DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Convidado em Ter Out 01, 2013 10:07 pm

Após enviar o comunicado para Alan Scott, solicitando uma vídeo-conferência com a ONU, Diana ficou reflexiva. As últimas palavras do Gladiador não eram por ela esperadas; ela o respeitava, como pessoa e como herói. O problema não foi ter questionado sua postura e os atos de Superman, senão compará-los aos de um ditador. Ainda que tenha ficado surpresa pela reação de Michael, a princesa não voltou atrás no que disse. Era claro que havia uma forte divisão na Liga da Justiça, e que as partes já estabeleciam as condutas a serem seguidas.

- E Mulher-Maravilha... ...se insistir em seguir esse caminho, as coisas não acabarão bem. Em meu sonho, eu vi sangue derramado em suas mãos. Na época da Sociedade da Justiça, eu trabalhei com sua mãe, Hipólita. O que ela diria da sua postura se estivesse aqui?

Tal fala, dita assim que Diana deixava a sala de reuniões, ainda habitava a cabeça da amazona. Ela não respondera absolutamente nada. Apenas ficou parada, ouvindo, de costas para todos, voltando levemente o pescoço para o lado, prestando atenção ao que lhe dizia Sandman. Tanto a referência a sua mãe, quanto ao sangue derramado em suas mãos, pesaram para ela. Cerrou os olhos de maneira lenta, mas firme; parecia visualizar tais cenas. Logicamente ela não gostaria de ser responsável por nenhuma tragédia; apenas não queria falhar com a verdade e a justiça. A lição havia sido assimilada no ocorrido em Jahanpur. Ela sabia que não poderia duvidar. Nem sequer hesitar. Ser conivente e negociar com as nações governadas por ditadores, armados com arsenal nuclear, de destruição em massa, armas químicas... seria faltar com aqueles que ela jurou proteger. Seria negligenciar a Terra. Não poderia ser simplesmente diplomática; a paz teria que ser conquistada através de medidas efetivas, ainda que os demais se opusessem. Lembrou-se do bebê salvo, por ela, de ser escravo de um povo em detrimento de crescer com sua mãe. Ali residia a Verdade: no sentimento da mãe por um filho. Se ela desistisse, procurasse um meio que não fosse seguir sua percepção, fatalmente o menino nunca mais veria sua mãe.

Mãe que, lembrada por Sandman, veio à tona em imagem nos pensamentos da amazona. A pergunta dele ficou sem resposta. Entretanto, voltando a si, Diana se pronunciou, diante da visão da Sala do Monitor:

- Ela me entenderia...

Assim que Diana termina de falar, em voz baixa, segue-se um silêncio de alguns segundos, para, logo, ser rompido pelo comunicador:

- Certo, Mulher Maravilha. Como estão as coisas aí no satélite? Conseguiram determinar uma estratégia de ação para a situação atual? Eu e o Sr. Incrivel estamos a disposição para ajudar no que for preciso.

- Alan, temos divergências... a Liga atravessa um momento bastante complicado. As ausências de Kal-El, Bruce, Hal, J'onn J'onzz, Ollie e Arthur pesam demais! Não que eu duvide da capacidade dos que estão aqui... mas você entende o que quero dizer, não?! Mas enfim... isso é assunto para outra hora! Preciso resolver alguns assuntos pendentes. Obrigado Alan!

Assim que a transmissão é encerrada, Kara surge e diz:

- Precisamos conversar! Agora!

Diana se vira para Poderosa, olha-a e responde:

- Acho que já discutimos demais nos últimos dias... mas, se você ainda deseja falar alguma coisa, algo novo a acrescentar...

Poderosa e Mulher-Maravilha. A fala imperativa de Kara deu o tom da conversa que estaria por vir. Diana nunca foi de se intimidar, não seria agora que se veria acuada. Seria mais uma discussão acalorada, agora com a líder da Liga? Conjecturas sobre o futuro do grupo e do mundo?

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Ricardo Sato em Ter Out 01, 2013 10:58 pm

Leonid escuta com atenção e um pouco de alegria,sua resposta é curta porém,já que muito já havia sido dito.

Arrow Então eu vou ser o nosso Oráculo? Legal! Pode contar comigo! Eu vou entrar em contato com o Marvin e pedir para ele me ajudar a juntar o pessoal! Já retorno com mais contatos! Abraço!

Esta é a ideia minha cara...se aceitar.

Arrow Diga o que você precisará, Estrela Vermelha. Eu ajudarei.

É o exato oposto,Ravena,é você quem deve me dizer do que precisa,a mim cabe apenas confiar na sua decisão.
Se o risco for muito grande,ou se houver outra opção ou forma de tornar mais seguro é só dizer.

De qualquer forma agradeço que tenham ouvido o chamado...admito que não achei que seria tão rápido.


Assim que desliga Sacha entra em contato e é imediatamente respondido.

Arrow  Camarada Estrela Vermelha! Por onde tem andado? Estamos sem contatos seus há um bom tempo? Alguma novidade? Fiquei sabendo que andou envolvido em um conflito com heróis norteamericanos. A nova formação dos tais "Combatentes da Liberdade"... Recomendo cuidado em seus atos. Nosso camarada Soviete Supremo tem mostrado ótima capacidade de cooperação. Foi uma ótima recomendação sua! Quer que o enviemos a sua localização para suporte?

Camarada não estou tão sumido quanto pensa,passei quase imediatamente um breve relatório dos acontecimentos ao alto comando.
Informei a eles sobre os combatentes e sobre outros assuntos que talvez devesse se inteirar meu bom sacha....
Quanto ao camarada soviete,se ele não está em qualquer missão,sua ajuda será muito bem vinda,mas talvez seja perigoso para ele.


Depois de uma breve conversa Leonid desliga e recebe mensagem de Wendy,ao mesmo tempo que checa um outro comunicado intrigante.
Olhando para a mensagem a sua frente as palavras sigilo e verdade lhe parecem fora de sintonia,mas sendo a mensagem de quem era,não poderia ser ignorada.
Mas as dúvidas se acumulavam...o que a liga poderia querer com ele,já que nada haviam dito quando estava lá?
E por que em segredo?
E talvez mais importante...em segredo de quem?



Arrow Olá Estrela Vermelha! Estou de volta e desta vez com a mala do meu irmão! Conseguimos contatar Mutano, Moça Maravilha, Kid Demônio e SuperChoque. Eles estão aguardando para falar com você. Superboy e Red Robin parecem estar em missão, mas não consegui confirmação. Hotspot está na África em ação com Vixen e Batwing, uma espécie de novo Batman. Estelar está em missão fora da Terra. Por enquanto foi o que consegui. Quer falar com eles agora?

Sabia que poderia confiar em sua capacidade plenamente,é uma lista impressionante.
E mesmo aqueles que estão ocupados me deixam mais tranquilo,pelo menos sabemos onde estão.
Também é bom saber que Red Robin voltou a ativa.
Tenho mais alguns detalhes a terminar,por agora apenas peço que transmita a eles minhas palavras sobre os perigos e inimigos que enfrentaremos.
Em especial a falta de apoio e ajuda...estaremos sós e não quero que ninguém venha sem ter conhecimento disso.
Quanto as instruções,estarei usando minha nave como base móvel,ela está bem equipada e é furtiva o bastante para ter invadido a terra sem ser detectada até estar sobre Moscow.
Dentro de digamos...duas horas me envie as coordenadas de todos e eu os teleportarei para cá.
Obrigado e até logo camarada.


Desligando a comunicação Leonid corre atrás de sanar algumas dúvidas,checaria e lacraria os armamentos da nave em especial iria verificar se Superman havia tomado as ogivas ou se havia sinal de que o exército russo as havia retirado.
Partes da nave ficariam restritas dessa forma,mas ele não enganaria os titãs,caso Wendy ou qualquer outro fosse checar essas áreas e arquivos eles receberiam uma mensagem pré-programada que mostraria que não era necessário tentar entrar.


ESTA ÁREA ESTÁ RESTRITA POIS CONTÉM ARMAMENTO MILITAR,ESSAS ARMAS NÃO PERTENCEM A MIM E OS TITÃS NÃO AS UTILIZAM,POR TANTO NÃO PRECISAM DE ACESSO A ELAS.
TODAS AS OUTRAS ÁREAS ESTÃO DISPONÍVEIS,INCLUINDO OFICINAS E LABORATÓRIOS.

Após isso ele tentaria mais uma coisa que martelava em sua mente antes de atender o chamado de Mulher Maravilha e de receber os titãs na nave.
Enviaria os exames de Supergirl para doutor meia noite e colocaria seu plano em ação.
Vestiria um dos trajes espacias e colocaria um suporte vital também em Kara,ativaria todas as salvaguardas anti-detecção e levaria a nave para a órbita.
A doutora disse que não poderia ajuda-lá,mas que talvez o sol pudesse,com uma suave esperança Leonid toma a garota em seus braços e sai da nave.
Com o traje ele não precisaria se transformar para sobreviver,e fora da estratosfera em posição direta do astro rei sem a proteção da camada de ozônio a radiação solar era radicalmente maior.
De fato seria capaz de matar...mas só deixaria um kriptoniano mais forte,e nada faria ao homem que se tornava a mesma energia,nem todos sabiam o quanto o nome Estrela Vermelha era literal.
Depois de uma hora retornaria a nave e iria a reunião,e se suas esperanças se concretizassem,Kara estaria acordada quando isso acontecesse.


Recebendo a energia de frente Leonid tira uma mecha de cabelos dos olhos da jovem e fala baixo,quase que como uma oração.

Vamos lá garota você é mais forte do que parece,e o mundo precisa dessa força...abra os olhos...

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Dana em Sex Out 04, 2013 10:45 pm

A divisão dentre os heróis, citada anteriormente ficava cada vez mais clara para Poderosa, e o pior de tudo é que parecia uma espécie de “velha guarda”, indo contra os “novos”, a luta era a mesma, contra o Mal figurado agora em alguma coisa ainda sem nome ou denominação correta que desejava destruir a Liga em primeiro lugar.

Contudo, pareciam esquecerem-se do porque estavam ali, pura e simplesmente porque queriam estar. Ninguém os convocou ninguém havia os chamado, ou rogado a Deuses que estivessem ali, cada um dos membros, novos ou velhos, participava daquela luta por livre e espontânea vontade. Ela ficou de braços cruzados, ouvindo em silêncio cada qual esbravejar. Parecia ouvir um pouco do discurso de Arthur nas palavras inflamadas de Diana e via problemas nisso, também.

