CAPÍTULO 1

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CAPÍTULO 1

Mensagem  Scorpion em Sab Out 31, 2015 4:46 pm

Aos poucos os heróis foram chegando ao Hangar 7A. Quem já estava lá checando uma prancheta holográfica era Nate Reynolds, o "responsável" pela nave. O hangar continha por volta de meia dúzia de naves, sendo a maior dela uma avermelhada conhecida como Destiny Crimson, cujo os personagens foram informados que seria a nave responsável pelo transporte até Endor.



Juntamente de Reynolds estavam 2 droids... O droid prateado cuidou das apresentações.



ALC-1: Saudações. Eu sou ALC-1, Droid de comunicação e tradução desta expedição. Sou programado para me comunicar em 277 idiomas conhecidos na galáxia. Meu pequeno companheiro é R6T5, o droid de manutenção e artilharia da expedição.



R6T5: PIPIPIPIPI...PIPI...PIPIPIPI!

ALC-1: Ele diz que está à disposição para o que for solicitado.

Faith podia ver que a sua nave já estava consertada e instalada no mesmo hangar. Cabia a ela decidir como seguiria na viagem, pois o seu nome também estava na prancheta eletrônica de Nate. Sendo assim, a Caçadora de recompensas poderia escolher se iria querer seguir na sua nave, ou se iria querer ficar dentro da Crimson Destiny.

Nate tinha uma prancheta contendo as seguintes informações para liberação de saída no planeta.

NOME: NATE REYNOLDS
AFILIAÇÃO: LUGAN INC
RAÇA: HUMANO
POSIÇÃO: COMANDANTE

NOME: FAITH LEHANE
AFILIAÇÃO: LUGAN INC
RAÇA: HUMANA
POSIÇÃO: ESCOLTA

NOME: KAILOR VORS
AFILIAÇÃO: EMBAIXADOR DAWIS VALORUM
RAÇA: HUMANO
POSIÇÃO: GUARDA-COSTAS

NOME: DAWIS VALORUM
AFILIAÇÃO: SENADO
RAÇA: HUMANO
POSIÇÃO: EMBAIXADOR

NOME: JOSHUA KATARN
AFILIAÇÃO: EXÉRCITO DA REPÚBLICA
RAÇA: HUMANO
POSIÇÃO: ENGENHEIRO CHEFE

NOME: MESTRE JAD'TIR
AFILIAÇÃO: ORDEM DOS CAVALEIROS JEDI
RAÇA: TWI'LEK
POSIÇÃO: NÃO APLICÁVEL

NOME: APRENDIZ RAYTE ODAN
AFILIAÇÃO: ORDEM DOS CAVALEIROS JEDI
RAÇA: HUMANO
POSIÇÃO: NÃO APLICÁVEL

Aos poucos, os heróis foram chegando...

Nota: PESSOAL, O GAME ESTÁ COMEÇANDO AGORA! A PARTIR DESTE MOMENTO, EDIÇÕES NAS FICHAS ESTÃO PROIBIDAS SEM PRÉVIA AUTORIZAÇÃO DO MESTRE, SOB PENA DE PERDER TODO O XP DO ATO. VOCÊS TERÃO ESTE TURNO PARA INTERAGIR ENTRE VOCÊS, IDEPENDENTE DO NÚMERO DE POSTS QUE FAÇAM. SE TODOS CONSEGUIREM POSTAR, EU PROMETO UMA ATUALIZAÇÃO ATÉ O FERIADO, MAS VOU ENTENDER SE ALGUÉM NÃO PUDER POR CONTA DO FERIADO E NÃO AVANÇAREI A AVENTURA PELO MENOS ATÉ TERÇA-FEIRA, NESTE CASO.

O QUE ALGUNS DE VOCÊS SABEM, DIGNO DE NOTA:

Nate Reynolds: Você conhece a fama de FAITH LEHANE, entretanto, se as histórias sobre ela são ou não mentirosas, isso só o tempo dirá. Entretanto, você já soube de vários contratos dela que foram difíceis e foram concluídos. Você sabe que a CRIMSON DESTINY possui capacidade para atingir até 3 vezes a velocidade da Luz, o que faz com que vocês possam chegar em Endor em questão de 5 horas. Sabe que a nave possui quatro canhões dianteiros e um traseiro.

Faith Lehane: Você conhece NATE REYNOLDS de nome, assim como Vors, mas nada digno de nota. (Se forem ter algum tipo de relação, me avisem só pra que eu tenha noção, mas fiquem à vontade).

Jad'Tir: Já ouviu falar na fama de FAITH LEHANE como uma caçadora de recompensas experiente. O que ela estaria fazendo aí? Descubra por si só.

Rayte Odan: Nada digno de nota.

Dawis Valorum: Conhece a fama de FAITH LEHANE como Caçadora de Recompensas competente. Não faz a menor idéia da origem de Vors e nem sabe que a missão dele aí é protegê-lo. Terá de descobrir isso inGame.

Vors, o Encouraçado: Conhece a fama de FAITH LEHANE e sabe que muitas histórias sobre ela são verídicas, visto que você esteve preso junto com muitas das capturas dela que confirmaram sua habilidade.

Joshua Katarn: Conhece a fama de FAITH LEHANE, mas não sabe até onde certas coisas são verdadeiras. Você reconhece que a nave é totalmente customizada e que ela apresenta bem mais armamentos que uma nave de transporte deveria ter. Você sabe que este modelo de nave é extremamente rápida e possui um campo de força considerável. Você olha para VORS e facilmente reconhece que ele utiliza equipamentos Mandalorianos, oque neste lugar são um tanto quanto raros, caros e bem eficientes.

EQUIPAMENTOS INICIAIS DE CADA PERSONAGEM:

Este é o equipamento padrão que cada um de vocês está levando. Caso desejem algo mais, FALEM COMIGO, mas só se eu considerar plausível, ok?

Jad'tir: Sabre de Luz AMARELO (a cor foi sorteada, entre azul, verde, amarela e laranja. Vermelhos apenas para Siths e Roxo apenas para mestres que dominem os 7 estilos), Comunicador, Robe Jedi.

Rayte Odan: Sabre de Luz AZUL (a cor foi sorteada, entre azul, verde, amarela e laranja. Vermelhos apenas para Siths e Roxo apenas para mestres que dominem os 7 estilos), Comunicador, Robe Jedi.

Dawis Valorum: Comunicador, Blaster DL-44

Blaster DL-44

Joshua Katarn: Comunicador, Blaster DH-17, Rifle Blaster E-11

Blaster DH-17

Rifle Blaster E-11

Vors: Comunicador, Armadura Mandaloreana, Espadas Mandalorianas, Blaster Dh-17

Espada Mandaloriana

Faith Lehane: Comunicador, Blaster DH-17, Carabina Blaster A-280

Carabina Blaster A-280

Nate Reynolds: Comunicador, Blaster Dh-17

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Ricardo Sato em Sab Out 31, 2015 7:23 pm

Há 5 horas.....

Vaas se levantava e vestia,na cama sua "acompanhante" dormia,ele joga os créditos sobre a mesa e observa ao redor,os olhos de um pálido azul fitavam a escuridão,mas um raio de luz que escapava da janela dava a eles um reflexo prateado.
Logo o elmo era colocado ocultando seu rosto novamente,ele sorria sob o elmo,um sorriso estranho de quem não sabe sorrir,algo mais próximo de um esgar nos lábios de um predador do que uma demonstração de contentamento.
Mais cedo durante a noite a garota tentava ser sutil ao tatear em busca da luz,sem perceber que o homem via seus movimentos claramente.



Vaas sabia já a algum tempo da curiosidade crescente entre as garotas daquele lugar sobre o porquê do mercenário só encontrá-las totalmente as escuras,havia uma aposta e se não se enganava "ele tem alguma cicatriz horrenda" estava na liderança.
Claro que ele a impediu,e com seu flagra não foi difícil convencer a jovem a "prestar seus serviços" novamente e de graça por causa da travessura....ele nem precisou "convence-la" para que ela fizesse isso.
Ele as vezes sentia falta de ser "ele mesmo",usava seu velho nome quando necessário e as vezes aparecia diante de alguém para conseguir algo,mas contando as raras vezes em que foi Ja'lleth nos últimos anos era obrigado a admitir que muitas delas aconteceram apenas pela sensação de liberdade.

Não que seu rosto fosse obrigatóriamente um segredo...mas quanto menos pessoas o vissem menores as chances de alguém poder reconhecê-lo.

Enquanto saia sua mente vagava para aquele dia a tantos anos,para o seu erro,Artosh jazia pálido,furos fumegantes existiam em sua cabeça,peito e fígado,ele só precisava partir.
Foi quando a porta atrás de si se abriu,em um reflexo ele se virou e disparou,acreditando que poderia ser um dos guardas-costas ele disparou na altura do coração.
Não era,era alguém bem mais baixo.



O disparo que devia matar atingiu um ombro,o garoto tinha apenas 16,o homem atrás de si não tinha sido sua primeira vítima naqueles tempos crueis....mas havia sido a primeira vez em que tinha sentido prazer com uma morte,agora era justamente o oposto.
Ao colocar a arma na testa da garota ele a reconhecia,era apenas uma garota tão jovem quanto ele,uma das muitas que se prostituiam por não ter outra forma de sobreviver....
Ele não disparou e partiu,não queria aquela morte nas costas,ele desconfiava o que tinha salvado a garota,Jayla a assassina e sua amante em Muspellhein também sabia e havia confirmado sua suspeita tempos atrás.



"Jayla-É hipocrisia você sabe não?....Você mata,eles morrem é simples,honra é subjetiva meu querido."

