Ato 1 - Convite

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Ato 1 - Convite

Mensagem  Drako em Qua Mar 05, 2014 2:39 pm

Mansão Wayne


As festas dadas na gigantesca Mansão Wayne sempre tinham um motivo para serem criadas e essa não foi diferente. Bruce Wayne, o playboy bilionário, acabara de dar um discurso sobre como sua nova fonte de energia renovável traria um novo avanço para a cidade e abaixaria os custos pagos pelos cidadãos de Gotham, ideia essa que foi muito bem recebida e aplaudida. Entre seus convidados estavam apenas a nata influente e poderosa de Gotham City, todos muito bem arrumados com seus ternos e vestidos caríssimos. Entre eles, passeava Alfred, que cumprimentava e inspecionava os convidados, enquanto garçons contratados os serviam.

Era apenas mais uma noite comum. Bruce sorria e apertavas mãos, cumprindo o papel que supostamente estava destinado a fazer, mas que apenas ele e seu fiel companheiro sabiam que não era o queria e nem onde gostaria de estar. Aquilo lhe era uma tortura. Saiu até a sacada, para tomar um pouco de ar. Debruçava-se na varanda, olhando para o céu estrelado, com um copo de Whisky na mão.

???: Bela festa, devo admitir.

Bruce olha para trás, pego de surpresa, algo que não lhe acontecia há muito tempo. O homem, acompanhado de seus seguranças, lhe estende a mão. Bruce a olha primeiro e depois retribui, apertando-a.

Bruce Wayne: Obrigado. Mas não esperava vê-lo aqui, senhor Turner, apesar do teor de meu anuncio.

Seu nome era William Turner, magnata do setor elétrico da cidade, dono da Gotham Corporation. Um homem bem famoso, porém bem reservado.  Ele sorri, sabe que a novidade das indústrias Wayne irão mexer e atrapalhar seus negócios, mas não era isso que lhe trazia até aqui.


William Turner: Hmpf. Estava mesmo curioso com o que viria a anunciar e realmente poderá ser um empecilho aos meus negócios. Mas não é disso que se trata a minha vinda até aqui, senhor Wayne. Estou mais interessado em sua outra empresa.

Bruce Wayne: Outra empresa? –Ele se levanta da sacada e para frente a William.

William Turner: Exatamente, a outra da qual financia. A Corporação Batman.

Bruce Wayne: Desculpe, senhor Turner, mas a Corporação Batman não está a procura de novos investidores e muito menos a venda.

William Turner: Estou aqui para propor outra coisa. –Diz ele sorrindo.—Na verdade, é mais um convite.

Bruce Wayne: Convite?

Exatamente nesse momento eles ouvem uma explosão, seguida de um tremor. Todos entram em pânico, menos o homem a sua frente. Ele continua impassível, com um sorriso estampado no rosto. Ao correr para a TV, Alfred descobre que a explosão ocorreu no presidio de segurança máxima Black Gate.


William Turner: Veja bem, senhor Wayne. O que tenho para você é um convite. Se vai aceitar ou não, é problema seu.

Bruce Wayne: O que você fez? É o responsável pela explosão de agora? –Ele franze sua testa, mudando totalmente o semblante que tinha há segundos atrás. Bruce já sabia que estava frente a frente com um terrorista, mas não sabia o por que.

William Turner: Culpado. – Ele se curva, fazendo um gesto de gratidão. – E é só o começo. Assim como você, eu gosto de eventos, mas prefiro os mais animados, mais explosivos...  --O Homem se aproxima ainda mais e entrega um cartão— e o meu é todo dedicado a vocês.

Turner se vira de costas e se afasta, enquanto Bruce olha o conteúdo do cartão. Existiam 5 endereços escritos e ele conhecia todos eles. William então se vira novamente.

Bruce Wayne: Asilo Arkham, o estádio de Gotham, Departamento de polícia, a Suprema corte e o Hospital de Gotham.  É onde plantou suas outras bombas?