Ouviu da princesa das amazonas que eles estavam ali para defender a Justiça, acima de tudo, mas, vivendo aquele tempo dentre os humanos, e convivendo com alguns, observando seus modos, tentando entender seus sentimentos, ela notava que eram iguais nisso os ditos “heróis” de capas e mascaras. Estes sofriam da mesma forma perdas, paixão, comemoravam vitórias assim como enterravam entes queridos.

Uma mulher com uma gravidez indesejada tinha tanto poder sob a vida de alguém, podendo tirar a criança ainda no ventre, quanto um assaltante tinha ao apontar uma arma pra cabeça de alguém, tudo depende da uma coisa, decisão. O que cada um decide fazer quando se trata da vida do outro. O quanto pode interferir. E as consequências que sua interferência vai trazer aos que lhe rodeiam. O poder de decidir causa arrepios sim, e o que pode-se dizer acerca da decisão de seu primo ao ter desarmado nações inteiras?

Fato este que pode sim evitar uma guerra imediata já que a tensão começava a passar dos limites, mas, aquilo incomodava Kara demais, tinha em seu primo um símbolo, e como tal era nele que ela se via, era nele que ela esperava que a Humanidade se visse, e com ele que se sentissem em paz, mas, acima de tudo que tivessem Esperança. Ao retirar as bombas nucleares de todas aquelas nações, é bem provável que de certa forma no coração de muitos a magia tenha perdido um pouco do efeito.

A teoria levantada por Ray acerca dos Combatentes era sim válida, aquilo deveria ser verificado pelos investigadores que a Liga possuía, as questões cujo mistério era o pano de fundo acabavam sendo mais evidenciadas. Até mesmo o corpo de Grundy parecia ser um alvo agora. A maioria já havia saído da sala, ela falaria com Michael mais tarde, não era uma boa hora. Agora precisava acertar-se com Diana.

- Precisamos conversar! Agora! - Seu tom de voz fora incisivo, até mesmo alterado, pois, saindo daquele emaranhado de pensamentos ela falara de certa forma sem pensar, ou apenas deixou seu eu interior florescer. Kara não estava acostumada a diplomacias, e sim a bater até derrubar o inimigo, mesmo que precisasse usar o cérebro em muitas ocasiões.

- Vejo o mesmo brilho em seus olhos, o mesmo que vi em Arthur, Diana. A necessidade extrema de tomar a Terra e todos que vivem nela em seus braços e protege-los deles mesmos. Mas, com suas regras e crenças, não com as deles. - Ela andava com calma pela sala, observando Diana com atenção. – Mesmo que para isso precisem usar de mãos de ferro. Eu definitivamente não quero ver heróis brigando entre si, enquanto o inimigo está lá fora rindo as nossas custas planejando destruir tudo aquilo que pessoas como eu e você aprendemos a amar. – Gesticulava com as mãos um pouco, falava com tenacidade agora, um tom diferente de quando quis ver a Amazona depois dela ter saído da sala de reunião, minutos atrás. – Sei muito bem que Arthur poderia levar uma vida tranquila em seu Reino, assim como você, mas, ambos escolheram de livre e espontânea vontade saírem de seus mundos particulares e se misturarem com os humanos, para ajuda-los. Eu estou aqui porque não tenho mais meu Mundo. Adotei a Terra como lugar pra viver. Você sempre terá pra onde voltar, Diana, quando não quiser mais ficar aqui, eu não tenho este privilégio, infelizmente. – A voz dela soava um pouco melancólica, por lembrar-se de sua Terra, da explosão e de tudo e todos que perdera.

Eu acredito que os humanos por mais inconsequentes que sejam conseguem ainda agir por diplomacia, se não sempre, na maioria das vezes. Sabe já cheguei a pensar que o problema somos nós... Seres como nós. Eles já tinham problemas demais brigando com a própria existência, então viemos e bagunçamos com nossos inimigos ainda mais a vida deles. Como se fôssemos uma espécie de atrativo para todos os males insólitos que já atacaram a Terra. - Deu de ombros e suspirou profundamente, deixando o ar sair dos pulmões como se estivesse livrando-se de ácido na corrente sanguínea. – Não somos os culpados, e sim somos os que largaram de certa forma tudo que já amaram pra nos doar a eles. O que recebemos em troca agora? Ódio, receio, medo... Mas, se tem algo que aprendi é que só é repudiado e hostilizado o que não é conhecido. Então comecei me perguntar, porque os humanos estão com tanto medo de nós? Será que não nos reconhecem mais como quem dá a vida por eles? - Para em frente à Diana e a encara.

- Então eu lhe pergunto Diana, os humanos tem que nos temer? Vamos tirar o livre-arbítrio deles? - Pausou sua fala por alguns segundos, até tornar a falar. – Você tem muita mais experiência do que eu com eles, já lutou mais batalhas do que já lutei assim como deve ter perdido mais pessoas que amou do que muitos aqui. Não vou falar por você, nunca, pois, não caminhei seus passos. Mas, também não vou me calar diante de qualquer decisão externa ou interna que possa ferir o direito supremo dos seres humanos, de poderem escolher por eles mesmos o que pode lhes acontecer. Estamos aqui na Terra porque queremos ninguém nos obriga a ficar. – Colocou uma mão na cintura e a outra deixou estendida ao lado do corpo. – Você é influente Diana na sociedade humana, tenho certeza que conseguiria descobrir o porquê dos Combatentes estar agindo daquela forma. Também não confiaria o corpo de Grundy a ninguém mais além de você. Sei que vai ficar bem protegido, temos de levar em consideração que podem sim estarem querendo extrair o DNA dele para fazerem uma droga de Exercito. Sobre a visão de Sandman já parece estar acontecendo, vendo como estamos agindo uns com os outros. Não sei o que será do amanhã, mas hoje preciso de sua sabedoria para falarmos de um motivo sob o qual o corpo de Grundy deve ficar conosco, sem levantar mais suspeitas sobre a Liga. Sim, eu estou pedindo ajuda a você. - Parou um pouco para respirar melhor, a tornar a falar com um pouco mais de energia, não com soberba, baixa os olhos um pouco e torna a olhar para a Princesa.

Eu vi os olhos, o vazio em Darkseid cara a cara, Diana, e foi a coisa que mais temi em minha vida, depois da droga da kryptonita, não consigo lhe imaginar sendo daquele jeito. Michael é impetuoso em seus modos, não dê atenção para ele, falou com raiva. Arthur, você ou mesmo o Super Homem jamais seriam como aquela coisa. Mesmo que passem em uma frase ou outra a idéia de quererem fazer Justiça acima de qualquer coisa, acho que você deve saber o maior motivo pelo qual lutamos... Amor. – Ela agora assim desviava dos olhos de Diana, para não ser piegas demais, ou parecer fraca mais uma vez. Afinal era ela, Kara, a Poderosa, a heroína com punhos de aço, que todos viam como a versão feminina mais próxima ao Super Homem, alguém que não podia fraquejar. – Por amor a eles, pelas pessoas que estão em nosso coração, por nós mesmo, mas, é pela droga do Amor que lutamos, amor pela Justiça, pelo que é certo, pelo bem, e pela crença de que podemos sim enfrentar qualquer coisa que se impuser entre nós e o que amamos. Justiça é importante sim, mas, em nossa causa deve prevalecer a força pelo que somos e amamos.

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Convidado em Seg Out 14, 2013 3:42 pm

Cada palavra pronunciada por Kara era atentamente ouvida por Diana. Cada passo, cada frase firme e cada respiração mais profunda eram mais audíveis do que qualquer outro som dentro daquela sala na qual estavam duas das maiores heroínas da Terra - quiçá do universo. Diana certamente compreendia todos os argumentos que Poderosa elencava em sua retórica: todos possuíam sentido. A vontade de proteger a Terra, lugar escolhido por alguns, adotado por ser a única possibilidade para Kara; a importância da diplomacia, que a amazona conhecia muito bem; o temor humano em relação aos meta-humanos; a questão "Combatentes da Liberdade e Grundy" e a visão de Sandman; o terror da tirania de Darkseid e o apelo ao Amor.

Diana observava os passos de Kara e sua desenvoltura ao falar sobre tais temas... sempre soube de seu vasto poder e sua inteligência, mas se surpreendera com a última das ferramentas usadas pela atual líder da LJA, o Amor. Ao final dessa fala repleta de referências e recursos, ainda que Kara tenha receado parecer piegas ou demonstrar fraqueza, o silêncio ganhava o ambiente. Talvez ela tenha conseguido o que queria: sensibilizar a princesa das amazonas, que, no momento, refletia. Braços cruzados, já não encarava Poderosa, dava a impressão de que havia sido persuadida. Alguns poucos segundos depois, e Diana se volta para Kara, com expressão séria, porém não fechada.

- Eu entendo as suas motivações, Kara. Acredite... - falou a princesa, agora se aproximando da líder da Liga, para então continuar - mas também há outras que não podem ser desconsideradas. Com todo o respeito que tenho a você e aos demais membros, com todo o potencial que vocês têm e já demonstraram por diversas vezes... a Liga salvou o destino do menino, filho de uma refugiada de Jarhanpur... entre ser escravo de uma nação, e permitir que a criança cresça com sua mãe... o que é o certo? Minha hesitação pôs em risco o mundo inteiro! Mas aprendi a lição, ouvi a Verdade, e solucionamos o caso, mesmo indo contra a vontade do Rama Khan.

Seguia sua explanação com fé nas ações que fizera e nas próximas que faria:

- Em outra situação, Kyle nos informou sobre um conquistador de planetas, chamado Pacificador, líder de um exército coletivo de três planetas, que objetivava tomar para si o planeta Kylaq e seus habitantes, uma raça isolacionista. Milhões. A 53 anos-luz daqui! Não houve sequer um chamado, um pedido de ajuda... mas a Liga se mostrou solícita o suficiente para eliminar a opressão pela qual o povo kylaqiano passaria! Para a nossa surpresa, o Ministro da Defesa de Kylaq era, ninguém mais, ninguém menos do que... Kanjar Ro! Derrotamos o exército do Pacificador, acabamos com a guerra. Em seguida, descobrimos que Kanjar Ro planejava aproveitar-se da situação e dar um golpe de Estado, tomando para si o poder, de forma totalitária. Conseguimos desmascará-lo diante do povo kylaqiano, e restituímos o poder vigente, para que ele pudesse guiar seu povo segundo a vontade dos que o elegeram.

A cada palavra proferida, Diana se mantinha ainda mais firme. Mais convencida da precisão de seus argumentos e justeza dos atos da Liga.

