Ato 1- Olhe lá no céu.

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Ato 1- Olhe lá no céu.

Mensagem  Jor-El em Sab Out 05, 2013 7:23 pm

Metro Tower. 9:40 da manhã.

A nova formação da Liga da Justiça seria anunciada para o grande público. A imprensa especializada já estava acampada do lado de fora havia 4 dias e os fãs se esbarravam por uma chance de ver seus ídolos de perto.
O suspense era imenso. Quem poderiam ser esses novos heróis.

Do lado de dentro Superman, o maior herói da Terra, fundador e líder da Liga estava reflexivo. Essa liga tinha um grande potencial para o sucesso. Os membros eram virtuosos e poderosos. Mas depois do último ataque, especialmente levando em conta a situação de 3 membros seniores Kal-El tinha uma grande dificuldade de acreditar que poderia por a vida de jovens em risco de novo. Pensava em Tim,

que teve a carreira interrompida porque um maníaco como o Coringa descobriu onde atingir o Batman.
Como poderia impor riscos tão grandes a jovens com vidas tão promissoras?
Porque o trabalho precisava ser feito. Porque há outros Coringas, outros Darkseid na espreita. E ele sozinho já percebeu que não é o suficiente para deter o mal que assola o mundo. É necessário que uma equipe de resposta seja reunida.

Na sala principal os membros são saudados pelo Super.
-SM: Bem vindos. Vocês são agora membros da Liga da Justiça. Isso acarreta uma série de benefícios e responsabilidades muito grandes. Todos aqui se destacaram de alguma forma. Por suas habilidades( olhando para Pantera), conhecimento(Aço), virtudes(Gladiador) ou por seus poderes(Donna). Todos merecem estar aqui. Outros foram escolhidos, mas não atenderam o chamado até agora. Espero que eles reconsiderem. Enquanto isso, é importante ressaltar os riscos que viver como um super-herói implica( pensando em Tim). Não posso nem vou obrigar ninguém a ficar ou sair. Mas espero que estejam cientes dos riscos que estão correndo sendo parte desse grupo. Nossos inimigos são incansáveis e implacáveis. Mas nós não nos rebaixamos ao nível deles. Nós não matamos. Nós somos humanos antes de tudo. Mas espero que, se decidirem ficar, façam seu trabalho com toda a garra e energia que é esperado de um membro da equipe.
Agora, a parte boa. Vocês todos serão membros de um esquadrão de elite e, como tal, serão cidadãos do mundo, podendo entrar ou sair de qualquer país ou mesmo galáxia que estiver em comunhão com a liga. Terão acesso a nossos veículos,terão acesso ilimitado a Metro Tower e todas as suas instalações, podendo residir aqui, se preferirem.
Se acomodem e relaxem. Se conheçam um pouco. Isso é essencial em um time. A conferencia só começará em umas 2 horas.

Superman prefere os deixar a sós, mas precisa ter uma conversa com um membro em específico da equipe: Donna. A chama discretamente para outro comodo e conversa com  a menina.
-SM: Filha. Eu sei que começamos com o pé esquerdo depois daquela conversa com Diana. Mas eu lhe chamei pois acredito no seu potencial. Não apenas em seus poderes, mas em seu potencial para mudar o mundo. Eu não posso e nem quero lhe dizer o que fazer. Há uma idade em que os protegidos precisam tomar suas próprias decisões. Foi assim com minha prima, a Supermoça. Mas também quero que, ao entrar nessa equipe, o esteja fazendo por você, não para irritar Diana. Quero que converse comigo e me faça entender o que passa na sua cabeça. E saiba que lhe apoiarei, apesar de tudo. Não sei se Diana lhe contou, mas o atual Batman roubou a roupa do antigo e começou a praticar heroísmo sem o seu consentimento. Ele também salvou a minha vida, da liga e provavelmente impediu a terra de ser conquistada. Tudo sozinho. Por isso não vou lhe julgar.

Off: É esse! O momento tão esperado. Por enquanto essa é uma cena de bate-papo. Conversem entre si. Comigo( Super). Depois vai ter a conferencia e o primeiro desafio de voces. Podem postar quantas vezes quiserem o diálogo.

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Re: Ato 1- Olhe lá no céu.

Mensagem  Ricardo Sato em Dom Out 06, 2013 7:20 pm

Lawrence observava e pensava em como havia chegado ali,a principio só queria pedir permissão para acessar os sistemas da liga e descriptografar o arquivo de sua mãe.
Porém Superman havia lhe dito muito mais,havia lhe pedido muito mais,e alguém que carrega o totem não perderia essa oportunidade.
Não era de conhecimento geral mas Lawrence conhecia a história de sua família,das duas partes,do sofrimento de seu pai e avôs na pobreza e da responsabilidade que havia recebido de sua mãe.
O totem Tantu pertenceu ao primeiro herói da áfrica,foi criado para ajudar os inocentes e só revela todo seu poder a aqueles que tem esse objetivo no coração,aqueles que tentam usa-lo para o mal só conseguem perder a razão.
Tendo aceitado a oferta de Superman como um meio de cumprir a missão que atravessou gerações até chegar aos McCabe,ele agora via em sua frente aqueles que lhe ajudariam na empreitada.
Havia uma bela jovem,suas vestimentas,estilo e aparente contato pessoal com o homem de aço não deixavam dúvidas sobre sua origem.
Era claramente uma lutadora e se portava de forma orgulhosa e imperiosa,aos olhos de Lawrence sua vida de treinos duros era clara,sendo como a famosa Diana tão mais forte e resistente do que parecia as marcas e maneirismos indicavam treino árduo.
Via porém que seu orgulho embora possivelmente merecido era talvez um pouco grande demais,ela parecia estática,havia aprendido como lutar,acreditava que os modos que lhe foram passados eram os melhores e se fixava neles.
Havia erros em sua postura,muito pequenos mas estavam lá,ela estava muito próxima de se aperfeiçoar marcialmente mas por experiência própria ele sabia que quanto mais perto da maestria mais os próprios erros se escondem dos olhos.
Os outros dois claramente escolheram a caminho da ciência,um deles parecia muito determinado,sua postura parecia quase solene absorvendo as palavras de Superman,tinha seriedade na expressão o que era muito bom.
Mas da mesma forma que a confiança da mulher,seriedade dava foco mas também podia gerar rigidez,as vezes rigidez demais era perigosa e fazia pessoas e objetos quebrarem.
Parecia muito capaz mas além da rigidez moral ele dividia um detalhe com o homem de armadura,claramente muito similar a "Aço",a tecnologia lhes dava habilidades que mais ninguém tinha mas também os limitava,estavam fisicamente bem mas não treinados o bastante e mesmo que fossem treinados suas armas limitariam seus movimentos,mesmo que pouco,mesmo que não para seus estilos de luta,mas nem sempre podemos lutar como nos é confortável.
A armadura de aço parecia impressionante,mas devia ser um enorme fardo ao corpo,o homem parecia vivaz e resistente mas algo que não conseguia explicar lhe dava a impressão de que ele poderia estar ainda melhor.
Lawrence balança a cabeça e se tira dos seus pensamentos,percebeu que ele estava contando cada abertura em seus companheiros,cada fraqueza visível e camuflada e pensar no que estava fazendo lhe encheu de raiva por si mesmo.
Nesse momento ele se lembrou de uma conversa que teve a muito tempo na casa de Ted com Dinah,sobre a "maldição do lutador".
Ele havia buscado conselhos sobre Melanie,sua namoradinha na época e acabou desabafando sobre como ela parecia tão frágil aos seus olhos,em como ele temia machucá-la.
Dinah lhe disse que era normal,era um preço a pagar pelo conhecimento que tanto haviam se esforçado para conseguir.

