Capítulo 1 - Ponto de Ruptura

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Capítulo 1 - Ponto de Ruptura

Mensagem  Administrador em Sex Ago 02, 2013 8:37 pm

Arrow Aquiles:

O misterioso fenômeno conhecido como "Ruptura", separou Aquiles de seus companheiros robóticos. Curiosamente, o sistema de Aquiles não estava sendo capaz de localizar os demais robôs ou mesmo seu criador, Billy Batson. Aquilo era incomum, pois no passado, Aquiles foi capaz de rastrear seus amigos em diferentes localidades do planeta. Sinal de que ele talvez estivesse mais longe de casa do que o esperado. O vislumbre do cenário ao seu redor fortaleceu essa impressão. Após atravessar a fenda, Aquiles se deparou com um ambiente atrasado se comparado com o lugar de onde veio. Não havia sinal dos grandes avanços tecnológicos produzidos no seu mundo. Embora não tivesse um processamento de dados tão eficaz quanto da Unidade Salomão, Aquiles sabia que havia algo de errado.
Mas Aquiles sentiu ainda mais a falta de Salomão por não ter a sua disposição, naquele momento, um meio de captar as ondas de rádio locais para obter informes que indicassem com precisão a sua atual localização.
No entanto, a perplexidade não era exclusiva de Aquiles. Os transeuntes que avistaram o robô logo após sua passagem pela fenda também estavam confusos. Aquiles apareceu subitamente e bloqueou o trânsito de uma avenida movimentada. Por pouco, não ocorreu um acidente. As pessoas estavam tão espantadas com a aparição de Aquiles, que não notaram que um roubo estava ocorrendo em uma joalheria do outro lado da avenida. Fato que não passou despercebido pelos sensores de Aquiles.
Um vigia abordou o ladrão, mas não foi páreo para a pistola congelante que o criminoso empunhava. Embora se sentisse deslocado naquele instante, Aquiles viu algo que conhecia muito bem, a prática do crime, e ele sabia que a única maneira de combater tal ato era através da justiça.


Arrow Exterminador:

Por ser um soldado hibernante, Slade Wilson estava habituado a despertar apenas quando seus serviços eram requisitados. Afinal, sua mente foi programada para acatar os comandos de seus superiores sem questionar. Mas de todos os despertares abruptos que ele teve, aquele com certeza foi o pior. A câmara de hibernação de Slade estava jogada no acostamento de uma estrada. Não havia qualquer sinal da instalação militar onde Slade hibernava. Provavelmente, ele só despertou porque a energia de sua câmara deixou de ser alimentada pelos geradores criogênicos da base. O único indício da localização de Slade era a placa da rodovia. O aviso dizia que Star City estava apenas 20 quilômetros dali. Slade também avistou um bar de estrada nas proximidades. Mas o clima ficou conturbado quando um motoqueiro foi arremessado para fora pela janela lateral.


Arrow Mulher-Maravilha:

Donna Trevor treinava com Tim Drake na Batcaverna. Em um dado momento, enquanto Donna avançava na direção de seu oponente, uma fenda surgiu entre os dois, arrebatando a jovem amazona para uma localidade distante. À primeira vista, tudo pareceu familiar. Donna encontrou famosos cartões postais de Los Angeles, como o Teatro Chinês e a Calçada da Fama. A cidade ensolarada estava abarrotada de gente e o trânsito estava movimentado. Então três pequenas criaturas repentinamente atacaram pedestres incautos, causando pavor nas ruas. Os monstros tinham aspecto demoníaco e pareciam não ter alvo definido. Apenas estavam interessadas em espalhar caos. Donna ainda não sabia como chegou em Los Angeles, mas diante da manifestação da maldade, ela sabia o que tinha de ser feito.


