DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Convidado em Sab Jan 25, 2014 5:34 pm

Dor!  
era tudo oque Fausto sentia. ter uma alma mesmo que por alguns segundos em conjunto com oque o Sandman havia falado sobre enviar alguem ao inferno como o seu pai fez com que a unica coisa que podia feri-lo viesse atona, June!  saber oque ele havia feito com ela em conjunto com os breves momentos em que ele teve sentimento fez com que ele ficasse fraco, e mesmo tendo seus poderes, não pode fazer nada quando a poderosa o tocou, a poderosa sendo Kriptoniana como seu primo deveria ter supervulnerabilidade quando o assunto é magia, mas mesmo assim tomado pelo terror do que ele havia feito não pode fazer nada, tomou o golpe da super-heroína e ficou semi-desacordado, vagando entre sonho e realidade.
neste momento vislumbrou......

O TERROR



QUEM É VC?

Repetia insistentemente o mago.

frente aquela coisa, um ser pútrido, que parecia sorrir para ele, seus temor se mostrava verdadeiro, em conjunto com os poderes oníricos de Sandman, ele pode fazer uma pequena ligação com oque há de vir sendo ele mais acostumado a magia, pode interagir com o sonho, e ficar aterrorizado com isso


estar debilitado assim faz com que fausto se torne realmente perigoso, escutar tudo, ver tudo, não deixar nada passar, a partir de agora Fausto é uma bomba relógio, poderia sim sair, mas ja que seu plano falhou, ficar na liga era o preciso, era assim que ele poderia dar um passo a mais, descobrir mais sobre a força que o assombrava


Notas: Post editado

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Convidado em Ter Jan 28, 2014 1:46 pm

O encontro entre Combatentes e Justiça Extrema, que se anunciava tenso, confirmava as expectativas:

- Isso não é ufanismo, Diana. Isso é sobre fazer o que é certo.

Diana interrompe Ciborgue e pergunta:

- Fazer o certo??

Ele continua:

- Não podemos nos tornar os juízes do mundo. Isso vai contra tudo que a Liga sempre foi e você, como uma das fundadoras, deve saber disso melhor que ninguém.

- E o senhor presidente dos EUA pode ser o juiz, e vocês, os “oficiais da justiça” dele? – replica Diana, contestando a fala de Victor.

Tio Sam também se pronuncia:

- Trabalhamos muito tempo juntos, mas vocês estão se perdendo. Vocês tem trazido mais problemas que soluções a esta nação e meu dever é protegê-la. Eu sou o espírito da América e honrarei este legado.

- Não vou questionar sua opinião sobre os “problemas que trazemos a esta nação”. Você é o espírito da América... talvez tenha estado muito ocupado olhando apenas para a sua nação, esquecendo-se do resto! Você e seus companheiros defendem os interesses do seu país; nós defendemos A JUSTIÇA. No mundo. No universo. Eis a diferença.

Ray então não se contém:

- Deixa essa fanchona e esse bando de fracassados irem embora com o rabo entre as pernas. Ninguém quer eles em lugar nenhum. Somos nós que o povo quer para defendê-los, então acho melhor vazar logo!

Antes mesmo que qualquer integrante da J.E. reagisse, Magog olha sério para Ray e diz em seguida:

- Nós não viemos aqui pra tripudiar. Vamos fazer nosso trabalho e garantir a todos a segurança que foi perdida pelas trapalhadas deles.

As falam soam como ofensas, e Gavião Negro segura sua maça com raiva enquanto olha para Ray e Magog, dizendo:

- Vocês não conseguirão falar tanta besteira sem os dentes.

A cólera atinge também Máxima, que é a próxima a se pronunciar:

- Ninguém insulta a imperatriz de Almerac!

Donna Troy procura acalmar os companheiros, mas a temperatura do caldeirão se eleva bastante, após a provocação contida nos dizeres de Ray e Magog, que diz:

- Mulher Maravilha, segure seus cúmplices. Não queremos ter que neutralizar vocês... agora.

Diana resolve falar, demonstrando tranquilidade, mas sem perder a postura firme. Ela precisava se utilizar desse expediente para acalmar Carter e Máxima, certamente os de orgulho mais ferido, e mandar o recado aos Combatentes:

- Esperem... por ora. – disse a amazona, esticando o braço na horizontal, à frente dos dois colegas de equipe, mas sem tirar os olhos do grupo oponente. Ela continuou, falando a Magog – Magog... eu não devo dirigir a palavra a você. Minha conversa é com Tio Sam. Não tenho costume de negociar com assassinos... – muda o foco, dirigindo a palavra ao líder dos Combatentes da Liberdade, sacando a Espada de Hefesto da bainha, que se encontrava a sua cintura – vocês precisam se decidir, Tio Sam. Esse garoto, Ray, que não parece honrar seu pai, nem seus dias de Liga da Justiça, e Magog usam um tom desrespeitoso para conosco. Seria uma estratégia para que nossa equipe perdesse o controle, Tio Sam? Você, com certeza, tem uma noção do que nossos poderes, os da JE e os dos Combatentes, combinados, causariam a este lugar. Não acredito que você queira o começo de uma guerra – ou melhor, prefiro não acreditar, apesar dos indícios. Não esqueça que a Sala de Justiça está próxima e as imagens seriam divulgadas, rapidamente, para todo o mundo... e, creio eu, a imagem do seu grupo ficaria um tanto arranhada por ter provocado, pouco depois do extermínio de Grundy,  um conflito desnecessário – até o momento – falou Diana, dirigindo o olhar a Magog nas últimas três palavras, para, então, continuar – só quero lembrar-lhes de que, se esse conflito começar, a destruição será grande. Nós estamos prontos. Para seguir ao nosso novo QG, ou para guerrear. A escolha é sua, Tio Sam.



