DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Leo Rocha em Sex Jan 03, 2014 12:21 pm

No Satélite da Liga da Justiça:

Fausto sabia que o alarme que soara simboliza o aumento do nível de dificuldade que teria em sua missão. Ele não queria ferir os heróis ali presentes, mas estaria enfrentando alguns dos seres mais poderosos do planeta e não podia se dar ao luxo de brincar. Ele então conjura armadilhas ligadas ao reino das sombras para atrasar os heróis enquanto busca segue a energia residual deixada pelo corpo de Grundy. A energia era fraca, o que simbolizava que restava pouco tempo para que ele pudesse cumprir seu intento.
Ele conjura uma voz que é ouvida por todos os heróis presentes:

 Arrow Por favor, não interfiram. Isso pode salvar o mundo e as realidades místicas. Eu cuidarei do grundy e impedirei mais atrocidades. Vocês já destruíram universos de mais. Vocês não sabem nem se recordam, mas o mundo espiritual nunca mudou. a voz ainda é a voz, a presença ainda é a presença e a mão ainda é a mão. Eles lembram. As crises e destruições que vocês causaram, mataram universos inteiros e acabaram com realidades, mas, eles ainda lembram e não vou deixar que o egoísmo de vocês destruía mais um universo inteiro. não quero machuca-los mas estou pronto para fazer o que for preciso para não deixar as forças das trevas subjugarem o mundo mais uma vez por culpa de vocês

*******************************

Sandman havia se despedido de Poderosa e estava quase acionando o teleporte quando ouviu o alarme e, na sequência, a voz. Ele sabia que obviamente aquilo significava problemas, mas estava confiante no potencial da equipe, principalmente após a fala de Poderosa. Ele sabia que a atual líder da Liga da Justiça tinha plenas condições de coordenar a equipe, mas, e se o invasor fosse muito mais poderoso do que eles esperavam? E suas reais intenções?
Sandman se encontrava dividido. Ele sabia que os fatos que ocorriam em Fawcett poderiam ser tão importantes quanto os que agora emergiam no satélite, ele tinha que escolher qual iria priorizar.
Em sua mente, passa um flash da Mulher-Gavião partindo indignada com a indiferença que ele demonstrara quando ela pediu ajuda para ir a Fawcett. Seu coração bateu um pouco fora do compasso, mas ele não admitiria isso.
Ele sabia que em pouco tempo, as defesas automáticas do Satélite iriam bloquear os teleportes até receber a informação sobre a contenção da ameaça. Isso lhe dava pouquissimo tempo para uma escolha difícil: Seguir para o combate em Fawcett ou ficar e lutar no satélite.

*********************************

Kyle Rayner não hesita. Ao ouvir o que estava acontecendo, ele se lança pelos corredores em busca do invasor. No entanto, em um deles é pego pela armadilha de Fausto. Ele se vê em um lugar escuro, com aspecto desolador e ao mesmo tempo familiar. Ele caminha com atenção esperando encontrar algum inimigo quando encontra:



Uma voz conhecida surge dizendo:

 Arrow Por que você não me salvou Kyle?

A voz de Alexandra soava clara e ao mesmo tempo lhe feria. Ele sabia que não poderia ser ela. Ela estava morta, mas estava de volta. Como?

Ele olha para o lado e vê a cena: Major Força prestes a tirar a vida de Alex. Ele não estava lá. Não sabia como agora os via, mas isso não era possível.



Olhando em volta, ele vê caídas no chão Donna Troy e Jade. As duas estavam acorrentadas e ensanguentadas. Major Força diz:

 Arrow Não se preocupe, elas serão as próximas...

O barulho do pescoço quebrado de Alex doí mais uma vez em seu coração. Kyle sente o sangue ferver e nesse momento nada mais importa além de deter aquele vilão.

***************************************


Karen voava pelos corredores atrás do invasor, quando foi pega em uma das armadilhas. Ela então se viu na velha Krypton. Seus país e tios estavam caídos em frente a ela enquanto soldados do alto conselho tentavam destruir toda a tecnologia que permitira a viagem para escapar do planeta antes de seu fim. Ela se vê ainda uma criança do lado do bebê Kal El e sente que é a única defesa que a criança ainda tem. A voz do soldado soa fantasmagórica e ao mesmo tempo familiar quando diz:

 Arrow Você não é digna de usar o brasão deles. Você renega tudo que é e o que eles representam. Você nem deveria existir pois todos os mundos em que habita são destruídos. Isso será corrigido hoje!

8 soldados armados a encaram. O líder deles sorri ao dizer as palavras...

******************************************

Fausto havia conseguido uma vantagem, alguns dos heróis haviam caído nas armadilhas e ele conseguia distância dos demais. No entanto, os drones de combate aparecem na sua frente. Ele conta 12, mas pode sentir que há mais na base. Eles investem com eficiência, avaliando formas de deter o oponente e ele precisa passar por ele para chegar a Grundy.

*******************************************

O Red Robin corria pelos corredores. Ele estava com a cabeça cheia de tantas informações e incêndios a apagar. Ele tentava entender porque Dubbilex estava congelado e porque queriam roubá-lo. Queria entender o que estava acontecendo e onde estavam Elektron e Superboy. É nesse momento que ele encontra o Arqueiro Verde e o Canário Negro. Dinah é a primeira a falar:

 Arrow Roy acabou caindo em alguma espécie de buraco negro. Os corredores estão cheios deles. Muitos dos heróis também foram sugados. Isso só pode ser magia.

OS três poderão seguir juntos ou separados. Caso sigam juntos em direção ao local apontado por Homem-Hora como localização do invasor, encontrarão Fausto enfrentando os drones. Caso sigam diretamente para o local onde Grundy está encontrarão outro panorama....

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Leo Rocha em Sex Jan 03, 2014 12:34 pm

Mulher Maravilha e Justiça Extrema:


Antes:


 Arrow Às vezes é necessário lutar pela paz, Ares.

O deus da guerra ri sarcásticamente e diz:

 Arrow Eu adoro quando vocês dizem isso! Realmente adoro!

 Arrow Quer dizer, então, que você nega ter qualquer relação com os acontecimentos nas terras mortais? Então, que forças nefastas são essas por trás de todos os fatos? Por que tal onda de ódio se espalha tão rapidamente? Por mais que diga que não tenha culpa do que ocorre, não confio nos seus ardis... por ora, seus esclarecimentos me são satisfatórios, mas não pense que deixarei de desconfiar da sua ingerência nisso tudo.

Ares a olha por um instante e diz:

 Arrow O ódio sempre esteve lá. Alguém apenas resolveu trazê-lo mais à evidência e tem feito um ótimo trabalho com sua ajuda.

 Arrow Ó, Grandes Zeus e Hera, uma vez que Ares diz não ser o responsável por tais ocorridos... o que acontece no mundo dos homens?? Quem é o causador de tamanha discórdia?? Que força nefasta é essa que arrebanha os humanos e os meta-humanos? Que Palas Atena me dê a sabedoria necessária para encarar este adversário vil!

Hera responde dessa vez:

 Arrow As forças que se movem são muitas e algumas são tão antigas quanto nós, mas o que as movimenta e o que as tem dado vantagem sobre vocês é aquela força que você jurou proteger: a humanidade.

Com essas palavras, o diálogo é encerrado e Diana se vê novamente em seus aposentos na Sala de Justiça.
Ela então segue para a sala de comunicação....

**********************

Depois:

Diana e os membros da equipe recepcionavam os novos convocados: Safira Estrela, Metamorfo, Grace Choi, Máxima e Devota.
A equipe finalmente estava formada quando o sistema de comunicação soa com a mensagem do governo dos EUA:

 Arrow Mulher Maravilha, você e sua equipe demonstraram hostilidade com relação a esta nação que os acolheu durante anos. Estamos solicitando que deixem o território em paz ou seremos obrigados e conduzí-los para fora do país. Os Combatentes da Liberdade já se encontram do lado de fora de sua base para escoltá-los.

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Convidado em Sex Jan 03, 2014 1:26 pm

O tempo estava acabando.  Já sentia o espírito do Grundy deixando seu corpo.

pare invasor, você está em zona restrita e privada,  contamos com sua colaboração ou seremos obrigados a te parar não importam os meios

Drones, alguns tinham a aparência do Super isso lhe deixou mas atento pois era possível que como o próprio super fossem muito fortes

e agora essa!  ótima armadilha,  seres sem alma mais difíceis para que eu derrote,  será que o sistema desse lugar conhece minhas fraquezas?

dizer isso em voz alta foi a única reação inicial que um homem sem sentimentos poderia ter,  ele não tinha medo, apenas o senso do perigo e do dever

contra eles minhas rajadas de energia seriam eficazes porém não posso me dar ao luxo de desperdiçar energia,  só que os teletransportes tecnologicos já devem estar parados,  devo seguir o plano e usar oque me resta de energia para me teleportar.

ele só tinha um jeito de não usar uma grande quantidade de energia,  usando magia para elevar suas capacidades físicas ao limite e abusando das técnicas de combate mimetisadas do batman, absorver conhecimento do Batman aquele dia o fez conhecer a escuridão e o medo pela primeira vez?, e hj era necessário recorrer a ele,  ele não contava a ninguém,  mas sempre que absorvia alguém uma parte dessa pessoa ficava dentro de si,  muitas vezes lutando para tomar o controle

o personagem irá  investir contra os drones usando as tecnicas absorvidas do batman decorrentes de um de seus ultimos encontros com o morcego,  o objetivo não é atacar os Drones e sim fazer que eles se ataquem por meios de técnicas evasivas e tentar continuar em direção ao Grundy,

Caso a ação não seja bem sucedida e eu seja Obrigado a usar magia irei inserir dentro de um dos Drones um tanto de magia dando a ele um pouco de "alma" e o usarei para atacar os demais como se fosse um vírus zumbi usarei para isso as artes necromanticas para a criação do vírus e a espiritual para inserir "alma" na criatura "inanimada"

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Administrador em Sex Jan 03, 2014 5:23 pm

Embora eu tivesse interesse nos eventos que ocorrem em Fawcett, deter a invasão no satélite da Liga da Justiça era uma prioridade, pois era sinal de que o conflito entre super-humanos começou antes do esperado. O satélite é nosso último bastião. Portanto, tamanha afronta não ficará impune. De acordo com o sistema de monitoramento, a invasão ocorreu na ala da enfermaria, onde o corpo de Solomon Grundy está sendo mantido. Coincidência? Eu creio que não! Provavelmente, os militares enviaram um de seus agentes para recuperar o cadáver de Grundy.
Mas não deixarei que isso aconteça! Como não estou familiarizado com a planta do satélite, acessei o sistema para visualizar a forma mais rápida de chegar na enfermaria. Felizmente, eu sou constituído de silício. Por ter a habilidade de atravessar o silício, chegarei na enfermaria rapidamente, já que esse material está presente em quase toda a estrutura do satélite. Com minha intangibilidade, estarei lá em tempo de deter o inesperado invasor. Só não pensei que encontraria um feiticeiro no local.
Enquanto o intruso estava ocupado com os drones, eu mergulhei no chão para ressurgir atrás dele. Então agarrei seu pescoço com o braço esquerdo e com o braço direito apontei minha pistola para sua cabeça. Com o alvo rendido, eu solicitei respostas.