Ela estava certa,era sua hipocrisia,o sentimento mais "puro" que ainda havia em algum lugar do seu coração,todos acreditavam que seu apelido "o encouraçado" era por causa de sua armadura,alguém deve ter ouvido Dresden lhe chamando assim e pensado isso.
Não era,o maldito velho era um canalha mas amava a vida e se meter na vida dos outros,o encouraçado era sua forma de dizer que Ja'lleth era um tolo que deixava todo mundo de fora.



"Dresden-Você é um cabeça oca garoto,até seu pai o OG cabeça oca sabia que acabaria um velho patético que nem eu se ficasse apenas emburado com a própria vida."

O velho não entendia que Vaas deixava todos de fora para a própria proteção deles......

Sua "misericórdia" lhe custou caro,claro que fizeram a garotar contar o que viu,Ja'lleth não teve tempo de deixar o planeta e o resto é história,não matar a garota tinha sido seu maior erro....mas graças a santa hipocrisia ele nunca conseguiu realmente se arrepender desse erro e talvez tenha sido isso que manteve um pouco de sua sanidade em Mupellhein.

Depois de todas essas lembranças não havia mais um sorriso sob o elmo e ele só tinha uma certeza....precisava beber.

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Já no bar alguém se aproximava e interrompia seu drink,alguém que sabia demais.
A figura estranha o abordava com um serviço,Vors pretendia recusar apesar do pagamento....um maldito político,um embaixador,com certeza mais um imbecil querendo se meter no que não devia as custas de todo mundo ao redor por causa de caprichos.
Seu pai tinha morrido assim e sido usado mesmo depois de morto...devia ser brincadeira,o primeiro serviço realmente grande depois de Dresden bater as botas era um trabalho de GUARDA-COSTAS!!!!Duma porra dum EMBAIXADOR!!!!
O maldito fantasma do desgraçado do Dresden devia ta rolando de rir,Vors era péssimo com proteção no início e nos primeiros anos de treinamento "coinscidentemente"quase todo trabalho era uma escolta.....

"Dresden-Matar tu já ta mais que acostumado moleque,proteger também faz parte do serviço e tu vai ter que aprender um dia."

....o pulha do velho era sempre assim.....tudo bem,que fosse uma última vez em honra do porco mais porco a já lutar com a horda mandaloriana.

Vors derramou um gole de seu drink no chão e virou o resto,o bartender nunca fazia fiado mas aceitou um "pago na próxima" do mercenário.
Tinha pouco tempo e a aquela hora não sabia se conseguiria achar,mas se ia para algum lugar desconhecido com um diplomata ele tentaria comprar mais algum equipamento....umas rações de viajem,uma arma menor...quem sabe uma pistola e se desse um tradutor de idiomas eletrônico.
Estaria lá na hora certa,com o que conseguisse encontrar.

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Agora....



A figura se aproximava de forma firme,uma bolsa nas costas e armas presas a armadura negra,a mais estranha delas uma espada de lâmina cruel.
Tinha mais de um metro e noventa,na couraça parecia ter mais de dois,não era possível ver seu rosto mas pelo movimento do elmo era possível notar que ele olhava calmamente para todos.
Vors não conhecia a maioria,o homem com a prancheta lhe lembrava vagamente de um homem de quem um "associado" de Vaas tinha comprado umas granadas sônicas,mas ele não lembrava direito.
Uma mulher jovem ele reconheceu,Faith Lehane.....conhecia a fama e ouvira as histórias de outros condenados,não duvidava de sua habilidade.
Em Muspellhein você era preso por ser perigoso,não pelo seu gênero...Jayla(um dos outros "chefes")era uma das maiores provas disso.
Ainda sim Vors se surpreende com a aparente idade da já lendária caça reconpenças,com um aceno de cabeça ele cumprimenta a jovem....era melhor saber que havia pelo menos mais um profissional ali.
Deixando isso de lado ele começa a falar com uma voz grave e baixa,do tipo que é nítida e não precisa ser elevada para chamar a atenção.

-Eu sou Kaillor Vors...procuro por capitão Reynolds.


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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Alexandre em Sab Out 31, 2015 10:30 pm

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Cansada, com a respiração bastante ofegante. Segurava a arma ainda apontada para o último dos alvos, com uma fumaça gerada pelo aquecimento do metal saia da arma enquanto o homem que devia ter mais do que o dobro da idade da garota se aproximava, olhando sem qualquer tipo de simpatia para os alvos um após o outro antes de começar a falar.

- Mais uma vez.

A garota se levantava.

- Mas...Eu acertei cada um deles! Veja! Não cometi nenhum erro!

O apelo não parecia ser ouvido, uma vez que o homem sequer olhava na direção da garota saindo de costas, enquanto falava com um misto de tranquilidade e frieza:

- Apenas porque não errou desta vez não significa que ira acertar cada uma das vezes. A pratica leva a perfeição. Mais uma vez. Do inicio...

Faith logo se levantava fechando os olhos, respirava fundo e após alguns instantes, disparava contra cada um daqueles alvos novamente.

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Mais um contrato, mais um como tantos outros...Ou ao menos era assim que se comportava. Faith chegava ao Hangar 7A sem se questionar muito a respeito do que poderia existir por tras do contrato, ou qual era o problema relacionado com tudo aquilo. O Dinheiro era bom o bastante, especialmente se não fizesse perguntas então apenas queria que logo acabasse. Permanecia viva mais uma vez por competência, sorte ou qualquer outro fator então...Precisava seguir em frente.

Sem erros.

O transporte para Endor seria feito por...Reynolds. Fala sério. Eu piloto tão bem quanto ele! Porque simplesmente não me pediram para PEGAR o item? Não precisariam se preocupar em colocar uma baba cuidando para ele não vender no meio do caminho!

A não ser...Que pagassem mais?

Ok, talvez de na mesma.

De qualquer forma, não havia problema em ir a bordo da "Destiny Crisom". Era melhor na verdade acompanhar eles beeeem de perto. Faith ouvia a introdução feita pelos droids com certa expressão de tédio, sequer achava que precisava de um tradutor, afinal de contas se as pessoas não sabiam responder em meia duzia de idiomas, apontar a arma costumava resolver.

Vors...Reynolds. Lembrava alguma coisa relacionada a Vors, resumidamente parecia alguem que era melhor não se colocar no caminho, e a armadura provava que era uma excelente ideia. Por sorte ele teria ouvido algo semelhante ao meu respeito e não teríamos problemas. Nate era um fanfarrão: Aquilo que havia dito ao seu contratante não era exatamente verdade...Ou mentira. Claro que lembrava de Reynolds e sabia o bastante para acreditar que eventualmente havia um contrato com a cabeça dele.

Hora de agir.

Dava um aceno sem alterar muito a expressão olhando para Vors e ouvia a pergunta dele sobre Reynolds. Estava cogitando como melhor agir e aquilo havia dado uma boa idéia. Caminhava tranquilamente na direção do "Comandante Reynolds" e colocaria a mão na prancheta, chamando a atenção para si:

- Nate Reynolds... - Ela falava baixo com um sorriso no rosto, parando próximo dele e falando calmamente: - Provavelmente você deve estar se perguntando "Poxa, porque Faith Lehane estaria aqui?" Então deixe-me ser bem clara: Eu sou a sua baba: Se eu DESCONFIAR que você não vai fazer a sua parte no contrato, eu vou dar um tiro no meio de sua testa, SEM confirmar se estava certa ou não.

E fazia um gesto com os dedos como se a mão fosse uma pistola, "atirando" na cabeça dele, logo cruzava os braços por tras da cabeça, se "espreguiçando" e sorrindo:

- Então...Você faz sua parte, eu não preciso fazer a minha e tudo vai ficar bem. Use a cabeça: Não banque o esperto. Eu vou estar de olho...



E com o mesmo sorriso se afastava, voltando ao mesmo lugar de antes escorada em uma parade a poucos metros de Nate. Querendo ou não era seu contrato. Antes disso falava para Vors enquanto andava:

- Kailor Vors, Nate Raynolds, Nate Raynolds, Kailor Vors

Indicava um ao outro com a mão direita e voltava a sua posição original.

Esperando...Em silêncio.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Darbis em Dom Nov 01, 2015 4:00 pm

~Anteriormente~

Cel: Tenente, você será o oficial engenheiro da nave e o co-piloto. Suas experiência militar e treinamento mais que o capacitam para esta missão. O Conselho Jedi está enviando dois Cavaleiros ou sei lá o que são nesta missão também, além de um Embaixador. Os Jedi não são donosso interesse, mas o Embaixador sim. Você deve ajudar a garantir a segurança dele, por quaisquer meios necessários. Entendido?

Katarn: Sim senhor.

Cel: Bom! Dispensado, Tenente!

Hmm... Missão de campo envolvendo políticos em território conflitante... Pelo que sei ali é território dos Hutt. Malditos políticos... Sempre com suas ideias absurdas de diplomacia com bandidos. Pfff... Acho que vou precisar de algum equipamento especial se a nave for muito grande, melhor me precaver.

~No alojamento~

Hmmm... Comunicador, Blaster DH-17, Rifle Blaster E-11, bolsa de ferramentas, uma roupa extra... Tá tudo ok...

Jack: Hey Joshua!!!

Afff... Lá vem o novato...

Jack: Missão de campo? Ordens do coronel? Do comandante? Caraca! Missão de campo cara!!! Você deve estar animadaço né!?

- Hmrrr...
Jack... Maldito novato... Acabou de se formar e o puseram pra dividir a beliche comigo. Malditos superiores...

Jack: Qualé cara! Conta aí! Vai explodir alguma coisa?