"-Infelizmente não posso dizer que isso vai acabar,todos tem fraquezas e momentos de fraqueza,para nos que treinamos nossas mentes e corpos para achar essas fraquezas é quase instintivo,nós não pensamos em fazer só fazemos.
Talvez a maior tortura é quando estamos com quem amamos,não podemos deixar de vê-los tão vulneráveis,como as vezes seria tão fácil feri-los como outros poderiam feri-los é ainda pior quando quem amamos acha que sabe se cuidar contra qualquer coisa....acredite eu sei."


Deixando essas questões num canto de sua mente ele da um passo a frente e diz.

Muito prazer,é uma honra conhecer a todos,eu sou o Pantera.
Espero que trabalhemos bem juntos.


Ele ouviria com atenção tudo que os outros tinham a dizer,mas quando tudo acabasse sua curiosidade o forçaria a se aproximar novamente de Superman em particular.

Senhor estava pensando se não poderia usar aquele computador antes da entrevista?
Desculpe mas é muito importante para mim.

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Re: Ato 1- Olhe lá no céu.

Mensagem  Scorpion em Seg Out 07, 2013 7:48 am

Um grupo bem peculiar, mas ainda muito cedo para poder ser julgado ou criticado.
Aço conhecia muito pouco ou quase nada sobre o tal Pantera, quiçá sobre o original. Sabia apenas que o antigo era um dos melhores lutadores de punho que já existiu. A outra era Donna, possivelmente alguma amazona de Thermiscyta, ou seja lá como chamam. Aço conhecia bema história da Mulher Maravilha, mas aquela bela moça era ainda um mistério. Por último e não menos importante, o tal do Gladiador. Este Aço realmente não sabia nada. Nunca havia visto mais gordo...
Entretanto, aquilo tudo era uma caixa de surpresas. Pegando Donna, por exemplo. Ela era como a Mulher Maravilha? Diana era uma mulher forte, resistente e que não suportava a opressão, mas Donna poderia ser frágil, meiga e romântica... ou até uma sociopata? Ele sabia que as personalidades ainda haveriam muito por dizer. Ele mesmo não possuía nada do finado John Henry. Pelo contrário: possuía muito mais de Natasha Irons do que de seu tio. Enquanto John Henry era centrado e responsável, Kevin McNamara era impulsivo, explosivo e extremamente mais agressivo que o Aço Original.
O Superman fez um discurso interessante e deu as boas vindas ao grupo. Ele fez com que todos pudessem se sentir bem... pelo menos foi o que pareceu para Kevin. Os benefícios também eram interessantes. Talvez Kevin e Isabelle pudessem finalmente poder realizar o sonho de terem filhos sem se preocupar com os pormenores. Isso seria bom... Isabelle sempre quis ter filhos.
Foi a vez então do tal Pantera se apresentar. Ele saudou a todos e John Henry acenou com a cabeça para ele. Então ele resolveu apresentar-se aos colegas.
Aço: Bem, eu acho que agora é a minha vez, então. Eu sou Aço. É também um prazer conhecer vocês, pessoal. Espero que possamos nos dar bem. Sou um bom mecânico e bom piloto... além de um medíocre jogador de pôquer.
Então, Aço aguardou as apresentações dos outros. Não havia mais nada para ele falar ali. Já havia tentado quebrar o gelo.


Última edição por Gladiador Dourado em Seg Out 07, 2013 3:46 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Ato 1- Olhe lá no céu.

Mensagem  Convidado em Seg Out 07, 2013 3:24 pm


Desde sua fuga da Ilha Paraíso, Donna tivera pouca oportunidade de conversar com qualquer um que fosse. Apenas Superman já havia lhe dirigido a palavra, quando confirmara seu desejo de querer a amazona na Liga da Justiça. Donna meneou a cabeça positivamente, confirmando sua presença no grupo. Desde então, tinha passado o restante do tempo vagando, na tentativa de compreender melhor o mundo dos homens. Acompanhou a violência em atos como roubos e o individualismo do povo. Ao mesmo tempo, excitou-se com as luzes noturnas, o movimento das cidades à noite, e principalmente, a diversidade de acontecimentos noturnos como as baladas, bares, e outras atividades culturais.

Naquele momento em que Superman fez seu discurso, Donna aproveitou para observar melhor os outros membros. Num primeiro momento, considerou todos fracos. Um loiro de óculos escuros com mais pose do que propriamente postura. DE outro rapaz, ela não conseguiu extrair nada. Era um mistério. Quanto ao grandalhão, parecia bem forte, mas tinha dúvidas de quanto duraria aquela armadura metálica. Abaixo dela, haveria alguém valoroso, ou apenas um homem de ciência, sem habilidade prática alguma?

Ela só voltou a si quando percebeu Superman se aproximando e pedindo que fossem a outro cômodo. Quando ele começou o novo discurso, Donna fez a expressão mais cansada do mundo. - Não estou aqui pela Diana. Estou aqui pela Mulher-Maravilha e pela Liga da Justiça, Clark. Ela já ouvira o modo como Diana falava com ele. - Eu sou uma amazona, acima de tudo. Farei tudo que estiver ao meu alcance para honrar o nome que a Diana construiu, embora não concorde com muita coisa desse grupo. Eu sei me cuidar, mas tenho dúvidas se todo o grupo também pode. Você deve saber disso melhor que eu. Fique tranquilo que eu sei fazer muito bem meu trabalho. Agora, com licença...

Adentrou novamente a sala com os outros membros da Liga. - Meu nome é Donna Troy. Sou a sucessora da Diana, que vocês do mundo do patriarcado devem conhecer. Podem me chamar de Mulher-Maravilha, ou simplesmente Donna. Não tenho identidade no mundo dos homens, nem nada a esconder. Espero que possamos honrar a Liga da Justiça por sua obra e representatividade. Desde já, deixo minha sugestão para a nomeação de um líder para os momentos em que Superman não estiver em condições de fazê-lo. Muito direta, enquanto percebia Superman voltando à sala.