- Você tem cinco segundos para contar sua história! É melhor aproveitar a oportunidade antes que eu te coloque para dormir! Apesar da sua natureza mística, eu estou certo de que seu corpo tem as mesmas necessidades de qualquer receptáculo mortal, inclusive, o sono. Nem pense em usar sua magia em mim. As consequências não seriam positivas para você. Certa vez, Mordru usou magia do caos para despertar minha antiga forma de Monstro de Areia, um ser monstruoso que não distinguia aliados de inimigos. Esse é o efeito desagradável que a magia caótica tem em mim, o que pode muito bem se voltar contra você. Então é melhor não tentar truque algum! Agora você nos deve algumas respostas! Colabore se não quiser problemas! Quem enviou você para cá? Os Combatentes da Liberdade? Saiba que não há escapatória! O satélite foi totalmente selado! Não há mais modo de teleportar daqui, nem mesmo por meio de magia! Uma coisa é entrar aqui sem ser convidado, outra coisa muito diferente é sair!

Pelo que eu notei nos muitos confrontos que tivemos com Mordru, toda magia é fornecida por duas fontes distintas de energia mística: a Ordem e o Caos. A julgar pela bagunça que esse sujeito causou no satélite, eu diria que a magia dele é alimentada pelo caos. Então não existe risco dele conjurar um feitiço ordeiro. Só existiu um mago capaz de usar os dois tipos de magia. Seu nome era Hector Hall. Em sua última encarnação, Hector renasceu como filho de Rapina e Columba, respectivos representantes do Caos e da Ordem, o que lhe deu controle das duas vertentes conhecidas. Portanto, eu sei que esse indivíduo não tem como conhecer magia da ordem. Para o bem dele, eu espero que ele não me ataque com magia do caos. Não responderei por meus atos se isso acontecer! Literalmente não!

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Ricardo Sato em Sex Jan 03, 2014 11:45 pm

Leonid aguarda em silêncio o apoio e as informações extras que cada um proferiu,somente após ele responderia.
Sentado em uma cadeira sustentando o rosto com as duas mãos de dedos entrelaçados e os braços se sustentando sobre as pernas ele suspira e fala em tom compenetrado.


Realmente isso parece tão insuspeito que se torna a coisa mais suspeita que existe,estou de acordo com a mudança.
Kid vai para a equipe de apoio,Moça maravilha,Ricardita e eu entraremos como participantes e Mutano como um pequeno lagarto ou algo do tipo.

Todos terão equipamento furtivo de gravação,Wendy e Marvin protejam esses equipamentos contra qualquer interferência,se algo der errado quero provas irrefutáveis de que nossa atuação foi inevitável e comedida.

Será uma reunião longa,Cassandra,leve contigo um sensor de análise portátil e consiga amostras da comida e bebida disponível as pessoas.
Temos de ter certeza de que não há nada na comida,já que não sabemos como são introduzidos os vermes não podemos descartar ovos na comida ou drogas psicotrópicas.

Consigam um sensor diferente para Ricardita,se possível em um óculos ou lente,preciso que esse sensor rastreie formas de energia diferentes e se possível dna,quero que ela se certifique de que os palestrantes e principalmente algum apoiador que esteja discreto nos bastidores não sejam aliens ou monstros.

Se não for possível fazer isso a distância consiga uma luva,duvido que eles se neguem a um aperto de mão,conto com sua perspicácia para identificar suspeitos.

Mutano,faça uma varredura no prédio em busca de qualquer risco em especial biológico ou energético que esteja escondido,creio que Milagre pode saber os equipamentos de que vai precisar.

No mais se ninguém tiver outras idéias vamos em frente.


Leonid aguarda uns instantes até que tudo seja dito,então ele segue para a enfermaria,toma Kara nos braços e a leva novamente para fora da nave,dando tempo para que todos se preparem e mantendo comunicação aberta caso precisem dele.

Cerca de uma hora antes das 17:00 ele retorna,vai aos seus aposentos e toma um rápido banho,ao sair por sobre o uniforma ele veste uma camisa larga,uma jaqueta fechada com capuz dos Bulls calças largas óculos escuros e um boné sobre os cabelos.

Pegando seu equipamento de escuta ele se volta a todos e fala rapidamente antes de ativar o teleporte.


Chegou a hora,Mia precisa de liberdade,então Cass fique mais perto de mim,Wendy mantenha cuidado extra com Gar e Gar...não deixe de pedir auxílio se precisar.

Equipe de apoio se prepare para agir de imediato se preciso....boa sorte camaradas e finalmente Titãs juntos.



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Mais tarde Estrela se senta  e logo depois Cass está ao seu lado dizendo que as amostras estão sendo analisadas,mas logo os manifestos começam.....
Leonid os compreende mas não entende,a dor deles era tão parecida com a sua,havia perdido tanto..tanto,talvez mais que qualquer um ali.
Mas mesmo a dor sendo a mesma ao final de cada relato ele sente outra dor,eles buscavam um culpado e culpavam a todos sem distinção,culpavam a todos diferentes deles por menos que fossem.
Perdera tanto por eles mas nunca os culpou,sabia que a revolta deles era válida,mas em nenhum momento o simples fato de que muitos mais não estariam aqui sem heróis era falado.
Mas assim eram os homens,a dor sempre é maior quando próxima,é um pequeno egoísmo que todos tem,assim como a necessidade de se segregar em grupos,tanto a Liga quanto seus opositores dividiam-se entre "Metas" e "humanos" não......

De repente chega a vez de Harold,sua história segue a linha das outras,talvez um pouco mais polida e sentimental pelas diversas vezes em que foi repetida,mas até ai nada demais...até aí.
E então o inferno ou seria melhor dizer o céu?...se abre e é preciso agir.

Leonid ergue suas mãos de súbito assim que o teto se abre,ele bate as mãos e libera um pulso de enorme calor acima das cabeças das pessoas.
A onda deveria ser o suficiente para incinerar a maioria dos vermes,os que não fossem destruídos teriam de lidar com a temperatura ascendente com uma massa ridiculamente menor que a de humanos provavelmente secando no processo.
Mesmo que fossem resistentes ao calor a onda inicial destruiria vários,e a pressão gerada pelo ar quente os jogaria para as paredes longe das pessoas que assistiam das cadeiras no meio da igreja.

Leonid então começa as ordens.


Moça maravilha,nosso anfitrião mostrou sua real face,não deixe que fuja,seu laço não se quebra não é mesmo...

Ricardita,impeça a fuga...ou a entrada dos amigos dele.

Kid,Mutano entrem e protejam os civis,superchoque e soviete protejam o perímetro e se certifiquem de que não há nada sobre nós despejando vermes...se houver neutralizem.

Arauto mande apoio para dentro ou para o perímetro como for mais apropriado e use um portal para capturar alguns vermes e joga-los em um recipiente hermeticamente fechado,talvez mutano possa entender como eles funcionam mais tarde.

Ravena,no satélite me disseram que os vermes apenas amplificam os sentimentos negativos,sei que não é do seu agrado mas absorva e dissipe o ódio e o medo das pessoas,depois comece a teleportá-los para um lugar seguro,não dê nada para os vermes trabalharem.

Se precisar use Kid,a nave e arauto para ajuda-la no transporte,quanto mais rápido melhor.


Leonid esperava que Marvin e Wendy usando os transportadores,além de Ravena,Arauto e Kid conseguissem retirar todos em segurança antes dos vermes entrarem.
Se ainda assim alguns fossem dominados ele elevaria a temperatura ao ponto onde ninguém que não tivesse o preparo de Mia ou fisiologia sobre-humana desmaiaria e depois iria livra-los dos vermes.
Como isso ele podia fazer sem esforço algum ele estaria preparado caso tivesse de combater inimigos mais perigosos,embora esperasse não ser preciso...não havia como os monstros saberem do ataque...havia?

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Dana em Sab Jan 04, 2014 11:10 pm

Ela sabia que ali em algum lugar haveria algum de armadilha, fora apressada pelos corredores a procura do invasor, quando ouviu o alerta do mesmo ecoar pelo local, como uma mensagem telepática, acusando todos ali de terem destruído realidades demais, falando em atrocidades, e os chamando de egoístas. Seja lá quem fosse ele, ela queria uma coisa, acertar ao menos um soco na cara dele.

Ela entrou em algo escuro, semelhante a um buraco negro, e lá achou algo estranhamente e porque não dizer sombriamente mórbido. Estava presa em um lugar que parecia sua velha e querida Krypton, seus pais e seus tios estavam caídos e soldados do Alto Conselho tentavam destruir o que eles tinham criado em tecnologia que iria permitir a viagem para escapar do planeta antes da explosão. Isso por si só deixou-a nervosa.

E não era nada bom deixar Poderosa, assim.

Estava posta como uma criança, lembrando vagamente de si mesma assim, ainda pequena, parecendo indefesa, e com os olhos diferentes, olhos de uma criança, a qual ela não pode ser plenamente, isso lhe foi negado, também. E mesmo assim, ainda pequena ali ela parecia ser a única defesa de Kal El. Ouvia agora um soldado falar e as palavras dele foram como estacas no peito dela.

Não conseguiu lembrar-se de quem era a voz, pois lhe soou familiar, já que acabou centrando-se no que ouvia, não era digna de usar o brasão deles, o famoso “S” que estampa o uniforme dos kriptonianos, e as palavras pioravam dizendo que ela renegava tudo que ele representa e o que eram. Todo planeta que ela habitava acabava sendo destruído e aquilo seria consertado naquele dia, agora. Apontavam as armas para ela criança e para o bebe Kal El.

Kara cerrou os punhos, e seus olhos ficaram com uma perigosa tonalidade vermelha. Como diabos sairá da Sala da Justiça e fora parar em seu antigo planeta, acabando por ser ameaçada e o pior, deixando que ameaçassem a vida de seu primo, a quem ela tanto amava? Seja lá quem fosse o autor daquela brincadeira maldita, ia pagar caro. Não disparou sua visão de calor, fechou os olhos por alguns segundos, e quando os reabriu usou sim sua visão de raio-x e sua super audição. Se aquilo tudo fosse real, haveria batimentos cardíacos, coração batendo, pulsação, respiração, qualquer elemento que indicasse que eles eram de verdade.

Claro que ela não iria esperar que o pelotão atirasse nas crianças, sendo real ou não ela agiu em defesa delas, primeiro, não por ela, por ele. Ele era a prioridade, ela deveria cuidar dele, e acabava dando-se conta, por causa do inimigo que não estava fazendo, mas, era um erro o qual não cometeria duas vezes. Primeiro destruiria as armas deles com sua força e velocidade. Se fossem reais teria um pouco de tempo desperdiçado, caso contrário, passaria dali até o verdadeiro inimigo.



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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Convidado em Dom Jan 05, 2014 10:18 am

Tim corria o mais rápido possível.

Sentia a adrenalina deixa-lo mais desperto, a cada passada que aproximava-se do lugar. Tinha ainda que se preocupar com Tumulto, precisava saber o status de Conner e de Ryan. E o pior, sua cidade precisava dele. O idiota do Damien precisava dele.

Repentinamente, ele para de correr ao ver Fausto lutando contra os droids de treinamento, cerrando levemente o olhar. Logo, Dinah e Oliver surgiam ao seu lado, acompanhados do diagnóstico de Dinah.

Odiava magia. A odiava com todas as forças. Por que Fausto queria o corpo de Grundy?

Precisava agir rapidamente, tendo em vista que as coisas estavam esquentando rápido demais. Logo via Sandman surgir do solo, tentando agarrar Fausto.