- Você, Kara, certamente sabe dos tempos difíceis que vivemos... de quando vilões descobriram nossas identidades secretas... e do que fizemos para calá-los. Isso gerou uma crise sem precedentes para nós, mas, honestamente, como seria se nada tivéssemos feito? O que seria das famílias, dos amigos, das pessoas próximas...? A menos que a solução seja a nossa completa omissão, a nossa fuga para outros lugares, não havia o que fazer. Palmer estava presente naquele momento e disse que aquilo que fizemos, manipular as mentes dos vilões, foi pelo bem da humanidade. Será fácil discordar disso?

Diana falava com a convicção de quem é portadora e guardiã da Verdade. A Luz Dourada da Verdade. Pegou do Laço de Héstia na cintura, segurou-o firme com a mão direita, olhou-o e disse a Kara:

- Cada ato meu busca restaurar a ordem. Promover a paz. Disseminar a Justiça. Tudo sobre as bases das Verdade! O que seria do filho de Ailani e dela própria se fôssemos omissos e não lutássemos por eles, em detrimento de Rama Khan e Jarhanpur? Quantos milhões de kylaqianos estariam mortos pelo Pacificador se não interviéssemos na situação? Quantos guerreiros e quantas mulheres não seriam feitos de escravos ou morreriam queimados, ante o horror das armas de destruição em massa das tropas da Paciforça?

Ela se aproximou se Kara e colocou as mãos no ombro da heroína. Olhando-a nos olhos, concluiu:

- Digo tudo isso, Kara, para te mostrar que a diplomacia funciona até certo ponto. Chega um momento em que ela se torna falha, obtusa, ineficaz. No fundo, todos nós sabemos disso. Até mesmo Kal-El e Bruce. Clark perdeu seu grande amor e, como reação a isso, desarmou as nações em nome da paz; Bruce perdeu seus pais e jurou vingá-los, tornando-se o justiceiro de Gotham, sem que ninguém nunca tenha pedido isso... Perdemos Sue Dibny, minha mãe, Lois e tantos outros... agindo sob a batuta da diplomacia. Isso sem falar das grandes guerras, das injustiças sociais, dos preconceitos de toda ordem.

Ao terminar tal argumentação, Diana foi um tanto enigmática ao mudar um pouco o rumo da conversa:

- A LJA passa por uma crise sem precedentes, Kara. As ausências de Kal-El, Bruce, Hal, Carter, Arthur, Ollie e Wally são um grande problema. Mas sei que você, Kara, tem um potencial enorme para liderar este grupo e contornar os obstáculos... sei do que você é capaz! Sinto dizer, mas, agora, tenho de ir à Terra a fim de resolver algumas coisas. Cuide do Grundy por ora...

Diana deu as costas e foi embora, dirigindo-se ao local de teleporte.

Destino: SALA DE JUSTIÇA!

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Leo Rocha em Seg Out 14, 2013 8:52 pm

Estrela Vermelha e Ravena:

Arrow É o exato oposto,Ravena,é você quem deve me dizer do que precisa,a mim cabe apenas confiar na sua decisão.
Se o risco for muito grande,ou se houver outra opção ou forma de tornar mais seguro é só dizer.



Ravena responde:

Arrow Eu só preciso de um lugar silencioso. Um lugar calmo o suficiente para que eu possa me concentrar.

Após Leonid indicar o local, ela se dirigirá até lá e permanecerá em meditação. No contato com Sacha, Leonid questiona porque Sacha lhe cobra maiores informações se ele mandou os últimos informes em tempo hábil. O agente russo responde:

Arrow Você não nos contou o que a Liga da Justiça pretende com o corpo de Solomon Grundy... E sobre o Soviete Supremo, ele não para de falar na honra de lutar ao seu lado. Vai ser bom pra ele ficar um pouco com você, camarada. Assim pelo menos dá um descanso aos nossos ouvidos. Quando tiver mais informações entre em contato. dasvidaniya!

Na sequência, Wendy e Marvin aparecem e fornecem as informações sobre alguns dos Titãs. Leonid pede que eles transmitam as informações sobre o que vem acontecendo a todos da lista e lhe enviem suas coordenadas para que Leonid possa transportá-los. Os irmãos concordam e, após se despedirem, começam a realizar a tarefa.
Leonid então checa sua nave e verifica que as ogivas que se encontravam na nave já não estão mais lá.
Por fim, ele decide enviar os dados da Supergirl ao Dr. Meia Noite e, após se preparar, parte com sua nave até a órbita terrestre. Em seguida ele sai do veículo carregando Supergirl e a expõe aos raios solares. Após uma hora de exposição direta, ele retorna à nave, ainda carregando Supergirl. Ele a coloca sobre o leito em que ela estava antes e a observa atentamente. Ela infelizmente ainda não acordara, mas Leonid não enxergara um fracasso na ação, uma vez que a jovem estava mais corada ele podia ver um leve movimento em seus olhos. Talvez mais uma ou mais sessões possam resolver o problema. Ele esperava isso de todo o coração.

Ele agora olhava o relógio e pensava no convite recebido da Mulher Maravilha e em tudo que estava acontecendo. Decisões precisavam ser tomadas e Leonid temia por aquelas que viriam ao longo desta crise.

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Ricardo Sato em Seg Out 14, 2013 10:10 pm

De início Leonid pensou ter falhado,mas a esperança manteve seus olhos atentos e ele finalmente viu os indícios de recuperação em supergirl e sentiu-se aliviado.
Só nesse momento ele percebeu que o banho de sol também lhe tinha sido benéfico,sentia suas energias recarregadas e aproveitou o momento para pensar em mais algumas coisas que havia feito uma hora atrás,incluindo o final da conversa com sacha e as garotas.


Há uma hora atrás.

SASHA=

Arrow Você não nos contou o que a Liga da Justiça pretende com o corpo de Solomon Grundy... E sobre o Soviete Supremo, ele não para de falar na honra de lutar ao seu lado. Vai ser bom pra ele ficar um pouco com você, camarada. Assim pelo menos dá um descanso aos nossos ouvidos. Quando tiver mais informações entre em contato. dasvidaniya!

Leonid da uma pequena gargalhada antes que sasha desligue e lhe responde....

huhuh HAHA me desculpe camarada.
Ah é esse o problema...por um segundo achei que não haviam lhe informado de minha mensagem.
Bem eu não informei isso porque eu não sei,não sou membro da liga e não me dei ao trabalho de perguntar...não me interessava.
A verdade é que está esquecendo uma coisa camarada,não sou um espião russo infiltrado na liga nem um espião da liga infiltrado no governo russo....tenho amigos nos dois lados,por mais que tenhamos desavenças vez ou outra.
A pouco tempo incluí você entre esses amigos camarada,.
Sempre conte comigo para chamar a atenção de meu país para qualquer coisa que eu julgue que lhe é perigoso,sempre conte comigo para proteger nosso povo....mas não para contar cada coisa que a liga faça.
Peço a você apenas que de atenção ao problema dos vermes pessoalmente....já temos bastante problemas com desequilibrados sem eles.
E sim,se tiver algo a informar será o mais rápido possível,dusvidanya.


Há uma hora atrás.

RAVENA E WENDY=

É o exato oposto,Ravena,é você quem deve me dizer do que precisa,a mim cabe apenas confiar na sua decisão.
Se o risco for muito grande,ou se houver outra opção ou forma de tornar mais seguro é só dizer.


Arrow Eu só preciso de um lugar silencioso. Um lugar calmo o suficiente para que eu possa me concentrar.

Pois bem vamos mudar um pouco as coisas então,em cerca de uma hora entrarei em contato e irei trazer todos aqueles que já tivermos as coordenadas.
Passarei a Wendy algumas explicações dos meus sistemas e algumas autorizações e senhas,Ravena eu lhe deixarei em uma das áreas de testes de armas,são isoladas e bem protegidas de todos os lados.
Enquanto eu vou a uma reunião importante,Ravena medita enquanto Wendy e Marvin usam meus sensores,em especial meu detector de causalidade.
É como um detector de terremotos que capta sinais e emanações....porém esse usa resquícios de emoções e idéias humanas para detectar possíveis conflitos,era um dos meios que usava para impedir ataques antes que saíssem de controle.
Com certeza uma área de efeito dos vermes será uma "zona anormalmente quente",se vocês encontrarem alguma,quando eu voltar passamos essas informações a Ravena e começamos.
Eu espero que ela encontre a fonte seguindo as transmissões empáticas dos vermes.
Eu colocarei a nave em uma órbita estática e camuflada,assim teremos amplitude mundial....e também ajudará se o sinal vier do espaço.
Também teremos outros benefícios,Ravena poderá dar uma olhada em Supergirl antes de meditar e quando eu partir para minha reunião haverá pessoas para protege-la aqui....acho que Moça Maravilha em especial ficará contente de ajudar.
E então de acordo?...nos falamos em uma hora junto com todos que conseguirmos?


Há uma hora atrás.

NAVE=

Antes de sair da nave Leonid ordena que o sistema de segurança(os secretos e os normais),façam uma varredura de audio e vídeo dos últimos dias.
Ele tinha que saber se Superman havia retirado as ogivas a força ou se o governo as havia retirado enquanto ele não estava nela.


Agora.

Enquanto checa os resultados da verificação de segurança Leonid coloca novamente os sensores médicos em Kara e aproveita a órbita estática que havia programado para abrir um painel na nave,essa janela permitiria que o sol tocasse Supergirl.
O painel em si diminuiria a radiação a ponto da luz não recarrega-la mais do que o sol normal na terra,mas em compensação a energia a tocaria 24h por dia,se estivesse certo,isso e suas sessões no espaço além de Ravena,somados colocariam a garota em ação muito rápido.
Acionando seu comunicador após descobrir sobre as ogivas,ele coloca novamente Wendy e Ravena na tela e aguarda as coordenadas de transporte de todos os titãs.
Teria cerca de uma hora para falar com elas antes de ir até a liga...e tinha muito da nave para mostrar nesse tempo.


E então,estamos prontos...quem eu devo transportar?

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Leo Rocha em Qui Out 17, 2013 6:22 pm

Gladiador Dourado e Ray Palmer:

Arrow Agora essa... Eu acho que posso lidar com isso sozinho. Vá até o Museu e prepare a esteira para transporte. Eu vou pedir ao Skeets que envie uma unidade de transporte para essa esteira de uma das filiais da Kord aqui em Keystone. Enquanto você faz isso, eu vou averiguar o que tá acontecendo aqui!

Arrow Sem problemas! Pode deixar que eu adianto a parte chata!

