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Mensagem  Scorpion em Qui Nov 13, 2014 1:13 am

Edifício Baxter, numa data muito especial


A família Fantástica acabava de cantar parabéns pelo nono aniversário de seu caçula, Franklin.
Sue: Agora, Frankie, é hora de abrir o presente do papai.
Frankie: O que é? O que é?
Reed: Ora, porque você não descobre?
Ben: Tomara que seja um fardo de cerva importada...
Sue: Ben!

Franklin rasgou o papel, descobrindo um aparelho estranho.
Frankie: O que é isso, papai?
Reed: Bem, quando eu era criança eu sempre quis um video game que tivesse todos os jogos já feitos, remasterizados, mas com a história original. Eu não pude ter um, pois meu pai não era um gênio, mas você pode.
Frankie: UAU! Todos os jogos?
Reed: Unrrum!
Frankie: Super Mario Bros, Sonic 2, Devil May Cry, a Antologia Metal Gear?
Reed: Todos esses...
Ben: 3 Sisters Story?
Sue: BEN!!!
Ben: Que foi?
Sue: Frankie, querido. Eu sei que você está empolgado, mas não quero saber de você jogando isso depois das 10, ouviu? O sintetizador de jogos não vai fugir.
Frankie: Ok, mamãe! Vamos, tio Ben! Vamos jogar uma partida de Street Fighter?!

Entretanto, o apetite por jogos da criança era monstruoso. Franklyn passava horas debulhando todos os tipos de jogos. Quando seus pais dormiam, iam ao banheiro, saíam para salvar o mundo... lá estava o jovem, apertando os botões.
Até que numa noite, Franklin Richards começou a ter pesadelos.... pesadelos com Koppa Troopas invadindo o Reino de Zelda e BOWS assolando Metro City. Para muitas crianças, aquilo seria um pesadelo normal, mas não para o filho do Sr. Fantástico... o garoto capaz de mudar as realidades com simples pensamentos...

---------------------------------------------------------------------------------------------

Muito longe dali, numa realidade criada pela mente fértil de um garoto...


A base parecia estar desligada há um bom tempo, entretanto, não era por falta de energia. As luzes, apagadas há muito tempo começavam a piscar, como que cansadas pela espera, até que se acenderam. No centro, uma enorme mesa metálica e arredondada começava a brilhar em azul. Um brilho se fez e uma holografia começou a tomar forma no centro. A imagem de uma bela mulher apareceu, dando vida aquele lugar... Ela parecia preocupada com as informações que o sistema
acabava de lhe passar.


Cortana: Tantas oscilações, tantas perdas. Está na hora de convocar alguns dos agentes que temos monitorado em diferentes partes do cosmos.

Então, os heróis começaram a aparecer na sala, um a um, através de uma luz que lembrava sua cor predominante.

Quando todos já estavam ali, Cortana fez as saudações e explicou suas presenças.

Cortana: Saudações, heróis. Vocês têm sido observados e monitorados por mim há muitos anos. Cada um de vocês por suas habilidades pessoais e capacidades de heroísmo. Eu devo uma explicação a vocês e darei ela agora. O Multiverso, como o conhecemos é regido por uma força motriz, chamada Oberath. Esta força funciona como um imã, onde diversas realidades giram em órbita, sem nuna se chocarem. Vez por outra, alguma passa tão perto que influencia a outra, mas nunca mais do que isso. Entretanto, algo no espaço/tempo tem feito com que o Oberath sofresse fraturas e que esses estilhaços atingissem as outras realidades encontrando-se agora perdidos. Eles precisam ser recuperados, ou ele continuará a se deteriorar, até que entre em colapso e destrua não somente a minha, mas a de todos vocês! Eu sou Cortana, e estou suplicando a ajuda de cada um de vocês para que me ajudem a restaurar a ordem do Multiverso. Atualmente eu captei 13 fraturas no Oberath, mas pelos meus cálculos, logo serão mais! E então? Quais suas respostas?

[OFF]: Pessoal, postem abaixo um prólogo de seus personagens. Definam o que eles estavam fazendo em seus mundos e terminem seus posts sendo dragados por uma luz azulada que os transportou para a base, na presença de Cortana. Entretanto, cada um de vocês deve narrar algum acontecimento estranho, ou comportamento bem anormal de seus amigos, inimigos, enfim... o prólogo deve conter algo que seu personagem consideraria extremamente fora do normal em seu mundo.

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Re: PRESS START [PRÓLOGOS]

Mensagem  Ricardo Sato em Qui Nov 13, 2014 3:14 am

Terry se perguntava se aquele dia podia ficar ainda mais esquisito,as coisas iam surpreendentemente bem,depois daquele pega pra capar na Romênia do qual ele nem estava interessado em lembrar as coisas só tinham melhorado.