- Amigos, por favor... Ajudem-no a deter o Fausto, ele vai precisar de ajuda. Fausto costuma ser... Complicado. Vou até o corpo de Grundy para garantir que ele esteja a salvo. Detendo Fausto, Roy e os outros vão ser salvos também – Era estranho pedir para que Dinah e Oliver fizesse algo por ele, mas não havia tempo para elaborar um plano. E Dinah seria imensamente útil contra Fausto. Além do fato que os dois juntos trabalhavam bem demais. Ao seu ver, era o mais sensato a se fazer.

Sem deter-se para esperar por resposta dos heróis, Tim tenta esgueirar-se do combate, passando por Fausto o mais rápido e imperceptível possível... Aproveitando que Sandman e os drones estavam em cima dele, no mínimo sua atenção estava completamente voltada ao combate. Precisava chegar logo ao corpo de Grundy, para garantir sua segurança.

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Leo Rocha em Sex Jan 10, 2014 1:06 pm

Gladiador Dourado e Rip Hunter:

O topo da torre da Lexcorp foi o ponto mais alto encontrado por Michael para aterrissar. Assim que descem, ele e Rip coordenam as ações: Rip cuidaria do maquinário e Michael iria investigar o lugar. Skeets a essa hora estaria pesquisando a atmosfera, pelo menos era o que Michael esperava...
Olhando no horizonte, eles avistam aves mortas voando. Elas não fazem muito caso deles. Seguem seu curso normal. De cima a cidade se torna mais assustadora quando os dois percebem que tudo em volta é ruína e decrepitude. Rip respira fundo ao ver o quanto aquilo afetava Michael e diz:

 Arrow Nós podemos impedir isso. Apenas precisamos nos concentrar.

**********

Michael desce as escadas do heliporto e chega ao andar onde ficaria o escritório de Luthor, ou uma versão futurista dele. Na verdade, Michael percebe que toda a torra mudou e se tornou algo mais parecido com uma fábrica dentro de um bunker. Lex sempre fora paranóico e arrojado tecnologicamente, mas ele deveria estar morto nesse tempo e ainda assim a torre estava lá. Quase do mesmo jeito que a conhecia, só que com algumas melhorias. No futuro de Michael, Lex já estava morto, mas teria herdeiros? Elel não lembrava. Nunca fora bom em história. Era apenas o vigia idiota do museu... Ele se recriminava por não ter prestado atenção quando percebeu que um prédio Luthor seria a última coisa a cair em Metrópolis. E se esse se mantinha operacional, era porque alguém ainda o usava.
Esse pensamento passava pela sua cabeça quando um laser o atingiu, arremessando-o contra a parede. Na sequência, ele nota um grupo de robôs se aproximando. Eles apontam para ele. Na cabeça, enquanto ruídos estranhos são ouvidos de seus processadores. Michael se prepara para reagir quando ouve uma voz metálica e inflexível:

 Arrow Essa forma de vida não parece ter sido contaminada ainda. Interessante... Eu sou Brainiac. Pelo meu banco de dados, você deve ser o Gladiador Dourado. Porém, você desapareceu há séculos. O que está fazendo aqui?



Em seguida, um outro robô desce com Rip Hunter. O automato informa que o encontrou no telhado com dois veículos. Rip se mantém calmo e olha para o Gladiador como se pedindo que ele não faça nada precipitado.

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Convidado em Sex Jan 10, 2014 3:27 pm

O grupo Justiça Extrema, dissidente da LJA, estava praticamente formado. Safira Estrela, Grace Choi, Metamorfo, Devota e Máxima, a imperatriz de Almerac, aliavam-se aos já confirmados Artemis, Major Desastre, Acrata, Gavião Negro, Donna troy, Cigana, Detonador, Katana, Justiceira e, logicamente, Mulher-Maravilha. Logicamente que todo auxílio seria bem-vindo, e Diana ainda esperava alguns novos membros. No entanto, no momento, ela dava as boas-vindas aos cinco:

- Carol, Rex, Grace, Máxima e Devota. Obrigado pela aceitação do convite. Nossa ação demanda as melhores adições possíveis. Sejam bem-vindos.

Assim que os apresentou aos demais integrantes, o sistema de comunicação da Sala de Justiça soa. Era o governo dos EUA:

- Mulher Maravilha, você e sua equipe demonstraram hostilidade com relação a esta nação que os acolheu durante anos. Estamos solicitando que deixem o território em paz ou seremos obrigados e conduzi-los para fora do país. Os Combatentes da Liberdade já se encontram do lado de fora de sua base para escoltá-los.

Os membros da Justiça Extrema se entreolham, ao que Diana, ao desligar o canal de comunicação, vira-se para seus companheiros e diz:

- Sabia que não demoraria uma reação. Tudo está saindo como eu esperava... não queremos um conflito desnecessário com os Combatentes, mas se preparem, pois ele pode acontecer. Não abaixaremos a cabeça para eles, mas faremos com que acreditem que sairemos daqui.

Diana, como dito a seus colegas, prepara-se, vestindo sua Armadura Cerimonial de Combate. Afinal, uma guerreira deve estar sempre pronta para uma possível guerra.




Posteriormente, Diana digita um código de liberação do domo, que estava unido à Sala de Justiça. A princesa amazona começa a desativar o local. O domo já não mais estava integrado à base.

- Prontos? Vamos nos posicionar aos Combatentes, porém, sem rendição. Não somos nós os vilões...

O grupo se dirige para fora da Sala de Justiça, ao encontro dos Combatentes da Liberdade. Diana, após observar cada um dos integrantes da equipe pertencente ao governo, é a primeira a falar:

- Vejo figuras conhecidas de todos nós. Não me surpreende que a maioria de vocês se alinhe a esse sentimento patriótico. O patriotismo não é negativo; já o patriotismo ufano e cego, esse é. O que, de fato, me surpreende e me deixa muito preocupada é a sua adesão a tudo isso, Ciborgue. Fico imaginando o que teria levado você, logo você, a mudar de lado novamente. Certamente há algo de podre no reino da Dinamarca...

Recebemos uma mensagem dos seus superiores. Eles desejam que saiamos do território em paz e lhes mandaram para nos escoltar. Não sabia que agora vocês faziam esse tipo de trabalho... mas meus amigos e eu dispensamos a participação do seu grupo, uma vez que não somos criminosos. Aliás, vocês que exterminaram Grundy, para quem quisesse ver! Comandantes e comandados se sentiram orgulhosos dessa ação, mas ficaram com o orgulho ferido apenas por breves palavras proferidas por mim na ONU. Que incoerência, não!? O mais curioso de tudo é que o teor da mensagem enviada a nós demonstra que fomos "acolhidos", ou seja, "tolerados" por essa nação. Da mesma forma que vocês são - até que não sirvam mais para seus propósitos. É assim; foi e sempre será assim.

Não se preocupem, estar aqui no EUA não é nossa missão. Nossa missão engloba o mundo inteiro. Não pensem que estamos recuando... vocês nos deram o que nós queríamos: a oportunidade. Não pensem que suas atitudes ilícitas passarão desapercebidas pela Justiça Extrema. Vocês seguem impondo seu estilo americano de vida a seu bel prazer... cuidado para não caírem na própria armadilha e serem enforcados pela própria corda!


Ao fim de sua fala, Mulher-Maravilha aciona o teleportador e a equipe toda é transportada para outro lugar. Desconhecido. Diana sabia que a imagem da equipe ficaria pior caso iniciassem um confronto agora. E também sabia que isso seria positivo para seu plano...

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Nasinbene em Seg Jan 13, 2014 8:54 am

Mais uma vez, Kyle via-se frente a frente com seu maior trauma: aquelas que ele amava fatalmente encontravam a morte. Aquela imagem o assombrara por muitos anos: Alex, Major Força, a geladeira... Por mais que se esforçasse, aquela imagem, aquele medo era recorrente. O fato de Donna Troy e Jade também estarem ali reforçava aquela sensação. Ambas haviam morrido também sem que Kyle pudesse fazer algo a respeito. Enquanto aquela reflexão tomava conta de Kyle, ele percebe que o Major Força estava prestes a eliminar Alex. Seu primeiro impulso era avançar contra o canalha e destroça-lo com o anel, quando algo que o vilão disse o faz retornar à razão: ele disse que mataria Jade e Donna, mas isso não seria possível: elas já haviam morrido e ele não tinha sido o responsável. Aquilo, de alguma forma, era algum tipo de ilusão, algo que não era real. Kyle hesita por um momento, tentando se ater aos fatos... Fato: estava no satélite da Liga. Fato: Já havia sofrido com aquelas mortes, não tinha como salvá-las. Ele precisaria se concentrar para vencer o seu maior temor se queria continuar sendo digno de portar aquele anel. Não poderia ter medo de amar novamente. Não fora por sua culpa que suas amadas haviam morrido, ele nada poderia ter feito a respeito. Kyle se concentra, focando toda sua força de vontade no anel. Em resposta, o anel passa a brilhar cada vez mais intensamente, até que Kyle sussurra:

- Isso não é real. Já aconteceu a muito tempo, não agora. Não aqui...

O anel brilha cada vez mais intensamente, preenchendo todo o ambiente com uma luz esmeralda ofuscante. Mesmo os olhos de Kyle emitiam uma luminosidade esverdeada. Kyle então olha para todos que estava ali e então grita liberando toda a energia de uma vez:

- NÃO É REAL!!!

Quando a luz dissipasse, Kyle teria dissipado  a ilusão, sendo capaz de ver o verdadeiro responsável pela ilusão. E não estaria feliz...
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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Scorpion em Ter Jan 14, 2014 3:07 pm

Entrar no prédio da LexCorp nunca pareceu tão fácil… mesmo porque, Michael nunca havia entrado.
Passando pelos corredores, ele repara que o local parece habitado, pois algo racional estava mantendo tudo funcionando em perfeita ordem.
O Gladiador sabe que todo aquele ambiente é hostil e mantém o seu campo de força ligado… é dito e feito.
Michael mal ativa o Campo de Força pessoal e logo uma energia amarelada circunda seu corpo, mantendo-o protegido de um disparo inesperado, milésimos de segundos depois. Michael capota, derrubando cadeiras e mesas. Ainda segurando a cabeça, o Gladiador se vê cercado por robôs que apontavam-lhe lasers…


Logo em seguida, a senhora de todo aquele lugar aparecia e indagaba Michael. Ela parecia saber quem ele era.
GD: Você está certo, Brainiac, eu sou o Gladiador Dourado, vindo do século XXI…
Então, alguns robôs entram com Rip Hunter e o velho olha Michael com um olhar de quem sabia que o Gladiador iria aprontar uma das suas. Felizmente para Rip, aquele era outro Gladiador Dourado.
GD: Nós viemos em busca de respostas, Brainiac 8. Há uma guerra entre heróis acontecendo em nossa época e achamos que isso possa vir a ser a causa deste futuro medonho. Nós precisamos entender tudo isso, voltar e impedir que tudo isso de agora aconteça! Nem mesmo você pode estar satisfeito com o resultado que a Terra enfrenta nesta época. Você é o maior cérebro do Universo, não é? Nos ajude a consertar tudo isso!