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Re: Ato 1- Olhe lá no céu.

Mensagem  Guima em Ter Out 08, 2013 10:15 pm

O Gladiador Dourado fitou a todos ali sem exceção. Com o final do discurso do Superman ele apenas meneou a cabeça em forma de agradecimento. Então aqueles ali proximos a ele seria a nova formação da Liga da Justiça? Deveriam ter seu valor, afinal eles foram escolhido a dedo pelo Superman, porem desde que chegou nesse tempo presente, Michael não tinha feito nenhuma amizade sequer. Ficou sozinho o tempo todo, sendo um herói e procurando um motivo e uma chance pra voltar ao seu "tempo" real.

O primeiro a se pronunciar é o tal do Pantera, seguido por Aço e depois pela Mulher Maravilha. Michael lembrou-se da Mulher Maravilha de seu tempo e ela era bem diferente desta que ele via neste exato momento. Com dizem, as "aparências enganam" e ele esperou que esse ditado fosse realmente verdadeiro.

Quando todos voltaram-se a ele para que o mesmo se pronunciasse, ele que estava de braços cruzados e com uma cara séria, de poucos amigos mas também não tão fechada assim, pronuncia quase que mecanicamente:

Olá a todos. Meu nome é Gladiador Dourado e estou aqui para proteger e servir. Espero que façam o mesmo. Voltando-se a Mulher Maravilha, Michael diz:

Interessante sua proposta, mas acho que a liderança só se dá no calor de combate. Ou você já esta querendo pleitear o cargo de lider? Com os braços cruzados e uma postura desafiadora, ele esperou a resposta da MM..

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Re: Ato 1- Olhe lá no céu.

Mensagem  Ricardo Sato em Ter Out 08, 2013 11:23 pm

Lawrence ouvia as palavras e também a tensão sob as palavras,parecia que suas primeiras impressões embora não exatas tinham fundamento,bem seu pai sempre dizia "o corpo nunca mente...pessoas sim".
Ele não sabia nada sobre as pessoas ali,apenas acreditava que tinham os mesmos objetivos que ele quanto as pessoas la fora.
Temendo que a posição de seriedade extrema de gladiador e a belicosidade aparente de mulher maravilha causassem problemas antes mesmo de começarem,ele toma uma postura mais diplomática do que costumava.
Sua voz soa mais calma,levando em consideração o que havia ouvido dos dois com seriedade,mas sem dar a entender como ofensivo.

Ponto interessante...dos dois,realmente é bom termos um líder de campo em uma emergência como disse ...Donna..não?
Mas como enfatizou gladiador,talvez essa não seja a hora,não temos motivos para acreditar que superman sumirá tão cedo.
E de qualquer forma liderança exige confiança e mérito dentro e fora de combate...nos ainda não nos conhecemos tão bem assim e eu não sei quanto a vocês mas para mim essa história de grupo é novidade.
Não sei como nos sairemos como equipe,mas devemos nos tornar uma antes de criar uma hierarquia.
Não somos nossos antecessores somos bem diferentes e apesar de honra-los não teremos as mesmas posturas e posições que eles,temos de nos conhecer e descobrir nossos lugares com calma.
Essa é a minha opinião....


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Re: Ato 1- Olhe lá no céu.

Mensagem  Convidado em Qua Out 09, 2013 1:24 pm

Assim que se fez ouvida, Donna cruzou os braços diante das respostas de seus companheiros de equipe. Os homens pareciam todos estarem pisando em ovos, como se fossem covardes demais para serem diretos. A postura desafiadora do loiro de óculos era bem o que Donna esperava. Ela quase sorriu em tom de réplica. Seu tom de voz era tão desafiador quanto do próprio Gladiador. Contudo, antes que pudesse falar, o Pantera se manifestou, o que impediu Donna de responder logo depois do Gladiador. Mas ele também estava agindo com uma moderação incomum, como se estivesse mesmo com medo. Pelo visto, Superman era o único que deveria mesmo comandar aquele time. Estava cercada de gente com poderes, mas sem saber o que fazer com eles. - Confiança e mérito? Calor da batalha? Parece que há coisas aqui que não ficaram bem entendidas.

Ela desfez a postura, fitando os homens ali. Seu tom de voz era firme, decidido. - Você, que se diz gladiador, vem falar em calor de combate pra definir liderança, como se já tivesse lidado com Superman em algum confronto para tê-lo como líder. Até onde sei, você foi convocado, e simplesmente aceitou a posição dele como tal. Não houve "calor de batalha" pra você aceitar sua posição de soldado. E depois se aproximou do Pantera. - Da mesma forma, estamos simplesmente aceitando a confiança e o mérito da experiência que o Superman tem para tê-lo em posição de liderança. Você se pergunta como nos sairemos enquanto equipe, e tudo o que vejo são homens querendo se tornar super-amiguinhos, e não soldados convocados para a mais nobre das missões. A partir do momento em que estão aqui, precisam confiar um nos outros, ou estaremos mortos diante da primeira oportunidade. Ela tomou meio segundo para um breve suspiro.

- Não somos nossos antecessores, e nosso objetivo não está em nos tornarmos iguais a eles. Nosso objetivo é nos tornarmos melhores que eles. Isso significa não cometer erros do passado. Erros que levaram ao fim da antiga Liga. Isso inclui ter conhecimento um sobre o outro, seus poderes, suas fraquezas e limites, e já delimitar estratégias pensando no pior dos cenários, o que inclui não termos Superman como nossa babá. Depois voltou a fitar o Gladiador, quase como se pudesse ver além dos óculos. - E sim, eu pretendo pleitear o cargo, tendo em vista que os culhões presentes já demonstraram sua covardia diante da função.

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Re: Ato 1- Olhe lá no céu.