William Turner: Exatamente. Mas! Não são apenas essas, tem muito mais de onde elas vieram. O importante desses endereços não são as bombas, mas o que irá encontrar lá.

Bruce Wayne: Que seria?!

William Turner: Pecados. Na verdade não você, mas os seus funcionários. Como eu disse, estou interessado na sua pequena corporação. Avise a eles... Avise ao Batman. Ele tem até o amanhecer de hoje para ir a todos os endereços que estão marcados e derrotar os Pecados.

Bruce Wayne: Diz que são os pecados, mas só tenho 5 endereços! Não deviriam ser 7?

William Turner: Exatamente, senhor Wayne. Derrote os 5 e terá os outros 2 endereços. É como um jogo, e se não conseguir passar de fase nós sete iremos matar todo mundo.

Os seguranças do Turner caem como se perdessem a consciência. Ele pula e fica de pé sobre a sacada, olhando fixamente para o Bruce.

William Turner: Creio que não tem muito tempo. –Ele arranca o terno e revela sua forma.


William Turner: Eu sou Pride. Estarei esperando seu Cavaleiro das Trevas no fim de tudo. E para não que não duvide de minha palavra...

Turner desvia o olhar de Bruce para a Mansão, que ficava um pouco atrás deles. Quando Bruce vira, uma nova explosão, só que dessa vez na sua frente.  A Mansão Wayne foi pelos ares.

Bruce Wayne: ALFRED!!?!

Ele cai ajoelhado, quando se vira para trás o homem que se denominava Pride já não estava mais lá. Bruce tenta socorrer alguém, mas não existia mais nada que pudesse fazer. Alfred e todos os presentes estavam mortos.

“Como?” Ele pensava. Como poderiam plantar uma bomba na Mansão sem que ele soubesse! Era impossível, seus sistemas de segurança eram quase infalíveis. Correu para a entrada secreta da Batcaverna, pelo Poço que caiu quando era criança.

Se vestiu e foi até o Batcomputador. Eram 5 locais e ele tinha mais ou menos umas 6 horas, precisaria de ajuda para evitar mais mortes. Abriu a comunicação e chamou seus aliados da corporação.

Batman: Atenção todos os Membros da Corporação Batman que estão em Gotham City. Já devem estar cientes dos atentados que sofremos há minutos atrás. Estou enviando a vocês cinco endereços! Escolham um e vão imediatamente para lá. Ainda não sei o que irão encontrar, mas tem algo a ver com pecados. Precisamos derrotar o que quer que esteja nesses pontos antes do amanhecer, ou Gotham sofrerá mais ataques.

Bruce preferiu deixar a noticia da morte de Alfred para outra hora. Ele já estava abatido demais e seria melhor que os outros estivessem em plena forma.

Ele segue até o Batmóvel, para seguir até o seu caminho escolhido.

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Re: Ato 1 - Convite

Mensagem  Jor-El em Qua Mar 05, 2014 3:55 pm

Tanto tempo fora do meu apartamento. É bom estar de volta. Uma mansão de quase 1 km de extensão pode ter suas vantagens, mas eu prefiro o aconchego do meu cantinho. 
Voltar a Gotham foi bom. Com Bludhaven destruída e a SJA olhando por Nova York é bom poder voltar para a minha casa. Mesmo com o tempo passado fora Gotham ainda é minha casa e sempre será. 
Soube de um evento social na Mansão. Não é meu estilo. Acompanhei Bruce por anos nesses eventos, mas sempre me senti deslocado. Talvez porque eu fosse o único menor de idade ou porque as pessoas me vinham como o mascote de um bilionário. 
Estava pensando em deitar cedo, talvez assistir uns episódios de How I Met Your Mother e tomar um pouco de sorvete, mas recebo o chamado, logo após as explosões. Ainda bem que o apartamento é todo a prova de som. Podia explodir uma bomba nuclear que ninguém escutaria. O legal é que eu posso escutar o que está acontecendo do lado de fora. O que, nessa situação, não era tão vantajoso, já que eu tive que ouvir os gritos de pessoas com dor.
Instalei assim que eu voltei. Imaginei que fosse útil para chamados no meio da noite. E estava certo.
Bruce está chamando os membros da sua "Corporação Batman". Não gostei da ideia. Nada contra financiar novos vigilantes. Ele tem dinheiro o suficiente para isso. Mas se expor dessa forma é desnecessário. E pensar que ele sempre dizia que eu gostava de estar no centro do palco.
Ele fala sobre as explosões, mas a que me chama a atenção é a do Hospital. É bem próximo de onde eu estou. 
Sem perder tempo eu aperto em um botão escondido e tiro meu traje. Me arrumo rapidamente e salto pela janela( depois de olhar se não tem ninguém de olho). Uso um botão na minha luva para convocar a minha asa-delta. Com certeza chegarei mais rápido ao meu destino. Aciono meu comunicador e digo:
-Asa noturna falando. Devo chegar no hospital em 5 minutos. Quem é o John Doe que quer eliminar os pecadores? Ele nunca assistiu Se7en e viu qual o final pra ele?