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Leo Rocha em Ter Jan 14, 2014 9:58 pm

Estrela Vermelha, Superboy e os Titãs:

Seguindo as orientações de Estrela Vermelha, Moça-Maravilha prende Harold com seu laço. Os guarda-costas dele sacam armas e começam a disparar contra ela, mas são rapidamente derrubados por Ricardita. Mutano tenta impedir que a confusão provoque acidentes fatais dentro da igreja. Ele assume rapidamente as formas de diversos animais que possibilitem retirar do meio da confusão as pessoas com maior dificuldade.
A esta altura, Kid Demônio, Superchoque e Soviete Supremo observam as pessoas saindo da igreja apavoradas e ouvem a comunicação de Estrela Vermelha. O trio então se lança a tentar evitar que as pessoas se firam, tentando imobilizá-las com cuidado. Algumas gritam ao ver os heróis associando-os ao ataque sofrido com os vermes.
Arauto e Ravena iniciam sua parte do plano: ela absorvendo as emoções negativas das pessoas e ele as transportando para longe da movimentação.
Leonid usava seu poder para queimar os vermes e agora Superchoque também o ajudava. Em pouco menos de 25 minutos a situação estava sob controle.
Conner chega no exato momento em que Cassie e Leonid acordavam Harold e seus associados. O líder do grupo de apoio olhav assustado para eles, como se tentasse entender o que acontecia. Ele então diz:

 Arrow A minha cabeça dói... Eu me sentia dominado... Eu via o que estava acontecendo, mas não conseguia me conter..

Vasculhando o local com sua visão de raio-x, Superboy consegue encontrar nos fundos da igreja uma quantidade considerável de coletes explosivos. Os titãs aparentemente haviam conseguido impedir um desastre de proporções maiores que estava associado à criação de um grupo grande da homens-bomba involuntários. Homens como o que explodiu em frente ao Superboy no funeral de Lois. Um plano simples visava a criação de um exército armas humanas nos EUA. Homens e mulheres comuns que não poderiam evitar os impulsos que os levariam a se explodir.
No alto da igreja, uma câmera parece transmitir as imagens de toda a ação ocorrida lá para alguém que estivera no comando de toda a ação.




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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Ricardo Sato em Ter Jan 14, 2014 11:04 pm

Com um meneio de cabeça Estrela agradece a inesperada ajuda de Superboy e com um sorriso orgulhoso ele olha para todos os outros.
Depois Leonid busca sentir a verdade nas palavras do homem e além de contar com suas habilidades para detectar mentiras ele também busca a confirmação olhando para Ravena.
Ele então pede ao grupo que traga os coletes para a frente mas tenham certeza de que eles estivessem seguros e não pudessem ser detonados nem a distância e nem por alguma trava de segurança deles mesmos.
Ao mesmo tempo ele olha para a câmera no telhado gravando-a com a sua própria e fala com Wendy e Marvin.

-Vocês viram aquilo ali não...acho que não preciso dizer qual é sua próxima missão mas mesmo assim.....descubram quem é nosso Big Brother,eu odeio esse programa e já está na hora de tira-lo do ar.

Então Leonid se vira para Harold,levando em conta que ele não sabia que estava sendo gravado e o indaga.

-Pois bem Harold,lhe darei o benefício da dúvida,mas agora conte tudo que sabe,já que estava consciente deve se lembrar de algo...mesmo que seja o lugar onde tudo começou.

-Imagino que não queria ferir ninguém,então essa é a hora de se redimir e nos ajudar a punir os reais culpados,seu maior poder agora é o mesmo que tinha a 30 minutos....suas palavras,use-as pelo motivo certo a partir de agora.

Depois de tudo certo,Estrela ordena uma nova varredura em busca de qualquer coisa suspeita ou verme extraviado e se teleporta com os outros,as bombas,Harold e Superboy,se esse fosse o seu desejo.



Caso os demais concordassem,em poucos minutos e após uma rápida edição ele transmitiria um vídeo e uma mensagem que seria a seguinte.

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


O momento do ataque,os vermes,as bombas e a confusão de Harold seriam mostrados e logo após a imagem dos novos Titãs(que desejassem aparecer)seria transmitida com a mensagem.

-Povos do mundo,e nesse caso em especial dos Estados Unidos,como acabaram de ver,aí está a causa de tantas mortes e selvageria.

-O ódio e a falta de compreensão existem sim e não vamos tapar o sol com uma peneira,mas agora está aí,claro como o dia que alguém nos manipula desde o início.

-Alguém usa nossas perdas e nos joga uns contra os outros,as custas de nossas vidas e de inocentes...e isso é imperdoável.

-Imaginem a tragédia que se abateria sobre nós se todas essas pessoas fossem tomadas de ira e vontade suicida e continuassem a escalada da dor?

-Conclamo a todos,governos,polícia,Liga,Combatentes da liberdade,Liga do oriente...qualquer um e todos,nos ajudem a descobrir o responsável,nos ajudem a detê-los.

-Eu sou Estrela vermelha,essa é a minha família...os titãs,e não ligamos para política e sim para vidas,por favor parem com essa loucura e nos ajudem a salva-las.

-Creio que estando diretamente sob ordens da onu,certa organização seria a mais indicada para distribuir as novas evidências entre todos os interessados em investigar,então solicito que uma representante dela entre em contato conosco,para que receba essas provas e esteja presente no interrogatório que poderá nos levar mais perto dos culpados.

-No mais espero,sua comunicação e apoio,até logo e dusvidânia.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Após o fim de tudo ele congratularia a todos pelo bom trabalho,e se Superboy estivesse ali se dirigiria a ele.

-Olá Conner,é bom vê-lo novamente,veio se unir a nós ou trazer alguma informação?




mais uma das fabulosas mensagens minhas onde a parte de efeitos e cores não aparece,desculpem pelo post fora do meu padrão.
talvez dê pra editar depois de forma normal.

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Pedro H. Oliveira em Qua Jan 15, 2014 12:50 am

Quando eu cheguei ao local, pude perceber que a equipe liderada pelo Estrela Vermelha já tinha feito todo o trabalho. Por isso, ajudo na varredura do local e por causa disso, acabo encontrando todos aqueles coletes explosivos! Minha vontade era a de arrancar as respostas que queria daquele sujeito que estava com eles, porém, por não saber exatamente do que se tratava, preferir continuar na minha e mais tarde obter as respostas que precisava.

Segui com os Titãs e acompanhei, mesmo que com informações limitadas, o discurso feito pelo Estrela e permaneci ao seu lado todo o tempo. Após isso, ele veio conversar comigo:

- É engraçado. Quando toda essa confusão começou... Quando a Lois morreu, eu estava numa missão pelos Titãs... Parece que isso foi há uma eternidade. Mas não é por isso que vim Leonid. - Me aproximo dele, pois não queria que os demais ouvissem. - Preciso de informações detalhadas sobre o que aconteceu na Liga depois de minha saída. Que historia é essa de a Mulher-Maravilha largar tudo e criar seu próprio grupo?

Aguardo as respostas e explicação sobre esse assunto e, ao terminar, digo:

- Então vou precisar da sua ajuda. Isso é, dependendo do seu posicionamento sobre toda essa historia... - Aguardo para ver mais essa resposta

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Leo Rocha em Sab Jan 18, 2014 12:10 pm

No satélite da Liga:

Em meio a confusão de sentimentos que acontecia em seu interior, Kyle começa a ver imagens das mortes de Donna e de Jade. Teria isto realmente acontecido ou teria sido em outra vida? Seria imaginação dele? Jade estava lutando ao seu lado quando ele caiu neste pesadelo... Donna tinha sido convocada para lutar com Diana... Então como ele poderia ter tanta certeza de já tê-las visto morrer? Como ele sentia o medo de perdê-las mais uma vez e ao mesmo tempo a certeza de que isso nunca ocorrera?

 Arrow Isso não é real. Já aconteceu a muito tempo, não agora. Não aqui... NÃO É REAL!!!

O seu grito sai de forma gutural e assusta ao próprio Kyle, tanto quanto perceber a imagem de si que é mostrada a ele por uma espécie de espelho que surge entre ele e seu inimigo.



Um clarão domina o ambiente e quando Kyle consegue enxergar novamente pode ver mais uma vez o satélite da Liga. Seu coração palpita e sua mente se enche de dúvidas. Só havia algo maior do que tudo naquele momento: a raiva do agressor que lhe deu aquele inferno particular.

********************************

Karen olhava para os inimigos usando sua visão de raio-x e tudo que conseguia ver eram trevas, como se eles fossem sombras. Quando ela nota que eles se preparam para atirar, ela usa sua velocidade para desarmá-los, ou pelo menos tentou... Os poderes que ela tinha haviam desaparecido e quando tentou alcançar o primeiro dos soldados, recebeu um golpe que a arremessou contra a parede. Ela levanta com o sangue escorrendo do corte na sombracelha. O líder dos soldados gargalha e tira o capacete.



O olhar desafiador parece zombar dela enquanto Diana diz:

 Arrow Não há lugar para você!

Uma explosão encerra o ciclo de vida kryptoniano e a contenda entre as duas. Karen apenas assiste a tudo virar luz e depois se transformar novamente no satélite.

***********************************

Sandman havia conseguido se aproximar o suficiente para dominar Fausto. Sua mão segurava o pescoço do invasor, que se mantinha calmo apesar das ameaças. Fausto sabia exatamente o que faria desde que sentiu a mão em seu pescoço: acionaria sua mágica para absorver os poderes do herói. O que ele não sabia era o que tal ato acarretaria...
Sandman se sente enfraquecer e cai aos pés de Fausto, tossindo em sua forma humana.
Já Fausto, começa a sentir o conflito entre as forças que estavam ligadas aos poderes dos dois. Sendo um elemental da natureza, Sandman possuía uma dose de magia em seus poderes que conflitava com a magia usada por Fausto. O mago então percebe uma transformação em seu corpo e mente. Algo que faz com que ele se sinta lutando contra seus instintos pelo domínio de seu corpo em ações. Fausto se torna uma criatura de areia cujo controle ele terá que disputar com sua essência mais primária: o instinto de sobrevivência.



Essa transformação, faz com que Fausto perca o controle de seus poderes, o que liberta os heróis de suas armadilhas, trazendo-os de volta ao ambiente do satélite, ainda confusos. Alguns bastante atordoados, como o Arqueiro Vermelho, outros nem tanto como a Poderosa.

Enquanto luta pelo domínio de seu corpo, Fausto vê flashes do que Sandman tinha visto em seus sonhos, flashes que, de alguma forma, tanto ele quanto Sandman vêem ao mesmo tempo, como se compartilhassem por um instante a mesma alma e mente.











As visões não eram nada boas e serviam para aumentar a confusão na cabeça de Fausto. Era uma sobrecarga para a qual ele não estava preparado e não contar com o domínio pleno de seu corpo e mente lhe preocupava sobremaneira agora. Quanto a Sandman, a visão somada à situação de não poder contar com seus poderes naquele momento também não tornava mais fácil enfrentar o monstro de areia à sua frente.

***************************************

Red Robin aproveitara toda a confusão e conseguira, usando suas habilidades de hacker, entrar na sala onde o corpo de Grundy repousava. Em uma rápida olhada, ele percebe que o corpo começava a se desfazer lentamente. Ele tinha decidido ir até ali para teleportar o corpo e poder estudá-lo, além de levá-lo a um lugar mais seguro. Caso ainda mantivesse esta diretriz, ele desativaria a o sistema de segurança, de forma a poder fazer o teleporte e seguiria para o local que já havia decidido usar para ocultar o corpo.
Tim se via diante de algo que ele detestava confrontar: magia. E isso o deixava em um estado de alerta superior ao normal. O que o corpo de Grundy teria de tão importante para provocar uma invasão como essas? Por que em nenhuma das outras encarnações houve tal comoção por ele?
Seu lado detetive lhe dizia que tais respostas seriam vitais na crise que a Liga está vivenciando...