- Jack... Se não calar a sua boca *enfia o Rifle Blaster no nariz dele eu faço tudo isso parecer um acidente... Entendeu?

Jack: Heh...heheh... Calma cara, somos parceiros não é? Dividimos a mesma beliche!!!

- Jack! Vá - se - foder. *vira e volta a guardar as coisas e se prepara pra sair*

Jack: Errr... Te vejo na volta parceiro!! ... Ele tá em missão... Heh... *pigarro*

~A caminho da nave~

Merda de novato... Não entendo porque fica no meu pé o tempo todo... Foco Katarn! Foco! Preciso fazer o check-up da nave logo... *quase chegando avista as outras pessoas* Grrrr... Muita gente... Muita... Faith? Faith Lehane?! Agora isso vai ficar interessante... Olha eles ali, os Jedi... Preciso encontrar o Embaix... *nota a armadura mandaloriana* Hmmm... Aço mandaloriano, como eu gostaria de pôr as mãos numa belezinha dessas...

- Hmm... Vibrosword hã... *aceno de cabeça*


ALC-1: Saudações. Eu sou ALC-1, Droid de comunicação e tradução desta expedição. Sou programado para me comunicar em 277 idiomas conhecidos na galáxia. Meu pequeno companheiro é R6T5, o droid de manutenção e artilharia da expedição.

R6T5: PIPIPIPIPI...PIPI...PIPIPIPI!

ALC-1: Ele diz que está à disposição para o que for solicitado.



Hmmrrr... R6T5... *passa a mão no droid, ele estremece um pouco* Lento. Pesado. Resistente. Dá pro gasto, mas pode ser melhorado. Aguenta um tiro de uma Carabina Blaster fácil. *olha ao redor* Por falar em carabina, que bela Carabina Blaster A-280 a senhora tem aí dona Faith... Mira customizada, grip lateral pra bandoleira, braço retrátil pra conforto... Pena que não tem um suavizador de recuo no punho, nem um desaquecedor na ponta, nada que uns ajustes não possam ser feitos... Enfim! Preciso me apresentar ao Embaixador.

*aproxima-se do Embaixador e bate uma continência leve, mais por protocolo do que por necessidade*
- Tenente Katarn se apresentando Embaixador. Eu serei seu co-piloto e Engenheiro nessa viagem. Estou aqui para garantir sua segurança nessa viagem a pedido do Coronel Washe. Se precisar de algo não hesite em falar comigo...
Uffff... Detesto falar demais com esses diplomatas e políticos... Eles sempre falam demais... Mas não vou parar pra ouvir o que ele tem à dizer. Quero olhar a nave logo!
*aproxima-se de Nate e esse apenas levanta o olhar da prancheta*
- Piloto? *sem esperar uma confirmação ele continua* Sou o co-piloto e engenheiro, vou checar a nave antes de partirmos. *sem sequer esperar uma resposta ele sobe pra nave*
Pra uma nave de transporte essa belezinha tem uns belos canhões dianteiros, aquele canhão traseiro precisa de uma olhada, parece meio enferrujado, ou talvez seja só essa pintura vermelha ridícula... Hora de trabalhar!
*Katarn então se põe a checar a integridade da nave*

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Sabe porquê eu posso? Porque meu pai é o Batman!

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Jor-El em Ter Nov 03, 2015 12:02 pm

O preço era bom? Muito! Valeu a pena ficar com essa doida como cão de guarda? Nem a pau! Mas enfim, se eu ganhasse um crédito pra cada besteira que eu fiz eu teria me aposentado e estaria em Mos Eisley me embebedando. Enfim, eu não tenho muita escolha. Mas tenho meu sorriso cheio de dentes. E isso deve pelo menos amolecer o coração de Faith Lehane. Funcionou antes. Parcialmente.  

Nate: Vamos, Faith. Você me conhece. Eu cumpro meus acordos. Aquele canhão não era tudo que eu prometi? Eu vou levar vocês pro seu objeto de conto de fadas. Depois, cada um segue seu caminho. Você leva sua recompensa e eu mantenho meu sorriso lindo. Que tal? Todo mundo ganha.

O resto da equipe parece o maior bando de desajustados que eu já vi. 2 jedi. Um cara de armadura. Um mudo. E aquele desgracado ainda diz que eu tenho sorte.  

Nate: Sou eu mesmo. Acho que vou gostar desse título. Ja posso me imaginar nessa nave. Desbravando o inalcançável. Vendendo rifles de plasma por metade do preço da concorrência. Quem sabe meu querido empregador e quase carrasco não me vende?

Os droids vão ser uteis. Mas eu honestamente não sei o que pensar dos 2 jedis. Apesar da mestra não ser de se jogar fora. Enquanto isso, o simpatia vem entrando logo na nave e eu nem sei o que pensar direito.

Nate: Ok, eu sou o Capitão Reynolds. Estamos aqui reunidos para este solene evento de resgatar uma caixinha. Eu sei que vocês provavelmente vão tentar se matar nos primeiros 15 minutos, mas estamos presos neste agradável grupo e precisamos extrair o melhor de cada um. Quem aqui entende de droids? Porque vai ser o felizardo que vai passar a viagem com nosso amigo alto. O resto, quem quiser vir, entre na nave. Fora isso, estamos nessa juntos. O que significa que vamos ter que cooperar. Todo mundo aqui quer alguma coisa. Se a gente souber jogar bem direitinho, todo mundo sai com um sorriso no rosto. Eu vou pilotar a nave,e aparentemente o cara fuçando a nave vai ser o copiloto e mecânico. Alguma pergunta?

De resto, eu tenho que preocupar do embaixador ou dos jedis não descobrirem que metade do meu contrabando vem de roubos do arsenal dos republicanos e evitar que essa louca me transforme num estande de tiro ao alvo. Eu diria fácil, mas eu honestamente sinto que eu vou me dar mal.  

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Ter Nov 03, 2015 2:26 pm

Não havia muito tempo a perder, o Capitão Reynolds provavelmente não tem compreensão da gravidade da situação, mas com certeza ele e a jovem Faith Lehane estão prontos para receber e com isso agir...

O tal "Capitão" Reynolds não me parece até menos preocupado com nossa missão. Tem horas que não consigo distinguir o quanto as pessoas tem de se sujeitar a escória para sobreviver e se tornam tão imorais.

Temo sempre quando estou ao lado de mercenários, eles não lutam por uma causa e sim por mais dinheiro. Meu receio é o de sempre sobre o grupo de Comércio, o objetivo deles é impor uma ditadura do mercado sobre tudo e transformar a galáxia em um mundo onde pessoas como as que estou rodeado para essa missão sejam o exemplo de moralidade.

A chegada de um homem vestindo uma armadura mandaloriana me preocupa, felizmente vejo que temos dois Jedi e um guerreiro que prontamente mostra disciplina em sua apresentação.

-Descansar, Tenente. Somos parceiros nessa empreitada em nome da democracia e do fim desse conflito. Espero que consigamos resolver isso de uma vez. Bom saber que há mais gente que dedicou sua vida à causa da República além de mim nessa viagem.

Realmente é um alívio ver alguém como esse engenheiro por aqui, temo que um dia sejamos todos controlados por uma ditadura e a lei do mais forte.

-Creio que poderemos fazer uma boa viagem, Capitão. Vamos todos rapidamente e poderemos voltar para nossas vidas com mais velocidade ainda...

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Drako em Qua Nov 04, 2015 12:06 am

O jovem garoto, recém-escolhido como Padawan, se mantinha de braços cruzados e escorado numa parede. Ele ainda não acreditava que Jad tinha escolhido ele como seu Padawan e estava visivelmente frustrado. Como ela podia ter feito isso com ele? E justamente depois do ocorrido na sala de treinamento. Rayte não entendia. Quando a sua nova mestra se aproxima ele finalmente resolve falar.

Rayte:
Ainda não consigo conceber que você fez isso comigo, Jad. Não depois de ter me humilhado daquele jeito na frente dos outros Youngling.

Ao mesmo tempo em que estava frustrado, estava animado com sua primeira missão oficial, que era de uma importância gigante. Descobrir o que aconteceu com o Mestre Dag Oneth não era uma simples tarefa, era pessoal para a Jad, e ele faria daquilo pessoal também, apesar de não se dar muito bem a Mestre Jedi recém aprovada. Chegando ao Hangar 7A, ele coloca o capuz de sua robe e se cobre com ela por completo. Era visivelmente um garoto, sem porte algum, mas ele gostava do visual. São recebidos por dois androides e um tal de Reynolds, o responsável pela nave que iria transportá-los.

Parou em frente ao homem com a prancheta holográfica e esperou sua mestra apresenta-los. Quando ela diz seu nome, Rayte acena com a cabeça e entra na Nave. Como eram os últimos, ele nota os outros tripulantes que já estavam lá, percebendo quão estranhos eles eram. O jovem Padawan para frente a uma janela e expressa seus pensamentos.

Rayte:
Essas pessoas são confiáveis, Jad? Sabe-se lá o que eles podem tentar no caminho até Endor.


Última edição por Drako em Qua Nov 04, 2015 1:01 am, editado 1 vez(es)

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Phelipe Peregrino em Qua Nov 04, 2015 12:53 am

Jad'Fir: Não saia de perto de mim. - Ela falou sem olhar para seu padawan, de forma direta e seca. - Se não estiver por perto não vou poder te ajudar quando - o tom de voz ficou mais severo, como se o momento em que o jovem fosse precisar de sua ajuda fosse inevitável - estiver em perigo.

Ela caminhava sem graciosidade, por baixo dos desconfortáveis e exagerados trajes Jedi. Não gostava de usá-los. Não gostava de se esconder sob tantas camadas de tecido. Tecidos que escondiam seu corpo e limitavam seus movimentos.