Mensagem  Scorpion em Qua Out 09, 2013 3:57 pm

A situação ali era interessante, para não se dizer constrangedora.
A tal da Mulher-Maravilha definitivamente não tinha papas na língua e já começara desafiando os homens, como um valentão que diz "Sou o mais forte e porisso o lanche é meu". Kevin havia conhecido alguns caras assim na Base Aérea.
Enquanto os heróis batiam boca, Aço olhava para os três, como se estivesse curioso, mas na verdade estava acessando o seu banco de dados e buscando todas as informações sobre os possíveis "líderes" ali. Depois, ele usou o analisador de poder para captar as esferas de poder de cada um, além dos seus níveis.
Foi quando a Mulher-Maravilha resolveu falar da falta de culhões dos membros ali.
Aço: Senhorita Troy, eu desejo falar.
Ele aproximou-se do resto do grupo.
Aço: Apesar do quê a senhorita estar insinuando da postura defensiva e calada de alguns membros aqui, devo dizer que não estou calado à toa. Um certo grego disse que o sábio ouve duas vezes mais do que fala. Entretanto, eu não estava ouvindo apenas a discussão infantil de quem deve ou não ser um líder nessa equipe. Estava ouvindo o meu computador de bordo e acessando os databases das agências de segurança mundiais, inclusive o antigo arquivo da LJ, deixado no computador pelo Marciano e pelo antigo Aço, John Henry Irons.
Ele continuou o raciocínio.
Aço: Além disso, eu estou captando as ondas energéticas dos poderes de cada um de vocês e, devo concordar que sim, você tem indicações de ser a mais poderosa entre nós. Os níveis de poder da sua tiara não são muito impressionantes, mas os do seu laço e das suas pulseiras são bem impressionantes. Isso não desmerece o resto da equipe aqui. Talvez a senhorita não tenha percebido, mas você foi a única a revelar sua verdadeira identidade secreta. O resto de nós foi apresentado como Aço, Gladiador e Pantera. Isso mostra que todos nós não temos total confiança nos outros para revelar isso. Ao contrário da senhorita que o revelou e eu só posso imaginar 3 motivos: Imprudência, falta de atenção ou Confiança demais na bondade dos outros. Imprudência por não se importar ou não dar a devida importância à identidade secreta e como ela pode proteger nosso maior ponto fraco: aqueles a quem amamos. Falta de Atenção por não ter percebido que um herói não deve entregar a sua identidade... por mais que não use máscara, a Mulher Maravilha original não aprovaria essa falta de atenção. E Confiança demais nos outros por já imaginar que todos nós somos de confiança e não usaríamos isso contra você numa situação de controle mental, extorsão, etc. Quaisquer que tenha sido a razão, todas as 3 são péssimas características de um líder. Já tinha ouvido falar no feminismo das amazonas, mas nunca imaginaria que conheceria uma com tanta vontade de mandar em um bando de homens.
Aço prosseguiu.
Aço: Quanto aos outros, eu digo. Sou um militar com baixa. Baixa porque sei que o comando não pode ser imposto, mas sim conquistado. Independente de nós qual venha a ser o líder, eu não acatarei ordens com as quais eu não concorde ou que vá contra os meus princípios. Vocês estão discutindo algo que vai surgir com o tempo. Até lá, apesar de nunca ter lutado ao lado do Superman, o meu mentor confiava nele e isso é o suficiente para mim. Ele não precisaria ter nos juntado, mas se o fez, o peso da liderança, por enquanto, deve recair sobre ele. Uma pessoa deve ser responsável pelas suas idéias, seja ele o ser mais poderoso do planeta ou um humano qualquer.
Ele se voltou para a Mulher Maravilha.
Aço: Não vou me desculpar pelas minhas palavras, Donna, pois uma Mulher que aguenta balas, como você, não vai se ferir com a língua de um homem assim. Se você se mostrar apta, pode apostar que eu seguirei você até o diabo, se for preciso... mas se for inapta, eu simplesmente desligarei meus receptores sonoros quando você for dar suas "ordens". E só quem fala dos meus "culhões" é quem os viu...
Voltando-se para o grupo todo.
Aço: Espero que estejamos entendidos...

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Re: Ato 1- Olhe lá no céu.

Mensagem  Ricardo Sato em Qua Out 09, 2013 8:27 pm

Normalmente Lawrence poderia explodir e responder as ofensas na mesma medida,porém nessa situação ele decidiu que não seria tão benevolente dando a garota o tipo de discussão que ela queria.....mas daria sim alguma coisa em resposta.
Pantera relaxa a postura cruza as mãos nas costas e fala calmamente olhando para baixo fitando a mulher com a voz calma como se falando a uma criança,mas o olhar mostrando certo deboche.

Com certeza parece que "há coisas aqui que não ficaram bem entendidas",não pareço um soldado porque não sou um,a liga jamais foi uma estrutura militar e sim um grupo civil que escolheu ajudar os outros.
Sim confiança e mérito me fizeram aceitar a proposta de superman e não acho que haja alguém que as mereça mais.
Eu não apostaria se gladiador lutou ou não com superman porque não o conheço e também não acho que isso faça diferença agora.
Sim tento fazer amigos pois soldados podem até fazer suas missões,mas é em amigos que se pode confiar plenamente.
Você também deveria estar tentando fazer alguns,mas certamente não somos nossos mentores,afinal sempre ouvi que diana era uma emissária da paz.
E você foi clara quanto ao porque se apresentou sem identidade secreta,você não tem uma...mas se ainda não notou,o fato de achar que isso é covardia é porque Sua família é um bando de mulheres imortais em uma ilha secreta e se algo realmente as atingir a verdadeira mulher maravilha estará lá para protege-las...nem todos tem essa sorte.
E quanto a lutar,isso eu venho fazendo minha vida toda,mas tento fazer-lo apenas quando necessário e de preferência com inimigos.
E finalmente se sua intenção é se candidatar a líder já perdeu um voto,isso é a liga da justiça não uma gangue onde nos socaríamos até decidir quem é o mais forte.


Esperaria a resposta possivelmente  desaforada e certamente violenta,se atacado se esquivaria simplesmente,não havia porque lutar com mulher nem porque receber um golpe dela.

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Re: Ato 1- Olhe lá no céu.

Mensagem  Jor-El em Qui Out 10, 2013 6:52 pm

O novo Pantera pediu para olhar os computadores da Liga, algo que Superman consentiu antes de se retirar para dar privacidade ao novo grupo. 

Clark estava reflexivo. Mesmo depois de tanto tempo as conferencias de imprensa era algo intimidante. O lado do repórter tímido nunca foi eliminado.
Mas algo interrompe seus pensamentos. Os membros estavam discutindo sobre a questão de um segundo em comando. Clark previa discussões mas não por razões tão supérfluas.
Rapidamente chega no comodo onde estão seus colegas e encerra a discussão dizendo:
-Já Chega! Antes mesmo de chegarem aqui já havia um substituto se algo me acontecesse. É o Super-Choque. O computador central está programado para contatá-lo se algo me acontecer. Ele tem experiencia e inteligencia o suficiente para liderar essa equipe. Nenhum de vocês tem tempo de combate o suficiente para liderar. E mesmo que tivessem, não é apenas sobre combate. É sobre pessoas, é sobre ser capaz de sentir empatia, de entender diferentes ideologias. Se alguém é contrário que se retire agora mesmo. Agora, se já pararam. Podemos ir para a conferencia. 

