CENA 1.3 - O CAMINHO DA LÂMINA [HAOHMARU e EZIO AUDITORI]

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CENA 1.3 - O CAMINHO DA LÂMINA [HAOHMARU e EZIO AUDITORI]

Mensagem  Scorpion em Sex Nov 14, 2014 6:20 pm

Ezio e Haohmaru apareceram em um imenso jardim japonês.


O jardim estava coberto por folhas avermelhadas, possivelmente das árvores de cerejeiras que estavam ali. Haohmaru não pôde deixar de notar a grande semelhança que aquele local tinha com o Japão de seu mundo. Atrás deles, os heróis podiam observar um dojô com um estranho símbolo em suas colunas, mas nenhum dos dois sabia o que aquilo de fato significava.
Os portões daquele jardim estavam abertos e os heróis logo notaram que eles dariam acesso à uma ladeira que desembocaria nas docas, onde alguns navios estavam atracados. Havia movimentação ali embaixo, como se vários marinheiros de vários navios estivessem desembarcando e embarcando mercadorias de todos os tipos. Foi então que a porta da casa se abriu e com muito esforço, um homem velho saía de dentro do lugar. Entretanto, o esforço não era oriundo da velhice, mas sim de um grande ferimento que o velho tinha na barriga, Ele possuía profundos cortes por várias áreas do peito e pelas suas vestes, Haohmaru julgou que ele seria algum tipo de mestre.


O homem titubeou e esticou a mão para os heróis, como se precisasse de ajuda, mas antes que os heróis pudessem se mover para ajudá-lo, ele caiu de cara no chão e o seu sangue começou a tornar o piso de madeira vermelho. O seu sangue começou a escorrer pela escadaria da frente...
Foi então que uma voz feminina foi ouvida, com um grito desesperado.
Kaori: SENSEI!!!

Uma garota usando vestes samurais entrou correndo. Ela passou pelos heróis e caiu de joelhos, abraçando a cabeça do seu mestre em suas pernas, enquanto chorava.
Kaori: Oh, não! Chegamos tarde demais, Kojiroh! Nós falhamos com o Sensei!

Então, um homem muito parecido com a garota apareceu pelo portão. Ele usava vestes iguais e os heróis puderam achar que talvez eles fossem até mesmo gêmeos.

Kojiroh: Malditos assassinos! Nos disseram que um assassino viria atrás do mestre, mas não que haveriam dois! Covardes! Preparem-se para morrer!
O homem não parecia nem um pouco afim de conversa. Ele sacou sua katana e partiu para cima de Haohmaru.

Kaori: Isso não ficará assim, seus assassinos! Nosso mestre será vingado! E depois, iremos atrás de seu mentor, o maldito Kagami! HHYYYAAAAA!!!!
A menina correu para cima de Ezio, sacando sua espada que o assassino conseguiu desviar por pouco. A agilidade dela era impressionante... como os heróis se sairiam contra aqueles oponentes?

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Re: CENA 1.3 - O CAMINHO DA LÂMINA [HAOHMARU e EZIO AUDITORI]

Mensagem  Guima em Seg Nov 17, 2014 8:15 pm

Este lugar era familiar para Haohmaru, embora ele nunca estivera em um jardim como aquele. Parecia um jardim imperial ou de algum daimyô bastante influente dado ao seu porte. A semelhança daquele local com sua terra natal era muito grande... Sera que ele tinha voltado ao Japão e tudo aquilo não era um sonho louco? Não, não era pois o estranho que se chamava Ezio estava ao seu lado. Então aquilo era bem real...

O espadachim caminhou pelo local de maneira cautelosa. Não queria chamar a atenção e ele estava em um terreno desconhecido. O jardim ficava no alto de uma ladeira e la embaixo poderia se ver um porto e diversos navios mercantes. Quais mercadorias eles estavam transportando? E desde quando o porto do Japão estava aberto a navios estrangeiros? Antes que pudesse indagar alguma coisa o portão do jardim se abre e um velho sai por detrás dele. Haohmaru sinalizou com a cabeça para que Ezio tambem visse o homem, mas o homem cai no chão morto com suas vestes e seu corpo talhados por uma navalha afiada. Lembrou-se de Nicotin... será que Genjuro também estava neste local? Ao tentar se aproximar do mestre morto, Haohmaru é surpreendido por uma garota que usava vestes samurais que correu em direção ao velho. Ela chorava a morte dele. E logo depois um rapaz parecidíssimo com ela, talvez irmão, apareceu também chamando Haohmaru e Ezio de assassinos.