Arrow Shadow Man:

O ninja conhecido como Shadow Man estava habituado com ambientes desolados. As inúmeras incursões dos seres do "Mundo Externo" causaram danos em todo o planeta. Os embates subsequentes dos campeões da humanidade com os escolhidos de Darkseid também geraram sua cota de desastres. Por esse motivo, Shadow Man ficou estupefato quando avistou a realidade além da fenda. Shadow Man vislumbrou uma cidade majestosa em todos os sentidos. Nem mesmo nos bons tempos, antes da investida de Apokolips, Shadow Man nunca tinha visto uma metrópole tão deslumbrante. Emergindo das sombras de um beco, Shadow Man esquadrinhou os arredores. Ele logo escutou sirenes e então notou que uma perseguição estava em andamento. No mundo de Shadow Man, as autoridades estavam extintas, pois desde a invasão do Mundo Externo, restou muito pouco da antiga civilização. Ver uma viatura de polícia perseguir um veículo suspeito já era algo surpreendente para Shadow Man. Mas ele não conhecia as regras daquele admirável novo mundo. O que o Homem das Sombras faria em seguida?


Arrow Solomon Grundy:

Anos protegendo os cidadãos da pequena Charity Grove das investidas das criaturas da noite deixaram Cyrus Gold preparado para o inesperado. Mas até mesmo ele ficou surpreso quando viu o que o destino lhe reservou. Após atravessar a fenda, Cyrus se deparou com um cenário que desconhecia completamente. Por ter vivido nos anos 30 e ser um homem à moda antiga, Cyrus não estava acostumado com tecnologia de vanguarda. O ambiente ao redor dele parecia uma estação espacial, quase como um cenário retirado de um filme de ficção científica. Para ter uma noção da sua atual localização, Cyrus olhou pela janela da instalação e vislumbrou o espaço. Então Cyrus percebeu que estava onde nenhum morto-vivo jamais esteve. Em seguida, um alarme foi emitido, indicando que a presença de Grundy tinha sido detectada.

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Re: Capítulo 1 - Ponto de Ruptura

Mensagem  Ricardo Sato em Sex Ago 02, 2013 10:22 pm

Cyrus segura o chapéu enquanto balança a cabeça e tenta entender o que se passa.

Com os olhos procura pela fenda que o trouxe aqui sem nada encontrar.

Estava claro que aquele não era o seu lugar de origem, ele já havia visto lugares estranhos em seus anos esmagando heróis, mas a percepção falha em suas antigas versões e as lembranças fragmentadas não faziam mais do que mostrar que aqueles lugares existiam.

Existiam duas opções, teleporte para uma estação daqueles tais astronautas ou mais uma daquelas viagens bizarras para outros tempos ou dimensões.

Cyrus não era um sábio em nenhuma delas, e ainda tinha outra coisa o incomodando.... porquê?????

Seria um plano da tal Zatanna... ....duvidava disso, se ela tivesse acesso a essa estrutura porque correria a sua cidade por ajuda.

Além disso as pessoas daquele lugar não estavam preparadas pra sua vinda, como os alarmes deixavam óbvio.

Sem saber no que estava metido, ele só podia contar com uma questão básica de se entender, pessoas não gostam que invadam suas áreas.....

Correndo a bandoleira de forma que a metralhadora ficasse as suas costas, indicando que não era sua intenção pega-la, Cyrus se recosta na parede e acende um charuto, esperando pelos seus anfitriões.

Que ao abrirem as portas, possivelmente portando alguma arma estranha seriam recebidos com palavras.

Arrow Como vão rapazes, já adianto que não quero nenhum problema que possa estragar meu terno e que não tenho idea do porque me trouxeram aqui... ...mas gostaria muito de saber.

Arrow E se vocês forem gentis de me mostrar o caminho mais rápido e menos doloroso para a terra, eu ficaria grato cavalheiros.

Cyrus não achava que aquelas pessoas sabiam de sua vinda, jogava com as palavras, falando dessa forma ele implicava que não sabia como ou porque estava ali, se disse isso dessa forma direta ninguém acreditaria, assim eles parariam pra pensar.

Meias verdades são sempre melhores que mentiras... ...aprendera isso do próprio Cappone.

De qualquer forma se tudo desse errado, e ele esperava que não, quem constrói coisas como aquela quase sempre precisa respirar e não tem força para evitar ser jogado ao espaço... ...ele não tinha nenhum desses problemas.

Mas agora era tempo de ser cuidadoso e usar as palavras, Cyrus também não gostaria de uma intrusão em sua cidade, aqueles seres
mereciam alguma explicação... ...mesmo que ele não as tivesse.