Michael deixa Ray Palmer na entrada do museu e segue na direção das sirenes. No caminho, contata Skeets:

Arrow Skeets! Preciso que você envir uma unidade de transporte aéreo para o Museu do Flash para auxiliar o Átomo a levar a esteira aí, para a Kord, em Metrópolis. Use a nossa filial em Keystone, ou frete um helicóptero de carga para daqui há meia hora! E bota "Desperate Housewives" pra gravar que o episódio de hoje tá imperdível! Não esquece de gravar o episódio... e nem do helicóptero, ouviu? Câmbio e desligo!

Arrow Entendido, Gladiador! Seu episódio de hoje de Hanna Montana já foi gravado. Devo informar que no episódio de hoje a identidade secreta dela quase foi descoberta novamente ou você pode deduzir isto pela originalidade costumeira dos roteiros desta série?

Ao chegar na origem do conflito, Michael observa que dois carros policiais se encontram parados na rua e que, os utilizando como escudo, 4 policiais disparam contra o homem que flutua a sua frente. Michael não era fã da galeria de vilões do Flash, mas reconheceu com facilidade o homem que pairava a sua frente: Era o mago e viajante do tempo conhecido como Kadabra.



Ao vê-lo, o vilão fez um gesto do qual saíram duas bolas de energia, que explodiram os carros de polícia. Após o feito, Kadabra se virou para Michael e disse:

Arrow Você também é um viajante do tempo, não é? Então também está sentindo que o futuro está prestes a deixar de existir.. O futuro como conhecemos não ocorrerá mais... O próprio Flash desapareceu. Isso é o início! As minhas memórias estão desaparecendo... E se não há mais futuro, então o passado também não faz mais sentido! Desconfio que você veio aqui pelo mesmo motivo que eu. Só que eu vou levar adiante meus planos e não me importo de passar por cima de você para isso!

Com um comando do vilão, um dos postes de luz se enrosca no Gladiador Dourado. Ao mesmo tempo, duas tampas de bueiro se erguem no ar e são arremessadas na direção do pescoço do herói. Kadabra segue flutuando de olho no herói em direção ao museu do Flash.

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Leo Rocha em Qui Out 17, 2013 6:57 pm

Sandman, Homem-Hora e Mulher-Gavião:

Arrow Plano? Impedir que matemos uns aos outros não é o bastante para você? Para ser sincero, Pieter, eu estou mais preocupado com as pontas soltas dessa história, como aquilo que não apareceu no meu sonho, mas que tem influência nos últimos acontecimentos.

Dr. Meia Noite respira fundo ao ouvir o amigo falar daquele jeito e conclui que deveria ser por conta do stress ocasionado por ver o possível fim de tudo. Ele então fala com voz calma:

Arrow Parece que impedir uns aos outros de nos matarmos tem sido nossa ocupação principal no período. Como se o objetivo fosse inviabilizar que nós nos enxerguemos como um grupo, como aliados. Tudo que tenho visto desde que fui chamado a ajudar aqui no satélite são brigas, medo e crises. Enquanto a Liga continuar assim seremos alvos fáceis para qualquer inimigo. Mas enquanto nos mantivermos ocupados apenas com isso, também damos espaço para quem quer nos tirar do caminho. Por isso, pergunto a você: Como podemos evitar que sua visão se concretize?

Ele aguarda a resposta do amigo e presta atenção ao que ele disser.

Arrow Doutor, você saberia me dizer onde está Ray Palmer neste momento? É importante! Se minha suspeita estiver correta, a imaginação de Palmer pode ter criado o maior adversário que a Liga já conheceu até hoje, mesmo que em seu inconsciente, ele não saiba disso...

Dr. Meia Noite se espanta com a hipótese formulada por Sandman, mas responde rapidamente:

Arrow Ele foi com o Gladiador ajudar no projeto de viagem temporal, pelo que pude entender. Você acha que Ray Palmer pode ser o responsável por tudo que está ocorrendo? Sandman, isso parece loucura... Ray não seria capaz disso...

Ao perceber o quão sério Sandman está falando, Dr. Meia Noite fala para o companheiro:

Arrow O sinalizador de Ray Palmer indica Keystone City. Podemos nos teleportar pra lá agora, se você quiser. Mas eu realmente acho difícil de aceitar que tudo seja culpa de Ray Palmer..

Neste momento, a Mulher Gavião repete o informe dado alguns segundos atrás:

Arrow Fawcet City parece estar com alguma situação em andamento. Como os senhores estão muito ocupados em sua conversa, eu mesma irei verificar o que está ocorrendo. Já enviei um sinal ao Homem-Borracha. Ele deve me acompanhar. Não sei se fará alguma diferença, mas qualquer coisa aviso se for necessário algum suporte da Liga.

Ela sai da sala irritada pelo pouco caso feito pelos heróis de sua comunicação, deixando Dr. Meia Noite visivelmente constrangido. Ele diz:

Arrow Acho que ficamos envolvidos demais em nossa conversa... Mas se o que você diz for correto, não temos tempo a perder. Depois podemos nos desculpar com ela.

Caso Sandman concorde, os dois se teleportarão para o local onde o Gladiador e Ray Palmer foram.

Nota do narrador: Se o Sandman for para Keystone, a chegada do personagem ocorrerá após o encontro do Gladiador com Kadabra.

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Leo Rocha em Qui Out 17, 2013 8:16 pm

Mulher Maravilha e Poderosa:

A conversa foi tensa.
As duas heroínas haviam aberto seus corações e compartilhado seus sentimentos.
As motivações para suas escolhas apareciam com a firmeza de quem discutia a melhor maneira de trazer ao mundo justiça e paz. No entanto, o fim da conversa não traz um consenso. Diana se despede de Kara reforçando seu desejo de seguir rumo à Sala de Justiça. Poderosa poderá entender que aquele era um momento delicado: o momento em que mais um dos membros antigos da Liga cedia a mudanças drásticas. Mudanças que poderiam levar a comunidade heróica a um lugar onde jamais esteve e de onde talvez não consiga sair...
Diana deixa a sala e segue rumo ao teleportador, sendo levada ao seu destino...

*************************

Kara se encontrava ainda em pé na sala. Pensando em tudo que tinha ouvido de Diana e no redemoinho de eventos que a trouxe até aquele momento. Ela havia sido escolhida para comandar a Liga da Justiça, o maior grupo de heróis que o universo conheceu e neste momento se sentia mais sozinha e vulnerável do que em toda a sua vida. Seu comunicador toca e ela reconhece a voz de Shayera:

Arrow Eu e Homem-Borracha estamos seguindo para Fawcet City. Está ocorrendo alguma confusão lá e acredito que precisem de nós. Tudo certo?

Após responder, caberia a Kara decidir seus próximos passos: Buscar algum de seus aliados, como o Sr Incrível? Dar um destino ao corpo de Grundy? Conversar com os heróis que ainda se encontram no satélite? Convocar outros? Reunir informações sobre os heróis em ação? Tentar dialogar com os Combatentes da Liberdade? Auxiliar em alguma das ações em campo?

Havia muito a fazer e ela precisava colocar suas prioridades em ordem antes que o próximo baque chegasse.

*********************************

Diana entra no Hall da Sala de Justiça e repara que foi feita uma eficiente reforma desde que Prometeus tentou destruir o local. Ela lembra que esse foi um dos motivos do retorno da equipe ao satélite e lembra também de fatos ocorridos naquela sala, como as reuniões e encontros ocasionais dos membros da equipe. Lembra da alegria de Clark e do emburramento forçado de Bruce, das discussões, das soluções que surgiam para problemas impossíveis... Suas memórias são interrompidas pelo primeiro toque do comunicador. Era o primeiro herói a responder, Geoforça:

Arrow OLá Mulher Maravilha!  Recebi seu comunicado, mas infelizmente não poderei ajudar desta vez. Estamos em um momento de instabilidade no continente europeu e a Markóvia tem sido afetada. Como regente, não posso deixar meu povo neste momento. Conte comigo se precisar em algum momento específico, mas infelizmente não posso me comprometer com nenhum projeto no momento. Minhas saudações.

A segunda resposta vem da heroína Vixen:

Arrow Estou em uma ação na Africa com Hotspot e Batwing. Assim que terminarmos eu entro em contato.

Barda, Sr. Milagre, Katana, Artemis e Cigana respondem positivamente, combinando uma chegada em poucos instantes. Donna Troy responde preocupada com o tom da convocação e com a convocação simultânea dos Titãs. Ela sabe que Diana provavelmente precisa dela mais como amiga do que como aliada no campo de batalha, ainda assim, ela expressa sua dúvida:

Arrow Eu acabei de receber uma convocação urgente dos Titãs. Acredito que eles estejam com alguma situação crítica nas mãos. Você precisa de mim com urgência? Você quer conversar um pouco sobre tudo que tem acontecido?

Gavião Negro é o último a responder:

Arrow Depois de tudo que aconteceu, pensei que vocês não iriam mais me querer por perto. Será que finalmente entenderam que minhas ações se justificam? Nós estamos em guerra, Diana. E numa guerra as velhas regras não se aplicam. Temos que ir além. Se quiser minha cooperação, terá que ser assim. De acordo?