O espadachim não gostou do tom de voz do rapaz. Não fomos nós que matamos seu mestre rapaz. Veja minha espada... Haohmaru desembainha sua Katana "Onibocho" e mostra a eles que sua lamina estava limpa e reluzente ... ...minha lamina não bebeu do sangue de seu mestre. Assim como vocês não sabemos o que ocorreu aqui.

Em vão, as palavras do espadachim fora em vão. Os irmãos não acreditaram na fala de Haohmaru e partiram para o ataque...

tsc tsc... reclama Haohmaru enquanto bebe um gole de saquê que carrega em seu cantil amarrado a sua faixa. Ele gospe o Saque na lamina da espada batizando-o para o combate ... Se querem assim, melhor! Gosto mesmo de lutar antes e conversar depois.  Oryaaaaaa !!!


E colocando em sua postura inicial do seu estilo, Haohmaru entrou no combate.

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Re: CENA 1.3 - O CAMINHO DA LÂMINA [HAOHMARU e EZIO AUDITORI]

Mensagem  Nasinbene em Ter Nov 18, 2014 10:29 pm

Um novo e cegante clarão e Ezio encontra-se num ambiente em que nunca tinha estado antes. A arquitetura e disposição do jardim não lembrava em nada nenhum dos lugares em que Ezio havia estado em suas viagens. Antes de qualquer coisa, o olhar de Ezio percorre o local, em busca de algum lugar alto de onde pudesse ter uma boa visão e reconhecer a configuração da região.*
Enquanto olha, Ezio percebe o homem chamado Haomaru tinha vindo junto com ele. Sentia uma certa empatia por ele, podia notar que de alguma forma, tinham mais em comum do que ambos imaginavam. Quase que ao mesmo tempo, Ezio e Haomaru percebem que uma figura cambaleante de um velho deixa a construção próxima, não demorando a cair morto. Ato contínuo, uma jovem guerreira aparece, verifica que de fato o homem estava morto e acusa ambos de o terem assassinado.
Ezio sorri de leve diante da acusação de "assassino". Isso era o que ele realmente era, era sua essência. Mas desde que o ato trouxesse benefício e fosse diretamente ligado aos desígnios da Irmandade. O que Ezio via ali era um ato da mais pura crueldade. Antes que Ezio pudesse dizer qualquer coisa, a mulher o ataca com extrema destreza, enquanto que Haomaru era atacado pelo irmão dela. Ezio precisou usar muito da sua habilidade e experiência pra não ser atingido pela lâmina da mulher. Não era um mero ataque descuidado. Estava claro para Ezio que a mulher era uma perita.
O que tornava as coisas interessantes, já que Ezio era um mestre assassino. No entanto, a morte daquela mulher em nada os ajudaria agora, precisavam de respostas não de corpos. Então, assim que desvia, Ezio imediatamente lança uma bomba de fumaça no chão. Aquilo deveria ajudar também Haomaru já que seu oponente também seria cegado pela fumaça. Usando sus visão aquilina, aquela cena torna-se tão clara quanto o dia para Ezio, mas não para Haomaru. Ezio precisaria guia-lo pra que não derramassem sangue tão cedo. Parecendo ser um espadachim experiente, Ezio tinha certeza de que ele conseguiria seguir suas orientações:

- Haomaru, preciso que se afaste do combate, agora! Precisamos convencer esses dois que não matamos o vecchio, capisce? Salte dois metros para trás, deixe que eu cuido da situação...

Andando em volta dos dois, Ezio tinha a vantagem, poderia matá-los se quisesse. E deixa isso claro pra provar sua inocência:

- Já matei muitas pessoas em minha vida, poderia inclusive tomar a de vocês dois agora se eu quisesse. Poi percepire, se não faço isso agora é porque não lhes desejamos mal. Não matamos seu mestre. Estamos aqui pra ajudar.