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Leo Rocha em Sab Jan 18, 2014 4:09 pm

Mulher Maravilha e Justiça Extrema:

 Arrow Vejo figuras conhecidas de todos nós. Não me surpreende que a maioria de vocês se alinhe a esse sentimento patriótico. O patriotismo não é negativo; já o patriotismo ufano e cego, esse é. O que, de fato, me surpreende e me deixa muito preocupada é a sua adesão a tudo isso, Ciborgue. Fico imaginando o que teria levado você, logo você, a mudar de lado novamente. Certamente há algo de podre no reino da Dinamarca... 
Recebemos uma mensagem dos seus superiores. Eles desejam que saiamos do território em paz e lhes mandaram para nos escoltar. Não sabia que agora vocês faziam esse tipo de trabalho... mas meus amigos e eu dispensamos a participação do seu grupo, uma vez que não somos criminosos. Aliás, vocês que exterminaram Grundy, para quem quisesse ver! Comandantes e comandados se sentiram orgulhosos dessa ação, mas ficaram com o orgulho ferido apenas por breves palavras proferidas por mim na ONU. Que incoerência, não!? O mais curioso de tudo é que o teor da mensagem enviada a nós demonstra que fomos "acolhidos", ou seja, "tolerados" por essa nação. Da mesma forma que vocês são - até que não sirvam mais para seus propósitos. É assim; foi e sempre será assim.
Não se preocupem, estar aqui no EUA não é nossa missão. Nossa missão engloba o mundo inteiro. Não pensem que estamos recuando... vocês nos deram o que nós queríamos: a oportunidade. Não pensem que suas atitudes ilícitas passarão desapercebidas pela Justiça Extrema. Vocês seguem impondo seu estilo americano de vida a seu bel prazer... cuidado para não caírem na própria armadilha e serem enforcados pela própria corda!


Cyborg é o primeiro a falar, dizendo:

 Arrow Isso não é ufanismo, Diana. Isso é sobre fazer o que é certo. Não podemos nos tornar os juízes do mundo. Isso vai contra tudo que a Liga sempre foi e você, como uma das fundadoras, deve saber disso melhor que ninguém.

Tio Sam também se pronuncia:

 Arrow Trabalhamos muito tempo juntos, mas vocês estão se perdendo. Vocês tem trazido mais problemas que soluções a esta nação e meu dever é protegê-la. Eu sou o espírito da América e honrarei este legado.

Ray então não se contém:

 Arrow Deixa essa fanchona e esse bando de fracassados irem embora com o rabo entre as pernas. Ninguém quer eles em lugar nenhum. Somos nós que o povo quer para defendê-los, então acho melhor vazar logo!

Magog olha sério para Ray e diz em seguida:

 Arrow Nós não viemos aqui pra tripudiar. Vamos fazer nosso trabalho e garantir a todos a segurança que foi perdida pelas trapalhadas deles.

Gavião Negro segura sua maça com raiva enquanto olha para Ray e Magog dizendo:

 Arrow Vocês não conseguirão falar tanta besteira sem os dentes..

Máxima é a segunda a falar, quando diz:

 Arrow Ninguém insulta a imperatriz de Almerac!

Donna tenta acalmar os companheiros, mas as ofensas entre os dois lados parecem crescer, até o momento em que Magog diz:

 Arrow Mulher Maravilha, segure seus cumplices. Não queremos ter que neutralizar vocês... agora.

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Convidado em Sab Jan 18, 2014 5:03 pm

Conseguia esgueirar-se do tumulto causado por Fausto, e agora corria até o laboratório o qual Grundy era mantido. Passava pela dupla no momento em que Sandman agarrava Fausto, e os drones atacavam a toda. Felizmente não era notado, ou se era, não pode ser impedido.

Ao chegar perto do teclado digital da porta do laboratório, sacava um cartão ligado a um flatcable e a um pequeno tablet, que estava em seu cinto de utilidades. Ao enfiar o cartão, e digitar algumas sequencias rapidamente no aparelho, a porta se abria e logo o fechava assim que ele passava por ela.

Logo suas narinas eram inundadas pelo cheiro de álcool e formol, típico de laboratórios e ambientes esterilizados. Os ambientes excessivamente iluminados do satélite o incomodavam, estava acostumado a trabalhar em locais mais escuros...Toda aquela luz o fazia sentir-se deslocado. Ainda mais em um laboratório. Era engraçado que, mesmo em toda aquela agitação, tinha tempo para um sentimento tão pequeno como aquele... Mas ele que lhe enchia de ideias.

Olhou rapidamente para o corpo de Grundy, aprisionado em uma espécie de esquife de vidro. Era nítido que ele já se decompunha, se desfazendo pouco a pouco sobre o compartimento fechado. Acreditava que o processo deveria ser mais rápido, já que Grundy, em essência, era um corpo apodrecido reanimado por magia.

Os acontecimentos tinham, em pouquíssimo tempo, gerado intrigas demais. Ainda não entendia porque tantos queriam o corpo de Grundy, mas toda aquela atenção em cima daquela questão, desenhava um alvo no satélite... Alvo este que já tentava ser alvejado por Fausto. Precisava agir rapidamente, primeiro porque não queria um embate direto com alguém que controlava magia, e segundo para dar um pouco de folego a Liga. Longe da ação, teria tempo para pensar como agir. E entender o porquê daquilo tudo.

Por isso, mais do que depressa, sentava-se em frente do computador e passava a digitar freneticamente. Tim estava fazendo algo que muitos julgariam impossível: Estava hackeando o sistema de defesa do teleporte da Liga. Talvez fosse um feito inédito. Para quem ajudou a criar o sistema de defesa dos computadores da caverna, que indiretamente acabou sendo usado, ainda que modificado, na Liga...A linguagem lhe era fluente.

Assim que consegue a liberação, que talvez alarmasse Robin, Batgirl e Raio Negro que aguardavam o funcionamento do teleporte, ele não para... Pois faltava cobrir seus rastros. Iria fazer um teleporte sem deixar rastros. Para o computador, a localização era comum e mais do que autorizada: A caverna.

Mas na realidade, as coordenadas, que seriam apagadas e seus rastros criptografados, o levariam para outro lugar.

Finalmente Tim abandonava o satélite na companhia de Salomon Grundy.


Logo, a cripta surgia ao lado de um veículo vermelho escuro, em um tom que facilmente se perderia na noite, e de um motocicleta superespotiva, na mesma tonalidade. Ao redor, haviam outros veículos, escondidos nas entranhas metálicas do lugar, além de pequenas aeronaves, suspensas em suportes. O luz do local era baixa, ligeiramente esverdeada... No mesmo tom de iluminação da caverna de Bruce. A única coisa que faltavam eram os morcegos para fazer com o que o local fosse muito parecido com a original. Tim tinha computadores independentes e computadores ligados a caverna, além de veículos e toda parafernália para combater o crime. Quando ele seguiu carreira solo, não foi só no papel. Ele tinha meios e recursos para manter-se por um bom tempo, ainda que fosse financiado por Bruce, afinal seu dinheiro vinha das empresas Wayne.

O local era gigantesco, e havia sido construído há pouquíssimo tempo, com a anuência de Bruce e conhecimento de Alfred...Os únicos que tinham ciência de seu esconderijo. Eram três andares, mais um subsolo, feitos em puro metal e usufruindo dos melhores sistemas de defesa que poderia existir. Possuía pequenos laboratórios, área de treinamento, diversos monitores e acesso ao subsolo de Gotham, rota o qual era normalmente usada para sair do seu “Ninho”, como costumava chamar o lugar. Todos aqueles investimentos e revitalização do local tinham sido mais do que bem gastos.

- Computador, acionar todos os mecanismos de defesa inertes. Manter estado de alerta a partir de agora. Quero ser avisado se qualquer um se aproximar daqui, seja amigo ou inimigo.  – Ele dava a ordem respirava profundamente, voltando o olhar para Grundy.

Foi um passo bem arriscado, mas ao seu ver, necessário. Para quem estava em dúvida se a vida de vigilante seria a escolha ideal ou não, aquilo era mais do que uma escolha concreta. Não haveria volta depois daquilo, a o Robin Vermelho, um novo herói que vinha agindo sem despertar a atenção, ganharia holofotes demais. Ele ganharia total destaque agora, e provavelmente sairia do “anonimato”. Algo que ele iria odiar. Enquanto empurrava a esquife com o corpo de Grundy até o laboratório de criminologia, ruminava as consequências de seus atos.

O laboratório que ele havia escolhido era o mais resistente que possuía, e iria conter Grundy por algum tempo, caso dele acordasse... Afinal, isso passava por sua cabeça agora. Por que o queriam tanto? Seria para reanima-lo de algum modo? Era possível reanima-lo? Cloná-lo? Havia alguma magia residente nele? Precisava descobrir, e as investigações iriam ajuda-lo. Ainda tinha Conner e Elektrón na cabeça, mas eles precisariam se cuidar sozinhos agora.

Destravava a cripta, e acionava os sensores e scanners que imediatamente subiam e desciam pelo corpo de Grundy. Dava as costas ao laboratório, que era selado logo em seguida, caminhando calmamente em direção ao computador, pegando a pequena plataforma/elevador para chegar até ele.

Sentava-se na imensa poltrona de couro, o computador já mostrava a imagens do corpo do gigante zumbi, além de já ir realizando exames padrões, como composição do corpo, se havia algum tipo de vida, informação sobre a confecção de roupas e tecidos artificial e não artificial e coisas do gênero, normalmente exames de praxe realizados no início de qualquer investigação.

Voltava a digitar no computador, aumentando a criptografia, já absurda, da chamada que estava para realizar... E as direcionava para uma das pessoas que mais confiava no momento... Dick. Iria deixar Bruce ciente, mas não no momento. Ao menos, não por enquanto – Asa Noturna...Na escuta? Aqui é o Robin Vermelho. O satélite da Liga da Justiça foi invadido por Fausto, ele procurava roubar o corpo de Grundy. Enquanto estava acontecendo o combate, furtei o corpo dele e estou em um local seguro. Só Batman e A. tem ciência deste local, estou bem seguro - Ele dizia, conforme retirava o capuz



Eu não podia deixar tudo o que ele e os outros construíram ruir por conta de questões políticas. Ainda não sei porque todos querem esse corpo, mas vou descobrir em algumas horas. Sei das consequências desse ato, e estou disposto arcar com elas. Caos seja necessário, vou me desligar da corporação. Ainda assim, não posso voltar atrás. Espero que entenda, e quando a coisa esquentar, espero contar com você...– Ele dizia, conforme passava a mão nas sombrancelhas, fazendo o suor gotejar contra seu peito revestido de Kevlar vermelho. Enquanto esperava pelos resultados dos exames preliminares realizados pelo computador, e a resposta de Dick, ele se livrava das luvas, as colocando ao lado do computador. Iria iniciar um minucioso trabalho de investigação e pesquisa naquele maldito zumbi.

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Convidado em Dom Jan 19, 2014 2:19 am

Fausto já se preparava para fazer um discurso e dizer que a força espiritual não era simples magia, dizer que ela não estava sujeita a caos e ordem,  falar sobre como o espectro normalmente da surras em seres constituídos de caos e ordem, como ele destroçou Nabu, pronto a lembrar que os seres vivos e físicos são feitos de caos e ordem, os seres espirituais já não são assim, assim é a magia espiritual, mas Fausto não imaginava que de brinde com as habilidades do jovem a sua frente viria um coisa, que se parece mais com um espirito possessor do que um  simples descontrole de habilidades , um elemental que esta entranhado as habilidades e a alma desse rapaz, Fausto não conseguia parar de pensar como ele devia ter sofrido todos os dias para conter aquela criatura



Eu sou um canalha sem alma Elemental idiota, eu não tenho sentimentos, eu consigo me focar sempre e controlar o meu cérebro , eu controlei o poder da Bruxa Zatana quando ela estava destruindo a realidade, Nebiros no inferno já me testou, o rio Styx já olhou meu corpo e não encontrou alma, muitos desses heróis so estão aqui por que eu os tirei daquele maldito rio, nem mesmo o Super conseguiu sair sozinho, eu não tenho alma, minha dadiva é minha maior maldição, você escolheu o cara errado para tentar possuir, você não pode confundir meu corpo, e lutar contra o espirito do mago espiritual mais poderoso da terra não é uma opção muito boa, tenho meu espirito forte, e minha mente mais ainda, por isso



FORA!!!!