Rock tinha ido passar um tempo na casa de Joe,Andy e Mai tinham se separado dele quando o avião pousou na frança e sua namorada(mais ou menos,era complicado)Mary Ryan a.k.a. Blue Mary tinha um tempo sobrando.

Acabaram decidindo aproveitar essa incomum pausa entre um torneio ou maluco tentando dominar o mundo(esqueça a droga da Romênia,esqueça) e outro pra ir a praia,e por causa de uma maratona noturna de chaves o destino fora decidido........Acapulco.

O dia raiou estonteante,Terry se espreguiçou e sorriu como só um cara que acordava na cama ao lado de uma bela mulher de frente para um lugar paradisíaco podia sorrir.
Ukee e Anton estavam aos pés da cama dormindo juntos,como se não tivessem tentado se matar o dia passado inteiro...Terry começava a achar que aqueles bichos tavam é de sacanagem com a cara dele.

Mary resmungou e colocou o travesseiro sobre a cabeça,ele se levantou com cuidado se vestiu e fechou as cortinas antes de sair para dar uma volta.

Valeu....quando eu reviver aqui agente aproveita esse maldito sol.
A voz abafada pelo travesseiro da garota deixando implícito "um me deixa dormir" tirou dele mais um sorriso e uma simples resposta.
Pier 23 ás dez e me compra um daiquiri.


O passeio tava ótimo até um bando de marginais aparecer diante dele e puxar briga,até ai era bem normal na verdade,a luta foi fácil e o bem previsível discurso pós surra já vinha.


Qual seria...será que seria o me desculpe,ou a faca escondida,ou o você vai ver quando meu chefe chegar?


Tú vai se ferrar maluco ninguém mexe com los lobos,o chefe já ta chegando e tú vai ter o que merece.
Haha e aí estava,o velho meu chefe ta chegando,um clássico realmente,o que dizia que em um instante viria o....


Qualé seu merda,você acha que pode bater nos meus camaradas e sair de boa???? 


Terry se vira com um sorriso no rosto e uma resposta na língua.





 OKAY,C'MON YOU PUNK,já é hora de te ensinar a receber os turistas seu......


Infelizmente a frase ficou sem final,porque aí as coisas começaram a ficar esquisitas.






VAMO VER SE VOCÊ É TUDO ISSO AÍ MANÉ!!!!!


Terry começava a achar que tinha tomado tantos daiquiris que tinha até se esquecido,mas o cara era mais do que real,real e lutava muito bem,tão bem quanto ele,aquele talvez tenha sido o mano a mano mais difícil de sua vida.
No final ele venceu mas quando acabou ele tinha certeza,aquele cara era tão bom quanto ele....a 5 anos atrás,a experiência fez a diferença onde as forças eram iguais.
Ele pegou o boné de seu oponente como se pra provar que aquilo tinha acontecido e colocou na cabeça,depois olhou para o relógio e saiu em disparada.


Chegou atrasado e sujo ao pier 23,Mary segurava dois daiquiris e já começa a formar uma bronca,que foi calada por um beijo ardente,a luz do sol brilhou muito forte,forte o bastante pra atravessar as pálpebras fechadas do rapaz com sua radiação.....azul?????


Ele abriu os olhos,e Blue mary estava morena e......literalmente azul com o rosto colado ao dele,além disso não tinha massa corporal,e como o corpo dele estava jogado pra frente se apoiando ligeiramente no dela ele a atravessou.
Apoiando as mãos no chão e dando uma cambalhota para não cair ele se afastou dela e viu que era outra mulher,ou a imagem de outra mulher.


What'fuck???????


O que diabos ta acontecendo aqui?


É esse seria um dia beeeeeeeeeeeeeemmmmmmmmmmmmm estranho. 

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Re: PRESS START [PRÓLOGOS]

Mensagem  Convidado em Qui Nov 13, 2014 12:31 pm

Leste Europeu, interior da Moldávia.
Um país devastado pela pobreza, lutas internas e interesses de países mais poderosos da Europa, situado entre a Romênia e Ucrânia. Como se não bastasse todos seus problemas internos, informes contraditórios sobre a região próxima do rio Dniestre indicam problemas muito maiores e piores do que apenas aqueles representados pelos separatistas.
Uma vila inteira destruída. Carros virados e queimados. Casas vazias e semi-destruidas, algumas ainda em meio a chamas. E nenhum sinal de pessoas a volta.
Apenas o silêncio e o vazio.
Até Ele surgir. Envolto em um manto que o cobre totalmente, se movendo de forma silenciosa, cada movimento calculado. Deixa claro que não está se deixando afetar pela cena de destruição. Um guerreiro em meio ao caos da guerra.
Destoando totalmente da cena, uma criança o acompanha, sem demonstrar qualquer emoção pelo que vê, agarrada em uma boneca junto ao corpo.