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Re: Capítulo 1 - Ponto de Ruptura

Mensagem  Scorpion em Sab Ago 03, 2013 3:14 am

Shadow Man teve o cuidado de manter-se nas sombras enquanto averiguava a situação em que se encontrava... em um mundo diferente do seu. Com leis diferentes, regras diferentes, tudo... diferente.
Apenas os olhos de um fantasmagórico brilho azulado saíam daquele beco enquanto Shadow Man pensava no que fazer para voltar a seu mundo e protegê-lo da invasão de Apokolips.
Foi quando o barulho de sirenes alertou os sentidos do Homem das Sombras. Era notório que aqueles veículos deveriam ser as autoridades do país. Em seu mundo, há muito não ouvia-se falar em justiça, pelo simples fato de que, se você não estava contra Seid, estava com ele. Não havia espaço para criminosos em seu mundo, no máximo traidores da causa. Shadow Man usa suas habilidades de ninja para quicar nas paredes algumas vezes e subir no alto do prédio que dava forma ao beco onde fora sua morada por longos e poucos minutos. Ele corre pelos telhados da cidade, seguindo de longe as autoridades e usando seu poder de sumir e reaparecer nas sombras para atravessar caminhos mais longos, ou até mesmo arremessar a sua kunai com corda em gárgulas para se balançar como uma Aranha Humana...
Shadow Man via uma perseguição que poderia gerar muitas baixas inocentes e, mesmo para um homem que vendera sua alma por vingança, aquilo era inconcebível. Saltando como um macaco mortal e sombrio, Shadow Man joga dois bumerangues em forma de morcego, que deixam rastros de uma fumaça negra, visando acertar um no vidro dianteiro do carro perseguido durante a curva do bumerangue e o outro em um dos pneus do veículo, para dar maiores chances às autoridades.
Mesmo assim, Shadow Man continua a perseguir os carros, para garantir que os malfeitores tenham a justiça que merecem.

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Re: Capítulo 1 - Ponto de Ruptura

Mensagem  Convidado em Sab Ago 03, 2013 3:33 pm

Eu fui a primeira criação de nosso pai... bom, o primeiro da família SHAZAM... o segundo foi o Hércules, depois Salomão, Zeus, Mercúrio e por último Atlas. Desde então estamos juntos, e por mais que estivéssemos separados, eles sempre eram um sinal no meu radar, somos uma família e permanecemos sempre juntos. Mesmo antes deles serem criados, eu nunca me senti sozinho, estavam comigo nosso pai, Mary, o Mago, tio Dudley e Tawky Tawny. Durante toda a minha existência, essa é a primeira vez que me sinto sozinho... mas o que realmente me preocupa, é o que pode ter acontecido com a minha família.

Esse lugar me é estranho, não parece ser a Terra, claro que esse seres parecem ser humanos, mas onde está toda a tecnologia, por que se vestem tão diferente? Eles parecem que nunca viram algo como eu antes. Procuro por placas, identificações, algo para que eu possa me localizar, mas logo algo muito estranho acontece.

Um assalto, um assalto praticado por humanos! Definitivamente eu não estou em casa, a décadas os humanos não participam de confronto físico, lutas, guerras, assaltos, tudo isso passou a ser exclusivamente executado por máquinas. O que está acontecendo aqui?


Aquiles: Precisamos ajudar este homem! Levem-o para uma câmara de descongelamento!

Se eles estavam perplexos com a minha presença, ficaram ainda mais assustados quando eu falei, e falei na língua deles. Espero que ajudem este homem, pois estou indo deter o assaltante. Mas, como farei isso? Nunca lutei contra um ser orgânico antes! Acho que descobrirei isso agora.

Salto para o topo de um prédio e continuo perseguindo o "homem com a arma congelante", daqui de cima não corro o risco de atropelar algum pedestre ou causar acidentes no trânsito, mas a cada salto que dou sinto os prédios tremerem quando pouso, espero que aguentem. Assim que me aproximar dele, eu tomarei/destruirei a arma, espero não machucá-lo no processo.

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Re: Capítulo 1 - Ponto de Ruptura

Mensagem  Guima em Ter Ago 06, 2013 1:47 pm

Caído no acostamento de uma estrada, Slade demora despertar... Pouco a pouco seu corpo vai "descongelando" e a brisa do ar noturno começa a ser sentida em sua pele... Ele abre os lhos vagarosamente, e espera sua visão desembaçar após o longo período de sono. Estava escuro e Slade estranhou aquele breu que o envolvia...