Para provar seu ponto de vista, Ezio por diversas vezes toca nas costas e nos ombros dos dois e depois se empoleira num ponto alto próximo, antes que a fumaça dissipe. Em suas mãos, dois dardos venenosos preparados... se eles ainda insistissem em atacar, seria obrigado a matar os dois...
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Re: CENA 1.3 - O CAMINHO DA LÂMINA [HAOHMARU e EZIO AUDITORI]

Mensagem  Scorpion em Qua Nov 19, 2014 12:20 pm

Ali o duelo começou.
Haohmaru era um samurai pouco conhecido por sua paciência e vontade de conversar. Ele estava constantemente testando suas habilidades para tornar-se o maior espadachim de todos. Entretanto, Haohmaru não podia deixar de pensar em como estaria se sentindo se tivesse encontrado seu mestre e pai adotivo, Nicotine, morto e dois caras estranhos no lugar. O pensamento durou pouco, pois ele tinha de se focar no duelo. Da mesma forma que ele, Kojiroh tinha um estilo com espadas bem agressivo, além de parecer ser um grande espadachim. Além disso, o estilo de Kojiroh lembrava bem o seu, pois ambos lutavam com a espada levantada sobre a cabeça. então os golpes se tornavam difíceis de bloquear um do outro.
Kojiroh: Seu canalha! Nosso sensei nunca fez mal a ninguém! Pode apostar que vingaremos sua morte aqui e agora!
Enquanto isso, Ezio tentava uma saída mais estratégica na luta com Kaori. Ele desviou por pouco de suas lâminas e usou uma de suas bombas de truques para neutralizar o combate. Aquela pó todo deixou os outros três da cena cegos e tossindo muito, então, Ezio usou sua visão aguçada para retirar Haohmaru da luta. Ele então subiu em uma árvore para argumentar. Porém, a bomba teve seu efeito benéfico, mas também teve um efeito ruim.
Kojiroh: Ninja! Ele é um ninja, Kaori.
Porém os argumentos de Ezio fizeram ao menos Kaoru escutar.
Kaori: Nos matar? Ha! Não é o primeiro ninja que enfrentamos, europeu! Seu povo só veio aqui para prejudicar o nosso! Mas realmente existe algum sentido em sua lógica. Se não foram vocês quem matarou o nosso mestre, então o que fazem na cena do crime? Explique o que fazem um ninja e um ronin no dojô de nosso sensei, com o corpo dele jogado e ensanguentado sobre a escadaria?
Kojiroh: Não perca tempo com as mentiras sujas de um ninja, Kaoru! Vamos vingar o sensei e depois vamos atrás de Kagami por esta afronta!
Mas Kaori parecia disposta a escutar.
Kaori: Acalme-se, meu irmão. Se eles forem inocentes, então mancharemos mais ainda a honra de nosso mestre em uma vingança equivocada e sangue inocente derramado sobre o jardim da meditação. Muito bem, ninja. Conte-nos sua história e, se ela não nos convencer, prepare-se para uma morte pela lâmina.
Enquanto Ezio ia começar a explicar, uma guarnição de soldados japoneses entrou pelo portão. Eram aproximadamente 12 soldados e um capitão, todos usando vestes do exército e carabinas.


Líder: Capitão Sanada! Você e sua irmã, Kaori Sanada estão presos por ordem do imperador. Larguem agora suas armas e venham conosco, ou iremos abrir fogo!
Kojiroh: Isso é um ultraje! Qual a acusação?
Líder: Assassinato de seu mestre, Shinsengumi, guardião do estilo Tennen Rishin-ryu! Não ordenarei novamente, larguem suas armas!
Kojiroh: O quê?! Estão nos acusando de trair e matar nosso amado sensei? Como ousam?
Então, Kojiroh em um ataque de fúria partiu para cima dos soldados, que começaram a apontar as carabinas e a disparar.

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Re: CENA 1.3 - O CAMINHO DA LÂMINA [HAOHMARU e EZIO AUDITORI]

Mensagem  Guima em Qui Nov 20, 2014 10:14 pm

No calor da batalha, Kojiro e Haomaruh trocavam golpes com suas espadas. O tilintar de aço contra aço mostrava o quanto os dois espadachins eram habilidosos. Haohmaru duelava com um sorriso estampado no rosto, o oponente que estava diante dele estava a sua altura mas Haohmaru ja tinha encontrado uma falha em seu estilo. No momento em que ia desferir o golpe e acabar com aquela luta, Ezio lança uma bomba de fumaça cegando toda a visão que ele tinha do combate e do local.

Ezio puxa Haohmaru para fora do combate. Aquela ação deixou o espadachim furioso... O que aquele ninja de sotaque estranho estava fazendo? Ele tinha acabado de interromper um duelo justo...

Se você acha que conversar vai fazer esses dois pararem está muito enganado... E nunca mais faça isso de novo entendeu... não serei complacente da proxima vez.