A estranha dupla segue pela vila, como procurando por algo ou alguém. Atraídos cada vez mais ao centro da vila, em meio a um parque de veículos, o homem de repente para e, sem dizer palavra alguma, faz um sinal pré-combinado a menina, que se deixa ficar pra trás, em meio as ruínas, protegendo-se de uma possível ameaça. Em meio ao caos, figuras surgem por sobre os carros virados. Criaturas medonhas e desprovidas de humanidade.





Sem qualquer medo ou nervosismo, a capa desliza, revelando uma figura em roupas orientais com uma gigantesca espada nas mãos.



Sua voz soa fria e contida quando se vira para as criaturas e fala:
- Façam as pazes com sua consciência, criaturas infernais, pois serão destruídos agora!
Sem se deixarem intimidar, as criaturas avançam em direção a presa fácil. Com uma simples ordem, raios partem da espada acertando as criaturas, queimando-as.
- Aprendam zumbis, nenhum Darkstalker resiste a pureza de minha lâmina.
Embora as criaturas fiquem lentas e afetadas, não param, ainda avançando em sua direção.
Surpreso, o guerreiro avança em direção a elas, usando a arma em sua forma mais comum, cortando membros e corpos como avança em meio as criaturas.
- Mas o quê... nunca vi criaturas como essas antes. Eles são mais persistentes e resistentes que o próprio Lord Raptor! Está na hora de invocar algo mais mortal a eles.
Novamente puxa sua espada e invoca os poderes espirituais contidos na lâmina, mas dessa vez com efeitos diferentes. Um grande demônio de chamas surge e espalha seu poder sobre as criaturas, queimando seus corpos até não restar nada. O cheiro de carne queimada se mistura no ar com o de gasolina e materiais queimados.
- Estranho. Essas criaturas obviamente não são do reino humano, mas não se comportam como Darkstalkers. Será que foram enviados por Jedah? Anita, vamos voltar e... o quê??
Em meio a frase, uma luz dourada envolve o guerreiro e, em um piscar de olhos, ele se vê em uma sala de alta tecnologia, com um fantasma azul no centro e um humano próximo a ela (talvez um lobisomem ou algo assim?)
- Onde estou, espírito traiçoeiro e porquê me trouxeram aqui?
Após ouvir suas explicações, e ainda desconfiado com a presença dos outros estranhos a seu redor, obviamente todos tão diferentes entre sí, Donovan Baine apenas concorda com um movimento de cabeça a requisição de Cortana e prepara-se para o combate.

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Re: PRESS START [PRÓLOGOS]

Mensagem  Jor-El em Qui Nov 13, 2014 1:04 pm

Caramba! Passei por tantos lugares hoje. Mazuri, Spagonia, Adabat. To dando uma pausa agora. Relaxando em alguma ilha no meio do nada. Depois de tanta porrada com o Eggman, é bom poder descansar um pouco. Sem esmeralda do caos, sem plano pra dominar o mundo. So eu, as ondas e um coco gelado. Pena que alegria de pobre dure pouco. De repente, ele surge.



Shadow: Corra comigo!

Sonic: Ficou louco?! Quase me atropelou! E pra que isso? Achei que a gente tava numa boa.

Shadow( mostra uma imagem ao vivo): Corra, ou ela vai pagar!



Sonic: Amy! Beleza. Quer correr? Vamos correr! Mas, quando eu ganhar, você solta ela.

Shadow: Arrogante como sempre.

E começa a corrida. Contra ele nunca é fácil.Mas tem algo de diferente. Ele ficou mais agressivo. Um brilho vermelho nos olhos.



Continuamos a correr e eu percebo um rastro de energia negra começa a surgir de onde ele esteve. Enquanto isso, eu começo a produzir uma energia azul.Ele acelera, eu também. Estou indo mais rápido do que eu já fui antes. Mas não posso parar. A vida de Amy depende disso. Mais velocidade. Mais! Do nada, os rastros de energia começam a se fundir e uma luz branca se forma. Tanto eu quanto Shadow paramos. Não porque queremos, mas porque sentimos como se fossemos pedras. Essa luz branca começa a me tragar. Eu tento me opor, mas não adianta. Eu sou tragado pela luz. Quando pisco, estou em uma nave. Salto de uma vez

Sonic: Que que ta rolando?