Mas havia mais uma coisa que ela não gostava. Olhando com o canto dos olhos para o jovem que a seguia, ela não gostava da forma como o tratava. Queria ser mais compreensiva. Mais carinhosa. Construir uma relação professor-aluno... Mas sempre que ela se descuidava, lá estava ela. Falando mais do que realmente queria.

Jad'Fir: Existem pessoas no universo que não ligam para a vida alheia. - Ela disse, soando o mais maternal possível. - Principalmente com aqueles, como você, que são fracos. - Ah, Jad'Fir! Mandou bem!

Optou por ficar quieta o resto do caminho. Lembrou-se do dia em que Dag Oneth entrou em sua vida, resgatando do que seria uma sofrível existência de servidão e abusos. Dando a ela a chance de se tornar forte. De ser quem ela é.

"Eu vou te encontrar, Mestre". O pensamento martelou em sua cabeça. "Não há distância nesse universo longa o suficiente para me impedir".

Finalmente, Jad e Rayte chegaram no hangar, não tendo dificuldades para identificar a nave de Nate Reynolds.

Jad'Fir: Esse é um universo perigoso, Rayte. - Ela começou falando pouco mais alto que um sussurro, enquanto os dois caminhavam lentamente na direção da nave. - Estamos indo para o território dos Hutts. O Conselho Jedi e o Senado está tentando impedir uma guerra de todas as formas, mas cada vez que amarramos um nó, outro começa a se desfazer. Por isso estamos indo sob transporte não oficial. Pelo que soube, há um diplomata do Senado indo pra lá, também... - Ela continuou falando, esboçando um sorriso desajeitado, mas sem olhar para ele. - Fomos instruídos pelo Conselho em missão de resgate, certo? O que os outros tripulantes vão fazer é assunto do Senado.

Os dois finalmente chegaram na rampa de embarque e iniciaram o protocolo solicitando autorização de entrada.

Jad'Fir: Vou te dizer uma coisa, Rayte. - Ela olhou pra ele, bem no fundo de seus olhos, com um olhar de traços delicados e interrogadores. Decididos e carregados de um peso emocional ímpar. - O que o Mestre Yoda disse... É a maior e mais difícil verdade que o Jedi precisa aprender. Somos mantenedores da paz. Diplomatas do Estado. Mas... - Ela fez um movimento sutil para apalpar a parte da coxa onde repousava um dos seus sabres de luz. - Tem um motivo pelo qual nós andamos com sabres de luz, ao invés de canetas tinteiras.

Embarcou.

***

Os dois estavam, agora, sentados em um canto mais reservado na nave.

Ryate: Essas pessoas são confiáveis, Jad? - Ela observa bem cada um dos tripulantes. - Sabe-se lá o que eles podem tentar no caminho até Endor.

Jad'Fir: Não reconheceu nenhum deles, garoto? - Ela sempre dava ênfase no "garoto", talvez para disfarçar o fato de que a diferença de idade entre eles não era, assim, tão grande. - Aquela é Faith Lehane. Renomada caçadora de recompensas. E aquele homem usando um traje de combate mando... - Ela olhou diretamente pra ele e, por um segundo, que ela se esforçou para sufocar sem que ele notasse, ele viu que ela estava genuinamente preocupada com sua segurança. - Fique atento, tá legal?

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Scorpion em Qua Nov 04, 2015 2:49 pm

Aquela viagem a Endor então começaria. Cada um dos ali presentes tinham os seus objetivos...

Por mais que Nate Reynolds não fosse o melhor piloto da Galáxia e que Faith se julgasse tão boa ou melhor que ele, a verdade é que Nate tinha algo ali que nenhum deles tinha: o Conhecimento para chegar a Endor sem ser percebido pelas forças dos Hutts. Porque, meus caros aventureiros, nesta época de crise, onde a República e a Federação de Comércio estão em pé de guerra, ter os Hutts de fora disso era algo que fazia com que o barril de pólvora realmente não explodisse.
Hutts eram categóricos e bairristas... negociar com eles era como negociar com o Diabo, pois eles nunca saíam perdendo. Essa era a real importância de Nate Reynolds naquela empreitada: impedir que os Hutts se sentissem ameaçados e começassem a mover as suas peças para um tabuleiro que de um perigoso jogo que só dois poderiam jogar.

Porém, aquela viagem não valeria de nada se não fosse para buscar algo. Lugan era um dos mafiosos mais poderosos de Coruscant e, qualquer um que consiga ser um chefe da máfia debaixo do nariz da República é alguém digno de ser temido. Por esta razão, ele só trabalhava com os melhores... gente como o Mercenário Fett... gente como Faith Lehanne. E Faith era a razão pela qual Lugan estava certo de que conseguiria o que ele queria. O que era isso? Por enquanto, apenas uma caixa... mas caixas guardam coisas, não guardam? Seráo que quando tudo aquilo estivesse prestes a se concluir, que a curiosidade falaria acima do profissionalismo, Srta. Lehanne?

Katarn... Ou Joshua, como preferir. Você era um soldado... você recebia ordens e as cumpria. Mas e se as ordens ficassem contra certos princípios morais que você poderia ter? Haveria a possibilidade de que o cão se virasse contra os mestres? Puxar o gatilho para o outro lado e ir atrás de uma luta que fosse realmente sua? Uma luta que defendesse os seus interesses e os seus ideais? Ou melhor dizendo... quais seriam estes ideais? Porque nenhum homem, humano ou de outra espécie era uma caixa vazia. Você estudou tanto o funcionamento dos objetos mecânicos... mas estudou o seu funcionamento? Aquela era a primeira viagem onde apenas ele era um militar. Uma missão como aquela nunca havia sido dada a ele. Em batalha, ele sabia que poderia contar com seus companheiros do exército da república, mas ali? Mercenários, Jedi, Políticos... haveria confiança?

O Embaixador Valorum era um homem ímpar. Ao menos era o que sua irmã Nisa achava. Por mais que fosse um embaixador, oriundo de uma família de importantes políticos, ele era um homem que demonstrava pensar apenas no bem e na prosperidade dos povos da Galáxia. Fantasia ou não, alguns Senadores, especialmente os de sua família temiam que Dawis fosse um homem um tanto fantasioso, pois o que ele planejava, jamais poderia ser alcançado. Ou poderia? Como Embaixador, você leva a sua palavra e uma proposta de vida melhor a outros povos, mas... e se o senhor viesse a se tornar algo mais, Dawis? Pense o que poderia conseguir se resolvesse deixar o escotismo de lado e tornar-se algo maior... Consegue imaginar? Você terá algumas horas para pensar nisso. Até porque, os Ewoks já sofrem nas mãos dos Duloks há muito tempo. Bastaria um pedido e um sorriso para cessar a rivalidade do leão com a zebra?

Afiando a sua lâmina Mandaloriana (que não era uma lâmina vibratória), Vors estava sentado em seu canto. Não, você sequer notou que algumas pessoas deram uma boa encarada no seu equipamento... Percepção nunca foi o seu forte, Vors. Mas talvez no fim disso tudo você descubra que a força de nada vale se você não souber onde atacar. Isso é uma ameaça? Não... é um conselho... mantenha os seus olhos abertos, Vors. Nas melhores histórias, o guarda-costas sempre são os primeiros a tombarem. E você deseja ser sempre o melhor, não é? E o que se passa na sua cabeça agora? Haveria alguém percebido que um Umbran estava a bordo daquela nave? Mas mais importante... a espécie determinava quem você realmente era? Afinal, o último Umbran a fazer o seu nome nas estrelas não foi um conhecido Lord Sith? Você sabe o nome dele? Não... mas talvez os Jedi saibam. Curioso? COm o quê?

Rayte estava na companhia de sua mestre... E havia algo incomodando o garoto. Era a dúvida... Ah, se Mestre Yoda estivesse ali para dizer "Dúvida leva ao medo. Medo leva à raiva. A raiva leva ao Lado Negro"... mas ele não estava. E todo os ensinamentos teriam ficado à cargo de Jad. Mas nós falamos em dúvida... e qual seria essa dúvida, Rayte? Era simples... a dúvida se aquilo era algo bom ou ruim. De fato, Rayte era um pouco afobado... ele confiava em suas habilidades com o Sabre. Confiava que quase tudo podia ser resolvido com a luz do Sabre de Luz. Então, sair das aulas com os mestres no prédio do Conselho era algo bom... mas ser aprendiz de alguém que era alguns anos mais velha do que ele... essa sensação de humilhação era algo ruim. Em qualquer um dos casos, havia um lado positivo e outro negativo... Rayte teria de trabalhar sua mente e espírito para saber como contrabalancear a balança a seu favor.

Os pensamentos sobre Dag Oneth povoavam a mente da jovem Mestre Jedi, Jad`tir. Ela lembrou-se do ritual... Todos os mestres do conselho ali, reunidos, num salão escuro. Quando apenas a verde luz do sabre de Mestre Yoda se fez... e logo, um a um, eles foram acendendo... Shak-Ti, Mace Windu, Ki-Mundi, Kit Fiston... um a um acendendo, até que ela foi mandada ajoelhar-se e o sabre verde do Mestre não tocou seu ombro por centímetros, por 3 vezes... e ela foi nomeada como Mestre Jedi. O ritual estava impresso em sua mente... e ficaria por muito tempo. Era como ver um milésimo da força de cada um dos mestres indo em direção à ela. E agora havia Rayte... o peso da responsabilidade sobre a sua jovem vida estava sob sua vigília. A sensação de perder Dag era muito ruim, mas... e se perdesse Rayte? Era aquilo... perder o pai era doloroso, mas era o ciclo da vida... perder o filho... Pais não devem enterrar os filhos.