Diana jogava a responsabilidade nas mãos dos Combatentes, usando contra eles a péssima repercussão que um embate desnecessário provocaria nos oposicionistas e na opinião pública discordante do atual governo estadunidense.

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Nasinbene em Ter Jan 28, 2014 2:26 pm

Kyle se surpreende ao ver aquele borrão passando por ele quando se dirigia à fonte da magia que o havia atingido, mas não demora a deduzir o que ou quem era: Poderosa. Era bastante provável que ela também tivesse sido vítima de quem quer que os houvesse atacado e conhecendo seu temperamento, Kyle percebe não terá tempo de fazer muita coisa ao seu agressor.
Ao chegar a fonte do rastreio, Kyle se depara com a seguinte cena:  Sandman um pouco combalido, sendo auxiliado pelo Arqueiro Verde e uma Poderosa possessa de raiva atirando Fausto a um dos cantos do satélite.
Então, havia sido Fausto o causador de todos aqueles problemas... Kyle já tivera o desprazer de sentir seu toque em uma oportunidade quando estava com Wally e não daria chance para que ele fizesse o mesmo a outros. Sendo um mago, Fausto precisaria de suas mãos e sua voz para entoar encantos. Assim, quando vê que o Fantasma Espacial, a Mestre Judoca e Jade (graças aos céus ela estava bem, fora apenas um truque cruel de Fausto, fazê-lo pensar que esta já havia morrido) se oferecem a escolta-lo à cela de contenção, Kyle vai até eles e diz:

- Um momento pessoal. Só prender esse canalha não adianta. Temos que garantir que ele continue preso e acho que posso ajudar quanto a isso...

Kyle cria então sobre Fausto um construto que permitia apenas que este respirasse, mas impossibilitasse de emitir qualquer som. Sobre seus ombros, um imenso construto imitando metal terminaria em luvas que não permitiam a Fausto qualquer movimento, mesmo dos dedos. Era impossível ao Mago se libertar sem ajuda  e mesmo com ajuda este sofreria graves danos físicos. Quando este estivesse preso, Kyle se aproximaria e diria:

- Sei que está me ouvindo, cachorro... Eu devia esmigalhar cada osso do seu corpo, mas como deve saber não trabalhamos assim... Se mexer com minha cabeça de novo, cara... Te solto em uma das luas de Saturno e vejo o que acontece... Tirem esse cara da minha frente, galera antes que eu me arrependa...

Quando estes estivessem passando, Kyle toca suavemente o braço de Jade e diz:

- Eu... fico feliz que esteja bem... Por um momento, esse cretino me fez acreditar... que você tinha morrido. Só me prometa que vai se cuidar, ok?

Kyle então se dirige ao Besouro. O pobre garoto era novo nisso e era provável que ainda estivesse um pouco assustado...

- Cara, você está bem? Espero que meus "Dhalsins" tenham ajudado de alguma forma... Agora, venha... Acho que a Poderosa vai querer saber o que encontramos na Índia...

Era hora do restante da Liga saber sobre a tecnologia que tinham enfrentado na Índia. Precisariam estar prontos pra tudo...
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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Convidado em Qui Fev 06, 2014 3:07 am

Estou ajudando Sand a se levantar quando Karen acaba logo com a situação. A garota é durona, e pela raiva na voz dela, podia jurar que o Fausto ia levar mais umas porradas. De qualquer forma, tudo acaba de forma rápida e vejo Kyle chegando na sala. Bom ver o garoto e por um momento quase dou um aceno quando lembro de ser profissional.

Fica decidido que Fausto será levado para as celas de detenção. Assim que Sand questiona a segurança do satélite (com razão, devo dizer) e Poderosa levanta a hipótese de que avisaram pra ele das defesas do satélite, algo estala na minha cabeça.


ARQUEIRO VERDE:  Poderosa, tem algo que precisa ser decidido. Acho possível que você esteja certa e que tenham avisado Fausto das nossas defesas. Sabemos muito bem quem pode ter avisado Fausto e mandado ele atrás do corpo de Grundy. Nós sabemos se ele está com a Mulher Maravilha? E o mais importante, se ele estiver, o que faremos quanto a isso?

É, Ollie. Já se preparando pra guerra? Pensando em como poderia usar Fausto para melhor proveito quando a hora do confronto chegar? Tempos sombrios...

Vou comunicando essa preocupação para Karen enquanto voltamos à sala de controle e lá, recebemos essa longa transmissão do Gladiador Dourado.