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Re: PRESS START [PRÓLOGOS]

Mensagem  Convidado em Qui Nov 13, 2014 2:42 pm

- Wolf, avence pelo perímetro! Descubra o que vou encontrar pelo caminho!

Enquanto Blade Wolf corre a dianteira, esquivando-se dos cyborgs que o atacam, eu o avanço os retaliando.

Minha espada é rápida demais para eles... Eles não as vê subindo e descendo, retaliando... Não deixando nada para trás a não ser pedaços de corpos. Ouço Wolf no codec – Cheguei a instalação. Há forte resistência. Preciso de ajuda.

- Roger. - Respondo, e aumento a velocidade.

Passo pelos inimigos, deixando pilhas e mais pilhas de corpos para trás.

O sangue cibernético deles cai sobre meu corpo, tingindo meu exoesqueleto de branco. Meus cabelos, já brancos, ficam ainda mais platinados, colados na minha cabeça. Meu único olho, e ainda por cima cibernético, brilha intensamente em vermelho, analisando dados de combate.


Corro o mais rápido que posso, até chegar na instalação.

Ergo meu olhar, e não encontro Wolf.

Merda...

Salto de cima do penhasco. O computador analisa a queda... Mais de trinta metros em queda livre.

Brincadeira de criança.

Ao atingir o solo, faço um rolamento, espatifando o asfalto sob meus pés e passo a correr na direção da instalação.

Corro em direção a parede, e passo a correr na vertical. As garras dos meus pés e meu corpo robótico garantem força e velocidade necessária para o feito.

Subo cerca de trinta andares, até chegar ao topo... Local onde meu GPS informa estar Wolf.

Salto, girando no ar algumas vezes.

E então vejo Wolf e... Snake?

- Snake? - Sussurro, sem entender.

Snake acaricia Wolf – Olá Raiden – Ele me diz, com aquela voz rouca. Posso sentir daqui o cheiro de cigarro.

Seu velho idiota. Achei que tivesse morrido...

Mas o quê?!

Ele saca a arma, apontando para minha cabeça.

- Snake?! - Pergunto, sem entender.


- Adeus, Raiden – Ele diz.

Wolf apenas assiste, sem fazer nada.

No momento em que minha mão vai até a espada, vejo meu corpo inundado de luz.

E sou tragado por ela.

Mas que merda era aquela?

Ouço o que a tal Cortona diz, sem dizer uma só palavra, enquanto embanho uma espada lentamente.

Olho em volta, e vejo... Criaturas muito, mas muito esquisitas.

Aquilo não fazia sentido.

Minha mente... Estou insano?

Finalmente minhas antigas memórias voltaram a tona, e agora tiraram o resto de sanidade que eu possuía?

- Isso... Não é possível/ – Respondo.

Os sensores mostram meu coração artificial acelerando, mas fora isso, tudo normal em meu corpo.

Leio os dados duas. Três vezes.

Isso não pode ser verdade.

Tem um porco espinho azul falante aqui, porra!

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Re: PRESS START [PRÓLOGOS]

Mensagem  Convidado em Qui Nov 13, 2014 4:24 pm


Após derrotar Seth no último torneio mundial e assim se sagrar o campeão do mundo, a popularidade de Zangief e do Wresteling subiram astronomicamente. Os fãs retornaram a amar o esporte, produtos com a marca do Ciclone Vermelho começaram a vender que nem água, porém nada disso importava para o homem com músculos de ferro, ele se alegrava por mais uma fez exaltar a sua amada pátria e trazer alegria aos fãs. De fato, todo o dinheiro levantado pela venda dos produtos vai para o Estado.

Depois deste acontecimento a agende do campeão ficou cada vez mais cheia, não havendo mais tempo de praticar seu hobby favorito: lutar com ursos na Sibéria. Esta noite é mais uma noite agitada, um grande evento está para acontecer.

RÚSSIA

Zangief não apenas conquistou o torneio, ele também fez novas amizades durante a competição. Uma delas foi com o turco Hakan, empresário no setor de óleos e antigo amigo de E.Honda.

O evento de hoje se trata de promover a marca de Hakan no país, e para isso, conta com a ajuda de seus amigos, Zangief e E.Honda. Ambos toparam realizar uma luta de Yağlı güreş (wresteling com óleo) num ringue coberto pelos produtos do empresário na frente de milhares de fãs e espectadores. O Campeão não se importa com os negócios, mas faz isso para ajudar um amigo e mais uma vez elevar o nome da Mãe Rússia e do Wresteling.