Os motores da nave foram acionados. Na cabine principal estavam sentados Joshua e Nate Reynolds. Os outros tripulantes tiveram de sentar no corredor da nave que possuía aproximadamente 14 poltronas com cintos de segurança de 5 pontos. A nave tremeu um pouco na saída... o barulho da ventania que os rotores davam para erguê-la do chão fazia com que ficasse um tanto ruim de conversar naquele momento. Todos estavam sentados e afivelados, menos os dois droids. R6 acionou as suas travas de segurança da lagarta e conseguiu se manter estável...o que não foi o caso do droid de comunicação.

ALC-1: Oh, não! Que dia não tão magnífico!

O droid saiu capotando para o fundo da nave, que se inclinava quase 60 graus para sair da atmosfera de Corrucant.

PLAM! PLAM! PLAM! PLAM! PLAM!

Por fim, o droid bateu em uma parede e ficou lá, esborrachado, esperando que a gravidade voltasse a ficar estável. Quando saíram da atmosfera, piloto e co-piloto podiam ver a imensidão espacial. Coruscant era um grande planeta avermelhado, com luzes por todos os lados, mostrando como a Capital era iluminada e grandiosa...


Quando atingiram o espaço, a nave estabilizou e os passageiros puderam se soltar. ALC-1 finalmente conseguiu se levantar.
Nate pediu a Joshua que traçasse a rota para as imediações do Setor Modell, onde a região Endoriana ficava localizada. De lá, ele teria de assumir o comando manual e guiar aquela nave pelas nuvens de Asteróides e poeira cósmica da região, onde teriam menos chances de serem detectados pelos Hutts. Nate teria de informar à tripulação quanto tempo até que eles resolvessem alcançar a velocidade de Dobra, um dos momentos mais perigosos daquele vôo, onde poderiam se chocar contra qualquer coisa numa velocidade superior à da Luz. Aos que entendiam de pilotagem... fazer a velocidade de Dobra sem os cálculos era suicídio.

Dawis percebeu uma holo-comunicação no seu comunicador. Ele atenderia? Se Vors iria com ele ou não, cabia ao jovem Embaixador decidir.

Por enquanto, para Faith Lehanne convinha apenas aproveitar o resto da viagem. Se tudo aquilo fosse simples, aquele seria de longe os créditos mais moles que ele já havia feito.

Já Rayte estava junto de Jad... mas a viagem para o jovem talvez não fosse tão tranquila quanto parecia ser para sua mestre. Absorta em seus pensamentos sobre Dag e se o encontrariam, Rayte, que era mais perceptivo do que Jad sentiu algo... estranho...

Uma perturbação nA Força? O que era aquilo?! Era uma sensação estranha, mas nada que fosse perceptível em suas feições para sua mestre, se ele não demonstrasse. Ele sentia uma leve dor de cabeça... como se, muito longe dali... alguém estivesse sofrendo e passando um milésimo desta dor pelA Força. A sensação era como um formigamento na mente, seguido por cinco ou seis leves espetadinhas de agulha... como se alguém apenas desse alguns cutucões no hipotálamo de Rayte com uma agulha muito fina.

[NOTA: APROVEITEM PARA INTERAGIR. EU PRETENDO ATUALIZAR ATÉ SEXTA FEIRA - OU ANTES SE TODO MUNDO JÁ TIVER POSTADO. TURNOS LIVRES... POSTEM QUANTAS VEZES QUISEREM, SEM LIMITES. APENAS ME COMUNIQUEM SE FOREM FAZER ALGO QUE DEPENDA DE APROVAÇÃO DO MESTRE, OK?]

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Ricardo Sato em Qua Nov 04, 2015 6:29 pm

Aquela devia ser a comitiva mais estranha que Vors já tinha encontrado em seus anos de mercenário e isso queria dizer muita coisa.

Um par de Jedai,o movimento e tamanho deixava claro que eram uma mulher e uma criança apesar das vestes,ao vê-lo a mulher parece ficar um pouco tensa e mais alerta,como se ele fosse uma ameaça.....muito bom,os instintos dela estavam certos,sentidos de guerreira.
Mesmo que não para eles no momento,Vors era uma ameça e sempre era bom estar preparado para o combate.
Esperava que o garoto aprendesse esta lição antes de ter a cabeça decepada,este universo não era clemente com crianças...não que se importasse.
Nunca entenderia os Jedai,segundo o que ouviu falar eles negavam o desejo....que tipo de pessoa pode negar o desejo?
Afinal não estava vivo hoje só porque queria viver mais do que os que tentavam matá-lo?

Tinha também um militar o que era próximo demais de um guarda para Vors simpatizar e aparente maluco,já tinha visto pessoas assim em Muspellhein,eram imprevisíveis e perigosas...ao menos parecia bem treinado.
Ele parecia estar falando algo sobre uma vibrolâmina...não era uma má ideia,quem sabe quando recebesse a segunda parte do pagamento....

O capitão lhe parecia um bufão inofensivo,mas aparentemente não era confiável segundo as palavras de Faith Lehane.
Ficaria atento mas não se meteria com ele a menos que atrapalhasse sua missão,e neste caso Lehane teria uma corrida para tirar sua vida e se ela ganhasse seria bem menos doloroso para ele.

A caça recompensa era bem próxima da imagem que fazia pelos relatos....talvez um pouco mais sarcástica e menor do que imaginava.

E tinha o embaixador,ou era um falastrão duas caras ou o que seria muito pior um verdadeiro idealista,esperava que não fosse o segundo.
Não se aproximaria ou dirigiria a palavra a ele se não fosse interpelado e não deixaria claro seus objetivos.
Vors se lembrava de Bungledee,uma criaturinha desprezível da prisão,era um fraco e um covarde,mas tinha o apoio de um dos chefes e por isso tinha se tornado um dos piores e mais sádicos dos prisioneiros.
Com alguém lhe dando apoio ele dava vazão aos seus desejos deturpados de dominação e violência,ele tinha se tornado arrogante e impulsivo por ter alguém lhe protegendo....e quando Vors degolou seu patrono o resto dos detentos fez picadinho do infeliz.
A missão já parecia bem difícil sem um embaixador super-confiante,era melhor observá-lo de longe,ele era o contrato NÃO o contratante,a missão de Vors não era obece-lo e sim trazê-lo vivo...e caso as coisas chegassem ao extremo,o mercenário faria isso mesmo que fosse arrastando o corpo inconsciente dele para Coruscant.

----------------------------------

Tempo depois estavam na nave com destino a Endor,fizera bem em cobrar mais,talvez tivesse sido pouco apesar de tudo.
Vors polia e afiava sua lâmina,não que seu aço fosse facilmente danificado,mas era bom deixar tudo em ordem e o sangue daquele Trandoshan do dia anterior era realmente difícil de tirar.
Já pensara em pintar a lâmina de vermelho,mas era uma galáxia muito grande com muitas cores de fluídos corporais....
Depois era hora de checar as células de energia e o comunicador.

-Devíamos ao menos ter uma frequência de comunicação em comum entre nós....isso se estivermos indo juntos para o mesmo lugar em Endor?

Deixaria a pergunta no ar,não tinha recebido mais detalhes da missão e se surpreendera com as pessoas que encontrou ali,em especial os Jedai...Vors geralmente não era contratado para deixar inimigos vivos e esperava que os cavaleiros não fossem um problema.


Última edição por Ricardo Sato em Qua Nov 04, 2015 10:52 pm, editado 1 vez(es)

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Darbis em Qua Nov 04, 2015 8:58 pm

E lá vamos nós... Essa belezinha parece bem mais potente do que eu pensava. Só falta saber se os canhões estão mesmo do jeito que deveriam estar...

Nate: Trace uma rota para as imediações do Setor Modell, é lá que fica a região Endoriana. De lá deixa na minha mão que eu resolvo.

- Hmmm...

Esse piloto é maluco, mas se ele é tão bom quanto é falastrão isso vai ser fácil. Já vi pilotos bons antes, são sempre os mais excêntricos. Após ajustar essas coisas vou aproveitar e dar uma olhada no droid de manutenção... Vou fazer umas modificações nele com o que tiver aqui.

- Curso ajustado, você lida com a tripulação, eu lido com os droids.
*Com o curso ajustado e a nave estabilizada Joshua vai até o R6*

Hmmm... Esse baixinho tem vários aparatos... Acho que posso adicionar mais alguns nele... Ele tem uma trava magnética, mas acho que posso colocar um mini propulsor improvisado pra ele poder se locomover caso precise sair no espaço e reparar a nave de fora...

- Ok amiguinho... Vamos fazer umas melhoras em você... Não precisa ter medo, não vou te desmontar por inteiro, vou tentar acrescentar algumas peças e tudo vai ficar bem melhor...
*Instintivamente ele olha novamente para a Carabina Blaster de Faith e de rabo de olho ele vê que a lâmina carregada pelo cara de armadura é na verdade outro tipo de material*
Aço mandaloriano na espada também? É o que parece... Estou cercado de gente estranha, um piloto excêntrico, um Embaixador pomposo que fala demais, dois Jedi... Faith Lehane... Ela é bem mais bonita do que as pessoas fazem soar nas histórias... *Novamente seu olhar cai sobre a Carabina Blaster* Se ela consegue manejar essa coisa sem precisar de um anti-recuo no punho então ela deve ter o pulso forte e a mira firme. Heh... O que é isso Katarn, achando sexy uma mulher forte é? Não que não gostemos disso. Ai ai, Sargento Yan, aquela sim era uma mulher forte... Não tinha medo de se sujar de graxa nem nada... Enfim. Vou mexer nesse R6 e deixá-lo mais apropriado ao trabalho primeiro... Mãos à obra!