Na conferencia.
SM: Boa tarde. Desde a invasão hiperion, que ocorreu tanto tempo atrás, percebi que não posso salvar o mundo sozinho. Com tudo que aconteceu nos últimos 6 meses vários membros da Liga se viram indisponíveis. Mas a equipe precisa continuar. Esses jovens provaram seu valor. Eles são capazes, não apenas fisicamente, mas mentalmente de exercer este trabalho. E eu confio integralmente em cada um deles. Mas chega de papo. Eu lhes apresento: Mulher-Maravilha, Aço, Pantera e Gladiador Dourado!
O público vai à loucura. Incrível como segundos antes eles estavam tão sérios, como se estivessem bebendo cada palavra de Superman. Os repórteres começam o assédio.
Repórter 1: Superman 1 palavra.
Repórter 2: Essa é a nova Mulher-Maravilha?
Repórter 3:Só 1 foto. Meu chefe me mata se não tirar 1 foto.
Mas antes que algo pudesse ser dito o alarme geral soa. É uma alerta sobre a prisão de segurança média que fica no Maine. Lá são guardados meta-humanos, apenas. Foi uma das poucas intactas depois do ataque de 6 meses atrás. Nenhum de alto risco, mas a quantidade contida é arrasadora, principalmente pela pouca disponibilidade de penitenciárias.
SM: É isso, Liga! Saímos em vinte minutos.
Lawrence usa esse tempo para olhar no computador e descobre um fato sobre a morte de sua mãe. Seu carro explodiu por conta de uma bomba que parecia ser biológica. Não havia metal na composição dela. Era algo definitivamente intrigante. Foi há 5 anos, mas o jovem lutador lembra como se fosse ontem.
Chegando lá é fácil identificar o caos. 

Shriek tinha se aliado a um bando de garotos usando slappers( drogas derivadas do veneno usado por Bane) e haviam usado uma combinação de seus poderes para demolir o muro da prisão. O caos já era generalizado.  Vários meta-humanos corriam para o mar tentando fugir. Mas muitos também aproveitavam para causar o caos. 
Entre eles.

Uma jovem com aparência reptiliana.

Um homem que parecia capaz de se multiplicar.

Um ser de aparência bestial que cuspia ácido.
 
Outro semelhante a um ciclope, que dispara lasers dos olhos. 

Um idoso com aparência e habilidades de uma aranha. 

Uma mulher que parecia capaz de transformar toda a matéria orgânica em pó.

SM: Equipe! Escolham seus oponentes. Eu vou impedir a fuga e capturar os jovens parceiros de Shriek. 
E começou a fazer de maneira bastante veloz. Nocauteando rapidamente os jovens e usando o sopro ártico para impedir que alguns nadem para fora.

Off: Gente. Se quiserem que seus personagens identifiquem outros meta-humanos, podem fazer. Se foquem nesses, mas se quiserem outros oponentes, tá de boa. Abraços.

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Re: Ato 1- Olhe lá no céu.

Mensagem  Ricardo Sato em Qui Out 10, 2013 10:15 pm

Lawrence sente um gosto amargo na boca,o dever o chamava e ele teria que postergar o dia que tanto esperou.
20 minutos são suficientes para que ele descubra um fato interessante nos arquivos da liga mas não são o bastante para descriptografar o arquivo de investigação de sua mãe que poderia ter todas as respostas,que a teria matado.....
E ele não ousava deixa-lo lá sendo aberto longe de seus olhos,nem mesmo ali ele ousaria deixa-lo sozinho.
Logo os minutos passam e o javelin parte,a viajem é rápida e logo ele vê os inimigos.
Inicialmente pensou em perseguir os prisioneiros na água mas Superman cuidaria disso.
Seu primeiro impulso era atacar o multiplicador,porém algum de seus colegas mais tecnológicos,Gladiador talvez,deveria ter algo para afetar a todas as cópias de uma vez...o original criava campos de força ou algo assim.
Pensou em seguida em derrubar o ciclope já que seus dispersores de energia lhe dariam uma vantagem,mas porque ser atingido mesmo que de leve se havia ali uma amazona capaz de desviar os disparos.
A besta era grande e de aparência forte....e na sua opinião um enorme alvo em que aço adoraria enfiar um martelo gigante.
A garota do pó deveria ser observada com mais calma,era uma incógnita e novamente talvez sensores fossem importantes,deixaria ela para depois quando alguém já lhe teria dado mais informações.
Sobravam a garota réptil e o velho,decidiu que se focaria neles,como a mobilidade da aranha poderia causar problemas a seus colegas de equipe caso deixassem o homem sumir na confusão,ele seria o primeiro.
Tudo isso ele pensou em um instante e a cada teoria ele olhava para um de seu grupo e um dos inimigos,porém nada falou em voz alta.
Lawrence então avança em grande velocidade pelo solo mas de repente ele salta uma altura impossível,e alcança o velho que se julgava fora de alcance,dando alguns passos rápidos pelo teto ele se aproxima e gira,atingindo a cabeça do homem e o fazendo perder o equilíbrio.
Se desse certo ele arremessaria seu corpo temporariamente inconsciente sobre a garota cobra.
Dois podiam jogar esse jogo de ser como uma aranha.....mas apenas um deles não sabia disso,felizmente esse alguém era o velhote.
Estranhamente focado ele nada diz,aos adversários.


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Re: Ato 1- Olhe lá no céu.

Mensagem  Guima em Dom Out 13, 2013 10:18 pm

O Gladiador Dourado não gostou nada daquela atitude da Mulher Maravilha. Ele não tinha falado nada demais para ela responder daquele jeito, aquela mulher tinha um estopim muito curto e seria difícil lidar com ela em momentos de tensão. De forma educada, Michael decidiu não tomar um lado naquela discussão. Responder só ia prolongar aquele bate boca e isso seria péssimo pra uma equipe em formação.

Superman chega chamando a atenção de todos ali presente. Gladiador consente mas não sem antes olhar para a M.M e levantar uma sobrancelha querendo dizer " eu avisei..."

Quando Superman apresenta os novos integrantes da Liga da Justiça, Michael sente uma sensação que ele faz tempo que não sentira: Ser útil e ter amigos. Não era fácil pra um homem fora do seu tempo como ele lidar com a solidão. Quando Superman o anunciou ele levantou a mão e acenou a multidão com um sorriso tímido no rosto.

Era um momento de epifania, porem fora cortado por um sinal de alerta. Neste exato momento havia explodido uma rebelião em uma penitenciaria de segurança média no maine, e era para lá que a nova liga teria sua primeira prova de fogo.

Chegando na penitenciaria, juntamente de seus novos companheiros, Michael observa os primeiros que se colocaram na linha de frente com os heróis. Um bando bastante peculiar e porque não dizer " grotesco".

Skeets! Aumente a potencia eletrica das manoplas em 20%. Aumente a agilidade fisica e força em 15%. Vamos ver o que esses caras tem para oferecer.