Nenhum capitão... nenhum general... nenhuma ordem. Será que fui descartado assim como as outras cobaias?

Slade tentava entender o que se passava e ao levantar da sua câmara criogênica ele descobre que não estava mais numa base secreta militar e sim a beira de uma rodovia, próximo a cidade de Star City. Vinte quilômetros não era uma distancia difícil de se percorrer, não para alguém como o Exterminador, porem um estilhaçar de vidros chamou sua atenção, próximo dali havia um bar de motoqueiros e a julgar pelo motoqueiro arremessado pela vidraça, o lugar deveria ter clientes poucos amigáveis.

A primeira regra da sobrevivência é observar o ambiente e explora-lo. Preciso de roupas civis, este traje de suporte criogênico chamaria muito atenção. No bar posso obter informações sobre onde estou e ainda conseguir um veiculo para chegar até Star City...

Furtivamente, Slade percorre o caminho até a entrada do bar e vê o motoqueiro que acabara de ser lançado pela janela, levantando-se embriagado e resmungando alguns xingamentos. Com uma rápida observação, Slade percebe que as roupas do motoqueiro cairiam bem nele e num golpe rápido antes que o motoqueiro possa perceber, Slade o imobiliza num mata-leão sufocando-o. Ele arrasta o corpo do motoqueiro até um lugar pouco visível e veste suas roupas... Após estar devidamente trajado a frequentar um bar de motoqueiros barra pesada, Slade entra pela porta da frente, com cara de poucos amigos...

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Re: Capítulo 1 - Ponto de Ruptura

Mensagem  Convidado em Ter Ago 06, 2013 9:54 pm

Outro golpe. Dessa vez, Tim acertava a costela direita de Donna, que ia do ar ao chão, arrastando os pés pra não cair completamente. O golpe, contudo, também fora eficiente para ela ganhar impulso e avançar contra ele. Valeria-se de uma cotovelada, mas de repente... as coisas mudaram.

O ensurdecedor som da cidade a tomou de imediato, constrastando com o silêncio da caverna. Donna deteve-se com alguma dificuldade, olhando em volta e tentando entender o que estava acontecendo. As pessoas a olhavam, mas nem todo mundo parecia assustado. Afinal, em uma cidade como aquela, era comum todo tipo de pessoa (usando todo tipo de vestimenta) aparecer pra peformances na rua. Do lado de Donna, por exemplo, um Elvis barrigudo quase perdera o topete com a chegada dela. Donna flutuou levemente. - Mas o que...? Espero que não seja alguma brincadeira dos deuses.

Mas então, tão súbita quanto a chegada dela, foi o ataque daquelas criaturas. A Mulher-Maravilha cerrou os punhos e avançou, quase rente à cabeça das pessoas. Com sorte, a rápida investida faria com que ela agarrasse duas criaturas de uma vez. Seu objetivo era chocar uma contra a outra, tentando colocá-las fora de ação o mais breve possível. Só assim, contra apenas a terceira, ela daria a oportunidade de entender com quem estava lidando.

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Re: Capítulo 1 - Ponto de Ruptura

Mensagem  Administrador em Sex Ago 09, 2013 4:41 pm

ArrowAquiles:

O robô mais poderoso da terra (pelo menos em seu universo) perseguiu o portador da pistola congelante pelos telhados daquela cidade tão arcaica. No entanto, alguém interceptou o criminoso antes dele. Com uma velocidade espantosa, um herói local desarmou o assaltante. Aparentemente, a segurança da população naquele mundo não era feita por robôs como Aquiles, mas pelos próprios humanos. O herói em questão usava o emblema do morcego. Por algum motivo, Aquiles estranhou esse detalhe. Como se algo não fizesse sentido.


Com o bandido rendido, o veloz herói fez um sermão. Aquiles captou tudo com seus sensores de uma distância segura. Ele ainda não estava certo de que era sensato anunciar sua presença.