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Scorpion em Sex Out 18, 2013 7:32 am

A situação estava tensa. Não bastasse o tal do Kadabra estar atacando a cidade, Skeets havia contado o ápice do episódio de Hanna Montana!
GD: Droga, Skeets! Odeio quando você fica dando spoiler, cara!
Mas o momento exigia o máximo de atenção de Michael. Kadabra lançou bolas de energia para explodiro os carros de polícia. Michael usou seu gerador de campos de força para cobrir os policiais e impedir que fossem atingidos pela explosão de seus próprios veículos.
GD: Vocês estão bem? Saiam logo daqui, autoridades! Esse cara é bem mais poderoso que a folha de pagamento de vocês! Deixem que eu cuido dele...
Kadabra: Você também é um viajante do tempo, não é? Então também está sentindo que o futuro está prestes a deixar de existir.. O futuro como conhecemos não ocorrerá mais... O próprio Flash desapareceu. Isso é o início! As minhas memórias estão desaparecendo... E se não há mais futuro, então o passado também não faz mais sentido! Desconfio que você veio aqui pelo mesmo motivo que eu. Só que eu vou levar adiante meus planos e não me importo de passar por cima de você para isso!
Gladiador começa a falar com uma calma que beirava ao deboche.
GD: Plano? Bom, se o seu plano é vencer "A Fazenda" e fazer a Selena Gomez trair o Justin Bieber, então acho que você tem razão... mas vendo pelo seu discurso cafona, bigodinho de padeiro e essa camisa aberta parecendo o Ricardo Marki quando fez Cigano Igor, de Explode Coração... Sabe aquela novela "do 10", cheia de ciganos ricaços EI!!! Mas que diabos...?!?!
O vilão fez com que um poste de luz enroscasse ao redor de Michael e partiu em direção ao Museu do Flash.
GD: Droga, eu odeio quando me deixam falando sozinho! Todo mundo tem direito a fazer seus discursos, menos o Gladiador Dourado. "Vamos deixar o Gladiador Dourado no vácuo! Vamos deixar ele pregando no deserto..." Ora, chega!
Michael vê que tampas de bueiro são arremessadas, visando decapitá-lo. Mais rápido do que nunca ele ativa o seu campo de força ao redor de seu corpo.
GD: Skeets, expanda o Campo e... droga! Skeets não tá aqui! Vou ter que fazer isso manualmente mesmo... Qual é o botão? Ah! Achei!
O Gladiador então expande o Campo de força, forçando com que os cabos do poste se afrouxem e ele possa partir voando. Então, ele dispara nas tampas de bueiro e no poste, explodindo-os para que eles não fiquem mais animados. Ele voa alto até o Museu do Flash e aguarda sobre o telhado, observando por uma das redomas de vidro. Pegar o Kadabra de surpresa não funcionou da primeira vez, mas funcionaria dessa vez. Quando Kadabra estivesse distraído, pegando o que viria pegar ou fazendo algum discurso com Ray Palmer, o Gladiador entraria voando pela redoma, carregando uma central de ar-condicionado de 120kg que normalmente ficam no telhado e arremessaria próximo a Kadabra, gerando uma forte onda de impacto sem ferir letalmente o vilão e criaria logo em seguida um Campo de Força para prendê-lo, enquanto apontava o seu laser para o vilão.
GD: Perdeu, playboy! Há! Sempre quis dizer isso! Vai desembuchando sobre o tal plano, ou eu vou te dar algo que a tua memória nunca vai esquecer!

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Administrador em Sex Out 18, 2013 5:17 pm

Doutor Meia Noite ainda não estava convencido de que Ray Palmer tinha algum envolvimento com os recentes acontecimentos. Mas eu creio que ele ainda não compreendeu a minha dedução.

- Não estou dizendo que Palmer é o culpado, Pieter. Mas de acordo com os arquivos da Liga da Justiça, a única ocorrência envolvendo uma realidade alternativa como aquela mencionada pelo Superman Primordial, ocorreu quando o Doutor Destino concretizou os pesadelos de Palmer. Segundo consta, o Doutor Destino distorceu um sonho recorrente de Palmer para criar um ambiente onde os heróis da Liga tornaram-se tiranos. Eu acredito que o Superman Primordial é um refugiado dessa dimensão onírica. Não é à toa que o Doutor Destino e outros manipuladores de sonhos atacaram recentemente. Todos nós julgamos que a Doença do Sono visava apenas manter a população em torpor para facilitar a invasão dos Lordes do Caos. Mas já te ocorreu que eles estavam também rompendo a barreira dos sonhos para trazer mais elementos do mundo natal do Superman Primordial? Assim o Primordial teria plena convicção de que a nossa Liga é uma ameaça. Superman Primordial é um sonho ruim que ganhou vida. Nossos inimigos sabem disso e usarão o Primordial para tumultuar as coisas. A resposta está na mente de Palmer, mesmo que ele não esteja consciente do fato. Talvez seja possível devolver o Primordial para o Sonhar, usando a psique de Palmer como elo. Nós precisaremos de um telepata habilidoso para essa tarefa. Que o Caçador de Marte me perdoe, mas é necessário alguém mais capacitado. Antes de partirmos, é melhor convocarmos o Onda Metal. Ele já foi útil em uma situação semelhante, quando Brute e Glob me manipularam para dominar parte do Sonhar.

Mas todo esse falatório sobre os sonhos de Palmer não agradou a Mulher-Gavião, que foi completamente ignorada. Por esse motivo, ela decidiu que iria para Fawcett City atender a denúncia sobre a Família Trovão com ou sem nossa ajuda. Após a saída dela, Doutor Meia Noite recomendou que eu me desculpasse com ela em outra oportunidade. Entretanto, eu não estava muito motivado para travar tal conversa, independente do momento. Faltava coragem para isso.

- Não sei como lidar com ela, Pieter. Ainda não sou capaz de olhar para ela sem lembrar de Kendra. Talvez eu tenha ignorado o alerta dela propositalmente. Melhor você falar com ela depois.

De qualquer forma, esse constrangimento não era mais importante do que a solução do mistério que vem rodeando todos os heróis. Eu apostava que Palmer era vital para desvendar as pontas soltas desse caso. Então era hora de falar com nosso afamado cientista.



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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Leo Rocha em Dom Out 20, 2013 2:44 pm

Estrela Vermelha:

Os registros da nave mostram soldados entrando na nave e retirando as ogivas. Suas suspeitas estavam confirmadas, mas como o governo conseguiu acesso à sua nave e entrou nela sem ativar o alarme dos sistemas de segurança?
Olhando mais atentamente, ele identifica um dispositivo na mão de um dos soldados. Um pequeno aparelho que parecia ser o responsável pela anulação dos sistemas. Focando a imagem no aparelho e ampliando, ele percebe que o aparelho possui a marca de um complexo científico bem conhecido dos heróis: as empresas Vantage.
Não havia muito tempo que ele se comunicara com Sacha e afirmara ser leal a seu governo, mesmo não se tornando um espião para eles. Leonid se questionava até que ponto aquela lealdade era bilateral.

Ele sai da sala ainda pensando no que viu e se dirige a Ravena, Wendy e Marvin para traçar os próximos planos de ação. Após a explicação sobre seu mecanismo detector de causalidade, ele conduz Ravena à parte isolada. No caminho eles param no local onde Supergirl se recupera e Ravena tenta contatar a mente da jovem. Após alguns minutos, ela diz:

Arrow Ela está muito ferida... Não só por fora. Está lutando, mas não consigo penetrar muito em sua mente. Eu senti medo, dor, confusão... Ela luta pra melhorar... Sente seu esforço...

Ela então olha para Leonid e diz:

Arrow Agora preciso ir..

************

A nave, colocada cuidadosamente em órbita de forma a ajudar no rastreio da fonte dos vermes e de possibilitar a irradiação constante de luz solar à Supergirl, agora se tornara a central de operações da equipe Titã convocada por Estrela Vermelha.
Ravena estava em sua meditação quando Marvin e Wendy retornaram com as coordenadas dos seguintes Titãs: Mutano, Moça Maravilha, Kid Demônio, Arauto e SuperChoque.
Assim que as coordenadas chegam, Leonid avalia a situação: ele teria que escolher qual seria sua prioridade, ir primeiro ao encontro com a Mulher Maravilha ou trazer imediatamente os Titãs convocados para a nave.

Nota do narrador: Caso decida se encontrar primeiro com a MM, poste sua chegada na sala de justiça e aguarde. Caso prefira trazer os Titãs primeiro, fique a vontade para postar o encontro e as primeiras falas.

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Leo Rocha em Dom Out 20, 2013 3:41 pm

Gladiador Dourado, Sandman, Dr. Meia Noite e Ray Palmer:

Ser deixado pra trás serviu para deixar o Gladiador Dourado fulo. Mais ainda porque antes disso, Skeeter havia revelado a trama do episódio de Hanna Montana de hoje. Pra completar, ele ainda estava preso num poste e com duas tampas de bueiro vindo cortar sua cabeça. Realmente Michael tinha poucos motivos para estar contente.
Usando a potência de seu escudo, ele consegue arrebentar o poste que o envolvia a tempo de sair voando e acertar as tampas de bueiro. Ele então tenta uma nova estratégia: surpreender Kadabra durante a ação no museu. Para tal, ele se coloca junto a uma abobadas de vidro do teto, enquanto aguarda o melhor momento para ação. Olhando para dentro do museu, ele vê...

**************************

Ray estava terminando de preparar a esteira.Ele falava sozinho enquanto o fazia:

Arrow Acho que temos como fazer esse transporte de forma mais rápida.. É claro! Como eu não pensei nisso?!

Arrow Talvez você devesse pensar em sair do caminho... Essa seria uma ótima idéia!

Ray olha e percebe que Kadabra se encontrava pairando no centro do museu. Seus olhos faiscavam enquanto ele falava:

Arrow Não há nada que você possa fazer para impedir o que virá, então deixe quem sabe fazer um bom uso do tempo cuidar disso.

Nesse momento, Gladiador Dourado desce da abobada com o aparelho de ar condicionado e o arremessa na direção do vilão. Ele já se preparava para criar um escudo que prendesse Kadabra, quando viu o aparelho atravessar o vilão. Em seguida várias cópias de Kadabra surgiram no salão. Michael parou de contar quando chegou ao número 20 e todas atiraram contra ele. Ele não sabe quem era o real, mas sentiu todo o impacto do raio. As cópias falavam em uma só voz:

Arrow Você está nos atrasando...

********************************

Sandman e Dr. Meia Noite se materializaram no local onde Michael estivera preso a pouco tempo. Ao ver o estrago e os policiais que se aproximavam, Dr. Meia Noite se adiantou, perguntando:

Arrow O que está havendo?

Arrow Kadabra apareceu. Ele lutou com o Lanterna Verde e foi pra dentro do museu do Flash.

Os dois se olharam por um instante e Meia Noite falou:

Arrow Isole o perímetro, por favor. Nós vamos ajudar na captura.

Em seguida, ele virou para Sandman e disse:

Arrow Você acha que isso pode estar conectado à sua teoria? Acho que vamos acabar descobrindo na marra...

Ele segue andando na direção do museu enquanto fala com o amigo.

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Ricardo Sato em Dom Out 20, 2013 10:28 pm

As coisas estavam se complicando,seu governo lhe exigia informações mas lhe escondia suas ações,não tinha como saber se Superman havia ou não pegado os mísseis depois mas não pretendia perguntar agora.
Suas prioridades exigiam ação,em primeiro lugar ele copia e transfere para um flash drive apenas a parte da invasão com o aparelho mas não a parte das bombas e se volta o Marvin e Wendy.

Estrela-Bem camaradas não tenho muito tempo antes da minha reunião com a liga,mas os titãs são a prioridade.
Vocês dois podem inteirar os outros daquilo que lhes informei,mas eu devo estar aqui para responder as primeiras perguntas.
Transporte todos agora mesmo.....e se possível eu gostaria que enquanto um de vocês se foca em rastrear o outro cuidasse disso aqui.