Tudo pronto, o evento começa, logo em seguida a transmissão ao vivo (com 30 minutos de atraso), o lutadores são apresentados e ovacionado pela torcida. Obviamente, Zangief é muito mais aplaudido. Vai começar a lutar.

Zang: Muito bom te encontrar novamente, camarada. Mais uma chance de demonstrar que o wresteling é superior ao seu sumô.

Honda: Cale-se, meu caro amigo ou fecharei sua boca com óleo.

Zang: HA! Esse óleo só serve pra destacar meus poderosos músculos!


Os dois caminham em direção um do outro com certa dificuldade de andar em meio a tanto óleo. Até que...


Zang: O que está acontecendo aqui?! Verde? Vermelho! Oh... verde de novo... será que vou começar a dar choque?

E as luzes dos holofotes ficam cada vez mais intensas até formarem um feixe de luz azulada e o campeão sumir.

NA NAVE

Zangief aparece de repente numa nave no espaço, ele olha para o seu corpo e vê que voltou ao normal e lamenta porque tinha gostado da cor vermelha, pelo menos não ficou verde. Ele ouve tudo que a mulher diz e olha ao redor vendo seus novos camaradas.

Zang: O CICLONE VERMELHO ESTÁ PRONTO PARA SALVAR TODAS AS RÚSSIAS DO MULTIVERSO!!! PODE CONTAR COM O CAMPEÃO AQUI!!! AGORA SEREI CAMPEÃO DO MULTIVERSO E O WRESTELING SERÁ CONHECIDO POR TODOS!!


Zang: Mas você deveria ter chamado outra equipe, está faltando músculos nesses aqui.

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Re: PRESS START [PRÓLOGOS]

Mensagem  Phelipe Peregrino em Qui Nov 13, 2014 7:03 pm

Os motores roncaram quando ele apertou fundo o acelerador, e aquela sensação familiar do carro tremendo misturada à euforia tomou conta do seu corpo. Com a mão esquerda, segurou firme o volante, a mão direita relaxada sobre o câmbio de marchas.

????: Pronto? - O homem ao precisou gritar para ser ouvido além do som dos motores.

Não. Ele não estava pronto. Ainda não... Faltava uma coisa. Seus olhos não desgrudaram da estrada à sua frente e ele sentiu o calor acolhedor do dia quente e agradável. Faltava uma coisa. Não precisou olhar para o painel para encontrar o que procurava. Ligou o rádio.
Spoiler:

Agora, sim. Agora ele estava pronto. Engatou a marcha, pisou fundo. O pneu cantou violentamente e, num piscar de olhos, estava na estada.


Os dois se emparelharam na estrada, o ronco dos motores ecoava pelas estradas vazias do Reino do Cogumelo. O vento soprava forte, mas trazia um ar sombrio e melancólico, nada coerente com o sol agradável e o dia claro que raiava.

Luige: Porque será que eu tenho a impressão de que essa viagem é perigosa?

Mario: Ah, calma, Luige! - Mario gritou por sobre o sons do motor, exibia um olhar determinado no rosto. - Nós vamos conseguir, é só você me seguir!

Luigi: Mas tem algo errado, Mario. Todo o Reino está estranho. Ontem Yoshi e os outros dinossauros estavam acoados, levando os ovos de volta para a Yoshi's Island. Isso não pode ser um bom sinal...

Mario: E, agora, o rei e a rainha Nimbus nos pedem ajuda para encontrar Mallow. Acho que você está certo, Luigi. Tem algo errado... Nem esmo Koppa tem mostrado a cara feia dele recentemente.

A estrada se tornou mais irregular, e a vegetação se tornou mais parca. Eles sabiam que estavam chegando. No horizonte, um casarão de madeira surrada se destacava. Eles encostaram os carros e caminharam lentamente em direção da porta.

Luigi: Aqui estamos. - Ele engoliu em seco. - Ghosthouse 2. Por que... Por que não vai na frente, eu vigio os carros.

Mario: Vamos entrando, Luigi.

***
Luigi: Mario, cuidado!

Mario saltou rolando pelo chão poucos momentos antes de Luigi fechar a porta atrás dele. A porta rangeu, e toda a mansão tremeu.  Ecos fantasmagórico gritavam e pareciam escorrer pelas paredes.

Mario: O que está acontecendo? Os fantasmas... Estamos olhando para eles e--

Luigi: Eles... - Luigi tremia segurando a porta. Ele soluçava, tentando entender o que se passava. - Eles continuam se mexendo! Isso, não é possível. Fantasmas não se mexem quando estamos olhando para eles, todo mundo sabe disso.