Última edição por Jor-El em Qua Mar 05, 2014 8:21 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Ato 1 - Convite

Mensagem  Convidado em Qua Mar 05, 2014 4:16 pm

O veículo vermelho escuro, em um tom quase negro, circulava lentamente pelas ruas de Gotham.

Diferente das outras versões do Redbird, o veículo era mais robusto, com um aspecto que lembrava mais um veículo offroad, com largos pneus e suspensões que pareciam encarar qualquer tipo de terreno... Mas diferente dos outros veículos, a velocidade não deveria ser tão elevada quanto os outros.

A lataria era inteira vermelha, em um tom escuro, aproximando-se do ébano, perdia-se facilmente na escuridão.

Escuridão essa que era engolida pelas chamas.

A explosão o faz frenar bruscamente. Ele já digitava rapidamente ao computador, triangulando a localização... Black Gate? – Oraculo, aqui é o Robin Vermelho... Estou indo para o local da explosão! – Tim deveria estar na festa, tinha sido convidado por Bruce.... Mas ainda estava no encalço de Lynx, tentando descobrir qual era o grande mistério ao redor da mulher.

Rapidamente ele pisava no acelerador, fazendo os quatro pneus cantarem sobre o asfalto, devido a tração 4x4.

Ia cortando o transito, dirigindo entre os carros, usando o computador de bordo para auxiliá-lo nas manobras...Pelo local em que estava, a explosão na mansão não chegava até si, com exceção dos sensores de segurança que eram acionados. Ele freava novamente... O que estava acontecendo?

Precisava escolher, entre a Mansão e Black Gate. Batman estava na mansão, e se precisasse de ajuda? Quando estava para fazer a volta, e ir em direção a mansão, a voz de Bruce chegava até os autofalantes do Redbird.

Tim cerra o olhar, e rapidamente acelerava... Novamente ganhando velocidade. Mais um maldito jogo – Robin Vermelho respondendo ao chamado. Vou para o Arkham... Os sensores detectaram algo errado onde você está, Batman. O que houve? – A preocupação de Tim era um tanto quanto óbvia... Não sabia da explosão, só sabia que tinha acontecido algo. Devido a sua ligação com Bruce e Alfred, a primeira coisa que o preocupava era a segurança de ambos, ainda que fosse ridículo esse tipo de preocupação com Bruce.

Já Alfred, era outra história... Por isso Tim fazia questão de perguntar.

Mantinha os olhos fixos no amplo parabrisas, que era ligado ao computador de bordo. As informações sobre trajeto, ocorrências e possíveis obstáculos eram constantes, com informações subindo constantemente pelos painéis.

Iluminado pelas telas, a luz mais do que baixa mal iluminava o corpo de Tim, que já usava seu uniforme completo de combate.