E aí outra coisa estala na minha cabeça.

Eu nunca me relacionei muito com o Gladiador Dourado. O cara não é exatamente da minha época com a Liga. Prova disso que ele não me deixou, naturalmente, nenhuma mensagem. Sempre fui um pé atrás com o cara, principalmente depois das propagandas na televisão. Mas tem um motivo pra gente como o Gladiador estar entre nós. Esse vídeo era a prova definitiva, o testamento de um herói.

O que mais me chama a atenção, apesar de tudo, é o fato de que o Gladiador grava mensagens de despedida tanto para Diana quando para Karen. Não sei quando o cara partiu nessa missão louca, mas se ele sabe da tensão entre as duas, ele sabe que há coisas maiores que uma disputa. Coisas que vivemos que sobrevivem a discussões e brigas. E é então que eu começo a acreditar, honestamente, pela primeira vez desde que fui preso na Coreia, que as coisas possam acabar bem. Que no fim, a Liga vai acabar bem.

Por um momento, eu conheci o verdadeiro Gladiador Dourado. Mesmo esse sendo uma espécie de vídeo de derrota, ele me inspirou. Por um momento, é o bastante.

(E eu mentiria se dissesse que ver alguém sacaneando o Guy não trouxesse um sorriso no meu rosto toda vez.)
(Queria que todos tivessem prestado atenção na cara da Dinah quando ele mostrou o dedo pro safado.)

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Administrador em Qui Fev 13, 2014 10:53 pm

Não fosse pelo presteza do Arqueiro Verde, eu estaria prostrado no chão agora. Ainda é difícil acreditar que Fausto controlou os meus poderes tão rapidamente. Eu passei décadas em uma câmara de contenção como um "Monstro de Areia". Retomar a forma humana foi um processo árduo. No entanto, Fausto fez isso em questão de minutos. O feito de Fausto é inacreditável, especialmente, pelo fato de estarmos em um satélite. A distância da crosta terrestre tem o costume de afetar meus dons terrestres.
No espaço, certamente, não é possível gerar abalos sísmicos ou jatos de lava. Por esse motivo, eu tomei cuidado para não abusar do meu poder enquanto estivesse na Torre de Vigilância. Ativei apenas a minha intangibilidade, mas não adotei as propriedades da areia, pois não seria fácil reconstituir meu corpo longe da litosfera. É o meu elo com a Terra que abastece meu poder. Mas isso não fez diferença para Fausto. Ele correu o risco de se tornar uma poça arenosa e inerte. Eu creio que ele não tem consciência da sorte que teve.

- Obrigado, Arqueiro! Já estou me sentindo melhor. Certamente, você tem coisas mais importantes para fazer do que socorrer um pobre moribundo como eu.

Não quis ser rude com o Arqueiro Verde. Pelo menos, não era a minha intenção. Mas o incidente com Fausto não me deixou com um bom humor. Como representante do Parlamento das Rochas, eu me tornei mais do que um mero mortal. Por esse motivo, eu acabei me esquecendo das vicissitudes da condição humana. Fausto me mostrou que ainda sou vulnerável e que a morte ainda é uma possibilidade para mim. Agora ele é problema da Poderosa. Fausto irritou as pessoas erradas. Teria sido mais simples pedir a nossa ajuda, mas o bruxo insolente tinha de nos atacar. Perdemos um tempo precioso com Fausto. Tempo que poderia ter sido gasto para evitar os desastres iminentes. Pensando nisso, eu me coloquei a disposição da Poderosa. Considerando os problemas que estamos acumulando, era um bom momento para somar esforços.

- Poderosa, eu estava pensando em ir para Fawcett. Tem algo naquela cidade perturbando a estabilidade da natureza. Sinto a desordem através do meu elo com a Terra. Mas se precisar da minha colaboração... ...ficarei do seu lado.

A causa da Poderosa tem a minha adesão, mas um embate com a equipe da Mulher-Maravilha só transformaria o meu pesadelo em realidade. Eu julguei que seria possível encontrar uma solução pacífica para resolver as divergências ideológicas entre os membros da Liga da Justiça. Mas a Mulher-Maravilha fechou as portas para qualquer tentativa de diálogo quando reuniu a Justiça Extrema, um grupo dissidente da Liga. Para piorar, ela enviou Fausto aqui para reaver o cadáver de Grundy e comprometer as defesas do satélite. Se ela tomou tal decisão, é porque deixou de nos ver como aliados, o que não é uma boa notícia. Eu gostaria de saber o que Poderosa está tencionando fazer a respeito. Ela adiou sua decisão final para assistir a mensagem que o Gladiador Dourado deixou para ela.
A mensagem do Gladiador Dourado era na verdade uma despedida. Vejo que julguei mal o Gladiador Dourado. Anteriormente, eu não considerava o Gladiador Dourado um herói digno de figurar entre os membros da Liga da Justiça. Mas ele provou que eu estava errado. Ele está disposto a sacrificar a própria existência para corrigir as falhas na linha do tempo. Eu espero que o sacrifício dele inspire a Poderosa e que ela tenha sabedoria para encontrar uma alternativa que não envolva a guerra.

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