- Quantas vezes dançaremos essa mesma dança Frio? Você achou mesmo que eu não estaria por perto para frustrar o seu assalto? Droga! Eu sou o Batman mais rápido do mundo! Eu sempre estarei por perto! A propósito, eu já salvei o vigia que você congelou. Com a minha velocidade, não foi difícil descongelar o coitado. Eu imagino que você não tem o interesse de incluir homicídio na sua ficha, pois ela já é muito extensa.

Contudo, o criminoso não parecia nada intimidado. Talvez porque ele não estivesse sozinho. Então o autointitulado Batman percebeu que seu inimigo, o tal Capitão Frio, tinha uma comparsa para fuga. O herói gritou o nome da cúmplice de Frio a plenos pulmões: "Capitã Batarangue".


Ela arremessou uma série de bumerangues com a forma de morcego, que foram facilmente evitados pelo rápido Homem-Morcego. Infelizmente, o manto do morcego não inspirou apenas os heróis daquele mundo, mas também os vilões. A Capitã Batarangue era uma prova viva disso.

- É melhor cuidar da sua retaguarda, Velocista das Trevas! Eu preparei uns brinquedos especialmente para o caso de você aparecer! Aqui estão os meus cumprimentos!

Em seguida, ela jogou uma nova leva de bumerangues ou "batarangues". Mas diferente dos primeiros projéteis, esses emitiam frequências sonoras agudas que desestabilizaram o célere vigilante. Seria o momento de Aquiles intervir?


Arrow Exterminador:

Recém-saído da câmara de hibernação, Slade estava sem roupas ou equipamentos. Ele imaginou que encontraria tudo o que precisava no bar de motoqueiros nas proximidades. No entanto, as coisas já estavam acaloradas por lá.
Um casal de jovens arqueiros estava literalmente varrendo o chão com os motoqueiros do lugar. Por sinal, os dois estavam uniformizados e ostentavam a insígnia do morcego em seus trajes.


Durante a briga, o arqueiro e sua companheira conversavam normalmente. O que indicava que os motoqueiros não representavam problemas para eles, mesmo com a dupla estando em desvantagem numérica. Na verdade, aquilo parecia algo divertido para eles.

- Já identificou o nosso suspeito Batgirl?

- Ainda não Batman! Mas terei certeza de qual deles é o marginal que estamos procurando quando todos estiverem caídos.

Slade nunca soube de vigilantes atuando em Star City. Mas ele sabia pouca coisa sobre o mundo moderno. Seus superiores informavam tudo o que era necessário saber. Só aquilo que era relevante para suas missões era considerado.
No entanto, um embate com os arqueiros não era recomendável. Slade ainda necessitava de recursos básicos. Para isso, ele teria de evitar os arqueiros ou encontrar uma forma de usar os dois para seus propósitos.


Arrow Mulher-Maravilha:

Tomando a iniciativa, Donna Trevor abateu dois dos diminutos demônios que oprimiam os cidadãos. O terceiro diabrete fugiu assim que notou a investida hostil da jovem amazona, mas acabou sendo empalado pela lâmina de um ente alado, que chegou subitamente no local.


Donna nunca vira tal ser antes. Ele parecia munido de poderes divinos. Mas ela não sabia com certeza se ele fazia parte de algum panteão de fato. Depois de eliminar o terceiro demônio, o guerreiro agradeceu a intervenção de Donna.

- Muito grato pelo vosso auxílio. As incursões dos demônios estão cada vez mais frequentes. Eles persistem, mesmo sabendo que a Cidade dos Anjos está sob minha proteção. Aliás, eu sou o Batman de Los Angeles. Como não reconheço sua alma como pertencente a este mundo, eu imagino que você esteja perdida aqui. Em retribuição por ter me assistido no cumprimento de minhas obrigações, eu te ajudarei. Eu sei de alguém que talvez tenha a resposta para o seu problema. Se puder me acompanhar...

Então o herói alado bateu asas e ganhou os céus, como se soubesse que Donna também tinha a dádiva de voar. A amazona estava confusa, pois para ela só existia um Batman apenas. Mas ela acabou de ser apresentada a outro Batman, totalmente distinto daquele que conhecia. Donna confiaria nesse homem cegamente ou trilharia seu próprio caminho?