Leonid mostra as imagens aos dois garotos e volta a falar.

Estrela-Quero saber o que é isso,como funciona e como fazer com que não funcione nunca mais,esse aparelho pode nos ser perigoso se não cuidarmos disso.
Façam também uma varredura contra possíveis aparelhos introduzidos enquanto eu não estava aqui e se possível perguntem a oráculo como anda a comunicação com Victor.

Estrela então aguardaria os titãs chegarem e falaria rapidamente com cada um,em especial Moça Maravilha,pois além da questão de Kara,Leonid não conseguia se desfazer da impressão de que a reunião com Diana traria a moça consequências e escolhas difíceis pela frente.
Depois ele partiria ao salão da justiça deixando a nave e Kara em boas mãos,mas não pretendia se demorar lá....havia muito a ser feito.






(sei lá porque tem hora que as paradas de editar cor e fonte não aparecem quando respondo...essa foi uma delas^^,me desculpem.)

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Scorpion em Ter Out 22, 2013 4:29 pm

Se Kadabra achava que iria conseguir deter o Gladiador Dourado com aquele truque de ilusionismo, ele estava muito enganado. Michael não havia chegado tão longe em sua experiência temporal para morrer na praia.
GD: Eu posso não ter sido o melhor aluno de gramática da Sra. MacPoof, mas quando você diz "nos atrasando" você quer dizer que tem mais alguém te ajudando, certo?
A julgar pela resposta de Kadabra, Michael poderia vir a saber se estaria em mais apuros do que julgava estar.
Enquanto dialogava com Kadabra, Michael usou os leitores térmicos dos seus óculos. Possivelmente somente a cópia original emitiria calor como um ser humano.
GD: Átomo, eu agradeço se você me der uma ajudinha aqui, parceiro!
Se Michael conseguisse localizar o Kadabra verdadeiro, ele iria esperar uma oportunidade para baixar rapidamente o escudo e realizar um disparo na direção do inimigo. Seria um disparo potente, com força o suficiente para derrubar aquele cara.
GD: eu já disse que você estava nos atrasando?
Caso Kadabra tomasse o laser, mas ainda não fosse nocauteado, Michael usaria esta janela para partir pra cima dele e nocauteá-lo com seus punhos.

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Administrador em Qua Out 23, 2013 4:02 pm

Assim que Doutor Meia Noite e eu aparecemos na entrada do Museu do Flash, policiais de Central City alertaram que o criminoso Kadabra estava no local. Então Doutor Meia Noite indagou se a presença de Kadabra estava relacionada com a minha suspeita. Eu lhe disse que era algo improvável.

- Duvido muito que as ações de Kadabra estejam relacionadas com a vinda de Ray Palmer para cá, Doutor. Só espero que Kadabra não seja tão hábil com magia quanto nosso velho inimigo William Zard.

Não creio que Kadabra e os outros vilões da Sociedade Secreta estejam aqui por causa de Ray Palmer. Eu creio que eles tiveram a mesma ideia do Gladiador Dourado. Eles querem acesso a todos os dispositivos de viagem no tempo existentes. A Esteira Cósmica do Flash é certamente o item mais palpável da lista. Quem quer que tenha planejado toda essa conspiração, teve o trabalho de calcular todas as variáveis, inclusive, que alguém tentaria um deslocamento temporal.
É hora de termos uma ideia de quem estamos enfrentando. Por isso, é imprescindível que Kadabra seja capturado. Nós precisamos das informações que ele detém.

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Convidado em Qua Out 23, 2013 8:04 pm

"Enquanto isso, na Sala de Justiça..."

Ao chegar à Sala de Justiça, por intermédio do teleportador, Diana não demorou a relembrar os melhores momentos vividos outrora pela LJA. Uma época de louros, na qual a equipe convivia harmoniosamente, apesar das diferenças, e possuía o apoio incondicional de todo o mundo. Não que a glória dos feitos lhes subisse à cabeça; mas o respeito e a credibilidade de seus atos se mantinham intactos pela confiança neles depositada. Eram deuses da justiça, adorados, admirados; hoje são alvos do temor, da suspeição. Do ódio. Alvos de gente que ambiciona o poder e dos que já o têm, sendo usados, também, como munição para concretizar a sua cega obsessão de ter e dominar mais e mais.

A mão da amazona deslizava pelas paredes, pelos painéis, pelos objetos presentes naquele lugar, como se o contato táctil lhe permitisse reviver cada situação ali desfrutada. A alegria ingênua de Clark, aquele rapaz "caipira" que o mundo conheceu como um ícone; o emburramento de Bruce, o playboy que, sob a máscara do morcego, se transformava em um ser sinistro - e diversas vezes mal-humorado; a coragem e inconsequência de Hal; os embates ideológicos de Carter e Ollie. Cada recordação vinha à tona trazendo consigo a motivação de que Diana precisava para seguir com seu objetivo: inspirar-se nos melhores dias da LJA, renovando o espírito e suas virtudes. O tempo fora inexorável com o grupo, e o desgaste que houve entre seus membros em razão de ideologias e posturas conflitantes os dividiu. A amazona sabia que ideias e ideais deveriam sofrer algumas alterações; a Liga não poderia mais "apagar incêndios". O sorriso leve de canto de boca esboçado pela princesa, a cada feixe de imagens em seu pensamento, demonstrava o quão nostálgico era aquele lugar, mas, ao voltar à realidade fria e crua das atuais turbulências, seu semblante ficou carregado, tenso. Estava determinada, mas preocupada.

A reforma realizada na Sala de Justiça não descaracterizou o ambiente, que ficara relegado ao papel de museu da Liga após os acontecimentos com Prometheus. Talvez por isso mesmo o local tornava-se apropriado para um recomeço. Um recomeço regado pelo rompimento com velhas e rançosas concepções e filosofias ardilosas.

Em meio às divagações da princesa, o primeiro a responder a mensagem de convocação foi Geoforça.

- Olá Mulher Maravilha!  Recebi seu comunicado, mas infelizmente não poderei ajudar desta vez. Estamos em um momento de instabilidade no continente europeu e a Markóvia tem sido afetada. Como regente, não posso deixar meu povo neste momento. Conte comigo se precisar em algum momento específico, mas infelizmente não posso me comprometer com nenhum projeto no momento. Minhas saudações.

Diana ouviu atentamente a sua fala, sem proferir nenhuma palavra. Em seguida, o comunicado de Mari:

- Estou em uma ação na África com Hotspot e Batwing. Assim que terminarmos eu entro em contato.

Ela continuou calada, mas, dessa vez, começou a reativar os programas da Sala de Justiça, bem como seu sistema de defesa. Barda, Sr. Milagre, Katana, Artemis e Cigana respondem de forma afirmativa à convocação. Logo depois, Donna Troy entrou em contato, demonstrando-se preocupada:

- Eu acabei de receber uma convocação urgente dos Titãs. Acredito que eles estejam com alguma situação crítica nas mãos. Você precisa de mim com urgência? Você quer conversar um pouco sobre tudo que tem acontecido?

- Donna, que bom obter seu retorno! Precisamos muito de sua colaboração... não se faz necessário me alongar nas explicações, mas o fato é que sua presença é fundamental - como guerreira, amiga e irmã! Sei o que os Titãs representam para você... porém acredito que sua participação conosco seria uma mais-valia, uma vez que a Liga sofreu baixas inestimáveis, e, apesar do valor dos heróis que a compõem atualmente, temos a obrigação de mudar. Conceitos e ações. E a sua ajuda nesse processo é essencial! - respondeu Diana.

Diana aguardaria a predisposição de Donna Troy a se juntar a tal formação.

Posterior a isso, Gavião Negro contatou Diana. Pareceria até guardar certo rancor, não fosse quem ele era:

- Depois de tudo que aconteceu, pensei que vocês não iriam mais me querer por perto. Será que finalmente entenderam que minhas ações se justificam? Nós estamos em guerra, Diana. E numa guerra as velhas regras não se aplicam. Temos que ir além. Se quiser minha cooperação, terá que ser assim. De acordo?

A princesa das amazonas, que caminhava pela sala de artefatos já esperava uma resposta nesse sentido. Por isso, tinha quase certeza de sua participação na reunião:

- O bom e velho Carter! Não se preocupe: o que temos a conversar vai ao encontro de muitas das ideias as quais você defende. A LJA está numa crise sem igual... Kara é a nova líder, há integrantes novos... mas se seguem as divergências. Sempre fiquei entre a cruz e a espada, entre a paz que tenho que pregar por missão e a guerra que está no meu sangue de amazona. E quando duvidei do que deveria ser o correto a fazer, o mundo entrou em colapso. Diante de tudo que temos visto, de tudo que os heróis têm vivido, do sumiço de alguns de nós, da tentativa de vilanização da imagem de Kal-El, do ocorrido envolvendo os Combatentes da Liberdade e a maneira truculenta e sem limites com a qual eles agiram - sob as ordens do governo dos EUA, o que é mais absurdo!! -, não vejo alternativa senão firmarmos nossa posição! Aguardo sua presença, Carter.

Ao terminar a conversa com Carter, Diana se depara com uma ala do museu que continha uniformes usados pelos heróis em várias épocas de sua ação. Ela vê, diante de si, a roupa usada quando deixou o posto de Mulher-Maravilha para Artemis. Respirou de maneira profunda e segura, olhou seu atual uniforme e disse, voltando a olhar o antigo:

- Usar este uniforme, com essas cores, não faz mais sentido! De fato, é a hora perfeita para uma renovação!!

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Dana em Dom Out 27, 2013 10:45 pm

Justiça extrema é injustiça.
Marcus Cícero

Em seu interior pensou que acabaria tendo de acertar contas com Diana de um jeito diferente, o qual ela estava mais acostumada a agir, saindo de toda aquela teoria e partindo para a pratica, ou melhor, uma ação mais direta e destrutiva, criando um embate enorme e confusão. Mas, não foi preciso graças a todas as forças boas que regem aquele Universo, ao menos não seria hoje que ela precisaria enfrentar a Mulher Maravilha em um combate.

Tudo que ela lhe falava tinha um bom embasamento, eram fatos reais e contra isso nem Kara poderia discorrer. Ela entendia, mas, não queria compreender que o modo visto pela companheira fosse o único cabível naqueles tempos de crise. Já haviam passado por tantos, assim como perderam muitos companheiros e é claro nem sempre as ações foram boas, para encerrar determinados problemas. Faziam o que fosse preciso para salvar vidas, mesmo que algumas das coisas não trouxessem muito orgulho, se fossem vistas pela ótica pura de palavras como honra, verdade e justiça. Nem sempre combateram o bom combate.