SKEETS era a inteligencia artificial do traje do Gladiador que o auxiliava em suas batalhas e viagens temporais. Após Skeets ter obedecido o comando o Gladiador brada a aqueles que estão a sua frente.

Vocês sabem que esta não foi uma escolha muito inteligente não é mesmo. É uma pena, violência é a unica língua que pessoas como vocês entendem.  

Dito isso, o Gladiador avançou na direção de qualquer um dos oponentes que ousariam desafia-lo

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Re: Ato 1- Olhe lá no céu.

Mensagem  Scorpion em Seg Out 14, 2013 10:49 am

A solução de Superman veio bem a calhar. Infelizmente os ânimos com Donna começaram bem exaltados. Aquela Mulher Maravilha não parecia ser nada diplomática... parecia mais uma daquelas feministas fanáticas que acham que homens e mulheres são iguais em todos os pontos... com exceção da hora de pagar a conta.
A Liga então foi apresentada ao público e Kevin sentiu-se orgulhoso de finalmente poder lutar pelo bem e pela justiça ao lado de outros legados.
Foi então que a primeira situação de combate surgiu. Pantera e Gladiador já se adiantaram na luta. Aço resolveu tentar uma abordagem bem estratégica. Ele voou até perto da equipe de Homens Múltiplos, voando, mas não chegou já caindo na porrada.
Aço: Eu tô imaginando aqui... vocês são um bocado, mas com certeza só um deve ser o original...
Aço então ativou os leitores de energia para identificar aquele que possuía mais poder. Os outros deveriam ser apenas fragmentos do original, afinal, se todos tivessem o mesmo poder, fisicamente seria impossível, visto que a energia ali seria infinita e Aço sabia que a energia não poderia ser criada, apenas transformada. Desta forma, Aço usou os sensores para identificar de onde emanava a energia para as outras cópias, como se fosse seguir o sinal de comunicação de diversas naves para chegar à nave-mãe.
Aço: Mamãe mandou eu escolher esse da-qui!!!!
O Superman de Aço então arremessou o martelo de inércia no meio do peito daquele que seus sensores indicaram. Arremessou com força o suficiente para quebrar umas costelas, ou desmaiar um touro.
Se aquilo funcionasse, Aço partiria para cima de outro, ou auxiliaria algum colega que estivesse com problemas.

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Re: Ato 1- Olhe lá no céu.

Mensagem  Convidado em Ter Out 15, 2013 2:35 pm

A discussão sobre liderança terminava ali, por enquanto. Donna não aprovava o tal Super Choque enquanto sub-líder. A Liga da Justiça, até aquele momento, em muito se parecia apenas com outro exército, só que menor e com mais pirotecnia do que as amazonas da Ilha Paraíso. A diferença é que as mulheres de lá eram menos heroínas, e mais soldados. A coletiva ocorrera sem grandes problemas, e Donna teve de se segurar pra não ordenar que todos aqueles flashes fossem apagados. Alguém perguntava se aquela era mesmo a Mulher-Maravilha, mas Donna não teve tempo de responder.
Não tiveram tanto tempo assim pra raciocinar, pois logo um chamado trouxe a necessidade da Liga voltar a agir. Donna sorriu discretamente, diante da possibilidade de ação. Ela logo ganhas os ares, mas se detém quando percebe que estaria saindo sozinha. Não estava com medo, mas não queria ouvir a incômoda voz do Superman brigando sobre sua impulsividade.

Assim que chegaram, Donna observou bem o ambiente. Seus companheiros já começavam a agir, e bastava ela definir seu alvo, que parecia muito fácil em um primeiro momento. Assim, a Mulher-Maravilha desceu em um potente rasante. Seu objetivo era bastante claro. Ela esmagaria aquela mulher reptiliana antes que ela se desse conta de que estava fugindo. - Vamos dar aos rapazes o que eles querem. BRIGA DE MULHERES! Com sorte, desacordando aquela garota, ela seria um projétil perfeito a ser lançado contra a outra que se desfazia em pó.

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Re: Ato 1- Olhe lá no céu.

Mensagem  Jor-El em Ter Out 15, 2013 6:52 pm

Gladiador Dourado, Mulher-Maravilha, Superman, Aço e Pantera.

Os novos heróis não hesitaram em partir para o combate. Pantera se antecipou e já executou um golpe que lançou o velho a uma considerável distancia, mas o idoso se recuperou e lançou teias que se prendem ao jovem herói. Em seguida a jovem com aparência reptiliana salta e começa a caminhar com graça e rapidez sobre as teias de aranha, dizendo:
-Gato. Você definitivamente entrou numa furada.
Mas antes que a mulher pudesse atacar, Donna Troy atacou à toda velocidade, nocauteando uma e jogando na outra mulher do grupo, só que essa se desmaterializou e disse:
-Desculpe, mas terá que fazer melhor do que isso.

Enquanto isso Aço lançou seu martelo de inércia ao encontrar o alvo certo, mas as cópias começaram a proteger o original, jogando-o para longe e depois indo em estilo kamicase para cima do herói blindado. 

Já o gladiador estava de prontidão quando os outros dois atacaram. O campo de força do herói não era forte o bastante para deter ácido e laser simultaneamente, o que fez com que Michael atacasse com força total o ciclope, nocauteando-o com eletricidade, mas a criatura que soltava ácido foi rápida e decidiu avançar enquanto os campos de força estavam abaixados. 

Superman se ocupava com cuidar dos guardas, preferindo deixar ação para sua equipe. Sabia que tinham poder e habilidade o suficiente para cuidar do estranho grupo.

Anarquia
Jack estava de ressaca de toda a bebedeira da noite anterior e ainda meio chapado da mistura das várias drogas que havia tomado na noite anterior. Definitivamente não estava com humor para sair da cama, mas a reunião dava hora e lugar. Se bem que não respeitou bem o horário. Ao usar o cartão de acesso já estava quase anoitecendo. 
Ressaca e barulho não se misturam, então quando uma vídeo mensagem do Superman começou a ser passada o herdeiro da magia da família Zatara pensou em usar uma cadeira para quebrar o projetor. A mensagem dizia:
-Oi, Jack. Imaginei que você fosse chegar atrasado. Então preparei essa mensagem com tudo que precisa saber sobre seu novo trabalho. Você pode morar aqui, se quiser. E não precisa frequentar conferencias de imprensa ou coisas do tipo. Estou bem ciente sobre suas convicções políticas e as respeito. Mas exijo algumas coisas para sua permanência na equipe. A primeira é que você não mata. A segunda é que você vai ficar sóbrio. Sua mãe foi uma grande amiga e aliada. E apesar de seu pai ter mantido distancia todos esses anos, preferindo só nos ajudar em casos místicos em que Jason Blood ou o Sr. Destino não estavam disponíveis, também foi um grande aliado. Mas se vai ser um membro efetivo tem que concordar com essas condições. Essa equipe tem um significado. E é preciso que você respeite esse significado. Espero que decida ficar. Seria um membro valioso.