Impaciente, Haohmaru embainha novamente sua espada e cruza os braços ouvindo o lenga lenga de Ezio pra cima dos dois irmãos. Enquanto eles conversavam uma guarnição de soldados adentra ao local lançando voz de prisão contra os irmãos Sanada. Espantados com a acusação de que eles seriam presos por terem matado seu mestre, Kojiro se lança diante do pelotão de maneira suicida... uma vez que os soldados apontaram as carabinas para ele e preparam-se para atirar...

Certamente o garoto seria alvejado pelas balas se Haohmaru não fizesse alguma coisa. Não havia tempo de impedi-lo e nem de tenta-lo parar... como que por reflexo, Haohmaru desembainhou sua espada novamente e girando seu tronco velozmente golpeou o ar criando um redemoinho de vento forte o suficiente para desviar a mira dos soldados da direção de Kojiro

Sempu Retsu Zan !!!

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Re: CENA 1.3 - O CAMINHO DA LÂMINA [HAOHMARU e EZIO AUDITORI]

Mensagem  Nasinbene em Sex Nov 21, 2014 5:07 pm

Ezio havia conseguido parar uma luta sem sentido, para o desagrado de Haomaru. O Assassino se limita a sorrir de forma debochada diante da ameaça velada que o samurai lhe fazia. Sabia que tinha conseguido dois aliados em potencial na solução do que deveria fazer ali. Algumas batalhas eram melhor vencidas se não fosse necessário lutar.
Ainda encarando o samurai, Ezio o questiona sobre o que ele tinha acabado de dizer:

- Perdonami, amigo, mas minha conversa foi mais efetiva em deter o ataque que sua lâmina. Já fui um jovem impetuoso como você, Haomaru... a idade me tornou mais sábio...

Ezio pretendia começar a explica o porque de sua presença aqui quando uma guarnição de guardas irrompe no local, acusando os dois jovens espadachins de terem assassinado o velho. Na mente analítica de Ezio, estava claro o que acontecia: tinham sido envolvidos em alguma conspiração suja pra tirar esses dois de circulação. Isso estava claro. Não duvidava também que talvez o próprio governo a quem esses soldados serviam tinha executado o velho. Era preciso agir com inteligência...
No entanto, ele não tem tempo de traçar uma estratégia mais elaborada. O jovem Sojiroh se lança imediatamente ao ataque. Aquele rapaz devia conversar com Haomaru... os dois tinham muito em comum... Mal esse pensamento passa pela mente de Ezio, ele é confirmado pela ação de Haomaru, que cria um pequeno tufão pra desviar a mira dos guardas. Ezio se impressiona, ja tinha visto muita coisa mas alguém criar vento usando uma espada era a primeira vez...
Era hora então do Assassino entra na luta. Não tinha sentido ficar ali apenas observando o massacre. Ficava claro para Ezio que, aquele grupo de soldado em muito pouco se distinguia dos templários que tinha enfrentado até então. Mate o líder... corte a cabeça e os outros fugirão como coelhos...
De cima da árvore, Ezio lança os dardos alucinógenos envenenados que tinha preparado contra os guardas que escapassem do tufão de Haomaru. Com um salto preciso, ele alcança o muro próximo e passar a correr ali, usando sua visão aquilina pra identificar quem era, de fato, o capitão daquela guarda. Quando este se destacasse, Ezio saltaria, enterrando sua lâmina oculta no peito do inimigo. Esperava que com isso os homens debandassem, mas caso isso não acontecesse estaria pronto para o combate...
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Re: CENA 1.3 - O CAMINHO DA LÂMINA [HAOHMARU e EZIO AUDITORI]