Dizendo isso Fausto concentra toda a essência daquele ser em um ponto e conjura um cordão  com uma pedra e dentro sela os poderes elementais para a segurança de todos



Isso so foi possível graças a energia retirada de Sand que o recarregava.  Porém fausto sabia que roubar era errado e mesmo sem sentir sabia que estaria causando o mal a alguém tirando algo( mesmo que esse algo lhe faça mal) sem seu consentimento, então no meio desses pensamentos ele olha para o menino caído no chão e diz

Menino eu selei seu monstro interior dentro deste colar seus sonhos eu não posso tirar pois eles advém de um reino poderoso e não são simples magia, você não deve conhecer o Sonhar conhece?, direi a você as palavras para ativa-lo, faço isso pois vejo que somos iguais, nossa maior força é também nossa maldição, e além disso lembro-me de Wylde, eu podia te-lo ajudado, eu um dia o ressuscitei e por engano trouxe junto com ele mesclado a seu ser um urso,



no começo era ótimo ter a força de um urso mas com o tempo a fúria do urso o tomou, eu podia te-lo transformado em humano, mas eu não tenho arrependimentos nem compaixão muito menos pena, eu não o ajudei por não achar necessário, porem maIs adiante esse mesmo homem se juntou a meu pai contra mim e todos os Renegados a equipe que ele jurou proteger, pois meu pai lhe fez uma promessa, eu poderia ter evitado tudo isso, mas não o fiz e faço agora não para  compensar apenas para evitar que esse problema seja para você pedra de tropeço mais a frente.

Terminando de falar, ele olha para Sand e em sua mente diz

Somnium! Essa é a palavra

Fausto estava fraco mas devia explicações, então projeta a voz e junto com sua voz as imagens do sonho

Perdoem-me pela invasão, tentei impedir que Grundy retornasse pois sua próxima encarnação já causa alvoroço as forças elementais da terra, eu poderia te-lo selado, sinto que ele foi retirado do satélite, já não sou mais necessário aqui

Dizendo isso, fausto adentra o reino das sombras, onde ele não poderia ser seguido, mas fraco demais não tem forças para guiar seu destino, usa seu poder para tentar achar o Batman, mas não consegue exatidão em  sua busca, vários heróis com uma energia parecida, vários heróis que comungam de seus ideais, direciona-se a Gothan e ao herói que exale a energia mais parecida com a do morcego, assim que saísse do reino das sombras desmaiaria provavelmente aos pés do dito herói

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Convidado em Seg Jan 20, 2014 1:19 am

Corremos o mais rápido que a cautela permite. Eu e Dinah, de certa forma implacáveis mas cuidadosos, nos movimentando por aqueles corredores que tantas vezes cruzamos.
A diferença é que agora os corredores eram campos minados. Roy já tinha caído em uma das armadilhas. As boas notícias são que eu acho que posso tomar um pouco de crédito e dizer que ensinei o garoto a se cuidar.
Depois de encontrarmos Tim e entrarmos em um acordo de qual caminho tomar, nos baseando nas habilidades de cada um e como elas seriam melhor aproveitadas nessa situação, eu e Dinah vamos em direção ao invasor.

Sebastian Fausto. Nunca fui com a cara de gente que fala tão enrolado. Soa arrogante.

Qual a nossa surpresa quando finalmente chegamos ao aposento em que Fausto supostamente estaria e encontramos Sandman no chão, com uma enorme criatura de areia na frente dele, parecendo agressiva. Parecia também um pouco descontrolada.
Onde está Fausto? Ele invocou essa criatura de areia? Ele derrubou Sandman?

Maldita magia.

Olho para Dinah e ela sabe o que fazer. Eu sei também. Ela mantém a posição enquanto eu vou rapidamente para o lado de Sandman. Enquanto me movimento, vou logo puxando uma flecha explosiva de baixa potência, o suficiente para um bom estrago, mas que danificasse o menos possível o satélite.

Arqueiro Verde: Sand? Precisando de uma ajuda?

Falo com clareza, num bom volume. Com a aparência de descontrole da criatura, estou esperando que mesmo uma perturbação leve como o som possa fazer com que as atenções dela se voltem para mim. Se isso não ocorrer, sempre tenho minha flecha e tenho certeza que um explosivo vai chamar a atenção de qualquer um pra mim.
Com as atenções em mim, Dinah está só esperando um sinal para liberar um dos seus gritos e pegar a criatura de surpresa, enquanto ajudo Sand a se proteger os ouvidos do presente da Canário. Era bastante eficiente contra o Cara de Barro, então acho que o efeito pode ser bastante satisfatório nessa nova coisa de areia.
De qualquer forma, quanto mais rápido lidarmos com tudo, melhor seria. Fausto não sai da nossa casa hoje sem dar umas explicações.

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Phelipe Peregrino em Seg Jan 20, 2014 3:09 pm

Eu não vou mentir, eu já havia sonhado em ser um super-herói. Acho que, sendo honesto, qualquer criança já colocou uma toalha no pescoço e fingiu ser o Superman. Quando se é um pobre fo#$%@ na vida, crescendo na periferia de El Paso, esse tipo de pensamento é reconfortante. Andar por aí com, sei lá, minha marreta biônica e acabar com os caras maus, dizendo que não contavam com minha astúcia.

É uma visão que faz você aguentar mais um dia de bullying na escola. E nas ruas. E na quadra de basquete.

E na lanchonete.

Mas as coisas eram diferentes, sabe? Os caras maus tinham nomes como Tripa-seca, Racha-cuca... Aonde foi parar o Dr. Vilão? Professor Caos e General Desordem? Acho que eles estão mesmo limitados à imaginação dos roteiristas de HQ, afinal. Hoje, no nosso mundo real, as pessoas ligam a TV e vêem a Mulher-Maravilha e a Poderosa trocando farpas em rede nacional. Dizendo que querem a paz, mas que "não toleram isso", "não respondo por aquilo". Eu? Eu só consigo pensar em como o povo do meu bairro deve estar assustado com isso tudo.

***
[Alerta de Intruso] [Alerta de Intruso] [Alerta de Intruso]

Lanterna Verde: Besouro, Fantasma ouviram isso? Parece que nossos problemas não acabaram na Índia... Venham, vamos ver quem ta batendo na nossa porta...

Estou correndo pelos corredores do satélite da Liga. Como essa ideia teria me atraído antes. Todas as luzes passam correndo enquanto acompanho o Lanterna. Pelas janelas pressurizadas eu sinto a pressão inflexível do espaço infinito. Penso em perguntar para o Lanterna o que tem lá fora, mas a ideia some quase na mesma hora em que me ocorre.

E então, eu sou puxado. Muito mais rápido do que eu já tenha me dado conta. Um turbilhão que me rodopia e me sacode como um vortex. Sinto o ar me faltar e meus olhos revirarem.

Eu vou morrer. Era isso.

***
É meia-noite e eu estou em El Paso.

Não me perguntem como eu sei. Está tudo escuro mas vejo a rua da minha casa. Eu sou eu, novamente. Livre do traje. É curioso, mas agora me sinto nu sem ele. Levanto. Nem tinha me dado conta que estava no chão, para falar a verdade. Não escuto nenhuma voz. Khaji-Da? Eu penso em perguntar, mas é a primeira vez em dias que a única voz da minha cabeça soa como a minha, e achei que iria ser uma boa aproveitar esse momento.

Jaime: Madre? Padre? Soy yo! - Grito quando me aproximo da porta.

Abro a porta e ela range de forma estridente. Porque tudo se move tão lentamente? O relógio na parede tic-taqueia de forma ritmada, como explosões em meus ouvidos. Tudo parece sem cor. Cinza. E á um zumbido como bichos rastejando sob as paredes. Insetos...

Besouros.

Jaime: MADRE?! PADRE?!

Silêncio.

Uma angústia vai me tomando conta. Corro para a cozinha. Alívio. Minha mãe está lá. Ela está de pé na pia, lavando pratos. Não. Não está lavando. Só está lá.

Jaime: Madre? - Avanço em sua direção. - Que pasa? Madr--

Algo me puxa pelos tornozelos e caio de cara no chão. Sinto o nariz sangrar e seguro o choro que tentar vir com a dor. A mesma força agora começa a me arrastar de forma lenta, mas impiedosa, afastando-me da minha mãe. Só agora eu noto que a água transborda da louça. Escorre pelo chão. Não. Não é água.

Sangue.

Jaime: MADRE!!! - Grito à pleno pulmão. - Alguien por favor ayúdame!

Silêncio.

Minha mãe cambaleando em minha direção anda de forma vacilante. Ela cai, e pedaços de seu crânio, agora exposto, cai em meu rosto. seu sorriso cadavérico me encara enquanto seus lábios pintados de batom vermelho são tingidos por um vermelho ainda mais carmesim: o vermelho do sangue que escorre de sua boca, narinas e olhos.

Mãe: Donde estabas, hijo? - Sua voz era fraca. Cansada, mas seu olhar fuzilava-me de tal forma que meu peito parecia estar sendo perfurado. - Debería protegernos. Donde estabas, hijo?

E ela cessou. Caiu e seu corpo imediatamente passou a exalar um odor cadavérico e putrefato que me fez vomitar.

????: Deveria ter protegido sua mãe, hijo. - Eu conheço essa voz.

Jaime: Pai?

Ele cambaleava com uma horrenda feria exposta no peito. Vermes rastejavam por ela e pedaços fétidos de seus órgãos tombavam a cada passo que ele dava.

Jaime: PADRE!

Ele caiu de joelhos na minha frente. Ele tentou sorrir, mas uma golfada de sangue escapou-lhe pela garganta. Um som gutural de afogamento fez-se ouvir. E eu implorava por forças para fechar os olhos.

Pai: Deveria ter protegido sua família, Jaime.

E, subitamente, uma lâmina de tom azulado o atravessou pelo pescoço, espirrando sangue e músculos em meu rosto.

????: Deveria ter protegido sua família, Jaime. - O portador da lâmina repetiu em tom zombeteiro.

Jaime: Khaji-Da?!

Sim. Lá, diante dos meus olhos, o Besouro Azul, manchado com o sangue daqueles que eu amo. Sorrindo de forma cruel.

Khaji-Da: Deveria ter protegido sua família, Jaime.

Khaji-Da: Deveria ter protegido sua família, Jaime.

Khaji-Da: Deveria ter protegido sua família, Jaime.

Khaji-Da: Deveria ter protegido sua família, Jaime.

Khaji-Da: Deveria ter protegido sua família, Jaime.

Khaji-Da: Deveria ter protegido sua família, Jaime.

Khaji-Da: Deveria ter protegido sua família, Jaime.

A voz fica repetindo na minha cabeça, e eu caio chorando. Ecoando e reverberando pelo teto. Sinto o sangue dos meus pais me encharcando, e eu vejo a casa ao meu redor desmoronar. Tudo está escuro...