Última edição por Thiago Beleza em Qui Mar 06, 2014 11:59 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Ato 1 - Convite

Mensagem  Pedro H. Oliveira em Qua Mar 05, 2014 7:51 pm

Seu nome não vai mais importar dentro de alguns instantes. É apenas mais um vendedor de drogas que fica perambulando pelas ruas de Gotham tentando conseguir seu trocado. Eu o observava há algumas semanas, para falar a verdade, eu observo a todos que estão na minha cidade e o que fazem. Eu os deixo seguirem com suas vidinhas e fazer o que bem entendem, até cruzarem algum limite. E foi o que esse "cidadão" acabou de fazer.

Quando notou minha presença, saiu correndo desesperado por três ou quatro quadras até parar num beco escuro para tentar respirar um pouco... Pobre coitado... Eu estava alguns metros acima dele, pronto para dar o bote quando uma explosão ecoou por toda a cidade e entregou minha posição para o pobre coitado que saiu correndo novamente... Droga!

Alguns metros depois, ele já estava num estacionamento escondido entre dois carros e uma parede. Em seus olhos, o medo! Deixei ele pensar que tudo estava seguro e, no instante que pensou em sair de seu esconderijo, eu apareci bem na sua frente.



- Cara, você tem ideia da merda que fez?

- E-eu não sei do que esta falando... O que eu fiz?

- Sabe de uma coisa, eu não estou nem ai para o que vocês fazem por aqui. Podem vender drogas pra qualquer merdinha que fica andando por ai nas ruas, mas no momento que você vendeu para uma criança... Cara, você se tornou um homem morto!

- Mas ele tinha 17 anos! - Tentou justificar o morto diante de mim.

- Ainda é uma criança! E por causa disso, a morte esta a sua espera! - Aponto minha arma para ele quando recebo um chamado do Batman. Prontamente, abaixo a arma e caminho na direção oposta.

- Agradeça ao Batman. Graças ao pedido de ajuda do mesmo você acabou de ganhar mais um dia de vida...

Foi então que o verme atras de mim cometeu um gigantesco erro:

- Passarinho idiota! - Sussurrou o homem antes de tomar um tiro no meio da testa.

- Aqui é o CAPUZ VERMELHO. Estou indo para a Corte de Gotham, já estou na área mesmo.

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Re: Ato 1 - Convite

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Qui Mar 06, 2014 11:53 pm

Após tomar o controle do veículo, o alerta aos meus alunos foi imediato. Havia mais do que apenas eu envolvido nisso tudo, a corporação era o interesse de investimento desse criminoso.

Era óbvio que ele sabia que eu não me entregaria assim, mas o ataque à vida de Alfred era algo que ele iria pagar caro. Foi então eu pesquisei na rede informações do trânsito pelo centro até a rota mais comum que tenho feito há mais de uma década para a delegacia. Para reduzir as buscas, procurei apenas por pequenas e sem muita visualização.

Tento priorizar a descrição, mas com o carro é impossível. Em sua velocidade ele rompe o asfalto enquanto ouço a confirmação de Dick, Jason e Tim... Todos ex-Robins...

-Entendido... Estarei na delegacia. Entro em contato em seguida.

Não sou bom com expressar minhas emoções, não tenho como explicar para eles o que houve. Quando Tim me pergunta sobre os fatos, só mantenho o mesmo tom de sempre. Me concentro apenas em meu trabalho, a confirmação de onde eles iriam rumo passando alguns faróis e espaços que não deveria para chegar lá o mais rápido possível.

Não discutiria mais nenhum assunto com eles. Eu estava ocupado demais em Gotham, depois que o Máscara Negra e a Sociedade da Face Falsa tomaram o controle do submundo de Gotham.

Aguardo me aproximar e acesso o Batcomputador novamente. Em seguida, eu tento ver as câmeras de vigilância do prédio pelo meu cavalo de Troia no circuito interno. Tento avaliar quem esta ali sempre que entro, isso me deu a oportunidade de poder sair sem ser visto quando bem entender de lá. Saio do carro em direção ao terraço onde normalmente me encontro com Jim Gordon.

Espero que seja o dia de sorte desse homem e ele não tenha feito nada ao comissário...


Porque se mais alguém se ferir nada vai me impedir de tirar as forças desse tal homem da energia.