Mensagem  Scorpion em Sex Nov 21, 2014 7:56 pm

Quando todos menos esperavam, um grande embate começou. Os guardas se preparavam para atirar em Kojiroh Sanada, quando Haohmaru criou um vendaval com sua espada que fez com que muitos dos guardas perdessem as armas, enquanto outros perderam a mira ou caíram no chão.
Ezio disparou um dardo envenenado contra o líder do grupo, mas aquilo fez pouco efeito, pois logo Kojiroh estava sobre ele, enfiando sua katana em sua barriga e matando-o. Os outros guardas sacaram espadas no estilo de sabres europeus e se envolveram na luta. Foi quando Kaoru, Ezio e Haohmaru entraram no combate. Os homens tinham pouquíssima experiência com espadas e não foram sequer um desafio para os 4. Especialmente Ezio, que estava mais do que acostumado a lutar contra montes de guardas na Florença renascentista.
Quando o último dos soldados havia sido derrotado, os irmãos pareciam estar mais inclinados a aceitar tudo aquilo.
Kojiroh ficou calado, mas Kaoru falou.
Kaoru: O que meu irmão quer dizer com seu silêncio é que nós sentimos muito por termos acusado vocês. Mostraram-se guerreiros honrados, e nós os desonramos. Por favor, nos perdoem.
Diferente do irmão, sempre de cara amarrada, Kaoru tinha um sorriso doce e gentil. Então, Kojiroh explanou sobre suas suspeitas, explicando sobre seus papéis ali.
Kojiroh: Eu sou o Capitão Kojiroh Sanada. Sou membro e líder de uma força de elite criada por nosso imperador para policiar as entradas demoníacas neste mundo. Meu mestre era possuidor de diversos conhecimentos sobre os portais que têm sido abertos. Ele foi morto por alguém que não quer que o mundo saiba como lidar com estes portais e tudo me leva a crer que este alguém é Kagami, um nobre que, desde que chegou ao Japão, estes portais têm aparecido e aterrorizado o povo japonês.
Kaoru: Nós recebemos informações de que o nosso sensei havia arrecadado informações suficientes sobre um ritual de...

BLAM!

Um dos guardas havia sobrevivido por pouco. Ele apontou a sua carabina para Kojiroh e disparou, acertando o jovem samurai no centro das costas.
Kaoru: KOJIROH, NÃO!!!
A garota sacou sua espada e fez uma manobra surpreendente. Ela cortou o ar, fazendo com que o deslocamento cortasse o inimigo ao meio. Então, ela abreçou o irmão que babava sangue.
Kaoru: Oh, não, Kojiroh! Aguente....
Kojiroh: É tarde demais... pra mim, irmã. Por favor... vingue nosso mestre... salve nosso mundo... Honre... a minha memória.
Dizendo isso, Kaoru se despediu do irmão com lágrimas.

Os heróis enterraram Kojiroh ali mesmo. Então, ela guardou a espada de seu irmão na bainha e a posicionou sobre seu tumulo.
Kaoru: Não posso pedir isso a vocês, mas se quiserem, eu gostaria que me ajudassem. Eu e Kojiroh iríamos nos separar agora. Um de nós iria ató o mercado central, onde encontraríamos um homem bruto chamado Juzoh Kanzaki. Ele desafia homens no mercado e está invicto ainda. Ele é uma forte fonte de informações e precisamos arrancar dele o que ele sabe sobre um homem chamado Setsuna. Outro lugar que temos de ir é até o porto. Há um navio chinês que traz mercadorias para Kagami. O seu líder é um homem chamado Lee Rekka. Ele tem informações preciosas sobre como podemos chegar a Kagami. Eu vou encontrar o tal de Juzoh e gostaria que um de vocês fosse comigo. O outro pode ir atrás de Lee. E então, como prosseguiremos?

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Re: CENA 1.3 - O CAMINHO DA LÂMINA [HAOHMARU e EZIO AUDITORI]

Mensagem  Guima em Dom Nov 23, 2014 10:32 pm

O sempu retsu zan de Haohmaru fizera o efeito desejado. O Espadachim sorriu arrogantemente devido ao seu feito. Mas também Haohmaru ficou espantado com as habilidades de combate a distancia de Ezio... ele era incomum até mesmo para um ninja. Os soldados que restaram ataca o grupo com sabres mas o que é um sabre diante de uma Katana? Haohmaru com suas tecnicas de espada acaba de estraçalhar os soldados que lhe atacara... Juntamente de Ezio, Kaoru e Kojiro...

Os dois irmãos pedem desculpas por terem incriminado-os previamente pela morte de seu mestre. Haohmaru não diz nada e só dá com os ombros pegando um matinho do chão e colocando-o na boca.... Chega de conversa fiada... a gente tem que dar continuidade com o que aquela mulher nos falou E... Haohmaru é interrompido pelo barulho de um tiro. Tiro este que acerta as costas de Kojiro em cheio... O rapaz cai no chão agonizando e diz suas ultimas palavras a sua irmão que chora com ele em seus braços.

Comovido com aquilo, Haohmaru se dispões a enterrar Kojiro naquele local. Ele crava a Katana do rapaz entre as pedras do tumulo e depois disso Kaoru explica tudo a eles...