Assim que a mensagem termina um irritado e cansado Jack pensa em se deitar quando um segundo alarme soa.  Uma câmera mostrava alguns criminosos tentando roubar um departamento de pesquisa de Metrópolis. 
Os ladrões são:

Charlie "Big Time"Bigelow, ex-líder de gangue e supostamente morto.


O trio fantástico e ex-super grupo do governo.


Parasita 2, identidade desconhecida.

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Re: Ato 1- Olhe lá no céu.

Mensagem  Ricardo Sato em Ter Out 15, 2013 7:39 pm

Lawrence salta da parede ainda com a habilidade aracnídia e gira no ar para cair de pé,antes porém de tocar o chão ele usa o peso e a força de um elefante.
Puxando o velhote que estava em pleno ar em sua direção com seu peso e jogando seu corpo para trás ele então o recebe com uma poderosa cabeçada.
Depois do dano as teias afrouxam e são rompidas,usando a parte ainda ligada ao velho das teias Lawrence o utiliza como um pêndulo e varre as cópias que atacavam aço do caminho entre ele e o multiplicador.
O corpo e as teias do velho atingiriam as cópias ferindo e prendendo-os,tornando o original um alvo fácil.

Temos que derrubá-los rápido,mas tomem cuidado alguns parecem coordenados.

Se conseguisse derrubar as cópias e o velho Pantera iria tirar um tempo curto da batalha,havia a possibilidade de alguém ter orquestrado a fuga como distração e estar em algum lugar realizando uma agenda diferente.
Usando o voo e a visão de uma águia ele faria uma varredura na região e se achasse alguém suspeito se esgueirando ou entrando na prisão ele atacaria com o mergulho veloz do caçador aéreo.

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Re: Ato 1- Olhe lá no céu.

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Ter Out 15, 2013 10:25 pm

Ah, que saco!

Que merda de ressaca.

Sinceramente eu gostaria muito de poder dormir mais um pouco...

Felizmente os chatões já saíram e eu não preciso fazer nada.

Esse alarme? Ah, não! Que é isso?

Departamento de pesquisa de Metrópolis? Ah, esses caras não querem mesmo sociabilizar o trabalho deles e vivem fechados em seus tubos de ensaio e...

Oh, cara! Esse tal de Bigelow me deve uma grana! Me roubou num jogo de pôquer...

Isso é um trabalho para o ideal de Loonie Machin, em respeito ao nosso professor eu tenho de ir.

Rapidamente pego meu equipamento mundano e aciono o teleporte para o lugar.

Puxando o coquetel molotov, com uma mistura química que minha mãe me ensinou eu avanço até o centro de pesquisas e já vou arremessando a garrafa em cima da equipe deles.

Sei que os caras não vão morrer com isso!


-Ei, Bigelow! Você me tirou o sono! A Anarquia acordou para se vingar da opressão! Segura essa! Meique toimu!

E arremesso a garrafa, saltando para lutar com os outros oponentes protegido pelas labaredas de fogo inteligente.


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Re: Ato 1- Olhe lá no céu.

Mensagem  Scorpion em Sab Out 19, 2013 7:37 am

As cópias daquele sujeito achavam que poderiam interferir com o destino do seu original. Aço resolveu mostrar pra eles que Kevin McNamara era um osso duro de roer. Duro... como Aço!
O Pantera resolveu tentar ajudar Aço, o que foi totalmente desnecessário, visto que as cópias tinham uma força humana e Aço era super forte.
Aço: Obrigado, Pantera, mas pode deixar que desses patetas cuido eu. Preocupe-se com esses daí que estão te enchendo...
Dizendo isso, Aço ergueu vôo, girando rapidamente várias vezes e arremessando em todas as direções cópias que ficaram pregadas ainda em seu traje.
Aço: Acho que deve estar difícil agora, visto que eu estou aqui em cima e você não voa, certo?
Então, Aço localizou novamente o original e voou em direção ao chão perto dele, gerando uma grande onda de choque que lançaria ele e diversas cópias pelos ares. Então, sem dar a oportunidade novamente às cópias, ele deu uma marretada no peito do original, visando desmaiá-lo.
AÇo: Um já foi...
Então, ele voou de encontro ao Ciclope que tacava lasers do olho, visando iniciar o combate com ele...

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Re: Ato 1- Olhe lá no céu.

Mensagem  Convidado em Seg Out 21, 2013 3:05 pm


Donna sorriu ante a derrota de sua adversária reptiliana. O objetivo principal havia sido cumprido. Ela sabia que a mulher que se transformava em pó não seria derrotada por aquele projétil em forma de super-vilã. O objetivo era, no máximo, desorientá-la usando de outra adversária. De início, não tinha pensado em nenhuma estratégia para deter aquela mulher. Punhos e pés não a deteriam, e nem mesmo seu laço tinha chance contra aquele poder. Ela odiava ter que admitir que precisava de ajuda para aquele caso.

Mas, a Mulher-Maravilha decidiu mudar de adversário, agindo com uma caótica estratégia. Sacou o poderoso laço da cintura e girou-o no ar. Lançou-o contra o monstro cuspidor de ácido, impedindo seu avanço. A seguir, avançou contra o mesmo, e quando ganhou a atenção da criatura, desviou de uma disparada que quase acertou seu cabelo. Passou o laço novamente, agora prendendo a boca do ser. Aproveitava-se de sua velocidade para prendê-lo. Reforçou o nó na boca do bestial presidiário, prendendo braços e boca, impedindo seu cuspe ácido.

E a seguir, demonstrou sua força, erguendo o ser com as próprias mãos. - D-deuses... me auxiliem contra... ungh... essa besta! Aos poucos, saía do chão.

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Re: Ato 1- Olhe lá no céu.

Mensagem  Guima em Ter Out 22, 2013 3:39 pm

Em terra de cego quem tem olho é rei não é mesmo? Disse o Gladiador ao Ciclope enquanto o nocauteava com um soco eletrificado. Skeets o avisa do perigo dos cuspes ácidos da criatura mutante. Com velocidade e agilidade, Michael desviava-se dos jatos de ácido mas era perigoso continuar com essa manobra defensiva pois os disparos melhoravam a cada instante e poderiam acertar um de seus aliados desavisados.

Antes que Skeets pudesse rodar um sistema de contra ataque a mulher maravilha lançou seu laço mágico fechando a boca da criatura. Com uma certa dificuldade ela tenta domar o monstro. Vulnerável naquele momento, o Gladiador Dourado não pensa duas vezes e decide acabar de vez com aquela brincadeira.