Mario: Eu sei, Luigi, eu sei. Mas esse lugar. Os fantasmas estão mais fortes. Tudo está diferente.

Um grito reverberou, e, do chão, uma presença aterradora se materializou. Gigantesca e colossal, a presença fantasmagórica rugiu ameaçadoramente. Ela se lançou contra os dois com furia, mas Mario e Luigi conseguiram saltar em segurança. Mario girou nos calcanhares segurando o chapel. A presença babava ectoplasma e rugia o som de mil almas em agonia infernal. Ele se correu disparado, subindo as escadas que aparecia no seu caminho, tentando despistar o fantasma colossal.

Foi quando ele notou um formigamento pelo corpo. E sentiu-se envolver por um clarão quente. E, finalmente, tudo desapareceu.

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Re: PRESS START [PRÓLOGOS]

Mensagem  Nasinbene em Qui Nov 13, 2014 7:21 pm

Bologna, Janeiro de 1499

A vida de Ezio tinha mudado muito nos últimos anos. A Irmandade crescia e prospera a olhos vistos, estando muito próxima de atingir sua antiga glória. Ele, o Maestro, tinha a vida novamente sob controle e os Bórgia perdiam terreno a cada dia. Nesse momento, num pequeno quarto do interior da Bologna, Ezio Auditore se sentia feliz. Suas fontes indicavam que em breve ele deveria partir para Roma, mas tudo que o assassino queria agora era relaxar. Estava no auge de sua forma física, fruto de seu árduo treinamento junto à Irmandade. As três jovens adormecidas ao seu lado confirmavam isso... Sim senhor, o velho Ezio ainda sabia como cortejar uma dama... nunca estivera melhor nesse quesito, na verdade. O afã da juventude agora era temperado pela vasta experiência que seus 40 anos traziam. Saindo vagarosamente da cama, o homem se aproxima da janela com uma caneca de vinho e observa o nascer do sol tingir de tons avermelhados o horizonte, como se o incendiasse. Despido na parte de cima de seu corpo, Ezio sente um delicado toque em suas costas, denunciando que uma de suas jovens companheiras tinha despertado. Com as pontas dos dedos, a jovem percorre vagarosamente cada uma das muitas cicatrizes nas costas do Assassino. Um sorriso surge levemente nos lábios de Ezio, enquanto ele ouve as palavras da jovem:

- Buongiorno, signore Auditore... A cama está vazia sem você...

- Boungiorno bella mia... Não quis acordar do seu sono os mais belos anjos que já tive o prazer de por os olhos...

- Todas essas cicatrizes... Elas não doem, signore?

- Já doeram, cada uma a seu tempo... hoje são apenas lembranças, avisos para que eu evite que elas ganhem novas irmãs...

- Ahhh... É que eu tinha um cuidado especial em mente, caso elas doessem... - Diz a menina com um olhar lascivo...

Ezio e vira de frente para ela, toma-a, pela cintura e segura seu queixo. Então, ele aproxima sua boca da dela e diz em tom quase inaudível...

- Bem, nesse caso... um velho sempre tem algumas partes doendo, non è vero? Só acho que devemos acordar suas amigas também... Elas podem ficar enciumadas e não queremos uma cena aqui...

Ezio volta pra cama com as garotas e passadas algumas horas, o Assassino se levanta, veste sua roupa e vai à rua, deixando algumas moedas de ouro sobre o criado mudo para as meninas. Bologna era uma região muito agradável naquela época do ano, clima ameno e sua cozinha era conhecia em toda Itália. Havia uma pequena bodega ali perto, que lhe fora recomendada por Machiavelli. Dizia-se que o macarrão ao sugo  com carne praticamente moída era algo épico. E as façanhas amorosas da noite anterior e desta manhã tinham deixado Ezio faminto. Ele então dirigia-se para lá quando algo o faz parar, deixando-o branco como cera. Se não houvesse uma parede próxima, Ezio teria caído, tamanha a emoção que lhe tomava. Ali, dobrando a esquina seu irmão mais velho, Federico, andava calmamente pelas ruas de Bologna.
Aquilo estava errado, não podia estar certo... Federico tinha morrido em Firenze, muito anos atrás... refeito do susto, Ezio se põe a andar atrás do irmão, a princípio cautelosamente, afinal poderia ser truque Templário. Mas o homem acelerava, e quanto mais próximo Ezio chegava, mais se parecia com seu irmão... Quando o estranho vulto finalmente passa a correr e escala uma parede Ezio tem a certeza que aquele era seu irmão. Logo, ele passa a também correr atrás dele, como a tantos anos atrás costumavam fazer. Num dado momento, seu irmão olha pra trás e sorri. Acelerando cada vez mais mais Ezio finalmente o alcança num salto, apenas para ver o vulto desaparecer de suas mãos...
Uma pequena lágrima se forma no canto do olho do Assassino, trazida à tona graças a todas as lembranças daquele dia maldito. Tantos anos se passaram, Ezio tinha conseguido sua vingança, mas como aquilo ainda machucava...
Levantando os olhos ao céu, Ezio diz ao que acreditava ser o espírito do irmão a frase que costumava dizer às suas vítimas:

- Requiescat in pace, mio caro fratello... Sua morte foi vingada e honro o nome de nossa...