Me deixem ir atrás desse Lee...Até porque, gosto de trabalhar sozinho mesmo. E o porto não parece estar tão longe daqui. Então... onde nos encontraremos depois para passar a informação?

Haohmaru aguarda a resposta de Kaoru para que possa se dirigir ao porto...

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Re: CENA 1.3 - O CAMINHO DA LÂMINA [HAOHMARU e EZIO AUDITORI]

Mensagem  Nasinbene em Seg Nov 24, 2014 4:37 pm

A atuação em conjunto de Ezio e Haomaru, somado aos esforços dos dois irmãos rendem uma ação rápida, na qual os soldados não têm a menos chance. Tudo parecia bem quando um dos soldados atingidos, que ainda não tinha morrido, acerta Kojiroh, levando-o a morte. O sangue de Ezio ferve com a covardia do inimigo, no entanto, antes que possa fazer qualquer coisa, Kaoru se encarrega de matá-lo. O sangue que manchava a terra batida refletia os últimos raios de sol, que projetava a sombra dos três guerreiros sobre os corpos dos soldados mortos. Uma cena que exalava melancolia por si só, quando Kaoru segurava o corpo sem vida de seu irmão nos braços. Prontamente, Haomaru se propõe a cavar a sepultura do e crava a espada do rapaz nas pedras de seu túmulo. Ezio, por sua vez para aos pés e diz a frase que costumeiramente diz às suas vítimas, porém desta vez com um genuíno pesar:

-Morire con orgoglio, per tutto quello che hai fatto in questa vita. Requiescat in pace...

Assim que a breve cerimônia é concluída, Kaoru pede ajuda a Ezio e Haomaru para encontrar dois homens que podem ceder informações. Haomaru prontamente se oferece para ir ao porto enfrentar o tal Lee... Ezio assente com um gesto positivo de cabeça e acrescenta:

- Va bene, Haomaru. Acompanharei a bela Ragazza até o mercado central para ver o tal lutador. Só tente não chamar muita atenção, certo? Podemos nos reencontrar aqui quando terminarmos...

Ezio sabia que ainda teria muito o que lutar pra conseguir as informações que queriam. Provavelmente o tal homem iria querer enfrentá-lo... E o Maestro da Ordem dos Assassinos estava pronto para aquilo...
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Re: CENA 1.3 - O CAMINHO DA LÂMINA [HAOHMARU e EZIO AUDITORI]

Mensagem  Scorpion em Ter Dez 02, 2014 7:29 pm

O grupo então se separou.

Haohmaru tomou o caminho para as docas. Ele desceu pela encosta observando que aquele lugar era até mais belo do que o Japão que ele conhecia, justamente por não ter sofrido tanto com as influências maléficas de Amakusa.
O porto estava lotado de pessoas de diversas etnias. Aquele Japão havia mesmo aberto as portas para o comércio exterior e ele fluía de forma surpreendentemente organizada para um local tão desorganizado. Pedindo informações, Haohmaru foi enviado até um píer onde um enorme navio chinês estava ancorado no lugar. Vários chineses descarregavam caixas de bananas e macarrão, até que um deles indicou a Haohmaru onde estava o homem que ele procurava: Lee Rekka.


Quando Haohmaru se aproximou, Lee mostrou logo que não tinha interesse em conversar se não fosse sobre negócios.
Lee: O que você quer? Fale logo e não me faça perder tempo.

Enquanto isso, Kaoru e Ezzio seguiram para o Mercado central. O local era extremamente lotado e de tudo se vendia ali. Ezzio lembrou de quando estava no mercado de Jerusalém, onde aprendera a fazer suas bombas. Era o local perfeito para um assassino como ele se camuflar na multidão. Quando chegaram próximo ao meio do mercado, eles puderam ver que as pessoas se aglomeravam ali para assistir algo. Tratava-se de um grande homem com uma enorme clava de madeira sobre seus ombros.


À sua frente, uma bonita garotinha anunciava...


Akari: E ele derrubou mais um! Paguem suas apostas, seus caloteiros! Vamos ver quem será o próximo a enfrentar o grande e destemido Juzoh Kanzaki! Vejam, ele já derrotou seis homens hoje e ainda nem começou a suar! Quem pode ser capaz de aguentar sua pesada clava? Você? Ou seria você? Venham, não tenham medo! Pagamos três para um! Vamos, achem logo um desafiante!!!

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