Diana se despedia, falando da ausência de muitos dos grandes nomes da Liga da Justiça, ela em partes sentia-se pequena perto daqueles nomes, pois, eram grandes heróis, como grandes fundadores de algo que hoje representava um dos conceitos mais procurados e ansiados por todos, seres superpoderosos ou humanos, Justiça. O problema é Kara por mais instável, direta e “grosseira” que fosse não conseguia aliar ações pesadas, usar a força para obter Justiça. Algo nela a impedia de fazer isso, a querer tal coisa. E um novo conflito se criava em seu interior, sabendo que Diana estaria disposta a sim fazer uso de força para resolver os problemas que os humanos estavam criando tanto para eles mesmos quanto para seres como ela.

O conflito não é entre o bem e o mal, mas entre o conhecimento e a ignorância.
Buda

O maior problema deles no momento, depois daquela clara divisão da opinião e atos dos heróis, era a ignorância. O motivo pelo qual estava sendo atacados de todos os lados, ou mesmo a questão principal, por quem? Kara não conseguia pensar num nome, afinal o que a Liga mais possuía eram inimigos, e a lista era enorme. Qualquer um poderia ser suspeito, contudo, também não poderia ignorar o fato de que o maior problema deles eram os próprios humanos, ou ao menos as autoridades humanas que perderam a confiança neles, assim como algo lhes soprava aos ouvidos coisas ruins, como um bom Demônio rogando maus atos para um mortal.

Quando sua mente começou a pensar no corpo de Grundy, uma mensagem se abrir em seu comunicador, era Shayera lhe falando que iria para Fawcet city resolver um problema. – O que está havendo lá? Nos mantenham informados e se precisarem de reforços não hesitem em pedir, cuidado. – Despediu querendo saber o que estava acontecendo lá. Mal tinham resolvido o problema com Grundy e algo novo surgia.

- Ray, estou indo ver o corpo de Grundy, quero saber como ele será selado, para não causar nenhum problema futuramente. Quando quiserem informações sobre ele, por favor, me contate. Nossa postura será de ficar com ele, até que saibamos exatamente o porquê dos Combatentes terem agido daquela forma. - Falou com Ray Palmer pelo comunicador e saiu daquela sala indo para a Enfermaria, porém, um lado seu relutava em perturbar quem estava se recuperando ainda do atentado a bomba que levou a vida de Lois e acabou estancando num lugar qualquer dos corredores. Lembrar-se dela lhe fazia pensar em Clark. Onde estaria e como estaria naquele momento.

Consequentemente isso remetia ao fato do desarmamento nuclear de nível mundial que ela fizera em meio a fúria da perda de sua amada. E é claro, em como os governantes humanos estavam reagindo a aquilo. Uma sequencia de problema que pareciam não ter solução. Acabou parando em frente a uma grande parede, longe de qualquer pessoa, usando sua visão de raio-x, para visualizar o espaço. Trazia sim muita paz ver aquela imensidão e em parte entendia o porquê seu primo sairá sem um rumo certo pro meio de tudo aquilo. Seria bom fazer o mesmo, mas ela não poderia fugir daquela forma, não depois da responsabilidade que assumiu.

A justiça sem a força é impotente, a força sem justiça é tirana.
Blaise Pascal

Precisava organizar sua mente, e sair do meio daquele turbilhão de pensamentos ruins, e problemas. O que precisava era fazer perguntas certas, para ter as respostas certas. Alguém que poderia lhe ajudar com isso mais tarde seria o Questão. Não conhecia ninguém melhor em teorias do que ele, algum tipo de ligação entre todos os fatos deveria ter, e o que precisavam era de trabalho em equipe, como nunca precisaram ter. Kara não pretendia usar de força física contra qualquer entidade humana, tentaria sim resolver tudo por métodos diplomáticos, e torcia para que não “forçassem a barra” contra a Liga, porém se o fizessem teria de usar todos os argumentos possíveis para limpar a imagem deste grupo dos olhos humanos. Perder a confiança das autoridades era uma coisa grave, mas, perder a confiança dos povos, seria desastroso demais.

O mais necessário agora era sair daquele meio de ignorância, precisavam esclarecer fatos, saber quem estava contra a Liga, no que os Combatentes estavam metidos, como guardariam o corpo de Grundy, achar uma solução para recuperar quem estava preso na Força de Aceleração, saber onde Clark estava e o que fizera com as ogivas, mas, o que faria agora, era tornar a ir para a Enfermaria, ver como estavam lá, assim como conversar acerca daquela situação com outros mais experientes. Tinha em mente que ia precisar da ajuda do Questão e também do Gladiador, alguns itens daquela enorme teia de aranha ele poderia ajudar a solucionar. Lembrava das palavras do Homem Hora, e contava com a ajuda do grupo dele mais tarde, caso fosse preciso, e temia que isso seria sim necessário.


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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Leo Rocha em Qua Out 30, 2013 10:20 pm

Gladiador Dourado, Sandman, Dr. Meia Noite e Ray Palmer:

Gladiador Dourado percebe na fala de Kadabra que o vilão não realizou a invasão ao local sozinho. Ainda caído no chão depois de ser atingido, ele acionou os leitores térmicos de seu visor para identificar o verdadeiro Kadabra entre as cópias. A imagem que seu equipamento mostra lhe fornece a leitura de 4 corpos humanos no local além do seu.
Um era o de Ray Palmer, outros dois entravam pela porta do museu e assim que ele conseguisse, os identificaria como Sandman e Dr. Meia Noite. Michael então dispara contra Kadabra, tentando nocauteá-lo, mas o vilão ergue um escudo mágico a tempo que amortece o impacto do disparo.
O que o sensor de Michael demorou para identificar era que mais uma pessoa estava naquele recinto. Um quinto participante da contenda que agora se aproximava sorrateiramente na direção de Palmer, acertando-o com uma espécie de raio antes que ele pudesse reagir. Ao notar o que ocorria, Michael se vira para o local onde o companheiro estava e descobre quem era o acompanhante de Kadabra..



**************

Sandman e Dr. Meia Noite chegam ao local no momento em que Gladiador Dourado caía vitimado pelos disparos. Dr. Meia Noite se vira para Sandan e diz:

Arrow Eu vou tentar lacrar as saídas, ajude o Gladiador!

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Leo Rocha em Sex Nov 01, 2013 12:39 pm

Estrela Vermelha:

Arrow Bem camaradas não tenho muito tempo antes da minha reunião com a liga,mas os titãs são a prioridade. Vocês dois podem inteirar os outros daquilo que lhes informei,mas eu devo estar aqui para responder as primeiras perguntas. Transporte todos agora mesmo.....e se possível eu gostaria que enquanto um de vocês se foca em rastrear o outro cuidasse disso aqui.Quero saber o que é isso,como funciona e como fazer com que não funcione nunca mais,esse aparelho pode nos ser perigoso se não cuidarmos disso. Façam também uma varredura contra possíveis aparelhos introduzidos enquanto eu não estava aqui e se possível perguntem a oráculo como anda a comunicação com Victor.

Wendy é a primeira a responder, dizendo:

Arrow Eu posso falar com o pessoal enquanto o tonto do meu irmão cuida do dispositivo. Estou iniciando os procedimentos de teleporte e já havia me adiantado a enviar uma mensagem com um resumo do que você havia nos falado.

Arrow Hey, quem você está chamando de tonto? Eu nem vou perder tempo te explicando a minha genialidade... Bom, parece que houve uma quebra de segurança na sua nave impenetrável. Bom, na primeira análise, dá pra ver um logo das empresas Vantage. O proprietário é, nada mais, na menos, que o próprio Vandal Savage. A Liga da Justiça teve um confronto há alguns meses na sede americana da empresa, onde prenderam alguns bandidos como o Pistoleiro, Giganta e Escândalo Savage. Vou precisar de mais tempo para saber como funciona e como inviabilizar que usem de novo. E pra fazer a varredura precisarei de acesso ao seu mainframe central. Só com essa autorização poderei investigar o sistema inteiro. E aí, quem é o tonto?

Arrow Você... E os nossos convidados estão chegando aí neste segundo!

O teleporte materializa o grupo convocado (Mutano, Moça Maravilha, Kid Demônio, Arauto e SuperChoque). Assim que eles chegam, Mutano já inicia a conversa:

Arrow Cara, não tinha uma hora mais tranquila para puxar a reunião do clube? E então, o que está acontecendo realmente Estrela? Você conseguiu contatar Red Robin, Superboy e Cyborg?

Moça-Maravilha é a segunda a falar:

Arrow Soube que você esteve na Coréia do Norte há pouco tempo. Recebi a informação de que Asa Noturna, Robin, Arqueiro Verde e Batgirl estiveram envolvidos em um incidente lá. Você sabe algo sobre isso? Acha que pode estar relacionado?

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Ricardo Sato em Sex Nov 01, 2013 6:35 pm

-Primeiramente bem vindos,Marvin darei o acesso que me pede,só peço que procure por problemas mas não leia os arquivos assinalados porque eles não são meus.
E a nave foi invadida enquanto eu estava longe e com sensores no mínimo,agora totalmente ativa e no espaço seria mais difícil.
Red robin e Superboy estão atuando com a liga,e Cyborg está com os combatentes,acredito que ele esteja sendo forçado de alguma forma...mas até que ele se explique,infelizmente é um de nossos inimigos.
Quanto a Coréia,eu estava lá impedindo o roubo de armamento russo por parte deles,pelo time que me disse só posso supor que era uma missão de infiltração e espionagem para a liga.
Não sei o que eles estavam investigando mas duvido que tenha a ver com o meu problema,Dick não se daria ao trabalho....nunca deu.
Finalmente essa pode não ser a melhor hora mas é a única que temos,os combatentes foram manipulados contra outros metas e a liga está confusa,sobrecarregada e dividida demais pra dar a devida atenção a todos os problemas que caíram sobre eles.
Cabe novamente aos titãs resolver os problemas que ninguém pode ou quer resolver....cabe a nós arriscar tudo novamente,muito depende de nós.
Acredito que Wendy já tenha explicado por alto os problemas que devemos resolver,são muitos e como a princípio não acho que devamos nos dividir demais estou me focando no caso dos vermes.
De qualquer forma perguntem sobre o que tiverem dúvidas agora,estudem os problemas quando eu for e me digam o rumo que acham ser o correto quando eu voltar.....já digo a você mutano que o caso de Cyborg só poderemos resolver quando ele mesmo falar conosco.
Até lá temos outras complicações...e algumas delas já feriram os nossos.
Deixo bem claro também que estamos sozinhos,o governo americano está contra nós,e mesmo que possamos auxilia-los em algo,não estamos subordinados ou agindo lado a lado com a liga.....o novos tempos serão difíceis.
Talvez ainda mais para alguns.....
(enquanto falava seus olhos passaram por mutano e moça maravilha,era óbvio porque ele fitaria Gar,mas antes que Cassandra notasse seu olhar ele fala com ela)
Você deveria ir ver Kara,ela já está um pouco melhor mas não sei quanto.