Mas é meia-noite...

E eu estou em El Paso.


Última edição por Besouro Azul em Ter Jan 21, 2014 8:12 pm, editado 1 vez(es)

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Nasinbene em Seg Jan 20, 2014 3:59 pm

Kyle não estava feliz. Alguém havia brincado com sua mente, extrapolado seus medos e os esfregado na sua cara. E aquela aparição à sua frente? Kyle se reconhecia naquele reflexo distorcido que vira, algo que o preocupava muito. Kyle engole em seco aquela sensação desagradável e olha em volta, procurando ver se o Besouro azul também havia caído naquela vil armadilha. O rapaz está deitado, imóvel, com certeza ainda sob a influencia do que quer que os tenha atingido. Se fosse um décimo da agonia que havia enfretado, o rapaz precisaria de ajuda.
Então, se põe ereto e faz uma checagem na carga do seu anel. Kyle então avalia rapidamente a natureza do ataque que havia sofrido:

- Anel, realize uma checagem no resíduo energético dessa merda. Me diga, o que estou enfrentando aqui?

Kyle havia blindado suas defesas psíquicas poucas horas antes, quando enfrentava a Royal Flush Gang. Como seria possível ser atingido em sua mente daquela forma? A resposta não demora em ser encontrada por seu anel:
Análise concluída. Sondagem indicou resíduos de energia arcana no Lanterna Verde 2814.4

Magia. Kyle detestava magia. Ele range os dentes e dá uma nova ordem ao anel:

- Anel, isole esse resíduo arcano e iniba sua influencia no corpo do Besouro. E trace uma rota ao canalha responsável por isso...

Kyle então se lembra de ter lido algo algum tempo atrás. Meditação era uma forma de aumentar a frequência das ondas cerebrais e garantir sono mais tranquilo. A grosso modo, aquele era um pesadelo, um sono ruim. Kyle ajudaria o Besouro a se livrar daquilo.
O Lanterna Verde usa seu anel para criar várias cópias de Dhalsim, do video game Street Fighter e fazê-los entoar mantras que alterassem a frequência cerebral de Jaime e ajudá-lo a sair daquela situação.


Kyle esperava, desse modo simples ajudar o amigo a sair daquela situação desconfortável. Assim que termina de criar os Dhalsim, o anel o alerta da fonte do poder mágico que o havia afetado. Sem perder tempo, Kyle parte para enfrentar seu oponente. Kyle não estava feliz...
Quase tinha pena do coitado do outro lado do radar... Quase...
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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Administrador em Ter Jan 21, 2014 3:21 pm

Não foi um bom momento para ser educado. Se eu tivesse neutralizado o intruso quando tive a oportunidade, nada disto teria acontecido. Eu dei uma chance para o invasor explicar o que estava fazendo no satélite. O problema é que ele não tinha interesse em conversar. Essa é a parte ruim de ser um cidadão antiquado nascido na década de 40, pois sigo regras de etiqueta que os outros não seguem. Então o nosso convidado indesejado tirou proveito da minha gentileza.
Ele acessou minha alma e meus poderes. Só que ele não fazia ideia da extensão dos meus dons. A arrogância dele causou um efeito colateral. Consequentemente, meus pesadelos mais recentes foram mesclados com suas memórias. Agora ele não era mais um estranho para mim. O nome dele é Fausto e seu passado é tão terrível quanto sua fama. Mas o vínculo foi mais forte do que isso. Naquele momento, eu sonhei acordado e enxerguei o futuro de Fausto. Era como se meu poder profético tivesse sido ampliado temporariamente por aquela conexão mística.
Fiquei confuso por alguns instantes. Demorei minutos para distinguir quais conteúdos faziam parte da mente de Fausto e quais faziam parte da minha. Mas Fausto parecia habituado com esse tipo de situação. Até porque, não é a primeira vez que ele rouba a alma de alguém. Mediante, Fausto recuperou-se rapidamente, como se não tivesse ficado nem um pouco abalado com a fusão de nossas consciências. Em seguida, ele me deu um sermão sobre meus poderes, como se falasse com uma criança. Eu tenho cerca de 78 anos. Estou longe de ser um menino. Quantos anos ele tem para falar assim? Trezentos? Pelo o que eu apurei do passado dele, não duvido que ele tenha mesmo essa idade. Sem motivos para permanecer no satélite, Fausto preparou sua retirada. Mas antes, eu lhe dei um aviso.

- Sujeitinho arrogante! Você pensou mesmo que tinha autoridade para transferir meu poder para um colar?! Eu não fui dominado por uma força elemental! Eu sou a força elemental! Para o seu governo, também estou familiarizado com o Sonhar! Afinal, parte da essência onírica de Daniel Hall, o Príncipe dos Sonhos, está dentro de mim. Mas o importante é que da mesma maneira que você vislumbrou meus pesadelos, eu também vislumbrei os detalhes do seu passado obscuro. Eu vi tudo o que você fez, Fausto! Você enviou almas para o inferno, como o seu pai fez com a sua! No final das contas, você não é diferente dele! É tão canalha quanto! O que faz com que suas palavras soem como pura hipocrisia! Minutos atrás, você projetou sua voz pelos corredores do satélite, alegando que a existência da Liga da Justiça é nociva para o equilíbrio do universo. Mas a Liga da Justiça já salvou milhares de vidas. Você pode nos dizer o mesmo? Quando foi a última vez que você fez algo pensando no bem do próximo? Alguém da sua laia não tem moral alguma para questionar a Liga da Justiça! Mas eu acredito na justiça! E ela será levada até você algum dia! Suas vítimas merecem isso! Como a mulher que está presa no inferno por sua causa!

Logo depois, os membros da Liga da Justiça reuniram-se. Não havia qualquer resquício das ilusões de Fausto. Então todos estavam cientes do que houve no satélite. Ainda irritado com a intrusão de Fausto, que me impediu de seguir para Fawcett, eu questionei como aquilo foi possível.

- O que está havendo aqui, Poderosa? Aço, Senhor Milagre e Zatanna não atualizaram as defesas do satélite? Eu pensei que o lugar estava selado magicamente. Então como foi que um usuário de magia entrou aqui?

Aquilo me pareceu muito suspeito. Imaginei se Fausto teve ajuda de alguém de dentro. Agora que a Mulher-Maravilha montou seu próprio grupo, é possível que alguém do lado dela tenha ensinado como burlar a segurança do satélite.
Por sinal, o corpo de Grundy não estava mais no satélite. Pelo menos, o cadáver não acabou nas mãos de Fausto ou dos federais. De todo modo, eu creio que temos preocupações maiores no momento.

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Phelipe Peregrino em Ter Jan 21, 2014 8:27 pm

????: Por favor, não interfiram.

????: Por favor, não interfiram.

????: Por favor, não interfiram.

????: Por favor, não interfiram.

????: Por favor, não interfiram.

"Hã?" O mundo volta a ser físico ao meu redor. E minha mente vai se embalando por um som tranquilizante e reconfortante. Era uma cantiga ritmada que ecoava pelas paredes do meu crânio e que, ao mesmo tempo, era perturbadora e terrivelmente relaxante. Várias vozes cantando em uníssono um mantra teatral que me fazia... Bem.

Quando dei por mim já estava de pé. Via as cores do mundo se transbordar e tudo girar.

"Espera..." Uma ideia me ocorreu. "Isso não é real... Eu não estou aqui. Eu estou no satélite da Liga. Tudo isso. O que eu acabei de ver..." A canção... O mantra, me embalava e tudo foi ficando mais claro. "Não é real."

Jaime: NÃO É REAL! - Gritei.

O mantra ficou mais alto, mais claro e nítido. E eu acordei.

***
Besouro Azul: Só pode ser piada. - Sussurro levantando-me do chão e admirado com o que via ao meu redor. - Vou ser honesto e dizer que nunca fui muito bom no Street Fighter. - Forcei um sorriso. Tudo tinha sido cruel e nítido demais, mas acordar com o som do mantra e... Um rosto cômica mente "familiar" ajudou bastante. - O que aconteceu?

A pergunta foi para o Lanterna Verde, mas ele não perdeu tempo em me responder. Não sei se ele passou pela mesma coisa que eu, mas me pareceu irritado o suficiente para não querer falar com ninguém.

Besouro Azul: Ah, virgem de Guadalupe!

Khaji-Da: Você está bem, Jaime Reyes? - "Aí está você. Quase tinha esquecido da sua voz, Khaji-Da" - Meus sensores identificaram uma queda nas suas funções motoras, as leituras indicam interferência externa com elemento não natural.

"O que isso quer dizer?" Não. Não tenho tempo para isso agora. O Lanterna já foi e eu tenho que ir ajudar. "Depois você me diz, tim tim por tim tim, agora eu tenho mais o que fazer? Só me mostra o caminho que eu devo ir agora."

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Dana em Qui Jan 23, 2014 10:57 pm

Não soube como aquele golpe veio surtir efeito contra ela, mas, certamente a kriptoniana não gostou nada de recebe-lo, e antes que pudesse fazer algum protesto, viu a explosão fazer sumir com todas as ilusões que estavam perturbando-a no inicio daquela armadilha. Tudo volta ao normal e ela estava mais uma vez mirando as paredes de um dos corredores que levavam até o provável inimigo dono daquelas ilusões.

Poderosa já estava livre da influencia da magia de Fausto, foi diretamente ao ponto onde o Arqueiro e Canário estavam junto de Sandman este além de dar um sermão no atacante, já lhe pedia explicações acerca da invasão no Satélite, contudo, ela não parou para ouvi-lo, já que em sua frente estava o filho da mãe que lhe obrigou a rever toda aquela maldita culpa, por causa de Clark e de seu planeta natal.

Poderosa nada diz, apenas usa sua super velocidade para tentar agarrar o inimigo antes que ele sumisse entre as sombras que conjurara, provavelmente para poder sair dali, não viu o corpo de Grundy, mas, pelo jeito ele não se encontrava mais ali. Ela passou velozmente por Canário e pelo Arqueiro, e sua face não era de alguém bem humorada, e sim da heroína em ação e que havia levado alguns bons socos, mas, naquele caso fora pior, foram socos não em seu corpo e sim em sua mente, e ninguém podia brincar com a mente e o coração de uma kriptoniana sem sair machucado.

*Caso ela consiga alcançar ele a tempo ela o pegaria pelo pescoço e o prensaria numa parede com os maus modos dela, falando:

- Se tentar outra gracinha eu atiro você espaço afora, não vai brincar com meus sentimentos, nem com os de ninguém aqui, Mago... Quem te mandou eu faço ideia, mas, o seu problema vai ser voltar!

Claro que ela acabaria soltando ele, e o jogando em algum canto, com os olhos em fúria.
- Devem ter avisado ele de todas nossas defesas, isso requer uma coisa, remodelar tudo e poucos vão saber do que será feito. Ele vai ficar preso aqui até segunda ordem. - Responde para Sandman, verificando o estado fisico dele. Vendo que ele aparenta estar bem, apesar do descontrole.

*Intenção dela é voltar pra sala da justiça, com alguém escoltando o Fausto, junto dos 3 que estão na cena e ler enfim a carta do Gladiador.