A frase de Ezio é interrompida no meio, quando este se vê imerso numa intensa luz azulada. Já estivera envolvido em luzes estranhas antes quando lidara com o Pomo do Eden mas aquilo era completamente diferente. Quando volta a enxergar, Ezio se vê em meio a várias outras pessoas ( se é que alguns poderiam ser chamados assim...) e sua última palavra acaba escapando meio que sussurrada em meio a eles:

- ...família.

Ezio então se vê frente a uma belíssima mulher, um tanto quanto translúcida demais para seu gosto, mas ainda assim belíssima. Ela pede ajuda a ele e aos demais que estavam ali, mais uma vez o destino do mundo caía sobre os ombros de um assassino. Fazendo uma mesura, Ezio se apresenta a ela e aos demais:

- Se o que diz é verdade, ragazza, este humilde assassino está a seu serviço. Sou Ezio Auditore, da Firenze.
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Re: PRESS START [PRÓLOGOS]

Mensagem  Drako em Qui Nov 13, 2014 8:56 pm

Faz algumas semanas que derrotei Mundus com o Vergil, fazendo com que o mundo humano e o Limbo se fundissem. Meu irmão não deu as caras desde que nos enfrentamos, bom pra ele, pelo visto entendeu o recado de que tomo conta dessa porra toda agora.

Acordo ao lado da Kat, depois de uma noite de acalorada. Mas sabe, sinto falta de sair por ai pegando geral. Sair com uma mulher só pelo visto é coisa de bom moço, e eu sinto falta de ser Bad Ass. Infelizmente ela não é liberal, então as brincadeiras envolvendo mais moças ficam fora de cogitação. Olho pra ela, mexo em seu cabelo, e levando da cama, peladão.

Coço o saco e abro a geladeira do meu novo cafofo, leia-se trailer, e fico olhando pra ver se tem alguma gororoba pra eu comer. Por sorte, tem pizza de anteontem, e Pizza é Pizza. Como gelada mesmo, enquanto visto minha calça. Cadê minhas meninas? Não acho em lugar nenhum. Ah! Ebony está dentro do refrigedador. E a Ivory? Procuro um pouco e acho ela na cama. Dou uma fungada e ta com cheiro de bacalhau. Limbo na bulsa e visto. Pego o casaco na cadeira e saio fora.

Vou dar um rolé, esse mundo ta meio virado de cabeça pra baixo agora que as pessoas podem ver os demônios e o que eles realmente fazem. Sempre tem uma donzela em perigo aqui e ali pra salvar. Boto o pé pra fora do trailer e—que porra é essa?



Dante: Você não devia estar extinto ou coisa parecida?

Eu já vi de tudo nessa vida, desde demônios com cara de cu até anões de monociclo, fumando charuto enquanto atirava facas, mas um T-Rex com metralhadoras é a primeira vez! Esse bicho não devia estar morto? Ele se apronta pra atirar em mim, mas corro para longe do trailer, para que os tiros não acertem a Kat. A tatuagem das minhas costas brilham e liberam a Rebellion. Dou um salto, indo em direção ao bichão, desviando e defendendo com a espada os tiros dele. Uso o impulso das asas de anjo para ir ainda mais acima, e caio cortando a cabeça dele ao meio.

Acabou, e o T-Rex cai morto. Que diabos foi isso? Nunca apareceu um treco desses antes—Vejo uma luz vindo do céu, em minha direção. Oque?!


O que? Onde estou? Vim parar numa sala que—puta que pariu! O que ta havendo? Tem uma pacha gostosa e uns caras esquisitos. Além de um bicho azul de tênis! E ele fala! Falando em anões, tem um aqui também, de bigode e suspensório. E esse chapeuzinho? Não to entendendo nada.