Arrow Shadow Man:

Numa tentativa de impedir a fuga dos criminosos que eram perseguidos pela polícia, o ninja do Mundo Externo danificou o veículo que eles utilizavam para escapar. No entanto, os bandidos prosseguiram a pé, atirando contra os policiais e quem mais estivesse no caminho. Quando o Homem das Sombras pensou em fazer alguma coisa, pequenos rebites de metal destruíram as armas dos fugitivos. O responsável por desarmar o bando agora sobrevoava a cena imponente.


O combatente do crime daquele mundo vestia uma armadura metálica. Curiosamente, ele usava o mesmo totem do ninja das sombras: o morcego. Isso despertou a curiosidade do ninja, que procurou um local mais próximo para ouvir a conversa do herói com os assaltantes.

- Vocês acharam que escapariam impunes? Não no meu turno! Metrópolis também tem seu Batman! Jamais esqueçam disso! Mas vocês terão muito tempo para refletir sobre os erros que cometeram na cadeia!

Agora o Homem das Sombras tinha alguma noção de onde estava. Aquela era a Metrópolis de uma outra realidade. Muito diferente da cidade devastada que ele conheceu em seu universo. Mas o que ele faria com essa informação? Haveria alguma maneira de voltar para casa?


Arrow Solomon Grundy:

Depois que o sistema de segurança detectou a presença de Cyrus, não demorou para ele receber companhia. Ele foi recebido por uma mulher que vestia um traje peculiar. Ele reconheceu o emblema do Batman, mas ficou surpreso por ver tal mulher trajada daquela forma.


Aparentemente, a mulher conhecia Solomon Grundy, o que indicava que reputação dele não era boa naquele território. Em contrapartida, Cyrus não lembrava daquela mulher ou de já ter estado naquele local anteriormente.

- Solomon Grundy! Criatura vil! Em sua ignorânia, você acreditou que não encontraria ninguém de plantão no satélite da Liga de Morcegos, não é? Mas a Bat Barda está aqui para frustrar suas intenções hediondas! Coma meu megabastão, monstro!

Em seguida a tal Bat Barda golpeou Cyrus com sua arma. Ela parecia ser tão forte quanto Cyrus. A ironia é que Cyrus era inocente naquela ocasião. Depois de ter cometido tantos crimes em sua vida (ou não-vida), ele era acusado de algo que não cometeu.


Arrow Tempest:

Garth Brooks mergulhava em águas oceânicas numa missão de rotina, quando acidentalmente atravessou uma fenda nas profundezas do oceano. Após emergir do outro lado, Garth notou que estava em um ambiente completamente distinto. O campo aberto, a vegetação escassa e os subsequentes disparos que Garth escutou, indicaram que ele estava em um território de caça. Um cenário estranho para um fuzileiro naval como Garth. Quando procurou por pessoas nos arredores, ele viu que um homem encapuzado subjugou os caçadores que estavam caçando naquela área.


No primeiro instante, Garth não entendeu o motivo do homem fantasiado estar agredindo os caçadores. Ele questionou se deveria ou não interromper aquela sessão de espancamento. Mas logo tudo ficou claro.

- Malditos tradicionalistas! Mesmo cientes de que o Parlamento aboliu a caça à raposa, vocês continuam com seus hábitos retrógrados! Para o azar de vocês, nós estamos em Londres, ainda que no limite da cidade. O Batman de Manchester pegaria leve com vocês. Aquele elitista filho da mãe! Mas eu não sou como ele. Odeio tipos como vocês! Aqui é o MEU território de caça! Como vocês se sentem quando são caçados, hein? Estão gostando? Existe um dia do caçador e outra da caça...

Então o tal Batman de Londres percebeu a aproximação de Garth. Até ter certeza de que Garth não era um inimigo, ele ficou em posição de defesa, pronto para algum inconveniente.

- Você não tem jeito de ser um caçador. Na verdade, o seu traje é mais adequado para um clube ou uma praia. O que diabos você está fazendo em um campo de caça?

O Homem-Morcego aguardou uma resposta. Mas Garth nem ao menos sabia como chegou lá. Ele também queria uma explicação para o ocorrido. Como então saciar a dúvida de um estranho se ele também estava nadando no escuro naquele momento?