*Joshua põe-se a trabalhar nas modificações do droid procurando na própria nave coisas que ele possa remontar e fazer um mini-propulsor para o R6*

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Alexandre em Qua Nov 04, 2015 9:53 pm

Todos os trapaceiros falam muito bem "Capitão", então é melhor guardar as suas palavras para alguém que elas realmente funcionem...Talvez alguém que não tenha sido muito bem paga SOMENTE por garantia que você não iria enrola-la. Assim, após ouvir as palavras de Nate, Faith apenas volta para seu lugar e ainda de costas faz o gesto de uma arma atirando para a própria cabeça e a mesma indo para o lado com o impacto.

Entendeu Nate? Sua cabeça. Minha arma.

E voltava ao mesmo local de antes. Faith ainda acenava sorrindo para o jovem Rayte, quando o mesmo olhasse para ela enquanto aquela que o acompanhava devia estar explicando de quem se tratava. Ao ver a expressão de poucos amigos de Jad'Fir, ela contudo desfazia o sorriso e olhava para ela, encarando por alguns instantes...




Mas logo fechava a mão e olhava em outra direção, se apoiando novamente na parede, despreocupada.

Viu? Não acredite em tudo! Caçadores de recompensas também são boas pessoas! Se junte ao Caos e seja seu próprio mestre!

Logo Nate começava com seu discurso, a medida que Faith olhava para as próprias unhas. Ela realmente não parecia estar ouvindo, e o unico ponto que direcionava um olhar não era para Nate, mas para o assim identificado "Mecânico-Piloto", interessante...Multifunção? A primeira parte é bem mais interessante que a segunda. Logo Nate abria espaço para algumas perguntas, e ja que ninguém mais o fazia:

- Para ser um "Capitão" não é preciso primeiro...Eu não sei...TER uma nave? - O sorriso surgia mais uma vez enquanto Faith mais uma vez olhava as unhas mas ela sequer esperava uma resposta, ou a interrompia se começasse - É Brincadeira Reynolds! Sei que vai dar tuuuudo certo! - E piscava com um sorriso, apontando para você mais uma vez "capitão".

Sim, vai ser assim a viaaaaaaaaaaaagem toda.

Era apenas uma questão de ficar de olho nele, nada que a preocupava realmente. Ela caminhava até o local indicado apertando o cinto, olhando enquanto o droid era arremessado para a parede, olhava para os "companheiros de viagem" e erguia os ombros no final de "fazer o que" e permanecia ali até quando fosse seguro se levantar. Andava em círculos na verdade, conferia as armas, recarregava, apontava para pontos isolados (que eram Nate quanto esse passava por ali) suas únicas preocupações eram manter Nate na linha, se possível não ficar no caminho de Vors e todo aquele equipamento. Protegendo alguém? Bem provável. mas para que perguntar? Logo vamos acabar sabendo...

No mais, permanecia em silêncio se não falassem com ela.

Sim, aproveitando a viagem.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Sex Nov 06, 2015 11:10 am

Eu verifico o blaster, enquanto o mecânico e co-piloto se foca em suas funções. Em seguida, eu me dirijo à mercenária Faith.

-Bom, a discussão sobre quem será ou não o capitão não me interessa muito. O que me preocupa mesmo é como encerrar esse conflito e encontrar o que vamos buscar. Tem alguma ideia do que fazer para isso e com quem iremos dialogar?

Ela parece ser mais racional que Reynolds e sua necessidade de se dizer capitão, a piada dela com ele faz muito sentido e eu tento me concentrar em quem poderá ajudar. Os Jedi e o mandalorianos certamente entraram em algum tipo de atrito, eu mesmo sei o quanto minha família lutou contra esses caçadores de recompensa ao lado dos usuários da força.

Afinal, quem é que pode pagar por serviços privados de segurança e aprisionamento na galáxia em que vivemos? Esse tipo de serviço é altamente imoral e tirânico, porém o sujeito esta apenas tentando sobreviver. Antes de poder ouvir qualquer coisa da jovem ele recebe uma ligação.

-Com licença.

Se afasta e abre o projetor do holograma para ver de quem se trata, de forma discreta e o faz sem chamar atenção dos outros.

-Valurom falando.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Alexandre em Sex Nov 06, 2015 12:46 pm

"Discussão?" Era apenas um comentário.

Eu que estou a trabalho e vocês quem precisam descontrair...Relaxar.

Só porque sou uma caçadora de recompensa mercenária não quer dizer que não tento tornar tudo mais divertido. Transformar a viagem de Reynolds em uma constante lembrança de que posso atirar nele e explicar depois faz parte disso.

Mas sempre alguém acaba comprando aquilo. E dessa vez era o caso de Dewis. Ele falava bem, sabia como falar. Outro membro da tripulação havia literalmente se apresentado e batido continência na frente dele instantes atrás. Sua escolta? Eu poderia ter feito dois trabalhos em um só...Apesar que devem ter profissionais mais baratos na área ou que sejam movidos por razões diferentes de dinheiro...

Não tão competentes claro.

Bem, não parece do tipo que vai me atrapalhar, e provavelmente apenas deve querer cuidar dos assuntos dele, diplomaticos talvez.

E o "Tenente Katarn" logo ia na direção do Droid. O cara é militar, co-piloto, escolta, mecanico...E mais o que?

Ja que o "protegido" dele logo ia cuidar de assuntos particulares, talvez fosse um momento melhor para se aproximar.

- Você não vai colocar misséis e lasers nesse robo vai? Eu não quero ter que enfrentar uma inteligência artificial tentando tomar o controle da nave...

Falava com certa curisidade olhando para aquele monte de fios e peças. Não entendia nada de robotica, mecânica ou derivados. Não considerava muito importante na sua profissão, se precisava de concertos ou mudanças, simplesmente pagava por elas. Dinheiro, sempre tão necessário...

Por isso era menos versátil e mais digamos...Especializada.

Ah claro, talvez o Droid fosse um capitão melhor.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Darbis em Sex Nov 06, 2015 1:52 pm

Hmmm um pedaço aqui... Outro ali... Essas peças vão servir! Dá pra fazer um propulsor para levitação como eu queria... E dá pra melhorar essa esteira dele...

- Amiguinho, vamos te transformar num verdadeiro Tanque de Manutenção...

*o droid se meche um pouco, incomodado, porém continua observando Joshua trabalhando nas peças e improvisando os itens*

Faith- Você não vai colocar misséis e lasers nesse robo vai? Eu não quero ter que enfrentar uma inteligência artificial tentando tomar o controle da nave...




- Hmmrrr... Até daria pra colocar... Mas acho que ele não vai me deixar abri-lo por enquanto... Por agora vou apenas melhorar a mobilidade dele. Não gosto de trabalhar com droids que não conseguem se esconder quando é preciso...
*Seu olhar recai sobre o droid de protocolo que toma um leve susto*
ALC-1 - Oh! Que rude!

- Hmpf... Droides que falam... Esse aqui por outro lado é uma mão na roda, R6, esse aqui é um ótimo droide de manutenção... *dá um tapinha de leve na cabeça do droid* Não há nada com que se preocupar... Tratando bem um droide desses e ele pode salvar sua vida, ou sua nave...

Faith Lehane... Hmmm... Realmente é beeeeem interessante Senhorita Lehane...

- Não pude deixar de notar sua Carabina Blaster A-280... Mira customizada, grip lateral pra bandoleira, braço retrátil e tudo mais... Se quiser que eu melhore o punho e a ponta pra diminuir o recuo e aumentar a eficiência do tiro fique à vontade... A propósito, me chame de Joshua.



Se com a mão suja ela ainda assim me cumprimentar, ela vai valer qualquer esforço...

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Jor-El em Sex Nov 06, 2015 7:17 pm

Então a caçadora sem coração tem senso de humor! Gostei dela.

Nate: Estou em busca de uma. Aquela sua me parecia muito boa, mas acho que essa banheira vai dar pro gasto. Vou falar com Lugan na volta. Se ele for querer guerrear com as gangues que tem se espalhado no território dele vai ter que conseguir mais poder de fogo. Acho que podemos chegar a um acordo. Mas eu queria te perguntar uma coisa. Por que você me ajudou? O Lugan ia arrancar minha cabeça e deixar numa sala de troféus. Nao que eu esteja reclamando. A bantha dado, não se olha os dentes. Mas você não me parece o estilo que vai salvar um contrabandista, mesmo algum pelo qual você sinta extrema atração.

Agora, acabou a brincadeira. Temos que voar fora do radar dos Hutts e isso vai ser difícil. Eles fazem o lugan parecer um amor de pessoa. E são muito difíceis de negociar. Quase todas as vezes que vendi armas pra eles eu praticamente só consegui o dinheiro do almoço. Mas nunca disse isso pra eles. Era capaz deles me deixarem na criogenia. Agora, preciso alertar para a equipe, antes que eles façam alguma besteira e outro chefe do crime intergalático queira me escalpelar.

Nate: Ok, equipe. Para quem não conhece, os Hutts são os maiores chefes do crime de toda a galáxia. Eles são extremamente violentos e não conversam. Ou seja, se formos pegues, vai ter troca de tiros. Ou, no caso dos jedis, espadas. Eu prefiro continuar abaixo do radar. Mas, se tivermos que nos encontrar com eles, vamos tentar conversar antes. Eu já mantive contato com eles antes e os conheço bem. Mas eu preferiria evitar. Eles matam por esporte e tem alguns bichinhos de estimação bem interessantes. Entendido?