Enquanto Donna puxava o monstro pra cima, o Gladiador correu na direção do monstro dando um gancho com suas duas mãos em punho na criatura para que ela pudesse dormir de uma vez

Obrigado pela ajuda, princesa! diz ele, fazendo um sinal de positivo com seu dedo polegar.

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Re: Ato 1- Olhe lá no céu.

Mensagem  Jor-El em Sex Out 25, 2013 2:00 pm

Aço, Gladiador, Pantera e Mulher-Maravilha
A equipe rapidamente elimina as ameças, com a mulher-maravilha finalmente começando a entender trabalho em equipe. Apesar das dificuldades todos, menos a mulher capaz de se desintegrar, foram derrotados. Pantera decidiu prosseguir para onde estava superman, que estava interrogando Shriek e os garotos.
Shriek: Nunca vi o rosto do cara. Ele me ofereceu grana pras minhas pesquisas. Pra voltar a ouvir. É tudo que eu sei! É tudo que eu sei! 
Aparente líder dos garotos: Ele ofereceu deixar a gente mais forte do que os slappers jamais deixariam. Ele disse que nós nunca mais nos sentiríamos iguais. 
Os batimentos cardíacos confirmavam os fatos. 
Enquanto isso, a mulher dizia calmamente:
-Não desejo ferir ninguém. Só quero sair daqui. Não me forcem a fazer algo que se arrependerão depois. Por favor! 
E, do nada, todo o grupo é sugado por um portal.
Obs: Gente. É o último movimento de vocês. Sintam-se livres pra examinar as redondezas que na próxima atualização vou fechar o tópico pra vcs. Só vai faltar a situação do Gláucio. Depois revelo o vilão da trama no entreato e já começa o próximo. Foi mal não descrever a ação de cada um. Até tinha feito isso antes, mas o meu computador deu pau e zerou tudo que eu tinha escrito. Malzão, galera.


Anarquia
Anarquia joga um molotov e acerta o alvo, mas o fogo não causa quase nenhum impacto, apenas irritando Big Time, que exclama:
-Chapa! Nem sei quem é você, mas agora eu to muito irritado. Se prepara pra rezar. Parasita, carrega o que a gente precisa. O resto junto comigo.
 E o delinquente começa a jogar todo tipo de equipamento pesado, sem nenhuma precisão, mas com muita força/
Enquanto isso, Freon lança uma rajada congelante nas mãos de Jack, para impedir qualquer ofensiva, enquanto Magma tenta se aproximar para derreter o herói, enquanto o Homem 2D tentava segurá-lo. 
Obs: Gláucio, variando das suas ações eu termino essa parte em pouco tempo e te reúno com o resto da liga. Abraço.

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Re: Ato 1- Olhe lá no céu.

Mensagem  Gláucio "Speedy" Gonzales em Sex Out 25, 2013 8:44 pm

Usando o pequeno computador de bolso que "faz mágika" continuo usando a reprogramação da realidade ao meu favor.

Assim que os objetos começam a ser arremessados uso novamente outro comando de voz.

-tamverre tosjebo dosgajo.

O truque é visto como um passe de mágica, algo aprendido com a minha mãe e que a Liga acredita até hoje que é magia verdadeira! Nesse mesmo instante os objetos que são arremessados contra mim voltam com o dobro da força contra quem os arremessou, mas ao contrário da forma como jogaram isso ocorre de forma muito precisa!

Ainda com o escudo de inércia ativado vejo a rajada se aproximando pelo radar do palm! O cara tem um capanga frio e um quente! E nem uma gatinha!

Arrow Ah, tá! Me dando um gelo, que coisa mais brega! Evides rapa o troou!

Enquanto falo isso a rajada gelada faz uma curva exatamente próxima do meu Campo de Inércia e acerta o Magma. Eu aperto outro botão e o campo se expande na direção deles, como uma onda de choque atordoante de plasma que atinge-lhes os nervos.

-Ah, qualé! Vocês não vão mesmo me dizer o que esta acontecendo aqui...

E depois de os por abaixo, vou ver o que é que estavam roubando.

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Re: Ato 1- Olhe lá no céu.

Mensagem  Ricardo Sato em Qui Out 31, 2013 2:40 pm

O primeiro impulso de Lawrence era dizer a mulher que se ela estava presa era por algum motivo e que ela não poderia partir.
Estava prestes a dizer quando o portal apareceu,então balançando a cabeça pra se recuperar ele imediatamente foca-se nos bandidos,teria que ver em seus rostos se estavam tão surpresos quanto ele ou se algum deles sabia ou era responsável pelo transporte.
Depois de confirmar isso ele interrogaria o que se mostra-se suspeito ou faria uma investigação na região,dependendo do que percebesse nos fugitivos.
De qualquer forma ele varreria a área ora com o olfato de um lobo ora com a visão térmica de uma serpente enquanto se prepara para mais um combate.

Sabem se havia um teleportador na prisão?
E se sim....alguma ideia de porque ele nos atacaria ao invés de fugir?....

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Re: Ato 1- Olhe lá no céu.

Mensagem  Convidado em Sex Nov 08, 2013 6:32 pm

Donna não via dificuldades naquele combate. O tempo transcorrera rápido, e ela percebia que aquele não era um bando de inúteis, afinal.
Faltavam poucos para que o trabalho estivesse cumprido. Contudo, quando pensava em avançar contra a mulher, o mundo perdeu o sentido.
A Mulher-Maravilha olhou em volta, confusa, verificando primeiramente se seus pertences ainda estavam consigo. O laço jazia bem preso na cintura. Os braceletes ainda estavam em seus pulsos. A tiara ainda na cabeça. Depois, olhou em volta, tentando se encontrar, e encontrar seus aliados.
- Onde estamos?

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Re: Ato 1- Olhe lá no céu.

Mensagem  Scorpion em Qua Nov 13, 2013 8:34 am

Todos ali pareciam bem confusos e o mesmo podia-se dizer de Aço.
Apesar de John Henry poder entender muito de física quântica e toda essa parada, Kevin era apenas um piloto e inventor de aviões genial, mas pouco entendia dessas viagens extradimensionais ou temporais.
Os visores de seu elmo acendem e ele começa a olhar em volta, usando os seus sensores para captar quaisquer assinaturas energéticas estranhas, fossem biológicas ou não.
Aço: Eu ainda não sei, Mulher Maravilha, mas estou tentando descobrir.
Aço utilizou-se de seu banco de dados para tentar identificar onde estavam. Ele olhou para coisas como árvores, pedras, construções, enfim... qualquer coisa palpável para ter uma noção de onde estavam. Ele também mediu a posição do Sol ou da Lua com o horizonte para ter uma noção de latitude e de longitude e a temperatura e ângulo do Sol naquele horário. Todas estas informações poderiam dar ao grupo uma posição atualizada.
Se descobrisse, passaria a resposta a seus companheiros.

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