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Re: Capítulo 1 - Ponto de Ruptura

Mensagem  Ricardo Sato em Sex Ago 09, 2013 8:19 pm

Droga, então era realmente aquilo que mais odiava e menos entendia, estava mais longe de casa do que gostaria.
A ideia de fazer algumas concessões aos donos do lugar não inclui-a ser atingido, e Cyrus via sua pouca paciência evaporar, mas se aquilo era realmente um satélite da "Liga" talvez ele devesse tentar uma última vez.
Cyrus pisa com força no chão tentando causar um desequilíbrio, em seguida agarra o braço do bastão e imprensa o corpo da mulher a parede.
Porém enquanto ela espera um soco e arma seu contra-ataque ao invés disso Gold fala.

Arrow Olha boneca, primeiro eu nunca vi sua fuça na turminha do morcego, e isso foi antes dele abraçar o capeta. Segundo aprendi na casa de mama Gold, que ignorante é quem tenta acertar a cabeça dos outros com um bastão. E terceiro o nome é Cyrus querida e eu prefiro bacon a mega bastões no café. Eu não queria estar aqui tanto quanto você não me quer aqui capische, prefiro conversar mas se você realmente quer botar essa lata gigante abaixo lutando, por mim está supimpa também. E aí boneca,o que vai ser?

Cyrus disse exatamente o que pensava, não queria mas lutaria se precisasse.

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Re: Capítulo 1 - Ponto de Ruptura

Mensagem  Convidado em Sab Ago 10, 2013 4:17 pm

O que é isso?! Esse humano se move tão rápido quanto Mercúrio! Ele conseguiu descongelar aquela vítima e deter o assaltante antes mesmo que eu pudesse alcançá-lo. Mas por que ele usa o símbolo do Cavaleiro das Trevas? Isso não faz sentido...

Cavaleiro das Trevas Terra-44:

Será que estou em uma realidade virtual projetada pelo Sr. Cérebro? Ele prefere controlar humanos, mas ultimamente demonstrou capacidade de afetar unidades robóticas também. Sr. Cérebro, infelizmente, é mais um caso de invenções humanas que se voltam contra seus criadores. No início eram centenas, micro-robôs programados para se inserirem no cérebro humano e corrigir problemas neurológicos e até ampliar a capacidade do mesmo, porém, logo demonstraram a tendência de controlar seus hospedeiros, nós conseguimos destruir todos, exceto um.

Capitã Batarangue: É melhor cuidar da sua retaguarda, Velocista das Trevas! Eu preparei uns brinquedos especialmente para o caso de você aparecer! Aqui estão os meus cumprimentos!

Realidade virtual ou não, não posso ficar aqui escondido, ele precisa de minha ajuda, afinal, robôs ou humanos, os heróis precisam ficar unidos!
Salto do alto do prédio e me posiciono entre os dois, não quero que ninguém saia ferido.


Aquiles: Por favor, pare o ataque e se renda imediatamente.

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Re: Capítulo 1 - Ponto de Ruptura

Mensagem  Guima em Seg Ago 12, 2013 10:36 pm

Droga mas o que é isso? Primeiro acordo no acostamento de uma pista e agora uma briga de bar onde dois fantasiados espancam os motoqueiros durões como se fosse uma simples brincadeira... Em que ano estou? Que lugar é este? Porque esses fantasiados mascarados usam equipamentos tão arcaicos como arco e flechas?

Perguntas explodiam na cabeça do soldado hibernante... Ele estava acostumado a receber e obedecer ordens... Pensar por conta própria era algo que o Exterminador pouco fazia, afinal ele era um soldado e soldado existiam para cumprir ordens...


Talvez isso faça parte de algum treinamento. Não sei dizer ao certo, espero que sim. Mas ao que parece tudo indica para que eu entre no bar, mas não não farei isto ainda...


Querendo ou não, os dois arqueiros eram ameaças em potencial e entrar no bar pela porta da frente chamaria atenção e Slade seria o novo alvo deles. Não que ele não pudesse lidar com os dois mas era melhor ser furtivo agora...
Esgueirando-se próximo as janelas do lado de fora do bar, Slade se concentra para que sua audição pudesse captar melhor o dialogo entre a dupla... precisava saber primeiramente qual era a intenção da dupla pra depois tentar uma aproximação, um combate agora seria inviável, era importante colher informações primeiro...