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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Drako em Sab Nov 07, 2015 12:11 pm

Rayte escuta as brincadeiras e alfinetadas de sua nova mestra com uma cara emburrada. Nessas horas ele mostra que ainda é uma criança e não um Jedi como pensa. Sempre que ela cita que ele é fraco, o Padawan cruza os braços e olha para os lados. Ela o venceu numa batalha de Sabres? Sim, mas não foi uma vitória esmagadora, na verdade foi uma luta bem parelha. Apesar disso, Rayte se sentiu um tanto humilhado, ainda mais sendo derrotado na frente de seus amigos e na área em que ele tinha mais orgulho de suas habilidades.

Mas nesse momento, o jovem estava tão animado com sua primeira missão que conseguiu deixar de lado esse momento. Iria tentar se dar bem com a Jad? Claro que não, iria alfinetar ela a qualquer momento com um sorriso no rosto. Não era algo novo para os dois, seu relacionamento já era assim há anos.

Tirando momentos pessoas, tudo ligado a missão era levado muito a sério pelo garoto. Escutou atentamente o que sua mestra dizia sobre a missão e o território que estavam adentrando. Balançava a cabeça afirmativamente dizendo que tinha entendido. Ela cita o que Mestre Yoda tinha lhe dito. Aquilo foi um baque para o rapaz, ter escolhido o caminho errado em tanto aos outros. Ele via o sabre de luz como uma arma, e que cabia aos Jedi usá-la da melhor forma, sendo essa proteger aos outros. Se pudesse chegar ao pico das habilidades com o Sabre de Luz mais pessoas poderia defender. Mas o garoto tinha persistência e a frase de Jad também lhe animou. “Tem um motivo pelo qual nós andamos com sabres de luz, ao invés de canetas tinteiras”. Cedo ou Tarde, seu trabalho duro será recompensado e poderá ajudar alguma vida com suas habilidades.

Adentraram a nave e Rayte suspeitou se poderia confiar nos outros tripulantes. Jad, surpresa do pouco conhecimento do jovem, mostra a ele a tal Faith Lehane. Quando ele fita seus olhos na moça percebe que ela está olhando para ele e sorrindo. Rapidamente ele desvia o olhar e volta os olhos para mesa, enquanto engole seco. Ele não tinha experiência alguma com aquele tipo de situação, e a única mulher que realmente tinha algum tipo de contato era a Jad, que era uma peste. Ele respira e se foca em pensar sobre a sua missão.

Nesse momento ele sente algo estranho. Uma leva dor de cabeça, um formigamento em sua mente. Uma perturbação na Força? Era isso? Não sabia dizer, mas percebia que era algo como se a dor de outro passasse levemente a ele.

Rayte:
Jad... sentiu isso também? Tenho uma sensação estranha, como se algo estivesse errado com a Força.

Logo após sua sensação, o piloto diz que entraram em território perigoso e era melhor terem cuidado e estarem preparados. Rayte tem se preparado para isso sua vida toda e finalmente seria testado para ver se estava à altura do desafio.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Alexandre em Sab Nov 07, 2015 6:49 pm

JOSHUA:
--------

As pessoas tem realmente um problema de humor nessa nave.

Explicar o comentário ou referência? Nah...Melhor só deixar para la.

Ele não parece do tipo que vai tentar dominar a nave mesmo.

Logo ele fala da Blaster A-280, não que Faih não tivesse notado todas as vezes que ele olhou para a mesma, optando apenas por não dar atenção: Estava acostumada a atrair olhares por razões óbvias, outras mais óbvias e algumas...Nem tanto.

- Ah...Não se preocupe, você ja parece ter o trabalho o bastante. E não costumo deixar que outros saiam mexendo nas minhas armas sabe? Da azar.

Para ambos os lados.

Mas não parecia nada pessoal, ela até mesmo sorria.

- Okay "Joshua". Você ja sabe, provavelmente todo mundo nessa nave ja sabe, eu sou Faith. - E cumprimentaria, ora bolas porque não? Óleo? Sério?

Faith não é exatamente do tipo que tem medo de sujar as mãos...

NATE:
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Ela ria, não exatamente pela parte de "sentir atração". Se fazia Nate dormir mais tranquilo a noite, dai era com ele. Não era responsável pelos pensamentos dentro da cabeça de ninguém, mas a parte posterior que realmente a fazia rir:

- Ajudar...Você? Eu realmente não sei dos detalhes, e fui bem paga para não perguntar mas tudo que faço aqui é garantir que você vai fazer a sua parte em nossa pequena jornada. Se deixaram você vivo, e as complicações que fizeram alguém como nosso contratante em comum poupar sua vida eu desconheço, mas garanto que não é mim que deve agradecer...

E realmente não era.

Enquanto Raynolds não tivesse grandes números embaixo de uma foto sua em um cartaz de procurado, não era problema dela.

Ja o que o "Capitão" falava depois...Ele disse...

- Jedis? - E olhava para aqueles ali. Ok, tinha uma boa idéia de quem deveriam ser aqueles que Nate estava falando. Serio que todas aquelas historinhas de "lado negro" "força" e tudo mais eram de verdade? Aquilo realmente era curioso! Explicava um pouco mais a questão de uma Twi'lek andando por ai, naqueles trajes que para ela deveria serem exagerados e com um garoto humano.

Faith se aproximava de Jad'Fir, ainda a uma distância bem segura e inclinava a cabeça.



- Impressionante...*** - Ela parecia ponderar, voltando a olhar para o garoto - E eu aqui achando que Jedis tinham apenas sido inventados para triplicar os preços de sabres de luz e coisas do tipo. Algo errado com o garoto?

Parava olhando para Rayte que parecia ter uma crise de dor de cabeça. Mas não se atentaria muito a isso.

***Traduzido do idioma da raça da "Capitã"

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Scorpion em Ter Nov 10, 2015 12:45 am

Faltavam poucos Parsecs (medida de espaço no espaço sideral, em SW) para que a tripulação da Crimsom Destiny atingisse o ponto onde o controle deveria ser tomado para o manual. Enquanto isso, os desbravadores faziam "sala" um para o outro. Faith, Nate e Joshua meio que tinham um certo papo em frente ao R6, enquanto Vors fazia uma sugestão que parecia nem ter sido angariada pelos colegas. Naquele momento, o Embaixador recebe uma holo-mensagem e se retira para atendê-la, enquanto Rayte Odan tenta conversar com sua mestra, mas é em vão, visto que ela mantinha os olhos fechados em meditação.

Joshua encontra material o suficiente para fazer algumas alterações que ele deseja, mas assim como ele previa, o R6 não permitiria nenhuma alteração. Quando ele foi chegando com aqueles olhos gulosos por tecnologia, a escotilha frontal do R6 se abriu, revelando um pequeno bastão duplo que passava eletricidade, e ele o paontou para Joshua, fazendo um barulho chato.

R6: WIIIWIWIIWIWIWIIII... WIWIWIIIIII!

O outro Dróide, polido que nem sempre, adiantou-se.

ALC-1: Perdão, senhor. Acho que meu colega quis dizer "deixe suas mãos longe de mim, senhor". Depois ele disse duas palavras que eu me recusarei a repetir, pois minha programação foi feita sob a mais rígida etiqueta, mas adianto-lhe que não foi nada educado.

A nave então começou a desacelerar e Nate e Joshua perceberam que eles havia atingido o ponto onde deveriam estar. A partir daquele momento, os heróis não poderiam contar com o piloto automático. Havia à frente da Crimsom Destiny um enorme cinturão de Asteróides e pelos mapas galáticos, Endor estaria logo depois deles.

Enquanto isso, o Embaixador Vallorum recebia a sua mensagem um tanto afastado dali. Tratava-se de uma mensagem de sua irmã, Nisa.

Nisa: Dawis, meu irmão. Você está bem? Tenho tentado me comunicar com você, mas não tenho achado seu sinal. Acredito que você deveria estar em velocidade no Hyperspaço. Um dos nossos técnicos em segurança detectou uma mensagem que foi enviada ao território Hutt e que cita a numeração de rastreio da nave de vocês...

BLLLLLLAAAAAMMMMMMM!!!!

Um grande estrondo faz com que a nave dê uma forte balançada. Suas luzes piscam um tanto e finalmente se apagam, mantendo os heróis no escuro do espaço.

Nate e Joshua cutucam os controles, mas nada responde. Eles percebem que o droid ALC-1 simplesmente cai no chão em posição estática e R6 simplesmente não se mexe e suas luzes frontais estão apagadas. A Crimsom Destiny estava completamente sem energia. Um outro barulho é ouvido, como se algo tivesse se acoplado na nave.

Dawis que estava na sala de guerra sozinho, pode ouvir a comporta superior do fim da nave despressurizando e abrindo. Barulhos de passos pela escada é o que o Embaixador pode ouvir, mas seus colegas todos estão praticamente no cockpit, há mais de 50m de distância.

Os heróis deveriam decidir agora o que fazer...

