempo massageando ela, a perna voltou ao normal. Ele via sua mestra caída no chão e a pegou nos braços para levá-la à ala médica. Quando estava passando por ALC-1, o droid falou.

ALC-1: Oh, que desparate, jovem mestre. A senhorita Jad encontra-se ferida. O senhor gostaria que eu fizesse o tratamento médico dela? Minha programação conta com noções de medicina em 14 raças diferentes, inclusive humanos e Twi'Leks, como a sua mestra. Por favor, deixe-me ser útil.

Rayte então levou Jad até a ala médica e a colocou na maca. ALC-1 aproximou-se de um dos armários e pegou um injetor elétrico. Ele encostou-a no peito de Jad e disparou. O barulho quase surdo fez com que Jad acordasse de supetão, como se um desfibrilador tivesse sido ligado nela. O abdômen onde a descarga elétrica havia pegado ainda doía, mas Jad tinha apenas o orgulho ferido... de resto, estava bem.

Então, Rayte voltou para o cockpit para auxiliar Reynolds, que já mantinha a nave em curso para Endor.

Naquele exato momento, Faith vasculhava a nave, certa de que os droids que fugiram deviam ter aprontado alguma coisa. Ela demorou bastante procurando... talvez 30 minutos ou mais. Se de fato não tivesse nada faltando, ela só poderia supor que eles não vieram ali roubar nada, mas sim deixar alguma coisa... e de fato, ela estava muito certa.

Katarn já havia desmontado boa parte do R6 e agora separava as peças que iria usar para ampliar o irritadiço droid. Jad já estava de pé, mesmo com a barriga um pouco dolorida. Rayte atacava de co-piloto com Reynolds e podia ver junto com o Capitão que estavam muito próximos de Endor. O grande planeta já se fazia presente pelo vidro do cockpit.

Foi então que a procura de Faith chegou ao fim. Chegando ao Hyperdrive, ela viu uma estrutura redonda e metálica, com luzes vermelhas piscando, escondida por trás do Hyperdrive. Faith, você é uma mercenária experiente... sabe reconhecer uma bomba quando vê uma. Também sabe que... você não faz a menor idéia de como desarmá-la.

A numeração era simples... sete minutos. A Crimson contava com naves de unidades de fuga, mas eles estavam muito longe de casa... e de qualquer planeta habitável. A verdade era... nenhum de vocês tinha um conhecimento em demolição avançado o suficiente para desarmar aquela bomba. Talvez o droid de manutenção R6 tivesse algum conhecimento disso, mas naquele momento, ele estava com boa parte dele desmontada. Katarn não conseguiria remontar o droid e colcá-lo em funcionamento em tão pouco tempo. A única chance daquele grupo seria chegar à Endor em menos de 6 minutos!

NOTA: O tempo útil de vocês é tão pouco que eu darei poucos dias pra vocês terem alguma reação. Domingo pretendo atualizar, então... corram!

Nota 2: Este será o último turno da cena 1. Depois dele, vocês receberão XP e vou abrir novas vagas. Os jogadores que estão menos presentes, eu gostaria de saber se ainda têm interesse em participar, pois não pretendo ter personagens NPCs na aventura.


Última edição por Scorpion em Seg Dez 21, 2015 1:15 pm, editado 1 vez(es)

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Ricardo Sato em Seg Dez 21, 2015 2:22 am

A ferida do senador era mais grave do que parecia e ele mal podia tratá-la,não deixava também de notar o trabalho obsessivo de Katarn,o garoto recuperar-se e a bela Jedi abalada e perguntar-se se todos ainda poderiam lutar.
Mas não era hora para dúvidas e sim para ações,Vors sentia que o pior estava por vir.

-Droíd!!Se a Jedi está melhor dê uma olhada no senador,vamos precisar de todos de pé logo,o tiro atravessou e cauterizou o ombro dele.
-Quanto aos outros levantem-se e se preparem,quando descermos teremos uma nave com não sei quantos inimigos bem acima,não se enganem eles estarão bem atrás de nós e teremos de carregar tudo que for imprecindível.
-Em campo aberto terei de ir a frente,mas é melhor que todos já saibam onde se colocarão ...creio que sou o melhor protegido,mas temos que nos proteger das armas da nave deles ou nenhum de nós terá muita chance.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Jor-El em Seg Dez 21, 2015 3:15 am

Mais problemas. Vai ser o jeito. Arriscado, mas acho que posso assegurar que todo mundo chegue inteiro ao planeta.

Nate: Pessoal, seguinte: nao temos muito tempo e eu não entendo muito sobre desarmar bombas, mas posso nos levar para o planeta antes desse bad boy detonar. Eu vou atingir velocidade da luz e reduzir pouco depois. Vai ser arriscado, mas vai ser isso ou virar poeira espacial.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Darbis em Seg Dez 21, 2015 11:00 am

Aaahhh Droidezinho... Você vai ficar uma maravilha da engenharia mecânica depois disso... *Faith encontra a bomba e avisa a todos* Bomba? Claro... Sempre tem uma bomba... E logo no Hyperdrive... Mas isso aguenta esperar. O Embaixador tomou um laser no ombro, mas vai sobreviver. *Nate solta a ideia da velocidade da luz*

Nate: Pessoal, seguinte: nao temos muito tempo e eu não entendo muito sobre desarmar bombas, mas posso nos levar para o planeta antes desse bad boy detonar. Eu vou atingir velocidade da luz e reduzir pouco depois. Vai ser arriscado, mas vai ser isso ou virar poeira espacial.

Hmmm... O moleque é bom... Mas não ousado o suficiente...

- Hey! Piloto!! Saia da velocidade da luz mais em cima da hora, praticamente dentro do planeta. Vai por mim, vai dar certo e vai ser mais rápido! E você moleque Jedi, aperte os botões certos, se você errar nós nem vamos precisar de enterro...

Agora danem-se eles, vou continuar arrumando esse droid aqui. E eu achando que eles estavam atrás do Embaixador... A sorte é que temos gente com feeling aqui pra essas coisas... Katarn, Katarn, você não pode continuar tão ingênuo assim homem! Vamos. Foco!

- Grrrrr Você vai ficar novo em folha já já garoto...

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