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Re: Capítulo 1 - Ponto de Ruptura

Mensagem  Scorpion em Seg Ago 12, 2013 11:40 pm

Shadow Man observava de longe aquele armadurado que chegara na cena e interrompera os criminosos. Ele sabia que conhecia aquele homem.
Quando Darkseid inadiu o reino da Terra com suas forças de Apokolips, um aliado militar envlveu-se no combate. Entretanto, parte de seu corpo foi destruída e ele a substituiu por implantes cibernéticos no braço e uma marreta de inércia. Entretanto, o totem do clã do morcego estampado na armadura de John Henry Briggs era algo muito estranho. Talvez até mesmo zombeteiro.
Shadow Man entrou na sombra do telhado onde estava e saiu na sombra próxima de onde estava o antigo aliado do reino da Terra. Ele falou com sua voz grutual sombria.
SM: Pelo visto você nunca ouviu o conselho de Lorde Shazam, John... Estas estruturas de metal que você usa... elas minam a força do seu combate mais do que ajudam. Ainda não aprendeu a confiar nas suas habilidades e acha que precisa inventar mais destes apetrechos, Briggs? Você fica digno de pena assim.
Shadow Man sabia que aquele poderia ser um êngodo de Darkseid, mas ele precisava de respostas sobre o que estava acontecendo ali. Desta forma, ele manteve uma posição defensiva. Caso John Henry Briggs vá atacar Shadow Man, ele usará as sombras para se tleportar para trás do homem de armadura e atirar um par de bumerangues das trevas em suas costas. Se ele não demonstrar agressão, Shadow Man irá trocar uma prosa com ele.

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Re: Capítulo 1 - Ponto de Ruptura

Mensagem  Leo Rocha em Qua Ago 14, 2013 10:04 pm

O oceano o abraçava mais uma vez.
Desde que sua amada fora morta e sua vida transformada pela representação elemental da água, Garth se sentia cada vez mais distante de tudo e todos. Ele só conseguia se sentir vivo quando estava em ação, principalmente quando estava no mar. O abraço azul e inesgotável lhe dá forças e lhe empurra em direção ao seu propósito: punir aqueles que praticam o mal e defender aqueles que não tem como fazê-lo sozinhos.
Ele nadava em uma profundidade incrível para um homem comum, mas que em nada o afetava quando sentiu o efeito da transição. Um clarão, um piscar de olhos e ele já se encontrava na relva ouvindo o ataque do vigilante com o símbolo do morcego. Garth já ouvira falar na existência de um homem que agia assim nas imediações de Gotham, mas ali não parecia Gotham e a forma como ele simplesmente apareceu ali lhe dava dicas de que ele estava envolvido em uma situação bem diferente das que estava acostumado a participar.
Quando o vigilante se dirige a ele e questiona sobre como foi parar ali e com qual objetivo, Garth diz com voz sincera:

Arrow Pode me chamar de Tempest. Pra falar a verdade eu sei tanto quanto você sobre a minha vinda para cá. Estava nadando no meio do oceano quando de repente me vi aqui. Aliás, onde é aqui?

Ele se mantém com uma expressão corporal que não indique ameaça, mas se mantém também atento às reações do vigilante.

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Leo Rocha

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Re: Capítulo 1 - Ponto de Ruptura

Mensagem  Convidado em Seg Ago 19, 2013 5:02 pm

A amazona preparou-se para perseguir o último dos pequenos demônios quando viu a lança cravando no peito da criatura. Imediatamente, recolheu o laço e se deteve, observando os céus até se dar conta da figura alada e escurecida à sua frente. Bastante falante, ela estranhou a figura em seu peito, que em muito lembrava um... morcego. - Eu... espere! Batman de Los Angeles?

Agora, mais que qualquer outra coisa, Donna estava curiosa pra saber quem era aquela figura. Mataria sua curiosidade e ainda teria ajuda daquele vigilante. Ganhou os ares, pareando juntamente com ele. - Eu agradeço sua ajuda... eer... hm.. Batman. Pra onde exatamente está me levando? Pra.... Batcaverna?

Era um chute. Todo Batman que se prezasse teria uma Batcaverna...

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Re: Capítulo 1 - Ponto de Ruptura

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