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Re: Ato 1 - Convite

Mensagem  Convidado em Dom Mar 09, 2014 10:19 pm

Era o último. Tinha escapado dos outros seis, que agora estavam com tantos ferimentos e fraturas que não conseguiriam chegar ao nenhum hospital sozinhos. Ainda bem que alguém tinha chamado a polícia para eles. Bom, "ainda bem" é uma expressão dúbia, já que tinha sido o próprio agressor quem fizera aquilo. E segue uma nova correção: agressora.

Saltava pelos telhados com uma sutileza impressionante. Logo abaixo, o homem corria, e olhava para trás e para o alto. O que ele via era apenas um vulto. Um maldito vulto que não parava de persegui-lo. E quando o desespero o leva para um beco sem saída, ela surge diante dele. Cai diante de seus olhos, pousando perfeitamente na imundície do beco. O homem ainda tenta balbuciar alguma coisa. - Calmaí, Batgirl, calmaí... A mulher avança. A ponta do bastão atinge a garganta do homem, que vai ao chão, tentando respirar. Ela chuta seu estômago, o que o leva ao chão. - Se estava tentando me irritar, conseguiu.  Ele consegue ver o vulto de sua atacante. Atrás dela, um clarão.

A Caçadora olha pra trás. O homem mal consegue pensar numa reação. Ela pisa em seu rosto, exercendo pressão cada vez maior. Fita na direção da explosão. - Mas o que...? O chamado de Oráculo logo surge. - Helena, surgiu uma emergência. A mulher bufa como resposta. - Eu estou ocupada.  Por que não manda uma de suas preferidas? A Canário, talvez. A voz de Oráculo é contundente. - A explosão que você ouviu não será a única. Tem um terrorista em Gotham. Todos estão cuidando de diversas áreas. Você é a mais próxima do estádio.

A vigilante chuta o rosto do homem, que gemia antes do golpe. - Não sei quem é o pior chefe. Você... ou Ele. Ela dispara um cabo, subindo até o topo do edifício. De lá, avistou a região do estádio. - Foco, Caçadora, por favor... A garota sorri. - Só depois de me contar tudo que você sabe. Afinal, você já fez o pior. Deve estar desesperada demais para ter me chamado.

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Re: Ato 1 - Convite

Mensagem  Guima em Ter Mar 11, 2014 9:31 pm

O D.O.E tinha me dado alguns dias de folga... principalmente por eu ter conseguido resolver o caso da "Chorona". Não estou acostumada com esse tipo de ameaça, essas coisas sobre o "sobrenatural" mas no fundo minha postura e disciplina de soldado me faz ter "culhões" para enfrentar a maioria das ameaças. Eu deveria estar na cama com a Maggie agora mas não... minha intuição me diz que eu tenho que estar aqui, treinando, me preparando pra algo pior. Obrigado Papai por implantar uma paranóia na cabeça de sua filha.

Estou treinando a mais de uma hora e ja apliquei todos os golpes possíveis nesse saco de pancadas. Desfiro um potente soco bem no meio do saco e consigo a façanha de rasgar a grossa lona que segura a areia... A areia começa a vazar e a se espalhar pelo chão. Sinal que é hora de parar. Pego a garrafa de agua que está suando em cima da mesa e bebo todo o liquido até secar. Vejo que o celular que sambem está sobre a mesa começa a tocar... Penso na Maggie mas ela não costuma ligar quando esta no plantão. Pego o celular e vejo uma mensagem de um numero que nunca vi na vida... Mas é claro tinha que ser ele. Quem mais saberia meu numero além de Maggie? Só porque ele foi o primeiro morcego isso não lhe dá o direito de querer mandar em mim.



Enquanto visto meu uniforme a TV ligada me fornece as informações. O caso parece sério... Terrorismo. Na mensagem, Batman mandou varios endereços dos quais poderiam ser potenciais locais de ataque. Não estou longe do estadio, é pra lá que eu vou.

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Re: Ato 1 - Convite

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