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Leo Rocha em Sab Nov 02, 2013 11:02 am

Mulher Maravilha:

Andar pelas seções da Sala de Justiça tinha neste momento um novo significado para Diana. Ela sabia que estava iniciando algo que poderia não ter volta, mas sentia que em tempos tão complicados era o melhor a fazer para a manutenção da Justiça no mundo.
As respostas chegam e sua maior preocupação parece ser com Gavião Negro e sua delicada situação junto aos heróis da Liga. Ele e Zatanna haviam manipulado as memórias de algumas pessoas, incluindo a de seu melhor amigo, Ray Palmer, para que este voltasse à vida heróica. Este era um dos motivos que levavam Ray Palmer a se recusar a voltar a vestir seu uniforme neste momento e que geraram o afastamento de Carter do círculo de heróis.
Outra preocupação de Diana era em contar com sua protegida Donna Troy junto ao grupo. Ela precisava de Donna para manter o grupo coeso e focado.
Após as respostas, ela combina a chegada do grupo e vai se preparar para recebê-los.

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Barda, Sr. Milagre, Katana, Artemis, Donna Troy e Cigana já estavam na Sala de Justiça quando o Gavião Negro entrou. Um certo mal estar podia ser sentido, o que evidenciava que o ato de Gavião Negro era de conhecimento dos heróis que pertenciam ao rol de membros da LJ.
Ele os olha com sua expressão de desafio. A mesma que emprega na luta contra o crime e que fazia bandidos experientes questionarem suas escolhas e desejarem estar em suas camas quentes ao invés de no local onde estavam praticando seus delitos.
O grupo de heróis conversava sobre os fatos recentes ocorridos, enquanto Carter se mantinha a parte apenas observando. É nesse momento que chega Diana...


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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Leo Rocha em Sab Nov 02, 2013 11:40 am

Poderosa e Arqueiro Verde:

Karen tentou contatar o laboratório de Ray Palmer para perguntar sobre o corpo de Grundy, mas se lembrou que o ex-elektron havia seguido para o museu do Flash com o Gladiador Dourado.Ela então segue até a unidade de contenção onde está o corpo de Grundy.
Olhando o desmorto, Karen não conseguia parar de pensar em quais seriam os planos do governo americano para ele. Será que realmente poderiam querer fazer o que Homem-Hora havia sinalizado? Será que havia o interesse em criar um exército de Grundys para levar as guerras a um nível cada vez mais absurdo? Era difícil encaixar as peças nesta charada.. Ela agora usava a visão de raio-x e olhava o espaço através das paredes enquanto refletia em como resolver esta crise. Ainda estava parada em frente ao corpo de Grundy, mas enxergava estrelas, cometas e planetas em busca de alguma solução quando ouviu uma voz atrás de si:

Arrow Daqui a pouco ele tá de volta... No nosso ramo ninguém fica muito tempo deitado, não é?



A imagem do Arqueiro Verde novamente no satélite trazia esperança a Poderosa. No entanto, ela repara o quanto o herói parecia cansado e maltratado, mesmo agora com seu uniforme completo e acompanhado da Canário Negro. Dinah exibia uma expressão de alívio por ver o amado vivo, mas também parecia preocupada com as notícias que ele trazia. O Arqueiro conta tudo sobre sua prisão, a libertação pelo grupo de mercenários norteamericanos e a ação junto ao Batsquad, bem como as descobertas feitas no período.

Arrow Tão armando feio pra gente e a gente tá caindo nessa... Tá na hora de juntar o bando e fazer alguma coisa. Você é a nova líder, então lidere o grupo.

Ele falava com seu tom habitualmente charmoso. Ollie sabia como se expressar e deixava nítida sua intenção de auxiliar Poderosa a organizar a equipe e contra-atacar.

******************************

Após os exames, Voodoo ficara relegada a um alojamento no satélite, mas isso a deixava cada vez mais apreensiva. Ela não entendia o que se passava, o que estava acontecendo com ela e tampouco porque a mantinham naquele lugar. O grupo que a resgatou havia partido sem lhe dar maiores explicações. Os heróis que ali estavam se encontravam preocupados demais com seus afazeres heróicos e ela agora pensava em quão louca ela teria que ser para continuar ali.
Com cautela seguiu até a sala do teleporte. Ela não sabia como mexer naquilo, mas uma parte de sua mente direcionou suas ações até que visse a localização para onde a máquina a enviaria: Gotham City.
Ainda sem entender o que estava fazendo, ela apertou o botão e sentiu seu corpo sendo levado para a cidade mais apavorante do mundo.

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Dana em Dom Nov 03, 2013 9:42 pm

Karen acabava detendo-se no meio do caminho lembrando que Ray não estava ali e sim que tinha seguido com o Gladiador para o Museu do Flash. Não poderia contar com a ajuda dele agora, ao que parecia cada qual tinha uma missão a cumprir e ela ainda tinha Diana como uma bela “pedra no sapato”, não queria pensar na conversa que teve com a Heroína minutos atrás, contudo, era difícil não deixar que as palavras dela ressoassem em sua mente.

Foi então dar uma olhada no corpo de Grundy, chegando à sala em que fora depositado ficou observando a grande criatura, que agora jazia ali sem vida, tentando imaginar a desgraça que seria algum dos Governos Humanos terem as células daquele corpo tão poderoso que poderia competir com ela e mesmo com o Superman em uma luta, devido a principal característica, era composto em partes por magia, e os kriptonianos eram vulneráveis e ela, infelizmente.

- Hã...? – Fora pega desprevenida, ouvindo atrás de si uma voz conhecida, era o Arqueiro, ele finalmente aparecia e falava sobre Clark evidentemente. Queria mesmo que ele voltasse, mesmo gerando mais confusão do que já tinham a presença dele sempre lhe inspirava a ser melhor. – Não podemos nos dar este luxo, Arqueiro. Foi a resposta dela, olhando pro estado em que ele estava, cansaço era evidente, junto dele veio a Canário Negro, fiel, como era de se esperar. Espera ele falar e mencionar tudo que havia participado e descoberto, mais problemas e sérios.

- Conseguiram nos dividir, Arqueiro, acabei de ter uma conversa séria com Diana, e me parece que o Sonho que Sandman teve esta se concretizando, ele viu a Liga dividida, heróis lutando entre si e viu muitas mortes. Aquaman já nos deixou com um discurso um tanto quanto dominador, sobre os humanos, e a Mulher Maravilha me parece que agora concorda que se for preciso seres como nós devemos intervir por meios mais... Rígidos, em suas questões. – Havia certo pesar nas palavras dela, Kara não gostava daquilo, não via todas as situações com bons olhos e o peso da liderança era grande sim, e mal tinha começado. – O governo Americano quer o corpo de Grundy, não farei o desejo deles. Não é bom jogá-lo de volta no Pântano, seria o primeiro lugar que iriam procurar. E creio eu que as intenções deles não são as melhores. Eu poderia leva-lo a qualquer planeta e deixa-lo lá, mas, certamente alguém acabaria descobrindo e o pegando, já que temos dos nossos aliando-se aos Combatentes. A melhor opção seria destruir seu corpo, mas, somente o machado de Chayera pode fazer isso. – Aquela opção também não lhe agradava parecia ser cruel demais, ou ela que estava ficando muito mole afinal aquela criatura não era nada mais do que um morto vivo com o poder incrível, não era humano, era um monstro que sempre causava confusão e destruição.

- Vou conversar com ela mais tarde, e ver se ela consegue fazer isso, caso ela se negue eu dou um sumiço temporário nele. Não quero que saia daqui por enquanto. Arqueiro vou pedir a Oraculo o que todos os grupos estão fazendo, ver quem posso auxiliar, para que possamos nos reunir logo. Vocês dois fiquem aqui, vou precisar da ajuda de vocês e do apoio. – Apoio, era isso que ela mais ia precisar naqueles tempos turbulentos, e foi sincera ao mencionar aquela palavra. Ficou olhando para Grundy com o olhar um pouco perdido, mas, logo voltou sua atenção para o casal. – Canário, você sabe como estão Ricardita e Arqueiro Vermelho? – Esperaria resposta dela, e depois ativaria o comunicador novamente, para falar com Oraculo. – Oráculo, é Poderosa, pode, por favor, me dar noticias sobre os grupos que estão em ação agora? Quero saber quem precisa de ajuda imediata. Vou ajudar quem tiver com problemas maiores, para que possamos reunir os nossos o quanto antes no satélite, para uma reunião urgente. – Finalizou a chamada, esperando resposta dela também, junto do Arqueiro e da Canário.

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Administrador em Dom Nov 03, 2013 11:47 pm

Quando Doutor Meia Noite e eu entramos no Museu do Flash, notamos que Gladiador Dourado e Ray Palmer foram emboscados por criminosos locais. Gladiador estava em uma posição vulnerável. Embora ele fosse potencialmente mais poderoso que seu adversário, aquela era uma oportunidade perfeita para um ataque fulminante. Eu julguei que era prudente intervir. Primeiro, eu criei um pequeno tremor abaixo do Trapaceiro para tirar seu ponto de apoio. Desequilibrado, ele não teria condições de atacar o Gladiador com precisão. Em seguida, disparei o arpão de minha pistola para puxar o Trapaceiro até mim. Então golpeei o Trapaceiro com um soco forte o suficiente para nocautear alguém. É claro que teria sido mais simples usar a pistola sonífera para desacordar o Trapaceiro, mas o efeito do gás levaria algum tempo para desaparecer e ainda temos que descobrir o que eles sabem. Toda pressa é pouca levando em consideração a urgência dos nossos problemas. Não será difícil fazer o Trapaceiro acordar depois de uma bela bordoada. Com o gás do sono levaria algumas horas para ele despertar. Vejamos o que está acontecendo no Museu do Flash...

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