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Ricardo Sato em Ter Nov 10, 2015 2:01 am

Vors apenas da de ombros,não gostava de se repetir e das duas uma,ou todos estavam tão distraídos que não lhe ouviram ou todos se fizeram de desentedidos buscando não falar de seus objetivos.
Era melhor assim,aqueles ao seu redor apesar de avisados do lugar perigoso para onde iam se mostravam obtusos ou secretivos,assim era melhor não contar com auxílio.
Os Jedai,Faith e o piloto(aparentemente a idéia dele ser um capitão,como lhe tinham dito,era engraçada para Lehane),pareciam ter missões separadas da dele e mal se dirigiram ao senador e quanto ao militar,seu foco parecia ser a nave e os andróides.
Depois de algum tempo o senador sumia para atender a uma comunicação,Vors seguiria discretamente para lá caso ele demorasse e de fato estava prestes a fazer isto quando um abalo percorreu a nave.
Seguido de um apagão...um pulso talvez,afinal o soldado tinha checado a nave em busca de defeitos não é,Vors sabia que tais armas eram úteis,mas jamais aprofundou-se em seu funcionamento para saber se era temporário ou se exigiria reparos mais estensos.
Logo um segundo impacto,esse mais leve,desativar a presa,abordar e atacar da ecuridão um oponente despreparado...esteve vezes demais do outro lado desta equação para deixar seu contrato longe de seus olhos e de qualquer forma todos precisariam se defender em instantes.
Enquanto os outros se acostumavam a falta de luz,Vors parecia ativar a visão noturna do elmo enquanto na verdade desativava a proteção interna do visor deixando seus olhos absorverem a luz.
A visão da luz ultravioleta deixava tudo com cores estranhas mas perfeitamente visível,em um impulso rápido o mercenário avança pelo corredor com agilidade e sutileza contrastantes com seu aparente peso,apoiando-se com o pé em um dos encostos ele salta por sobre o corpo do andróide e do soldado que estava abaixado tentando tocá-lo no momento do apagão.
Ainda no ar a espada era sacada num movimento fluído e logo depois Vors sumiria da vista,usando das sombras e obstáculos para por em prática a furtividade que tantas vezes lhe salvara em Muspellhein auxiliada pela couraça negra que vestia.
Seguiria para onde estava o senador,e faria o trabalho o mais rápido e silenciosamente que pudesse,pegaria das sobras e de surpresa quem pudesse com golpes letais,faria cabeças rolarem e usaria os inimigos como escudos uns para os outros...o último precisaria estar vivo,mas não precisaria de braços para falar.
Não conteria sua força,caso fossem bandidos locais que por um acaso os encontraram aquilo poderia ser fácil,mas se os atacantes soubessem quem estava na nave eles estariam preparados para caçadores de recompensa,mercenários e Jedai,Vors não podia arriscar ser gentil.

"...você mata,eles morrem...é simples."

Jayla estava certa,era simples,seja um guerreiro mercenário ou uma assassina...ou você vence e vive ou erra feio e morre,Vors não pretendia errar.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Ter Nov 10, 2015 10:44 am

Ao ouvir a despressurização da porta me escondo em um canto da sala sacando meu Blaster, me amaldiçoando e agradecendo pela ligação de Nisa. Infelizmente o que Vors sugeriu tem uma repercussão mais cruel do que eu pensava, antes mesmo de criarmos o canal de comunicação somos violentamente atacados por homens dos Hutts.

Eu aguardo que os invasores vão até a sala de controle, sem ter como avisar meus companheiros de viagem, tentando pega-los desprevenidos assim que passarem por mim com meu Blaster pouco antes de entrarem em conflito com meus colegas.

Minha mira e treinamento com a pistola dará um jeito mesmo com essa pouca iluminação que conto vinda da abertura do cockpit.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Darbis em Qua Nov 11, 2015 12:36 am

~Durante a viagem~

R6: WIIIWIWIIWIWIWIIII... WIWIWIIIIII!

Então ele tem um bastãozinho de choque hã?!


- Relaxe R6... Eu só quero fazer algumas melhorias externas em você. Vai te tornar mais ágil, mais rápido, melhor!

O outro Dróide, polido que nem sempre, adiantou-se.

ALC-1: Perdão, senhor. Acho que meu colega quis dizer "deixe suas mãos longe de mim, senhor". Depois ele disse duas palavras que eu me recusarei a repetir, pois minha programação foi feita sob a mais rígida etiqueta, mas adianto-lhe que não foi nada educado.

Grrrrr... Maldito droid de protocolo falando no meu ouvido...


- Hmmm... Certo... Converse com ele... Diga a ele que é pro bem dele essas melhorias...
É falar isso e a nave começa a desacelerar... Hora de voltar pra cadeira de co-piloto, não sei se o "capitão" vai precisar de ajuda ou não.

- Quando aterrissarmos nós vamos concluir nossas melhorias Sr. R6 e você ALC, converse com ele!


~Durante o apagão~

Queda de energia? Mas eu chequei tudo! Pulso eletromagnético...

- Grrrrr... Estamos no escuro piloto... Isso foi um pulso... A nave estava ok quando partimos... Arme-se!
Pro meu azar meu rifle Blaster tá do lado de fora, junto com os droids... Vou ter que ir só com minha pistola mesmo e isso vai servir...



- Não faça nada estúpido.
Tenho que encontrar o maldito Embaixador! Eu lembro de ter visto ele onde estavam os outros... *barulho de acoplagem*
- Fomos abordados...
Ótimo! Tudo o que eu precisava agora... Piratas espaciais? Ou quem sabe os tais Hutts... Ou até mesmo algum político envolvido com politicagem... Não sei e não me interessa! Só sei que tenho que encontrar o Embaixador agora!
*Joshua então segue rumo à seu rifle Blaster que estava na área dos passageiros, de lá e de posse do rifle ele então iria à procura do Embaixador, já que seu rifle possui uma lanterna.*

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Phelipe Peregrino em Sex Nov 13, 2015 7:50 am

Rayte: Jad... - Suas palavras soaram distante, em meio à sua meditação e turbilhão de pensamentos. - sentiu isso também? Tenho uma sensação estranha, como se algo estivesse errado com a Força.

Ela o olhou com gravidade. Depois se concentrou, ampliando o alcance do seu toque. Abrindo sua mente para as mensagens da força. Sentindo a energia revitalizante do universo se tecendo como uma grande manta ao seu redor. O gentil abraço da força. Quando abriu os olhos para responder ao seu padawan, deu de cara com Faith, que a olhava com expressão grave.

Faith: Impressionante... - Ela falou com seu idioma natal, um pouco carregado no sotaque, mas Jad'Fir ficou positivamente impressionada com a desenvoltura da caçadora. - E eu aqui achando que Jedis tinham apenas sido inventados para triplicar os preços de sabres de luz e coisas do tipo. Algo errado com o garoto?

Jad a olhou bem no fundo dos olhos, parecia tentar se decidir se responderia ou não à questão. Depois se abaixou ao lado do padawan e colocou as duas mãos em seu ombro.

Jad'Fir: Eu ainda não sei. - Respondeu secamente sem olhar para Faith. - Rayte... - Ela falou de forma firme. - Procure se controlar. - Quando o jovem olhou para ela, ela meneou levemente a cabeça, apontando para a caçadora de recompensas que o encarava.

É quando as luzes se apagam. Imediatamente ela se levanta, e se posiciona a frente de Rayte usando sua mão para (que ele não me atrapalhe) protege-lo de um ataque surpresa. Sua mão tocou o sabre preso à coxa, mas não sacou. Foi apenas instinto. Checar se ele estava lá. Sentiu-se pesada, tola e idiota sob a enorme quantidade de roupas que estava vestindo. Desejou com todas as forças poder atirar aqueles trapos incapacitantes no frio do espaço. E, finalmente, fechou os olhos. A clareza de visão da Força era o mais confiável dos sentidos.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Drako em Sex Nov 13, 2015 3:55 pm

O jovem Padawan ainda sentia a perturbação na força quando as luzes da nave se apagaram. Jad imediatamente se coloca em frente a ele, que ainda se sentia um pouco estranho. Concentrou-se, aproveitou o pequeno momento de silêncio para se acalmar e voltar ao seu estado normal.

Fechou os olhos, naquela escuridão total, olhos são inúteis, não havia luz do lado de fora para iluminá-los. Levou a mão ao sabre, pensava em liga-lo para criar uma fonte de luz, mas naquela situação se tornaria o primeiro alvo. Então tratou de afiar seus sentidos e se colocar totalmente atento ao seu redor.

Pôs-se ao lado de sua mestre. Usaria de todos os seus recursos para que não fossem pegos em uma armadilha.

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Re: CAPÍTULO 1

Mensagem  Alexandre em Sex Nov 13, 2015 5:08 pm

E então tudo se apagou.

Legal...Não podia ser um contrato tranquilo. Vai saber o que Lugan realmente estava aprontando? Talvez seja até mesmo uma nave do império nos parando. Claro que eles vão ADORAR colocar as mãos em metade das pessoas aqui dentro. Bom, pior para eles. Essa caçadora de recompensas aqui não vai a lugar algum.

Os passos pesados de Vors ja denunciavam que ele ia na direção daqueles pobres coitados. Bem, por sorte temos um time razoavelmente competente sendo que boa parte dos tripulantes eram guarda costas armados e...Ola? Jedis??

Talvez devesse apenas se esconder e esperar até que tudo se resolvesse mas...Havia um contrato. Se Nate fosse morto nada de caixa, nada de entrega e nada de contrato. Legal, agora eu virei a baba dele. Com certeza o "Capitão" vai ADORAR contar essa história para todas as pessoas nesse sistema planetário.

Caçadores de recompensas tem uns dias melhores que outros.

Faith tinha certa noção do espaço ao seu redor. Buscaria se esconder atras de alguma carga, caixa ou se ão fosse possível somente nas sombras esperando que os invasores atravessassem o corredor. Uma vez que isso ocorresse, poderia surpreeende-los pelas costas disparando, talvez até mesmo se projetando para outro canto da sala, isso se eles carregassem qualquer fonte de luz, ou se aquele sabre fosse usado da forma certa. De qualquer forma, haveria uma brecha para ser utilizada.

Mantinha apenas a pistola em mãos naquele momento, não achava necessário usar a arma mais "pesada".

Era boa o bastante.

Assim como ela mesma.

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Re: CAPÍTULO 1

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