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Re: DEFCON 4: O novo, o velho e a justiça

Mensagem  Leo Rocha em Sab Jan 25, 2014 2:22 pm

No satélite da Liga:

 Arrow Eu sou um canalha sem alma Elemental idiota, eu não tenho sentimentos, eu consigo me focar sempre e controlar o meu cérebro , eu controlei o poder da Bruxa Zatana quando ela estava destruindo a realidade, Nebiros no inferno já me testou, o rio Styx já olhou meu corpo e não encontrou alma, muitos desses heróis so estão aqui por que eu os tirei daquele maldito rio, nem mesmo o Super conseguiu sair sozinho, eu não tenho alma, minha dadiva é minha maior maldição, você escolheu o cara errado para tentar possuir, você não pode confundir meu corpo, e lutar contra o espirito do mago espiritual mais poderoso da terra não é uma opção muito boa, tenho meu espirito forte, e minha mente mais ainda, por isso

A resposta a Fausto vem em sua mente com uma voz que lembra flocos de areia roçando contra um muro de concreto e dor:

 Arrow Mortal tolo e prepotente! Desde que você sugou os poderes de Sandman sugou também uma parte de sua alma, o que significa que você passou a ter, ainda que um breve lampejo de alma em seu ser: eu. Eu sou um pequeno reflexo da alma de Sandman no espaço vazio que sua alma ocuparia. Sandman é um elemental e acumula mais poder do que você pensava que ele teria. Mais magia do que você previu e por isso você terá que confrontar a alma de um elemental antes de usar seus poderes!

 Arrow FORA!!!!

O grito de Fausto sai dolorido e contaminado pelas emoções trazidas pela alma de Sandman. Pelo menos por alguns instantes, os dois foram o mais íntimo que algum ser poderia ser de outro. É nesse momento, que o Arqueiro Verde e Canário Negro aproveitam para um ataque combinado. Uma flecha explosiva atinge Fausto/o monstro de areia e na sequência Canário Negro lança seu grito sônico, que atordoa o feiticeiro. Enquanto Dinah atacava Fausto, Oliver ajudava Sandman a se levantar e sair da linha de ataque.
Percebendo que o conflito interno o enfraquecia, Fausto decide acabar com ele. Com muito esforço, Fausto consegue livrar-se do fragmento da alma de Sanderson Hawkins. Ele não estava preparado para absorver a alma de elemental e isso lhe custou o domínio que exercia da situação até o momento. Era hora de tentar reverter aquele quadro.

*******************************

Kyle havia vencido o medo mais uma vez, mas tinha ainda a sensação de que desta vez a vitória fora mais apertada do que das outras vezes. Ele verifica a carga do anel e recebe a informação de que ela está em 35% devido o uso feito nas últimas horas sem recarga. Ele olha em volta e vê Jayme caído. Numa ação rápida e inteligente, ele cria construtos para entoar mantras tranquilizadores, de forma a auxiliar o Besouro Azul a se livrar da influência da armadilha. Assim que termina de ajudar Jayme, ele usa o anel para rastrear a fonte da energia mística que os pegou. Ele se prepara para se dirigir ao local, porém é ultrapassado por um borrão branco e vermelho em alta velocidade. Ele decide continuar rumando ao local e o Besouro Azul ao ver tudo, segue logo atrás.

**********************************

 Arrow Se tentar outra gracinha eu atiro você espaço afora, não vai brincar com meus sentimentos, nem com os de ninguém aqui, Mago... Quem te mandou eu faço ideia, mas, o seu problema vai ser voltar!

Fausto ainda estava tonto pelos ataques e pela disputa interior quando notou que Poderosa o havia arremessado contra a parede em supervelocidade. Ela estava com os olhos vermelhos ao falar:

 Arrow Devem ter avisado ele de todas nossas defesas, isso requer uma coisa, remodelar tudo e poucos vão saber do que será feito. Ele vai ficar preso aqui até segunda ordem. - Responde para Sandman, verificando o estado fisico dele. Vendo que ele aparenta estar bem, apesar do descontrole.

Sandman não se contém e se aproxima do invasor dizendo exaltado:

 Arrow Sujeitinho arrogante! Eu não fui dominado por uma força elemental! Eu sou a força elemental! Mas o importante é que da mesma maneira que você vislumbrou meus pesadelos, eu também vislumbrei os detalhes do seu passado obscuro. Eu vi tudo o que você fez, Fausto! Você enviou almas para o inferno, como o seu pai fez com a sua! No final das contas, você não é diferente dele! É tão canalha quanto! O que faz com que suas palavras soem como pura hipocrisia! Minutos atrás, você projetou sua voz pelos corredores do satélite, alegando que a existência da Liga da Justiça é nociva para o equilíbrio do universo. Mas a Liga da Justiça já salvou milhares de vidas. Você pode nos dizer o mesmo? Quando foi a última vez que você fez algo pensando no bem do próximo? Alguém da sua laia não tem moral alguma para questionar a Liga da Justiça! Mas eu acredito na justiça! E ela será levada até você algum dia! Suas vítimas merecem isso! Como a mulher que está presa no inferno por sua causa!

Após desabafar, ele se vira para Poderosa e diz:

 Arrow O que está havendo aqui, Poderosa? Aço, Senhor Milagre e Zatanna não atualizaram as defesas do satélite? Eu pensei que o lugar estava selado magicamente. Então como foi que um usuário de magia entrou aqui?

Ela responde:

 Arrow Devem ter avisado ele de todas nossas defesas, isso requer uma coisa, remodelar tudo e poucos vão saber do que será feito. Ele vai ficar preso aqui até segunda ordem.

Fausto sente dor por conta dos ataques sofridos. Talvez alguns escoriações e luxações. Ele tenta invocar sua magia para sair do satélite, mas não consegue. Surpreso ele percebe que agora está a mercê da Liga da Justiça e eles estão furiosos pela invasão.
Poderosa pede que ele seja levado para as celas de detenção e segue na direção da sala de controle. Mestre Judoca, Fantasma Espacial e Jade se voluntariam para a missão e seguem levando o prisioneiro atentos a qualquer tentativa de fuga.
Poderosa segue até a sala de controle e lá finalmente começa a assistir o vídeo enviado pelo Gladiador dourado:

Tá ligado? Deve estar... a luz vermelha tá ligada... Oi Pessoal da Liga, tudo bem? Aqui quem fala é o amigão, o boa praça... Gladiador Dourado! Se vocês estiverem vendo isso, é porque o meu plano não deu certo, mas eu ao menos quero limpar a minha barra. Desde que eu cheguei, eu só aprontei encrenca, isso é fato. Já causei uma guerra intergalática por discussões bobas com o Ted e até já fiz alguns de vocês passarem uma temporada no inferno. Poderosa e Guy devem lembrar bem disso... e eu poderia dizer que me arrependo de tudo o que fiz de errado, mas isso seria uma grande mentira. Eu não arrependo de nada... não me arrependo porque isso fez com que eu pudesse conhecer as grandes pessoas que vocês são. Não como heróis, mas o que está por baixo das máscaras. Acho que é isso o que mais importa. No fim, não me arrependo porque rimos muito juntos... e foi muito legal, no fim das contas. Agora eu vou ler algumas mensagens para algumas pessoas especiais - não que os outros não sejam, mas estes eu tenho algo especial a dizer. Batman, você foi o primeiro a confiar em mim, quando mais ninguém ainda confiava. Poucas vezes me tratou como o idiota que eu sou e sempre demonstrou ver em mim mais potencial do que eu realmente tinha. Obrigado pela confiança, onde quer que você esteja. Jonz... sinto muito. Era eu quem roubava os seus biscoitos, mas a idéia era do Ted. Espero que eles não tenham feito tanta falta. Prum cara verde e careca, você é um grande ser humano. Um dos maiores que já conheci. Tora, você sempre foi gentil e doce comigo. QUando Ted... quando Ted morreu, você foi quem mais sentiu isso ao meu lado. Seus poderes podem ser de gelo, mas você tem um dos corações mais quentes que eu já vi. Sinto muito que você esteja ligada à alguém como o Guy. Você merecia um cara melhor, mas enfim... obrigado pelo carinho que você sempre me deu. Guy, pra você eu deixo isso... [Michael mostra o dedo do meio]... acho que se você se esforçar pra deixar de ser um babaca, talvez você possa vir a ser um grande cara. Adeus. Superman... espero que você supere a sua dor e que o juízo volte à sua cabeça. Sinto muito pelo que te aconteceu, mas alguém grande disse que, depois de uma perda, nunca devemos tomar decisões importantes. Minhas palavras nunca o influenciaram e não acho que elas o farão agora, mas eu as deixo. Você foi a minha grande inspiração... e a de muita gente. Não tire isso de nós. Diana, nós sempre tivemos diferenças sobre o que deve ser feito sobre as coisas, mas eu sei que você sempre tem as melhores das intenções. A última coisa que você me disse doeu bastante, mas serviu para que eu enxergasse a verdade. Porisso e por tudo o que você já me fez, eu agradeço e te deixo um beijão. Jaime... Você tem um grande legado nas mãos, amigo! Você veste o manto de Ted Kord agora, o melhor cara que eu já conheci! Tem um coração de ouro e uma vontade de ajudar os outros como poucos têm. Você é possuidor de uma grande visão sobre certo e errado, justo e injusto, que muitos não o têm. Convivemos pouco, mas me sinto totalmente responsável pela sua condição. Gostaria de que pudéssemos ter lutado e salvado o mundo mais vezes, lado a lado, mas o destino me elucidou. Sei que você está destinado à grandeza e sei que você a alcançará! Terá de ser sem mim, mas eu sei que você vai dar conta. Honre o azul, kiddo... Poderosa, no começo não nos dávamos bem... eu achava que você não passava de uma loira gostosa com grandes... poderes. ENtretanto, eu tive o prazer de ser liderado por você e de poder te conhecer melhor... o suficiente pra saber que você é uma das mulheres mais humanas que eu já conheci. Eu sempre tive uma queda por você e não vou mentir que já pensei em roubar uns beijos seus, mas eu precisaria de um campo de força bem mais forte. De qualquer forma, eu espero que você leve a Liga a um lugar melhor do que onde estão agora. Sinto muito não poder estar aí para ajudar, mas no fim, eu só acabaria atrapalhando, então eu vou ajudar da única forma que eu conheço... saindo de perto. Queria poder ter te conhecido melhor... sei que debaixo dessa casca dura tem muito mais do que aparenta. Um grande beijo e Adeus! Sei que muitos de vocês sabiam que eu estava reconstruindo a máquina do tempo que me trouxe até aqui. Sei que muitos de vocês sabiam que eu queria voltar no tempo e impedir o Ted de entrar no inferno conosco há poucos meses... mas era isso que eu queria que vocês pensassem mesmo. Eu até pensei em fazer isso, mas a conversa com Jaime e Kara me elucidou... Isso não seria o que Ted queria. Isso seria desonrá-lo... e eu amo demais meu melhor amigo para fazer isso à memória dele. Sendo assim, eu percebi que tudo isso pode ser culpa minha também. Eu sou a anomalia temporal que pode estar provocando as brechas e falhas do tempo. Eu posso ser idiota, egocêntrico e convencido, mas eu não sou egoísta. Eu não posso arriscar que o nosso universo deixe de existir por algo que pode ser minha culpa. Eu estou viajando no tempo para impedir que o meu "eu" mais jovem volte no tempo e se torne o Gladiador Dourado. O problema é que eu so conheço uma maneira de impedí-lo. É estranho dizer, mas... eu possivelmente terei de matar Michael Jon Carter. Se vocês estão vendo isso, é porque a minha missão falhou. Do contrário, a minha existência teria desaparecido e esse DVD não existiria, então esse vídeo é mais para me explicar, me desculpar... e me despedir. Adeus a todos... foi uma honra viver ao lado dos melhores do mundo. Por favor, Kara... faça com que todos os colegas recebam a minha mensagem. Adeus, gata!:

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