Dante:
Gata, eu até saquei a parada dos mundos se destruindo e talz. Acho do caralho você dar uma de Lady Di e se importar com os outros, mas sabe, podia ter avisado antes? Eu não sei se estou preparado psicologicamente pra ver um grupo de maluco desses. –coloco a mão na frente da boca e falo só pra ela, cochichando –E veja você, eu nem estou falando do robô homossexual ali, ou do Gigante de cueca, mas pelo visto tu estava desesperada mesmo né? –Volto a falar normalmente– Enfim, se eu te ajudar, o que eu ganho com isso? Porque eu meio que não ligo se todo mundo no meu mundo morrer, o foda é se EU morrer e geral ficar vivo, sacou?


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Re: PRESS START [PRÓLOGOS]

Mensagem  Guima em Qui Nov 13, 2014 10:11 pm

Primavera de 1789, Japão Feudal.

As flores de cerejeira caiam próximas a cabana onde Haohmaru repousava. Fazia dois anos que Amakusa havia sido derrotado por ele e a paz voltava a se restaurar no Japão. Haomaru não tinha dormido bem naquela noite, estranhos pesadelos o assolaram a madrugada inteira e ele acordou assustado quando uma espada trespassou seu peito. Suando frio, Haohmaru gritou e levantou-se ofegante...

Maldição... tenho tido esse pesadelo por repetidas noites. Será algum tipo de aviso? Droga... preciso fazer uma visita ao velho Nicotine. Mas antes disso vou treinar um pouco enquanto o sol não nasce.



Empunhando sua espada que estava encostada num canto, Haomaru saiu para fora da cabana e foi a uma floresta de bambu próxima treinar sua técnica  Kougestsuzan. Treinando por horas a fio, o samurai vê os primeiros raios de sol aparecerem. Dando conta que ja tinha treinado o bastante para afugentar aquele pesadelo de sua mente, Haohmaru iniciou uma caminhada até o templo de seu antigo mestre, Nicotine Cafeine. Ao aproximar da entrada do templo, o espadachim sentiu uma sensação ruim, um calafrio percorreu sua espinha... um sentido bastante parecido com o que ele teve em seu pesadelo. Haohmaru pensou em seu mestre e em disparada correu até o interior do templo somente para encontrar Nicotine morto caído ao chão acima da poça de seu próprio sangue. Ao fundo, Haohmaru pode ver a sombra de um homem empunhando uma espada banhada no liquido escarlate de seu mestre...


GENJUROOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!! grita Haohmaru a pleno pulmões, furioso com a morte do seu mestre por aquele que era seu maior rival e tambem discipulo de Nicotine. Genjuro Kibagami. Haohmaru notou que Genjuro estava diferente... ele parecia possuido por algum espirito maligo...Ambrosia???

Colocando-se em sua postura de combate, Haohmaru desembainhou sua espada e ... uma luz iluminou o local cegando Haomaru... Quando o mesmo abriu os olhos se deu conta  que estava em um local extremamente estranho e diferente de tudo o que ele já tinha visto. Uma sala com uma mulher estranha ladeada por outras pessoas igualmente estranhas. Notou que uma dessas pessoas estranhas portava uma Katana tambem, mas nem de longe ele lembrava ser um samurai...

Moça... faça o que tenha o que fazer e rápido. Tenho um duelo de vida e morte me esperando.

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Re: PRESS START [PRÓLOGOS]

Mensagem  Leo Rocha em Qui Nov 13, 2014 11:30 pm

Metro City mais uma vez estava salva graças aos esforços do Time Comando. O vilão Genocide havia sido derrotado e seus asseclas geneticamente modificados agora se encontravam desorganizados. Capitão Comando olhava aliviado para o monitor ao lado de Mack, Ginzu e Baby Comando. O grupo tinha se reunido a partir do reconhecimento de suas habilidades especiais e do desejo de fazer justiça.
Enquanto olhava o monitor e tocava seu violão, Comando pensava na composição do grupo: uma múmia alienígena, um ninja com desejo de vingança e um bebê geneticamente alterado que se tornou uma das criaturas mais inteligentes que ele já conhecera.
A morte de Genocide no fim da batalha não era o desfecho que esperava, mas foi fundamental para impedir o plano de dominação do vilão. Então por que ele sentia aquela sensação de que havia algo muito errado.?
A sensação se confirma quando o telão mostra a imagem de Genocide invadindo a prefeitura e matando o prefeito. Como? Ele morrera lutando contra ele!
Comando ativa sua armadura e se teleporta ao local. Ele para em frente ao vilão e, quando se prepara pra iniciar o combate, é tragado pela luz.
Ao notar o lugar onde estava e as pessoas presentes, ele se mantém atento às falas e por fim diz:

Arrow Salvar diversos universos? Isso parece uma missão para o Capitão Comando! Vamos resolver isso e depois cuidar do vilão que assola minha cidade!

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